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	<title>Mais 1 LivroMais 1 Livro | Mais 1 Livro</title>
	
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	<description>Fascinados por livros</description>
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		<title>Crônica – Vamos ouvir um blues</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Vamos ouvir um blues, por Diangela Menegazzi &#160; Apesar de não ser totalmente alheia à história, a vastidão de acontecimentos muitas vezes me caem desconexos. É trabalhoso juntar as partes. Mais ainda assimilá-las ao todo. De qualquer forma, sei que nessas quase três décadas de vida, poucas vezes me sobrou o direito à tristeza. Das festas de Ano Novo às comemorações do Natal. De um final de semana qualquer, aos feriados e benditas férias. Tudo tornou-se uma eterna obrigação de divertimento e euforia. Já não podemos mais passar um final de semana sem ter alguma comprovação de que ele foi regado a festas, companhias, bebidas, risadas. Parece que todos, o tempo todo, precisam provar que se divertiram e festejaram. Alheias a dores e problemas, estão lá fotos em perfis eletrônicos para comprovar o quão felizes foram. Mesmo que muitas vezes ignorado o fato de tudo ser uma montagem, pura cópia. A tristeza, os desânimos, parecem uma ofensa a um sistema que oferece euforia embalada o tempo todo. Mas, não. Calma! Não quero ser triste todo tempo. Quero apenas o direito de permanecer calada quando doído for algum dia da existência. Não! Não se engane&#8230; Espere. Apenas não quero que sejamos obrigados a ser felizes o tempo inteiro. Como se fosse uma ofensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/blues.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3139" title="blues" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/blues.jpg" alt="" width="810" height="605" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><em><strong>Vamos ouvir um blues, </strong>por Diangela Menegazzi</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de não ser totalmente alheia à história, a vastidão de acontecimentos muitas vezes me caem desconexos. É trabalhoso juntar as partes. Mais ainda assimilá-las ao todo. De qualquer forma, sei que nessas quase três décadas de vida, poucas vezes me sobrou o direito à tristeza. Das festas de Ano Novo às comemorações do Natal. De um final de semana qualquer, aos feriados e benditas férias. Tudo tornou-se uma eterna obrigação de divertimento e euforia. Já não podemos mais passar um final de semana sem ter alguma comprovação de que ele foi regado a festas, companhias, bebidas, risadas. Parece que todos, o tempo todo, precisam provar que se divertiram e festejaram. Alheias a dores e problemas, estão lá fotos em perfis eletrônicos para comprovar o quão felizes foram. Mesmo que muitas vezes ignorado o fato de tudo ser uma montagem, pura cópia. A tristeza, os desânimos, parecem uma ofensa a um sistema que oferece euforia embalada o tempo todo. Mas, não. Calma! Não quero ser triste todo tempo. Quero apenas o direito de permanecer calada quando doído for algum dia da existência. Não! Não se engane&#8230; Espere. Apenas não quero que sejamos obrigados a ser felizes o tempo inteiro. Como se fosse uma ofensa à modernidade possuir em suas sociedades pessoas que não se reconhecem mais em seu tempo, que pedem um pouco mais de calma. A obrigação de ser feliz tornou-se um tipo de exigência que precisa ser selada junto com presentes, viagens, bens de consumo que nos levem à plenitude da existência – se assim tivermos como pagar. Os renegados ao acesso de consumo, sentem-se humilhados, vencidos, diante de tantas ofertas e tão poucas conquistas. Não, alma! Que conquistas? Méritos na desigualdade? Não, obrigada! Quero meu direito de chorar, de ser triste – às vezes –, e alegre também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong><a href="http://www.twitter.com/ysemueven" target="_blank">Diangela Menegazzi</a></strong></em> é jornalista, assessora de comunicação em Pato Branco, PR. Lê muitas vezes por obrigação, mas escreve por deleite. Seus textos podem ser lidos no blog <strong><a href="http://www.ysemueven.blogspot.com" target="_blank">Ysemueven</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quinta do Conto – Srta.</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 03:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quinta do Conto]]></category>
		<category><![CDATA[joão faccio]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Srta., de João Faccio &#160; os olhos &#160; me olharam quando eu tentava desviar do espelho atrás do balcão daquele bar. Me olharam, consumiram com minhas forças e qualquer tentativa possível de comunicação da minha parte. Me apagaram, sumiram comigo e todos os outros daquele bar – incluindo o espelho. E era eu e o par de olhos. &#160; a boca &#160; devolvia a fumaça do cigarro, falando alguma coisa inaudível. Era eu e a boca. Os lábios pintados de vermelho, os dentes brancos e a língua percorrendo alguma frase. E Me beijou. Exasperada. Volátil, sem cessar. E eu estava ali, rendido. Como se todos os muxoxos ensaiados jamais tivessem existido. Me beijava. &#160; as mãos &#160; me aproximavam mais ainda daquele corpo. Soltavam-me de mim. Colavam-me nela, arranhavam-me forte. Os dedos, gelados, percorriam minha pele. E me aqueciam. Cada vez mais me afastava de tudo o que acontecia fora de nós. E caminhávamos, colados, lentamente, olhos, bocas e mãos para a parede lateral daquele lugar. Eis que ninguém mais estava lá. &#160; os quadris &#160; se moviam incessantemente. Contorciam, pressionavam-me e me empurravam contra a cama. E as mãos e os olhos. E eu beijava aqueles lábios. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/Boca-vermelha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3127" title="Boca-vermelha" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/Boca-vermelha.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<h4><em><strong>Srta.</strong>, de João Faccio</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>os olhos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>me olharam quando eu tentava desviar do espelho atrás do balcão daquele bar. Me olharam, consumiram com minhas forças e qualquer tentativa possível de comunicação da minha parte. Me apagaram, sumiram comigo e todos os outros daquele bar – incluindo o espelho. E era eu e o par de olhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>a boca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>devolvia a fumaça do cigarro, falando alguma coisa inaudível. Era eu e a boca. Os lábios pintados de vermelho, os dentes brancos e a língua percorrendo alguma frase. E Me beijou. Exasperada. Volátil, sem cessar. E eu estava ali, rendido. Como se todos os muxoxos ensaiados jamais tivessem existido. Me beijava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>as mãos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>me aproximavam mais ainda daquele corpo. Soltavam-me de mim. Colavam-me nela, arranhavam-me forte. Os dedos, gelados, percorriam minha pele. E me aqueciam. Cada vez mais me afastava de tudo o que acontecia fora de nós. E caminhávamos, colados, lentamente, olhos, bocas e mãos para a parede lateral daquele lugar. Eis que ninguém mais estava lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>os quadris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>se moviam incessantemente. Contorciam, pressionavam-me e me empurravam contra a cama. E as mãos e os olhos. E eu beijava aqueles lábios. E os quadris, inquietos, vinham e voltavam. Ninguém mais via. Só nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>as pernas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>se entrelaçavam nas minhas, friccionavam, contraíam. Abriam. Sustentavam a pose. A posição. Tremiam, um pouco, por um pouco de tempo. Relaxavam. Por um pouco de tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>os pés</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>com os saltos calçados, caminhavam para fora, ritmados. Param para a porta abrir. E a porta se fecha. Eu acordo. Ninguém mais está lá. Só eu. Levanto, atordoado, e olho para o espelho. Nele, escrito em batom, vermelho: muito prazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* <strong>João Faccio</strong> é redator em Pato Branco, PR. Leia outros contos do autor no blog <strong><a href="http://somosbemnormais.blogspot.com.br/" target="_blank">Somos bem normais</a></strong>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A magia da realidade – Richard Dawkins</title>
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		<comments>http://www.mais1livro.com/magia-da-realidade-richard-dawkins/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego da Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não-Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[dave mckean]]></category>
		<category><![CDATA[literatura inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[richard dawkins]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Um livro fantástico.  Lembrando que o adjetivo ‘fantástico’ tem relação com ‘fantasia’, do verbo ‘fantasiar’, que significa iludir, ludibriar, cobrir com adornos determinada coisa, objetivando desviar a atenção e encantar. A Magia da Realidade é um livro coberto de imagens esporadicamente espalhadas ao longo das páginas, sob um jogo de cores magistral, em esquemas que adornam o texto e dão vida ao livro. As ilustrações de Dave McKean produzem um efeito lúdico aos textos de Richard Dawkins, que por sua vez trazem um ponto de vista cientifico pouco inovador em volta de assuntos bastante amplos, divididos em capítulos curtos. No capítulo Por Que Coisas Ruins Acontecem? O décimo primeiro do livro, logo após duas páginas você descobre, se já não sabia, que tribos africanas têm crenças em animais, que gatos pretos são símbolos dos nossos medos, a posição dos astros interfere na natureza, e em uma breve observação do que é justiça, a gente se depara com um subtítulo: Por Que Coisas Ruins Realmente Acontecem? Aqui, a lei de Murphy é tratada com arbitrariedade sob uma estética “Discovery Channel” perigosamente chamada de literatura. O livro não deixa de ser curioso, e a Companhia das Letras o edita com maestria em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/a-magia-da-realidade.jpg"><img class="alignleft  wp-image-3132" title="a-magia-da-realidade" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/a-magia-da-realidade.jpg" alt="" width="278" height="364" /></a>Um livro fantástico.  Lembrando que o adjetivo ‘fantástico’ tem relação com ‘fantasia’, do verbo ‘fantasiar’, que significa iludir, ludibriar, cobrir com adornos determinada coisa, objetivando desviar a atenção e encantar.</p>
<p><em><strong>A Magia da Realidade</strong></em> é um livro coberto de imagens esporadicamente espalhadas ao longo das páginas, sob um jogo de cores magistral, em esquemas que adornam o texto e dão vida ao livro. As ilustrações de <strong>Dave McKean</strong> produzem um efeito lúdico aos textos de <strong>Richard Dawkins</strong>, que por sua vez trazem um ponto de vista cientifico pouco inovador em volta de assuntos bastante amplos, divididos em capítulos curtos.</p>
<p>No capítulo <em>Por Que Coisas Ruins Acontecem?</em> O décimo primeiro do livro, logo após duas páginas você descobre, se já não sabia, que tribos africanas têm crenças em animais, que gatos pretos são símbolos dos nossos medos, a posição dos astros interfere na natureza, e em uma breve observação do que é justiça, a gente se depara com um subtítulo: <em>Por Que Coisas Ruins Realmente Acontecem?</em> Aqui, a lei de Murphy é tratada com arbitrariedade sob uma estética “Discovery Channel” perigosamente chamada de literatura.</p>
<p>O livro não deixa de ser curioso, e a Companhia das Letras o edita com maestria em capa dura, já que ele deve ser carregado nas mochilas frenéticas de alunos de oitava série ao terceiro ano do ensino médio.</p>
<p><em>A Magia da Realidade</em> traz muitas deixas que fazem o leitor se amarrar na leitura de capítulos como: <em>Quem Foi a Primeira Pessoa?;</em> <em>O Que é o Sol?;</em> <em>O Que é Um Arco-Íris; </em>e<em> O Que é Um Milagre? C</em>omo no trecho:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Hipócrates, o médico e filósofo da Grécia antiga que é considerado pai da medicina e dá seu nome ao juramento de boa conduta feito por todos os médicos ainda hoje (o juramento de Hipocrates), pensava que os terremotos eram importantes causas de doenças. Na idade média, muitos acreditavam que elas eram provocadas pelo movimento dos planetas em relação ao pano de fundo formado pelas estrelas. Essa crença é parte de um sistema chamado astrologia, o qual, por mais ridículo que pareça, ainda tem muitos seguidores na atualidade. </em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além dos quatro capítulos citados acima, há oito que justificam o título desse livro que busca alertar para algumas das magias dessa realidade. O que para os leitores de <em>As Portas da Percepção, </em>de Huxley, não é o suficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Título:</strong> A magia da realidade<br />
<strong>Título original:</strong> <em>What is a rainbow, really?</em> (2011)<br />
<strong>Autor:</strong> Richard Dawkins<br />
<strong>Tradução:</strong> Laura Teixeira Motta<br />
<strong>Editora:</strong> Companhia das Letras<br />
<strong>Número de páginas:</strong> 272<br />
<strong>Preço de catálogo:</strong> <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12946" target="_blank">R$ 54,00</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.companhiadasletras.com.br"><img class="aligncenter size-full wp-image-3131" title="companhia-das-letras" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/companhia-das-letras1.jpg" alt="" width="350" height="98" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mais1Livro/~4/c72cyN1hwdM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Verso Livre – Um “b” balbúcio ao Quotidiano de Maputo</title>
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		<comments>http://www.mais1livro.com/verso-livre-um-b-balbucio-ao-quotidiano/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 00:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Verso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[dinis muhai]]></category>

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		<description><![CDATA[Um &#8220;b&#8221; balbúcio ao Quotidiano de Maputo, de Dinis Muhai &#160; Os  sapateiros    da      calçada nº 1245 lixam   as  solas com eloquência e conhecimento. Defronte   deles noutra   calçada moças  esbeltas de  bicos   finos exibem pernas altas com vaidade. E os carros  como nuvens   voam  pelas   faixas num  vai  e vêm   ensurdecedor. Numa  das  varandas do  prédio miranda   crianças   fingidas   de fuzileiros  lançam   seus    jactos de água  gelada                e   evitam o    olhar     das                     pessoas que indignadas                    correm com despreso e                       raiva. - rick,  kres,  flac,                      vriiim: lixam   as  solas                      de luz com artimanhas                  grácies dos  seus dedos               de  luz, os sapateiros. E  lá  ao longe como fantasmas,  estátuas  de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/quotidiano.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-3120" title="quotidiano" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/quotidiano.jpg" alt="" width="717" height="479" /></a></p>
<h4></h4>
<h4><em><strong>Um &#8220;b&#8221; balbúcio ao Quotidiano de Maputo</strong>, de Dinis Muhai</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<div>Os  sapateiros    da</div>
<div>     calçada nº 1245</div>
<div>lixam   as  solas</div>
<div>com eloquência</div>
<div>e conhecimento.</div>
<div>Defronte   deles</div>
<div>noutra   calçada</div>
<div>moças  esbeltas</div>
<div>de  bicos   finos</div>
<div>exibem pernas altas com</div>
<div>vaidade. E os carros  como</div>
<div>nuvens   voam  pelas   faixas</div>
<div>num  vai  e vêm   ensurdecedor.</div>
<div>Numa  das  varandas do  prédio</div>
<div>miranda   crianças   fingidas   de</div>
<div>fuzileiros  lançam   seus    jactos</div>
<div>de água  gelada                e   evitam</div>
<div>o    olhar     das                     pessoas</div>
<div>que indignadas                    correm</div>
<div>com despreso e                       raiva.</div>
<div>- rick,  kres,  flac,                      vriiim:</div>
<div>lixam   as  solas                      de luz</div>
<div>com artimanhas                  grácies</div>
<div>dos  seus dedos               de  luz, os</div>
<div>sapateiros. E  lá  ao longe como</div>
<div>fantasmas,  estátuas  de  bronze</div>
<div>empoeiradas encenam famosas</div>
<div>narrativas   de   esquecimento</div>
<div>  &#8211; possa! e mais além, com  dor</div>
<div>o mar vem e morre na margem.</div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*<strong>Dinis Muhai</strong> é poeta em Maputo, Moçambique.</em></p>
<p><em>* Foto por <strong><a href="http://www.flickr.com/people/thiprud/" target="_blank">Thi Prud</a></strong>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<item>
		<title>Anacronismo moderno – Luigi Ricciardi</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Mais1Livro/~3/Uj29dy10f8A/</link>
		<comments>http://www.mais1livro.com/anacronismo-moderno-luigi-ricciardi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[literatura paranaense]]></category>
		<category><![CDATA[luigi ricciardi]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Juliana Rosado* &#160; O primeiro volume de Luigi Ricciardi, o Anacronismo Moderno, inocentemente parece apenas relatar um posicionamento de solidão, velocidade e fragmentação contemporâneos. No entanto, mais além do que o retrato da condição de seres diante de tal contexto, os contos do estreante maringaense revelam um posicionamento de insatisfação pessoal refletida em variados personagens, em diferentes histórias que, aproximando-se da ideia do título, instauram a profunda inquietude desde as primeiras linhas e percorrem o percurso da entrega ao turbilhão de imagens e sensações que finalmente se revelam em uma unicidade característica. A imagem do turbilhão de que Ricciardi tanto se apraz vem basicamente de instrumentos como uma linguagem tão fugaz e insistente como a do segundo conto, em frases curtas, com substantivação constante e aceleração sonora que reportam o leitor a uma realidade maquinista, de engrenagens do tic-tac do relógio, reforçando dolorosamente a forma como os sentimentos são postos não ao lado da existência, mas sim soterrados por ela.  E a angústia de viver sufocado pela realidade maçante segue o narrador, obliterado pela velocidade do mundo tanto quanto pela alienação de jovens irracionais e insensíveis, pela hipocrisia de homens poderosos e suas religiões sem fé. Se por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Juliana Rosado*</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/anacronismo-moderno.jpg"><img class="alignleft  wp-image-3098" title="anacronismo moderno" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/anacronismo-moderno.jpg" alt="" width="290" height="424" /></a>O primeiro volume de <strong>Luigi Ricciardi</strong>, o <strong><em>Anacronismo Moderno</em></strong>, inocentemente parece apenas relatar um posicionamento de solidão, velocidade e fragmentação contemporâneos. No entanto, mais além do que o retrato da condição de seres diante de tal contexto, os contos do estreante maringaense revelam um posicionamento de insatisfação pessoal refletida em variados personagens, em diferentes histórias que, aproximando-se da ideia do título, instauram a profunda inquietude desde as primeiras linhas e percorrem o percurso da entrega ao turbilhão de imagens e sensações que finalmente se revelam em uma unicidade característica.</p>
<p>A imagem do turbilhão de que Ricciardi tanto se apraz vem basicamente de instrumentos como uma linguagem tão fugaz e insistente como a do segundo conto, em frases curtas, com substantivação constante e aceleração sonora que reportam o leitor a uma realidade maquinista, de engrenagens do tic-tac do relógio, reforçando dolorosamente a forma como os sentimentos são postos não ao lado da existência, mas sim soterrados por ela.  E a angústia de viver sufocado pela realidade maçante segue o narrador, obliterado pela velocidade do mundo tanto quanto pela alienação de jovens irracionais e insensíveis, pela hipocrisia de homens poderosos e suas religiões sem fé.</p>
<p>Se por um lado a essencialidade e o sentimento dos narradores e das personagens de <strong><em>Anacronismo Moderno</em></strong> acabam inatingíveis, a presença poética das emoções ao longo de 26 contos amarra as histórias entre si pela distância e caráter intrínseco, ao mesmo tempo. Melancolia que assola idosos que vivem morrendo em um conto que lembra o narrador de São Bernardo, ou a fuga da modernidade, de uma caverna escura e assustadora, são ligações tentaculares tanto quanto a literatura e cinema que criticam e desnudam a imoralidade e sensibilidade humana contemporânea, As influências de Ricciardi, assim, marcam suas composições de forma tão reiterada quanto sua insatisfação, marcada, por exemplo, no codinome de um garoto doce que só conhece o amargo da vida, dos homens.</p>
<p>Não apenas uma constante contradição inunda as histórias entre si. Refletida em um não somente diálogo com a própria mãe mas também uma confissão diante do mundo que o cerca, o tom que oscila entre o gozo e a satisfação de estar rodeado por um contexto libertário e a indignação e tristeza causadas pelo mesmo contexto. O tom leve de um conto, imediatamente procedido por outro com enfático pesar e desgosto equilibra a inadequação do eu-lírico ao longo de histórias que se encerram com o belo Elefante Branco, um mosaico de futuro-passado, conhecimento-ignorância, saber-poder-ódio-ciúmes que coroam a narração e o volume todo com uma intensidade de chave áurea que não apenas fecha as portas do narrador, mas também tem o poder de abrir as do leitor para a reflexão.</p>
<p>Finalmente, <strong><em>Anacronismo Moderno</em></strong> não se encerra ao celebrar vários narradores, várias personagens de uma contemporaneidade de possibilidades e insatisfações. Revela um só ser. Um ser tão amplo que existe despedaçado em muitos. Um ser que observa e relata, sente e reflete sobre a condição de esfarrapar-se em idades diferentes, posições sociais diferentes, características e gêneros diferentes que, ao fim, remontam a uma, apenas, condição humana, prazerosa diante da liberdade concedida, como com o gozo fácil e sem compromisso, a paixão desmedida de jovens amantes, que vive por completo os sentimentos mais puros como os de um cão de rua. Em outros momentos, a mesma sofre com a intolerância, a hipocrisia, a cruel soberba de uma realidade que solapa a humanidade dos fracos e pobres, das galinhas mortas para o banquete do domingo.</p>
<p>A onisciência do narrador de Ricciardi, ávido por um desabafo diante do que o cerca, confunde-se entre vários narradores que levam a um só, vários eus que levam a um uno. Este, despedaçado, fragmentado, inadequado e contraditoriamente formado pelo momento, local e circunstâncias em si que o constróem como ele é, que o configuram em seus fragmentos. Enquanto a ele, resta revelar-se, desnudar-se, confessar-se em sua própria pena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Título:</strong> Anacronismo moderno<strong><br />
</strong><strong>Autor:</strong> Luigi Ricciardi<strong><br />
</strong><strong>Editora:</strong> Scortecci<br />
<strong>Número de páginas:</strong> 96<br />
<strong>Preço de catálogo:</strong> <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=29004498&amp;sid=624971155131213684112228539" target="_blank">R$ 22,90</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Juliana Rosado</strong> é mestre em Estudos Literários.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Wilson – Daniel Clowes</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Noah Mera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Wilson te encara na capa do quadrinho. Há um quê de canino no olhar triste da personagem cabeçuda, entradas avançadas pelo cabelo, usando óculos de lentes grossas camisa, sapato e calça social (com uma borracha de lápis saindo discretamente do bolso). Ele está parado em uma rua de subúrbio genérico destes de filme americano. Mais pela última pista do que pelo conjunto sabemos que Wilson é um perdedor (uma das duas grandes categorias que os americanos usam para definir os tipos humanos.). E a expectativa do parágrafo acima não é frustrada a medida que avançamos pelas páginas. Cada página de Wilson funciona como uma tira independente, um pequeno capítulo da trágica sitcom desse canalha desajustado que dá nome ao livro. Wilson é um trintão solitário e egoísta que até tenta, mas não consegue o mínimo de empatia com as pessoas ao seu redor. Wilson tem opinião pra tudo, se convence das ideias mais tolas e tenta provar seus pontos de vista invariavelmente fracassando e sendo rude e grosseiro de maneira até involuntária – uma espécie de Joselito Sem-Noção (lembram dele?). Ao mesmo tempo todo o contexto de Wilson carrega uma certa tristeza, afinal é uma pessoa extremamente equivocada na sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/wilson.jpg"><img class="size-medium wp-image-3093 alignleft" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/wilson-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a><strong>Wilson</strong> te encara na capa do quadrinho. Há um quê de canino no olhar triste da personagem cabeçuda, entradas avançadas pelo cabelo, usando óculos de lentes grossas camisa, sapato e calça social (com uma borracha de lápis saindo discretamente do bolso). Ele está parado em uma rua de subúrbio genérico destes de filme americano. Mais pela última pista do que pelo conjunto sabemos que Wilson é um perdedor (uma das duas grandes categorias que os americanos usam para definir os tipos humanos.).</p>
<p>E a expectativa do parágrafo acima não é frustrada a medida que avançamos pelas páginas. Cada página de <em><strong>Wilson</strong></em> funciona como uma tira independente, um pequeno capítulo da trágica sitcom desse canalha desajustado que dá nome ao livro. Wilson é um trintão solitário e egoísta que até tenta, mas não consegue o mínimo de empatia com as pessoas ao seu redor. Wilson tem opinião pra tudo, se convence das ideias mais tolas e tenta provar seus pontos de vista invariavelmente fracassando e sendo rude e grosseiro de maneira até involuntária – uma espécie de Joselito Sem-Noção (lembram dele?). Ao mesmo tempo todo o contexto de <em><strong>Wilson</strong></em> carrega uma certa tristeza, afinal é uma pessoa extremamente equivocada na sua visão de mundo, que não consegue perceber, parece não ser responsável por toda confusão em que se mete.</p>
<p>A estrutura da HQ – de tiras independentes em uma página – obriga cada fragmento do texto a ter grande força e carga cômica e dramática (e acredite, o quadrinho é muito engraçado) isso leva o leitor a ter raiva do personagem logo no inicio da leitura (cada página é um soco), mas que vai dando lugar a uma pena simpática pelo adorável traste.</p>
<p>Não é apenas no argumento e roteiro que o autor acerta.  A arte de <em><strong>Wilson</strong></em> se alterna entre traços realistas e cartunescos, cores que vem e vão, mudam conforme os humores da personagem e das nossas opiniões sobre ele.</p>
<p><em><strong>Wilson</strong></em> é o livro de quadrinhos (o autor não aceita o termo Graphic Novel) mais recente de <strong>Daniel Clowes</strong>, um dos maiores nomes do quadrinho alternativo americano. Ótimo lançamento do selo Quadrinhos na Cia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Título:</strong> Wilson<br />
<strong>Título original:</strong> <em>Wilson</em> (2010)<br />
<strong>Autor:</strong> Daniel Clowes<br />
<strong>Tradução:</strong> Érico Assis<br />
<strong>Editora:</strong> Companhia das Letras<br />
<strong>Número de páginas:</strong> 80<br />
<strong>Preço de catálogo:</strong> <a href="http://www.ciadasletras.com/detalhe.php?codigo=65043">R$ 39,00</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/companhia-das-letras.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3080" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/companhia-das-letras-300x84.jpg" alt="" width="300" height="84" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Thomas Pynchon, 75 – O gênio recluso</title>
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		<comments>http://www.mais1livro.com/thomas-pynchon-75/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 03:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Paulo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Eu não sou Thomas Pynchon. Diz a lenda que o próprio escritor usava uma destas camisetas em um restaurante lotado em Nova York quando foi desmascarado pelo cartunista Farley Katz. Pynchon é o mistério mais bem guardado do mundo literário atual. Considerado por muitos o maior romancista vivo de língua inglesa, o James Joyce pós-moderno, o mais recluso escritor que já passou por esse mundão. Como o diabo fugindo da cruz, Pynchon preserva seu anonimato evitando qualquer contato jornalístico, nunca apareceu em vídeos, não concede entrevistas e sua foto mais recente já tem cinco décadas. Enquanto isso, críticos literários deslumbrados o canonizam e leitores aficionados alimentam o mistério com teorias delirantes sobre sua identidade. Hoje, em algum lugar dos Estados Unidos, Thomas Ruggles Pynchon Jr. celebra 75 anos. Um homem comum, como dizem os poucos que o conhecem e defendem sua privacidade, o mito literário sem rosto que assombra o mundo com uma obra pequena e genial. &#160; Breve bio Breve realmente, pois conhecemos muito pouco sobre a vida pessoal do escritor. O que se descobriu nos últimos 50 anos foi, em sua maioria, através da pesquisa de leitores curiosos (a.k.a stalkers) e das revelações de conhecidos do tempo da faculdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/not-thomas-pynchon.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-3018" title="not-thomas-pynchon" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/not-thomas-pynchon-1024x648.jpg" alt="" width="614" height="389" /></a></p>
<p><em><strong>Eu não sou Thomas Pynchon.</strong></em> Diz a lenda que o próprio escritor usava uma destas camisetas em um restaurante lotado em Nova York quando foi desmascarado pelo cartunista <strong><a href="http://www.newyorker.com/online/blogs/cartoonlounge/2009/08/my-meetings-with-thomas-pynchon.html" target="_blank">Farley Katz</a></strong>. Pynchon é o mistério mais bem guardado do mundo literário atual. Considerado por muitos o maior romancista vivo de língua inglesa, o James Joyce pós-moderno, o mais recluso escritor que já passou por esse mundão.</p>
<p>Como o diabo fugindo da cruz, Pynchon preserva seu anonimato evitando qualquer contato jornalístico, nunca apareceu em vídeos, não concede entrevistas e sua foto mais recente já tem cinco décadas. Enquanto isso, críticos literários deslumbrados o canonizam e leitores aficionados alimentam o mistério com teorias delirantes sobre sua identidade.</p>
<p>Hoje, em algum lugar dos Estados Unidos, <strong>Thomas Ruggles Pynchon Jr.</strong> celebra 75 anos. Um homem comum, <strong><a href="http://nymag.com/arts/books/features/48268/index1.html" target="_blank">como dizem</a></strong> os poucos que o conhecem e defendem sua privacidade, o mito literário sem rosto que assombra o mundo com uma obra pequena e genial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>Breve bio</strong></em></h3>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/young-pynchon.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3013" title="young-pynchon" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/young-pynchon.jpg" alt="" width="201" height="305" /></a>Breve realmente, pois conhecemos muito pouco sobre a vida pessoal do escritor. O que se descobriu nos últimos 50 anos foi, em sua maioria, através da pesquisa de leitores curiosos <em>(a.k.a stalkers)</em> e das revelações de conhecidos do tempo da faculdade como <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jules_Siegel" target="_blank">Jules Siegel</a></strong>.</p>
<p>Thomas Pynchon nasceu no dia 8 de maio de 1937, em Glen Cove, Nova York.  É casado com Melanie Jackson e tem um filho, Jackson Pynchon. Em 1953, começou o curso de física da <strong>Universidade de Cornell</strong>, mas abandonou para servir a US Navy entre 1955 e 1957. De volta a Ithaca, concluiu a graduação em Inglês na mesma Universidade de Cornell. Durante esse período, participou das aulas de literatura de <strong>Vladmir Nabokov</strong>. Segundo Siegel,  por causa do forte sotaque russo, Pynchon mal entendia o que Nabokov falava.</p>
<p>Após Cornell, Pynchon trabalhou durante dois para a Boing, em Seattle, escrevendo descrições técnicas dos mísseis fabricados para a US Air Force. Experiência que rendeu material para os primeiros livros do autor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>Poucos livros, muitas páginas</strong></em></h3>
<p><em>“Escritores normais têm leitores, Thomas Pynchon tem decifradores”.</em></p>
<p>Sobre a obra de Pynchon pousa a fama de “difícil”, “complexa”. De fato, seus livros, em geral, ultrapassam facilmente 500 páginas, envolvem centenas de personagens estranhos com nomes esquisitões, vários enredos que evoluem paralelamente criando quebra-cabeças bombardeados por referências obscuras.</p>
<p>No entanto, seus livros seriam melhor definidos como “exigentes” &#8211; como acontece com 10 entre 10 grandes escritores. Sua prosa é de uma clareza rara, irreverente, capaz de provocar um prazer muito espefícico durante a leitura, o prazer de ser desafiado, de chegar ao limite da compreensão e recorrer ao Google, ao dicionário, ao bom <strong><a href="http://pynchonwiki.com/" target="_blank">Pynchon Wiki</a></strong> para matar a aflição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://imgur.com/a/FMoBO/embed" frameborder="0" width="100%" height="550"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* </em><strong>Acima:</strong><em> seleção de capas em vários idiomas.</em><br />
<em>* </em><strong>Abaixo:</strong><em> lista das obras pynchonianas e suas edições no Brasil.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>1963 &#8211; <em><strong>V.</strong></em> (V. Paz e Terra, 1988. Trad. Marcos Santarrita)</p>
<p>1966 &#8211; <em><strong>The Crying of Lot 49</strong></em> (O leilão do lote 49. Companhia das Letras, 1993. Trad. Jorio Dauster. <strong><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10394" target="_blank">R$ 37,00</a></strong>)</p>
<p>1973 &#8211; <strong><em>Gravity’s Rainbow</em></strong> (O arco-íris da gravidade. Companhia das Letras, 1998. Trad. Paulo Henriques Britto. <strong><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10889" target="_blank">R$ 102,50</a></strong>)</p>
<p>1984 &#8211; <em><strong>Slow Learner</strong></em> (inédito em português)</p>
<p>1990 &#8211; <em><strong>Vineland</strong></em> (Vineland. Companhia das Letras, 1991. Trad. Reinaldo Moraes e Matthew Shirts. <strong><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10300" target="_blank">R$ 57,00</a></strong>)</p>
<p>1997 &#8211; <em><strong>Mason &amp; Dixon</strong></em> (Mason e Dixon. Companhia das Letras, 2004. Trad. Paulo Henriques Britto. <strong><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=11035" target="_blank">R$ 102,50</a></strong>)</p>
<p>2006 &#8211; <em><strong>Against the Day</strong></em> (Contra o dia. Companhia das Letras, 2012. Trad. Paulo Henriques Britto. <strong><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12436" target="_blank">R$ 98,00</a></strong>)</p>
<p>2009 &#8211; <em><strong>Innhent Vice</strong></em> (Vício inerente. Companhia das Letras, 2010. Trad. Caetano W. Galindo. <strong><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12873" target="_blank">R$ 58,00</a></strong>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1963, então com 26 anos, Pynchon publicou seu primeiro livro, <strong><em>V.</em></strong>, Os três anos que seguiram até a publicação de <strong><em>O leilão do lote 49</em></strong> (o mais curto do autor, praticamente uma novela em comparação aos demais) foram, como Pynchon revelou posteriormente, de uma &#8220;insanidade temporária&#8221;, época em que o autor tentou escrever quatro romances simultaneamente.</p>
<p>Seu terceiro livro, publicado em 1973, o consolidou definitivamente na história moderna da literatura. <strong><em>O arco-íris da gravidade</em></strong> é considerado a obra-prima pynchoniana, a contraparte pós-moderna do modernista <strong><em>Ulysses</em></strong> de Joyce. Em 1974, o livro foi indicado em unanimidade pelos jurados do Pulitzer para o prêmio de melhor ficção, porém foi considerado &#8220;ilegível&#8221;, &#8220;empolado&#8221; e &#8221;obsceno&#8221; pelo conselho do evento e o prêmio foi suspenso.</p>
<p>Seguiram <em><strong>Slow Learner</strong></em> (volume de contos ainda não traduzido para português), <em><strong>Vineland</strong></em> (o quarto e mais criticado romance), <em><strong>Mason e Dixon</strong></em> (romance histórico ambientado no século 18, aclamado pela crítica) e <em><strong>Contra o dia </strong></em>(o catatau definitivo de Pynchon, com 1.088 páginas na tradução de Paulo Henriques Britto, publicado pela Companhia das Letras em março).</p>
<p>Sobre <em><strong>Mason e Dixon</strong></em>, o crítico Coraghessan Boyle do New York Times Book Review diria: <em>&#8220;Esse é o velho Pynchon, o verdadeiro Pynchon, o melhor de todos os Pynchons, </em>Mason e Dixon<em> é um livro revolucionário, um livro de coração e fogo e genialidade, e não existe nada parecido em nossa literatura&#8221;</em>.</p>
<p>O noir<em><strong> Vício inerente </strong></em>é a mais recente criação do escritor, uma trama detetivesca que mistura erudição e humor. O diretor <strong>Paul Thomas Anderson</strong> (<em>Sangue negro</em> e <em>Magnólia</em>) já prepara a <a href="http://www.vulture.com/2011/02/paul_thomas_anderson.html" target="_blank"><strong>adaptação</strong> <strong>para o cinema</strong></a>. Será a primeira obra do autor a ganhar as telonas. Assista abaixo ao próprio Thomas Pynchon narrando um trechinho e fazendo graça com o preço do livro:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/thomas-pynchon-75/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos últimos 50 anos, Pynchon arrebatou leitores, críticos e um público bem mais rabugento: escritores. Há quem torça o nariz, como Gore Vidal e <strong><a href="http://www.powells.com/review/2007_03_01.html" target="_blank">James Wood</a></strong>, mas entre o grupo de influenciados pelo realismo histérico do escritor constam nomes de peso na literatura contemporânea: David Foster Wallace, Jeffrey Eugenides, Don DeLillo, Dave Eggers, Michael Chabon, Haruki Murakami, Salman Rushdie e Alan Moore.</p>
<p>A escritora austríaca <strong>Elfriede Jelinek</strong>, Nobel de Literatura em 2004, é uma das entusiastas do talento do escritor:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Claro que eu gosto de traduzi-lo. Mas eu não traduziria Pynchon novamente. Não que eu não o considere um gênio. É uma piada que ele não tenha o Prêmio Nobel e eu tenho. Eu o considero um dos autores mais importantes, muito à frente de Philip Roth, por exemplo. Eu não posso ter o Prêmio Nobel se Pynchon não tem tem! Isso é contra as leis da natureza.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir dos anos 90, o escritor começou a circular entre os favoritos para o <strong>Nobel de Literatura</strong>, embora &#8211; pelo perfil do autor e também da Academia Sueca &#8211; seja um nome menos provável que compatriotas como Philip Roth ou Joyce Carol Oates. Apesar disso, criou-se a expectativa para saber <em>se</em> Thomas Pynchon for o primeiro norte-americano desde <strong>Toni Morrison</strong> (1993) a receber o Nobel, ele finalmente faria sua tão aguardada aparição pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>O ermitão de Nova York</strong></em></h3>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/pynchon-simpson.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3055" title="pynchon-simpson" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/pynchon-simpson.jpg" alt="" width="650" height="311" /></a></p>
<p>Ele é um dos escritores mais badalados do mundo, vive na maior cidade dos Estados Unidos e caminha livremente pelas calçadas, circula de metrô, frequenta qualquer bar, qualquer McDonald&#8217;s sem ser reconhecido. Até parece ficção. Thomas Pynchon é a evolução do tipo &#8220;autor recluso&#8221;, tornado célebre pelo mítico <strong>J.D. Salinger.</strong></p>
<p>A ausência midiática absoluta abre espaço para as mais bizarras teorias sobre sua identidade. Na década de 70, especulava-se que Pynchon seria <strong>Jim Morrison</strong>, que não teria morrido em 1971, mas se afastado da sociedade para se dedicar à literatura. Outras teorias dos fãs foram ficando cada vez mais absurdas conforme os hipotéticos homens por trás do &#8220;alter ego&#8221; desapareciam. Entre as personalidades que supostamente teriam criado Thomas Pynchon estariam <strong>J.D. Salinger</strong> (falecido em 2010), <strong>William Gaddis</strong> (escritor, falecido em 1998) e <strong>Unabomber</strong> (nome de guerra do matemático Theodore John Kaczynski, condenado à prisão perpétua em 1996 por praticar atentados à bomba durante 20 anos). Aos moldes da lenda shakespeariana, outros leitores insatisfeitos defendem que Pynchon é, na verdade, um grupo de pessoas.</p>
<p>No entanto, Pynchon parece levar a história com bom humor. Quando <em><strong>O arco-íris da gravidade</strong></em> levou o National Book Award de 1974, Pynchon enviou o comediante Irwin Corey para receber o prêmio, fazendo de conta ser o próprio escritor. Ao mesmo tempo que evita veículos tradicionais, cede sua voz para <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jR0588DtHJA" target="_blank">Os Simpsons</a></strong>, onde apareceu com uma sacola de papel cobrindo a cabeça. Até o próprio mercado editorial se aproveita do enigma. Para o lançamento de <em><strong>Mason e Dixon</strong></em> a editora norte-americana realizou um curioso concurso de sósias em Nova York. Sósias do escritor sem rosto.</p>
<p>É certo que o anonimato do escritor foi importante para a criação do mito, provocando e cativando o imaginário popular. Pynchon vive a máxima do mais recluso entre os escritores brasileiros, <strong>Dalton Trevisan</strong>: &#8220;<em>O autor nunca é assunto. Notícia é sua obra, ela pode ser discutida, interpretada, contestada. Não tenho nada a dizer fora dos meus livros. O autor não vale o personagem. O conto é sempre melhor do que o contista&#8221;.</em></p>
<p>Os livros de Pynchon são pratos cheios para discussão, interpretação e contestação. Se a obra fala pelo escritor, Pynchon provavelmente é o maior tagarela da literatura contemporânea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/pynchon-genio-recluso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3057" title="pynchon-genio-recluso" src="http://www.mais1livro.com/wp-content/uploads/2012/05/pynchon-genio-recluso.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>Outras leituras</strong></em></h3>
<p><em>O voto eterno do coração.</em> Thomas Pynchon sobre <em><strong>O amor nos tempos de cólera</strong></em>, de Gabriel Garcia Márquez (<strong><a href="http://www.nytimes.com/1988/04/10/books/the-heart-s-eternal-vow.html" target="_blank">The New York Times</a></strong>)</p>
<p><em>Words for Ian McEwan.</em> Carta de Thomas Pynchon em defesa de Ian McEwan quando o escritor inglês foi acusado de plágio (<strong><a href="http://www.lettersofnote.com/2010/08/thomas-pynchon-on-plagiarism.html" target="_blank">Letters of Note</a></strong>)</p>
<p><em>Prosa bonita em meio ao caos.</em> Caetano Galindo, que encarou a tradução de <em><strong>Vício Inerente</strong></em>, explica os dois motivos porque Pynchon é fundamental (<strong><a href="http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1248958&amp;tit=Prosa-bonita-em-meio-ao-caos" target="_blank">Gazeta do povo</a></strong>)</p>
<p><em>Je m&#8217;accuse.</em> Continuando o tópico Caetando Galindo, o tradutor fala sobre o desafio de aportuguesar Pynchon (<strong><a href="http://www.blogdacompanhia.com.br/2010/11/je-m%E2%80%99accuse/" target="_blank">Blog da Companhia</a></strong>)</p>
<p><em>Editando seu autor favorito.</em> André Conti escreve sobre a edição de <em><strong>Contra o dia</strong></em> (<strong><a href="http://www.blogdacompanhia.com.br/2011/04/editando-seu-autor-favorito/" target="_blank">Blog da Companhia</a></strong>)</p>
<p><em>A playlist de Thomas Pynchon.</em> A lista de músicas sugeridas por Pynchon para acompanhar a leitura de <em><strong>Vício inerente</strong></em> (<strong><a href="http://blogcasmurros.blogspot.com.br/2011/08/playlist-de-thomas-pynchon.html" target="_blank">Casmurros</a></strong>)</p>
<p><em>Welcome to the Spermatikos Logo.</em> O almanaque Pynchon on-line (<strong><a href="http://www.themodernword.com/pynchon/pynchon_intro.html" target="_blank">The Modern World</a></strong>)</p>
<p><em>Every known picture of Thomas Pynchon.</em> Todas as SEIS fotos conhecidas do escritor (<strong><a href="http://www.bookofjoe.com/2009/08/every-known-picture-of-thomas-pynchon.html" target="_blank">Bookofjoe</a></strong>)</p>
<p><strong>V.</strong><em> by Kateryna Kyslitska.</em> Animação para o e-book de <strong><em>V.</em></strong> (<strong><a href="http://vimeo.com/36928041" target="_blank">Vimeo</a></strong>)</p>
<p><em><strong>A journey into the mind of P</strong></em>, documentário de Donatello e Fosco Dubini sobre a vida e a reclusão do autor:</p>
<p><a href="http://www.mais1livro.com/thomas-pynchon-75/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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