<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>MAIS QUE NADA</title>
	
	<link>http://www.maisquenada.com.br</link>
	<description>Sobre quase de tudo</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Apr 2012 20:10:52 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maisqnada" /><feedburner:info uri="maisqnada" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item>
		<title>Paul In Recife</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/LMqol89vNaE/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2012/04/paul-in-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 09:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Massud</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1652</guid>
		<description><![CDATA[



Precisei de dois dias pra entender direito o que tinha visto na noite de Sábado 21/04/2012, no Estádio do Arruda. Vou dividir a história em pontos.
O Show:
Cheguei às 18h no local do show, quando me deparei com uma fila gigantesca que afirmaram ser do setor onde eu estava (Pista Prime). Não acreditei naquilo. Na verdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2012/04/580149_3744549262323_1534008780_33151431_1223249286_n-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1654  aligncenter" title="paulinrecife" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2012/04/580149_3744549262323_1534008780_33151431_1223249286_n-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
<em><br />
</em></p>
<p>Precisei de dois dias pra entender direito o que tinha visto na noite de Sábado 21/04/2012, no Estádio do Arruda. Vou dividir a história em pontos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Show:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cheguei às 18h no local do show, quando me deparei com uma fila gigantesca que afirmaram ser do setor onde eu estava (Pista Prime). Não acreditei naquilo. Na verdade não entendia como ainda teria uma fila daquele tamanho mesmo chegando depois da abertura prevista dos portões. Quando fui olhar na frente para entender o que estava acontecendo, a fila começou a andar rapidamente. Cansado do trânsito caótico de Recife, resolvi que não ia passar por aquilo também na fila para ver Sir Paul Mccartney. Não titubeei e dei o velho migué de encontrar o “melhor amigo da sua vida” numa ótima posição da fila e foi lá mesmo que entrei (não me orgulho disso, mas sou honesto com a minha desonestidade). Em minha defesa, digo que não roubei o lugar de ninguém no gargarejo, me mantive na distância média para apreciação do espetáculo. A fila caminhava rápido, rapidamente também foi batendo o nervosismo pelo que viria pela frente.<br />
Já lá dentro do estádio, 3h30 de espera que pareciam durar uma vida, porque esse foi o tempo que esperei para ter uma oportunidade desta.</p>
<p style="text-align: justify;">O show foi perfeito. Uma aula sobre como articular um repertório. Paul faz o simples e fácil quando a matéria é controlar um show. Quase uma curva de narrativa, que vai crescendo, depois corta um pouco para o momento de calmaria e conforto, até chegar a uma apoteose extraordinária de encher os olhos de lágrimas. Uma saúde que dava inveja a todos que assistiam. Como um homem no alto de seus 70 e poucos anos consegue manter aquele pique, aquela voz, durante 3h de show? Não sei, mas já mandei um email para a produção querendo descobrir qual era a dieta do Sir.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltou alguma música no show? Eu diria que sim, só não tenho coragem. Poucas vezes eu saí de alma tão lavada de uma apresentação. Que eu me recordo aqui, alguma coisa de Los Hermanos durante minha adolescência, quando eles abriram pra Cidade Negra (creia!) e rolou aquela catarse coletiva mesmo pra quem pouco conhecia o trabalho novo deles &#8211; na época o Ventura tinha acabado de ser lançado. Outro que me recordo é o show do Ira! no Recife Indoor (creia!). A micareta me entrega um show desse, na época lançando o Acústico MTV, altamente intimista. Destoando completamente do ambiente ao redor, foi coisa linda de se ver. Era como uma oásis no deserto. E mais recentemente, cerca de 5 anos atrás ou um pouco menos, o show de Móveis Coloniais de Acaju no <em>RecBeat</em>. Mas aí não tem nenhuma novidade, todo mundo sabe que Móveis provavelmente tenha o melhor show do país há um bom tempo. Não sabe? Pois trate de saber.</p>
<p>Bem, só parei pra falar disso pois queria dizer o óbvio: Paul Mccartney fez o melhor show que já assisti. Sem sombra de dúvida. Porque, convenhamos, por mais que eu tenha minha história com outros shows, não tem nem como comparar. Nada foi maior que Paul. Ponto final.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora vamos ao que interessa: polêmica.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nada me surpreende que após o show eu fosse ouvir comentários sobre plateia apática e etc. Não sou crítico musical, mas acredito que o nível básico para se tornar um crítico musical é saber de cabo a rabo as músicas dos Beatles e de Paul Mccartney. É como no caso de ser crítico de cinema, o básico seria conhecer bem o trabalho de Hitchcock. Acontece que muitos dos críticos (e fãs) esquecem que a plateia não precisa ter esse nível de conhecimento. Saber todas as músicas decoradas não deveria ser requesito para classificar um público de 60 mil pessoas. Utopia de quem pensar assim.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornalista da <a href="http://rollingstone.com.br/noticia/em-recife-paul-mccartney-enfrenta-calor-e-povo-arretado/"><em>Rolling Stone</em>, Paulo Terron</a>, provavelmente perdeu a aula em que se ensina a não usar sua expectativa como base para a reação dos outros. É como se um torcedor fanático do Barcelona fosse ver um jogo e esperasse que todo mundo fizesse coro com ele em tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas existe a possibilidade de que o jornalista citado, influenciado por seu período trabalhando na Capricho, esteja esperando gritos histéricos da plateia, como acontece nos Crepúsculos e Fiuks da vida.  Se a hipótese for comprovada, eu considero meu caso encerrado para a promotoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Preciso dizer também que em nenhum momento vi sinais de xenofobia por parte do jornalista da <em>Rolling Stone</em>. Calor, apatia ou qualquer outra coisa do texto está longe de soar xenofóbico para mim. Interpreto como uma opinião, inconsistente, mas uma opinião. Não considero que isso vá mudar muita coisa, até porque eu não sabia quem era Paulo Terron até hoje de manhã. Então eu tenho a leve impressão de que ele não será curador dos próximos shows no Recife. “<em>Deixai passar</em>”, como diz a velha expressão libertária francesa. O que realmente vai definir a vinda de outros grandes nomes da música mundial para Recife é o retorno financeiro do espetáculo. Acho que Paul Mccartney deve sair com o bolso bem cheio daqui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>#PaulinRecife</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Obs: Nem tudo que escrevi aqui é verdade e nem tudo é mentira. Considere tudo mais ou menos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa em torno dos shows de Paul Mccartney no Recife era tão grande que rolou até briga de fontes em jornais. Enquanto um anunciava que Paul ficaria num resort afastado da capital, outro dizia que ele iria se hospedar na própria capital. Fãs fizeram uma previsão inspirada em Paul (o polvo da Copa) e venceu quem optou por ficar na capital mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando cheguei do show, o porteiro que fica de madrugada aqui no prédio – esse cara é uma figura, merece virar um personagem – me indagou:</p>
<p style="text-align: justify;">- Veio do show de Bill Mcarthy?</p>
<p style="text-align: justify;">- Paul!</p>
<p style="text-align: justify;">- É o quê? Veio do show ou não?</p>
<p style="text-align: justify;">(Entendi que Paul e Bill davam na mesma.)</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim, sim. Sensacional!</p>
<p style="text-align: justify;">- Ele tava aqui na frente, na praia. Disseram que ele tomou um caldinho e tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ele tomou caldinho na praia do Pina?</p>
<p style="text-align: justify;">(Pausa para dizer que a praia do Pina é a melhor do Recife. Só não tem o hype de Boa Viagem. Pina Rulez!)</p>
<p style="text-align: justify;">- Meu amigo, disseram que ele mandou caprichar na pimenta ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">- Peraí, tu sabe até quanto o cara botou de pimenta no caldinho?</p>
<p style="text-align: justify;">- Oxe, ele ainda disse que tava “arretado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois daquilo, eu tive a prova que eu queria. #PaulinPina virou hastag aqui no prédio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje (domingo), quando cheguei em casa do Abril Pro Rock (parafraseando Caetano: “Oooo produção do APR! Bota esse som pra funcionar direito, porra!”), minha mãe sorrateira como sempre acorda só para dizer:</p>
<p style="text-align: justify;">- Tu não acredita o que aconteceu hoje&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Me conte antes, aí eu digo se acredito ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">- Fui caminhar hoje, aí vi toda aquela movimentação na frente do hotel que Paul Mccartney ficou hospedado.</p>
<p style="text-align: justify;">(Pausa para dizer que minha mãe não tem costume de tiete, a não ser com Ariano Suassuna, que ela encontrou um dia e disse: “meu mestre”, abraçou, beijou, pediu benção. Por pouco não ganho um irmãozinho. Mas voltando&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;">- E ficasse lá esperando ele sair do hotel?</p>
<p style="text-align: justify;">- Resolvi ficar um tempinho, mas não muito porque não ia perder a missa.</p>
<p style="text-align: justify;">- E visse ele?</p>
<p style="text-align: justify;">- Eu ia atravessar a avenida pra ver se pegava ele saindo de dentro do hotel. Aí a moça da barraca de coco disse pra eu ficar lá mesmo no calçadão que quando ele sai do hotel passa bem pertinho da ciclovia.</p>
<p style="text-align: justify;">- E aí?</p>
<p style="text-align: justify;">- E ele apareceu! Parou o carro na minha frente, baixou o vidro e acenou!</p>
<p style="text-align: justify;">- Eita, porra! Foi mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">- Foi! E é estranho como ele passa uma alegria assim pra gente. Todo mundo emocionado só por ele ter acenado.</p>
<p style="text-align: justify;">- É mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">- E eu vi tudo isso de graça, tu pagou uma fortuna e eu vi Paul mais de perto que você.</p>
<p style="text-align: justify;">Eita, vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Essas duas histórias são só pra mostrar a importância que o cara tem. É um mito vivo. Recife falou só de uma coisa esse fim de semana, Paul Mccartney. Tivemos outros shows, outros eventos, mas tudo pareceu trivial. O que ficou guardado na memória e no coração foi a passagem do beatle por aqui. As picuinhas futebolísticas que toda semana vem à tona nas redes sociais, hoje pareciam isoladas. Soaram como gritos vazios perto do coro de <em>Let It Be</em> no Arruda.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda vi gente falando que não vê nada demais em Paul Mccartney. Meu amigo, se você não vê é porque você é cego e surdo, sinto lhe informar.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante também salientar o carisma do cara. E o respeito que ele tem pelo que ele é. Paul tem a perfeita noção de quem ele é e de sua importância. Isso não é arrogância. Ele sabe o quanto é reverenciado e a maior prova disso é a retribuição que ele nos dá. Num simples abaixar de vidro do carro, ele sabe o quanto aquilo vai ficar marcado na vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">E para finalizar, desde já peço para que a prefeitura providencie urgentemente um monumento em homenagem à passagem de Sir Paul Mccartney no Recife. De preferência que seja colocado ao lado do monumento de Chico Science na Rua da Moeda. Obviamente que num tamanho menor. Porque Chico é Chico e ninguém supera.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GVoL8SquAeEhfMxMVSLYt2m_25s/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GVoL8SquAeEhfMxMVSLYt2m_25s/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GVoL8SquAeEhfMxMVSLYt2m_25s/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GVoL8SquAeEhfMxMVSLYt2m_25s/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2012/04/paul-in-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2012/04/paul-in-recife/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A banda perdida</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/COUIwbl-6V0/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/12/a-banda-perdida/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 20:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Quirino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Perdida]]></category>
		<category><![CDATA[Penny]]></category>
		<category><![CDATA[Penny & The Quarters]]></category>
		<category><![CDATA[The Quarters]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1624</guid>
		<description><![CDATA[

Há mais mistérios no mundo da música do que supõe a nossa vã filosofia, dizia Tom Capone. Muitos deles são tratados com o misticismo inerente a toda grande história e causaram, justamente por isso, grande impacto no imaginário coletivo ao longo dos anos. Há quem diga, por exemplo, que Elvis está bem vivo em alguma fazenda nos arredores de Buenos Aires ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/12/youandme.jpg"><img class="size-medium wp-image-1626  aligncenter" title="You and Me" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/12/youandme-300x292.jpg" alt="" width="300" height="292" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há mais mistérios no mundo da música do que supõe a nossa vã filosofia, dizia Tom Capone. Muitos deles são tratados com o misticismo inerente a toda grande história e causaram, justamente por isso, grande impacto no imaginário coletivo ao longo dos anos. Há quem diga, por exemplo, que Elvis está bem vivo em alguma fazenda nos arredores de Buenos Aires ou mesmo que o beatle McCartney foi substituído por um sósia, após sua morte num acidente de carro, em 1966. O que trago aqui, porém, trata-se de algo mais simples e com uma dose bem menor de teorias mirabolantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Colombus, Ohio, década de 1970. Clem Price era o proprietário do Harmonic Sounds, um pequeno estúdio de música do qual ganhava a vida através de gravações e divulgação de bandas de sua região. O Soul e o R&amp;B eram a tônica dos Estados Unidos desde o início dos anos 50, mas Price, por uma dessas desventuras, nunca teve grande êxito como produtor. O Harmonic Sounds fechou suas portas e Price amargou muitos anos de solidão e silêncio. Após sua morte, em 2006, diversas caixas com materiais do antigo estúdio foram leiloadas na transferência de sua propriedade. Entre os materiais de produção e milhares de discos e fitas de bandas antigas, havia uma com etiqueta escrita a lápis, quase apagada, com o nome “Penny &amp; The Quarters”. A fita foi arrematada por um musicólogo que ficou encantado com as músicas sem produção prévia, vinda de uma guitarra crua, dedilhada, profunda e uma voz cantada por quem não se podia identificar o gênero e idade. Bastante intrigado e a fim de encontrar maiores referências sobre a banda, levou a fita para a Numero Group, produtora de bandas e especialista em identificação autoral de músicas antigas. Ninguém sabia identificar a banda. Kim Shipley, diretor da empresa, afirma já ter reproduzido as faixas pra mais de 100 executivos e músicos da época, fizeram audições públicas em busca de qualquer referência, mas não obtiveram sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2004, uma das três canções da fita, intitulado “You and Me”, foi posta numa coletânea de Soul com o selo da Number Group. O disco não vendeu quase nada, mas foi suficiente para que o ator Ryan Gosling escutasse e se apaixonasse pela faixa. Gosling recomendou ao diretor Derek Cianfrance que colocasse a música em seu novo filme. <em>Blue Valentine</em> (2010), filme de produção independente, foi campeão de crítica e considerado por muitos o grande injustiçado da premiação do Oscar em 2011. “You and Me” despertou interesse em quase todos os expectadores, que, assim como eu, foram atrás de maiores referências sobre a banda e encontraram apenas essa história: música e mistério de uma banda perdida no tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um salve, então, a Penny &amp; The Quarters e tudo o que eles representaram em seu anonimato poético.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/H8rumyup0Os" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/H8rumyup0Os"></embed></object></p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSDe2tKhh_gDHYffjzBVM6FOGs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSDe2tKhh_gDHYffjzBVM6FOGs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSDe2tKhh_gDHYffjzBVM6FOGs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSDe2tKhh_gDHYffjzBVM6FOGs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/12/a-banda-perdida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/12/a-banda-perdida/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O diário de Bruninho – na Praia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/jmVl-p7XPUE/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/12/o-diario-de-bruninho-na-praia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 08:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Massud</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1609</guid>
		<description><![CDATA[

Fui dar uma corrida na praia hoje e encontrei um menina linda, lendo alguma coisa deitada na areia. Fiquei encantado, não encontro muitas meninas lendo na praia. Na verdade, lendo eu não encontro nem uma feia, quanto mais bonita. Era uma oportunidade única, provavelmente a futura mãe dos meus filhos.
Fui abordá-la utilizando todo meu charme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Beach_Read_Woman.jpg"><img class="size-medium wp-image-1611  aligncenter" title="Beach_Read_Woman" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Summer_III_by_L1feSux-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fui dar uma corrida na praia hoje e encontrei um menina linda, lendo alguma coisa deitada na areia. Fiquei encantado, não encontro muitas meninas lendo na praia. Na verdade, lendo eu não encontro nem uma feia, quanto mais bonita. Era uma oportunidade única, provavelmente a futura mãe dos meus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui abordá-la utilizando todo meu charme pitoresco.</p>
<p style="text-align: justify;">- Que calor não? (Aprendi em algum lugar que iniciar o flerte com um comentário sobre o clima sempre é um bom começo).</p>
<p style="text-align: justify;">Ela me olha com a hostilidade que é peculiar a mulher recifense.</p>
<p style="text-align: justify;">- É, né!? Praia e tal&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Massa, eu captei a ironia. A vontade que eu tinha era de responder: “Bitch please, você nunca foi numa praia européia?” Eu nunca fui, mas ouvi dizer que tinham umas praias lá que eram um frio de rachar. Só que eu não podia falar aquilo, precisava conquistar a garota. Fui direto pro Round 2.</p>
<p style="text-align: justify;">- Então, você vem sempre aqui?</p>
<p style="text-align: justify;">Ela parecia mais aborrecida agora. Não acreditou que falei aquilo. Eu também não acreditei no que saiu da minha boca, mas já era tarde demais.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não, só quando faz sol!</p>
<p style="text-align: justify;">Eu merecia aquela resposta. Puta pergunta idiota do cacete! Só que se ela estivesse com boa vontade poderia ter contextualizado. Entenderia que eu perguntava se ela ia sempre naquele mesmo lugar, horário e etc. Além do mais, a não ser que ela seja barraqueira de praia, provavelmente não vai estar lá toda vez que fizer sol.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui definitivamente ao que interessava, onde eu poderia expelir todo meu conhecimento cultural sobre a vida, o ser humano, o mistério do universo e tudo mais. O que se limita a um artigo de duas páginas, se um dia eu precisar escrever.</p>
<p style="text-align: justify;">- E aí, o que você tá lendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Ela dessa vez pareceu se empolgar e eu me empolguei junto, foi uma empolgação só!</p>
<p style="text-align: justify;">- Ahh, é lindo! Crepúsculo. Sabe que eu tô na parte em que Edward e Bella se casam e&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Interrompi o papo ali.</p>
<p style="text-align: justify;">- Você só pode tá de sacanagem comigo!</p>
<p style="text-align: justify;">Fui embora pra minha corrida. E senti como se minha busca pela alma gêmea ainda estivesse bem longe de ser encerrada.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H0EYj7yvWb3Yc1Vin3RkGw-iw2g/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H0EYj7yvWb3Yc1Vin3RkGw-iw2g/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H0EYj7yvWb3Yc1Vin3RkGw-iw2g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H0EYj7yvWb3Yc1Vin3RkGw-iw2g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/12/o-diario-de-bruninho-na-praia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/12/o-diario-de-bruninho-na-praia/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>…Mata a alma e envenena</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/4UYdU06ryJ4/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/11/mata-a-alma-e-envenena/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 00:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Quirino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1600</guid>
		<description><![CDATA[

Ela me traiu.
Assim mesmo, sem muitos rodeios.
Eu lavava os pratos no exato momento em que ela abria a boca, do outro lado da cidade, ao sentir o pênis dele entre suas pernas.
Ela me traiu e ainda tornou pública a minha humilhação. Atualizou seu status no facebook.
“É bom ter um orgasmo depois de 3 anos”.
Quando ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/11/lavando-os-pratos.jpg"><img class="size-full wp-image-1601  aligncenter" title="lavando-os-pratos" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/11/lavando-os-pratos.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a></p>
<p>Ela me traiu.</p>
<p>Assim mesmo, sem muitos rodeios.</p>
<p>Eu lavava os pratos no exato momento em que ela abria a boca, do outro lado da cidade, ao sentir o pênis dele entre suas pernas.</p>
<p>Ela me traiu e ainda tornou pública a minha humilhação. Atualizou seu status no facebook.</p>
<p>“É bom ter um orgasmo depois de 3 anos”.</p>
<p>Quando ela completou 1 mês de namoro, fazia 3 semanas que tínhamos terminado.</p>
<p>Quando ela se disse completa pela primeira vez, eu me vi profundamente sozinho.</p>
<p>Não demorei a me dar por vencido. Não houve competição.</p>
<p>Eu moro com meus pais, estou atrasado na faculdade, ando de ônibus e bebo fanta uva no almoço.</p>
<p>Ainda me sinto bem, mesmo sabendo que ele tem seu próprio negócio e uma barba cerrada, que ela sempre quis que eu tivesse. Ambos.</p>
<p>Até que um dia teve o aniversário de um amigo em comum. Tinha muita gente na festa e o &#8220;novo- casal-feliz-de-mutiplos-orgasmos&#8221; deixou pra chegar no ápice da festa.</p>
<p>Todos ficaram em silêncio quando eles entraram no salão.</p>
<p>Ela deu um sorriso desconcertado e ele falou alto: “pensei que tivesse <em>menas</em> gente”.</p>
<p>No dia seguinte atualizei meu status.</p>
<p>“Eu lavo prato, mas não falo menas”.</p>
<p>43 pessoas curtiram isso.</p>
<p>Já me sentia vingado.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q-3o2ypb3nVUA7JD0znq73YarAM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q-3o2ypb3nVUA7JD0znq73YarAM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q-3o2ypb3nVUA7JD0znq73YarAM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q-3o2ypb3nVUA7JD0znq73YarAM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/11/mata-a-alma-e-envenena/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/11/mata-a-alma-e-envenena/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>24 horas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/vzsPpsN9x2I/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/11/24horas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 16:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Massud</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1591</guid>
		<description><![CDATA[

21h17 – Chego na casa dela&#8230;
21h18 – Estamos distantes, o usual nos últimos tempos&#8230;
21h21 – Ela vai assistir a novela, eu me contento com a primeira revista que encontro&#8230;
21h30 – Um silêncio fúnebre paira no ar&#8230;
21h40 – Não consigo entender o que está escrito na revista, coloco a culpa no editor&#8230;
21h50 – A novela acaba, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/11/interior-relogio.jpg"><img class="size-medium wp-image-1592  aligncenter" title="interior-relogio" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/11/interior-relogio-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">21h17 – Chego na casa dela&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h18 – Estamos distantes, o usual nos últimos tempos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h21 – Ela vai assistir a novela, eu me contento com a primeira revista que encontro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h30 – Um silêncio fúnebre paira no ar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h40 – Não consigo entender o que está escrito na revista, coloco a culpa no editor&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h50 – A novela acaba, eu finjo não notar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h52 – Ela vai buscar um copo d’água, eu me mantenho onde estou&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h57 – Ela ainda não voltou da cozinha&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h00 – Penso que já é o bastante, está na hora de ir embora&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h01 – Ela volta com um copo d’água, gentilmente me oferece&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h05 – O silêncio é ainda maior agora, sinto vontade de gritar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h06 – Ela começa a falar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h09 – Já estou cansado, ela não para de falar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h15 – A conversa finalmente chega a algum lugar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h18 – Resolvemos terminar a nossa relação&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h25 – Me retiro da casa. Olho para trás, mas sigo em frente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h30 – O caminho de volta parece ter ficado mais longo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h32 – Choro durante todo o trajeto&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h37 – Finalmente chego em casa, parece que fiz uma viagem de 6 horas ininterruptas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h45 – Lembro que não jantei, mas também não tenho fome&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">22h50 – Vou para a página social dela na internet&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h05 – Há 15 minutos que atualizo a página esperando ver se muda o status do relacionamento&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h13 – Ela finalmente mudou o status para alguma coisa indefinida&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h15 – Enjôo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h40 – A sigo e também faço o mesmo com o meu status&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h41 – O primeiro amigo liga perguntando o que aconteceu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h42 – Sou sincero, digo que estou ótimo e não preciso de ajuda&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">23h45 – Sinceridade é uma mentira&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">00h00 – Finalmente resolvo ir dormir&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">02h50 – Ainda acordado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">03h00 – Se eu conseguir dormir agora poderei ter 3 longas horas de sono&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">03h20 – Caio no sono&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">05h15 – Acordo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">05h16 – Tento voltar a dormir&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">06h00 – Não consigo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">07h00 – Não tomo nada no café, ainda estou sem fome&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">08h00 – Chego ao trabalho&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">09h30 – Não faço nada além de pensar nela&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">10h00 – Fico constrangido com o ócio e vou tentar ser produtivo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">12h00 – Hora do almoço&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">12h16 – Meu prato é leve, ainda estou sem fome&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">13h00 – Volto ao trabalho pensando nela&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">16h25 – Recebo uma ligação&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">16h26 – É um amigo dizendo ter ouvido que ela já está com outro cara engatilhado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">16h27 – Enjôo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">18h00 – Volto pra casa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">18h24 – Olho o status dela, continua indefinido&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">18h45 – Tento parecer bem e publico alguma piada na minha página&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">19h00 – Só três pessoas curtiram. Sinto que fracassei na piada&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">19h15 – Começo a pesquisar nas páginas das amigas dela esperando descobrir quem é o cara com quem ela deveria estar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h20 – Não encontrei nenhuma informação relevante&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h25 – Recorro aos meus amigos “detetives”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h33 – Descubro quem é o figura&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h35 – Pela foto de perfil ele parece ser presença&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h36 – E também deduzo que seja mais legal que eu. Ele tem 13 amigos a mais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h41 – Me sinto humilhado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h43 – Enjôo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h47 – Resolvo sair do PC&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">20h59 – Ainda estou procurando por evidências de qualquer coisa que faça eu me sentir pior&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h00 – Volto ao perfil do cara&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h02 – Vou ler suas informações&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h03 – Leio uma descrição dele em sua página. Lá ele diz: “Sou um pouco <em>ancioso</em>, <em>mais</em> espero o momento certo pra agir. Há cada vez <em>menas</em> gente paciente no mundo.”</p>
<p style="text-align: justify;">21h04 – Solto uma gargalhada ao ler aquilo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">21h05 – Eu venci!</p>
<p style="text-align: justify;">21h17 – Depois de devorar um sanduíche, durmo profundamente.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1XsIWLs_jDzKqVtlZf_r1aIyF3c/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1XsIWLs_jDzKqVtlZf_r1aIyF3c/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1XsIWLs_jDzKqVtlZf_r1aIyF3c/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1XsIWLs_jDzKqVtlZf_r1aIyF3c/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/11/24horas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/11/24horas/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A  [Dis]Função  Pública</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/anuQbW2yvxA/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/09/a-disfuncao-publica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 21:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Quirino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[burocracia]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[funcionalismo público]]></category>
		<category><![CDATA[ineficácia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1568</guid>
		<description><![CDATA[

Há  algo de muito errado num país onde o setor público se torna mais atrativo que o  privado na busca pelo exercício de uma atividade profissional. Ainda mais quando  este país se diz regido pelo sistema de produção capitalista e, portanto, da  livre iniciativa.
Talvez  como a maior parte dos problemas coletivos, este também tenha suas raízes  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Pork.jpg"><img class="size-full wp-image-1572  aligncenter" title="As Tetas do Povo" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Pork.jpg" alt="" width="262" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há  algo de muito errado num país onde o setor público se torna mais atrativo que o  privado na busca pelo exercício de uma atividade profissional. Ainda mais quando  este país se diz regido pelo sistema de produção capitalista e, portanto, da  livre iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez  como a maior parte dos problemas coletivos, este também tenha suas raízes  fincadas na formação da sociedade brasileira. A miscigenação cultural do nosso  país tem seus vieses negativos, e alguns deles são a flexibilidade de caráter e o  déficit na consolidação de uma identidade  coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">O  Japão, por exemplo, é unido pelo sentimento de honra. Os Estados Unidos, pelo  orgulho. A moral alemã é um elo fortíssimo, enquanto os franceses têm unidade  através do patriotismo. Nós, brasileiros, somos tão desiguais que nosso ponto  mais comum também é o pior deles: a malandragem, reconhecida pelo mundo e  vangloriada apenas por nós, malandros da nação tupi.</p>
<p style="text-align: justify;">A  falta desse senso coletivo estimula, para não desviar o foco, a procura  desenfreada em maximizar a relação esforço/recompensa. O que acontece hoje no  Brasil é a lei do mínimo esforço aplicada ao mercado de trabalho. Se eu posso  ter muito, fazendo menos, por que me esforçar  mais? É até um ponto instintivo, confesso. O fato é que, bem distante do  comodismo e inércia behavioristas, existe o que a economia chama de força-motriz  de qualquer nação: a iniciativa privada, que não permite nem de longe a prática dessa lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  essência, a influência do Estado sobre o capitalismo é quase nula. Sabemos, no  entanto, que não existe tal grau de pureza nesse sistema e que o Estado  desempenha papel fundamental na estruturação, controle e regência das leis  que dão direção ao mercado. Note bem, o Estado aponta a direção, mas em hipótese  alguma pode ditar como será realizado o percurso. Logo, a natureza do Estado é  de apoio e não de intervenção.</p>
<p style="text-align: justify;">A  pergunta que faço é simples: será que é normal uma atividade de apoio ser mais  atrativa quanto aos salários, benefícios e carreira que uma atividade que  move a economia?</p>
<p style="text-align: justify;">Não,  não é. É fato que o Estado precisa de pessoas qualificadas e empenhadas em suas  funções, principalmente nos serviços  essenciais como a saúde, segurança e educação (que, por sinal, são os menos  beneficiados pela máquina pública). O argumento principal não está no número de  servidores no funcionalismo público, a problemática central se dá em dois focos  basilares: a média salarial e a produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O  salário médio de um funcionário público no Brasil é exorbitante. A remuneração  das chamadas atividades-meio (auditores, fiscais e analistas) cresceu de forma  exponencial nos últimos 10 anos. Segundo a Organização para Cooperação e  Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relação à população ativa, o nosso  país tem quase a metade dos funcionários públicos quando comparado à média dos  seus 31 países membros. No entanto, a despesa de cunho remuneratório chega a ser  5% maior aqui no Brasil. Pela matemática básica, o nosso funcionário público recebe quase o  dobro do que os de outros países. Isto definitivamente não está certo e é parte  de um cenário propício a um lapso produtivo a médio e longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como  explicar essa distorção se, pra piorar ainda mais, a produtividade na iniciativa  pública tende a ser menor e mais lenta que na iniciativa privada?</p>
<p style="text-align: justify;">Um  dos fatores é bem claro: estabilidade garantida em lei após o estágio  probatório. Essa disfunção danosa à produtividade de qualquer natureza é caso de  estudo internacional. Nós, brasileiros, somos os únicos a garantir isso em  constituição. Em suma, o profissional não pode ser demitido sob a ótica da  administração privada. A estabilidade gera acomodação, que gera, inerentemente,  improdutividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não  contente por sermos pioneiros nesse quesito, também somos singular na modalidade  de aposentadoria integral. Em nenhum outro país o trabalhador aposentado recebe  o mesmo que recebia na vida ativa. O rombo na economia não parece estar  claro, mas vou explicar melhor. Vamos aos  fatos, então.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  2010, data do último levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada  (IPEA), apenas os servidores federais contribuíram com a previdência com um  montante de R$ 22,5 bilhões e foram responsáveis por um gasto de R$ 73,7  bilhões. Quem arca com déficit? Os cofres públicos, enquanto não compromete a  saúde financeira do país no curto prazo. Se esse ritmo continuar, e tudo indica  que não teremos redução, esses encargos serão transferidos à maior fonte de  renda do Estado: o contribuinte, que já anda até o pescoço com uma das maiores  cargas tributárias do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  outras palavras, quando comparamos os beneficiários do regime próprio da  previdência do funcionalismo federal (também tendo como contribuinte todos os  trabalhadores brasileiros) ao Regime Geral da Previdência, aqueles inscritos no  INSS, o funcionário público custa aos contribuintes uma bagatela de 2.900% a  mais que um trabalhador da iniciativa privada.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem  contar os custos diretos (gratificações, comissões, assessorias, nomeações, cargos com até 60 dias de férias e recesso  remunerado), a iniciativa pública também cessa a produtividade na iniciativa  privada. Ao todo, estima-se que quase um milhão de jovens recém-formados estão  apenas estudando pra concursos. Não dá pra calcular o impacto dessa  improdutividade na economia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que  está em cheque nisso tudo é o desenvolvimento do país. Seja por disfunção  previdenciária, por desaceleração da economia causada pela alta dos tributos,  pela falta de profissionais qualificados no setor privado ou pela formação de  uma massa burocrática ineficaz e lenta,  que se consolida no serviço público do Brasil. Estamos ignorando o empreendedorismo  e a inovação em busca de uma estabilidade que não garante realização  profissional e este é o caminho mais curto para a recessão de uma economia que  se limita pela simples falta de incentivo ao crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca  se sabe o número preciso daqueles que pensam em ingressar ou já estão no setor  público por vocação profissional e vontade de transformar o país em prol da  coletividade, objetivo maior de qualquer servidor público. O que se percebe, no  entanto, é que esse número é bem menor do que o país realmente precisa. Uma lástima, já que essa minoria, quando não  corrompida, pode fazer a diferença que se espera. Enquanto  isso, a maioria aleivosa e esclarecida permanece  deitada eternamente no berço esplêndido do  comodismo funcional, comprado com o dinheiro  dos filhos deste solo, que não fogem à luta porque  são obrigados a lutar, mesmo quando o cenário é assim tão desleal.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qvxe-3C2ldbTm-zBB9T5YgAptAw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qvxe-3C2ldbTm-zBB9T5YgAptAw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qvxe-3C2ldbTm-zBB9T5YgAptAw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qvxe-3C2ldbTm-zBB9T5YgAptAw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/09/a-disfuncao-publica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/09/a-disfuncao-publica/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Apelo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/x7nbQyYYT3Y/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/08/apelo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 17:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MAIS QUE NADA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dalton]]></category>
		<category><![CDATA[senhora]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1554</guid>
		<description><![CDATA[

Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/08/solidão.jpg"><img class="size-medium wp-image-1565  aligncenter" title="solidão" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/08/solidão-300x216.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate — meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa. Calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Dalton Trevisan</em></p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6K-iDu_OhYouF1zP39q3ZjeV2oQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6K-iDu_OhYouF1zP39q3ZjeV2oQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6K-iDu_OhYouF1zP39q3ZjeV2oQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6K-iDu_OhYouF1zP39q3ZjeV2oQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/08/apelo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/08/apelo/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Ontem</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/9YCy4wdvzvc/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/06/ontem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MAIS QUE NADA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Namorados]]></category>
		<category><![CDATA[Interurbanos]]></category>
		<category><![CDATA[Otem]]></category>
		<category><![CDATA[vingança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1545</guid>
		<description><![CDATA[

Por Fábio do Inter:urbanos
Ele desligou a tevê. Aurélio estava cansado de especiais do Dia dos namorados. Fazia mais de 20 anos que passava aquele dia sozinho. Ligou o computador, abriu o msn e só o que viu mensagens meladas. Escreveu “mulher é tudo puta” debaixo do nick e foi preparar um miojo. Ao abrir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/06/alone.jpg"><img class="size-medium wp-image-1546  aligncenter" title="alone" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/06/alone-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></p>
<p>Por Fábio do <a href="http://interurbanos.zip.net/">Inter:urbanos</a></p>
<p style="text-align: justify;">Ele desligou a tevê. Aurélio estava cansado de especiais do Dia dos namorados. Fazia mais de 20 anos que passava aquele dia sozinho. Ligou o computador, abriu o msn e só o que viu mensagens meladas. Escreveu “mulher é tudo puta” debaixo do nick e foi preparar um miojo. Ao abrir a porta do armário flagrou duas baratas copulando. Assim já era demais! Cerrou a mão e esmagou as duas filhas-da-puta com o punho.</p>
<p>Aquilo mexeu com ele. Sentiu-se bem, mais leve. O assassinato dos insetos acordou um monstro de raiva e frustração que morava dentro dele. Nem lavou as mãos. Pegou um revólver e se dirigiu ao Outback. O lugar estaria lotado de casaizinhos comemorando sua data imbecil.</p>
<p style="text-align: justify;">- Olá! Bem-vindo ao Outback! Você vai enfrentar uma pequena filinha! Qual o seu nome?</p>
<p>Ele rosnou um nome qualquer em resposta.</p>
<p>- Mesa para dois?</p>
<p>Aurélio olhou a mulher com uma cara tão feia que ela não perguntou e nem pediu mais nada. Entregou um dispositivo eletrônico de senha e avisou:</p>
<p>- Em torno de 40 minutos, vamos chamar você!</p>
<p>Ele pos o trambolho no bolso e foi dar uma volta pelo shopping center. No caminho, esbarrou com uma garçonete.</p>
<p>- Você quer provar nosso maravilhoso Awesome Blossom ™?</p>
<p>Aurélio esticou a mão e catou meia dúzia de pétalas da cebola empanada. Nem agradeceu.</p>
<p>Mais de uma hora e meia depois e nada de chamarem sua senha. Pegou o trambolho e jogou na primeira lata de lixo que viu. Foi para casa. Não matou ninguém. Tinha pego na cebola com a mão suja de barata. Já se sentia vingado.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rKDyiPv04amj1j8_9ZAjkLaAhsI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rKDyiPv04amj1j8_9ZAjkLaAhsI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rKDyiPv04amj1j8_9ZAjkLaAhsI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rKDyiPv04amj1j8_9ZAjkLaAhsI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/06/ontem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/06/ontem/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Fica, vai ter boato!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/bkiPpcgoMXc/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/05/fica-vai-ter-boato/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 18:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MAIS QUE NADA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[boato]]></category>
		<category><![CDATA[e agora?]]></category>
		<category><![CDATA[recife]]></category>
		<category><![CDATA[sertão vai virar mar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1539</guid>
		<description><![CDATA[

Por Téta Barbosa no Batida Salve Todos
Conseguimos mais um feito histórico: somos agora, oficialmente, a cidade mais boateira do MUNDO! Não basta ter o melhor carnaval, a maior avenida, o maior shopping, o maior bloco. Temos agora o maior boato!
- Alô, filha? Você está onde?
- No carro indo pro shopping.
- Volte AGORA! Vá pra casa! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/05/boato.jpg"><img class="size-medium wp-image-1540  aligncenter" title="boato" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/05/boato-300x244.jpg" alt="" width="300" height="244" /></a></p>
<p><em>Por Téta Barbosa no <a href="http://www.batidasalvetodos.com.br/">Batida Salve Todos</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Conseguimos mais um feito histórico: somos agora, oficialmente,<strong> a cidade mais boateira do MUNDO</strong>! Não basta ter o melhor carnaval, a maior avenida, o maior shopping, o maior bloco. Temos agora o maior boato!</p>
<p style="text-align: justify;">- Alô, filha? Você está onde?</p>
<p style="text-align: justify;">- No carro indo pro shopping.</p>
<p style="text-align: justify;">- Volte AGORA! Vá pra casa! A barragem de Carpina transbordou, o nível do Capibaribe subiu e às 17:15, exatamente (meu pai sempre foi pontual), teremos maré alta. Isso significa muita água.</p>
<p style="text-align: justify;">Dei meia volta (acreditar no pai é prerrogativa fundamental para sobrevivência familiar) enquanto meu telefone tocou de novo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Alô, irmã? Tais onde?</p>
<p style="text-align: justify;">- Já sei. É pra ir pra casa.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não! É pra ir pro TWITTER agora. O boato se espalhou e as frases estão impagáveis. #adoroboato</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu cheguei em casa, o mundo já tinha se acabado (segundo o twitter). Carpina já tinha virado Tapacurá, a cidade estava alagada e a arca de Noé já estava vendendo passagens antecipadas (com saída prevista para as 17:15 precisamente). Uma onda de 30 metros se aproximava do Shopping Plaza (que, por este mesmo motivo fechou suas portas às 16h). Pânico, correria e confusão (imagine no dia que o Shopping Recife fechar, dizia<span style="color: #993300;">@jeufigueiroa</span>).</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas começaram a liberar seus funcionários (essa parte não é boato). Escolas fecharam, faculdades cancelaram as aulas, reuniões foram remarcadas, as linhas telefônicas ficaram congestionadas. Isso tudo antes da maré alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultado: o maior engarrafamento que o Recife já viu na vida (olha aí, temos outro record).</p>
<p style="text-align: justify;">Agamenon transbordou (de carros). Os canais encheram (de lixo) Recife alagou (de boatos).Tapacurá explodiu (no trending topics).</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, no <strong>Trending Topics</strong> internacional só dava Tapacurá. Imagina o gringo, que toma conta do <strong>Trending Topics</strong> se perguntando:  “Que porra é Tapacurá? Será um novo jogador da seleção brasileira?”</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso,<span style="color: #993300;"> @lusenalto</span> avisava: “Acharam o corpo de Bin Laden boiando no canal da Agamenon após inundação” . A “notícia” foi confirmada pelo jornalista <span style="color: #993300;">@santoskk</span> que dizia com convicção ” Casa Branca confirma: corpo de Bin Laden não foi jogado ao mar, mas nas correntezas do Capibaribe” e pra completar, nossa presidenta Dilma anunciava a criação do BALSA-família para Recife!</p>
<p style="text-align: justify;">Calma, calma, isso tudo faz parte da ação de marketing da COMPESA, que assim como a Prefeitura tem o lema: A gente faz, depois a gente mostra! Então? A gente não prometeu água e esgoto em TODO o RECIFE?</p>
<p style="text-align: justify;">O jornalista <span style="color: #993300;">@joaovaladares </span>(que assim como <span style="color: #993300;">@santoskk</span>) já tinham aderido ao movimento #assumaseuboato , clamava por um posicionamento do Prefeito.  “João da Costa, vai que é tua. Olha a chance de aparecer e salvar seu mandato”.</p>
<p style="text-align: justify;">João da Costa? E ele existe? Nessa confusão, eu podia jurar que ele era mais um boato!</p>
<p style="text-align: justify;">Ou sei lá, depois de Madrid soube que ele foi visto no casamento de Kate e William e de lá seguia para a missa de sétimo dia de Bin Laden.  Sabe como é, esse pessoal político é muito ocupado com essas coisas importantes. Eles não tem tempo pra ficar twittando boato de enchente,né?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;">@santoskk</span>, pra acalmar os ânimos avisou em off ( e entre aspas, porque já era um RT)  :  “Não diz p ninguém p não gerar pânico, mas tá dando um metro de água na Igreja da Sé.”</p>
<p style="text-align: justify;">E o #assumaseuboato bombava nos trends de Raincife.</p>
<p style="text-align: justify;">O pobre do <span style="color: #993300;">@carlospercol</span> (PercolMeuFilho, para os íntimos – que é assessor de imprensa do Governador Eduardo Campos, amigo de infância do meu irmão e o nome do peixe do meu filho)  suava (eu imagino)  e twittava sem parar : “A situação está sob controle. O Governador avisa que não há motivo para pânico. Tapacurá (mas não era Carpina? ) está funcionando normalmente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Percol, meu filho, a gente só quer saber se Eduardo é ou não é filho de Chico Buarque! Ele vai falar sobre isso na coletiva?</p>
<p style="text-align: justify;">Fora do twitter, na vida real, o engarrafamento tomava proporções épicas. Tudo parado! No rádio tocava sem parar “Tomar banho de canal quando a maré encher” (versão de Nação Zumbi porque, por mais que Fabinho seja gatinho, é desafinado que dói).</p>
<p style="text-align: justify;">E o boato crescendo, e o boato crescendo . As compotas da barragens de Carpina vão estourar a qualquer momento!</p>
<p style="text-align: justify;">- Pessoal, quem tem COMPOTA é doce de goiaba, ok?, ensinava <span style="color: #993300;">@williampaiva</span></p>
<p style="text-align: justify;">Nunca, em toda minha vida, tive tanta pena de jornalista. A pobre da <span style="color: #993300;">@clagoes</span> twittava aflita: “é boato, é boato” e dava, como boa jornalista, informações (daquelas, de verdade). Alguém queria ouvir? Claro que não! <span style="color: #993300;">@realejo</span> inclusive sugeriu: “se a gente continuar o boato até amanhã de manhã, vai ter feriado prolongado em Recife” #assumaseuboato</p>
<p style="text-align: justify;">Meu medo começou quando os amigos (vários) avisaram : estamos indo pra tua casa. O boato é que Aldeia é o único lugar que não vai alagar!</p>
<p style="text-align: justify;">O que eu posso dizer, além de: “alguém traz a cerveja, por favor”</p>
<p style="text-align: justify;">Agora sério: pra quem não é de Recife e não entendeu porra nenhuma desse post, eu explico! Em 1975 (na era pré twitter) surgiu um boato (dos grandes) que a recém inaugurada Barragem de Tapacurá havia estourado e que, uma onda de mais de 30 metros iria destruir o Recife. Pânico é pouco pra descrever a confusão. Histórias hilárias (hoje, porque no dia foram trágicas) surgiram desse desespero coletivo. Toda reunião familiar que se preze, depois de algumas cervejas, sempre acaba com as narrativas do dia que a represa não explodiu! Isso virou até filme (dirigido por Nelson Caldas), piada, conto, música.</p>
<p style="text-align: justify;">No fundo, dá até um alívio ter participado do boato de hoje. Pelo menos vou ter o que contar para meus netos!</p>
<p style="text-align: justify;">- Oxe Téta, esse blog não é sobre moda?</p>
<p style="text-align: justify;">- Mas, se Tapacurá tá no TRENDING TOPICS internacional, é porque tá na moda!</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, quase que eu ia esquecendo: não alagou, não chuveu, não transbordou.  Agora, se Dudu é ou não filho de Chico Buarque, isto ainda não está devidamente esclarecido!</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F8bani9Yrfb98aQWr6yupPzmmrE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F8bani9Yrfb98aQWr6yupPzmmrE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F8bani9Yrfb98aQWr6yupPzmmrE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F8bani9Yrfb98aQWr6yupPzmmrE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/05/fica-vai-ter-boato/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/05/fica-vai-ter-boato/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O destino da UFPE nas Eleições para Reitor</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maisqnada/~3/xQzyCllo3JE/</link>
		<comments>http://www.maisquenada.com.br/2011/04/eleicoes-para-reitor-da-ufpe-em-quem-votar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 16:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MAIS QUE NADA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições para Reitor]]></category>
		<category><![CDATA[Nova UFPE]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Lucena]]></category>
		<category><![CDATA[UFPE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maisquenada.com.br/?p=1510</guid>
		<description><![CDATA[


Na próxima terça-feira, dia 26 de abril, ocorrerá o primeiro turno das eleições para Reitor da Universidade Federal de Pernambuco.
Este é um assunto que não diz respeito apenas aos que estão diretamente ligados à Universidade, mas a todo cidadão pernambucano, já que, em sua essência, esta instituição tem um papel social fundamental: transformar pessoas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/UFPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-1525  aligncenter" title="UFPE" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/UFPE-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na próxima terça-feira, dia 26 de abril, ocorrerá o primeiro turno das eleições para Reitor da Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um assunto que não diz respeito apenas aos que estão diretamente ligados à Universidade, mas a todo cidadão pernambucano, já que, em sua essência, esta instituição tem um papel social fundamental: transformar pessoas e fazer delas agentes efetivos na construção de uma sociedade mais forte e preparada para enfrentar suas mais diversas falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha de um reitor de uma instituição que forma profissionais de inúmeras áreas de atuação, que desenvolve pesquisas científicas cujos resultados são basilares ao fomento e disseminação do conhecimento &#8211; em Pernambuco e no Brasil &#8211; requer muito mais que uma simples análise política de seus candidatos.</p>
<p style="text-align: justify;">A última pesquisa divulgada apontou empate técnico entre os candidatos Anízio Brasileiro, 56, e Pierre Lucena, 39, por isso, é sobre estes dois que daremos foco principal. Ao adotarmos uma postura prévia imparcial, que nos permitiu analisar o passado dos dois candidatos e acompanhar as campanhas desde suas primeiras movimentações, este blog, colunistas e editores, decidiu apoiar o candidato <strong>Pierre Lucena,</strong> que faz parte do<strong> Movimento Nova UFPE</strong>. Os fatos que nos levaram a isto estão logo a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;">Anízio Brasileiro é o candidato da situação, tem o apoio do atual reitor Amaro Lins e prega a continuidade da gestão como via para o progresso da Universidade. Se não acompanhássemos o cotidiano da UFPE na última década, o discurso polido do candidato Anízio se tornaria a consolidação de um quadro extremamente favorável à continuidade desse tal progresso. O que percebemos, no entanto, é muito diferente do que a campanha da situação tenta mostrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos oito anos, o reitor Amaro Lins conduziu à UFPE por um caminho que tirou, a cada passo, um pouco da voz da instituição frente à sociedade pernambucana e às diversas academias. O atraso da estrutura e dinâmica interna da UFPE é gritante em relação a outras Universidades Federais não tão distantes daqui. O que se vê ainda hoje é uma massa burocrática que impede o desenvolvimento do ensino, pesquisas e extensão, que é, antes de qualquer coisa, missão de toda Universidade Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se tornou perene o descaso com atividades tão basilares à UFPE, que, aos poucos, técnicos, professores e estudantes deixam de lado o orgulho de ser parte disso.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de segurança no campus, má iluminação, controle de acesso e vigilância remota inexistente;</li>
<li>Excesso de professores temporários, que na maioria dos casos não tem conhecimento suficiente e/ou compromisso com o ensino;</li>
<li>Salas de aulas sucateadas, sem projetores, quadros e cadeiras em péssimo estado de conservação, sem climatização;</li>
<li>Burocracia excessiva pra qualquer procedimento interno;</li>
<li>Falta de apoio aos estudantes que permanecem em tempo integral na Universidade, Casa do Estudante superlotada e sucateada, Restaurante Universitário inacessível e inaugurado só após anos de exigência;</li>
<li>Obras paradas e inacabadas por todo o campus;</li>
<li>Cursos de graduação sendo rebaixados em avaliações nacionais;</li>
<li>Desvio de atividade funcional, professores e bolsistas executando trabalhos de técnicos;</li>
<li>Completo abandono dos centros acadêmicos, impedindo a integração do conhecimento produzido;</li>
<li>TV e Rádio Universitária abandonados;</li>
<li>Falta de maior integração dos programas de intercâmbio universitário;</li>
<li>Descaso com programas de carreira e benefícios aos funcionário e técnicos;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Enfim, é esse progresso realizado pelo reitor Amaro Lins que o candidato Anízio Brasileiro quer dar continuidade. “Consolidar e inovar” é o tema de sua campanha, dois termos antagônicos entre si, considerando todo o contexto que hoje se encontra a Universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio a tudo isso, o coordenador do curso de Administração do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), parece agir na contramão do caminho percorrido por toda a desgastada máquina administrativa. Pierre Lucena fez uma pequena e notória revolução como coordenador, ganhando respeito de todos os que fazem parte do CCSA.</p>
<p style="text-align: justify;">Por dois anos consecutivos (2009-2010) o curso de Administração foi eleito o melhor curso do país na área de administração e negócios, pelo Guia do Estudante da Editora Abril. As salas de aula do curso de administração estão quase todas climatizadas, a assiduidade e comprometimento dos professores é notória, como nunca antes. Hoje existe constante sinergia entre o curso de administração e as empresas locais, bem como apoio a iniciativas independentes, como a empresa júnior, ACE Consultoria, que ganha cada vez mais espaço ao integrar teorias e práticas de mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">São atitudes que dependem muito mais da vontade de transformar o meio, que de esperar que a mudança seja fruto espontâneo de uma estrutura que caminha a passos lentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Pierre-Lucena-350x221.jpg"><img class="size-medium wp-image-1511   aligncenter" title="Pierre Lucena" src="http://www.maisquenada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Pierre-Lucena-350x221-300x189.jpg" alt="Pierre Lucena, um ar de renovação na UFPE." width="300" height="189" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pierre Lucena tem uma história de gestão bem maior que a sua idade sugere. Já foi presidente do Diretório Central de Estudantes da UFPE, liderou vários movimentos estudantis em prol de uma universidade melhor. Fez parte do Conselho Universitário, foi eleito delegado da UNE (União Nacional dos Estudantes) com a maior votação da UFPE, foi Secretário de Planejamento e Secretário-Adjunto de Educação do Estado de Pernambuco. É professor formado pela UFPE, tem doutorado em finanças pela PUC-RJ e possui trabalhos acadêmicos publicados no Brasil e no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">O que parece ser mais importante em todo seu currículo são sua idéias simples para combater problemas que existem há décadas na Universidade. Por conhecer de perto como funciona a dinâmica funcional, é difícil não se perguntar o porquê de nada ter sido feito anteriormente, ao passo que as soluções parecem ser tão óbvias. Talvez o simples fato de reconhecer as falhas existentes seja o ponto de partida para coibi-las no futuro. O que se percebe, no entanto, é que nada foi feito nesse sentido nos últimos anos e esse “faz de conta” reflete diretamente no desempenho de toda a comunidade acadêmica.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há mais espaço para mais do mesmo. A UFPE precisa de uma renovação profunda e tudo indica que o melhor nome já esteja escolhido. À frente de uma campanha muito mais preocupada em propor soluções que a atacar o seu principal oponente, Pierre Lucena ganhou força exponencial nos últimos dias em todas as esferas eleitorais. Como o voto é paritário, estudantes, técnicos e professores terão o mesmo poder em apontar o caminho que a Universidade percorrerá pelos próximos quatro anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, no fundo, seja um exagero, mas na modesta opinião desde blog, desde o fim da ditadura militar em nosso país, a Universidade Federal de Pernambuco não tem – como terá na próxima terça-feira, dia 26 de abril – um papel social tão importante: decidir se irá prosseguir na inércia do comodismo burocrático ou levantar âncora e partir para o desenvolvimento da nossa Universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em><strong>Mais Que Nada</strong></em> apóia Pierre Lucena porque acredita que é possível fazer uma Nova UFPE.</p>


<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrRe1fdH4MVay8emDAXhuoj9WZ0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrRe1fdH4MVay8emDAXhuoj9WZ0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrRe1fdH4MVay8emDAXhuoj9WZ0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrRe1fdH4MVay8emDAXhuoj9WZ0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maisquenada.com.br/2011/04/eleicoes-para-reitor-da-ufpe-em-quem-votar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.maisquenada.com.br/2011/04/eleicoes-para-reitor-da-ufpe-em-quem-votar/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss><!-- Dynamic page generated in 0.332 seconds. --><!-- Cached page generated by WP-Super-Cache on 2012-05-20 22:38:07 -->

