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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Mais Tráfego</title><link>http://www.maistrafego.pt</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><description>Mais Tráfego - Criamos Webmasters. Comunidade de webmasters de Portugal</description><language>en</language><lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 12:01:37 PST</lastBuildDate><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><feedburner:info uri="maistrafego" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>maistrafego</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Crowdfunding – uma nova forma de financiamento para empreendedores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/EgR1plzbRYs/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>startups</category><category>crowdfunding</category><category>empreendedorismo</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:51:49 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4920</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/crowd.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4925" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/crowd.png" alt="" width="520" height="250" /></a></p>
<p>O <strong>Crowdfunding</strong> é uma forma de <strong>financiamento</strong> colectiva de <strong>ideias de negócio</strong>, através de uma plataforma online. De forma literal, Crowdfunding significa “financiado pela multidão” e apesar desta modalidade de angariação de fundos colectivos já existir há muito (desde o mecenato, filantropia ou quotas de associados) o fator inovador está na forma como todo o processo de desenrola na Internet.</p>
<p>O Crowdfunding assenta na ideia de que pequenos investimentos (mínimo de 1 euro), patrocinados por uma grande comunidade, resultam em grandes projetos. O maior desafio do empreendedor será, portanto, o de mostrar e convencer o maior número de pessoas sobre a validade e as potencialidades da sua ideia de negócio e, assim, conseguir reunir o financiamento que precisa.</p>
<p>Os primeiros apoiantes encontram-se, normalmente, nos círculos mais restritos dos familiares, amigos e associados, passando depois para uma comunidade mais genérica que será o próprio mercado – aqui, as redes sociais podem ter um papel chave na divulgação do potencial da ideia de negócio e na conquista de mais investidores.</p>
<p>Assim é possível, ao mesmo tempo, procurar financiamento e testar a aceitação da ideia de negócio no mercado. Por outro lado, o Crowdfunding permite envolver toda esta comunidade de patrocinadores em torno da ideia de negócio, o que dá relevância social ao projeto.</p>
<p>O processo de financiamento através do Crowdfunding começa com a apresentação de uma candidatura (<em>pitch)</em> através da plataforma, é estipulado o valor do financiamento necessário à concretização do projeto, um prazo para as doações e, por fim, uma lista das recompensas que vão ser entregues aos investidores.</p>
<p>No final do prazo se for atingida a meta de financiamento (e que pode até ser ultrapassada) o promotor recebe esse valor e a plataforma online recebe, normalmente, uma comissão de 5%. A partir desta fase, inicia-se o desenvolvimento do projeto que pode ser acompanhado pelos investidores, mais uma vez através das redes sociais, por exemplo – uma forma de também ser assegurada a transparência do processo. Caso não seja conseguido o valor do financiamento necessário, mas antes apenas 60% do valor estipulado, por exemplo, o projeto não se realiza e os valores são devolvidos aos apoiantes.</p>
<p>Portanto, se por um lado os <strong><a title="business angels" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels">business angels</a></strong> estão especialmente vocacionados para apoiar projetos que requerem uma maior componente de investimento (financeiro, recursos, know how), o Crowdfunding pode ser uma boa opção para as ideias de negócio que requerem uma menor estrutura de investimentos e que, por norma, têm mais dificuldade em conseguir financiamento através de capitais de risco, como os projetos editoriais, artísticos ou associativos, por exemplo.</p>
<p>Nos EUA, no Reino Unido e no Brasil este conceito já deu origem a dezenas de plataformas focadas no financiamento de segmentos de negócio específicos, desde a realização de projetos musicais, investigação científica (como o Câncer reaserch UK), apoio a escritores (como o Unbound@UK), projetos de ONG’s, etc.</p>
<p><strong>Existem dois tipos de Crowdfunding</strong>, pela forma como são garantidas as recompensas aos seus investidores.</p>
<p><strong>1) Apoio ao empreendorismo e inovação de base social</strong></p>
<p>Nos projetos de base social, como acontece na plataforma portuguesa <a title="PPL" href="http://ppl.com.pt/">PPL</a>, o sistema de recompensas pode ser um produto, serviço ou uma experiência, por exemplo, a assinatura de uma publicação, o bilhete para um concerto &#8211; podem ser muito variadas, conforme as particularidades de cada ideia de negócio. Em Portugal existem ainda  as plataformas <a title="redebiz" href="http://redebiz.net/projetos/">Redebiz </a>e a <a title="massivemov" href="http://www.massivemov.com/">Massivemov </a>para procurar financiamento.</p>
<p><strong>2) Investimentos através de capitais próprios</strong></p>
<p>Neste caso, os investidores esperam um retorno financeiro do apoio que fizerem, através de dividendos sobre o valor das acções, ou pela sua venda e a criação de valor dentro da empresa. Duas plataformas com este modelo são a <a title="symbid" href="http://symbid.com/">Symbid</a>, no Reino Unido, e a <a title="crowdcube" href="http://www.crowdcube.com/">Crowdcub</a>, holandesa.<strong></strong></p>
<p>Concluindo, o crowdfunding é uma forma de financiamento com algumas particularidades que importa conhecer, mas é sobretudo concretizável e vantajosa para os empreendedores da Web (e não só) pela forma como permite envolver toda a rede contatos em torno da ideia de negócio. Por outro lado, funciona como um teste à aceitação da ideia no mercado. Por isso, boas ideias e bons negócios!</p>
<p>Até à próxima.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/EgR1plzbRYs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O Crowdfunding é uma forma de financiamento colectiva de ideias de negócio, através de uma plataforma online. De forma literal, Crowdfunding significa “financiado pela multidão” e apesar desta modalidade de angariação de fundos colectivos já existir há muito (desde o mecenato, filantropia ou quotas de associados) o fator inovador está na forma como todo o [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">12</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores</feedburner:origLink></item><item><title>Por que vale a pena ser empreendedor na Internet</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/BNrmEHHYMWY/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>freelance</category><category>startups</category><category>empreendedorismo</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 06:03:11 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4891</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/empreendedorismo1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4895" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/empreendedorismo1.png" alt="" width="520" height="250" /></a></p>
<p>Será viável <strong>ser empreendedor</strong> e desenvolver <strong>modelos de negócio na Internet</strong> em tempos de incerteza?</p>
<p>A verdade é que existe, sim, um conjunto de <strong><a href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio">oportunidades na Web por descobrir</a></strong> e explorar, em parte porque o que se sabe sobre este novo ambiente de negócios não está ainda completamente testado e difundido. Ou seja, não existe um conhecimento sistematizado que seja partilhado por todos sobre os modelos de negócio na Internet, como existe, por exemplo, sobre as estratégias, as empresas e os modelos de negócio tradicionais. Por isso, muito do que se faz na Internet é ainda resultado de experiências, tentativas e erros.</p>
<p>Por outro lado – e esta é a boa notícia – temos poucas ou nenhumas barreiras à iniciativa dos novos empreendedores, investidores, empresários e investigadores o que se traduz, em parte, na existência de um nivelador entre todos os que concorrem no mercado da Internet. Assim, as diferenças em termos de acesso a recursos, ferramentas e conhecimentos entre quem está a começar e quem já tem um negócio implementado são reduzidas e passíveis de serem ultrapassadas ao longo do processo.</p>
<p>Por isso, sendo <strong>um ambiente de negócios acessível a todos e propício ao desenvolvimento de ideias inovadoras</strong>, existe um conjunto de razões mais específicas que ajudam a perceber porque vale a pena <strong>ser empreendedor na Internet</strong> e desenvolver <strong>ideias de negócio online</strong>. Apresento algumas dessas razões de seguida.</p>
<p><strong>O investimento é menor:</strong></p>
<p><strong></strong>Este será um dos fatores de maior atratividade na Internet. Com poucos recursos, ou mesmo a partir de plataformas e ferramentas gratuitas, é possível iniciar um modelo de negócio e oferecer serviços (ou produtos) inovadores, evoluindo depois para formatos pagos e mais especializados – ainda assim, os custos relacionados com o registo, a hospedagem, a construção e manutenção de um site são reduzidos em comparação com os custos de logística de um espaço físico. Mesmo que inicialmente se opte por investir na construção profissional de uma plataforma de vendas, por exemplo, o investimento inicial será sempre menor do que o necessário para a gestão de um espaço físico.</p>
<p><strong>O modelo de negócios pode ser implementado e testado gradualmente:</strong></p>
<p><strong></strong>Outra vantagem que a Internet oferece é a possibilidade de se construir e testar por etapas o modelo de negócio. Assim é possível investir de forma gradual e torna-se mais fácil o controlo e a resposta às dificuldades que forem surgindo ao longo do processo.</p>
<p>Na Internet o investidor pode, em primeiro lugar, avaliar a aceitação do novo conceito que oferece, registar o número de visitas e o feedback dos utilizadores (potenciais clientes) e só depois começar a vender. Isto não é possível nos modelos de negócio tradicionais, porque a partir do momento que o negócio é implementado no mercado tudo tem de estar previsto com uma resposta definida (estratégias de entrada no mercado, parceiros, estratégias de divulgação, promoção e gestão de crises, etc.) para que não haja “tempos mortos” – por este motivo que o <a href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio">Plano de Negócios</a> é uma ferramenta de gestão e controlo imprescindível para os empreendedores.</p>
<p><strong>A Internet é um ambiente propício ao networking:</strong></p>
<p><strong></strong>O networking é uma enorme mais-valia da Internet que permite aprender (mais rápido e reunindo mais perspectivas), encontrar sinergias (desde parceiros de negócio, investidores, ou pessoas com quem poderemos trabalhar) e, finalmente, divulgar entre os pares, na comunidade Web, o novo conceito e modelo de negócio que propomos. O trabalho de networking pode ser desenvolvido facilmente, por exemplo, através das redes sociais e do <a href="http://forum.maistrafego.pt/">Fórum do Mais Tráfego</a>.</p>
<p><strong>A divulgação da ideia de negócio é mais económica:</strong></p>
<p><strong></strong>Apesar de existirem “pacotes publicitários” na Internet para todo o tipo de investidores e orçamentos, é possível desenvolver um plano de comunicação e marketing de uma ideia de negócio com um orçamento limitado, ou até sem investir dinheiro (com alguma dose de criatividade, é certo).</p>
<p>No entanto, a promoção de um produto ou serviço torna-se mais imediata e mais barata na Internet, em comparação com os métodos tradicionais de publicidade (como a imprensa, a televisão, a rádio, a distribuição de <em>flyers</em>, os <em>muppys</em>, etc.). Além disso, podemos (e devemos) rentabilizar o esforço de divulgação de uma ideia de negócio utilizando estratégias de segmentação adequadas à Internet e também gratuitas, como <a href="http://www.maistrafego.pt/redes-sociais-para-empreendedores">as redes sociais</a>, comunidades online e o <em><a href="http://www.google.com/analytics/">Google Analytics</a></em> (que permite também a monitorização do tráfego online). Assim, podemos direcionar a nossa ação para nichos específicos, conseguindo uma comunicação e promoção mais assertiva e mais eficaz da ideia de negócio.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Foram apresentados cinco motivos (entre muitos outros) pelos quais o desenvolvimento de ideias de negócio na Internet se pode tornar acessível e promissor a todas as pessoas com rasgos de empreendedor. Poderíamos também enumerar razões de carácter pessoal e profissional (mas ficam para um próximo artigo).</p>
<p>Bons projetos e até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/BNrmEHHYMWY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Será viável ser empreendedor e desenvolver modelos de negócio na Internet em tempos de incerteza? A verdade é que existe, sim, um conjunto de oportunidades na Web por descobrir e explorar, em parte porque o que se sabe sobre este novo ambiente de negócios não está ainda completamente testado e difundido. Ou seja, não existe [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">14</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet</feedburner:origLink></item><item><title>Google Music, o novo serviço da Google</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/DD949Dr9bYM/google-music-o-novo-servico-da-google</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>google</category><category>startups</category><category>music</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:36:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4850</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Já há bastante tempo que andava para fazer este artigo mas a preguiça falava sempre mais alto. Já há 2 meses que tenho acesso ao Google Music, o novo serviço de streaming da Google. Este serviço ainda está restringido aos EUA mas graças aos convites pessoas de todo o mundo já têm acesso. Lançado em maio de 2011, durante a conferência Google I/O, o Google Music foi apresentado como uma plataforma capaz de mudar a forma como lidamos com a música na internet.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/NI8rQEHoE24?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Google Music</h2>
<h3>Interface</h3>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/Albums-Google-Music.png"><img class="wp-image-4851 alignnone" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/Albums-Google-Music-1024x511.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Como em todos os serviços da Google este apresenta um visual simples e bastante intuitivo. Com o laranja como cor forte apresenta uma interface web 2.0.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/AmzZULN0nCU?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Comprar Música</h3>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/xSnr0VLbUJ8?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Este sistema permite comprar músicas através do novo Android Market como o Itunes.  Segundo o que vi no Android Market estão disponíveis músicas de todo o género, das gratuitas às pagas, do Rock ao Jazz.</p>
<h3>Music Manager</h3>
<p>Apesar de ser baseado na nuvem (ou cloud computing, como queiram), antes de aceder  a músicas pelo Google Music é necessário enviá-las a partir de um computador. Para tornar esse processo mais fácil, foi criado o Music Manager, programa especializado para fazer os uploads das músicas.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google/attachment/50127" rel="attachment wp-att-4855"><img class="aligncenter size-full wp-image-4855" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/50127.jpg" alt="" width="600" height="453" /></a></p>
<p>O programa  destaca-se tanto pela facilidade de uso quanto pela integração com as bibliotecas do Windows Media Player e do iTunes. Adicionar novas pastas é uma tarefa bastante fácil, e as ferramentas de controlo da banda garantem que o utilizador não sofra com lentidões enquanto envia músicas para o serviço.</p>
<h3>Espaço surpreendente</h3>
<p>Ao contrário dos sistemas da Apple e da Amazon, que limitam o número de músicas baseados num tamanho previamente determinado, o Google Music usa como base a quantidade de músicas. Ao todo, é possível enviar 20 mil músicas diferentes para o serviço, com tamanho limite de 250MB para cada uma.</p>
<p>Em teoria, isso significa que cada utilizador tem um limite de envio de cerca de 5 terabytes, número surpreendente para um serviço completamente gratuito. Embora todo esse espaço dificilmente seja usado na prática, tal característica apresenta-se como uma grande vantagem em relação aos serviços concorrentes.</p>
<h3>Sincronização e acesso</h3>
<p>Após enviar músicas para o Google Music, é possível ouvi-los de forma quase imediata a partir de qualquer dispositivo conectado com a internet. Basta ter uma versão recente de um navegador ou a aplicação do Google Music disponível para Android (claro!), IOS e Google Desktop.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/S9fbWBol6sA?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Como ter já o Google Music</h2>
<p>Para ter já o Google Music é bastante fácil, segue os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Acede a <a href="www.texasproxy.com" target="_blank">www.texasproxy.com</a></li>
<li>Insere o endereço music.google.com</li>
<li>Faz o registo</li>
<li>Pronto a usar!</li>
</ol>
<p>Abraço!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/DD949Dr9bYM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Já há bastante tempo que andava para fazer este artigo mas a preguiça falava sempre mais alto. Já há 2 meses que tenho acesso ao Google Music, o novo serviço de streaming da Google. Este serviço ainda está restringido aos EUA mas graças aos convites pessoas de todo o mundo já têm acesso. Lançado em maio [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google</feedburner:origLink></item><item><title>Os 15 domínios mais caros de 2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/VlvykeTLBE8/os-15-dominios-mais-caros-de-2011-2</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>webmarketing</category><category>domínios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 02:27:12 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4822</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/dotcom.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3281" title="dotcom" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/dotcom.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Como <a title="Os 30 domínios mais caros de 2010" href="http://www.maistrafego.pt/os-30-dominios-mais-caros-de-2010">num artigo passado se fez</a> , e como já estamos perto do final do ano, vou dar a conhecer hoje os 15 domínios que foram este ano vendidos pelos preços mais elevados.</p>
<ol>
<li><strong>Social.com vendido por US$ 2.600.000;</strong></li>
<li><strong>DomainName.com vendido por US$ 1.000.000;</strong></li>
<li><strong>Aktien.de (&#8220;ações” em alemão) vendido por € 500.000 ou US$ 725.000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) VU.com vendido por US$ 700,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) RunningShoes.com vendido por US$ 700,000;</strong></li>
<li><strong>Answer.com vendido por US$ 550,000;</strong></li>
<li><strong>11.com vendido por US$ 525,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) Puzzle.com vendido por US$ 500,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) GamesForGirls.com vendido por US$ 500,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) Gay.xxx vendido por US$ 500,000;</strong></li>
<li><strong>Meet.me vendido por US$ 450,000;</strong></li>
<li><strong>AutoInsurance.org vendido por US$ 440,000;</strong></li>
<li><strong>Look.com vendido por US$ 400,000;</strong></li>
<li><strong>33.com vendido por US$ 358,000;</strong></li>
<li><strong>DataCenter.com vendido por US$ 352,500.</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que acharam deste valores? E que acham destas pessoas que fazem da vida uma compra e venda constante de domínios?</p>
<p>Abraço</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/VlvykeTLBE8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Como num artigo passado se fez , e como já estamos perto do final do ano, vou dar a conhecer hoje os 15 domínios que foram este ano vendidos pelos preços mais elevados. Social.com vendido por US$ 2.600.000; DomainName.com vendido por US$ 1.000.000; Aktien.de (&amp;#8220;ações” em alemão) vendido por € 500.000 ou US$ 725.000; (Empate) VU.com vendido [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/os-15-dominios-mais-caros-de-2011-2/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">9</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/os-15-dominios-mais-caros-de-2011-2</feedburner:origLink></item><item><title>Financiamento para empreendedores e ideias de negócio – os business angels</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/Km5CnbWBHCQ/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>startups</category><category>business angels</category><category>empreendedorismo</category><category>negocios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 12:31:01 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4785</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/11/bangels1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4795" title="bangels" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/11/bangels1.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Depois do nascimento da <a title="6 Técnicas e ferramentas utilizadas para a geração de ideias e oportunidades de negócio" href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio" target="_blank">ideia de negócio</a> e de <a title="Como elaborar um Plano de Negócio" href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio" target="_blank">elaborar o Plano de Negócios</a> temos de pensar em como colocar no mercado o nosso produto ou serviço, associado à criação de uma start-up, o que muitas vezes exige financiamento.</p>
<p>Além das linhas de crédito bancário, pouco animadoras devido às altas taxas de juro e à exigência de garantias bancárias, e dos programas de apoio do Estado ao empreendedorismo (como o FINICIA, o Invest Mais, o FINOVA e o FAME, especificamente para mulheres empreendedoras, entre outros) podemos também procurar financiamento para a nossa ideia de negócio junto de um business angel ou de Associações de bussiness angels, obtende neste caso vantagens relevantes.</p>
<p>Os business angels podem ser apresentados como investidores particulares em projectos empreendedores, em troca de uma participação no capital do negócio. Estes investidores procuram e apostam em oportunidades de negócio inovadoras numa fase de seed capital, quando a empresa ainda está em formação e não tem clientes, ou na fase de start-up ou early stage, quando a empresa está em fase nascente. Os investimentos rondam, em média, os 150 mil e 200 mil euros, podendo ser conjugados com capital de outras entidades ou parceiros. A participação do business angel decorre até ao momento em que a empresa alcança um sustained growth (ao fim de 3 a 5 anos normalmente) e neste momento o bussiness angel vende a sua participação na empresa.<br />
Além da disponibilização de capital a participação de um business angel pode significar para os empreendedores outras vantagens, tais como:</p>
<p><strong>1- Não são necessárias garantias bancárias</strong> da parte dos empreendedores e este factor é substituído pela demonstração de forte potencial de crescimento e desenvolvimento da ideia de negócio. Ou seja, a participação de um bussiness angel vai depender não só do factor inovador da ideia de negócio e no empenho da equipa de empreendedores, como também no potencial de crescimento financeiro do negócio, a sua capacidade de gerar lucro – daí ser importante apresentar no PN todas as projecções financeiras da empresa (investimento inicial, despesas correntes, receitas, taxa de crescimento ao ano, etc).</p>
<p><strong>2- O know how e networking</strong>. A participação do business angel com smart money significa que além de injectar dinheiro na empresa, ele vai apoiar os empreendedores no contacto com os parceiros-chave do negócio, através da sua experiência e networking. O bussiness angel participa assim de forma activa e próxima no desenvolvimento da ideia de negócio &#8211; esta atitude de mentoring dos projectos procura garantir não só o retorno de investimento inicial, como também o sustained growth da empresa.</p>
<p><strong>3- Partilha do risco</strong>. O investimento de capital e a participação do bussiness angel como accionista da empresa representa uma dupla participação no risco associado ao negócio, o que é confortável para os empreendedores na medida em que têm financiamento para os seus projectos com um risco partilhado e a garantia do empenho do bussiness angel no sucesso financeiro da start-up.</p>
<p><strong>4- Credibilidade</strong>. A participação do business angel confere credibilidade à ideia de negócio e ao seu potencial de crescimento. Por outro lado, esta participação permitirá tornar mais rápida a projecção da empresa no mercado, a sua consolidação financeira e o crescimento para um patamar seguinte de investimento.</p>
<p><strong>Bussiness angels em Portugal:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.apba.pt/" target="_blank">APBA &#8211; Associação Portuguesa de Business Angels</a></li>
<li><a href="http://eggnest.bycom.pt/eggnest/" target="_blank">EggNest</a></li>
<li><a href="http://www.indextalent.pt/" target="_blank">IndexTalent</a></li>
<li><a href="http://seedcapital.pt/" target="_blank">Seed Capital</a></li>
</ul>
<div>Até à próxima.</div>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/Km5CnbWBHCQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Depois do nascimento da ideia de negócio e de elaborar o Plano de Negócios temos de pensar em como colocar no mercado o nosso produto ou serviço, associado à criação de uma start-up, o que muitas vezes exige financiamento. Além das linhas de crédito bancário, pouco animadoras devido às altas taxas de juro e à [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">10</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels</feedburner:origLink></item><item><title>A equipa técnica – como desenhar a equipa quando procuramos investidores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/QCKCcu45il8/a-equipa-tecnica-como-desenhar-a-equipa-quando-procuramos-investidores</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>startups</category><category>empreendedorismo</category><category>negocios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 20 Oct 2011 11:26:39 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4760</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/teamstartup.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4765" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/teamstartup.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Desenhar a <strong>equipa técnica</strong> com a qual vamos <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=339.0" target="_blank">desenvolver uma start-up</a> é um passo essencial porque estão em jogo fatores como a coesão, o empenhamento e a capacidade empresarial do grupo, pelo menos, a médio prazo. Além disso, é a equipa técnica que dá a cara pelo projeto e determinará a maior ou menor confiança do mercado e dos investidores.</p>
<p>Este é, aliás, um tópico que faz parte do <a title="Como elaborar um Plano de Negócio" href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio" target="_blank">Plano de Negócio</a> e no qual devemos colocar alguma atenção: aqui é útil apresentar a capacidade técnica e empresarial dos promotores e colaboradores do projeto, de que modo a sua participação é importante para o sucesso da ideia, até que ponto estão empenhados no crescimento do negócio (se a sua participação será apenas inicial, ou não) e como se posicionam na estrutura organizacional da empresa – quem são os responsáveis pela gestão e a parte criativa, essencialmente.</p>
<p><a title="6 Técnicas e ferramentas utilizadas para a geração de ideias e oportunidades de negócio" href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio" target="_blank">Desenvolver uma ideia de negócio</a> pode ser mais fácil e compensador quando trabalhamos em equipa e podemos contar com a criatividade e o esforço de pessoas com visões diferentes do mesmo problema. Isto não significa que os projetos individuais não tenham sucesso – as dimensões dependerão das especificidades de cada projeto e da forma como o promotor se sente mais confortável para desenvolver a sua ideia de negócio. De outro modo, a colaboração em equipa pode permitir reunir profissionais das áreas chave da nossa ideia de negócio. Por exemplo, ao pensar um projeto multimédia será certamente vantajoso ter na equipa um programador informático e um designer – o que não invalida, mais uma vez, que apenas um empreendedor pense em todo o plano de negócios e opte por contratar os profissionais de que precisa.</p>
<p>Por vezes tendemos a pensar que quanto maior a equipa maior será depois a dispersão dos ganhos do negócio, mas se pensarmos em termos de proporções de investimento de tempo e recursos, <strong>um projeto onde trabalham quatro pessoas tem um potencial de crescimento quatro vezes superior do que um em que trabalha apenas uma pessoa</strong>. Por isso, as dimensões da equipa e a distribuição dos ganhos não devem ser impedimento para partilhar ideias e encontrar sinergias entre empreendedores.<br />
A equipa de empreendedores é ainda um factor relevante na hora de procurar investidores e parceiros para o negócio. Um investidor espera ideias inovadoras que se traduzam em negócios de sucesso e que este sucesso seja assegurado por pessoas que se mostrem capazes de criar, liderar e crescer. A equipa técnica funciona, por isso, como uma garantia e uma promessa do trabalho que vai ser feito e do grau de comprometimento dos seus membros com os resultados desenhados.</p>
<p>Espera-se uma equipa que conheça bem o mercado onde pretende actuar e que esteja empenhada no desenvolvimento sustentável da empresa. Assim, as características pessoais dos empreendedores acabam também por ser avaliadas, sobretudo a motivação, a confiança que depositam no projeto e o grau de focalização na ideia de negócio. Não é positivo demonstrar que a nossa atenção está distribuída por uma série projetos paralelos – os investidores valorizam o facto de a equipa de promotores estar dedicada a 100% no desenvolvimento ideia de negócio que apresentam e, portanto, nos resultados financeiros da nova empresa.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A equipa técnica é importante na medida em que traduz o conhecimento dos promotores em relação à solução que apresentam, ao seu mercado e conforme se mostram empenhados em desenvolver a sua ideia de negócio de forma sustentável.<br />
As sugestões que apresentamos não inviabilizam os projetos que são promovidos por uma única pessoa. O que pretendemos foi realçar o papel da equipa técnica no desenvolvimento de uma ideia de negócio, momento em que a capacidade de cooperação e empenhamento dos seus membros é importante, não só para construir a confiança do mercado, como também para captar investidores e parceiros de negócio.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/QCKCcu45il8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Desenhar a equipa técnica com a qual vamos desenvolver uma start-up é um passo essencial porque estão em jogo fatores como a coesão, o empenhamento e a capacidade empresarial do grupo, pelo menos, a médio prazo. Além disso, é a equipa técnica que dá a cara pelo projeto e determinará a maior ou menor confiança [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/a-equipa-tecnica-como-desenhar-a-equipa-quando-procuramos-investidores/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/a-equipa-tecnica-como-desenhar-a-equipa-quando-procuramos-investidores</feedburner:origLink></item><item><title>Como criar uma proposta de WebDesign</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/dA3_TaurUYI/como-criar-proposta-webdesign</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>freelance</category><category>webdesign</category><category>apresentacao</category><category>freelancer</category><category>guideline</category><category>propostas</category><category>publico</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">AnaMartelo</dc:creator><pubDate>Wed, 12 Oct 2011 10:33:44 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4723</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/apresentacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4725" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/apresentacao.jpg" alt="" width="600" height="248" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lidar com clientes é provavelmente uma das tarefas mais complicadas de quem trabalha na área criativa. Trabalhar arduamente num projecto, apresentá-lo ao cliente e receber críticas sem qualquer fundamento é algo que os <a href="http://forum.maistrafego.pt/" target="_blank">WebDesigners</a> estão bastante habituados. Apresentar um projecto e receber comentários e sugestões completamente disparadas é algo que um artista tem que saber lidar, para isso, seguem algumas dicas de como apresentar uma <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=116.0" target="_blank">proposta de WebDesign</a> de forma a que o cliente vá ao encontro do que o artista criou (desde que todas as funcionalidades e pedidos estejam presentes).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Apresentação do Projecto</h2>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar é imprescindível que a apresentação do projecto seja feita com muita fluidez e com total conhecimento de causa, isto é, o cliente tem que sentir a sua confiança a apresentar a proposta, mostrando que sabe exactamente o que está a falar.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciar o projecto deverá fazer todo o tipo de pesquisa necessária para conseguir corresponder às necessidades e desejos do próprio cliente. Com essa pesquisa, mostra também, durante a apresentação do projecto final, que se interessou o suficiente para pesquisar sobre a empresa e as suas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a própria apresentação do projecto do cliente, é importante que realce as suas próprias potencialidades, mostrando ao pormenor tudo aquilo que fez para que o cliente tenha o que de melhor existe. Realce a sua criatividade, originalidade, experiência e técnica, não exagerando para denegrir a sua própria imagem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Suporte de Apresentação</h2>
<p style="text-align: justify;">A forma de apresentar o projecto vai depender muito de como vai proceder a própria apresentação, isto é, se vai dirigir-se aos escritórios do seu cliente, prepare uma apresentação em vários suportes, podendo apresentar as potencialidades do website através de um suporte estático (vulgo, apresentação em power point).</p>
<p style="text-align: justify;">Deverá ainda mostrar o projecto a funcionar, isto é, mesmo que não queira colocar o website online, aloje-o no seu localhost e apresente-o todo em funcionamento, mostrando ao vivo o funcionamento do website (até porque é uma excelente forma de tentar “convencer” o cliente das suas potencialidades).</p>
<h2 style="text-align: justify;">A venda do projecto</h2>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que esteve a fazer até agora já entrou no campo da “venda” do projecto, isto é, mostrou todas as qualidades e vantagens de utilizar o seu resultado final em detrimento da procura de uma outra solução. Porém, é importante que essa venda do projecto seja feita sem qualquer relutância ou dúvida. Mostre a sua posição, a sua confiança e dê várias razões e motivos para o cliente ficar com o projecto que está a apresentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderá ainda dar exemplos concretos de marcas de renome ou equiparar de alguma forma o seu trabalho (nunca exagerando), mostrando assim que o cliente terá o website que realmente necessita para vender o seu produto/serviço.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/dA3_TaurUYI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Lidar com clientes é provavelmente uma das tarefas mais complicadas de quem trabalha na área criativa. Trabalhar arduamente num projecto, apresentá-lo ao cliente e receber críticas sem qualquer fundamento é algo que os WebDesigners estão bastante habituados. Apresentar um projecto e receber comentários e sugestões completamente disparadas é algo que um artista tem que saber [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/como-criar-proposta-webdesign/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">9</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/como-criar-proposta-webdesign</feedburner:origLink></item><item><title>Como elaborar um Plano de Negócio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/DJ6dGKy7A0o/como-elaborar-um-plano-de-negocio</link><category>Categorias</category><category>escola</category><category>freelance</category><category>startups</category><category>webmarketing</category><category>empreededorismo</category><category>negocios</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Tue, 11 Oct 2011 10:42:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4736</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/businnes.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4740" title="businnes" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/businnes.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Depois de termos um esboço na nossa cabeça da ideia de <a title="negócios online" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=125.0" target="_blank">negócio</a> que queremos desenvolver e de alguma confiança quanto ao seu sucesso e à nossa capacidade empresarial e técnica (elementos importantes) – é o momento de fazermos algum trabalho de casa, isto é, pesquisar informação e organizar ideias.</p>
<p>Nesta fase, a elaboração de um <strong>Plano de Negócios</strong> (PN) permite sistematizar a informação, em termos de crescimento e desenvolvimento da ideia de negócio, ou seja, como pretendemos implementar a nossa ideia, quais os resultados que esperamos obter no futuro e que soluções estão previstas para eventuais problemas que surjam no nosso percurso. Um modelo de negócio é um documento que descreve como a equipa de promotores pretende criar, proporcionar e obter valor de mercado.</p>
<p>O objectivo do PN <strong>não é ser um documento burocrático</strong> para ficar nos arquivos da empresa, o que se pretende é construir uma ferramenta de trabalho que será importante ao longo do ciclo de vida da empresa. O Plano constitui uma ferramenta de planeamento, na medida em que orienta o empreendedor ao longo do ciclo de vida da empresa, ao nível da identificação de dificuldades e da criação de alternativas para a resolução de possíveis problemas; enquanto ferramenta de comunicação, o plano é utilizado para atrair investimento e parceiros empresariais estratégicos; e como ferramenta de gestão, o PN ajuda a monitorizar a evolução da empresa através dos desvios encontrados face às previsões iniciais.</p>
<p>O PN é também um <strong>instrumento de venda da imagem da empresa e da ideia de negócio</strong>, é sobretudo útil quando procuramos <strong>parceiros e financiamento</strong>, por isso deve ser o mais realista possível e basear-se numa análise detalhada do mercado e das potencialidades e fragilidades da ideia de negócio. Alguns consultores e investidores recomendam ainda que se opte por uma apresentação texto corrido entrosada com esquemas, diagramas e gráficos, evitando assim os tópicos de duas frases e organizando o trabalho de forma coesa, com índice, títulos, subtítulos e identificação dos anexos.</p>
<p>Uma estrutura que podemos adoptar para pensar na nossa ideia de negócio e apresentá-la aos investidores baseia-se num conjunto de 9 blocos constitutivos – este formato é sugerido pela equipa do <a href="http://www.businessmodelgeneration.com/book" target="_blank">Business Model Generation</a> que tem uma edição online disponível gratuitamente em pdf. Este e-book ajuda-nos a pensar um modelo de negócio de forma simples, analisando casos reais e propondo verdadeiros desafios à nossa criatividade. A ordem proposta é a seguinte:</p>
<ul>
<li>Segmentos de clientes</li>
<li>Propostas de valor</li>
<li>Canais</li>
<li>Relações com os clientes</li>
<li>Fluxos de Rendimento</li>
<li>Recursos-chave</li>
<li>Actividades-chave</li>
<li>Parcerias-chave</li>
<li>Estrutura de Custos</li>
</ul>
<p>Cada um destes tópicos pode ser explorado e analisado ao longo do livro, através de casos práticos e perguntas muito objectivas que nos ajudam a pensar e a organizar o nosso PN.</p>
<p><a href="http://www.businessmodelgeneration.com/book" target="_blank">http://www.businessmodelgeneration.com/</a></p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/planonegocios.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4737" title="planonegocios" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/planonegocios-e1318353858663.png" alt="" width="590" height="317" /></a></p>
<p>Uma outra estrutura, talvez mais convencional, que podemos seguir na realização do PN pode ser sobretudo útil quando ainda nos falta um conhecimento aprofundado sobre o mercado, os concorrentes e as estratégias mais adequadas para a entrada no mercado</p>
<blockquote><p>Esta ordem permite pensar na ideia de negócio e na empresa que queremos criar de uma forma exaustiva passo-a-passo.</p></blockquote>
<ul>
<li>Sumário Executivo</li>
<li>A Ideia de Negócio</li>
<li>Análise do Mercado</li>
<li>Estratégia de Negócio</li>
<li>Capacidade Empresarial</li>
<li>Planeamento Operacional</li>
<li>Projecções Financeiras</li>
<li>Acções Futuras</li>
<li>Anexos</li>
</ul>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A elaboração de um PN é um trabalho prévio de pesquisa de informação que vai permitir desenhar o mapa operacional da empresa, em termos de crescimento e desenvolvimento do seu potencial de negócio.<br />
O PN é um instrumento de trabalho que será útil ao longo do ciclo de vida da empresa, servindo de apoio ao planeamento, gestão e comunicação da ideia de negócio, e no momento de procurar investidores e captar a sua confiança no nosso projecto. Por isso, não saltem esta etapa por parecer menos aliciante e bom trabalho!!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/DJ6dGKy7A0o" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Depois de termos um esboço na nossa cabeça da ideia de negócio que queremos desenvolver e de alguma confiança quanto ao seu sucesso e à nossa capacidade empresarial e técnica (elementos importantes) – é o momento de fazermos algum trabalho de casa, isto é, pesquisar informação e organizar ideias. Nesta fase, a elaboração de um [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">6</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio</feedburner:origLink></item><item><title>Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 6</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/6sUCp35RlEU/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial-parte-6</link><category>+tráfego</category><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>webdesign</category><category>custom post types</category><category>tutorial</category><category>wordpress</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">jota</dc:creator><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 11:38:06 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4704</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/05/customposttypes.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4179" title="customposttypes" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/05/customposttypes.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Depois da primeira parte sobre os <a title="Costum Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial" href="http://www.maistrafego.pt/costum-post-types-em-wordpress" target="_blank">custom post types em wordpress</a>, da segunda, onde foi explicado como <a title="Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 2" href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-%e2%80%93-video-tutorial-parte-2" target="_blank">registar os custom post types</a>, da terceira onde vimos como podemos adicionar novas <a title="Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 3" href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial-parte-3" target="_blank">taxonomias ao post type</a> criado, da quarta onde vimos como <a href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial" target="_blank">adicionar custom fields</a>, da quinta onde vimos como podemos guardar/salvar esses custom fields num custom post type, hoje vamos continuar esta tarefa, e continuar a explorar a adição de custom fields.</p>
<p><strong>Este vídeo incluí:</strong></p>
<ul>
<li>Salvar custom fields num custom post type</li>
</ul>
<p><iframe width="590" height="363" src="http://www.youtube.com/embed/aXiFjLkNC7Y" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Tutorial:</strong></p>
<ul>
<li>Parte 1 - <strong><a title="Costum Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial" href="http://www.maistrafego.pt/costum-post-types-em-wordpress" target="_blank">Costum Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial</a>;</strong></li>
<li>Parte 2 -<strong> <strong><a title="Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 2" href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-%e2%80%93-video-tutorial-parte-2" target="_blank">Costum Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial - parte 2</a>;</strong></strong></li>
<li>Parte 3 – <strong><a href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial-parte-3">Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 3</a>;</strong></li>
<li>Parte 4<strong> – <strong><a title="Custom post types em wordpress – Video tutorial – Parte 4" href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial" target="_blank">Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 4</a>;</strong></strong></li>
<li>Parte 5<strong><strong><strong> – <strong><a title="Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 5" href="http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-parte-5" target="_blank">Custom Post Types em WordPress – Vídeo Tutorial – Parte 5</a>;</strong></strong><br />
</strong></strong></li>
</ul>
<p>Espero que tenham gostado, qualquer dúvida ou sugestão não hesitem em colocar. O próximo vídeo sai dentro de dias.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/6sUCp35RlEU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Depois da primeira parte sobre os custom post types em wordpress, da segunda, onde foi explicado como registar os custom post types, da terceira onde vimos como podemos adicionar novas taxonomias ao post type criado, da quarta onde vimos como adicionar custom fields, da quinta onde vimos como podemos guardar/salvar esses custom fields num custom post type, hoje vamos continuar [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial-parte-6/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">5</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/custom-post-types-em-wordpress-video-tutorial-parte-6</feedburner:origLink></item><item><title>Feliz Aniversário Comunidade NetPonto! 2 Anos!!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/t5HdPgu5S2Y/feliz-aniversario-comunidade-netponto-2-anos</link><category>Categorias</category><category>eventos</category><category>comunidades</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">jpaulino</dc:creator><pubDate>Thu, 22 Sep 2011 04:00:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4695</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/09/netponto.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4696" title="netponto" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/09/netponto.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>No próximo dia <strong>24 de Setembro de 2011</strong> a Comunidade NetPonto comemora o seu segundo aniversário, e convida todos os seus membros (e futuros membros) a vir celebrar connosco.</p>
<p>A Comunidade NetPonto realizou em Agosto de 2009 com a sua primeira reunião presencial, onde estiveram presentes pouco mais de 10 pessoas nas instalações de um hotel em Lisboa em pleno Sábado de manhã, com o objectivo de partilharem experiências relacionadas ao desenvolvimento de software na plataforma Microsoft .NET. A partir daí, continuamos a organizar reuniões mensais regulares e, dois anos depois, conseguimos atingir a marca de mais de 60 pessoas presentes em nossas reuniões, nas quais os membros apresentam e discutem temas propostos por si.</p>
<p>Nestes últimos dois anos conseguimos realizar mais de vinte eventos presenciais em Lisboa, dois em Coimbra, um em Vila Real e um no Porto, num total de mais de 60 apresentações realizadas, muitas delas gravadas em vídeo e que podem ser vistas a qualquer momento via Internet!</p>
<p>Crescemos em número, mas conseguimos manter sempre o espírito de comunidade aberta e onde todos nós podemos ensinar e aprender uns com os outros.</p>
<p>Esperamos continuar a crescer com o apoio de todos vocês, e que este tenha sido o segundo ano de muitos outros que virão!</p>
<p><strong>23ª Reunião Presencial da Comunidade NetPonto em Lisboa</strong></p>
<p>Para esta ocasião especial decidimos realizar um evento num formato diferente das nossas reuniões tradicionais, e contaremos com quase quinze oradores diferentes, todos eles membros da Comunidade NetPonto e que decidiram partilhar connosco alguns temas que conhecem e gostam, em pequenas sessões de 15 a 30 minutos no máximo.</p>
<p>Este evento será realizado no dia 24/09/2011 (próximo Sábado!), e para participar, precisa apenas efectuar o registo(grátis) de acordo com as instruções abaixo.</p>
<p><strong>Agenda</strong></p>
<p>09:45 &#8211; Recepção dos participantes<br />
10:00 &#8211; Boas-vindas e Apresentação da Comunidade &#8211; Caio Proiete [MVP], Bruno Lopes<br />
10:20 &#8211; What&#8217;s New in Windows Azure Platform &#8211; Virgílio Esteves<br />
10:40 &#8211; ASP .NET WebForms &#8211; TagMapping e a reciclagem / reutilização de aplicações &#8211; Nuno Gomes [MVP]<br />
11:10 &#8211; FluentValidation: Build validation rules for your business objects &#8211; Luís Amorim</p>
<p>11:30 &#8211; Coffee-break gratuito (Bolos, salgados, sumos, etc&#8230;)</p>
<p>12:10 &#8211; Know your SQL Server: Dynamic Management Views (DMVs) &#8211; Vitor Pombeiro<br />
12:30 &#8211; BizTalk Mapper: Como funcionam os mapas em BizTalk Server 2010 &#8211; Sandro Pereira [MVP]<br />
13:00 &#8211; Quartz.NET &#8211; Agendamento de execução de tarefas &#8211; Vitor Paulino<br />
13:20 &#8211; Cross-platform Mobile Development with C# &#8211; Andreia Gaita<br />
13:40 &#8211; The Clean Coder: A Code of Conduct for Professional Programmers &#8211; João Manso</p>
<p>14:10 &#8211; Almoço gratuito (Pizzas!!!)</p>
<p>15:00 &#8211; Getting Async with C# 4.5 + Visual Studio 11 &#8211; Paulo Morgado [MVP]<br />
15:20 &#8211; Criar uma aplicação Silverlight para Windows 8 &#8211; Paulo Aboim Pinto<br />
15:40 &#8211; Introdução ao Exchange Web Services API &#8211; João Tito Livio [MVP]<br />
16:00 &#8211; Formas de Herança em Javascript &#8211; Filipe Almeida<br />
16:20 &#8211; Entity Framework &#8220;Code-First&#8221; &#8211; Vitor Tomaz<br />
16:50 &#8211; Who needs Stored Procedures anyway? &#8211; Niko Neugebauer [MVP]</p>
<p>17:10 &#8211; Sorteio de prémios aos participantes</p>
<p><em>Nota: Com o apoio da Microsoft Portugal, teremos pizzas na hora do almoço (yay!) e todos os participantes são convidados a aproveitar este momento de convívio, se desejarem.</em></p>
<p><strong>Registo / Inscrição</strong></p>
<p>Para participar, basta efectuar a inscrição através do site <a href="http://netponto-lisboa-setembro-2011.eventbrite.com/" target="_blank">http://netponto-lisboa-setembro-2011.eventbrite.com/</a>.<br />
<strong>A entrada é gratuita.</strong></p>
<p>Mais informações: <a href="http://netponto.org/" target="_blank">http://netponto.org</a></p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/t5HdPgu5S2Y" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>No próximo dia 24 de Setembro de 2011 a Comunidade NetPonto comemora o seu segundo aniversário, e convida todos os seus membros (e futuros membros) a vir celebrar connosco. A Comunidade NetPonto realizou em Agosto de 2009 com a sua primeira reunião presencial, onde estiveram presentes pouco mais de 10 pessoas nas instalações de um hotel em [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/feliz-aniversario-comunidade-netponto-2-anos/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/feliz-aniversario-comunidade-netponto-2-anos</feedburner:origLink></item></channel></rss>

