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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Mais Tráfego</title><link>http://www.maistrafego.pt</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><description>Mais Tráfego - Criamos Webmasters. Comunidade de webmasters de Portugal</description><language>en</language><lastBuildDate>Mon, 23 Aug 2010 10:53:58 PDT</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><feedburner:info uri="maistrafego" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>maistrafego</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>8 Startups e projectos portugueses que merecem destaque – parte 1</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/hm6j_hJvQP8/startups-portuguesas</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Escola</category><category>Uncategorized</category><category>webdesign</category><category>webdevelopment</category><category>webmarketing</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Nuno</dc:creator><pubDate>Mon, 23 Aug 2010 10:53:58 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=2184</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>No seguimento de um tópico criado no nosso <a href="http://forum.maistrafego.pt" target="_blank">fórum de webmasters</a>. Vou partilhar com os nossos leitores aqueles que são, na minha opinião pessoal, startups ou projectos interessantes que se fazem em Portugal e que sem dúvida merecem o nosso destaque. Este tema não podia ser mais relevante, visto que recentemente um projecto do estado português foi adjudicado a uma empresa italiana com um contrato muito discutível e que gerou alguma <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?topic=23027.0" target="_blank">controvérsia</a>.</p>
<p>Como é óbvio não estou a par de tudo, nem conheço tudo o que se faz ou anda a fazer. Por isso se estiverem a trabalhar em projectos relevantes ou inovadores, sintam-se à vontade para deixarem a referência nos comentários, ou apresenta-los no nosso <a href="http://forum.maistrafego.pt/" target="_blank">fórum webmasters</a> para apreciação dos nossos utilizadores.</p>
<p>Este tópico estará divido em vários, para já apresentamos 8 projectos, num total de mais de 30 que temos referenciados.</p>
<h2><strong><a href="http://tarpipe.com/" target="_blank">tarpipe</a></strong></h2>
<p><a href="http://tarpipe.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2185" title="tarpipe" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/tarpipe.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="http://tarpipe.com/" target="_blank">tarpipe</a> parece ter um conceito complicado, mas que no fundo é bastante simples. Desenvolvido pelo <a href="http://www.linkedin.com/in/bpedro" target="_blank">Bruno Pedro</a> (o qual já tive o prazer de conhecer pessoalmente) e pelo <a href="http://www.linkedin.com/in/rvitor" target="_blank">Vitor Rodrigues</a>. O objectivo do <a href="http://tarpipe.com/" target="_blank">tarpipe</a> é distribuir o conteúdo pelos diversos serviços e sites sociais de forma automatizada. As possibilidades de fazer esta distribuição do conteúdo em tempo real, são muitas. Com um dashboard semelhante ao famoso Yahoo Pipes, podemos de forma dinâmica criar os nosso próprios &#8220;workflows&#8221; e automatiza-los distribuindo o conteúdo em tempo real. Para saber que sites são suportados pelo tarpipe e para saber mais sobre este serviço visite <a href="http://tarpipe.com/about" target="_blank">esta página</a>.</p>
<h2><a href="http://goplanapp.com/" target="_blank"><strong>goplan</strong></a></h2>
<p><a href="http://goplanapp.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2193" title="goplan" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/goplan.png" alt="" width="560" height="200" /></a><br />
O <a href="http://goplanapp.com/" target="_blank">goplan</a> é um gestor de projectos e plataforma colaborativa para equipas e individuais. Simples, não?! Basicamente se necessita de uma plataforma profissional para gerir os seus clientes, contactos, ou equipa de desenvolvimento. O <a href="http://goplanapp.com/" target="_blank">goplan</a> poderá ser a solução. É desenvolvido pela <a href="http://webreakstuff.com/" target="_blank">webreakstuff</a>, empresa de Coimbra, criada pelo <a href="http://helloform.com/" target="_blank">Fred Oliveira</a> (ex- designer e editor do <a href="http://techcrunch.com/" target="_blank">techcrunch</a>).</p>
<h2><strong><a href="http://www.adegga.com/" target="_blank">adegga</a></strong></h2>
<p><a href="http://www.adegga.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2196" title="adegga" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/adegga.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>Falar do <a href="http://www.adegga.com/" target="_blank">Adegga</a> é fácil, é um dos projectos mais interessantes que temos por cá. E o seu criador o <a href="http://blog.delaranja.com/" target="_blank">André Ribeirinho</a>, uma das pessoas com que mais se pode <a href="http://blog.delaranja.com/how-to-bootstrap-my-experience-with-adegga/" target="_blank">aprender</a>. O <a href="http://www.adegga.com/" target="_blank">Adegga é uma rede social de vinhos</a>, os utilizadores podem trocar as suas experiências sobre os vinhos que vão experimentado. Se quer fazer um jantar e não sabe que vinho escolher, o adegga é de certeza o sítio para tirar as suas dúvidas e fazer a escolha acertada.</p>
<p>Para além de ser provavelmente o maior site do género, é também um dos mais inovadores. O projecto <a href="http://www.avin.cc/" target="_blank">AVIN</a>, que nasceu do adegga e é agora uma empresa à parte, é algo para estar atento nos próximos tempos e que promete revolucionar o mercado. Basicamente o AVIN é um identificador universal e único de uma garrafa de vinho. Não sei se a aplicação já existe ou não, mas por exemplo isto irá permitir, que chegue a um supermercado de qualquer parte do mundo, usando o seu telemóvel e uma aplicação, ou até mesmo a tecnologia da realidade aumentada, e a partir dai ter todas as informações sobre o vinho, as opiniões de quem já experimentou, etc. E toda esta informação a ser tirada directamente do <a href="http://www.adegga.com/" target="_blank">adegga</a>. Muito bom, não acha?!</p>
<h2><strong><a href="http://www.mytvshows.org" target="_blank">MyTVShows</a></strong></h2>
<p><a href="http://www.mytvshows.org"><img class="alignnone size-full wp-image-2202" title="tvshows" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/tvshows.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.mytvshows.org" target="_blank">MyTVShows</a> é uma plataforma de gestão de séries televisivas criada pela <a href="http://www.ivogomes.com/" target="_blank">Ivo Gomes</a> (líder do Departamento de Usabilidade e Qualidade do <a href="http://www.sapo.pt/">SAPO</a>.). Esta plataforma permite gerir os episódios das suas séries favoritas através do seu perfil pessoal. Pode adicionar séries, definir os episódios que já viu e assim manter-se a par de tudo o que se passa na sua série favorita.</p>
<h2><strong><a href="http://vendder.com/" target="_blank">Vendder</a></strong></h2>
<p><a href="http://vendder.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2205" title="vendder" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/vendder.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="http://vendder.com/" target="_blank">Vendder</a>, é uma plataforma online que lhe permite criar a sua própria loja instantaneamente. Pode criar uma loja, gerir os seus produtos e efectuar as suas vendas com a maior facilidade que se pode encontrar. O vendder, trata de preocupar-se com o software, a sua segurança e os seus backups, o utilizador só tem de preocupar-se em vender os seus produtos.</p>
<p>O projecto é <strong>100% português</strong> e surgiu da ideia de dois  antigos alunos de Engenharia Informática da Universidade do Porto,  enquanto ajudavam um pequeno comerciante a transpor o seu negócio para a  Internet. “Tínhamos que criar uma loja <em>online</em> e percebemos que as soluções existentes eram muito complexas”. Desenvolvido por <a href="http://twitter.com/basex" target="_blank">Filipe Gonçalves </a>e <a href="http://twitter.com/miagotatos" target="_blank">Tiago Matos</a>.</p>
<h2><strong><a href="http://www.weebiz.com/" target="_blank">Weebiz</a></strong></h2>
<p><a href="http://www.weebiz.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2208" title="weebiz" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/weebiz.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.weebiz.com/" target="_blank">Weebiz</a> é uma rede social para empresas. Desenvolvida pela <a href="http://www.weebiz.com/members/weemaginecom" target="_blank">weeimagine</a>. Através do <a href="http://www.weebiz.com/" target="_blank">Weebiz</a>, as empresas podem desenvolver contactos com outras empresas, promover a sua empresa e produtos e também terá à sua disposição um CRM e um SRM para gestão de clientes e contactos. A weebiz tem também uma interessante forma de promover e compensar as empresas que nela trabalham, com prémios monetários, tantos para as empresas como para os profissionais que gerem as contas dessas mesmas empresas, pode saber mais sobre esta solução <a href="http://www.weebiz.com/site/bonus" target="_blank">aqui</a>.</p>
<h2><strong><a href="http://www.postcrossing.com/" target="_blank">Postcrossing</a></strong></h2>
<p><a href="http://www.postcrossing.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2211" title="postcrossing" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/postcrossing.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.postcrossing.com/" target="_blank">Postcrossing</a>, é mais um líder mundial da sua área desenvolvido por um português, de seu nome <a href="http://mentalstring.net/" target="_blank">Paulo Magalhães</a>. Esta plataforma permite a qualquer utilizador em qualquer parte do mundo trocar/enviar postais reais (não digitais portanto ;) ) com outros utilizadores. A premissa é simples, se enviar um postal, receberá pelo menos um de outro utilizador e a partir desse momento, estão lançadas as trocas.</p>
<h2><strong><a href="https://www.teepin.com/" target="_blank">Teepin</a></strong></h2>
<p><a href="https://www.teepin.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-2214" title="teenpin" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/08/teenpin.png" alt="" width="560" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="https://www.teepin.com/" target="_blank">Teenpin</a>, é um sistema para gestão de ideias e desafios que permite ouvir e envolver todos os colaboradores da empresa. Porque quem tem ideias são as pessoas e não as empresas. O trabalho gera ideias. O Teepin é uma aplicação 100% web, concebida para motivar todos os colaboradores a participar, tornando tudo fácil de gerir. O Teenpin é desenvolvido pela <a href="http://www.muchbeta.com/" target="_blank">muchBeta</a>.</p>
<p>Esta foi a parte 1 deste artigo. Sintam-se à vontade para referenciar projectos de qualidade nos comentários.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/hm6j_hJvQP8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>No seguimento de um tópico criado no nosso fórum de webmasters. Vou partilhar com os nossos leitores aqueles que são, na minha opinião pessoal, startups ou projectos interessantes que se fazem em Portugal e que sem dúvida merecem o nosso destaque. Este tema não podia ser mais relevante, visto que recentemente um projecto do estado [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/startups-portuguesas/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">37</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/startups-portuguesas</feedburner:origLink></item><item><title>Usabilidade: Porque A Ignoramos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/D-1fkxbnejU/usabilidade-porque-a-ignoramos</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Escola</category><category>webdesign</category><category>webdevelopment</category><category>webmarketing</category><category>dicas</category><category>usabilidade</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Wanderley</dc:creator><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 18:44:32 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=2114</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade.jpg"><img class="size-full wp-image-2115 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade.jpg" alt="Usabilidade: Porque A Ignoramos?" width="620" height="260" /></a><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nos últimos tempos a usabilidade tem sido uma das temáticas que mais tem ocupado o meu tempo. A preocupação em garantir a melhor experiência possível para o visitante, deve ser o objectivo de qualquer webmaster, o problema é que na web portuguesa às vezes nós progredimos a passo de caracol e surpreendentemente ainda se vê muitos webmasters que não ligam nenhuma à usabilidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A usabilidade é um dos aspectos mais importantes de um projecto online, não faz sentido nenhum ela ser esquecida ou colocada de parte. Se nós queremos melhorar a experiência do visitante, então ela deve estar sempre presente nas nossas mentes. É difícil compreender o porquê de ainda encararmos esta questão de ânimo leve, mas a resposta até acaba por ser simples e obriga-me a voltar a uma velha máxima que tenho repetido incansavelmente por aqui:</p>
<h4 style="text-align: center;">&#8220;Reconhecer a existência de algo é relativamente simples, o mais complicado é compreendê-lo&#8221;</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ou seja, de certeza que todos os webmasters que estão a ler este artigo já ouviram falar da usabilidade, mas será que a compreendem?</strong> Nesta minha primeira abordagem sobre este tema, vou tentar esclarecer alguns conceitos fundamentais sem entrar em muitos detalhes. O meu objectivo principal, é que todos compreendam como a usabilidade é importante e acima de tudo tenham consciência do que podem perder se a ignorarem. No futuro serão publicados artigos mais específicos e com informação muito valiosa, mas primeiro é importante preparar e esclarecer mentes e só depois mergulhar a fundo na temática.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1º- Utilizador, Utilizador, Utilizador</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em inglês tem-se o hábito de dizer &#8220;<strong>It&#8217;s All About The User</strong>&#8221; e de facto a melhor forma de resumir isto que se chama de usabilidade é dizendo que <strong>tem tudo a ver com o utilizador</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A usabilidade assenta num principio básico de simplicidade</strong> cujo objectivo é o de <strong>facilitar a interacção do utilizador com o website em questão</strong>. Ou seja, <strong>quanto mais simples for website, mais fácil será para o utilizador interagir com ele, por sua vez as mensagens transmitidas por esse website serão melhor compreendidas e assimiladas e finalmente o processo comunicativo vai fluir gerando uma satisfação no utilizador</strong>. Por outras palavras:</p>
<h4 style="text-align: center;">&#8220;Vamos tornar a vida do utilizador mais fácil, para que ele fique satisfeito e volte sempre&#8221;</h4>
<p style="text-align: justify;">O conceito em si não é nenhuma novidade e todos vocês já ouviram falar dele, provavelmente muito antes até de perceberem alguma coisa de <strong>Internet</strong><strong> </strong>. O dono da loja da esquina chamava-a de &#8220;<strong>preocupação com o cliente</strong>&#8220;, as grandes empresas falam muito de &#8220;<strong>procurar satisfazer as necessidades do seu público alvo</strong>&#8220;.</p>
<ul>
<li>Na sua essência o utilizador é aquele que usufrui de determinado serviço ou que compra certos produtos e nesta perspectiva simplista, <strong>nós somos todos utilizadores.<br />
</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo para compreender a importância da usabilidade em websites, é precisamente <strong>reconhecer a grande importância que tem o utilizador</strong>, o quanto pesam as suas motivações e quais são as suas necessidades. Isto é quase um &#8220;<strong>back to the basis</strong>&#8221; e alguns webmasters até se podem rir, pois sabem muito bem que o utilizador é importante. Infelizmente se dermos uma vista de olhos por muitos websites que foram apresentados no nosso fórum, a realidade é que a usabilidade ainda é ignorada na maior parte deles, <strong>o que é preocupante.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2º- Estudar, Estudar, Estudar</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Depois de compreendermos a importância do utilizador, o passo seguinte é <strong>estudarmos a usabilidade</strong>. Não é uma tarefa tão simples como pode parecer, no cômputo geral a usabilidade é uma busca por um bom interface que potencie um processo comunicativo limpo &#8211; sem grandes interferências &#8211; de forma a que o utilizador fique satisfeito. Mas na realidade é muito mais do que isso, é a <strong>atenção ao pormenor</strong>, a capacidade de <strong>compreender o utilizador</strong> e de <strong>perceber o que ele necessita mesmo antes de ele o saber</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A compreensão da usabilidade, bem como a sua aplicação prática correcta, depende muito da capacidade do webmaster conhecer bem o meio que o rodeia </strong>e isso só pode acontecer com muito estudo, não há volta a dar! Alguns podem perguntar: <strong>Mas como é possível estudar?</strong></p>
<ul>
<li>1º- Procurem por projectos que se dedicam apenas à usabilidade, existem por aí muitos bloggers que se debruçam a sério sobre esta temática e oferecem informação valiosa.</li>
</ul>
<ul>
<li>2º- Visitem websites, naveguem pela net e analisem o que os outros fazem. Vão ver que existem mil e uma maneiras de se fazer exactamente o mesmo e é uma boa forma de recolher informação.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Há muito em que pensar, <strong>se a navegação é fácil</strong>; <strong>se a pesquisa esta bem visível e é fácil de aceder</strong>; <strong>se alguns dos elementos realmente importantes estão &#8220;above the fold&#8221;</strong>; se <strong>o estilo do design e as cores são consistentes</strong>; <strong>se a cor dos links é diferente o suficiente de forma a que seja facilmente identificada</strong>; <strong>se os títulos dos links fazem sentido quando são lidos fora do contexto</strong> e por aí fora.</p>
<h3><strong>3º- É Um Processo Sem Fim</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É uma boa ideia começar-se a <strong>pensar na usabilidade ainda antes de se lançar um website</strong>, até porque é meio caminho andado para se evitar erros grosseiros. Mas é importante perceber que este é um trabalho que não tem fim, <strong>uma das funções do webmaster será sempre a de avaliar periodicamente a usabilidade do teu website</strong>:</p>
<ul>
<li>Entra em contacto com um amigo teu que não conheça o website e dá-lhe uma tarefa, por exemplo diz-lhe para encontrar a lista de artigos mais populares, ou descobrir na visita qual é o facebook desse mesmo website;</li>
</ul>
<ul>
<li>Verifica se o teu website responde com eficácia às chamadas perguntas naturais (O que é isto? Onde Estou? Como utilizo? O que posso fazer? etc&#8230;)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estes são apenas alguns exemplos do que se fazer, sendo que <strong>existem milhares de formas de testar a usabilidade</strong>, até podes contratar profissionais para realizarem o trabalho por ti. Seja no inicio do projecto ou numa fase de amadurecimento, a usabilidade deve ser ser uma prioridade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4º- Usabilidade E Design</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não julguem que pelo facto da usabilidade se basear em princípios de simplicidade, isso significa que não é necessária uma grande preocupação com o design. Está mais do que provado que <strong>um design de qualidade gera confiança no utilizador</strong> e como tal, ele é extremamente importante. <strong>O segredo reside no equilíbrio</strong>, ou seja, o teu website <strong>necessita de ser esteticamente bem conseguido e  de respeitar os princípios basilares da usabilidade</strong>.</p>
<ul>
<li>Um website com <strong>um design muito bom</strong> mas que é <strong>zero em usabilidade</strong>, <span style="color: #ff0000;"><strong>nunca estará a explorar o seu verdadeiro potencial;</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul>
<li>Um website com <strong>um péssimo design</strong> mas que é <strong>bom em usabilidade</strong>, <span style="color: #ff0000;"><strong>nunca estará a explorar o seu verdadeiro potencial;</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul>
<li>Um website que tem um <strong>bom design</strong> e uma <strong>boa usabilidade</strong> <strong><span style="color: #008000;">está no bom caminho e leva vantagem perante os dois primeiros exemplos;</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Eu sei que agora vocês vão dar exemplos websites que são vergonhosos e tiveram sucesso, mas por favor não usem desculpas esfarrapadas para justificarem o vosso próprio desleixo e sentirem-se melhores <strong>hehehe</strong>. Como eu já disse no passado, <strong>a Internet está em constante evolução</strong> e <strong>o utilizador vai ficando cada vez mais esperto</strong>, os websites com mau aspecto e que não respeitam os princípios da usabilidade começam a ser colocados de parte e a prova disso é <strong>a crescente preocupação por parte das grandes empresas, de terem websites que sejam apelativos ao olhar, eficazes no processo comunicativo e fáceis de utilizar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo disso foram as recentes mudanças nas páginas individuais de vídeos do <strong>Youtube</strong>, onde claramente existiu uma grande preocupação com a usabilidade:</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Imagem 1 (Youtube Versão Antiga)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><a rel="attachment wp-att-2116" href="http://www.maistrafego.pt/usabilidade-porque-a-ignoramos/youtube-antigo"><img class="size-full wp-image-2116 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/youtube-antigo.jpg" alt="Imagem 1 (Youtube Versão Antiga)" width="620" height="376" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na imagem de cima temos a versão anterior da página de vídeo, que muitos ainda se devem lembrar. Peço a todos que olhem com atenção para a organização dos elementos. Vamos a factos, nós sabemos que a maior parte dos utilizadores <strong>analisa a informação de uma página na web da esquerda para a direita</strong>, mas pegando no exemplo da versão do Youtube antiga, vamos aplicar-lhe um pequeno &#8220;<strong>heatmap</strong>&#8221; para exemplificar o que acabei de escrever:</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Exemplo<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: center;"><strong><a rel="attachment wp-att-2117" href="http://www.maistrafego.pt/usabilidade-porque-a-ignoramos/heatmap"><img class="alignnone size-full wp-image-2117" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/heatmap.jpg" alt="" width="620" height="376" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto basicamente isto costuma ser +/- o que se passa quando um utilizador abre uma página na Internet. A parte vermelha é onde naturalmente ele concentra mais as suas atenções e a amarela menos. O que podemos reparar com recurso a este exemplo é que na antiga página do Youtube, existiam elementos que estavam do lado direito fora daquela área que podemos chamar &#8220;<strong>zona quente</strong>&#8220;. Agora vamos esquecer tudo isto e olhar para a nova versão:</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Imagem 2 (Youtube Nova Versão)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><a rel="attachment wp-att-2118" href="http://www.maistrafego.pt/usabilidade-porque-a-ignoramos/exemplo-youtube"><img class="size-full wp-image-2118 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/exemplo-youtube.jpg" alt="Imagem 2 (Youtube Nova Versão)" width="620" height="423" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa que reparamos é que, ao contrário da versão antiga, <strong>esta tem os elementos principais todos concentrados na &#8220;zona quente&#8221; </strong>aumentando a probabilidade de serem imediatamente detectados pelo utilizador. Concluímos desta forma que <strong>é importante tentarmos descobrir a &#8220;zona quente&#8221; dos nossos websites</strong> e colocarmos lá os elementos principais para que sejam detectados com rapidez.</p>
<p style="text-align: justify;">O Youtube optou também por ocultar alguns elementos aos quais os utilizadores têm acesso via clique, como a partilha, o embed, os vídeos do autor e por aí fora. A boa ideia permitiu na realidade que eles adicionassem mais elementos à nova página, sem que isso fosse notório.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto sim é melhorar a usabilidade, porque neste caso eu <strong>não só torno a página acessível e fácil de utilizar, como ainda forneço mais elementos relevantes ao visitante e tudo isto sem prejudicar a interface</strong>. A página ficou muito mais clean, não porque os elementos foram literalmente removidos, mas sim porque foram ocultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Adoptando a regra do &#8220;<strong>less is more</strong>&#8221; o Youtube tornou-se num website ainda mais fácil de se compreender e utilizar. O design não possui demasiados floreados e isso acontece devido à quantidade de tráfego que recebe, no entanto tendo em conta as limitações eles têm feito um excelente trabalho a combinar uma boa usabilidade com um bom design.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5º- Lógica, Lógica Lógica</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pensar em usabilidade, é também privilegiar a lógica</strong> e não preciso ser-se um génio ou ter uma enorme equipa a trabalhar para se conseguir isso, apenas necessitamos de pensar simples. Por exemplo quando visitamos os hipermercados reparamos que todos eles possuem <strong>uma lógica de organização</strong>, o consumidor não precisa de grandes indicações, basta encontrar um determinado produto para saber que por perto está outro e assim sucessivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para respeitarmos a usabilidade, precisamos de adoptar processos lógicos sem inventar muito. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>O ícone do feed é laranja, os internautas  estão habituados portanto é lógico usar esse cor;</li>
<li>No final dos artigos deve-se colocar um sistema de partilha para redes sociais, porque é lógico que depois de ler o artigo o utilizador o queira partilhar;</li>
<li>Num website de uma SP é lógico que se tente diminuir ao máximo o scroll e se coloque as informações importantes todas &#8220;above the fold&#8221;;</li>
<li>É lógico colocar um campo de login no canto superior direito, porque é lá que os utilizadores esperam encontrá-lo.</li>
</ul>
<p>Isto não quer dizer que não se pode inovar, é apenas a constatação de um facto, <strong>o utilizador comum responde melhor a interfaces que tenham lógica</strong> porque os compreende.</p>
<h3><strong>6º- Como é Que O Utilizador Vê a Informação?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Há medida que vamos estudando e compreendendo melhor a usabilidade, vamos também aprofundando cada vez mais o nosso estudo numa busca por conhecimentos mais técnicos. <strong>Compreender a forma como o utilizador vê e processa informação de um website é algo que inevitavelmente vamos todos querer saber</strong> e faz sentido, pois <strong>ao compreendermos o olhar humano torna-se mais fácil trabalharmos a usabilidade de um website.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De certeza que todos já ouviram falar do &#8220;<strong>Eye tracking&#8221; </strong>é basicamente o nome dado sistema de medição que explica mais ou menos como funciona o olhar humano. É importante para os webmasters, porque  como é óbvio <strong>visitar um website é em grande parte uma experiência visual</strong>. Tenho aqui um vídeo já antigo, que explica como funcionam os olhos dos utilizadores e mostra como eles &#8220;scanam&#8221; a informação:</p>
<p style="text-align: center;">
<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GzgRfE5B1Yc&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GzgRfE5B1Yc&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Encarem o vídeo apenas como um guia e não como uma verdade absoluta. A web muda todos os dias, os utilizadores evoluem e é natural que a forma como olham para um website vá modificando também. <strong> </strong></p>
<h3><strong>6º- Não Tenhas Medo Da Complexidade</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Eu escrevi no primeiro ponto que a usabilidade assenta num princípio básico de simplicidade. Esta afirmação está correcta, no entanto como já todos perceberam, nós<strong> não podemos reduzir esta temática apenas a uma busca pela simplicidade</strong>, porque ela é muito mais do que isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Privilegiar a usabilidade não significa iniciar uma  batalha contra os sistemas complexos, <strong>o problema da complexidade não está relacionado com a sua existência, mas sim com a sua má utilização</strong>. Ou seja, tornar complexo um sistema sem razão aparente para o fazer é que é uma péssima ideia.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>7º- Segue as Regras</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O mais certo é não conseguires seguir todas as regras da usabilidade e nem é isso que se deseja. Mas é fundamental que pelo menos sigas as mais importantes, aqui ficam alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>1º- Aplica princípios de familiaridade, por exemplo os utilizadores esperam que as hiperligações sejam azuis;</li>
</ul>
<ul>
<li>2º- Não compliques processos simples, não imponhas obrigatoriedade de registo quando ela claramente não se justifica;</li>
</ul>
<ul>
<li>3º- Os utilizadores preferem websites com designs modernos e limpos, porque confiam mais neles e conseguem percebê-los com facilidade;</li>
</ul>
<ul>
<li>4º- As melhores mensagens são as curtas (salvo algumas excepções);</li>
</ul>
<ul>
<li>5º- Link ou áreas clicáveis minúsculas prejudicam a navegação;</li>
</ul>
<ul>
<li>6º- Utiliza espaços brancos para melhorar a compreensão do utilizador e tornar o website mais leve ao olhar;</li>
</ul>
<ul>
<li>7º- Elementos importantes como a pesquisa, links para redes sociais ou a subscrição devem ser colocados &#8220;above the fold&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li>8º- Comunica com eficácia, as mensagens importantes têm prioridade e devem ser as primeiras a ser transmitidas;</li>
</ul>
<ul>
<li>9º- &#8220;Less is more&#8221;, o que não é usado não faz falta, o que pode ser feito com um clique não deve ser feito com dois etc;</li>
</ul>
<ul>
<li>10º- Muita atenção ao número de cores e tonalidades utilizadas, são poucos os webdesigners que conseguem dar requinte a um circo virtual;</li>
</ul>
<ul>
<li>11º- Uma página de erro 404 personalizada é importante;</li>
</ul>
<ul>
<li>12º- Nunca te esqueças que o utilizador primeiro &#8220;scana&#8221; a página e só depois a analisa de forma mais aprofundada;</li>
</ul>
<ul>
<li>13º- Ajuda os utilizadores a encontrarem o seu caminho;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">etc&#8230;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão:</h3>
<p style="text-align: justify;">A usabilidade é uma das temáticas mais complicadas de se dominar, são demasiados conceitos, muitos pormenores a ter em conta. Mas independentemente da dificuldade, o que ela não pode ser é ignorada, pois <strong>ignorar a usabilidade é estar a ignorar os utilizadores </strong>e isso acho que todos concordamos, é o pior que se pode fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente todas as semanas eu vejo webmasters apresentarem os seus projectos sem sequer se notar uma preocupação mínima com a usabilidade, sendo necessária por vezes a intervenção de outros utilizadores para que eles reconheçam os erros que cometem. Isto é inadmissível e pode prejudicar a reputação de um profissional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Resumindo:</strong></h3>
<ul>
<li>1º- Vamos  tornar a vida do utilizador mais fácil, para que ele fique mais  satisfeito e volte;</li>
</ul>
<ul>
<li>2º- Nós somos todos utilizadores de uma maneira ou de outra;</li>
</ul>
<ul>
<li>3º- A usabilidade deve ser uma prioridade;</li>
</ul>
<ul>
<li>4º- A compreensão da usabilidade, bem como a sua aplicação prática correcta,  depende muito da capacidade do webmaster conhecer bem o meio que o  rodeia;</li>
</ul>
<ul>
<li>5º- Uma das funções do webmaster será sempre a de avaliar periodicamente a  usabilidade do seu website;</li>
</ul>
<ul>
<li>6º- Verifica se o teu website responde com eficácia às chamadas perguntas  naturais (O que é isto? Onde Estou? Como utilizo? O que posso fazer?  etc&#8230;);</li>
</ul>
<ul>
<li>7º- O segredo reside no equilíbrio, ou seja, o teu website necessita  de ser esteticamente bem conseguido e  de respeitar os princípios  basilares da usabilidade;</li>
</ul>
<ul>
<li>8º- É importante tentarmos descobrir as &#8220;zonas quentes&#8221; dos nossos websites;</li>
</ul>
<ul>
<li>9º- Pensar em usabilidade é também privilegiar a lógica;</li>
</ul>
<ul>
<li>10º- O utilizador comum responde melhor a interfaces que tenham lógica porque eles são mais fáceis de compreender;</li>
</ul>
<ul>
<li>11º- Ao compreendermos o olhar humano torna-se mais fácil trabalharmos a  usabilidade de um website;</li>
</ul>
<ul>
<li>12º- Visitar um website é predominantemente uma experiência visual;</li>
</ul>
<ul>
<li>13º- Os utilizadores scanam as páginas;</li>
</ul>
<ul>
<li>14º- O problema da complexidade não está relacionado com a sua existência,  mas sim com a sua má utilização.</li>
</ul>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/D-1fkxbnejU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Nos últimos tempos a usabilidade tem sido uma das temáticas que mais tem ocupado o meu tempo. A preocupação em garantir a melhor experiência possível para o visitante, deve ser o objectivo de qualquer webmaster, o problema é que na web portuguesa às vezes nós progredimos a passo de caracol e surpreendentemente ainda se [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/usabilidade-porque-a-ignoramos/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">16</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/usabilidade-porque-a-ignoramos</feedburner:origLink></item><item><title>O conteúdo para captar um público específico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/gJA_bW40qRQ/o-conteudo-para-captar-um-publico-especifico</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Escola</category><category>Seo</category><category>webmarketing</category><category>como criar conteudo</category><category>conteúdo</category><category>conteúdo para um público específico</category><category>importância do conteúdo escrito</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Diogo Oliveira</dc:creator><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 15:30:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=2085</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: center"><a rel="attachment wp-att-2103" href="http://www.maistrafego.pt/o-conteudo-para-captar-um-publico-especifico/13440435_7f17699fde-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2103" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/07/13440435_7f17699fde1.jpg" alt="Escrita" width="562" height="375" /></a></p>
<h1>Introdução</h1>
<p>A Internet é uma rede onde circula a informação a uma velocidade enorme. Cada vez mais este meio de comunicação se tem difundido, e a forma de a Internet ser vista mudou bastante ao longo dos últimos anos, um pouco por toda a parte.</p>
<p>Se a Internet já foi um meio preferencial de busca de informação e conhecimentos, deu-se uma grande evolução e hoje a Internet é cada vez mais um meio de negócio associado à informação.</p>
<p>Mas, será que os modelos de negócio na Internet poderão singrar no mercado sem uma boa sustentação a nível de conteúdo?</p>
<p>Este artigo centra-se precisamente neste ponto. Quais as necessidades e exigências a nível de conteúdo para atingir um bom modelo de negócio e uma fonte de rendimentos.</p>
<h1>A importância de captar um público específico</h1>
<p>Primeiro que tudo, e como já foi abordado em outros artigos aqui colocados por outros autores, a especificidade do conteúdo leva a uma maior lealdade do público e uma maior captação de interesse.</p>
<p>Mesmo em termos de motores de busca e de web marketing, é bastante mais acertado optar por um tema específico do que desenvolver projectos ou negócios demasiado generalistas.</p>
<p>É certo que quem procura informações numa determinada área, ao encontrar um projecto exclusivamente focado nessa área terá uma maior tendência a seguir esse projecto de forma continuada e atenta, ao invés de tudo o que possa ser mais geral.</p>
<h1>O conteúdo para um público específico</h1>
<h2>Erros comuns na escrita de conteúdo</h2>
<p>Muitas pessoas acabam por criar projectos apenas com um fim lucrativo, por vezes escrevendo sobre temas sobre os quais nem sequer têm conhecimento. Esta prática criará diversos problemas: desde logo o facto de se estar a passar informação errada ou incompleta, acabando por levar o público a ter uma ideia errada da realidade sobre a qual queremos falar.</p>
<p>É também comum ver textos mal estruturados e com erros linguísticos, o que acaba por passar uma má imagem do autor e do seu projecto.</p>
<p>A escrita do &#8220;conteúdo para motores de busca&#8221; é também por vezes um erro. Com isto refiro-me ao excesso de palavras-chave ou ao excesso de expressões para atrair motores de busca, acabando por descurar a qualidade específica do texto e da informação. O tema de um texto e a informação a transmitir nunca devem ser postos em segundo plano, pois o mais importante e a principal base de sucesso é a sinceridade e a transmissão do conhecimento.</p>
<h2>Tópicos de construção de conteúdo</h2>
<p>Vistos os principais erros de escrita de conteúdo acima, é importante então perceber a forma correcta de agir.</p>
<p>Primeiro que tudo, se temos um projecto focado numa determinada área de conhecimento, é fundamental que sejamos nós próprios, como gestores de um projecto, capazes de fornecer e redigir informação adequada e que espelhe o nosso próprio conhecimento.</p>
<p>Depois, é também fundamental escrever com foco na informação, e não com foco nos rendimentos. O importante é manter a cabeça concentrada naquilo que se quer transmitir, e não logo no dinheiro que nos vai cair na conta após o eventual sucesso de um projecto.</p>
<p>Um cuidado especial com a linguagem utilizada e a estrutura do próprio texto é também fundamental.</p>
<p>Sou apologista de que os utilizadores leais acabam por ser sempre mais benéficos para o nosso projecto. É óbvio que um utilizador que procura informação terá mais tendência a acompanhar projectos cuja informação é por ele vista como mais séria, mais coerente. É aqui que entra tudo o que já foi falado, e é aqui que o nosso conteúdo poderá servir como uma forma de captar um público-alvo, um público específico.</p>
<h1>Conclusão</h1>
<p>Primeiro que todas as técnicas de Web Marketing ou SEO, devemos assegurar-nos que o nosso conteúdo é coerente e pode ser útil para o público que queremos atingir, pois só assim acabaremos por conseguir uma base sustentada para um bom modelo de negócio / fonte de rendimentos.</p>
<p>O primeiro foco deve ser no trabalho a fazer a nível de informação, e o resto acabará por vir por acréscimo.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/gJA_bW40qRQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Primeiro que todas as técnicas de Web Marketing ou SEO, devemos assegurar-nos que o nosso conteúdo é coerente e pode ser útil para o público que queremos atingir, pois só assim acabaremos por conseguir uma base sustentada para um bom modelo de negócio / fonte de rendimentos.</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/o-conteudo-para-captar-um-publico-especifico/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">8</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/o-conteudo-para-captar-um-publico-especifico</feedburner:origLink></item><item><title>Linkbuilding e Backlinks para sites novos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/sDoCkz9-72g/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Escola</category><category>Seo</category><category>webmarketing</category><category>como criar backlinks</category><category>Linkbuilding</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério</dc:creator><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 05:53:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=1977</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><strong><a rel="attachment wp-att-2067" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/backlinks2"><img class="aligncenter size-full wp-image-2067" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/backlinks2.jpg" alt="Backlinks para principiantes" width="580" height="280" /></a>O principal objectivo de quem cria um Website é colher os frutos daquilo que produziu, e no caso de Websites e Webmasters, o fruto mais apetecido é uma óptima posição nos motores de busca.</strong></p>
<p>Não há melhor reconhecimento do seu trabalho, do que o primeiro lugar.</p>
<p>O SEO não é uma ciência exacta, mas muitos concordam que backlinks é completamente essencial para a aquisição dos lugares cimentos nos motores de busca.</p>
<p>Penso que a maior dificuldade de alguém ao criar um site/blog novo é conseguir os primeiros backlinks, já que o principal objectivo de quem tem um website é ser encontrado pelos motores de busca, e os backlinks são das melhores formas para isso acontecer.</p>
<p>A ideia do post não é falar de SEO (que não é o meu forte), mas é necessário ter em mente alguns princípios de SEO. Como por exemplo, que a parte de SEO de um site pode ser dividido basicamente em 2 categorias.</p>
<ul>
<li>On page</li>
<li>Off page</li>
</ul>
<p>On Page é tudo aquilo que você faz no seu próprio site, como por exemplo tags H1, optimização nos títulos, keywords na URL (não apenas no domínio mas também através de URl&#8217;s amigáveis), metatags, descrição do site e keywords, densidade das palavras-chaves, etc.</p>
<p>Off Page é tudo aquilo que não é feito directamente no seu site, são links presentes noutras páginas para o seu site, publicidade comprada em outros sites, troca de links, etc.</p>
<p>Explicar as técnicas de SEO em poucas palavras é muito complicado, mas o mais importante a reter desta informação é saber que existem factores (uns mais fortes que outros) que irão determinar a posição onde a sua página irá aparecer para a pesquisa de diversas keywords. O certo é que ninguém conhece, com certezas, o algoritmo utilizado pelos motores de busca, e se alguém afirmar que conhece, o melhor mesmo é desconfiar da seriedade de tal afirmação.</p>
<p>Mas o certo é que são atribuídos “pontos” a cada factor, e é a soma desses mesmos “pontos” que irá determinar se a sua página vai ficar em primeiro, segundo ou mesmo décimo lugar numa pesquisa efectuada.</p>
<p>O interessante em relação ao SEO, é que é possivel testar vários métodos, e analisar aquilo que funciona melhor. Acredito ainda que não existe &#8216;certo&#8217; e &#8216;errado&#8217; quando se fala de SEO, mas existe sim aquilo que funciona e aquilo que não funciona, e a melhor forma de saber o que funciona é ir testando e vendo os resultados.</p>
<p>Seguindo esta linha de raciocínio é importante determinar os diferentes factores de uma campanha SEO.</p>
<ul>
<li>Quantidade de Links para o nosso site</li>
<li>Qualidade da origem dos links</li>
<li>Palavra-chave utilizada no &#8216;Anchor Text&#8217; dos Links</li>
<li>Palavra-chave no URL / Domínio</li>
<li>Quantidade de páginas indexadas</li>
<li><a href="http://dmoz.org">Dmoz (grátis)</a></li>
<li><a href="http://dir.yahoo.com/">Directório Yahoo </a>(us$299/ano)</li>
<li>Idade do domínio</li>
<li>On page SEO ( Title, Body, H1, Keyword Density, Image Tags, Internal Linking, PR)</li>
</ul>
<p>Alguns “pontos” são mais determinantes do que outros. Nos backlinks por exemplo, ter 1000 bakclinks em sites com PR0 ou PR1 é exactamente o mesmo que ter 2 ou 3 backlinks em sites com PR5+. No entanto para sites que estão agora a começar, conseguir esses backlinks em sites de PR5+ é muito complicado.</p>
<p>Digamos que para atingir 100% de SEO é necessário cobrir todas as áreas, mesmo as que valem apenas 1%.</p>
<h1>Métodos utilizados para conseguir backlinks.</h1>
<p>Mesmo não sendo nenhuma novidade, seguem aqui alguns métodos para conseguir backlinks, um dos “pontos” mais importantes de SEO.</p>
<h2>1. Comentários</h2>
<p>Comentar outros blogs ou até fóruns é uma óptima forma para criar links para o seu site. Não é importante se o tema do blog ou fórum é totalmente relacionado com o seu site, mas deverá ter em atenção alguns cuidados.</p>
<p>Nunca utilize palavras-chaves ou o nome do seu projecto, você é um pessoa e como tal deve utilizar o seu nome, nickname ou iniciais, é muita falta de educação utilizar palavras chaves nos comentários, apesar de ser prática normal e ser aceite pelo moderador/dono do site, não é<br />
educado.</p>
<p>Também não importa se é no-follow ou do-follow, é claro que do-follow é melhor, mas não perca tempo à procura de blogs/sites com comentários apenas do-follow.</p>
<p>É conveniente que faça comentários pertinentes, e tente pelo menos contribuir com algo. A regra básica é “é a dar que se recebe”.</p>
<h2>2. Compra de Links/Reviews</h2>
<p>É super comum e com um resultado muito positivo, mesmo que o valor seja algo excessivo, a compra de links. Na maioria dos casos os webmasters vendem links e reviews nos seus websites.</p>
<p>No entanto é preciso ter em atenção onde são colocados os links, pois se não forem colocados no blogroll não compensa, e no footer (rodapé) parecem spam e ninguém lhes presta atenção.</p>
<p>Se for comprar uma review, deve ter a certeza que o link é do-follow (já que você esta a pagar, mas muitos webmaster que tem a prática de vender reviews tem por regra meter a tag nofollow), e que pelo menos inclua dois links, caso contrário também penso que não compensa. Deve se também levar em conta que um blog PR5 quando vende uma review, esta mesma review ficará numa página PR0 e pode chegar até PR3+.</p>
<p>Review funciona melhor para tráfego, com o intuito de backlink também é bom, mas é necessário um bom site &#8216;autoritário&#8217; ou então um grande volume, caso contrário não é lá grande coisa.</p>
<h2>3. Troca de links</h2>
<p>Este método é muito utilizado já que não envolve valores monetários. Consiste na troca de um link por outro. Eu particularmente não gosto desta prática, já que existe uma teoria que diz que um link anula o outro, mas isso são apenas teorias…</p>
<p>Na prática, tem que encontrar blogs/sites em que queira trocar links, enviar um e-mail à administração do mesmo com a proposta e aguardar pela resposta. Mas tenha em atenção que se estiver a propor essa troca a um blog/site muito “superior” ao seu, é provável que a proposta seja recusada. Deverá ainda estar disposto a fornecer informações (PR, origem do tráfego e quantidade, público-alvo, etc).</p>
<p>Como disse antes acho uma perda de tempo, mas se quiser pode sempre visitar o fórum +trafego na secção <a title="Há  novas mensagens (Tópicos: 460, Mensagens: 3583)" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=85.0">À pala/freebies</a> onde a malta costuma oferecer troca de links.</p>
<h2>4. Link Bait</h2>
<p>O método de Link Bait funciona muito bem e é a forma mais rápida de conseguir backlinks, inclusive em sites autoritários. O Link Bait consiste na criação de um artigo para chamar a atenção dos outros, criar algo tão interessante ou raro ou mesmo controverso, que todos os bloggers ou webmasters vão querer comentar e deixar a sua opinião. Um Link Bait não pode ser feito de qualquer forma e por qualquer um, já que isso poderá ter o efeito desejado, por isso é importante que seja um artigo dedicado ao tema.</p>
<p>Um Link Bait pode ser algo inédito, engraçado (que poderá ter piada), uma crítica a uma personalidade (blogger, políticos e pessoas famosas em geral, empresas, serviços, etc), uma conspiração, ou até noticias falsas já foram utilizadas como link bait. A ideia é &#8220;mexer&#8221; com o emocional das pessoas de tal forma que as mesmas tenham algum tipo de reacção, mesmo que adversa, ao artigo em questão e se sinta obrigada a comentar, elogiar, critícar, etc&#8230;.</p>
<p>Um exemplo prático e recente que teve muito sucesso em Portugal foi o caso do <a href="http://www.iphoneportugal.com/">iPhonePortugal</a>, que ao publicar um vídeo com as peças do novo iPhone 4g obteve um numero absurdo de visualizações (500k+) e recebeu links de toda parte do mundo inclusive de excelentes sites autoritários (e já agora, mais um link neste artigo).</p>
<h2>5. Compra de links nas assinatura em fóruns</h2>
<p>É um método muito comum e funciona muito bem. Imaginem alguém fazer uma oferta ao <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=403">Asturmas</a> (administrador do fórum) para meter um link na sua assinatura, são praticamente 15.000 de uma única vez, e considerando a &#8220;autoridade&#8221; do +T, diria até que seria um excelente negócio.</p>
<p>Comprar links nas assinaturas funciona melhor em fórum não ligados ao &#8220;webmastering&#8221;, e é comum encontrar preços bem acessíveis nesse tipo de fórum, pois são pessoas que não tem interesse em fazer concorrência e nem querem perder tempo a criar sites, o único cuidado é na abordagem, escreva de forma profissional e não deixe margem para o destinatário pensar que é algum tipo de scam, convém antes de contactar o membro que se tenha alguma reputação junto a comunidade.</p>
<p>Apesar de ser prática comum, essa técnica perdeu muito peso recentemente, mas ainda vale a pena como um recurso extra e é sempre uma excelente forma de conseguir mais backlinks.</p>
<h2>6. Perfil</h2>
<p>Esta é na minha opinião a melhor forma de criar backlinks para o seu site, principalmente quando o site é novo e não tem “muito” a oferecer.</p>
<p>Este método consiste em procurar por sites onde seja possivel criar uma página de perfil e colocar o link para o seu site, funciona muito bem e o esforço exigido é mínimo comparado com outros métodos, já que o único trabalho que terá é na criação do seu perfil que ficará visível quase que eternamente.</p>
<p>O objectivo deste artigo é falar sobre linkbuilding, mas não na campanha de linkbuilding como um todo, que é um processo que nunca termina, mas como uma parte a ser adicionada a campanha.<br />
Além da forma tradicional que conhecemos que é trocar links com outros webmasters, ou de criar linkbait e esperar as pessoas “linkarem” ao nosso site, quero mostrar como criar os seus próprios backlinks, isto é, colocar nosso próprio link em sites com alguma autoridade. Ou seja, criar perfil em sites que permitam a criação de perfil e ainda indicar o link para o nosso site e dessa forma receber um &#8220;boost&#8221; inicial ao nosso website recém criado e ainda &#8217;sem valor&#8217;.</p>
<p>Não se trata de fazer spam em comentários ou fóruns (que por acaso também funciona, mas que não é aconselhável), mas sim, de criar páginas de perfil em sites considerados “authority”e deixar lá o nosso link.</p>
<p>A ideia é utilizar sites com algum PR para criar páginas com o nosso perfil com o anchor text de nossa escolha e com o link para a nossa página, aumentando assim o tráfego e os backlinks para o nosso website.</p>
<p>Atenção que você não vai ter um link PR6/7 para o seu site, mas sim numa sub-página sem PR, porem, pelo simples facto da página em questão pertencer a um domínio forte, isso automaticamente fortalece o vosso site.</p>
<p>O método de criar backlinks em páginas de perfil</p>
<p>Antes de começar é necessário conhecer as diferentes formas de publicar um link, os códigos mais utilizados são;</p>
<ol>
<li><strong> html</strong>:&lt;a href=&#8221;http://www.seudominio.com&#8221;&gt;Palavra chave&lt;/a&gt;</li>
<li> <strong>bbcode</strong>:[url=http://www.seudominio.com] Palavra chave [/url]</li>
<li><strong>textile</strong>:&#8221; Palavra chave &#8220;:http://www.seudominio.com</li>
<li><strong>wikimarkup</strong>:[url: Palavra chave |http://www.seudominio.com]</li>
<li><strong>wiki2</strong>:[http://www.seudominio.com| Palavra chave]</li>
<li><strong>regularwiki</strong>:[http://www.seudominio.com Palavra chave]</li>
</ol>
<p>A ideia consiste em encontrar sites que permitam a criação de páginas de perfil, registar-se e criar o perfil, esse técnica pode ou não ser considerada SPAM, depende do ponto de vista, isso é tão SPAM como criar mais do que uma conta no Twitter, Facebook, etc.</p>
<p>A única coisa que faremos é criar um perfil em sites que permitem a criação de perfil. Não vamos enviar mensagens ao membros ou mesmo publicar algo que seja irrelevante, vamos ter apenas um perfil com o nosso link.</p>
<p>Exemplos de sites para criar backlinks<br />
Um exemplo é o site http://mises.org/</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2045" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/backlinks1"><img class="aligncenter size-full wp-image-2045" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/backlinks1.jpg" alt="como criar backlinks" width="580" height="280" /></a></p>
<p>para fazer o registo e a dica de footprint;</p>
<p>http://mises.org/Community/user/CreateUser.aspx?ReturnUrl=</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2048" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/registro"><img class="aligncenter size-full wp-image-2048" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/registro.jpg" alt="sites para backlinks" width="580" height="280" /></a></p>
<p>e um exemplo de uma página de perfil com o link;<br />
http://mises.org/Community/members/jwilson/default.aspx<a rel="attachment wp-att-2052" href="http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/perfil-com-backlink"><img class="aligncenter size-full wp-image-2052" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/perfil-com-backlink.jpg" alt="" width="580" height="280" /></a></p>
<h3>Onde e como encontrar sites para criar backlinks</h3>
<p>Existem várias formas de encontrar esse tipo de sites, onde é permitido criar uma conta, construir o seu perfil e deixar um link para o seu site.</p>
<p>Uma das técnicas mais simples para esse efeito é procurar por &#8216;footprints&#8217; (pegadas) em determinados sites e através do google encontrar outros sites que utilizam o mesmo software/script para criamos a nossa conta.</p>
<p>Fica aqui um exemplo de footprint e de como procurar por exemplo sites que utilizam a mesma plataforma do exemplo acima:</p>
<p>no google pesquise por;</p>
<blockquote><p>&#8216;allinurl: user/CreateUser.aspx?ReturnUrl=&#8217;</p></blockquote>
<h3>Muito Importante &#8211; Utilize uma única técnica de cada vez</h3>
<p>Algo que é de uma importância enorme é quando se cria uma campanha de backlinks é monitorar os resultados, e só é possivel monitorar os resultados se você esta utilizando uma única técnica.</p>
<p>Um dos principais erros de quem esta começando é tentar tudo e mais um pouco ao mesmo tempo, ou “atirar para todos os lados para ver se acerta alguma coisa” gastando assim um tempo muito precioso em técnicas que geralmente não resultam (ou podem vir a resultar) mas que sem o seu monitoriamento cuidado é difícil saber se estão a obter o resultado pretendido.</p>
<p>O ideal é aplicar um único método, seja ele qual for, e analisar os resultados, se funcionar, óptimo é seguir com o método até deixar de funcionar, se não funcionar é abandonar o método e testar outro. Desta forma é possivel concentrar todos os nossos esforços naquilo que funciona e não perder tempo naquilo que não funciona.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Como em tudo na vida, deverá usar com moderação e bom senso, já que estamos a utilizar o site de outra pessoa para o seu próprio benefício. O melhor é mesmo portar-se “bem”, não fazer spam, e não utilizar o seu perfil para publicitar sites ilegais e/ou adultos ou casinos. É óbvio que se exagerar e colocar 50 links para sites duvidosos o mais natural é que nada funcione.</p>
<p>É uma técnica simples, whitehat, e legal, disso não há dúvidas, se fizer o trabalho bem feito verá o resultado dentro de algum tempo (nunca menos que 3 meses).</p>
<p>Boa sorte e sucesso!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/sDoCkz9-72g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O principal objectivo de quem cria um Website é colher os frutos daquilo que produziu, e no caso de Websites e Webmasters, o fruto mais apetecido é uma óptima posição nos motores de busca.
Não há melhor reconhecimento do seu trabalho, do que o primeiro lugar.
O SEO não é uma ciência exacta, mas muitos concordam que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">39</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/linkbuilding-e-backlinks-para-sites-novos</feedburner:origLink></item><item><title>Barreiras e Obstáculos – O Bicho de 7 Cabeças</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/rcKCtv5eCjU/barreiras-e-obstaculos-o-bicho-de-7-cabecas</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Escola</category><category>barreiras</category><category>decisões</category><category>erros</category><category>motivação</category><category>obstáculos</category><category>projectos</category><category>sucesso</category><category>vontade</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carlos Gonçalves</dc:creator><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 01:30:54 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=2010</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2020 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/obstaculos.jpg" alt="obstaculos" width="560" height="260" /></p>
<p>Haverá sempre barreiras e obstáculos entre onde estás actualmente e onde queres vir a estar, mas se a tua força de vontade for grande, irá sempre superar. Provavelmente irás gastar muito tempo e dinheiro com os obstáculos que te surjam, e podes até conseguir ultrapassar a maioria deles, no entanto, no dia em que encontrares uma barreira ou um obstáculo que seja maior do que a tua força de vontade, tenderás a desistir. Esta é a má notícia. Os obstáculos que encontrares podem ser intimidativos, podem atrasar-te no caminho do teu objectivo, podem ser difíceis, podem dar-te dores de cabeça, e é quando menos esperas que eles aparecem, e facilmente podes perder o rumo.</p>
<blockquote>
<h2>As nossas vidas são o somatório das nossas decisões.</h2>
</blockquote>
<p>E é assim que começamos o artigo de hoje.</p>
<p>Todos nós detestamos perder coisas, é da própria natureza humana. Desde a altura em que perdemos o nosso primeiro dente percebemos que a perda causa sofrimento, por isso mesmo não gostamos de perder dinheiro ou de desistir dos nossos projectos, em suma, <strong>detestamos perder</strong>.</p>
<p>A aversão à perda significa que damos mais valor ao que temos a perder do que ao que podemos ganhar.</p>
<blockquote>
<h2>Damos mais valor ao que temos a perder do que ao que podemos ganhar.</h2>
</blockquote>
<p>Esta aversão à perda significa igualmente que a forma como se formula uma pergunta afecta o resultado. As escolhas envolvem, frequentemente, compromissos. Pergunta a ti próprio do que precisas de abdicar para tomares uma decisão. De seguida coloca a pergunta de maneira diferente, imagina que não possuis aquilo que deves abdicar, quanto pagarias para a comprar?</p>
<p>Temos que ter conhecimento da nossa aversão à perda de coisas, mas claro que o conhecimento por si só não irá tornar o processo mais fácil.</p>
<p>Se não tens conhecimento da tua aversão à perda, estarás sempre receoso com as barreiras e obstáculos que se vão deparar no teu caminho, e se é assim que pensas, está na hora de mudares a tua visão. As barreiras e os obstáculos estão lá por um propósito muito definido: <strong>separar a inconsequência e a paixão</strong>.</p>
<h1>Estabelecer Objectivos</h1>
<p>É imprescindível que ao iniciares um novo projecto, definas muito bem os objectivos do mesmo, esse conjunto de objectivos é o que te confere um caminho de orientação para as tuas decisões, no sentido que progridas numa direcção. Os objectivos explicam-te o que pretendes alcançar com o teu projecto, com um carácter temporal. Estes são essenciais na gestão do teu site, na medida em que esclarecem onde queres chegar e como podes avaliar se o estás a conseguir.</p>
<p>Deves ter sempre em consideração que os objectivos devem respeitar 4 critérios:</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-2015 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/objectivos-297x300.png" alt="objectivos" width="297" height="300" /></p>
<p>É a partir daqui que os obstáculos e as barreiras surgem.</p>
<p>O Fórum do maistrafego tem de tudo, e é o melhor lugar para irmos buscar exemplos reais.</p>
<blockquote><p><em>Não é a questão de me estar a borrifar..<br />
Já tenho leitores sufecientes , nunca comprei alojamento nem dominio..<br />
Epah não sei quase nada , ou nada..<br />
Tenho cerca de 60 visitas diarias , o que já é optimo..<br />
Talvez arranje dominio ou alguma alma caridosa me ajude a comprar xD de resto não sei não..</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>In: </em><a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?topic=21638.msg258902#msg258902"><em>+t</em></a></p>
</blockquote>
<p>Ora, o autor do post, contenta-se por ter 60 visitas diárias, o objectivo é mensurável, mas falha logo no segundo critério, não tem um elevado grau de desafio, o que torna o objectivo estabelecido simples, acredito que muitas pessoas consigam lá chegar. Na outra face está, quanto mais complexo, mais difícil é de concretizar esse objectivo.</p>
<h1>A Força de Vontade</h1>
<p>A maioria das pessoas, quando se depara com uma barreira ou um obstáculo, o que fazem é desistir. É por isso que vemos inúmeros projectos a serem vendidos, pelas mais diversas razões. Quantos aqui se enquadram no que disse? Quantos mais se irão enquadrar?</p>
<p>Quem vos garante que se tentarem ultrapassar esse obstáculo não terão sucesso?</p>
<p>O que importa é ter alguma compostura e perspectiva perante essa barreira / obstáculo. Não se deixem enredar pelo desfecho a curto prazo, porque o que acontece a longo prazo pode ser bem diferente.</p>
<p>Se ficarmos demasiadamente presos nos desfechos de curto prazo não conseguimos perceber que podem tornar-se diferentes a longo prazo.</p>
<blockquote>
<h2>Precisamos de nos manter focados no longo prazo.</h2>
</blockquote>
<p>Há uma história que diz o seguinte:</p>
<blockquote><p>Certa vez havia um sábio agricultor chinês perdeu um dos seus cavalos.<br />
Quando o vizinho foi consolá-lo, o agricultor disse:<br />
“Quem sabe o que é bom ou mau?”</p>
<p>Quando o cavalo dele voltou no dia seguinte, trazia consigo um bando de outros cavalos que lhe seguiram, o vizinho foi felicitá-lo pela sua boa fortuna.<br />
“Quem sabe o que é bom ou mau?”, disse o agricultor.</p>
<p>Quando então o filho do agricultor partiu a perna ao tentar montar num dos novos cavalos, o vizinho foi consolá-lo de novo.<br />
“Quem sabe o que é bom ou mau?”, disse o agricultor.</p>
<p>Quando o exército passou convocando os homens para a guerra, deixaram o filho do agricultor por causa da perna partida.<br />
Quando o vizinho foi felicitar o fazendeiro pelo facto do seu filho ter sido poupado, de novo o agricultor disse:<br />
“Quem sabe o que é bom ou mau?”</p>
<p>Quando podemos esperar que esta história termine?</p></blockquote>
<p>Por outro lado, tendemos sempre a considerar apenas um único desfecho possível, como o vizinho do agricultor, em vez de considerar todos os desfechos possíveis. Se fores um pessimista, tenta obrigar-te a pensar no melhor desfecho, pois no reverso, os outros irão sempre partir do princípio que as coisas correm sempre bem. Se fores um desses optimistas, tenta pensar no que poderia correr mal.</p>
<blockquote>
<h2>Se pudermos evitar ficar cegos com o que esperamos que aconteça, podemos ultrapassar melhor os obstáculos.</h2>
</blockquote>
<h1>Tentar, falhar e Continuar</h1>
<p>É mais que sabido, que uma pessoa que tenta, falha e continua tem mais valor que aquela que tenta, falha e pára. No <a href="http://www.portugal-a-programar.org/forum/index.php/topic,45123.msg338307.html#msg338307">P@P</a>, várias pessoas partilham dessa opinião, ninguém toma decisões sem cometer erros, porém não se deve repetir o mesmo erro duas vezes. Não é preciso ir muito longe, lanço-vos o desafio de responderem a esta questão, <strong>aprenderam mais nos vossos projectos de sucesso, ou naqueles que cometeram vários erros?</strong></p>
<p>Provavelmente a maioria vai responder nos projectos em que erraram. Pois o “erro certo” ensina-nos mais que todo o sucesso no seu conjunto.</p>
<p>O problema é que à medida que envelhecemos e nos tornamos mais experientes, sentimos orgulho no facto de cometermos cada vez menos erros. Somos bons no que fazemos e isso significa não fazer asneiras, certo?</p>
<p>O problema é que, quanto menos erramos, menos aprendemos. Para se ser bom em algo, para nos distinguirmos dos demais, regra geral, é preciso cometer erros.</p>
<h1>Analogia</h1>
<p>Para melhor percebermos toda esta questão, podemos usar uma analogia engraçada, quem é que nunca jogou na sua consola ao Sonic? No final de cada nível existia sempre o boss final, o boss é mais complicado de vencer, regra geral, que o próprio nível.</p>
<p>Se considerarmos as barreiras e os obstáculos o boss final do nosso nível, podemos prepararmo-nos para ele, estudando-o e definindo uma estratégia para o derrubar. Tornando-nos mais fortes para as adversidades seguintes.</p>
<h1>Conclusão</h1>
<p>Podemos assim concluir que as barreiras ajudam-nos a filtrar quem realmente merece atingir os objectivos. Ajudam-nos a eliminar a concorrência, pois se o objectivo é mensurável, com um elevado grau de desafio mas realista e atingível, é um factor de distinção para quem o alcançar.</p>
<p>Espero que após este artigo, vejam os obstáculos e as barreiras de outra forma, principalmente que não os vejam como vossos adversários, e sim como aliados, pois são estes que vos permitem evoluir e a tornarem-se melhores.</p>
<p><strong>Bons projectos!!!</strong></p>
<div style="width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/obstaculos.jpg<a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/obstaculos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2020" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/obstaculos.jpg" alt="obstaculos" width="670" height="273" /></a></div>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/rcKCtv5eCjU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Haverá sempre barreiras e obstáculos entre onde estás actualmente e onde queres vir a estar, mas se a tua força de vontade for grande, irá sempre superar. Provavelmente irás gastar muito tempo e dinheiro com os obstáculos que te surjam, e podes até conseguir ultrapassar a maioria deles, no entanto, no dia em que encontrares [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/barreiras-e-obstaculos-o-bicho-de-7-cabecas/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">6</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/barreiras-e-obstaculos-o-bicho-de-7-cabecas</feedburner:origLink></item><item><title>Site do Mês de Maio – Vota!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/4jf1Iv-jKCs/site-do-mes-de-maio-vota</link><category>+tráfego</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carlos Gandra</dc:creator><pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:29:40 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=1987</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1999" href="http://www.maistrafego.pt/?attachment_id=1999"></a><a title="Site do Mês de Maio" rel="attachment wp-att-2000" href="http://www.maistrafego.pt/site-do-mes-de-maio-vota/site-do-mes-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2000" title="site-do-mes" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/site-do-mes.jpg" alt="" width="620" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Está aberto mais um concurso para premiar os melhores sites e valorizar os webmasters! Entre vários sites apresentados durante o mês de Maio, os melhores foram nomeados e, entre estes, apenas um ganhará o 1º lugar &#8211; vota e ajuda a decidir quem vence o pódio!</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a title="Site do Mês de Maio" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?topic=21906.0">Ver Sites e Votar!</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">À semelhança das edições anteriores, o site vencedor terá um post de  apresentação aqui no +tráfego. Que ganhe o melhor!</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ainda não apresentaste o teu site?</h2>
<p style="text-align: justify;">Então de que estás à espera? Cria um post apresentando devidamente o teu projecto na <a title="Promoção de Sites" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=35.0">Promoção de Sites</a> ou <a title="Promoção de Blogs" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=39.0">Promoção de Blogs</a> (conforme se adequar) e fica atento aos comentários, quase sempre criticos mas quase sempre certos, bem como ás eventuais nomeações&#8230; quem sabe no concurso do próximo mês, o teu site não é um dos candidatos?</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/4jf1Iv-jKCs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Está aberto mais um concurso para premiar os melhores sites e valorizar os webmasters! Entre vários sites apresentados durante o mês de Maio, os melhores foram nomeados e, entre estes, apenas um ganhará o 1º lugar &amp;#8211; vota e ajuda a decidir quem vence o pódio!

Ver Sites e Votar!

À semelhança das edições anteriores, o site [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/site-do-mes-de-maio-vota/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/site-do-mes-de-maio-vota</feedburner:origLink></item><item><title>Direitos De Autor: Da Cópia ao Plágio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/kJOz6BGVDa8/direitos-de-autor-da-copia-ao-plagio</link><category>Categorias</category><category>Escola</category><category>webmarketing</category><category>cópia</category><category>direitos de autor</category><category>plágio</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Wanderley</dc:creator><pubDate>Sat, 12 Jun 2010 08:51:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=1946</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/da-copia-ao-plagio.jpg"><img class="size-full wp-image-1950 aligncenter" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/da-copia-ao-plagio.jpg" alt="Direitos De Autor: Da Cópia ao Plágio" width="560" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Deixem-me primeiro revelar que eu, juntamente com um pequeno grupo de utilizadores aqui do Mais Tráfego, tenho sido uma das pessoas que mais se pronunciou sobre os problemas recorrentes com os direitos de autor na web nacional. Mas não me interpretem mal, não quero transmitir a mensagem de que sou o maior moralista de todos os tempos, pelo contrário sempre que abordo esta temática, tenho o cuidado de apontar situações específicas em que de facto a cópia grosseira ou plágio são um problema muito sério.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Decidi escrever este artigo, porque ele se enquadra num conjunto de matérias base que qualquer webmaster ou aspirante a webmaster deve dominar, sob pena de mais cedo ou mais tarde vir a sofrer as consequências de um acto que poderia ser perfeitamente evitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se leres com atenção o título do artigo, vais reparar que nele existe uma separação estranha entre o conceito de &#8220;<strong>cópia</strong>&#8221; e de &#8220;<strong>plágio</strong>&#8220;. Analisando os termos na sua essência, uma divisão parece não fazer sentido porque os dois significam o mesmo, no entanto na <strong>Internet</strong> as coisas mudam um pouco de figura.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1º- O Plágio É Um Crime</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já estamos todos fartos de saber que o plágio é um crime</strong>, talvez não seja o maior crime do mundo, mas não deixa de ser um crime. Trata-se <strong>claramente de uma violação dos direitos de autor</strong> e como tal os visados, se assim o quiserem, podem agir legalmente e caso existam provas sólidas, o mais certo é que ganhem o processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dito isto, é preciso relembrar que <strong>nem todas as cópias são plágios</strong> e que uma acção legal só se justifica em situações extremas. Com a leitura deste artigo vais perceber que a ocorrência do plágio depende de diversos factores e que nem tudo é tão claro como devia ser.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2º- Estás na Internet, Vais Ser Copiado</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Isto chama-se <strong>Internet</strong> e a sua principal filosofia, é e sempre foi a <strong>partilha livre de conteúdos e ficheiros</strong>. Com o tempo ela foi deturpada é verdade, mas apesar disso continua a ser predominante e seguida pela maior parte dos utilizadores. Isto significa <strong>que se tu não queres ser copiado, então o melhor é não colocares o teu conteúdo na Internet</strong>, porque mais cedo ou mais tarde isso vai acontecer, aliás acontece com todos.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade é que <strong>é virtualmente impossível impedir as cópias na Internet</strong>, chamem-lhe uma falha do sistema ou o preço a pagar por toda a liberdade que temos na web, mas isto é um facto! Portanto de nada te vale andares demasiado obcecado com as cópias, ou tentar proteger ao máximo o teu conteúdo, pois a partir do momento em que os utilizadores podem aceder ao teu website ou blogue, é sempre uma questão de tempo até lhe &#8220;<strong>roubarem</strong>&#8221; alguma coisa.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3º- A Colocação De Fonte Não É Garantia De Imunidade</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O que está na moda hoje em dia são as célebres colocações das fontes. Ou seja, um utilizador faz <strong>copy/paste</strong> de um determinado artigo de um website, coloca a fonte no final e republica o mesmo artigo. Apesar desta ser uma prática comum, é importante que os webmasters saibam que <strong>a colocação de fonte, só por si, não garante qualquer tipo de imunidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existem</strong> basicamente <strong>dois tipos de websites</strong> na web, <strong>aqueles que permitem a republicação dos seus conteúdos e aqueles que não permitem</strong>. A primeira coisa que devemos fazer caso encontremos algum tipo de conteúdo que nos interesse republicar, é verificar nos &#8220;<strong>Termos De Utilização</strong>&#8221; se os proprietários permitem a republicação dos seus conteúdos. Dito isto, a grande realidade é que:</p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: center;"><strong>&#8220;A maior parte dos websites não autoriza a republicação do seu conteúdo&#8221;</strong></h4>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Pois é, grande parte dos websites não permite que o seu conteúdo seja copiado de nenhuma forma, nem sequer mediante a colocação de fonte. Isto significa que quando tu copias um artigo de um desses websites com &#8220;<strong>fonte</strong>&#8220;, estás na mesma a colocar-te numa situação delicada, talvez não seja tão grave como um plágio descarado e não há dúvidas que a &#8220;<strong>fonte</strong>&#8221; funciona como uma atenuante, mas mesmo assim é algo que não se deve fazer.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4º- Projectos Que Recorrem Constantemente ao Copy/Paste Não Têm Muito Valor</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Eu não sou totalmente contra o <strong>copy/paste</strong>, tal como referi em cima, existem websites que permitem a republicação dos seus conteúdos e esta é também uma prática muito comum na Internet. Mas como em tudo na vida, também neste caso existe a forma correcta e errada de se proceder.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um copy/paste ocasional e desde que seja autorizado, obviamente que pode ser uma mais valia e uma forma válida de propagar informação interessante para os leitores</strong>. Contudo quando um determinado website recorre constantemente a esta prática, estamos perante um grande problema:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>1º-</strong> Projectos que vivem do copy/paste não são bem vistos aos olhos dos motores de busca porque são considerados conteúdo duplicado;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>2º-</strong> O acto em si significa que o autor do projecto optou pelo facilitismo e limita-se a copiar o que outros escrevem, que mesmo sendo feito de forma legal, revela falta de profissionalismo;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>3º-</strong> O leitor moderno está mais evoluído e também ele tem cada vez mais tendência a desvalorizar projectos sem conteúdo original;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>4º-</strong> Perante outros webmasters este tipo de projectos revelam o amadorismo dos seus criadores e como tal a sua reputação é prejudicada.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Eu sei que por esta altura talvez tu já estejas com vontade de fazer a seguinte pergunta:</p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Mas há muitos websites que recorrem frequentemente ao copy/paste e têm sucesso&#8221;</strong></h4>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Sim, apesar do copy/paste não ser recomendado e o conteúdo duplicado ser prejudicial, a realidade é que muitos projectos cresceram e afirmaram-se no mercado recorrendo a esta prática. Mas apesar destes casos esporádicos de sucesso, é preciso entender que <strong>os motores de busca de hoje não são os mesmos de há 5 anos atrás</strong>, eles <strong>estão muito mais evoluídos</strong> e detectam com mais facilidade estes casos. Não tenha dúvidas que daqui a 5 anos eles estarão ainda melhores, o que significa que websites que recorrem constantemente a esta prática vão acabar por ser penalizados e recentemente temos visto muitos exemplos disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é por acaso que no <a href="http://forum.maistrafego.pt/"><strong>fórum</strong></a>, nós criticamos muito os projectos apresentados que &#8220;<strong>passam das marcas</strong>&#8221; no que a copy/paste diz respeito. A maior parte de nós conhece muito bem o <strong>valor do conteúdo original</strong> e em última instância é ele que vai fazer sempre a diferença. Tenha cuidado, prepare-se para o futuro e <strong>produza mais conteúdo único</strong>, ou um dia destes vai reparar que o seu projecto &#8220;<strong>desapareceu</strong>&#8221; dos motores de busca.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5º- O Copiador E O Plagiador</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Voltemos ao título, como eu já tinha dito, ele parece ser um pouco absurdo. Eu tenho consciência que na vida real &#8220;<strong>cópia</strong>&#8221; e &#8220;<strong>plágio</strong>&#8221; são sinónimos, o problema é que na virtual tudo está sujeito a uma interpretação e na minha missão de tentar ser o mais realista possível ao abordar esta temática, eu sou obrigado a dizer:</p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Todo o plagiador é copiador, mas nem todo o copiador é plagiador&#8221;</strong></h4>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">E porquê que eu escrevo esta frase? Bem, não há há dúvidas que os dois copiam, os dois cometem um acto ética e legalmente condenável. Mas do meu ponto de vista existe uma distinção que deve ser feita e está relacionada com aquele que eu gosto de chamar de <strong>&#8220;factor chave&#8221;</strong>, que determina quando estamos perante um copiador ou plagiador, <strong>a recorrência.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Colegas webmasters, a recorrência ao acto é que no fundo pode separar uma pessoa que copia daquela que plagia. Vamos a alguns exemplos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>1º Caso</strong> &#8211; Eu tenho um website em que não autorizo de forma nenhuma a republicação dos conteúdos, mas encontro um website que o fez e colocou a fonte com link para o artigo original do meu website. Decido investigar mais e reparo que o website que copiou o conteúdo do meu, apenas republicou um único artigo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esta continua a ser naturalmente uma cópia não autorizada, mas a colocação do link e o facto de não existir recorrência ao acto, servem de atenuantes neste caso. Repare que ele colocou o link para o artigo original, só isto retira qualquer vantagem que ele pudesse ter perante os motores de busca e apesar desta ser uma infracção das regras do website visado, estamos perante um copiador esporádico e não uma situação grave de plágio.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>2º Caso</strong> &#8211; Eu tenho um website que autorizo a republicação mas exijo a colocação de fonte e encontro outro website que me andou a copiar o conteúdo e nem sequer colocou a fonte. Pior do que isso, ele ainda alterou o conteúdo como se fosse ele o autor e fez o mesmo a vários artigos do meu website.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O segundo caso é muito mais sério do que o primeiro, aqui sim estamos perante um plagiador, com a agravante de recorrer ao acto e de ainda dar a entender que é ele o autor do conteúdo. Isto é o que eu chamo de <strong>plágio</strong> ou <strong>cópia grosseira</strong> e basta você juntar as provas e tomar medidas para impedir que o crime continue a passar impune.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que <strong>uma grande precentagem destas situações costuma ficar resolvida sem envolver tribunais</strong>, a má notícia é que quando envolve tribunais custa algum dinheiro. De seguida ficam algumas medidas que deve tomar caso se depare com uma situação extrema de plágio:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>1º-</strong> Abordar o plagiador e exigir que retire os conteúdos ou os coloque de acordo com as regras do website;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>2º-</strong> Caso o plagiador te ignore e se depois de inúmeras tentativas ele continuar sem responder ou recusar-se a retirar o conteúdo plagiado, experimenta abordar a empresa responsável pelo alojamento desse website. Apesar de ela não ser obrigada a agir, a realidade é que nenhuma empresa gosta de estar associada a um website que recorre a estas práticas porque no fundo a sua reputação também acaba por estar em jogo. Geralmente as empresas de alojamento costumam ser impecáveis, muitas vezes pedindo provas ou investigando elas próprias a situação. Caso verifiquem que você tem razão, elas podem abordar o seu cliente e exigir a remoção do conteúdo que viola os direitos de autor sob pena de cancelarem a conta.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Com um pouco de sorte e se a empresa de alojamento estiver do teu lado, então o problema acaba por &#8220;<strong>morrer</strong>&#8221; aqui. No entanto a empresa pode recusar qualquer responsabilidade e nesse caso a luta continua.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>3º-</strong> Em último caso tu podes solicitar ajuda legal junto de um advogado. Na maior parte das vezes um contacto é o suficiente para que a situação seja rectificada. Se mesmo depois do contacto do teu representante legal, o plagiador se recusar a retirar o conteúdo que viola os direitos de autor, então deves partir para um processo crime por violação dos direitos de autor e caso as provas sejam claras, vais ganhar com facilidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Não te esqueças que estas medidas só devem ser tomadas em situações graves de plágio, até porque projectos mais pequenos não se podem dar ao luxo de iniciar processos legais que envolvem alguns custos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6º- A Tradução Literal É Uma Forma De Plágio</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Se algumas pessoas pensavam que a tradução não poderia ser considerada uma forma de plágio, todas elas mudaram de opinião depois da recente polémica que envolveu um blogue bem conhecido pelos membros do nosso <a href="http://forum.maistrafego.pt/"><strong>fórum</strong></a> e outro que é uma referência internacional. Não vou dar detalhes sobre o que aconteceu, porque o passado já lá vai, mas aproveito para tocar um pouco nesta questão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se nós traduzirmos literalmente um artigo, ou até mesmo traduzirmos 5 parágrafos de um artigo com 7 parágrafos, nós estamos efectivamente a plagiar e isto é ponto assente</strong>! Podemos retirar ideias, podemos ir buscar inspiração, mas nunca devemos copiar frase a frase, porque isso revela falta de profissionalismo e porque acabamos sempre por ser apanhados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um texto escrito por um determinado autor, é algo muito pessoal</strong>, ao copiarmos esse texto, independentemente da língua em que ele foi escrito, <strong>estamos a roubar os seus pensamentos, as suas ideias</strong>. A tradução literal de textos é um crime, alguns webmasters recorreram ou recorrem a ela, porque é de certa forma uma maneira de dar a volta aos motores de busca e apresentar conteúdo que é aparentemente original, quando na realidade não o é.</p>
<p style="text-align: justify;">Costuma-se dizer que hoje em dia quase nada é original e que inevitavelmente vamos encontrar textos semelhantes em línguas diferentes, mas <strong>uma coisa é haver semelhanças entre dois textos e outra é eles serem praticamente iguais</strong>. De qualquer forma os motores de busca estão cada vez melhores e não tarda nada estão a detectar com eficácia até as traduções literais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>7º- As Imagens E Os Direitos De Autor</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Cá está mais uma questão que sempre que é colocada pelo nosso <a href="http://forum.maistrafego.pt/"><strong>fórum</strong></a>, costuma resultar em conversas muito interessantes. Nesta vou mudar um pouco o formato e colocar perguntas e respostas pois parece-me que será um método esclarecedor.</p>
<ul>
<li>
<h4 style="text-align: justify;">1º &#8211; Coloquei uma imagem no meu website sem autorização. Estou a violar os direitos de autor?</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reposta</strong>: Sim!</p>
<ul>
<li>
<h4 style="text-align: justify;">2º &#8211; Então milhões de websites violam os direitos de autor?</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resposta</strong>: A triste realidade é que sim, são muitos os websites que violam os direitos de autor no que a imagens diz respeito. Tu provavelmente já numa determinada altura deves ter colocado uma imagem que encontras-te no Google no teu website. Se já o fizeste então o mais certo é teres violado os direitos de autor.</p>
<ul>
<li>
<h4 style="text-align: justify;">3º &#8211; Então não devo usar imagens sem autorização?</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resposta</strong>: Não!</p>
<ul>
<li>
<h4 style="text-align: justify;">4º &#8211; Mas posso usar essas imagens se me apetecer?</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resposta</strong>: Sim!</p>
<ul>
<li>
<h4 style="text-align: justify;">5º &#8211; Então não devo mas posso? Mas tu estás louco?</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Vamos parar aqui com as questões e começar a reflectir melhor sobre toda esta situação, que é muito mais complexa do que se pode imaginar. <strong>A resposta curta é que não se deve utilizar nenhuma imagem sem autorização</strong>, a resposta longa é que <strong>as imagens estão na Internet e que dependendo da sua importância elas podem ser reutilizadas tantas vezes que pelo meio ninguém sabe a sua origem.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A realidade é que é monitorizar a utilização indevida de imagens, é infinitamente mais difícil de monitorizar a dos textos</strong>. Têm havido alguns casos, nomeadamente no estrangeiros de processos movidos e websites que tiveram alguns problemas, mas digamos que eles são uma &#8220;<strong>gota de água</strong>&#8221; de um oceano virtual enorme.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto faz com que estejamos num terreno um pouco &#8220;<strong>escorregadio</strong>&#8221; onde é difícil delinear os limites. A minha opinião pessoal é que não temos nem tempo, nem dinheiro para &#8220;<strong>atacar</strong>&#8221; em todas as frentes e como tal <strong>é necessário estarmos concentrados em casos específicos</strong>. Como é que podemos tentar fazer isso? Talvez <strong>analisando as imagens pelo seu valor</strong> e apontando os tais casos específicos. Vamos a alguns exemplos de situações em que a utilização de imagens sem autorização pode criar problemas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h4>1º- Utilização de logótipos ou recursos visuais de outro website.</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esta é a conhecida situação em que um website roubou literalmente as imagens de outro e colocou-as no seu como se fossem suas. Para além da falta de ética esta é uma prática que nos pode trazer problemas. É um roubo e como tal é um crime.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h4>2º- Utilização De Imagens Exclusivas De Um Website</h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Vamos supor que um website publica imagens exclusivas de um acontecimento único no mundo e nós assim que as vemos, escrevemos um artigo sobre o tema e colocamos no nosso website essa mesma imagem. É claramente uma violação dos direitos de autor, a não ser que o website permita que a imagem seja publicada por este mundo fora.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Se podemos ter problemas com isso? Sim não há dúvidas que podemos. </strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Se a imagem vai ser publicada por outros websites que não têm autorização para o fazer? Sim, o mais certo é que 24 horas depois da imagem ter sido publicada, ela já tenha dado várias voltas ao mundo. </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Isto não significa que você o deve fazer, é simplesmente um retorno à velha máxima de &#8220;<strong>Se estás na Internet, vais estar em todo o lado mais cedo ou mais tarde</strong>&#8220;.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3>3º- Utilização de Imagens Exclusivas De Um Artista</h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Agora sim uma situação em que tenho conhecimento de pessoas que tiveram problemas. Quando publicamos as imagens de um artista é muito importante que o façamos com a sua autorização e no caso de não a termos, devemos certificar-nos que deixamos bem explícito que as imagens foram criadas por ele. <strong>Eu conheço casos &#8211; e talvez muitos colegas aqui também tenham conhecimento de alguns &#8211; de webmasters que foram forçados a retirar imagens de determinados artistas do seu website.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Verdade seja dita, alguns artistas não se preocupam que as suas imagens sejam reproduzidas, outros até nem se importam mas exigem uma referência e depois existem aqueles que não querem de forma alguma que as imagens das suas obras sejam publicadas pela web fora. É muito difícil de saber, pelo que o meu conselho é que tentem não utilizar obras de arte de outros artistas para embelezarem um artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora vamos a mais uma questão ainda neste tema das imagens, que eu calculo que seja do interesse de todos:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6º- Então E As Imagens Que eu Encontro No Google, posso utilizá-las?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tenta realizar uma selecção por valor</strong>, por exemplo: uma imagem de umas bananas, de uma bola de futebol, ou de uma televisão, naturalmente terão menos valor do que um desenho que parece ter sido criado por um artista. A verdade é que ninguém quer saber das chamadas &#8220;<strong>imagens comuns</strong>&#8221; e essas sim tu não deves, mas até podes utilizar porque em principio nunca terás problemas com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não encares este conselho como um encorajamento para usares as imagens que encontras no <strong>Google</strong> livremente, nada disso, eu estou apenas a informar-te que determinadas imagens têm um valor baixo e que como consequência disso os riscos são mínimos. O ideal mesmo é que visites serviços que têm imagens que podes usar livremente, como o <a href="http://www.flickr.com/"><strong>Flickr</strong></a> por exemplo onde podes pesquisar por imagens livres, até porque esta é a única forma de garantir a 100% que não se viola os direitos de autor.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Resumindo:</strong></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>1º- Já estamos todos fartos de saber que o plágio é um crime, portanto não vale a pena arranjarem desculpas esfarrapadas;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>2º- Nem todas as cópias são plágios e que uma acção legal só se  justifica em situações extremas;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>3º- Se se não queres ser copiado, então o melhor é não colocares o teu  conteúdo na Internet;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>4º- É virtualmente impossível impedir as cópias na Internet;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>5º- A colocação de fonte, só por si, não garante qualquer tipo de  imunidade;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>6º- A maior  parte dos websites não autoriza a republicação do seu conteúdo;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>7º- Projectos que vivem do copy/paste não são bem vistos aos olhos dos  motores de busca;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>8º- Os motores de busca estão a evoluir rapidamente, prepara-te e produz mais conteúdo único, isso vai garantir que a longo prazo consigas obter bons resultados;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>9º- Todo o  plagiador é copiador, mas nem todo o copiador é plagiador;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>10º- A recorrência ao acto de copiar é determinante para distinguirmos um copiador ocasional de um plagiador;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>11º- Uma grande precentagem de problemas relacionados com plágio ficam resolvidos sem envolver tribunais;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>12º- No caso de uma acção legal a vítima costuma ganhar com facilidade caso existam provas;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>13º- A tradução literal é uma forma de plágio;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>14º- Uma coisa é haver semelhanças entre dois textos e outra é eles serem  praticamente iguais;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>15º- Não se deve utilizar nenhuma imagem sem autorização;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>16º- A utilização indevida de imagens, é infinitamente mais difícil de  monitorizar do que a dos textos;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>17º- Nem todas as imagens têm o mesmo valor;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>18º- Ninguém quer saber dos direitos das chamadas &#8220;imagens comuns&#8221;;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>19º- Utilizar imagens de baixo valor sem autorização continua a ser uma violação dos direitos de autor, mas a realidade é que representa muitos poucos riscos para quem o faz;</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>20º- A única forma de se ter 100% de certeza que não se viola os direitos de autor de uma imagem, é utilizar serviços como o </strong><strong><a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> que possuem imagens que podemos usar livremente.</strong></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Finalmente:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando comecei a escrever este artigo, nunca pensei que pudesse ficar tão grande e o mais impressionante é que ficou muito por escrever. Como todos podem compreender, a questão dos direitos de autor é muito complexa, está sujeita a diferentes interpretações e impedir as cópias ou plágios é uma verdadeira missão impossível. Como eu já disse neste artigo, chamem-lhe uma falha do sistema, ou então o preço a pagar por toda a liberdade que desfrutamos na web, mas não podemos lutar contra a filosofia basilar em que assenta todo o conceito de Internet, que é na partilha livre de ficheiros e conteúdos, mesmo quando infelizmente ela é deturpada e se traduz em plágios que a desrespeitam.</p>
<p style="text-align: justify;">Que fique claro que um plágio é um crime, que podemos agir legalmente contra quem o pratica, mas só o devemos fazer em situações extremas. Não te preocupes em demasia quando alguém copia o teu conteúdo, é sinal de que estás a fazer um bom trabalho e nunca te esqueças que os motores de busca estão do lado daqueles que criam conteúdo original e que mais cedo ou mais tarde todos os copiadores e plagiadores vão sofrer as consequências dos seus actos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até à próxima!</strong></p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/kJOz6BGVDa8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Deixem-me primeiro revelar que eu, juntamente com um pequeno grupo de utilizadores aqui do Mais Tráfego, tenho sido uma das pessoas que mais se pronunciou sobre os problemas recorrentes com os direitos de autor na web nacional. Mas não me interpretem mal, não quero transmitir a mensagem de que sou o maior moralista de todos [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/direitos-de-autor-da-copia-ao-plagio/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">22</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/direitos-de-autor-da-copia-ao-plagio</feedburner:origLink></item><item><title>Site do Mês – PlanetaJogos.pt</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/1PY3qlkd2y0/site-do-mes-planetajogos-pt</link><category>+tráfego</category><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>planeta jogos</category><category>site do mes</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Nuno</dc:creator><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 10:07:12 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=1936</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<blockquote><p>Este é um artigo escrito pelo <a href="http://www.dobreira.com/" target="_blank">Luis Paulo Dobreira</a>, que já é um homem da casa há <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=10" target="_blank">alguns anos</a>. O Luis vais nos apresentar o seu mais recente projecto, que foi o último vencedor do nosso passatempo mensal &#8220;<a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=104.0" target="_blank">Site do Mês</a>&#8220;.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/planetajogos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1940" title="planetajogos" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/planetajogos.png" alt="" width="589" height="247" /></a></p>
<p>Gostaria de começar por agradecer à <a title="webmasters" href="http://forum.maistrafego.pt/" target="_blank">comunidade de webmasters</a> do Mais Tráfego por elegerem o <a href="http://www.planetajogos.pt/" target="_blank">PlanetaJogos.pt</a> o vencedor do mês de Março e Abril. Passando a uma breve introdução, o PlanetaJogos.pt é um novo portal de videojogos criado por membros influentes do PTGamers.com, site que durante quase uma década (1999-2008) foi a referência em Portugal na sua área. Para além de ser um portal com as informações habituais, o PlanetaJogos.pt pretende revolucionar o panorama nacional com secções originais e uma abordagem diferente.  Neste momento o PlanetaJogos ainda se encontra numa fase muito embrionária (fase Beta &#8211; só com um mês de vida), pelo que estamos a proceder a alguns ajustes e melhoramentos.  No entanto é já um projecto de sucesso e alvo de atenção dos jogadores, contando com uma <a href="http://www.planetajogos.pt/forum/" target="_blank">comunidade</a> extremamente activa e em constante crescimento.</p>
<p>Para quem não me conhece o meu nome é Luis Paulo Dobreira (Nicks: Justangel e JustPaulo), sou o administrador e um dos fundadores do PlanetaJogos.pt fui responsável pela realização e produção da aclamada secção de vídeos do PTGamers, entre outros projectos, fui também administrador e fundador do portal de cinema Emcena.com (ex. Cinetuga.com), que foi uma das maiores comunidades de cinema em Portugal. A titulo de curiosidade ate cheguei a ser moderador aqui no Mais Tráfego, logo no inicio da sua existência. Na sua fase inicial era um fórum mesmo muito restrito e lembro-me de convencer o fundador FPWare (do qual deixo aqui um grande abraço) a generalizar mais o projecto. Gosto de pensar que dei uma pequenina ajuda a transformar o Mais Tráfego no que é hoje. Não podia deixar de referir que o mítico FPWare também me deu uma grande ajuda no inicio dos meus projectos sem nunca pedir nada em troca.</p>
<p>Entre a equipa do PlanetaJogos deixo também referencia ao meu colega Vitor Braz, Director do PlanetaJogos.pt que foi um dos fundadores e mentores do PTGamers durante todo este período (por incrível que pareça foram mais de 9 anos…).</p>
<p>Infelizmente os projectos PTGamers.com e Emcena.com (entre muitos outros) foram encerrados pela empresa Webrain S.A (que tem os direitos dos sites) devido aos cortes de orçamento originados pela crise. Este assunto foi alvo de grande polémica, e agora que todos sabem mais ao menos quem sou, gostaria só de salientar que todas as decisões concretizadas foram obviamente feitas pela Webrain, os empregados tiveram que dar a cara em nome dos projectos, mas obviamente que não foram os responsáveis por qualquer sucedido ou decisão, muito pelo contrário que ficamos todos sem os projectos e sem emprego.</p>
<p>É engraçado como a Internet funciona, num mundo virtual tudo o que se cria facilmente perde-se em menos de um milésimo de segundo. Hoje estamos no top e amanha não temos nada. O Planetajogos.pt é o recomeçar do zero, teremos de mostrar novamente as nossas competências, reconstruir a comunidade, e percorrer um longo caminho pela frente, mas o mais importante é nunca desistir por pior que seja o cenário. Esta é a mensagem que partilho com todos os <a href="http://www.maistrafego.pt/" target="_blank">webmasters</a>.</p>
<p>Fica o convite a todos aqueles que gostam de videojogos a se juntarem a <a href="http://www.planetajogos.pt/" target="_blank">nossa comunidade</a>.</p>
<p>Obrigado,<br />
Luis Paulo Dobreira</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/1PY3qlkd2y0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Este é um artigo escrito pelo Luis Paulo Dobreira, que já é um homem da casa há alguns anos. O Luis vais nos apresentar o seu mais recente projecto, que foi o último vencedor do nosso passatempo mensal &amp;#8220;Site do Mês&amp;#8220;.

Gostaria de começar por agradecer à comunidade de webmasters do Mais Tráfego por elegerem o [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/site-do-mes-planetajogos-pt/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">8</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/site-do-mes-planetajogos-pt</feedburner:origLink></item><item><title>Encontro do +tráfego do Norte</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/7RdTJ_dK4Hs/encontro-do-trafego-do-norte</link><category>+tráfego</category><category>Categorias</category><category>encontro</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Nuno</dc:creator><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 09:48:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=1928</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Realizou-se no passado dia 29, o <a href="http://www.maistrafego.pt/encontro-maistrafego" target="_blank">2º Encontro de utilizadores do +tráfego do Norte</a>. Estes encontros são extremamente interessantes, pois é sempre uma experiência agradável estar com as pessoas que aqui encontramos todos os dias. Fica aqui o agradecimento ao pessoal do norte pela iniciativa, empenho e presença! O encontro foi um sucesso, que venham mais. Faço os 200km de bom grado para ai voltar novamente!</p>
<p>Lançamos também um repto, aos utilizadores de outras localizações, principalmente aos de Lisboa. Para saber se também eles têm o espírito de iniciativa e capacidade de organizar um encontro do género e superar este. O que dizem?</p>
<h2>Fica a foto de família.</h2>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/jantartrafego.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1929" title="jantartrafego" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/06/jantartrafego-1024x768.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a></p>
<p>As referências a quem esteve presente, sem nenhuma ordem específica: ;)</p>
<ul>
<li><a href="http://www.tolnetwork.com" target="_blank">Rui Agusto</a></li>
<li><a href="http://www.submundos.com" target="_blank">Riey</a></li>
<li><a href="http://forum.tcmtotal.com/" target="_blank">Ricardo</a></li>
<li><a href="http://www.webtuga.com" target="_blank">Cenourinha</a></li>
<li><a href="http://www.webtuga.pt" target="_blank">Louro</a></li>
<li><a href="http://www.mundodosanimais.com/" target="_blank">Carlos</a></li>
<li><a href="http://www.mobileportugal.com" target="_blank">Spec</a></li>
<li><a href="http://www.antonioalmeida.net/" target="_blank">Antonio</a></li>
</ul>
<p>Mais Tráfego para todos!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/7RdTJ_dK4Hs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Realizou-se no passado dia 29, o 2º Encontro de utilizadores do +tráfego do Norte. Estes encontros são extremamente interessantes, pois é sempre uma experiência agradável estar com as pessoas que aqui encontramos todos os dias. Fica aqui o agradecimento ao pessoal do norte pela iniciativa, empenho e presença! O encontro foi um sucesso, que venham [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/encontro-do-trafego-do-norte/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">6</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/encontro-do-trafego-do-norte</feedburner:origLink></item><item><title>Criar comunidades online – Parte 1 – O que nunca ninguém te disse</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/ixd0bNUpfnk/criar-comunidades-online-a-teoria</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Escola</category><category>webdevelopment</category><category>webmarketing</category><category>comunidades</category><category>startups</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Nuno</dc:creator><pubDate>Thu, 27 May 2010 09:30:14 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=1785</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1904" title="comunidades2" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades2.png" alt="" width="581" height="234" /></a></p>
<p>Uma das áreas que mais me fascina na web, é sem dúvida a <strong>criação de comunidades online</strong>. Criar uma comunidade pode ser muito mais compensador a nível pessoal e também profissional, do que qualquer tipo de rendimentos que possamos ter com outro tipo de site. Criar uma comunidade é um investimento a longo prazo, que requer muito trabalho, dedicação e investimento pessoal.</p>
<p>Com a quantidade de software gratuito e de grande qualidade que existe hoje-em-dia, começar uma comunidade sobre um tema do nosso interesse, é fácil, se calhar até fácil de mais, pois vejamos. Registar um domínio é simples, custa à volta de 8€, nada de especial. <a title="alojamento web" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=97.0" target="_blank">Comprar alojamento na web</a>, é como ir comprar um pacote de leite, se calhar até mais fácil. Instalar o software, demora 2 minutos se o vosso host tiver o <a href="http://www.google.pt/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CBkQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Finstallatron.com%2F&amp;rct=j&amp;q=installatron&amp;ei=apP-S6-iGZqV4gaEnMD_DQ&amp;usg=AFQjCNEY81xhXIlVj_rHN0UpivL5AHuuhg&amp;sig2=XD0BGZzBhWxPIGsfNFUIeg" target="_blank">installatron</a>, ou o <a href="http://www.netenberg.com/fantastico.php" target="_blank">fantastico</a>. Enfim, simples, fácil e barato.</p>
<p>Podem-me dizer que &#8220;isso demora tempo e dá trabalho&#8221;. Sim, concordo plenamente. Para ser um projecto sério, muito mais será preciso fazer. Escolher o nome, pensar no branding, alterar o software ou fazer algo de raiz para preencher as nossas necessidades. Construir uma estratégia de marketing, começar a divulgar, etc. Mas serão estes pormenores a principal dificuldade?! Não, estão longe de o ser. <strong>No meio de tudo o que é necessário para construir uma comunidade, falta sempre o mais importante. A comunidade!</strong></p>
<h1>Como construir uma comunidade sem a comunidade</h1>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1907" title="comunidades3" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades3.png" alt="" width="580" height="234" /></a></p>
<p>Vamos então lançar o projecto. Neste momento, somos as pessoas mais espertas e inteligentes do mundo. <strong>Já lemos dezenas de artigos em blogs, a ensinarem-nos tudo sobre os segredos da divulgação e criação de projectos online</strong>. Dizem-nos para fazer mil e uma estratégias que seguramente nos trarão seguidores fiéis, não se sintam mal por isso, a banha de cobra é talvez o produto mais vendido do mundo. Estratégias essas, como por exemplo, já sabemos tudo, sobre a criação de passatempos, e oferta de prémios, temos até já 30 ideias diferentes para o fazer. Pobres coitados. Depois de 3 ou 4 passatempos e prémios oferecidos, dezenas de vantagens e recursos úteis, as pessoas simplesmente <strong>não se interessam e dificilmente voltam ao nosso site</strong>. Apercebes-te então, que estás a <strong>&#8220;comprar a comunidade&#8221;,</strong> e vez que estás a cometer um erro. Tu queres uma <strong>verdadeira comunidade</strong>, pessoas que realmente se interessem e tragam valor, e não uma comunidade comprada. Aqui estás a cometer o primeiro erro e aprendes a tua primeira lição, o maior segredo para criar uma comunidade está no &#8220;engagement&#8221;. Não tentes comprar as pessoas, poderá funcionar nas primeiras semanas, mas a longo prazo é um erro. Algo que se aprende com a experiência, mas já vamos abordar o &#8220;engagement&#8221; mais à frente.</p>
<p>Num primeiro momento, quando finalmente lançam o vosso novo projecto, estão a fazer tudo o que está ao vosso alcance para atrair visitas. Eu sei que não é como se estivem parados, apenas à espera que as pessoas cheguem e fiquem espantadas com o vosso novo site. Estão a <strong>divulgar o projecto</strong> aos vossos amigos, familiares, colegas, e mesmo assim as pessoas não se interessam. <strong>Criaram uma página no facebook, fizeram uma conta no twitter</strong>, exclusivamente para o vosso novo site. Divulgaram&#8230; divulgaram&#8230; twitaram&#8230; twitaram&#8230; seguiram e seguiram pessoas. Mesmo assim as pessoas não se demonstram interessadas.</p>
<p>Partem para uma nova estratégia, começam a gastar dinheiro na divulgação. Compram banners, artigos noutros blogs, até fizeram uma campanha no adwords, com as keywords perfeitas para atrair visitantes. <strong>Coitados de vocês, os iludidos. As pessoas continuam a não se interessar pelo vosso projecto.</strong></p>
<h1>1. A frustração</h1>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1909" title="comunidades4" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades4.png" alt="" width="581" height="234" /></a></p>
<p>É fácil ficar desapontado no início, aliás, <strong>é aqui que 99% das pessoas comete o segundo erro. A desistência!</strong> Não ter sucesso num projecto na web, depois da falta de qualidade, a desistência é provavelmente o termo que mais está associado ao falhanço. Há uma frase muito usada neste meio &#8211; <strong>&#8220;People never fail at web marketing &#8211; they just quit before success  happens&#8221;</strong>. E tem a sua razão de ser, que já vamos abordar mais à frente.</p>
<p>Nesta fase, é fácil ficar frustrado.</p>
<blockquote>
<h3>&#8220;Será que as pessoas nos estão a tentar dizer qualquer coisa?&#8221;</h3>
<h3>&#8220;Será o nosso projecto assim tão inferior?&#8221;</h3>
</blockquote>
<p>Assumes simplesmente que &#8220;as pessoas não estão interessadas, elas não querem saber&#8230;!&#8221; As pessoas têm vida para além da web (pelo facebook, já não meto as mãos no fogo), e mesmo que percam tempo com o nosso tema, fazem-no em sites já estabelecidos e com maior tráfego que o teu. &#8220;Então porque me vou preocupar com isto?! Porque estou a perder tempo a oferecer às pessoas recursos úteis para a sua área de interesse, se elas simplesmente não estão a tirar proveito do que estou a construir!&#8221;.</p>
<p><strong>Por outras palavras. Neste momento já fizeste tudo o que estava ao teu alcance para construir uma comunidade, mas a comunidade simplesmente não aparece. É neste momento que temos de nos lembrar das coisas que realmente são importantes quando queremos construir uma comunidade.</strong></p>
<h1>2. Keep Your Feet on the Ground and Your Eyes on the Heavens</h1>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades7.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1915" title="comunidades7" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades7.png" alt="" width="581" height="234" /></a></p>
<p>Mantém os teus pés na terra e os teus olhos nos céus. Adoro esta frase, acho que representa totalmente o conceito (aka KYFGYEH) do que é construir um projecto na web. Se queremos construir uma comunidade, temos de ter em mente que as pessoas não aparecem do dia para a noite. Construir uma comunidade, pode levar semanas, meses ou vários anos, <strong>vais dar muitas cabeçadas na parede, vais cometer muitos erros</strong>, não desesperes, faz parte do processo. Mesmo que tenhas feito o possível para <a href="http://rumoantarctica.com/" target="_blank">sobressair da multidão</a> (andar vestido de pinguim na rua, poderá ser uma boa ideia), para dar nas visitas, para te distanciares da concorrência. Tem em mente uma coisa, a <strong>web é enorme</strong>, a maioria das <strong>pessoas são autenticas tartarugas</strong> a descobrir sites de qualidade da sua área de interesse na web. Então para <strong>começarem a participar, não são tartarugas, são fosseis!</strong> (Por falar nisso, estás à espera de quê, para começar a <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=register" target="_blank">participar no +tráfego</a>?!) A maioria das pessoas que chega ao teu site, vai ler os pequenos conteúdos que lá tens, e apenas uma pequena percentagem se vai realmente registar, umas vão demorar mais que outras a fazê-lo e algumas nunca chegarão a isso. Dessas pessoas que se vão registar, algumas vão contribuir, outras nunca vão chegar a &#8220;vias de facto&#8221;!</p>
<p>Existe um fenómeno que é deveras interessante para mim, que sou um curioso destas áreas. Que é o que costumo chamar de &#8220;SLA&#8221;, <strong>&#8220;Sou leitor assíduo mas só agora decidi começar a participar&#8221;</strong>. Quantas vezes não lemos isto nas apresentações dos fóruns, ou nos comentários de um blog, por exemplo.</p>
<h1>3. The Engagement &#8211; A Relação</h1>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1912" title="comunidades5" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades5.png" alt="" width="581" height="235" /></a></p>
<p>&#8220;The Egagement&#8221;, para mim um dos termos chave a ter em mente na construção de comunidades online. Se o projecto não reflecte o que tu, enquanto administrador, és genuinamente interessado, provavelmente estás condenado ao insucesso. <strong>Coitados de vós, os iludidos!</strong> Fóruns, blogs, portais temáticos, sites dedicados a nichos específicos, de sucesso, todos têm uma coisa em comum. <strong>Reflectem o interesse do criador</strong>.</p>
<p>Enquanto criador de um site, o seu conteúdo tem de reflectir o criador. E isso deverá ser o <strong>suficiente para gerar interesse</strong> e começar o engagement. Tal como na vida fora da web, tu relacionaste com pessoas dos mesmos interesses que tu, na web, não é diferente, nem poderá ser. Se alguém se interessa sobre o que realmente aborda e é o teu site, <strong>é ai que a comunidade se começa a construir. À volta dos interesses do criador.</strong></p>
<p>Se a maioria das pessoas não se interessa, &#8220;who cares!&#8221;. Isso não pode, nem deve afectar o teu interesse pelo projecto. Os novos administradores, devem ter em conta que eles <strong>são os primeiros a acreditar no projecto</strong>, apesar de todas as dificuldades que possam vir a ter. Não devem existir expectativas sobre se vão encontrar ou não, outras pessoas com o mesmo interesse e com vontade de participar. Isto é o que torna a web numa plataforma espectacular e repleta de oportunidades. Existem dezenas, centenas, milhares de sites para cada assunto que possas imaginar. Se as pessoas estiverem interessadas, mais tarde ou mais cedo, elas acabam por te encontrar. O desinteresse geral que vais encontrar na construção da tua comunidade, nunca deve ser razão para colocar em causa os teus gostos, aquilo que acreditas e queres construir. Caso contrário, <strong>coitados de vós, os iludidos. São uns perdedores à partida!</strong></p>
<h1>4. The Commitment &#8211; O Compromisso</h1>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades6.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1914" title="comunidades6" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/05/comunidades6.png" alt="" width="581" height="234" /></a></p>
<p>Outro termo importante a ter em conta. O compromisso com o projecto deverá estar sempre presente e em primeiro plano. Uma das coisas é a rentabilização do projecto. Os novos administradores não devem esperar fazer dinheiro com a vossa comunidade. Compreendo que muitas pessoas podem pensar de maneira diferente. Ou pelo menos querem cobrir o investimento inicial que tiveram, mas não existem qualquer tipo de garantias que vão ter um retorno significativo. Mesmo com esta possibilidade em mente, nunca a paixão pelo vosso projecto deve ser posta em causa em troca de alguns cêntimos. Qualquer projecto de sucesso reflecte a paixão do seu criador pelo projecto. <strong>Tempo, paciência e conteúdo de qualidade, vão criar a tua comunidade, o dinheiro não vai</strong>. Outro aspecto, é que nunca penses em depender, ou contar com a ajuda de outra pessoa para pagar os custos que o site possa ter. Aceita a responsabilidade que é o teu site, o teu conteúdo, a tua paixão, os teus sacrifícios.</p>
<p>Outro aspecto de extrema importância, é que <strong>nunca estarás completamente sozinho até apagares o teu site</strong>. A web tem milhões de utilizadores, de certeza que vais encontrar pessoas com os mesmo interesses que tu. Nunca estarás fora do jogo até clicares no delete! Preocupa-te em criar o conteúdo que tu gostas, o teu site sempre representará os teus gostos e interesses ao mundo. Como disse anteriormente, se estiveres completamente dedicado à tua comunidade, outras pessoas poderão estar interessadas em fazer parte. Agora depende de ti vestir a camisola. Se vais estar apenas a &#8220;meio-gás&#8221; no projecto, não esperes que alguém possa estar a &#8220;todo o gás&#8221; por ti.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Se quiseres aprender mais sobre construção de comunidades online, visita a nossa secção de discussão. <a title="Comunidades online" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=38.0" target="_blank">Clica aqui</a>.</strong></span><strong><br />
</strong></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Estas são algumas coisas que aprendi com a experiência, espero que possam ser úteis para quem está a começar. Já mandei para o lixo mais sites, do que aqueles que tenho actualmente, já cometi autênticas barbaridades e certamente vou cometer muitas mais. Mas criar uma comunidade na web é talvez das coisas mais gratificantes que pode existir nível pessoal e profissional. Espero que tenham gostado deste artigo, foi dos artigos que talvez mais me deu prazer escrever nos últimos tempos. Conto com o vosso feedback e opiniões na construção de comunidades online.</p>
<p>Mais Tráfego para todos!</p>

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