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	<title>Manoel Netto</title>
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	<description>Designer de Produtos Digitais</description>
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	<title>Manoel Netto</title>
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		<title>Kippu: o “fail fast” virou desastre</title>
		<link>https://manoelnetto.com/blog/kippu-o-fail-fast-virou-desastre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 22:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando surge um app novo com promessa de substituir um app estabelecido no mercado e com muitos insatisfeitos, a reação natural é: “quero testar”. Mas ser cedo demais às vezes significa entrar num beta público &#8211; e, nesse caso, pagar com dados pessoais. A Kippu, plataforma criada pela streamer Mayumi foi apresentada como uma alternativa [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/kippu-o-fail-fast-virou-desastre/">Kippu: o “fail fast” virou desastre</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando surge um app novo com promessa de substituir um app estabelecido no mercado e com muitos insatisfeitos, a reação natural é: “quero testar”. Mas ser cedo demais às vezes significa entrar num <strong>beta público</strong> &#8211; e, nesse caso, pagar com dados pessoais.</p>



<p>A <a href="https://kippu.vip" target="_blank" rel="noopener nofollow" title="Kippu VIP">Kippu</a>, plataforma criada pela <strong>streamer Mayumi</strong> foi apresentada como uma alternativa a serviços conhecidos como <strong>Privacy</strong> e <strong>Onlyfans</strong>. Pouco depois do site ir ao ar, pesquisadores e desenvolvedores identificaram vulnerabilidades graves que <strong>permitiam requisições simples ao backend retornarem informações sensíveis de usuários</strong> (nomes, e-mails, telefones e endereços). Além disso, foi relatada a possibilidade de baixar conteúdos que deveriam estar protegidos por pagamento. Em razão disso, o lançamento foi adiado, pagamentos foram reembolsados e parte dos dados removida pela equipe.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não é só “um erro de código”, é confiança em jogo</h2>



<p>Erros acontecem. O problema é a natureza dos erros: quando uma API não exige autenticação adequada, o que está em risco <strong>não é só a reputação técnica, é a segurança financeira e a privacidade de pessoas reais</strong>. Plataformas de assinatura lidam com pagamentos, conteúdo privado e dados sensíveis, por isso costumam investir pesado em segurança antes de abrir as portas. <strong>O caso escancarou um problema claro no &#8220;vibe coding&#8221; (programação criada por IA): facilidade de lançamento não substitui auditoria, testes de segurança e práticas básicas de proteção</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>(Resumo técnico curto: a falha permitia listar tabelas e acessar endpoints que deveriam estar restritos. Resultado: dados pessoais + registros ligados a pagamentos e tokens foram expostos. )</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvedores: lançar rápido NÃO é desculpa</h2>



<p>Hoje é fácil montar um MVP funcional com pouco esforço. Mas “funcional” precisa ser também “seguro”, se o produto mexe com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>autenticação e sessão,</li>



<li>informações de pagamento,</li>



<li>conteúdo pago protegido,</li>
</ul>



<p>Você precisa de checklist mínimo antes de liberar acesso público: testes de penetração, revisão de endpoints, controle de acesso por roles, monitoramento de logs e um plano claro de resposta a incidentes. <strong>Lançar e consertar depois pode custar bem mais &#8211; em dinheiro e na confiança do público</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Usuário: um pouco de paciência paga (literalmente)</h2>



<p>Ser o primeiro pode trazer status, mas também exposição. Antes de se cadastrar em apps novos, vale perguntar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem está por trás do serviço?</li>



<li>Onde os dados ficam armazenados?</li>



<li>Existe política clara de privacidade e prazo de retenção?</li>



<li>Há histórico técnico ou auditoria pública?</li>
</ul>



<p>Se a resposta for vaga ou o app pedir acesso desnecessário (lista de contatos, fotos, pagamentos sem TLS claro), dê um passo atrás. No caso do Kippu, os riscos não eram abstratos: <strong>informações sensíveis de usuários e conteúdos pagos ficaram acessíveis a quem soubesse procurar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que eu faria se fosse você</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Pesquisar quem são os fundadores e se há histórico técnico.</li>



<li>Ler a política de privacidade &#8211; não só o resumo.</li>



<li>Esperar versões posteriores (quando houver prova de auditoria ou correções públicas).</li>



<li>Evitar cadastrar dados sensíveis até ter garantia de segurança.</li>



<li>Se já se cadastrou e houve vazamento: <strong>mudar senhas</strong> (se usou a mesma), monitorar cartões e, se possível, <strong>solicitar a exclusão de dados</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Responsabilidade é via de mão dupla</h2>



<p>O episódio do Kippu não é só um caso de “lançamento que deu errado”. É um lembrete prático: criar produto é fácil; proteger produto é trabalho sério. E do outro lado, o usuário precisa de ceticismo ativo, sem panfletagem alarmista, mas com senso de preservação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Se a plataforma corrigir as falhas, fizer auditoria e comunicar com transparência, pode voltar com legitimidade. Até lá, ser o “testador” pode custar algo que não tem preço de reposição: <strong>a sua privacidade</strong>.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/kippu-o-fail-fast-virou-desastre/">Kippu: o “fail fast” virou desastre</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>Adobe, Affinity, Canva e o futuro da Interface</title>
		<link>https://manoelnetto.com/blog/adobe-affinity-canva-e-o-futuro-da-interface/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 16:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Internet sacudiu nos últimos dias de outubro com anúncios da gigante do mercado de design Adobe &#8211; em seu evento Adobe Maxx &#8211; e alguns anúncios de um rival que vem crescendo entre designers iniciantes e consumidores não-designers: o Canva. Um dos anúncios acabou por abalar um pouco a comunidade de design, a compra [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/adobe-affinity-canva-e-o-futuro-da-interface/">Adobe, Affinity, Canva e o futuro da Interface</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet sacudiu nos últimos dias de outubro com anúncios da gigante do mercado de design Adobe &#8211; em seu evento <strong>Adobe Maxx</strong> &#8211; e alguns anúncios de um rival que vem crescendo entre designers iniciantes e consumidores não-designers: o <strong>Canva</strong>. Um dos anúncios acabou por abalar um pouco a comunidade de design, a compra da plataforma <strong>Affinity</strong> e o lançamento de sua versão 3 com o anúncio de que agora é um software gratuito.</p>



<p>O <a href="https://www.affinity.studio/pt_br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Affinity</a> já se posicionava no mercado como uma alternativa sólida e compatível à Adobe. E a versão 3, unindo três softwares em um só, vem ser uma boa solução para designers iniciantes e experientes que estão cansados dos valores cada vez mais altos cobrados pela Adobe em sua assinatura. <strong>O Affinity que já era vendido como pacote one-time-fee, ao invés de uma assinatura, agora é gratuito</strong> e, em um mesmo arquivo de extensão .af, pode-se trabalhar vetor, pixel e layout, suprindo o trabalho de 3 softwares da Adobe: Illustrator, Photoshop e InDesign, respectivamente. Incluindo compatibilidade com os arquivos originalmente criados com os softwares da gigante rival.</p>



<p>Após os anúncios houve manifestações de todos os tipos, contra e à favor da Adobe, além de questionamentos naturais sobre preços, compatibilidade, aceitação do mercado e outros mais mesquinhos com relação ao conhecimento técnicos de quem prefere uma ou outra plataforma. O que não é necessariamente verdade.</p>



<p>Embora todos os lançamentos de concorrentes impactem no mercado em algum nível, a Adobe é uma gigante e uma prova viva de que uma empresa digital pode sobreviver por décadas e se adaptar para continuar dominando. Porém, também é verdade que a Adobe está numa tendência decrescente há algum tempo. Veja o gráfico abaixo com o valor da marca na Nasdaq nos últimos 12 meses.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1874" height="956" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/10/image.png" alt="Adobe Nasdaq" class="wp-image-5598" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/10/image.png 1874w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/10/image-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 1874px) 100vw, 1874px" /></figure>



<p>A mordida foi grande, <strong>quase 30% de desvalorização em 12 meses</strong>, mas ainda é uma empresa de 142 bilhões de dólares. Para efeito comparativo, a Canva está avaliada em 42 bilhões. É um valor impressionante, pois a Canva foi fundada em 2012 e a Adobe em 1982, são 30 anos de diferença no mercado. No mesmo 2012 foi fundada também a <strong>Figma</strong>, que atualmente tem o valor estimado em 70 bilhões (metade da Adobe) e está correndo por fora em outro terreno que a Adobe também concorre: o design de interface. <strong>A Figma possui uma versão gratuita de seu software e 13 milhões de usuários mensais</strong>.</p>



<p>Com boas soluções gratuitas e poderosas no mercado, não é preciso ter informações privilegiadas para saber que a Adobe está ralando para liderar e manter uma posição há muito estabelecida. Apesar disso, não são somente essas soluções que ameaçam o monopólio da Adobe. A maior ameaça se chama Inteligência Artificial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O crescimento da IA no design</h2>



<p>Ferramentas de IA tem surgido aos montes e com saltos cada vez maiores de evolução tecnológica. Se há um ano a geração de imagens e vídeos simples eram o ápice da inovação, hoje quase todas as IAs líderes de mercado possuem funcionalidades de imagem, vídeo, animação, vetor e até mesmo geração de arquivos 3D, como o padrão STL. E os resultados impressionam: fotos realistas, vetores precisos, plantas baixas que levariam muitas horas, feitos em apenas alguns segundos. Isso impactou diretamente ferramentas de criação.</p>



<p>A Adobe vem integrando ferramentas de IA em seus softwares, modelos novos como o Nano Banana do Google, mas ainda não está entregando o que seus acionistas e o mercado esperavam. Isso impulsiona a queda das ações muito mais que a concorrência das ferramentas de design tradicionais. IA não é o futuro, é o presente. A Adobe sabe disso, da mesma forma que a Canva sabe, a Figma e outras ferramentas de criação disponíveis, gratuitas e pagas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro do design de interface</h2>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://amzn.to/4qD8AFj" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="363" height="522" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/11/image.png" alt="" class="wp-image-5599" style="width:230px;height:auto" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/11/image.png 363w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/11/image-209x300.png 209w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></a></figure>



<p>A Adobe surgiu quando os designers focavam principalmente em impressos. A adoção de DTP (editoração gráfica digital) veio para facilitar a vida de quem fazia impressos e o primeiro produto da empresa sequer foi um software, mas uma linguagem de impressão, a PostScript, que é utilizada até hoje, se tornou padrão de mercado. Um mercado que era dominado pelo <strong>QuarkXPress</strong> desde 1985, quando em 1994 a Adobe comprou o <strong>PageMaker</strong> da Aldus e substituiu pelo InDesign 5 anos depois. A interface era o papel.</p>



<p>Com a popularização dos computadores pessoais e a criação das interfaces gráficas &#8211; junto com o surgimento da Internet em 1995 &#8211; surgiu o papel do design de interface de usuário (UI), começando nos computadores e &#8211; com o passar dos anos &#8211; passando por diversas outras telas, entre as quais podemos destacar a TV, tablet e smartphone. <strong>A interface visual criou um novo mercado para designer e softwares de design, e a Adobe não deixou de participar também desse nicho</strong>, tendo lançado ou comprado produtos de sucesso como o Photoshop, o Fireworks, Flash, DreamWeaver e XD, entre outros, com versões para Windows, MacOS e iPad.</p>



<p>Claro que no caminho outros softwares existiram e competiram diretamente, alguns conseguindo bater de frente com a Adobe, ganhando ou dividindo o mercado. Mas enquanto a Adobe foca em softwares separados com especializações muito definidas (Illustrator pra vetor, Photoshop para imagens, LightRoom para fotos, inDesign para editoração, etc), alguns concorrentes buscam a integração da solução completa &#8211; como a Affinity que parece mirar no impresso, a <strong>Figma aponta para o digital com sua solução que vai do protótipo ao código de forma integrada e também incluindo IA para facilitar</strong>.</p>



<p>Porém quando falamos de interface, não é necessariamente visual. Já há alguns anos estamos falando e criando interfaces conversacionais, que fazem uso de chatbots e automações para execução de tarefas que facilitam a vida tanto de pessoas que possuem dificuldades na utilização de interfaces gráficas, quanto aquelas que preferem interagir como se estivessem conversando com alguém. <strong>Um movimento muito presente em pessoas idosas, por exemplo</strong>. E se esse movimento já vinha crescendo por conta de serviços como o Whatsapp, com a chegada das IAs isso se amplifica.</p>



<p class="has-medium-font-size">Se antes, tudo começava com uma busca no Google, hoje muitas buscas já começam no chatGPT.</p>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://amzn.to/4nCkmNA" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="348" height="522" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/11/image-1.png" alt="" class="wp-image-5600" style="width:227px;height:auto" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/11/image-1.png 348w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/11/image-1-200x300.png 200w" sizes="(max-width: 348px) 100vw, 348px" /></a></figure>



<p>As pessoas estão se acostumando tanto com as IAs que começam uma busca na Internet perguntando ao chatGPT (a IA mais difundida por enquanto). <strong>Obviamente o Google percebeu isso rápido e implementou sua própria IA na busca, e tenta usá-la no máximo de buscas que consegue</strong>. Os resultados são os mesmos de sua base, porém, a forma de apresentação &#8211; que é um texto explicativo, quase uma conversa &#8211; tem um impacto muito mais positivo que uma simples lista de links. Isso é design de interface, isso é experiência do usuário.</p>



<p>Algumas IAs já apresentaram interfaces de voz para interagir com os usuários e o sucesso de assistentes pessoais domésticos, como a Alexa, Siri e Google, nos aponta o que pode ser o futuro da interface em uma linha do tempo não muito distante. Muitos aplicativos móveis já estão usando voz como interface, como o Waze &#8211; para relatar problemas no trânsito (e evitar acidentes). <strong>Aliando dispositivos móveis e vestíveis como relógios e óculos, inteligência artificial e interfaces por voz, podemos ter muito em breve uma migração grande de usuários</strong> para um mercado ainda inicial e gerar uma demanda grande por softwares especializados para design de interfaces não visuais.</p>



<p>Claro que, assim como a TV não matou o rádio e a Internet não matou o jornal, ainda teremos demanda para design visual por décadas, talvez séculos à frente. <strong>O mercado não vai pivotar para outra direção de forma abrupta</strong>, e talvez apenas criemos mais um nicho, como criamos o nicho da interface 40 anos atrás. Mas a pergunta que fica é: </p>



<p class="has-medium-font-size">Quem será a gigante desse novo nicho, se houver uma?</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/adobe-affinity-canva-e-o-futuro-da-interface/">Adobe, Affinity, Canva e o futuro da Interface</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tudo é Design (e isso importa mais que você imagina)</title>
		<link>https://manoelnetto.com/blog/tudo-e-design/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 15:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sei o que você está pensando. Mais uma daquelas frases de efeito tipo “tudo na vida é química” ou “tudo é física”, como diziam os professores reclamões do segundo grau? Era quase uma briga filosófica entre as aulas, cada um defendendo &#8211; e com argumentos válidos &#8211; o seu ponto de vista. E se [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/tudo-e-design/">Tudo é Design (e isso importa mais que você imagina)</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei o que você está pensando. Mais uma daquelas frases de efeito tipo “<em>tudo na vida é química</em>” ou “<em>tudo é física</em>”, como diziam os professores reclamões do segundo grau? Era quase uma briga filosófica entre as aulas, cada um defendendo &#8211; e com argumentos válidos &#8211; o seu ponto de vista. E se eles podem, eu também. </p>



<p class="has-medium-font-size">Então afirmo, na vida, <strong>tudo é design</strong>.</p>



<p>Antes que alguém torça o nariz achando que estou reduzindo o conceito de design a “<em>fazer algo bonito</em>”, vamos alinhar: <strong>design é, essencialmente, a capacidade de projetar soluções para problemas, equilibrando forma, função, contexto e experiência</strong>. É pensar em como algo pode funcionar melhor, ser mais intuitivo, mais eficiente ou mais significativo. Quando você olha a realidade por essa lente, percebe que não existe nada que não seja, de alguma forma, fruto de design.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O design da vida</h2>



<p>O corpo humano é uma das maiores obras de design que existe &#8211; e não teve agência, briefing ou brainstorm. Nosso coração é uma bomba que trabalha sem parar desde o primeiro segundo de vida até o último. Os olhos têm um sistema de foco automático que nenhuma câmera de celular conseguiu reproduzir de forma tão eficaz. O DNA é um manual de instruções comprimido em quatro letras que dão conta de gerar tudo: das suas características físicas até predisposições emocionais.</p>



<p>E se você acha que isso é “natural demais para ser design”, pense de novo: a natureza é o mais antigo e sofisticado laboratório de design que existe. Abelhas constroem colmeias em forma de hexágonos porque essa é a figura geométrica que garante máxima eficiência no uso da cera e do espaço. Pássaros moldam ninhos de diferentes formatos conforme a necessidade de proteção ou camuflagem. Tudo isso é design aplicado para resolver problemas concretos de sobrevivência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O design das coisas</h2>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="652" height="800" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/08/kim-tayona-XfeeEERhEVQ-unsplash.jpg" alt="" class="wp-image-4954" style="width:350px;height:auto" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/08/kim-tayona-XfeeEERhEVQ-unsplash.jpg 652w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2025/08/kim-tayona-XfeeEERhEVQ-unsplash-245x300.jpg 245w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></figure>



<p>Olhe ao redor. A cadeira em que você está sentado foi pensada para equilibrar ergonomia, custo e durabilidade. O semáforo que organiza o trânsito é design puro, aplicado à convivência urbana. Até uma colher é design: há séculos alguém projetou uma forma que serve para levar líquidos da tigela à boca, sem derramar no caminho.</p>



<p>Na engenharia, então, o design é onipresente. Pontes, edifícios, veículos, ferramentas &#8211; tudo envolve decisões de proporção, usabilidade e impacto. Não basta erguer concreto e aço: é preciso pensar em como pessoas vão circular, em como a estrutura vai resistir ao tempo e até em como vai se integrar ao ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Design invisível</h2>



<p>O app que você abriu veio de uma hierarquia de design. Cada aplicativo que você usa tem camadas e camadas de design. Existe o design da arquitetura de software, que define como as informações vão fluir. Existe o design da interface, que decide onde colocar cada botão. E existe o design da experiência, que garante que pedir comida por aplicativo leve segundos em vez de minutos de frustração.</p>



<p>O mais curioso é que, quanto melhor o design, menos você percebe que ele está lá. Você não pensa no botão de ligar do celular, simplesmente usa. Você não reflete sobre a barra de pesquisa do Google, simplesmente digita. O design “desaparece” porque funciona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O design que você faz (sem saber)</h2>



<p>E antes que alguém diga: “ok, mas eu não sou designer, isso não tem a ver comigo”, pense de novo. Quando você organiza sua geladeira para caber tudo e ainda conseguir achar as coisas, está fazendo design. Quando monta um prato equilibrando cores e sabores, também. Quando decide como vai contar uma história para convencer alguém, está desenhando uma narrativa.</p>



<p>Até o jeito que você arruma a sala para receber visitas é design: luz, disposição dos móveis, música ambiente, tudo isso cria uma experiência. O mesmo vale para as roupas que escolhe, o feed que curadoria nas redes sociais, a forma como apresenta um trabalho.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Design não é exclusividade, é atitude.</strong></p>



<p>No fundo, o design é a arte de viver com intenção. De pensar antes de agir. De projetar algo que faça sentido no tempo e no espaço. Por isso, quando digo que “tudo é design”, não é exagero. É apenas uma constatação de que o mundo é moldado por escolhas de forma, função e propósito &#8211; e que nós participamos desse processo o tempo todo.</p>



<p class="has-medium-font-size">A grande questão é: <strong>você está vivendo no modo aleatório ou está desenhando a sua vida com propósito</strong>?</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/tudo-e-design/">Tudo é Design (e isso importa mais que você imagina)</a>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Amazon Just Walk Out e a polêmica da inovação novamente</title>
		<link>https://manoelnetto.com/blog/amazon-just-walk-out-polemica-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 May 2024 17:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Validação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março e abril foram divulgadas diversas matérias dizendo que a Amazon mentiu sobre sua tecnologia Just Walk Out. Afirmavam que não existia IA, apenas um monte de pessoas vendo vídeos das compras e identificando manualmente os produtos. Mas o que há de verdade nisso? E o que podemos refletir?</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/amazon-just-walk-out-polemica-inovacao/">Amazon Just Walk Out e a polêmica da inovação novamente</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma polêmica envolvendo IAs surgiu há algumas semanas e foi disseminada em sites de todo o mundo, cada um adicionando seus próprios pontos de entendimento (ou falta dele), criando uma imensa rede de desinformação acerca do assunto.</p>



<p>Trata-se da tecnologia <em>Just Walk Out</em>, da Amazon, que foi anunciada em 2016 e implantada em várias lojas <em>Amazon Go</em> e <em>Amazon Fresh</em>. A solução de pagamento automático que não envolve caixas ou intermediários foi anunciada como uma grande novidade do comércio tradicional que estaria incorporando inovações do mundo digital e do e-commerce. Com essa tecnologia, <strong>o cliente apenas pegaria seus produtos direto das prateleiras e iria embora (<em>just walk out</em>)</strong>, sendo cobrado posteriormente pela Amazon, que identificaria o cliente e os produtos com o auxílio de Inteligência Artificial (<em>AI</em>) e Aprendizado de Máquina (<em>Machine Learning</em>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">A polêmica da IA falsa</h2>



<p>Acontece que foi divulgado, por grande parte da imprensa, incluindo a especializada, que a Amazon não teria tal tecnologia e estaria utilizando cerca de 1.000 pessoas reais para assistir vídeos das compras e identificar &#8211; manualmente &#8211; os produtos a serem faturados. </p>



<p class="has-medium-font-size"><em>Isso é uma meia-verdade. Alguns veículos e profissionais sabiam disso e divulgaram matérias duvidosas. Outros apenas embarcaram na &#8220;notícia bomba&#8221; e divulgaram do jeito que entenderam.</em></p>



<p>A tecnologia existe, sim, e a Amazon não a descontinuou. <strong><a href="https://www.aboutamazon.com/news/retail/amazon-just-walk-out-dash-cart-grocery-shopping-checkout-stores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Continua oferecendo a terceiros e usando em algumas de suas lojas menores e especialmente localizadas</a></strong>. Porém, as pessoas contratadas também existem (ou existiam). Elas desempenharam o papel de revisão e treinamento da solução, validando o que era identificado nas compras antes de enviar a fatura ao cliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então qual o problema?</h2>



<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-2-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-4637" style="width:460px;height:auto" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-2-1024x576.webp 1024w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-2-300x169.webp 300w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-2-768x432.webp 768w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-2-1536x864.webp 1536w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-2.webp 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Toda nova tecnologia &#8211; e principalmente quando estamos falando de disrupção &#8211; precisa de validação e treinamento, testes, protótipos. Isso é o que faz as soluções evoluírem, os erros diminuírem e os prejuízos também. No caso da Amazon, <strong>a meta era que apenas 5% das compras fossem validadas por seres humanos</strong>, mas após 2022, essas validações chegaram a 70% das compras e não caíram, tornando a operação extremamente cara.</p>



<p>A decisão de fechar algumas lojas <em>Amazon Fresh</em> não tem relação com isso, mas a <strong>substituição da tecnologia <em>Just Walk Out</em> na maior parte das lojas <em>Amazon Go</em> por outra solução &#8220;<em>cashierless</em>&#8221; (sem caixa) &#8211; um carrinho de compras inteligente</strong> &#8211; foi um movimento necessário para viabilizar a continuidade das lojas físicas <em>Go</em>, além de um &#8220;passo para trás&#8221; na validação da solução <em>Just Walk Out</em>. Como ela continua existindo, porém em lojas muito menores, o volume de dados a serem validados é muito menor e é possível continuar a pesquisa e desenvolvimento dessa tecnologia, sem impactar no negócio como um todo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não estamos preparados para construção de inovação</h2>



<p>O que me parece, avaliando aqui do meu canto de reflexão, é que nós estamos muito mal acostumados a sermos impactados com &#8220;novidades prontas&#8221;. <strong>Tudo tem que estar perfeitamente funcional e maravilhoso no lançamento</strong>. E ainda melhor, com novas e surpreendentes funcionalidades a cada anúncio, para que não deixemos a perplexidade e admiração murcharem nem um pouco. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2000" height="968" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1.webp" alt="Agile e a construção de inovação" class="wp-image-902" title="Agile e a construção de inovação" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1.webp 2000w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1-300x145.webp 300w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1-1024x496.webp 1024w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1-768x372.webp 768w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1-1536x743.webp 1536w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></figure>



<p>Sinto falta um pouco daquela fase em que tudo era &#8220;<em>Beta</em>&#8221; (ahhh os anos 2000) por um longo tempo e as pessoas achavam perfeitamente normal clicar em um botão que não fizesse nada ou esbarrar em algum erro ao tentar efetuar uma atividade simples, como apagar um e-mail. &#8220;Ah tudo bem, é Beta&#8221;. <strong>Hoje nada pode ser Beta, não existe mais espaço para erros, melhorias e crescimento que não seja aperfeiçoar o que já é perfeito.</strong></p>



<p>Eu &#8211; que trabalho com Agile, Lean, <a href="https://manoelnetto.com/blog/os-3-pilares-do-design-thinking/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Design Thinking</a> e <strong>outras metodologias e filosofias que apostam em protótipos, validações, Fail Fast</strong> &#8211; fico um tanto desapontado que tenhamos retrocedido nessa questão. Eu amo trabalhar com inovação, e para isso é necessário abraçar a possibilidade do erro, da falha, do ajuste do percurso enquanto estamos em movimento.</p>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1025" height="683" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image.webp" alt="Newton, o PDA da Apple" class="wp-image-901" style="width:444px;height:auto" title="Newton, o PDA da Apple" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image.webp 1025w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-300x200.webp 300w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-150x100.webp 150w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/05/image-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 1025px) 100vw, 1025px" /><figcaption class="wp-element-caption">Newton, o PDA da Apple, lançado em 1993</figcaption></figure>



<p>A &#8220;falha&#8221; pode começar direto na ideia de solução e <strong><a href="https://manoelnetto.com/o-que-faco/workshops/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ser identificada com um workshop prévio</a></strong>, por exemplo, economizando muito dinheiro ao não se investir em algo que pode ser uma ideia ruim. <strong>Mas também pode ser detectada posteriormente, no início do projeto, através dos feedbacks dos usuários</strong> ou identificação de impedimentos caros, integrações muito complexas ou qualquer outro ponto.</p>



<p>O ponto aqui é: <strong>inovação não é um caminho reto e perfeito</strong>. E precisamos aceitar isso para inovar. E nem sempre ser o primeiro a lançar algo revolucionário, é certeza de sucesso. Ninguém se lembra do <strong>Assistente Pessoal que a Apple lançou antes de todo mundo </strong>(e foi um fracasso). Anos depois a 3Com lançou o Palm e estourou tanto que virou uma empresa. E hoje a Apple domina o mercado de &#8220;assistentes pessoais&#8221; com o iPhone.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E você? O que acha sobre isso?</h3>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/amazon-just-walk-out-polemica-inovacao/">Amazon Just Walk Out e a polêmica da inovação novamente</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>Os 3 pilares do Design Thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 20:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[iteração]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[pilares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução ao Design Thinking Design Thinking é uma abordagem inovadora para resolver problemas complexos, destacando-se pela ênfase na empatia, na geração de ideias e na iteração contínua. Essa metodologia não se limita ao design de produtos, mas se estende a soluções em diversas áreas. Vamos explorar os três pilares fundamentais que sustentam o Design Thinking. [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/os-3-pilares-do-design-thinking/">Os 3 pilares do Design Thinking</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Introdução ao Design Thinking</h3>



<p><strong>Design Thinking</strong> é uma abordagem inovadora para resolver problemas complexos, destacando-se pela <a href="https://manoelnetto.com/o-que-faco/consultoria-ux/">ênfase na empatia, na geração de ideias e na iteração contínua</a>. Essa metodologia não se limita ao design de produtos, mas se estende a soluções em diversas áreas. Vamos explorar os três pilares fundamentais que sustentam o Design Thinking.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/os-3-pilares-do-design-thinking.png" alt="Os 3 pilares do Design Thinking" class="wp-image-2884"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo os 3 pilares do Design Thinking</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Empatia: Calçando os sapatos de outra pessoa</h3>



<p><strong>A empatia é o alicerce do Design Thinking</strong>. Compreender profundamente as necessidades, desafios e emoções dos usuários é crucial para criar soluções significativas. Diversas técnicas, como entrevistas, observação e jornadas do usuário, são empregadas para construir empatia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ideação: Fomentando criatividade e inovação</h3>



<p>A geração de ideias é um aspecto vital do Design Thinking.<strong> Encorajar a criatividade por meio de sessões de brainstorming, mapas mentais e prototipagem rápida ajuda a explorar diversas soluções</strong>. A inovação floresce quando as equipes se sentem livres para expressar suas ideias sem julgamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Iteração: Ciclo de melhoria contínua</h3>



<p>A iteração constante é a espinha dorsal do Design Thinking. Após a implementação de uma solução, o feedback é coletado, e ajustes são feitos para aprimorar continuamente o projeto. <strong>Esse ciclo iterativo garante que as soluções evoluam para atender às necessidades em constante mudança</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aplicação do Design Thinking em várias indústrias</h2>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://amzn.to/3UdhKuC" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-4.png" alt="" class="wp-image-2894" style="width:247px;height:auto"/></a></figure>



<p>O Design Thinking transcende setores. No campo da tecnologia, ele impulsiona a inovação de produtos. Na área da saúde, melhora a experiência do paciente. Nos negócios, otimiza processos. Vamos explorar exemplos práticos dessas aplicações.</p>



<p>Apesar dos benefícios, o Design Thinking enfrenta desafios, como <strong>resistência à mudança e a necessidade de recursos significativos</strong>. Críticos questionam sua eficácia em situações específicas. No entanto, é importante reconhecer esses desafios para aprimorar continuamente a metodologia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como o Design Thinking influencia na Experiência do Usuário</h3>



<p>O Design Thinking tem um impacto direto na experiência do usuário. Ao colocar os usuários no centro do processo de design, as soluções resultantes são mais intuitivas e eficazes. Estudos de casos ilustrarão como essa abordagem transforma positivamente a experiência do usuário.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">O Design Thinking não é exclusivo para designers.</mark></strong> Pode ser aplicado em contextos pessoais e profissionais. A incorporação regular desses princípios traz benefícios a longo prazo, estimulando a criatividade e a resolução eficaz de problemas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="570" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/design-para-todos-tim-brown-1024x570.webp" alt="" class="wp-image-4640" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/design-para-todos-tim-brown-1024x570.webp 1024w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/design-para-todos-tim-brown-300x167.webp 300w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/design-para-todos-tim-brown-768x427.webp 768w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/design-para-todos-tim-brown.webp 1100w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O futuro do Design Thinking</h3>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://amzn.to/3UpHrZ7" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-5.png" alt="" class="wp-image-2896" style="width:225px;height:auto"/></a></figure>



<p>O Design Thinking está em constante evolução. Tendências emergentes e a integração com tecnologias inovadoras moldam o futuro dessa abordagem. No contexto digital atual, o Design Thinking desempenha um papel crucial na solução de desafios complexos.</p>



<p>Em resumo, os três pilares do Design Thinking &#8211; empatia, geração de ideias e iteração &#8211; formam uma base sólida para abordar problemas complexos. Ao adotar essa metodologia, as equipes podem criar soluções mais eficazes e inovadoras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre Design Thinking</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Qual o objetivo principal do design thinking?</h3>



<p>O objetivo principal do Design Thinking é criar soluções centradas no usuário, abordando problemas de maneira inovadora.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como o design thinking beneficia pequenos negócios?</h3>



<p>O Design Thinking pode ajudar pequenos negócios a identificar e resolver desafios de maneira eficaz, promovendo a inovação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Design thinking é só para designers?</h3>



<p>Não, qualquer pessoa pode aprender e aplicar os princípios do Design Thinking em diversos contextos. É uma abordagem acessível e pode ser aprendido por qualquer pessoa interessada em soluções criativas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Existe algum risco associado ao design thinking?</h3>



<p>Alguns desafios incluem resistência à mudança e alocar recursos adequados, mas esses podem ser superados com uma implementação cuidadosa.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/os-3-pilares-do-design-thinking/">Os 3 pilares do Design Thinking</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é User Interface</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 14:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
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		<category><![CDATA[interface de usuario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A User Interface (interface do usuário em inglês), ou UI, é a disciplina do Design responsável pela interação do usuário com o produto ou serviço que está utilizando. Quando falamos de sistemas, programas, sites e aplicativos, por exemplo, a UI é composta pelo conjunto de elementos &#8211; visuais ou não &#8211; que possibilitam seu uso, [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-user-interface/">O que é User Interface</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>User Interface</strong> (interface do usuário em inglês), ou <strong>UI</strong>, <mark style="background-color:#8ed1fc" class="has-inline-color">é a disciplina do Design responsável pela interação do usuário com o produto ou serviço que está utilizando</mark>. Quando falamos de sistemas, programas, sites e aplicativos, por exemplo, a UI é composta pelo conjunto de elementos &#8211; visuais ou não &#8211; que possibilitam seu uso, como botões, menus, janelas, ícones, comandos de voz ou sequência de teclas; além do retorno, como caixas de texto, alertas, cores e sons.</p>



<p>Uma boa UI é intuitiva, clara e organizada, permitindo que qualquer pessoa consiga utilizar o programa de forma fácil e eficiente, independente de limitações físicas ou técnicas, como deficiências físicas ou uso de equipamentos diferentes, sistemas operacionais diferentes, etc.</p>



<p>Ao desenvolver uma interface, é importante considerar fatores como acessibilidade, usabilidade e experiência do usuário para torná-la agradável e de fácil compreensão, minimizando os atritos e possibilitando que o usuário consiga realizar as tarefas que deseja.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-user-interface/">O que é User Interface</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é User Experience</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 14:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<category><![CDATA[designcionario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>User Experience (UX) ou Experiência de Usuário, é um conceito que se refere à experiência que as pessoas têm ao interagir com um produto, serviço ou sistema. O User Experience busca entender as necessidades, expectativas e emoções dos usuários para criar experiências positivas e satisfatórias. Ele envolve aspectos como usabilidade, acessibilidade, design visual e interação, [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-user-experience/">O que é User Experience</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>User Experience (UX)</strong> ou <a href="https://manoelnetto.com/o-que-faco/consultoria-ux/"><strong>Experiência de Usuário</strong></a>, é um conceito que se refere à <mark style="background-color:#7bdcb5" class="has-inline-color">experiência que as pessoas têm ao interagir com um produto, serviço ou sistema</mark>.</p>



<p>O <strong>User Experience</strong> busca entender as necessidades, expectativas e emoções dos usuários para criar experiências positivas e satisfatórias. Ele envolve aspectos como usabilidade, acessibilidade, design visual e interação, visando tornar a experiência do usuário o mais intuitiva, eficiente e agradável possível.</p>



<p>Profissionais de UX se preocupam em como as pessoas se sentem ao utilizar um produto ou serviço, levando em consideração suas habilidades, limitações e contexto de uso, buscando antecipar as necessidades dos usuários, facilitar suas tarefas e proporcionar momentos de encantamento.</p>



<p>Por exemplo: quando você utiliza um aplicativo de delivery de comida e encontra facilmente os restaurantes próximos, consegue fazer seu pedido de forma rápida e sem complicações, e recebe atualizações sobre o status da entrega, podemos dizer que houve uma boa experiência do usuário. O UX visa tornar essas experiências o mais positivas quanto possível, com o intuito de deixar as pessoas satisfeitas e terem suas necessidades atendidas.</p>



<p>Se você quer fidelizar seus usuários, ao criar produtos ou serviços é importante considerar a experiência. Pense na usabilidade, na facilidade de navegação, no design visual e em como você pode tornar a experiência do usuário única e memorável.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-user-experience/">O que é User Experience</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é Branding</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 14:11:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[brand]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Branding é o processo de construção e gerenciamento da identidade e imagem de uma marca. Trata-se de como a empresa ou produto é percebido pelo público, a partir da maneira como ele é apresentado e da mensagem que transmite. Uma boa estratégia de branding define os valores e a personalidade da marca, cria uma identidade [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-branding/">O que é Branding</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Branding</strong> é <mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">o processo de construção e gerenciamento da identidade e imagem de uma marca</mark>. Trata-se de como a empresa ou produto é percebido pelo público, a partir da maneira como ele é apresentado e da mensagem que transmite.</p>



<p>Uma <strong>boa estratégia de branding</strong> define os valores e a personalidade da marca, cria uma identidade visual reconhecível e estabelece uma conexão emocional com o consumidor. Isso ajuda a diferenciar a marca da concorrência e gera lealdade entre os clientes.</p>



<p>Fatores como o nome, o logotipo, as cores, a tipografia, o posicionamento e a narrativa utilizados <strong>devem ser coerentes e transmitir de forma clara os atributos e benefícios da marca</strong>. Manter uma imagem consistente ao longo do tempo é essencial para o sucesso do branding.</p>



<p>Invista no branding para que os consumidores se identifiquem com a personalidade da sua marca e se sintam representados pelos valores que ela transmite. Crie reconhecimento e preferência para fidelizar os clientes ao seu negócio.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-branding/">O que é Branding</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é Design Thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 14:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em Design Thinking? É uma abordagem criativa e inovadora que nos ajuda a resolver problemas de forma colaborativa e centrada nas pessoas. O Design Thinking combina empatia, criatividade e raciocínio lógico para criar soluções eficientes e impactantes. Ele nos encoraja a pensar fora da caixa, a explorar diferentes perspectivas e a [&#8230;]</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-design-thinking/">O que é Design Thinking</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você já ouviu falar em Design Thinking</strong>? <mark style="background-color:#7bdcb5" class="has-inline-color">É uma abordagem criativa e inovadora que nos ajuda a resolver problemas de forma colaborativa e centrada nas pessoas</mark>.</p>



<p>O <strong>Design Thinking</strong> combina <a href="https://manoelnetto.com/blog/os-3-pilares-do-design-thinking/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empatia, criatividade e raciocínio lógico para</a> criar soluções eficientes e impactantes. Ele nos encoraja a pensar fora da caixa, a explorar diferentes perspectivas e a abraçar a experimentação.</p>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://amzn.to/3VR2McZ" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="371" height="522" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-3.webp" alt="" class="wp-image-4649" style="width:253px;height:auto" srcset="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-3.webp 371w, https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-3-213x300.webp 213w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /></a></figure>



<p>Uma das principais características do Design Thinking é a sua <strong>abordagem centrada no ser humano</strong>. Isso significa que, ao invés de focar apenas nas tecnologias ou nos produtos em si, <strong>o Design Thinking coloca as pessoas no centro do processo</strong>. Ele busca entender suas necessidades, desejos e frustrações para criar soluções que realmente façam diferença em suas vidas.</p>



<p>O Design Thinking é composto por etapas, que partem da exploração do problema, a busca de inspiração, geração de ideias, construção de protótipos e testes de soluções com as pessoas envolvidas. É um processo iterativo, ou seja, estamos sempre aprendendo e refinando nossas soluções ao longo do caminho.</p>



<p>Então, se você quer encontrar soluções criativas e inovadoras para os desafios do seu dia a dia, o Design Thinking pode ser uma ferramenta poderosa para você! Experimente olhar de forma diferente, abra sua mente para novas possibilidades e coloque as pessoas no centro da sua busca por soluções.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/o-que-e-design-thinking/">O que é Design Thinking</a>]]></content:encoded>
					
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		<title>Comece com o porquê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoel Netto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 17:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[product design]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando temos alguma ideia de produto ou negócio, é muito comum pensarmos primeiro em "o que" oferecer - um produto ou serviço, um objeto, sistema, app - para depois pensarmos em "como" e por fim, pensamos em "quem" poderia ter interesse. É um pensamento prático e objetivo, bastante utilizado e que, na maior parte do tempo, não nos leva muito longe.</p>
Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/comece-com-o-porque/">Comece com o porquê</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/img_blog-anyroad.png" alt="" class="wp-image-2240"/></figure>



<p>Quando temos alguma ideia de produto ou negócio, é muito comum pensarmos primeiro em &#8220;o que&#8221; oferecer &#8211; um produto ou serviço, um objeto, sistema, app &#8211; para depois pensarmos em &#8220;como&#8221; e por fim, pensamos em &#8220;quem&#8221; poderia ter interesse. É um pensamento prático e objetivo, bastante utilizado e que, <strong>na maior parte do tempo, não nos leva muito longe</strong>.</p>



<p>Se eu pudesse recomendar uma ordem de pensamentos um pouco mais assertiva, eu diria que existe uma chance grande de sucesso se a linha de pensamento for: <strong>Por que</strong>, <strong>Quem</strong> e <strong>O que</strong>. Para os demais &#8211; <strong>Como, Quando, Quanto, Onde</strong> &#8211; pode haver uma certa flexibilidade, <strong>dependendo das características de cada projeto, urgência, verba, etc</strong>. Mas os 3 primeiros são fundamentais para a direção a ser tomada. Inclusive direção nenhuma, pois no início já se pode abrir mão de uma ideia que não tem um propósito ou não tem um público que a justifique.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O poder de começar com o porquê</h2>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://amzn.to/3LHutAx" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image-1.png" alt="" class="wp-image-2235" style="aspect-ratio:0.6964285714285714;width:254px;height:auto"/></a></figure>



<p>Em seu livro &#8220;<strong><a href="https://amzn.to/3LHutAx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Start With Why</a></strong>&#8220;, Simon Sinek diz que as pessoas não compram o que você faz, elas compram o porquê você faz. Quando você começa com o propósito, com o coração e a alma do seu trabalho, <strong>você inspira e conecta com as pessoas</strong> de uma forma muito mais profunda.</p>



<p>Sinek dá vários exemplos de empresas e líderes que tiveram grande sucesso justamente porque começaram com o porquê, como a Apple, a Nike e Martin Luther King Jr. Eles não venderam produtos ou ideias, eles venderam um propósito maior que as pessoas poderiam acreditar e se identificar. Quando você começa com o porquê, com a missão e o propósito por trás, você atrai as pessoas certas e constrói relacionamentos mais sólidos baseados em confiança e significado. Isso gera resultados melhores a longo prazo.</p>



<p>Já empresas que começam apenas com o &#8220;o que&#8221;, como &#8220;vendemos sapatos&#8221;, dificilmente inspiram lealdade e comprometimento. <strong>As pessoas não se importam com o que você faz, elas querem saber por que você faz</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que é Importante?</h2>



<p>A importância de começar com o &#8220;porquê&#8221; reside no fato de que isso nos ajuda a definir nossa motivação central. Quando entendemos nossa motivação, podemos tomar decisões mais alinhadas com nossos valores e objetivos. Isso não apenas nos torna mais realizados em um nível pessoal, mas também pode impactar positivamente nossos empreendimentos profissionais.<strong> E como fazer isso?</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Reflita sobre suas paixões</h3>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://manoelnetto.com/wp-content/uploads/2024/07/image.png" alt="" class="wp-image-2237" style="width:406px;height:270px"/></figure>



<p>Uma maneira de começar é refletir sobre suas paixões. O que realmente te motiva? O que você faria mesmo que não fosse pago por isso? Suas paixões muitas vezes estão intrinsecamente ligadas ao seu &#8220;porquê&#8221;. É muito difícil abrir mão ou colocar em segundo plano uma paixão. Descobrindo suas paixões, você entender o que te dá ânimo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pergunte a si mesmo perguntas profundas</h3>



<p>Faça perguntas a si mesmo, como: &#8220;o que me faz levantar de manhã?&#8221; ou &#8220;qual é o impacto que quero ter no mundo?&#8221;, &#8220;qual o legado que quero deixar para as futuras gerações?&#8221;, &#8220;pelo que quero ser lembrado?&#8221;. Essas perguntas podem ajudar a iluminar seu propósito subjacente. Sem um propósito, a gente apenas vai levando.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Analise suas experiências passadas</h3>



<p>Ninguém deve ficar preso ao passado, celebrando o que não existe mais ou lamentando por erros cometidos, mas <strong>o passado precisa ser usado como aprendizado</strong>. Olhe para trás em sua vida e analise as experiências que o moldaram. Quais momentos foram os mais significativos para você? O que você aprendeu com eles? Isso pode indicar uma pista importante sobre seu &#8220;porquê&#8221; pessoal, e isso vai te ajudar a elencar as razões para seus negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância do &#8220;porquê&#8221; nos negócios</h2>



<p>Não é apenas em nossas vidas pessoais que o &#8220;porquê&#8221; desempenha um papel crucial. Nos negócios, essa abordagem também pode ser transformadora.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conectar-se com os clientes</h3>



<p>As empresas que entendem seu &#8220;porquê&#8221; têm uma vantagem única. Elas não apenas vendem produtos ou serviços; elas se conectam emocionalmente com seus clientes, que compartilham os mesmos valores e crenças.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Motivar equipes</h3>



<p>Quando uma equipe compreende o &#8220;porquê&#8221; por trás de sua empresa, ela se torna mais motivada e engajada. Os funcionários não estão apenas cumprindo tarefas, mas estão contribuindo para um propósito maior.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tomar decisões mais alinhadas</h3>



<p>Empresas orientadas pelo &#8220;porquê&#8221; tomam decisões mais alinhadas com sua missão e valores. Isso pode resultar em estratégias mais eficazes e sustentáveis.</p>



<p>Em resumo, começar com o &#8220;porquê&#8221; é uma <strong>abordagem poderosa que pode transformar nossas vidas pessoais e nossos negócios</strong>. Ao entender nossa motivação central, podemos tomar decisões mais alinhadas com nossos valores e objetivos. Isso nos torna mais realizados e, ao mesmo tempo, fortalece nossos relacionamentos e empreendimentos.</p>Texto de Manoel Netto.
Originalmente publicado em: <a href="https://manoelnetto.com/blog/comece-com-o-porque/">Comece com o porquê</a>]]></content:encoded>
					
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