<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed
  xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"
  xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0"
  xml:lang="en-US"
  xml:base="http://manualdocao.com.br/wp-atom.php"
   >
	<title type="text">Manual do Cão</title>
	<subtitle type="text">Seja o líder da sua matilha</subtitle>

	<updated>2016-11-11T19:59:13Z</updated>

	<link rel="alternate" type="text/html" href="http://manualdocao.com.br" />
	<id>http://manualdocao.com.br/feed/atom</id>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://manualdocao.com.br/feed/atom" />

	<generator uri="https://wordpress.org/" version="4.8.25">WordPress</generator>
	<entry>
		<author>
			<name>Bruno Melo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Cãmera 001]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://manualdocao.com.br/fotos/camera-001" />
		<id>http://manualdocao.com.br/?p=262</id>
		<updated>2013-07-08T21:13:58Z</updated>
		<published>2013-05-26T18:23:32Z</published>
		<category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Destaque" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Fotos" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Slide" />		<summary type="html"><![CDATA[Mary Burnquist, dropando todas. Radicã!]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://manualdocao.com.br/fotos/camera-001"><![CDATA[ <p> Mary Burnquist, dropando todas.<span id="more-262"></span> </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/skate.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Radicã!</div>
]]></content>
		</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Bruno Melo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Liderança]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://manualdocao.com.br/comportamento/lideranca" />
		<id>http://manualdocao.com.br/?p=233</id>
		<updated>2016-11-11T19:59:13Z</updated>
		<published>2013-05-21T19:13:17Z</published>
		<category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Comportamento" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Destaque" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Slide" />		<summary type="html"><![CDATA[Você sabia que o DNA de cães e lobos são mais de 99% semelhantes? Isso não é coincidência: cães são descententes próximos dos lobos. Quando a humanidade começou a viver em aldeias, acabou criando uma nova opção de alimentação para os lobos das redondezas. Os restos de comida jogados fora representavam uma fonte de alimento [&#8230;]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://manualdocao.com.br/comportamento/lideranca"><![CDATA[ <p> Você sabia que o <strong>DNA</strong> de cães e lobos são mais de <strong>99%</strong> semelhantes? </p> 
 <p> Isso não é coincidência: cães são <strong>descententes próximos</strong> dos lobos.<span id="more-233"></span> Quando a humanidade começou a viver em aldeias, acabou criando uma nova opção de alimentação para os lobos das redondezas. Os restos de comida jogados fora representavam uma fonte de alimento fácil para os animais. </p> 
 <p> Os lobos então começaram a tirar vantagem dessa fonte, e o grupo que já tinha características genéticas de ser mais tolerante à presença humana permaneceu próximo das aldeias, e seguiu um <strong>caminho evolutivo diferente</strong> dos mais ferozes e ariscos, que preferiram continuar caçando e distantes. </p> 
 <p> A reprodução destes lobos &#8220;mansos&#8221; foi refinando cada vez mais essa carga genética de <strong>aceitar o convívio com humanos</strong> e a vida nas aldeias. Após algumas gerações, essa prole foi sendo domesticada (ou se auto-domesticando?), e surgiram assim os primeiros cães. </p> 
 <p> Isso mesmo, os cães só existem por causa da de uma variante da famosa <strong>seleção natural</strong>. </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/dogwolf.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Ahh, Darwin.</div>
 <p> No entanto, mesmo com essa nova &#8220;moradia&#8221; estável e a facilidade no acesso a alimentos, algumas condutas dos lobos permaneceram inatas aos cães, principalmente o conceito de alcatéia (ou matilha, depende do Pasquale). A <strong>matilha</strong> é a estrutura social dos lobos/cães, com uma hierarquia bem definida onde cada membro tem a sua posição, numa verdadeira &#8220;pirâmide&#8221;.  </p> 
 <p> Na base da pirâmide estão os membros mais submissos (mais fracos ou filhotes). No topo, o líder da matilha, o qual tem vários privilégios &#8211; se alimentar primeiro, por exemplo &#8211; e deveres, tais como zelar pela segurança da matilha e a procura por alimento. Ao líder também recai a responsabilidade de definir das regras que vão garantir a perpetuação da matilha, <strong>regras essas que todos os membros devem respeitar e se submeter</strong>. </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/hierarquia.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Hierarquia da matilha, ou quase isso</div>
 <p> Os cachorros ignoram que somos de espécies diferentes, e <strong>consideram a nós humanos como membros de sua matilha</strong>. Isso é ótimo para a convivência, exceto se as atitudes do humano acabem tornando o cachorro o líder dessa matilha, e é muito fácil de identificar estes casos: </p> 
<ul>
<li>Cachorro que puxa o dono na hora do passeio, mantendo a guia sempre esticada ao máximo</li>
<li>Cachorro que reage violentamente e não deixa nenhum outro se aproximar do &#8220;dono&#8221;</li>
<li>Cachorro que rosna quando alguém chega perto na hora que ele está se alimentando ou bebendo água</li>
<li>Cachorro que se recusa a obedecer instruções e comandos</li>
</ul>
 <p> Acho que todos conhecemos algum cachorro assim, certo? Naturalmente os cães buscam diariamente descobrir qual o lugar que ocupam dentro da hierarquia da matilha, por meio de pequenos testes e desafios com outros membros. E este é o grande desafio do humano: <strong>reconhecer estes pequenos desafios e NUNCA</strong> deixar o cão sair &#8220;vitorioso&#8221; deles, pois cada &#8220;vitória&#8221; canina signifina um pequeno passo dele em direção à liderança da matilha. </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/folgado.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Dica: ele está te testando</div>
 <p> E é por isso que o <strong>Manual do Cão</strong> existe: para ensinar a vocês quais as pequenas atitudes diárias que vocês precisam ter frente aos seus cães para que eles entendam quem é o líder desta matilha. </p> 
 <p> Continuem com a gente. Sejam líderes! </p> 
]]></content>
		</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Bruno Melo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[A história do manual &#8211; Parte 2]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-2" />
		<id>http://manualdocao.com.br/?p=179</id>
		<updated>2013-05-21T18:43:30Z</updated>
		<published>2013-05-20T05:35:06Z</published>
		<category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Destaque" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Diário da Maria" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Slide" />		<summary type="html"><![CDATA[[Se você chegou aqui direto, leia antes a primeira parte dessa história] Como ia dizendo, a ideia era morar sozinho. Mas o destino resolveu me pregar uma peça de quatro patas. Ou melhor, três e meia. Em fevereiro de 2011 começou a instalação dos móveis no meu apê novo. Quem já passou por isso sabe [&#8230;]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-2"><![CDATA[ <p> [<b style="font-size: 1.2em">Se você chegou aqui direto, leia antes a <a href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-1" target="_blank">primeira parte dessa história</a></b>] </p> 
 <p> Como ia dizendo, a ideia era morar sozinho. Mas o destino resolveu me pregar uma peça de quatro patas. <span id="more-179"></span> Ou melhor, <b>três e meia</b>.  </p> 
 <p> Em fevereiro de 2011 começou a instalação dos móveis no meu apê novo. Quem já passou por isso sabe que é uma ótima ideia acompanhar os montadores o tempo todo, para impedir que montem uma porta de armário do lado errado ou que resolvam usar a furadeira na parede que passa o cano do chuveiro. <b>True story&#8230;</b> </p> 
 <p> Num determinado momento, resolvi tomar um ar na varanda pra respirar alguma coisa além de serragem e cheiro de cola, e <strong>aí aconteceu</strong>: </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/exalta.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Oi, eu não sou música do Exaltassamba, mas <br /> 
também vou mudar a sua vida da noite pro dia!</div>
 <p> Olhei para a rua, e no meio de algumas latas de lixo eu <b>vi um rabo se mexendo</b>! Achei que era só um vira-lata fazendo jus ao nome e não dei muita bola pro assunto, até porque tinha que voltar pro mundo da serragem-cola-serrote-furadeira antes que algum outro dilúvio acontecesse. </p> 
 <p> Ao final do dia, quando os <del>terroristas</del> montadores dos móveis foram embora, relembrei do fato e voltei pra varanda para dar uma olhada. E o rabo ainda estava lá, paradinho&#8230; Como sempre, o sangue de cachorreiro falou mais alto e resolvi ir conferir a situação de perto. Chegando na rua, tirei uma das latas da frente e lá estava a dona do rabo, deitadinha, sem mexer nada do corpo além dos <b>olhos mais pidões do mundo</b>. </p> 
 <p> Na época a experiência já me dizia que cachorro muito quieto ou é desconfiado demais ou está machucado. Como em ambos os casos ele <b>tende a ficar violento se acuado</b>, peguei leve. Sentei no chão e perguntei &#8220;Oi, tudo bem?&#8221; <span class="wp-font-emots-emo-happy"></span> </p> 
 <p> Diante do rabinho balançando depois da pergunta, aproximei um pouco a mão, e notei que ela estava com vontade de chegar perto, mas tinha dificuldades para levantar. Sempre com muito cuidado, <strong>coloquei a mão por baixo do seu tórax e abdômen</strong>, e a ajudei a ficar em pé. Quando tirei a mão, ela deu um ganido, abriu as patas traseiras e desabou novamente no chão. </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/xray.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Agora deu pra entender <br /> 
as três patas e meia?</div>
 <p> 2,73 segundos depois ela já estava dentro do meu carro, indo para o seu primeiro passeio ao veterinário. Chegando lá, a recepcionista resolveu fazer o cadastro antes do antedimento. <b>[ela]</b> Macho ou fêmea? <b>[eu]</b> Não sei, peraí. (levanta o rabo) Fêmea! <b>[ela]</b> Qual o nome? <b>[eu]</b> Sei lá, acabei de recolher na rua. <b>[ela]</b> Preciso de um nome pra colocar na ficha. <b>[eu]</b> É? Hum&#8230; Coloca <b>Maria</b> então, depois eu mudo. </p> 
 <p> Depois de consulta, injeção, cirurgia, marreta, serrote, silver tape, chave de fenda, parafuso, pinos, pontos e etc, ela foi pra gaiolinha pra recuperação. E eu estava lá quando ela acordou pra <b>nossa 1&ordf; foto</b>: </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/mariaday1.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Ela estava bem mais magrinha. <br /> 
Eu também.</div>
 <p> Se até então a ideia era só &#8220;consertar&#8221; ela e logo achar um dono &#8211; assim como todos os outros que eu falei na <a href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-1" target="_blank">parte 1</a> &#8211; esse plano foi por água abaixo na primeira lambida. Dela, claro. </p> 
 <p> Maria remendada e devidamente adotada, me vi um pai solteiro e sem a muita noção de como criar uma filha peluda. Como não queria que ela se tornasse um monstrinho (oi, Nina&#8230;) que transformasse a nossa vida num inferno, resolvi estudar muito sobre <b>comportamento canino</b>, para criar ela da maneira correta, caninamente falando. </p> 
 <p> Aparentemente deu certo, porque a Maria se tornou a cadela mais dócil, inteligente e obediente que eu conheço. Juro, não é corujice <span class="wp-font-emots-emo-happy"></span> O seu comportamento começou a chamar tanta atenção positivamente que alguns amigos começaram a pedir minha ajuda com seus cachorros problemáticos. Comecei a notar que na maioria das vezes a <strong>solução do problema era muito simples</strong>, só faltava um pouco de conhecimento e as atitudes certas dos donos. </p> 
 <p> E foi assim que surgiu a ideia do <strong>Manual do Cão</strong>. Um lugar em que eu possa compartilhar todo o conhecimento que fui adquirindo ao longo do tempo, e ajudar o maior número de donos desesperados possíveis. </p> 
 <p> Sejam bem-vindos. Sejam <strong>líderes</strong>. </p> 
]]></content>
		</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Bruno Melo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[A história do manual &#8211; Parte 1]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-1" />
		<id>http://manualdocao.com.br/?p=23</id>
		<updated>2013-05-21T18:37:13Z</updated>
		<published>2013-05-11T09:28:03Z</published>
		<category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Destaque" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Diário da Maria" /><category scheme="http://manualdocao.com.br" term="Slide" />		<summary type="html"><![CDATA[Sempre gostei de cães. Embora eu não tenha recordações daquela época, meus pais contam que na minha infância em Blumenau tivemos alguns. O Miruim branco e o Miruim preto (originalidade, a gente vê por aqui!) são os mais lembrados. Quando fiz dois anos, viemos morar em Florianópolis. Com a ideia &#8211; hoje sabidamente equivocada &#8211; [&#8230;]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-1"><![CDATA[ <p> Sempre gostei de cães. </p> 
 <p> Embora eu não tenha recordações daquela época, meus pais contam que na minha infância em Blumenau tivemos alguns. O <strong>Miruim branco</strong> e o <strong>Miruim preto</strong> (originalidade, a gente vê por aqui!) são os mais lembrados. <br /> 
<span id="more-23"></span> <br /> 
Quando fiz dois anos, viemos morar em Florianópolis. Com a ideia &#8211; hoje sabidamente equivocada &#8211; de que cachorro e apartamento não combinam, vivi até os 20 sem uma presença canina em casa. <strong>Não, a minha presença não conta!</strong> </p> 
 <p> Até que um dia o meu irmão mais velho &#8211; aproveitando a sua já programada e iminente saída da casa dos meus pais para ir morar sozinho &#8211; resolveu adiantar o expediente, e apareceu com o meu 1º sobrinho quadrúpede. Um Daschund (é, o baixinho da Cofap) de 45 dias de idade, minúsculo, marrom, valente e cabeçudo, que devido a paixão do meu irmão pela música foi batizado de <strong>John Lennon</strong>. </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/lennon.jpg" alt="imagine" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Minha cara de pidão continua a mesma. <br /> 
Mas os meus cabelos, quanta diferença!</div>
 <p> Por um motivo qualquer, meu irmão acabou não indo morar sozinho tão imediatamente assim, e o &#8220;<i>mãe ele vai morar aqui no máximo um mês</i>&#8221; acabou virando um ano. E foi aí que tive meu primeiro contato com educação canina. </p> 
 <p> Pela nossa falta de experiência na maneira correta de criar um cão (ou pelo menos a que hoje eu acredito ser a correta), o Lennon foi matriculado em uma escola de adestramento. Creio que foram apenas umas 4 ou 5 aulas, e se elas não funcionaram pra acabar com 100% da rebeldia do rebaixado, pelo menos serviram para <strong>me adestrar</strong> um pouco, e fazer eu perceber que tinha certo jeito para a coisa. </p> 
 <p> Algum tempo depois, num dos passeios diários do Lennon, ele acabou por ganhar um irmão. Um <b>Gremlin</b> preto que estava deitado embaixo de uma árvore, à beira da morte, praticamente imóvel por causa da fome e de um problema cardíaco que o obriga a tomar remédio até hoje, com os pelos caindo por causa de um fungo, e foi resgatado pelo meu irmão (calma mãe, agora já na casa nova dele). Com vocês, <strong>Pink Floyd</strong>: </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/gremlin.jpg" alt="gremlin" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Gremlin é a mãe!</div>
 <p> Manso, calmo, discreto, carinhoso e relativamente obediente. É a ternura em forma de gente, digo, de cachorro. Quem não acredita que cães pensam e tem sentimentos certamente mudaria de ideia se visse a <strong>gratidão</strong> em seu olhar quando ele olha para o meu irmão. </p> 
 <p> Apesar de nossa preocupação inicial, o Lennon não se mostrou ciumento e aceitou bem a companhia. Observando a interação entre eles eu comecei a perceber dois conceitos fundamentais para quem quer entender como funciona o mundo canino: <strong>Matilha e liderança</strong>. Apesar de ser mais novo e ter &#8220;invadido&#8221; o território do outro, a dominância do Floyd não demorou muito fazer ele se tornar o líder da matilha (de dois, por enquanto). </p> 
 <p> Isso, por enquanto&#8230; pois um belo dia eu recebo uma ligação do meu irmão dizendo &#8220;<i>Oi, estava aqui passeando com os dois e encontrei mais uma abandonada. Podes vir me ajudar?</i>&#8220;. Ajuda dada, apresento para vocês a 3ª integrante da banda, uma cadela em forma de mortadela (olha, rimou!), <strong>Nina Hägen</strong>: </p> 
 <p> <img src="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/nina.jpg" alt="gremlin" class="aligncenter" /> </p> 
<div class="legenda">Alguém falou em mortadela?</div>
 <p> Sabem as qualidades que eu comentei sobre o <del>gremlin</del> Floyd? Então, inverta todas, adicione uns <strong>odores intestinais periódicos</strong> e vocês vão ter uma ideia sobre esta figura. Lambe, morde, pula sem pensar em como vai cair, baba, come demais, puxa a coleira, desobedece, é estabanada&#8230; Enfim, uma peste. Uma peste apaixonante, mas ainda uma peste <span class="wp-font-emots-emo-happy"></span> </p> 
 <p> Desde que o Lennon surgiu em nossas vidas, a família virou muito cachorreira. Além do Floyd e da Nina, já perdi as contas de quantos cachorros de rua eu, meus irmãos e meus pais já recolhemos da rua, cuidamos dos problemas de saúde, mandamos castrar e depois achamos um dono. </p> 
 <p> Os dois casos mais marcantes foram a vez que meu pai parou o carro em cima da <a href="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/ponte.jpg" target="_blank">ponte Gov. Pedro Ivo Campos</a> para resgatar um patudo que tinha resolvido entrar na Ilha da Magia a pé, e da vez que eu chorei feito criança quando tive que autorizar o sacrifício do <a href="http://manualdocao.com.br/wp-content/uploads/marronzinho.jpg" target="_blank">Marronzinho</a>, que eu tinha resgatado numa rua perto de casa e infelizmente estava em estágio avançado de <strong>cinomose</strong>.  </p> 
 <p> Como meu irmão já tinha aplicado o golpe e minha mãe já estava vacinada contra trazer cães &#8220;temporariamente&#8221; pra casa, os vários resgatados acabavam ficavando em <a href="http://on.fb.me/16CeHyW" target="_blank">hospedagens</a> até acharmos dono. </p> 
 <p> Mas aí eu decidi morar sozinho. Ou pelo menos eu achei que seria sozinho&#8230; [<b>Continua em <a href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-2">A história do manual &#8211; Parte 2</a></b>] </p> 
]]></content>
			<link rel="replies" type="text/html" href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-1#comments" thr:count="0"/>
		<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manualdocao.com.br/diario-da-maria/a-historia-do-manual-parte-1/feed/atom" thr:count="0"/>
		<thr:total>0</thr:total>
		</entry>
	</feed>
