<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>DIÁRIO DO DIOR</title><link>http://marcelodior.blogspot.com/</link><description>Minhas lucubrações eventuais sobre cinema, TV, videogames,&lt;br&gt;ficção científica, ciência, comportamento e outras nerdices</description><language>en</language><managingEditor>cimmeria@uol.com.br (Marcelo)</managingEditor><lastBuildDate>Mon, 09 Nov 2009 03:56:28 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">112</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><media:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</media:keywords><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Games &amp; Hobbies/Other Games</media:category><itunes:owner><itunes:email>cimmeria@uol.com.br</itunes:email><itunes:name>Marcelo Dior</itunes:name></itunes:owner><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><itunes:subtitle>Vozes da Terceira Terra</itunes:subtitle><itunes:summary>Três Narradores de RPG falando sobre suas experiências nas mesas de jogo.</itunes:summary><itunes:category text="Games &amp; Hobbies"><itunes:category text="Other Games" /></itunes:category><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/marcelodior" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><title>A ficção científica e eu</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/OGIYhAmYygY/ficcao-cientifica-e-eu.html</link><category>literatura</category><category>cultura e comportamento</category><category>Ficção Científica</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:46:54 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-1221919066646717976</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De certo modo, sinto-me um explorador solitário da Ficção científica (ou FC). É difícil encontrar camaradas leitores do gênero, gente com quem eu possa conversar sobre os livros que li e trocar idéias sobre os melhores filmes, pegar sugestões do que ler e ver, que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;game &lt;/span&gt;jogar, etc. Não sou muito de amizades virtuais, mas se quero falar de FC, preciso recorrer a fóruns e listas de discussão em língua inglesa, porque aqui no Brasil é muito raro eu encontrar fãs do gênero.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SvKx06yuBTI/AAAAAAAABWE/Ca6NmUTbtjQ/s1600-h/scifi_channel_3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 0px 0px; text-align: justify; float: left; cursor: pointer; height: 394px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SvKx06yuBTI/AAAAAAAABWE/Ca6NmUTbtjQ/s400/scifi_channel_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400574425863947570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que não sabia é que não é apenas minha posição geográfica ou meu círculo de relacionamentos que estreita meu compartilhar do gosto pela FC, mas sim a tônica do público brasileiro, como opina o &lt;a href="http://marcelodior.blogspot.com/2009/11/e-dificil-fazer-ficcao-cientifica.html" target="_blank"&gt;programa da GloboNews que reproduzi anteontem&lt;/a&gt;. Acrescente-se à opinião da matéria de TV uma idéia esquisita que os produtores, editores e mesmo consumidores brasileiros têm de literatura. Acha-se, no Brasil, que literatura tem a nobre função de educar, socializar, conscientizar, aculturar. Obras dos mais diversos calibres da literatura nacional são tratadas como baluartes da cultura e do conhecimento nacionais. Essa idéia estranha de que um livro tem uma função social ao invés de ser o que é no exterior — fonte de entretenimento — produz e reproduz apenas obras chatas e textos datados são tidos como lindos; escritores novos que se vêem na obrigação-cidadã de cumprir essa função social dão continuidade à longa fila de textos enfadonhos, livros que se levam a sério demais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparte da função da FC de alertar, de falar sobre o que poderia (ou poderá) acontecer se não deixarmos de fazer X ou se fizermos Y, um livro (de qualquer gênero) deveria ter a função primordial de divertir, não de aculturar. Nos países ocidentais desenvolvidos — que não precisam desesperadamente incutir cultura em seu povo —, livro é só livro, e as pessoas lêem para se entreter, e não para tornarem-se pessoas melhores. Desse modo, FC no Brasil ganha a cunha tácita de sub-literatura, textos menores, coisa de alienados; bom mesmo é ler porcarias como «O Ateneu» ou «O Cortiço», de preferência na escola aos 13 anos, para continuarmos a incutir nas crianças, geração após geração, a idéia de quer ler é chato, enfadonho, difícil e cansativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SvKyHLtMfxI/AAAAAAAABWM/2mzzs9RSx2U/s1600-h/sci_fi_girl_by_yumedust.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 0px 10px; text-align: justify; float: right; cursor: pointer; height: 394px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SvKyHLtMfxI/AAAAAAAABWM/2mzzs9RSx2U/s400/sci_fi_girl_by_yumedust.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400574739641827090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando à minha solição temática: Robert A. Heinlein, Isaac Asimov, Andre Alice Norton, Arthur C. Clarke, Alan Dean Foster, Anne McCaffrey, William Gibson, Ann Crispin... quem de vocês, meus amigos leitores de meu blog, conhece esses autores e autoras? Fantasia é fácil de encontrar, qualquer mané na esquina leu J.R.R. Tolkien, C. S. Lewis, Neil Gaiman, J.K.Rowling e Terry Pratchett — felizmente e graças ao cinema, não me entendam mal, mas onde estão os apreciadores da boa e velha FC? Seria isso um reflexo de algum momento pelo qual passamos? Fantasia fala de restauração, FC fala de conseqüências. Estamos tentando restaurar algo no Brasil, ao mesmo tempo em que evitamos pensar nas conseqüências de nossos atos? Ou é um gênero permanentemente em baixa e fora de moda? Talvez minha paixão por FC seja fruto do acaso. O primeiro livro que li voluntariamente, aos 11 anos de idade, foi «A Nave Explorer em Perigo», da série Perry Rhodan, e foi amor à primeira vista: nunca mais saí por aí sem um livro na mochila ou, mais recentemente, um &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audiobook" target="_blank"&gt;audiobook&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; no tocador de mp3. Minha pequena biblioteca está recheada de romances históricos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;thrillers&lt;/span&gt;, horror e fantasia de todos os tipos, mas sempre que estou cansado, de cabeça quente, fisicamente exausto ou simplesmente quero folhear alguma coisa para evitar alguma tarefa, a primeira coisa que alcanço, três de cada quatro vezes, é algum DVD, livro, gibi ou RPG de FC.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estranho? Uma das idéias básicas da FC é discutir o estranhamento mesmo, então tá beleza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ilustrações:&lt;br /&gt;• Peça publicitária do SciFi Channel (hoje, "Syfy").&lt;br /&gt;• «&lt;a href="http://yumedust.deviantart.com/art/Sci-Fi-Girl-Commission-118207267" target="_blank"&gt;Sci-Fi Girl - Commission&lt;/a&gt;» © 2009 &lt;a href="http://yumedust.deviantart.com/" target="_blank"&gt;=yumedust&lt;/a&gt; via &lt;a href="http://www.deviantart.com/" target="_blank"&gt;deviantART&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-1221919066646717976?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/OGIYhAmYygY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-05T09:46:54.430-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SvKx06yuBTI/AAAAAAAABWE/Ca6NmUTbtjQ/s72-c/scifi_channel_3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/11/ficcao-cientifica-e-eu.html</feedburner:origLink></item><item><title>É difícil fazer ficção científica?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/lEFhqN2_UrQ/e-dificil-fazer-ficcao-cientifica.html</link><category>quarto poder</category><category>Ficção Científica</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:11:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2741083698863190607</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem perdi o programa &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Espaço Aberto: Ciência e Tecnologia&lt;/span&gt;, na GloboNews. Perdi a marca das 21:30, mas felizmente o canal reproduz a maioria de seus programas na internet. Assista abaixo os pouco mais de vinte minutos do bom programa, sobre ficção científica, sua roupagem atual e a dificuldade que o gênero tem de prosperar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A qualidade está boa o suficiente para ser assistido em tela cheia (basta pressionar o botãozinho no canto inferior direito).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="392"&gt;&lt;param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=1152644&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" name="FlashVars" /&gt;&lt;embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1152644&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2741083698863190607?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/lEFhqN2_UrQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-03T17:11:00.456-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/AE22vaV_u-I/player.swf" fileSize="97116" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Ontem perdi o programa Espaço Aberto: Ciência e Tecnologia, na GloboNews. Perdi a marca das 21:30, mas felizmente o canal reproduz a maioria de seus programas na internet. Assista abaixo os pouco mais de vinte minutos do bom programa, sobre ficção científ</itunes:subtitle><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:summary>Ontem perdi o programa Espaço Aberto: Ciência e Tecnologia, na GloboNews. Perdi a marca das 21:30, mas felizmente o canal reproduz a maioria de seus programas na internet. Assista abaixo os pouco mais de vinte minutos do bom programa, sobre ficção científica, sua roupagem atual e a dificuldade que o gênero tem de prosperar no Brasil. A qualidade está boa o suficiente para ser assistido em tela cheia (basta pressionar o botãozinho no canto inferior direito). </itunes:summary><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/11/e-dificil-fazer-ficcao-cientifica.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/AE22vaV_u-I/player.swf" length="97116" type="application/x-shockwave-flash" /><feedburner:origEnclosureLink>http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>Comportamento de massa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/LmDLd6og4lE/comportamento-de-massa.html</link><category>literatura</category><category>internet</category><category>cultura e comportamento</category><category>ciência</category><category>Ficção Científica</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:52:13 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-6172281332059254872</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há alguns anos, eu publiquei uma passagem do livro &lt;b&gt;Esfera&lt;/b&gt;, de Michael Crichton, intitulado &lt;a href="http://marcelodior.blogspot.com/2006/05/o-problema-antropomrfico.html" target="_blank"&gt;«O problema antropomórfico»&lt;/a&gt;. Hoje, publico outra passagem literária do mesmo autor, desta vez do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;bestseller &lt;/span&gt;Parque dos Dinossauros. As palavras são do personagem Ian Malcolm, um matemático especializado em Teoria do Caos.&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Suxp5qgvq_I/AAAAAAAABUk/XLJ7G3qavyY/s1600-h/bluekeyboard.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 540px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Suxp5qgvq_I/AAAAAAAABUk/XLJ7G3qavyY/s400/bluekeyboard.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398806492695473138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Em dez mil anos o ser humano passou da caça para a agricultura, das cidades para o espaço cibernético. O comportamento está avançando rapidamente e pode ser não-adaptativo. Ninguém sabe. Embora eu ache que o espaço cibernético significa o fim da nossa espécie. [...]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Porque significa o fim da inovação — disse Malcolm. — A idéia de que o mundo todo está ligado é morte em massa. Todo biólogo sabe que grupos pequenos isolados evoluem com maior rapidez. Se pusermos dez mil pássaros numa ilha oceânica vão evoluir rapidamente. Se pusermos dez mil num grande continente a evolução é mais lenta. Ora, na nossa espécie, a evolução ocorre especialmente por meio do comportamento. Inventamos um novo comportamento para nos adaptar. E todos no mundo sabem que a inovação só ocorre em pequenos grupos. Se pusermos três pessoas num comitê, elas podem conseguir fazer alguma coisa. Dez pessoas, fica mais difícil. Trinta pessoas, nada acontece. Trinta milhões, torna-se impossível. Esse é o efeito dos meios de comunicação de massa — impede que as coisas aconteçam. A comunicação de massa simplesmente afoga a diversidade. Faz com que todos os lugares fiquem iguais. Em Bangcoc, Tóquio ou Londres, encontramos um McDonald’s numa esquina, uma Benneton em outra, um Gap no outro lado da rua. As diferenças regionais desaparecem. Todas as diferenças desaparecem. No mundo da comunicação de massa, há menos de tudo exceto os dez livros mais vendidos, discos, filmes, idéias. O povo se preocupa, temendo perder a diversidade das espécies na floresta tropical. Mas e a diversidade intelectual, nosso recurso mais necessário? Essa está desaparecendo com maior rapidez do que as árvores. Mas ainda não percebemos isso, e agora estamos pensando em pôr cinco bilhões de pessoas juntas no espaço cibernético. E isso vai congelar todas as espécies. Tudo vai parar e morrer. Todos pensando a mesma coisa ao mesmo tempo. Uniformidade global.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— E acredite, vai ser rápido. Se você mapear sistemas complexos numa paisagem de perfeição vai descobrir que o comportamento pode se mover tão depressa que a perfeição diminui numa rapidez incrível. Não precisa de asteróides ou doenças, nada mais. E só um comportamento que surge de repente e acaba sendo fatal para a criatura que o usa.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SuxqC6dtZBI/AAAAAAAABUs/I8OpkJKGthY/s1600-h/crichton-times.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 152px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SuxqC6dtZBI/AAAAAAAABUs/I8OpkJKGthY/s200/crichton-times.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398806651596530706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem me recordou dessa passagem foi o Alex, que grava comigo o podcast semanal &lt;a href="http://www.estilingue.net/" target="_blank"&gt;Estilingue&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você quiser saber mais sobre Michael Crichton e suas bem-colocadas teorias, ouças os dois episódios que gravamos sobre o autor: &lt;a href="http://www.estilingue.net/2009/09/21/episodio-20-o-enigma-de-michael-crichton/" target="_blank"&gt;O enigma de Michael Crichton&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.estilingue.net/2009/09/28/episodio-21-o-parque-de-michael-crichton/" target="_blank"&gt;O parque de Michael Crichton&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu, particularmente, acho que o segundo está melhor (eu falo menos nele).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-6172281332059254872?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/LmDLd6og4lE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-31T14:52:13.419-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Suxp5qgvq_I/AAAAAAAABUk/XLJ7G3qavyY/s72-c/bluekeyboard.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/10/comportamento-de-massa.html</feedburner:origLink></item><item><title>Acima da lei</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/pVhDj8XxB9E/acima-da-lei.html</link><category>Powered by Sony Ericsson</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:55:15 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7893669817830050625</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De volta do limbo, com um furo de reportagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/StTGTZvk0LI/AAAAAAAABUc/_oZvtSEB8Vc/s1600-h/foto_0184.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/StTGTZvk0LI/AAAAAAAABUc/_oZvtSEB8Vc/s400/foto_0184.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392152690499571890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os PMs que flagrei perto da Diederichsen aparentemente se acham iguais ao Nico, personagem de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000219/" target="_blank"&gt;Steven Seagal&lt;/a&gt; no filme de 1988, “Acima da Lei”. Passando para dar minhas aulas, não acreditei quando vi isso. Dei a volta no quarteirão para conferir, e realmente a viatura estava estacionada numa zona de estacionamento proibido, sem ninguém dentro (ou sequer algum PM por perto). E o pior: ao lado de um estacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo à selva.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7893669817830050625?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/pVhDj8XxB9E" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-31T14:55:15.181-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/StTGTZvk0LI/AAAAAAAABUc/_oZvtSEB8Vc/s72-c/foto_0184.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/10/acima-da-lei.html</feedburner:origLink></item><item><title>Muro eletrificado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/wlNKHnvQ2TY/muro-eletrificado.html</link><category>Powered by Sony Ericsson</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sat, 01 Aug 2009 04:26:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2267327883357414587</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAyLyl5adI/AAAAAAAABMc/g-T1T9E4hic/s1600-h/DSC00046.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAyLyl5adI/AAAAAAAABMc/g-T1T9E4hic/s400/DSC00046.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363842334338935250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fui tomar sorvete na Sorveteria do Jô, esquina da São José com a Lafaiete, aqui no centro de Ribeirão Preto, e encontro essa pérola colada ao lado de um muro descascando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não há fios, cabos, ou sequer a memória de uma cerca eletrificada. Pela placa, é o muro que lhe dará choques elétricos mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2267327883357414587?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/wlNKHnvQ2TY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-01T08:26:00.170-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAyLyl5adI/AAAAAAAABMc/g-T1T9E4hic/s72-c/DSC00046.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/08/muro-eletrificado.html</feedburner:origLink></item><item><title>Recorde inútil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/8ZCCXKVne4Y/recorde-inutil.html</link><category>videogame</category><category>passatempo</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 28 Jul 2009 19:32:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7556679737815027067</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe aquelas coisas para as quais ninguém dá a mínima, mas você guarda como pequenos sucessos particulares? Uma dessas, para mim, são meus recordes no jogo QuadraPop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QuadraPop é um joguinho de celular muito parecido com Tetris, nativo de celulares e que vem em praticamente todo SonyEricsson. As versões mais recentes do game usam cinco blocos em formatos de notas musicais. É simples e facilmente viciante.No meu caso...&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmvCa7D2dJI/AAAAAAAABIo/Uhfhw6bB-nI/s1600-h/DSC00016.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmvCa7D2dJI/AAAAAAAABIo/Uhfhw6bB-nI/s400/DSC00016.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362593549100938386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Chame isso de tédio crônico ou de obstinação. Tirei esta foto da tela do meu W300 quando troquei de celular, há duas semanas. Como o recorde não passaria para o novo telefone, registrei a tela de pontuação para a posteridade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Há recordes muito mais absurdos em QuadraPop em celulares por aí (pesquise no YouTube), mas estes, acima, são meus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7556679737815027067?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/8ZCCXKVne4Y" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-28T23:32:00.360-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmvCa7D2dJI/AAAAAAAABIo/Uhfhw6bB-nI/s72-c/DSC00016.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/07/recorde-inutil.html</feedburner:origLink></item><item><title>RPG na chuva. Ou quase.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/qwjkoO22WtU/rpg-na-chuva-ou-quase.html</link><category>Powered by Sony Ericsson</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sat, 25 Jul 2009 18:21:08 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-5122045345270873930</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje a chuva não deu trégua, e os jogos de D&amp;amp;D de sábado de manhã no Parque do Curupira (que carinhosamente chamamos de Programa de Índio) foram transferidos de última hora para o terraço de meu prédio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Smut5BmDYaI/AAAAAAAABIQ/KiGk-ng-AKg/s1600-h/Foto+0018.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Smut5BmDYaI/AAAAAAAABIQ/KiGk-ng-AKg/s400/Foto+0018.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362570976506896802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmuuKPpU-4I/AAAAAAAABIY/8U0dZJY9s6E/s1600-h/Foto+0019.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmuuKPpU-4I/AAAAAAAABIY/8U0dZJY9s6E/s400/Foto+0019.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362571272336505730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmuuZza6l1I/AAAAAAAABIg/ogLH-5i8Nfw/s1600-h/Foto+0021.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SmuuZza6l1I/AAAAAAAABIg/ogLH-5i8Nfw/s400/Foto+0021.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362571539637770066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Felizmente tudo deu certo e jogamos até uma da tarde.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-5122045345270873930?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/qwjkoO22WtU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-25T22:21:08.500-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Smut5BmDYaI/AAAAAAAABIQ/KiGk-ng-AKg/s72-c/Foto+0018.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/07/rpg-na-chuva-ou-quase.html</feedburner:origLink></item><item><title>Workstation</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/su2oD3mQe1I/workstation.html</link><category>Powered by Sony Ericsson</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 29 Jul 2009 04:12:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7912731857565156128</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAuTHWjfVI/AAAAAAAABLU/zMKhO_JDgWs/s1600-h/Foto+0017.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAuTHWjfVI/AAAAAAAABLU/zMKhO_JDgWs/s400/Foto+0017.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363838062124301650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;span&gt;É aqui que eu vivo minha vida secreta, longe daquele tal de "mundo real."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Só fotografei porque está arrumado.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7912731857565156128?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/su2oD3mQe1I" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-29T08:12:37.831-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAuTHWjfVI/AAAAAAAABLU/zMKhO_JDgWs/s72-c/Foto+0017.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/07/workstation.html</feedburner:origLink></item><item><title>D&amp;D na terça-feira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/XixjAnskSP0/d-na-terca-feira.html</link><category>Powered by Sony Ericsson</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 07:38:13 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-6258778347364690469</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAu9khNVHI/AAAAAAAABLc/XpNWXc0W2UY/s1600-h/Foto+0013.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 540px" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAu9khNVHI/AAAAAAAABLc/XpNWXc0W2UY/s400/Foto+0013.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363838791508120690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;span&gt;Um corredor estreito e um drider no final.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAvOBTMeDI/AAAAAAAABLk/1yP7ODNBXZw/s1600-h/Foto+0012.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 540px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAvOBTMeDI/AAAAAAAABLk/1yP7ODNBXZw/s400/Foto+0012.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363839074111879218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Façam de conta que o cerebrilith é um drider, okay?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-6258778347364690469?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/XixjAnskSP0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-24T11:38:13.825-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SnAu9khNVHI/AAAAAAAABLc/XpNWXc0W2UY/s72-c/Foto+0013.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/07/d-na-terca-feira.html</feedburner:origLink></item><item><title>Minha história com videogames</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/g_YBe_XuGQM/minha-historia-com-videogames.html</link><category>videogame</category><category>passatempo</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 07:35:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-212432183785129418</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha breve história com videogames começou no Odissey da Philips, bem criancinha ainda, e logo depois, no Atari. Mas tornei-me um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gamer&lt;/span&gt; mesmo a partir do Master System, migrando naturalmente para o Mega Drive. Foi nesses consoles que eu “me fiz”, tendo acumulado dezenas e dezenas de cartuchos, todos organizadinhos e com um fluxo regular de horas de jogo, discussão e encontros com amigos para jogar; foi quando comecei a ler revistas e matérias de jornal sobre &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt;, etc. Em 92 chegou em casa o primeiro computador, que vinha com games junto à placa de som Sound Blaster, mas aproveitei muito pouco de games de PC durante quase toda a década e noventa, porque meus pais acreditavam que jogos estragavam o computador. Só quando meu pai, que é infantil e previsível, comprou um PC só para si e deixou o outro para os filhos, que começamos a jogar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; no PC para valer — estranhamente, era o PC dele que sempre vivia com problemas, enquanto que o PC lotado de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; rodava macio...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDLrpIHeFI/AAAAAAAABGc/Int7wCFNdVc/s1600-h/videogame1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDLrpIHeFI/AAAAAAAABGc/Int7wCFNdVc/s400/videogame1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350500307950860370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De 1999 a 2006 eu praticamente não joguei &lt;span style="font-style: italic;"&gt;game &lt;/span&gt;algum no PC, à exceção dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;multiplayers&lt;/span&gt; em casa de amigos, quando acumulava muitas e muitas horas em Diablo, Warcraft e Starcraft. Em 2000 eu saí de casa para trabalhar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;full time&lt;/span&gt; e pude comprar meu primeiro console, um Playstation, de um amigo de Franca que cuidava absurdamente bem do bicho. Já fazia muitos anos que eu não jogava em consoles, e foi difícil me acostumar com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;joypads&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; que não precisavam ser instalados. Estranhamente, quando finalmente morava por conta própria, com um videogame só meu, podendo então jogar o quanto eu quisesse, jogava pouco. Na primeira semana com o PSX, eu varei a madrugada jogando. Depois, passei a jogar tão eventualmente que às vezes iam-se dias sem que eu ligasse o console. Dei-me conta de que não sou um jogador inveterado. Eventualmente jogava mais, claro, em especial um game que queria acabar, mas era comum ficar dias sem jogar novamente, ou ligar o videogame apenas por algumas horas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2003 eu troquei o Playstation por um Dreamcast. Fui amamentado pela Sega durante a infância, nunca sequer tendo pegado num controle de SuperNES — ver, então, só uma vez. Acho que não seria capaz de reconhecer a Princesa Zelda e só conheci os irmãos Mario jogando Mario Kart no N64, na casa de amigos. Adquirir um Dreamcast era praticamente uma necessidade para mim. Já havia acumulado aproximadamente 100 discos de PSX (discos, não &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt;, porque muitos dos games tinham quatro, cinco, seis discos) e troquei por um Dreamcast com dois controles e vinte jogos. Hoje, tenho quatro controles, quatro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;memory units&lt;/span&gt;, um mouse, perdi uma chance de comprar um volante para o console como nunca mais haverá nesta vida, já troquei a unidade de leitura duas vezes e tenho exatamente 172 &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; para o console (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt;, não discos, porque cerca de um décimo tem dois, três ou até quatro discos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDMRyabH2I/AAAAAAAABGk/1FJ_iOOl858/s1600-h/videogame2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDMRyabH2I/AAAAAAAABGk/1FJ_iOOl858/s400/videogame2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350500963278593890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quanto aos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; de PC, fiquei um bom tempo longe deles, por restrições de maquinário. Quando tive um iMac (ai, que saudade...), de 2000 a 2003, era difícil conseguir &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; para o computador da Apple (basicamente, joguei Unreal, a série Myth, Age of Empires e Starcraft) e depois disso fiquei restrito a PCs defasados e sem placas de vídeo que prestassem. Foi apenas no começo de 2008 que consegui um PC realmente potente e uma placa de vídeo atual para jogar (o PC da namorada), e resolvi tirar o atraso daquela década praticamente inteira sem jogar nada mais potente que Counter Strike. Minha lista de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt; jogados no ano de 2008 é: Prince of Persia - The Sands of Time, Rainbow Six - Lockdown, Resident Evil 4, The Chronicles of Riddick - Escape from Butcher Bay, Star Wars - Dark Forces II - Jedi Knight, Star Wars - Jedi Knight II - Jedi Outcast, Star Wars - Jedi Knight - Jedi Academy, Splinter Cell, Taikodom, BloodRayne, Full Spectrum Warrior, F.E.A.R., F.E.A.R. - Extraction Point, Star Trek Away Team, Star Trek Voyager - Elite Force, Star Trek - Elite Force II, Star Trek DS9 - The Fallen, Star Trek TNG - Klingon Honor Guard, Far Cry, Re-Mission, Star Wars - Knights of the Old Republic, Colin McRae Rally 2005, Call of Cthulhu - Dark Corners of the Earth.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns desses eu chupei como uma laranja, deixando só o bagaço. Rainbow Six, em especial, foi “zerado” de todos os modos e níveis de dificuldade possíveis. FarCry devo ter jogado umas onze vezes, e vi os dois finais diferentes de todos os games de Star Wars, à exceção de KotOR.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só agora o PC e a placa 3D mostram sinais de senilidade: consegui jogar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;demo&lt;/span&gt; de Necrovision em qualidade baixa em quase todas as configurações. Mas não tenho pressa, pois ainda há muitos jogos “velhos” para eu explorar, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games &lt;/span&gt;que deixei de jogar saídos de 1999 a 2006.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ultimamente meu Dreamcast tem acumulado poeira. Mas não é por causa do PC (o elenco de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games &lt;/span&gt;é diferente demais para um fazer concorrência ao outro) e sim por causa de um dia-a-dia cada vez mais lotado. Notei que meu método de jogo — extraído do meu método de leitura, que é ler um tiquinho de várias coisas ao mesmo tempo — não dá muito certo para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games&lt;/span&gt;. Então recentemente mudei minha estratégia e para a do “jogador eventual obsessivo”. Jogo relativamente pouco ao longo da semana, mas quando pego um game fico exclusivamente nele até terminá-lo, acumulando várias horas de uma vez só. Geralmente minhas quatro a oito horas semanais com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;games &lt;/span&gt;se dão num único dia. Acho que preciso aumentar meu tempo regular de jogo, mas encontro dificuldade em organizar um dia-a-dia que permita isso. Tempo, tenho bastante; a questão é organizá-lo e aproveitá-lo de um modo eficiente. Estranhamente, a pauleira dos preparativos de casamento estão me ensinando isso. Então, provavelmente, depois de me casar em Setembro terei mais tempo para jogar videogames. E, com o fim da faculdade na então-namorada-logo-esposa, terei novamente uma parceira de jogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meus projetos para o futuro incluem a aquisição de um Xbox360 (ou um Wii, se depender da namorada), mas é algo que terá que ser postergado para muito longe, porque este ano o dinheiro está indo todo para o casamento; ano que vem, irá todo para a casa própria e possivelmente para um iMac. Videogame para mim, depois do Dreamcast, talvez só a próxima geração, quando já houver Wiii, Playstation 4 e Xbox720. Por ora, quero ver se consigo desviar dinheiro dos livros de RPG para a compra de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;joypad&lt;/span&gt; para PC com direcional analógico, para eu conseguir jogar Resident Evil 4 direito.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDPM1_pZSI/AAAAAAAABGs/zT9pRx4sXFY/s1600-h/videogame3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 540px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDPM1_pZSI/AAAAAAAABGs/zT9pRx4sXFY/s400/videogame3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350504176875562274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-212432183785129418?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/g_YBe_XuGQM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-24T11:35:19.773-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SkDLrpIHeFI/AAAAAAAABGc/Int7wCFNdVc/s72-c/videogame1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/06/minha-historia-com-videogames.html</feedburner:origLink></item><item><title>O ano depois de amanhã</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/AggltQ2CJdA/o-ano-depois-de-amanha.html</link><category>cinema</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 18 Jun 2009 12:44:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-3312251342805260797</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000386/"&gt;Roland Emmerich&lt;/a&gt;, o diretor de “10.000 a.C.”, no fim dos temp... do ano estréia “O Dia Depois de Amanhã 2.0”, ou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Protagonizado por &lt;a href="http://www.digitaldomain.com/"&gt;Digital Domain&lt;/a&gt; (“O Curioso Caso de Benjamin Button”, “Transformers” e “O Dia Depois de Amanhã 1”), e participação coadjuvante menor de John Cusack, Woody Harrelson e Danny Glover.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais efeitos visuais! Mais desastres naturais! Cenas mais longas de destruição de monumentos! E VOLUME AINDA MAIS ALTO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 de Novembro de 2009, no seu Playst... cinemas!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z_CxIxM0Khg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Z_CxIxM0Khg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-3312251342805260797?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/AggltQ2CJdA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-18T16:44:29.617-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/OcNgR7vMwqo/Z_CxIxM0Khg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" fileSize="763" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>De Roland Emmerich, o diretor de “10.000 a.C.”, no fim dos temp... do ano estréia “O Dia Depois de Amanhã 2.0”, ou: 2012 Protagonizado por Digital Domain (“O Curioso Caso de Benjamin Button”, “Transformers” e “O Dia Depois de Amanhã 1”), e participação co</itunes:subtitle><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:summary>De Roland Emmerich, o diretor de “10.000 a.C.”, no fim dos temp... do ano estréia “O Dia Depois de Amanhã 2.0”, ou: 2012 Protagonizado por Digital Domain (“O Curioso Caso de Benjamin Button”, “Transformers” e “O Dia Depois de Amanhã 1”), e participação coadjuvante menor de John Cusack, Woody Harrelson e Danny Glover. Mais efeitos visuais! Mais desastres naturais! Cenas mais longas de destruição de monumentos! E VOLUME AINDA MAIS ALTO! 13 de Novembro de 2009, no seu Playst... cinemas! </itunes:summary><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/06/o-ano-depois-de-amanha.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/OcNgR7vMwqo/Z_CxIxM0Khg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" length="763" type="application/x-shockwave-flash" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.youtube.com/v/Z_CxIxM0Khg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>Mudança de nome</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/D-4dDPCvZK8/mudanca-de-nome.html</link><category>internet</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 07:39:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-147909884277926642</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; width: 170px; height: 50px;" src="http://i35.tinypic.com/j10uae.jpg" alt="Banner do Notícias" border="0" /&gt;Este blog já se chamou O Blog do Bárbaro (quando ainda estava hospedado no UOL Blogs), foi Crônicas da Ciência brevemente (durante o período em que tentei — e falhei — dar um assunto-tema para este blog) e foi nos últimos tempos, acho que três anos já, Notícias da Terceira Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do nome Notícias da Terceira Terra surgiu um podcast sobre RPG, chamado &lt;a href="http://vozes.terceiraterra.net/"&gt;Vozes da Terceira Terra&lt;/a&gt;, cuja única relação com este blog vago é a minha pessoa — e a coincidência do nome, que nem fui eu que dei. Mas recentemente surgiu a possibilidade de ser criado um blog coletivo (ou seja, escrito por várias pessoas) exclusivamente sobre RPG. Ou melhor, sobre RPG e assuntos relacionados, que vão de contos de FC a videogames, de literatura de fantasia a cardgames.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me incomodou um pouco postar textos sobre RPG aqui. A grande maioria das (poucas) pessoas que frequentam meu blog (ah, que saudade do trema...) não jogam RPG e não se interessam sobre o assunto. Eu acabava postando aqui por falta de outro lugar para fazê-lo. Mas com um megablog a caminho, seja ele Notícias da Terceira Terra ou não, pretendo retirar todo o conteúdo de RPG daqui e deixá-lo o que sempre foi, um blog pessoal sobre nada, exceto sobre o que eu desejo escrever em dada semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu acho, é para isso que meus amigos e conhecidos acessam um blog cujo endereço é meu  nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Diário do Dior, que de diário não tem nada.&lt;br /&gt;&lt;img style="margin: 10px auto 10px; width: 540px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sik1wq7-j_I/AAAAAAAABFg/SxhVXloKKZ4/s400/dior_bellucci.png" alt="Monica Bellucci faz propagandas para mim" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343861543127650290" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-147909884277926642?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/D-4dDPCvZK8" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-24T11:39:00.508-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sik1wq7-j_I/AAAAAAAABFg/SxhVXloKKZ4/s72-c/dior_bellucci.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/06/mudanca-de-nome.html</feedburner:origLink></item><item><title>A saga de um desmemoriado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/XAAugdTXN24/saga-de-um-desmemoriado.html</link><category>cultura e comportamento</category><category>nerd</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 04 Jun 2009 06:12:32 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2572584038938762577</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiWv1L6jZEI/AAAAAAAABFU/3vHmh6YotqQ/s1600-h/MemoryManDad.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiWv1L6jZEI/AAAAAAAABFU/3vHmh6YotqQ/s400/MemoryManDad.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342869861211268162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Este texto era para ser um comentário à postagem &lt;a href="http://www.barrocal.com/cronicasecomicas/lembra/"&gt;“Lembra?”&lt;/a&gt; do blog &lt;a href="http://www.barrocal.com/cronicasecomicas/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crônicas e Cômicas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Mas acabou ficando grandinho e achei melhor publicá-lo como uma postagem mais pessoal que as outras aqui em meu próprio blog (em alguns dias haverá outra assim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por anos eu fui atormentado com o estigma de ter uma memória ruim, memória fraca, memória de peixinho dourado. Ginseng e Ginkgo Biloba algum fazia diferença, e aqueles exercícios para a memória, gratuitos ou pagos, mostraram-se todos uma grande piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que, bem recentemente, coisa de dias atrás, comecei a me dar conta de que o buraco era mais embaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja, já terminei a faculdade há anos e anos (apesar de só ter entregado a monografia ano passado) mas me lembro de nomes de autores, de trechos de livros e às vezes de aulas completas que vi. Lembro-me de textos que escrevi, de livros que não consegui achar na biblioteca e lembro do que comi da única vez em que fui ao refeitório da Unesp (arroz sem alho, feijão sem louro, purê de batata sem alecrim e bife de coxão duro sem molho inglês). Sempre fui muito bom com nomes de atores, diretores e roteiristas de cinema, e títulos de filmes, e consigo citar passagens inteiras de Jornada nas Estrelas de memória, e ainda dizer o nome do episódio onde foi pronunciada. Consigo “encontrar” um ator debaixo de várias maquiagens — é comum em Jornada que um ator apareça novamente, como outro personagem, várias e várias vezes —, reconheço-o tanto pelas feições como pela voz, principalmente a voz. Lembro-me bem de nomes de perfumes, em especial da situação exata de quando os senti pela primeira vez. É comum eu me lembrar detalhadamente onde estão os utensílios de cozinha se fui eu quem arrumei o armário...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Mas até agora ignorava toda essa informação por causa dos elementos do dia-a-dia que irritam as pessoas (ou que elas reparam melhor): esqueço onde estão as chaves do carro logo depois de colocá-las na bolsa, esqueço o telefone celular em todo lugar, esqueço compromissos o tempo todo, já no portão para a rua volto em casa para pegar algo que esqueci, pego outra coisa, volto ao portão e me dou conta de que não voltei para pegar o que tinha me feito voltar em primeiro lugar. Esqueço até do que eu estava falando cinco minutos antes, se entro em outro assunto. Uma vez procurei por vários minutos um boné que estava na minha cabeça. Faço um pedido num restaurante e esqueço o que foi — pode me perguntar, metade das vezes eu não lembro do que pedi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nunca me esqueço da cerveja que pedi ao garçon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eureka.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei à conclusão que não tenho memória de peixinho dourado. Minha memória, na verdade, é tão boa quanto a de qualquer outro cidadaõ (meus irmãos, ao contrário, têm memória de elefante), mas sou uma mente profundamente desatenta. Faço tudo pensando constantemente em outra coisa, com a atenção voltada a outro lugar, outro tempo, ou outro assunto, e aí nunca chego a registrar na memória aquilo que supostamente me esqueci. Minha mente nunca pára, estou sempre formulando textos, conversas, sínteses, confrontando argumentos velhos; relembrando uma passagem memorável (o uso desta palavra aqui é proposital) de um gibi; me lembrando do último filme que vi ou o que vou fazer no shopping quando for comprar um livro; comparando preços das pimentas que vi no mercado; se vale a pena comprar ou chapéu ou trocar as marchas da bicicleta; na última gravação do podcast, me perguntando onde deixei meu caderno de notas para o jogo de RPG do sábado; como seria um filme dos Thundercats; etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, passo pelo dia e pelas coisas pensando em outra coisa na maior parte do tempo. Sou desatento. Quando me concentro em algo (o que não é fácil) lembro-me daquilo muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente me livrei desse estigma de desmemoriado. Troquei-o pelo da desatenção. E a melhor parte disso, é que desatenção é um mal comum entre os gênios, hehehe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr noshade="noshade"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ilustração desta postagem: Jay Leek &amp;amp; Karin Higgins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2572584038938762577?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/XAAugdTXN24" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-04T10:12:32.946-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiWv1L6jZEI/AAAAAAAABFU/3vHmh6YotqQ/s72-c/MemoryManDad.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/06/saga-de-um-desmemoriado.html</feedburner:origLink></item><item><title>Podcast II: Música</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/2UzB4zRD8bY/podcast-ii-musica.html</link><category>internet</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 19 Aug 2009 22:59:08 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2357767882493481204</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiDNOxZJpXI/AAAAAAAABE8/yfWIMpc3p_A/s1600-h/music1.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiDNOxZJpXI/AAAAAAAABE8/yfWIMpc3p_A/s400/music1.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341494811722098034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não me pretendo ser um especialista ou portador de grandes conselhos sobre como fazer um podcast. Sou apenas um cara que brinca de ser &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;podcaster &lt;/span&gt;duas vezes por semana e que se considera no &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;middle rim&lt;/span&gt; da galáxia de podcasts que há por aí (nem na periferia ou no&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt; inner rim&lt;/span&gt;, e muito menos entre os &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;core worlds&lt;/span&gt;*). Meu primeiro texto sobre podcast pretendia dar umas dicas para amigos que me perguntavam sobre como fazer um podcast; ao invés de escrever para cada um, produzi um texto para o caso de ser útil a mais alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este aqui foi pensado do mesmo jeito. Ao observar algumas dificuldades que amigos e colegas &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;podcasters &lt;/span&gt;recém-chegados estão tendo com trilha sonora e música, resolvi-me por escrever um texto com minhas idéias, sobre o que eu acho sobre o assunto. Para conselhos de verdade, ouça aos &lt;a href="http://feeds2.feedburner.com/GenConSeminars"&gt;GenCon Seminars&lt;/a&gt; (mais focado em podcasts de RPG, mas ainda assim muito úteis). Para dicas diametralmente opostas às que escrevo aqui, ouça ao &lt;a href="http://podmetacast.wordpress.com/"&gt;Metacast&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A trilha de fundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha opinião sobre música ao fundo da conversa do podcast resume-se a uma única palavra: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;«não»&lt;/span&gt;. Não coloque música de fundo no seu podcast. Eu não coloco, e acho que atrapalha, que desvia a atenção de seu ouvinte da conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha experiência pessoal com trilha de fundo em podcasts é de simplesmente me pegar prestando atenção às músicas, especialmente se elas são boas ou agitadas, e não ouvindo ao que está sendo dito. Mas eu sei que a tentação é grande. Quem não gostaria de ter trilha sonora no dia-a-dia? Quem não aprecia boa música? Bem, é esse o problema. Já reparou que nos filmes, quando num diálogo ou numa cena em que algo importante está sendo dito, quase não há trilha sonora? Toda vez que o diretor está mostrando para você uma conversa importante para a trama, a música está ausente. E por quê? Porque música é muito bom nas cenas de ação ou de romance, mas na hora de chamar a atenção do espectador para uma fala, ela atrapalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é minha opinião. Agora vamos flexibilizá-la, porque eu sei que você vai morrer de vontade de enfiar quantas músicas legais conseguir em cada episódio de seu podcast. Além disso, você pode estar se perguntando “quem esse babaca pensa que é, quando os maiores podcasts do Brasil, com o &lt;a href="http://jovemnerd.ig.com.br/categoria/nerdcast/"&gt;Nerdcast&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.nowloading.com.br/"&gt;NowLoading&lt;/a&gt; usam trilhas exaustivamente ao fundo de seus episódios?”. Pois é, até um de meus podcasts favoritos, o &lt;a href="http://www.d20radio.com/"&gt;Order 66&lt;/a&gt; também usa trilhas sonoras de fundo (eles fecharam um acordo para poder tocar as trilhas de Star Wars no programa). Em primeiro lugar, discordo do uso de trilhas sonoras no Nerdcast e no NowLoading. É isso aí, eu discordo. Este é o problema de viver numa democracia, eu tenho direito de discordar, mesmo de gente que tem mil vezes mais ouvintes que eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas sonoras de fundo me distraem. E, se me distraem, devem distrair muita gente por aí também. Mas podemos, como disse, flexibilizar, para duas situações: 1. Se o programa é de entretenimento e humor, daqueles você pode ouvir trabalhando, fazendo faxina ou mesmo resumindo um livro. Como esse tipo de programa não requer muita atenção para começo de conversa, não há problema. 2. Se a trilha sonora naturalmente não chamar atenção, se só estiver lá para preencher os momentos de silêncio, ela não irá distrair o ouvinte. Ou seja, se for uma música pouco conhecida, uma batida contínua e, preferencialmente, não muito agitada, a trilha fará exatamente o que você quer, que é preencher o fundo do episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ninguém faz isso. Podcasters adoram colocar faixas de rock pesado, ou clássicos do pop como trilha sonora. E o que acontece é que eu, por exemplo, sem querer começo a prestar atenção à faixa musical e só depois de dez minutos me dou conta de que não ouvi nada do que foi dito no podcast. Portanto, se você não pode evitar, coloque trilhas inócuas ou desconhecidas, e de preferência bem, bem baixinho (algo como 20 ou 24 decibéis mais baixo que as vozes). Mas tente evitar, especialmente se você está fazendo um podcast sobre um assunto que as pessoas deveriam estar prestando atenção e absorvendo o que você e seus convidados dizem, não a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu continuo recomendado nenhuma trilha de fundo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;de qualquer modo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abertura e encerramento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa muito importante que os podcasts em começo de carreira (nossa, até parece que estou por aí há anos) não resistem é variar as músicas de abertura. E é uma coisa dificílima de resistir, porque há tantas musicas boas que poderiam abrir um podcast! Eu até hoje tenho essa vontade, e foi por isso que comecei um segundo podcast com música dividindo os blocos, para ter a desculpa ideal para colocar quatro faixas completamente diferentes a cada semana, toda semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiDNSykLFzI/AAAAAAAABFE/eQF38GgL1JQ/s1600-h/music2.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 210px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiDNSykLFzI/AAAAAAAABFE/eQF38GgL1JQ/s400/music2.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341494880756242226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O lance da faixa de abertura, tanto a música quanto a vinhetinha e o jeito como você e os outros apresentadores abrem cada episódio, é que ela cria um caminho neural em seus ouvintes. Literalmente, os neurônio no cérebro do ouvinte estabelecem um caminho sináptico que, quando estimulado, ou seja, quando a pessoa começa a ouvir aquela vinheta conhecida de abertura, ela entra imediatamente no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mindset&lt;/span&gt; de ouvir seu programa. Chega mesmo a ativar o centro de recompensa do cérebro, aquela senação gostosa que foi por anos formando o caminho neural, por exemplo, da abertura da Tela Quente, quando não havia TV a Cabo no Brasil. Ou então o caminho neural que a música do Corujão ativava no cérebro, que me passava de imediato a idéia de que estava ficando tarde demais e que eu teria problemas se meus pais me pegassem acordado, quando garoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de sensação está presente num podcast, e por isso a faixa de abertura é tão importante. E por isso é complicado mudá-la, porque você obrigará o cérebro de seu ouvinte a reaprender o caminho neural que lhe diz “hora de relaxar e rir muito, está começando o Bear Swarm”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma maneira, a faixa de encerramento diz ao ouvinte, num nível consciente e também inconsciente, que o programa acabou e está na hora de voltar ao estado mental de antes do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fontes de música&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não é um país sério, então por aqui ninguém está se lixando para direitos autorais. Mas isso é feio e triste. Como podemos reclamar de políticos ladrões se nós mesmos somos um bando de malandros, podres e descarados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, existem tantos artistas por aí que divulgam gratuitamente suas músicas, com o exclusivo propósito de serem usados em podcast, que eu acho que simplesmente não compensa usar música com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;copyright &lt;/span&gt;em seu podcast. Por favor, vamos tentar construir um país sério a partir de algum ponto. Se você não conhece meu podcast &lt;a href="http://www.estilingue.net/" target="_blank"&gt;Estilingue&lt;/a&gt;, este é um programa baseado totalmente em faixas musicais liberadas para uso em podcast, retiradas do &lt;a href="http://music.podshow.com/"&gt;Podsafe Music Network&lt;/a&gt;, um lugar entupido com milhares de músicas muito boas, muito bem feitas, de todos os estilos existentes — e alguns não existentes, como “glam punk”, “screamo” e “nerdcore”. E tudo o que eles pedem em troca é que você cite em suas shownotes ou em sua gravação que usa as músicas deles, e que música/banda usou. Só isso, nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do &lt;a href="http://music.podshow.com/"&gt;Podsafe Music Network&lt;/a&gt;, há outras ótimas fontes de música, inclusive faixas feitas para serem aberturas ou encerramento de podcasts, como &lt;a href="http://podcastthemes.com/"&gt;Podcast Themes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.podsafeaudio.com/"&gt;Podsafe Audio&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://music.podcast.com/"&gt;Podcast.com&lt;/a&gt;. Eu não recomendo o &lt;a href="http://www.garageband.com/"&gt;Garage Band&lt;/a&gt;, porque a maioria das músicas de lá, apesar de ótimas, requer pagamento e não estão necessariamente disponíveis para uso em podcasts. Mas com as outras quatro fontes acima, eu tenho certeza que depois de vinte minutos de procura você terá tantas faixas perfeitas para serem o tema de seu podcast que vai levá-lo à loucura tentando escolher uma só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Uma solução parcial para isso é usar uma faixa para abertura, outra para interlúdio e uma terceira para encerramento; e às vezes você consegue encaixar um tema diferente para episódios especiais, hehe.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, esse foi meu bramido contra-corrente sobre o assunto. Ao fim e ao cabo, não posso lhe dizer o que fazer com seu show. Mas, se estava à procura de conselhos sobre a questão das músicas em podcasts, espero tê-las solucionado. Se não, deixe um comentário por aqui ou escreva para mim, &lt;a href="mailto:marcelo@terceiraterra.net?SUBJECT=m%C3%83%C2%BAsica%20em%20podcast"&gt;neste endereço&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" noshade="noshade"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Muita referência a Star Wars hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a href="http://marcelodior.blogspot.com/2009/03/quer-fazer-um-podcast-pergunte-me-como.html"&gt;Quer fazer um podcast? Pergunte-me como!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2357767882493481204?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/2UzB4zRD8bY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-20T02:59:08.130-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SiDNOxZJpXI/AAAAAAAABE8/yfWIMpc3p_A/s72-c/music1.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/podcast-ii-musica.html</feedburner:origLink></item><item><title>Viciado em RPG</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/H_g3EjypsE8/viciado-em-rpg.html</link><category>literatura</category><category>passatempo</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sun, 07 Jun 2009 05:57:25 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-1119789257758320804</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ShIEtMwzyUI/AAAAAAAABDU/iVe6szIy18s/s1600-h/aleph.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ShIEtMwzyUI/AAAAAAAABDU/iVe6szIy18s/s400/aleph.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337333682954029378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;São nove e meia da noite, numa segunda-feira. Eu estou tomando água tônica com limão e lendo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Aleph&lt;/span&gt;, obra de fantasia do argentino Jorge Luis Borges (versão da Ed. Globo, 1998, tradução de Flávio José Cardozo), e não consigo tirar da cabeça que os primeiros capítulos poderiam dar uma ótima aventura de Dungeons &amp;amp; Dragons!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Maldito viciado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo evitar. O narrador e protagonista da primeira história conta (com muitos floreios de redação) como ele, então um tribuno romano à época de Diocleciano, partiu, supostamente no norte da África, a encontrar a Cidade dos Imortais, com um pequeno regimento, depois de saber dela através de um oriental moribundo que chegou a seu acampamento à noite, à cidade de Tebas. Ele enfrentou o deserto escaldante, redemoinhos de areia, poços envenenados, feitiços de enlouquecimento, maldições lunares, motim, encontrou plantas que anulavam venenos, ruínas desertas e até trogloditas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa primeira narrativa ocupa um oitavo, talvez, do livro (“O Imortal”), e não pude evitar mas pensar em como ela deveria ser adaptada para uma campanha de D&amp;amp;D. Obviamente os protagonistas seriam vários, não um só, e suas diferentes habilidades poderiam fazê-los entrar no grupo de diferentes maneiras e por diferentes motivos; talvez o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;rogue&lt;/span&gt; do grupo entre porque tentará roubar dos soldados da expedição e será poupado pelo líder (o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;warlord&lt;/span&gt; ou paladino ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fighter&lt;/span&gt;) porque suas habilidades poderão ser úteis na jornada (algo propiciamente sugerido pelo conselheiro do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;warlord&lt;/span&gt;/paladino/&lt;span style="font-style: italic;"&gt;fighter&lt;/span&gt;, talvez esse também outro personagem-jogador). E por aí eu iria, mudando o local da aventura para talvez a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Savage Coast&lt;/span&gt; de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Red Steel&lt;/span&gt;, ou o Planalto de Tyr, de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Darksun&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio contra a tempestade de areia pode ser contra elementais; a montanha com planas anti-veneno pode ser a morada de um grupo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hags&lt;/span&gt;, o enlouquecimento dos que dormiram com a cara para a lua pode virar o ataque de fantasmas ou de um aboleth, e a fuga doentia pelo labirinto da Cidade dos Imortais pode dar um belo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;skill challenge&lt;/span&gt;, intercalado pelo ataque de ankhegs (que sairão no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Monster Manual 2&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ShIFikBME1I/AAAAAAAABDs/AW9xk-G9nhI/s1600-h/troglodita.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ShIFikBME1I/AAAAAAAABDs/AW9xk-G9nhI/s400/troglodita.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337334599729812306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Claro, tudo isso precisa ser bem pensado, até porque citei monstros de níveis de desafio bastante díspares, como os obrigatórios trogloditas (nível 6), o elemental de redemoinho (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;earthwind ravager&lt;/span&gt;, nível 23) e o aboleth (nível 17). Portanto, provavelmente seria uma aventura para o final dos níveis &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paragon&lt;/span&gt;, terminando no começo dos níveis épicos. Mas quero pensar nela com bastante calma, porque estou tentado a fazê-la uma aventura inicial, nos primeiros estágios do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Heroic Tier&lt;/span&gt;, uma vez que estou para começar uma nova campanha nas noites de segunda-feira. Logo, os monstros que primeiro me surgiram na cabeça não seriam possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo a seu tempo. Ainda tenho outros quinzte textos (poderia os chamar de contos?)  para ler, e tenho que fazê-lo sem pensar em RPG — isso certamente estragaria a experiência de meu primeiro Luis Borges.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-1119789257758320804?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/H_g3EjypsE8" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-07T09:57:25.130-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ShIEtMwzyUI/AAAAAAAABDU/iVe6szIy18s/s72-c/aleph.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/viciado-em-rpg.html</feedburner:origLink></item><item><title>Filme do Deadpool</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/TD6laUJOdaA/filme-do-deadpool.html</link><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 12 May 2009 15:00:45 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-869642485793749011</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgnushsTibI/AAAAAAAABDE/1W7q4ZIuLB8/s1600-h/deadpool1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgnushsTibI/AAAAAAAABDE/1W7q4ZIuLB8/s400/deadpool1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335057682322917810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para quem compartilhou do anti-clímax de milhares de fãs de quadrinhos no filme “X-Men - Origens: Wolverine” da não-participação do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deadpool&lt;/span&gt;, parem de chorar, suas bichonas! A Marvel deu sinal verde para a produção do filme do mercenário mais tagarela dos gibis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe, Deadpool é um &lt;s&gt;bocó&lt;/s&gt; mercenário com super-poderes: além de ser muito ágil e ter um fator de cura mais poderoso que o da carreira de John Travolta, é talvez o único personagem da Marvel que sabe que está numa história em quadrinhos — o que leva a seu comportamento totalmente irresponsável e aleatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wade Wilson (o Deadpool) teve uma brilhante encarnação com Ryan Reynolds, mas seu tempo de tela, assim como de todos os outros super-heróis e super-vilões do filme do Wolverine, foi um mero &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;cameo&lt;/span&gt; para os espectadores, menos breves talvez apenas que os do Stan Lee. E parece que muita gente ficou com gosto de quero mais ao sair do cinema, em especial pelo não-Deadpool ao fim do filme (de minha parte, acho que foi um tremendo vilão final com uma pusta luta, mas poderiam ter chamado de outro nome, não Deadpool).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então a Marvel pretende pacificar a horda de cinéfilos e quadrinéfilos irados que se dirigia à sede da empresa em Nova Iorque, portando ancinhos, foices e tochas, com a &lt;a href="http://www.marvel.com/news/moviestories.7931" target="_blank"&gt;notíca de hoje em seu website&lt;/a&gt;. No texto, a Marvel aproveita para confirmar os rumores de que houve, sim, rolos de filmes com duas cenas pós-crédito enviadas para diferentes cinemas. Eu vi a do bar no Japão, &lt;a href="http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/como-transformar-30-segundos-em-uma.html"&gt;como falei aqui&lt;/a&gt;)., e a outra parece ser sobre o Deadpool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgnumhnaxaI/AAAAAAAABC8/BHGyp4_Xua4/s1600-h/deadpool2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgnumhnaxaI/AAAAAAAABC8/BHGyp4_Xua4/s400/deadpool2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335057579223205282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por ora a Marvel só assinalou o produtor (ou melhor: produtora, Lauren Shuler Donner, que também produziu todos os outros  três filmes dos X-Men, o filme do Wolverine e está na produção do  vindouro filme do Magneto) e nem tocou em nome de estúdio (ou seja, se será um filme 100% Marvel ou se será da Fox). Na notícia, a Marvel também não deixou explícito se Ryan Reynolds re-encenaria o super-mercenário bocudo — mas, doido por gibis como o ator é, não é difícil imaginar o que irá acontecer.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-869642485793749011?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/TD6laUJOdaA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-12T19:00:45.797-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgnushsTibI/AAAAAAAABDE/1W7q4ZIuLB8/s72-c/deadpool1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/filme-do-deadpool.html</feedburner:origLink></item><item><title>Are you out of your vulcan mind?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/IDdsvFFesAY/are-you-out-of-your-vulcan-mind.html</link><category>cinema</category><category>Ficção Científica</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sun, 10 May 2009 09:10:34 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-42840459900263023</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por onde eu começo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim. O filme é fenomenal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É completamente diferente de qualquer outro filme de Jornada nas Estrelas. E achei isso uma ótima, porque ao mesmo tempo que agrada aos fãs, loucos por um novo filme desde 2001, atrairá uma platéia acostumada com os filmes de ação/testosterona de Michael Bay, como “A Ilha” (2005) ou “Transformers” (2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgUBOXS0GpI/AAAAAAAABCs/ubShyxVDT7k/s1600-h/uss-kevin.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgUBOXS0GpI/AAAAAAAABCs/ubShyxVDT7k/s400/uss-kevin.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333670679972944530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sobre agradar aos fãs: você só estrairá todo o suco que este filme tem a oferecer se for um fã inveterado de Jornada nas Estrelas, daquele que compara frases do McCoy com atitudes do LaForge. Star Trek (curiosamente, não é “Jornada nas Estrelas”, “Jornada nas Estrelas XI” ou “Star Trek XI”). Os roteiristas definitivamente fizeram o dever de casa, fazendo inúmeras referências, visuais ou textuais, à Série Clássica e aos filmes. O próprio vilão é uma interessante mistura do tipo de vilão encontrado nos filmes dA Nova Geração de da Série Clássica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E, para os fãs da série Alias e outros trabalhos de Abrams, temos algumas referências também)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nora dez também para o visual do filme, que está moderno e futurista mas também retrô, remetendo à década de sessenta. Todos os elementos do filme, das naves em si, aos uniformes, passando pelos logotipos, é reminiscente do tipo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt; futurista/retrô da TOS, mas lindamente modernizado para, hoje, parecer algo que encontraremos no século 23. Imagine a década de sessenta do futuro — ou 2260.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre datas, curiosamente as “datas estelares” na verdade são anos do calendário gregoriano. O que também facilita a vida do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trekkie &lt;/span&gt;de primeira viagem enquanto sabiamente evita a cama de gato que é são as datas estelares ao longo das séries de TV. Outra bala esquivada pela produção é a contagem de velocidade de dobra: apenas uma única vez é citada, e mesmo assim um número baixo (três e quatro), o que a coloca dentro dos limites tanto da TOS (cuja progressão cúbica nunca era respeitada) quanto da fórmula desenvolvida por &lt;a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/Michael_Okuda" target="_blank"&gt;Michael Okuda&lt;/a&gt; e usada nas outras séries e filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendeu nada? Tudo bem, não fará diferença no filme,  seja você um trekkie incurável ou um recém-iniciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar nisso, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;kudos &lt;/span&gt;para a produção, por terem sido machos a ponto de fazer o que fizeram com a história — nos vários sentidos da palavra. O filme é sobre viagem no tempo (um tema recorrente em Jornada) e o vilão é do futuro, isso todo mundo que viu os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trailers &lt;/span&gt;sabe. Este filme, portanto, conta uma história ensopada de referências ao universo de Jornada nas Estrelas, mas ao mesmo tempo estabelece-se como o começo de sua própria história. Pode até ser que algum fã xiita aqui e acolá torça o nariz para o que foi feito, mas esses fãs, que tratam Jornada nas Estrelas como se fossem a Santíssima Trindade (e vão considerar J.J. Abrams uma Maria Madalena), mas esse tipo de gente todo mundo ignora mesmo. O que estou querendo dizer é que o filme encontra uma ótima saída para que ele e suas continuações sejam o mais puro Jornada nas Estrelas, mas sem ficarem enjeçados por quarenta anos de “cânone”. E fazem isso usando uma ferramenta recorrente das séries e filmes: a viagem no tempo. Parece que a Paramount aprendeu a lição de “Enterprise”, uma ótima série, mas que morreu na praia justamente porque tinha obrigações com histórias pregressas/futuras da franquia.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgVz5tWupUI/AAAAAAAABC0/H79hhMPTmGY/s1600-h/st_nero.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 232px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgVz5tWupUI/AAAAAAAABC0/H79hhMPTmGY/s400/st_nero.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333796768954885442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sobre a atuação, eu gostei muito do pacote que o elenco entregou. Todos os personagens têm grande tempo de tela — e isso agradará até mesmos aos fãs de Chekov — e todos realizam ações fundamentais para o sucesso dos mocinhos. Além disso, convenhamos, não é fácil calçar as sandálhas de de William Shatner, Leonard Nimoy, DeForest Kelley, Nichelle Nichols, James Doohan, George Takei e Walter Koenig nos papéis de suas vidas. Todos os novos atores executam essa monstruosa missão com maestria, chegando mesmo a imitar as atuações dos originais em várias situações: haverá momentos em que você verá Chris Pine &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sendo &lt;/span&gt;Kirk. Nesse ponto, destaca-se muito acima das outras a atuação de Karl Urban como McCoy; a própria atuação de DeForest Kelley era fastástica, uma vez que o ator de faroestes dos anos cinqüenta criou um personagem completamente díspare de sua própria personalidade pacata e de fala mansa (o estourado e emotivo Dr. McCoy). Ubran simplesmente pegou a atuação de Kelley como se fosse uma roupa e a vestiu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora tamém não deixa a desejar, e tem sua dose recomendada de homenagens tanto às notas originais de Alexander Courage como o clássico tema de Jerry Goldsmith, ainda que sendo uma série de composições completamente próprias. Está muito longe de diamantes como os temas de “Generations” (1994) ou de “Primeiro Contato” (1996), mas será uma trilha onipresente que muita gente sairá assoviando do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Star Trek&lt;/span&gt;, como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;feature film&lt;/span&gt;, parece estranhamente não-Jornada nas Estrelas, e nesse sentido acho que J.J. Abrams e Cia. fizeram um incrível trabalho ao renovar a franquia, trazendo-a, finalmente, para o século 21. Não vai ganhar nenhum Oscar (nenhuma FC ganha), mas irá conquistar uma nova geração de fãs — e até aposto que trará os velhos fãs de volta à excitação de assistir a um Jornada nas Estrelas no cinema. Não é o melhor filme da franquia (eu gostei mais de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) mas definitivamente a  reinicia de modo espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa época em que os efeitos especiais são o protagonista das histórias, é refrescante que um filme que tenha usado desses efeitos tão pesadamente se sustente por causa dos atores. Se, por nada mais, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Star Trek&lt;/span&gt; merece ser assistido pela qualidade de interpretação da nova tripulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" noshade="noshade"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vocês sabiam que minha monografia de graduação foi dedicada a Gene Roddenberry? É verdade, podem conferir nas preteleiras de Trabalhos de Conclusão de Curso da Unesp de Franca, sob o título de “Os Planos: uma análise compreensiva do pensamento capitalista neoclássico e sua inflência nos planos econômicos  brasileiros, 1979-1994”, página 4.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-42840459900263023?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/IDdsvFFesAY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-10T13:10:34.797-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SgUBOXS0GpI/AAAAAAAABCs/ubShyxVDT7k/s72-c/uss-kevin.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/are-you-out-of-your-vulcan-mind.html</feedburner:origLink></item><item><title>Como transformar 30 segundos em uma hora</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/3XDNQxunh4E/como-transformar-30-segundos-em-uma.html</link><category>cinema</category><category>cultura e comportamento</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 07:40:26 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-126536821356312728</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assisti &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;X-Men - Origens: Wolverine&lt;/span&gt; quinta passada às 22h no &lt;a href="http://www.cinemark.com.br/home.html" target="_blank"&gt;Cinemark&lt;/a&gt;. Foi um bom filme, mas bem menos do que eu esperava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Diverti-me muito, e as cenas de ação (há muitas) são muito bem feitas e cheias de adrenalina, mas acho que quem não conhece nada dos gibis terá se divertido mais do que eu, porque montei muitas expectativas a respeito das participações especiais. Portanto, recomendo não esperar muito do tempo de tela de personagens como Blob, Gambit, Rainha Branca, Raposa Prateada ou Deadpool, e esqueça aquela cena dos trailers em que uma jovem Tempestade aparece, porque ela não está no filme. Do mesmo modo, sobre o vilão final, amigo fã de quadrinhos, não espere o personagem que carrega aquele nome nos gibis: você verá um pusta vilão fodástico e muito bem-feito, mas nada a ver com o (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;spoiler&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;"&gt;Deadpool&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;:&lt;span style="font-style: italic;"&gt;spoiler&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;) dos quadrinhos. Veja o nome como mera coincidência.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;" class="center-caption"  &gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/SfsoXLN5l8I/AAAAAAAABCE/8nBkXxQ5DhA/s400/wolverine_01.jpg" style="width: 540px;" /&gt;“Ai, que vontade que tá me dando...!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Saindo pela tangente, pude sadicamente me divertir com a miséria da vida de Wolverine: não me lembro de nenhum arco de histórias dos gibis que tenha sacaneado tanto com o mutante como esse filme, que tem quase duas horas, mas não parece. De fato, quando vi que o filme estava chegando ao seu clímax, queria que ele continuasse por mais uma meia-hora (o que é bem estranho para mim, que geralmente acho que um bom filme não deve ter mais de 95 minutos), e a história ficou bem amarrada e difere dos gibis (qualquer versão deles), misturando elementos de várias épocas do universo Marvel para criar uma narrativa única, bem estabelecida como prólogo aos filmes dos X-Men. Nesse ponto, eu achei que o diretor conseguiu fazer muita coisa para a história engessada que ele deveria contar — afinal, sabemos que o Dentes-de-Sabre não morre, que Wolverine perde a memória e que o Ciclope não se lembra dele na juventude. Nesse ponto, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;kudos &lt;/span&gt;para o ex-ator de filmes de kickboxer, &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0004303/" target="_blank"&gt;Gavin Hood&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, eu não gosto de diretores que substituem qualquer cena difícil por efeitos especiais. Por exemplo, quando, no início do segundo ato, Wolverine foge de moto de um helicóptero por uma floresta, os tiros que correm pelo chão são claramente CGI — mas porque não fazê-los com efeitos físicos? Por volta do final do filme, quando um personagem hoje velho aparece jovem, porque não maquiar o ator para ele ficar mais novo ao invés de usar um CG na cara dele, tranformando-o num personagem de PS3? Nesse ponto, sou fã de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000881/" target="_blank"&gt;Michael Bay&lt;/a&gt;, que prefere usar efeitos reais em frente à câmera sempre que possível; o espectador cinéfilo percebe a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total geral da partida, avalio &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;X-Men - Origens: Wolverine&lt;/span&gt; como um filme bonzinho. Ou seja, muito divertido, mas não vale mais que meia-entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o que me motivou a escrever esta postagem não foram os 107 minutos de ação e drama, mas os trinta segundos depois dos créditos (sim, o filme cem cena ao fim dos letreiros):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos quase lá, as músicas já estavam aparecendo na tela, as luzes de segurança haviam se acendido para o pessoal ir embora. Devia ter sobrado umas duas dúzias de pessoas no cinema, algumas de pé, mas todas esperando para ver se havia algo depois dos créditos (eu, por outro lado, costumo ficar pela música e porque gosto de ler os nomes esquisitos). Um décimo de segundo de tela escura se passa e surge um copinho, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;close-up&lt;/span&gt;, sendo enchido de bebida. Subitamente, o projetor é desligado e as luzes se acendem! Como uma única criatura, as vinte e poucas pessoas ainda no cinema começam a gritar, vaiar e assobiar de revolta. Sem obtermos resposta, um casal foi até lá em cima, na janelinha de projeção e, seguida por pelos protestos de uma mini-turba já começando a querer sangue, bateu impaciente no vidro, exigindo o resto do filme. Quando vi que o negócio ia demorar, sentei-me de volta, marquei o início da comoção no relógio e fiquei conversando com a namorada sobre as diferenças entre as linhas editoriais de Marvel e DC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais divertido que isso, não obstante, foram as outras dezesseis pessoas que sobravam após dez minutos (dois casais foram embora, resignados), sentadas de qualquer jeito, doidas para algum lanterninha aparecer e tentar tirá-los de lá sem o resto do filme. De fato, eu já estava pronto para sair e reclamar meu dinheiro de volta, mas a Luciana me sugeriu esperarmos, porque afinal já era a última sessão da noite e não haveria ninguém lá fora com quem implicarmos. Nenhum lanterninha apareceu, claro, e alguém chegou a ir lá fora procurar por alguma alma viva, porque o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;projetista &lt;/span&gt;também não aparecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de vinte minutos, finalmente surgiu alguém na sala de projeção; depois duas pessoas, depois três! Todos tentando resolver o imbróglio rapidamente, antes que aqueles vândalos em potencial se dessem conta do poder destrutivo das massas. Não sei se algum funcionário tomou um esfrega ou se alguém foi demitido, e não dou a mínima. Se o babaca tirou o filme por incompetência ou por sacanagem, ele ou outro funcionário do cinema iria pagar, ficando lá o tempo que fosse necessário, até achar novamente no filme aqueles (o quê, dez, vinte?) segundos que restavam. Ou isso, ou devolver o ingresso de dezoito pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente 45 minutos depois, as luzes se apagaram e o filme foi recolocado logo no começo dos créditos (são sem dois alarmes falsos nesse ínterim, tentativas infrutíferas por parte dos acuados empregados do cinema de tentar colocar o filme rapidamente). Foram trinta segundos completamente dispensáveis do Wolverine bebendo e conversando com a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bartender&lt;/span&gt;, numa referência obscura e irrelevante aos quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incompetência, o Cinemark do Novo Shopping de Ribeirão Preto (SP) transformou trinta segundos em quase uma hora. Bem-feito para eles e uma salva de palmas a 18 pagantes que se recusaram a dar uma de brasileiros, ao invés ficando dentro da sala e exigindo seus direitos, mesmo sendo trinta segundos completamente dispensáveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span class="center-caption"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/SfspJ5j_H7I/AAAAAAAABCM/yxxwJvAbJu4/s400/wolverine_02.jpg" style="width: 540px;" /&gt;“Vai passá o final do filme ou tá afim de encará?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-126536821356312728?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/3XDNQxunh4E" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-24T11:40:26.202-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/SfsoXLN5l8I/AAAAAAAABCE/8nBkXxQ5DhA/s72-c/wolverine_01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/como-transformar-30-segundos-em-uma.html</feedburner:origLink></item><item><title>I am Trekked-Out!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/6a5Zcij_YRE/i-am-trekked-out.html</link><category>humor</category><category>internet</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Fri, 08 May 2009 07:37:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-6511313625940446647</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Semana passada minha namorada fez isso comigo, e eu gostei da brincadeira. Abaixo, o resultado de minha inadvertida passagem pelo widget “Trek Yourself” do site oficial do filme (adivinhem) &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Star Trek XI&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="width: 429px;"&gt;&lt;div style="height: 374px;"&gt;&lt;object width="429" height="374"&gt;&lt;param name="movie" value="http://content.oddcast.com/host/trek_yourself/swf/mySpace.swf?doorId=365&amp;amp;clientId=184&amp;amp;mId=30068683.1&amp;amp;ds=http%3A%2F%2Fhost-d.oddcast.com"&gt;&lt;param name="BASE" value="host-d.oddcast.com"&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;param name="salign" value="t"&gt;&lt;param name="scale" value="noborder"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="never" allownetworking="internal" name="hostMov" swliveconnect="true" src="http://content.oddcast.com/host/trek_yourself/swf/mySpace.swf?doorId=365&amp;amp;clientId=184&amp;amp;mId=30068683.1&amp;amp;ds=http%3A%2F%2Fhost-d.oddcast.com" base="host-d.oddcast.com" scale="noborder" salign="t" bgcolor="#FFFFFF" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" width="429" height="374"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="position: relative; height: 55px; width: 429px;"&gt;&lt;a href="http://www.trekyourself.com/?mId=0.4" target="_blank" style="position: absolute; top: 0pt; left: 0pt;"&gt;&lt;img alt="Create Your Own" src="http://host-a.oddcast.com/trek_yourself/images/footer.jpg" style="border: medium none ;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-6511313625940446647?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/6a5Zcij_YRE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-08T11:37:23.549-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/pR9nPXeWdN0/mySpace.swf" fileSize="78899" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Semana passada minha namorada fez isso comigo, e eu gostei da brincadeira. Abaixo, o resultado de minha inadvertida passagem pelo widget “Trek Yourself” do site oficial do filme (adivinhem) Star Trek XI. </itunes:subtitle><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:summary>Semana passada minha namorada fez isso comigo, e eu gostei da brincadeira. Abaixo, o resultado de minha inadvertida passagem pelo widget “Trek Yourself” do site oficial do filme (adivinhem) Star Trek XI. </itunes:summary><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/05/i-am-trekked-out.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/pR9nPXeWdN0/mySpace.swf" length="78899" type="application/x-shockwave-flash" /><feedburner:origEnclosureLink>http://content.oddcast.com/host/trek_yourself/swf/mySpace.swf?doorId=365&amp;amp;clientId=184&amp;amp;mId=30068683.1&amp;amp;ds=http%3A%2F%2Fhost-d.oddcast.com</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>RPGs gratuitos e não-piratas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/WZTsNywywFM/rpgs-gratuitos-e-nao-piratas.html</link><category>passatempo</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sun, 07 Jun 2009 05:57:25 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7897324144845172218</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SfnFP1er2wI/AAAAAAAABB0/mYDTdoGi1lc/s1600-h/shadowrun4free.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SfnFP1er2wI/AAAAAAAABB0/mYDTdoGi1lc/s400/shadowrun4free.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330508509814184706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Okay, estou sendo mais realista que o rei aqui, porque afinal no Brasil (e em vários outros países &lt;del&gt;do terceiro mundo&lt;/del&gt; emergentes) a pirataria é lugar-comum e parte de nosso cotidiano. Mas é muito legal saber que algumas editoras de RPG distribuem as regras básicas de seus principais jogos gratuitamente. Para aqueles que, como eu, têm a consciência pesada e pouco dinheiro, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quick-start rules&lt;/span&gt; são uma ótima maneira de conhecer um RPG que você sempre quis comprar, mas que seja muito caro. Depois de jogar as regras simplificadas, você pode escolher mais adequadamente com qual livro gastar seu suado dinheirinho. Ou não.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Três RPGs em sua quarta edição têm versões resumidas de suas regras disponíveis para download de alta qualidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Dungeons &amp;amp;Dragons 4th edition [&lt;a href="http://www.wizards.com/dnd/files/QuickStartRules.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Também disponível a primeira aventura completa, &lt;a href="http://www.wizards.com/dnd/files/H1.pdf"&gt;Keep on the Shadowfell&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• GURPS 4th edition [&lt;a href="http://e23.sjgames.com/item.html?id=SJG31-0004"&gt;inglês&lt;/a&gt;] [&lt;a href="http://e23.sjgames.com/item.html?id=SJG37-1005"&gt;português&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Se você tiver os livros brasileiros, é fácil atualizá-los com estes livretos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Shadowrun 4th Edition [&lt;a href="http://www.shadowrun4.com/resources/sr4/catalyst_shadowrunqs_player.pdf"&gt;para jogadores&lt;/a&gt;] [&lt;a href="http://www.shadowrun4.com/resources/sr4/catalyst_shadowrunqs_gamemaster.pdf"&gt;para GMs&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- A melhor versão do melhor RPG de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cyberpunk&lt;/span&gt; de todos os tempos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr noshade="noshade"&gt;&lt;br /&gt;Melhor ainda, temos também versões completas de livros básicos com distribuição gratuita em PDF:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ao Cair da Noite [&lt;a href="http://www.underhaven.com.br/artigo.php?id=76"&gt;via Underground Haven&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- RPG nacional que acho melhor que Storyteller.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ars Magica 4th edition [&lt;a href="http://e23.sjgames.com/item.html?id=AG0204"&gt;via e23&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- O famoso RPG do criador do Vampiro: A Máscara original.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• 7th Sea: Compendium [&lt;a href="http://rpg.drivethrustuff.com/product_info.php?products_id=3805&amp;amp;it=1&amp;amp;filters=0_0_0_0&amp;amp;free=1"&gt;via DriveThruRPG&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- RPG de capa e espada vencedor do prêmio Origins de melhor RPG de 1999.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr noshade="noshade"&gt;&lt;br /&gt;Alguns RPGs menos conhecidos, mas que eu recomendo por serem extraordinários em sua qualidade e inovação, e que também distribuem gratuitamente versões simplificadas de suas regras, são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Call of Cthulhu 6th edition [&lt;a href="http://www.chaosium.com/forms/coc_quick_start_bw.pdf"&gt;P&amp;amp;B&lt;/a&gt;] [&lt;a href="http://www.chaosium.com/forms/coc_quick_start_color.pdf"&gt;cor&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Preciso mesmo dizer alguma coisa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Hellas [&lt;a href="http://www.hellasrpg.com/joomla/web-links/13-downloads"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;preview&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quickstart&lt;/span&gt;, mapa, i.a.&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Bela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;space opera&lt;/span&gt; com temática helenística.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Savage Worlds Explorer's Edition [&lt;a href="http://peginc.com/Downloads/SWEX/TD06.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Sistema genérico que prima por sua simplicidade e ação cinematográfica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• True20 [&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=U&amp;amp;start=1&amp;amp;q=http://true20.com/files/True20_quickstart.pdf&amp;amp;ei=ELH5Sa_gD8vJtgesspSQAw&amp;amp;usg=AFQjCNE98-ssVuKTHc4U52qjt2IE6HPzig"&gt;PDF&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Veja resenha do sistema na &lt;a href="http://tocadegnomo.blogspot.com/2009/04/true20.html"&gt;Toca de Gnomo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr noshade="noshade"&gt;&lt;br /&gt;Concentrei-me apenas nas versões mais recentes dos jogos, deixando de lado, por exemplo, &lt;a href="http://www.edenstudios.net/witchcraft/WitchcraftCorebook.zip"&gt;C.J. Carella's WitchCraft&lt;/a&gt;. Mas está aí para você baixar legalmente, se quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também outras &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quick-start rules&lt;/span&gt; por aí, como dos datados &lt;a href="http://www.dyingearth.com/qsrules.htm"&gt;The Dying Earth RPG&lt;/a&gt; (Pelgrane Press) e &lt;a href="http://rpg.drivethrustuff.com/product_info.php?products_id=3382&amp;amp;it=1&amp;amp;filters=0_0_0_10132"&gt;BattleTech&lt;/a&gt; (WizKids),  ou dos desconhecidos &lt;a href="http://www.scribd.com/doc/3754630/castles-crusades-quickstart-rules"&gt;Castles &amp;amp; Crusades&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.trolllord.com/siege/7501qs.html"&gt;StarSiege&lt;/a&gt; (Troll Lord Games),  &lt;a href="http://www.degenesisrpg.com/downloads/catalyst_degenesis_qsr.pdf"&gt;Degenesis&lt;/a&gt; (Catalyst Game Labs) ou &lt;a href="http://greenronin.com/c/link.php?id=8"&gt;A Song of Fire and Ice&lt;/a&gt;  (Green Ronin), mas eu não os conheço e, sinceramente, acho que não valem a pena, com tantos outros jogos — e tão pouco tempo que a maioria de nós tem para jogar RPG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr noshade="noshade"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agradecimentos a Antônio Sá Neto do &lt;a href="http://www.popdice.com.br/2009/04/test-drive-a-wizards-da-o-dd-de-graca-pra-voce/"&gt;Pop Dice&lt;/a&gt; e a Dave “The Game” Chalker do &lt;a href="http://www.critical-hits.com/2009/04/29/free-4th-edition/"&gt;Critical Hits&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7897324144845172218?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/WZTsNywywFM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-07T09:57:25.130-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SfnFP1er2wI/AAAAAAAABB0/mYDTdoGi1lc/s72-c/shadowrun4free.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/hLq-stLRQKE/QuickStartRules.pdf" fileSize="1371183" type="application/pdf" /><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Okay, estou sendo mais realista que o rei aqui, porque afinal no Brasil (e em vários outros países do terceiro mundo emergentes) a pirataria é lugar-comum e parte de nosso cotidiano. Mas é muito legal saber que algumas editoras de RPG distribuem as regras</itunes:subtitle><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:summary>Okay, estou sendo mais realista que o rei aqui, porque afinal no Brasil (e em vários outros países do terceiro mundo emergentes) a pirataria é lugar-comum e parte de nosso cotidiano. Mas é muito legal saber que algumas editoras de RPG distribuem as regras básicas de seus principais jogos gratuitamente. Para aqueles que, como eu, têm a consciência pesada e pouco dinheiro, quick-start rules são uma ótima maneira de conhecer um RPG que você sempre quis comprar, mas que seja muito caro. Depois de jogar as regras simplificadas, você pode escolher mais adequadamente com qual livro gastar seu suado dinheirinho. Ou não. Três RPGs em sua quarta edição têm versões resumidas de suas regras disponíveis para download de alta qualidade: • Dungeons &amp;amp;Dragons 4th edition [PDF] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Também disponível a primeira aventura completa, Keep on the Shadowfell • GURPS 4th edition [inglês] [português] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Se você tiver os livros brasileiros, é fácil atualizá-los com estes livretos. • Shadowrun 4th Edition [para jogadores] [para GMs] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- A melhor versão do melhor RPG de cyberpunk de todos os tempos. Melhor ainda, temos também versões completas de livros básicos com distribuição gratuita em PDF: • Ao Cair da Noite [via Underground Haven] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- RPG nacional que acho melhor que Storyteller. • Ars Magica 4th edition [via e23] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- O famoso RPG do criador do Vampiro: A Máscara original. • 7th Sea: Compendium [via DriveThruRPG] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- RPG de capa e espada vencedor do prêmio Origins de melhor RPG de 1999. Alguns RPGs menos conhecidos, mas que eu recomendo por serem extraordinários em sua qualidade e inovação, e que também distribuem gratuitamente versões simplificadas de suas regras, são: • Call of Cthulhu 6th edition [P&amp;amp;B] [cor] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Preciso mesmo dizer alguma coisa? • Hellas [preview, quickstart, mapa, i.a.] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Bela space opera com temática helenística. • Savage Worlds Explorer's Edition [PDF] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Sistema genérico que prima por sua simplicidade e ação cinematográfica. • True20 [PDF] &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Veja resenha do sistema na Toca de Gnomo. Concentrei-me apenas nas versões mais recentes dos jogos, deixando de lado, por exemplo, C.J. Carella's WitchCraft. Mas está aí para você baixar legalmente, se quiser. Há também outras quick-start rules por aí, como dos datados The Dying Earth RPG (Pelgrane Press) e BattleTech (WizKids), ou dos desconhecidos Castles &amp;amp; Crusades e StarSiege (Troll Lord Games), Degenesis (Catalyst Game Labs) ou A Song of Fire and Ice (Green Ronin), mas eu não os conheço e, sinceramente, acho que não valem a pena, com tantos outros jogos — e tão pouco tempo que a maioria de nós tem para jogar RPG. Agradecimentos a Antônio Sá Neto do Pop Dice e a Dave “The Game” Chalker do Critical Hits.</itunes:summary><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/04/rpgs-gratuitos-e-nao-piratas.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/hLq-stLRQKE/QuickStartRules.pdf" length="1371183" type="application/pdf" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.wizards.com/dnd/files/QuickStartRules.pdf</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>Estilingue: atirando a primeira pedra</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/rbpxtb4o0_I/estilingue-atirando-primeira-pedra.html</link><category>internet</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 15 Apr 2009 14:29:53 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-585715843423879032</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há um novo podcast na cidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estilingue &lt;/span&gt;e usando o mote “nós atiramos a primeira pedra”, é uma programa semanal que mistura podcast de variedades com rádio musical. Em aproximadamente quarenta e cinco minutos, eu e o Alexandre Lecci (da &lt;a href="http://www.yesnet.com.br/" target="_blank"&gt;Yes Comunicação&lt;/a&gt;) comentamos com muito bom-humor algumas das notícias bizarras dos últimos sete dias, trocamos figurinhas sobre cultura pop, como cinema, televisão, quadrinhos, música, etc. e espaçamos nossos blocos com boas faixas musicais de artistas que procuram divulgar seu trabalho nos diversos canais gratuitos da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quando você estiver entediado, à procura de boa música e quiser rir um pouco, acesse &lt;a href="http://estilingue.co.nr/" target="_blank"&gt;Estilingue.co.nr&lt;/a&gt; e ouça nossos novos programas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://estilingue.co.nr/"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 100px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SeZRggh6baI/AAAAAAAABA0/tygCHgNafvw/s400/estilingue.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325033228342029730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-585715843423879032?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/rbpxtb4o0_I" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-15T18:29:53.189-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SeZRggh6baI/AAAAAAAABA0/tygCHgNafvw/s72-c/estilingue.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/04/estilingue-atirando-primeira-pedra.html</feedburner:origLink></item><item><title>Dragonball Evo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/dTYHLqLWYsI/dragonball-evo.html</link><category>cinema</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 09 Apr 2009 22:48:21 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7435912729273248385</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sd7Yb-ST7OI/AAAAAAAABAk/CAQ-EQuYAE8/s1600-h/dbe1.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 223px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sd7Yb-ST7OI/AAAAAAAABAk/CAQ-EQuYAE8/s400/dbe1.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322929784686374114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acabei de voltar da pré-estréia de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dragonball Evolution&lt;/span&gt; (ou estréia adiantada, se você considerar que hoje é feriado). Peguei a sessão das dez para meia-noite, para escapar da criançada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Claro que o filme é dublado — só vêm cópias dubladas de filmes “infantis” para cá — mas a maioria dos dubladores vieram dos desenhos animados “Dragonball”, “Dragonball Z” e “Dragonball GT”, então até que foi legal assistir com áudio em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é bem legal, acho eu. Não esperem um próximo “Homem de Ferro” (cujas filmagens &lt;a href="http://marvel.com/news/moviestories.7508" target="_blank"&gt;começaram dia 6&lt;/a&gt;), afinal de contas é baseado num mangá (ou gibi japonês, na minha cabeça) dos anos oitenta cuja história nem fazia muito sentido mesmo. Tem menos lutas que “O Reino Proibido” (2008), mas elas me satisfizeram. Os efeitos especiais são muito bons e achei a direção competente para um filme de verão desinibido; o diretor, &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0939128/" target="_blank"&gt;James Wong&lt;/a&gt;, (que foi produtor executivo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Arquivo X&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Space: Above and Beyond&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Millennium&lt;/span&gt;, e dirigiu “O Confronto” [2001] e “Premonição 3” [2006]) conta uma fábula coalhada de clichês de um modo que soa novo e ao mesmo tempo simples, mantendo as cenas obrigatórias desse tipo de filme a um mínimo, como o momento em que Goku escapa de seu avô para ir à festa da Chi Chi ou quando ele precisa se segurar para não bater nos colegas de escola  ou o sacrifício de algum membro do grupo (obrigatório nessas fábulas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem leu o mangá ou assistiu, como eu, o desenho quando criança, o filme está repleto de pequenas referências, dos óculos escuros da Bulma ao cabelo do Goku ao campeonato de artes marciais. Faltaram vários personagens, mas eles são realmente muitos e o propósito do filme é contar a história do Goku, mantendo as aparições a um mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sd7YoNY5N2I/AAAAAAAABAs/IWCqxzhQreU/s1600-h/dbe2.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sd7YoNY5N2I/AAAAAAAABAs/IWCqxzhQreU/s400/dbe2.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322929994898945890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sd7YoNY5N2I/AAAAAAAABAs/IWCqxzhQreU/s1600-h/dbe2.png"&gt;&lt;img src="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=27373620" style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 225px;" com="" _btbqrzvte9m="" sd7yony5n2i="" aaaaaaaabas="" iwcqxzhqreu="" s400="" png="" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322929994898945890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A única coisa que me incomodou foi a escalação de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0848772/" target="_blank"&gt;Eriko Tamura&lt;/a&gt; como Mai, porque acho essa atriz muito, muito ruim. Mas ela abre a boca só duas vezes, e a presença (para mim, inesperada, apesar dele estar no pôster) de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000334/" target="_blank"&gt;Chow Yun-Fat&lt;/a&gt; como Mestre Kami mais que compensou. Ainda, eu inicialmente achei a resolução do combate final um pouco rápida demais, mas a namorada me explicou que, uma vez que Goku resolveu o enigma deixado por seu avô, de que ele precisava ser ele mesmo e seu inimigo ao mesmo tempo (não vou contar mais do que isso), ficou poderoso demais, mesmo para o Piccolo, então não faria sentido ter dificuldade em derrotá-lo. Além do mais, o foco do filme era a busca, a aventura, impedir o vilão, e não o show de artes marciais — o que, no entanto, espero haver mais na obrigatória continuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dragonball Evolution&lt;/span&gt; não é nem se pretende ser uma obra de arte, e vou ficar muito surpreso com quem sair criticando um filme baseado em Dragonball, por Tutatis! Eu diria que vale uma matinê, especialmente se você pagar meia-entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e não vá embora assim que o filme acabar, porque há uma cena extra bem compridinha na transição dos créditos!&lt;/div&gt;&lt;img src="data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACLklEQVQ4jbXUP0wTcRQH8O/9ekdjkT8CUqpee00bRyNNmSRSV0PcJJoQg2i6ODTExEUHg04OaNSppqtCjQ4ukDSKSuLUwcm4NNZcQYsIGtD+u/f7MZSWXltqo/Ul7/JL7u7z3r3fLye53e5xj8ejoYWRSCSSstfr1YLBYHcr4XA4rMmMMciy3EoXjDHIjDEoivL/4fefrP1P3nYEvqzLajOIo8fQz5/cfH3cnVttCM8udQaODBxQFx44Ye9h4HxvdGWtgMlbSXV2SQoMHf0RNcGSJJlmvPLdos7fdyIWL+D5myx+ZwwUDAIRh2EU1wYRFItA6FwvIjdcGJr4qFYakiSBlTavlABwsJth7mUWmSyBOAfnAkQE4gKccxBx/MoYmHmcxuH+NgAwGQ03j3NeRjjnoGqcC/zcIgghAMBkNISJuKlbEy4EaKdoKerC5nNMxQdlgVx+t0siKhYQovwV1rbdtyoNxlhxxoqilBMA0uuES6Pt6NqP2hHsoDarhJuXD2F5NV/uuJR1T4XLzvTJ25/VyHUnzgzba0YkKq6pdB4T00m47EyvPhU1M54asy3ee5o55bvwQQWAr/PHMBfbQGhGrykCANqARZ8asy3+ccYjg/K3kcF9UQAYvrJ29dmrDUxHlnOxu72P+rpYrq5eFU39K649TCF0tnPB0WdtCt2z48rQHIp+8XTHu9ET7alm0aY6fnFHjda98a/w3wZjDJLP5xv3+/1aK+F4PJ7cBm32CUNiyI2GAAAAAElFTkSuQmCC" style="position: absolute; visibility: hidden; z-index: 2147483647; left: 458px; top: 451px;" id="kosa-target-image" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7435912729273248385?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/dTYHLqLWYsI" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-10T02:48:21.108-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Sd7Yb-ST7OI/AAAAAAAABAk/CAQ-EQuYAE8/s72-c/dbe1.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/04/dragonball-evo.html</feedburner:origLink></item><item><title>“Riddick: Dark Athena” sai hoje</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/Il57sUfOFQQ/riddick-dark-athena-sai-hoje.html</link><category>videogame</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 07 Apr 2009 13:02:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2679434075775755980</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduXCc4eb2I/AAAAAAAAA_0/34BDISLo0r4/s1600-h/939612_20081202_790screen003.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 96px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduXCc4eb2I/AAAAAAAAA_0/34BDISLo0r4/s200/939612_20081202_790screen003.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322013453036973922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para os felizardos donos de XBox360 e PCs mais caros que um carro popular, hoje sai(u) &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena”&lt;/span&gt;, a continuação do espetacular game de 2004 “Escape From Butcher Bay”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O DVD na verdade é um combo, com “Butcher Bay” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;refitted&lt;/span&gt; para o mundo da alta-definição (antigamente chamado de Hi-Def, agora popularmente conhecido como HD) e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dark Athena&lt;/span&gt;, o game inédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduXF2EJtbI/AAAAAAAAA_8/WUOhTqhC0eQ/s1600-h/939612_20081202_790screen001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 96px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduXF2EJtbI/AAAAAAAAA_8/WUOhTqhC0eQ/s200/939612_20081202_790screen001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322013511336441266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O portal &lt;a href="http://www.gametrailers.com/game/4874.html" target="_blank"&gt;Game Trailers&lt;/a&gt; já soltou uma resenha em vídeo, enquanto que o &lt;a href="http://www.gamespot.com/pc/action/chroniclesofriddickassaultondarkathena/index.html" target="_blank"&gt;Gamespot&lt;/a&gt; tem apenas notícias e resenhas de detalhes do game, como a opção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;multiplayer&lt;/span&gt;. Game Trailers é notoriamente mais negativo e costuma pegar no pé de detalhes e minúcias dos games que resenha; já o Gamespot é mais “alegrinho” e menos ácido, então sempre acho bom ver/ler as resenhas de ambos os portais. Mas, como por ora só temos do Game Trailers, vai ela aí embaixo, depois do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduxVYsJ7AI/AAAAAAAABAE/SXwscBaJMMg/s1600-h/954872_20090123_screen006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 96px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduxVYsJ7AI/AAAAAAAABAE/SXwscBaJMMg/s200/954872_20090123_screen006.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322042365631392770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pelo que vi, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;revamp &lt;/span&gt;feito em “Butcher Bay” parece um port da versão PC, lançada seis meses depois da versão para console, e com qualidade — tanto de áudio quanto de vídeo — muito superior ao então limitado Xbox. Mas posso estar errado, já que não irei jogar a versão de “Butcher Bay” para Xbox360 tão cedo (a de PC vai furar de tanto que eu jogo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dark Athena&lt;/span&gt;, como diz a resenha abaixo, é mais curto que o primeiro game, e parece mais um “.5” do que uma continuação. Mas tem qualidades suficientes para estar na minha lista de desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" id="gtembed" width="480" height="392"&gt; &lt;param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.gametrailers.com/remote_wrap.php?mid=47698"&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt; &lt;embed src="http://www.gametrailers.com/remote_wrap.php?mid=47698" swliveconnect="true" name="gtembed" allowscriptaccess="sameDomain" allowfullscreen="true" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="480" align="middle" height="392"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;img src="data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACMElEQVQ4ja3SP2gTcRQH8O8vvUtIGmkqTY3SaMVFz6KDW2ywg4s4dGgXp3SyVLIIthCKQxCCuoZaXaSO/ilKd4sSdXRL0EWtIRYaSkXsJTH33utwSZM01xo0D353v+N+97l33/upQCAwFgwGfehiFYtFUxsYGPCmUqmv3YQTicSwBgCapnXTBQBoSinout5VVCnVDr/44B/OZH0xs6KMThCfR3LRs+aTycjvbwfCmawvduZkn7EwN4TBfheY90fXN6uYuffdyGQRu3apkmyDmzM2K8pYmBvC6kcLK+/KMEsWLCIQMSyLULUIFhH0HsGNycNYnDuO6PRno9lQSsFVh+tDQSEY6MHymzJKFQILgxkgYhALmBnMDLNsIf1sA8cG3VDYYzhFAWWfRBjCAiIbIxYQE1ga17+2GSICKLQYznCtiATEDK6BIrU5MUhgd0+NH+AIt+5jshdqgkpVwEwNkBgs9lyE4XY3nnLMWNf13QEAG1uE2JVe9PUC5JCvCMPrVpifOor1YnW34/pw7NjvVbmZ+3ljcTaMq5EjbRFJ07Gw8QfTd9fg96rc3o7bMh4f9SytvDenLl7/ZADAl5cjWF7dwmy60PaSeiPjo56lv2Ycnzi0Fp9AEgAu39x8+urtT9x5/GP74a2++LlTuumo76kDd4W9ALj9qIDIiOfBhdO+jtB9O279TFcuet77fD7Wn+sU7ajj1+kTSccb/wv/aymloEKh0Fg4HPZ2E87n86Udvs4FoWqwSHUAAAAASUVORK5CYII=" style="position: absolute; visibility: hidden; z-index: 2147483647; left: 675px; top: 290px;" id="kosa-target-image" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2679434075775755980?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/Il57sUfOFQQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-07T17:02:49.514-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SduXCc4eb2I/AAAAAAAAA_0/34BDISLo0r4/s72-c/939612_20081202_790screen003.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/kQe-5yOgcy0/remote_wrap.php" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Para os felizardos donos de XBox360 e PCs mais caros que um carro popular, hoje sai(u) “The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena”, a continuação do espetacular game de 2004 “Escape From Butcher Bay”. O DVD na verdade é um combo, com “Butcher Bay”</itunes:subtitle><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:summary>Para os felizardos donos de XBox360 e PCs mais caros que um carro popular, hoje sai(u) “The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena”, a continuação do espetacular game de 2004 “Escape From Butcher Bay”. O DVD na verdade é um combo, com “Butcher Bay” refitted para o mundo da alta-definição (antigamente chamado de Hi-Def, agora popularmente conhecido como HD) e Dark Athena, o game inédito. O portal Game Trailers já soltou uma resenha em vídeo, enquanto que o Gamespot tem apenas notícias e resenhas de detalhes do game, como a opção multiplayer. Game Trailers é notoriamente mais negativo e costuma pegar no pé de detalhes e minúcias dos games que resenha; já o Gamespot é mais “alegrinho” e menos ácido, então sempre acho bom ver/ler as resenhas de ambos os portais. Mas, como por ora só temos do Game Trailers, vai ela aí embaixo, depois do texto. Pelo que vi, o revamp feito em “Butcher Bay” parece um port da versão PC, lançada seis meses depois da versão para console, e com qualidade — tanto de áudio quanto de vídeo — muito superior ao então limitado Xbox. Mas posso estar errado, já que não irei jogar a versão de “Butcher Bay” para Xbox360 tão cedo (a de PC vai furar de tanto que eu jogo). Dark Athena, como diz a resenha abaixo, é mais curto que o primeiro game, e parece mais um “.5” do que uma continuação. Mas tem qualidades suficientes para estar na minha lista de desejos. </itunes:summary><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/04/riddick-dark-athena-sai-hoje.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~5/kQe-5yOgcy0/remote_wrap.php" length="0" type="application/x-shockwave-flash" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.gametrailers.com/remote_wrap.php?mid=47698</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>Que diferença</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/Ysvb0w2EsTA/que-diferenca.html</link><category>cultura e comportamento</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sun, 05 Apr 2009 09:53:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-4468375564257484803</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SdjgwKa34bI/AAAAAAAAA-k/ewwSM_VO9Y4/s1600-h/Paul+McCartney+e+Ringo+Starr.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 192px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SdjgwKa34bI/AAAAAAAAA-k/ewwSM_VO9Y4/s400/Paul+McCartney+e+Ringo+Starr.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321250077773652402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que acontece quando metade dos membros de um antigo e famoso grupo de rock se reúne para tocar as velhas músicas de sucesso? No caso de Brian May e Roger Taylor, chamam-se de “Queen”; no caso de Ray Manzarek e Robby Krieger “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;of &lt;/span&gt;The Doors”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Paul McCartney e Ringo Starr? “Ringo &amp;amp; McCartney se apresentaram sábado em Nova Iorque para tocar sucesso dos Beatles”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que diferença, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACMElEQVQ4ja3SP2gTcRQH8O8vvUtIGmkqTY3SaMVFz6KDW2ywg4s4dGgXp3SyVLIIthCKQxCCuoZaXaSO/ilKd4sSdXRL0EWtIRYaSkXsJTH33utwSZM01xo0D353v+N+97l33/upQCAwFgwGfehiFYtFUxsYGPCmUqmv3YQTicSwBgCapnXTBQBoSinout5VVCnVDr/44B/OZH0xs6KMThCfR3LRs+aTycjvbwfCmawvduZkn7EwN4TBfheY90fXN6uYuffdyGQRu3apkmyDmzM2K8pYmBvC6kcLK+/KMEsWLCIQMSyLULUIFhH0HsGNycNYnDuO6PRno9lQSsFVh+tDQSEY6MHymzJKFQILgxkgYhALmBnMDLNsIf1sA8cG3VDYYzhFAWWfRBjCAiIbIxYQE1ga17+2GSICKLQYznCtiATEDK6BIrU5MUhgd0+NH+AIt+5jshdqgkpVwEwNkBgs9lyE4XY3nnLMWNf13QEAG1uE2JVe9PUC5JCvCMPrVpifOor1YnW34/pw7NjvVbmZ+3ljcTaMq5EjbRFJ07Gw8QfTd9fg96rc3o7bMh4f9SytvDenLl7/ZADAl5cjWF7dwmy60PaSeiPjo56lv2Ycnzi0Fp9AEgAu39x8+urtT9x5/GP74a2++LlTuumo76kDd4W9ALj9qIDIiOfBhdO+jtB9O279TFcuet77fD7Wn+sU7ajj1+kTSccb/wv/aymloEKh0Fg4HPZ2E87n86Udvs4FoWqwSHUAAAAASUVORK5CYII=" style="position: absolute; visibility: hidden; z-index: 2147483647; left: 499px; top: 56px;" id="kosa-target-image" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-4468375564257484803?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/Ysvb0w2EsTA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-05T13:53:47.797-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/SdjgwKa34bI/AAAAAAAAA-k/ewwSM_VO9Y4/s72-c/Paul+McCartney+e+Ringo+Starr.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/04/que-diferenca.html</feedburner:origLink></item><item><title>...e pêlo de Pé-Grande se parece como o quê?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/UJP-j6btd3k/e-pelo-de-pe-grande-se-parece-como-o.html</link><category>ciência</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 25 Mar 2009 14:45:53 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-3901576219225622818</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ScqjYvNXwlI/AAAAAAAAA80/JtfLLBsIVbU/s1600-h/patterson_bigfoot_lg1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 0px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 215px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ScqjYvNXwlI/AAAAAAAAA80/JtfLLBsIVbU/s400/patterson_bigfoot_lg1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317241955449029202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eu gosto muito de um programa do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;History Channel&lt;/span&gt;, chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Monster Quest&lt;/span&gt;. O documentário não e bom, preciso dizer, mas eu o acho muito divertido. Monster Quest cobre os “especialistas” em busca dos mais variados monstros modernos que estão soltos por aí, do Pé-Grande aos Hobbits, do Chupacabra aos Rods.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;De maneira geral, os episódios não chegam a conclusão alguma, e quando chegam, são decepcionantes para os caçadores de monstros — que, obviamente, ignoram as explicações plausíveis e continuam eternamente procurando pela Besta Vampira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os criptozoólogos (como definem a si mesmos) que aparecem em Monster Quest vão dos trouxas sem-noção a pesquisadores sérios e interessados em desvendar os mistérios da natureza. Suas técnicas são interessantes, e o programa sempre envia as evidências para laboratórios. Uma das coisas mais interessantes sobre isso é... com o que o laboratório irá comparar supostas escamas do Monstro do Lago Ness? Toda vez que essas experiências aparecem no programa, eu me lembro do texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente em 2006 no portal &lt;a href="http://www.csicop.org/" target="_blank"&gt;SCICOP On-Line&lt;/a&gt;,  “Science Looks for Bigfoot” demonstra muito bem o quão é difícil determinar tanto a inexistência quanto a existência desses elusivos monstros modernos, e é um ótimo exemplo do quão cauteloza e ao mesmo tempo mente-aberta a ciência pode ser. O texto original em inglês está &lt;a href="http://www.csicop.org/specialarticles/bigfoot.html" target="_blank"&gt;disponível aqui&lt;/a&gt;, e eu recomendo que você o leia se domina ao menos um pouco de inglês, ao invés de confiar em minha tradução apressada, abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A ciência procura pelo Pé-Grande&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;" &gt;Por Benjamin Radford para o portal CSICOP On-Line (www.csicop.org)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;O Pé-Grande tem estado ocupado ultimamente, em especial no Canadá. Em abril, um operador de balsa de Manitoba gravou em vídeo uma criatura grande, escura e indistinta movendo-se pela margem do rio. O que quer que seja — Pé-Grande, urso, bisão ou outra coisa — causou &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;" &gt;frisson &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;e fez notícia internacionalmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Três meses depois, perto de Yukon, Trent Smarch, um morador de Teslin, encontrou um tufo de pêlo áspero e escuro na floresta onde ele e outros locais avistaram um animal grande e misterioso nos arbustos. Eles acreditam que a criatura era um Sasquatch, a versão canadense do misterioso humanóide grande e peludo conhecido como Pé-Grande. A descoberta se espalhou por toda a América do Norte e pelo mundo, e muitos imaginam se esse pêlo pode finalmente provar a existência há muito discutida do Pé-Grande. A amostra foi enviada ao geneticista da vida selvagem, David Coltman, da Universidade de Alberta, para análise. A Coltman foi solicitado extrair material genético do pêlo, seqüenciar os genes mitocondriais e compará-los com a base de dados das criaturas conhecidas na região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Em 28 de julho, depois de uma semana de testes, os resultados foram anunciados. Mais sobre isso depois; agora falemos dos antecedentes na busca por evidência do Pé-Grande. O Pé-Grande estourou publicamente em 1959, com a publicação de um artigo de revista descrevendo a descoberta de pegadas grandes e emblemáticas no ano anterior, em Bluff Creek, Califórnia. Meio século mais tarde, a questão da existência do Pé-Grande continua em aberto. O Pé-Grande ainda é procurado, com a busca mantida viva por um fluxo constante de avistamentos, fotos e pegadas ocasionais e cobertura esporádica da mídia. Em sua maioria, a lenda do Pé-Grande é mantida por testemunhos e relatos, que no entanto são a forma de evidência menos confiável — e virtualmente sem valor da perspectiva científica. O que a ciência precisa para validar a existência do Pé-Grande é evidência sólida: um espécime vivo ou morto, ossos, dentes, sangue ou pêlos. Por falta de evidência consistente  — nada de ossos ou corpos encontrados — a análise de Coltman é há muito esperada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A amostra de Yukon não é o primeiro pêlo de Pé-Grande a ser analisado. Através das últimas décadas, dúzias de amostras de sangue e pêlos foram recuperadas de supostos encontros com o Pé-Grande. (Um exemplo: em 2000, um grupo de pesquisadores do Pé-Grande  encontrou o que eles interpretaram como sendo a impressão corpórea na lama perto do Monte Adams, no Estado de Washington. Apesar de cinco anos de estudos e da promessa de supostas análises de pêlos, saliva e fezes, nenhuma evidência conclusiva emergiu da descoberta.) Quando uma conclusão definitiva era alcançada, as amostras acabavam invariavelmente identificadas como sendo de fontes triviais — “Pêlo de Pé-Grande” revela-se como sendo de alce, urso ou vaca, por exemplo; “Sangue de Pé-Grande” revela-se como fluído de transmissão. No livro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;" &gt;Pegadas de Pé-Grande &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;(“Big Footprints” no original), o conhecido pesquisador Grover Krantz discute tal evidência: “O destino corriqueiro desses itens é não receber estudo científico ou, quando recebe, tal estudo é perdido ou inalcançável. Na maioria dos casos em que análises competentes foram feitas, o material se mostrou falso ou de origem indeterminada.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É importante entender a ciência por trás da análise de pêlos: um resultado “desconhecido” ou “inconclusivo” não necessariamente quer dizer que a amostra veio do Pé-Grande. Tudo o que significa é que a amostra não corresponde a qualquer outra amostra com a qual foi comparada. Por esse motivo, uma peruca, fibra de carpete, ou mesmo pêlo de um animal estranho à região (como o canguru ou o camelo) que se alega ser do Pé-Grande provavelmente será descrito como “desconhecido”. Isso também destaca o problema metodológico básico que assola toda pesquisa sobre o Pé-Grande: a falta de uma medida padrão. Sabemos como rastro de urso se parece; se encontrarmos rastros que suspeitamos ser de um urso, podemos compará-los com um sabidamente deixado por um urso. Mas não há espécimes de Pé-Grande incontestáveis com as quais podemos comparar novas evidências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É por isso que evidências como a do pêlo de Yukon são cruciais para provar a existência do Pé-Grande. Numa entrevista coletiva, Coltman revelou os resultados da análise do DNA. O pêlo de Pé-Grande combina 100% com o de bisão. Bisões são encontrados na região e parece provável que as expectativas e percepções dos habitantes locais foram influenciados pelo avistamento de Manitoba três meses antes.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O resultado de DNA não irá, claro, deter os crentes e testemunhas oculares do Pé-Grande. Mas isso não fornece um exemplo ideal do que ocorre quando evidências decisivas de um mistério são sujeitas ao rigor da ciência. Esse ostensivo exame do pêlo de Pé-Grande por um cientista de reputação também recebe críticas comumente ouvidas pelos entusiastas de monstros: que cientistas predominantes ignoram evidências do Pé-Grande por medo de danificar suas reputações na busca pelo que alguns chamariam de mito. Se o Pé-Grande ou outras criaturas lendárias existam de fato, eles certamente valem sério escrutínio científico. Ao mesmo tempo, já que todas as amostras prévias se mostraram como travessuras, inconcludentes ou de origem desconhecida, a falta de entusiasmo dos cientistas em perder tempo e recursos com mais evidência do tipo é compreensível.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Scqlz_m76vI/AAAAAAAAA88/3oPX_zQCZYs/s1600-h/harry01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 212px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/Scqlz_m76vI/AAAAAAAAA88/3oPX_zQCZYs/s400/harry01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317244622730947314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;No período de seis meses, um suposto Pé-Grande canadense foi filmado e outro deixou pêlo para trás. Nada de novo foi acrescentado pelo vídeo de Manitoba — um borrão não identificável, possivelmente um dos muitos grandes animais da região — e o pêlo de Yukon foi determinado como sendo de bisão. O mistério continua, e a busca persiste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-3901576219225622818?l=marcelodior.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/UJP-j6btd3k" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-25T18:45:53.045-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_bTbQrzVte9M/ScqjYvNXwlI/AAAAAAAAA80/JtfLLBsIVbU/s72-c/patterson_bigfoot_lg1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2009/03/e-pelo-de-pe-grande-se-parece-como-o.html</feedburner:origLink></item><media:credit role="author">Marcelo Dior</media:credit><media:rating>adult</media:rating><media:description type="plain">Vozes da Terceira Terra</media:description></channel></rss>
