<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>DIÁRIO DO DIOR</title><link>http://marcelodior.blogspot.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/marcelodior" /><description>As lucubrações eventuais de um podcaster, blogueiro, jogador de RPG, videogamer,&lt;br&gt;leitor de ficção científica, cético — que também é professor e marido durante o dia.</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Marcelo)</managingEditor><lastBuildDate>Tue, 10 Jan 2012 03:20:47 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">153</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info uri="marcelodior" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</media:keywords><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Games &amp; Hobbies/Other Games</media:category><itunes:owner><itunes:email>cimmeria@uol.com.br</itunes:email><itunes:name>Marcelo Dior</itunes:name></itunes:owner><itunes:author>Marcelo Dior</itunes:author><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:keywords>RPG,Dungeons,Master,Game,Master</itunes:keywords><itunes:subtitle>Vozes da Terceira Terra</itunes:subtitle><itunes:summary>Três Narradores de RPG falando sobre suas experiências nas mesas de jogo.</itunes:summary><itunes:category text="Games &amp; Hobbies"><itunes:category text="Other Games" /></itunes:category><feedburner:emailServiceId>marcelodior</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Meu Demóstenes particular</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/vW3AcVu61Mc/meu-demostenes-particular.html</link><category>ciência</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 02:00:03 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-741995263476898356</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-20bE9PFGCY4/TvC3hubgXXI/AAAAAAAAAAU/OHrvWDsgsmo/s1600/vela_no_escuro_04.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-20bE9PFGCY4/TvC3hubgXXI/AAAAAAAAAAU/OHrvWDsgsmo/s320/vela_no_escuro_04.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;Ciência está atrás do que o universo realmente é, não sobre o que nos faz sentir bem. Muitas das doutrinas [religiosas] que competem por aí estão atrás do que nos faz sentir bem, não da verdade.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
— Carl Sagan, em entrevista a Charlie Rose, em 27 de Maio de 1996 (sua última). [&lt;a href="http://youtu.be/jod7v-m573k"&gt;link para o vídeo&lt;/a&gt;]&lt;/blockquote&gt;
É muito difícil para mim escrever às vezes, porque meus dons repousam na fala, não na escrita. Um dos motivos de eu manter um blog, mesmo sendo gravando vários podcasts, é justamente essa inabilidade de me comunicar da maneira que gostaria usando a palavra escrita — este blog é, portanto, minha versão de Demóstenes, com a boca cheia de pedras, recitando poesia contra o vento e a rebentação do Mar Egeu nas praias atenienses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Várias vezes eu quis escrever sobre um problema que afeta muitas das pessoas à minha volta: a incompreensão do que é ciência — ou do que ciência se trata. Talvez seja fácil para mim, que cresceu assistindo Cosmos e posteriormente devorando livros sobre pensamento cético, em particular durante e após um período em que eu tentei ser religioso; de fato, tendo vivido plenamente no Lado Sombrio e depois voltando ao Lado Luminoso da Força, eu sinto uma profunda agonia ao dialogar com pessoas que acham que ciência é só uma forma de religião disfarçada, não muito diferente de religiões moderninhas como o espiritismo ou a cientologia. Já até fui bem próximo de alguém que possuia uma gigantesca deficiência em entender ambas as coisas, ciência e religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como disse, eu sou melhor falando que escrevendo. Portanto, ainda não me considero apto a escrever neste blog qualquer tipo de resumo ou apanhado sobre o assunto. Mas é algo que ainda vou fazer, e essa necessidade veio à tona novamente ao recentemente me encontrar com outra pessoa que não entendia nem o que era ciência, nem o que era religião. Foi no Facebook (um lugar que praticamente não freqüento mais, parcialmente por não entender a que veio, mas isso fica para outro dia), nos comentários de um vídeo compartilhado pelo Dbohr, físico carioca cujo blog está ali no canto superior direito, o Telhado de Vidro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caso é que eu estava pronto para tentar, de alguma forma, atacar essa tarefa hercúlea que é explicar o que é ciência e (pior) o que é religião para a pessoa, mas o Facebook falhou em me avisar que comentários empilhavam depois de minhas próprias respostas sarcásticas, e depois que os dias viraram semanas, a discussão já havia se dirigido para outro lugar e meus comentários já haviam perdido o momento certo. Ficou parecendo que fugi da raia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que vou reler aqueles que me ensinaram essa diferença, e talvez de lá eu consiga extrair algum tipo de explicação "for dummies". Mas vai demorar; este Demóstenes aqui já recita poesias com seixos na boca há seis anos e ainda não curou sua gagueira com a técnica da escrita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você estiver curioso, os livros são estes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• SAGAN, Carl. &lt;b&gt;O mundo assombrado pelos demônios - a ciência vista como uma vela no escuro&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;São Paulo: Companhia das Letras, 1998. (Tradução de "The demon-haunted world", pode ser encontrado em Português atualmente em uma edição de bolso, de 2006).&lt;br /&gt;
• CARROLL, Robert Todd. &lt;b&gt;The skeptic's dictionary&lt;/b&gt;. Nova Iorque:&amp;nbsp;John Wiley &amp;amp; Sons, 2003. (Não há tradução para o Português, até onde sei, mas há um ótimo website: &lt;a href="http://www.skepdic.com/"&gt;skepdic.com&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles estão ali à direita, na janelinha da Amazon dos livros que recomendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-741995263476898356?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=vW3AcVu61Mc:H-Jtwa9NiU8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=vW3AcVu61Mc:H-Jtwa9NiU8:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=vW3AcVu61Mc:H-Jtwa9NiU8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/vW3AcVu61Mc" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-21T08:00:03.258-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-20bE9PFGCY4/TvC3hubgXXI/AAAAAAAAAAU/OHrvWDsgsmo/s72-c/vela_no_escuro_04.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/12/meu-demostenes-particular.html</feedburner:origLink></item><item><title>Tanto para fazer...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/6iEREWVTQLU/tanto-para-fazer.html</link><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 11:00:02 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-6294891106249355476</guid><description>Uau. Não escrevi nada durante todo o mês de Novembro, nem aqui nem no meu &lt;a href="http://noticias.terceiraterra.com/" target="_blank"&gt;blog sobre fisioterapia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante como o nome deste blog começa com a palavra "diário", mas tem muito pouco texto pessoal. Sabe, aqueles textos sobre nada que andam sumindo dos blogs? Com o sucesso do Twitter e do Facebook (venhamos e convenhamos, quando a imprensa usa o termo "mídias sociais" não está realmente incluindo o Google+ ou o LikedIn) o conteúdo pessoal dos blogs tem se exaurido, e estes sobrevivem através de textos longos e profundos, algo que não cabe nas redes sociais — lugar favorito de quem tem Distúrbio de Déficit de Atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, blogs existem para divulgar conteúdo especializado, relegando as conversas pessoais e papo-furado sobre o dia-a-dia do autor para o Twitter, o Orkut ou mesmo o YouTube (para quem é bonitinho, pelo menos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--PhhrzrrHTk/TtfL1fcr8wI/AAAAAAAAAAM/HRBWj09TvJ4/s1600/DSC05555.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/--PhhrzrrHTk/TtfL1fcr8wI/AAAAAAAAAAM/HRBWj09TvJ4/s640/DSC05555.JPG" width="540" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Eu segui o caminho contrário. Quando este blog começou, lá naquela porcaria que é o UOL Blogs, chamava-se "Crônicas da Ciméria". Quando veio para o Blog*Spot em Maio de 2006, mudou de nome para "Crônicas da Ciência" e eu me produz a escrever textos sobre ceticismo e pensamento científico. Durou alguns anos, mas um dia eu virei o arreio para a barriga e comecei a escrever textos mais pessoais, mudando novamente o nome do blog para o atual. Ironicamente, quase todos os meus textos de lá para cá foram opinativos e vitriólicos, algo mais condizendo com crônicas vindas da Ciméria (seja a terra literária de Conan o Bárbaro, seja a região da Ásia Menor de onde saíram os bárbaros a cavalo que aterrorizaram gregos e persas há 2 500 anos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No último mês (quando fiquei sem escrever coisa alguma) andei pensando um bocado em coisas que queria publicar, mas que eram grandes demais para o Twitter. O Facebook é efêmero demais — um bom lugar para recados e piadinhas, mas não para textos de média e longa duração (novamente, lugar para gente com DDA). Mas acabei por não parar dia algum para escrever, seja em algum bloco de notas digital, seja no meu Moleskine amigão que sempre anda na minha bolsa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentei escrever alguma coisa na última Terça-Feira, mas Terça é o dia entre os dois mais ocupados da minha semana. Na Segunda e na Quarta-Feira eu fico na escola a manhã toda e depois ainda volto para as aulas da noite, das cinco e meia às dez. Acabo ficando em casa das duas às cinco, e nessas três horas tudo o que dá para fazer é lavar a louça, responder alguns e-mails, cochilar um pouco para agüentar o segundo turno e tomar banho. Logo, na Terça tudo que eu quero fazer é descansar, e me recusar a pensar, acabando por ficar horas e horas no sofá, lendo algum livro de ficção científica, ouvindo podcasts ou jogando algum joguinho casual no MacBook. Em suma, Terça-Feira é dia de ócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quinta é um dia diferente. Como não trabalho na Sexta, na Quinta-Feira eu costumo ser mais produtivo. Sempre edito (ou começo a editar) algum podcast, dou faxina (nem sempre, confesso), passo roupa, respondo e-mails, vejo algum filme velho e preparo o RPG de Sexta e de Domingo. E como a Quinta-Feira de hoje, em particular, está um dia bonito e não muito quente, resolvi pegar o laptop, sentar à sacada, com um generoso copo de gim-tônica, o último restinho de tabaco do meu cachimbo e escrever o que quer que viesse à mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Voilà!&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-6294891106249355476?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=6iEREWVTQLU:AmCF4GfJc7E:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=6iEREWVTQLU:AmCF4GfJc7E:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=6iEREWVTQLU:AmCF4GfJc7E:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/6iEREWVTQLU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-01T17:00:02.953-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/--PhhrzrrHTk/TtfL1fcr8wI/AAAAAAAAAAM/HRBWj09TvJ4/s72-c/DSC05555.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/12/tanto-para-fazer.html</feedburner:origLink></item><item><title>Notícias... e notícias</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/zNN2zKui5E4/noticias-e-noticias.html</link><category>quarto poder</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Sat, 29 Oct 2011 07:42:42 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-8179634005299740131</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-crzPK9HbOPs/TqwPiEafNHI/AAAAAAAABpM/fW7i2uHHslQ/s320/news1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Há duas maneiras de se dizer praticamente qualquer coisa. Você vai a uma loja e pede por uma camisa tamanho 4 (só há camisas vermelhas, azuis e verdes). Um vendedor lhe diz "olha, no tamanho 4 só temos vermelho, azul e verde"; já outro vendedor lhe diz "no tamanho 4 nós temos várias escolhas de cor. Temos vermelho, azul e também verde!" O segundo vendedor lhe deu opções, o primeiro lhe restringiu. A opção de camisas era a mesma, diferente foi o jeito de dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exatamente como nesta situação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O iPhone 4S tem uma bateria durando menos que a versão anterior. O jornal The Guardian noticiou "&lt;a href="http://www.guardian.co.uk/technology/2011/oct/28/iphone-4s-battery-apple-engineers"&gt;Engenheiros da Apple em contato com donos de iPhone para resolver o problema da bateria&lt;/a&gt;". A Folha de S.Paulo, por sua vez, deu a mesma notícia assim: "&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/998508-problemas-de-bateria-atingem-iphone-4s-apple-desconhece-motivo.shtml"&gt;Problemas de bateria atingem iPhone 4S; Apple desconhece motivo&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A notícia é a mesma. Um jornal fez uma chamada com neutralidade; o outro está tentando desesperadamente vender jornais para &lt;i&gt;Apple haters&lt;/i&gt;. Deixo por conta do leitor decidir qual é qual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-8179634005299740131?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=zNN2zKui5E4:Y3MAQKSKqkU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=zNN2zKui5E4:Y3MAQKSKqkU:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=zNN2zKui5E4:Y3MAQKSKqkU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/zNN2zKui5E4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-29T12:42:42.828-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-crzPK9HbOPs/TqwPiEafNHI/AAAAAAAABpM/fW7i2uHHslQ/s72-c/news1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/10/noticias-e-noticias.html</feedburner:origLink></item><item><title>De cultos e personalidades</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/luqwf7zh9ew/esses-dias-encontrei-um-texto-no-uol.html</link><category>mitos e lendas</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 19 Oct 2011 20:36:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-3606292168174516443</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eUY3C-oseoo/Tpg3w3XsQ5I/AAAAAAAABo4/hzT6H2O5toQ/s1600/agalma+achileio+evening+makrosteno.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-eUY3C-oseoo/Tpg3w3XsQ5I/AAAAAAAABo4/hzT6H2O5toQ/s1600/agalma+achileio+evening+makrosteno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;Esses dias encontrei &lt;a href="http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2011/10/13/segredo-revelado-saiba-por-que-steve-jobs-usava-sempre-a-mesma-roupa/"&gt;um texto no UOL Tecnologia sobre o motivo do Steve Jobs usar praticamente a mesma roupa há anos&lt;/a&gt; (basicamente, camisa de gola rolê preta, calça jeans e tênis) em todas as suas apresentações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente eu não leio comentários (ainda escreverei sobre isso, agora estou com pressa), mas como o texto era pequeno e terminava com um infográfico, acabei batendo os olhos nos (até então) dois comentários abaixo do texto. Um era uma homenagem típica ao fundador da Apple: "Morre um homem, permanece o mito." O outro trazia o interessante aviso: "Isto chama-se CULTO À PERSONALIDADE! Cuidado!" (eu consertei a sintaxe e pontuação do autor, para não agredir os olhos de meus leitores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indo contra meu instinto de não comentar na Internet (não é ideologia, é preguiça mesmo) eu respondi à advertência do preocupado internauta com este parágrafo, que aqui reproduzo porque acho um pensamento legal a se considerar:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Cuidado por quê? A humanidade faz isso desde o advento da civilização. Cultuamos de deuses gregos a imperadores romanos, de santos católicos a a atletas olímpicos, de cientistas a cantores. O culto à personalidade é uma das essências definidoras do que significa ser humano; é como estabelecemos e encontramos nossa própria personalidade, nos inspirando em pessoas maiores que nós, exemplos de valores que consideramos fundamentais. Não é apenas saudável, é natural — aprendemos pela imitação.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O que pode ser problemático, na visão de um ou outro, não é cultuar ou não qualquer personalidade, mas sim as personalidades que escolhemos cultuar, porque ao fim e ao cabo elas representam nossos valores — normalmente se pensa que as personalidades cultuadas mudam nossos valores, mas provavelmente é o contrário: nossos ídolos é quem são escolhidos pelos valores que defendem ou que inadvertidamente representam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há quem se inspire em Stephen Hawking; e há quem se inspire em Albert Einstein. Há quem admire Kirk; e há quem admire Picard. Há quem se entusiasme pelo Pelé; e há quem se&amp;nbsp;entusiasme... pelo Ronaldo. Já vi mais de um programa de TV que brinca com os valores da criançada de hoje em dia: pagodeiros, traficantes de drogas e celebridades promíscuas e cujo único talento é ter herdado uma grana preta. Mas cada geração tem seus valores, que são inevitavelmente repudiados pela geração anterior. The Rolling Stones e The Clash eram considerados uma deturpação cultural nos anos 1960, o fim dos valores da juventude, a degeneração absoluta dos bons costumes da sociedade inglesa. Hoje são vistos como iconoclásticos e visionários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tremo em pensar que cantores emo e jogadores de futebol sejam a inspiração para a geração que está chegando, mas até aí... os heróis gregos, hoje tão cultuados como luminares da poesia, literatura, teatro e, em geral, a cultura ocidental, eram uns escrotos que faziam o que bem entendiam, pilhavam, matavam e estupravam sem sequer considerar a quem injustiçavam ou o que destruíam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Foto:&amp;nbsp;Estátua de Aquiles na ilha de Corfu (retirada de &lt;a href="http://www.bookcorfu.gr/about-corfu"&gt;bookcorfu.gr&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-3606292168174516443?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=luqwf7zh9ew:uaSpOHWFVZ8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/luqwf7zh9ew" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-20T01:36:00.039-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-eUY3C-oseoo/Tpg3w3XsQ5I/AAAAAAAABo4/hzT6H2O5toQ/s72-c/agalma+achileio+evening+makrosteno.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/10/esses-dias-encontrei-um-texto-no-uol.html</feedburner:origLink></item><item><title>A guerra contra o humor</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/8XbG-UDbzws/guerra-contra-o-humor.html</link><category>cultura e comportamento</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 19:57:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2195323350350266957</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Y6p6uCTonFQ/TpgnM-G5dpI/AAAAAAAABow/ColSvMlI67s/s1600/censura.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y6p6uCTonFQ/TpgnM-G5dpI/AAAAAAAABow/ColSvMlI67s/s400/censura.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O humorista José Simão costuma dizer que o Brasil é o país da piada pronta. Por algum motivo, nos últimos anos o Brasil tem virado o país da piada sem-graça pronta. É desesperador ver como a sociedade brasileira tem degenerado para uma sem-gracesa ciclópica, sugada por um inescapável redemoinho de politicamente correto e síndrome de cachorro vira-lata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas sensibilidades sempre foram grandes; nunca se pôde falar mal de nada e, se se falar bem, é por que tem dinheiro rolando. Mas ultimamente a batalha contra o humor (seja bom ou mal-humor) anda tão absurdamente burlesca que eu, que já não achava que havia salvação para nossa sociedade, agora estou certo de que a civilização brasileira vai mesmo acabar em 21 de Dezembro de 2012 —&amp;nbsp;com uma piada do Marcos Mion.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Meu desencanto pode ser exemplificado no «caso Rafinha Bastos». O humorista é um dos poucos que tem colhões para falar o que pensa e fazer piada com isso. Independente de eu gostar ou não do cara (não gosto), devo admitir que ele é um luminar na escuridão sem senso de humor que engolfa o Brasil. O «caso Rafinha Bastos» é exemplar da desgraça à qual nossa cultura foi reduzida: todo mundo reclamou quando ele fez piada com mulher feia e estupro, mas ele ficou no mesmo lugar em que estava no programa CQC. Porém, quando ele fez uma piada incidental e quase imperceptível com gente famosa, o tipo de piada que todos fazemos em mesas de bar, no trabalho e na igreja («eu comeria ela e o bebê»), ele ofendeu Vanessa Camargo (ou melhor, «Wanessa»), que é filha de gente rica, casada com gente rica, e cujo grande amigo do marido é ninguém menos que Ronaldo, ex-jogador de futebol e ex-magro. Já viu, né? Ofendeu cantor de música sertaneja, empresário e jogador de futebol no Brasil, se ferrou de verde-e-amarelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí ele foi afastado do programa de TV. Fulo da vida (e com um show «stand-up» que lota toda vez), ele pediu demissão da Bandeirantes (ou melhor, «Rede Band»). A Band, vendo a galinha dos ovos de ouro escapar, falou peraí peraí peraí não é bem assim, e agora está em negociações com o humorista. Talvez ele volte ao CQC (o que seria bem interessante, porque os outros dois apresentadores do programa ficaram contra ele na polêmica que seguiu seu afastamento) ou até ganhar outro programa, sabe-se lá. Seria o triunfo da liberdade de expressão sobre a tirania do politicamente correto? Ou seria apenas mais uma pequena vitória no «front» desta guerra que está rasgando o país, dividindo famílias e destruindo a economia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para deixar bem claro, minha opinião é a seguinte: eu não gosto do Rafinha Bastos, ou do CQC (ou de qualquer canal abaixo do 33). Acho o humor deles baixo e fraco, mas isso não quer dizer que eu me ache no direito de dizer que o humor deles está errado. Se você não gosta de um piadista (ou um programa de TV), basta deixar de dar audiência. Viva e deixe viver. Tudo no Brasil, porém, é motivo para ofensa pessoal, e ninguém pode fazer humor, seja bom ou ruim. De fato, não se pode dar qualquer opinião ultimamente sem ofender alguém — mas falo sobre isso outro dia. Eu odeio piada machista, por exemplo, simplesmente não suporto. O que faço? Processo, acuso o piadista de se esconder atrás do politicamente incorreto para poder ser machista, ou racista ou anti-semita? Não, minha auto-estima é um pouco mais sólida que a média da população nacional, então eu simplesmente ignoro o piadista, paro de ver o programa dele ou ler a coluna dele ou, se é uma pessoa com quem tenho contato no dia-a-dia, paro de ter contato. Posso não concordar «com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito que tens de dizê-las», como magistralmente um dia falou Voltaire — ou teria sido Diogo Mainardi?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro, até que um dia, como está acontecendo no Brasil, fazer piada vire crime de vez. Porque já não se pode fazer piada com negro e homossexual, é crime e dá cadeia. Qualquer grupo com uma particular baixa auto-estima consegue «lobby» no Congresso e passa uma lei que criminaliza qualquer palavra dita contra ele. Em outros países, usa-se a própria liberdade de expressão para combater opiniões racistas, sexistas e preconceituosas em geral; mas no Brasil usa-se a lei. Parece que você pode tirar um povo da ditadura, mas não pode tirar a ditadura de um povo. Felizmente ou não, deve haver muito pouco cego com dinheiro, ou meu blog é realmente obscuro, pois tudo o que consegui quando critiquei cegos burros uma vez foi &lt;a href="http://marcelodior.blogspot.com/2008/10/era-s-o-que-faltava.html"&gt;uma ameaça anônima nos comentários&lt;/a&gt;. Um dia eu chego lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando ao «caso Rafinha Bastos», para encerrar, esta foi a piada «terrível» que ele proferiu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/BAV7pm_UYxk" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como dá para ver, foi um bloco inteiro do programa só com a piada, que foi feita com cenário exclusivo, encenação com quinze atores, efeitos especiais da Weta Digital, «replay» de quatro ângulos diferentes e entrevista de bastidores após a apresentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Me pergunto o que acontecerá se um dia alguém perceber que Eddie Murphy faz piada com italianos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/tQM0XqvzAC0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2195323350350266957?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=8XbG-UDbzws:mHq6wX8Q_g4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=8XbG-UDbzws:mHq6wX8Q_g4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=8XbG-UDbzws:mHq6wX8Q_g4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/8XbG-UDbzws" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-26T00:57:23.390-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-Y6p6uCTonFQ/TpgnM-G5dpI/AAAAAAAABow/ColSvMlI67s/s72-c/censura.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/10/guerra-contra-o-humor.html</feedburner:origLink></item><item><title>Palavras</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/ee9kirwx6DQ/foto-por-indy42-via-deviantart.html</link><category>cultura e comportamento</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 20:26:06 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-862230782536823529</guid><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://browse.deviantart.com/?q=dictionary&amp;amp;order=9&amp;amp;offset=24#/djp7qd" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-GocpL6JTqHY/TpYHQX_ms5I/AAAAAAAABok/9l6odRvKz8A/s320/Dictionary_by_indy42.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto por indy42 (vía DeviantArt)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Interessante como parece que as pessoas enjoam de certas palavras, e passam a usar sinônimos como se fosse a nova moda, o novo carro do ano ou o novo estilo de penteado. Posso estar sendo muito chato, mas essa fachada de novidade é muito na cara, e um tanto idiota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém dá festas mais; as pessoas fazem eventos. Ninguém compra nada diferente; as coisas são diferenciadas. Não há nada complicado; tudo é complexo. Bolas de boliche não são maciças, são massivas — uma palavra que nem existe no dicionário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica ainda mais irritante quando as pessoas são incapazes de entender o conceito de sinônimo, que duas palavras podem ter o mesmo significado. Eu, por exemplo, fui corrigido recentemente ao usar maciço!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou começar a dar dicionários de presente de agora em diante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-862230782536823529?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=ee9kirwx6DQ:fYjyAG-f42I:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=ee9kirwx6DQ:fYjyAG-f42I:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=ee9kirwx6DQ:fYjyAG-f42I:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/ee9kirwx6DQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-14T00:26:06.378-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-GocpL6JTqHY/TpYHQX_ms5I/AAAAAAAABok/9l6odRvKz8A/s72-c/Dictionary_by_indy42.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/10/foto-por-indy42-via-deviantart.html</feedburner:origLink></item><item><title>Satisfação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/hxlgkmNnNy4/satisfacao.html</link><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 03:24:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-6192757118485124837</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SSTTqKmmHAs/Tnoy_RecxHI/AAAAAAAABog/X0qtLc92XW0/s1600/telefonia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://2.bp.blogspot.com/-SSTTqKmmHAs/Tnoy_RecxHI/AAAAAAAABog/X0qtLc92XW0/s400/telefonia.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Há duas semanas, a Telefônica entrou em contato comigo, me oferecendo o serviço de internet via fibra ótica, que jogaria minha conexão de risíveis 2 Mbits para absurdos 30 Mbits/segundo, por um adicional de 40 Reais. Bom demais para ser verdade, mas fiz um monte de perguntas, pesquisei na internet e, ao fim, aceitei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agendaram a instalação para hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que era bom demais para ser verdade.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O técnico veio e estranhou ser prédio. Estava "casa" na ordem de serviço dele (ninguém na Telefônica parece ter estranhado que uma casa tinha tinha como endereço "apartamento 412"). Checando meu prédio, meu andar e meu apartamento, ele confirmou o que temia: umas caixinhas para ele puxar a fibra ótica não estavam instaladas. Depois de preencher um formulário enorme, comentar que havia perdido o dia de serviço (essas instalações parecem levar horas, e o técnico só ganha se tiver instalado alguma coisa) ele contatou supervisor atrás de supervisor, na minha frente, para descobrir como preencher a O.S. direitinho, de modo que a Telefônica ficasse sabendo o que houve, consertasse meu cadastro e contatasse a administração do prédio (boa-sorte achando o síndico) para instalar os nigucim para eu poder ter minha internet mágica de 30 megas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu já estava resignado. A falta de profissionalismo da Telefônica é notória e nessas horas eu sempre suspiro com saudades da CTBC (que me servia, e bem, na cidade de Franca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de 45 minutos, o técnico me deu uns formulários para assinar e me disse que a empresa entraria em contato quando tivesse alguma novidade. Me despedi dele pensando "claro. Quando o inferno congelar". Isso foi há uma hora. E parece estar nevando no inferno, porque a Telefônica acabou de me ligar, me pedindo para confirmar se o que houve foi aquilo mesmo (prédio sem a pré-instalação) e me informando que eles iriam "entrar em contato com a administração de seu prédio para realizarmos o serviço o quanto antes, para que possamos atendê-lo no tocante ao Speedy Fibra".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei que não custou nada pra um funcionário de telecentro genérico me ligar e me passar uma informação pronta, escrita na tela dele. Sei muito bem disso, mas era algo que eu não esperava. O que importa é que me deram uma satisfação. E daí se foi uma satisfação ilusória, genérica? E daí e mentiram descaradamente, se falaram apenas o que eu queria ouvir? Fizeram algo que normalmente empresa no Brasil não faz: deram uma satisfação pro cliente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só por isso, já ganharam meu joinha, minha boa vontade de esperar e uma postagem no meu blog. Também não vale nada, mas e daí?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-6192757118485124837?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=hxlgkmNnNy4:Z8cd9dKHc2Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=hxlgkmNnNy4:Z8cd9dKHc2Q:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=hxlgkmNnNy4:Z8cd9dKHc2Q:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/hxlgkmNnNy4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-06T07:24:19.699-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-SSTTqKmmHAs/Tnoy_RecxHI/AAAAAAAABog/X0qtLc92XW0/s72-c/telefonia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/09/satisfacao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Gosto não se... discute?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/r5EXLXjdVCA/gosto-nao-se-discute.html</link><category>cinema</category><category>Ficção Científica</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 04:00:04 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-250193224295883850</guid><description>&lt;img alt="stposter2009-2.jpg" border="0" height="370" src="http://lh4.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TOR67oBNouI/AAAAAAAABg4/MYvF9KbFZQc/stposter2009-2.jpg?imgmax=800" style="float: right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" width="250" /&gt;Assisti &lt;strong&gt;«Star Trek»&lt;/strong&gt; (J.J. Abrams, 2009) novamente, e a final cheguei a uma conclusão sobre o filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um instante. Eu precisava chegar à uma conclusão sobre o filme? Bem, eu o achei fodástico quando vi no cinema, mas ao sair o DVD, fiquei surpreso e preocupado com minha saúde mental ao não desejar adquirir uma cópia de imediato (senti-me mais compelido a comprar «Nêmesis», o único filme de Jornada que ainda não tinha). O que estava acontecendo comigo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, precisava chegar a uma conclusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois da sessão de estreia, assisti ao filme ainda mais uma vez, e passei a me perguntar se realmente gostara do «reboot» feito pelo menino de ouro de Hollywood, J.J. Abrams. Até agora, tudo o que Abram toca vira ouro, e «Star Trek» não era exceção... mas algo me incomodava. Por que eu não estava apaixonado pelo filme?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Uma coisa eu já sabia não ter gostado: a ação. Desde «Insurreição» eu venho detestando a guinada «blockbuster de verão» que a franquia tem tomado («Primeiro Contato» é um filme de ação por excelência e totalmente no contexto da história sendo contada, mas só). De fato, mesmo o final de «Generations» (ou «Gerações», ou «A Nova Geração». Um dia a Paramount se decide sobre o nome desse filme no Brasil) eu achei chatinho: o capitão Kirk, que já falou que era um soldado não um diplomata (no episódio «Errand of Mercy» da TOS) derrota no muque apenas um vilão no clímax de seis filmes (Kruge, em «À Procura de Spock». Em «A Ira de Khan» e em «A Terra Desconhecida» o vilão é derrotado em luta nave-a-nave, onde a esperteza, não músculos, contam; em «A Última Fronteira» Sybok se sacrifica e a criatura-Deus é morta por um tiro de Spock; «Jornada nas Estrelas: O Filme» e «A Volta Para Casa» nem têm vilões individualizados). Já Picard, o diplomata, o filósofo, sai no braço com três dos quatro vilões de seus quatro filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma triste tendência em Hollywood, mas não foi isso que me desagradou em «Star Trek» — eu entendo que filmes com porrada e tiroteio vendem muito mais, mesmo não sendo nada nem perto disso que consagrou as séries de Jornada nas Estrelas. Não era isso. Nem os «lens flare» irritantes, que acontecem até mesmo numa caverna escura, cuja única fonte de luz é uma tocha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="stposter2009-1.jpg" border="0" height="369" src="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TOR68hLfKAI/AAAAAAAABg8/hVWArxJ3b-o/stposter2009-1.jpg?imgmax=800" style="float: left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;" width="250" /&gt;Aí, semana passada (há sete dias, para ser mais exato), eu e a mulher assistimos «Star Trek» novamente e, discutindo isso com ela ao final do filme, descobri o que é: já faz tempo que a Paramount (ou algum produtor da franquia) estava querendo emplacar uma história dos jovens Kirk e Spock na Academia da Frota desde Jornada nas Estrelas II, e, 1982. Então, «Star Trek» é algo que eu deveria estar esperando desde criança. Mas o ponto não é esse. Desde o tempo dos Kirk e Spock originais, Jornada nas Estrelas se expandiu muito — mais de um século para o passado, com Enterprise, e mais de um século para o futuro, com TNG, DS9 e Voyager. Em especial com as séries que se passam no século 24, Jornada nas Estrelas ficou muito mais vasta e interessante. Não havia a necessidade de voltarmos à velha Enterprise do século 23, porque haviam tantas histórias que podiam ser contadas, tantas naves, tantas tripulações a serem inventadas e cujas aventuras &lt;em&gt;verdadeiramente novas&lt;/em&gt; podíamos acompanhar...!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora sei porque «Star Trek» não me agradou. Não é por um sentimento reacionário e obtuso contra o novo ou a reinterpretação — de fato, eu adoro reinterpretações. Também não é porque Jornada se tornou uma franquia de ação. Como filme, «Star Trek» é ótimo, divertido, emocionante, bem feito, tem uma ótima história, um fotografia extraordinária, atores excelentes, muito bem dirigido. É J.J. Abrams se superando de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Jornada nas Estrelas... é desnecessário. Depois de aguardar por este filme que nem um menino no Natal, vi e perdi a empolgação. Hoje sei que queria um filme sobre uma tripulação nova, fosse no século 23, 24 ou 25. Jornada nas Estrelas é muito, muito mais que Kirk e Spock.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-250193224295883850?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=r5EXLXjdVCA:dy33woj1cB0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=r5EXLXjdVCA:dy33woj1cB0:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=r5EXLXjdVCA:dy33woj1cB0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/r5EXLXjdVCA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-15T08:00:04.640-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh4.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TOR67oBNouI/AAAAAAAABg4/MYvF9KbFZQc/s72-c/stposter2009-2.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/09/gosto-nao-se-discute.html</feedburner:origLink></item><item><title>A ciência do fascínio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/FihMHXkuNyY/ciencia-do-fascinio.html</link><category>ciência</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:04:22 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-5275276957805459993</guid><description>&lt;img alt="050425_hubble_nebula_02.jpg" border="0" height="506" src="http://lh4.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TPJ2hTDovnI/AAAAAAAABhE/_xvQU_p29UQ/050425_hubble_nebula_02.jpg?imgmax=800" style="float: right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" width="250" /&gt;Eu tenho uma preguiça de gente que acha que o método científico tira a graça das coisas. Isso é uma das mais absolutas demonstrações de ignorância que eu conheço — mas, até então, eu não tinha muita paciência para explicar a mágica que reside em verdadeiramente entender a natureza, o que é um grande defeito por si só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que o meio usado para divulgar ciência é falho. Em primeiro lugar, ciência não é ponto de vista, é um conjunto de ferramentas que permitem análise objetiva do mundo que nos cerca (sem falar do mundo dentro de nós). Essa análise objetiva revela uma realidade com camadas e mais camadas de processos e estados tão complexos que levam lágrimas aos olhos de quem compreende. Ao mesmo tempo, revelam detalhes do tecido da realidade que nos seriam invisíveis se nos limitássemos às explicações idiossincráticas do senso-comum e da superstição.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peguemos, como um exemplo, o céu. Para esotéricos, estrelas são coisas muito bonitas, pontos de luz grudados na abóbada celeste que formam figuras que, sabe-se lá porque, produzem energias que afetam o comportamento dos humanos que nasceram quando esses desenhos estavam do outro lado do Sol, em relação à Terra. Que energias são essas? Eles não sabem, é só... energia. Como essa "energia" afeta o embrião humano? Por um acaso altera a construção do RNA-m, ou é num nível sub-atômico, afetando o spin de quarks e gluons? Por que só a constelação que está atrás do Sol e não a que está no zênite quando nascemos? Isso faria muito mais sentido, já que a Terra é redonda e o ângulo entre um japonês e a constelação de seu signo é diferente entre o ângulo de um brasileiro nascido no mesmo dia e o mesmo signo (literalmente, meio mundo de diferença). Essa energia pode ser detectada, pode ser usada para outras coisas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que não há explicações mais profundas. Constelações afetam o homem e pronto. Só... afetam, mais nada. Pontos brilhantes e estáticos no firmamento noturno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas você já ouviu um astrônomo falando sobre estrelas? Já viu um olhando para o céu, admirando aquelas gigantescas bolas de plasma girando no espaço há milhões de quilômetros de distância, fundindo hidrogênio, deutério, hélio e outros átomos na burlesca pressão de seus núcleos, produzindo uma contra-pressão de fótons que levam milhares de anos para atingir a superfície e disparar em todas as direções — apenas alguns poucos desses fótons vindo em direção à Terra e atingindo o fundo de nossos olhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esqueça o astrônomo profissional, &lt;em&gt;você&lt;/em&gt; já estudou um pouco de astronomia? Saber que podemos detectar os elementos produzidos no interior das estrelas através da cor que esses átomos absorvem, saber que elas emitem inúmeros tipos de radiação (luz), a grande maioria invisível ao olho nu, mas que incendeiam a poeira estelar, revelando a matéria complexa de nebulosas, que por si só são nuvens com anos-luz de diâmetro, proto-estrelas ou estrelas falidas... é a coisa mais fascinante, fantástica e de tirar o fôlego que alguém pode imaginar, e quanto mais se estuda astronomia, quanto mais se lê, se ouve, mais impossivelmente fantástico se torna o universo. Tudo isso advém da análise objetiva das estrelas, da insatisfação com o vago conceito de que "é energia". Que energia? Como, de onde, que comprimento de onda? Como e por quê a vemos? O que são fótons, como eles são produzidos, como afetam os átomos em que colidem? É de tirar o fôlego, é lindo e é gigantesco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ver outro exemplo, um mais cotidiano. Quem tem cachorro adora afirmar que eles têm personalidades, emoções e que nos entendem. De fato, mas apenas isso não é muito interessante, porque estamos vendo (ou melhor, querendo ver) emoções e comportamentos e linguagem humana refletida em nossos parceiros quadrúpedes. Se você analisa objetivamente o comportamento canino irá encontrar um universo por si só: cães não são animais humanos, e portanto não têm comportamento ou linguagem humana. É outra espécie, outro tipo de inteligência que partilha este planeta conocso — e isso é incrível! Nos esquecemos que dividimos o planeta com milhões de espécies não-humanas, cada uma com suas vicissitudes não-humanas. Isso já é fascinante por si só, mas fica melhor: continue analisando objetivamente o comportamento canino. Eles são capazes de interpretar o comportamento não-canino (i.e. humano). Veja só, cães não possuem mãos; nem pés tão pouco — eles têm patas. De certo modo são mais próximos em função e forma de nossos pés, então vamos simplificar e dizer que cães têm quatro pés (o pé humano é na verdade uma mão modificada, não uma pata, mas vamos lá). Cães, portanto, não possuem mãos e não têm nada parecido com uma mão para realizar funções característica de mãos. Quando precisam fazer uma coisa que uma mão faria, como carregar um objeto, abrir uma gaveta ou segurar outro animal, eles usam a boca. Porém, cães entendem não apenas o que mãos humanas fazem como também funções da mão que eles não fazem nem com a boca: cães entendem quando alguém aponta com o dedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é incrível. Um animal que tem um comportamento não-humano entende um típico sinal humano. É como se uma planta soubesse falar "pedrês". É como se um adulto tivesse inventado um tradutor de choro de bebê. A observação crítica e objetiva desses bichos que compartilham nossos lares leva a descobertas muito mais legais do que a impressão esotérica ou religiosa de que cães são gente reencarnada, por isso entendem gestos (e olhares também! Um cão entende que pode catar uma comida do chão se uma pessoa fecha os olhos. Se ele ficar quietinho, quando a pessoa abrir os olhos, vai achar que não foi ele quem comeu... ao menos na cabeça do cão, claro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="hachiko_estatua.jpg" border="0" height="335" src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TPJ2i2L3ArI/AAAAAAAABhI/FIaYK6u6804/hachiko_estatua.jpg?imgmax=800" style="float: left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;" width="250" /&gt;À primeira vista, para quem não entende ciência, a análise objetiva deixa tudo chato. Conhece a história de Hachiko, o cão que ia esperar seu dono na estação de trem, mesmo anos e anos depois o cara ter morrido? Fizeram até filme. Lindo, né? Chorante, piegas, emotivo, o amor encarnado. Porém, se você entende de cachorro (e não precisa ser cientista com jaleco, apenas alguém que observa objetivamente o comportamento canino) sabe que o bicho fez aquilo porque foi condicionado. Não era amor que motivava Hachiko a ir todo dia, na mesma hora, para a frente da estação esperar o dono falecido. Ele foi condicionado a fazer isso, e respondia a esse condicionamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh, que chato você é, senhor cientista! Estragou a história tão bonitinha do cachorro que ganhou até estátua por sua devoção cega a um ser humano! Blá-blá-blá. Exceto que esse comportamento é muito comum. Qualquer retardado pode amar o mestre e qualquer imbecil pode se afogar em ilusão e ficar esperando alguém morto desembarcar milagrosamente de um trem. Isso é coisa de gente, e é o tipo de coisa que não apenas podemos ver todo dia, mas como podemos fazer nós mesmos. Agora, entender que existe um tipo de animal, cujo cérebro evoluiu para uma formato que permite ser condicionado a realizar um comportamento que o faz parecer mais máquina que ser vivo... é fantástico! Não apenas por si só, mas também porque entender é controlar, neste exemplo. Se você sabe que um cão é condicionável, você pode treiná-lo para inúmeras tarefas, produzindo cães-guia e cães farejadores. Também pode melhorar a qualidade de vida do cãozinho que tem em casa, se o pobre coitado desenvolveu algum comportamento obsessivo, como comer pedra ou perseguir bicicletas. Ele não precisa de remédios, precisa ser condicionado a interromper o comportamento obsessivo antes que ele comece. Observar objetivamente seu cão irá lhe mostrar que às vezes (na maioria das vezes) a culpa pelo comportamento "errado" é sua, humano, e não do cão. E aí você poderá, através do entendimento, se fascinar com esse aspecto da vida, do universo e tudo mais, e também melhorar sua relação com seu animal de estimação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciência, raciocínio e pensamento crítico não tiram a mágica da natureza (ou universo, chame como quiser). Muito pelo contrário, revelam camadas e mais camadas de um universo (ou natureza) infinitamente fascinante, assombroso e fantástico, muito além dos sonhos mais loucos de esotéricos, gurus e escritores de auto-ajuda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-5275276957805459993?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=FihMHXkuNyY:BeEgKEqtiU4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=FihMHXkuNyY:BeEgKEqtiU4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=FihMHXkuNyY:BeEgKEqtiU4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/FihMHXkuNyY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-13T15:04:22.364-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh4.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TPJ2hTDovnI/AAAAAAAABhE/_xvQU_p29UQ/s72-c/050425_hubble_nebula_02.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/09/ciencia-do-fascinio.html</feedburner:origLink></item><item><title>A diferença das diferenças</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/_4FoygfuztQ/diferenca-das-diferencas.html</link><category>cultura e comportamento</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 28 Jul 2011 12:40:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7463666426485860990</guid><description>&lt;p&gt;&lt;img style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; float: right;" title="let_me_out_2_by_NADJIA.jpg" src="http://lh3.ggpht.com/-djDg7q1r1uU/TjGOBs1nurI/AAAAAAAABn0/NvU4q7zf6gI/let_me_out_2_by_NADJIA.jpg?imgmax=800" border="0" alt="Let me out 2 by NADJIA" width="200" /&gt;Toda vez que alguém fala das várias diferenças entre norte-americanos (nosso ponto de referência, goste ou não) e brasileiros, eu vejo uma única e abrangente diferença por detrás de todas: brasileiros sempre esperam que o governo faça tudo, enquanto que americanos não apenas não esperam, mas fazem as coisas apesar do que o governo faz e, não raro, não gostam quando é o governo quem está fazendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Na terra do Lula, esperamos que o governo nos salve, que venha com seu abraço titânico e seu guarda-chuva continental e nos proteja, nos direcione, nos dê de comer na boca. O mundo precisa de mais reciclagem? Governo, recicle para nós! O mundo precisa de educação? Governo, eduque nossos filhos! Está frio e os pobres não têm agasalhos? Governo, dê roupas; governo, crie campanhas do agasalho; governo pegue minhas roupas velhas aqui em casa; governo, faça leis sobre doação. Estão matando gatos na cidade? Governo, descubra quem é!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas lá no país de Abraham Lincoln, a população levou John Kennedy muito a sério quando ele disse "não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país". Cidadãos organizam campanhas, montam websites, vão às escolas e falam às crianças sobre reciclagem. Vizinhos organizam vigílias madrugada a dentro para encontrar quem está envenenando os &lt;em&gt;pets&lt;/em&gt; da vizinhança, e a polícia é chamada só quando descobrem o culpado. Associações de pais exigem das escolhas e dos outros pais que seus filhos estudem mais, e jovens se voluntariam na escola pública de seu bairro para dar aulas de reforço, ensinar dança, arte, matemática. Campanhas do agasalho são organizadas por &lt;a href="http://m.theglobeandmail.com/globe-investor/news-sources/?date=20110311&amp;amp;archive=prnews&amp;amp;slug=DA63631&amp;amp;service=mobile"&gt;lojas&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.dosomething.org/teensforjeans/home"&gt;adolescentes conscientes&lt;/a&gt;, que tomam iniciativa própria e usam seu próprio tempo e seu próprio dinheiro para enviar toneladas de roupas e alimentos, para outros países até. Quando o governo assume esse tipo de responsabilidade (que, na visão deles, é do cidadão), desconfia-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a diferença magna entre brasileiros e norte-americanos, por detrás de todas as outras, ruins ou boas. Como sempre digo, talvez devêssemos parar se seguir os maus exemplos deles e parar de ignorar os bons.&lt;/p&gt;&lt;hr noshade&gt;&lt;em&gt;Foto: &lt;a href="http://nadjia.deviantart.com/gallery/?offset=48#/d9d0ow"&gt;«let me out 2» por Nadjia&lt;/a&gt; (via DeviantArt).&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7463666426485860990?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=_4FoygfuztQ:mewooO4jcI4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=_4FoygfuztQ:mewooO4jcI4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=_4FoygfuztQ:mewooO4jcI4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/_4FoygfuztQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-28T16:40:37.408-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/-djDg7q1r1uU/TjGOBs1nurI/AAAAAAAABn0/NvU4q7zf6gI/s72-c/let_me_out_2_by_NADJIA.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/06/diferenca-das-diferencas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Tudo bem comer um tomate, porque ele não grita</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/Bp9DGyDSMrc/tudo-bem-comer-um-tomate-porque-ele-nao.html</link><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 05:28:44 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-4147124413826277560</guid><description>&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-eoavFbUPb3U/TjAC5SfyEJI/AAAAAAAABms/aUplC2FAgPk/s400/vegan.jpg alt="deveria haver uma imagem aqui" title="Produtos base gado" border="0" height="100" style="float:right; margin: 0px 0px 0px 10px;" /&gt;Minha mulher retuitou esta ilustração há vários meses, e me lembrou hoje depois que eu fiz uma torta vegetariana. Não era vegana, pois era uma torta de aspargos, mas cheia de queijo e ovo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O detalhe dela ser vegetariana é apenas isso, um detalhe; eu não sou fresc... er, vegetariano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Comentávamos como hoje o conceito de vegetarianismo saiu de cena, em nome da modinha mais "chic", o veganismo (ou como quer que se escreva "vegan" em Português). Comentei que um dos caras com quem eu jogo RPG no Domingo é vegano, "mas come chocolate", e ela se lembrou de um colega do tempo da faculdade, que comia gelatina "sem saber" que gelatina é um produto animal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ilustração em questão é esta, e você provavelmente já topou com ela:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FAXQQsnU-xw/TjAAedR1YpI/AAAAAAAABmY/6P07A0GSerE/s1600/vegan-chato.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" width="450" src="http://2.bp.blogspot.com/-eoavFbUPb3U/TjAC5SfyEJI/AAAAAAAABms/aUplC2FAgPk/s400/vegan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Clique para ampliar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Obvamente há blogs veganos por aí que "desmentem" os itens dessa ilustração, mas minha mulher é engenheira de alimentos e também farmacêutica, e ela atesta que se não tudo, a maior parte da lista é verdadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só gostaria de saber quem é o autor dessa ilustração, para poder creditá-lo. (O site descealetra.net não existe mais.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-4147124413826277560?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=Bp9DGyDSMrc:XyBBRrTsBIg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=Bp9DGyDSMrc:XyBBRrTsBIg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=Bp9DGyDSMrc:XyBBRrTsBIg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/Bp9DGyDSMrc" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T09:28:44.407-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-eoavFbUPb3U/TjAC5SfyEJI/AAAAAAAABms/aUplC2FAgPk/s72-c/vegan.jpg alt=" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/07/tudo-bem-comer-um-tomate-porque-ele-nao.html</feedburner:origLink></item><item><title>De espertos e trouxas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/oRX664NuFOE/de-espertos-e-trouxas.html</link><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 30 May 2011 07:16:20 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-506199402540377167</guid><description>&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/-81eZCiO2C5k/TeOmsWQJ3CI/AAAAAAAABkQ/7yZP9gtscHo/rio.png?imgmax=800" alt="Rio" title="rio.png" border="0" width="200" height="135" style="float:right; margin: 0px 0px 0px 10px;" /&gt;Neste país, não estamos divididos entre malandros e honestos, como muita gente pensa. Estamos, na verdade, divididos entre espertos e trouxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, esta manhã, a filha da vizinha estava assistindo ao filme Rio, em casa, no DVD. Ela é uma criança esperta, criada por pais muito espertos, porque Rio ainda está nos cinemas e o estúdio ainda não lançou o DVD oficialmente nas lojas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, e daí? Gente esperta não aguarda por lançamento oficial — ainda mais porque vai ser caríssimo, pelo menos uns 50 Reais por um filme desses. Gente esperta não precisa esperar meses por um DVD, e nem pagar por isso! Esperar, pagar, comprar na loja... isso é coisa de gente trouxa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, por outro lado, sou um trouxa. Vou aguardar pelo lançamento digital de Rio na Saraiva ou na iTunes store. Se eu realmente gostar do filme, vou esperar pelo DVD sair na loja e, se quiser pagar mais barato, precisarei esperar vários meses até o preço cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai sempre me dizia que "o mundo pertence aos espertos", e ele tinha razão. Uma pena eu não ter aprendido a valorizar a lição que ele tentou me passar, pois cresci um trouxa infeliz —  afinal, não é a filha da vizinha muito mais feliz que eu?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-506199402540377167?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=oRX664NuFOE:8E6u31rWgu4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=oRX664NuFOE:8E6u31rWgu4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=oRX664NuFOE:8E6u31rWgu4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/oRX664NuFOE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-30T11:16:20.908-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/-81eZCiO2C5k/TeOmsWQJ3CI/AAAAAAAABkQ/7yZP9gtscHo/s72-c/rio.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/05/de-espertos-e-trouxas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Calvin, Haroldo e o copyright</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/USYsu_d5r5s/calvin-haroldo-e-o-copyright.html</link><category>gibi</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Fri, 13 May 2011 13:37:02 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7343328608171932928</guid><description>&lt;img alt="Ch1" border="0" src="http://lh4.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TcrPRgQDObI/AAAAAAAABj8/7O9Nr7RiHeQ/ch1.png?imgmax=800" style="float: right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" title="ch1.png" width="225" /&gt;É muito fácil falar que a lei de &lt;em&gt;copyright&lt;/em&gt; (ou direito autoral) é coisa do capeta quando os vilões da história são mega-corporações sem rosto e com subsolos inteiros cheios de dinheiro. Mas a coisa muda de figura (adoro essa expressão!) quando o dono do copyright é uma pessoa, e fica bem pior quando quem está reclamando de violação de seus direitos de autor é o reservado senhor de meia-idade, &lt;b&gt;Bill Watterson&lt;/b&gt;, criador das adoráveis tirinhas de Calvin e Haroldo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Vou explicar logo de cara: não existe qualquer peça de merchandising de Calvin e Haroldo que não seja pirataria. Sabe aquela sua linda camiseta com o Calvin e o Haroldo fazendo careta? Ou aquela lancheira que comprou para seu filho, com o Haroldo dormindo em frente à lareira? Pirataria. E, pior: Sr. Watterson sabe delas e não gosta nem um pouco. (Nem preciso falar daquele adesivo do Calvin mijando no logo do seu Ford, preciso?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é um caso em que exista &lt;em&gt;merchan&lt;/em&gt; oficial e o Sr. Watterson esteja bravo por estar perdendo dinheiro. Não, não. Bill é um cara antiquado, um artista de alma e de coração, e nunca licenciou qualquer peça de mercado com sua criação. E por quê? Porque é um direito dele, ora bolas, protegido pela Convenção de Berna de 1886 e ratificada por praticamente todo país sério do mundo (o que inclui, incrivelmente, o Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho melhor explicar melhor as motivações de Bill. E com suas próprias palavras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;"Na verdade, eu não era contra todo tipo de merchandising quando comecei a tirinha, mas cada produto que me enviavam para julgamento parecia violar o espírito da tirinha, contradizer sua mensagem e me alienar do trabalho que eu amava. Se meu representante tivesse parado por aí, a decisão teria tomado uns trinta segundos da minha vida."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
Logo no começo do sucesso de Calvin &amp;amp; Haroldo, Bill Watterson já tinha que brigar com seus representantes e editores (que queriam de todo jeito licenciar os personagens) para ser deixado em paz — algo que eles raramente faziam. Para ele, comercialização invariavelmente erode a integridade da obra e do artista, uma coisa que ele vê como uma influência muito negativa na arte, particularmente no mundo dos quadrinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo uma versão animada da tirinha foi posta de lado, depois que Bill considerou que seria "muito assustador ouvir a voz de Calvin". Mesmo considerando as imensas possibilidades de uma animação (até porque o espaço dos cartuns anda diminuindo nos jornais, e Bill trabalhara com animação no começo da carreira). Ao fim e ao cabo, ele gostava mais da ideia de sua obra ser uma "operação de um homem só e tradicional".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Ch2" border="0" height="263" src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TcrPSoGaACI/AAAAAAAABkA/V7FxRDW9-IY/ch2.jpg?imgmax=800" style="float: left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;" title="ch2.jpg" width="200" /&gt;Como disse, Bill é um artista à moda antiga, que executa seu trabalho por puro amor ao ofício. Depois que a tirinha foi encerrada e toda a coleção publicada em forma de livros, ele costumava fazer uma coisa muito divertida: ia secretamente a uma pequena livraria na cidade em que morava, em Ohio, e sem ninguém saber autografava algumas cópias (ele é famoso por não dar autógrafos ou entrevistas). Quando descobriu, porém, que algumas pessoas estavam vendendo esses exemplares por preços altíssimos na internet, ele encerrou a prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Excêntrico? Tolo? Genial? Julguemos como quisermos as escolhas artísticas de Bill Watterson, em duas coisas precisamos concordar: Primeiro, Calvin &amp;amp; Haroldo é uma leitura fantástica; segundo, seu autor tem o direito (protegido por lei) de não ver seu trige de pelúcia como um tigre de pelúcia de verdade, vendido no Wal-Mart, se ele não quiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr noshade="" /&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;br /&gt;
• &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Calvin_and_Hobbes"&gt;"Calvin and Hobbes"&lt;/a&gt;, Wikipédia (acessado dia 11/5/2011 às 14:34)&lt;br /&gt;
• &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bill_Watterson#Since_the_end_of_Calvin_and_Hobbes"&gt;Bill Watterson&lt;/a&gt;, Wikipédia (acessado dia 11/5/2011, às 14:48)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7343328608171932928?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=USYsu_d5r5s:AsyWK1dgeN0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=USYsu_d5r5s:AsyWK1dgeN0:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=USYsu_d5r5s:AsyWK1dgeN0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/USYsu_d5r5s" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-13T17:37:02.155-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh4.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TcrPRgQDObI/AAAAAAAABj8/7O9Nr7RiHeQ/s72-c/ch1.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/05/calvin-haroldo-e-o-copyright.html</feedburner:origLink></item><item><title>Toda a vez que o Paulo Antunes abre a boca, eu gasto dinheiro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/4kxbLQF0Gow/toda-vez-que-o-paulo-antunes-abre-boca.html</link><category>videogame</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 11 May 2011 04:00:12 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-1181276457295485904</guid><description>O Paulo Antunes, &lt;a href="http://antunesrj.deviantart.com/"&gt;desenhista&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.laboratoriodedesenhos.com.br/2dlab/"&gt;animador&lt;/a&gt; carioca, é um desgraçado que me faz gastar dinheiro toda vez que abre a boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há algumas semanas, ele divulgou no Twitter o link de um vídeo-clipe da música "Commander Shepard", do músico irlandês Miracle of Sound, produzido por um usuário do YouTube de nome MandaloreMovies.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;iframe width="505" height="317" src="http://www.youtube.com/embed/DHseWNr7iKk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A música é muito boa, e o vídeo também. Depois de assisti-lo uma dúzia de vezes, favoritá-lo e dar "jóia" no YouTube, divulgá-lo no Twitter e no Facebook (e às vezes assisti-lo já na cama, antes de dormir) percebi que não só a "banda", Miracle of Sound, tem outras músicas baseadas em videogames, como suas faixas são vendidas no &lt;a href="http://miracleofsound.bandcamp.com/"&gt;Bandcamp&lt;/a&gt; por um Dólar e na &lt;a href="http://itunes.apple.com/gb/artist/miracle-of-sound/id418956023"&gt;iTunes Store americana&lt;/a&gt; por 99 centavos de Dólar. Fui lá e comprei cinco das oito músicas disponíveis (além da ótima Commander Shepard, também adquiri Gordon Freeman Saved My Life, The Ballad of Clay Carmine, Through the Age of the Dragon e &lt;a href="http://youtu.be/aWD-niiEjRg"&gt;I Suck at Call of Duty&lt;/a&gt;, que também tem um bom vídeo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lá se foram cinco doletas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TcnxxbOe41I/AAAAAAAABj0/B4EbXZglZxg/golden_axe.jpg?imgmax=800" alt="Golden axe" title="golden_axe.jpg" border="0" width="225" style="float:left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;" /&gt;Não satisfeito, o cara me publica um episódio de seu podcast, o &lt;a href="http://www.godmodepodcast.com/"&gt;Godmode&lt;/a&gt;, falando do Mega Drive, console da Sega que (junto ao Master System) foi a alegria da minha infância. &lt;a href="http://www.terceiraterra.com/godmode/mega-drive/"&gt;No episódio&lt;/a&gt;, ele e sua gangue falam sobre vários dos mais clássicos jogos do console de 16 bits, como era bom, como era gostoso jogar, como eles eram revolucionários, divertidos, blá, blá, blá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Só de curiosidade&lt;/em&gt;, eu fui à iTunes Store e descobri que a Sega tem uns vinte jogos portados para iPod touch/iPhone, todos com preços absurdos e claramente abusivos (entre 99 centavos e 1,99 Dólares). Me vi obrigado a comprar Altered Beast (US$ 1,99), Golden Axe (US$ 0,99) e Streets of Rage (também US$ 0,99). Pior, esses três games permitem co-op, jogar com outra pessoa via conexão Bluetooth. Como minha mulher também tem um Ipod touch (e usamos o mesmo iTunes), posso forçá-la a jogar comigo essas preciosidades de minha infância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lá se foram mais quatro verdinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maldito seja, Paulo Antunes! O mês nem chegou na metade, e você já me fez gastar mais de 15 Reais. Eu odeio você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-1181276457295485904?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=4kxbLQF0Gow:DsHl7KOysrQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=4kxbLQF0Gow:DsHl7KOysrQ:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=4kxbLQF0Gow:DsHl7KOysrQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/4kxbLQF0Gow" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-11T08:00:12.087-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/DHseWNr7iKk/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/05/toda-vez-que-o-paulo-antunes-abre-boca.html</feedburner:origLink></item><item><title>Profissional</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/VRlNar5-Gq4/profissional.html</link><category>cinema</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 08:33:15 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-8145016997266006413</guid><description>&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TbBL7dP8_-I/AAAAAAAABjg/3qeA0RXevPQ/ryu.jpg?imgmax=800" alt="Ryu" title="ryu.jpg" border="0" height="200" style="float:left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;" /&gt;É natural que o cinema tenha uma realidade própria, porque na maioria das vezes o material-fonte não é emocionante o suficiente para a tela prateada — por isso o revólver do Indiana Jones soa como uma carabina ao ser disparado.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TbBL8UYZyTI/AAAAAAAABjk/Uy_Sf_pB3tM/ken.jpg?imgmax=800" alt="Ken" title="ken.jpg" border="0" height="200" style="float:right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" /&gt;Às vezes a liberdade artística, porém, tem um pendão para o ridículo. Filmes de combate profissional, por exemplo, mostram os lutadores se odiando, com os braços cruzados, na arquibancada, só observando o outro lutador (que eles odeiam) no tablado, nunca conversando, nunca interagindo, e sempre acertando as contas no ringue. Parece legal pra caramba, até você ver documentários ou programas jornalísticos sobre vale-tudo, e ver que os lutadores são todos gente-boa, camaradas, treinam juntos... ou seja, profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filmes de luta, em suma, mostram um bando de amadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-8145016997266006413?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=VRlNar5-Gq4:g_ofASW1T3c:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=VRlNar5-Gq4:g_ofASW1T3c:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=VRlNar5-Gq4:g_ofASW1T3c:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/VRlNar5-Gq4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-21T12:33:15.971-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TbBL7dP8_-I/AAAAAAAABjg/3qeA0RXevPQ/s72-c/ryu.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/04/profissional.html</feedburner:origLink></item><item><title>Humor, esse incompreendido</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/8co612V4YFs/humor-esse-incompreendido.html</link><category>humor</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 27 Jan 2011 06:09:25 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-5146898941827181241</guid><description>&lt;img alt="sorria.jpg" border="0" height="253" src="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TUF26xtBOtI/AAAAAAAABjM/fkrIq4NDkJQ/sorria.jpg?imgmax=800" style="float: right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" width="250" /&gt;Esta semana, uma discussão sobre humor surgiu em uma lista de e-mails da qual participo. Tudo começou com a piada inocente &lt;a href="http://pergaminhodeprata.com.br/tirinhas/visao-alem-do-alcance/"&gt;desta tirinha&lt;/a&gt;. Algumas pessoas ficaram ofendidas (vergonha alheia ou auto-crítica, eu não sei) e depositaram todo o mal do mundo em cima de quem faz humor com «minorias». A discussão rapidamente se polarizou (como sempre acontece), e algumas pessoas tentaram apagar o incêndio — algo que sempre acontece também e, como é natural, só conseguiram colocar mais lenha na fogueira. Um desses «bombeiros» escreveu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;E porque rimos? Acredito que rimos para esconder nossa própria vergonha e medo, de que aquilo que é difícil de ser suportado ocorra com a gente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha resposta foi:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Discordo. Esse é o humor rasteiro, baixo, comezinho, sem inteligência. É o humor de programas como Zorra Total e Legenários. O melhor tipo de humor só está entrando em nossa cultura nesta geração, que é o humor do chiste (só entende a piada quem está prestando atenção, como piadas do &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zrzMhU_4m-g"&gt;Monty Phyton&lt;/a&gt;) e o humor do «stand up», que é apontar o dedo para o próprio peito e fazer piada consigo mesmo. Vide &lt;a href="http://www.youtube.com/user/pablofranciscocomedy?blend=1&amp;amp;ob=4#p/u/7/t2xVM3DcN-s"&gt;Pablo Francisco&lt;/a&gt; (que foi até contratado por um canal a cabo para fazer chamadas para filmes, zoando-os) e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=uj0mtxXEGE8"&gt;Chris Rock&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris Rock é um caso exemplar. Negro, ele é um dos maiores críticos da cultura negra, se não o maior. Ele observa todas as idiossincrasias da cultura afro-americana e as tranforma em piada, porque o humor é a melhor forma de crítica. Muita gente não gosta, como quando ele lançou um filme sobre o que as mulheres negras norte-amerianas fazem com seus cabelos, o sofrimento que passam para ficar com cabelo de gente branca. Em uma entrevista à Oprah Winfrey, ele foi acusado e «revelar os segredos vergonhosos» delas. «Como se alguém achasse que esse seu cabelo é de verdade!» ele falou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por algum motivo, aqui no Brasil não há humor com a cultura negra. Já houve (lembram da TV Pirata?), mas não há mais. Eu acho que é porque nós, brasileiros, somos uns covardes chorões que morremos de medo de desagradar alguém — você conhece isso, faz parte do nosso complexo de cachorro vira-lata. E também, muito provavelmente, porque não entendemos o escárnio da própria imagem. Tem uma piada ótima do Hagar, o Horrível, em que alguém diz «qualquer idiota entende isso» e o Hagar responde «eu entendo isso!». Faça a mesma piada você mesmo: finalize um enunciado com «qualquer idiota entende isso. &lt;i&gt;Eu&lt;/i&gt; entendo!» e nove de cada dez vezes seu interlocutor vai pensar que você o está chamando de idiota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Trapalhões, por mais que o humor de esquete hoje em dia já esteja gasto e ultrapassado, entendiam isso muito bem. O Mussum fazia as piadas com negros e alcólatras, o Didi, com os nordestinos, o Zacharias, com homossexuais e o Dedé, com galãs e com gente burra (o Dedé era a loura burra sem ser mulher ou loura). O humor dos Trapalhões, o escárnio, era de crítica social (e auto-crítica talvez), e é preciso ser razoavelmente inteligente tanto para fazer quanto entender esse tipo de humor. Piada com cocô, pinto e bunda é fácil de fazer e de entender. É piada de criança, e é piada ruim. E é o que o Didi está fazendo hoje, infelizmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="cris-rock.png" border="0" height="375" src="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TUF2-AwMCVI/AAAAAAAABjQ/2-5voE7ozis/cris-rock.png?imgmax=800" style="float: left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;" width="250" /&gt;Como disse, o problema com o humor inteligente é que, para achar graça, é preciso queimar fosfato. E isso a maioria de nós não é muito a fim. Quando o Robin Williams falou pro David Letterman que o Rio ganhou a disputa pelas Olimpíadas de 2016 sobre Chicago porque «nós [americanos] levamos Michelle Obama e Oprah Winfrey, enquanto que os brasileiros levaram 50 &lt;em&gt;strippers&lt;/em&gt; e cocaina» ele estava criticando a comitiva de Chicago, não a carioca. Algum brasileiro entendeu? Claro que não. Somos rápidos em ficar ofendidinhos. Nove de cada dez pessoas que lerem esta postagem ficarão nervosas comigo, sem ter prestado a menor atenção em meu uso do pronome «nós» ao invés de «vocês». Piada que se tem que explicar perde a graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, outra bola que foi levantada na lista de e-mails foi o direito dos alvos do humor supostamente preconceituoso («pré-conceito» não existe no dicionário, viu gente?) ficarem ofendidas e não gostarem de piadas com eles. Você tem o direito de se ofender? Claro que tem! Vivemos numa democracia, e os advogados precisam comprar o leite das crianças, afinal de contas. Eu, por exemplo, não gosto de humor «homens versus mulheres» mas basta eu não assistir ou reproduzir essa piadas! Achar que elas não devam ser contadas? Pfff... ditadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gente mal-humorada tem o direito constitucional de ser ignorada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr noshade="" /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ilustrações:&lt;br /&gt;
• "Smile" de &lt;a href="http://www.arthurzards.com/?p=151"&gt;ArthurZards.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
• "Norfolk, VA 11/1/2008 Chris Rock" por &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barackobamadotcom/2993961157/"&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; (via Flickr)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-5146898941827181241?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=8co612V4YFs:ZKkbqqIQinA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=8co612V4YFs:ZKkbqqIQinA:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=8co612V4YFs:ZKkbqqIQinA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/8co612V4YFs" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-27T12:09:25.247-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TUF26xtBOtI/AAAAAAAABjM/fkrIq4NDkJQ/s72-c/sorria.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/01/humor-esse-incompreendido.html</feedburner:origLink></item><item><title>Computador está quente? Ótimo!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/DnupEndrAV4/computador-esta-quente-otimo.html</link><category>mitos e lendas</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 02:00:03 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-131191865382028546</guid><description>&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TT19UeY8ocI/AAAAAAAABjE/eUs3SsPLxIE/2-Hot-Computer-icon.png?imgmax=800" alt="2-Hot-Computer-icon.png" border="0" width="256" height="256" style="float:right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" /&gt;Você já deve ter ouvido esta antes. Alguém se aproxima para conversar com você, esbarra em seu PC ou Mac, se surpreende com o calor que ele está emitindo, e diz algo como «seu computador está muito quente! Não vai deixá-lo descansar?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antropomorfizar objetos é da natureza humana. E utilizar parâmetros conhecidos para eventos desconhecidos também. Se alguém que entende pouco sobre como computadores (e máquinas de modo geral) percebe que um computador está quente, irá assumir que é uma coisa ruim, uma vez que um organismo vivo muito quente está com problemas. Mas isso vem de uma incompreensão de como uma máquina se comporta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Computadores geram muito calor em seus processos, e precisam eliminar esse calor de algum modo. A maioria dos PCs possuem ventoinhas, que vazem um barulhão ao funcionarem. Através do vento, essas ventoinhas (ou «coolers») dissipam o calor gerado, em especial, pelo processador. Esse calor geralmente é jogado para trás do computador, quando ele tem uma torre, mas dependendo da configuração exata de seu PC ou de com ele está posicionado na sua mesa, não é difícil tocar por engano na área que está recebendo todo o calor que é retirado e dentro do computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Máquinas «all-in-one» como os iMacs da Apple (computadores sem torre, que têm todos os componentes embutidos atrás do monitor) geralmente usam a parte superior traseira para irradiar o calor de seus componentes. O fato de eles serem, em sua maioria, completamente silenciosos, parece surpreender ainda mais quem por acaso nota o processo de resfriamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já ouvi muito isso, a máquina está trabalhando demais, está muito quente, você deveria desligá-lo e deixá-lo descansar um pouco. Mas um carro produz muito mas calor e ninguém considera deixá-lo «descansar». Seres vivos precisam de descanso, motores de automóveis precisam de água ou fluído refrigerante para prosseguirem em sua tarefa. Alguma vez você dirigiu por um tempo, parou o carro por algum motivo e, ao voltar para ele e tocar no capô, decidiu deixá-lo descansar antes de prosseguir viagem? Não. Conscientemente ou não, você sabe que é natural e esperado que motores de combustão interna gerem uma quantidade ridícula de calor, que por sua vez é dissipada para o ambiente, porque ela seria nociva às peças se permanecesse nelas. Você vai, no máximo, dar uma checada no nível do fluído/água para ver se está nos conformes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo vale para computadores. Máquinas não precisam de descanso, precisam se livrar do calor que produzem. Preocupante seria se seu computador estivesse frio depois de horas de uso. O calor, que não está indo para lugar algum, pode muito bem estar estragando componentes delicados e caros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da próxima vez que alguém sugerir que você deveria deixar seu PC ou Mac «descansar», explique que ele estar quente é uma ótima coisa, porque todo aquele calor precisa mesmo é estar do lado de fora, não do lado de dentro da máquina. Processadores, chips e placas precisam estar gelados para operarem com eficiência, e quanto mais calor o computador estiver irradiando, mais frio ele está por dentro (okay, não é tão simples assim, mas a pessoa vai engolir). Se questionado do porquê do fato de computadores precisarem de salas com ar condicionado, explique que ambientes frios ajudam nessa irradiação, porque permitem uma troca de calor entre máquina e o ar com mais eficiência — física básica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nove de cada dez vezes, a pessoa irá lhe deixar em paz; com um pouco de sorte, você a terá convencido de que uma máquina não é um animalzinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr noshade&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ilustração: &lt;a href="http://www.iconarchive.com/show/vista-artistic-icons-by-awicons/2-Hot-Computer-icon.html"&gt;IconArchive.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-131191865382028546?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=DnupEndrAV4:xAHV6teN2mk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=DnupEndrAV4:xAHV6teN2mk:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=DnupEndrAV4:xAHV6teN2mk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/DnupEndrAV4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-25T08:00:03.042-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TT19UeY8ocI/AAAAAAAABjE/eUs3SsPLxIE/s72-c/2-Hot-Computer-icon.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/01/computador-esta-quente-otimo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Ninguém vai deixar de usar a pulseira mágica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/1j9nHuMs8bk/ninguem-vai-deixar-de-usar-pulseira.html</link><category>ideologia e religião</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 13 Jan 2011 02:00:09 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-2605566288316738265</guid><description>&lt;em&gt;(Texto mais agressivo e cínico que o normal. Estejam avisados)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TS3VqZCEWrI/AAAAAAAABi0/96Mw-SlHiyQ/magic_wristband.jpg?imgmax=800" alt="magic_wristband.jpg" border="0" width="250" height="296" style="float:right;" /&gt;A &lt;a href="http://gizmodo.com/5723577/powerbalance-admits-their-wristbands-are-a-scam"&gt;admissão pela fabricante&lt;/a&gt; da tal da PowerBalance de que sua pulseirinha mágica é um golpe teve um efeito definitivo: não pegou ninguém de surpresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sério. Usando cerca de oito pulseirinhas esticadas e postas em sequência sobre uma superfície, podemos separar o mundo em dois tipos de pessoas: aquelas que compraram as pulseiras e aquelas que nunca caem nesse tipo de trambique. (Há também um terceiro grupo, que não foi no dia em que eu dividi o mundo: aqueles que só ficaram sabendo da existência da PowerBalance quando saiu nos jornais — por dois meses de diferença, eu estaria nesse grupo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Por que dividir a humanidade nesses dois grupos? Porque podemos usar o mesmo critério para todo o tipo de crendice. O primeiro grupo (quem comprou a PowerBalance) não precisa de nenhum tipo de evidência para acreditar na trapaça. O segundo grupo jamais compraria porque precisa de evidência (como disse Carl Sagan, «alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias». Agora, substitua PowerBalance e pulseirinha nos parágrafos acima por Espiritismo, Astrologia, Cristianismo, E.T.s, acupuntura... o que quiser. Pode deixar as palavras trambique, mágica e golpe, já que são perfeitamente adequadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos ao ponto em que quero chegar: a admissão de culpa pela empresa PowerBalance — exigida pela Justiça Australiana — não irá fazer ninguém parar de usar as pulseiras de plástico holográficas. Isso porque quem acredita nessas coisas... bem, acredita. Crença prescinde de evidência. De fato, crença é uma coisa tão ilógica que ela costuma ser &lt;em&gt;reforçada&lt;/em&gt; quando confrontada com evidência em contrário. Todo mundo que está usando a PowerBalance hoje continuará usando, tendo sua crença de que funciona ainda mais sólida, e talvez até ficarão mais vocais a respeito dos óbvios benefícios que sentem quando a usam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TS3Vrb4gtZI/AAAAAAAABi4/SRmzNMj6Vws/chalice.gif?imgmax=800" alt="chalice.gif" border="0" width="175" height="200" style="float:left;" /&gt;Saindo um pouco pela tangente, isso mostra como o Vaticano não entende sua própria doutrina. Lembram de quando «O Código Da Vinci» entrou numa lista de livros que os católicos não deveriam ler? Não faz a menor diferença o que quer que aquele livro ruim tenha dentro, ou qualquer outro livro, filme, documentário... Deus em pessoa pode aparecer sobre o mundo e dizer aos católicos para pararem com suas ilusões coletivas e irem pra casa. Nada vai mudar. Particularmente no caso de «evidências». Se amanhã surgirem provas irrefutáveis de que Jesus de Nazaré nunca existiu, no dia seguinte não haverá um único cristão a menos no planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença não apenas prescinde de evidências, crença funciona &lt;em&gt;apesar&lt;/em&gt; de qualquer evidência. De fato, uma crença é reforçada por ataques a ela. Todo mundo conhece algum crente que ficou ainda mais fervoroso depois de um choque de realidade, algo que qualquer pessoa que não &lt;a href="http://marcelodior.blogspot.com/2006/06/cincia-da-responsabilidade.html"&gt;trocou seu cérebro por um punhado de esperança&lt;/a&gt; entenderia como evidência de que o sobrenatural é apenas interpretação do desconhecido sem nenhuma evidência. E o mesmo acontecerá com os usuários da pulseira mágica da PowerBalance.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez até teremos algumas novas teorias da conspiração aparecendo por aí (os E.T.s querem que paremos de usar a pulseira porque isso nos ajudará na luta contra os Exilados de Capela quando 2012 chegar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr noshade&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ilustrações: &lt;a href="http://www.theage.com.au/sport/power-wristbands-might-be-the-biggest-scam-20100619-yo11.html"&gt;Matt Golding&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://etc.usf.edu/clipart/17800/17821/chalice_17821.htm"&gt;Educational Technology Clearinghouse&lt;/a&gt; da Flórida.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-2605566288316738265?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=1j9nHuMs8bk:1b-S0ue-BEg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=1j9nHuMs8bk:1b-S0ue-BEg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=1j9nHuMs8bk:1b-S0ue-BEg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/1j9nHuMs8bk" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-13T08:00:09.384-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TS3VqZCEWrI/AAAAAAAABi0/96Mw-SlHiyQ/s72-c/magic_wristband.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/01/ninguem-vai-deixar-de-usar-pulseira.html</feedburner:origLink></item><item><title>Sobre portugueses e ingleses</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/foYA3-0T31M/sobre-portugueses-e-ingleses.html</link><category>cultura e comportamento</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Fri, 07 Jan 2011 11:00:59 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-3662556360693884851</guid><description>&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TSdiHgGpVuI/AAAAAAAABig/cfqTFAbXsvA/language.jpg?imgmax=800" alt="language.jpg" border="0" width="250" height="350" style="float:right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" /&gt;Hoje, numa discussão em uma lista de e-mails para escolher nome para uma página de internet, algumas pessoas opinaram contra o uso de nomes em Inglês, uma vez que o projeto seria justamente para agregar certos jogos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto que eu enviei justificando a escolha de um nome em Inglês (mas não excluindo qualquer boa sugestão em Português) acabou ficando legal (para mim, pelo menos) e eu decidi compartilhá-lo aqui, acrescentando algumas coisas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A Língua Portuguesa é uma das mais completas que existem no mundo (talvez pelo fato de ser uma língua moderna, menina ainda). Português tem palavra para tudo — tudo — e é assim que ela funciona, com uma estrutura hierárquica e com derivações. Todo mundo acha um saco decorar verbos na escola, mas isso é porque somos mal-ensinados e por professores ruins, curtidos na cultura do decore, não entenda. O Português é lindo, uma ótima ferramenta para comunicação; você não tem que criar nada, está tudo pronto. Justamente por isso neologismos são considerados como de mau-gosto — nove de cada dez vezes, já existe uma palavra para o que você quer falar. Cada verbo está conjugado, raramente um parecendo com outro, perfeito para passar uma ideia rapidamente e com toda a estética que você quiser. O Português é como uma enorme caixa de lápis-de-cor, daquelas que todo moleque sonhava em ter, com 256 cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inglês é uma língua plástica. É uma língua antiga, bárbara, com poucas palavras para o tanto de ideias que o mundo moderno possui (quanto mais antiga, menos palavras uma língua tem). O Inglês resolve isso sendo plástico, deixando você moldá-lo conforme a necessidade, como uma caixa de ferramentas em que nenhuma está pronta, mas há um monte de peças modulares que podem ser encaixadas conforme a necessidade do momento (o "phrasal verb" é um testemunho a isso). Por isso ele é bom para marcas, slogans e páginas na internet. O neologismo é bem-vindo na Língua Inglesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá para se usar uma língua, extraindo o máximo dela, sem fazer juízo de valor ou sem ser ufanista. Basta entendê-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-3662556360693884851?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=foYA3-0T31M:r_zDIXGkuAo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=foYA3-0T31M:r_zDIXGkuAo:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=foYA3-0T31M:r_zDIXGkuAo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/foYA3-0T31M" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-07T17:00:59.625-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TSdiHgGpVuI/AAAAAAAABig/cfqTFAbXsvA/s72-c/language.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2011/01/sobre-portugueses-e-ingleses.html</feedburner:origLink></item><item><title>Moral e cívica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/hImuSJJbfPA/moral-e-civica.html</link><category>dia-a-dia</category><category>ideologia e religião</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 23 Dec 2010 18:07:27 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-6448170446581699152</guid><description>&lt;img alt="xmas.png" border="0" height="376" src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TRP-ZfA2N0I/AAAAAAAABiM/I2xC9sfDke0/xmas.png?imgmax=800" style="float: right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" width="250" /&gt;Um conto de Natal para vocês. Hoje, minha mulher saiu com um casal de amigos enquanto eu ficava em casa gravando a mensagem de fim-de-ano de meu portal de podcasts, a &lt;a href="http://www.terceiraterra.com/"&gt;Terceira Terra&lt;/a&gt; (sai na terça-feira, dia 28).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse casal é "crente", termo genérico e ligeiramente pejorativo para membros de igrejas protestantes minúsculas e fervorosas que diferem umas das outras por conta de uma ou duas linhas em algum Evangelho (e, principalmente, quem fica com o dinheiro dos fiéis). Junto, havia outro casal religioso. Em dado momento, eles discutiram com a leviandade de quem dorme o sono dos justos quem iriam contratar para fazer um gato e roubar TV a cabo no bairro.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Agora, lembrem-se que o Papa esta semana &lt;a href="http://ateusdobrasil.com.br/p/3144/?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+ateusdobrasil+%28Ateus+do+Brasil%29&amp;amp;utm_content=Google+Reader"&gt;falou que ateus são seres amorais&lt;/a&gt; e que todo o mal do mundo é por nossa conta. Ah, sim, nunca escondi que sou agnóstico (que é uma forma educada de dizer que acho que qualquer forma de divindade, religiosidade e misticismo não passa de uma gigantesca e fumegante pilha de cocô). Minha mulher se diz católica, mas na verdade ela é inteligente demais para se verdadeiramente religiosa; é mais uma coisa de cultura, costume e hábito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, de todos os dias, eu discutia com meus colegas &lt;em&gt;podcasters&lt;/em&gt; minha dificuldade em pagar direitos autorais das músicas que usamos em nossos podcasts. Sou um podcaster minúsculo e insignificante, uma gota no oceano digital, mas faço questão de pagar direito autoral. Faço questão de comprar os mp3 que ouço (e me torturo sobre os mp3 piratas que ainda tenho no iTunes). Eu uso uma cópia original do Windows junto com o Parallels, comprei o cliente de FTP que uso, paguei por esta cópia do MarsEdit onde estou digitando e me sinto mal quando perco uma série na TV e baixo o episódio para assistir — na maior parte das vezes, espero sair o DVD e alugo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenho filmes piratas, sempre compro CDs originais. Os cartuchos da minha impressora não são remanufaturados (o que nem é crime) e eu ainda não ouvi o último álbum do Stephen Lynch porque me recuso a baixar na internet; quando puder, irei comprar os mp3 no site do artista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou ateu.&amp;nbsp;Até Jesus pagava imposto (Mateus, 17:27). Mas aquele casal de — supostos — religiosos fervorosos falam de piratear TV a cabo como se conversassem sobre o tempo.&amp;nbsp;E o Papa diz que &lt;i&gt;eu&lt;/i&gt; sou amoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Boas Festas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr noshade="" /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;em&gt;Ilustração: "Wow, so many Xmas bokeh!!!" por &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/findonsa/3079873300/"&gt;Jackie Tien Ngo&lt;/a&gt; (via Flickr).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-6448170446581699152?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=hImuSJJbfPA:4Os855FjQRM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=hImuSJJbfPA:4Os855FjQRM:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=hImuSJJbfPA:4Os855FjQRM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/hImuSJJbfPA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-24T00:07:27.458-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TRP-ZfA2N0I/AAAAAAAABiM/I2xC9sfDke0/s72-c/xmas.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2010/12/moral-e-civica.html</feedburner:origLink></item><item><title>Amigos, amigos...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/JSAXC15G-0g/amigos-amigos.html</link><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 20 Dec 2010 01:59:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-900187159575048768</guid><description>&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TQzkuvLm0-I/AAAAAAAABh8/KNEIFPCnEls/gangsta.jpg?imgmax=800" alt="gangsta.jpg" border="0" width="250" height="317" style="float:right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" /&gt;Dois homens são amigos desde a infância, crescem e um deles se torna um gângster, o outro policial. Você já viu isso dezenas de vezes em gibis, livros, séries de TV e filmes. Se eles se encontrassem adultos, jamais teriam se tornado amigos, mas como se conheceram na infância, mantêm essa amizade que, de outro modo, não faz sentido — apesar de ser bem interessante para um roteiro televisivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho esse tipo de amizade, por razões puramente ambientais. Desde a infância, nunca morei mais de quatro anos numa mesma cidade. Os recordes estão com Franca (seis anos em dois turnos de três) e Ribeirão Preto (quatro, indo para cinco anos). Portanto, meus laços de amizade são imediatos, fáceis de fazer e igualmente fáceis de desfazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Considero isso uma enorme vantagem evolucionária. Faço amigos com grande facilidade, e não me sinto mal por perder contato com alguém ou um grupo de alguéns. Isso faz parte da vida, apesar de a maioria não aceitar — vide o gângster e o policial, se recusando a aceitar que se tornaram pessoas completamente diferentes, mas que continuam uma amizade tóxica em nome de... de quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente. Quando você aprende que qualquer laço, seja pessoal, seja profissional, é passageiro e serve ao propósito do momento; eventualmente você descobre que amizades novas são bem-vindas, e recarregar seu círculo de relacionamentos é algo muito saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas mudam. Você e seus atuais amigos mudam, e pode acontecer de vocês tornarem-se pessoas com interesses diferentes, às vezes excludentes. Mesmo aqui em Ribeirão Preto eu já troquei completamente meu círculo de amizades duas vezes. Não foi proposital, de caso pensado, aconteceu: mudei-me de bairro, troquei de emprego e mudei meu estilo de vida. Meu primeiro grupo de amigos aqui era bastante beberrão e um pouco encrenqueiro, algo que eu era e que adorava fazer com vinte e poucos anos. Hoje, anos depois, reencontrei aquele pessoal num casamento. Eles continuam os mesmos, igualzinhos. Aquilo me deu ao mesmo tempo uma sensação ruim e me fez sentir alívio. Pensei "caramba, que deprimente! Eles continuam os mesmos" e também "eu era desse jeito e cresci? Ufa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente é como eu, algo que eu considero uma grande vantagem no «&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0072856/"&gt;Death Race 2000&lt;/a&gt;» social. Gente assim, porém, não daria bons roteiros de cinema como o gângster e o policial que são amigos desde a infância. A vida é mais interessante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-900187159575048768?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=JSAXC15G-0g:p6TfZZPnjU8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=JSAXC15G-0g:p6TfZZPnjU8:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=JSAXC15G-0g:p6TfZZPnjU8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/JSAXC15G-0g" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-20T07:59:00.383-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TQzkuvLm0-I/AAAAAAAABh8/KNEIFPCnEls/s72-c/gangsta.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2010/12/amigos-amigos.html</feedburner:origLink></item><item><title>Rapidinha, vírgula</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/XG8cU7DMCrM/rapidinha-virgula.html</link><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Thu, 16 Dec 2010 02:42:40 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-1992012616773405784</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_VsTgGJsYQE8/TOyDwT-86cI/AAAAAAAADTg/c5SusiaM1l0/s1600/Virgula.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_VsTgGJsYQE8/TOyDwT-86cI/AAAAAAAADTg/c5SusiaM1l0/s320/Virgula.jpg" width="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sou aquele tipo de cara que não se conforma apenas em decorar uma fórmula matemática, eu preciso saber como o cara (ou a moça) chegou à fórmula e porque ele a criou em primeiro lugar. Do mesmo modo, quando adolescente estudando para o vestibular, de fato perdi meu tempo comprando uma mini-gramática (do Ernani Terra, e que já sumiu, faz tempo) para estudar a gramática Portuguesa do jeito que ninguém gosta: sabendo o porquê das regras e aprendendo os nomes, descobrindo o que é uma conjunção subordinada adverbial causal e seu uso, não meramente decorando e torcendo para lembrar na prova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu um arrepio quando leu "conjunção subordinada adverbial causal", não deu? Eu sei, e entendo. Mas uma coisa que eu sempre tive dificuldade de entender é a vírgula. Hoje, cansado de ficar contestando as frases que eu escrevi a semana toda (escrevi um bocado esta semana), fui atrás e encontrei esta postagem do blog «Português? É Fácil!», que me resolveu 90% das dúvidas: &lt;a href="http://www.portuguesfacil.net/regras-simples-faceis-usar-virgula"&gt;&lt;i&gt;Aprenda definitivamente a usar a vírgula com 4 regras simples&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; — tem até vídeo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os outros 10% que não foram resolvidos para mim? A frase "eu sei, e entendo", por exemplo, não parece ser coberta pelas de outro modo ótimas explicações do André Gazola, autor do blog. Mas eu me viro com os 10%.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-1992012616773405784?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=XG8cU7DMCrM:ci7Vf4196dg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=XG8cU7DMCrM:ci7Vf4196dg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=XG8cU7DMCrM:ci7Vf4196dg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/XG8cU7DMCrM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-16T08:42:40.404-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_VsTgGJsYQE8/TOyDwT-86cI/AAAAAAAADTg/c5SusiaM1l0/s72-c/Virgula.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2010/12/rapidinha-virgula.html</feedburner:origLink></item><item><title>RPG na livraria espírita</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/qwmYnuCpZLw/rpg-na-livraria-espirita.html</link><category>Foto</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Wed, 15 Dec 2010 04:44:57 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-7986762213936528774</guid><description>Este é um suplemento para Dungeons &amp;amp; Dragons que encontrei num quiosque de livros espíritas aqui em Ribeirão Preto, no Novo Shopping Center (é, esse é o nome do shopping):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Foto 0472.jpg" border="0" src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TQi26oNOChI/AAAAAAAABhQ/sxIJ9qSjgcs/Foto%200472.jpg?imgmax=800" style="float: center;" width="500" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O livro seguinte encontrei várias semanas depois, no mesmo quiosque. Estava com pressa e não tive tempo de perguntar ao vendedor, mas parece ser um suplemento para o &lt;em&gt;Divine Power&lt;/em&gt; ou talvez um guia para jogadores sobre como lidar com a morte de seus personagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Foto 0475.jpg" border="0" src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TQi27-E97kI/AAAAAAAABhU/PQ8Cnj_KC2Q/Foto%200475.jpg?imgmax=800" style="float: center;" width="500" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leitura recomendada!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-7986762213936528774?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=qwmYnuCpZLw:PEes0FASfmQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=qwmYnuCpZLw:PEes0FASfmQ:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=qwmYnuCpZLw:PEes0FASfmQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/qwmYnuCpZLw" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-15T10:44:57.900-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TQi26oNOChI/AAAAAAAABhQ/sxIJ9qSjgcs/s72-c/Foto%200472.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2010/12/rpg-na-livraria-espirita.html</feedburner:origLink></item><item><title>Pechinchas literárias</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/NBad_GzOO7U/pechinchas-literarias.html</link><category>literatura</category><category>dia-a-dia</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Mon, 08 Nov 2010 02:11:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-9179111844571610353</guid><description>&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TNL8B86hw-I/AAAAAAAABgg/9KB2jtQfZ84/galilee.jpg?imgmax=800" alt="galilee.jpg" border="0" width="200" height="342" style="float:right; margin: 0pt 0pt 0px 10px;" /&gt;Segunda-feira passada eu comprei um livro do Clive Barker, «Galilee». Comprei sem saber do que se trata — faz tempo que ouço muito bem sobre o autor e queria lê-lo. Talvez você o reconheça como o escritor das histórias de horror adaptadas para o cinema como a franquia «Hellraiser» (de fato, ele mesmo dirigiu o primeiro filme, de 1987), ou pelo filme «O Mestre das Ilusões» («Lord of Illusions», 1995) que também dirigiu e roteirizou — de fato, «O Mestre das Ilusões» é a adaptação da história «The Last Illusion», do volume seis de «Books of Blood» (mesma série de livros de onde saiu «Hellraiser»).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde que me mudei de volta para Ribeirão Preto, em Setembro de 2007, freqüento a Saraiva Megastore do Novo Shopping (é, esse é o nome do shopping center do meu bairro...) e namoro o livro «Galilee», mas nunca o comprei. Aí, na última Segunda, tendo entrado para buscar uma encomenda da minha esposa, pego o livro «Galilee» pela milionésima vez e o passo no leitor de código de barras: R$ 4,10.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; Dá pra acreditar? O preço normal de um «pocket book» na Saraiva oscila entre 17 e 22 Reais — o que já é barato o suficiente, mas eu não estava muito a fim de gastar isso num livro desconhecido de um autor que nunca li e que escreve num gênero («dark fantasy») pouco familiar a mim — sem falar que «Hellraiser» e «O Mestre das Ilusões» não são filmes tão bons assim. Nestes mais de três anos frequentando aquela livraria, sempre preferi comprar autores ou gêneros que eu já conhecia. Mas, por quatro Reais...! Claro que comprei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desconfiado que aquilo poderia ser indício de uma queima silenciosa de estoque, peguei vários outros livros que me interessavam na prateleira de «pockets» e achei mais um, «City of the Beasts», de Isabel Allende, com o exato mesmo preço, R$ 4,10. Allende é uma autora que descobri recentemente; sabia, dos tempos de faculdade, que ela é xará da filha de Salvador Allende, o presidente chileno assassinado por Pinochet no golpe de 11 de Setembro de 1973; Esta Isabel, escritora (que é prima em segundo grau de Salvador Allende) era jornalista até o golpe, quando fugiu para os EUA e lá começou sua carreira de escritora. Mas só descobri este ano que as obras dela tendem a ser de um tal de «realismo fantástico» ou «realismo fantástico», gênero literário com o qual esbarrei no meio do ano e cuja informação guardei para explorar eventualmente quando eu estivesse enjoado de ficção científica (acredite: acontece).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TNL8DweLwXI/AAAAAAAABgk/_lUA-mhpitM/cityofthebeasts.jpg?imgmax=800" alt="cityofthebeasts.jpg" border="0" width="200" height="299" style="float:left; margin: 0pt 10pt 0px 0px;"/&gt;«City of the Beasts» é o primeiro volume de uma trilogia (agradecimentos ao Renato Dantas pela informação) de, como já disse, realismo fantástico, passada na Amazônia e o foco é o público infanto-juvenil. Realismo fantástico são histórias que se passam no mundo real (nosso mundo) mas com elementos fantásticos inseridos. Neil Gaiman, por exemplo, escreve realismo fantástico. «A Casa dos Espíritos» é um livro de Isabel Allende adaptado para o cinema em 1993 (informação dada pela Luciana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«Galilee» conta a saga de duas famílias incrivelmente poderosas que governam porções gigantescas do globo (incluindo o continente americano) numa realidade alternativa à nossa, em que magia — e demônios — são usados como hoje mega-corporações usariam dinheiro e influência. Nesse contexto, dois jovens e proeminentes membros dessas famílias (rivais mortais) se apaixonam. Vindo de Clive Barker, estou esperando um Romeu e Julieta do inferno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou demorar a começar a leitura dessas duas pechinchas (estou lendo três livros simultaneamente hoje), mas um desses livros vai furar a fila dentro em breve, porque faz tempo que não leio livro infanto-juvenil — e nunca li «dark fantasy».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os ler, prometo comentar por aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-9179111844571610353?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=NBad_GzOO7U:YhxwjJPNsus:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=NBad_GzOO7U:YhxwjJPNsus:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=NBad_GzOO7U:YhxwjJPNsus:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/NBad_GzOO7U" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-08T08:11:00.519-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TNL8B86hw-I/AAAAAAAABgg/9KB2jtQfZ84/s72-c/galilee.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2010/11/pechinchas-literarias.html</feedburner:origLink></item><item><title>Vampiros estão na moda — de novo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/marcelodior/~3/sK4J9KtWndk/vampiros-estao-na-moda-de-novo.html</link><category>literatura</category><category>cinema</category><category>gibi</category><category>passatempo</category><category>mitos e lendas</category><author>cimmeria@uol.com.br (Marcelo Dior)</author><pubDate>Fri, 05 Nov 2010 08:08:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-27373620.post-8457314458307597208</guid><description>&lt;img alt="the children by sparkbearer.jpg" border="0" height="322" src="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TNGW0DuLndI/AAAAAAAABgU/-EUhszlo8Gc/the%20children%20by%20sparkbearer.jpg?imgmax=800" style="float: right;" width="200" /&gt;Já foram os ninjas, os robôs, os bruxos e agora a bola da vez são vampiros. Não é a primeira vez que essas criaturas estão em voga: vampiros viraram material fértil de cultura pop pela primeira vez no Romantismo, durante o século 19 —&amp;nbsp;os mortos-vivos sugadores de sangue entram e saem de moda já há dois séculos! (Na verdade, um movimento literário chamado &lt;em&gt;Gothic novel&lt;/em&gt; já vendia sangue e sensualidade através do mito modernizado do vampiro em meados do século 18, cento e cinquenta anos antes de Bram Stoker publicar «Drácula».)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você estudar o mito da criatura, verá que faz tempo que o monstro se destacou dos outros mortos-vivos (durante séculos, o vampiro foi apenas um tipo particular de fantasma que bebia sangue ou de outro modo sugava a essência vital dos vivos) para tornar-se uma criatura que às vezes nem mesmo é associada com morte em vida: os vampiros de Joss Whedon («Buffy, a Caça-Vampiros», «Angel»), Alan Ball («True Blood») e Stephenie Meyer («Crepúsculo») não são muito diferentes de uma versão punk-gótica dos X-Men.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Faz tempo que a moda (qualquer tipo de moda, de sapatos a programas de TV) apropriaram-se da Lei da Conservação das Massas (ou Lei de Lavoisier) e a usam no ambiente mais metafórico dos interesses de consumo. Vou chamar isso da Lei de Démodé, «na moda, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma», para demonstrar que o vampiro afrescalhado e deprimido que os adolescentes tanto amam hoje não é inédito (apareceu pela primeira vez, provavelmente, numa ópera alemã de 1828, «Os três vampiros ou os raios da Lua»).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mito também, e no entanto, pode ser mais agressivo e mais distante do elemento trágico que, de modo geral, costuma permear o vampiro. De meados da década de 1970 ao fim do século 20 tivemos vampiros bastante monstruosos e horrendos (do livro «A Hora do Vampiro», de Stephen King ao filme «Blade, o Caçador de Vampiros», de Stephen Norrington), que por sua vez era reflexo do mito vampiresco de fins do século 19 («Drácula», de Bram Stoker) e começo do século 20 («Nosferatu», de F. W. Murnau) — que, por sua vez, retornava ao mito do vampiro/monstro da Idade Média. Ao mesmo tempo, corria paralelo a vertente mais erótica e trágica do vampiro, encabeçada principalmente pelo conjunto da obra de Anne Rice (que, é claro, estava trazendo de volta o vampiro terrível porém romântico, cujo expoente no século 19 foi «Carmilla», de John Sheridan Le Fanu).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas duas abordagens básicas vêm se alternando na liderança pela audiência de tempos em tempos. Ora bicha, ora monstro, ora bicha, ora monstro novamente. Atualmente estamos na fase «bicha» do vampiro (nem preciso citar Edward Cullen, de «Crepúsculo») mas o vampiro-monstro está por aí: «30 Dias de Noite» é uma história em quadrinhos de 2002 que foi adaptada para o cinema em 2007 (a adaptação de «Crepúsculo» estrearia na telona exatos — e cabalísticos — 13 meses depois).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A moda dos vampiros não passa (foram 58 filmes entre 1913 e 1970), apenas se transforma. A fase monstro um dia volta, e um dia será substituída pela fase «glitter» novamente. O vampiro super-herói norturno também continua por aí, vindo lá de 1989, com a série «Maldição Eterna», até a mais recente série de TV, «Moonlight», e os livros seriados de Laurell K. Hamilton («Anita Blake: Vampire Hunter»). E eu nem vou falar do Damphir, o meio-vampiro–meio-humano, encarnação sobrenatural do herói trágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Legend of the Vampire III by Micchu.jpg" border="0" height="267" src="http://lh6.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TNGW1qRm-UI/AAAAAAAABgY/_umudQuFI_s/Legend%20of%20the%20Vampire%20III%20by%20Micchu.jpg?imgmax=800" style="float: left;" width="200" /&gt;O vampiro está na moda de novo, como esteve no fim dos anos 1980 (e como esteve nos anos 1940 e 50, e como esteve nos anos 1920, e antes disso nos anos 1890, e antes ainda nos anos 1840-50...). Às vezes dá lugar ao mago, às vezes dá lugar à tartaruga mutante ninja, às vezes dá lugar ao alienígena do espaço sideral, às vezes ao ciborgue do futuro. Some por décadas, voa abaixo do radar e volta recauchutado: o mesmo vampiro de sempre, com uma maquiagem nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se esta onda vai durar muito ou pouco tempo, realmente não sei dizer. Podemos estar apenas na crista dela. Portanto, se você gosta de histórias de vampiros, é melhor aproveitar antes que a moda — como toda moda — passe. Se você está rangendo os dentes por causa da nova mania vampiresca, aguente, porque não há nada que você possa fazer. Depois que o «revamp» dos vampiros (trocadilho intencional) passar, alguma outra moda irá aparecer e, ou você continua rangendo os dentes até eles gastaram, ou respira fundo, relaxa, e se lembra que já foi adolescente também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fontes:&lt;br /&gt;
• LECOUTEUX, Claude. História dos Vampiros — Autópsia de um mito. São Paulo: Unesp, 2003.&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;IMDb.com&lt;br /&gt;
• Wikipedia.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ilustrações:&lt;br /&gt;
• «the children» por &lt;a href="http://sparkbearer.deviantart.com/art/the-children-134221125?q=boost%3Apopular+in%3Adigitalart+children+of+the+night&amp;amp;qo=7"&gt;sparkbearer&lt;/a&gt; (via deviantArt)&lt;br /&gt;
• «Legend of the Vampire III» por &lt;a href="http://Micchu.deviantart.com/art/Legend-of-the-Vampire-III-43130539?q=boost%3Apopular+in%3Adigitalart+vampire&amp;amp;qo=22"&gt;Micchu&lt;/a&gt; (também via deviantArt)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27373620-8457314458307597208?l=marcelodior.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=sK4J9KtWndk:z0ycSuPj_U4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=sK4J9KtWndk:z0ycSuPj_U4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?a=sK4J9KtWndk:z0ycSuPj_U4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/marcelodior?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/marcelodior/~4/sK4J9KtWndk" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-05T13:08:19.553-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_bTbQrzVte9M/TNGW0DuLndI/AAAAAAAABgU/-EUhszlo8Gc/s72-c/the%20children%20by%20sparkbearer.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://marcelodior.blogspot.com/2010/11/vampiros-estao-na-moda-de-novo.html</feedburner:origLink></item><media:credit role="author">Marcelo Dior</media:credit><media:rating>adult</media:rating><media:description type="plain">Vozes da Terceira Terra</media:description></channel></rss>

