<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>idéias em movimento</title>
	
	<link>http://www.mariaaugusta.com.br</link>
	<description>Blog da Maria Augusta Orofino</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jul 2010 12:50:22 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maria_augusta" /><feedburner:info uri="maria_augusta" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>maria_augusta</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
		<title>“Beije mais e tuite menos”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/bY0zmz-gl5w/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/21/beije-mais-e-tuite-menos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 12:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1040</guid>
		<description><![CDATA[Recebi esse post através da Knowtec e achei bem interessante. É aquele texto que eu gostaria de ter escrito, por isso disponibilizo neste blog. O autor é Bob Herbert  e foi publicado na Folha de S. Paulo com o título &#8220;Tente beijar mais e tuitar menos &#8220;.

Eu estava indo de Washington para Nova York quando um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi esse post através da <a href="www.knowtec.com.br">Knowtec</a> e achei bem interessante. É aquele texto que eu gostaria de ter escrito, por isso disponibilizo neste blog. O autor é Bob Herbert  e foi publicado na Folha de S. Paulo com o título &#8220;<strong>Tente beijar mais e tuitar menos </strong>&#8220;.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Eu estava indo de Washington para Nova York quando um carro colou atrás de mim -voando. Eu vi pelo retrovisor que a motorista falava no celular. Dias depois, eu conversava com um cara que costuma ir de Nova York a Nova Jersey. Ele apoia seu laptop na frente do carro para assistir DVDs enquanto dirige. &#8220;Eu só faço isso no trânsito. Não tem problema&#8221;, diz.</p>
<p>Além das questões óbvias de segurança, por que alguém quer ou precisa falar ao telefone ou assistir a filmes enquanto dirige? Odeio soar como se fosse do século passado, mas qual o problema em só ouvir rádio? As maravilhas da tecnologia estão nos engolindo. Não as controlamos; elas nos controlam.</p>
<p>Nós temos celulares, Blackberrys, Kindles e iPads, e estamos mandando e-mails e mensagens de textos, batendo papo e tuitando. Tudo isso é parte do que eu acho ser um dos aspectos mais esquisitos da nossa cultura: o ritmo frenético que exige que façamos, no mínimo, duas ou três coisas a todo momento desde que acordamos. Por que ser multifuncional é considerado um talento?</p>
<p>Poderíamos facilmente achar que isso é uma inabilidade neurótica que nos impede de nos concentrarmos por mais de três segundos. Chega desse comportamento hiperativo, dessa tecnotirania e desse ritmo frenético que não para. Precisamos desacelerar e respirar. Não me oponho aos excepcionais avanços dos últimos anos. Não quero voltar para a máquina de escrever e ao papel carbono. Só acho que deveríamos tratar a tecnologia como qualquer outra ferramenta. Deveríamos controlá-la, moldando-a aos nossos propósitos.</p>
<p>Vamos deixar um pouco de lado nossos gadgets e passar o tempo sendo nós mesmos. Um dos problemas da nossa sociedade é que temos uma tendência, em meio a toda loucura que nos cerca, de perder de vista o que é verdadeiramente humano em nós -aquelas coisas bem especiais, a maior parte não material, que nos preenchem, dão sentido às nossas vidas, nos engrandecem e que nos permitem abraçar mais facilmente aqueles a nossa volta.</p>
<p>Há um personagem em uma peça de August Wilson que diz que todo mundo tem uma canção dentro de si e que você corre risco de perder essa canção. Se você perde o contato e esquece como cantá-la, você está sujeito a ficar frustrado e insatisfeito.</p>
<p>Não acho que ficamos em contato com nossas canções ao tuitar ou digitar mensagens em nossos Blackberrys ou acumular amigos no Facebook. Precisamos reduzir os limites de velocidade de nossas vidas e saborear a viagem. Deixe o celular em casa de vez em quando. Tente beijar mais e tuitar menos. E pare de falar tanto. Ouça.</p>
<p>As outras pessoas também têm o que dizer. Quando elas não dizem, aquele silêncio glorioso dirá mais do que você jamais imaginou. Isso é quando você começará a ouvir a sua canção. Isso é quando os seus melhores pensamentos aparecerão, e você realmente será você.</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/bY0zmz-gl5w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/21/beije-mais-e-tuite-menos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/21/beije-mais-e-tuite-menos/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Bar do Chico no Campeche</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/DILPJDzvbrE/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/20/bar-do-chico-no-campeche/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Bar do Chico Campeche]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1038</guid>
		<description><![CDATA[Derrubaram o Bar do Chico, mas ele voltará!&#8230;
Por Elaine Tavares &#8211; jornalista
No raiar da manhã de uma sexta-feira de muito frio vieram os homens e as máquinas. Não avisaram ninguém. Em minutos, derrubaram o Bar do Chico, ponto cultural da comunidade do Campeche, que está na praia desde 1981. Lugar que é reconhecido pelas pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Derrubaram o Bar do Chico, mas ele voltará!&#8230;<br />
Por Elaine Tavares &#8211; jornalista</strong></em></p>
<p>No raiar da manhã de uma sexta-feira de muito frio vieram os homens e as máquinas. Não avisaram ninguém. Em minutos, derrubaram o Bar do Chico, ponto cultural da comunidade do Campeche, que está na praia desde 1981. Lugar que é reconhecido pelas pessoas que vivem no bairro como espaço coletivo  de encontro e lazer. É, porque o Campeche, até hoje, sequer uma praça tem. Os espaços coletivos são os que a própria comunidade cria e o Bar do Chico era um deles.</p>
<p>Seu Chico é um homem simples, pescador, que nasceu e viveu toda sua vida no Campeche. Do mar, tirou o sustento dos 13 filhos que criou. Mas, quando no início dos anos 80, os barcos industriais começaram a varrer o mar, tirando o pão da boca dos pescadores artesanais, ele precisou se virar. Naqueles dias não havia quase nada no Campeche, a não ser os ranchos de pesca que acolhiam as canoas e os homens. Então, do rancho nasceu o bar e, logo em seguida, o lugar virou o coração do Campeche.</p>
<p>O Bar do Chico estava na beira da praia, feito de madeira e palha. Lugar simplesinho, como Chico. Não havia cercas, era território liberado para as famílias que vinham à praia, para as crianças pegarem uma sombra, para o uso gratuito do banheiro nestes tempos em que se paga para tudo. No bar do Chico as gentes celebravam o começo do ano, o meio do ano, a chegada do verão, da primavera, das tainhas, o carnaval. Era a praça coletiva.</p>
<p>Então, deu que o filho do Chico, Lázaro, se fez vereador. Homem sério, decidido, resoluto, do lado dos empobrecidos, dos sem casa, sem terra, sem nada. Incomodou demais. Angariou inimigos. Sem ter como atingi-lo, os políticos que se acham donos da cidade, decidiram se vingar no pai.</p>
<p>Começou a perseguição ao Bar do Chico. A alegação é de que o mesmo estava construído nas dunas e isso não podia ser. Mas, por outro lado, por toda a parte, as dunas do Campeche iam sendo tomadas e não havia ninguém querendo destruir nada. Só o Bar do Chico.</p>
<p>É que o Campeche é um bairro chato demais. Aqui as pessoas participam da vida da cidade, elas fazem reuniões, brigam com a prefeitura, apresentam propostas, não aceitam a especulação, enfrentam empresários, fazem o diabo. As gentes do Campeche são incomodativas demais.  Então, precisava um baque, um golpe só, para quebrar a espinha, a alma forte das famílias pescadoras.</p>
<p>Por quase vinte anos pairou a ameaça de derrubada. Mas, o povo nunca permitiu. Quando se anunciava a vinda, lá estava a comunidade, vigiando. Então, nesta sexta, vieram sem aviso. E quebraram a espinha do Campeche. Na manhã de sábado, na sede da Rádio Comunitária, as pessoas chegavam aos borbotões. Vinham chorando, indignadas, iradas, resolutas, aquilo não ficaria assim. Ninguém estava imóvel. O golpe não vingara. Não se quebrara a espinha, não se destruíra a alma. Pelo contrário. O que assomava era a velha e renovada força popular. “Reconstruiremos!”, diziam&#8230;</p>
<p>O Bar do Chico caiu. E todos sabem por quê. Por outro lado, enquanto a tal da “justiça” cristaliza uma vingança em cima de um homem velho e de uma comunidade guerreira, a Casan (estatal que cuida da água e do esgoto) premia os invasores privados das dunas com a passagem de rede de esgoto nas suas casas. O mesmo estado que derruba o espaço comunitário e livre do Campeche, é o que arranca 16 milhões de reais dos cofres públicos para construir um molhe na Praia da Armação, unicamente para salvar as propriedades privadas de famílias que invadiram a beira do mar. A justiça que derruba o coração do Campeche é a mesma que permite que o famoso jogador de tênis, Guga, desfrute privadamente das dunas e da praia do Campeche. A prefeitura derruba o Bar do Chico ao mesmo tempo em que libera a construção de casas no Morro do Lampião. Ou seja, para os ricos tudo, para as comunidades nada.</p>
<p>O que aconteceu nesta sexta-feira no Campeche não é nada de novo. É o  estado e a justiça, instrumentos de uma classe, usando seu poder sobre quem lhes incomoda. A prefeitura, incomodada com os entraves ao plano diretor que o Campeche sempre põe, quis dar  uma lição às gentes. Um cala a boca. Não vai conseguir.</p>
<p>O povo do Campeche quer seu espaço de volta e vai reerguê-lo com as próprias mãos, a menos que cada casa, cada hotel, cada condomínio, cada espaço privado seja também demolido. Se não for assim, o Bar do Chico vai viver outra vez. Ah, vai&#8230;</p>
<p>E o primeiro momento de reconstrução acontece neste sábado, dia 24, a partir das três horas da tarde. O Campeche está convidando toda a cidade para vir ajudar.  Aqui não vai acontecer como no poema, no qual eles vem, pisam o nosso jardim e ninguém diz nada. Aqui, quando alguém pisa no jardim do vizinho, as gentes se levantam. Hoje pisaram no jardim do Campeche. Pois vão conhecer a força do povo!</p>
<p><strong>Ato Público:  Dia 24 de julho. 15h. Em frente ao bar do Chico.  Traga seus instrumentos de trabalho.<br />
</strong> <br />
Rádio Comunitária Campeche, 98.3FM<br />
Travessa Iracema das Chagas Pires, No 80<br />
Campeche, Florianópolis / SC<br />
Fone: (48) 3237 2022<br />
<a href="www.radiocampeche.com.br" target="_blank">www.radiocampeche.com.br</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/DILPJDzvbrE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/20/bar-do-chico-no-campeche/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/20/bar-do-chico-no-campeche/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>União de pessoas pela paixão</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/r-dEkqr2B50/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/02/uniao-de-pessoas-pela-paixao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 12:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[idéias em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1035</guid>
		<description><![CDATA[Dentro dos comerciais e idéias em movimento que assisti nos último meses, destaco os comerciais do HSBC. Uma idéia simples e coloquial mas com um grande propósito. Os filmes são produzidos em três pontos do planeta com culturas bem distintas: cidade do México, fronteira entre Brasil e Argentina e Praça Vermelha em Moscou. Ao som da música [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro dos comerciais e idéias em movimento que assisti nos último meses, destaco os comerciais do HSBC. Uma idéia simples e coloquial mas com um grande propósito. Os filmes são produzidos em três pontos do planeta com culturas bem distintas: cidade do México, fronteira entre Brasil e Argentina e Praça Vermelha em Moscou. Ao som da música <a title="Boy e Girl" href="http://www.youtube.com/watch?v=ql8kyRtgKMw" target="_blank">Hey boy, hey girl cantado por Louis Prima e Keely Smith</a>, diferentes raças e culturas são unidas pela mesma paixão. Duas pequenas traves e um bola de futebol, colocadas aleatoriamente em pontos de convergências de público e pedestres, tornam um grande elo de ligação entre as pessoas. Dá vontade de estar no local e sair jogando aquela bola.</p>
<p>A chamado do comercial enfatiza que o potencial do mundo está nas pessoas e que a instituição acredita que quando milhões de pessoas têm a mesma paixão, as oportunidades aparecem. Eu diria que nem precisa milhões de pessoas, basta que tenhamos sintonia com o grupo que as mesmas oportunidades surgirão. É só acreditar. <a title="Jogo do mundo" href="http://www.jogodomundo.com.br/" target="_blank">Click aqui para acessar o link dos filmes. </a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/r-dEkqr2B50" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/02/uniao-de-pessoas-pela-paixao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/02/uniao-de-pessoas-pela-paixao/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O que faz você feliz?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/CW5rIq-oFhg/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/01/o-que-faz-voce-feliz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 16:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1033</guid>
		<description><![CDATA[Lançado em agosto de 2009, o comercial do Grupo Pão de Açúcar com a narração de Gilberto Gil perguntando  “O que faz você feliz também faz alguém feliz?”  é lindo. A cada momento que escuto ou vejo na TV fico emocionada por isso resolvi colocar aqui para compartilhar. Pesquisei na web e achei o “release” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lançado em agosto de 2009, o comercial do Grupo Pão de Açúcar com a narração de Gilberto Gil perguntando  “O que faz você feliz também faz alguém feliz?”  é lindo. A cada momento que escuto ou vejo na TV fico emocionada por isso resolvi colocar aqui para compartilhar. Pesquisei na web e achei o “release” da rede de supermercado que reproduzo abaixo, com algumas adaptações. Desejo àqueles que também lerem tenha a mesma sensação: Sejam felizes.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na comunicação, o foco está na relação das pessoas e o mundo que as cerca e que também é representada na nova logomarca com os morrinhos do Pão de Açúcar interligados. “Durante dois anos perguntamos aos nossos clientes sobre felicidade e as respostas seguiram evoluindo até a constatação de não é possível ser feliz sozinho. Buscamos retratar isso na nossa nova campanha”, declara Fabiano Ferreira, diretor de marketing do Grupo Pão de Açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as novidades, a campanha segue declamada e não mais cantada, como nas versões anteriores. E quem embala os comerciais institucionais é o cantor Gilberto Gil. “Acompanhamos as mudanças e a forma como o consumidor vem entendendo a felicidade. Para marcar essa evolução trouxemos uma nova voz declamando o nosso jingle”, diz Eduardo Romero, diretor executivo da PA Publicidade, agência responsável pela campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta nova fase a marca também resgata o slogan “A receita para ser feliz é sua. Alguns dos ingredientes estão no Pão de Açúcar”. “Queremos reforçar que a rede Pão de Açúcar está presente no dia a dia do cliente oferecendo a melhor experiência de compra e atendimento diferenciado”, finaliza João Edson Gravata, diretor de operações da rede Pão de Açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para apresentar a versão “O que faz você feliz também faz alguém feliz?”.foram criados filmes institucionais de 60”, 30” e 15”, spots para rádio interna, material PDV e anúncios que serão utilizados ao longo do ano para fortalecer o elo emocional com os consumidores e destacar a felicidade presente no cotidiano, nas coisas simples da vida.</p>
</blockquote>
<p><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DsKJOUPByws">O que faz você feliz?</a></strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DsKJOUPByws" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/DsKJOUPByws"></embed></object></p>
<p>Abrir a janela, comer na panela<br />
viajar pela rua, o mundo da lua<br />
Correr para o abraço, que eu desembaraço,<br />
ou é andar descalço que faz você feliz?<br />
Será que é cuidar da gente,<br />
cuidar do planeta,<br />
fazer diferente, fazer melhor?<br />
Ficar na cama (só mais um pouquinho!)<br />
Comer um bolinho, fazer um carinho,<br />
Se espreguiçar?<br />
É isso que faz você feliz?<br />
Ou é&#8230; adivinhar desejo, estalinho de beijo<br />
amar de paixão, arroz com feijão,<br />
uma bela salada, miolo de pão?<br />
Talvez&#8230;<br />
a macarronada, brincar de nada,<br />
fazer de tudo, fazer o que você sempre quis&#8230;<br />
Me diz: o que faz você feliz<br />
também faz alguém feliz?</p>
<p>Pão de Açúcar. Lugar de gente feliz.</p>
<p>FICHA TÉCNICA</p>
<p>Filme: Institucional Pão de Açúcar<br />
Anunciante: Pão de Açúcar<br />
Agência: P.A. Publicidade<br />
Diretor Geral: Eduardo Romero<br />
Diretores de Criação: Ari Fidelis, Rose Ferraz e Marcelo Prista<br />
Criação: Ari Fidelis, Rose Ferraz, Ilson Igreja, Lucila Lico, Marcio Araújo, Renato Silva e Rodolfo Antonucci<br />
Atendimento: Leda Cichello, Daniel França e Guilherme Leite<br />
Planejamento: Fabiane Vasconcellos, Fernando Pieratti e Juliana Meirelles<br />
Mídia: Cecília Chagas, Ricardo Lopes e Maria do Carmo Ramos de Oliveira<br />
RTV: Nelcy Alves e Carlos Jardim<br />
Operações: Patrícia Sant’Anna<br />
Produção: Antonio Lima, Marcelo Adalardo e Ariane Souza<br />
Promoções: Patrícia Sant’anna, Samantha Portella e Berenice da Silva<br />
Aprovação cliente: Fabiano Ferreira, João Edson Gravata e Silvana Balbo<br />
Fotos: JR Duran<br />
Produtora do Filme: Film Planet<br />
Diretor do Filme: Flávia Moraes<br />
Diretor de fotografia: Lucio Kodato<br />
Pós-produção: equipe Film Planet<br />
Produção de som: MCR<br />
Praça: Nacional</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/CW5rIq-oFhg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/01/o-que-faz-voce-feliz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/07/01/o-que-faz-voce-feliz/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Dia de São João</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/FWoY-cSc7YI/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/24/dia-de-sao-joao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Organização de eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Festa em familia]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1030</guid>
		<description><![CDATA[Hoje faz 110 anos da data de nascimento de meu avô. Quando criança era um dia de festa. Dia de São João. Dia do aniversário do meu avô. Cedo quando acordávamos já se sabia que não importava que dia da semana fosse, teríamos festa a noite. Durante o dia a casa era preparada pelos meus tios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje faz 110 anos da data de nascimento de meu avô. Quando criança era um dia de festa. Dia de São João. Dia do aniversário do meu avô. Cedo quando acordávamos já se sabia que não importava que dia da semana fosse, teríamos festa a noite. Durante o dia a casa era preparada pelos meus tios e tias. Bandeirinhas eram colocadas em todas as partes da casa e no quintal. Balão de papel de seda com 16 gomos era meticulosamente montado em uma época em que nada era proibido. Como eu era pequena, tudo se agigantava. Era enorme. Minha mãe preparava um bolo de milho com côco especialmente para ele. Não era para a festa. Era para o meu avô. No inicio da noite, nós colocávamos os trajes típicos ou as &#8220;roupas de jeca&#8221;. Tudo a caráter. Com direito a chapéu de palha e trancinha nos cabelos com fitas coloridas de diferentes cores e seguíamos para a festa.</p>
<p style="text-align: justify;">A casa do meu avô ficava no centro de Florianópolis, na av. Mauro Ramos em frente a antiga Escola Técnica (perto dos Canudinhos) como ele costumava chamar. Centro da cidade, mas ali ele tinha uma casa com uma pequena chácara, com muitas árvores frutiferas e bichos de várias espécies. Ali ele fazia uma fogueira, cozinhava o pinhão na brasa e o milho verde era preparado em uma lata grande, também no quintal. Ao chegarmos na festa, ganhávamos um kit festa junina que consistia em uma caixa de fósforos coloridos (chamávamos &#8211; <em>fosfrinho de cor</em> &#8211; que brilhavam quando acessos (algo como essas velinhas de aniversário de hoje em dia) e umas caixinhas de estalhinhos (umas trouxinhas que faziam barulho quando jogadas ao chão). Para os adultos tinha foguete, busca-pé, vulcaozinho e outros mais. A música era especial, em discos da época. A comida era toda voltada para uma típica festa junina. Nada além disso. Mesa farta e saborosa com muita &#8220;bergamota&#8221;. Se estive doce, ele comentava em tom humorado: &#8220;Maio mijou em cima&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A criançada ficava na rua, normalmente noite seca sem chuva, brincando com os fogos, com as estripulias e esperando a hora de soltar o balão. Meu avô cuidava do fogo do pinhão e do milho verde além da fogueira. A vizinhança aparecia não se sabe da onde no momento de soltar o balão. O processo acontecia no meio da avenida Mauro Ramos, hoje uma das maiores da cidade e grande área de escoamento de veículos. Mas naquela época era somente nossa. O momento era de confraternização e muita alegria. A noite terminava e tinhamos que voltar pra casa e guardar tudo até o ano seguinte.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/FWoY-cSc7YI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/24/dia-de-sao-joao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/24/dia-de-sao-joao/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Geração de novas ideias</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/_pJDTp_Ve-U/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/21/geracao-de-novas-ideias/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1028</guid>
		<description><![CDATA[Qualquer pessoa pode aprimorar seu talento para a criação de novas idéias. Esta é a tese do Dr. Lassi Liikkanen, especialista em cognição do Instituto de Tecnologia da Informação de Helsinque, na Finlândia. Para isso, segundo ele, basta um pouco de técnica e bastante esforço. De acordo com o pesquisador, o básico para que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa pode aprimorar seu talento para a criação de novas idéias. Esta é a tese do Dr. Lassi Liikkanen, especialista em cognição do Instituto de Tecnologia da Informação de Helsinque, na Finlândia. Para isso, segundo ele, basta um pouco de técnica e bastante esforço. De acordo com o pesquisador, o básico para que as pessoas possam aumentar a sua criatividade é melhorar o seu conhecimento sobre o tema no qual elas querem adquirir novas  ideias. Mas há também uma série de métodos e técnicas de geração de ideias, a adoção de uma atitude correta e muito esforço.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua pesquisa, Liikkanen modelou um processo de geração de ideias. Para ele, criar ideias significa que uma pessoa processa as informações memorizadas e combina essas informações de novas maneiras. Ele defende que, se a pessoa obtém informações mais aprofundadas sobre o tema, seu potencial de criatividade aumenta. Quanto mais uma pessoa souber sobre o assunto ou puder aprender com os outros, maiores chances ela terá de fazer novas combinações de conhecimentos.  Em segundo lugar, se deve estudar diferentes métodos e técnicas voltados para a geração de ideias. Entre esses métodos, os mais conhecidos são brainstorming, TRIZ, seis chapéus do pensamento, cinética e análise morfológica. Para tanto, para usar cada um dos métodos de forma eficiente faz-se necessário conhecer bem a técnica, ou não se alcançará um nível ótimo de resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os diferentes métodos de geração de ideias servem a diferentes tipos de necessidades, por isto é preciso testar para descobrir qual funciona melhor para a pessoa ou para a situação específica em que se está procurando exercer a criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em terceiro lugar, é necessário fazer uma boa dose de esforço para gerar ideias. A criação de ideias não é diferente de outros trabalhos, diz o pesquisador: se você trabalhar bastante, obterá mais resultados. E se há muitos resultados, é mais provável que você encontre bons resultados no meio deles. Além disso, ler sobre o assunto e criar protótipos &#8211; exercícios simulados &#8211; pode ser uma boa tática para aperfeiçoar o processo de geração de ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">Um indivíduo &#8220;gerador de ideias&#8221; deve também ter a atitude correta. Se você acha que só há uma solução correta para cada problema, isto irá limitar consideravelmente a sua capacidade de ter ideias inovadoras. A capacidade de tolerar a incerteza faz parte da criação de ideias, lembra Liikkanen. A tolerância à incerteza não garante a criatividade, mas é uma condição essencial para ela. Você deve lembrar-se que a criação de novas ideias é apenas a primeira etapa do ciclo de vida de uma ideia. Uma boa ideia deve ser apoiada e fortalecida.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo completo, em inglês, pode ser visto no endereço <a href="http://lib.tkk.fi/Diss/2010/isbn9789526030258/">http://lib.tkk.fi/Diss/2010/isbn9789526030258/</a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Adaptado de <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=criatividade&amp;id=5140" target="_blank">Diário da Saúde </a>- acesso em 21/06/2010</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/_pJDTp_Ve-U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/21/geracao-de-novas-ideias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/21/geracao-de-novas-ideias/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Auto-ajuda, ajuda?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/kajjN9De1q4/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/15/auto-ajuda-ajuda/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 13:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complexidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[auto ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociencia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1026</guid>
		<description><![CDATA[Extraído do site Diário da Saúde em 15/06/2010
Uma pesquisa realizada na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que as pessoas que se questionam se conseguirão executar uma tarefa geralmente saem-se melhor do que aqueles que dizem a si mesmos que vão se sair bem. A descoberta desafia praticamente toda a literatura de auto-ajuda ligada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Extraído do site <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=auto-ajuda-automotivacao&amp;id=5354&amp;nl=sit" target="_blank">Diário da Saúde </a>em 15/06/2010</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que as pessoas que se questionam se conseguirão executar uma tarefa geralmente saem-se melhor do que aqueles que dizem a si mesmos que vão se sair bem. A descoberta desafia praticamente toda a literatura de auto-ajuda ligada à área dos negócios, da administração e da profissionalização, que aposta em uma autoconfiança exacerbada. Existem poucas pesquisas na área desse &#8220;falar consigo mesmo&#8221;, embora todos sejam conscientes de uma voz interior que nos fala sempre. Também na literatura, o diálogo interno muitas vezes influencia a forma como as pessoas motivam e determinam seu próprio comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas testaram os dois tipos de motivação &#8211; o questionamento sobre a própria capacidade e a certeza do sucesso &#8211; em 50 participantes, incentivando-os explicitamente a gastar um minuto imaginando se seriam capazes de completar uma tarefa ou, no caso do segundo grupo, dizendo-lhes que conseguiriam. Na realização da tarefa, o primeiro grupo, que questionou sua capacidade para a tarefa, saiu-se significativamente melhor do que o grupo que apostou na autoconfiança. Em outro experimento, a orientação explícita dos cientistas foi substituída pelo ato de escrever uma frase &#8211; &#8220;Eu conseguirei&#8221; ou &#8220;Será que conseguirei?&#8221;. A seguir foi realizada a mesma tarefa. Novamente, o grupo que expressou a dúvida em sua frase saiu-se melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe da professora Dolores Albarracin suspeita que o resultado está relacionado com uma formação inconsciente da pergunta &#8220;Será que conseguirei?&#8221; e seus efeitos sobre a motivação. Ao fazer uma pergunta a nós mesmos, ficaríamos mais propensos a elaborar nossa própria motivação. Segundo a cientista, as descobertas podem ter implicações nas áreas cognitiva, social, clínica, da saúde e da psicologia desenvolvimental, bem como em clínicas, estabelecimentos educacionais e em ambientes de trabalho. &#8220;Estamos voltando a nossa atenção para o estudo científico de como a linguagem afeta a auto-regulação,&#8221; diz Albarracin. &#8220;Os métodos experimentais estão nos permitindo investigar o discurso interior das pessoas, tanto os explícitos quanto os implícitos, e como o que as pessoas dizem a si mesmas determinam o seu comportamento.&#8221; Os resultados desafiam paradigmas tradicionais adotados desde as mensagens de serviço público até a literatura de auto-ajuda, que buscam motivar as pessoas rumo a comportamentos mais produtivos e mais saudáveis. &#8220;A ideia popular é que a auto-afirmação reforça a capacidade das pessoas em cumprir seus objetivos,&#8221; comenta Albarracin. &#8220;Parece, no entanto, que, quando se trata de realizar um comportamento específico, fazer perguntas é uma maneira mais promissora de alcançar seus objetivos.&#8221;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/kajjN9De1q4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/15/auto-ajuda-ajuda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/15/auto-ajuda-ajuda/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Na falta de um namorado, procure um amante</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/npzdD5KwU_g/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/11/na-falta-de-um-namorado-procure-um-amante/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[amante]]></category>
		<category><![CDATA[Vocação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1024</guid>
		<description><![CDATA[Eu recebi este texto por email, e absolutamente não sei de quem é autoria. Caso alguém identifique, peço me comunicar para que os devidos créditos sejam atribuidos. Achei apropriado considerando que dia 12 de junho é comemorado o dia dos namorados. Segue o texto.

Muitas pessoas vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu recebi este texto por email, e absolutamente não sei de quem é autoria. Caso alguém identifique, peço me comunicar para que os devidos créditos sejam atribuidos. Achei apropriado considerando que dia 12 de junho é comemorado o dia dos namorados. Segue o texto.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores. Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram Para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança. Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: &#8216;Depressão&#8217;, além da inevitável receita do antidepressivo do momento. Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum antidepressivo; digo-lhes que elas precisam de um AMANTE! É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho. Há as que pensam: &#8216;Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?&#8217; Há também as que, chocadas escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: AMANTE é &#8216;aquilo que nos apaixona&#8217;. É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece a nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis. Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto&#8230; Enfim, é &#8216;alguém&#8217; ou &#8216;algo&#8217; que nos faz &#8216;namorar&#8217; a vida e nos afasta do triste destino de &#8216;ir levando&#8217;. E o que é &#8216;ir levando&#8217;? Ir levando é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva. Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã. Por favor, não se contente com &#8216;ir levando&#8217; procure um amante, seja também um amante e um protagonista da sua vida.</p>
</blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/npzdD5KwU_g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/11/na-falta-de-um-namorado-procure-um-amante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/11/na-falta-de-um-namorado-procure-um-amante/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Tempo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/rLPgFt1Oa0A/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/09/tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 01:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1022</guid>
		<description><![CDATA[Estou passando por um momento de descompressão
Me sinto compelida a nada fazer e permitir um intervalo entre tempos
Algo como ocorre na música, assim também é na vida
Não tenho vontade de fazer nada
Quero ficar quieta, sem falar ao telefone
Sem receber pessoas
Permitir entrar o vazio e nele fazer morada.
O momento requer uma pausa
Uma abertura para o novo
Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou passando por um momento de descompressão<br />
Me sinto compelida a nada fazer e permitir um intervalo entre tempos<br />
Algo como ocorre na música, assim também é na vida<br />
Não tenho vontade de fazer nada<br />
Quero ficar quieta, sem falar ao telefone<br />
Sem receber pessoas<br />
Permitir entrar o vazio e nele fazer morada.<br />
O momento requer uma pausa<br />
Uma abertura para o novo<br />
Um dar-se conta que sei que nada sei<br />
Cansei da supremacia, da auto-confiança, de ter certeza de tudo<br />
Quero ouvir o vento soprar na janela<br />
Quero sentir o afago da chuva<br />
Quero espaço para encontrar meu próprio ser.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/rLPgFt1Oa0A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/09/tempo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/06/09/tempo/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Marina Silva e o filme AVATAR</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/maria_augusta/~3/oNbkRXXzL2c/</link>
		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/05/30/marina-silva-e-o-filme-avatar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 May 2010 15:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Valores do Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mariaaugusta.com.br/?p=1020</guid>
		<description><![CDATA[Recebi este texto de uma amiga atribuida à autoria a senadora Marina Silva. Pela leveza do texto e argumento, compartilho neste espaço para que cada um tenha as suas reflexões e tire as suas próprias conclusões. Boa leitura.

Teve um momento, vendo Avatar, que me peguei levando a mão à frente para tocar a gota d´água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recebi este texto de uma amiga atribuida à autoria a senadora Marina Silva. Pela leveza do texto e argumento, compartilho neste espaço para que cada um tenha as suas reflexões e tire as suas próprias conclusões. Boa leitura.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Teve um momento, vendo Avatar, que me peguei levando a mão à frente para tocar a gota d´água sobre uma folha, tão linda e fresca. Do jeito que eu fazia quando andava pela floresta onde me criei, no Acre. A guerreira na&#8217;vi bebendo água na folha como a gente bebia. No período seco, quando os igarapés quase desapareciam, o cipó de ambé nos fornecia água. Esse cipó é uma espécie de touceira que cai lá do alto das árvores, de quase 35 metros , e vai endurecendo conforme o tempo passa. Mas os talos mais novos, ainda macios, podem ser cortados com facilidade. Então, a gente botava uma lata embaixo, aparando as gotas, e quando voltava da coleta do látex, a lata estava cheia. Era uma água pura, cristalina, que meu pai chamava de água de cipó. E aprendíamos também que se nos perdêssemos na mata, era importante procurar cipó de ambé, para garantir a sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Me tocou muito ver a guerreira na&#8217;vi ensinando os segredos da mata. Veio à mente minhas andanças pela floresta com meu pai e minhas irmãs. Ele fazia um jogo pra ver quem sabia mais nomes de árvores. Quem ganhasse era dispensada, ao chegar em casa, de cortar cavaco para fazer o fogo e defumar a borracha que estávamos levando. A disputa era grande e nisso ganhávamos cada vez mais intimidade com a floresta, suas riquezas e seus riscos. A gente aprendia a reconhecer bichos, árvores, cipós, cheiros. Catávamos a flor do maracujá bravo pra beber o néctar, abrindo com cuidado o miolinho da flor. Lá se encontrava um tiquinho de mel tão doce que às vezes dava até agonia no juízo, como costumávamos dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">É incrível revisitar, misturada à grandiosidade tecnológica e plástica de Avatar, a nossa própria vida, também grandiosa na sua simplicidade. Sofrida e densa, cheia de riscos, mas insubstituível em beleza e força. Éramos muito pobres, mas não passávamos fome. A floresta nos alimentava. A água corria no igarapé. Castanha, abiu, bacuri, breu, o fruto da copaiba, pama, taperebá, jatobá, jutai, todas estavam ao alcance. As resinas serviam de remédio, a casca do jatobá para fazer chá contra anemia. Folha de sororoca servia pra assar peixe e também conservar o sal. Como ele derretia com a umidade, tinha que tirar do saco e embrulhar na folha bem grande, que geralmente nasce em região de várzea. Depois amarrava com imbira e deixava pendurado no alto do fumeiro para que o calor mantivesse o sal em boas condições. Aprendi também com meu pai e meu tio a identificar as folhas venenosas que podiam matar só de usá-las para fazer os cones com que bebíamos água na mata.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme foi um passeio interno por tudo isso. Chorei diversas vezes e um dos momentos mais fortes foi quando derrubam a grande árvore. Era a derrubada de um mundo, com tudo o que nele fazia sentido. E enquanto cai o mundo, cai também a confiança entre os diferentes, quando o personagem principal se confessa um agente infiltrado para descobrir as vulnerabilidades dos na&#8217;vi. E, em seguida, a grande beleza da cena em que, para ser novamente aceito no grupo, tem a coragem de fazer algo fora do comum, montando o pássaro que só o ancestral da tribo tinha montado, num ato simbólico de assunção plena de sua nova identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme também me remeteu ao aprendizado ao contrário, quando fui para a cidade e comecei a aprender os códigos daquele mundo tão estranho para mim. Ali fui conduzida por pessoas que me ensinaram tudo, me apontaram as belezas e os riscos. E também enfrentei, junto com eles, o mal e a violência da destruição. Impossível não fazer as conexões entre o mundo de Pandora, em Avatar, e nossa história no Acre. Principalmente quando, a partir da década de 70 do século passado, transformaram extensas áreas da Amazônia em fazendas, expulsando pessoas e comunidades, queimando casas, matando índios e seringueiros. A arrasadora chegada do &#8220;progresso&#8221; ao Acre seguiu, de certa forma, a mesma narrativa do filme. Nossa história, nossa forma de vida, nosso conhecimento, nossas lendas e mitos, nada disso tinham valor para quem chegava disposto a derrubar a mata, concentrar a propriedade da terra, cercar, plantar capim e criar boi. Para eles era &#8220;lógico&#8221; tirar do caminho quem ousava se contrapor. Os empates, a resistência, a luta quase kamikaze para defender a floresta, usando os próprios corpos como escudos, revi internamente tudo isso enquanto assistia Avatar.</p>
<p style="text-align: justify;">A ficção dialoga muito profundamente com a realidade. Seres humanos, sem conhecimento sensível do que é a natureza, chegam destruindo tudo em nome de um resultado imediato, com toda a virulência de quem não atribui nenhum valor àquilo que está fora da fronteira estreita do seu interesse imediato. No filme, como o valor em questão era a riqueza do minério, a floresta em si, com toda aquela conectividade, toda a impressionante integração entre energias e formas de vida, não vale nada para os invasores. Pior, é um estorvo, uma contingência desagradável a ser superada.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrei na tela, em 3D e muita beleza plástica e criatividade, um laço profundo e emocionante com a nossa saga no Acre, com Chico Mendes. E percebi que, assim como no filme, éramos considerados praticamente alienígenas, não humanos, não portadores de direitos e interesses diante dos que chegavam para ocupar nosso espaço. É uma visão tão arrogante, tão ciosa da exclusividade do seu saber, que tudo o mais é tido como desimportante e, consequentemente, não deve ser levado em conta. É como se se pudesse, por um ato de vontade e comando, anular a própria realidade. Como se o que está no lugar que se transformou em seu objeto de desejo, fosse uma anomalia, um exotismo, uma excrescência menor.</p>
<p style="text-align: justify;">E, afinal, essa arrogância vem da ignorância e da falta de instrumentos e linguagem para apreender a riqueza da diferença e extrair dela algum significado relevante e agregador de valor. Numa inversão trágica, a diferença é vista apenas como argumento para subjugar, para estabelecer autoritariamente uma auto-definida superioridade. Poderíamos chamar tudo isso de síndrome do invasor, cujo principal sintoma é a convicção cega e ensandecida, movida a delírios de poder de mando e poder monetário, de ser o centro do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">No Acre nos deparamos com muitos que viam nossos argumentos como sinônimo de crendices ou  superstição. Coisa de gente preguiçosa que seria &#8220;curada&#8221; pelo suposto progresso de que eles se achavam portadores. Por outro lado, também chegaram muitos forasteiros que, tal como a cientista de Avatar e o grupo que a seguiu, compreenderam que nosso modo de vida e a conservação da floresta eram uma forma de conhecimento que poderia interagir com o que havia de mais avançado no universo da tecnologia, da pesquisa acadêmica e das propostas políticas de mudanças no modelo de desenvolvimento que eram formuladas em todo o mundo. Com eles, trocamos códigos culturais, aprendemos e ensinamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei muito impressionada como esse processo está impregnado no personagem principal de Avatar. Ele se angustia por não saber mais quem é, e só recupera sua integridade e identidade real quando começa a se colocar no lugar do outro e ver de maneira nova o que antes lhe parecia tão certo e incontestável. Sua perspectiva mudou quando viu a realidade a partir do olhar e dos sentimentos do outro, fazendo com que a simbiose presente no Avatar, destinado a operar a assimilação e subjugação dos diferentes, se transformasse num poderoso instrumento para ajudá-los a resistir à destruição.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se até ver no filme um fio condutor banal, uma história de Romeu e Julieta intergalática. Não creio que isso seja o mais importante. Se os argumentos não são tão densos, a densidade é complementada pela imagem poderosa e envolvente, pelo lúdico e a simplicidade da fala. Se houvesse uma saturação de fala, de conteúdos, creio que perderia muito. A força está em, de certa maneira, nos levar a sermos avatares também e a tomar partido, não só ao estilo do Bem contra o Mal, mas em favor da beleza, da inventividade, da sobrevivência de lógicas de vida que saiam da corrente hegemônica e proclamem valores para além do cálculo material que justifica e considera normais a escravidão e a destruição dos semelhantes e da natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">E, se nada mais tenho a dizer sobre Avatar, quero confessar que aquele povo na&#8217;vi tão magrinho e tão bonito foi para mim um alento. Quando fiquei muito magra, na adolescência, depois de várias malárias e hepatite, me considerava estranha diante do padrão de beleza que era o das meninas de pernas mais grossas, mais encorpadas. Sofria por ser magrinha demais, sem muitos atributos. Agora tenho a divertida sensação de que, finalmente, achei o meu &#8220;povo&#8221;, ainda que um pouco tarde. Houvesse os na´vi na minha adolescência e, finalmente, eu teria encontrado o meio onde minhas medidas seriam consideradas perfeitamente normais.&#8221;</p>
</blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maria_augusta/~4/oNbkRXXzL2c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/05/30/marina-silva-e-o-filme-avatar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/05/30/marina-silva-e-o-filme-avatar/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss>
