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	<title>Mário Nogueira</title>
	
	<link>http://www.marionogueira.com</link>
	<description>Fotografia</description>
	<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 10:59:54 +0000</pubDate>
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		<title>Permanências</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 09:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[divagações]]></category>

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		<description><![CDATA[And so I shoot film, because I like to think each of those negatives carries the physical effect of light off of a beautiful waterfall striking it. Or the light bouncing off of my son Owen playing when he was 6 months old. And then again when he was 12 months old. Or even the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>And so I shoot film, because I like to think each of those negatives carries the physical effect of light off of a beautiful waterfall striking it. Or the light bouncing off of my son Owen playing when he was 6 months old. And then again when he was 12 months old. Or even the very light that reflected off of an old friend no longer living. It is not so hard to hold a negative, or a plate like this, in your hand and feel like you are holding just a tiny shred of some past time itself. The last physical remainder of a moment long extinct, and that when I hold a negative in my hand, I am touching that light again. And that is one of the things that drives me to shoot film. That deep sense of not just recording light and time, but preserving it.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/zebandrews/2762343734/">Daqui</a>.</p>
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		<title>Sobre a focagem</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 12:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Técnica]]></category>

		<category><![CDATA[focagem]]></category>

		<category><![CDATA[profundidade de campo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma lente fotográfica consegue apenas focar num plano, normalmente paralelo ao filme (são excepções máquinas com movimentos e lentes tilt and shift, por exemplo). Depois, à medida que nos afastamos desse plano, a definição vai diminuindo gradualmente. Num espaço suficientemente próximo do plano focal pode-se considerar que a imagem ainda está &#8220;focada&#8221;, dado que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma lente fotográfica consegue apenas focar num plano, normalmente paralelo ao filme (são excepções máquinas com movimentos e lentes tilt and shift, por exemplo). Depois, à medida que nos afastamos desse plano, a definição vai diminuindo gradualmente. Num espaço suficientemente próximo do plano focal pode-se considerar que a imagem ainda está &#8220;focada&#8221;, dado que se torna difícil perceber a referida perda de definição. Este espaço é denominado a &#8220;profundidade de campo&#8221;. Esta, como é evidente, depende de vários factores, como a ampliação que se faz à imagem, a distância a que é observada, a visão do observador e a abertura da lente.</p>
<p>No momento da captura podemos apenas controlar a abertura; esta determinará o que fica aparentemente focado na imagem (considerando valores standard para ampliação, distância de visionamento e acuidade visual do observador). Veja-se este exemplo (imagens da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Depth_of_field">wikipedia</a>, primeira a f/5 e a segunda a f/32):</p>
<p><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/230px-jonquil_flowers_at_f5.jpg" alt="" title="230px-jonquil_flowers_at_f5" width="230" height="152" class="alignnone size-medium wp-image-543" /><br />
<img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/230px-jonquil_flowers_at_f32.jpg" alt="" title="230px-jonquil_flowers_at_f32" width="230" height="152" class="alignnone size-medium wp-image-542" /></p>
<p>É óbvio que a escolha da profundidade de campo é essencial na composição da imagem. A sua determinação, no momento da captura, pode ser feita de 2 maneiras:</p>
<p>1. Visualmente, se a lente permitir o denominado &#8220;depth of field preview&#8221; ou numa máquina de GF. Em ambas as situações é possível ver a imagem através da lente com o diafragma colocado na abertura pretendida. A luz que passa pela lente baixará muito, e o visionamento será difícil, mas possível. Recordo que, normalmente (excluindo GF), o diafragma apenas fecha no momento do disparo; daí que a imagem que se vê no visor/LCD da máquina não corresponde ao que será capturado.</p>
<p>2. Através de tabelas de profundidade de campo, quer inscritas na própria lente quer impressas em papel. Este costuma ser o meu procedimento; tenho impressa uma tabela de profundidade de campo para cada lente que uso, o que me permite determinar (com ajuda de uma fita métrica) de forma muito rigorosa o que ficará aparentemente focado na impressão final. Para lentes zoom este processo complica-se, já que as mesmas permitem diversas distâncias focais. Os movimentos de lente/máquina (como no GF) inviabilizam este processo, uma vez que o plano focal deixa de ser paralelo ao plano do filme/sensor.</p>
<p>As tabelas são específicas para cada lente e formato do sensor/negativo; sugiro <a href="http://www.dofmaster.com/doftable.html">este site</a> para o seu cálculo e impressão. O meu procedimento habitual é:</p>
<p>1. Faço a composição;<br />
2. Observo os vários elementos e escolho os que quero que fiquem focados;<br />
3. Meço/estimo as distâncias do elemento mais próximo e do mais afastado em relação à máquina;<br />
4. Procuro na tabela qual a abertura e ponto de focagem que me permitem manter esses elementos aparentemente focados. Tal não será sempre possível, claro.<br />
5. Com base nessa abertura, determino a velocidade e faço a fotografia.</p>
<p>É um processo mais moroso, mas só assim se garante o resultado pretendido. Pode-se fazer o mesmo recorrendo às escalas inscritas nas lentes, sempre que existam.</p>
<p>Finalmente, existe um ponto de focagem para o qual a profundidade de campo é máxima (fixando uma determinada abertura), e que corresponderá a ter aparentemente focado desde metade da distância desse ponto à máquina até ao infinito. Esse ponto denomina-se hiperfocal. Assim, considerando uma Canon 30D com uma lente de 50mm e abertura f/22 (e consultando a respectiva tabela no site atrás referido), temos que a distância de hiperfocal é de 5.87m, ou seja, teremos focagem aparente entre 2.93m e infinito.</p>
<p>Concluindo, penso ser evidente que &#8220;confiar&#8221; nos modos automáticos da máquina é perder o controlo sobre os aspectos criativos da fotografia; o controlo da velocidade, abertura e focagem devem ser sempre manuais (ou pelo menos semi-automáticos), por forma a devolver ao fotógrafo a escolha do resultado final&#8230;</p>
<p>Informação sobre o tema: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Depth_of_field">link</a> e <a href="http://www.cambridgeincolour.com/tutorials/depth-of-field.htm">link</a>.</p>
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		<title>Reencontros</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 21:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[árvores]]></category>

		<category><![CDATA[floresta]]></category>

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		<category><![CDATA[Shen Hao]]></category>

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		<description><![CDATA[Com amigos e com temas.
A floresta revelou-se um tema difícil; a composição que escolhi foi demasiado aberta, incluindo muitos elementos. Devia ter simplificado. Já as rochas são velhas &#8220;conhecidas&#8221;, e não perdi a oportunidade de tentar melhorar a captura. Espero ter encerrado este tema, a impressão o dirá&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com amigos e com temas.</p>

<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf078.jpg' title='gf078'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf078-102x128.jpg" width="102" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf080.jpg' title='gf080'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf080-128x102.jpg" width="128" height="102" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf081.jpg' title='gf081'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf081-102x128.jpg" width="102" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf082.jpg' title='gf082'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/gf082-102x128.jpg" width="102" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>

<p>A floresta revelou-se um tema difícil; a composição que escolhi foi demasiado aberta, incluindo muitos elementos. Devia ter simplificado. Já as rochas são velhas &#8220;conhecidas&#8221;, e não perdi a oportunidade de tentar melhorar a captura. Espero ter encerrado este tema, a impressão o dirá&#8230;</p>
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		<title>Difracção</title>
		<link>http://www.marionogueira.com/?p=527</link>
		<comments>http://www.marionogueira.com/?p=527#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 10:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Técnica]]></category>

		<category><![CDATA[difracção]]></category>

		<category><![CDATA[técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Now we have tiny compact camera sensors with over 14 million pixels are we getting to the point where resolution is being limited by the lens?
&#8220;Again we can&#8221;t go into detail but the lenses themselves are good enough; diffraction is beginning to be the limiting factor when closing down the aperture.&#8221;
(excerto de entrevista da dpreview.com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Now we have tiny compact camera sensors with over 14 million pixels are we getting to the point where resolution is being limited by the lens?</p>
<p>&#8220;Again we can&#8221;t go into detail but the lenses themselves are good enough; diffraction is beginning to be the limiting factor when closing down the aperture.&#8221;</p></blockquote>
<p>(excerto de entrevista da dpreview.com Masaya Maeda, responsável por toda a área de câmaras da Canon. Entrevista completa <a href="http://www.dpreview.com/news/0810/08100302_canoninterview.asp">aqui</a>)</p>
<p>A observação sobre a difracção não me espanta; já tinha abordado este tema diversas vezes. Para os mais interessados, está aqui um bom esclarecimento: <a href="http://www.cambridgeincolour.com/tutorials/diffraction-photography.htm">link</a>. De uma forma muito simplista, a difracção é um fenómeno óptico resultante do facto da luz deixar de &#8220;viajar&#8221; de uma forma rectilínea quando passa por aberturas muito pequenas, provocando &#8220;interferências&#8221;. Do site anterior retirei estas duas imagens que são esclarecedoras:</p>
<p><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/tut_diffraction_lowdiff.png" alt="" title="tut_diffraction_lowdiff" width="222" height="100" class="alignleft size-medium wp-image-528" /><br />
<img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/tut_diffraction_hidiff.png" alt="" title="tut_diffraction_hidiff" width="222" height="100" class="alignright size-medium wp-image-529" /></p>
<p>Ou seja, os raios de luz, à medida que se fecha a abertura, deixam de viajar de uma forma rectilínea, adicionando-se aos raios de luz &#8220;a seu lado&#8221; e criando interferências na imagem captada (peço desculpa pelas imprecisões em termos físicos/ópticos, mas penso que será a melhor forma de explicar o fenómeno).</p>
<p>O efeito da difracção torna-se mais evidente ao observador sempre que:</p>
<p>1. Se fecha a lente em demasia;<br />
2. Se amplia muito a imagem;<br />
3. Se observa mais de perto a imagem;<br />
4. Quanto melhor for a visão do observador.</p>
<p>Destes factores é possível definir fórmulas para determinar as aberturas para o qual o efeito não é particularmente visível. As aberturas recomendadas variarão assim com o tamanho do sensor/negativo e com o tamanho final da impressão, bem como com a distância a que se espera que o observador veja a imagem. </p>
<p>Assim (e considerando valores de ampliação, distância de observação e visão do observador &#8220;standards&#8221;), temos que uma Canon 30D exibe difracção a partir de f/11 e uma Canon 5D a partir de f/16. A Canon G6, com o seu sensor bem mais pequeno, começa com difracção logo a partir de f/4-f/5.6. Numa máquina de grande formato 4&#215;5 polegadas, devido ao tamanho do sensor, podem-se utilizar aberturas até f/22 sem este tipo de problemas. Recordo, no entanto, que a profundidade de campo não é apenas dependente da abertura; f/22 é muito diferente numa Canon 30D e numa GF 4&#215;5. O tamanho do sensor/negativo entra também em conta para este cálculo&#8230;</p>
<p>Fica assim o alerta. Atenção à abertura a utilizar; dela depende a profundidade de campo e a qualidade final da imagem. Devem-se evitar as maiores aberturas da lente (costuma ser a zona onde a lente tem menos qualidade, salvo raras excepções) assim como as menores (devido aos efeitos da difracção, mais evidentes quanto menor for o sensor e maior a ampliação pretendida). Será sempre um compromisso entre a focagem pretendida e a qualidade a apresentar&#8230;</p>
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		<item>
		<title>Praktica BMS</title>
		<link>http://www.marionogueira.com/?p=520</link>
		<comments>http://www.marionogueira.com/?p=520#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 22:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[praktica bms]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha primeira máquina &#8220;a sério&#8221;:

Foi há quase 20 anos. Um colega de escola apareceu com uma destas; eu fiquei fascinado. Até à altura, limitava-me a fotografar com as máquinas compactas da família. Guardei dinheiro e comprei-a nova, por qualquer coisa como 12.000$00 (se bem me recordo), com a lente de 50mm. 
As possibilidades criativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A minha primeira máquina &#8220;a sério&#8221;:</p>
<p><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/560885927_fcf34693c5-400x280.jpg" alt="" title="560885927_fcf34693c5" width="400" height="280" class="alignnone size-medium wp-image-521" /></p>
<p>Foi há quase 20 anos. Um colega de escola apareceu com uma destas; eu fiquei fascinado. Até à altura, limitava-me a fotografar com as máquinas compactas da família. Guardei dinheiro e comprei-a nova, por qualquer coisa como 12.000$00 (se bem me recordo), com a lente de 50mm. </p>
<p>As possibilidades criativas que este tipo de máquina oferecia motivaram-me a estudar fotografia (lendo livros) e a experimentar. Assim, saíram os primeiros testes com longas exposições:</p>
<p><a href="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/bms013.jpg"><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/bms013-128x83.jpg" alt="" title="bms013" width="128" height="83" class="alignnone size-thumbnail wp-image-522" /></a></p>
<p>Nesta altura, não tinha nenhum filtro ND, logo só conseguia fazer este tipo de exposições ou à noite ou com aberturas muito pequenas (o que não parecia ser um problema). Nesta em particular pude contar com a colaboração dos meus amigos, sempre pacientes para estas &#8220;brincadeiras&#8221;. Talvez alguns se consigam identificar por entre os &#8220;fantasmas&#8221;&#8230;</p>
<p>Curioso é também o facto de, ao olhar para as fotografias que fazia na altura, reconhecer alguns dos meus temas preferidos hoje, bem como o mesmo estilo de composição:</p>
<p><a href="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/bms014.jpg"><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/10/bms014-128x83.jpg" alt="" title="bms014" width="128" height="83" class="alignnone size-thumbnail wp-image-523" /></a></p>
<p>Ambas as imagens foram feitas algures entre 1990 e 1991, se as referências que tenho estão correctas.</p>
<p>Alguma informação sobre a Praktica BMS: <a href="http://www.praktica-collector.de/232_Praktica_BMS.htm">link</a>, <a href="http://www.butkus.org/chinon/praktica/praktica_bms/praktica_bms-splash.htm">link</a> e <a href="http://www.camerapedia.org/wiki/Praktica_BMS">link</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre a fotografia que faço</title>
		<link>http://www.marionogueira.com/?p=517</link>
		<comments>http://www.marionogueira.com/?p=517#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 14:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[divagações]]></category>

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		<description><![CDATA[O tipo de fotografia a que me dedico ocupa um pequeno nicho &#8220;artístico&#8221;, passe o termo; a maior parte das pessoas não lhe dedica dois olhares. É compreensível. Eu vejo a fotografia de hoje em dia dividida em dois grandes blocos: um, a que podemos denominar o &#8220;postal&#8221;, é composto pela fotografia imediata, colorida, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tipo de fotografia a que me dedico ocupa um pequeno nicho &#8220;artístico&#8221;, passe o termo; a maior parte das pessoas não lhe dedica dois olhares. É compreensível. Eu vejo a fotografia de hoje em dia dividida em dois grandes blocos: um, a que podemos denominar o &#8220;postal&#8221;, é composto pela fotografia imediata, colorida, de grande impacto. É a de mais fácil &#8220;consumo&#8221;. Todos os dias somos bombardeados com este tipo de imagens, na TV, nas revistas, na net. Habituamo-nos a elas, e com elas rapidamente nos identificamos. Do outro lado, a denominada fotografia artística que, neste momento, é fundamentalmente a fotografia conceptual, surreal e abstracta, qualquer coisa que seja &#8220;diferente&#8221; ou inovadora. Aqui,  não é tão importante o sentido estético ou a técnica, mas sim a ideia, o conceito, a mensagem.</p>
<p>Aquilo que eu gosto de fazer está algures no meio; procuro rigor técnico e beleza estética, mas numa imagem não tão imediata. O p&#038;b cria um nível adicional de abstracção, muda a forma de ver o mundo. Procuram-se texturas e contrastes, relações entre as formas. O imediatismo não interessa; importante é olhar duas vezes, procurar o que tem aquela imagem de importante ou, pelo menos, de diferente do &#8220;habitual&#8221;.</p>
<p>Não será melhor nem pior que as outras abordagens; é diferente. E, neste momento, estará um pouco diminuída face à generalidade dos trabalhos que por todo o lado se observam. A explosão da fotografia digital desequilibrou a &#8220;oferta&#8221;, fazendo surgir rapidamente um grande conjunto de fotógrafos/artistas sem cultura artística que se dedicou ao que é mais mainstream. Muitos deles acabaram por estudar e conhecer outras formas de expressão, mas a grande maioria, principalmente motivada pelas comunidades online, manteve-se no referido género &#8220;postal&#8221;, contribuindo ainda mais para a desinformação artística da generalidade da população. Claro que existem &#8220;postais&#8221; de grande qualidade; mas cada vez mais, são uma minoria. Quanto à dita fotografia artística, ainda mais complicada é a sua análise. Se alguns dos que se dedicam a este tipo de arte têm valor, ideias e intenções válidas, muitos outros se aproveitam da tolerância às falhas técnicas e à liberdade interpretativa para lançarem &#8220;obras&#8221; cujo valor é, no mínimo, duvidoso. E aqui, ganha quem melhor filosofa ou quem está melhor inserido no mercado e no mundo dos críticos/galerias/etc.</p>
<p>Não leiam isto como um lamento ou frustração, mas apenas como uma constatação pessoal (e, claro, sujeita a discórdia). Ainda me lembro de quando a utilização de uma máquina fotográfica (mais a sério) implicava um estudo prévio e, por inerência, o conhecimento dos grandes fotógrafos e da sua arte. Um fotógrafo partia então para a &#8220;actividade&#8221; com um conhecimento fundamentado, sabendo as &#8220;regras&#8221; (são sempre o ponto de partida para uma qualquer desconstrução posterior) e estando preparado para uma auto-análise crítica construtiva, que o ajudaria a evoluir.</p>
<p>Não irei afirmar que a fotografia piorou em qualidade; a palha é que aumentou em torno da agulha. Em todos os estilos, será possível encontrar bons fotógrafos e artistas. Importante será ter a capacidade de olhar duas vezes para cada obra, tentar compreendê-la e não descartá-la, apenas porque não se insere no que nos é injectado diariamente no cérebro. Aprender, ganhar cultura na área, conhecer a história da fotografia, é essencial para a sua compreensão.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fim da Exposição “na Rota do Vinho”</title>
		<link>http://www.marionogueira.com/?p=513</link>
		<comments>http://www.marionogueira.com/?p=513#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

		<category><![CDATA[na Rota do Vinho]]></category>

		<category><![CDATA[exposição]]></category>

		<category><![CDATA[vcl]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia depois do previsto, encerrámos a exposição.

Queria agradecer a todos os que nos visitaram; para nós foi uma experiência enriquecedora, de onde retirámos ensinamentos e motivação para continuarmos neste percurso. Espero que no futuro novas oportunidades surjam para nos reencontrarmos. Até lá&#8230;
PS: Toda a evolução do projecto pode ser recordada nos artigos que fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia depois do previsto, encerrámos a exposição.</p>
<p><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/gf_019-320x400.jpg" alt="" title="gf_019" width="320" height="400" class="alignnone size-medium wp-image-512" /></p>
<p>Queria agradecer a todos os que nos visitaram; para nós foi uma experiência enriquecedora, de onde retirámos ensinamentos e motivação para continuarmos neste percurso. Espero que no futuro novas oportunidades surjam para nos reencontrarmos. Até lá&#8230;</p>
<p>PS: Toda a evolução do projecto pode ser recordada nos <a href="http://www.marionogueira.com/?cat=72">artigos</a> que fui publicando.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Detalhes industriais</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 19:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Canon 30D]]></category>

		<category><![CDATA[industrial]]></category>

		<category><![CDATA[máquinas]]></category>

		<category><![CDATA[mecânica]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema recorrente&#8230;
Canon 30D, Sigma 17-70. Já não usava a digital &#8220;a sério&#8221; há meses&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tema recorrente&#8230;</p>

<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9634.jpg' title='img_9634'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9634-96x128.jpg" width="96" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9641.jpg' title='img_9641'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9641-128x96.jpg" width="128" height="96" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9642.jpg' title='img_9642'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9642-128x96.jpg" width="128" height="96" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9647.jpg' title='img_9647'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9647-128x96.jpg" width="128" height="96" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9649.jpg' title='img_9649'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9649-96x128.jpg" width="96" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9651.jpg' title='img_9651'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9651-128x96.jpg" width="128" height="96" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9660.jpg' title='img_9660'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9660-128x96.jpg" width="128" height="96" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9662.jpg' title='img_9662'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9662-96x128.jpg" width="96" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9664.jpg' title='img_9664'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9664-96x128.jpg" width="96" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9667.jpg' title='img_9667'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9667-96x128.jpg" width="96" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9670.jpg' title='img_9670'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9670-96x128.jpg" width="96" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>

<p>Canon 30D, Sigma 17-70. Já não usava a digital &#8220;a sério&#8221; há meses&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resolução do GF</title>
		<link>http://www.marionogueira.com/?p=491</link>
		<comments>http://www.marionogueira.com/?p=491#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 08:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Técnica]]></category>

		<category><![CDATA[grande formato]]></category>

		<category><![CDATA[técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[A propósito de uma tertúlia que tenho mantido com alguns amigos, e para futura referência, regresso a uma fotografia, fraquinha do ponto de vista artístico, mas que serve para ilustrar a questão da resolução da fotografia de GF:

Segue-se agora um crop a 100% da imagem, com um ligeiro sharpening aplicado:

A fotografia foi digitalizada a 2400dpi, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito de uma tertúlia que tenho mantido com alguns amigos, e para futura referência, regresso a uma fotografia, fraquinha do ponto de vista artístico, mas que serve para ilustrar a questão da resolução da fotografia de GF:</p>
<p><a href="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/gf_021.jpg"><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/gf_021-102x128.jpg" alt="" title="gf_021" width="102" height="128" class="alignnone size-thumbnail wp-image-492" /></a></p>
<p>Segue-se agora um crop a 100% da imagem, com um ligeiro sharpening aplicado:</p>
<p><a href="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/gf_021_zoom.jpg"><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/gf_021_zoom-128x128.jpg" alt="" title="gf_021_zoom" width="128" height="128" class="alignnone size-thumbnail wp-image-493" /></a></p>
<p>A fotografia foi digitalizada a 2400dpi, tendo resultado num ficheiro de cerca de 12000&#215;9000, ou seja, perto de 100Mpixel. O grão que se nota não será ainda a unidade elementar do negativo, mas sim um efeito visual decorrente da aglomeração dos cristais de prata. Poderia, portanto, aumentar a resolução na digitalização, mas não creio que, para os tamanhos que imprimo, trouxesse alguma vantagem. Fica para referência.</p>
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		<title>Inauguração e agradecimentos</title>
		<link>http://www.marionogueira.com/?p=481</link>
		<comments>http://www.marionogueira.com/?p=481#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 07:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

		<category><![CDATA[na Rota do Vinho]]></category>

		<category><![CDATA[exposição]]></category>

		<category><![CDATA[vcl]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tenho noticiado, inaugurou no Sábado passado, dia 13/set, a nossa exposição colectiva &#8220;na Rota dos Vinhos&#8221;. Algumas imagens desse dia:
(Fotos nossas e de Paula Guerra)
Queria também agradecer a todos os que contribuíram para a divulgação do evento, nomeadamente a Rádio Concelho de Mafra, a Câmara Municipal de Palmela, o Jornal do Pinhal Novo, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tenho noticiado, inaugurou no Sábado passado, dia 13/set, a nossa exposição colectiva &#8220;na Rota dos Vinhos&#8221;. Algumas imagens desse dia:</p>

<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9410.jpg' title='img_9410'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9410-85x128.jpg" width="85" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9431.jpg' title='img_9431'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9431-128x85.jpg" width="128" height="85" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9419.jpg' title='img_9419'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_9419-128x85.jpg" width="128" height="85" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_3195.jpg' title='img_3195'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_3195-128x85.jpg" width="128" height="85" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_3196.jpg' title='img_3196'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_3196-85x128.jpg" width="85" height="128" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_3226.jpg' title='img_3226'><img src="http://www.marionogueira.com/sitev2/wp-content/uploads/2008/09/img_3226-128x85.jpg" width="128" height="85" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>

<p>(Fotos nossas e de Paula Guerra)</p>
<p>Queria também agradecer a todos os que contribuíram para a divulgação do evento, nomeadamente a <a href="http://rcmafra.net">Rádio Concelho de Mafra</a>, a <a href="http://www.cm-palmela.pt">Câmara Municipal de Palmela</a>, o Jornal do Pinhal Novo, os nossos amigos <a href="http://miguelalho.com/?p=540">Miguel Alho</a>, <a href="http://www.pracadarepublicaembeja.net/fotografia/exposicao-de-fotografia/">João Espinho</a>, <a href="http://whormhole.wordpress.com/2008/08/04/prometeram-me-moscatel/">Sandra Ferrás</a> e, claro, todos os outros que por diversos meios ajudaram a espalhar a notícia.</p>
<p>Recordo que a exposição apenas encerra no dia 21 de Setembro (próximo Domingo), às 18h. Aguardamos a vossa visita!</p>
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