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	<title>Materna</title>
	
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	<description>Portal direcionado ao público feminino, às gestantes e mães.</description>
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		<title>Mamíferas que viram Mães.</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:31:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O instinto e “faro” aguçados para o zelo e para a proteção sempre estarão presentes na vida de toda mulher. Assim como o instinto de nutrição, também. Mulheres são mamíferas sim, porque amamentam, obviamente, mas também porque tem a mesma garra e fúria da leoa, da tigresa, para proteger seus filhotes e o mesmo carinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4145" title="artigo mamiferas que viram mães" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/05/artigo-mamiferas-que-viram-mães.jpg" alt="" width="650" height="330" /><br />
O instinto e “faro” aguçados para o zelo e para a proteção sempre estarão presentes na vida de toda mulher. Assim como o instinto de nutrição, também.</p>
<p>Mulheres são mamíferas sim, porque amamentam, obviamente, mas também porque tem a mesma garra e fúria da leoa, da tigresa, para proteger seus filhotes e o mesmo carinho e dedicação de golfinhos, ursas polares e até mesmo dessas leoas e tigresas.</p>
<p>Vendo-as na natureza, nos lembram de como o amor pela cria, equaliza todas as raças, ordens e espécies.</p>
<p>Algumas mais tranquilas outras mais vulcânicas, mas todas têm seus instintos de animal fêmeo, mais aflorado, quando se transformam em mãe.</p>
<p>Isso acontece porque, mais do que ter agora um novo membro na família, um lindo bebê que vai trazer felicidade para todos, se trata também da perpetuação de uma linhagem, a extensão da espécie, da raça humana.</p>
<p>Por isso todo esse sentimento e emoções ancestrais ficam tão fortes na mulher na gestação e na maternidade.</p>
<p>E essas emoções formam uma cadeia positiva de amor que será identificada em todos os membros da família e em pessoas próximas.</p>
<p><strong><span style="color: #808080;"><span style="color: #9a3c5c;">O bebê nasceu.</span><br />
</span></strong>A rotina de toda mãe, não é fácil. O dia precisa ter 48 horas para que consiga fazer tudo.</p>
<p>Ser mãe não neutraliza a esposa, filha, profissional, dona de casa. Só vem agregar mais valor para essa mulher. Um valor inigualável.</p>
<p>De amor de mãe não se duvida, mas algumas têm mais oportunidades para se dedicar à maternidade. Algumas mamíferas continuarão sua vida profissional porque além de precisarem, gostam do que fazem, e é importante para ela, independente da maternidade.</p>
<p>E não só pelo retorno financeiro, mas se a mulher quer trabalhar, isso certamente renderá frutos que reverterão para a família e para seu bebê, deixando-a mais feliz.</p>
<p><strong><span style="color: #9a3c5c;">Por que iria correr atrás de um corpo perfeito?</span></strong><br />
Há mulheres que passam três anos sem perder o peso após o parto e as que no primeiro mês perdem tudo. Temos que respeitar o andamento das coisas. Respeite a si mesma.</p>
<p>Por que corre atrás de um corpo perfeito? Perfeito para quem?</p>
<p>Opiniões diferentes sempre vão existir.</p>
<p>O fato é que você é única, uma mulher de verdade, na sua realidade. Não seja uma regra, apenas seja você.</p>
<p><strong><span style="color: #808080;"><span style="color: #9a3c5c;">Mãe da mãe.</span><br />
</span></strong>É muito bom quando as mamães podem contar com as suas mães, (vovós dos bebês), para estarem por perto. Os vínculos se transformam.</p>
<p>Às vezes muitos problemas anteriores ficam mais evidentes nesta relação entre mãe e filha, mas no geral a maior parte das relações entre mães e suas filhas que viraram mães, fica muito melhor com a chegada do bebe. Além de que, ver seu neto crescendo, dá para a vovó a certeza de tudo corre como deveria ser.</p>
<p>E para as novas mamães, e mesmo para os novos papais, é sempre bom poder recorrer a essa mulher, mais experiente, que já passou por esse momento, buscar seu conhecimento, dicas e conselhos, além de seu colo, que sempre estará lá, para o seu netinho, mas para sua filha também.</p>
<p>Com diz, Ivete Sangalo, na sua concepção de mãe;</p>
<p><em>“Mãe é pra gente poder “entrar”, sempre quando a gente precisar”.</em></p>
<p>E todos nós, em algum momento, precisamos voltar a “entrar” em nossas mães.</p>
<p>Nos “enrolarmos”, nos aninharmos em seus colos, encontrando aquela proteção primária, de que nossa alma nunca mais esquecerá.</p>
<p><strong>Cesar Selvini</strong></p>
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		<title>Autoestima feminina.</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 17:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[A culpa que muitas mulheres sentem, acompanhada de baixa autoestima e complexo de inferioridade tem origem no antagonismo que existe entre o que é proposto como padrão de beleza e a vida real. Tempo para cuidarem de si, dinheiro e mesmo os objetivos são na maioria das vezes opostos à proposta que é imposta. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4123" title="mulher auto estima" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mulher-auto-estima1.jpg" alt="" width="650" height="339" /><br />
A culpa que muitas mulheres sentem, acompanhada de baixa autoestima e complexo de inferioridade tem origem no antagonismo que existe entre o que é proposto como padrão de beleza e a vida real.</p>
<p>Tempo para cuidarem de si, dinheiro e mesmo os objetivos são na maioria das vezes opostos à proposta que é imposta.</p>
<p>A psicóloga Marina Vasconcellos explica ainda na infância construímos a autoestima, a partir da relação com nossos pais.</p>
<p>&#8220;Crianças muito criticadas, ou que não recebem muita atenção dos pais, que não tem suas qualidades evidenciadas, podem passar a vida em busca desse reconhecimento, mesmo em outras pessoas&#8221;, observa.</p>
<p>Quem não consegue resolver a questão ao longo da vida, muitas vezes acaba sofrendo ou se colocando em situações as quais não precisaria se submeter, seja na vida profissional, no amor ou nas relações cotidianas.</p>
<p>A psicóloga Marina Vasconcellos explica que a autoestima é algo construído ainda na infância, a partir da relação com os pais.</p>
<p>&#8220;Crianças que são muito criticadas, ou não recebem muita atenção dos pais, podem passar a vida em busca desse reconhecimento, mesmo em outras pessoas&#8221;, observa.</p>
<p>Quem não consegue resolver a questão ao longo da vida, muitas vezes acaba sofrendo ou se colocando em situações as quais não precisaria se submeter, seja na vida profissional, no amor ou nas relações cotidianas.</p>
<p>Vejam quais são os comportamentos típicos da mulher com baixa autoestima, que tipo de problemas isso pode trazer e como resolver a questão.</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>Comportamento padrão:</strong></span></p>
<p>- Comparar-se demais com as outras mulheres, se colocando sempre em uma posição inferior.</p>
<p>- Sentir ciúmes excessivos e dificuldade para lidar com críticas negativas são alguns dos traços comuns a uma pessoa com baixa autoestima.</p>
<p>- Ocupar a posição de vítima: quem não está bem consigo mesma sempre acha que o mundo está contra ela.</p>
<p>- Carente de atenção e se sente rejeitada pela maioria das pessoas.</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>Problemas à vista:</strong></span></p>
<p>De acordo com a psicóloga Marina, quem não consegue valorizar-se pode enfrentar muitos problemas no âmbito pessoal e profissional.</p>
<p>No trabalho, os problemas começam quando a própria pessoa não consegue confiar em si própria e acaba criando obstáculos para os desafios impostos. &#8220;A pessoa sempre acha que não vai dar conta, então tem medo de arriscar, de se lançar em coisas novas. Além disso, leva a maioria das críticas para o lado pessoal&#8221;, observa.</p>
<p>Já no campo amoroso, a chance de se envolver em relacionamentos infrutíferos é bem grande. &#8220;Mulheres com baixa autoestima buscam homens que passam a subjugá-las. A relação passa a ser desigual já que, por medo de perder o relacionamento &#8211; não se sente capaz de buscar outro &#8211; se submete&#8221;, reforça Andreia.</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>O papel do homem neste cenário:</strong></span></p>
<p>As mulheres com baixa autoestima tendem a buscar o tipo de homem que a enche de mimos elogios, explica Marina, ou ainda o extremo oposto &#8211; aquele que não dá a mínima. &#8220;Isso porque está ainda buscando alguém que a reconheça&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo a psicóloga, os homens não têm muita paciência com este comportamento. No entanto, quando estão dentro de uma relação deste tipo, podem ter um papel fundamental no processo de &#8220;cura&#8221; da mulher amada. &#8220;A mulher precisa sair do papel de vítima e o homem pode ajudar nisso, sendo provocativo no sentido de ela passar a se ouvir mais, fazer mais as coisas que gosta e investir nela mesma.&#8221;</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>Mude a postura e levante a autoestima:</strong></span></p>
<p>Confira algumas dicas que podem ajudar a melhorar a autoimagem, a partir de uma visão mais realista e da valorização dos seus pontos fortes.</p>
<p>- Faça algo que você gosta: de acordo com a psicóloga Marina, investir em uma atividade prazerosa é uma forma de mudar a autoimagem. &#8220;Se você adora dançar, e leva jeito para a coisa, dance. Com isso, vai ser olhada com admiração e vai construindo uma imagem positiva de você mesma&#8221;, frisa.</p>
<p>- Abandone a &#8220;coitadinha&#8221; que há dentro de você: se você acha que o mundo está contra você, e vive cercada de amigos que reforçam isso, a tendência é só piorar. A dica da psicóloga Marina é que se afastar de pessoas que tendem a proteger demais. &#8220;Seja autora da própria vida&#8221;, provoca.</p>
<p>- Aprenda a aceitar críticas construtivas: procure ver as coisas de maneira mais real &#8211; aceite suas fragilidades e inseguranças. &#8220;Mude o que for possível e olhe sempre aquilo que você tem de positivo&#8221;, ressalta Andreia. &#8220;Busque confiar e olhar para o que já fez de bom para que pensamentos negativos sobre você possam ser modificados.&#8221;</p>
<p>- Não afogue as mágoas comendo: segundo Marina, uma tendência forte de quem está com a autoestima baixa é se presentar com um bom prato de comida ou uma barra de chocolate. &#8220;Evite este comportamento, pois acaba entrando em um círculo vicioso e ficando sem limites&#8221;.</p>
<p>- Faça exercícios físicos: &#8220;além de fazer vocês se sentir melhor com seu corpo, a prática física libera a endorfina, o hormônio do prazer&#8221;, explica Marina. Além de ser uma atividade prazerosa, malhar traz resultados visíveis que contribuem para a autoestima.</p>
<p>- Faça terapia: segundo Marina, a terapia é uma importante aliada no processo de autoconhecimento, que pode contribuir muito para que a mulher entenda o porquê se enxerga dessa maneira. &#8220;É preciso mudar o padrão de interação com as pessoas, e isso só se resolve na terapia&#8221;, explica.</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>Autoria: Danielle Barg</strong></span></p>
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		<title>Que “humanização” é essa?</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 16:59:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já há algum tempo estou envolvida com o processo de humanização, que surgiu na minha vida quando estava me preparando para engravidar pela segunda vez. Participei de listas de discussão e sei o quanto é encantador nos depararmos com um modelo diferente do que estamos acostumadas, que é o modelo cesarista ou de partos normais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4112" title="mulher humanizada" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mulher-humanizada.jpg" alt="" width="650" height="350" /><br />
Já há algum tempo estou envolvida com o processo de humanização, que surgiu na minha vida quando estava me preparando para engravidar pela segunda vez.</p>
<p>Participei de listas de discussão e sei o quanto é encantador nos depararmos com um modelo diferente do que estamos acostumadas, que é o modelo cesarista ou de partos normais cheios de intervenções.</p>
<p>Pra quem busca um parto humanizado, é um mundo novo que se abre, novas possibilidades de dar à luz da forma como desejamos e acreditamos ser a melhor.</p>
<p>É a chance de se desvencilhar da &#8220;indústria das cesarianas&#8221;, que por várias razões são feitas aos montes no Brasil, razões estas que vão desde a vontade da mãe até a falta de preparo dos obstetras em conduzir um parto normal/natural.</p>
<p>A grande questão que tem me incomodado há muito tempo e que me levou ao desligamento de todas estas listas e de todas as discussões em torno da &#8220;humanização do parto&#8221; é o que costumo chamar de &#8220;indústria do parto normal&#8221;. Infelizmente, assim como a cesárea, o parto normal se tornou um grande negócio.</p>
<p>A &#8220;humanização&#8221; trouxe consigo a figura das doulas e educadoras perinatais, que são profissionais que podem oferecer suporte fundamental durante a gestação e na preparação para o parto. E alguns grupos que se dizem &#8220;humanizados&#8221; começaram a pregar, como uma seita, que o parto natural a qualquer preço é a única forma &#8220;decente&#8221; de dar à luz.</p>
<p>E mais, pregam que só as mulheres “de verdade” é que são capazes de dar à luz de forma natural; às outras &#8211; que não podem ou não querem um parto normal &#8211; resta a o título de &#8220;não empoderadas&#8221; e reféns dos &#8220;monstros&#8221; cesaristas. Não há espaço para elas! Não sou a favor da cesariana eletiva, essa não é a melhor forma de trazer um filho meu ao mundo.</p>
<p>Ou seja, dar à luz de forma natural é uma escolha minha e isso não me dá o direito de sair por aí apontando e crucificando quem não compartilha desta decisão.</p>
<p>Esses grupos que se dizem &#8220;humanizados&#8221; trabalham excluindo e não agregando e orientando. A meu ver eles promovem a exclusão das mulheres que não topam enfrentar o mundo para ter um parto natural, ou que não estão preparadas para enfrentar seus medos e optam por uma cesariana. Será que isso é mesmo humanizar?</p>
<p>Humanizar é acima de qualquer coisa, respeitar o outro. Respeitar seus limites, suas escolhas, seus medos. Se uma mulher não está preparada para dar à luz de forma natural, como podemos humanizar o atendimento a ela?</p>
<p>Acolhendo suas dúvidas, fornecendo informações de qualidade, tentando trazer luz para seus medos e incertezas. E se mesmo munida de toda informação e ajuda que pudermos oferecer ela optar pela cesariana, nossa obrigação como profissionais humanizados é acolher essa mulher e respeitar seu momento.</p>
<p>Mas isso não acontece em alguns grupos &#8220;humanizados&#8221; e começo a me questionar sobre as razões disso&#8230;</p>
<p>Será que dar à luz naturalmente também não se transformou em algo bastante lucrativo para alguns &#8220;profissionais&#8221;?</p>
<p>Acompanhar um trabalho de parto requer tempo e dedicação por parte dos profissionais, e isso tem um custo alto, seja em casa ou no hospital; assim como fazer a preparação para o parto.</p>
<p>As mulheres que desejam um parto normal/natural encontraram nesses profissionais aliados importantes para realizar seu sonho, que numa sociedade cesarista como a nossa não tem espaço; e isso é ótimo! Poder contar com pessoas engajadas em ajudar e lutar pelo parto normal/natural é importantíssimo, e temos excelentes profissionais dispostos a isso.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Débora Meister Ortola - Doula, Psicóloga<br />
Idealizadora e coordenadora do Projeto Acolher - www.projetoacolher.com</span></strong></p>
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		</item>
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		<title>Enxoval do bebê, e agora?</title>
		<link>http://www.materna.com.br/familia/enxoval-do-bebe-e-agora/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 19:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mãe deve seguir um critério, além do sexo do bebê, para definir o que conterá o enxoval. Por exemplo, em que época do ano e em que região nascerá o bebê, ritmo da casa da família, entre outros. Em algumas casas, a rotina de lavar e passar são mais frequentes e permite um numero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4098" title="Enxoval" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Enxoval.jpg" alt="" width="650" height="320" /><br />
A mãe deve seguir um critério, além do sexo do bebê, para definir o que conterá o enxoval.</p>
<p>Por exemplo, em que época do ano e em que região nascerá o bebê, ritmo da casa da família, entre outros.</p>
<p>Em algumas casas, a rotina de lavar e passar são mais frequentes e permite um numero menor de roupas. A troca do bebê acompanha o período da mamada, isso quer dizer, a cada três horas. O bebê precisa ter em média seis trocas de roupas por dia. Mas isso é só uma sugestão, obviamente.</p>
<p>Sempre lembrando também que o tamanho do bebê muda a cada três meses.</p>
<p>Outra sugestão é de que, meninos costumam usar menos o tamanho RN,  (recém nascido), do que meninas.</p>
<p>O enxoval deve ser planejado de acordo com o crescimento da criança e a época do ano. Por isso o site Materna preparou dicas de vestuário adequadas a cada estação.</p>
<p>Cidades ou regiões de clima quente, como Fortaleza no Ceará, exigem apenas um par de luvas leves, por exemplo. Já quem tem filho na Região Sul, onde o frio é predominante, deve transformar o acessório em item básico da lista do enxoval. Mas independente das regiões e costumes, buscamos para você todos os itens de que seu bebê pode precisar qualquer que seja a condição de sua chegada. Itens de banho, higiene e acessórios.</p>
<p><strong>Lista básica do enxoval do bebê:</strong></p>
<p><strong>Passeio e higiene</strong></p>
<p>- 12 fraldas de pano (pacote) *</p>
<p>- 6 fraldinhas de boca *</p>
<p>- 8 pacotes de fraldas descartáveis RN/P *</p>
<p>- 2 pacotes de algodão *</p>
<p>- 4 mamadeiras</p>
<p>- Kit de escovas para limpeza das mamadeiras</p>
<p>- Cadeirinha de bebê para transporte no carro</p>
<p>- Fita adesiva</p>
<p>- Caixas de lenços umedecidos</p>
<p>- Bolsas *</p>
<p><strong>Na hora do banho</strong></p>
<p>- 4 toalhas de banho com capuz *</p>
<p>- Sabonete neutro *</p>
<p>- Xampu neutro</p>
<p>- Esponja macia para o banho do bebê</p>
<p>- Pomadas para assaduras *</p>
<p>- Óleo para bebê</p>
<p>- Hastes flexíveis de algodão</p>
<p>- Frasco de álcool 70% para limpeza do umbigo</p>
<p>- Jogo de escova e pente</p>
<p><strong>Acessórios</strong></p>
<p>- 6 cabides</p>
<p>- Cortador ou tesourinha de pontas arredondadas</p>
<p>- Pinça</p>
<p>- Termômetro para medir a temperatura do bebê</p>
<p>- Trocador macio</p>
<p>- Banheira</p>
<p>- Prato adequado para papinhas</p>
<p>- Jogo de talheres para bebê</p>
<p><strong>Para o quarto</strong></p>
<p>-Berço</p>
<p>-Carrinho</p>
<p>-Colchão</p>
<p>-Protetor de colchão</p>
<p>-Lixeira para fraldas</p>
<p><strong>Opcional</strong></p>
<p>-Lembrancinha da maternidade para as visitas</p>
<p>-Enfeite de porta</p>
<p>-Almofada para amamentar</p>
<p>-Kit de berço: edredon, trocador, saias de berço e almofadas laterais</p>
<p>-Cortina</p>
<p>-Garrafa térmica, para manter água aquecida na hora da troca do bebê</p>
<p>-Travesseiros ou rolinhos</p>
<p>-Saboneteira</p>
<p>-Talco</p>
<p>-Lavanda ou colônia</p>
<p>-Condicionador</p>
<p>-Termômetro para banheira</p>
<p>-Chupetas</p>
<p>-Prendedores de chupetas</p>
<p>-Porta-chupeta</p>
<p>-Babá eletrônica</p>
<p>-Esterilizador de mamadeiras e chupetas</p>
<p>-Porta acessórios ou cesta farmácia</p>
<p>-Trocador portátil</p>
<p>-Sling ou canguru</p>
<p><strong>Equipe Materna</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vamos repensar nossos hábitos de consumo?</title>
		<link>http://www.materna.com.br/nosso-planeta/vamos-repensar-nossos-habitos-de-consumo/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 10:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosso Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo consciente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/vamos_repensar_nossos_h_bitos_de_consumo_/</guid>
		<description><![CDATA[Algumas vezes as pessoas não ficarão agradecidas, mas os benefícios podem ainda ocorrer mesmo que você não esteja lá para ver. Faça seus atos de bondade como um fim em si, e não espere agradecimentos em profusão. O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a  sustentabilidade do planeta, lembrando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1378" title="vamos repensar nossos hábitos de consumo" src="http://materna.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/05/vamos-repensar-nossos-hábitos-de-consumo.jpg" alt="" width="650" height="300" /></p>
<p>Algumas vezes as pessoas não ficarão agradecidas, mas os benefícios podem ainda ocorrer mesmo que você não esteja lá para ver. Faça seus atos de bondade como um fim em si, e não espere agradecimentos em profusão.</p>
<p>O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a  sustentabilidade do planeta, lembrando que a sustentabilidade implica em um modelo ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável. Reflete a respeito de seus atos de consumo e como eles irão repercutir, não só sobre si mesmo, mas também sobre as relações sociais, a economia e a natureza. Ele também busca disseminar o conceito e a prática do consumo consciente, fazendo com que pequenos gestos de consumo realizados por um número muito grande de pessoas promovam grandes transformações.</p>
<p>O consumo consciente pode ser praticado no dia a dia, por meio de gestos simples que levam em conta os impactos da compra. Tais gestos incluem o uso e o descarte de recursos naturais como a água; compra, uso e descarte dos diversos produtos ou serviços, e a escolha das empresas fornecedoras, em função de sua responsabilidade socioambiental. Assim, é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.</p>
<p>Praticar o consumo consciente consiste numa atitude de liberdade de escolha e protagonismo da própria existência. É uma tomada de posição clara, democrática e ética. Esse ato fatalmente irá gerar uma reflexão e deverá se espalhar numa cadeia de estímulos que contagiará positivamente as empresas e seus funcionários, sua família, colegas e amigos que, diante do exemplo, serão impelidos a refletir sobre seus próprios atos de consumo.</p>
<h5>Cesar Selvini</h5>
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		<title>Pré-natal psicológico</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 08:17:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher que se tornará mãe e do homem que passará a ser pai. Independente de ser primeiro, segundo ou terceiro filho, as inseguranças, dúvidas, medos, angústias e ansiedades aparecem. Quem tem mais de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1354" title="Pré natal psicológico" src="http://materna.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2008/08/Pré-natal-psicológico.png" alt="" width="650" height="300" /><br />
A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher</strong></p>
<p>A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher que se tornará mãe e do homem que passará a ser pai. Independente de ser primeiro, segundo ou terceiro filho, as inseguranças, dúvidas, medos, angústias e ansiedades aparecem. Quem tem mais de um filho sabe que uma gravidez é diferente da outra.</p>
<p>Em uma a mulher pode sentir enjoos, na outra não, estar com uma relação estável com o pai da criança e na outra não; esses e inúmeros outros fatores são de grande relevância, constituindo a singularidade de cada gestação.</p>
<p>A notícia da gravidez sempre vem acompanhada do medo do desconhecido. Quando esperada e planejada causa grande surpresa e alegria, caso contrário o medo junta-se à insegurança quanto à reação do companheiro e da família.</p>
<p>As mudanças que acontecem na vida da mulher nesse momento tão especial, e o aparecimento de sentimentos contraditórios, faz com que o atendimento psicológico tenha grande importância, propiciando um ambiente mais acolhedor e tranquilo para a chegada do bebê.</p>
<p>Por isso o nome pré-natal psicológico. Assim como a mulher precisa ir ao obstetra saber se está correndo tudo bem com a gestação, ela também precisa esclarecer todos aqueles sentimentos confusos, sem culpa. Por exemplo, não é porque passa pela cabeça dela a possibilidade de aquele filho não ter vindo no momento certo que ela precisa se culpar achando que está rejeitando o bebê.</p>
<p>A nossa sociedade idealiza a gestação, acha que estar grávida é sinônimo de estar feliz. De fato, a gravidez é o auge do desenvolvimento feminino, mas tem vários aspectos, nem tão bons assim, que de maneira nenhuma diminuem a plenitude do momento. As mudanças corporais, a relação com o marido, o sono, os enjoos, as dúvidas, os medos são tão normais quanto a felicidade de estar grávida. Poder falar abertamente sobre essas mudanças ajuda a mulher se sentir normal, pois são sentimentos comuns à grande maioria das gestantes, mas que são velados.</p>
<p>Durante a gravidez a mulher perde sua identidade passando a ser a mãe do bebê. É importante deixar claro que a mãe fica muito feliz com o interesse de todos pelo bem-estar do filho, porém, em muitos casos, esse interesse passa ser único, como se a mulher fosse transparente. Essa nova posição deve ser esclarecida durante o processo do pré-natal psicológico, não deixando que o papel de mulher substituído pelo de mãe e sim agregado a ele.</p>
<p>O homem, durante a gestação, também enfrenta grandes mudanças. Uma delas é passar a assumir novo papel perante a sociedade, o de pai, que implica transmitir segurança, força, cuidado e carinho à sua mulher e ao seu filho, assim como a mulher, que além dos papéis que já exercia de amante, profissional e dona de casa passa a exercer o papel de mãe.</p>
<p>Durante o pré-natal psicológico o casal é acompanhado por uma psicóloga especializada, já que esse momento exige grande conhecimento de suas peculiaridades por toda a gestação e até três meses após o parto (ou mais, caso seja necessário). Tem objetivos gerais de preparar o casal para a maternidade e paternidade, promover a postura ativa da mãe durante a gestação, a integração do casal e o fortalecimento do vínculo materno-paterno-filial; esclarecer dúvidas que possam existir com relação ao parto, diminuindo a ansiedade, e propiciando um ambiente mais tranquilo para a chegada do bebê; além de minimizar o risco de depressão pós-parto e de psicose puerperal. Uma sessão do pré-natal psicológico é destinada aos avôs com o intuito de fazer com que eles cuidem dos filhos, dando segurança e suporte para que possam cuidar dos netos. Os objetivos específicos são muito individuais e por isso são definidos após uma conversa com a mulher e com o homem.</p>
<p>Vale ressaltar que esse trabalho tem um melhor resultado quando é multidisciplinar, no qual o obstetra, o pediatra e a psicóloga envolvidos no processo têm uma boa comunicação visando um melhor atendimento à paciente.</p>
<p>Finalmente, toda gravidez é uma grande mudança na vida das pessoas envolvidas, seja ela física, emocional e até financeira. Por isso é importante um acompanhamento especializado para que essas mudanças sejam assimiladas da melhor maneira possível.</p>
<h5><strong>Beatriz Vieira</strong> do Amaral é psicóloga clínica. Veja mais em colunistas Materna.</h5>
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		<title>Brincar é coisa séria</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 12:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudiana Cabral Em uma esquina no centro da cidade de São Paulo, dois garotinhos brincam de apostar corrida em torno de um canteiro. Um deles, ao perceber que não alcançaria o outro, ia desistir da competição, e a brincadeira estaria perdida. O outro, quando notou que perderia o parceiro de brincadeira, diminuiu o ritmo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2455" title="DavidWoolley-013" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2011/03/brincadeira2.jpg" alt="" width="650" height="408" /><br />
</strong></p>
<h5>Por Claudiana Cabral</h5>
<p>Em uma esquina no centro da cidade de São Paulo, dois garotinhos brincam de apostar corrida em torno de um canteiro. Um deles, ao perceber que não alcançaria o outro, ia desistir da competição, e a brincadeira estaria perdida. O outro, quando notou que perderia o parceiro de brincadeira, diminuiu o ritmo, deixando que o adversário ganhasse. Na linha de chegada, dois vitoriosos: o primeiro porque ganhou e o segundo porque brincava.</p>
<p>O Materna quis saber: “Qual é a importância de brincar?”</p>
<p>Para isso, resolvemos acampar em um lugar habitado por palhaços trapezistas, tartarugas simpáticas, Pinóquios, bailarinas e quebra-cabeças! O Fábrica de Ideias, loja de brinquedos educativos localizada em um cantinho da Vila Madalena, São Paulo, foi o nosso observatório durante uma tarde ensolarada de sábado.</p>
<p>“NOOOSSAA!”, “Eba! Eba!”, “Olha, mãe! Olha, pai!” é o que mais se ouvia na loja, sempre acompanhadas por efeito sonoro: risadas. Sem tempo ou lugar certo, elas começam a brincadeira ali mesmo.</p>
<p>Pedro, que acorda pedindo para brincar, se encanta pela Kalimba. Quando era mais novo (agora tem 6 anos) dramatizava bastante. Segundo a mãe Graziela Martinez, ele teatralizava as situações do cotidiano com seus bonecos.</p>
<p>Bem que o Pedro tentou convencer o pai a levar a Kalimba. “Música para Pedro é brincadeira, ele tem um caixa de instrumentos em casa”, explicou a mãe. Mas não relutou quando o pai afirmou, mais uma vez, que não compraria naquela dia, mas que compraria em uma próxima vez. Ele sentou-se à mesa, que fica na área externa da loja, e foi participar da oficina de papel machê realizada por Susanne Bartlewski, pedagoga que trabalha com arte e educação. Para Susanne, brincadeira é coisa séria: “o adulto tende a desvalorizar a ocupação mais importante da criança: a brincadeira. Brincando, a criança imita o mundo que a cerca, recriando o que capta com os seus sentidos”.</p>
<p>Para a psicóloga e psicanalista Sueli Aparecida Siena, quanto mais uma criança brincar, melhor: “É fundamental. Triste e problemático é uma criança que não consegue brincar. Ela é capaz de se alfabetizar brincando. As dramatizações também são importantes; por meio delas as crianças expressam afetividade e agressividade”.</p>
<p>O palmeirense Tomás, 10 anos, gosta de jogar dedobol, montar quebra-cabeças e acha que o mundo é melhor com brincadeira: “eu moro numa vila, então brinco em casa e na rua. Na rua, eu brinco de polícia e ladrão, de esconde-esconde (acho que sou bom em me esconder). Brincar com mais gente é sempre mais legal. Ah! Se eu não pudesse brincar seria muito chato”.</p>
<p>A psicóloga ressalta a importância de compartilhar: “Criança aprende com criança: aprende brincando, competindo. É muito enriquecedor para a criança conviver com o diferente.<strong> </strong>O entorno também é muito importante. Elas precisam ter liberdade para brincar, para expressar suas fantasias. Mas limite para criança, sempre. Limites são muito importantes para o crescimento saudável dos pequenos”.</p>
<p>Susanne Bartlewski reforça: “As crianças se afinam, você nem precisa fazer nada. Uma criança agitada, ao perceber que a outra mais quieta produz mais e melhor, aos poucos e sozinha, tende a ficar mais calma e produzir mais. Já a tímida, ao notar que é admirada por produzir bem, sente-se mais segura com sua autoestima e consegue se expor mais. Elas se envolvem, são cúmplices”.</p>
<p>Para a mãe de Pedro, brincar com outras crianças fez do filho uma criança que não tem problema em dividir.</p>
<p>A tarde já vai caindo e o Materna começa a se despedir de um mundo de fantasia, em que bicicleta sem pedal, além de divertida, serve para treinar o equilíbrio. Foi em um dia assim que a musicista Sueli Gondim, sócia do Fábrica de Ideias, se apaixonou pela loja, que na época estava à venda: “eu me descobri aqui, é apaixonante estar com as crianças e trabalhar com suas descobertas”.</p>
<p>O brincar não tem hora nem lugar. Basta ter uma criança e vontade de criar: “É curioso, às vezes, a criança deixa um brinquedo incrementado e vai brincar com qualquer outra coisa, até bater panelas. As crianças são muito criativas, se ela tem liberdade, não precisa de muito material. Qualquer coisa é motivo para criar”, enfatiza a psicóloga e psicanalista Sueli Aparecida Siena.</p>
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		<title>A juventude prolongada do rosto, é possível!</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 15:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Materna: Ouvimos dizer que podemos ganhar 10 anos com os 3 R&#8217;s, (relaxar os músculos com botox, renovar a pele com peelings e recuperar o contorno/volume com produtos como ácido hialurônico.) O que o doutor acha sobre isso e onde entra a disciplina e o resultado com tratamentos com produtos em casa? dr. Ricardo Sousa: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong><img class="alignleft size-full wp-image-4044" title="Juventude do rosto" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Juventude-do-rosto.jpg" alt="" width="650" height="367" /></strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong><strong>Materna</strong></strong>: Ouvimos dizer que podemos ganhar 10 anos com os 3 R&#8217;s, (relaxar os músculos com botox, renovar a pele com peelings e recuperar o contorno/volume com produtos como ácido hialurônico.)</p>
<p>O que o doutor acha sobre isso e onde entra a disciplina e o resultado com tratamentos com produtos em casa?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>: Esse é o conceito do Soft lift. Dividimos a face em três segmentos:</p>
<p>O terço superior que é da implantação dos cabelos até os olhos, o terço médio que vai dos olhos até a altura da ponta do nariz e o terço inferior, que inicia-se da altura da ponta do nariz até o final do queixo. E analisamos assim, tridimensionalmente. Com o envelhecimento, os músculos da testa entre as sobrancelhas e ao redor dos olhos, devido a ação de sorrir e franzir a testa também se desgastam e assim inicia-se a formação das rugas. Nessas áreas, promovemos o relaxamento da musculatura com a toxina botulínica, gerando uma atenuação das mesmas.</p>
<p>No terço médio, com o passar dos anos, inicia-se uma diminuição de volume logo abaixo dos olhos, formando a goteira lacrimal deixando o olhar com aspecto mais cansado, o mesmo vale para as maçãs do rosto que ficam &#8220;mais murchas&#8221;, então com preenchedores específicos, a base de ácido hialurônico, promovemos a reposição do volume.</p>
<p>No terço inferior surge a perda do contorno facial. Com o ácido hialurônico, podemos restaurar esse contorno, e o mesmo vale para os lábios. Em relação ao pescoço, que é um segmento a parte, também podemos relaxar alguns músculos com a toxina botulínica, promovendo um pescoço mais jovial.</p>
<p>Uma parte importante é o tratamento da pele, todos esses recursos são mais valorizados com uma pele bem cuidada, mais uniforme, com viço e sem manchas, então podemos disponibilizar peelings com lasers para alcançarmos esse objetivo.</p>
<p>A disciplina também é importante para manutenção desses resultados, como o uso dos filtros solares, os cremes com vitamina C, os ácidos, (tanto o glicólico como o retinóic0), assim como evitar o sol abusivamente.</p>
<p>Também é essencial a rotina. Repetir esses procedimentos, uma vez que a toxina botulínica geralmente é reaplicada a cada seis meses e os preenchimentos em média uma vez por ano. Os produtos de uso em casa são utilizados como dissemos, como manutenção da pele hidratada e protegida, mas não se consegue esses resultados somente com tratamento clínico, isto é, somente os produtos de uso tópico em casa.<br />
<strong><br />
Materna</strong>: Existem casos onde tratamentos estéticos simples podem ser importantes para melhorar a auto-estima da mulher? Cite aqueles que considera mais comuns?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>:  Uma vez que a mulher vai ao médico para um tratamento estético, na minha opinião ela já está interessada em melhorar sua auto-estima. Já mostra um interesse dela para com ela mesma. O uso de um bom hidratante, do filtro solar e um creme anti-aging noturno, consegue sim algum resultado.</p>
<p><strong><em>Os mais comuns são</em></strong>:</p>
<p>Uso de um bom hidratante com substâncias antioxidantes como vitamina C, coffeskin, vitamina E, que deixam a pele mais iluminada. Um filtro solar específico para o tipo de pele, protege. Além disso, hoje existem os filtros solares tonalizantes que deixa a mulher protegida do sol e discretamente maquiada.</p>
<p>Creme anti-aging geralmente de uso noturno a base de ácidos glicólico ou retinóico, promovendo a esfoliação e a renovação celular, assim como os despigmentadores reduzindo as manchas, geralmente são os principais utilizados para o tratamento doméstico</p>
<p><strong>Materna</strong>: Os tratamentos de rejuvenescimento, (sem intervenção cirúrgica), disponíveis, funcionam de acordo com a faixa etária? Como é essa relação aos 30, 40, 50 e 60, por exemplo? Quanto é possível rejuvenescer com esses tratamentos e quanto tempo e qual a relação da idade com os tratamentos?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>: Cada paciente deverá ser avaliada individualmente para um conduta adequada e personalizada. Não avaliamos a paciente em relação a idade, mas em relação a quais sinais de envelhecimento a paciente possui e o quanto isso a incomoda.</p>
<p>Mas em média, geralmente para uma paciente de <strong>30 anos</strong>, priorizamos a manutenção da juventude da pele com o uso de ativos para uso em casa, em cremes específicos. E iniciamos o uso da toxina botulínica nas laterais dos olhos e na testa, pois muitas delas já apresentam rugas dinâmicas, aquelas que aparecem ao sorrir ou fazer cara de bravo. Evita-se assim que essas fiquem estáticas, isto é, apareçam sem sorrir ou franzir a testa.</p>
<p>Nos <strong>40 anos</strong>, além dos cuidados com a pele, continuamos na toxina botulínica, mais também o sulco nasolabial, o famoso &#8220;bigode chinês&#8221; já deve ser trabalhado com preenchimento. Inicia-se nessa etapa os tramentos para flacidez com aparelhos específicos geralmente com radio-frequencia ou infra-vermelhos.</p>
<p>Nos <strong>50 anos</strong> além desses, utilizamos também lasers fraccionados para melhorar texturas, promover a renovação da pele mais intensa, assim como os preechimentos para contornos da face, maçãs do rosto, goteira lacrimal e labios.</p>
<p>A partir dos <strong>60 anos</strong>, utiliza-se praticamente todos os recursos citados, mas alguma intervenção cirurgica geralmente é necessária. Via de regra, para retirar as palpebras devido ao excesso de pele e bolsas de gorduras.</p>
<p><strong>Materna</strong>: Existe uma idade ideal ou recomendada para uma cirurgia de pálpebra, por exemplo? Qual é o resultado dessa cirurgia?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>: Como disse anteriomente, não existe o momento ideal, mas sim a indicação precisa. Uma cirurgia bem indica, no momento certo e realizada por um profissional bem qualificado, dá resultados excelentes.</p>
<p><strong>Materna</strong>: Que tipo de tratamento de rejuvenescimento é mais indicado para ser feito durante o verão?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>: Normalmente no verão não se realiza procedimentos ablativos, isto é, que descamam a pele ou que a deixam sensibilizada. Recomenda-se o uso de filtros solares mais potentes e cremes a base de outros ativos sem os ácidos.</p>
<p>Toxina botulínica e preenchimentos podem sem realizados, desde que a paciente não se exponha ao sol nos próximos 5 dias caso fique algum pequeno hematoma. Não aconselho peelings nem lasers no verâo.</p>
<p><strong>Materna</strong>: Que tipos de problemas estéticos podem ser resolvidos em uma única consulta e quais necessitam de um conjunto de ações e mais de uma consulta?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>: Dificilmente um problema estético se resolve em uma consulta, pois, como foi dito, requer avaliação e conduta por parte do médico e disciplina por parte do paciente. Temos necessidade de acompanhar o paciente para visualizar os resultados, como também atualizar o tratamento conforme este evolui.</p>
<p>Agora, por exemplo, se o paciente deseja somente melhorar as rugas da testa e do canto dos olhos, em uma consulta podemos resolver com uma aplicação de toxina botulínica, por exemplo.</p>
<p><strong>Materna</strong>: Envelhecer faz parte da vida, na sua opinião, existe um limite para esses tratamentos estéticos que retardam o envelhecimento?</p>
<p><strong>dr. Ricardo Sousa</strong>: Sim existe. O limite é o bom senso estético do médico. Em indicar tratamentos que promovam a melhoria da apareça sem criar estereótipos, como por exemplo, bocas e &#8220;maças do rosto &#8221; exageradas que mais desfiguram do que embelezam.</p>
<p>Ética por parte do médico é o que se espera quando esses tratamentos isolados não promoverão o resultado esperado e assim deve-se indicar um tratamento cirúrgico, por exemplo, um lifting cirúrgico.</p>
<h5>Ricardo Sousa é médico dermatologista. Veja mais em colunistas Materna.</h5>
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		</item>
		<item>
		<title>Evite o enjoo durante a gestação!</title>
		<link>http://www.materna.com.br/gestante/evite-o-enjoo-durante-a-gestacao/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 16:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora não exista um alimento que resolva definitivamente o problema, o enjoo pode ser amenizado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é consenso entre os médicos o porquê de as gestantes sentirem enjoo, especialmente durantes os primeiros meses de gestação. Por enquanto, o que se sabe é que o hormônio progesterona desacelera os movimentos gastrointestinais, consequentemente a comida permanece no estômago e no sistema digestório da mãe por mais tempo.</p>
<p>Por outro lado, o hormônio HCG (gonadotrofina coriônica humana) também exerce algum papel, pois as gestações com altos níveis de HCG, como a de gêmeos, provocam muito mais enjoo.</p>
<p><strong>Embora não exista um alimento que resolva definitivamente o problema, o enjoo pode ser amenizado:</strong></p>
<p><strong>–</strong> Beba sucos ou coma frutas cítrica. No caso da azia, alimentos mais secos, como torradas e biscoitos salgados, podem ajudar.</p>
<p>– Evite ficar com fome. Faça as refeições em intervalos curtos, a cada duas ou três horas, incluindo pequenos lanches entre as refeições.</p>
<p>– Alimentos com grande teor proteico ou grande quantidade de caboidratos, como nozes, amendoins e granola, são excelentes absorvedores do excesso de ácido estomacal e açúcar no sangue, substâncias que podem causar enjoos.</p>
<p>– Evite comidas picantes e gordurosas.</p>
<p>– Faça um diário com sua dieta alimentar; nele, informe o que sentiu após as refeições. Esse será um valioso instrumento contra os alimentos que mais causam enjoo.</p>
<h5>Redação Materna</h5>
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		</item>
		<item>
		<title>Diálogo no ventre</title>
		<link>http://www.materna.com.br/familia/dialogo-no-ventre/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 15:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[gêmeos]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[útero]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos esse texto por e-mail, como tantos que circulam pela web de autoria desconhecida,, e aqui compartilhamos com vocês, pela beleza da sua mensagem. Trata-se de uma metáfora sobre a existência, a nossa jornada no ventre da Mãe Terra, o processo da vida e da morte, o despertar da alma. Boa leitura! No ventre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4022" title="gemeos para artigo" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/03/gemeos-para-artigo3.jpg" alt="" width="649" height="398" /><br />
Recebemos esse texto por e-mail, como tantos que circulam pela web de autoria desconhecida,, e aqui compartilhamos com vocês, pela beleza da sua mensagem.</p>
<p>Trata-se de uma metáfora sobre a existência, a nossa jornada no ventre da Mãe Terra, o processo da vida e da morte, o despertar da alma.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p>No ventre de uma mulher grávida,  dois gêmeos dialogam:</p>
<p>- Você acredita em vida após o parto?</p>
<p>- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.</p>
<p>- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?</p>
<p>- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.</p>
<p>- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.</p>
<p>- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.</p>
<p>- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.</p>
<p>- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?</p>
<p>- Onde?</p>
<p>-Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.</p>
<p>- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, não existem provas científicas que ela exista, por isso é claro que ela não existe.</p>
<p>- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.</p>
<p><strong>Autor desconhecido</strong></p>
</div>
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