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	<title>Materna</title>
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	<description>Portal direcionado ao público feminino, às gestantes e mães.</description>
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		<title>A interessante aventura de aprender os sons</title>
		<link>http://www.materna.com.br/saude/a-interessante-tarefa-de-aprender-os-sons/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 19:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[som]]></category>

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		<description><![CDATA[Qualquer criança – seja ela chinesa, brasileira, australiana, grega ou marroquina – é capaz de ouvir a mesma variedade de sons quando recém-nascida. Até os 3 meses de idade, os bebês processam diferentes fonemas de maneira muito semelhante, independentemente de sua língua materna. Isso tem sido interpretado como um indicativo da existência de padrões universais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3106" title="fala" src="http://materna.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2011/05/fala.jpg" alt="" width="650" height="300" /></p>
<p>Qualquer criança – seja ela chinesa, brasileira, australiana, grega ou marroquina – é capaz de ouvir a mesma variedade de sons quando recém-nascida. Até os 3 meses de idade, os bebês processam diferentes fonemas de maneira muito semelhante, independentemente de sua língua materna. Isso tem sido interpretado como um indicativo da existência de padrões universais de desenvolvimento da audição e do sistema de sons da língua (conhecido como fonologia).</p>
<p>Do ponto de vista neurofisiológico, podemos dizer que o cérebro do bebê no início do desenvolvimento ainda é pouco ou nada especializado, funcionando de forma relativamente genérica para todos os tipos de estímulos sonoros.</p>
<p><strong>O que acontece a partir dos 3 meses?</strong></p>
<p>Embora o bebê tenha o potencial para aprender toda e qualquer língua falada, ele é exposto normalmente a apenas <em>um</em> sistema de sons – o de sua língua materna. Naturalmente, o cérebro do bebê começa a processar os sons de sua língua com mais facilidade e vai perdendo gradualmente a capacidade de processar os sons que não está habituado a ouvir.</p>
<p>A economia do sistema (eliminar as sinapses<a href="file:///C:/Users/Pat/Documents/MATERNA/ABRIL11/A%20interessante%20tarefa%20de%20aprender%20os%20sons_REV.docx#_ftn1">[1]</a> que não são utilizadas e otimizar as que são estimuladas) confere maior rapidez e eficiência ao processamento dos sons que serão relevantes para que ela venha a aprender a falar! Ou seja, a criança “joga fora” aquilo que lhe parece desnecessário e aprimora as habilidades que lhe são úteis. Ao longo do desenvolvimento, portanto, o cérebro infantil torna-se rápido, econômico e eficiente.</p>
<p>Assim, a criança vai se tornando uma grande especialista em reconhecer os sons da sua própria língua e vai perdendo a capacidade de distinguir as diferenças sutis entre sons que não são relevantes. Quantos brasileiros não tiveram (ou ainda não têm) dificuldade para perceber a diferença entre “sheep” e “ship”, “leave” e “live”? A língua portuguesa não faz distinção entre o “i” longo (de “sheep”) e o “i” curto, mais aberto (de “ship”), ou seja, essa diferença acústica não faz a menor diferença prática em nossa língua, pois não há palavras que contrastam esses sons. O nosso cérebro, portanto, também não aprendeu a diferenciá-los.</p>
<p>Já a distinção entre o “r” e o “l” (por ex.: “caro” e “calo”) é extremamente importante em nossa língua, o que faz com que possamos distinguir facilmente um fonema de outro. Isso não acontece, entretanto, com a língua japonesa, que possui apenas o “r” em seu sistema fonológico e naturalmente trocam o “l” pelo “r” quando falam português.</p>
<p>Felizmente, a especialização do cérebro da criança não impede que ela aprenda aquilo que não foi exposta desde os primeiros dias de vida. O cérebro é “plástico” o bastante para aprender novas informações, mesmo que já tenha eliminado outras sinapses. É justamente por isso que somos capazes de aprender novas informações em qualquer fase da vida, ainda que o aprendizado torne-se mais difícil com o envelhecimento.</p>
<p>Por essa razão, somos todos capazes de aprender uma segunda língua e podemos ser proficientes mesmo que tenhamos iniciado os estudos apenas na idade adulta. No entanto, para a maioria das pessoas, nunca será possível pronunciar os sons de uma segunda língua sem sotaque, a menos que tenham sido expostas a ela nos primeiros anos de vida. Isso ocorre porque conseguimos criar caminhos alternativos para aprender essa língua (plasticidade cerebral), mas a eficiência desses novos caminhos não é exatamente igual. Diferentemente da criança, que absorve naturalmente uma nova língua, o aprendizado para adulto pode exigir mais esforço, treino e motivação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h5><strong>Marina Puglisi é fonoaudióloga; doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com realização de estágio na University of York. Atualmente, é pós-doutoranda também pela FMUSP. Realiza pesquisas nas áreas de Desenvolvimento Infantil, Linguagem Infantil, Distúrbio Específico de Linguagem, Linguagem e Cognição</strong></h5>
<hr size="1" /><a href="file:///C:/Users/Pat/Documents/MATERNA/ABRIL11/A%20interessante%20tarefa%20de%20aprender%20os%20sons_REV.docx#_ftnref1">[1]</a> Sinapse: nome dado à região de comunicação entre os neurônios. É a região em que são formados novos conhecimentos, novas memórias.</p>
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		<title>Ásanas e pranayamas para uma gestação mais saudável para mãe e bebê</title>
		<link>http://www.materna.com.br/gestante/asanas-e-pranayamas-para-uma-gestacao-mais-saudavel-para-mae-e-bebe/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 12:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[A gestação é um período de muitas novidades e grande alegria, mas que naturalmente gera ansiedades e, em alguns casos, até desconfortos físicos, como dores lombares, pélvicas, dores no ciático, azia etc. Foi pensando em minimizar tudo isso que o yoga pré-natal foi criado. Com adaptações das posturas tradicionais (ásanas) e das respirações (pranayamas), conseguimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3568" title="IMG_2541" src="http://materna.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2011/06/IMG_2541.jpg" alt="" width="650" height="300" /></p>
<p>A gestação é um período de muitas novidades e grande alegria, mas que naturalmente gera ansiedades e, em alguns casos, até desconfortos físicos, como dores lombares, pélvicas, dores no ciático, azia etc.</p>
<p>Foi pensando em minimizar tudo isso que o yoga pré-natal foi criado. Com adaptações das posturas tradicionais (ásanas) e das respirações (pranayamas), conseguimos então dar suporte físico e mental para as futuras mamães.</p>
<p>No yoga constatamos que não adianta apenas cuidar do físico sem se preocupar com o mental e vice-versa. Nos tornamos mais ansiosos quando respiramos erroneamente, ou seja, apenas na parte alta do tórax, e não abdominalmente. Corpo e mente estão interligados, bem como mãe e bebê!</p>
<h4>Seguem algumas posturas pra você praticar em casa e perceber a diferença, para uma gestação melhor para mãe e para o bebê:</h4>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3565" title="IMG_2546" src="http://materna.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2011/06/IMG_25463-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>Para      descansar: deite-se sobre a lateral esquerda. Coloque travesseiro em baixo      da cabeça na altura do ombro. Outro entre os joelhos, e se já estiver com      mais de 32 semanas, coloque mais uma almofada pequena em baixo da barriga.      A postura melhora a respiração e oxigenação da mãe e do bebê ( veja foto no destaque).</p>
<p>Pratique      respirações lentas e profundas, pois trazem bem-estar para ambos. Comece      no seguinte ritmo: inspire contando até três e sinta seu ventre subir; exale      contando de quatro a seis tempos, e veja o ventre descer. Faça isso      sentada e mantenha a coluna ereta. Relaxe e repita por dez vezes.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3566" title="IMG_2548" src="http://materna.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2011/06/IMG_2548-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>Se      você fica muito tempo no pc, ou em frente a TV, compre uma bola      suíça, de 65 ou 75 cm para sentar-se, em vez da cadeira. Ela minimiza      dores lombares e pélvicas e serve ainda para dar mais mobilidade à região      pélvica, ajudando no encaixe do bebê.</p>
<h5>Adriana Vieira é instrutora de yoga, doula e jornalista. Ministra cursos de Shantala particulares e em grupos.</h5>
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		<title>Mamíferas que viram Mães.</title>
		<link>http://www.materna.com.br/mulher/mamiferas-que-viram-maes/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 May 2013 08:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Ivete Sangalo]]></category>

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		<description><![CDATA[O instinto e “faro” aguçados para o zelo e para a proteção sempre estarão presentes na vida de toda mulher. Assim como o instinto de nutrição, também. Mulheres são mamíferas sim, porque amamentam, obviamente, mas também porque tem a mesma garra e fúria da leoa, da tigresa, para proteger seus filhotes e o mesmo carinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4145" title="artigo mamiferas que viram mães" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/05/artigo-mamiferas-que-viram-mães.jpg" alt="" width="650" height="330" /><br />
O instinto e “faro” aguçados para o zelo e para a proteção sempre estarão presentes na vida de toda mulher. Assim como o instinto de nutrição, também.</p>
<p>Mulheres são mamíferas sim, porque amamentam, obviamente, mas também porque tem a mesma garra e fúria da leoa, da tigresa, para proteger seus filhotes e o mesmo carinho e dedicação de golfinhos, ursas polares e até mesmo dessas leoas e tigresas.</p>
<p>Vendo-as na natureza, nos lembram de como o amor pela cria, equaliza todas as raças, ordens e espécies.</p>
<p>Algumas mais tranquilas outras mais vulcânicas, mas todas têm seus instintos de animal fêmeo, mais aflorado, quando se transformam em mãe.</p>
<p>Isso acontece porque, mais do que ter agora um novo membro na família, um lindo bebê que vai trazer felicidade para todos, se trata também da perpetuação de uma linhagem, a extensão da espécie, da raça humana.</p>
<p>Por isso todo esse sentimento e emoções ancestrais ficam tão fortes na mulher na gestação e na maternidade.</p>
<p>E essas emoções formam uma cadeia positiva de amor que será identificada em todos os membros da família e em pessoas próximas.</p>
<p><strong><span style="color: #808080;"><span style="color: #9a3c5c;">O bebê nasceu.</span><br />
</span></strong>A rotina de toda mãe, não é fácil. O dia precisa ter 48 horas para que consiga fazer tudo.</p>
<p>Ser mãe não neutraliza a esposa, filha, profissional, dona de casa. Só vem agregar mais valor para essa mulher. Um valor inigualável.</p>
<p>De amor de mãe não se duvida, mas algumas têm mais oportunidades para se dedicar à maternidade. Algumas mamíferas continuarão sua vida profissional porque além de precisarem, gostam do que fazem, e é importante para ela, independente da maternidade.</p>
<p>E não só pelo retorno financeiro, mas se a mulher quer trabalhar, isso certamente renderá frutos que reverterão para a família e para seu bebê, deixando-a mais feliz.</p>
<p><strong><span style="color: #9a3c5c;">Por que iria correr atrás de um corpo perfeito?</span></strong><br />
Há mulheres que passam três anos sem perder o peso após o parto e as que no primeiro mês perdem tudo. Temos que respeitar o andamento das coisas. Respeite a si mesma.</p>
<p>Por que corre atrás de um corpo perfeito? Perfeito para quem?</p>
<p>Opiniões diferentes sempre vão existir.</p>
<p>O fato é que você é única, uma mulher de verdade, na sua realidade. Não seja uma regra, apenas seja você.</p>
<p><strong><span style="color: #808080;"><span style="color: #9a3c5c;">Mãe da mãe.</span><br />
</span></strong>É muito bom quando as mamães podem contar com as suas mães, (vovós dos bebês), para estarem por perto. Os vínculos se transformam.</p>
<p>Às vezes muitos problemas anteriores ficam mais evidentes nesta relação entre mãe e filha, mas no geral a maior parte das relações entre mães e suas filhas que viraram mães, fica muito melhor com a chegada do bebe. Além de que, ver seu neto crescendo, dá para a vovó a certeza de tudo corre como deveria ser.</p>
<p>E para as novas mamães, e mesmo para os novos papais, é sempre bom poder recorrer a essa mulher, mais experiente, que já passou por esse momento, buscar seu conhecimento, dicas e conselhos, além de seu colo, que sempre estará lá, para o seu netinho, mas para sua filha também.</p>
<p>Com diz, Ivete Sangalo, na sua concepção de mãe;</p>
<p><em>“Mãe é pra gente poder “entrar”, sempre quando a gente precisar”.</em></p>
<p>E todos nós, em algum momento, precisamos voltar a “entrar” em nossas mães.</p>
<p>Nos “enrolarmos”, nos aninharmos em seus colos, encontrando aquela proteção primária, de que nossa alma nunca mais esquecerá.</p>
<p><strong>Cesar Selvini</strong></p>
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		<title>Poliomielite: Falta pouco&#8230;</title>
		<link>http://www.materna.com.br/nosso-planeta/poliomielite-falta-pouco/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 20:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosso Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Rotary club]]></category>

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		<description><![CDATA[STATUS hoje: 99% DO MUNDO LIVRE DA PÓLIO Os casos de paralisia infantil diminuíram rapidamente desde 1985, mas a luta ainda não acabou. A poliomielite é uma doença deformadora e, às vezes, fatal. Se não erradicarmos a pólio agora, mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos podem ficar paralisadas pela doença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #3366ff;"><a href="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Bill-Gates-editado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4520" title="Bill Gates editado" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Bill-Gates-editado.jpg" alt="" width="610" height="340" /></a><br />
STATUS hoje: 99% DO MUNDO LIVRE DA PÓLIO</span></p>
<p>Os casos de paralisia infantil diminuíram rapidamente desde 1985, mas a luta ainda não acabou. A poliomielite é uma doença deformadora e, às vezes, fatal. Se não erradicarmos a pólio agora, mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos podem ficar paralisadas pela doença nos próximos 40 anos.</p>
<p>O <span style="color: #000080;"><strong>Rotary International</strong><span style="color: #000000;">, envolvido diretamente nessa causa,</span></span> cria valores como: ética, companheirismo, resiliência, responsabilidade social e perseverança necessária para empreender cada projeto ou campanha que realiza.<br />
Quando desejamos ajudar, é preciso que tenhamos a noção de como aperfeiçoar nossos atos a fim de colhermos os melhores resultados.</p>
<p>O trabalho realizado com a campanha <span style="color: #ff6600;"><strong>End Polio Now</strong></span> nos dá a certeza de que a diferença nesta vida é a diferença que fazemos na vida das pessoas. E o mesmo sentimento sobrevém nas visitas a pacientes da oncologia infantil da cidade, na doação de livros a orfanatos, quando recolhesse alimentos que são destinados a comunidades.</p>
<p>Este programa do Rotary com mais de 130 mil jovens entre 18 e 30 anos espalhados por 120 países promove a compreensão mundial e realiza serviços humanitários, criando e fortalecendo os laços de amizade e desenvolvendo potencialidades. Sofremos com as dores de crianças paralisadas porque sabemos que as crianças que estão por aí, passíveis de ter pólio, tem tantos sonhos quanto todos nós e precisam ser levadas a sério. Esta terrível doença que não tem cura, pode ser evitada com vacinação.</p>
<p>Nascer no Brasil, há 25 anos, um país que contou com o imprescindível auxílio dos rotarianos para se livrar da pólio é apenas uma das inumeráveis razões para que dediquemos tempo, trabalho e amor à causa, com a inteireza de nosso ser, sejam nas campanhas de vacinação ou o constante trabalho de conscientização e angariação de fundos destinados à erradicação da doença. Ações que representam o bem sucedido papel do Rotary no que tange ao fim da poliomielite.</p>
<p>Agora que estamos tão perto de exterminar esse mal é essencial reforçarmos as atitudes e redobrarmos os esforços. São apenas três os países onde a pólio segue endêmica, ou seja, onde o vírus nunca parou de circular. Contudo, esse 1% requer um trabalho em caráter de emergência, pois o nosso descuido significaria o ressurgimento da própria doença em escala global.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">Iniciativa Global de Erradicação da Pólio:</span></p>
<p>A luta contra a paralisia infantil é liderada pelo <strong><span style="color: #000080;">Rotary International</span></strong>, <strong><span style="color: #000080;">OMS</span></strong>, <strong><span style="color: #000080;">Unicef</span></strong>, <span style="color: #000080;"><strong>CDC</strong></span>, <span style="color: #000080;"><strong>Fundação Bill e Melinda Gates</strong></span> e <span style="color: #000080;">governos mundiais</span>, contando com o apoio de muitas outras pessoas e organizações.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">Histórico:</span></p>
<p><span style="color: #3366ff;">1979</span><br />
Rotary Clubs fazem projeto para comprar vacinas e ajudar na sua distribuição a mais de seis milhões de crianças nas Filipinas.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">1985</span><br />
O Rotary International lança o Pólio Plus, o primeiro e maior programa do setor privado coordenado internacionalmente para apoiar uma iniciativa da saúde pública, comprometendo-se a arrecadar US$120 milhões.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">1988</span><br />
Rotarianos arrecadam US$247 milhões para o Pólio Plus, mais que o dobro da meta de US$120 milhões. A Assembleia Mundial da Saúde aprova uma resolução para erradicar a paralisia infantil, organizando o lançamento da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio. A doença existe em mais de 125 países.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">1991</span><br />
Último caso do vírus selvagem da pólio nas Américas.</p>
<p>O Rotary, com mais de 1,2 milhão de associados em mais de 34.000 Rotary Clubs no mundo inteiro, e o Rotary International, dedicam-se ao trabalho voluntário, sob altos padrões éticos e à promoção da boa vontade.</p>
<p>fonte: <span style="color: #3366ff;">END PÓLIO NOW</span></p>
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		<title>Que &#8220;Humanização&#8221; é essa?</title>
		<link>http://www.materna.com.br/familia/que-humanizacao-e-essa-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 23:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[humanização]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[Já há algum tempo estou envolvida com o processo de humanização, que surgiu na minha vida quando estava me preparando para engravidar pela segunda vez. Participei de listas de discussão e sei o quanto é encantador nos depararmos com um modelo diferente do que estamos acostumadas, que é o modelo cesarista ou de partos normais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coração-na-barriga2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4468" title="coração na barriga" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coração-na-barriga2.jpg" alt="" width="650" height="350" /></a><br />
Já há algum tempo estou envolvida com o processo de humanização, que surgiu na minha vida quando estava me preparando para engravidar pela segunda vez.</p>
<p>Participei de listas de discussão e sei o quanto é encantador nos depararmos com um modelo diferente do que estamos acostumadas, que é o modelo cesarista ou de partos normais cheios de intervenções.</p>
<p>Pra quem busca um parto humanizado, é um mundo novo que se abre, novas possibilidades de dar à luz da forma como desejamos e acreditamos ser a melhor.</p>
<p>É a chance de se desvencilhar da &#8220;indústria das cesarianas&#8221;, que por várias razões são feitas aos montes no Brasil, razões estas que vão desde a vontade da mãe até a falta de preparo dos obstetras em conduzir um parto normal/natural.</p>
<p>A grande questão que tem me incomodado há muito tempo e que me levou ao desligamento de todas estas listas e de todas as discussões em torno da &#8220;humanização do parto&#8221; é o que costumo chamar de &#8220;indústria do parto normal&#8221;. Infelizmente, assim como a cesárea, o parto normal se tornou um foco tentador no segmento.</p>
<p>A &#8220;humanização&#8221; trouxe consigo a figura das doulas e educadoras perinatais, que são profissionais que podem oferecer suporte fundamental durante a gestação e na preparação para o parto. E alguns grupos que se dizem &#8220;humanizados&#8221; começaram a pregar, como uma seita, que o parto natural a qualquer preço é a única forma &#8220;decente&#8221; de dar à luz.</p>
<p>E mais, pregam que só as mulheres “de verdade” é que são capazes de dar à luz de forma natural; às outras &#8211; que não podem ou não querem um parto normal &#8211; resta a o título de &#8220;não empoderadas&#8221; e reféns dos &#8220;monstros&#8221; cesaristas. Não há espaço para elas! Não sou a favor da cesariana eletiva, essa não é a melhor forma de trazer um filho meu ao mundo.</p>
<p>Ou seja, dar à luz de forma natural é uma escolha minha e isso não me dá o direito de sair por aí apontando e crucificando quem não compartilha desta decisão.</p>
<p>Esses grupos que se dizem &#8220;humanizados&#8221;  agem excluindo e não agregando e orientando. A meu ver eles promovem a exclusão das mulheres que não topam enfrentar o mundo para ter um parto natural, ou que não estão preparadas para enfrentar seus medos e optam por uma cesariana. Será que isso é mesmo humanizar?</p>
<p>Humanizar é acima de qualquer coisa, respeitar o outro. Respeitar seus limites, suas escolhas, seus medos. Se uma mulher não está preparada para dar à luz de forma natural, como podemos humanizar o atendimento a ela?</p>
<p>Acolhendo suas dúvidas, fornecendo informações de qualidade, tentando trazer luz para seus medos e incertezas. E se mesmo munida de toda informação e ajuda que pudermos oferecer ela optar pela cesariana, nossa obrigação como profissionais humanizados é acolher essa mulher e respeitar seu momento.</p>
<p>Mas isso não acontece em alguns grupos &#8220;humanizados&#8221; e começo a me questionar sobre as razões disso&#8230;</p>
<p>Será que dar à luz naturalmente também não se transformou em algo bastante lucrativo para alguns &#8220;profissionais&#8221;?</p>
<p>Acompanhar um parto requer tempo e dedicação por parte dos profissionais, e isso tem um custo alto, seja em casa ou no hospital.</p>
<p>As mulheres que desejam um parto normal/natural encontraram nesses profissionais aliados importantes para realizar seu sonho, que numa sociedade cesarista como a nossa não tem espaço; e isso é ótimo! Poder contar com pessoas engajadas em ajudar e lutar pelo parto normal/natural é importantíssimo, e temos excelentes profissionais dispostos a isso.</p>
<p>Débora Meister Ortola &#8211; Doula, Psicóloga<br />
Idealizadora e coordenadora do Projeto Acolher &#8211; www.projetoacolher.com</p>
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		<title>As Outras Dores do Parto</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 00:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagem Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
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		<category><![CDATA[Parto]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Era final de tarde de uma quarta-feira chuvosa quando Ana Cristina percebeu que estava na hora. Dirigiu-se ao Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belenzinho, zona leste paulistana, e, com dores e inquieta, aguardou pelo atendimento. &#8220;Eles tratam mal quem faz escândalo&#8221;, temia. Depois de esperar por quatro horas, na companhia da mãe, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3947" title="parto hospital público" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/03/parto-hospital-público1.jpg" alt="" width="620" height="350" /><br />
Era final de tarde de uma quarta-feira chuvosa quando Ana Cristina percebeu que estava na hora. Dirigiu-se ao Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, no Belenzinho, zona leste paulistana, e, com dores e inquieta, aguardou pelo atendimento. &#8220;Eles tratam mal quem faz escândalo&#8221;, temia. Depois de esperar por quatro horas, na companhia da mãe, foi informada: não havia lugar e deveria procurar outro lugar para ter o bebê.</p>
<p>Telefonou para o irmão e pediu ajuda. Precisariam atravessar a cidade para ir até a Santa Casa de Misericórdia, na região central – reconhecida pela qualidade do atendimento, apesar da quantidade enorme de pacientes. Finalmente, à 1h da manhã, Ana conheceu João, seu primeiro filho.</p>
<p>Frases como &#8220;Na hora de fazer não doeu, né?&#8221;, &#8220;Não fechou as pernas na hora certa, agora aguenta!&#8221; estão entre as mais lembradas pelas entrevistadas na, Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado, de 2010, feita pela Fundação Perseu Abramo e pelo Serviço Social do Comércio (Sesc). A cada quatro gestantes, uma sofreu maus-tratos quando deu à luz, aponta o estudo. Os relatos são de exame de toque doloroso, negativa de alívio da dor, falta de explicação para os procedimentos adotados, grosserias e ausência de ­atendimento. Essa via crucis é uma face da violência a que muitas mulheres em todo o mundo, em especial as mais pobres, estão expostas na hora do parto. No momento mais importante de sua vida, em que deveria prevalecer o sentimento de felicidade pela chegada do filho, são vítimas de negligência, discriminação social, violência verbal (grosserias, ameaças, reprimendas, gritos), humilhação intencional e violência física, como a falta de medicação anestésica quando indicada pelo médico, e até mesmo abuso sexual.</p>
<p>Para o sociólogo e coordenador da ação, Gustavo Venturi, da Universidade de São Paulo (USP), nem todas têm consciência de estar sendo maltratadas. &#8220;Mulheres com menor escolaridade não consideram ter sido desrespeitadas. Para elas, que se baseiam no que ouviram da experiência de amigas e parentes próximas, o parto em hospital é assim mesmo. Vai doer; vão gritar com ela. Há até a percepção de algo negativo, mas por ser visto com naturalidade não é entendido como maus-tratos&#8221; , afirma. Isso explica em parte por que muitas, assustadas, sufocam sua maneira de expressar a dor e, caladas, chegam a morder a si mesmas.</p>
<p>Segundo a outra ação de mercado, da psicóloga Janaína Marques de Aguiar, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a violência institucional nas maternidades é determinada, em parte, por uma discriminação de gênero, que transforma diferenças – ser mulher, pobre de baixa escolaridade – em desigualdades. Quando é negra, sofre ainda discriminação racial.</p>
<p>Outro aspecto grave é a persistência de uma relação hierárquica na qual a paciente é tratada como uma peça de intervenção profissional, e não sujeito dos próprios atos e decisões sobre o que lhe acontece. Isso tudo num contexto histórico e ideológico que coloca a mulher num papel inferior tanto do ponto de vista físico como social, no qual seu corpo e sua sexualidade tornam-se objeto de controle da medicina.</p>
<p>Desinformação é outro fator que contribui para a violência na maternidade. &#8220;A maioria das mulheres vai para o parto sem nenhuma informação&#8221;, aponta Simone Diniz, professora do Departamento de Saúde Materno-Infantil da Faculdade de Saúde Pública da USP. &#8220;Muitas são convencidas a aceitar a cesárea na hora, momento de dor aguda não apropriado para a reflexão sobre qual é a melhor decisão.&#8221; Esse tipo de parto, rápido e prático apenas para o médico, pois na maioria das vezes é desnecessário e expõe a parturiente aos riscos que envolvem uma cirurgia, vem sendo considerado uma das maiores violências.</p>
<p>De acordo com o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e o Sistema de Informação Hospitalar (SIH/SUS), todo ano são registrados cerca de 3 milhões de nascimentos no Brasil, dos quais 46,6% por parto cirúrgico. Em 2007, no sistema público, a taxa de cesarianas foi de 35% e, no atendimento privado, de 80%. O limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é 15%. O índice brasileiro é superior aos registrados em qualquer outro país do mundo. Segundo a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, de 2006, a maioria das cesarianas é agendada com antecedência.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3952" title="As dores do parto foto menor" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/03/As-dores-do-parto-foto-menor-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> As gestantes que conseguem ter parto natural são, na maioria das vezes, submetidas à episiotomia, procedimento condenado internacionalmente, no qual as mulheres têm a vulva e a vagina cortadas e costuradas sem necessidade. Hoje se sabe que a recuperação é mais rápida quando há laceração muscular devido à pressão natural da cabeça do bebê, e não quando o corte é feito artificialmente, por meio de bisturi. Outro procedimento agressivo é a administração excessiva do hormônio ocitocina, que potencializa as contrações uterinas – e as dores – para que o nascimento seja mais rápido.</p>
<p>&#8220;O trabalho de parto, que pode durar de oito a dez horas, é uma oportunidade para a equipe de saúde conversar e estabelecer um vínculo com as pacientes&#8221;, opina Elder Lanzani Freitas, estudante da Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) e a Agência Nacional de Saúde (ANS), que regulamenta as operadoras de saúde no Brasil, já realizam algumas ações para a humanização do parto e a conscientização de médicos e pacientes.</p>
<p>Desde 2000, o programa Trabalhando com Parteiras Tradicionais pretende melhorar a atenção ao parto domiciliar e busca sensibilizar os gestores do SUS e profissionais de saúde para que reconheçam as parteiras como parceiras e desenvolvam ações para apoiar e qualificar o trabalho. Nesse caso, entende-se por humanização o parto natural centrado na individualidade da mulher e com a abordagem de tecnologia adequada. Seu predomínio significará que as taxas de maus-tratos na hora do nascimento terão diminuído.</p>
<p><strong>Grávida: o que fazer?</strong></p>
<p>Muitos dos abusos cometidos contra as mulheres não aconteceriam se elas estivessem bem informadas. Assim, o primeiro passo é entender o próprio corpo e o que acontece com ele na gravidez. Cada uma deve ter capacidade de escolher o que é melhor para si, não para a equipe médica ou para o marido. Também se deve lembrar que, por milhares de anos, bebês nasceram sem a necessidade de uma cirurgia: partos normais eram o bastante.</p>
<p><strong>Violência: como denunciar</strong></p>
<p>A mulher vítima de violência na hora do parto pode e deve ligar para o número 180, da Central de Atendimento da Secretaria de Políticas para as Mulheres. A reportagem fez o teste e encontrou um atendimento rápido e eficiente.</p>
<p>Funciona 24 horas, todos os dias. As atendentes são treinadas. O serviço consiste não no registro de denúncias, mas em ouvir a mulher e orientar, instruir, sobre como, onde e a quem procurar em busca de ajuda ecomo fazer para denunciar de maneira mais eficiente o hospital, médicos, enfermeiros e demais profissionais que a atenderam.</p>
<p>A secretaria informa que a comunicação não precisa ser feita exclusivamente pela vítima, muitas vezes fragilizada e traumatizada. Parentes e amigos podem ligar para o 180. E quanto antes melhor, pois é possível até tentar um flagrante. As Delegacias da Mulher da localidade mais próxima também estão entre os locais em que a denúncia deve ser feita.</p>
<p>Com isso em conta, cada grávida poderá saber como funciona uma cesárea e compará-la ao parto normal. É importante conversar com o médico sobre o uso de ocitocina e sobre a prática da episiotomia e opinar contra ou a favor.</p>
<p>A lei brasileira garante a toda grávida o direito de ter um acompanhante na hora do parto. Deve-se exigi-lo. Além de auxiliar a mulher nessa hora, a pessoa pode intimidar ou evitar qualquer tipo de violência por parte da equipe médica.</p>
<p>Caso a paciente sinta que sofreu algum ato de violência, deve-se denunciar prontamente. Gritos, tapas e mau atendimento em um momento tão importante não devem ser considerados práticas-padrão. E toda grávida tem o direito de expressar dor, sempre.</p>
<p><strong>Fonte: Brasil Atual</strong></p>
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		<title>Água por 400 anos!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 13:10:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Nosso Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas descobriram um reservatório de água potável no norte da Namíbia, fronteira com Angola, que pode modificar a realidade do País, o mais seco da região. O aquífero existe há, pelo menos, 10 mil anos e seu volume pode atender às necessidades humanas na área pelos próximos 400 anos, seguindo os padrões atuais de consumo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas descobriram um reservatório de água potável no norte da Namíbia, fronteira com Angola, que pode modificar a realidade do País, o mais seco da região.</p>
<p>O aquífero existe há, pelo menos, 10 mil anos e seu volume pode atender às necessidades humanas na área pelos próximos 400 anos, seguindo os padrões atuais de consumo.</p>
<p>A descoberta traz embutida uma promessa de dias melhores para a população local. Até então, os habitantes do País, cerca de 800 mil pessoas, são dependentes de um canal de água situado do outro lado da fronteira, em Angola.</p>
<p>O novo aquífero, denominado Ohangwena II, esteve oculto por todos estes milênios no subsolo do deserto. No território da Namíbia, o reservatório ocupa uma área de 2,8 mil km². A exploração sustentável da água poderá amortecer até 15 anos de seca, que devasta a região.</p>
<p>O reservatório permitirá, ainda, o desenvolvimento agrícola da área, que só foi possível até hoje na margem de dois rios.</p>
<p>fonte: Terra</p>
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		<title>Gestante baleada continua em estado grave.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 20:54:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[A grávida de 25 anos que foi baleada na noite de ontem, 08/01/2013, no bairro Parque Munhoz, na zona sul de São Paulo, passou por uma cesariana e deu à luz uma menina logo após o crime. O bebê está na unidade neonatal de um hospital da zona sul e passa bem. O bairro onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grávida de 25 anos que foi baleada na noite de ontem, 08/01/2013, no bairro Parque Munhoz, na zona sul de São Paulo, passou por uma cesariana e deu à luz uma menina logo após o crime. O bebê está na unidade neonatal de um hospital da zona sul e passa bem.</p>
<p>O bairro onde grávida foi baleada tem ruas desertas e assaltos</p>
<p>Daniela Nogueira Oliveira, 25, foi atingida por um tiro na cabeça durante uma suposta tentativa de assalto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ela permanecia na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e seu estado é considerado grave pelos médicos.</p>
<p>A jovem foi baleada logo após descer de um Ford Fiesta na frente do condomínio em que mora, na rua Osíris de Camargo. Ela foi abordada por dois criminosos, que atiraram nela e fugiram sem levar nada. Testemunhas disseram que ela estava deitada e abraçada com a bolsa quando foi socorrida.</p>
<p>O marido de Daniela a observava da janela do apartamento onde moram e viu toda a cena. A Polícia Militar procurou câmeras de segurança no local para analisar as imagens e facilitar a identificação dos criminosos. O caso foi registrado no 89º DP (Portal do Morumbi), que ficará responsável pelas investigações.</p>
<p>fonte: Folha SP</p>
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		<title>Aumento mundial de tipos de câncer ligados ao HPV</title>
		<link>http://www.materna.com.br/saude/aumento-mundial-de-tipos-de-cancer-ligados-ao-hpv/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 23:58:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O vírus HPV já é a infecção sexualmente transmissível mais comum do mundo. O vírus é mais conhecido por provocar a doença no colo do útero, que mata anualmente quatro mil americanas. No Brasil, foram quase cinco mil em 2010. É hoje o grande responsável pelo desenvolvimento de câncer na garganta, amígdalas e língua. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Imagem-artigo-hpv1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4434" title="Imagem artigo hpv" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Imagem-artigo-hpv1.jpg" alt="" width="650" height="300" /></a>O vírus HPV já é a infecção sexualmente transmissível mais comum do mundo. O vírus é mais conhecido por provocar a doença no colo do útero, que mata anualmente quatro mil americanas. No Brasil, foram quase cinco mil em 2010.</p>
<p>É hoje o grande responsável pelo desenvolvimento de câncer na garganta, amígdalas e língua.</p>
<p>O preservativo reduz o risco de contaminação, mas não elimina este risco. Os médicos americanos chamam a atenção para importância da vacinação.</p>
<p>Existem cerca de 200 tipos de vírus HPV, e a maioria das infecções é causada por apenas quatro deles, que podem ser prevenidos pela <em>vacina quadrivalente</em>.</p>
<p>Para 70% dos casos de colo de útero e 90% das verrugas genitais, a vacina é eficiente. E tem obtido ótimos resultados para os cânceres orais.</p>
<p>A vacina é indicada para antes do inicio da vida sexual, principalmente para mulheres entre 9 e 26 anos de idade.</p>
<p>Nos EUA a vacina é indicada também para os homens, e custa em média R$270,00. Os seguros de saúde cobrem a vacinação e para os que não podem, a estrutura pública de saúde disponibiliza gratuitamente a vacinação.</p>
<p>Aqui no Brasil, a vacina, (são necessárias três doses), custa R$ 300,00, a dose. Os planos de saúde não cobrem os custos, e na há programa público de vacinação contra o HPV.</p>
<p>Segundo o dr. Luis Paulo Kowalski, diretor do Hosp. A.C. Camargo, é fundamental a vacinação como programa preventivo, para os jovens, até mesmo pelos custos do tratamento, à longo prazo.</p>
<p>Hoje, o custo de um programa público de vacinação é infinitamente menor do que os custos dos tratamentos da doença.</p>
<p>Do ponto de vista do Ministério da Saúde, o uso da vacina no programa nacional de imunizações, está ainda em estudo para se avaliar a efetividade da vacina.</p>
<p>Imagem: divulgação</p>
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		<title>Diálogo no ventre</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 15:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[gêmeos]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[mamãe]]></category>
		<category><![CDATA[útero]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos esse texto por e-mail, como tantos que circulam pela web de autoria desconhecida,, e aqui compartilhamos com vocês, pela beleza da sua mensagem. Trata-se de uma metáfora sobre a existência, a nossa jornada no ventre da Mãe Terra, o processo da vida e da morte, o despertar da alma. Boa leitura! No ventre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4022" title="gemeos para artigo" src="http://www.materna.com.br/wp-content/uploads/2012/03/gemeos-para-artigo3.jpg" alt="" width="649" height="398" /><br />
Recebemos esse texto por e-mail, como tantos que circulam pela web de autoria desconhecida,, e aqui compartilhamos com vocês, pela beleza da sua mensagem.</p>
<p>Trata-se de uma metáfora sobre a existência, a nossa jornada no ventre da Mãe Terra, o processo da vida e da morte, o despertar da alma.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p>No ventre de uma mulher grávida,  dois gêmeos dialogam:</p>
<p>- Você acredita em vida após o parto?</p>
<p>- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.</p>
<p>- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?</p>
<p>- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.</p>
<p>- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.</p>
<p>- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.</p>
<p>- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos  a mãe que nos ama e que cuidará de nós.</p>
<p>- Mãe? Será que ela existe, onde ela está?</p>
<p>- Onde?</p>
<p>-Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.</p>
<p>- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mãe, não existem provas científicas que ela exista, por isso é claro que ela não existe.</p>
<p>- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.</p>
<p><strong>Autor desconhecido</strong></p>
</div>
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