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	<title>Mauro Amaral</title>
	
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	<description>Eu conto histórias. Seu público gosta. Simples assim.</description>
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	<copyright>Copyright © Mauro Amaral 2010 </copyright>
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		<title>Mauro Amaral</title>
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	<itunes:subtitle>A meia hora mais valiosa do seu dia</itunes:subtitle>
	<itunes:summary>A meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org</itunes:summary>
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		<title>No FalaFreela#89 você fica sabendo o que seríamos se não fôssemos o que somos hoje. Ou não.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 19:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um mundo em constante mudança você tem o direito de mudar. Todo mundo tem um desejo escondido, uma nova atividade que gostaria de desempenhar e que, acredita, seria a solução para uma rotina profissional mais tranquila e feliz. Mas será que isso é garantia de sucesso? Será que não conseguimos alcançar a plenitude fazendo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mundo em constante mudança você tem o direito de mudar. Todo mundo tem um desejo escondido, uma nova atividade que gostaria de desempenhar e que, acredita, seria a solução para uma rotina profissional mais tranquila e feliz.</p>
<p>Mas será que isso é garantia de sucesso? Será que não conseguimos alcançar a plenitude fazendo o que já fazemos no dia a dia?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-13998" alt="ff89_Base-Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/05/ff89_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /></p>
<p>Muitas vezes escondemos nossas limitações e medos em um futuro projetado e idílico onde não existem problemas, clientes ou prazos. Tão irreal como o espelho de Alice, esta atitude nos afasta de uma felicidade no momento presente. Ao terminar de editar esse programa, a sensação que tive foi a de que precisamos fazer mais com o que sabemos do que tentar nos aventurar com um futuro conhecimento (ou desconhecimento) de uma área futura.</p>
<p><a href="http://www.contemconteudo.com"><strong>Eu como antiquário</strong></a>, <a href="http://www.lagartixa.org"><strong>Carol como restauradora</strong></a>, <a href="http://www.cristianoweb.net"><strong>Cristiano como Cantor</strong></a> e <a href="http://www.storme.com.br"><strong>Felipe como viajante profissional</strong></a> seríamos diferentes do que somos hoje? Talvez sim, talvez não.</p>
<p>Um programa para levar para dentro de sua cabeça mais perguntas do que respostas e, só por isso, muito bom. Logo após o PLAY ou o <a href="https://soundcloud.com/falafreela/89-o-que-voce-seria/download">DOWNLOAD</a>.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F93046978&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Em tempo: queria registrar um agradecimento especial ao <a href="http://nacaraecoragem.blogspot.com.br/" target="_blank"><strong>Tiago Malta</strong></a>, produtor musical que nos deu uma força na edição e corte inicial das vozes deste episódio. Sem ele, o programa não teria saído a tempo. Valeu!</p>
<h2>Linkania</h2>
<p>~&gt; <a href="http://www.youtube.com/channel/UCmoqWHSrtUZPv7AmCKhwOOw" target="_blank">Assine nosso canal no Youtube</a>;<br />
~&gt; <a title="Previna a L.E.R. usando atalhos de teclados no GMail com KeyRocket" href="http://carreirasolo.org/dicas/previna-a-ler-usando-atalhos-de-teclados-no-gmail-com-keyrocket">Assista ao último Vídeo Tutorial em Vídeo sobre atalhos para teclado</a><br />
~&gt; <a href="http://godofredo.org/">Compre os livros da Carol para seus filhos!<br />
</a>~&gt; <a href="http://www.mauroamaral.com/o-adapak-possivel-em-tempos-de-autoria-digital/" target="_blank">Leiam minha resenha sobre o &#8220;Espadachim de Carvão&#8221;</a><br />
~&gt; <a href="http://ocuradorsabe.tumblr.com/post/50905930742/ex-ministro-da-defesa-do-canada-fala-sobre-os">Ex-primeiro Ministro do Canadá: ETs existem e trabalham nos EUA</a>;<br />
~&gt; Acompanhe esses e outros assuntos misteriosos em <strong><a href="http://ocuradorsabe.tumblr.com/">O Curador Sabe</a>.</strong></p>
<h2>Ficha Técnica do #falafreela89</h2>
<p><strong>Gravado em 14/05 com um olho no futuro.</strong></p>
<p>Você ouviu ao fundo um achado indicado pelo <strong>Maurício Domene</strong> chamado <a href="http://www.marychapincarpenter.com/" target="_blank"><strong>Mary Chapin Carpenter</strong></a>. As faixas Fading Away, Learning The World,Soul Companion e New Years Day cairam como uma luva. Acrescentei ainda mantendo o clima de levada Folk a <em id="__mceDel">Blue Ridge, do Fleet Foxes e duas das meninas do Maedival Babes: </em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Cantiga e </em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Desert Rose.</em></em></em></em></em></em></em></p>
<p>Vai mudar de vida e plantar couve em Mauá? Conte pra gente lá na <strong><a href="http://www.facebook.com/falafreela" target="_blank">Fan Page</a>, <a href="https://www.facebook.com/groups/carreirasolo/" target="_blank">grupo de discussão</a>, <a href="https://plus.google.com/112214679445144896376/posts" target="_blank">Google+</a>, <a href="http://pinterest.com/mauroamaral/falafreela/" target="_blank">Pinterest</a></strong> e <a href="http://www.linkedin.com/groups/Carreirasoloorg-FalaFreela-4191476?trk=myg_ugrp_ovr" target="_blank"><strong>Linkedin</strong></a>!</p>
<p><strong>IMPORTANTE:</strong></p>
<h3><a href="https://itunes.apple.com/br/podcast/falafreela/id289492825?mt=2" target="_blank">Faça a sua resenha lá no iTunes Store e nos ajude a fazer bombar a meia hora mais valiosa do seu dia.</a></h3>
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		<title>FalaFreela#88 apresenta o Profissional de SEO</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela88-apresenta-o-profissional-de-seo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após terminar a edição deste programa, a sensação que ficou é a de que o profissional de SEO é um analista de robôs. Ele passa a vida tentando entender como muda (e em que frequência muda) o comportamento do algorítimo do Google, a principal e quase onipresente ferramenta de busca do século XXI. A cada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após terminar a edição deste programa, a sensação que ficou é a de que o <strong>profissional de SEO</strong> é um analista de robôs. Ele passa a vida tentando entender como muda (e em que frequência muda) o comportamento do algorítimo do Google, a principal e quase onipresente ferramenta de busca do século XXI.</p>
<p>A cada novo lançamento (Panda, Penguim etc) ele precisa correr para as fontes de conteúdo, analisar o que mudou e adaptar seus projetos, muitos deles já no ar, para que continuem relevantes naquele infinitesimal espaço de tempo entre a digitação no campo de buscas e os resultados da primeira página.</p>
<p>Contudo, o dia a dia do <strong>profissional de SEO</strong> não é assim tão incerto. Muita ética é preciso estar presente para evitar técnicas ilegais ou pouco recomendáveis, chamadas de <em>“blackhat”</em>. Boas práticas existem e, em uma visão bem geral, se resumem a pensar em conteúdo feito para pessoas, mas que agradem também aos robôs. Parafraseando nosso convidado no episódio de hoje, “de que adianta ir atrás do Google e ele está atrás de pessoas?”.</p>
<div id="attachment_13911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img alt="Decifra-me ou te reprogramo" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/05/ff88_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /><p class="wp-caption-text">Decifra-me ou te reprogramo</p></div>
<p>Em uma edição com quase 1 hora de duração, o <a href="http://www.carreirasolo.org/falafreela"><strong>FalaFreela</strong></a> de hoje busca desenhar um rápido plano de carreira para o  futuro SEO. Não foi uma tarefa fácil.</p>
<p>Em resumo, entendemos que, antes de iniciar em sua carreira, a jornada será igualmente difícil: sua atividade ainda não é regulamentada e cursos existem somente os livres, sem grandes pretensões acadêmicas. Ainda que a atividade tenha sofrido grande impulso de 2003 para cá, podemos dizer que estamos ainda (ou constantemente) na formação de sua base de atuação geral. <strong>Que atividades são essas? Como conseguir os primeiros clientes? Existe espaço para o freelancer de SEO?</strong></p>
<p>Esperamos responder a essas e outras perguntas. E quem sabe, deixar você com outras logo após o PLAY ou o <strong><a href="https://soundcloud.com/falafreela/88_seo/download">DOWNLOAD</a></strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F91970014" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#87 e dicas para hospedar projetos digitais na Amazon</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/E_h0siZRVFk/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela87-e-dicas-para-hospedar-projetos-digitais-na-amazon/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 20:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma grande ideia só vira um negócio com excelente execução. E uma execução primorosa só entra para a história se contar com uma hospedagem à altura. Com essas duas frases poderíamos resumir o programa de hoje: seu negócio não pode abrir mão de uma estrutura que o mantenha 100% do tempo no ar, vendendo ou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma grande ideia só vira um negócio com excelente execução</strong>. E uma execução primorosa só entra para a história se contar com uma hospedagem à altura. Com essas duas frases poderíamos resumir o programa de hoje: seu negócio não pode abrir mão de uma estrutura que o mantenha 100% do tempo no ar, vendendo ou divulgando seu produto.</p>
<p>Hoje, no mercado, contamos com dois tipos principais de serviços economicamente viáveis quando se trata de hospedagem: <strong>a compartilhada e a auto-hospedagem</strong>. Sim, sei que existem outras. Mas essas duas figuram como as mais em evidência e por isso vamos analisá-las em suas vantagens e desvantagens.</p>
<p>Se é verdade que páginas institucionais e sites pessoais com visitação reduzida podem contar com uma hospedagem de mercado simples que, com poucos cliques, ajuda a colocar seu projeto no ar; é também verídica a afirmação que atesta a necessidade de alternativas como a auto-hospedagem para blogs profissionais e pequenos sites de e-commerce.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-13814" alt="ff87_Base-Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/05/ff87_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /></p>
<p>Por isso, no programa de hoje procuramos analisar os prós e contras destes dois modelos de hospedagem contando, inclusive, o &#8220;case&#8221; do próprio <strong>Carreirasolo</strong>. Manter um projeto no ar é assumir um compromisso com equipe e clientes e, quanto mais o segundo aumenta, mas a primeira precisa ser competente.</p>
<p>Aproveite que estamos 100% no ar e aperte o PLAY ou faça o <a href="https://soundcloud.com/falafreela/87-hospedagem/download" target="_blank">DOWNLOAD</a>.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F90985222" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-size: 13px;"> </span></h2>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/E_h0siZRVFk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#86 e os clientes sem noção</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/5GFTxdOL0BU/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela86-e-os-clientes-sem-nocao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 17:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Um briefing mal pedido, um sobrinho que &#8220;mexe com essas coisas de propaganda e internet&#8221;, um joão sem braço&#8230; as definições são várias e a existência comprovada: clientes sem noção tiram o sono dos profissionais independentes. Por isso reunimos o time base da meia hora mais valiosa do seu dia para dar dicas valiosas na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um briefing mal pedido, um sobrinho que &#8220;mexe com essas coisas de propaganda e internet&#8221;, um joão sem braço&#8230; as definições são várias e a existência comprovada: clientes sem noção tiram o sono dos profissionais independentes. Por isso reunimos o time base da meia hora mais valiosa do seu dia para dar dicas valiosas na hora de identificar e evitar este tipo de contato profissional.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-13762" alt="ff86_Base-Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/04/ff86_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /></p>
<p>Vale lembrar que muito do que relatamos é mais fruto do desconhecimento do que de má fé. Então, nossa principal função é ser didático frente a clientes e prospects. Quem sabe criando um F.A.Q em seu site? Bom, confira conosco o programa e tire suas próprias conclusões.</p>
<p>Aperte o PLAY ou faça o <a href="http://soundcloud.com/falafreela/86-clientes-sem-nocao/download" target="_blank">DOWNLOAD</a>.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F90142484&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Linkania</h2>
<p>~&gt; Leia os &#8220;<a title="8 artigos que resolveriam a polêmica sobre a tabela referencial de preços para freelancers" href="http://carreirasolo.org/dicas/8-artigos-que-resolveriam-a-polemica-sobre-a-tabela-referencial-de-precos-para-freelancers">8 artigos que resolveriam a polêmica da tabela de preços</a>&#8220;;<br />
~&gt; Leia o post &#8220;<a title="Então você acha que freelancer trabalha pouco?" href="http://carreirasolo.org/inspiracao/entao-voce-acha-que-freelancer-trabalha-pouco">Você acha que freelancer trabalha pouco?</a>&#8221;<br />
~&gt; <a href="http://www.youtube.com/channel/UCmoqWHSrtUZPv7AmCKhwOOw" target="_blank">Assine nosso canal no Youtube</a>;<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
</em></em></p>
<h2>Participaram do episódio</h2>
<p>~&gt;<strong>Mauro Amaral</strong>: diretor de criação da <a href="http://contemconteudo.com" target="_blank">contemconteudo.com</a><br />
~&gt;<strong>Carolina Vigna-Maru</strong>: ilustradora e designer no <a href="http://lagartixa.org" target="_blank">lagartixa.org</a><br />
~&gt;<strong>Cristiano Santos</strong>: designer multifunção e palestrante que você encontra no <a href="http://cristianoweb.net" target="_blank">cristianoweb.net</a></p>
<p>Pensa que acabou? Acabou não: agora é hora de você comentar logo abaixo e nos contar o que faz para evitar clientes sem noção. Adicionalmente, nos visite em nossa <strong><a href="http://www.facebook.com/falafreela" target="_blank">Fan Page</a>, <a href="https://www.facebook.com/groups/carreirasolo/" target="_blank">grupo de discussão</a>, <a href="https://plus.google.com/112214679445144896376/posts" target="_blank">Google+</a>, <a href="http://pinterest.com/mauroamaral/falafreela/" target="_blank">Pinterest</a></strong> e <a href="http://www.linkedin.com/groups/Carreirasoloorg-FalaFreela-4191476?trk=myg_ugrp_ovr" target="_blank"><strong>Linkedin</strong></a>!</p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#85 – Qual o valor do seu preço?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/4iysfguR7j4/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela85-qual-o-valor-do-seu-preco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 17:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 15 de abril, Diego Motta, um designer digital do Rio Grande do Sul, publicou o resultado de uma pesquisa coletiva iniciada em Outubro de 2012 entre os seguidores de sua página, a Design&#38;Chimarrão. O tema: uma tabela referencial de preços para serviços freelancer em design. Alguns dias depois, um debate movido pelo motor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 15 de abril, <strong>Diego Motta</strong>, um designer digital do Rio Grande do Sul, publicou o resultado de uma pesquisa coletiva iniciada em Outubro de 2012 entre os seguidores de sua página, a <strong>Design&amp;Chimarrão</strong>. O tema: <strong>uma tabela referencial de preços para serviços freelancer em design.</strong></p>
<p>Alguns dias depois, um debate movido pelo motor social das compartilhadas e curtidas invadiu a principal e maior rede social do mundo. O teor dos pontos levantados, a forma como foram encarados e seus desdobramentos nos fez reunir o time central de nosso podcast e mais dois convidados bem especiais. <strong>Rafael Ancara</strong>, do <strong>AntiCast</strong> e o próprio criador da tabela, <strong>Diego Motta</strong>.</p>
<p>Quem é <strong>Diego Motta</strong>? Qual foi a metodologia utilizada para criar essa tabela, quais seus resultados imediatos e a médio prazo no mercado de design e ilustração nacional? Em entrevista exclusiva ao <strong>FalaFreela</strong>, o próprio Diego nos ajuda a responder a essas questões.</p>
<p><strong>Ouça, comente e compartilhe!</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F89290599" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Mais links sobre o caso</h2>
<p>~&gt; <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=595243887155466&amp;set=a.273500922663099.76555.272706106075914&amp;type=1" target="_blank">O post oficial na Design&amp;Chimarrão</a>;<br />
~&gt; AntiCast Urgente<a href="http://www.brainstorm9.com.br/36312/anticast/anticast-urgente-02-a-polemica-da-tal-tabela-de-precos/" target="_blank">#2</a> e <a href="http://www.brainstorm9.com.br/36541/anticast/anticast-urgente-3-resolvendo-a-polemica-da-tabela/" target="_blank">#3</a> sobre sobre o tema;<br />
~&gt; <a href="http://www.talknowdesign.com/talknow-05-precos-e-tabelas/" target="_blank">TalkNow 5</a>, com Ivan Mizanzuk;<br />
~&gt; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=0X71kmEVJHA" target="_blank">Vídeo de Montalvo</a>, em resposta à polêmica.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/4iysfguR7j4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>FalaFreela#84 – Stress!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 17:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um animal está em estado de atenção, todo o seu organismo está pronto para responder de forma mais rápida e eficiente, garantindo dessa forma o jantar do dia ou, até mesmo, sua sobrevivência. Chamamos isso também de stress. Contudo, quando o mesmo animal homem supervaloriza os problemas cotidianos, deixando que eles o engulam, vive [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um animal está em estado de atenção, todo o seu organismo está pronto para responder de forma mais rápida e eficiente, garantindo dessa forma o jantar do dia ou, até mesmo, sua sobrevivência. Chamamos isso também de <strong>stress</strong>. Contudo, quando o mesmo animal homem supervaloriza os problemas cotidianos, deixando que eles o engulam, vive um pesadelo desperto, que gera sequelas em seu corpo e capacidade cognitiva. A isso, chamamos de <strong>stress ruim.</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-13625" alt="FF84_Base-Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/04/FF84_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A grande questão do mundo contemporâneo é saber diferenciar o que é o stress bom e o que é o stress ruim. Sem dúvida alguma, vivemos mais infestados do segundo do que do primeiro. Falta de atenção, cansaço extremo, irritabilidade são alguns dos sintomas mais aparentes. Os outros e, principalmente, a forma como evitá-los e tratá-los, é o tema da meia hora mais valiosa do seu dia.</p>
<p>Afinal, nessa selva na qual temos que matar um leão (ou vários patos) por dia, tentamos nos elevar à Chuck Norris sempre com a faca nos dentes e &#8220;sangue nos óio&#8221;.  <strong>Vamos mostrar para você que nem sempre precisa ser assim.</strong></p>
<p>Agora, respire fundo, relaxe, e aperte o PLAY ou o DOWNLOAD.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F88978437" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/YJ_k06IgB0g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O que a campanha de DOVE esconde…</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 14:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Circulou na web essa semana uma campanha linda, linda de Dove, na qual mulheres são convidadas a descrever seus traços e, depois, pessoas que as viram apenas uma vez fazem a mesma coisa. A diferença é clara e nos mostra como nos julgamos em detrimento de como os outros enxergam, por vezes, apenas o melhor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Circulou na web essa semana uma campanha linda, linda de Dove, na qual mulheres são convidadas a descrever seus traços e, depois, pessoas que as viram apenas uma vez fazem a mesma coisa. A diferença é clara e nos mostra como nos julgamos em detrimento de como os outros enxergam, por vezes, apenas o melhor em nós. Assista:</p>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XpaOjMXyJGk?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/XpaOjMXyJGk?version=3&amp;hl=en_US" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>O que eu achei mais curioso, contudo, é que <a href="http://www.linkedin.com/in/sketchartist" target="_blank"><strong>Gil Zamora</strong></a> &#8211; artista forense do FBI &#8211; é por si só uma espécie de condutor do experimento e utilizou suas técnicas de investigador para tal. Assim, fica patente que o que ele registra são opiniões. Os <strong>desconhecidos externos</strong> sabem mais de nós do que o <strong>desconhecido interno</strong>, nós mesmos. Certo? Errado.</p>
<p>O que o experimento demonstra é que estamos prontos a confiar e mirar só naquilo que nos agrada nos outros. É lei de atração pura e simples, que dribla a memória e nos faz lembrar apenas de traços mais suaves. É claro que Gil tem questões diferentes para a própria pessoa (&#8220;Me diga como é a sua bochecha&#8221;) e para o convidado (&#8220;Como ela se parece?&#8221;). Objetivo x subjetivo.</p>
<p><strong>Mas, sim, as mulheres são belas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FalaFreela#83 e os mistérios da Nostalgia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 16:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[No excelente filme Meia Noite em Paris (2011, Woody Allen), o roteirista de cinema Gil (Owen Wilson) vive um dilema criativo dos mais interessantes: não gosta do que faz porque sua época, ele julga, não tem o glamour dos anos 20. Seus roteiros são um desperdício de talento. Embora o sustente. Em um arroubo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No excelente filme <strong>Meia Noite em Paris</strong> (2011, Woody Allen), o roteirista de cinema Gil (<strong>Owen Wilson</strong>) vive um dilema criativo dos mais interessantes: não gosta do que faz porque sua época, ele julga, não tem o glamour dos anos 20. Seus roteiros são um desperdício de talento. Embora o sustente.</p>
<p>Em um arroubo de realismo fantástico típico desse diretor novaiorquino, Gil pega carona em um antigo coupé Peugeot e, claro, vai parar na Paris de sua época preferida, encontrando e confabulando com seus mestres, como casal Fitzgerald, COle Porter, Ernest Hemingway e tantos outros.</p>
<p>A trama se desenrola nos apresentando como síntese a <strong>incapacidade do ser humano viver a plenitude de seu tempo</strong> quando preso aos males da nostalgia. Esse sentimento acaba por pintar a realidade de cores mais fortes e vívidas do que a plena experimentação do presente (única realidade possível) nos deixa perceber. Para alguns é um meio de vida, para outros prisão ou ainda motivo para festas temáticas de gosto duvidoso.</p>
<p>Ficando ainda no ambiente cinematográfico, em <strong>Vanila Sky</strong> (Cameron Crowe, 2001), acompanhamos o passeio alegórico de David Aames (Tom Cruise) por suas lembranças e desejos ocultos. Seria sua vida um conjunto de memórias construídas? Como delas se libertar e o que isso tem de bom ou ruim? Mais uma vez, sob certo aspecto, revisitamos o conceito de nostalgia como um estaca no coração do tempo, impedindo-o de passar.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-13465" alt="ff83_Base-Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/04/ff83_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /><br />
Usei esses dois exemplos cinematográficos como forma de exemplificar esse curioso episódio da meia-hora mais valiosa do seu dia, porque ele é, em si, off-topic. Nos soltamos em discussões além das dicas pontuais, indo fundo no sentimento nostálgico.</p>
<p>Não é uma análise corroborada por especialistas em qualquer atividade humana que não a <strong>Comunicação</strong>, o <strong>Design</strong> e as <strong>Artes</strong>. Só por isso valiosa. E, em função disso, limitada ao nosso fazer. Mas, mesmo assim, um prato cheio para você se questionar se é ou não nostálgico e o que esse comportamento impede sua plenitude como ser humano e profissional.</p>
<p>Agora é dar o PLAY ou fazer o <strong><a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafreela-83-nostalgia/download">DOWNLOAD</a>.</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F87966761" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/o74QZHOQIK0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#82: o primeiro da série #falafreelaresponde</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela82-o-primeiro-da-serie-falafreelaresponde/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 14:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[A quinta temporada começou um pouco tarde e quase fria. Mas, semana passada (apesar dos atropelos da Louca Web persistirem) o retorno aumentou. Nada fora do comum, sejamos honestos. Mas, um ar de esperança rolou. Por isso, pensamos no programa dessa semana como o registro desse movimento começado em abril. Uma espécie de homenagem em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://soundcloud.com/falafreela/sets/falafreela-quinta-temporada" target="_blank"><strong>quinta temporada</strong></a> começou um pouco tarde e quase fria. Mas, semana passada (apesar dos atropelos da Louca Web persistirem) o retorno aumentou. Nada fora do comum, sejamos honestos. Mas, um ar de esperança rolou. </p>
<p>Por isso, pensamos no programa dessa semana como o registro desse movimento começado em abril. Uma espécie de homenagem em forma de trabalho (dá trabalho editar, viu&#8230;) à persistência de leitores e ouvintes muito especiais. Como eu digo lá no Manifesto d´<a href="http://ocuradorsabe.tumblr.com" target="_blank"><strong>O Curador Sabe</strong></a>:</p>
<blockquote><p>É com grande alívio que abrimos mão, desde o início, da popularidade, dos seguidores aos milhares e dos dedões em riste apenas e espasmodicamente afirmando que nos curtiram. Não somos couro. Somos ouro.</p></blockquote>
<p>E por falar em gente especial (<a title="Editores" href="http://carreirasolo.org/editores" target="_blank"></p>
<p><strong>Cristiano</strong> e <strong>Carolina</strong></a>, vocês são e sabem disso&#8230;) a satisfação desse episódio só aumentou com a possibilidade de trazermos um convidado. Escolhi um profissional que admiro muito, lá da terrinha, o <a href="http://www.escolafreelancer.com" target="_blank"><strong>Luciano Larrossa</strong></a>. Ele pilota uma operação totalmente voltada para o profissional freelancer em Portugal chamada <a href="http://www.EscolaFreelancer.com" target="_blank">EscolaFreelancer.com</a>. Nós o convidamos em um dia e dois dias depois, estávamos gravando!</p>
<div id="attachment_13283" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><img alt="" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/04/ff82_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /><p class="wp-caption-text">Ouça também em soundcloud.com/falafreela</p></div>
<p>O primeiro episódio da série <strong>FalaFreelaResponde</strong> é, assim, uma grande conquista por parte de todos os envolvidos. Espero que você curta, compartilhe e tire foto no espelho para postar no Facebook! E, claro, nos brinde com o seu <strong><a href="http://soundcloud.com/falafreela/ff82-ffresponde-lucianolarrossa/download">DOWNLOAD</a></strong>.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F86846404" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Comentem!</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/tnEPgryDrys" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Adapak possível em tempos de autoria digital</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 16:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[affonso solano]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Affonso Solano é corajoso. E com isso não quero falar das dificuldades de se publicar no país, bem menores em tempos digitais, mas ainda grandes em uma terra de poucos leitores. Minha intenção é outra. Antes, deixem-me contar sobre minha reação ao ouvir os primeiros rumores sobre o lançamento de &#8220;O espadachim de carvão&#8221;. Na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Affonso Solano</strong> é corajoso. E com isso não quero falar das dificuldades de se publicar no país, bem menores em tempos digitais, mas ainda grandes em uma terra de poucos leitores. Minha intenção é outra.</p>
<p>Antes, deixem-me contar sobre minha reação ao ouvir os primeiros rumores sobre o lançamento de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/112913082/livro-o-espadachim-de-carvao?franq=143570" target="_blank"><strong>&#8220;O espadachim de carvão&#8221;</strong></a>. Na hora, deduzi que o <em>&#8220;carvão&#8221;</em> seria uma alusão ao crayon, ao lápis, enfim, a alguma técnica de desenho da qual o autor-ilustrador, com trabalhos publicados em canais de TV, portais e editoras nacionais, utilizaria como metáfora para contar sua história. Desde o começo, para mim, O <strong>Espadachim-Solano</strong> seria o retratado em sua obra.<span id="more-3336"></span></p>
<p>E não é que a sensação se conformou ao terminar as 255 páginas do livro? <strong>Adapak</strong> não é outro senão o menino criado no interior do Brasil, com uma infância cercada de natureza e espécies exóticas que ao sair de sua caverna tem como única defesa sua própria inocência e, claro, seus círculos, alusão transparente aos movimentos manuais de um desenhista.</p>
<p>Mas será essa interpretação possível de ser replicada por outros leitores? Acredito que sim porque Solano é mais um autor guiado pela &#8220;mitologia da trupe&#8221;, efeito que já abordei por aqui, ao falar do <a title="Independência ou Mortos: Resenha" href="http://www.mauroamaral.com/independencia-ou-mortos-resenha/" target="_blank"><strong>&#8220;Independência ou Mortos&#8221;</strong></a>.</p>
<p>Isso porque <strong>Affonso</strong> é um dos criadores de um dos podcasts de maior sucesso do país, o <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/categoria/matando-robos-gigantes/" target="_blank"><strong>Matando Robôs Gigantes</strong></a>. Escutar um episódio dessa franquia é viajar por uma peça metalinguística do início ao fim, onde o próprio áudio dialoga com os podcasters, enviando referências sobre filmes, quadrinhos e games, em formato de trilhas sonoras e frases bem colocadas. Foi nesse ambiente que <strong>Solano</strong> criou seu público durante alguns anos, em cozimento lento e com especiarias escolhidas cuidadosamente. Como legítimo representante dos autores vindos da WEB, seu público estava pronto antes da obra e, esta, por sua vez, saiu da gráfica com sucesso garantido.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-3345" alt="adapak" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2013/04/adapak.jpg" width="639" height="891" /></p>
<p>Pareceu para mim que, como resposta a essa demanda, o personagem central do livro soa (forçosamente?) como o herói de si mesmo. Senão, vejamos. Em uma jornada sem tantos lugares comuns, <strong>Adapak</strong> é leitor voraz de obras fantásticas, hábil em uma arte secreta que o faz enxergar círculos invisíveis que o ajudam a resolver situações das mais intrincadas, inapto com as regras sociais mais banais. Na figura de um viajante sem rumo, enfrenta castelos, piratas, intrigas espirituais e acha graça da miudeza intelectual de seus &#8220;súditos&#8221; que depositam oferendas a um Deus ausente. Em uma palavra: &#8220;meldels&#8221;. (vejam só eu, como trupe, citando uma dos jargões do programa&#8230;)</p>
<p>É essa a coragem de <strong>Affonso</strong>, um <strong>Adapak</strong> possível e sucessor de autores como <strong>Eduardo Spohr</strong> e o próprio <strong>Rafael Dracon</strong>, seu editor. Mostrar-se de forma autobiográfica para seus iniciados é um segredo auto revelado e bastante inteligente. No herói cor de carvão, sem orelhas ou nariz, enxergamos suas limitações, seu apego por sua própria pessoa, sua mitologia, sua habilidade em contar histórias. Notem que não sou eu quem descubro isso sozinho: uma das principais discussões de fãs e leitores da redes social <strong>Skoob</strong> versa sobre a identificação de sócios e amigos de Solano na obra. Quem seriam Diogo Braga e Roberto Duque Estrada na trama? Não importa: <strong>cada fã é uma sentença</strong>.</p>
<p>E é incrível como isso se encaixa em uma obra aberta e própria para sua comunidade, criada a partir de sua própria linha narrativa, um &#8220;montando um robô&#8221; literário, enfim.</p>
<h2>A trama de um tapete com infinitos fios</h2>
<p>Nesse sentido, o que é elogio pode virar sugestão. Ao terminar a leitura, ficou claro para mim que <a href="http://www.submarino.com.br/produto/112913082/livro-o-espadachim-de-carvao?franq=143570" target="_blank"><strong>&#8220;O espadachim de carvão&#8221;</strong></a> merecia alguns aprofundamentos. A necessidade de apresentar um Universo inteiro com descrições minuciosas de diversas espécies, sua história e relação com a mitologia dos Quatro que São Um, embora vigorosa, mostrou-se apressada.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-3343" alt="personagens_espadachim2" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2013/04/personagens_espadachim2.png" width="600" height="223" /></p>
<p>Senti falta de um mapa de Kurgala, por exemplo, recurso utilizado desde as épocas de Tolkien. Por que não utilizar o poder das redes para montar esses descritivos, de forma colaborativa e como estratégia de lançamento? Por que não lançar concept arts?</p>
<p>Entenda, leitor e fã, esse sentimento é apenas prova de que a obra merece desdobramentos e tem qualidade inconteste. Estamos falando, afinal, do cartão de boas-vindas de um Universo Fantástico, editado pela Fantasy e que merece vida longa, pois não?</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Filho e pai de um público auto-gerado, <strong>Affonso Solano</strong> tem em seu livro de estreia a chance de estender sua plataforma para além do virtual e do instantâneo. Fica a questão: terão os autores do século XXI intimidade com a posteridade?</p>
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		<item>
		<title>The Swing Era – Documentário na íntegra sobre história do Jazz pós Guerra</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 16:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>

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		<description />
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="800" height="600"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bBOjgnRP8Aw?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bBOjgnRP8Aw?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="800" height="600" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/IBdiUrJjZP4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Você moraria assim?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/5bWa5IVeId4/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/voce-moraria-assim/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 17:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>

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		<description><![CDATA[A tendência lá fora são os apartamentos tão, mas tão planejados, que só funcionam com muita imaginação e armários que deslizam para lá e para cá. Apurei outro dia para um cliente que, inclusive, a cidade de Nova York criou um prêmio para eleger projetos inovadores que prometam qualidade de vida em 30m2. Em tempo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A tendência lá fora são os apartamentos tão, mas tão planejados, que só funcionam com muita imaginação e armários que deslizam para lá e para cá. Apurei outro dia para um cliente que, inclusive, a cidade de Nova York criou um prêmio para eleger projetos inovadores que prometam qualidade de vida em 30m2. Em tempo, isso já foi o espaço destinado a uma cela de monge.</p>
<p>Confiram o vídeo, no qual um orgulhoso <strong>Graham Hill</strong> (<a href="http://www.treehugger.com">www.treehugger.com</a>)desfila por suas soluções bem boladas:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/55389782?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="400" height="300" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>A questão que fica: tem me parecido que o futuro é desenhado para pessoas sem família. <a href="http://www.valor.com.br/cultura/3055660/menos-e-mais" target="_blank">É mais ou menos como essa matéria sobre minimalismo que saiu no Valor outro dia</a>. Ok, viver uma vida sem lenço nem documento com três peças de roupa. Mas e se você tem filhos? Onde eles estudam? Como andam vestidos? Do que se alimentam?</p>
<p><strong>Vaporware, moda ou tendência? Aguardo comentários.</strong></p>
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		<item>
		<title>A vida de quem cria, em quadrinhos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 11:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>

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		<description><![CDATA[Grant Snider tem o talento de registrar os pormenores, agruras e barreiras enfrentadas por quem vive de escrever. No site Incidental Comics você encontra pérolas como essa: Ou ainda essa, bem próxima de muitos de nós: Rolam ainda críticas inteligentes ao nosso estilo de vida atual, como nesse na qual ele indica tipos de drogar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Grant Snider</strong> tem o talento de registrar os pormenores, agruras e barreiras enfrentadas por quem vive de escrever. No site <a href="http://www.incidentalcomics.com/" target="_blank">Incidental Comics</a> você encontra pérolas como essa:</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2013/04/straybooks-mashable.jpg" alt="straybooks-mashable" width="575" height="970" class="alignright size-full wp-image-3325" /></p>
<p>Ou ainda essa, bem próxima de muitos de nós:</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2013/04/MakingWrite-blog.jpg" alt="MakingWrite-blog" width="636" height="750" class="alignright size-full wp-image-3326" /></p>
<p>Rolam ainda críticas inteligentes ao nosso estilo de vida atual, como nesse na qual ele indica tipos de drogar (lícita ou não) que devem ser permitidas ou banidas da vida do escritor:</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2013/04/drugs-blog.jpg" alt="drugs-blog" width="650" height="719" class="alignright size-full wp-image-3327" /></p>
<p>Enfim, um manancial de boas tiradas e leitura relaxante. <strong><a href="http://www.incidentalcomics.com/" target="_blank">Passem lá!</a></strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/KsOppdLKhvU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#81 e a eterna briga entre trabalhos autorais e comerciais</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela81-e-a-eterna-briga-entre-trabalhos-autorais-e-comerciais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 00:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso ouvinte Flavio Demarchi, fotógrafo em São Paulo, nos trouxe uma questão valiosa essa semana: como se posicionar com seus portfólios pessoal e comercial? Eles precisam caminhar de forma distinta, um canibalizaria o outro? Ao iniciar as discussões nos lembramos que criar de forma independente é um mito do século XX. Desde sempre, artistas dependeram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso ouvinte <a href="http://flaviodemarchi.com.br/" target="_blank"><strong>Flavio Demarchi</strong></a>, fotógrafo em São Paulo, nos trouxe uma questão valiosa essa semana: <strong>como se posicionar com seus portfólios pessoal e comercial</strong>? Eles precisam caminhar de forma distinta, um canibalizaria o outro? Ao iniciar as discussões nos lembramos que criar de forma independente é um mito do século XX. </p>
<p>Desde sempre, artistas dependeram da ajuda de seus mecenas (algumas vezes até dos deuses) para dar vazão à sua criatividade. Papo histório à parte, trouxemos dicas valiosas para quem está iniciando na vida criativa e se sentir em dúvida sobre qual foco dar ao seu trabalho! Confiram!<span id="more-3318"></span></p>
<div id="attachment_13242" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-13242" alt="Foto: Relatividade, de Flavio Demarchi. Reprodução." src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2013/04/ff81_Base-Slider-FF-640-x-303.png" width="640" height="303" /><p class="wp-caption-text">Foto: Relatividade, de Flavio Demarchi. Reprodução.</p></div>
<h2>Sobre as mudanças da quinta temporada</h2>
<p>Que tal fazer como o Flavio? Gravem e enviem para o <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com" target="_blank">carreirasolo.org@gmail.com</a>. Pode ser reclamação, dúvida, apresentação de case, sugestão de site ou livro enfim, o que vier à cabeça.</p>
<p>Não se esqueça também de <a href="http://www.youtube.com/channel/UCmoqWHSrtUZPv7AmCKhwOOw?feature=mhee" target="_blank">assinar nosso canal no Youtube</a>, com vídeo-tutoriais sobre produtividade, ferramentas e outras coisinhas mais.</p>
<p>Agora vai lá e dá o seu PLAY ou faça o <a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafrela81-autoralcomercial/download" target="_blank"><strong>DOWNLOAD</strong></a> no episódio dessa semana e isole você também o DNA Freelancer!</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F85884247&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#80 – Isolamos o DNA Freelancer</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela80-isolamos-o-dna-freelancer/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 23:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[A questão fundamental retorna à meia hora mais valiosa do seu dia. Será que é possível identificar na rua quem é freelancer e quem não é? O que nos uniria? Quais seriam nossos traços fundamentais enquanto espécie (sic)? E mais: já nascemos assim ou somos resultados de nosso meio? Descubra o que sua vida de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A questão fundamental retorna à meia hora mais valiosa do seu dia. Será que é possível identificar na rua quem é freelancer e quem não é? O que nos uniria? Quais seriam nossos traços fundamentais enquanto espécie (sic)? E mais: já nascemos assim ou somos resultados de nosso meio?</p>
<p>Descubra o que sua vida de freelancer tem a ver com o barroco colonial brasileiro, com Picasso (ui!) e Michelangelo. E ainda: como uma agência virtual funcionaria em 1995 e por quê é tão importante saber ligar os pontos!<span id="more-3313"></span></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F84833151&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/Se-jxXYBeBQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#79 – Liberdade Criativa</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela79-liberdade-criativa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 21:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Na meia hora mais valiosa do seu dia vamos conversar sobre até onde você deve ir para garantir a sua liberdade criativa. Como encarar briefings que mudam, contratos que exigem mais do que você acha justo e limitações do negócio de seu cliente? E mais: descubra a identificar o que é mais essencial em seu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na meia hora mais valiosa do seu dia vamos conversar sobre até onde você deve ir para garantir a sua liberdade criativa. Como encarar briefings que mudam, contratos que exigem mais do que você acha justo e limitações do negócio de seu cliente? E mais: <strong>descubra a identificar o que é mais essencial em seu trabalho e lute por isso. Ou viva tentando.</strong></p>
<p>Esse episódio me deixou com a sensação de que entreguei um trabalho bem feito. Tem de tudo: dicas, conceitos, boas indicações de livros e muito bom-humor. Quero ler e ouvir a opinião de vocês, ok?<span id="more-3307"></span></p>
<p><span style="font-size: 1.5em;">Lembretes da Quinta Temporada</span></p>
<p>Apenas lembrando: queremos ouvir vocês em comentários de voz a serem editados nos próximos programas. Gravem e enviem para o <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com">carreirasolo.org@gmail.com</a>. Pode ser reclamação, dúvida, apresentação de case, sugestão de site ou livro enfim, o que vier à cabeça.</p>
<p>Ah sim: já temos um <a href="http://www.youtube.com/channel/UCmoqWHSrtUZPv7AmCKhwOOw" target="_blank">canal no Youtube</a>, com vídeo-tutoriais-em-vídeo sobre produtividade. Confira e assine!</p>
<p>Agora vai lá e dá o seu PLAY ou faça o <a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafreela-78-por-que-o-brasil/download" target="_blank">DOWNLOAD</a> no episódio dessa semana!</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F83776910&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>O que você vai saber após ouvir o #falafreela79:</h2>
<ul>
<li>A liberdade criativa está em identificar o que é mais essencial em cada trabalho, e lutar para preservar essa escolha;</li>
<li>Sim, você fará mais concessões do que pensa. Mas isso conta pontos;</li>
<li>Ninguém que fez um site pornô, admite..</li>
</ul>
<h2>Linkania</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.youtube.com/channel/UCmoqWHSrtUZPv7AmCKhwOOw" target="_blank">Assine nosso canal no Youtube</a>;</li>
<li>Siga “<a href="http://ocuradorsabe.tumblr.com" target="_blank">O Curador Sabe</a>”, um Tumblr de ciências, mistérios e curiosidades;</li>
<li>Assista aos “<a href="http://www.youtube.com/playlist?list=PL6tZXyj71AyCyojrtyM3Id002BNUu5LBd" target="_blank">15 minutos de Fama</a>”, videocast da turma do Cristiano feito exclusivamente para o Hangout;</li>
<li><a href="http://TES.CO.UK" target="_blank">TES.CO.UK</a>, uma rede social de professores com mais de 500 mil apresentações;</li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/produto/6961050/livro-ponto-linha-plano?franq=143570" target="_blank">Ponto, Linha, Plano</a> do Kandinsky;</li>
<li><a href="http://www.livrariacultura.com.br/Produto/LIVRO/ESCRITOS-DE-ARTISTAS-ANOS-6070/5048924" target="_blank">Escritos de Artistas</a>, organização de Cecília Cotrin</li>
<li>O Google Reader vai acabar. Mas já preparamos um post sobre como fazer a mudança</li>
<li><a href="http://articles.latimes.com/2013/mar/13/business/la-fi-obama-hacking-20130314" target="_blank">Obama está de olho nos CyberAtacks</a></li>
</ul>
<h2>Participaram deste episódio</h2>
<ul>
<li><strong>Mauro Amaral</strong>: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da <a href="http://contemconteudo.com" target="_blank">contemconteudo.com</a></li>
<li><a href="http://www.carreirasolo.org/editores" target="_blank"><strong>Carol Vigna-Marú</strong></a>: editora do carreirasolo.org, escritora, pintora, uber-nerd e <a href="http://www.lagartixa.org" target="_blank">lagartixa.org</a>;</li>
<li><strong>Cristiano Santos</strong>: designer multifuncional que pode ser encontrado em <a href="http://cristianoweb.net" target="_blank">www.cristianoweb.net</a></li>
</ul>
<h2>Ficha técnica do #falafreela79</h2>
<p>Gravado em 14/03/2012 e perceba que estávamos bem livres e criativos. <strong>Você ouviu ao fundo</strong>: trilha sonora de Django Unchained, com direito a comentário sobre Tarantino ao final.</p>
<p><strong>Sentindo-se livre para comentar e enviar seu recado de voz? Então se joga! Vale falar aí embaixo, na <a href="http://www.facebook.com/falafreela" target="_blank">Fan Page</a>, no <a href="http://www.twitter.com/falafreela" target="_blank">Twitter</a>, <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com" target="_blank">por e-mail</a> e no <a href="https://plus.google.com/u/0/communities/116950886777850947284" target="_blank">Google+</a></strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/5I_NNFOjTMg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#78 – Por que o Brasil é assim?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/CQgUAtWwmvs/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela78-por-que-o-brasil-e-assim/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 16:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Já repararam que, entre o último brinde do Réveillon e a passagem do Monobloco pela Av. Rio Branco no domingo DEPOIS da quarta-feira de cinzas, o Brasil pára? Fica em suspensão? Quase ninguém trabalha e quem o faz, segue em ritmo lento quase parando? Que as cadeias de mando e aprovação simplesmente desaparecem? Pois é. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já repararam que, entre o último brinde do Réveillon e a passagem do <strong>Monobloco</strong> pela Av. Rio Branco no domingo DEPOIS da quarta-feira de cinzas, o Brasil pára? Fica em suspensão? Quase ninguém trabalha e quem o faz, segue em ritmo lento quase parando? Que as cadeias de mando e aprovação simplesmente desaparecem?</p>
<p>Pois é. Acontece. E parece que é um comportamento culturalmente nosso, que nos obriga a “rebolar” para conseguir sobreviver como profissionais independentes. E é para dar dicas de como enfrentar esse apagão que nos reunimos. Ouça esse episódio como um guia para o ano que está apenas começando, ou então para compartilhar as situações que você enfrentou. O importante é aprender a entender esse país tão diferente. #imaginanacopa.<br />
<span id="more-3303"></span></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F82752963&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Linkania</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.youtube.com/channel/UCmoqWHSrtUZPv7AmCKhwOOw" target="_blank">Assine nosso canal no Youtube</a>;</li>
<li>Siga “<a href="http://ocuradorsabe.tumblr.com" target="_blank">O Curador Sabe</a>”, um Tumblr de ciências, mistérios e curiosidades;</li>
<li>Assista aos “<a href="http://www.youtube.com/playlist?list=PL6tZXyj71AyCyojrtyM3Id002BNUu5LBd" target="_blank">15 minutos de Fama</a>”, videocast da turma do Cristiano feito exclusivamente para o Hangout;</li>
<li>Conheça o <a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fblogdalu.magazineluiza.com.br%2Fa-computacao-gestual-vem-ai%2F18412%2F2013%2F03%2F&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNE29f9S9-ssS9Pkpfi7HhRKaj4hGA" target="_blank">MYO</a>, um bracelete que pode mudar a forma como interagimos com nossos gadgets;</li>
<li><a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fcarreirasolo.org%2Flinks%2Fpipedrive-o-crm-perfeito-para-freelancers&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNFnjg2xRclSvDeuGU8Jwi3ZZCqDvg" target="_blank">PipeDrive:</a> um sistema de CRM perfeito para freelancers;</li>
<li><a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fmercado%2F1236819-yahoo-vai-proibir-home-office-para-os-seus-funcionarios.shtml&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNGGU_YN3gEgW6HrpgI8zH5yhEFbcA" target="_blank">Yahoo chama funcionários de volta</a>. Nada de home-office.</li>
</ul>
<h2>Participaram deste episódio</h2>
<ul>
<li><strong>Mauro Amaral</strong>: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da <a href="http://contemconteudo.com" target="_blank">contemconteudo.com</a></li>
<li><strong>Cristiano Santos</strong>: designer multifuncional que pode ser encontrado em <a href="http://cristianoweb.net" target="_blank">www.cristianoweb.net</a></li>
<li><strong>Felipe Pavão</strong>: desenvolvedor carioca à frente a <a href="http://XDevs.me" target="_blank">XDevs.me</a></li>
</ul>
<h2>Ficha técnica do #falafreela78</h2>
<p>Gravado em 04/03/2012, quando já tínhamos voltado à ativa.</p>
<p><strong>Você ouviu ao fundo</strong>: a melhor tradução para o “malandrismo” nacional encontra-se nas pérolas do “Samba-Rock”. Tivemos uma seleção especial que contou com “Vendedor de Bananas” (Os Incríveis), “Roda de Samba” (Chocolate da Bahia), “Bananeira” (João Donato) e fechando com o clássico “Cosa nostra” (Erlon Chaves).</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/CQgUAtWwmvs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Oscar Wilde: suas frases em um infográfico</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/oscar-wilde-suas-frases-em-um-infografico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 11:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[oscar wilde]]></category>

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		<description><![CDATA[O excelente blog Ebook Friendly teve o cuidado de reunir em uma interessante infográfico as mais famosas frases (eles dizem todas&#8230;) que Oscar Wilde proferiu, seja por ele mesmo ou dando voz a seus personagens. Chegaram ao cúmulo de levantar estatísticas por obras e tudo. Confiram e se quiserem imagem maior, é só clicar:]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O excelente blog <a href="http://ebookfriendly.com" target="_blank"><strong>Ebook Friendly</strong></a> teve o cuidado de reunir em uma interessante infográfico as mais famosas frases (eles dizem todas&#8230;) que Oscar Wilde proferiu, seja por ele mesmo ou dando voz a seus personagens. Chegaram ao cúmulo de levantar estatísticas por obras e tudo. Confiram e se quiserem imagem maior, é só clicar:</p>
<p><a href="http://ebookfriendly.com/wp-content/uploads/2013/02/Oscar-Wilde-graphic-001.jpg" target="_blank"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2013/02/Oscar-Wilde-graphic-0012.jpg" alt="Oscar-Wilde-graphic-001" width="616" height="2354" class="alignright size-full wp-image-3299" /></a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/fddmoKiGA3Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://www.mauroamaral.com/oscar-wilde-suas-frases-em-um-infografico/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>FalaFreela#77 – O que será que vem em 2013?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/cggixJJ6Y10/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela77-o-que-sera-que-vem-em-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 16:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Que ano, esse 2012. Começou meio como quem não quer nada e termina com alguns feitos dignos de nota. Fosse eu um âncora de programa de TV faria uma retrospectiva pormenorizada dos fatos e fotos que mais marcaram os dias do ano que, segundo alguns, seria o último da existência de nosso planeta. Mas, como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que ano, esse 2012. Começou meio como quem não quer nada e termina com alguns feitos dignos de nota.</strong></p>
<p>Fosse eu um âncora de programa de TV faria uma retrospectiva pormenorizada dos fatos e fotos que mais marcaram os dias do ano que, segundo alguns, seria o último da existência de nosso planeta.</p>
<p>Mas, como aliens, tsunamis, meteoros e planetas gigantes não deram o ar de sua graça, o calendário segue presente, e de Maia, teve mesmo apenas a insistente e bem-vinda mania de não comparecer a um compromisso. Ainda bem, né? Não nos deu motivos&#8230;</p>
<p>Pois assim podemos celebrar a volta do HUB <strong>Carreirasolo.org</strong>, os desafios que teremos pela frente e a parceria de nossa comunidade de leitores e ouvintes.</p>
<p>Que em 2013 possamos seguir trilhando a longa jornada que nos propusemos encarar: transformar o Carreirasolo.org e seu conteúdo em referência no mundo do empreendedorismo pessoal.</p>
<p>Nossos desafios são grandes: precisamos aumentar em cinco vezes nossa produção de conteúdo diária, incrementar o podcast, trazer novas funcionalidades para a <a href="http://www.carreirasolo.org/freelastore"><strong>FreelaStore</strong></a>, receber mais e mais comentários e&#8230; finalmente decolar.</p>
<p>E compartilhamos essa vontade de triunfar com cada um de vocês, desejando um próximo ano repleto de oportunidades e descobertas. E, claro, entregando o último programa do ano, no último dia útil de 2012.</p>
<p>Escolhemos abordar um tema recorrente nessa época: as promessas de final de ano, que de denominador comum têm a estranha mania de não se cumprirem. Que por aqui seja diferente! Contamos com a participação de vocês, comentários e colaboração de sempre.</p>
<p>Nos encontre no <a href="http://www.facebook.com/falafreela">Facebook</a>, no <a href="http://www.twitter.com/falafreela">Twitter</a>, em nosso <a href="https://plus.google.com/u/0/b/112214679445144896376/112214679445144896376/posts">perfil</a> e <a href="https://plus.google.com/u/0/communities/116950886777850947284">comunidade</a> no Google+ e até no <a href="http://pinterest.com/mauroamaral/falafreela/">Pinterest</a>. Mande notícias, dúvidas, dicas e, claro, seu PLAY ou <a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafreela-77-o-que-voc-espera/download" target="_blank">DOWNLOAD</a>.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F72837014"></iframe></p>
<p><strong>Que venham mais 365 dias!</strong></p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#76 – Quem já procastinou hoje?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/OAu_Ouz6Brc/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela76-quem-ja-procastinou-hoje/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 16:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Participaram deste episódio Mauro Amaral: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da contemconteudo.com; Cristiano Santos: editor do carreirasolo.org, designer, pai e webdoméstico; Maurício Domene: músico, compositor e arranjador a frente do Estúdio Next. Ficha técnica do #falafreela76 Gravado em julho de 2012 e realmente não tínhamos finalizado a pauta no dia, não foi “jogo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F71550821" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Participaram deste episódio</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.mauroamaral.com" target="_blank"><strong>Mauro Amaral</strong></a>: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da <a href="http://www.contemconteudo.com" target="_blank">contemconteudo.com</a>;</li>
<li><a href="http://www.cristianoweb.net" target="_blank"><strong>Cristiano Santos</strong></a>: editor do carreirasolo.org, designer, pai e webdoméstico;</li>
<li><a href="http://www.estudionext.com.br" target="_blank"><strong>Maurício Domene</strong></a>: músico, compositor e arranjador a frente do <a href="http://www.estudionext.com.br" target="_blank">Estúdio Next</a>.</li>
</ul>
<h2>Ficha técnica do #falafreela76</h2>
<p>Gravado em julho de 2012 e realmente não tínhamos finalizado a pauta no dia, não foi “jogo de cena”.</p>
<p><strong>Você ouviu ao fundo</strong>: uma turma muita louca que sempre se mete em incríveis aventuras, ou melhor, <a href="http://www.briansetzer.com/" target="_blank">The Brian Seltzer Orchestra</a>, uma Big Band contemporânea que mistura de tudo.</p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#75 – A chegada da Amazon no Brasil</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/66ygawp1O6s/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela75-a-chegada-da-amazon-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 16:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Participaram deste episódio Mauro Amaral: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da contemconteudo.com; Carol Vigna-Marú: editora do carreirasolo.org, escritora, pintora, uber-nerd e lagartixa.org; Eric Novello: Autor, tradutor técnico e literário e consultor da Ed. Draco. Ficha técnica do #falafreela75 Gravado em 07/12/2012, ainda acompanhando os primeiros impactos da chegada da Amazon.com.br. Você ouviu ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F70617580"></iframe></p>
<h2>Participaram deste episódio</h2>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.carreirasolo.org/editores" target="_blank">Mauro Amaral</a>:</strong> editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da <a href="http://www.contemconteudo.com" target="_blank">contemconteudo.com</a>;</li>
<li><a href="http://www.carreirasolo.org/editores" target="_blank"><strong>Carol Vigna-Marú</strong></a>: editora do carreirasolo.org, escritora, pintora, uber-nerd e <a href="http://www.lagartixa.org" target="_blank">lagartixa.org</a>;</li>
<li><a href="http://www.ericnovello.com.br" target="_blank"><strong>Eric Novello</strong></a>: Autor, tradutor técnico e literário e consultor da Ed. Draco.</li>
</ul>
<h2>Ficha técnica do #falafreela75</h2>
<p><strong>Gravado em 07/12/2012</strong>, ainda acompanhando os primeiros impactos da chegada da <a href="http://www.amazon.com.br" target="_blank">Amazon.com.br</a>.</p>
<p><strong>Você ouviu ao fundo:</strong> nada melhor para contextualizar o Brasil malandro e com regras próprias do que a fase seminal de <strong>Jorge Bem</strong>. Você ouviu: <em>“Os Alquimistas estão chegando”</em>, <em>“Si Manda”</em>, <em>“Queremos Guerra”</em>, <em>“Rosa mas que nada”, “Eu sou da pesada”, “A minha menina”, “A Lua é minha”, “Cosa Nostra”</em> e <em>“País Tropical”</em>, todas em versões originais dos anos 70 do século XX.</p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#74 – O segredo das pequenas equipes</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/iBZTrk_RcHQ/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela74-o-segredo-das-pequenas-equipes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 16:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Participaram deste episódio Mauro Amaral: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da contemconteudo.com; Carol Vigna-Marú: editora do carreirasolo.org, escritora, pintora, über-nerd e lagartixa.org; Cristiano Santos: editor do carreirasolo.org, designer, pai e webdoméstico; Maurício Domene: músico, compositor e arranjador a frente do Estúdio Next. Ficha técnica do #falafreela74 Gravado em junho de 2012 com apenas quatro pessoas, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F69796026?" height="166" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Participaram deste episódio</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.mauroamaral.com" target="_blank"><strong>Mauro Amaral</strong></a>: editor-chefe do carreirasolo.org e Diretor de Criação da <a href="http://www.contemconteudo.com" target="_blank">contemconteudo.com</a>;</li>
<li><a href="http://www.lagartixa.org" target="_blank"><strong>Carol Vigna-Marú</strong></a>: editora do carreirasolo.org, escritora, pintora, über-nerd e <a href="http://www.lagartixa.org" target="_blank">lagartixa.org</a>;</li>
<li><a href="http://www.cristianoweb.net" target="_blank"><strong>Cristiano Santos</strong></a>: editor do carreirasolo.org, designer, pai e webdoméstico;</li>
<li><a href="http://www.estudionext.com.br" target="_blank"><strong>Maurício Domene</strong></a>: músico, compositor e arranjador a frente do <a href="http://www.estudionext.com.br" target="_blank">Estúdio Next</a>.</li>
</ul>
<h2>Ficha técnica do #falafreela74</h2>
<p>Gravado em junho de 2012 com apenas quatro pessoas, o que se tratando de podcast é um time e tanto.</p>
<p>Você ouviu ao fundo: um pouco mais de <strong>Yann Tiersen</strong>, em seu segundo álbum, o  <strong>Rue de Cascades</strong> (1996).</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/iBZTrk_RcHQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#73 – Ser multitarefa ou manter o foco total?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/mcpF7QAQz7o/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela73-ser-multitarefa-ou-manter-o-foco-total/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 17:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine um jovem profissional que não conseguia parar em emprego nenhum, sempre buscando algo mais. Esse mesmo cara tinha problemas em seus relacionamentos pois era muito desatento. Para completar o cenário, passava o dia enviando mensagens curtas para seus amigos. De quem estamos falando? Um Diretor de Arte? Um assistente de redes sociais? Um Planning? [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine um <strong>jovem profissional</strong> que não conseguia parar em emprego nenhum, sempre buscando algo mais. Esse mesmo cara tinha problemas em seus relacionamentos pois era muito desatento. Para completar o cenário, passava o dia enviando mensagens curtas para seus amigos. De quem estamos falando? Um Diretor de Arte? Um assistente de redes sociais? Um Planning?</p>
<p>Pasmem: essa foi a descrição do dia a dia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Edison" target="_blank"><strong>Thomas Edison</strong></a>. Um fato curioso desses nos ajuda a lembrar como é antiga a discussão sobre a dificuldade de manter o foco em nossas tarefas profissionais e pessoais. Isso porque <strong>nosso cérebro é, por natureza, multitarefa</strong> pois não havia outra forma de sobrevivermos aos predadores, em um passado remoto.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11588" title="FF73_Base-Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/11/FF73_Base-Slider-FF-640-x-303.png" alt="" width="640" height="303" /></p>
<p>Eu disse passado remoto? Nem tanto, os predadores ainda estão por aí. Só que no lugar de tigres dentes de sabre temos clientes. Exigentes e famintos como um felino de grande porte. Como atendê-los melhor sendo focado ou multitarefa? Como utilizar estes dois pólos de comportamento em nossos processos criativos? <strong>Aliás, eles são tão diferentes assim?</strong></p>
<p>Descubra e escolha o seu lado (ou o caminho do meio) dando o play logo abaixo ou fazendo o <strong><a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafreela-73-multitarefa-ou/download">DOWNLOAD</a></strong> enquanto faz outras mil coisas.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F68886436?"></iframe></p>
<h2>Acerte o curso e não perca mais um episódio:</h2>
<ul>
<li>Dúvidas ou pedidos de música? <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com" target="_blank">carreirasolo.org@gmail.com</a>. Também atendemos pelo facebook.com/falafreela</li>
<li>Nosso feed: <a href="http://feeds.feedburner.com/FalaFreela" target="_blank">http://feeds.feedburner.com/FalaFreela</a> / <a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/fala-freela!/id289492825" target="_blank">Adicione no iTunes</a></li>
<li>Para ouvir o FalaFreela no SoundCloud, o coelinho bossa-nova da podosfera, é só nos seguir em nosso perfil por lá: <a href="http://www.soundcloud.com/falafreela" target="_blank">www.soundcloud.com/falafreela</a></li>
</ul>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/mcpF7QAQz7o" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Metamorvelha</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/1lQlhK5Cduc/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/metamorvelha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 20:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um dos sonhos mais estranhos que já tive na vida, encontrava a menina da limpeza na cozinha lá de casa. Meio ressabiada, ela me dizia: &#8220;O senhor me desculpe, mas tive que trazê-la hoje&#8221;, e apontava para a área de serviço. Então, eu via uma simpática menina, em sua cadeira de rodas. Ela mostrava [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um dos sonhos mais estranhos que já tive na vida, encontrava a menina da limpeza na cozinha lá de casa. Meio ressabiada, ela me dizia: &#8220;O senhor me desculpe, mas tive que trazê-la hoje&#8221;, e apontava para a área de serviço.</p>
<p>Então, eu via uma simpática menina, em sua cadeira de rodas. Ela mostrava uma perna defeituosa e dizia algo como &#8220;É atrofia sei lá das quantas, tenho que ir ao médico ver isso&#8221;.</p>
<div>
Eu olhava mais uma vez e seu braço, até então perfeito, também assumia uma aparência estranha, com padrões reptilianos, pelos de urso, muito estranho mesmo. &#8220;Pois é, me chamavam de tartaruga quando eu era criança, maior maldade&#8230;&#8221; Ao dizer isso, ela, rapidamente, assumia uma forma de uma senhorinha de seus 90 anos.</p>
<p>Eu continuava olhando e ela triplicava de tamanho, assumindo uma proporção semelhante ao Jabah The Hut, brotando mais braços e escamas, cada vez mais escuras. Minha reação foi sair de fininho, quase em &#8220;moonwalk&#8221; para não sei percebido.</p>
<p>Isso, claro, não antes de notar que a palma de sua mão, enorme, tinha uma pupila, que me olhava.</p>
<p>Não acordei com a sensação de pesadelo, o que foi mais curioso. A ideia era entender como a velinha conseguia fazer aquilo&#8230;</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/1lQlhK5Cduc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aplicativos para comemorar o Dia do Músico</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/9n8zKlvvMrI/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/aplicativos-para-comemorar-o-dia-do-musico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 17:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Articles]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mauroamaral.com/?p=3267</guid>
		<description><![CDATA[[para o Blog da Lu - MagazineLuiza] &#124; Hoje comemoramos o Dia do Músico, aquele profissional que é tão querido por nós. Quem tem um músico na família, sabe que eles trazem alegria em forma de canções que ficam gravadas em nossa memória. Quem não se lembra das rodinhas de violão na adolescência? Ou da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://blogdalu.magazineluiza.com.br/dia-do-musico-sugestoes-para-comemorar-em-grande-estilo/17222/2012/11/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">[para o Blog da Lu - MagazineLuiza]</span></a> |</span></strong> Hoje comemoramos o Dia do Músico, aquele profissional que é tão querido por nós. Quem tem um músico na família, sabe que eles trazem alegria em forma de canções que ficam gravadas em nossa memória. Quem não se lembra das rodinhas de violão na adolescência? Ou da banda de seu casamento?</p>
<p>Se formos analisar, os músicos estão sempre relacionados a grandes momentos e mudanças sociais, como o surgimento do Rock´n´Roll, do Punk, da Bossa Nova, do Jazz e muitos outros estilos que influenciaram não só nossa forma de dançar, mas de pensar também.</p>
<p>Por isso mesmo, nesse dia tão especial, nada melhor do que trazer algumas dicas para agradar a categoria e aos amantes da arte! Som na caixa!</p>
<p>A primeira coisa é lembrar-se de nosso departamento de <a href="http://www.magazineluiza.com.br/instrumentos-musicais/l/im/">instrumentos musicais</a>, sempre cheio de novidades, não só para reposição de acessórios como para a compra de novos equipamentos. Além de violões, baixos, guitarras, instrumentos de percussão e eletrônicos, a nossa loja oferece hoje até 25% de desconto!</p>
<p>E, em complemento, vale ficar de olho em novidades do mundo da tecnologia que fazem a alegria dos músicos de plantão. A dupla Tablet + Aplicativos, por exemplo, tem conquistado músicos de respeito e DJs de renome. É claro que, para quem está começando, muitas vezes é difícil investir logo de cara em soluções mais complexas.</p>
<p>O <a href="http://www.apple.com/br/ilife/garageband/" target="_blank"><strong>Garage Band</strong></a> para iOS é um exemplo bem criativo e inusitado. Ele oferece diversos instrumentos e ferramentas de arranjo de simples operação:</p>
<p><object width="620" height="349" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/m4tWOfhcews?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="349" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/m4tWOfhcews?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Para os fãs de bateria, dá para indicar o <a href="https://itunes.apple.com/br/app/groove-player/id454206119?mt=8&amp;affId=2052354&amp;ign-mpt=uo%3D4">Groove Player</a>, app da fabricante de pratos e acessórios Zildjian. Nele você encontra funcionalidades interessantes para criar suas “levadas” utilizando apenas o iPad.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17223" title="app_zildijian" src="http://blogdalu.magazineluiza.com.br/wp-content/uploads/2012/11/app_zildijian.jpg" alt="app_zildijian" width="480" height="320" /></p>
<p>Outro que me surpreendeu bastante foi o <a href="http://musicapps.com.br/wp-content/plugins/appstore/AppStore.php?appid=436080882" target="_blank">Tabletop</a>, focado em música eletrônica. Ele funciona como um estúdio virtual, no qual você dispões diversas baterias, filtros, equalizadores e controladores em uma mesa (no caso, a tela do iPad). Pode interligá-los, aplicar viradas, sequências. É incrível! Veja o que alguns usuários mais avançados já conseguem fazer:</p>
<p><object width="620" height="349" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WFaGSkP2PxY?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="349" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/WFaGSkP2PxY?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Calma que não é só a turma da maçã que seu deu bem hoje! Dispositivos rodando Android também contam com soluções bem interessantes. O <strong><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.cyandroid.piano&amp;feature=search_result" target="_blank">xPiano</a></strong>, por exemplo, é um teclado completo com cinco oitavas e 128 sons que ainda grava as suas composições. Fazendo a linha mais moderna, o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.beatronik.djstudiodemo&amp;feature=search_result" target="_blank">DJ Studio 4</a> garante que você domine a festa. Você pode mixar na hora das faixas que mais gostar! É plugar na mesa de som e colocar a turma para pular!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17229" title="djstudio4" src="http://blogdalu.magazineluiza.com.br/wp-content/uploads/2012/11/djstudio4.jpg" alt="djstudio4" width="500" height="281" /></p>
<p>Outro destaque para aparelhos com Android é o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=net.uloops.android&amp;feature=search_result" target="_blank">PocketBand</a>. Lembra um pouco o TableTop citado acima pois trabalha também com loopings e sequências de música eletrônica. Você pode criar faixas de qualidade utilizando moduladores e tudo o mais. E, ao final, pode exportar o resultado como um arquivo MP3.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17230" title="pocketband" src="http://blogdalu.magazineluiza.com.br/wp-content/uploads/2012/11/pocketband.jpg" alt="pocketband" width="500" height="244" /></p>
<p><strong>Viu só como com um pouco de criatividade tecnologia e música andam juntas?</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/9n8zKlvvMrI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>FalaFreela#72. Reclamo, logo existo.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 13:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Testemunhamos na gravação deste programa um daqueles momentos nos quais o assunto se impõe. Nossa pauta era simples, indicada por um de nossos leitores no grupo do Carreirasolo no Facebook: como trabalhar a realocação profissional, aquele momento no qual você percebe (ou deveria perceber) que as coisas não vão tão bem. Estávamos nós começando a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Testemunhamos na gravação deste programa um daqueles momentos nos quais o assunto se impõe. Nossa pauta era simples, indicada por um de nossos leitores no <a href="http://www.facebook.com/groups/carreirasolo">grupo do Carreirasolo no Facebook</a>: como trabalhar a realocação profissional, aquele momento no qual você percebe (ou deveria perceber) que as coisas não vão tão bem.</p>
<p>Estávamos nós começando a oferecer algumas dicas quando uma bola foi levantada na frente dos três podcasters. Ela ficou lá parada, como se um Maracanazinho inteiro tivesse prendido a respiração, à espera de uma cortada definitiva. E&#8230; foi o que aconteceu. O alvo? A Geração Y.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11495" title="FF72_Slider-FF-640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/11/FF72_Slider-FF-640-x-303.png" alt="" width="640" height="303" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como muito bem vai dizer <strong>Cristiano Santos</strong> nos minutos a seguir, <em>“Não adianta, a sociedade nos levou a isso, cabe a nós também aprendermos a lidar com esta questão”</em>. Mas não teve jeito, mesmo sabendo disso, resolvemos contar o que não acreditamos e o que achamos exagero na super valorização de uma turma criada sem dificuldade e que não respeita hierarquias.</p>
<p>Até que ponto este comportamento seria apenas fruto de uma falta crônica de experiência de vida? Até que nível a super proteção mimou demais a turma do #mimimi? E, o que isso os está prejudicando na vida profissional e pessoal?</p>
<p>Se você reclama, existe. E quem existe, dará o play ou fará o <a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafreela-72-reclamo-logo/download" target="_blank"><strong>DOWNLOAD</strong></a> mais sábio de sua semana.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F67996189?" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
<h2>Acerte o curso e não perca mais um episódio:</h2>
<ul>
<li>Dúvidas ou pedidos de música? <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com">carreirasolo.org@gmail.com</a>. Também atendemos pelo facebook.com/falafreela</li>
<li>Nosso feed: <a href="http://feeds.feedburner.com/FalaFreela" target="_blank">http://feeds.feedburner.com/FalaFreela</a> / <a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/fala-freela!/id289492825">Adicione no iTunes</a></li>
<li>Para ouvir o FalaFreela no SoundCloud, o coelinho bossa-nova da podosfera, é só nos seguir em nosso perfil por lá: <a href="http://www.soundcloud.com/falafreela" target="_blank">www.soundcloud.com/falafreela</a></li>
</ul>
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		<title>FalaFreela#71. A carreira internacional</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela71-a-carreira-internacional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 19:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega uma hora na qual o profissional independente olha para os lados e se pergunta: mas se o meu “El Dorado” estiver do outro lado do Oceano Atlântico? Para quem cultiva, em boa terra, preparação e disposição, a resposta para esta pergunta germina em resultados mais do que positivos. Trabalhar para clientes internacionais é possível [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Chega uma hora na qual o profissional independente olha para os lados e se pergunta: mas se o meu “El Dorado” estiver do outro lado do Oceano Atlântico? Para quem cultiva, em boa terra, preparação e disposição, a resposta para esta pergunta germina em resultados mais do que positivos.</p>
<p>Trabalhar para clientes internacionais é possível e até interessante, desde que você tome alguns cuidados e entenda que o choque de culturas pode trazer mais do que situações engraçadas e palavras homófonas.<strong id="internal-source-marker_0.434501115931198"><br />
</strong></p>
<p><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/11/Slider-FF71-640-x-303.png" alt="" width="640" height="303" /></p>
<p>Quando o assunto é preparação, o domínio de um ou mais idiomas além daquele que você aprendeu em casa é fundamental. Desculpas não podem existir, além de escolas online, até o <a href="http://carreirasolo.org/falafreela/falafreela63-como-e-a-vida-de-um-professor-freelancer">#falafreela63</a> deu todas as dicas pra você, entrevistando Luca Merlini, um professor freelancer que você deveria conhecer.</p>
<p>E se você vacila na disposição de encarar essa nova fronteira, fique atento. Trabalhar para cliente gringo exige que você conheça as leis do país de origem do seu mais novo melhor amigo e que, também, <a href="http://carreirasolo.org/perfil/henrique/">chame seu advogado</a> para juntos analisarem o contrato em questão.</p>
<p>Cansou? Desistiu? Ou vai encarar? Então é hora de dar o PLAY ou fazer um <a href="http://soundcloud.com/falafreela/falafreela-71-gringos/download" target="_blank">DOWNLOAD</a> esperto.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F67099255?"></iframe></p>
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		<title>FalaFreela#70. Mitos do home-office</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 19:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Então, você conseguiu! Reuniu algumas economias, contratos iniciais com clientes bacanas, montou uma planilha de gastos e a conta fechou. Chegou a hora de partir para a sua tão sonhada independência criativa e financeira e ainda trabalhar só de bermuda e acordar quando quiser. Certo? Totalmente errado. Trabalhar a partir de casa é um teste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Então, você conseguiu! Reuniu algumas economias, contratos iniciais com clientes bacanas, montou uma planilha de gastos e a conta fechou. Chegou a hora de partir para a sua tão sonhada independência criativa e financeira e ainda trabalhar só de bermuda e acordar quando quiser. Certo? <strong>Totalmente errado.</strong></p>
<p>Trabalhar a partir de casa é um teste de fogo para disciplina, organização, planejamento e paciência. Não é para todo mundo, vou logo avisando. Mas, quem se adapta colhe frutos duradouros e, se tiver sorte, uma manga ou goiaba no quintal como sobremesa de um almoço mais saudável e sem o stress da rua.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11257" title="FF70_imgposts_640-x-303" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/11/FF70_imgposts_640-x-303.png" alt="" width="640" height="303" /></p>
<p>No episódio dessa semana, a meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do <a href="http://Carreirasolo.org"><strong>Carreirasolo.org</strong></a>, vamos compartilhar as experiências dos três editores do site para juntos desmistificarmos alguns mitos que ainda persistem nesta <strong>opção de trabalho</strong>.</p>
<p>Aliás, a palavra <strong>opção</strong> será dita muitas vezes ao longo deste programa. E preferimos ela no lugar da expressão “falta de opção”. Para ser saudável, a escolha por um <strong>home-office</strong> precisa ser natural e, mesmo que surja por acaso, aceita por todos os envolvidos.</p>
<p>O que nos leva à sua família. Pais, mães, cônjuges e filhos &#8211; além dos cães e gatos &#8211; , precisam embarcar juntos na aventura e garantir espaço na mesma medida que exigem divisão e presença. Como disse, difícil. Mas uma delícia.</p>
<p>Então, agora é com você. O PLAY ou o <strong><a href="https://soundcloud.com/falafreela/falafreela-70-mitos-do-home/download" target="_blank">DOWNLOAD</a></strong> esperam por sua decisão.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F66193858" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#69. Como registrar sua marca no INPI</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/rzg1s4uPAmc/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela69-como-registrar-sua-marca-no-inpi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 18:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Grandes ideias não valem muito até serem executadas. E, as melhores execuções podem fazer você perder dinheiro se não tiverem todos os seus registros legais providenciados. Imagine ter criado a startup do momento e ver seu talento e esforço desperdiçados ao perder o direito de usar a marca que você mesmo criou? Esse foi outro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/10/FF69_Base-Slider-FF-640-x-303.png" alt="" title="FF69_Base-Slider-FF-640-x-303" width="640" height="303" class="alignright size-full wp-image-3251" /></p>
<p>Grandes ideias não valem muito até serem executadas. E, <strong>as melhores execuções podem fazer você perder dinheiro</strong> se não tiverem todos os seus registros legais providenciados.</p>
<p>Imagine ter criado a startup do momento e ver seu talento e esforço desperdiçados ao perder o direito de usar a marca que você mesmo criou?</p>
<p>Esse foi outro grande ensinamento que adquiri durante estes últimos meses. E quem me ajudou imensamente foi o <a href="http://www.e-marcas.com.br/" target="_blank"><strong>Rudinei Modezejewski</strong>, do <strong>e-marcas</strong>.</a></p>
<p><span id="more-3250"></span></p>
<p>Nada mais natural do que trazê-lo até a nossa bancada virtual para, mais do que participar, dar uma aula completa sobre o tema. Não tenha dúvidas: o que você vai ouvir vai funcionar para toda a sua vida profissional. Foi um dos programas mais didáticos e completos que já levamos ao ar.</p>
<p><iframe src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F65196022&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=ff7700" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
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		<item>
		<title>FalaFreela#68. Trabalhe de acordo com o seu relógio biológico</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela68-trabalhe-de-acordo-com-o-seu-relogio-biologico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 18:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrar o momento certo de entrar e sair de campo é o segredo das carreiras de jogadores de futebol lendários. Saber a hora de gravar o último álbum e entrar para a história é o grande acerto de astros da música. Do contrário: os primeiros viram ex-craques e os segundos covers de si mesmos. Adriano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10920" title="FF68_imagempost" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/10/FF68_imagempost.png" alt="" width="640" height="303" /></p>
<p>Encontrar o momento certo de entrar e sair de campo é o segredo das carreiras de jogadores de futebol lendários. Saber a hora de gravar o último álbum e entrar para a história é o grande acerto de astros da música. Do contrário: os primeiros viram ex-craques e os segundos covers de si mesmos. Adriano e Axl, sabe?</p>
<p>No <strong>#falafreela68</strong>, procuramos apresentar uma grande verdade, por vezes esquecida: você precisa conhecer o seu ritmo e saber utilizá-lo da melhor forma. E, além disso, conhecer suas limitações físicas e utilizá-las a seu favor.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F64165386" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/lK9W1dRshKc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FalaFreela#67. O retorno</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/zYfMa7vxLII/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/falafreela67-o-retorno/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 18:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[falafreela]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o nosso retorno, queríamos agregar algum tipo de informação e repassar o conhecimento e experiência adquiridos na longa jornada do projeto de reconstrução do Carreirasolo.org. Foram pouco mais de oito meses onde a maior premissa era utilizar todos os recursos, tempo, conhecimento e talento acumulados em 15 anos de carreira em um único tiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para o nosso retorno, queríamos agregar algum tipo de informação e repassar o conhecimento e experiência adquiridos na longa jornada do projeto de reconstrução do Carreirasolo.org. </p>
<p>Foram pouco mais de oito meses onde a maior premissa era utilizar todos os recursos, tempo, conhecimento e talento acumulados em 15 anos de carreira em um único tiro certeiro.</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/10/FF67_Slider640x303.png" alt="" title="FF67_Slider640x303" width="640" height="303" class="alignright size-full wp-image-3246" /></p>
<p>Para conhecer esta história agora, é só dar o play ou fazer o download. No post você poderá conferir, ainda os pontos chaves da experiência, referências utilizadas no projeto, algumas telas e demais detalhes da ficha técnica deste primeiro episódio, ou melhor, 67º.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F63433940"></iframe></p>
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		<item>
		<title>The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2012 11:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Este curta metragem fez sucesso em 2011, tendo sido vencedor de vários prêmios (inclusive o Oscar de melhor curta de animação), gerando até um app com um spin-off interativo. Pare 15 minutos hoje, menos do que o que você leva para ir pegar café no corredor, e entregue-se. Vai valer a pena, acredite. No poder [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este curta metragem fez sucesso em 2011, tendo sido vencedor de vários prêmios (inclusive o Oscar de melhor curta de animação), gerando até um <a href="http://itunes.apple.com/br/app/fantastic-flying-books-mr./id438052647?mt=8" target="_blank">app com um spin-off interativo</a>. Pare 15 minutos hoje, menos do que o que você leva para ir pegar café no corredor, e entregue-se. Vai valer a pena, acredite. No poder dos livros.</p>
<p><object width="600" height="338"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eHxebCIXavw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eHxebCIXavw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="338" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&#8220;The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore&#8221; é uma produção que evoca o poder que existe em dedicar sua vida a arte de contar histórias. E do que elas são capazes de retornar a você.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/64CQQv_xR7A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Independência ou Mortos: Resenha</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/BXlkSBaNUQU/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/independencia-ou-mortos-resenha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 11:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[hq]]></category>
		<category><![CDATA[jovemnerd]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[nerdbooks]]></category>
		<category><![CDATA[skynerd]]></category>

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		<description><![CDATA[Independência ou Mortos representa o ponto alto do encontro entre o universo real e o ficcional naquela que é a maior (e melhor?) plataforma de storytelling já criada em terras tupiniquins pós-advento internético, os sites do grupo Jovem Nerd. Como boa parte da geração conectada e produtora de conteúdo no Brasil, compro os produtos da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nerdstore.com.br/produto/livro-independencia-ou-mortos.html" target="_blank"><strong>Independência ou Mortos</strong></a> representa o ponto alto do encontro entre o universo real e o ficcional naquela que é a maior (e melhor?) plataforma de <em>storytelling</em> já criada em terras tupiniquins pós-advento internético, os sites do grupo <a href="http://www.jovemnerd.com.br" target="_blank"><strong>Jovem Nerd</strong></a>.</p>
<p>Como boa parte da geração conectada e produtora de conteúdo no Brasil, compro os produtos da <strong>NerdBooks</strong>, o selo editorial do grupo. Perdi apenas a edição de colecionador de <a href="http://www.abatalhadoapocalipse.com/" target="_blank"><strong>A Batalha do Apocalipse</strong></a>, mas os outros três (<a href="http://www.nerdstore.com.br/produto/livro-protocolo-bluehand-alienigenas.html" target="_blank"><strong>Protocolo BlueHand: Alienígenas</strong></a>, <a href="http://www.nerdstore.com.br/produto/livro-branca-dos-mortos.html" target="_blank"><strong>Branca dos Mortos</strong></a> e <a href="Independência ou Mortos" target="_blank"><strong>Independência ou Mortos</strong></a>) chegaram por aqui através da logística descomplicada da <strong>Nerdstore. </strong></p>
<p>E, minha sensação ao terminar de ler em uma tarde só esta última obra é que, caso você não tenha percebido, a nostalgia e o apreço pela cultura pop (temas com os quais a turma vêm flertando desde 2002) estão pouco a pouco tornando-se coadjuvantes.<span id="more-3223"></span></p>
<h3>A ficção de si mesmo</h3>
<p>A cada nova produção me parece mais claro que estamos comprando os spin-offs da <em>“mitologia da trupe”</em>, agora materializada em obras literárias e quadrinísticas. E, quem sabe, televisivas em um futuro bem próximo. Em meio à empolgação e o já inegável poder e engajamento que provoca a equipe comandada por <strong>Alexandre Ottoni</strong> e <strong>Deive Pazos</strong> (será esse o verdadeiro Time D. Pedro?), sua mais recente publicação fecha um arco genial tem pouco a ver com a recontação da história do Brasil.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/09/SeguraMinhaCamisa.jpg" alt="" width="620" height="342" /><p class="wp-caption-text">De menino à Wolverine, a transformação de Pedrinho Mão de Martelo.</p></div>
<p>Não, meus caros, o mérito de <strong>Independência ou Mortos</strong> é outro. Vai muito além do traço bem acabado de <strong>Harald Sticker</strong> ou do texto de <strong>Abu Fobyia</strong>. Os olhares mais atentos podem testemunhar o mesmo sentimento que tiveram os cinéfilos com <strong>A Rosa Púrpura do Cairo</strong> ou <strong>O Show de Trumman</strong>.</p>
<p>Isso porque <strong>Pedrinho Mão de Martelo</strong>, <strong>Chalaça</strong> e o <strong>D. João VI Parvalhão</strong> não são materializações da família real, mas única e exclusivamente a presença conceitual da <em>“mitologia da trupe”</em>. Através destes personagens históricos, os <strong>nerdcasters</strong> levaram seu <strong>universo real</strong> ao <strong>mundo ficcional</strong> e o <strong>trouxeram de volta</strong> na forma de uma obra bem acabada e, para os amantes de quadrinhos, altamente colecionável.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/09/SantosCanal4.jpg" alt="" width="620" height="350" /><p class="wp-caption-text">Universos que se misturam. Estamos numa HQ ou em um episódio de sexta-feira?</p></div>
<p>Não se surpreenda em reconhecer piadas <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-172-historias-do-brasil-imperio/">que você ouviu no programa #172</a>, ou tiradas que envolvam a cidade de Santos, ou hashtags em passeadas do século XIX. Você reconhece porque ajudou a criar este próprio universo com seus comentários ou perfis na <strong>Skynerd</strong>.</p>
<p>Depois de 300 programas, os amigos que viraram personagens, os colaboradores que viraram autores, os temas que viraram lendas urbanas nacionais (a não ser no Acre, pois este não existe&#8230;) e todos os elementos de seu universo virtual, são a <strong>energia vital de um ciclo positivo de realizações</strong> que, acredito, deva ir além.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/09/GritoDeIndependencia_ounão.jpg" alt="" width="600" height="569" /><p class="wp-caption-text">Aragonés e Uderzo como referência! Muito bom.</p></div>
<p>Gostaria de fechar esta rápida análise, citando apenas um risco possível. Ao tentar alcançar públicos cada vez maiores, terá o Jovem Nerd força para explicar aos não iniciados toda a mitologia? Até onde vai o seu público? Serão os NerdBooks  para os trouxas?</p>
<p><strong>Analistas de cultura pop: um caso a se pensar!</strong></p>
<p>(<em><a href="http://contemconteudo.com/estrategia/a-criacao-e-recriacao-do-universo-ficcional-jovem-nerd/" target="_blank">Publicado originalmente no RTRBlog, da Contém Conteúdo</a>)</em></p>
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		<title>Linotype, o filme</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2012 22:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tecnologias revolucionam a vida de sociedades com muita rapidez. E, na mesma onda que vêm, elas somem, deixando para trás aquele rastro de tsnuami entre aqueles que a consideravam eterna. Sim, pois da mesma forma que transformam o futuro, tecnologias são o ponto alto de uma curva rumo ao esquecimento. Poderíamos aqui trabalhar o conceito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tecnologias revolucionam a vida de sociedades com muita rapidez</strong>. E, na mesma onda que vêm, elas somem, deixando para trás aquele rastro de <em>tsnuami</em> entre aqueles que a consideravam eterna. Sim, pois da mesma forma que transformam o futuro, tecnologias são o <strong>ponto alto de uma curva rumo ao esquecimento.</strong></p>
<p>Poderíamos aqui trabalhar o conceito de obsolescência, e de como ela é planejada nos dias de hoje (alguém aí lembrou da última <a href="http://www.apple.com/apple-events/september-2012/" target="_blank">Keynote da Apple</a>, uma das mais sem graças de todos os tempos?), mas preferi trazer este vídeo, trailer de filme de mesmo nome, indicado pelo meu amigo <a href="http://www.cristianoweb.net" target="_blank">Cristiano Santos</a>.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/15032988?portrait=0&amp;color=ffffff" frameborder="0" width="600" height="337"></iframe></p>
<p>O <strong>Linotipo</strong> como é chamado aqui em nossas terras, foi uma ferramenta revolucionária: acelerou a comunicação, transformou os jornais em máquinas de notícias quebrando a barreira do tempo de produção. Você já ouviu esta história? Sim, o Linotipo foi a internet do século XIX e XX.</p>
<p>O filme (<a href="http://www.linotypefilm.com/about.html" target="_blank">site oficial aqui</a>) quer recontar a trajetória dessa máquina, considerada por <strong>Thomas Edison</strong> (bah&#8230;<a title="Tesla" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla">Tesla</a> era melhor!) como a Oitava Maravilha do Mundo.</p>
<p>Vale a reflexão.</p>
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		<title>Infográfico sobre a Distopias na Literatura</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 11:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[distopia]]></category>
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		<description><![CDATA[A rede social de leitura Goodreads preparou um infográfico bem interessante contando não só a história da Distopia na literatura como analisou o renascimento do gênero, que tem no livro &#8220;Jogos Vorazes&#8221; um de seus maiores representantes. Distopia, você sabe, é aquele estilo de narrativa onde o futuro não deu lá muito certo e, para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A rede social de leitura <strong><a href="http://www.Goodreads.com">Goodreads</a></strong> preparou um infográfico bem interessante contando não só a história da Distopia na literatura como analisou o renascimento do gênero, que tem no livro &#8220;Jogos Vorazes&#8221; um de seus maiores representantes. Distopia, você sabe, é aquele estilo de narrativa onde o futuro não deu lá muito certo e, para melhorar a situação, você vive em um mundo controlado por um governo opressor.</p>
<p>Algo que se deve notar: livros com esta temática vão e voltam ao cenário mundial justamente quando as coisas não andam lá muito bem por aqui no mundo real. Haja visto que o final da Segunda Guerra a posterior Guerra Fria e os ataques de 11 de setembro geram picos notáveis na produção e consumo deste tipo de narrativa.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-3199" title="1332305650-1332305650_goodreads_misc" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/1332305650-1332305650_goodreads_misc.jpg" alt="" width="620" height="3513" /></p>
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		<title>As 12 rainhas de Alexia Sinclair</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 12:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Detratores da arte digital, em geral, parecem reclamar constantemente sobre o uso intensivo de ferramentas de manipulação de imagem. Segundo eles, photoshops e afins tirariam a alma do registro fotográfico, relegando o trabalho do fotógrafo a um mero clicador de câmeras. A fotógrafa Alexia Sinclair chutou a bunda de todos eles, apresentando o belíssimo trabalho &#8220;The [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Detratores da arte digital, em geral, parecem reclamar constantemente sobre o uso intensivo de ferramentas de manipulação de imagem. Segundo eles, photoshops e afins tirariam a alma do registro fotográfico, relegando o trabalho do fotógrafo a um mero clicador de câmeras. A fotógrafa Alexia Sinclair chutou a bunda de todos eles, apresentando o belíssimo trabalho <a href="https://alexiasinclair.com/the-regal-twelve" target="_blank">&#8220;The Regal Twelve&#8221;.</a><span id="more-3179"></span></p>
<p>Alexia viajou por toda a Europa registrando elementos como fundos, paisagens e mobília para depois somar a eles o registro em estúdio de modelos que representassem as personagens de sua série. As 12 rainhas são um show a parte, mulheres que dominaram o mundo em sua época, sem deixar de lado as manias, trejeitos e características tipicamente femininas. Deleite-se.</p>
<div id="attachment_3180" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3180" title="queen1" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen1.jpg" alt="" width="600" height="600" /><p class="wp-caption-text">Elizabeth I – “The Virgin Queen” (1533-1603). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3183" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen2.jpg" alt="" title="queen2" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3183" /><p class="wp-caption-text">Cleopatra – “The Seductress” (69 BC-30 BC). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3184" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen3.jpg" alt="" title="queen3" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3184" /><p class="wp-caption-text">Marie Antoinette – “The Extravagant Queen” (1755-1793). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3185" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen4.jpg" alt="" title="queen4" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3185" /><p class="wp-caption-text">Eleanor of Aquitaine – “The Eagle” (1122-1204). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3186" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen5.jpg" alt="" title="queen5" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3186" /><p class="wp-caption-text">Christina of Sweden – “The Androgynous Queen” (1626-1689). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3187" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen6.jpg" alt="" title="queen6" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3187" /><p class="wp-caption-text">Boudica – “The Celtic Queen” (AD 26-61). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3188" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen7.jpg" alt="" title="queen7" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3188" /><p class="wp-caption-text">Isabella of Spain – “The Catholic” (1451-1504). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3189" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen8.jpg" alt="" title="queen8" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3189" /><p class="wp-caption-text">Elizabeth Báthory – “The Countess of Blood” (1560-1614). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3190" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen101.jpg" alt="" title="queen101" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3190" /><p class="wp-caption-text">Agrippina – “The Poisoness” (AD 15-59). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3191" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen11.jpg" alt="" title="queen11" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3191" /><p class="wp-caption-text">Olympias – “The Sorceress” (376 BC-316 BC). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3192" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen12.jpg" alt="" title="queen12" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3192" /><p class="wp-caption-text">Alexandra Romanov – “The last Czarina of Russia” (1872-1918). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
<div id="attachment_3193" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/07/queen13.jpg" alt="" title="queen13" width="600" height="600" class="size-full wp-image-3193" /><p class="wp-caption-text">Catherine the Great – “The Enlightened Empress” (1729-1796). Foto: Alexia Sinclair</p></div>
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		<title>Thomas de Wesselow e o sinal do homem no sudário</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 11:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[distopia]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
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		<description><![CDATA[Para alguns é o Santo Graal, para outros, os três tripulantes de Roswell ou ainda a real causa do afundamento do Titanic. Você pode fazer esse exercício agora: não existe pessoa que pisou, pisa ou pisará nesse planeta que não tenha uma busca que ressoa calada em sua consciência. No meu caso é o estudo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para alguns é o <strong>Santo Graal</strong>, para outros, os três tripulantes de <strong>Roswell</strong> ou ainda a real causa do afundamento do <strong>Titanic</strong>. Você pode fazer esse exercício agora: não existe pessoa que pisou, pisa ou pisará nesse planeta que não tenha uma busca que ressoa calada em sua consciência.</p>
<p>No meu caso é o estudo do <strong>Jesus histórico</strong>. E antes que levantemos discussões inúteis, isso não tem nada a ver com religião. Tem a ver com biografia.</p>
<p>Os primeiros contatos com as percepções e teorias que envolvem este estudo, devo ao meu Pai, que me apresentou – primeiro verbalmente e depois com a literatura da época – as questões relativas aos <strong>Manuscritos do Mar Morto.</strong></p>
<p>Ler e entender que uma seita de ermitões chamada <strong>Essênios</strong> poderia ter criado o mito de Jesus como um senhor da retidão, já coloca você para pensar. Essa dualidade da existência física e apenas terrena e uma existência mítica e, portanto, irreal (não sobrenatural, esteja bem dito); guiou as leituras que busquei a partir de então.</p>
<p>No entanto, mesmo estando sempre atento, não consegui escapar de algumas obras oportunistas.  Podemos citar a<a href="http://carreirasolo.org/livros/jj-benitez-operacao-cavalo-de-troia-resumo"> Operação Cavalo de Troia</a>, a<a href="http://carreirasolo.org/livros/kathleen-mcgowan-o-segredo-do-anel"> literatura madalenista de Kathleen Mcgowan</a> e obras até mesmo mais sérias, como o já famoso-esquecido-lembrado-e-esquecido-novamente,<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Santo_Graal_e_a_Linhagem_Sagrada"> O Santo Graal e a Linhagem Sagrada</a>, de 1982.</p>
<p>A estrada já se figura longa e nem sempre foi criteriosa em suas escolhas e teorizações, como você pode perceber. Terminei a mais recente leitura há 15 dias e se chama “O Sinal” (2012, Thomas de Wesselow, Editora Paralela).  E temi pela derrapada pop como nunca antes.</p>
<p><em>(Alerta de Spoiler: não tem como não falar do livro sem abordar a sua teoria central. Se você não curte este tipo de revelação, é melhor parar de ler por aqui.)</em></p>
<p><span id="more-3156"></span></p>
<h2>Pego de surpresa por uma exposição merchandisign</h2>
<p>Veja bem: temi por ser pego por subliteratura mesmo antes de comprar o livro. Isso porque passeava despreocupadamente por um shopping carioca quando vi estampado na entrada de um centro de exposições um banner curioso: “Quem é o homem do sudário?”.</p>
<p>Guiado que sou pela busca do Jesus histórico pensei cá comigo: será que vão testar novamente o carbono 14 do manto? E entrei pelos corredores que recontavam a mesma história de sempre, com direito à um mapinha refazendo a peregrinação da mortalha que “teria coberto um judeu crucificado no século I” pela Europa medieval. A última sala guardava ainda uma cópia holográfica do Santo Sudário (bem interessante até) e um modelo de gesso mostrando como seria a posição do corpo para gerar aquele efeito.</p>
<div id="attachment_3168" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/06/vaticano-santo-sudario.jpg" alt="" title="VATICAN SHROUD OF TURIN" width="600" height="338" class="size-full wp-image-3168" /><p class="wp-caption-text">O Vaticano considera, até hoje, o Santo Sudário apenas como um ícone religioso.</p></div>
<p>Ok, só mais uma exposição. Lembro de termos saído eu, minha esposa e as crianças pensando no título da mostra. Para nós, “O homem do sudário” nos deixou com uma sensação de que a exposição era isenta, uma vez que levantada questionamentos sobre o famoso ícone religioso. E só.</p>
<p>Mas nem bem chegamos em casa, fomos brindados com uma reportagem na TV. E, dias depois, resenhas nos cadernos de literatura dos principais jornais. E aí, tudo se revelou: era só uma campanha muito bem arquitetada para lançar o livro.</p>
<p>Era véspera de Páscoa e me lembro que isso me deixou com uma amarga sensação de “Caramba, fui pego como o mais simplório dos públicos&#8230;droga!!”. Mas, claro, comprei o livro e comecei a lê-lo.</p>
<h2>A teoria, a estrutura e porque não curti</h2>
<p>O autor é historiador de arte e baseou a pesquisa prévia para a criação do livro na história do povo Judeu e de sua estranha relação com o mundo das imagens. Através dessa análise ele busca justificar a teoria central do livro que, de todo, é curiosa:  segundo o autor a exibição do Sudário para um pequeno grupo de iniciados foi interpretado como um sinal de ressurreição e todos os evangelhos e ensinamentos posteriores foram reinterpretações desse primeiro momento. Não houve corpo físico ressuscitado e sim a exibição do manto como prova de tal feito.</p>
<div id="attachment_3165" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3165" title="estudos sudário 1978" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/06/estudos-sudário-1978.jpg" alt="" width="600" height="364" /><p class="wp-caption-text">O trabalho e testes da equipe multidisciplinar que, em 1978, teve acesso ao sudário é questionado.</p></div>
<p>A disseminação do cristianismo se deve, portanto, a existência do Sudário. Sim, para o autor não existem provas que atestem que o pano seria falso. Pelo contrário, tudo o levantado até agora só serve para corroborar sua autenticidade e, por consequência sua teoria.</p>
<p>E é aí que reside a falha teórica dessa obra, pelo menos se quisermos levá-la minimamente a sério. O livro parece ter sido construído através do antigo mecanismo da profecia auto-realizável, ou seja, de dentro para fora. No caso, o “dentro” é a teoria central que, segundo o próprio autor, veio como de um estalo quando estava sentado no jardim de sua casa.</p>
<p>Aliás, o ponto em que é narrada esta descoberta, por seu tom, ritmo e estrutura parece ter sido escrito primeiro. Todo o livro, como em uma cebola gigante, parecem ser camadas e mais camadas explicativas necessárias para justificar esse rápido devaneio.</p>
<p>O que me prendeu à obra foi o fato do autor fazer isso muito bem. Ao comparar as escrituras, crônicas medievais, trazer exemplos de efeitos visuais e químicos possíveis para a geração da imagem fantasmagórica exibida no pano e até mesmo mostrar como diversos outros ícones ao longo da história antiga foram, na verdade, exibições do mesmo Santo Sudário (ora dobrado, ora amarrado à cabeça de antigos ministros religiosos); a narrativa vai tecendo uma interessante distopia histórica.</p>
<p>Nela, Saulo não foi convertido por uma aparição sobrenatural. Foi sim pego em seus devaneios filosóficos ao ver a figura por inteiro, no pano de linho, um anjo duplo que funcionaria como um intermediário entre o mundo de Deus e o terreno. Um efeito físico interpretado pela estreiteza do horizonte técnico e cientfíco da época. É ou não é interessante?</p>
<p>Mas ao final, fiquei com a mesma sensação do tal passeio pelo shopping: você é pego por uma promessa duvidosa, faz o percurso e sai com a sensação de que tudo não passou de mais um “Código Da Vinci”.</p>
<p><strong>Leia e tire suas conclusões. Se já tiver lido, comente logo abaixo. Só não tente levar como teoria definitiva só mais um possível roteiro de um filme hollywoodiano.</strong><strong id="internal-source-marker_0.33762609912082553"> </strong></p>
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		<item>
		<title>The Book that can´t wait – Editora portenha cria livros que desaparecem em contato com o ar</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/the-book-that-can%c2%b4t-wait-editora-portenha-cria-livros-que-desaparecem-em-contato-com-o-ar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 15:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe aquela lista de leitura, aquela pilha de papéis que não pára de crescer e o obriga a passar por um ritual diário de auto-flagelo? Posso ouvir você: &#8220;Desse final de semana não passa, vou começar a ler o Cemitério de Praga&#8221;. Pois é, a editora Eterna Cadencia deu um passo à frente de sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela lista de leitura, aquela pilha de papéis que não pára de crescer e o obriga a passar por um ritual diário de auto-flagelo? Posso ouvir você: &#8220;Desse final de semana não passa, vou começar a ler o Cemitério de Praga&#8221;. Pois é, a editora <a href="http://www.eternacadencia.com/home.asp" target="_blank">Eterna Cadencia</a> deu um passo à frente de sua procrastinação criando uma coletânea de livros com uma tinta especial, também desenvolvida por eles, que desaparece em dois meses quanto submetida a duas substâncias bem comuns: ar e luz.</p>
<p>O invento já tem feito algum barulho na mídia especializada e surpreende por trazer uma nova dinâmica à leitura, um tempo híbrido entre o instantâneo da web e a pausa para um café e um bom livro. </p>
<p>Seu principal objetivo é dar chance a novos autores de serem lidos. O raciocínio é que, premidos pelo tempo, novos leitores encontram novos autores que assim podem receber convites para novas publicações.</p>
<p>Confira no vídeo:</p>
<p><iframe width="620" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/gHl8IqCqza8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>via: <a href="http://www.the-digital-reader.com/2012/06/19/the-book-that-cant-wait-video" target="_blank">The Digital Reader</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/rXxH2jJlXdg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Stephen King, todos os seus personagens e onde um e outro aparecem em suas obras</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 19:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[stephen king]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[Gillian James é o que podemos chamar de um autêntica autora de FanFicton, que é uma forma elaborada de puxar o saco de seu autor preferido. Explicando: fanfiction é o desdobramento da obra (ou do Universo criado pelo autor) em histórias paralelas, recontos e o que mais uma mente atordoada pela adoração criativa pode gerar. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tessiedesigncompany.blogspot.com.br/">Gillian James</a> é o que podemos chamar de um autêntica autora de <em>FanFicton</em>, que é uma forma elaborada de puxar o saco de seu autor preferido. Explicando: fanfiction é o desdobramento da obra (ou do Universo criado pelo autor) em histórias paralelas, recontos e o que mais uma mente atordoada pela adoração criativa pode gerar.</p>
<p>Mas, como eu dizia, a menina <strong>Gillian</strong> começou a ler a obra de King aos&#8230;cinco anos. (oi?) Mais tarde, tendo sobrevivido, resolveu adaptar essa adoração aos tempos das timelines e dos infográficos e criou esse abaixo. Percorrendo as linhas você pode acompanhar onde personagens do mestre do terror <strong>Stephen King</strong> aparecem aqui e ali pelas obras já publicadas. Vale a diversão. E não me culpe se o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pennywise_(personagem)">Pennywise</a> quiser bater um papinho depois&#8230;</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/06/Stephen-King-flowchart.png" alt="" width="640" height="1042" /></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/7YPXm5CjSgI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O futuro da humanidade é a babaquice. E isso não me surpreende mais.</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/o-futuro-da-humanidade-e-a-babaquice-e-isso-nao-me-surpreende-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre pires]]></category>
		<category><![CDATA[clipe]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
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		<description><![CDATA[Aos saudosos Mussum, Dicró, Moreira da Silva e Tião Macalé, A coisa está feia por aqui, meus compadres. Imaginem que, mal vocês subiram para o andar de cima, fomos invadidos pela tsunami do politicamente correto, espécie de alergia moral que faz a todos torcerem o nariz, senão espirrar, ao mínimo sinal de humor tipicamente nacional. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/05/600_3humoristas_Mussum_Macalé_BezerradaSilva.png" alt="" title="600_3humoristas_Mussum_Macalé_BezerradaSilva" width="600" height="197" class="alignright size-full wp-image-3133" /></p>
<p>Aos saudosos <strong>Mussum, Dicró, Moreira da Silva e Tião Macalé</strong>,</p>
<p><strong>A coisa está feia por aqui, meus compadres.</strong> Imaginem que, mal vocês subiram para o andar de cima, fomos invadidos pela tsunami do politicamente correto, espécie de alergia moral que faz a todos torcerem o nariz, senão espirrar, ao mínimo sinal de <strong>humor tipicamente nacional</strong>.</p>
<p>Lembra quando vocês gritavam <em>&#8220;Urubuzis é a mãezins!&#8221;</em>, ou ainda <em>&#8220;Nojento&#8230;tchan&#8230;&#8221;</em>, ou ainda tiravam onda com os otários que não subiam o morro? Pois é, até que provem o contrário, este tipo de abordagem é, agora, fora da lei. </p>
<p>Senão, reparem. A novidade da semana é que o <a href="http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2012/05/suposta-discriminacao-racial-em-clipe-de-alexandre-pires-e-apurada.html" target="_blank"><strong>Ministério Público de Uberlândia</strong> está apurando suposta apologia ao racismo</a> em um clipe recente do <strong>Alexandre Pires</strong> (quem? Ah, o do SPC, que quer tirar onda de astro latino, certo?).</p>
<p>Não entendam errado, meus camaradas. O clipe não é bom e muito menos engraçado e não defendo a peça em si, desprezível e nula em termos culturais como são tantas outras. Estamos falando apenas (e mais uma vez) de letras de duplo ou triplo sentido, em uma piscina cheia de gostosas e com participações que vão do globalizado <strong>Neymar</strong> ao improvável <strong>Mr. Katra</strong>. E só.</p>
<p>Segundo as autoridades competentes, a enxurrada de reclamações foi enorme. Racismo e má intepretação do papel da mulher na sociedade figuram entre as acusações. Sabe o que esse caso está me lembrando? Aquela cena toda ao redor dos livros do Monteiro Lobato que <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI185574-15220,00.html" target="_blank">correm ainda o risco de serem tirados de circulação</a>.</p>
<p>Parece que falta o entendimento aos Doutores da Lei que, além de se auto-aumentar-se e conceder recessos e férias quando querem, a cultura tem lá seus próprios tempos e movimentos. Se no caso do autor de &#8220;O Sítio do Pica-pau amarelo&#8221;, o que contou para a posteridade foi o registro das histórias da infância e sua miscigenação com lendas clássicas; no clipe citado acima, nada fica. É obra oportunista e fortuita, destinada a &#8220;alguma-coisa-folias&#8221; Brasil afora. Não há legado, não há mito, não há herói final.</p>
<p>Em resumo: <strong>o tom tão descartável dos poucos minutos em vídeo não vai contribuir ou diminuir a sua influência em sentimentos sejam eles quais forem.</strong></p>
<p>Espero sinceramente que vocês agora habitantes de instâncias sobrenaturais me ajudem a entender uma coisa: <strong>onde estavam os nobres doutores do MPF de Uberlândia desde que a cultura nacional foi criada?</strong> Que moralismo babaca é esse? Que babaquice moral é essa?</p>
<p>Fiquem atentos vocês, aí de cima, quando não estiverem deixando anjos corados de vergonha com aquela piada do &#8220;Leite de mula manca da serra&#8221;, a percepção final do caso: <strong>a babaquice é o destino final da humanidade.</strong> E, não sei porque, isso não me surpreende mais.</p>
<p>Fico por aqui. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P9t0a_X-5Ic"><strong>E Deus foi testemunha que eu queria beber leite!</strong></a></p>
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		<title>O Segredo Social – HQ para ser lida no Facebook #recomendo</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/o-segredo-social-hq-para-ser-lida-no-facebook-recomendo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[hq]]></category>

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		<description><![CDATA[Produzir e consumir conteúdo é um grande mar revolto com novidades surgindo na velocidade das marés. Mas, entre uma marola e outra, surge um caso interessante de boa utilização. Vi isso acontecer agora pela manhã na timeline do Facebook. O responsável foi Kris Barz que me apresentou, através da FanPage do FalaFreela, sua série de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Produzir e consumir conteúdo é um grande mar revolto com novidades surgindo na velocidade das marés. Mas, entre uma marola e outra, surge um caso interessante de boa utilização. Vi isso acontecer agora pela manhã na timeline do Facebook. O responsável foi <a href="https://www.facebook.com/krisbarz">Kris Barz</a> que me apresentou, através da <strong>FanPage</strong> do <strong>FalaFreela</strong>, sua série de HQ chamada &#8220;<a href="https://www.facebook.com/OSegredoSocial">O Segredo Social</a>&#8220;.</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/05/osegredosocial_capa.jpg" alt="" title="osegredosocial_capa" width="620" height="229" class="alignright size-full wp-image-3120" /></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-3119" title="580610_285967154821715_255170747901356_637647_545745538_n" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/05/580610_285967154821715_255170747901356_637647_545745538_n.jpg" alt="" width="620" height="291" /></p>
<p>Além do tema bem atual, privacidade e controle de conteúdo na web de quarta geração (que segundo Luli Radfahrer é um campo murado), &#8220;O Segredo Social&#8221; traz um formato bem interessante. Você vai acompanhar o desenrolar da série através da timeline do Facebook em publicações periódicas e através de intereções na conta do twitter da saga (<a href="https://twitter.com/SegredoSocial">@SegredoSocial</a>)</p>
<p><strong>Se você curte quadrinhos, vale dar uma conferida.</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/XgIODDvdLqY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Tema de Guerra nas Estrelas só no vocal, por Nick McCaig</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/tema-de-guerra-nas-estrelas-so-no-vocal-por-nick-mccaig/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[john williams]]></category>
		<category><![CDATA[star wars]]></category>
		<category><![CDATA[vocal]]></category>
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		<description><![CDATA[Nick McCaig tem a força, não há dúvida. Foram 300 horas de edição após captar as 90 faixas da partitura original do tema de Guerra nas Estrelas que, caso você tenha vindo de alguma província distante e nunca tenha ouvido falar, foi composta por John Williams. Aos ouvidos mais atentos, peço paciência por algum auto-tune [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="620" height="345"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pG9-Ijbk3_8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pG9-Ijbk3_8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="620" height="345" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Nick McCaig</strong> tem a força, não há dúvida. Foram 300 horas de edição após captar as 90 faixas da partitura original do tema de Guerra nas Estrelas que, caso você tenha vindo de alguma província distante e nunca tenha ouvido falar, foi composta por <strong>John Williams</strong>. </p>
<p><strong>Aos ouvidos mais atentos, peço paciência por algum auto-tune aqui e ali, ok?</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/MYtd2hcahsw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Scott Wade faz arte com a poeira no seu carro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/brWcfcl-QS8/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/scott-wade-faz-arte-com-a-poeira-no-seu-carro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra quando você escrevia &#8220;Lave-me&#8221; no vidro empoeirado do carro do vizinho e se achava um cara bastante criativo? Pois é, daí chegou o Scott Wade e elevou alguns degraus (ou escadas) o nível da coisa. Confira no vídeo abaixo e na galeria ao final do post. &#160; Via: DesignBoom]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra quando você escrevia &#8220;Lave-me&#8221; no vidro empoeirado do carro do vizinho e se achava um cara bastante criativo? Pois é, daí chegou o <a href="http://www.dirtycarart.com/">Scott Wade</a> e elevou alguns degraus (ou escadas) o nível da coisa. Confira no vídeo abaixo e na galeria ao final do post.</p>
<p><object width="600" height="437" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/I9NGuz2U9w8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="437" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/I9NGuz2U9w8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3106" class="wp-caption alignright" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-3106" title="Scott Wade" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/29.11-500x270.jpg" alt="Scott Wade" width="500" height="270" /><p class="wp-caption-text">Scott Wade - Paisagens típicas do Texas na poeira do pára-brisa do seu carro</p></div>
<div id="attachment_3109" class="wp-caption alignright" style="width: 510px"><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/20-221-500x267.jpg" alt="Scott Wade" title="Scott Wade" width="500" height="267" class="size-large wp-image-3109" /><p class="wp-caption-text">Scott Wade, tentando arte acadêmica</p></div>
<p><strong>Via: </strong><a href="http://www.designboom.com/">DesignBoom</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/brWcfcl-QS8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Livro: O Jogador Número 1, Ernest Cline. O documento da geração sem lenço.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/uQCjKZRHQBg/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/livro-o-jogador-numero-1-ernest-cline-o-documento-da-geracao-sem-lenco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 12:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ernest cline]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[warner]]></category>

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		<description><![CDATA[De tempos em tempos, autores disputam a primazia por escrever a obra de sua geração. Isso pode nos levar a caminhos insuspeitos, de libelos como &#8220;Mein Kampf&#8220;, a delírios pseudo-científicos de um &#8220;Neuromancer&#8220;. E, em ambos os casos o leitor é apresentado às causas do seu tempo e assim, escolhe engajar-se ou não no clima [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De tempos em tempos, autores disputam a primazia por escrever a obra de sua geração. Isso pode nos levar a caminhos insuspeitos, de libelos como &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mein_Kampf">Mein Kampf</a>&#8220;, a delírios pseudo-científicos de um &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuromancer">Neuromancer</a>&#8220;.</p>
<p>E, em ambos os casos o leitor é apresentado às causas do seu tempo e assim, escolhe engajar-se ou não no clima predominante quando à época de sua passagem pelo planeta.</p>
<p>A obra de estréia de <a href="http://www.ernestcline.com/">Ernest Cline</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/24069947/jogador+numero+1/?franq=143570">O Jogador Número 1</a>, não tem essa pretensão, mas, pode muito bem candidatar-se ao posto de romance representativo da segunda década do século XXI.</p>
<p><span id="more-3072"></span>Mesmo vindo dos anos 80, era idolatrada pela temática do livro, considero-me um filho intelectual da geração &#8217;00. Isso porque, se na década de 90 <strong>tentava arquivar meus textos em fitas K7 de micros de 8 Bits</strong> e conectar em redes de BBS que discutiam a iminente chegada da mãe de todas as redes, foi na chegada da internet comercial que comecei a efetivamente trabalhar conteúdo de forma pública.</p>
<p><strong>Não tive fanzines, não imprimi jornais de grêmios estudantis</strong> (que sempre julguei improdutivos), <strong>mas tive blogs</strong> (muitos) e <strong>portais</strong> (alguns).</p>
<p>Por conhecer a dinâmica de quem produz cultura hoje, pelo menos a digital é que a leitura do <strong>&#8220;Jogador&#8230;&#8221;</strong> é tão interessante. Vou provar porque, mas antes, uma rápida sinopse</p>
<h3>Os caça-ovos</h3>
<p>Em uma distopia que ouso aqui batizar de evolucionista (visto que é claramente realizável e possível) o mundo foi dominado por uma simulação hiper-realista chamada <strong>Oasis</strong>. Nela estudamos, trabalhamos, nos divertimos e, claro, para ela escapamos de uma realidade nada convidativa. O mundo da época já passou pela elevação do nível do mar, aquecimento global, falência geral etc.</p>
<p>Nosso herói faz parte de um seleto grupo de jogadores chamado “caça-ovos” que percorrem os milhares de mundos simulados da trama atrás da maior fortuna já conseguida por um homem, no caso o criador da própria simulação, misto de <strong>Steve Jobs e Bill Gates</strong>, chamado <strong>James Donovan Halliday.</strong></p>
<p>Como prova de sua genialidade, <strong>Halliday</strong> criou um complexo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arg">ARG (Alternate Reality Game)</a> que uma vez completado daria ao seu vencedor o direito de achar o seu &#8220;easter egg&#8221; e com ele a incrível quantia de 240 bilhões de dólares.</p>
<p>O que torna a obra tão contagiante é que a resolução do ARG envolve solucionar enigmas totalmente baseados na cultura POP oitentista, tão celebrada há tanto tempo. Não há quem não viveu a época que não se divirta.</p>
<div id="attachment_3077" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3077 " title="Goonies, filme dos anos 80, está presente no livro O Jogador Número 1" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/319508_gooniesINTjpg.jpg" alt="Goonies, filme dos anos 80, está presente no livro O Jogador Número 1" width="600" height="281" /><p class="wp-caption-text">Amigos que se reúnem para resolver um mistério atemporal. Quem resiste?</p></div>
<h3>A questão da referências</h3>
<p>Contudo, a questão da referência pode ser entendia sob dois ângulos. O primeiro sutil e elegante e o outro gratuito, superficial e, em sendo assim, representante de sua época.</p>
<p><strong>Para entender melhor:</strong> considero o defeito da obra como aquilo que a qualifica como romance da geração atual. Vamos lá, vamos lá.</p>
<p>A primeira camada referencial, é aquela que nos mostra uma obra baseada em grandes arquétipos do cinema e da arte da narração. O ciclo que vai do herói incompreendido que sai do seu ambiente comum (sua &#8220;casa&#8221;), busca o artefato (sabedoria&#8230;), encontra com o mentor e, finalmente, acha a relíquia sagrada é o famoso <a href="http://filosofianerd.blogspot.com.br/2010/02/workshop-de-estrutura-literaria-jornada.html">mono-mito ou mito primordial que sempre funciona.  </a></p>
<p>Por isso você se “sente em casa”, ao ler (ou reler) o bom e velho mito do herói com corporações de agentes impessoais (&#8220;<strong>Matrix&#8221;</strong>), um grupo de amigos super descolados (<strong>&#8220;Conta comigo&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Goonies&#8221;</strong>), ajudados por um cientista louco (<strong>&#8220;De volta ao futuro&#8221;</strong>).</p>
<p>O caldo azeda justamente quando da metade para o final do livro, já com o universo apresentado e a &#8220;pena&#8221; um pouco gasta, o autor se resume a listar referências e brincar de Quiz com o ansioso leitor.</p>
<p>A técnica soa falsa porque o esforço da pesquisa foi substituído pela rapidez da Wikipedia e do Google. Dá para sentir o autor recorrendo ao senhor das buscas a cada empacada criativa.</p>
<p>Dá para ouvi-lo digitando termos de busca para explicar o porque de determinada canção ser fundamental para a trama. Assim ficou fácil falar de filmes e series de TV com mais de 30 anos de idade.</p>
<div id="attachment_3080" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3080 " title="Laranja Mecânica, clássico do final dos anos 70, está presente no livro O Jogador Número 1" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/18754532w434hq80nj4.jpg" alt="Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick é um clássico do final dos anos 70, está presente no livro O Jogador Número 1" width="600" height="350" /><p class="wp-caption-text">Amigos que se reúnem para recriar situações atemporais. Quem sobrevive?</p></div>
<h3>A narrativa enquanto dica de nossa situação atual</h3>
<p>Em recente mesa-redonda na qual fui convidado por um autor amigo para discutirmos os temas de sua mais recente obra, <a href="http://carreirasolo.org/eventos/onde-ha-nuvem-ha-povo">baseada nas ferramentas de computação em nuvem</a>; levantei a questão da substituição de nossa memória natural e cultural por aquela representada por ferramentas de busca.</p>
<p>O argumento central é de que estamos <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/por-causa-do-google-sua-memoria-esta-diminuindo/">recuando e diminuindo nossa capacidade natural de acumular informações</a> em troca de poder subir nossas memórias para os bancos de dados do Google. A todo momento podemos acessá-lo como, em tese, a de todos os outros que o mesmo fizeram.</p>
<p>Se <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy">Pierre Lévy</a> considera isso um ponto de virada de nossa evolução (e surgimento de um grande <em>“Pensamento Coletivo”</em>) o uso atual dessa informação e o desdobramento comercial que empresas fazem dele, é altamente preocupante.</p>
<p>Vivemos de repassar pequenas citações e links em redes sociais, sem parar para retirar nossos óculos de imersão (smartphones, tablets) como faz Parcival, o personagem principal da obra.</p>
<p>Sim, o estado atual das coisas é quase de imersão total. A <a title="Por que as reuniões de pais e mestres no ensino fundamental são tão ruins?" href="http://www.mauroamaral.com/por-que-as-reunioes-de-pais-e-mestres-no-ensino-fundamental-sao-tao-ruins/">educação em seu método tradicional naufraga</a> repetidas vezes em tentar acompanhar a ultra-velocidade de seus alunos de hoje. Os diagnósticos de TDAH (transtorno de déficite de atenção e hiperatividade) são cada vez mais comuns, muito em função do não entendimento de nossa nova linguagem e estrutura narrativa e do descompasso de ritmo entre quem ensina e quem já sabe.</p>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/capalivro.jpg" alt="" align="right" />Falamos mais, com menos profuncidade e pensamos menos. Seria esse o grande plano do grupo dos “Seis”, como são chamados os vilões da história que utilizam grande capital e profissionais treinados para roubar na disputa pelo ovo sagrado de Halliday?</p>
<p>O <strong><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/24069947/jogador+numero+1/?franq=143570">Jogador Número 1</a></strong> é uma obra referencial em todos os sentidos. Sua leitura superficial deixa claro que já, já, estará nas telonas (<a href="http://omelete.uol.com.br/games/jogador-numero-1-romance-de-estreia-do-roteirista-de-fanboys-mistura-videogames-e-cultura-oitentista/">os direitos já foram comprados pela Warner</a>) mas, um pensamento mais atento e um olho ligado em questões além das entrelinhas, nos faz parar para pensar: <strong>quem vai vencer ao final?</strong><strong id="internal-source-marker_0.9382773952092975"><br />
</strong></p>
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		<title>Journey: a metáfora da vida</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[ps3]]></category>
		<category><![CDATA[trilha sonora]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu já achava que seria relegado a categoria de um jogador casual de social games, soube da existência de Journey (thatgamecompany.com, 2012). Não que tenha levado a sério quando o meu filho mais velho  - absolutamente dentro da cena gammer desses anos ´10 &#8211; , chegou aos gritos entusiasmados de “Olha isso aqui, é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu já achava que seria relegado a categoria de um jogador casual de social games, soube da existência de <strong>Journey</strong> (<a href="http://thatgamecompany.com">thatgamecompany.com</a>, 2012). Não que tenha levado a sério quando o meu filho mais velho  - absolutamente dentro da cena gammer desses anos ´10 &#8211; , chegou aos gritos entusiasmados de <em>“Olha isso aqui, é muito bom, simplesmente genial”</em>.</p>
<p>Olhei com desdém, como só alguém criado no mundo dos 16bits pode fazer afirmando que, muito provavelmente era mais uma das chatíssimas versões em que você pilota um personagem que pula de muro em muro, coleta poderes e enfrenta chefes de fase cada vez mais difíceis. Disse isso pois passei 2011 inteiro tentando explicar para a geração mais nova de gammers que <strong>Assassins Creed</strong>, <strong>Infamous</strong> e <strong>Force Unleashed</strong> eram uma mesma história com peles difrerentes.<span id="more-3050"></span></p>
<p>De nada adiantava e a escaramuça me servia apenas para atestar que o que eu sentia falta era mesmo de uma boa história. Considero os games uma das plataformas para se contar histórias mais intensamente adaptadas ao século XXI. Universal, ultraconectada, sequencial e, claro, social. A turma de hoje não joga, “joga com alguém”. Mas, a julgar pelo que via até então, era uma plataforma subutilizada.</p>
<p><strong>Então, dei um voto de confiança e baixamos Journey. E tudo mudou.</strong></p>
<div id="attachment_3052" class="wp-caption alignright" style="width: 585px"><img class="size-full wp-image-3052" title="journey-game-screenshot-1" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/journey-game-screenshot-1.jpg" alt="" width="575" height="323" /><p class="wp-caption-text">Lindo, exuberante e imperdível. Assim é Journey</p></div>
<p>O que vemos na tela é a completa reinvenção de antigas convenções do mundo dos games. Você não tem uma barra de energia ou chefes de fase, não tem pontos, não tem&#8230; fases.</p>
<p>O que você encontra em <strong>Journey</strong> é, antes de tudo, uma experiência emocional. Uma narrativa na qual você é personagem e protagonista, guiado apenas pela inexorável marcha a que se propõe.</p>
<p>O jogo começa em meio ao deserto com um personagem-você no qual nitidamente se percebe o ar da dúvida fundamental: <strong>o que faço aqui? Para onde vou?</strong> É essa dúvida que persegue você enquanto dunas, castelos em ruínas e seres (espiriuais? alienígenas?) translúcidos pontuam seus sucessos.</p>
<p>A cada etapa, você vê escrito em tapeçarias (livro da vida?) seu progresso. A cada momento, sua trajetória é contada e recontada. E sua dúvida parece ser substituída por perseverança. Aliás, sua única força em Journey pode ser definida como um misto de determinação e solidez mental. <strong>Em resumo: esperança.</strong></p>
<div id="attachment_3053" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3053" title="journey-game-screenshot-6-b" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/journey-game-screenshot-6-b.jpg" alt="" width="600" height="338" /><p class="wp-caption-text">Direção de arte primorosa que não se rende às tendências mais banais.</p></div>
<p>E por falar nesse sentimento tão nobre, é ele que parece pontuar outro grande pesonagem do game: sua trilha sonora. O trabalho de <strong><a href="http://austinwintory.com/" target="_blank">Austin Wintory</a></strong> não deve nada aos clássicos de<strong> Hans Zimmer</strong> para filmes como <strong>Gladiador</strong> e <strong>Falcão Negro em Perigo</strong>. Em alguns momentos eu apenas larguei o controle e me deixei levar pela melodia. Sério.</p>
<p><object width="600" height="335" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lNHtReya_p0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="335" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/lNHtReya_p0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>Journey</strong> não foi feito para ser díficil, demorado ou cansativo. É uma história curta e bem contada, pela qual você passa em grandes atropelos em pouco mais de uma hora. Um espetáculo visual, sonoro e sensorial que guarda o melhor para a sua metáfora final.</p>
<h3>O início, o fim e o meio</h3>
<div id="attachment_3056" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3056" title="journey-game-screenshot-12-b" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/journey-game-screenshot-12-b.jpg" alt="" width="600" height="338" /><p class="wp-caption-text">Em Journey, o que vale é o caminhar e as pessoas que você encontra pelo caminho</p></div>
<p>Ao chegar ao topo de uma montanha de luz, suas forças se esvaem, suas pernas tremem e finalmente, você cai. Após isso é envolvido por intensas descargas de energia, caminha para uma brancura infinita e&#8230; é brindado com cenas de suas passagem pelo deserto, das pessoas que encontrou em sua jornada (jogadores reais que vez por outra dividem a tela com você) e, finalmente&#8230; recomeça seu percurso no mesmo ponto onde começou a caminhar.</p>
<p><em><strong>Journey</strong> é a metáfora universal da esperança do nosso próprio renascimento.</em> Apenas uma vida, mas sempre em frente.<em> O que vale, como dizem, não é extamente o final da caminhada, mas cada passo.</em></p>
<p><strong>Recomendo</strong>.</p>
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		<title>Tiradentes teve uma farmácia até 1818 na Rua Gonçalves Dias?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 11:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>

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		<description><![CDATA[Não foram poucas as vezes em que um almoço de família continuou com relatos de mistério e teorias conspiratórias das mais variadas. Afinal, cada núcleo familiar tem lá as suas manias. Acabei de receber de um primo próximo esse interessante texto, de suposta autoria de  Guilhobel Aurélio Camargo que conta uma interessante história. Acompanhem: Tiradentes, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não foram poucas as vezes em que um almoço de família continuou com relatos de mistério e teorias conspiratórias das mais variadas. Afinal, cada núcleo familiar tem lá as suas manias. Acabei de receber de um primo próximo esse interessante texto, de suposta autoria de  <em>Guilhobel Aurélio Camargo </em>que conta uma interessante história. Acompanhem:</p>
<blockquote><p><strong>Tiradentes, Uma Farsa</strong></p>
<p><strong></strong><em>Tiradentes, uma farsa criada por líderes da Inconfidência Mineira. Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris.</em></p>
<p>O feriado de 21 de abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro Gouveia.</p>
<p>A mentira que criou o feriado de 21 de abril é: Tiradentes foi sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes.</p>
<p>Com a Proclamação da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo comercial muito forte.</p>
<p>Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a de Cristo e era o que bastava: um “Cristo da Multidão”. Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história “construída” agradava tanto à elite quanto ao povo.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-3040" title="Tiradentes" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/Tiradentes.jpg" alt="" width="200" height="400" align="right" />Rápida Biografia</strong><br />
Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um pequeno fazendeiro. Ficou órfão de mãe aos nove anos e perdeu o pai aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas. Daí veio o apelido de Tira-dentes.</p>
<p>Em 1780, tornou-se um soldado e, um ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o ouro encontrado em Minas Gerais.</p>
<p>Tiradentes foi iniciado na maçonaria pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes. Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que circunstâncias.</p>
<p><strong>Tiradentes, Maçonaria e a Inconfidência Mineira</strong><br />
Como era um simples alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos do movimento.</p>
<p>Em todos os movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os séculos XVIII e XIX, era comum o &#8220;dedo da maçonaria&#8221;. E Tiradentes foi maçom, mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na Inconfidência, porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam recentemente regressado &#8220;formados” da cidade de Coimbra, em Portugal. Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que maçons estavam envolvidos nos conluios.</p>
<p>Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação, pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram vitoriosos &#8211; mesmo em luta desigual &#8211; os maçons norte-americanos George Washington, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson.</p>
<p>Também é possível comprovar a participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o dístico maçônico do <em>Libertas quae sera tamen</em>, que adorna o triângulo perfeito, com este fragmento de Virgílio (Éclogas,I,27).</p>
<p>Tiradentes era um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Tinha apenas uma filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a sobrinha de um padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o grupo, aquele considerado como uma “codorna no chão”, o mais frágil dos inconfidentes.</p>
<p>Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos. Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes. E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março de 1889, com o Silvério dos Reis indo ao Palácio do governador e denunciando o Tiradentes.</p>
<p>Ele foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha, e seu julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque tinha a promessa que livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a ele pela maçonaria.</p>
<p>Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava ter bem menos que seus 45 anos. No livro, de 1811, de autoria de Hipólito da Costa (&#8220;Narrativa da Perseguição&#8221;) é documentada a diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de abril de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu no livro &#8220;Contribuindo&#8221;, de 1921: <em>&#8220;Ninguém, por ocasião do suplício, lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito&#8230;&#8221;.</em></p>
<p>O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados pela estrada até Vila Rica (MG), cidade onde o movimento se desenvolveu. A cabeça não foi encontrada, uma vez que sumiram com ela para não ser descoberta a farsa. Os demais inconfidentes foram condenados ao exílio ou absolvidos.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-3045" title="tiradentes_barba" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/04/tiradentes_barba.jpg" alt="" width="230" height="268" align="right"/>A farsa</strong><br />
Há 42 anos (1969), o historiador carioca Marcos Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença na galeria da Assembléia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva. Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.</p>
<p>Concluiu que as semelhanças eram impressionantes. Tiradentes teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons, na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em uma carta que foi encontrada na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor, desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do Ouro, em dezembro no ano de 1792, com alguém muito parecido com Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu correndo.</p>
<p>Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria voltado ao Brasil, quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em 1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira.</p></blockquote>
<p><strong>Verdade? Invenção? Não sei, só sei que foi assim&#8230;</strong></p>
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		<title>Cada um sabe o limite de sua paixão</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 11:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou de uma época quem nunca achávamos que diríamos “somos de uma época”. Isso porque sou um profissional de transição. De era, de fato e de direito, vivi transições como poucos. A primeira ocorreu no meio dos anos 90 quando o mercado publicitário carioca simplesmente desapareceu. Hordas de recém-formados &#8211; outros nem tanto &#8211; , [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sou de uma época quem nunca achávamos que diríamos <em>“somos de uma época”</em>. Isso porque sou um profissional de transição. De era, de fato e de direito, <strong>vivi transições como poucos.</strong></p>
<p>A primeira ocorreu no <strong>meio dos anos 90</strong> quando o mercado publicitário carioca simplesmente desapareceu. Hordas de recém-formados &#8211; outros nem tanto &#8211; , largavam a Praia do Flamengo e de Botafogo (onde ainda hoje se concentram grandes escritórios) rumo a um exílio criativo nas terras paulistas.</p>
<p>Vivi essa transição na forma de entrevistas feitas em um louco “bate-e-volta” que incluía tomar um café apressado na Rodoviária do Tietê, bater o papo com o diretor de criação e voltar ao final do dia, exausto. Mas fiquei no Rio.<span id="more-3021"></span></p>
<p>Pouco depois tentei ainda largar tudo e fazer qualquer coisa que custeasse a família recém encomendada. Vivi a transição pessoal de acreditar na própria paixão, <strong>custasse o que custasse</strong>. E valeu a pena. Já bem empregado na maior agência aqui da cidade, vivi a transição para o mundo digital. Já comentei aqui <a title="Seis Epifanias que mudaram a minha vida." href="http://www.mauroamaral.com/seis-epifanias-que-mudaram-a-minha-vida/">sobre a questão epifânica</a> que isso envolveu, mas hoje o assunto é outro.</p>
<p>No mundo digital vivi ainda a transição do mundo de conteúdos estático para o das <strong>redes sociais</strong>. A transição de <strong>empregado para empreendedor</strong>. De futuro <strong>dono de escritório para criador de start ups</strong>. Enfim, sou uma pessoa envolta em transições e que me levam a uma vanguarda solitária, sempre atrás daquilo que vem pela frente, deixando a reboque aquiloutro que o mundo vive no momento. <strong>Ofícios sem ócio</strong>, portanto.</p>
<p>Em todos esses momentos, contudo, <strong>a felicidade se mostrou possível quando eu identifiquei, vivi por e para e, claro, aparamentei a verdadeira gênese da minha paixão.</strong> No caso, contar histórias. Sempre que tentei abandoná-la ela cobrou um preço alto. Em paralelo, sempre atento, testemunhei tristes fins e recomeços de quem optou por seguir sua vida sem dar voz à sua paixão. Pintores carimbando formulários em estatais, músicos promovendo reuniões corporativas enfadonhas, professores desaprendendo a viver, enfim: <strong>vasos vazios.</strong></p>
<p>Esse rápido pensamento me ocorreu na sexta-feira, ao final do dia, quando vi esses dois mini-documentários. O primeiro (<em>&#8220;ink&#038;paper&#8221;</em>, de <a href="http://vimeo.com/user5313364" target="_blank">Ben Proudfoot</a>) traz a dedicação de antigos fabricantes de papéis especiais e donos de gráficas tradicionais. Absolutamente tocante tem cenas bem especiais como aquela em que nem eles mesmos entendem como sobrevivem em tempos de mídias digitais. </p>
<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33359230&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33359230&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object></p>
<p>O segundo (&#8220;La Mer de Piano&#8221;, de <a href="http://www.tomwrigglesworth.com/" target="_blank">Tom Wrigglesworth</a> e <a href="http://www.mathieucuv.com/" target="_blank">Mathieu Cuvelier</a>) conta a história de Marc Manceaux, que herdou de seu antigo empregador uma loja de pianos em Paris. Ele se auto-define como uma central de transplantes de peças para pianos e, confessa, que, no máximo em cinco anos, simplesmente não venderá mais nada. Para ele, não faz diferença: o que conta é um bom vinho, um piano, e alguns blocos para continuar a desenhar. </p>
<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33517151&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33517151&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object></p>
<p>Então, nesse início de semana, cabe a mim ressaltar, fazendo bom uso dos canais a que tenho acesso, de que, sem paixão ninguém caminha. Mas, com ela, brinca-se com o tempo e a necessidade, <strong>rindo do supérfulo e sorrindo para o essencial. </strong></p>
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		<title>Acredite, isso é apenas um teste</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 21:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3017" title="joinha" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/03/joinha.jpg" alt="" width="500" height="353" /></p>
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		<item>
		<title>ECAD, Youtube e blogs. Por quem o direito autoral deve ser defendido?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/lXj7V7c-DZI/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/ecad-youtube-e-blogs-por-quem-o-direito-autoral-deve-ser-defendido/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 17:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[ecad]]></category>
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		<description><![CDATA[Você está caminhando pela rua da Alfândega no Rio de Janeiro e ouve o inevitável “ai, seu eu te pego, ai, ai&#8230;”. Enlevado pela saliência de tão bela canção, você começa a assoviar. Não mais do que de repente, por de trás de uma bancada de calcinhas vendidas a R$ 10 a dúzia, surge um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você está caminhando pela rua da Alfândega no Rio de Janeiro e ouve o inevitável <em>“ai, seu eu te pego, ai, ai&#8230;”</em>. Enlevado pela saliência de tão bela canção, você começa a assoviar. Não mais do que de repente, por de trás de uma bancada de calcinhas vendidas a R$ 10 a dúzia, surge um fiscal com prancheta na mão.</p>
<p>- Senhor, são R$ 352,59, senhor.<br />
- As calcinhas?<br />
- Não, não, a taxa por ter assoviado a música do Michel Teló</p>
<p>Pode parecer absurdo, mas é exatamente isso que mais um ciclo de ação do <strong>ECAD</strong> ao redor dos produtores de conteúdo na internet está querendo fazer. A polêmica &#8211; podemos chamá-la assim? &#8211; , <a href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/orgao-brasileiro-vai-cobrar-taxa-mensal-de-blogs-que-usam-videos-do-youtube" target="_blank">estourou ontem</a> em alguns veículos ao relatar o caso dos editores de um blog que resolveram, inicialmente, retirar do ar seu pequeno e não comercial veículo.</p>
<p><span id="more-3002"></span></p>
<p>Após reestabelecer o acesso ao site aos 1.500 leitores diários e resolver comprar a briga, os editores alegaram que estariam sendo <strong>cobrados por</strong> <strong>embedar vídeos do Youtube</strong> e, assim, realizarem uma nova exibição, susceptível à cobrança de direitos autorais.</p>
<p><strong>Isso não é novo. Mas isso não é legal. Acompanhe:</strong></p>
<div id="attachment_3003" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-3003" title="interna_ecad" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/03/interna_ecad.png" alt="Menino ouvindo música. Deve pagar?" width="600" height="317" /><p class="wp-caption-text">ECAD quer cobrar por vídeo embedado do Youtube. Cobrança dupla ou malandragem?</p></div>
<p><strong>Esse tipo de cobrança acontece quando não se entende a tecnologia envolvida.</strong><br />
Quando você utiliza o código de embed do Youtube, está abrindo espaço para o conteúdo do Google em seu site. Simples assim. Ah, o Youtube já paga ao ECAD&#8230;Logo, estamos falando de uma cobrança dupla. No título eu falei que o erro poderia ser causado por “não entendimento”. Pensando bem, está mais para “escavamento de brecha jurídica”.</p>
<p><strong>Não entenderam a mudança do mercado</strong><br />
Além da tecnologia, órgãos arrecadadores (ah, vale lembrar: não são oficiais, são apenas supostos representantes dos autores) são para o mercado de produção de conteúdo o que as gravadoras são para os CDs. Na música o mercado mudou, artistas independentes passaram a ter acesso às tecnologias de gravação e distribuição, colocando o negócio de vender rodelas de plástico obsoleto. Como retaguarda da retrocesso, os cobradores do mundo das gravadoras, tal qual despachantes, tentam se entender em um universo caótico, seminal, multitemporal da internet. E não conseguem.</p>
<p><strong>Não se tocaram que seu ciclo vicioso pode ser facilmente identificado</strong><br />
Mas, se fingem de bobos. Ano passado, podcasters sofreram a mesma investida. Sem ter como medir, sem ter como avaliar as reproduções, o ECAD saiu a distribuir boletos e fazer ligações solicitando pagamento de direitos autorais a quem, inadvertidamente, colocasse trilhas de seus representados em seus programas. Mas, quem representa uma banda romena de música folk ou um conjunto vocal do Cabo Verde?</p>
<p>Como que em resposta a este tipo de investida, semanas depois, começaram a pipocar algumas matérias falando sobre irregularidades na arrecadação e, misteriosamente, a investida parou. Poeira assentada, a caraga retorna. Sentiram, o ciclo?</p>
<p><strong>Não me entendam mal: direitos autorais devem ser cobrados.</strong><br />
Os casos de medição incorreta são antigos. Donos de consultórios médicos tem uma longa ficha corrida para nos contar. Na internet, “local” onde as métricas valem dinheiro, saber se um usuário, simplesmente porque o vídeo está lá acessou e assistiu o conteúdo é praticamente impossível para quem está externo ao processo.</p>
<p>Fica a questão: por que nós, produtores e consumidores de conteúdo, não sugerimos uma nova maneira de fazer essa arrecadação desses valores? Por que criarmos ums startup, um modelo de negócio, que faça o dono do direito e seu consumidor conversarem sem atravessadores?</p>
<p><strong>Me parece que é isso ou&#8230;as calcinhas do começo desse post&#8230;.</strong></p>
<p><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/lac-bac/6348406760/in/photostream/" target="_blank">Rosemary Gilliat. Library and Archives Canada, e010868865 </a></em></p>
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		<title>Contemplai, pequena criatura</title>
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		<comments>http://www.mauroamaral.com/contemplai-pequena-criatura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[vimeo]]></category>
		<category><![CDATA[wired]]></category>

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		<description><![CDATA[Temporal Distortion from Randy Halverson on Vimeo. &#8230; E tem como não ficar sem palavras? E tem como não questionar o que é real ou apenas limitação de nosso olhar? Via Wired Science]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=36684976&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=36684976&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/36684976">Temporal Distortion</a> from <a href="http://vimeo.com/dakotalapse">Randy Halverson</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>E tem como não ficar sem palavras? E tem como não questionar o que é real ou apenas limitação de nosso olhar?</p>
<p>Via <a href="http://www.wired.com/wiredscience/">Wired Science</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/5Xlw3hZLamA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aprenda a escrever com as dicas de quatro mestres</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/zOrWWcKTCto/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/aprenda-a-escrever-com-as-dicas-de-quatro-mestres/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[George Orwell]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Margaret Atwood]]></category>
		<category><![CDATA[neil gaiman]]></category>

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		<description><![CDATA[E se você pudesse ter uma aula com quatro grandes escritores oferecendo as melhores dicas que levaram anos para consolidar em suas mentes? Foi isso que fez o site OpenCulture.org. Henry Miller, George Orwell, Margaret Atwood e Neil Gaiman reuniram-se nessa aula inaugural irreal, fantástica e fundamental. Tradução livre, pessoal. O original, em inglês, você [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E se você pudesse <strong>ter uma aula</strong> com <strong>quatro grandes escritores</strong> oferecendo as melhores dicas que levaram anos para consolidar em suas mentes? Foi isso que fez o site <a href="http://www.OpenCulture.org">OpenCulture.org</a>. <strong>Henry Miller, George Orwell, Margaret Atwood</strong> e <strong>Neil Gaiman</strong> reuniram-se nessa aula inaugural irreal, fantástica e fundamental. Tradução livre, pessoal. O original, em inglês, <a href="http://www.openculture.com/2012/01/writing_rules.html">você encontra aqui.</a></p>
<p><span id="more-2967"></span></p>
<div id="attachment_2992" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2992" title="escrever_600" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/02/escrever_600.png" alt="" width="600" height="314" /><p class="wp-caption-text">Escrever é um trabalho. Mas é um prazer. Muito prazer, sou seu trabalho.</p></div>
<h3><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0811201120?ie=UTF8&amp;tag=openculture-20&amp;linkCode=xm2&amp;camp=1789&amp;creativeASIN=0811201120">Henry Miller</a></h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2981" title="600full-henry-miller" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/02/600full-henry-miller1.jpg" alt="" width="280" height="280" align="right" />1.<strong> Trabalhe em uma coisa</strong> de cada vez até que esteja terminada.<br />
2. <strong>Não comece novos livros</strong> ou novas pesquisas quando desnecessária.<br />
3. Não fique nervoso. <strong>Trabalhe calmamente, alegremente, sem descanso.</strong><br />
4. Trabalhe de acordo com seu planejamento e não de acordo com o seu humor. <strong>E sempre pare na hora estabelecida.</strong><br />
5. Quando você não consegue criar nada, <strong>você pode trabalhar no que já criou.</strong><br />
6. <strong>Consolide o que produziu a cada dia</strong> no lugar de tentar aumentar o já criado.<br />
7. Continue humano. Veja pessoal, vá à lugares. <strong>Tome uns drinques, se você gostar.</strong><br />
8. Não seja um burro de carga. <strong>Trabalhe somente com prazer.</strong><br />
9. Você pode até descartar seu planejamento quando lhe apetecer, mas volte a ele no dia seguinte. <strong>Concentrar. Diminuir. Excluir.</strong><br />
10. Esqueça dos livros que você quer escrever no futuro. <strong>Concentre-se naquele em que você está escrevendo no momento.</strong><br />
11. Escrever sempre em primeiro lugar. Pintura, música, amigos, cinema&#8230;<strong>todas essas coisas vem depois.</strong></p>
<h3><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0143036351?ie=UTF8&amp;tag=openculture-20&amp;linkCode=xm2&amp;camp=1789&amp;creativeASIN=0143036351">George Orwell</a></h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2982" title="george-orwell" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/02/george-orwell.jpg" alt="" width="280" height="280" align="right" />1. Evite metáforas e outras figuras de linguagem que você costuma ver por aí em outras publicações.<br />
2. Nunca use uma palavra longa quando <strong>uma curta resolve.</strong><br />
3. Sempre que for possível, <strong>corte palavras.</strong><br />
4. <strong>Nunca use a forma passiva </strong>quando você pode usar a voz ativa.<br />
5. Nunca utilize uma frase em língua estrangeira, termos científicos ou jargões, quando você pode <strong>explicar o fato em palavras simples.</strong><br />
6. <strong>Quebre essas regras</strong> o mais rápido possível quando for para dizer algo bárbaro.</p>
<h3><a href="http://www.guardian.co.uk/books/2010/feb/20/ten-rules-for-writing-fiction-part-one">Margaret Atwood</a></h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2985" title="atwood_670" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/02/atwood_670.jpg" alt="" width="280" height="280" align="right" />1. Leve um lápis para escrever nos aviões. Canetas vazam. Mas, se o lápis quebrar você não poderá apontá-lo, pois não pode levar nada afiado com você. Então, leve dois lápis.<br />
2. Se os dois lápis quebrarem, tente apontá-los com lixa de unha!<br />
3. Papel é ótimo para escrever. Em uma emergência, madeira ou seu braço também servem.<br />
4. Se você está utilizando um computador, sempre faça um backup em um pendvrie.<br />
5. Exercite sempre as suas costas. A dor distrai.<br />
6. <strong>Segure a atenção do leitor.</strong> (Funciona melhor se você conseguir segurar a sua própria.) Mas, você não sabe quem é o leitor, então a tarefa é como pescar no escuro. O que fascina A pode dar sono em B.<br />
7. Você provavelmente vai precisar de uma enciclopédia, um livro de gramática rudimentar e uma noção da realidade. Não há almoço grátis. Escrever é trabalho. É também o jogo e não um plano de aposentadoria. Ninguém está fazendo você fazer isso: você escolheu, então não lamente.<br />
8. Você nunca vai conseguir ler o seu livro com a liberdade mental de quem lê a primeira página de um novo livro, afinal, é uma obra sua. Você está nos bastidores. Você sabe o segredo da mágica. <strong>Peça ajuda a um ou dois amigos leitores, antes de mostrar a qualquer um no mercado editorial.</strong> E lembre-se: esse amigo ou amiga não pode ser ninguém com quem você tenha uma relação romântica. A não ser, é claro, que você queira encerrá-la.<br />
9. Não fique sentado no meio da floresta. Se você está perdido no &#8220;plot&#8221; ou bloqueado em sua criação, retrace seus passos até o lugar onde você se perdeu. Então, tome outra direção. Adicione ou mude o ângulo de visão. Mude o ponto de tensão. Mude a página de abertura.<br />
10. Rezar pode ajudar. Ler outra coisa, também. <strong>Vislumbre também o Santo Graal de sua obra publicada.</strong></p>
<h3><a href="http://www.openculture.com/2011/12/neil_gaimans_free_short_stories.html">Neil Gaiman</a></h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2986" title="PICEDITOR-AGE" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/02/neil-gayman.jpg" alt="" width="280" height="275" align="right" />1. Escreva.<br />
2.<strong> Coloque uma palavra depois da outra.</strong> Ache a palavra correta antes de escrevê-la.<br />
3. Termine o que você está escrevendo. Não importando o que precise para fazê-lo, faça-o.<br />
4. Coloque de lado. Leia o produzido como se nunca tivesse lido antes. Mostre a amigos de quem a opinião você respeita.<br />
5. Lembre-se: <strong>quando as pessoas dizem que algo não funcionou para elas, estão certas na maioria das vezes. Mas, quando dizem exatamente o que acham que não funcionou e como consertar, estão quase sempre erradas.</strong><br />
6. Conserte. Lembre-se de que, cedo ou tarde, antes que alcance a perfeição, você terá que deixá-lo viver e partir para o próximo trabalho. Perfeição é como caçar o horizonte.<br />
7. <strong>Ria de suas próprias piadas.</strong><br />
8. A principal regra sobre escrever é que se você faz o seu trabalho com suficiente certeza e sinceridade, você está apto a fazer qualquer coisa que queira. (Essa pode ser também uma regra para a vida. Mas, com certeza, é para a escrita.) Então, escreva sua história da forma como ela precisa ser escrita. <strong>Faça-o honestamente, e conte tudo da melhor maneira possível. Não estou certo se existem outras regras. Pelo menos outras que valham a pena.</strong></p>
<p><strong>E vocês, o que acham?</strong></p>
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		<item>
		<title>[Vídeo]. Pessoas voando em Nova York</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[NY]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Brincadeira &#8220;muito bem bolada&#8221;, como diria o mestre Sílvio Santos, pelos céus de Nova York. Três aeroplanos em formato humano, em grandes aventuras pela cidade grande. Claro que teve japonês parando para filmar. É um pássaro, é um avião? Sim é.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="600" height="335"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dcDN409ZBv4?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dcDN409ZBv4?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="335" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Brincadeira &#8220;muito bem bolada&#8221;, como diria o mestre Sílvio Santos, pelos céus de Nova York. Três aeroplanos em formato humano, em grandes aventuras pela cidade grande. Claro que teve japonês parando para filmar. É um pássaro, é um avião? Sim é.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/RpPqpS_vQfc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>The Joy of Books. Animação stop-motion para bibliófilos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/mauroamaral/~3/0xHhe3rF4cI/</link>
		<comments>http://www.mauroamaral.com/the-joy-of-books-animacao-stop-motion-para-bibliofilos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Toy Story só de livros. Essa é a melhor forma de descrever esse simpático filmete em stop motion, criado pelo casal Sean e Lisa Ohlenkamp, donos da livraria Type, no Canadá. Sim, eles têm uma livraria e ainda fazem filmes de animação. A trilha foi composta e gentilmente cedida por Grayson Matthews. Não é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="600" height="335"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SKVcQnyEIT8?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SKVcQnyEIT8?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="335" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Um <strong>Toy Story</strong> só de livros. Essa é a melhor forma de descrever esse simpático filmete em stop motion, criado pelo casal <strong>Sean </strong>e <strong>Lisa Ohlenkamp</strong>, donos da livraria <strong>Type</strong>, no Canadá. Sim, eles têm uma livraria e ainda fazem filmes de animação. A trilha foi composta e gentilmente cedida por <a href="http://www.graysonmatthews.com/">Grayson Matthews</a>.</p>
<p>Não é a primeira peripécia da dupla no mundo da animação. O vídeo experimental <a href="http://www.youtube.com/redirect?q=http%3A%2F%2Fyoutu.be%2FzhRT-PM7vpA&#038;session_token=70UVHomcipPISYntlRgm9LXFJ_t8MTMyNzY3MjcxM0AxMzI3NTg2MzEz">&#8220;Organizando prateleiras&#8221;</a> é também bem interessante.</p>
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		<title>Criação Divina</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description />
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2956" title="invencaodivina" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/01/invencaodivina.jpg" alt="" width="600" height="1099" /><p class="wp-caption-text">by Carlos Ruas - www.umsabadoqualquer.com.br</p></div>
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		<title>O Brado Retumbante: a Distopia possível</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[globo]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
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		<description><![CDATA[J.J. Abrams deve ter acompanhado interessado o primeiro capítulo de O Brado Retumbante, minisérie que estreou ontem na Globo. Assim como Frank Miller. Estivesse vivo, ou pelo menos presente nessa realidade, até mesmo George Orwell ficaria pensativo. E dobraria-se em cólicas, quase metamorfoseando-se em inseto, o próprio Kafka, revendo Ministérios Inócuos em uma reunião protocolar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0009190/" target="_blank">J.J. Abrams</a></strong> deve ter acompanhado interessado o primeiro capítulo de <strong><a href="http://obradoretumbante.globo.com/" target="_blank">O Brado Retumbante</a></strong>, minisérie que estreou ontem na Globo. Assim como <strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0588340/" target="_blank">Frank Miller</a></strong>. Estivesse vivo, ou pelo menos presente nessa realidade, até mesmo <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell" target="_blank">George Orwell</a></strong> ficaria pensativo.<br />
<span id="more-2917"></span><br />
<div id="attachment_2923" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2923" title="imprevisto" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/01/imprevisto.png" alt="" width="600" height="312" /><p class="wp-caption-text">&quot;Eu sou o imprevisto de vocês&quot;</p></div></p>
<p>E dobraria-se em cólicas, quase metamorfoseando-se em inseto, o próprio <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Kafka" target="_blank">Kafka</a></strong>, revendo Ministérios Inócuos em uma reunião protocolar e, assim, lembrando-se do seu <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Processo" target="_blank">Processo</a>.</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2937" title="letterings2" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/01/letterings21.png" alt="" width="600" height="268" /></p>
<p>Em outra esfera, <a href="http://www.fox.com/fringe/" target="_blank"><strong>Dr. Bishop</strong> e a <strong>agente Dunham</strong></a> estariam bolando algum plano para investigar o que a trama deve desenrolar nos próximos capítulos. E, em perseguição feérica pelas terras planaltinas e maravilhosas, um enrrugado <strong>Bruce Wayne</strong> aceleraria seu POD atrás de mais um furo de reportagem noticiado, em cortes rápidos, pelo plantão da imprensa.</p>
<p>Que aliás, estaria atenta a todos os movimentos do <strong>Ministro da Justiça Floriano</strong> (<em>José Wilker Nicholson</em>). E por falar nele: o que seria senão o plasma, clone e homúnculo perfeito do <strong><a href="http://www.imdb.com/character/ch0007463/" target="_blank">Coronel Nathan R. Jessup</a></strong>, do <strong>Questão de Honra</strong>? Trejeitos, bocas, olhares e até o sumiço do pescoço pela elevação dos ombros&#8230; está tudo lá. <strong>We can´t handle the truth!</strong></p>
<div id="attachment_2941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2941" title="wilkernicholson" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/01/wilkernicholson1.png" alt="" width="600" height="327" /><p class="wp-caption-text">We can´t handle the truth</p></div>
<p>No roteiro costurado por <em>Euclydes Marinho, Nelson Motta, Guilherme Fiuza e Denise Bandeira</em>, o deputado <strong>Paulo Ventura</strong> (<em>Domingos Montagner</em>) é catapultado à Presidência da Câmara dos Deputados em uma armação política que visa tirá-lo da oposição. Pouco depois, em um acidente aéreo morrem o presidente e seu vice. Resultado: <strong>Paulo assume por 15 meses a direção do País.</strong></p>
<p>Como não lembrar de uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cornwell" target="_blank">Jornada do Herói</a> mameluco em um “país cheio de mulatos e ginga” que recebe a notícia de sua primeira reviravolta depois de matar uma garrafa de malte escocês? Ou ainda que tenta reconstruir um casamento (o elemento mágico perdido?) e finaliza o primeiro capítulo tocando <em>Ary Barroso</em> em sua clarineta?</p>
<div id="attachment_2938" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2938" title="salaooval" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2012/01/salaooval1.png" alt="" width="600" height="320" /><p class="wp-caption-text">Salão Oval?</p></div>
<p><strong><a href="http://obradoretumbante.globo.com/" target="_blank">O Brado Retumbante</a></strong> é, portanto, uma distopia possível onde todas as referências, personagens, autores, poder e povo se encontram, como nunca, na (pseudo)história desse país. Esse me pareceu seu maior acerto: <strong>mostrar que identificamos nossa realidade em um ambiente distópico, justamente porque somos, nós mesmos, arquétipos poucos reais de um país em constante reformulação urgente.</strong></p>
<p>E mais. Ao encerrar o primeiro capítulo de oito, ficou a questão: <strong>estamos fazendo ficção ou plasmando a próxima sucessão presidencial tucana?</strong></p>
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		<title>[Vídeo] Irresistível animação em vidros</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 21:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do japonês Hoku Uchiyama. Vi no 1889cafe.com.br]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/29939081?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="600" height="338" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Do japonês <a href="http://hokuuchiyama.com">Hoku Uchiyama</a>. Vi no <a href="http://www.1889cafe.com.br">1889cafe.com.br</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/mauroamaral/~4/OfKvqsztFmQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O livro de Steve foi o último trabalho de Jobs?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 20:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Isaacson]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo esta pequena resenha de forma absolutamente fora do comum, apresentando a conclusão logo nas primeiras e curtas linhas. Steve Jobs foi para a computação pessoal, para o cinema de animação, para a indústria da música e para o mercado editorial, um Walt Disney Stark. Reuniu como em poucas vezes na história recente habilidades equidistantes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começo esta pequena resenha de forma absolutamente fora do comum, apresentando a conclusão logo nas primeiras e curtas linhas.</p>
<p><em><strong>Steve Jobs</strong> foi para a computação pessoal, para o cinema de animação, para a indústria da música e para o mercado editorial, um <strong>Walt Disney Stark</strong>. Reuniu como em poucas vezes na história recente habilidades equidistantes entre inovação, excelência técnica e apreço capitalista. </em></p>
<p><em>E assim construiu uma grande empresa e, depois, a empresa mais valiosa do mundo. Mas, complemento aqui: a empresa mais valiosa do mundo, em um mundo que ele mesmo criou.</em></p>
<p>O grande ponto é que nem sempre estamos falando dos méritos absolutos ou geniais do inventor/CEO mais famoso do século XX. Por muitas páginas intuí que estávamos falando do encontro de uma <strong>ideia</strong> fixa com as <strong>condições propícias para ela germinar</strong>. Quando deu certo, <strong>Steve</strong> era um gênio; quando não, o autor correu para colocar tudo na conta do Papa ou do campo de distorção da realidade de <strong>Jobs</strong>.<br />
<span id="more-2900"></span><br />
Para explicar essa estranha conclusão, apresento não uma resenha que acompanha o índice da obra, mas uma derivação sobre as possíveis estórias que as pouco mais de 600 páginas inadvertidamente nos apresentaram. Não tente procurar, elas não estão assim descritas por lá. Assim como não estava escrito que o <strong>iTunes</strong> seria mais do que uma maneira de organizar suas músicas, ou que o <strong>iPod</strong> não era um produto <em>“stand alone”</em>, mas o integrante de uma cadeia que viria a culminar no (possível) domínio do fluxo de consumo de conteúdo no século XXI.</p>
<p>Conheça, então, três estórias que <a title="Walter Isaacsson" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Isaacson">Walter Isaacsson</a> quis contar para você, contou, e você nem percebeu. Sem enrolação, apenas três histórias&#8230;</p>
<h3>Primeira: o livro de Steve e o último trabalho de Jobs.</h3>
<p><img src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2011/11/stevejobs.png" alt="" align="right" />Eu não comprei a ideia de que <strong>Steve Jobs</strong> não quis ver ou controlar a criação da biografia. Simplesmente porque foi uma obra encomendada e, sobretudo, seguia um briefing central: <em>“apresentar aos filhos</em> (e aqui extendo o conceito de filiação a todos aqueles que o seguiram intelectualmente em sua obra) <em>um lado que não lhes foi dado a conhecer.”</em></p>
<p>Que lado, cara pálida? Cada centrimetro de narrativa central tem suas versões para o cinema, no youtube, em sites de fãs, em obras paralelas. O passado hippie, a peregrinação na Índia, o começo meteórico, tudo já havia sido apresentado em diferentes tons, matizes e com apresentação de vencedores reais ou não.</p>
<p>A essência minimalista que fica, tão a gosto do biografado, é que suavemente, <strong>Steve</strong> conduziu a apresentação de seu último grande produto, criado para manter uma experiência integral em todos os momentos, do tirar da embalagem à interface.</p>
<p>Isso foi feito, inclusive, de forma a respeitar a mudança de paradigma que a sua vida e presença intelectual ajudaram a traçar: <strong>os fatos antigos tem uma riqueza de detalhes que os atuais não têm.</strong></p>
<p>Assim, você fica sabendo do lugar onde dormia o peregrino aos domingos em busca de almoços grátis, mas desconhece todos os detalhes das transações mais recentes ao redor do <strong>iPad</strong> e <strong>iPhone</strong>. Percebam que isso traz uma sutileza: o hoje está (sendo) escrito sempre e em constante mutação; já o “ontem”, apenas é uma espécie de tradição horal, quase esquecida e que por isso precisa de resgate.</p>
<h3>Segunda: um livro sobre o gênio esquecido.</h3>
<div id="attachment_2906" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2906" title="jobswozniak" src="http://www.mauroamaral.com/wp-content/uploads/2011/11/jobswozniak.png" alt="" width="600" height="418" /><p class="wp-caption-text">Seria a história do Steve esquecido?</p></div>
<p>Outra leitura possível é que a trajetória do californiano só foi possível quando ao lado existia “mais um”. O fato é sempre citado como prova de sua capacidade de agregar talentos, reunir grandes ideias e colocá-las em uma caixa bem acabada com um superproduto. Mas, sob um aspecto social (ou antropológico, ou psicológico, ou astrológico (sic)) o autor nos apresenta uma constante busca por um par. Por uma sincronização.</p>
<p>A professora primária, o colega marginal na primeira infância, o mestre Yogue, a primeira, segunda e terceira namoradas, a esposa, <a title="Markkula" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mike_Markkula">Markkula</a>, <a title="Edwin Land" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Edwin_H._Land">Edwin Land</a>, <a title="Sculley" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Sculley">Sculley</a>, <a title="Gates" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates">Gates</a>. Todos estão lá, prontos para representar o oposto da moeda. Mesmo que ela, mesmerizada, caia sempre para o mesmo lado.</p>
<p>E, claro, tem <a title="Steve Wozniac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Wozniak">Steve Wozniak</a>. Citado quase tanto quando seu dupla dos primeiros anos, o inventor, o engenheiro chefe da U.S.S. Enterprise que decolaria tão velozmente nos anos 70, tem um tributo digno ao longo de passagens tão importantes quando as <strong>Blue Boxes</strong>, o <strong>Apple I</strong> e o megasucesso do <strong>Apple II</strong>.</p>
<p>Mais uma vez a vida pode pregar peças em você quando, entre uma pausa e outra, você descobrir que Steve ainda está nas filas dos grandes lançamentos como ser humano quase comum (ou Vigia em missão eterna a observar a humanidade). Palpite? Ele não quer o <strong>iPhone 4s</strong> ou o <strong>Galaxy Nexus</strong>. Ele quer encontrar novamente o <a title="Computer Home Brew Club." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homebrew_Computer_Club">HomeBrew </a><a title="Computer Home Brew Club." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homebrew_Computer_Club">Computer</a><a title="Computer Home Brew Club." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homebrew_Computer_Club"> Club.</a> Woz: a turma foi para a Nuvem!</p>
<h3>Terceira: o livro da última das biografias possíveis.</h3>
<p>Para reconcluir (ou introduzir), outro ponto, percebi que o grande fio condutor de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/23959492/steve+jobs:+a+biografia?franq=143570">“Steve Jobs”</a> é o famoso “conecte os pontos”, fruto de seu genial discurso em Stanford. Se não, por que mencionar que <strong>Jobs</strong> e <strong>Wozniak</strong> faziam listas de músicas de seu compositor preferido, <strong>Bob Dylan</strong>, mais de 300 páginas antes de falar do <strong>iPod</strong>? Por que falar de Yoga senão para apresentar o hábito de resolver a vida e os negócios caminhando? Fique atento e perceberá. Exemplos não faltarão da agradável leitura de uma biografia que, arrisco, será uma das últimas possíveis.</p>
<p>Primeiro porque ser humano notável está em falta no mercado. E, segundo, aqueles que teriam potencial para tanto, correm o risco de se dissolverem na nuvem tempo-real na qual depositamos nossa memória todos os dais e, aos poucos, nos impede de realizar novas conexões e descobrir novos pontos.</p>
<h3>Introdução</h3>
<p>Claro, não poderia deixar de finalizar esta carta de impressões sobre o livro, justamente pelo começo.</p>
<p><em>Grávida de um estrangeiro, uma moça de família tradicional, resolver dar o bebê para adoção, exigindo, contudo, que seus pais &#8211; um casal amoroso mas sem instrução -, cuide da educação universitária do menino, com todo esmero.</em></p>
<p><em>Tempos depois, ao perceber que seu futuro pode ser outro, e não “um futuro trouxa”, o jovem resolve reinventar sua próprias magias e combater o mal no mundo, que vive mudando de forma, ora são janelas, ora procuradores que parecem saber de tudo e até robôs verdes gigantes.</em></p>
<p><em>A história caminha para redenção final quando, no crepúsculo de sua vida, o herói renegado, reconta suas conquistas e deixa uma missão para as gerações vindouras: contem a minha história ou ela será esquecida.</em></p>
<p><strong>Boa leitura!</strong></p>
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		<title>Memo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 20:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ler]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai lá e grava, memória. Como se fosse um canal aberto numa imensa ilha de edição, cercada de momentos por todos os lados. Vai lá e grava estes momentos todos. De todas as qualidades quantos forem, em todos os matizes que vierem, nas cores que se apresentarem, dos tons, das maneiras. Grava tudo, porque estou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vai lá e grava, memória. Como se fosse um canal aberto numa imensa ilha de edição, cercada de momentos por todos os lados. Vai lá e grava estes momentos todos. De todas as qualidades quantos forem, em todos os matizes que vierem, nas cores que se apresentarem, dos tons, das maneiras.</p>
<p>Grava tudo, porque estou meio de stand-by por aqui. Cansei do sempre servir. E, principalmente, do não aproveitar. Sou para todos, menos para mim. Solícito e por isso muito solicitado. Esquecido e portanto, nunca agradado.</p>
<p>Vai lá e grava os sorrisos dos filhos, põe aí um pouco de reverb em cada um deles, dobra os canais e dá uma comprimida. Quero-os ainda mais altos e encorpados. Mas preserve sua inocência. É o seu ouro. Sua genuína força, pela qual luto preservar e ressinto já Ter perdido. Aliás, sua falta ecoa na base do meu crânio, tal cefaléia falsa e insistente – como um personagem. Chora sua ausência e fica me retrucando, como que cutucando com uma vara curta a onça que pensa que sou. Porque fostes me perder, ela pergunta. É a vida, respondo.</p>
<p>Grava, portanto, os primeiros passos da família. Que cresce amorfa mas coesa. Que parece nutrir-se de sua imperfeição natural. Pensando bem, a imperfeição é o alimento natural das famílias. Resolvida, ela é uma massa de gente pronta a partir para outra. E por enquanto estamos partindo só para a nossa. Dando risadinhas de vídeo-cassetadas de um final de tarde de Domingo.</p>
<p>Grava as palavras que escrevo, com medo de falá-las. Grava seu caminho até a posteridade, onde, reveladas, mostrem-me um Pai zeloso e sempre temeroso do futuro que nós mesmos construímos. Esteja presente portanto, memória, no dia que minhas palavras de hoje forem lembranças boas, sempre aquecidas, em rodas de fogueira, ou num dia em que a luz faltar e as crianças – não importa o tamanho que estejam – resolvam lembrar de um passado bom, que não deveria Ter passado.</p>
<p>Grava em alto e bom som, que nasci para estar onde estou, que fiz as escolhas certas, que abdiquei de vários confortos em prol de um bem-estar comum. Que estou feliz, embora sem meus mimos terrenos e bobos, que tocam, pulam e me fazem escrever mais rápido. Eu os conquisto, pois preferi começar do mais valioso e, assim, repleto do que me é mais caro, estar seguro para seguir adiante.</p>
<p>Grava para sempre, deixa aí no automático. Pois a vida começa a cada dia. E é no seu passar que percebo que sou aqui a Pedra Fundamental. E portanto, ígeno, devo ficar acordado até que todos durmam em tranqüilidade. Pétreo, rochoso e feldspático deve ser meu vigiar, pois dele dependem os quatro pequenos frutos dos meus sonhos. E só eu posso sonhar acordado.</p>
<p><strong>Grava, memória. Que eu não quero lembrar. Quero viver.</strong></p>
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		<title>Por que as reuniões de pais e mestres no ensino fundamental são tão ruins?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 15:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou nessa vida de pai há uns 15 anos mais ou menos e nunca consegui entender por que as reuniões de Pais e Mestres na escola são tão ruins. Para começar: ela deveria ter o próprio nome alterado. Falo com alguma experiência estatística, depois de 5 escolas e três crianças diferentes, a reunião está mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estou nessa vida de pai há uns 15 anos mais ou menos e nunca consegui entender por que as reuniões de <strong>Pais e Mestres</strong> na escola são tão ruins.</p>
<p>Para começar: ela deveria ter o próprio nome alterado. Falo com alguma experiência estatística, depois de 5 escolas e três crianças diferentes, a reunião está mais para <em>“Mães (1), Mestres que falam para a supervisão da escola (2) e alguns pais (3)”</em>.</p>
<p>Vamos analisar cada terço dessa laranja.<br />
<span id="more-2882"></span></p>
<h3>1 &#8211; Mães</h3>
<p>Quem me conhece pessoalmente e está lendo este artigo, sabe muito bem: <strong>estou longe de ser o protótipo de machista clássico</strong>. Portanto, a crítica que segue não é sexista, ok?</p>
<p>Por que as Mães, quando em reunião de escola de filho, não conseguem enxergar as questões sob um panorama mais amplo? Por que vão no micro, no ínfimo, na cor da meia do colega ao lado? Porque se o assunto é sobre Língua Portuguesa elas insistem em peso da mochila? Por que, MEU DEUS, conversam o tempo todo???</p>
<blockquote><p>Meu filho respondeu aquela questão errada pois ela estava mal formulada, com a intenção de induzir ao erro.</p></blockquote>
<p>Caramba, não faz sentido algum, no aspecto educacional da questão este tipo de formulação. Não seria mais produtivo algo como: <em>“O projeto educacional da matéria está defasado”</em>. Mas elas insistem. <strong>Os Mestres percebem e a coisa desanda.</strong></p>
<h3>2 &#8211; Mestes que falam para a supervisão</h3>
<p>Não se enganem: a reunião tem, em nós pais, apenas um elemento de figuração que pode ficar olhando para o PowerPoint (sim, a praga já chegou lá) que registra as culminâncias (conclusão parcial do trabalho ao longo do ano) de cada disciplina.</p>
<p>Colégios bem estruturados costumam ter uma equipe de professores, mesmo no Fundamental I (1º ao 5º ano) que, nessas reuniões se sucedem em apresentar seus resultados. Daí a coisa segue com uma série de slides para supervisor educacional ver. Nada é exatamente para você, embora pareça.</p>
<h3>3 &#8211; Alguns pais. Ou somente eu.</h3>
<p>Saí de mais essa reunião bem preocupado. Na visão mega-macro me assustou a quantas anda a relação dos Mestres com a realidade de seus alunos, todos da faixa de 10-12 anos. Uma geração já estudada por nós de conteúdo, marketing e comunicação como aquela que quer ser chamada para co-criar suas relações com as instituições e que SABE que tem esse poder.</p>
<p>Uma geração que tem acesso a conteúdo, a informação e, com o direcionamento correto, à criação de conhecimento. Se você nunca parou para pensar sobre isso, dá uma olhada nesse vídeo:</p>
<p><object width="600" height="335" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vynwrySOwxs?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="335" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/vynwrySOwxs?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Como senti que ninguém tinha ouvido falar deste tipo de abordabem e já tendo sentido isso algumas vezes em diferentes momentos nessa mesma escola, claro, levantei a mão para expor os pensamentos:</p>
<blockquote><p>Mestres, com o devido respeito, mas vocês mostram DETESTAR a internet e suas possibilidades como ferramenta de educação, acusando-a como apenas fonte de cópia. Nela, encontramos excelentes materiais complementares para o ensino de, por exemplo, História [rolava uma discusãao sobre a dificuldade de apreensão das crianças para conteúdos como a vinda da família Real para o Brasil em 1808]. Programas em áudio, vídeo, textos mais leves, blogs, etc. Isso não é explorado por quê?</p></blockquote>
<p>E, ao fechar das janelas e encerramento do assunto, ainda tive que ouvir:</p>
<blockquote><p>Eles ainda não estão preparados.</p></blockquote>
<p>Ora, Mestres. <strong>Vocês é que não estão.</strong> Vocês é que estão educando para a mediocridade, para o cumprimeiro do conteúdo programático. Dizem estar ali para ensinar a pensar, quando não entenderam que o próprio pensamento é <strong>Magma vivo</strong>, e não rocha vulcânica solidificada. Ele tem poder. Ele É o poder de transformação.</p>
<p>Mas, ali, ninguém adimitia transformação. Há muito a passagem de conteúdo deixou de ser a função do professor. Ou, quiçá, nunca foi.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong> estamos falando de uma escola de classe-média, em bairro idem, com renome, história e alguns bons colocados nos processos seletivos. Com o tempo, tenho descoberto, na verdade, um processo de direita-classe-media-sofre, castrador e não direcionado ao livre pensar. O que me assusta bastante é que isso pode estar ocorrendo em outras escolas pelo país.</p>
<p><strong>Quem tiver sugestões de instituições que já estejam mais adaptadas ao nosso tempo, aceito sugestões.</strong></p>
<p>============</p>
<p><strong>Update</strong>: comentado logo abaixo, o exemplo da Escola Lumiar:</p>
<p><object width="600" height="437"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0gkd7cHxKOk?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0gkd7cHxKOk?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="437" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Documentário na íntegra:The Land where the Blues began</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 10:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ver]]></category>
		<category><![CDATA[blues]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[O folclorista Alan Lomax já havia percorrido o delta do Mississipi nos anos 30 e 40 junto a seu pai em uma missão para a Livraria do Congresso americano: registrar a música original, seminal, religiosa e espiritualista que deu origem a um dos mais tradicionais ritmos americanos, o Blues. Na época ele tinha apenas 18 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="600" height="437"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EPjM6E6q-Wo?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EPjM6E6q-Wo?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="437" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O folclorista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alan_lomax">Alan Lomax</a> já havia percorrido o delta do Mississipi nos anos 30 e 40 junto a seu pai em uma missão para a Livraria do Congresso americano: registrar a música original, seminal, religiosa e espiritualista que deu origem a um dos mais tradicionais ritmos americanos, <strong>o Blues.</strong></p>
<p>Na época ele tinha apenas 18 anos e os equipamentos, claro, eram bem rudimentares. Ciente de que os representantes e as histórias envolvendo este estilo musical rapidamente desapareceriam, na década de 70 ele volta ao mesmo ambiente para registrar, pela última vez, suas descobertas.</p>
<p>O vídeo acima é o resultado dessa pesquisa, um documentário de quase uma hora para aqueles que não tem medo de sentar em uma esquina à meia-noite, <em>you know what i mean&#8230;</em></p>
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