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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Medicina Cursos - Últimas Notícias</title><link>http://www.medicinacursos.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>23/05/2012 06:51:04</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/medicinacursos" /><feedburner:info uri="medicinacursos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>HC da USP ganha centro de excelência em medicina nuclear</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/w6wqS7DMbBg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP entregou nesta segunda-feira, 21, novas instalações do Serviço de Medicina Nuclear do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP). O investimento, do governo do Estado, foi de R$ 6,5 milhões.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
De acordo com a Secretaria da Saúde, foram feitas obras de reforma nas áreas assistenciais, administrativas e de ensino e pesquisa. Os novos espaços permitirão atendimento com conforto e agilidade para pacientes, médicos e funcionários.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No segundo pavimento, informa a Secretaria, foi criado um dos mais modernos centros de pesquisa em imagem molecular do Brasil, composto por oito laboratórios e um biotério para armazenamento de pequenos animais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esta área está equipada com um novo e moderno equipamento MICRO-PET-SPECT-CT multiusuário (Projeto FINEP), para pesquisas pré-clínicas. Este equipamento, junto com os laboratórios de apoio, somados ao Cíclotron (instalado no subsolo) e ao PET-CT (instalado no térreo), com as respectivas áreas de suporte, transformam o Serviço de Medicina Nuclear do InRad - HCFMUSP num centro de excelência em Medicina Nuclear e imagem molecular, nivelado aos maiores centros internacionais, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com este novo Centro de Pesquisa, será possível, por exemplo, acompanhar os tumores em animais de laboratórios e efeitos de tratamentos experimentais em nível molecular, avaliando assim o potencial terapêutico de novas drogas em tempo real. Secretaria dis que o novo centro permitirá trazer contribuições não apenas nas áreas de oncologia, como também em outras especialidades como a cardiologia e neuropsiquiatria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Este novo espaço representa um importante avanço na área de pesquisa, além da garantia de melhor atendimento aos pacientes, graças à reforma nas áreas assistenciais. As pesquisas em áreas como oncologia e cardiologia são fundamentais para a saúde da população", afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Unidade, no Instituto de Radiologia do HC, será uma das mais modernas em pesquisa por imagem molecular do país; pesquisas trarão contribuições para áreas de oncologia, cardiologia e neuropsiquiatria.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/w6wqS7DMbBg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53237</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas descobrem proteína óssea que pode ativar a queima de gorduras</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/HnamutPsHyo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas espanhóis descobriram que uma proteína óssea, presente também no cérebro, é capaz de iniciar a queima de gorduras do corpo, um avanço que ajudará a criar remédios contra a obesidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O corpo humano tem dois tipos de gordura: a branca, causadora do sobrepeso e da obesidade, e a marrom, que atua como uma caldeira de calefação humana e inicia a queima de calorias e produz calor corporal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até bem pouco tempo, se pensava que apenas os bebês e alguns mamíferos dispunham de tecido adiposo marrom, mas recentes pesquisas demonstraram que este tipo de gorduras também está presente nos humanos adultos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estas gorduras são, portanto, uma importante ferramenta terapêutica no tratamento e na luta contra a obesidade dos cientistas do Centro de Pesquisa Biomédica em Rede de Fisiopatologia da Obesidade e da Nutrição (CIBERobn), autores do estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa, dirigida pelo doutor Francesc Villarroya (Universidade de Barcelona) e pelo doutor Miguel López (Universidade de Santiago de Compostela), contou com a participação de cientistas de Iowa (Estados Unidos), Estocolmo (Suécia), e Cambridge (Reino Unido), e será publicada no número de maio da revista Cell.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para realizar o estudo, os pesquisadores injetaram em ratos de laboratório "suplementos" da proteína morfogenética óssea 8B (BMP8B), uma substância ligada aos fatores de crescimento e responsáveis pela formação de ossos, cartilagens e tecidos conjuntivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao aumentar os níveis desta proteína no hipotálamo cerebral das cobaias, os cientistas viram que isto era suficiente para aumentar "de maneira muito potente" a temperatura corporal dos animais e, portanto, a queima de gorduras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pelo contrário, os ratos carentes de BMP8B "eram marcadamente obesos, apesar de ter uma ingestão de alimentos reduzida", fato causado por "uma menor capacidade de queimar gordura no tecido adiposo marrom", explicou López.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/HnamutPsHyo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53236</feedburner:origLink></item><item><title>Geriatras atacam uso de antioxidante e hormônio contra envelhecimento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/KMpH2TtX1Fo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Terapias que prometem combater os efeitos do envelhecimento, usando vitaminas, antioxidantes e hormônios, não têm comprovação científica de sua eficácia e podem aumentar os riscos de diabetes e câncer. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O alerta foi feito na terça-feira (22) por especialistas brasileiros e estrangeiros na abertura do Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, no Rio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles querem elaborar um documento que subsidie o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na formulação de novas regras que coíbam a prática da chamada "&lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; antiaging" no país. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Oficialmente, ela não é reconhecida como especialidade médica, mas não há punição para quem a pratica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um dos vilões dessa terapia é o hormônio do crescimento (GH), que tem indicações muito restritas (pessoas com nanismo, pacientes renais crônicos e portadores de HIV, por exemplo), mas que hoje é prescrito com o objetivo de ganho de músculos e queima de gordura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Segundo a geriatra Elisa Franco, da Câmara Técnica de Geriatria do CFM, 60% das indicações desses hormônios são "off label", ou seja, por conta e risco do médico que os indicam, sem amparo científico de que sejam eficazes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ÓRGÃOS CRESCIDOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Estudos mostram que essas drogas dobram o risco de tumores de fígado e aumentam em quatro vezes as chances de a pessoa ter diabetes. Também há relatos de acromegalia (crescimento de órgãos, inclusive o coração). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o geriatra Thomas Perls, professor da Escola de Medicina da Universidade de Boston (EUA), médicos que estão propondo essa terapia com o propósito de retardar o envelhecimento são "antiéticos e antiprofissionais". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nos EUA, não conseguimos muita coisa ao tentar coibir essa prática. Espero que vocês tenham mais sorte", disse Perls à Folha. &lt;br /&gt;
Outra crítica foi em relação à venda dos chamados hormônios bioidênticos, que também retardariam a velocidade do envelhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
"Não há nenhum estudo científico sério que ateste algum benefício desses hormônios", afirma a presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Não entendo por que o alarde. Os bioidênticos são produzidos e registrados no mundo todo", diz Edson Luiz Peracchi, presidente da Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros hormônios (como a testosterona e o tireoidiano) e vitaminas (E, C e betacaroteno) têm sido indicados com o mesmo objetivo, mas, segundo os especialistas, também não têm o apoio das evidências científicas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SOBRECARGA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Um dos riscos da ingestão desnecessária de vitaminas é a sobrecarga dos rins. Pesquisas recentes também associaram a vitamina E a um risco maior de câncer de próstata. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Em geral, quem tem acesso a essa tal de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; 'antiaging' é a elite. São pessoas que têm acesso ao conhecimento, mas preferem se iludir", diz Silvia Pereira.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/KMpH2TtX1Fo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:44:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53235</feedburner:origLink></item><item><title>Medicina à distância deve se tornar tendência no futuro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/hCcvG9UQfjs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A população mundial está envelhecendo e cada vez mais gente vai precisar de assistência médica. A conta não vai fechar se a &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; continuar a ser praticada em consultórios e hospitais. Mas o cenário deve mudar bastante. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A análise é de um grupo de especialistas da Ernst &amp; Young, consultoria internacional que atende empresas interessadas em saber para onde vai caminhar o mercado da &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o trabalho, uma parte importante da assistência médica no futuro será feita no que a Ernst &amp; Young chamou de o "terceiro lugar" (os outros dois são o hospital e o consultório). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse terceiro lugar seria, por exemplo, a casa do paciente que tem doenças crônicas como diabetes, obesidade e problemas respiratórios --ou onde ele estiver. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, as principais inovações na área de saúde virão de tecnologias que permitam assistência remota, como aplicativos para tablets e para celulares que lembrem o horário de tomar um medicamento, por exemplo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Hoje, 75% dos custos de assistência médica vêm de doenças crônicas e número tende a aumentar. Esses pacientes não precisam estar no hospital, mas necessitam de acompanhamento", explica Glen Giovannetti, um dos coordenadores do estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
"É uma espécie de renovação da ideia do 'médico da família'", explica Patrick Flochel, da Ernst &amp; Young. &lt;br /&gt;
"Só que o médico ficará acessível por novas maneiras. Isso causará uma mudança de comportamento do médico e do paciente." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;VIDA REAL&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
De acordo com o médico Chao Lung Wen, professor de telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, esse monitoramento remoto vai reforçar os vínculos do paciente com os profissionais de saúde, motivando-o a seguir os tratamentos prescritos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Wen é um dos organizadores de um seminário sobre saúde digital e "home care" que será realizado nesta segunda (21) e quarta-feira (23) na feira Hospitalar, em São Paulo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Mais de 50% dos tratamentos falham porque as pessoas não entendem como usar o medicamento. Muita gente abre cápsulas de remédio em vez de engolir, o que pode impedir a absorção da droga. A &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; vai ajudar a reforçar a compreensão do que foi passado pelo médico", afirma Wen. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O médico da USP está trabalhando em uma parceria com uma operadora de celular para lançar um serviço de "nuvem da saúde". A ideia é que essa rede de informações médicas esteja acessível em diferentes níveis: um gratuito, com informações de utilidade pública sobre prevenção, vacinas e epidemias, e outros com acesso pago, com assuntos de interesse específico do usuário e participação em grupos de discussão com profissionais de saúde. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;VELHOS REMÉDIOS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Quem também deve mudar de papel no futuro da assistência médica é a indústria farmacêutica. Isso porque as inovações em saúde virão mais de setores tecnológicos e menos de novas drogas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a consultoria Thomson Reuter, em 2010, apenas 21 drogas inovadoras foram lançadas. No ano anterior, o número chegou a 26. &lt;br /&gt;
Além disso, a maioria das doenças crônicas não será curada com novos remédios --mas precisam de cuidados específicos e recorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
"Não podemos dizer que as farmacêuticas estão em maus lençóis. Mas elas estão começando a se associar com outros setores, como o alimentício, para desenvolver novos produtos", diz Flochel. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O problema, de acordo com o oftalmologista Rubens Belfort, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e presidente da SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), é que os médicos não estão sendo preparados para lidar com as doenças que mais vão predominar no futuro -e que não precisam de hospital. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os médicos hoje são treinados para salvar vidas em hospitais como faz o House [referindo-se ao médico da série homônima americana]", diz. "Mas o paciente cada vez mais irá ao hospital só se o tratamento em casa não estiver dando certo", conclui. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/hCcvG9UQfjs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 18:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53093</feedburner:origLink></item><item><title>Ronco forte aumenta chance de câncer, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/flc6I0uldho/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pessoas que roncam muito e sofrem de graves distúrbios respiratórios durante o sono têm uma probabilidade quase cinco vezes maior de morrer de câncer, segundo uma pesquisa americana. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison acreditam que a correlação pode ser explicada pelo suprimento inadequado de oxigênio durante a noite nos pacientes com o problema. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Testes de laboratório já haviam mostrado que a interrupção intermitente da respiração leva a um crescimento mais acelerado de tumores, já que a falta de oxigênio estimula o crescimento de vasos sanguíneos que nutrem os tumores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;'Sem ar'&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Os pesquisadores analisaram dados de mais de 1,5 mil pacientes que participaram de um estudo sobre Distúrbios Respiratórios Obstrutivos do Sono (DROS) ao longo de 22 anos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A forma mais comum de DROS é a apneia obstrutiva do sono, na qual a respiração é bloqueada deixando a pessoa sem ar. Isso provoca ronco e a interrupção do sono e o problema é geralmente associado a obesidade, diabetes, pressão alta, ataques cardíacos e derrames.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Os participantes do estudo nos Estados Unidos passaram por testes a cada quatro anos que incluíam análises de sono e respiração. &lt;br /&gt;
Os resultados mostraram que a probabilidade de morte por câncer aumentava drasticamente de acordo com a gravidade do distúrbio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto pacientes com uma forma leve de DROS tinham apenas 0,1 vez mais chance de morrer de câncer que aqueles não sofrem com o problema, nos pacientes com uma forma moderada de DROS a chance de morte por câncer dobrava. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já naqueles com distúrbios graves de respiração, o risco aumentava 4,8 vezes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Diagnóstico e tratamento&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O estudo - apresentado na conferência internacional da American Thoracic Society, em San Francisco, e que será publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine - fez ajustes para levar em conta outros fatores como idade, sexo, índice de massa corporal e fumo, que poderiam influenciar o resultado. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A consistência dos indícios dos experimentos com animais e deste novo estudo epidemiológico em humanos é muito convincente", disse o líder do estudo Javier Nieto, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Agora, os cientistas querem ampliar os estudos sobre a questão e examinar a relação entre DROS, obesidade e mortalidade por câncer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
"Se a relação entre DROS e mortalidade por câncer for confirmada em outros estudos, o diagnóstico e tratamento de DROS em pacientes com câncer pode ser indicado para aumentar a sobrevida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/flc6I0uldho" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 18:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53092</feedburner:origLink></item><item><title>Para STJ, plano deve informar sobre descredenciamento de hospital </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/3joR3Zv7Ji8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Operadoras de planos de saúde são obrigadas a informar individualmente aos segurados sobre descredenciamento de hospitais e médicos, de acordo com entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A posição foi firmada em decisão da terceira turma do tribunal, que julgou procedente pedido de indenização de uma família que, ao levar um parente cardíaco à emergência de um hospital em São Paulo, foi informada no local que a instituição não era mais credenciada no plano de saúde. A família tinha escolhido o hospital justamente por já ter sido atendida no local em ocasiões anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A decisão foi tomada na semana passada pela Terceira Turma e divulgada nesta segunda (21) pelo site do STJ.&lt;br /&gt;
O tribunal determinou que o plano de saúde indenize a família, que teve de arcar com os custos do atendimento, que passaram de R$ 14 mil. O paciente morreu quatro dias depois.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No voto, a relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, disse que a operadora tem direito de trocar a rede de hospitais conveniados, mas que também é obrigada a manter os segurados informados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Se, por um lado, nada impede que a operadora altere a rede conveniada, cabe a ela, por outro, manter seus associados devidamente atualizados sobre essas mudanças, a fim de que eles possam avaliar se, a partir da nova cobertura oferecida, mantêm interesse no plano de saúde&amp;rdquo;, afirmou a ministra no voto. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula os planos de saúde, informou que a partir de junho as operadoras deverão manter atualizada na internet uma lista com os hospitais e médicos credenciados.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/3joR3Zv7Ji8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 18:37:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53091</feedburner:origLink></item><item><title>Pacientes com HIV têm maior propensão a morrer por ataque cardíaco</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/RKjcc6QFUd8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os pacientes com HIV são 4,5 vezes mais propensos a morrer por um ataque cardíaco que as pessoas não portadoras desse vírus, segundo um estudo publicado na revista especializada Journal of the American College of Cardiology. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, realizado por professores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, aponta que a morte súbita por ataques cardíacos foi a segunda causa de morte mais comum entre os soropositivos, depois da aids.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores analisaram os históricos médicos de mais de 2.800 pacientes com HIV do Hospital Geral de São Francisco, entre abril de 2000 e agosto de 2009, e concluíram que aproximadamente 8% deles morreram durante os quatro anos seguintes ao período estudado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dos pacientes falecidos, 15% morreram por causas relacionadas a afecções cardíacas, segundo indica o estudo, e desse grupo 86% morreram após um ataque cardíaco repentino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nossos resultados também chamam a atenção para muitas coisas que ainda não sabemos sobre o HIV e a morte súbita", indicou Priscilla Hsue, uma das pesquisadoras, antes de assinalar que será preciso investigar se esses pacientes morrem por uma doença da artéria coronária não reconhecida e daí tentar identificar os pacientes em situação de risco para poder prevenir.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/RKjcc6QFUd8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 18:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53019</feedburner:origLink></item><item><title>Maioria dos estudos clínicos é feita com número pequeno de pessoas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/bsIK-Zp1KN8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Artigo publicado "Jornal da Associação Médica Americana" questiona a capacidade dos testes clínicos realizados nos EUA de fornecer recomendações médicas confiáveis. O estudo constatou que, entre 2007 e 2010, testes envolvendo menos de cem pacientes representaram 62% do total (e apenas 4% previam mais de 1.000 voluntários). A média de participantes foi de 58 nos testes concluídos e de 70 naqueles registrados mas não concluídos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa, coordenada por Robert Califf, diretor do Instituto de Medicina Translacional da Universidade Duke, de Durham, Carolina do Norte, examinou os 96.346 testes clínicos registrados no banco de dados governamental em 27 de setembro de 2010, referentes a três especialidades médicas (cardiovascular, saúde mental e oncologia). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores reconhecem que testes envolvendo menos pacientes podem ser apropriados em muitos casos; porém, ressaltam ser menos provável que forneçam informações para muitas outras situações, "como para determinar a eficácia de tratamentos com efeitos modestos e para comparar tratamentos eficazes e permitir decisões práticas melhores." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O pequeno número de pacientes envolvidos não foi a única deficiência apontada. Os autores relembram que menos de 15% das principais diretrizes médicas são baseadas em evidência de alta qualidade, isto é, evidência que decorre de testes com planejamento apropriado, número suficiente de pessoas, métodos apropriados para medir resultados e supervisão de conselhos de ética que protejam os participantes e assegurem a integridade do teste. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o médico Marcelo Derbli Schafranski, especialista em &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; interna pela Universidade Federal do Paraná e autor do livro "Medicina - fragilidades de um modelo ainda imperfeito", o problema não é apenas o baixo número de pacientes envolvidos nos testes, mas o fato de a maior parte deles ser interrompida antes do fim, sem justificativa. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Schafranski, chama a atenção também a ausência de comitês de monitoramento de dados em um percentual elevado de testes, comprometendo a verificação independente dos resultados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em função disso, para o especialista, "o estudo mostra como a &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; se alicerça sobre bases frágeis. Sobram poucos estudos de credibilidade em que os consensos possam se apoiar". &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/bsIK-Zp1KN8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 18:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53018</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo polemiza relação entre colesterol bom e redução de infarto </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/KFqyiS-jOEI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma equipe de pesquisadores internacional afirma que não existe uma relação entre o colesterol HDL, conhecido como colesterol bom, e o risco de infarto. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores do estudo, publicado nesta quinta-feira na revista "Lancet", chegaram a esta conclusão após analisarem biomarcadores genéticos para determinar se o HDL participava diretamente ou não do processo que desencadeia a doença. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa analisou uma característica genética que aumenta os níveis do colesterol bom sem influir nos níveis de LDL (colesterol ruim) e triglicerídeos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esta característica genética aumenta a quantidade de bom colesterol em 2,5 miligramas por decilitro, o que, de acordo com os estudos epidemiológicos, deveria significar uma redução de risco de infarto de 13%. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, após mais de 115 mil casos serem estudados, constatou-se que as pessoas portadoras desta característica não têm um menor risco de infarto. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Esta informação será de vital importância na hora fabricação de novos remédios, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
o IMIM (Instituto das Pesquisas do Hospital do Mar), em Barcelona. A instituição é uma das autoras do estudo e está na contramão da noção geral de que o aumentar o bom colesterol pode não prevenir infartos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nos testes clínicos com remédios que aumentam os níveis do colesterol bom não se observou um diminuição do risco de infarto do miocárdio", disse o coordenador do grupo de pesquisa em epidemiologia e genética cardiovascular do IMIM, Roberto Elosua. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar da descoberta, o colesterol bom continua sendo, segundo Elousa, um biomarcador que se associa a um menor risco de infarto, embora esta relação não seja causal. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados da pesquisa atual apontam que o papel protetor do bom colesterol não seria sua quantidade, mas sim sua qualidade. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/KFqyiS-jOEI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 18:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=53017</feedburner:origLink></item><item><title>Uma em cada cinco meninas engravida até os 18 anos no mundo, alerta OMS </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/Aib96uXFCZs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o grande número de mães adolescentes em todo o mundo, na véspera das comemorações pelo Dia das Mães. Calcula-se que uma em cada cinco meninas fica grávida até os 18 anos. Anualmente, 16 milhões de adolescentes, entre 15 e 19 anos, dão a luz um bebê. As informações são da Agência Brasil.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Em muitos locais do mundo, as mulheres são pressionadas a casar-se e ter filhos com pouca idade, o que justifica os altos índices de gravidez na adolescência. Nos países pobres, mais de 30% das jovens casam-se antes de completar 18 anos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
A pouca escolaridade também contribui para a gravidez precoce. "As taxas de gestação entre mulheres com menos estudo é maior em comparação à das mulheres com mais anos de educação", diz comunicado da OMS. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a organização, muitas adolescentes não sabem como evitar uma gravidez ou não têm acesso aos métodos contraceptivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Outra preocupação é quanto aos problemas de saúde provocados por uma gestação na adolescência. Complicações na gravidez e no parto são a primeira causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos em países pobres. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Ter bebês durante a adolescência traz sérias consequências para a saúde da garota e da criança, especialmente em locais onde os sistemas de saúde são deficientes. Em alguns países, as adolescentes recebem menos cuidados durante e depois do parto em comparação às adultas". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As garotas também se sujeitam mais a abortos ilegais. Cerca de 3 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos fazem abortos inseguros todos os anos. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/Aib96uXFCZs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52929</feedburner:origLink></item><item><title>Acupuntura ainda é praticada por quem não é médico </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/LmxZAeRCrDc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um mês após a decisão do Tribunal Federal Regional da 1&amp;ordf; Região, segundo a qual profissionais como fisioterapeutas, psicólogos e farmacêuticos não poderiam praticar a acupuntura, pouca coisa mudou na prática. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os conselhos de &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;farmácia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"&gt;&lt;strong&gt;psicologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; afirmam que os profissionais que têm a especialização necessária podem continuar praticando a acupuntura, contrariando a ação movida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) Para o conselho, a acupuntura é um ato reservado aos médicos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A atividade não tem regulamentação no Brasil que diga que ela é exclusiva de uma ou de outra classe de profissionais", afirma Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A profissão evolui, novas práticas surgem, e a lei não impede o conselho de incorporar novas atividades ao trabalho do psicólogo", afirma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Verona diz ainda que o conselho entrou com um recurso contra a decisão no Tribunal Federal Regional da 1&amp;ordf; Região e no Supremo Tribunal Federal. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
José Luís Maldonado, assessor técnico do Conselho Federal de Farmácia, disse que os farmacêuticos também podem continuar praticando a atividade, já que a entidade entrou com um agravo de instrumento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
DÚVIDAS CIENTÍFICAS&lt;br /&gt;
A técnica, apesar de disputada, tem poucas evidências científicas a seu favor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As mais recentes meta-análises (estudos estatísticos que avaliam a confiabilidade de várias outras pesquisas) sugerem que apenas certos tipos de dor -em geral crônica- e náusea podem ser tratadas pela acupuntura com eficácia parecida ou superior à de terapias covencionais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo nesses casos, "a evidência não é muito forte, e não dá para saber se há grande parcela de efeito placebo", disse à Folha Edzard Ernst, da Universidade de Exeter (Reino Unido). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Isso quer dizer que precisamos de mais estudos, mas idealmente eles não deveriam ser feitos por entusiastas da acupuntura", afirma Ernst. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Parece haver alguma diferença entre o uso de agulhas nos "pontos" tradicionais da acupuntura e em partes aleatórias da pele. "Mas ela é limitada", diz Klaus Linde, da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha. Pontos "falsos" também produziram efeitos em vários estudos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já para o médico acupunturista Hong Pai, do Centro de Dor do Hospital das Clínicas da USP, a eficácia da prática já está comprovada. &lt;br /&gt;
"Antes da acupuntura ser liberada como especialidade médica reconhecida no Brasil, houve uma avaliação profunda, que levou em conta muitos aspectos e resultados científicos", diz ele. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para ele, a execução correta da técnica exige conhecimentos profundos de anatomia, bem como noções básicas de diferentes especialidades, como neurologia, reumatologia e clínica geral. Por isso, diz, a restrição da atividade aos médicos é acertada. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/LmxZAeRCrDc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52928</feedburner:origLink></item><item><title>Brasileiro defende tratado internacional de pesquisa médica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/jHVqz3uVQcU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um cientista brasileiro em conjunto com americanos e holandeses têm um projeto ambicioso na área científica, voltada à saúde: criar um tratado internacional de pesquisa médica. O estudo foi divulgado nesta terça-feira (15), na revista científica &amp;ldquo;PLoS Medicine&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Jorge Bermudez, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro, Suerie Moon, do Instituto de Saúde Global da Universidade Harvard e Ellen 't Hoen, da Universidade de Amsterdã propõem que o tratado tenha como base um sistema político e financeiro sustentável para pesquisas médicas, criado com base em &amp;ldquo;contribuições e repartição de benefícios justos para todos&amp;rdquo;, descreve o estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os autores, a inovação médica e o acesso às descobertas científicas são preocupações geralmente restritas aos interesses nacionais ou somente de países ricos, mas deve chegar aos países mais pobres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, o sistema atual de pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos não supre as necessidades da maioria da população mundial, levando em conta que 80% deles vivem em países em desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles dão como exemplo a falta de um sistema de regras globais para garantir que novos medicamentos sejam acessíveis para a maioria das pessoas que deles necessitam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Um tratado de pesquisa médica pode complementar iniciativas existentes, abordando quatro áreas que permanecem particularmente fracas: acessibilidade, financiamento sustentável, eficiência e governança justa&amp;rdquo;, diz o estudo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/jHVqz3uVQcU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 17:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52926</feedburner:origLink></item><item><title>Molécula reverte processo que leva à insuficiência cardíaca </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/DDiNLz4Pq-0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma molécula desenvolvida em parceria de pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, com cientistas da USP, mostrou-se capaz de estabilizar e até mesmo reverter o processo degenerativo observado na insuficiência cardíaca.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O mal torna o coração incapaz de bombear o sangue adequadamente e leva à morte 70% dos afetados nos primeiros cinco anos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados dos testes pré-clínicos com a nova molécula foram publicados na revista "PLoS One". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A insuficiência cardíaca é o resultado final comum de diferentes doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e hipertensão arterial. Depois que o problema se instala, a sobrevida do paciente costuma ser relativamente curta, mesmo com a ajuda de todos os fármacos do mercado", disse Júlio Ferreira, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, à "Agência Fapesp". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ferreira encontrou evidências de que a proteína PKCBeta II poderia ser a vilã por trás do processo que leva à insuficiência cardíaca. Para testar sua hipótese, criou uma molécula que inibiu a ação dessa proteína nas células do coração. A equipe então testou a molécula em 2 grupos de cobaias. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No primeiro deles, ratos passaram por uma cirurgia para obstruir uma artéria coronária e induzir o infarto. Cerca de um mês depois, os animais apresentaram sinais de insuficiência cardíaca. Metade foi tratada com a nova molécula e a outra metade recebeu placebo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Depois de seis semanas, a mortalidade dos animais tratados caiu de 35% para 3%, e a função cardíaca deles melhorou cerca de duas vezes quando comparados com o grupo controle. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O segundo experimento foi feito com ratos com grande sensibilidade ao sódio. Com seis semanas de vida, os animais foram submetidos a uma dieta rica em sal e, logo em seguida, desenvolveram hipertensão. Quando completaram 11 semanas, estavam com sinais de insuficiência cardíaca. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois do tratamento, os que receberam a molécula obtiveram uma melhora duas vezes maior do que o grupo controle. A mortalidade caiu de 50% para 0%. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
VALIDAÇÃO &lt;br /&gt;
Para provar que também em humanos a proteína desempenha papel decisivo no agravamento da insuficiência cardíaca, os pesquisadores avaliaram amostras de biópsia cardíaca de portadores desse problema. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A relação foi clara: quanto mais altos eram os níveis da proteína, pior era a função cardíaca dos pacientes", contou Ferreira. &lt;br /&gt;
Para piorar, o coração com insuficiência torna-se um ambiente pró-oxidante, ou seja, no qual está favorecida a produção de radicais livres e outras substâncias tóxicas que danificam as proteínas e outras macromoléculas da célula.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
"Como há aumento na produção de proteínas oxidadas e o controle de qualidade está desregulado, elas começam a se acumular e a impedir que as células cardíacas contraiam de forma apropriada. Com o tempo, o coração vai deixando de bater adequadamente e as células começam a morrer", disse Ferreira. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antes de testar a novidade em seres humanos, os pesquisadores pretendem realizar outra rodada de ensaios pré-clínicos com animais de maior porte, possivelmente porcos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Se tudo correr bem, dentro de aproximadamente sete anos saberemos com certeza se ela poderá se tornar um medicamento", afirmou Ferreira. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/DDiNLz4Pq-0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52841</feedburner:origLink></item><item><title>Tratamentos pouco invasivos contra dores na coluna ganham espaço </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/tWtcJQ_8_a0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Há muito mais entre os remédios e as cirurgias para tratar as dores nas costas, problema que, segundo pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública, atinge um terço dos brasileiros adultos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os tratamentos pouco invasivos, feitos com agulhas ou incisões mínimas, estão ganhando espaço em consultórios e hospitais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o médico fisiatra João Amadera, entre os 300 pacientes atendidos no centro especializado em tratamento de coluna aberto no fim do ano passado no Hospital do Coração, só um foi encaminhado para cirurgia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos outros casos, &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e injeções de medicamentos diretamente no ponto de origem da dor bastam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Outra opção é a "queima" de nervos que podem ter tido um crescimento anormal e se tornam fonte de dor. Depois disso, o paciente pode ser encaminhado para &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O importante é quebrar o ciclo da dor e corrigir a postura", afirma Amadera. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O exame físico detalhado e o histórico da dor dão pistas melhores sobre a origem do problema do que a análise isolada de exames de imagem, diz o neurocirurgião Joel Augusto Ribeiro Teixeira. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para ele, ainda é comum uma visão simplista das dores da coluna. "Parece que sempre é hérnia de disco ou dor muscular. Ou se opera ou faz &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Mas há muitos estágios intermediários", afirma o médico, coordenador do centro de terapias minimamente invasivas da coluna do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Teixeira diz que o tratamento da dor na coluna deve ser escalonado: primeiro é preciso tentar as terapias conservadoras, como o uso de remédios e &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Os procedimentos minimamente invasivos vêm depois e, em último caso, a cirurgia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, de acordo com o fisiatra João Amadera, muitos pacientes recebem indicação de cirurgia sem necessidade. "Menos de 5% das hérnias de disco precisam de cirurgia. Cerca de 90% são reabsorvidas sozinhas." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O comerciante de tecidos Marcos Antonio Pereira de Barros, 51, escolheu a terapia minimamente invasiva para tratar dores causadas por uma hérnia de disco que o incomoda há oito anos. "Já tinha tentado de tudo. Ficava com dor depois de ficar sentado ou em pé por mais de dez minutos do mesmo jeito." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Barros, que mora em Santa Cruz do Capibaribe (PE), se submeteu a duas sessões para receber injeções de medicamentos no HCor, em São Paulo. "O incômodo melhorou 85%. Estou fazendo pilates também." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Luís Eduardo Munhoz da Rocha, presidente do Comitê de Coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, afirma que os tratamentos pouco invasivos têm indicações pontuais, e o mais importante é mudar hábitos e fortalecer a musculatura que sustenta a coluna. "Hoje está muito em voga o minimamente invasivo. Nem tudo é resolvido assim." &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/tWtcJQ_8_a0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52840</feedburner:origLink></item><item><title>Peso da indústria pode estimular mais cirurgias de coluna </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/NqD6Y0COiuA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cirurgias de coluna, especialmente as de hérnia de disco, estão na mira do governo dos EUA. Os custos com esse procedimento passaram de US$ 345 milhões em 1997 para US$ 2,24 bilhões em 2008. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como pano de fundo, há os conflitos de interesses entre cirurgiões e a indústria de próteses (pinos, placas e outros materiais), que já estão sendo investigados pelo Congresso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A suspeita é que os médicos estariam indicando cirurgias desnecessárias em troca de comissões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Um relatório divulgado em 2011 pelo "Wall Street Journal" mostrou que cinco cirurgiões do Norton Hospital, no Kentucky, receberam, cada um, US$ 1,3 milhão da Medtronic, líder em dispositivos para cirurgia na coluna. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A empresa afirmou que o dinheiro se refere a royalties, porque os médicos ajudaram no desenvolvimento dos dispositivos. O curioso é que esses médicos estão entre os que mais indicam as cirurgias no sistema público de saúde americano, o Medicare. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Só os parafusos usados para perfurar a coluna custam US$ 2.000 cada um. Mas, segundo o Medicare, o custo de fabricação não passa de US$ 100. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Você pode facilmente colocar US$ 30 mil em materiais durante uma cirurgia de hérnia de disco", diz Charles Rose, cirurgião de coluna da Universidade da Califórnia que criou o grupo "Associação de Ética Médica" para combater os conflitos de interesse. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Muitas cirurgias estão sendo feitas em situações em que não há evidência de que vão funcionar", afirmou à Folha Rosemary Gibson, autora do livro "The Treatment Trap". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TAMBÉM NO BRASIL&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
No Brasil, a situação é parecida, segundo o cardiologista Bráulio Luna Filho, conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina). "O problema é que ninguém denuncia. Mas o que anda acontecendo é criminoso." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, o Cremesp discute criar uma resolução estadual que discipline os conflitos de interesses na área de medicamentos e de dispositivos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Sabemos dos exageros, mas fazemos de conta que não sabemos", diz Guilherme Barcellos, pesquisador especializado em conflitos de interesse. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2010, o CFM (Conselho Federal de Medicina) publicou uma resolução que proíbe comissões para a prescrição de materiais implantáveis, órteses e próteses. A resolução também impede que o médico exija a marca do material a ser usado. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/NqD6Y0COiuA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52839</feedburner:origLink></item><item><title>Brasileiras esperam até um ano na fila para receber óvulos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/JkjrDrZfSaw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Casais brasileiros estão viajando ao exterior para fazer fertilização com óvulos comprados de mulheres mais jovens. Em 2011, ao menos 35 foram à Espanha e aos EUA com esse intuito. O Brasil proíbe o comércio de gametas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
O cenário revela uma realidade que aflige o mundo da reprodução: a escassez de óvulos em um momento no qual cada vez mais brasileiras tentam engravidar depois dos 35 anos, quando crescem as chances de infertilidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Elas representam hoje 50% do movimento das clínicas de reprodução no país. Dessas, 20% têm mais de 40 anos, faixa etária em que as chances de gravidez com óvulos próprios são inferiores a 5%. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como solução, um grupo de médicos está tentando fazer com que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afrouxe as regras para importação de gametas (óvulos e espermatozoides). Hoje, só é permitida a importação individual e em casos comprovados de inexistência de doadores brasileiros. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina) discute uma norma para permitir que casais que necessitem de uma ovodoação paguem pelo tratamento de outros casais em troca de parte dos óvulos (doação compartilhada). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Algumas clínicas já adotam essa prática, mas sem amparo legal. Juízes e advogados entendem que isso configura comércio. No Brasil, a doação de gametas também deve ser anônima. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TÉCNICA INVASIVA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Até produzir óvulos suficientes para uma fertilização in vitro a mulher precisa usar hormônios e passar por um procedimento invasivo de retirada dos óvulos dos ovários. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ou seja, uma doação por altruísmo é bem complicada, diferentemente do caso dos homens, que só precisam se masturbar para doar sêmen. &lt;br /&gt;
"Pouquíssimas mulheres se submeteriam ao tratamento hormonal, à punção [dos óvulos] e depois doariam os óvulos para outra paciente usar", diz Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nas clínicas, a fila de espera por óvulos doados chega a um ano. "Não temos óvulos disponíveis. São quase cem pacientes à espera. Algumas desistem", conta o médico Ricardo Baruffi, do centro de reprodução Franco Júnior. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na clínica do urologista Edson Borges, pelo menos 50 pacientes estão à espera de óvulos doados. A demora é de seis a oito meses. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando os casais têm pressa e dinheiro, uma alternativa é encaminhá-los a centros de reprodução no exterior. "Tenho mandado para a Espanha. Preparo o útero aqui [hormônios que fazem crescer o endométrio] e elas passam lá uma semana. Mas é um absurdo ter que ir para a Espanha para um tratamento tão simples", afirma Dzik. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A taxa de gravidez com óvulo doado, segundo ele, chega a 60%. Na Espanha, o tratamento fica em torno de &amp;euro; 10 mil (R$ 25 mil). Nos EUA, o procedimento custa o equivalente a R$ 28 mil. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nesses países, a venda de óvulos é permitida. A maioria das doadoras na Espanha é de mulheres do Leste Europeu, que ganham mil euros por ciclo de tratamento. Nos EUA, muitas estudantes vendem óvulos a preços que vão de US$ 2.500 a US$ 4.000. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;DISCUSSÃO&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
A "legalização" da doação compartilhada de óvulos vem sendo discutida em uma câmara técnica de reprodução assistida no Cremesp. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Precisamos de amparo jurídico para criar regras muito específicas. A ideia é ajudar mulheres que têm óvulos, mas sem condições financeiras para o tratamento e outras que têm condições, mas não possuem óvulos", explica o urologista Edson Borges, que integra a câmara técnica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já a importação de gametas é vista com ressalvas pelos médicos. "Acho desproporcional. O ideal é termos um banco de óvulos brasileiro", diz Eduardo Mota, professor da Unifesp. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/JkjrDrZfSaw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52734</feedburner:origLink></item><item><title>Catarata congênita corresponde a 40% dos casos de cegueira na infância</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/mpsKm8RO2MA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se você pensa que catarata é doença de velho, está na hora de rever seus conceitos. Cada vez mais os oftalmologistas têm atendido crianças e jovens com o problema. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na infância, a catarata congênita responde por até 40% de todas as causas de cegueira. Afeta um em cada 250 recém-nascidos e é provocada por doenças infecciosas contraídas pela mãe durante a gestação, como a rubéola, a sífilis e a toxoplasmose. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na juventude, não há estimativa da incidência. Traumatismos nos olhos, doenças metabólicas, medicamentos e até a exposição excessiva ao sol podem acelerar a doença, que deixa o cristalino opaco. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o oftalmologista Newton Kara José Júnior, professor livre docente da USP, o uso crônico de corticoide é a principal causa de catarata em jovens. Diabéticos e pessoas com alto grau de miopia também têm mais risco de desenvolver o problema. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em muitos casos, porém, não há explicação. O empresário Sae Wonsong, 32, por exemplo, operou a catarata há um mês e até agora não sabe o que a causou. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O olho começou a ficar embaçado, parecia que sempre tinha uma remela. Precisei ir a três oftalmologistas até me convencer de que sim, eu tinha catarata. Nunca imaginei isso na minha idade. Foi um choque", conta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O desconforto seguiu até a sala de espera da clínica onde fez a cirurgia. "Estávamos eu e mais quatro velhinhos. Hoje já me conformei", diz. Segundo o oftalmologista Myung Kyu Kim, embora a catarata afete mais os idosos, ela pode surgir em qualquer idade e, muitas vezes, não existe uma razão conhecida. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Aparece mais cedo como, às vezes, o cabelo branco. A catarata é uma evolução normal do envelhecimento do indivíduo", diz José Júnior. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cirurgias oculares, como a de correção da miopia, e até injeções para tratar infecções no interior dos olhos também podem provocar a doença. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Não é raro ver pacientes que fizeram uma cirurgia ocular e depois têm de operar a catarata", diz Kim. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;CIRURGIA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O tratamento do problema é sempre cirúrgico. "Colírios vendidos por aí dizendo que estacionam a doença não funcionam", afirma Kim.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Para José Júnior, o fato de as cirurgias estarem sendo feitas mais precocemente está dando mais visibilidade à doença nos jovens. &lt;br /&gt;
Ele afirma que está ultrapassado o conceito de deixar a catarata "amadurecer" para depois operá-la. "A técnica está mais segura. A cirurgia deve ser considerada quando a perda de visão prejudica as atividades." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o médico, hoje já não é mais possível conviver com "um pouco de perda da visão". "As pessoas usam muito mais computador, tablet, celular com internet. Na geração passada, a opacidade do cristalino não criava tanto impacto quanto agora." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Durante a cirurgia de catarata, a lente opaca do olho é substituída por uma artificial. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em cerca de 20% das pessoas que se submetem à cirurgia, a cápsula natural que apoia a lente intraocular torna-se opaca. É necessário, então, realizar uma aplicação de laser para abrir uma "janela" na cápsula e restabelecer a visão. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/mpsKm8RO2MA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52733</feedburner:origLink></item><item><title>Melhora da análise genética do feto levanta questões éticas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/VrKWvoNiD_o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O avanço desse tipo de técnica traz em si a pergunta: por que fazer teste de paternidade antes de o bebê nascer? Não seria mais fácil esperar? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O artigo americano justifica os esforços por causa dos estupros: segundo o texto, 5% das mulheres que sofrem essa violência engravidam e, às vezes, ficam em dúvida sobre abortar ou não porque não sabem ao certo se o pai é o criminoso ou o parceiro. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O médico Ciro Martinhago diz, no entanto, que, de acordo com sua experiência clínica, a maior parte das clientes que vão procurar esses testes antes de dar à luz são as que têm dois parceiros e querem saber de quem é o bebê. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje, para determinar a paternidade antes do nascimento, é preciso fazer um teste que colhe líquido amniótico. O exame é invasivo: o material é retirado por meio de uma agulha inserida na barriga da gestante. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse procedimento traz um risco de 0,5% de causar aborto. Seu uso principal não é para teste de paternidade mas para diagnóstico de males como síndrome de Down. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O exame só se justifica quando o feto tem um risco maior do que 0,5% de ter um problema genético, como é o caso das gestantes com idade acima de 35 anos", afirma Martinhago. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Mas esses bebês que vão fazer teste de paternidade não têm esse risco", diz o geneticista. Por isso, o teste é um perigo desnecessário, daí a vantagem do novo método, que requer só um exame de sangue comum na mãe e uma amostra do DNA do pai. Essa amostra pode ser conseguida em material descartado como bitucas de cigarro ou escovas de dente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SÍNDROMES &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O exame de sangue não vai servir só para paternidade: estudos recentes têm demonstrado a eficácia da análise do material genético do feto tirado do plasma materno para detectar males como síndrome de Down. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma pesquisa divulgada em fevereiro nos EUA conseguiu usar a técnica não invasiva para diagnosticar síndromes de Down, Edwards, Patau e Turner. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um teste para down já foi lançado em escala comercial no mercado americano no fim do ano passado, causando controvérsia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O temor é de uma maior procura por abortos seletivos de fetos com down, por exemplo, ou de frutos de relações extraconjugais. &lt;br /&gt;
De acordo com a lei brasileira, o aborto não é permitido nessas situações.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
No país, a prática é permitida em caso de estupro ou se a vida da mãe estiver em risco por causa da gestação. Também é possível abortar legalmente no Brasil se o feto for anencefálico. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/VrKWvoNiD_o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:28:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52732</feedburner:origLink></item><item><title>Extrato de colmeia de abelha impede crescimento de tumor na próstata </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/3pq1pBeO-Ng/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um remédio natural derivado da colmeia de abelha conseguiu interromper o crescimento do câncer de próstata em camundongos, segundo estudo da Universidade de Medicina de Chicago, divulgado nesta sexta-feira (4) na revista &amp;ldquo;Cancer Prevention Research&amp;rdquo;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo mostrou que as células tumorais dos ratos paravam de se multiplicar a medida que os animais doentes tomavam um extrato feito de um composto encontrado no própolis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O própolis já é usado há séculos como remédio na cura de dores de garganta, alergias e até de queimaduras. Mas agora os cientistas notaram que ele também tem efeito sobre as células cancerosas. No entanto, quando os camundongos paravam de tomar o extrato, as células cancerosas voltavam a se multiplicar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Se você alimentar os camundongos com o extrato, os tumores vão parar o câncer. Depois de várias semanas, se você parar o tratamento, os tumores começam a crescer novamente no seu ritmo original&amp;rdquo;, afirma Richard Jones, autor do estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Por isso [o extrato] não mata o câncer, mas basicamente para a proliferação do câncer da próstata por tempo indeterminado&amp;rdquo;, afirma Jones.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O extrato também se mostrou eficaz em retardar o crescimento de tumores de próstata humanos enxertados nos camundongos.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Seis semanas de tratamento com o composto diminuiu pela metade o ritmo de crescimento do tumor. Mas ao ser interrompido, o tumor voltou a crescer na mesma velocidade anterior&amp;rdquo;, conta  Chih-Pin Chuu, do Instituto Nacional de Pesquisa em Taiwan, que também colaborou com a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/3pq1pBeO-Ng" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:36:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52540</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo sugere que falta de luz solar cause miopia em crianças</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/LNoDaJ0FAT8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Trocar atividades ao ar livre por estudos e brincadeiras em ambientes fechados explicaria porque nove entre dez jovens prestes a deixar a escola nas grandes cidades da Ásia são míopes, afirmam os autores de um estudo publicado online nesta quinta-feira (3).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nem fatores genéticos, nem o aumento de atividades como a leitura e a escrita deveriam ser culpados, sugerem os autores da pesquisa, mas apenas a falta de exposição ao sol.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Acredita-se que a exposição aos raios solares estimule a produção de dopamina, substância que evita que o olho cresça alongado, distorcendo o foco de luz que entra no globo ocular.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Está bem claro que é a luz brilhante que estimula a liberação de dopamina que previne a miopia", explicou à AFP o pesquisador Ian Morgan, da Universidade Nacional Australiana, a respeito das descobertas, publicadas na revista médica "The Lancet".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudantes médio de ensino básico de Cingapura, onde nove em dez adultos são míopes, passam apenas 30 minutos ao ar livre todos os dias. Em comparação, na Austrália, onde a prevalência de miopia entre crianças de origem europeia é de cerca de 10%, os estudantes passam cerca de três horas em ambientes externos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na Grã-Bretanha, a proporção foi de 30% a 40% e na África, "virtualmente nenhum", em uma faixa de 2% a 3%, segundo Morgan.&lt;br /&gt;
Mais do que os outros grupos, as crianças no leste da Ásia "basicamente vão à escola, onde não vão para um ambiente externo, vão para casa e não saem. Elas estudam e assistem à televisão", explicam os cientistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os estudantes prestes a deixar a escola com mais incidência de miopia no mundo são encontrados em cidades de China, Taiwan, Hong Kong, Japão, Cingapura e Coreia do Sul, onde de 80% a 90% são afetados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Destes, 10% a 20% sofriam de alta miopia, que pode causar cegueira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Grande parte do que vimos no leste da Ásia se deve a condições ambientais e não genéticas", explicou Morgan, contrariando uma crença disseminada há 50 anos pelo senso comum.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Intercalando as descobertas de estudos de diferentes partes do globo, os cientistas reforçaram que ser um leitor voraz ou um nerd não coloca ninguém em risco imediato.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Desde que façam atividades ao ar livre, não parece importar o quanto estudam", explicou Morgan.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Há algumas crianças que estudam muito, vão para fora e brincam bastante, e geralmente elas ficam bem. Aquelas que correm o maior risco são as que estudam muito e não vão para fora", emendou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o cientista, as crianças que passam de duas a três horas em ambientes externos por dia provavelmente estariam "razoavelmente seguras". Isto poderia incluir o tempo gasto durante brincadeiras em parques ou nas caminhadas de ida e volta da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É preciso encontrar meios de fazer com que as crianças passem mais tempo expostas à luz do sol, sem comprometer suas atividades escolares, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/LNoDaJ0FAT8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52539</feedburner:origLink></item><item><title>Estimulação magnética cerebral tem aval do CFM </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/W0CetnAHXvM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A estimulação magnética transcraniana vai deixar de ser um procedimento experimental no país para três indicações terapêuticas. É o que determina uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina), cuja publicação está prevista para hoje no "Diário Oficial da União". &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A estimulação é indolor e não requer anestesia. A técnica usa uma bobina para gerar campos magnéticos que afetam os neurônios, ativando-os ou inibindo-os. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tratamento com estímulos magnéticos era feito, até então, em alguns centros de pesquisa. Agora, ele poderá ser usado na prática médica em instituições que sigam parâmetros técnicos especificados na resolução. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A estimulação magnética só deixa de ser experimental se for superficial e em três casos: tratamento de depressões uni e bipolar (que pode causar oscilações de humor) e de alucinações auditivas em esquizofrenia e para planejamento de neurocirurgia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Essa técnica tem aplicação prática já em alguns países. No Brasil, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] autorizou a venda do equipamento, mas não existiam parâmetros para ter uma administração segura", explica Emmanuel Fortes, 3º vice-presidente do CFM. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos EUA, a FDA (agência americana que regulamenta medicamentos) aprovou a estimulação em 2008. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EXPERIÊNCIA NACIONAL&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
A solicitação da aprovação foi feita pelo IPq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP), centro pioneiro em pesquisas com estimulação magnética no país. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O instituto estuda a aplicação da técnica contra depressão desde 1999, segundo Marco Marcolin, coordenador do Grupo de Estimulação Cerebral Não Invasiva do IPq. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"É um avanço das autoridades que regulam a atividade médica. Um produto importante passa a ser incorporado ao arsenal terapêutico", diz Manoel Jacobsen Teixeira, diretor da Divisão de Neurocirurgia Funcional do IPq. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Teixeira diz que um aspecto relevante do método é o fato de ele não ser invasivo. &lt;br /&gt;
"Em relação ao eletrochoque, ele não precisa de anestesia geral nem de uma unidade hospitalar especializada. Isso reduz custos e riscos", afirma. "É um método simples, barato, eficaz e extremamente preciso." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a norma, só médicos poderão realizar o procedimento, que deverá ser feito em ambiente que ofereça condições para controlar possíveis complicações, entre elas as crises convulsivas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para evitar más práticas, o CFM orientou os conselhos regionais a inspecionar locais que oferecerem a técnica. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/W0CetnAHXvM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52538</feedburner:origLink></item><item><title>Campanha Nacional contra a gripe começa próximo sábado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/d7n3cnvA4tY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Proteger é Cuidar! Esse é o slogan da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza deste ano, que começa no próximo sábado (5) e vai até dia 25 de maio, em todo o país. No Maranhão, a campanha é realizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), Unidades Regionais de Saúde (URS) e municípios maranhenses.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O público-alvo da campanha são os idosos, gestantes, crianças de seis meses a dois anos de idade, indígenas e trabalhadores da saúde. Este ano, o foco é a imunização combinada, ou seja, uma única vacina contra a Influenza Sazonal (gripe comum) e a Influenza A (H1N1). O Ministério da Saúde garante que a vacina é segura para todos. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O principal objetivo da campanha é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações decorrentes das infecções causadas pelo vírus da influenza na população alvo da campanha. O Secretário Adjunto de Vigilância em Saúde, Alberto Carneiro explicou que a partir de sábado, além dos postos fixos, a campanha contará também com postos volantes à disposição da população em todo o Maranhão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o Maranhão, foram disponibilizadas 960 mil doses da vacina. A meta é vacinar pelo menos 80% do público alvo da campanha. Para o funcionamento desta operação, mais de 1.794 postos de vacinação serão disponibilizados, com o envolvimento de mais de 8 mil pessoas e a utilização de aproximadamente 800 veículos em todos os municípios maranhenses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Não há dificuldade para realizar a imunização, basta procurar a unidade de saúde mais próxima e apresentar o Cartão de Vacinação. Quem não tiver o cartão, poderá obtê-lo no momento da imunização. Lembrando que o cartão tem o histórico da vacinação e possibilita atualizar outras vacinas", disse a Chefe do Departamento de Imunização da SES, Maria Helena Almeida.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/d7n3cnvA4tY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52486</feedburner:origLink></item><item><title>Revista publica estudo 'censurado' sobre vírus da gripe aviária </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/TdqaTfswX4I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A revista científica &amp;ldquo;Nature&amp;rdquo; desta quarta-feira (2) traz uma pesquisa polêmica que gerou meses de debate científico após ter sido barrada por um painel de especialistas em biossegurança dos Estados Unidos. O estudo descreve uma mutação genética criada em laboratório que faz com que o vírus H5N1, que provoca a gripe aviária, se torne transmissível entre mamíferos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como a gripe aviária é altamente letal para os humanos, o resultado significa que uma epidemia do vírus entre pessoas é teoricamente possível, e poderia resultar em muitas mortes. A palavra chave aqui é "teoricamente". Não existem casos comprovados de transmissão entre humanos até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O objetivo da pesquisa era mostrar como essa mutação pode ocorrer na natureza, para que cientistas pudessem reconhecer e se preparar para uma possível epidemia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa chegou a ser &amp;ldquo;censurada&amp;rdquo; pelo risco de que fosse usada por bioterroristas na criação de um vírus que pudesse se espalhar entre humanos. No fim de novembro de 2011, Painel Consultivo sobre Biossegurança dos Estados Unidos (NSABB, na sigla em inglês), agência ligada ao governo do país, pediu que os detalhes do trabalho não fossem publicados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora o pedido do NSABB não fosse uma ordem propriamente dita, as revistas científicas &amp;ldquo;Nature&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Science&amp;rdquo; preferiram segui-lo. Uma longa discussão se seguiu até que a agência mudou de ideia e, no fim de março, recomendou que os estudos fossem publicados integralmente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo publicado pela &amp;ldquo;Nature&amp;rdquo; nesta quarta é liderado por Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Outra pesquisa, conduzida paralelamente pela equipe de Ron Fouchier, do Centro Médico Erasmus, da Holanda, tem resultados parecidos e também foi envolvida nos debates.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia era que as duas fossem publicadas simultaneamente, mas só na última sexta (27) o governo holandês autorizou o envio do artigo para a revista &amp;ldquo;Science&amp;rdquo;. Ele está sendo revisado por outros cientistas e deverá ser divulgado em breve, segundo a assessoria de imprensa da publicação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As mutações&lt;br /&gt;
Toda a questão do perigo e da capacidade de transmissão do vírus da gripe aviária passa por uma proteína chamada "hemaglutinina" &amp;ndash; representada pela letra &amp;ldquo;H&amp;rdquo; em H5N1. É essa substância que se liga às células do hospedeiro para provocar a infecção &amp;ndash; no caso, a gripe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O sistema imunológico dos seres humanos não consegue combater os vírus que possuem o tipo &amp;ldquo;H5&amp;rdquo; desta substância &amp;ndash; como é o caso do H5N1. Por isso, a gripe aviária é tão letal em humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Porém, o vírus H5N1 não é transmissível em mamíferos, e todos os humanos que já morreram da doença a contraíram de aves. Isso acontece porque a proteína &amp;ldquo;H5&amp;rdquo; só se liga aos receptores celulares na presença de certos ácidos, que existem no pulmão de aves, mas não no de mamíferos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na pesquisa de Kawaoka, os cientistas conduziram alterações genéticas no vírus H1N1 e criaram uma versão do H5N1 que se adaptou ao pulmão dos furões &amp;ndash; logo, se tornou transmissível pelo ar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Este animal é o melhor modelo disponível para o estudo da transmissão da gripe em humanos, segundo Hui Ling-Yen e Joseph Sriyal Malik Peiris, da Universidade de Hong Kong, que comentaram os resultados em um artigo também publicado pela &amp;ldquo;Nature&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A versão modificada do vírus causou nos furões efeitos como lesões nos pulmões e perda de peso, mas não levou à morte, como o vírus encontrado nas aves. Novas mutações, no entanto, poderiam levar a uma versão mamífera com a mesma letalidade do H5N1, acreditam os cientistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A mutação foi feita em laboratório, mas pode muito bem acontecer na natureza &amp;ndash; em porcos, por exemplo &amp;ndash; segundo os especialistas de Hong Kong. Portanto, a pesquisa representa mais que apenas uma ameaça no desenvolvimento de armas biológicas. Na verdade, a descoberta abre caminhos para avanços que podem gerar tratamentos contra os diferentes vírus da gripe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Compreender as mutações que conferem a transmissão entre mamíferos do vírus da gripe aviária vai permitir melhor avaliação de risco dos vírus animais que representem uma ameaça pandêmica e ajudar a selecionar os tipos de vírus contra os quais as vacinas pré-pandêmicas devem ser geradas&amp;rdquo;, escreveram Hui Ling-Yen e Joseph Sriyal Malik Peiris.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/TdqaTfswX4I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52483</feedburner:origLink></item><item><title>Ministério da Saúde vai ampliar investimentos em transplantes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/cqMeJTJcE_g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Saúde vai ampliar o investimento em transplantes de órgãos e de medula óssea. A intenção foi confirmada por uma portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (3) publicou uma portaria oficializando a &amp;ldquo;estratégia de qualificação e ampliação do acesso aos transplantes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) receberão recursos de acordo com o número de tipos de transplantes que forem capazes de fazer. Quem fizer apenas um, terá 30% a mais de dinheiro do que tem hoje. Com dois tipos de cirurgia, recebe 40%; com três, 50%; com quatro ou mais, o aumento chega a 60%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao todo, o Ministério prevê a aplicação de R$ 217 milhões a mais para as cirurgias do tipo. A ideia é incentivar os hospitais a ampliar as atividades em relação aos transplantes, passando a fazer os tipos mais complexos, como o de coração, o de fígado e o de pulmão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Também vai aumentar, em 30%, o valor pago aos hospitais para cada transplante de rim, com o objetivo de reduzir a fila de espera.&lt;br /&gt;
O Ministério comemora os avanços dos transplantes em 2011. O país chegou a 11,4 doadores por milhão de habitantes &amp;ndash; o número nunca tinha passado de 10 &amp;ndash; e a fila de espera ficou 23% menor do que era em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Medula óssea&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Também no Diário Oficial desta quinta, foi publicada uma portaria que estabelece a manutenção regulada de novos doadores no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Haverá um número máximo de 267.190 doadores de medula óssea por ano &amp;ndash; antes não havia nenhum limite.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O objetivo da medida é melhorar a qualidade do material coletado e armazenado. O transplante de medula óssea é usado no tratamento de doenças do sangue, como a leucemia, e é importante caracterizar bem o material para testar a compatibilidade antes que a operação seja feita.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/cqMeJTJcE_g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 15:04:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52480</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/FwRlQ1lW7Ms/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/FwRlQ1lW7Ms" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Entenda o que é o câncer de laringe e previna-se da doença</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/GtaDGqmk6kE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Prestar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sonoras pode ajudar a identificar dist&amp;uacute;rbios que v&amp;atilde;o de uma rouquid&amp;atilde;o em est&amp;aacute;gio inicial ao c&amp;acirc;ncer. Alguns cuidados podem n&amp;atilde;o apenas garantir a sa&amp;uacute;de da voz, mas tamb&amp;eacute;m retardar o envelhecimento. &amp;quot;Trata-se de um fen&amp;ocirc;meno natural que come&amp;ccedil;a no nascimento&amp;quot;, explica o otorrinolaringologista Jos&amp;eacute; Ant&amp;ocirc;nio Pinto, presidente da Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;Eacute; na puberdade que ocorre uma das principais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es - a chamada muda vocal. &amp;quot;Nos homens, o timbre fica mais grave em uma oitava&amp;quot;, diz a fonoaudi&amp;oacute;loga mineira Jana&amp;iacute;na Pimenta. &amp;quot;Nas mulheres, h&amp;aacute; uma mudan&amp;ccedil;a de quatro tons.&amp;quot; Por volta dos 18 anos, as pregas vocais, j&amp;aacute; maduras, v&amp;atilde;o adquirir o timbre pessoal - a marca registrada de cada um de n&amp;oacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O auge da vitalidade, por&amp;eacute;m, ocorre mais tarde, entre 25 e 45 anos. Da&amp;iacute; em diante, os horm&amp;ocirc;nios e o desgaste provocado pelo tempo passam a interferir, lenta e progressivamente, na elasticidade e no movimento vibrat&amp;oacute;rio dessas pregas. Isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; tudo. A atrofia muscular e as falhas na condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o neural, que dificultam a transmiss&amp;atilde;o dos impulsos nervosos, tamb&amp;eacute;m comprometem a capacidade vocal. Os idosos demonstram mais os estragos provocados pelo tempo. A voz torna-se tr&amp;ecirc;mula, irregular e com pouca proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Emiss&amp;atilde;o dos sons&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As cordas vocais ficam na laringe, que produz a energia sonora. J&amp;aacute; a faringe, as fossas nasais e a boca (que tamb&amp;eacute;m integra o sistema digestivo) funcionam como caixas de resson&amp;acirc;ncia. Outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os comp&amp;otilde;em o aparelho fonador. S&amp;atilde;o eles os pulm&amp;otilde;es, os br&amp;ocirc;nquios e a traqu&amp;eacute;ia. Juntos fornecem a corrente de ar que permite a sa&amp;iacute;da dos sons.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Toda altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o - como rouquid&amp;atilde;o, pigarro, sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incha&amp;ccedil;o, dificuldade para engolir e ard&amp;ecirc;ncia -, prolongada por mais de duas semanas, merece a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um especialista. &amp;quot;Pode ser um c&amp;acirc;ncer, que, diagnosticado no in&amp;iacute;cio, tem 100% de chances de cura&amp;quot;, alerta An&amp;iacute;ssia Naime, especialista em otorrinolaringologia do Hospital das Cl&amp;iacute;nicas da Universidade Federal de Minas Gerais. N&amp;atilde;o descuide: segundo a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial da Sa&amp;uacute;de (OMS), o Brasil &amp;eacute; um dos pa&amp;iacute;ses com maior incid&amp;ecirc;ncia de c&amp;acirc;ncer de laringe - doen&amp;ccedil;a que atualmente atinge o ex-presidente Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O primeiro passo da preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; afastar os dois principais inimigos da voz - o cigarro, respons&amp;aacute;vel por 95% dos casos de c&amp;acirc;ncer de laringe, e o refluxo gastroesof&amp;aacute;gico. Este dist&amp;uacute;rbio se caracteriza pelo excesso de acidez no est&amp;ocirc;mago, que atinge pregas vocais e causa irrita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ao montar sua dieta, procure comer ma&amp;ccedil;&amp;atilde;, que atua como adstringente e tonificante. Inclua tamb&amp;eacute;m sals&amp;atilde;o na dieta, que ajuda a diminuir a viscosidade do muco nas pregas vocais e na regi&amp;atilde;o bucal, diminuindo a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pigarro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dormir bem &amp;eacute; fundamental. Repare que, ao acordar, a voz est&amp;aacute; meio rouca. Isso acontece devido ao incha&amp;ccedil;o das pregas vocais. Articular bem as palavras e desenvolver uma imposta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ritmo de fala naturais s&amp;atilde;o medidas que evitam a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;oacute;dulos e p&amp;oacute;lipos. Tomar bastante l&amp;iacute;quido hidrata as pregas vocais e todos os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que comp&amp;otilde;em o aparelho fonador. Aguardar a digest&amp;atilde;o antes de ir para a cama evita o refluxo estomacal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Evite mel, leite, caf&amp;eacute; e chocolate. Esses alimentos aumentam a viscosidade do muco, provocando pigarro. Fuja de condimentos, como gengibre, cravo e canela, pois machucam a mucosa. A pr&amp;oacute;polis tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; um irritante, embora tenha efeito anest&amp;eacute;sico. Largue o cigarro. Ele &amp;eacute; uma das causas de c&amp;acirc;ncer de laringe. Deixe de falar alto, gritar, sussurrar, pigarrear e conversar em ambientes barulhentos, for&amp;ccedil;ando tons agudos ou graves. O ar condicionado resseca a mucosa vocal. Em excesso, o &amp;aacute;lcool, vasodilatador, pode romper os vasos sang&amp;uuml;&amp;iacute;neos das pregas vocais.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/GtaDGqmk6kE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52349</feedburner:origLink></item><item><title>Tire suas dúvidas sobre a tireoide</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/EGItpvs3K7Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Como ela &amp;eacute;?&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Localizada na base do pesco&amp;ccedil;o, a tireoide tem formato de borboleta e pesa cerca de 13 gramas. &amp;Eacute; uma das principais gl&amp;acirc;ndulas do corpo, respons&amp;aacute;vel por supervisionar diversos processos, como o funcionamento dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e o metabolismo. Muitos problemas, como ganho r&amp;aacute;pido de peso, queda de cabelo, intestino desregulado e at&amp;eacute; depress&amp;atilde;o podem estar associados a disfun&amp;ccedil;&amp;otilde;es da tireoide. Sua a&amp;ccedil;&amp;atilde;o se d&amp;aacute; pelos horm&amp;ocirc;nios T3 e T4, produzidos depois que outro horm&amp;ocirc;nio, o TSH, gerado na hip&amp;oacute;fise (regi&amp;atilde;o do c&amp;eacute;rebro), manda uma mensagem. Qualquer problema nesse processo pode causar doen&amp;ccedil;as como hipertireoidismo e hipotireodismo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hipertireoidismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Mais comum em mulheres de 20 a 40 anos, trata-se do aumento da quantidade de horm&amp;ocirc;nios tireoidianos. &amp;Eacute; provocado, principalmente, pela doen&amp;ccedil;a de graves, enfermidade autoimune que se desenvolve de repente e faz com que o corpo estimule o crescimento da gl&amp;acirc;ndula. Outras poss&amp;iacute;veis causas s&amp;atilde;o o uso excessivo de rem&amp;eacute;dios com grande quantidade de iodo e a ativa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ou mais n&amp;oacute;dulos da tireoide.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Principais sintomas:&lt;/strong&gt; agita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, perda muito r&amp;aacute;pida de peso, tremores, ins&amp;ocirc;nia, excesso de transpira&amp;ccedil;&amp;atilde;o, irritabilidade, aumento do batimento card&amp;iacute;aco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tratamento:&lt;/strong&gt; depende da idade, causa e intensidade. Por isso, um m&amp;eacute;dico deve ser consultado. H&amp;aacute; rem&amp;eacute;dios que diminuem os n&amp;iacute;veis hormonais. Em algumas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, recomenda-se usar iodo radioativo (consumido em forma l&amp;iacute;quida ou em c&amp;aacute;psula) para destruir c&amp;eacute;lulas que produzem T3 e T4. Tamb&amp;eacute;m existe uma cirurgia para remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de parte da gl&amp;acirc;ndula.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hipotireoidismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute; a queda na quantidade de T3 e T4, que atinge mais mulheres acima dos 40 anos. Aparece devido a uma doen&amp;ccedil;a cong&amp;ecirc;nita (adquirida durante a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do feto), inflama&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ap&amp;oacute;s uma cirurgia de tireoide ou por falta de iodo. Em geral, tem origem gen&amp;eacute;tica: parentes de portadores devem procurar o m&amp;eacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Principais sintomas:&lt;/strong&gt; lentid&amp;atilde;o, cansa&amp;ccedil;o, pele seca, ganho de peso, sonol&amp;ecirc;ncia, depress&amp;atilde;o, sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de frio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;: na maioria dos casos, o paciente deve tomar comprimidos para o resto da vida. Os sintomas costumam sumir em pouco tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;N&amp;oacute;dulo tiroidiano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Normalmente tem origem gen&amp;eacute;tica e ataca, principalmente, mulheres com mais de 40 anos. O n&amp;oacute;dulo pode ser benigno ou, em cerca de 5% dos casos, maligno. Quando isso acontece, deve ser retirado por meio de cirurgia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ao apalpar a regi&amp;atilde;o do pesco&amp;ccedil;o, voc&amp;ecirc; pode fazer um autoexame, mas ele s&amp;oacute; detecta altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito avan&amp;ccedil;adas de hipertireoidismo. Por isso, &amp;eacute; essencial procurar um m&amp;eacute;dico endocrinologista caso tenha algum dos sintomas. Assim, ele pedir&amp;aacute; exames e ter&amp;aacute; certeza em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a qualquer problema.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/EGItpvs3K7Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52348</feedburner:origLink></item><item><title>As vantagens e desvantagens de interromper a menstruação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/FBoGOAWdau0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Hoje, muitas mulheres est&amp;atilde;o optando por interromper a menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Segundo um estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, 32,5% das mulheres gostariam de nunca mais menstruar e 40% sonham com uma simples tr&amp;eacute;gua, ficando mais de um m&amp;ecirc;s sem sangrar. &amp;quot;Essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma tend&amp;ecirc;ncia exatamente nova, mas agora a mulher se sente com mais liberdade de escolha&amp;quot;, diz a psiquiatra Carmita Abdo, que &amp;eacute; coordenadora do Instituto ProSex, do Hospital das Cl&amp;iacute;nicas de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O assunto rende debates entre amigas e gera opini&amp;otilde;es diferentes entre os pr&amp;oacute;prios m&amp;eacute;dicos. &amp;quot;H&amp;aacute; dez anos, eu diria que suprimir a menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o era ir contra um processo natural. Hoje, por&amp;eacute;m, os m&amp;eacute;todos est&amp;atilde;o bem mais seguros&amp;quot;, afirma o ginecologista C&amp;eacute;sar Eduardo Fernandes, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Obstetr&amp;iacute;cia e Ginecologia do Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Afinal, menstruar pra qu&amp;ecirc;?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A gente conhece esta hist&amp;oacute;ria: todos os meses, o corpo da mulher se prepara para engravidar e, quando isso n&amp;atilde;o acontece, o &amp;oacute;vulo amadurecido &amp;eacute; liberado junto com parte do endom&amp;eacute;trio, a parede uterina. Isso &amp;eacute; um sinal de que o organismo feminino est&amp;aacute; saud&amp;aacute;vel e que os horm&amp;ocirc;nios est&amp;atilde;o cumprindo direito o seu papel. Ponto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para interromper o ciclo, os especialistas indicam anticoncepcionais j&amp;aacute; conhecidos. &amp;quot;A diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; que a mulher continua utilizando o m&amp;eacute;todo sem os intervalos geralmente recomendados&amp;quot;, explica o ginecologista Jarbas Magalh&amp;atilde;es, secret&amp;aacute;rio da Comiss&amp;atilde;o Nacional de Anticoncep&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ginecologia e Obstetr&amp;iacute;cia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maioria desses contraceptivos age de forma semelhante: trata-se de mol&amp;eacute;culas artificiais que agem como o estrog&amp;ecirc;nio e o progestag&amp;ecirc;nio, dois horm&amp;ocirc;nios produzidos durante o ciclo menstrual. Ao simular essas duas subst&amp;acirc;ncias, o rem&amp;eacute;dio encena a fecunda&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o ocorre. &amp;quot;O sangramento que as mulheres t&amp;ecirc;m no intervalo da p&amp;iacute;lula &amp;eacute; fruto apenas da falta do horm&amp;ocirc;nio, e n&amp;atilde;o uma menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o leg&amp;iacute;tima&amp;quot;, esclarece a ginecologista Lucila Pires Evangelista, do Hospital Israelita Albert Einstein, em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Existem v&amp;aacute;rias alternativas para deixar de menstruar, mas alguns m&amp;eacute;dicos s&amp;atilde;o contra qualquer uma delas em mulheres jovens e saud&amp;aacute;veis. &amp;quot;Embora esses horm&amp;ocirc;nios pare&amp;ccedil;am seguros, ainda n&amp;atilde;o conhecemos os efeitos no corpo a longo prazo&amp;quot;, argumenta o ginecologista Fl&amp;aacute;vio Zucchi, do Hospital Santa Catarina, em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A turma de jaleco s&amp;oacute; concorda em um ponto: para algumas mulheres, parar de menstruar &amp;eacute; essencial. &amp;quot;Indico para pacientes que sofrem com c&amp;oacute;licas muito intensas e endometriose, quando o tecido que reveste o &amp;uacute;tero cresce demais&amp;quot;, completa Zucchi.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Sem o sangramento peri&amp;oacute;dico, a tens&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-menstrual, a famosa TPM, &amp;eacute; outra chatea&amp;ccedil;&amp;atilde;o que d&amp;aacute; adeus - pelo menos temporariamente. &amp;quot;Em alguns casos graves, em que a sensibilidade fica muito exacerbada, a supress&amp;atilde;o da menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser mais uma arma contra a TPM, mas n&amp;atilde;o podemos fazer dela o &amp;uacute;nico recurso poss&amp;iacute;vel&amp;quot;, opina o psiquiatra Alexandre Saadeh, da Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antes de tomar qualquer decis&amp;atilde;o, o mais importante &amp;eacute; conversar com seu ginecologista. &amp;quot;&amp;Eacute; preciso avaliar o seu hist&amp;oacute;rico e realizar uma bateria de exames, como o ultrassom transvaginal&amp;quot;, recomenda o ginecologista Waldemir Rezende, do Hospital Santa Catarina. A supress&amp;atilde;o &amp;eacute; - ou deveria ser - descartada para obesas, hipertensas e diab&amp;eacute;ticas descompensadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois de iniciado o tratamento, &amp;eacute; importante ficar de olho no comportamento do organismo. &amp;quot;At&amp;eacute; mesmo bons m&amp;eacute;dicos se equivocam na escolha do m&amp;eacute;todo, e s&amp;oacute; o acompanhamento vai revelar se a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi certeira&amp;quot;, diz C&amp;eacute;sar Eduardo Fernandes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;E a fertilidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os efeitos de todos os anticoncepcionais s&amp;atilde;o revers&amp;iacute;veis. &amp;quot;Geralmente, indicamos que a paciente deixe de usar esses m&amp;eacute;todos tr&amp;ecirc;s meses antes da fase em que deseja engravidar para que o &amp;uacute;tero, que estava descansando, se prepare para a gesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, explica Fl&amp;aacute;vio Zucchi. Esse per&amp;iacute;odo de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema reprodutor varia de acordo com o tempo de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada contraceptivo, que pode chegar a at&amp;eacute; 18 meses, no caso da inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o trimestral. Para Renate Michel, professora de &lt;a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"&gt;&lt;strong&gt;psicologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica do Paran&amp;aacute;, em Curitiba, a decis&amp;atilde;o de menstruar ou n&amp;atilde;o precisa ser algo muito refletido. &amp;quot;A mulher deve se perguntar o real motivo desse desejo e decidir de maneira consciente&amp;quot;, finaliza Renate.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Qual m&amp;eacute;todo eu posso usar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Saiba mais sobre seis anticoncepcionais utilizados para brecar a menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o e se eles realmente funcionam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Adesivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o impede a menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, exceto quando a mulher n&amp;atilde;o segue o per&amp;iacute;odo de uma semana de descanso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Anel vaginal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;Eacute; inserido pela pr&amp;oacute;pria mulher e dura 21 dias. At&amp;eacute; tr&amp;ecirc;s an&amp;eacute;is consecutivos podem ser usados, resultando num per&amp;iacute;odo de 60 dias sem menstruar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dura tr&amp;ecirc;s meses, e 60% das mulheres que a utilizam n&amp;atilde;o menstruam nesse per&amp;iacute;odo. Pode causar reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de l&amp;iacute;quidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Implante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Trata-se de uma esp&amp;eacute;cie de bastonete recheado de horm&amp;ocirc;nios e que &amp;eacute; inserido no bra&amp;ccedil;o. Tem validade de tr&amp;ecirc;s anos, mas pode causar sangramentos indesejados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Diu hormonal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O dispositivo intrauterino libera uma pequena dose hormonal todos os dias por cinco anos. N&amp;atilde;o impede a menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas diminui muito o fluxo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;P&amp;iacute;lula&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para n&amp;atilde;o menstruar, deve ser tomada sem o intervalo habitual e com altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na carga dos horm&amp;ocirc;nios.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/FBoGOAWdau0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52347</feedburner:origLink></item><item><title>Osteoporose: a prevenção começa aos 20</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/YCr9JnQ8YME/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A osteoporose, doen&amp;ccedil;a que enfraquece os ossos, n&amp;atilde;o afeta apenas as mulheres idosas. Segundo o ortopedista Alberto Croci, mulheres entre 20 e 40 anos tamb&amp;eacute;m podem sofrer desse mal, porque &amp;eacute; justamente nessa fase que se inicia um lento processo de perda de massa &amp;oacute;ssea. O grande perigo da doen&amp;ccedil;a precoce est&amp;aacute; num fato simples: ela &amp;eacute; &amp;quot;silenciosa&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;A osteoporose n&amp;atilde;o d&amp;aacute; sinais, e isso dificulta o diagn&amp;oacute;stico, o que pode resultar num tratamento tardio&amp;quot;, alerta Croci. Mulheres que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m casos da doen&amp;ccedil;a na fam&amp;iacute;lia devem ficar ainda mais atentas para n&amp;atilde;o deixar de fazer o exame que detecta a doen&amp;ccedil;a, a densitometria &amp;oacute;ssea. Veja outras maneiras de se prevenir e comece o quanto antes!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Consuma a quantidade ideal de c&amp;aacute;lcio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para adultos, recomenda-se 1.000 mg por dia, o equivalente a quatro copos de 250 ml de leite. Quem n&amp;atilde;o &amp;eacute; f&amp;atilde; da bebida pode troc&amp;aacute;-la por iogurte ou queijos (uma fatia grossa equivale a um copo de leite). Vegetais de cor verde-escura tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m c&amp;aacute;lcio. Al&amp;eacute;m disso, a vitamina D ajuda a fixar o mineral no organismo. Por isso, coma com frequ&amp;ecirc;ncia peixe, f&amp;iacute;gado, cogumelo e gema de ovo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fa&amp;ccedil;a exames peri&amp;oacute;dicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Como a perda de massa &amp;oacute;ssea, em geral, n&amp;atilde;o provoca sintomas, o diagn&amp;oacute;stico da osteoporose &amp;eacute; feito por meio da densitometria &amp;oacute;ssea, exame que as mulheres devem fazer a cada dois anos, ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio da menopausa. O ideal &amp;eacute; fazer a primeira densitometria aos 20 anos e seguir as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do seu m&amp;eacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pratique atividade f&amp;iacute;sica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As fraturas relacionadas &amp;agrave; perda de massa &amp;oacute;ssea est&amp;atilde;o entre as principais causas de incapacidade permanente. Mas quem pratica uma atividade f&amp;iacute;sica pode reduzir esse risco, j&amp;aacute; que alguns exerc&amp;iacute;cios&lt;br /&gt;
aumentam a massa &amp;oacute;ssea e muscular. As atividades mais recomendadas s&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Exerc&amp;iacute;cios aer&amp;oacute;bicos: caminhar, dan&amp;ccedil;ar.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Exerc&amp;iacute;cios de resist&amp;ecirc;ncia: pesos livres,m&amp;aacute;quinas com peso, faixas el&amp;aacute;sticas.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Exerc&amp;iacute;cios de equil&amp;iacute;brio: tai chi, ioga.&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pedalar: bicicletas comuns ou ergom&amp;eacute;tricas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
A dieta que fortalece os ossos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o gosta de leite ou tem intoler&amp;acirc;ncia &amp;agrave; lactose, h&amp;aacute; outras maneiras de suplementar o c&amp;aacute;lcio em sua alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Veja algumas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es saud&amp;aacute;veis:&lt;br /&gt;
Coma mais peixe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Entre as esp&amp;eacute;cies ricas em c&amp;aacute;lcio, a sardinha &amp;eacute; a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o: oferece metade da necessidade di&amp;aacute;ria em apenasquatro unidades (100 g). O badejo tem metade do c&amp;aacute;lcio da sardinha, mas tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; um dos peixes mais ricos na subst&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Lembre-se da soja!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Bebidas &amp;agrave; base de soja fornecem 40 mg de c&amp;aacute;lcio por copo. Mesmo que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o goste muito do sabor, vale a pena tentar!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fa&amp;ccedil;a um aperitivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Consuma azeitona verde, tamb&amp;eacute;m rica em c&amp;aacute;lcio, embora seja bem cal&amp;oacute;rica (portanto, n&amp;atilde;o exagere na dose).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Coloque feij&amp;atilde;o no prato&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Uma concha e meia (160 g) de feij&amp;atilde;o rosinha oferece 10% do c&amp;aacute;lcio necess&amp;aacute;rio (&amp;eacute; a mesma quantidade do mineral encontrada em duas unidades de laranja-lima ou em uma colher e meia de requeij&amp;atilde;o).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Coma verduras e frutas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Entre as saladas, a de alfafa &amp;eacute; a mais proveitosa, com mais de 500 mg de c&amp;aacute;lcio por 100 g do alimento. Acelga e agri&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o &amp;oacute;timas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s frutas, figo e ameixa s&amp;atilde;o boas escolhas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/YCr9JnQ8YME" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:37:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52346</feedburner:origLink></item><item><title>Diagnóstico tardio aumenta fatalidade por infarto entre mulheres</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/EEe8m3TTPgc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um dos maiores respons&amp;aacute;veis pelo &amp;iacute;ndice de fatalidade por infartos entre as mulheres &amp;eacute; o diagn&amp;oacute;stico tardio. &amp;quot;Quando sente a t&amp;iacute;pica dor apertando o peito, o homem j&amp;aacute; corre para o pronto-socorro&amp;quot;, diz a cardiologista Elizabeth Alexandre, diretora cient&amp;iacute;fica do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira de Cardiologia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;J&amp;aacute; a mulher n&amp;atilde;o valoriza essa dor, sup&amp;otilde;e que &amp;eacute; ang&amp;uacute;stia, mau jeito na coluna e demora a procurar aux&amp;iacute;lio. Ao chegar &amp;agrave; emerg&amp;ecirc;ncia, como predomina a cultura de que infarto &amp;eacute; doen&amp;ccedil;a de homem, muitas vezes o m&amp;eacute;dico tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o reconhece os sintomas, custa a pedir exames e iniciar o tratamento.&amp;quot;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Quanto mais r&amp;aacute;pida for a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o (com medicamentos que dissolvem o co&amp;aacute;gulo ou angioplastia - um bal&amp;atilde;o &amp;eacute; levado para dentro da art&amp;eacute;ria e inflado no local da obstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que ainda pode receber um stent, pequena mola de a&amp;ccedil;o inox), maiores as chances de sobreviver sem sequelas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Para complicar o quadro para o nosso lado, enquanto no homem os sintomas s&amp;atilde;o claros e intensos - dor no peito irradiando para o bra&amp;ccedil;o esquerdo e sudorese -, as mulheres apresentam sintomas de baixa intensidade que podem ser confundidos com os de outras doen&amp;ccedil;as comuns: dores nas costas, queima&amp;ccedil;&amp;atilde;o no est&amp;ocirc;mago, enjoo, n&amp;aacute;useas e cansa&amp;ccedil;o inexplic&amp;aacute;vel.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Confira seus n&amp;uacute;meros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para proteger o cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; essencial manter o check-up m&amp;eacute;dico em dia. Veja abaixo quais s&amp;atilde;o os n&amp;uacute;meros saud&amp;aacute;veis:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Dose as gorduras do sangue: o colesterol total deve ficar abaixo de 200 mg/dl, o bom colesterol (HDL) exceder 50 mg/dl e o mau colesterol (LDL) n&amp;atilde;o chegar a 100 mg/dl. Os triglic&amp;eacute;rides devem estar abaixo de 150 mg/dl. Veja com o m&amp;eacute;dico quando repetir o exame.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Verifique a press&amp;atilde;o arterial ao menos uma vez por ano. &amp;Iacute;ndices at&amp;eacute; 12/8 mm Hg s&amp;atilde;o considerados normais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Monitore a dose o a&amp;ccedil;&amp;uacute;car no sangue a partir dos 35 anos - ou antes, se houver suspeita de diabetes ou antecedente familiar. Em caso de resultado normal, abaixo de 100 mg/dl na glicemia de jejum ou 7 na hemoglobina glicada, repita o teste a cada dois anos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/EEe8m3TTPgc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistawomenshealth.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52345</feedburner:origLink></item><item><title>Projeto com medidas simples e baratas pode reduzir em 20% mortes por infarto </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/WH-YGQqEG08/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um projeto que testou medidas simples e baratas para atender pessoas com infarto em hospitais do SUS aumentou o uso de tratamentos corretos e reduziu em 20% as mortes pela doença. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O programa Bridge (Brazilian Intervention to Increase Evidence Usage in Practice), desenvolvido pelo HCor (Hospital do Coração) em parceria com o Instituto Brasileiro de Pesquisa Clínica, definiu e testou maneiras de aumentar o seguimento, por parte de médicos e enfermeiros, das recomendações de tratamento para o infarto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados do projeto foram apresentados em março na sessão principal do congresso do American College of Cardiology, em Chicago, nos EUA. No mesmo dia, a pesquisa foi publicada no "Journal of the American Medical Association". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo era fazer com que a equipe médica prescrevesse todos os remédios que devem ser dados nas primeiras 24 horas após o infarto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;HIATO &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
"Em um mundo perfeito, todo paciente que chega com infarto no hospital deve receber uma série de remédios, como aspirina e anticoagulantes. Mas há hiatos entre a diretriz e a prática", afirma Otávio Berwanger, diretor do projeto e do Instituto de Pesquisas do HCor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, a taxa de pacientes que recebem todas as terapias necessárias era de 49% nos hospitais observados. Com o projeto, essa fatia aumentou para 67,9%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não é que os médicos não conheçam as diretrizes ou sejam mal-intencionados. Também não é por falta de medicamentos. Mas a emergência pode estar lotada e isso torna muito fácil deixar passar algum procedimento." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe do projeto acompanhou 34 hospitais do SUS e 1.150 pacientes (com média de 62 anos) por oito meses. &lt;br /&gt;
Os hospitais foram divididos em dois grupos: 17 foram só observados, para ver como tratavam a doença e, nos outros 17, houve treinamento para usar o programa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PASSO A PASSO &lt;br /&gt;
O primeiro passo do programa é identificar e atender rapidamente os pacientes com sintomas de infarto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois, cada um é classificado de acordo com a gravidade. E, com um "check list" nas mãos, o médico indica os remédios necessários para cada uma das classes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma enfermeira foi treinada como gerente de casos para ver se todos os procedimentos foram seguidos. &lt;br /&gt;
Berwanger compara essa checagem com a que ocorre em um avião: "Os comissários avisam que as poltronas precisam voltar à posição original no pouso, mas alguém verifica se isso foi feito por todos os passageiros". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renato Lopes, que dirigiu o estudo com Berwanger e é professor-adjunto de cardiologia da Universidade Duke (EUA), diz que, apesar da queda da mortalidade e de novos infartos em um período de 30 dias, o estudo não foi desenhado para ver esse tipo de desfecho clínico nem tem poder estatístico para isso devido ao número de pacientes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Mas os resultados apontaram o sucesso da adesão aos tratamentos", afirma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, como dizem os autores no estudo, medir a melhora do atendimento de infarto envolve outros indicadores que não foram englobados, como avaliação da função ventricular, aconselhamento para parar de fumar e encaminhamento para reabilitação cardíaca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto Bridge faz parte do Proad (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde) do Ministério da Saúde, uma parceria do governo com hospitais privados considerados de excelência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Helvécio Magalhães, secretário de Atenção à Saúde do ministério, o conceito do Bridge deverá ser adaptado pelo SUS. &lt;br /&gt;
"O estudo mostrou que precisamos reforçar o treinamento de pessoal e monitorar a adesão aos tratamentos. Só ter o protocolo e os remédios não quer dizer que a equipe médica aderiu." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magalhães disse que o mesmo deve ser feito para tratar derrame e traumas. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/WH-YGQqEG08" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52171</feedburner:origLink></item><item><title>Vinte mil pessoas no país terão câncer por causa do emprego </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/vQZVCz6ss-g/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Vinte mil pessoas no Brasil serão diagnosticadas neste ano com câncer relacionado ao trabalho. Segundo estudo divulgado nesta segunda-feira pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) no Rio, pelo menos 19 tipos de tumor -entre eles de pulmão, pele, fígado, laringe, bexiga e leucemias- estão relacionados à ocupação e ao ambiente de trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o instituto, as profissões de cabeleireiro, piloto de avião, comissário de bordo, farmacêutico, químico e enfermeiro são mais propensos ao desenvolvimento da doença. E produtos aparentemente inofensivos, como poeiras de cereais, de madeira e de couro, e até mesmo medicamentos antineoplásicos (quimioterápicos) podem provocar câncer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os números podem ser maiores considerando a qualidade da atividade e do ambiente no trabalho. Pesquisas recentes apontam que de 8% a 16% do total de doentes desenvolvem o tumor pelo trabalho. No Brasil, em 2012, 518.510 novos casos de câncer devem ser registrados, segundo o Inca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao câncer de pulmão, por exemplo, de cada dez casos, um é decorrente da exposição ocupacional. O mesotelioma (tipo de câncer mais comum na pleura, membrana que envolve o pulmão) é 100% decorrente da exposição ao amianto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo do estudo é oferecer subsídios ao profissionais de saúde para obter um diagnóstico mais próximo da doença relacionada ao trabalho. Segundo o instituto, o câncer ocupacional é subdimensionado devido a dificuldade de se estabelecer a causa com o tumor. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/vQZVCz6ss-g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:17:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52170</feedburner:origLink></item><item><title>Distúrbios do sono em crianças podem levar a diagnóstico incorreto de déficit de atenção </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/1hMAD8AF74g/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Os diagnósticos de Transtorno de Déficit de Atenção por Hiperatividade (TDAH) em crianças aumentaram muito nos últimos anos, subindo 22% entre 2003 e 2007, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. Contudo, muitos especialistas acreditam que a doença pode não ser a epidemia que parece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores afirmam que muitas crianças recebem o diagnóstico de TDAH quando, na verdade, possuem outro problema: distúrbios do sono, como a apneia do sono. A confusão pode explicar o número expressivo de casos de crianças com TDAH, e os medicamentos usados no tratamento podem estar apenas agravando o problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Ninguém está afirmando que a TDAH não existe, mas existe agora o claro reconhecimento de que precisamos primeiro descartar os distúrbios do sono", afirmou Merrill Wise, neurologista pediátrico e especialista em &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; do sono do Centro de Distúrbios do Sono do Serviço Médico Metodista, em Memphis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sintomas da falta de sono nas crianças são semelhantes aos do TDAH. Enquanto a pessoa adulta sente sonolência e cansaço com a falta de sono, a criança geralmente fica inquieta, mal-humorada e desobediente. Ela pode ter dificuldades para se concentrar, permanecer sentada e se relacionar com os colegas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais recente estudo sugerindo uma relação entre sono inadequado e sintomas de TDAH foi publicado no mês passado, no periódico Pediatrics. Os pesquisadores acompanharam 11 mil crianças britânicas durante 6 anos, iniciando quando elas tinham seis meses de idade. As crianças que tiveram o sono afetado por problemas respiratórios, como ronco, respiração bucal e apneia, estavam entre 40 e 100% mais propensas a desenvolver problemas de comportamento semelhantes aos do TDAH do que aquelas com respiração normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças que corriam risco maior de desenvolver comportamentos como os do TDAH tinham distúrbios de respiração durante o sono que perduraram durante o estudo, mas foram mais graves aos dois anos e meio de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A falta de sono é prejudicial ao corpo e à mente em desenvolvimento da criança, e pode exercer um grande impacto", afirma Karen Bonuck, principal autora do estudo e professora de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; social e da família da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York. "É inacreditável que não examinemos a presença de distúrbios do sono da mesma forma que fazemos com a visão e os problemas auditivos."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Adenoides e amígdalas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa de Bonuck tem como base estudos anteriores de menor proporção, os quais demonstram que, após retirar adenoides e amígdalas, as crianças que tinham problemas de respiração durante a noite obtiveram resultados melhores em atividades de atenção direta e tiveram menos problemas comportamentais. Elas estavam menos propensas a receber o diagnóstico de TDAH nos meses e anos subsequentes do que as crianças que não foram tratadas das desordens de respiração durante o sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o mais importante seja que, em muitos casos, o comportamento da criança diagnosticada como portadora de TDAH antes da operação melhorou tanto que deixou de se ajustar aos padrões característicos da doença. Os Institutos Nacionais da Saúde iniciaram um estudo denominado Childhood Adenotonsillectomy Study a fim de entender as consequências da remoção de adenoides e amígdalas para a saúde e o comportamento de 400 crianças. Os resultados são aguardados para este ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Estamos nos aproximando cada vez mais da afirmação de causa e efeito" entre problemas de respiração durante a noite e sintomas de TDAH em crianças, afirmou Ronald Chervin, neurologista e diretor do Centro de Distúrbios do Sono da Universidade de Michigan, em Ann Arbor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na opinião de Chervin, os problemas comportamentais associados a problemas respiratórios noturnos são muito provavelmente consequência de sono inadequado e não da possível falta de oxigênio. "Observamos os mesmos tipos de sintomas comportamentais em crianças com outros tipos de distúrbios do sono", afirmou o médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, especialistas observam que as crianças que perdem apenas meia hora por noite de sono necessário &amp;ndash; quer devido a um distúrbio do sono ou por ficarem acordadas até tarde enviando mensagens pelo celular ou jogando videogames &amp;ndash; podem exibir esses comportamentos característicos da TDAH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diagnóstico equivocado não é apenas estigmatizante, mas o tratamento de TDAH pode agravar o problema real que é a falta de sono. Os medicamentos utilizados para tratar o TDAH, como Ritalina, Adderall ou Concerta, podem causar insônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Isso pode se tornar um ciclo vicioso e acumulativo", afirmou David Gozal, presidente do departamento de pediatria da escola de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; Pritzker da Universidade de Chicago, cuja prática clínica é focada em crianças com distúrbios do sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Diagnóstico difícil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É difícil identificar a falta de sono em crianças. Dos 10 mil membros da Academia Americana de Medicina do Sono, apenas 500 possuem especialização em distúrbios do sono em crianças. Além disso, os pediatras talvez nem saibam para que especialista encaminhar o paciente, porque eles geralmente dependem da iniciativa dos pais de falar sobre os problemas para dormir dos filhos durante a consulta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, muitas vezes os próprios pais estão desinformados em relação a hábitos de sono saudáveis. Um estudo realizado no ano passado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, em Harrisburg, e publicado no periódico The Journal of Sleep Research mostrou que, dos 170 pais participantes, menos de 10% foram capazes de responder corretamente a perguntas básicas, como a quantidade de horas de sono que uma criança necessita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Os pais não sabiam o que caracteriza um sono normal", afirmou Kimberly Anne Schreck, psicóloga e analista comportamental da universidade, e principal autora do estudo. "Muitos achavam gracioso o ronco da criança e que isso significava que ela estava dormindo profunda e tranquilamente."&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/1hMAD8AF74g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>noticias.uol.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:10:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52167</feedburner:origLink></item><item><title>Fumo na gravidez aumentaria o risco de autismo em bebês </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/5eK3oL65N0M/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Mulheres que fumam durante a gravidez pode estar mais propensas a ter um filho com autismo de alto funcionamento, de acordo com a pesquisa publicada no jornal britânico Dailymail. "O que estamos vendo é que alguns transtornos do autismo, mais do que outras doenças, podem ser influenciado pelo fumo da mãe durante o período de gestação", disse o autor Professor Amy Kalkbrenner da Universidade de Wisconsin-Milwaukee.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kalkbrenner e seus colegas fizeram um estudo de base populacional comparando dados de tabagismo de certidões de nascimento de centenas de milhares de crianças de 11 estados para um banco de dados de crianças diagnosticadas com autismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles descobriram que 13% das mães cujos filhos foram identificados como tendo um transtorno do espectro do autismo em oito anos de idade haviam fumado durante a gravidez.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/5eK3oL65N0M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52119</feedburner:origLink></item><item><title>Álcool gel vira bebida de adolescentes americanos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/LmnSJnkMYNU/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Jovens norte-americanos estão ingerindo álcool gel, que serve como higienizador para as mãos. De acordo com os médicos, os adolescentes consomem esses produtos para obter os mesmos efeitos de bebidas alcoólicas. As informações são do site da CNN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande problema é o teor de álcool, segundo o médico toxicologista e pediatra Robert J. Geller, da Universidade de Emory. "Os desinfetantes contêm 60% de álcool. Sendo assim, ingerir duas doses deste produto equivale a beber três doses de tequila", explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2011, foram relatados 622 casos nos EUA em que adolescentes ficaram intoxicados por álcool por meio de higienizadores para as mãos, de acordo com a Associação Americana de Centros de Controle de Envenenamentos (AAPCC). "As especificidades de cada caso não são conhecidas, mas no geral, 77% destes adolescentes foram internados por ingerir o produto; o resto envolvia exposição em olhos e pele", diz Loreeta Canton, porta-voz da AAPCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum dos relatórios envolvendo higienizadores de mãos resultou na morte dos jovens. No entanto, essa tendência pode ter consequências inesperadas. "Pode haver sedação, vômitos e diminuição da respiração, mas tudo depende da quantidade ingerida", afirma Geller.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o álcool pode interferir no funcionamento normal do corpo e causar a perda de coordenação e diminuição no tempo de reação. "O etanol em excesso também pode levar a quedas perigosas de açúcar no sangue", explica o pediacra e toxicologista Carl Baum.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/LmnSJnkMYNU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52118</feedburner:origLink></item><item><title>O médico obstetra precisa induzir o parto?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/WaDI7aZYvdA/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, o procedimento padrão para a maioria dos obstetras, principalmente se formos falar do SUS, quando a mulher chega em trabalho de parto, é induzir o processo com oxitocina, hormônio que aumenta as contrações e também as dores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas um novo estudo aponta que quando uma mulher entra em trabalho de parto antes do previsto, talvez o melhor procedimento seja esperar, e não induzir o parto. A ideia da indução é reduzir o risco de infecção quando a membrana que segura o fluído amniótico tiver rompido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o novo estudo mostrou que mulheres com parto induzido, perto do tempo correto, não tiveram resultados melhores em termos de infecção do que aquelas que &amp;ldquo;esperaram a hora certa&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do segundo método, 4,1% dos recém-nascidos tiveram algum tipo de infecção, enquanto no primeiro, 2,6%. De acordo com os pesquisadores, essa diferença é pequena o suficiente para que seja por simples acaso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi também descoberto que os bebês induzidos ficaram cerca de um dia e meio a mais no hospital e tiveram mais tendência a desenvolver hipoglicemia e icterícia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas existem opiniões de que esse estudo não vai mudar nada do sistema que usamos. &amp;ldquo;O estudo não demonstra nenhum benefício em esperar o parto&amp;rdquo;, afirma o médico e professor Brian Mercer. Ele comenta que a maior parte dos bebês que nascem entre 34 e 37 semanas de gravidez são saudáveis. No caso da hipoglicemia e da icterícia, são condições fáceis de serem tratadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se formos levar em conta o que esse especialista afirma, o ponto principal em esperar o parto natural seria as dores com menor intensidade. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/WaDI7aZYvdA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52117</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo avalia início precoce da terapia contra o vírus HIV </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/o7_KGirCHNU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo envolvendo 35 países e 226 centros de saúde está avaliando os resultados do início precoce para o tratamento contra o HIV. &lt;br /&gt;
Diferentemente do que se possa imaginar, o paciente nem sempre começa a tomar os antirretrovirais logo após o diagnóstico. A avaliação é feita caso a caso mas, segundo diretrizes do Ministério da Saúde, a terapia para pessoas sem sintomas começa só quando a contagem das células de defesa CD4 cai abaixo de 350 por mm3 de sangue. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Há exceções, como gestantes, pacientes com hepatite B ou C, com mais de 55 anos ou com carga viral alta, entre outras condições que pedem tratamento com 500 ou menos células por mm3. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa "Start", que no Brasil é coordenada pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, e pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), está recrutando soropositivos com contagem de células de defesa acima de 500/mm3. Eles são divididos em dois grupos: um fará o tratamento segundo as diretrizes atuais e o outro já receberá os remédios. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o infectologista Luiz Carlos Pereira Junior, do Emílio Ribas, o instituto já acompanha 96 pessoas e está recrutando participantes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A dúvida sobre iniciar ou não o tratamento tem a ver com os efeitos colaterais causados pelos antirretrovirais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando o tratamento com essas drogas começou, diz o médico, a tendência era o início imediato. Depois, quando se observou que os remédios causavam muitos efeitos colaterais, como alterações metabólicas, alta no colesterol, entre outros, os médicos colocaram o pé no freio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Foram sendo colocados limites. Primeiro, começávamos quando a contagem de CD4 caía a menos de 200 por mm3. Depois, isso foi para 350 e, nos últimos anos, têm surgido evidências de benefício para um início mais cedo." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcellos, lembra que pesquisas recentes mostraram que os antivirais reduzem em 90% o risco de transmissão do HIV. "A tendência hoje é tratar independentemente da contagem CD4." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TRATAMENTO DEVE SER ADOTADO NO PAÍS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
As novas diretrizes para o tratamento de pessoas com HIV, a serem publicadas pelo Ministério da Saúde ainda neste semestre, devem seguir o caminho da terapia precoce, segundo o infectologista Ronaldo Hallal, coordenador de cuidado e qualidade de vida no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O ministério está atento às novas evidências científicas. Hoje há remédios menos tóxicos e mais fáceis de tomar." Segundo Hallal, 217 mil pessoas com HIV estão tomando antirretrovirais por meio da rede pública. Acrescentando os soropositivos com contagem de células de defesa entre 350 e 500 por mm3 de sangue, que fariam a terapia precoce, seriam mais 20 mil. O custo das drogas é de R$ 800 milhões por ano. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O infectologista Artur Timerman explica que, apesar de expor o paciente antes aos efeitos colaterais, tratar mais cedo freia a multiplicação dos vírus e bloqueia o surgimento de cópias do HIV que resistem aos remédios. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, se a pessoa não tomar os antivirais com regularidade, esse risco aumenta, diz Luiz Carlos Pereira Junior, do Emílio Ribas. Deixar o paciente sem tratamento, mesmo com alta imunidade, porém, causa problemas que levam a envelhecimento precoce. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Uma pessoa que se contamina hoje tem mais décadas de vida. Tratar cedo vai preservá-lo dos efeitos da multiplicação viral? Só podemos responder por meio de um estudo clínico com número grande de voluntários." &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/o7_KGirCHNU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 19:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52015</feedburner:origLink></item><item><title>Com aura ou sem, enxaqueca pode impedir as atividades do cotidiano</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/zheyRNelkvo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Entre os 250 tipos e subtipos de dor de cabeça, a enxaqueca é o segundo mais comum depois da cefaleia tensional (causada por tensão muscular), e, juntas as duas representam cerca de 90% das dores que acometem pessoas no mundo inteiro. A enxaqueca é uma doença primária, ou seja, não possui uma causa externa. Sabe-se que ela tem influência genética, no entanto, a hereditariedade não é uma obrigatória para que ela ocorra. Filhos de pais com enxaqueca podem não ter a doença, assim como há pessoas que têm enxaqueca sem que outro membro da família sofra com ela. Isso significa que não se desenvolve enxaqueca ao longo do tempo. Ou se tem ou não se tem. A dor costuma começar entre os 10 e 20 anos de idade - primeiras crises depois dos 30 são incomuns -, e com o tempo tende a desaparecer. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A enxaqueca atinge entre 15% e 20% da população mundial, sendo que a incidência em mulheres fica na razão de três para uma. Quando acomete uma pessoa por, pelo menos, 15 dias por mês, com crises de, no mínimo, três vezes por dia, ou quatro horas consecutivas, ela é considerada crônica. Este tipo atinge 2% da população, independente de gênero.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Dr. Maurice Vincent, neurologista e chefe do Serviço de Neurologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a enxaqueca é uma desordem que vem e volta, e não uma dor permanente. Entre suas características, a mais frequente é a dor unilateral, que pode ocorrer tanto no lado direito quanto no esquerdo da cabeça, embora não seja fixa. "A enxaqueca possui como sintoma um latejamento muito intenso, que atrapalha o cotidiano e as atividades de quem a possui. O enxaquecoso tem necessidade de fazer repouso e ficar muito quieto. Náuseas, mal-estar, vômitos e intolerância ao ambiente também são sintomas desta doença. Seus portadores se sentem incomodados pela luz, pelo barulho, pelos sons, pelos odores... Tudo incomoda a pessoa na hora da crise, ela quer ficar isolada, quieta, sem ter contato com ninguém&amp;rdquo;, explica Vincent.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A enxaqueca pode ser classificada em com aura ou sem aura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A dor, que piora com qualquer tipo de atividade, é acompanhada de fenômenos transitórios de disfunção ou função inadequada de alguma área do cérebro, que, na maioria das vezes, é uma área visual. A pessoa com enxaqueca com aura pode perder a visão por meia hora, mais ou menos, ver luzes, ou perder o foco. Isso acontece antes da dor, e, às vezes, pode ocorrer dormência no braço ou dificuldade momentânea de falar. São fenômenos transitórios, curtos, denotando que o cérebro tem alguma região prejudicada pela enxaqueca. Já a sem aura provoca a mesma dor, no entanto, não possui estes sintomas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por ser uma doença primária, fatores como alimentação, stress e temperatura não poderm ser considerados a causa da enxaqueca, mas podem desencadea-la. De acordo com Vincent, não se elimina a doença fazendo uma dieta restritiva; e o que determinar a existência da enxaqueca é o diagnóstico clínico feito por um neurologista, e não exames complementares como a tomografia e o encefalograma.&lt;br /&gt;
Depois de detectada, a exnaqueca deve ser tratada com remédios preventivos, que evitem as crises. O neurologista  alerta para o perigo do uso excessivo de analgésicos:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;O senso comum costuma tratar a dor de cabeça e até a enxaqueca tomando analgésicos. Costumo perguntar aos meus pacientes: 'Se você tem uma dor no pé porque tem um espinho nele, você trata tomando analgésico? Não, né? É preciso tirar o espinho para que o pé melhore.' O mesmo acontece com as doenças, temos que tratá-las eliminando a causa. No caso da enxaqueca, como não há uma causa externa, fazemos um tratamento preventivo com medicamentos específicos, com horário fixo, diariamente. As propriedades variam, conforme o tipo de medicamento utilizado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com pesquisas recentes realizadas com animais na Universidade de Harvard, remédios anti-enxaquecosos bloqueiam um fenômeno de excitabilidade neuronal alterado, chamado depressão alastrante cortical. Este processo parece ocorrer na enxaqueca, acometendo o córtex cerebral, e todos os medicamentos testados neste experimento foram capazes de bloqueá-lo em ratos. O mecanismo pelo qual os medicamentos previnem a enxaqueca com o tempo não é compreendido ainda  em sua totalidade.&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Alguns antidepressivos podem também ter efeito anti-enxaquecoso, mas não é por serem antidepressivos que melhoram a enxaqueca, já que a doença não tem origem emocional, embora possa piorar ou melhorar de acordo com o estado emocional do paciente. As doses são menores das aplicadas em pacientes que possuem depressão. Não se sabe ao certo qual a propriedade do antidepressivo atua no alívio da enxaqueca; essa descoberta foi casual. Os médicos receitavam o remédio para o paciente que possuía enxaqueca e depressão, e ele melhorava das duas coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Vincent, 80% dos enxaquecosos apresentam uma grande melhora com o uso deste medicamento, deixando de ter as crisese obtendo um ganho enorme na qualidade de vida. E quando esta medicação não tem eficácia (20% dos pacientes não obtêm melhora), é preciso aliar o remédio a medidas não medicamentosas como o exercício físico regular, o controle da obesidade e o manejo do stress. &amp;ldquo;Não se pode vender a ilusão de que se ele virar um monge ficará curado, se a doença tem uma base genética o que fazemos é utilizar técnicas de auxílio para que o doente tenha uma qualidade de vida melhor&amp;rdquo;, ressalta Vincent.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o neurologista, tratamentos como Florais de Bach e homeopatia têm um efeito de placebo, ou seja, sua eficácia é a mesma da de um copo d'água. Segundo ele, há uma melhora de até 30% com esses tratamentos, que Vincent acredita ser de cunho psicológico. &amp;ldquo;O tratamento convencional é muito honesto, nós não prometemos a cura, e sim uma melhora significativa na vida do doente, que passa a tomar os remédios evitando as crises. Já a acupuntura tem o efeito de aliviar a crise, mas é pragmática, só serve de imediato, não estabiliza&amp;rdquo;, reforça.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Não se sabe o porquê, mas durante os nove meses de gestação a enxaqueca desaparece em 80% das mulheres. Como ela tende a desaparecer com o tempo, após alguns anos é possível abandonar os remédios preventivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os casos de enxaqueca crônica existe um tratamento com injeções de toxina botulínica, o conhecido botox.  Um protocolo específico, com doses pré-determinadas, que não chega a ser uma promessa de cura, podendo funcionar ou não. Na maioria dos casos, o que acontece é uma redução do sofrimento, o número de horas de crise diminui.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/zheyRNelkvo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 19:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52014</feedburner:origLink></item><item><title>Ministério da Saúde diz que 22,7% dos adultos têm pressão alta</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/oN0Hzobk_J4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que 22,7% dos adultos brasileiros sofrem de pressão alta. A hipertensão aparece em 25,4% das mulheres e 19,5% dos homens. Os números foram publicados nesta quinta-feira (26), dia nacional de prevenção e combate à hipertensão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados relativos a 2011 foram obtidos pela pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O levantamento, feito anualmente pelo ministério desde 2006, traz um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos -- por telefone -- sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física. Em 2011 foram entrevistadas 54.144 pessoas de janeiro a dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2006, quando a pesquisa começou a ser feita, 21,6% dos entrevistados afirmaram que tinham o diagnóstico de hipertensão. Segundo o Ministério da Saúde, a diferença de 1,1 ponto percentual em comparação a 2011 não é suficiente para representar estatisticamente uma tendência de crescimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A relação do problema com a idade fica muito nítida no recorte por faixa etária. Entre 18 e 24 anos, 5,4% dos entrevistados são hipertensos. Acima dos 65 anos, o número sobe para 59,7% da população.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dentre as cidades onde a pesquisa foi feita, a com menos hipertensos foi Palmas, com 12,9% da população. Já o Rio de Janeiro registrou o maior número: 29,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro fator importante é a escolaridade entre as mulheres. Entre as que estudaram oito anos ou menos, 34,4% têm hipertensão. O número cai para 14,2% entre as que estudaram 12 anos ou mais. Já entre os homens, as diferenças entre as faixas são pouco significativas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Prevenção e tratamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Saúde informou que 6,9 milhões de hipertensos já tiveram acesso a medicamentos gratuitos nas farmácias credenciadas no programa Saúde Não Tem Preço desde o lançamento, em fevereiro de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outra iniciativa recente foi um acordo com a indústria alimentícia, firmado em 2011, para reduzir os níveis de sal em produtos como massas, pães e salgadinhos. O sódio presente no sal é considerado um dos principais fatores para elevar a pressão arterial. O fumo e o sedentarismo também aumentam o risco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diagnóstico de hipertensão vem quando a pressão fica igual ou maior que 14 por 9. Em longo prazo, pode sobrecarregar vários órgãos. Sem tratamento, ela pode causar outros problemas cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC).&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/oN0Hzobk_J4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 18:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=52013</feedburner:origLink></item><item><title>Imagens em 3D de tecidos podem auxiliar tratamento contra câncer</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/aKDlSpHXdis/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Imagens tridimensionais de tecidos do corpo podem auxiliar na identificação do câncer em seus estágios iniciais, segundo pesquisadores britânicos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, desenvolveram uma técnica para gerar imagens coloridas, de alta resolução e em 3D de um pedaço de tecido corporal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As imagens podem ser vistas em uma tela de computador e examinadas a partir de qualquer ângulo.&lt;br /&gt;
A entidade de combate ao câncer britânica Cancer Research UK disse que a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; pode auxiliar a compreender como o câncer pode crescer e se alastrar, além de auxiliar na descoberta de novos tratamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados da pesquisa britânica foram divulgados na publicação especializada "American Journal of Pathology".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Imagens informativas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A microscopia digital não é algo novo -- o escaneamento de tecido corporal surgiu pela primeira vez há uma década, em substituição ao método convencional de cortar pedaços ultrafinos da pele para que elas pudessem ser examinadas em um microscópio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os escâneres, que são usados em todo o mundo atualmente, produzem imagens bidimensionais, que revelam apenas o que está contido na superfície daquele pedaço de tecido. Mas isso oferece limitações, como enfatiza Derek Magee, um dos cientistas da Universidade de Leeds.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O tecido é, naturalmente, tridimensional. Para muitos usos, essa natureza tridimensional é importante'', disse em entrevista à BBC.&lt;br /&gt;
''Se você pegar um vaso sanguíneo, que é um os pedaços de uma rede de tubos ramificada, e retirar um trecho dele, a imagem bidimensional que você obtiver será apenas uma elipse do vaso.''&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, essa imagem ''não diz absolutamente nada sobre a conectividade e nem oferece informações específicas sobre aquela rede de vasos sanguíneos -- informações que podem ser de grande interesse para especialistas em câncer''.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para criar uma imagem tridimensional, um pedaço de tecido precisa ser cortado em centenas de camadas ultrafinas com uma máquina de extrema precisão chamada mocrotome.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cada uma dessas camadas é, em seguida, colocada em um vidro com 1 milímetro de espessura e a imagem decorrente é jogada em um escâner digital.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O escâner em seguida cria impressões 2D de cada superfície. O software desenvolvido pela Universidade de Leeds gera uma imagem tridimensional a partir de cada um desses slides, criando uma representação realista, que pode ser manipulada e movimentada por especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Identificando o câncer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
"Isso pode ajudar a identificar pequenos tumores que poderiam passar despercebidos se fossem seguidos procedimentos convencionais. Além disso, se houver um vaso sanguíneo por perto, será possível ver se um tumor o atingiu'', afirmou Magee.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o pesquisador, a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; também permite que um cirurgião possa remover um tumor situado perto de um órgão sensível. Em circunstâncias normais, tal intervenção cirúrgica é altamente delicada, por conta dos riscos envolvidos na operação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
''Essa &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; pode ajudar pesquisadores a compreender mais a respeito da doença e encontrar formas de tratá-la de maneira mais eficaz. Estamos começando a entender o quão complexo é o câncer. Um tumor é um 'órgão' tridimensional formado por células saudáveis e cancerosas, incluindo vasos sanguíneos, células do sistema imune e outras células 'normais''', afirma Kat Arney, gerente de Ciência de Informação da Cancer Research UK.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Será fascinante, acrescenta ela, ''observar como esta empolgante nova técnica será levada adiante por pesquisadores de câncer e quais os segredos que ela poderá revelar a respeito da doença''.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No passado, houve tentativas de criar imagens 3D de amostras de tecidos, mas elas pecavam pela sua baixa resolução e, portanto, não ofereciam imagens detalhadas. As imagens eram produzidas a partir da montagem digital de fotos de imagens microscópicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas a equipe da Universidade de Leeds afirma que a sua pesquisa marca a primeira vez que um escâner digital convencional é usado para gerar imagens de alta resolução de um tecido corporal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Até hoje, o uso da &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de imagens 3D para estudar doenças era limitado por causa da baixa resolução, do tempo e da dificuldade associados com a aquisição de um grande número de imagens por meio de um microscópio", disse o pesquisador-sênior Darren Treanor.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/aKDlSpHXdis" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 16:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=51949</feedburner:origLink></item><item><title>Mortalidade de jovens é quatro vezes maior nos países pobres, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/VZyiHLprLNk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ao menos 1,8 bilhão de adolescentes estão mais expostos ao consumo excessivo de álcool, de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e outros riscos à saúde do que no passado, afirma um estudo divulgado nesta terça-feira (24) na revista médica  "The Lancet". Esses comportamentos até então mais usuais em jovens de países ricos vem sendo absorvido cada vez em países em desenvolvimento, como o Brasil, dizem os autores da pesquisa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o levantamento, o que vem incapacitando esses jovens é o uso do álcool (7%), o sexo sem preservativo (4%), deficiência de ferro (3%), falta de contracepção (2%) e uso de drogas ilícitas (2%). As taxas de mortalidade nos adolescentes variam muito entre os países, mas é geralmente quatro vezes maior nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento do que nos mais desenvolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo é o primeiro de quatro apresentados na revista nesta segunda e cita que enquanto a mortalidade de crianças com menos de cinco anos caiu 80% ou mais em muitos países nos últimos 50 anos, a mortalidade de adolescentes tem crescido. A pesquisa destaca o Brasil neste ponto, onde mais adolescentes morrem por causa da violência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As causas principais dessas mortes no mundo são os acidentes de trânsito ou suicídio, seguidas de doenças transmissíveis (tuberculose, meningite, HIV/Aids), problemas nutricionais e doenças perinatais, além das doenças não transmissíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, os autores da pesquisa dizem que &amp;ldquo;independente da região, a maioria das mortes de adolescentes são evitáveis e, portanto, justificam fortemente uma ação mundial para melhorar a saúde do adolescente&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Educação e ambiente influenciam&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a pesquisa, a educação, o bom ambiente escolar e a vizinhança onde vive o jovem podem fazer a diferença nesses índices. Para comprovar, o estudo mostra a diferença entre os países ricos e pobres. Nos em desenvolvimento, até um terço de adolescentes menores de idade do ensino secundário não frequentam a escola, em comparação com apenas um em 25 nos EUA, Canadá e Europa Ocidental.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo eles, estudos mostram que a conclusão do ensino secundário proporciona grandes benefícios para os adolescentes e melhora a saúde e o bem-estar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Países com maior número de adolescentes na escola tem menores taxas de mortalidade masculina e feminina em geral, menor mortalidade por lesões do sexo masculino, e menor mortalidade por doenças não transmissíveis do sexo feminino, bem como menor prevalência do HIV e de gravidez na adolescência", diz a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos realizados em países como o Reino Unido, Líbano e mesmo no Brasil mostraram que as comunidades que ofereceram maior apoio e oportunidades de participação aos jovens tiveram os melhores resultados quanto a saúde dos adolescentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Da mesma forma, o convívio familiar mostrou ser fator-chave na vida desses adolescentes, segundo a pesquisa. Estudos feitos nos EUA mostram que os adolescentes que se sentem ligados à sua família estão mais propensos a adiar a iniciação sexual, relatam níveis mais baixos do uso do cigarro, álcool e maconha e mostraram-se menos propensos a se envolver em violência.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por outro lado, os jovens cujos pais fumam, bebem álcool, ou se envolver em violência são mais propensos a ter tais comportamentos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/VZyiHLprLNk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 16:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=51948</feedburner:origLink></item><item><title>Videogame promove envelhecimento mais saudável, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/medicinacursos/~3/zT7u95g2xn0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O vídeogame vem se mostrando uma ferramenta valiosa para promover um envelhecimento mais sadio. Isso porque o hábito fornece estimulação cognitiva, é fonte de interação social, de exercício e de diversão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com isso, os idosos conseguem preencher mais suas vidas e serem mais independentes, de acordo com dois artigos publicados nesta terça-feira (24) na revista bimestral &amp;ldquo;Games for Health Journal&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os idosos muitas vezes abandonam suas atividades ao longo da vida em troca de uma segurança e de um padrão imposto de velhice. (...) Mas os videogames oferecerem uma fuga da rotina. Todos estes benefícios podem melhorar o bem-estar de adultos idosos", afirma Bill Ferguson, o autor de um dos estudos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As pesquisas ainda identificaram outros fatores que motivam o interesse dos idosos pelo jogo, além do aspecto social da experiência: o desafio que ela apresenta, a combinação de atividade cognitiva e física, e da possibilidade de obter capacidades específicas, como ganhar o jogo, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Videogames oferecem uma boa alternativa às formas tradicionais de exercícios aeróbicos&amp;rdquo;, de acordo com a pesquisa, realizada em conjunto com a Universidade de Colônia, na Alemanha.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois de analisar idosos que passaram a jogar videogame com regularidade, a pesquisa concluiu que os jogos digitais foram importantes na mudança de comportamento, e os motivaram a cuidarem mais de si.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/medicinacursos/~4/zT7u95g2xn0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.medicinacursos.com.br/medicina/principal/noticia_view.asp?id=51947</feedburner:origLink></item></channel></rss>

