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    <title>Meio Bit - Notícias, Dicas, Internet, Informática, Tecnologia, Download</title>
    <link>http://meiobit.com/</link>
    <description>De forma sustentável, atingir a excelência em  informar e discutir democrática, honesta e eticamente, assuntos relacionados à tecnologia e informática em geral, agregando valor aos leitores e colaboradores.</description>
    <language>pt-br</language>
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    <title>Google Public DNS</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-public-dns</link>
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/googlepublicdns.gif" rel="nofollow"&gt;&lt;img class="mceItem" title="google-public-dns" src="http://meiobit.com/files/googlepublicdns_thumb.gif" alt="google-public-dns" align="right" border="0" height="60" width="131" /&gt;&lt;/a&gt; Com parte dos seus esforços para tornar a Internet mais rápida, ontem o Google liberou o &lt;a title="Google Public DNS." href="http://code.google.com/speed/public-dns/" rel="nofollow"&gt;&lt;strong&gt;Public DNS&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, seu próprio serviço de resolução de DNS público, que chega para concorrer com os das operadoras de Internet e o mundialmente conhecido &lt;a title="OpenDNS." href="http://www.opendns.com/" rel="nofollow"&gt;OpenDNS&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trocando em miúdos, &lt;a title="Básico sobre DNS (Domain Name System)." href="http://www.infowester.com/dns.php" rel="nofollow"&gt;o que o DNS faz&lt;/a&gt; é “traduzir” domínios para IPs, e vice-versa. Graças a esse importante serviço, podemos acessar sites digitando seus endereços (domínios), ao invés dos endereços reais, no caso, os IPs. Praticamente todos os provedores de Internet têm seus próprios serviços de DNS, e fora eles, o que mais se destaca é o OpenDNS, que &lt;a title="Como deixar minha internet mais rápida? OpenDNS é a luz no fim do túnel." href="http://tecnoblog.net/archives/como-deixar-minha-internet-mais-rapida-opendns-e-a-luz-no-fim-do-tunel.php" rel="nofollow"&gt;se bem configurado&lt;/a&gt;, realmente torna a navegação mais fluída.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google, que já faz tempo dedica parte de seus esforços para tornar a Internet mais rápida, através de iniciativas como o navegador &lt;a title="Google Chrome." href="http://www.google.com/chrome" rel="nofollow"&gt;Chrome&lt;/a&gt; e o &lt;a title=" O Google Quer Acelerar a Web Com Um Novo Protocolo." href="http://readwriteweb.com.br/2009/11/17/spdy-o-google-quer-acelerar-a-web-com-um-novo-protocolo/" rel="nofollow"&gt;protocolo SPDY&lt;/a&gt;, colocou parte de seus engenheiros para trabalhar num serviço de DNS público que consiga lidar melhor com as necessidades do usuário médio, que diariamente faz uso centenas de vezes do servidor DNS. Assim surgiu o Google Public DNS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos grandes trunfos desse serviço é a facilidade em memorizar os endereços: &lt;strong&gt;8.8.8.8&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;8.8.4.4&lt;/strong&gt;. Eles podem ser inseridos nas configurações do sistema operacional, ou diretamente no roteador. &lt;a title="Using Google Public DNS." href="http://code.google.com/intl/pt-BR/speed/public-dns/docs/using.html" rel="nofollow"&gt;Nesta página&lt;/a&gt; há instruções mais detalhadas aos menos familirizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de velocidade, o Google Public DNS está a par com todas os padrões (nada de redirecionamentos e/ou páginas de erro personalizadas) e diretrizes de segurança do segmento. O único problema, especialmente para os mais neuróticos, diz questão à privacidade. Ciente disso, a empresa liberou &lt;a title="Google Public DNS - Your Privacy." href="http://code.google.com/speed/public-dns/privacy.html" rel="nofollow"&gt;uma página&lt;/a&gt; dedicada ao tema, onde, resumidamente, diz que a intenção do serviço é agilizar a conexão à web, colhendo o mínimo possível de informações do usuário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;Fonte: &lt;a title="Introducing Google Public DNS." href="http://googleblog.blogspot.com/2009/12/introducing-google-public-dns.html" rel="nofollow"&gt;Google Official Blog&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=mQ4BWwDNjCM:b3LD-0k7eVM:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-public-dns#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/google">Google</category>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
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 <pubDate>Fri, 04 Dec 2009 13:48:34 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>YouTube: programas pagos e nova versão "Pluma"</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/internet/youtube-programas-pagos-e-nova-vers-o-pluma</link>
    <description>&lt;p&gt;O &lt;a title="YouTube." href="http://www.youtube.com/" rel="nofollow"&gt;&lt;strong&gt;YouTube&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é muito legal, mas dá trabalho ao Google mantê-lo funcionando de maneira auto-sustentável. É por isso que, vez ou outra, eles experimentam novos formatos de publicidade: para fazer com que, pelo menos, o YouTube se pague.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma nova tentativa de fazer dinheiro com o YouTube está sendo discutida nos bastidores de Mountain View. &lt;a title="Is YouTube Ready for Primetime? Google Wants to Stream TV, for a Fee." href="http://mediamemo.allthingsd.com/20091201/is-youtube-ready-for-prime-time-google-wants-to-stream-tv-for-a-fee/?mod=ATD_search" rel="nofollow"&gt;Segundo o All Things Digital&lt;/a&gt;, o Google cogita lançar um modelo de assinatura no YouTube, veiculando programas de TV em troca de pequenas taxas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A bem da verdade, o YouTube já hospeda &lt;a title="YouTube - Shows." href="http://www.youtube.com/shows" rel="nofollow"&gt;alguns programas de TV&lt;/a&gt;, todos gratuitos. Aparentemente, a ideia de passar a cobrar por programas de TV ainda está num nível bem preliminar, com discussões do Google com emissoras de TV, a fim de que essas liberem seus programas para o YouTube. Pelo que se sabe até o momento, a intenção do Google é criar algo nos moldes do que Apple e Amazon já fazem: programas de TV sem comerciais, com preço médio de US$ 1,99 por episódio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se isso for adiante, o Google enfrentará, ainda, o bem sucedido &lt;a title="Hulu." href="http://www.hulu.com/" rel="nofollow"&gt;Hulu&lt;/a&gt;, site de vídeos que exibe seriados e programas de TV gratuitamente, apenas em mercados selecionados (Brasil de fora, pra variar), a troco de algumas propagandas, que por sua vez também está mexendo os pauzinhos para lançar um modelo de assinatura. Isso sem falar das vias ilegais, o talvez maior concorrente, ou vilão, de modelos de assinatura do tipo. Afinal, mesmo com as quedas do The Pirate Bay e Mininova, a oferta de vídeos de programas de TV ainda é farta na Internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paralelamente a tais rumores, o Google liberou uma versão mais… leve do YouTube. Batizada de &lt;strong&gt;Feather&lt;/strong&gt; (“pluma”, em inglês), seu objetivo é deixar a página na qual os vídeos são exibidos mais leve. Num comparativo entre a versão Pluma e a tradicional, a diferença entre ambas é de 340 KB (391 KB da versão tradicional, contra 51 KB da Pluma). Digna de respeito, vale citar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/YouTubeAvatarTheMovieNewExtendedHDTrailerGoogleChrome5.png" rel="nofollow"&gt;&lt;img class="mceItem" title="YouTube - Avatar The Movie (New Extended HD Trailer) - Google Chrome (5)" src="http://meiobit.com/files/YouTubeAvatarTheMovieNewExtendedHDTrailerGoogleChrome5_thumb.png" alt="YouTube - Avatar The Movie (New Extended HD Trailer) - Google Chrome (5)" border="0" height="430" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamanha economia, porém, não vem de graça. A página é bastante simplificada, não permite enviar comentários, além de limitar a exibição de comentários a dez, sem paginação. Não é possível dar nota aos vídeos, nem mandá-los para outras redes sociais. Não há sugestões de pesquisa, e o visual em si é bem minimalista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Feather está disponível como uma espécie de opção &lt;a title="YouTube Feather." href="http://www.youtube.com/feather_beta" rel="nofollow"&gt;nesta página&lt;/a&gt;, em caráter &lt;em&gt;beta&lt;/em&gt;. A interface não se aplica a todo o YouTube, mas existe a possibilidade de que seja estendida para todos os vídeos futuramente. Se não gostar e quiser voltar ao YouTube tradicional, basta entrar na página linkada acima, ou em qualquer vídeo com a interface Feather, e clicar no link &lt;em&gt;Leave the “Feather” Beta&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;Fontes: &lt;a title="YouTube may start streaming TV shows, for a fee." href="http://www.neowin.net/news/main/09/12/03/youtube-may-start-streaming-tv-shows-for-a-fee" rel="nofollow"&gt;Neowin&lt;/a&gt; e &lt;a title="YouTube beta testing stripped down &amp;quot;Feather&amp;quot; design." href="http://www.downloadsquad.com/2009/12/03/youtube-beta-testing-stripped-down-feather-design/" rel="nofollow"&gt;Download Squad&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=7A0nDHGf4-M:dYcHqgXseto:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/internet/youtube-programas-pagos-e-nova-vers-o-pluma#comments</comments>
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 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
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 <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:32:31 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Guia de Compras Meio Bit: Câmeras Compactas</title>
    <link>http://meiobit.com/fotografia/equipamentos/guia-de-compras-meio-bit-c-meras-compactas</link>
    <description>&lt;p&gt;É só o mês de dezembro começar e meu &lt;strong&gt;MSN &lt;/strong&gt;e caixa de e-mail são inundados por pedidos de ajuda para escolha da melhor câmera digital a ser comprada. Não estou achando isso uma coisa negativa. Ajudo a todos da melhor maneira possível e dentro do meu tempo disponível. Mas, pensei que outras pessoas podem ter a mesma dúvida e não chegam a perguntar para algum entendido. Dessa forma, decidi fazer uma série de textos sobre quais câmeras comprar dentro das diversas categorias de equipamentos que temos disponíveis no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Câmeras compactas, ou denominadas também de ultracompactas, são as mais baratas que encontramos no mercado. O preço baixo se justifica por serem câmeras com poucos recursos e com as regulagens totalmente automáticas. O usuário tem poucas possibilidades de escolhas e isso também varia entre os modelos disponíveis. Algumas são mais maleáveis, e outras são totalmente fechadas para as possibilidades de regulagens. Dentro dessa categoria vamos selecionar três para destacar nesse texto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Canon PowerShot A480&lt;/strong&gt; – A Canon sempre fez ótimas compactas automáticas, mas esse modelo é um exemplo de qualidade e preço baixo. Equipada com o processador &lt;strong&gt;DIGIC III&lt;/strong&gt;, o equipamento possui 10 megapixels de resolução máxima e 3x de zoom ótico (equivalente a uma 37-122mm no formato 35mm). A forma de armazenamento é através de cartão SD e é possível encontrar todas as perfumarias obrigatórias como &lt;strong&gt;Face Detection&lt;/strong&gt; e vários modos pré-programados de disparo. Compatível com Windows ou Mac, a câmera é uma das poucas compactas com longa exposição de até 15 segundos. Preço médio de R$ 499,00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Sony Cybershot DSC-W220&lt;/strong&gt; – Sim, tremam os céus, eu vou indicar uma câmera da &lt;strong&gt;Sony&lt;/strong&gt;. A série&lt;strong&gt; W&lt;/strong&gt; é uma raridade dentro do número de compactas esquisitas produzidas pela empresa. A qualidade de imagem é muito boa e o colorido das fotos se mostra vibrante. Só não podemos exigir muito em situações com pouca iluminação, mas essa é uma regra para todas as câmeras nessa categoria. O equipamento possui 12,1 megapixels de resolução máxima e está equipado com uma lente &lt;strong&gt;Carl Zeiss&lt;/strong&gt; com 4x de zoom ótico (equivalente a uma 30-120mm no formato 35mm). Além dos modos pré-programados de disparo, temos o &lt;strong&gt;Face Detection&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Smile Shuter&lt;/strong&gt;. O ponto negativo está no fato de usar cartões de memória &lt;strong&gt;Memory Sticks&lt;/strong&gt;. Preço médio de R$ 900,00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Samsung ST 500&lt;/strong&gt; – Essa câmera foi lançada no Brasil ao mesmo tempo em que no exterior. Ponto positivo para a &lt;strong&gt;Samsung&lt;/strong&gt; que mantém uma representante oficial no Brasil, e não apenas uma revendedora. O grande diferencial da &lt;strong&gt;ST500&lt;/strong&gt; é o fato de possuir um LCD na parte frontal, facilitando a prática do auto-retrato. Aliás, o grande foco da &lt;a href="http://lorenti.org/2009/09/28/aprenda-a-fazer-autoretratos-com-a-samsung/"&gt;inteligente campanha publicitária&lt;/a&gt; da empresa são os adolescentes que participam de redes sociais (quem aqui nunca viu aquele auto-retrato padrão&lt;strong&gt; Orkut&lt;/strong&gt;?). A câmera possui 12,2 megapixels de resolução máxima, 4,6x de zoom ótico (equivalente a uma 27-124mm no formato 35mm). Além do mais, é a única câmera dessa lista com capacidade de fazer filmes em definição de 1.280x720 pixels a 30 fotogramas por segundo. Além de ser uma câmera para o dia a dia, pode proporcionar outras formas de diversão por conta de suas particularidades. Preço médio de R$ 1.599,00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A próxima lista a ser publicada será de compactas avançadas.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=osCg_Gn8EQA:ZmD7Ke_2qjI:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/fotografia/equipamentos/guia-de-compras-meio-bit-c-meras-compactas#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/fotografia/equipamentos">Equipamentos</category>
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 <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:12:41 +0000</pubDate>
 <dc:creator>gilsonlorenti</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Google lança nova página inicial com fade-in</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-lan-a-nova-p-gina-inicial-com-fade-in</link>
    <description>&lt;p&gt;De ontem para hoje, o &lt;a title="Google." href="http://www.google.com/"&gt;Google&lt;/a&gt; liberou uma nova página inicial – por enquanto, apenas na versão americana. Não há muita coisa diferente, e ainda não traz &lt;a title="Google testa nova interface para seu buscador." href="http://www.meiobit.com/meio-bit/google/google-testa-nova-interface-para-seu-buscador"&gt;aquela mudança&lt;/a&gt; drástica e de gosto duvidoso que está em testes. A mudança, ou novidade, é bem sutil, e talvez até por isso, bem interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que o pessoal de Mountain View fez, foi acrescentar um efeito &lt;em&gt;fade-in&lt;/em&gt; na página. Agora, ao acessar o Google, aparecerão apenas o logo da empresa, o campo de busca, e os dois tradicionais botões para pesquisa. Todo o restante, dos links inferiores à barra de links rápidos do topo, ficam ocultos. Mas, ao mover o mouse dentro da página, eles aparecem num movimento bem suave. Vejam o vídeo:&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 12px 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="600" height="338"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7959648&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7959648&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Segundo o Google, que publicou a novidade &lt;a title="Now you see it, now you don't." href="http://googleblog.blogspot.com/2009/12/now-you-see-it-now-you-dont.html"&gt;em seu blog oficial&lt;/a&gt;, o intuito dessa novidade é dar mais foco à busca, que além de ser o principal produto da empresa, é o que as pessoas mais utilizam. Até chegar ao resultado lançado hoje, a empresa testou, aleatoriamente, cerca de dez variáveis do efeito &lt;em&gt;fade-in&lt;/em&gt;. A escolhida foi a única que gerou &lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt; neutro ou positivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O único receio do Google é que as pessoas, com o efeito &lt;em&gt;fade-in&lt;/em&gt;, estão demorando mais para utilizar a busca. Mas isso, provavelmente, explica-se pelo fator novidade. Afinal, é estranho entrar numa página conhecida e dar de cara com apenas metade dela – a metade mais importante, mas vá lá…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É a segunda mudança oficial e pública que o Google faz em seu buscador. Alguns meses atrás, a empresa &lt;a title="Now S-U-P-E-R-sized!" href="http://googleblog.blogspot.com/2009/09/now-s-u-p-e-r-sized.html"&gt;aumentou bastante o campo de busca&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=-DT---NHlXE:d7kEsONt5-o:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-lan-a-nova-p-gina-inicial-com-fade-in#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/google">Google</category>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
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 <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:04:34 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">37933 at http://meiobit.com</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Flavors.me: cartão de visitas virtual minimalista</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/web-20/flavorsme-cart-o-de-visitas-virtual-minimalista</link>
    <description>&lt;p&gt;Ter uma presença online agitada gera muito conteúdo. Cadastre-se num microblog, rede social de fotos, site de vídeos, e crie um blog, e você terá uma bela “dor de cabeça”, no bom (ou não) sentido, para manter tudo isso atualizado, e, o que é mais difícil, centralizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ferramentas de &lt;em&gt;lifestreaming&lt;/em&gt;, como o &lt;a title="FriendFeed." href="http://friendfeed.com/"&gt;FriendFeed&lt;/a&gt;, ajudam nesse tipo de organização, mas não são exatamente a coisa mais apresentável do mundo. O último redesign do FriendFeed, aliás, é mais feio que bater na mãe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso deixa uma brecha para espécies de cartões de visita virtuais. Páginas simples, minimalistas, criadas com conteúdo gerado fora delas, apenas para apresentar virtualmente uma pessoa a quem quer que tenha interesse. E, dentre várias soluções, nenhuma boa o suficiente para chamar a atenção, aparecer o &lt;a title="Flavors.me." href="http://flavors.me/"&gt;&lt;strong&gt;Flavors.me&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Flavors.me apela para o minimalismo, da mesma forma que outros serviços já estabelecidos, como &lt;a title="Tumblr." href="http://tumblr.com/"&gt;Tumblr&lt;/a&gt; e &lt;a title="Deadline" href="http://deadlineapp.com/"&gt;Deadline&lt;/a&gt;, o fazem. A interface é fácil e com poucas opções, mas permite criar &lt;a title="Galeria do Flavors.me." href="http://www.flavors.me/directory"&gt;páginas dos mais variados tipos e formatos&lt;/a&gt;, com poucos cliques e &lt;em&gt;HTML-free&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/flavorsme20091202.png"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="flavorsme-20091202" src="http://meiobit.com/files/flavorsme20091202_thumb.png" alt="flavorsme-20091202" border="0" width="600" height="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao fazer login, um formulário simples com três itens aparece: nome, e-mail e bio. Na aba ao lado, temos a lista de serviços, que serve para “abastecer” sua página. O leque de serviços é bem reduzido, mas já tem coisas suficientes para começar a brincar. São eles:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Flickr; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tumblr; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Twitter; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Vimeo; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Last.fm; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Facebook; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;goodreads; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Netflix; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;RSS (genérico). &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;lt;!--break--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/servicosflavorsme20091202.png"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="servicos-flavorsme-20091202" src="http://meiobit.com/files/servicosflavorsme20091202_thumb.png" alt="servicos-flavorsme-20091202" border="0" width="600" height="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem escreve em mais de um blog, há um problema (o mesmo do &lt;a title="Windows Live." href="http://home.live.com/"&gt;Windows Live&lt;/a&gt;, aliás): pode-se colocar apenas uma instância do item RSS. A saída é fazer um &lt;em&gt;mashup&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;feeds&lt;/em&gt; com o &lt;a title="Yahoo! Pipes." href="http://pipes.yahoo.com/"&gt;Yahoo! Pipes&lt;/a&gt;, e jogar o &lt;em&gt;feed&lt;/em&gt; dele no serviço. No Meio Bit existe &lt;a title="Tutorial: usando o Yahoo! Pipes." href="http://www.meiobit.com/meio-bit/internet/tutorial-usando-o-yahoo-pipes"&gt;um bom tutorial a respeito&lt;/a&gt;, e quem quiser, pode clonar &lt;a title="Meu Pipe." href="http://pipes.yahoo.com/pipes/pipe.info?_id=ce77050756765b356c3771c25f6773e1"&gt;o meu &lt;em&gt;pipe&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; e fazer as devidas alterações, sem problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As alterações visuais são &lt;em&gt;on the fly&lt;/em&gt;, ou seja, o usuário vê as mudanças na medida em que altera as opções. Na sua página, quando se está logado, clicando no link &lt;em&gt;Show design panel&lt;/em&gt;, um painel flutuante surge. Dali são feitas todas as alterações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/edicaotemaflavorsme20091202.png"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="edicao-tema-flavorsme-20091202" src="http://meiobit.com/files/edicaotemaflavorsme20091202_thumb.png" alt="edicao-tema-flavorsme-20091202" border="0" width="600" height="412" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Flavors.me ainda apresenta alguns problemas, como bugs na hora de acrescentar serviços, e carência de recursos básicos, como domínios próprios ou mesmo a inclusão de um e-mail na página pessoal. De qualquer maneira, a ideia é genialmente simples, e até agora, ouvi muitos elogios à proposta e, principalmente, à execução da ideia. &lt;em&gt;Less is more&lt;/em&gt;, como dizem por aí.&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 12px 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="600" height="375"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7105366&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7105366&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="375"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Por ora, o &lt;a title="Flavors.me." href="http://flavors.me/"&gt;Flavors.me&lt;/a&gt; só é acessível mediante convite. Mas não se desespere: basta cadastrar seu e-mail na &lt;em&gt;home&lt;/em&gt; do site, e esperar um pouco que ele chega. No meu caso, demorou pouco mais de uma hora. E se ficou curioso, eis &lt;a title="Rodrigo Ghedin @ Flavors.me." href="http://flavors.me/ghedin"&gt;meu cartão de visitas virtual&lt;/a&gt; :-) .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;Fonte: &lt;a title="Minhas primeiras impressões sobre o Flavors.me." href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/12/01/minhas-primeiras-impressoes-sobre-o-flavors-me/"&gt;Tiago Dória&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=VJnC9JgOScU:4J9c5oF1FdE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/web-20/flavorsme-cart-o-de-visitas-virtual-minimalista#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
 <category domain="http://meiobit.com/web_2_0">Web 2.0</category>
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 <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 08:36:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Jogadores de basquete multados por twittar durante partidas</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/miscel-neas/jogadores-de-basquete-multados-por-twittar-durante-partidas</link>
    <description>&lt;p&gt;Há uma &lt;a href="http://www.resumebear.com/blog/index.php/2009/04/10/30-ways-to-loose-a-job-on-twitter/"&gt;listinha interessante&lt;/a&gt; de 30 maneiras possíveis de se perder o emprego pelo Twitter. Eu mesma já tentei algumas, infelizmente nenhuma funcionou. Alguns jogadores da NBA, no entanto, podem não ter conseguido perder seus empregos, mas conseguiram pelo menos uma advertência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Três jogadores de basquete foram punidos pela liga americana por usarem o Twitter durante as partidas. Por conta disso, Amare Stoudemire, Tyson Chandler e Rasheed Wallace, respectivamente do Phoenix Suns, Charlote Bobcats e Boston Celtics terão de pagar juntos mais de quarenta mil dólares à NBA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="mceItem" src="http://lh4.ggpht.com/_bA7abacnJlM/SxeYqu3Kh-I/AAAAAAAAAas/maNSqOtDsT4/twitter_031209.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas afinal qual era o conteúdo desses tweets? Chandler e Stoudemire comentaram em seus miniblogs as partidas das quais participavam. Wallace, conhecido por ser polêmico, aparentemente foi mais grosseiro e criticou os torcedores de seu próprio time.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não encontrei reproduções dos conteúdos dos tweets, que pelo visto foram julgados ofensivos pela liga. Em todas as situações, as equipes dos atletas foram vencedoras, mas no basquete o placar varia muito ao longo da partida, então a chance desses tweets terem sido escritos em momentos tensos é bastante grande.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.nba.com/2009/news/11/29/fines/index.html"&gt;NBA&lt;/a&gt; [via &lt;a href="http://uolesporte.blog.uol.com.br/arch2009-11-29_2009-12-05.html#2009_12-01_10_55_52-10305746-0"&gt;UOL Esporte&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=W_31e0x0qN8:GObqIZDU3Vw:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/miscel-neas/jogadores-de-basquete-multados-por-twittar-durante-partidas#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/miscelaneas">Miscelâneas</category>
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 <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 08:32:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Fabiane Lima</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Guia para iniciantes sobre gravação de vídeos em alta definição em câmeras digitais</title>
    <link>http://meiobit.com/fotografia/tutoriais/guia-para-iniciantes-sobre-grava-o-de-v-deos-em-alta-defini-</link>
    <description>&lt;p&gt;O futuro chegou e bateu em minha cara. Há dois anos, por mais que tivéssemos indicativos, eu não apostaria em câmeras fotográficas digitais tendo a capacidade de gravar vídeos em alta definição, ainda mais as DSLR. Tudo bem que pela lógica as DSLR teriam um grande desempenho nessa atividade por conta do sensor com tamanho avantajado, mas eu sou um fotógrafo das antigas. Em minha cabeça câmera fotográfica é para fazer fotos e filmadoras são para fazer vídeos. Nunca fui muito a favor do lance da convergência, já que você junta várias funcionalidades em um aparelho que não consegue fazer nenhuma delas direito. Mas, pelo menos no ramo das câmeras digitais, isso mudou. Já existem filmes inteiros sendo rodados em DSLR e a qualidade se mostra muito aceitável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso que fico feliz quando o &lt;strong&gt;Dpreview&lt;/strong&gt; resolveu olhar para os pobres mortais como eu, que não entendem nada de filmagem em alta definição com câmeras fotográficas, e lançar um &lt;a href="http://www.dpreview.com/learn/?/Guides/hd_beginners_guide_01.htm"&gt;guia para iniciantes&lt;/a&gt; muito bem detalhado e cheio de exemplos práticos. Segundo o &lt;strong&gt;Dpreview&lt;/strong&gt;, esse é o primeiro texto de uma série que serão publicados durante o ano de 2010. O objetivo é trabalhar temas voltados para iniciantes, mostrando de maneira prática e simplificada assuntos sobre a técnica fotográfica e uso de equipamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tutorial começa com uma boa comparação entre as câmeras DSLR que fazem filmagem em relação a filmadoras compactas e profissionais que encontramos no mercado. Segundo o texto, existem vantagens e desvantagens nessa comparação. Ficamos sabendo que mesmo com todo o patamar tecnológico que alcançaram, as DSLR ainda ficam devendo em qualidade de imagem e ajuste de som para a maioria das &lt;em&gt;camcorders&lt;/em&gt; mais avançadas, sem falar na questão da duração do clipe filmado e do problema do autofocus em alguns modelos. Esse é o grande X da questão. Embora muitos estejam alardeando que a barreira da qualidade foi vencida, câmeras DSLR ainda possuem várias limitações quando comparadas com câmeras filmadoras de verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O texto continua percorrendo várias características do processo de filmagem passando por tipo e qualidade do arquivo, armazenamento, duração do clipe, tamanhos de sensores, áudio, resolução do vídeo e muitas outras informações muito interessantes. Passei o dia de ontem lendo as informações e garanto que para um leigo no assunto a coisa toda é muito útil. Perfeito para quem está pensando em adquirir uma nova câmera exclusivamente por conta do recurso de filmagem. Também é uma ótima oportunidade para fazer a melhor escolha que se adapte a suas necessidades, evitando desperdício de dinheiro.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=MU98W20C7OY:qXICAVbIrYo:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/fotografia/tutoriais/guia-para-iniciantes-sobre-grava-o-de-v-deos-em-alta-defini-#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/fotografia/tutoriais">Tutoriais</category>
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 <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 08:31:11 +0000</pubDate>
 <dc:creator>gilsonlorenti</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Google diz adeus ao Gears em prol do HTML 5</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-diz-adeus-ao-gears-em-prol-do-html-5</link>
    <description>&lt;p&gt;O Google não dorme no ponto. Quando a empresa percebeu, ou quis mostrar ao mundo que seus &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt; podem mesmo substituir as aplicações locais que usamos há décadas, tratou de criar uma solução para o talvez maior problema desse modelo: acesso &lt;em&gt;offline&lt;/em&gt;. Surgiu, assim, o &lt;a title="Google Gears." href="http://gears.google.com/"&gt;&lt;strong&gt;Gears&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google Gears, presente nativamente no Chrome e mediante &lt;em&gt;plugin&lt;/em&gt; no Firefox e Internet Explorer, é uma avançada ferramenta que, através de bancos de dados criados localmente, faz cache de dados que, sem ele, permaneceriam apenas na nuvem. Há duas vantagens no uso do Gears: &lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt; mais rápidos, com a cópia para o PC de arquivos pesados e/ou muito usados no site em questão (&lt;a title="WordPress." href="http://wordpress.org/"&gt;WordPress&lt;/a&gt;); e &lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; possibilitar o uso offline de &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt; que armazenam dados, muitos dados, na nuvem (&lt;a title="Gmail." href="http://www.gmail.com/"&gt;Gmail&lt;/a&gt; e &lt;a title="Google Reader." href="http://www.google.com/reader"&gt;Reader&lt;/a&gt;, para ficarmos em dois exemplos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/googlegears.gif"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline;" title="google-gears" src="http://meiobit.com/files/googlegears_thumb.gif" alt="google-gears" align="left" border="0" height="63" width="173" /&gt;&lt;/a&gt; É por essas vantagens que muita gente estranhou o fato do Google não ter citado o Gears durante a apresentação do Chrome OS. Afinal, ele cai como uma luva na proposta do sistema operacional, que sem Internet, terá suas funções bastante reduzidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estranheza acabou, porém. &lt;a title="What's powering Web apps: Google waving goodbye to Gears, hello to HTML5." href="http://latimesblogs.latimes.com/technology/2009/11/google-gears.html"&gt;O Los Angeles Times informa&lt;/a&gt; que existe uma razão para o Google ter encostado o Geas, e essa razão se chama &lt;strong&gt;HTML 5&lt;/strong&gt;. Muitas das características do Gears está presente na próxima revisão da linguagem de marcação que é a base da Internet. E como se trata de um padrão aberto, ao alcance de todos os navegadores, o Google preferiu abandonar o Gears em prol do HTML 5.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um porta-voz da empresa escreveu o seguinte e-mail para o LA Times:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;“Estamos empolgados com o fato de que a tecnologia existente no Gears, incluindo suporte offline e APIs de geolocalização, estão sendo incorporadas nas especificações do HTML 5 como um padrão aberto suportado por todos navegadores, e também vemos que esse é o próximo passo que desenvolvedores devem dar [incluir tais características em seus sites].”&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O único problema é o buraco que ficará durante a transição. O HTML 5, embora já esteja parcialmente em uso em alguns navegadores modernos, não foi finalizado. Para piorar, o Chrome para Mac OS X virá sem suporte ao Gears, não por preguiça o incompetência do Google, mas sim porque o Snow Leopard não permite a incorporação da tecnologia de uma maneira viável. Isso, aliás, colaborou para que o Google focasse no HTML 5, ao invés de continuar investindo no Gears.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=fvQwECigeRo:AyQf06pArUw:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-diz-adeus-ao-gears-em-prol-do-html-5#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/google">Google</category>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
 <wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://meiobit.com/crss/node/37916</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 02 Dec 2009 12:32:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Star Wars no CoD4</title>
    <link>http://meiobit.com/games/v-deos/star-wars-no-cod4</link>
    <description>&lt;p&gt;Acho que podemos dizer que o &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.blackmonkeys.de/?page_id=1215" target="_blank"&gt;Star Wars Mod: Galactic Warfare&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; é uma bela demonstração do motivo pelo qual algumas pessoas terem ficado revoltadas com a &lt;a href="http://www.meiobit.com/games/rumores/mw2-sem-servidores-dedicados-e-mods-no-pc" target="_blank"&gt;decisão da Infinity Ward&lt;/a&gt; em não permitir que o Modern Warfare 2 tenha Mods.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Montado em cima do &lt;em&gt;Call of Duty 4&lt;/em&gt;, essa modificação criada por fãs alemães apresenta aos jogadores a possibilidade de entrar no universo &lt;em&gt;Star Wars&lt;/em&gt; e o nível de detalhamento é altíssimo, indo desde a trilha e efeitos sonoros, até &lt;a href="http://www.blackmonkeys.de/?p=1570" target="_blank"&gt;as armas&lt;/a&gt; e classes dos personagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não consegui descobrir quantos mapas a versão final terá, mas se eles seguirem o padrão de qualidade desse mostrado no vídeo abaixo, está aí uma desculpa para quem não comprou ou não gostou do &lt;em&gt;MW2&lt;/em&gt; voltar a jogar o seu antecessor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aphtbAi-wOs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aphtbAi-wOs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[via &lt;a href="http://kokugamer.com/2009/11/29/star-wars-meets-call-of-duty-new-gameplay-trailer/" target="_blank"&gt;Kokugamer&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=MbIKm2ze_hU:yOH_BUuY7Eg:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/games/v-deos/star-wars-no-cod4#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/games/computadores">Computadores</category>
 <category domain="http://meiobit.com/games/videos">Vídeos</category>
 <wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://meiobit.com/crss/node/37914</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 02 Dec 2009 06:24:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Dori Prata</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Vermelho contra a AIDS</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/miscel-neas/vermelho-contra-a-aids</link>
    <description>&lt;p&gt;Hoje, dia 1º de dezembro (é, o tempo corre…), é celebrado o dia mundial de luta contra a AIDS, vírus que matou, só em 2008, dois milhões de pessoas. A AIDS, abreviação de &lt;em&gt;Acquired Immune Deficiency Syndrome&lt;/em&gt;, foi descoberta em 1981, ataca o sistema imunológico da pessoa deixando-a extremamente fraca para lutar contra outros tipos de doença. Estima-se que, hoje, cerca de 33,4 milhões de pessoas vivam com a doença no mundo inteiro, graças à ajuda de coquetéis que bloqueiam o avanço da doença, que, infelizmente, ainda não tem cura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das iniciativas mais bacanas na luta contra essa terrível doença é o &lt;a title="(RED)." href="http://www.joinred.com/"&gt;Product (RED)&lt;/a&gt;, idealizada por Bono Vox (do U2) e Bobby Shriver, com o intuito de arrecadar fundos para deter o avanço da AIDS, Tuberculose e Malária na África, continente que mais sofre com tais doenças. A ideia dos caras é bem interessante: eles licenciam a marca para empresas comuns, e essas criam versões especiais, os tais &lt;a title="Loja (RED)." href="http://www.joinred.com/Shop.aspx"&gt;products (RED)&lt;/a&gt;, com a contrapartida de reverterem parte do lucro para a causa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Microsoft, Dell, Apple, Starbucks, Gap, American Express, e agora, Nike, são apenas algumas das empresas que já aderiram e lançaram produtos (RED). Hoje, para celebrar o dia mundial de combate à AIDS, a iniciativa ganhou mais força, e apareceu em sites conhecidos mundialmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a title="Twitter." href="http://twitter.com/"&gt;Twitter&lt;/a&gt; literalmente pintou-se de vermelho, e chamou os usuários do serviço para o perfil &lt;a title="@joinred." href="http://twitter.com/joinred"&gt;@joinred&lt;/a&gt;. Os termos mais populares do dia, medidos pelo serviço, são todos relacionados à AIDS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/TwitterGoogleChrome.png"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Twitter - Google Chrome" src="http://meiobit.com/files/TwitterGoogleChrome_thumb.png" alt="Twitter - Google Chrome" border="0" height="402" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra jogada bacana do Twitter é que, ao escrever um &lt;em&gt;tweet&lt;/em&gt; com a tag &lt;strong&gt;#red&lt;/strong&gt; ou com a palavra &lt;strong&gt;aids&lt;/strong&gt;, a mensagem fica vermelha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/redvermelhotwitter20091201.jpg"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="red-vermelho-twitter-20091201" src="http://meiobit.com/files/redvermelhotwitter20091201_thumb.jpg" alt="red-vermelho-twitter-20091201" border="0" height="389" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a title="Facebook." href="http://www.facebook.com/"&gt;Facebook&lt;/a&gt; foi menos radical, mas dedicou &lt;a title="Join Red, no Facebook." href="http://www.facebook.com/joinred"&gt;uma página&lt;/a&gt;, com bastante destaque, à causa, dentro do site, e oferece imagens de exibição vermelhas e um vídeo para ser espalhado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a title="Google." href="http://www.google.com/"&gt;Google&lt;/a&gt; traz um link singelo abaixo do campo de busca que leva a &lt;a title="Google.org World AIDS Day 2009." href="http://www.google.org/world-aids-day-2009.html"&gt;esta página&lt;/a&gt;, onde há uma lista para sites com informações e que recebem doações para ajudar na luta contra a AIDS. Dos três sites citados, é o único sem envolvimento com o site Product (RED), embora esse esteja listado na página especial. Curiosamente, não há &lt;em&gt;doodle&lt;/em&gt; hoje, e a versão brasileira sequer traz o link existente na americana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/googleaids20091201.jpg"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="google-aids-2009-1201" src="http://meiobit.com/files/googleaids20091201_thumb.jpg" alt="google-aids-2009-1201" border="0" height="292" width="602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mídia sempre reforça o recado, e hoje você o verá/lerá/ouvirá em vários lugares. Todos nós o conhecemos, mas ainda assim, não custa nada repeti-lo: &lt;strong&gt;protejam-se&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;Fontes: &lt;a title="Twitter, Facebook, Google Go Red for World AIDS Day." href="http://mashable.com/2009/12/01/twitter-facebook-google-red/"&gt;Mashable&lt;/a&gt; e &lt;a title="What is AIDS?" href="http://www.avert.org/aids.htm"&gt;Avert&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=yf-7luTO3Ec:VU0cPhSyVy4:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:10:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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