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    <title>Meio Bit - Notícias, Dicas, Internet, Informática, Tecnologia, Download</title>
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    <description>De forma sustentável, atingir a excelência em  informar e discutir democrática, honesta e eticamente, assuntos relacionados à tecnologia e informática em geral, agregando valor aos leitores e colaboradores.</description>
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    <title>Ruim: Falha na Matrix: Pior: O Arquiteto é MVP</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/miscel-neas/ruim-falha-na-matrix-pior-o-arquiteto-mvp</link>
    <description>&lt;p&gt;O sucesso estrondoso do 1o Matrix, sejamos sinceros, foi bem definido por José Wilker, quando disse que no fundo era um filme onde um sujeitinho aprendia a brigar mais rápido. Mesmo assim entre os geeks as discussões filosóficas se estenderam por meses, tive até uma amiga que comprou a Superinteressante especial sobre o filme para "finalmente entender aquela confusão". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, a idéia de que nós poderíamos estar dentro de uma Matrix foi sempre ventilada. Filosoficamente seria impossível percebermos, a não ser que algo muito fora do comum acontecesse, uma grande Falha da Matrix. Como ISTO que alguns russos viram, em uma noite de neblina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class="mceItem" style="max-width: 800px;" src="http://meiobit.com/files/falhamatrix1.jpg" alt="" height="353" width="530" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro que se eu estivesse andando pela rua e visse algo assim teria um momento de pânico, revisando todas as minhas idéias sobre o assunto. Ao final, duas decisões importantes seriam tomadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Preciso de aulas de kung fu, urgente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Onde eu encontro uma colher?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sorte para nossos amigos ex-soviéticos, a explicação era mais mundana do que uma falha em uma realidade virtual interligando milhões de humanos escravos de uma raça de autômatos malignos sem emoção e--- ok, talvez a resposta não seja muito diferente dessa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class="mceItem" style="max-width: 800px;" src="http://meiobit.com/files/falhamatrix2.jpg" alt="" height="353" width="530" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um painel digital, que por algum motivo havia travado. Essa era a 1a possibilidade, na minha lista de causas prováveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Painel Digital com Defeito&lt;br /&gt;2 - Fake de qualidade profissional feito no Photoshop&lt;br /&gt;3 - Falha na Matrix&lt;br /&gt;4 - Fake de qualidade profissional feito no GIMP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://englishrussia.com/?p=5975"&gt;English Russia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=76AzVaVDED0:_H__eb71fwY:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/miscel-neas/ruim-falha-na-matrix-pior-o-arquiteto-mvp#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/miscelaneas">Miscelâneas</category>
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 <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:58:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Quem diria: Apple não gosta de passivos (ao menos fumantes)</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/apple-e-mac/quem-diria-apple-n-o-gosta-de-passivos-ao-menos-fumantes</link>
    <description>&lt;p&gt;O &lt;a href="http://consumerist.com/5408885/smoking-near-apple-computers-creates-biohazard-voids-warranty"&gt;Consumerist relata vários casos&lt;/a&gt; onde consumidores tiveram o reparo de seus computadores negado pela Apple, mesmo estando dentro da garantia. A alegação é que os computadores foram usados em ambiente frequentados por fumantes, e por isso estariam contaminados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicotina está listada como substância perigosa, e a Apple não quer expor seus funcionários aos &lt;strong&gt;"riscos de saúde do fumo passivo". &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;img class="mceItem" style="max-width: 800px;" src="http://meiobit.com/files/dirtyKeyboard.jpg" alt="" height="325" width="434" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Eu venho de família de fumantes. Não fumo, nunca fumei, não gosto de cigarro (nem dos caretas nem dos modernos) e odeio voltar da night com roupa fedendo. Namorar fumantes é complicado, até na questão logística, muitos hotéis são 100% não-fumantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, sempre convivi bem com fumantes. Não acendendo cigarro durante o almoço, tá tranquilo. Não fico fazendo discursinho "cigarro mata", e meus amigos fumantes em troca vão naturalmente fumar em lugares abertos. Convivência pacífica. O que não me impede de dizer que é verdade, computador de fumante inveterado é uma nojeira só. Gabinetes amarelo-alcatrão, teclados queimados, Drives ópticos dando pau constantemente e ventoinhas em petição de miséria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aceito que a Apple cobre um extra para limpar um computador assim. Eu aceito que a Apple não tope consertar drive de DVD por estar cheia de alcatrão, piche, ou uma das tais 1200 substâncias cancerígenas do cigarro (ou pior, a substância que causa paumolescência, segundo algumas embalagens). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não dá é aceitar um piti de "não vou consertar para não contaminar meus queridos, frágeis, únicos floquinhos de neve, técnicos de manutenção". Quem abre computadores profissionalmente já encontrou coisa MUITO pior do que poeira enfumaçada. Bolas, para isso que inventaram luvas, máscaras e óculos de proteção.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=XUxt3Y35XsY:EBlnmM8fFi0:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/apple-e-mac/quem-diria-apple-n-o-gosta-de-passivos-ao-menos-fumantes#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/apple">Apple e Mac</category>
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 <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:07:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Google protegendo dinheiro dos trouxas</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/google/google-protegendo-dinheiro-dos-trouxas</link>
    <description>&lt;p&gt;Por algum mistério da natureza ingenuidade é uma virtude em nossos tempos modernos. Se tiver computador no meio então, o sujeito pode agir da forma mais amadora, burra, desavisada e irracional, que basta dizer "não sei mexer direito nessa tal de Internet e tudo é perdoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como o "estava possuído por uma entidade alienígena maligna" em Star Trek. Pode colocar fogo no asilo das foquinhas aleijadas órfãs de Klendaktu, se disser que estava possuído por uma entidade alienígena maligna, os policiais dizem "ah, então tudo bem, está liberado, cidadão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa "ausência de imputabilidade" da vítima faz com que as pessoas cliquem em qualquer lugar, afinal "eu não entendo muito dessa coisa de Internet". O resultado? Milhares de estelionatários espalhados pelo mundo vendendo todo tipo de lixo, com esquemões que demonstram a validade e atualidade da máxima de P.T. Barnum: "Nasce um otário a cada minuto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, meu caro; lamento informar mas quem acha que vai conseguir iPhones de graça, quem acha que vai aumentar para proporções descomunais aquela mixórdia que chama de bilau, a moça que usa Band-Aid no lugar de sutiã e acha que vai usar hipnotismo para crescer os peitos, o sujeito que acha que vai ficar rico mandando dinheiro pro Filho do Ministro do Petróleo da Nigéria? Tudo otário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como funciona esse tipo de esquema: Digamos que o &lt;a href="http://www.morroida.com.br/"&gt;Morroida&lt;/a&gt; esteja com falta de libido e isso cause problemas no leito conjugal; para agradar Sven, seu Marinheiro Sueco, Morroida clica em um anúncio que promete uma pílula coreana estimulante de libido. De graça, você só paga o frete. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Depois de dar seu número de cartão de crédito, Morróida recebe um telefonema confirmando o pedido. O vendedor avisa que ele receberá de graça um pote do Creme Éden, o melhor lubrificante do mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que desliga o MorróidaCard é cobrado em US$0,99 do frete, e US$80,00 pelo creme grátis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(os nomes foram mudados para proteger os inocentes mas &lt;a href="http://www.complaintsboard.com/complaints/scs-health-products-barry-folgers-inc-c229818.html?sort=datea&amp;amp;page=1"&gt;as histórias reais&lt;/a&gt; são assustadoras mesmo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligações para cancelamento são ignoradas; os picaretas dirão que ele pediu sim o tal creme. Se insistir um atendente dirá que ele tem que rejeitar a entrega antes de pedir o reembolso. Rejeitada a entrega, outro atendente dirá que ele NÃO poderia rejeitar a entrega, e não tem como receber reembolso por isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;img class="mceItem" style="max-width: 800px;" src="http://meiobit.com/files/picareta.jpg" alt="" height="335" width="422" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que me incomoda não é ver otários perdendo dinheiro. Incomoda ver espertos ganhando dinheiro com isso. Tanto que o Google agora tomou uma decisão que pode ser considerada histórica: Vai banir os AGENCIADORES, não os anúncios que violem suas regras de conduta, o que envolve anunciar produtos picaretas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Google já rejeitava anúncios assim, geralmente mediante denúncia. Só que isso fazia apenas o anunciante criar outro anúncio, postar de novo. A mudança agora é que o banimento não será mais por anúncio ou cliente. Será por Agenciador. Postou anúncios picaretas? Diga adeus a seu AdWords. Pior: O Google tem meios de detectar se você tentar criar outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida é admirável, foi tomada mesmo sabendo-se que irá provocar inicialmente perda de receita para o Google. Os estelionatários migrarão para redes de publicidade com menos ética, o que poderá significar um benefício para sites corretos que usam o AdSense. Com menos, porém melhores anunciantes os valores pagos tendem a crescer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De resto, é uma batalha perdida. Nenhuma medida possível conseguirá impedir as pessoas que querem ganhar iPods Grátis, &lt;em&gt;enlargar&lt;/em&gt; o pênis e perder peso agora de clicar em tudo que aparece, sem qualquer critério. Lembrem-se, para um golpe dar certo é preciso pelo menos duas pessoas querendo se dar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.thebigmoney.com/articles/0s-1s-and-s/2009/11/17/google-does-non-evil-thing-bans-white-teeth-flat-stomachs?page=0,0"&gt;The Big Money&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=0MxKwsngdWo:13Cr0YTTIXw:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/google/google-protegendo-dinheiro-dos-trouxas#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/google">Google</category>
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 <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:40:19 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>PayPal conversa com bancos brasileiros</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/internet/paypal-conversa-com-bancos-brasileiros</link>
    <description>&lt;p&gt;O &lt;a title="PayPal." href="http://www.paypal.com/"&gt;&lt;strong&gt;PayPal&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é amado e idolatrado no mundo inteiro por causa da praticidade e segurança que inspira. No livro &lt;strong&gt;Startup&lt;/strong&gt;, Jessica Livingston entrevistou Max Levchin, fundador do serviço, e durante o bate-papo ficou bastante evidente a preocupação e o aparato que os caras conseguiram criar para proteger o sistema contra fraudes. Essa é uma das características que fazem dele um grande sucesso, tanto que, já faz algum tempo, o PayPal foi adquirido pelo eBay e, hoje, é a principal forma de pagamento do site de leilões, o maior do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo isso, porém, ficava longe da realidade brasileira por conta de entraves na hora de transferir dinheiro do PayPal para contas bancárias locais. Simplesmente não existia uma forma de fazê-lo. Assim, o dinheiro ganho via PayPal por brasileiros tinha dois destinos: “revenda” de crédito para outros usuários; compras no exterior (eBay, &lt;a title="Dreamhost." href="http://www.dreamhost.com/"&gt;Dreamhost&lt;/a&gt; e &lt;a title="DealExtreme," href="http://www.dealextreme.com/"&gt;DealExtreme&lt;/a&gt;, principalmente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/paypalbr20091120.png"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline;" title="paypal-br-20091120" src="http://meiobit.com/files/paypalbr20091120_thumb.png" alt="paypal-br-20091120" border="0" align="left" height="47" width="160" /&gt;&lt;/a&gt; Esse cenário, porém, agora é passado. &lt;a title="Paypal Agora Faz Transferências para Bancos Brasileiros." href="http://readwriteweb.com.br/2009/11/20/paypal-agora-faz-transferencias-para-bancos-brasileiros/"&gt;Segundo o ReadWriteWeb local&lt;/a&gt;, a partir de agora o PayPal permite transferir dinheiro da conta para alguns bancos, exigindo, para tal, apenas alguns dados como CPF e número da conta. O custo da transação é de R$ 3,00 para quantias até R$ 250,00, e gratuito acima disso. Os seguintes bancos estão habilitados:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Banco do Brasil;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bradesco;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Itaú;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Banco Real Santander;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;HSBC;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;UNIBANCO;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Caixa Econômica Federal; e &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Nossa Caixa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Como ainda é novidade, e pelo visto ninguém testou pra valer, ainda é uma incógnita se os bancos cobrarão alguma coisa nessa movimentação. Dependendo do valor, pode rolar cobrança de IOF e alguma taxa administrativa, como acontece nas ordens de pagamento do exterior (AdSense alguém?).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O PayPal, aparentemente, tem planos de expansão internacional, e essa primeira operação em solo brasileiro pode ser apenas a ponta do iceberg. O PayPal planeja fazer do Brasil sua sede de operações para a América Latina, e segundo fontes oficiais, em breve um escritório da empresa será aberto por aqui (&lt;a title="PayPal quer Brasil como base da operação na América Latina" href="http://www.clickweb.com.br/noticias.asp?cod=3903&amp;amp;pagina=22"&gt;fonte&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que tarde, finalmente o segmento de pagamentos digitais começa a decolar no Brasil. Além do PayPal, se não o pioneiro, o mais forte representante desse nicho, temos o já consolidado &lt;a title="PagSeguro." href="https://pagseguro.uol.com.br/"&gt;PagSeguro&lt;/a&gt;, do UOL, e o mais recente do grupo, &lt;a title="MoIP." href="http://www.moip.com.br/"&gt;MoIP&lt;/a&gt;, do iG, lutando pela preferência do usuário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sei que é clichê, mas digo mesmo assim: no fim das contas, quem ganha somos nós, usuários. A concorrência levará as empresas a uma guerra de preços, melhoria nos serviços prestados, e outros benefícios já conhecidos.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=ycglaGVLCDA:X2HrW11UQ8Q:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/internet/paypal-conversa-com-bancos-brasileiros#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
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 <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:53:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>PS3 pode ganhar uma versão do Firefox</title>
    <link>http://meiobit.com/games/sony/ps3-pode-ganhar-uma-vers-o-do-firefox</link>
    <description>&lt;p&gt;Por enquanto tudo não passa de especulação, mas segundo um fonte confiável do site &lt;a href="http://psinsider.e-mpire.com/index.php?categoryid=17&amp;amp;m_articles_articleid=1447"&gt;Playstation Insider&lt;/a&gt;, a Sony teria entrado em contato com a Fundação Mozilla para saber as possibilidades do Playstation 3 receber uma versão do Firefox, a pessoa não soube dizer se um acordo já havia sido firmado entre as empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Particularmente, acho que seria uma boa para todas as partes. A Sony que adicionaria ao seu console um dos mais adorados navegadores do mercado, a Mozilla que ampliaria a exposição de sua principal marca e os jogadores que ganhariam um browser decente. Nada contra o que está no console, mas ele é tão sem graça que só consegui usá-lo uma vez e foi só para testar mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E se o rumor se confirmar, bem que podiam lançar um Firefox para o PSP também e quem sabe assim a Microsoft não disponibiliza um navegador para o Xbox 360. Pensando melhor, neste caso seria o Internet Explorer, então…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Update: &lt;/strong&gt;A Sony &lt;a href="http://www.joystiq.com/2009/11/19/sony-planning-to-expand-psn-infrastructure-to-non-game-devices/" target="_blank"&gt;estaria planejando&lt;/a&gt; levar a PSN para outros de seus produtos, como TVs, e-readers e celulares, o que torna o rumor ainda mais plausível.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border: 0px none ; display: inline;" title="dori_XMB_20.11.09" src="http://meiobit.com/files/dori_XMB_20_11_09.jpg" alt="dori_XMB_20.11.09" border="0" height="276" width="484" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[via &lt;a href="http://www.examiner.com/examiner/x-8134-SF-Gadgets-Examiner%7Ey2009m11d19-Is-Firefox-headed-to-Playstation-3" target="_blank"&gt;Examiner&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=S0sc8kPev9c:ZYYenxbxEYM:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/games/sony/ps3-pode-ganhar-uma-vers-o-do-firefox#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
 <category domain="http://meiobit.com/games/rumores">Rumores</category>
 <category domain="http://meiobit.com/games/sony-1">Sony</category>
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 <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:14:12 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Dori Prata</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Conheça o Chrome OS, o sistema operacional do Google</title>
    <link>http://meiobit.com/conhe-a-o-chrome-os-o-sistema-operacional-do-google</link>
    <description>&lt;p&gt;Há dias que entram para a história, e hoje, 19 de novembro de 2009, talvez seja um deles. Hoje a gigante Google apresentou, numa coletiva transmitida ao mundo inteiro via &lt;em&gt;streaming&lt;/em&gt;, &lt;a title="Releasing the Chromium OS open source project." href="http://googleblog.blogspot.com/2009/11/releasing-chromium-os-open-source.html"&gt;o &lt;strong&gt;Chrome OS&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. A importância desse anúncio pode ser facilmemte medida pelo furor que o precedeu. Apesar do Google sempre manter os pés no chão, dizer que não queria concorrência com o Windows, que o foco é simplicidade, e que o sistema será exclusivo para netbooks, a comparação era inevitável, afinal, no pensamento coletivo são todos sistemas operacionais, logo, são todos concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(In)felizmente, o Google deu um tapa na cara de todos que estavam ansiosos por um sistema robusto, capaz de entrar com os dois pés na porta clamando para si a supremacia no segmento. O que vimos hoje foi uma apresentação bem definida e delimitada, com um Chrome OS bem mais simples do que muitos previam, o que só saberemos se é bom ou ruim na metade de 2010, quando os primeiros aparelhos com o sistema chegarem às lojas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em suma, o Chrome OS é uma distribuição peso-pena do Linux que roda apenas o Chrome (navegador).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/chromeos20091119.png"&gt;&lt;img class="mceItem" src="http://meiobit.com/files/chromeos20091119_thumb.png" alt="chrome-os-20091119" title="chrome-os-20091119" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" height="338" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;em&gt;screenshot&lt;/em&gt; acima é um conceito ainda não aplicado. O visual atual do Chrome OS, que foi demonstrado hoje, é bem próximo de um dos que conceitos &lt;a title="A First Glimpse Of Chrome OS In The Flesh." href="http://www.techcrunch.com/2009/10/13/a-first-glimpse-of-chrome-os-in-the-flesh-at-least-the-browser-part/"&gt;que o TechCrunch divulgou&lt;/a&gt;, há algumas semanas. Este aqui:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/chromeos.jpg"&gt;&lt;img class="mceItem" src="http://meiobit.com/files/chromeos_thumb.jpg" alt="chromeos" title="chromeos" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" height="338" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Decepcionado? Calma. Antes de tacar pedras no Google, vamos destrinchar tudo que foi dito lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visão do Google para o Chrome OS é bastante parecida com a original do iPhone, e a vigente no webOS, da Palm: &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt;. No sistema do Google, não será permitida a instalação de aplicativos locais. Os aplicativos serão, na realidade, &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt;, como os que já usamos atualmente através dos navegadore convencionais. &lt;a title="Google Docs." href="http://docs.google.com/"&gt;Google Docs&lt;/a&gt;, Office Web Apps (roda, e eles mostraram), &lt;a title="Picnik." href="http://www.picnik.com/"&gt;Picnik&lt;/a&gt;, e por aí vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;lt;!--break--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse modelo traz vantagens e desvantagens. A desvantagem é óbvia, e consiste nas limitações dos &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt; quando comparados aos correspondentes locais, e nos entraves que conexões lentas, comuns no Brasil, podem causar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, e aqui falamos das vantagens, esse sistema permite que o Chrome OS seja carregado instantaneamente, e o torna praticamente imune a malware, afinal, não há nada instalado localmente; a cada reinicialização do sistema, a “imagem” do mesmo é restaurada. &lt;em&gt;“Mas e meus arquivos?”&lt;/em&gt;, pode perguntar alguém. A nuvem é a resposta. Haverá armazenamento local, mas como &lt;em&gt;cache&lt;/em&gt;, não como definitivo. Tanto que os equipamentos nos quais o Chrome OS virá instalado serão equipados com SSDs, provavelmente de capacidade bem limitada. Seu HD é a nuvem, &lt;em&gt;cloud computing&lt;/em&gt; a todo prova.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro efeito colateral (positivo) dessa sistemática de armazenar tudo na nuvem é que o netbook torna-se praticamente descartável. Como nada fica armazenado localmente, e tudo é atrelado a uma &lt;a title="Google Accounts." href="https://www.google.com/accounts/"&gt;Google Account&lt;/a&gt;, não haverá problemas no caso de perda, furto, roubo ou mesmo empréstimo do netbook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que causou estranheza foi não terem falado do &lt;a title="Google Gears." href="http://gears.google.com/"&gt;Gears&lt;/a&gt;, um sistema do próprio Google que puxa para a máquina local rotinas e mesmo conteúdo da web, para tornar &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt; mais rápidos e permitir o acesso aos mesmos quando o computador estiver offline. O Chrome (navegador) o tem nativamente, e mesmo não tendo tocado no assunto, é bem provável que o Google inclua esse valoroso recurso no sistema operacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando ao sistema em si, ele nada mais é que uma janela do Chrome (navegador) adaptada. As primeiras abas são menores, e são basicamente os &lt;em&gt;apps&lt;/em&gt;&amp;nbsp; “favoritos”, sendo a primeira uma espécie de menu Iniciar, onde ficam atalhos, na forma de grandes ícones, para serviços do próprio Google e outros mais importantes/usados, como &lt;a title="Twitter." href="http://twitter.com/"&gt;Twitter&lt;/a&gt;, &lt;a title="Facebook." href="http://www.facebook.com/"&gt;Facebook&lt;/a&gt; e &lt;a title="Hulu." href="http://www.hulu.com/"&gt;Hulu&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/chromeos2.jpg"&gt;&lt;img class="mceItem" src="http://meiobit.com/files/chromeos2_thumb.jpg" alt="chromeos-2" title="chromeos-2" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0" height="328" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A bem da verdade, é possível abrir algo mais além da janela do Chrome: outra janela do Chrome. Durante a demonstração, mostraram três janelas independentes funcionando ao mesmo tempo, com direito a arrastar e soltar e outras coisas já existentes no navegador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Chrome OS aceitará &lt;em&gt;plugins&lt;/em&gt;, e para demonstrar essa capacidade, usaram o Flash. Jogaram um game de xadrez, depois rodaram um vídeo no &lt;a title="YouTube." href="http://www.youtube.com/"&gt;YouTube&lt;/a&gt;, esse aí de baixo, apresentando o sistema operacional:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 12px 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Google, repetindo, cumpriu o prometido: apresentou seu sistema operacional focado em netbooks. Ponto. Os apresentadores deixaram claro que esse é o foco do Chrome OS, ao menos inicialmente, e que estão comprometidos com esse tipo de dispositivo. Não descartaram, porém, a hipótese de, futuramente, tentarem a sorte em notebooks convencionais e até desktops.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer maneira, ficou uma sensação de decepção em todos que acompanharam a apresentação ao vivo. Muitos &lt;em&gt;Linux users&lt;/em&gt; depositaram todas suas fichas no Chrome OS para, enfim, alavancar a presença do sistema em ambiente doméstico. Mas, não parece que será o caso. O Google não pretende sequer fazer do Chrome OS o sistema principal das pessoas; disseram que o público que comprará netbooks com seu sistema já tem outro notebook e/ou desktop com um sistema operacional maior. Resumidamente, o Chrome OS é como &lt;a title="Notas da Zumo-caverna: modo Smart ON no netbook LG X120." href="http://zumo.uol.com.br/2009/11/07/notas-da-zumo-caverna-modo-smart-on-no-netbook-lg-x120/"&gt;esses sisteminhas embarcados&lt;/a&gt; que Asus, LG e outros fabricantes incluem em seus notebooks/netbooks para &lt;em&gt;boot&lt;/em&gt; rápido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah, e se você, de qualquer maneira, ficou com vontade de testar o Chrome OS (eu também fiquei, de verdade), pode tirar o cavalinho da chuva. O sistema seguirá os passos do Android, e só rodará em hardware homologado. Preço? Nada foi dito, o Google jogou a batata quente para os parceiros, e também recusou-se a dizer quem são (embora já tenhamos algumas suspeitas). Como já dito acima, os primeiros a saírem das fábricas equipados com o sistema chegarão às lojas no segundo semestre de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Particularmente falando, simpatizei com o Chrome OS. É menos, mas &lt;em&gt;&lt;strong&gt;muito&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; menos do que eu esperava, porém, a proposta é interessante, e os equipamentos com ele instalado podem se tornar excelentes máquinas pequenas, leves e baratas para uso geral do computador e acesso a &lt;em&gt;web apps&lt;/em&gt;, sendo um complemento a outros PCs/notebooks que o usuário tenha. Ou seja, podem ser o que os netbooks &lt;a title="Netbook, na Wikipedia." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Netbook"&gt;deveriam ser&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=PFkHHaQ1ZII:AJ5AoeWWvao:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/conhe-a-o-chrome-os-o-sistema-operacional-do-google#comments</comments>
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 <category domain="http://meiobit.com/categoria/open_source">Open-Source</category>
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 <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:38:04 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Google Image Swirl</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-image-swirl</link>
    <description>&lt;p&gt;Lançada em 2001, a &lt;a title="Google Images." href="http://images.google.com/"&gt;busca por imagens do Google&lt;/a&gt; é mais um dos produtos bem-sucedidos da empresa. Com o passar dos anos, ela foi sendo aprimorada, sempre buscando, a exemplo da busca tradicional, entender melhor o que o usuário busca, e entregar isso a ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, um recurso muito bacana foi liberado: a &lt;a title="Similar Images graduates from Google Labs." href="http://googleblog.blogspot.com/2009/10/similar-images-graduates-from-google.html"&gt;pesquisa por imagens similares&lt;/a&gt;. Isso é de grande ajuda em diversos cenários, como, por exemplo, quando você encontra a imagem que deseja, porém em baixa resolução. Estender essa pesquisa a imagens semelhantes pode levá-lo a um exemplo com maior resolução, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, indo para um campo mais experimental, o Google &lt;a title="Explore images with Google Image Swirl, now in Labs." href="http://googleblog.blogspot.com/2009/11/explore-images-with-google-image-swirl.html"&gt;liberou&lt;/a&gt; o &lt;a title="Google Image Swirl." href="http://image-swirl.googlelabs.com/"&gt;&lt;strong&gt;Image Swirl&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, uma nova maneira de buscar imagens. O serviço ainda está nos “laboratórios” da empresa, mas já demonstra potencial (ou não).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que o Image Swirl faz é organizar, de maneira visual e verticalizada, as pesquisas feitas pelos usuários. Vamos a um exemplo prático: uma pesquisa pelo termo “firebird”. Pode ser o carro Firebird, o banco de dados Firebird, o antigo nome do Firefox, ou ainda uma simples ave de fogo. Ao fazer essa pesquisa no Image Swirl, as imagens são apresentadas em pilhas contextuais. Assim, uma abriga imagens do carro, outra dos programas, e uma outra de aves pegando fogo. Todas as pilhas são expansíveis, e vão afunilando cada vez mais o assunto pesquisado, levando a imagens bem específicas, numa interface que, após vários cliques, lembra um redemoinho (daí o nome dado ao experimento).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://meiobit.com/files/GoogleImageSwirlfirebirdGoogleChrome.png"&gt;&lt;img class="mceItem" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Google Image Swirl firebird - Google Chrome" src="http://meiobit.com/files/GoogleImageSwirlfirebirdGoogleChrome_thumb.png" alt="Google Image Swirl firebird - Google Chrome" border="0" height="415" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo experimento lembra bastante outro, relativamente recente, da busca genérica do Google: &lt;a title="Roda da fortuna em ação." href="http://www.google.com/search?q=googe+image+search&amp;amp;hl=en&amp;amp;rlz=1B3GGGL_enUS342&amp;amp;tbo=1&amp;amp;output=search&amp;amp;tbs=ww:1"&gt;a “roda da fortuna”&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há quem diga que esse tipo de iteração é pura frescura, mas num nível mais profundo, são inovações que futuramente alterarão a forma como manipulamos e pesquisamos informações. E você, acha o quê?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;Fonte: &lt;a title="Google lanches Image Swirl experiment." href="http://www.pocket-lint.com/news/29638/google-launches-image-swirl-experiment"&gt;Pocket-lint&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=VCuJpZxUF0A:XGZDMo03u_A:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/meio-bit/internet/google-image-swirl#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/google">Google</category>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/internet_1">Internet</category>
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 <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:04:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Jornalismo cidadão com o YouTube Direct</title>
    <link>http://meiobit.com/jornalismo-cidad-o-com-o-youtube-direct</link>
    <description>&lt;p&gt;Faz tempo que o &lt;a title="YouTube." href="http://www.youtube.com/"&gt;YouTube&lt;/a&gt;, e numa escala maior, o vídeo na web tornou-se uma boa fonte de material para emissoras e grandes conglomerados da informação. Seja nas eleições, em desastres naturais, eventos esportivos, ou mesmo por acaso, quando menos se espera, hoje é muito comum termos câmeras nas mãos de pessoas comuns, que tiram proveito da tecnologia para ampliar a quantidade de olhos acerca de qualquer evento que seja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mídia em geral já percebeu esse potencial, e não é raro ver, em telejornais e sites informativos, o famoso UGC (&lt;em&gt;user-generated content&lt;/em&gt;) sendo usado. O Google, que também não dorme no ponto, também vê nisso um enorme potencial, e para aproveitá-lo ao máximo anunciou, recentemente, o &lt;a title="YouTube Direct." href="http://www.youtube.com/direct"&gt;&lt;strong&gt;YouTube Direct&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O YouTube Direct é uma aplicação &lt;em&gt;open source&lt;/em&gt;, criada em cima das APIs do serviço, que permite a sites de emissoras e jornais integrar o YouTube aos seus serviços. Funciona como um filtro e, ao mesmo tempo, um atalho entre o cidadão jornalista e o veículo de comunicação. Ao invés do jornalista acessar o YouTube e “catar milho” sobre determinado evento, o usuário submete seu vídeo ao site, que passa a gerenciar as submissões de maneira centralizada, tudo isso sem atrapalhar o funcionamento do YouTube “de verdade”, já que os vídeos submetidos em quaisquer sites que utilizem o Direct acabam disponíveis na página do usuário que os enviou normalmente, como se nada de diferente tivesse acontecido. Outras vantagens do Direct são facilitar o contato direto entre o veículo de comunicação e o produtor do vídeo, a fim de obter mais informações sobre o que foi filmado, e economizar um cadastro do jornalista cidadão, que envia seu vídeo utilizando sua Google Account, independende de para qual site for.&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 12px 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tgGxi3hiOnY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A ideia é interessante, mas sofreu algumas críticas em suas bases, como &lt;a title="O que senti falta no YouTube Direct." href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/19/o-que-senti-falta-no-youtube-direct/"&gt;as apontadas pelo Tiago Dória&lt;/a&gt;. Em suma, faltou um sistema de pagamentos pelas contribuições dos usuários, e principalmente recursos básicos, como backup dos vídeos submetidos, algo importante em se tratando de jornalismo, e limitações da própria plataforma, que não permite, por motivos óbvios, o envio de áudio e imagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora alguns grandes &lt;em&gt;players&lt;/em&gt;, como &lt;a title="Share Your Thanksgiving Message." href="http://abcnews.go.com/GMA/good-morning-america-thanksgiving-youtube-video-message-thankful/story?id=9096856"&gt;ABCNews&lt;/a&gt; e &lt;a title="Send us your best rushing TDs." href="http://voices.washingtonpost.com/prepspost-virginia/2009/11/send_us_your_best_rushing_tds.html"&gt;Washington Post&lt;/a&gt;, estejam usando a novidade, a aposta de analistas e observadores é que o YouTube Direct torne-se popular entre sites menores, incapazes de manter uma estrutura como a do &lt;a title="Globo.com." href="http://www.globo.com/"&gt;Globo.com&lt;/a&gt;, por exemplo. Apesar dos pesares, a novidade é bem-vinda, e se for adotada por bastante gente, pode ajudar a revigorar o comentado e desejado jornalismo cidadão.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=63frGyw6DxQ:e0nzJ1viTug:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/jornalismo-cidad-o-com-o-youtube-direct#comments</comments>
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 <category domain="http://meiobit.com/web_2_0">Web 2.0</category>
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 <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:03:08 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Rodrigo Ghedin</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Android copiando iPhone - mas nem é culpa dele</title>
    <link>http://meiobit.com/mobile/mercado/android-copiando-iphone-mas-nem-culpa-dele</link>
    <description>&lt;p&gt;As interfaces dos dois sistemas são bem distintas, mas a facilidade de customização do Android o transformou em alvo ideal para fabricantes de iPhones xing-ling. É o caso deste Aphone A6, feito para ter a cara do iPhone, mas vem com câmera, Bluetooth, WIFI e até uma tela multitouch capacitiva. Coisa fina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;img class="mceItem" style="max-width: 800px;" src="http://meiobit.com/files/androidkibando.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Sistemas Opensource curiosamente não são monopolistas em versões xing ling. O preferido é o Windows Mobile, como demonstra &lt;a href="http://www.shanzai.com/index.php/bandit-gadgets/phones/110-nokia-n97-clone-runs-windows-mobile-uses-heavy-metal"&gt;esta ridícula cópia descarada do N97&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um mundo ideal a Microsoft ficaria indignada com uma kibada desse nível, e cancelaria o licenciamento do Windows Mobile para o fabricante, mas isso só a faria perder mercado. No momento em que o sistema operacional é apenas mais um componente do aparelho, ela não tem mais responsabilidade sobre a cópia descarada do que o Google tem pelo iPhone-Android acima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, fica um gosto ruim na boca, de ver um aparelho que parece ser bom ficar à sombra do iPhone, por pura ganância e falta de imaginação de algum burocrata de fábrica chinesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ver uma resenha em vídeo detalhada do aparelho, &lt;a href="http://v.youku.com/v_show/id_XMTI5OTQyODI0.html"&gt;visite este link&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.shanzai.com/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=395&amp;amp;Itemid=3"&gt;Shanzai.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=okwZLV86Fnw:BRPQIrmRkrM:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
     <comments>http://meiobit.com/mobile/mercado/android-copiando-iphone-mas-nem-culpa-dele#comments</comments>
 <category domain="http://meiobit.com/mobile/mercado">Mercado</category>
 <category domain="http://meiobit.com/categoria/celulares">Celular</category>
 <category domain="http://meiobit.com/taxonomy/term/245">Mobile</category>
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 <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 08:53:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
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  </item>
  <item>
    <title>Office 2010 Beta liberado para download</title>
    <link>http://meiobit.com/meio-bit/software/office-2010-beta-liberado-para-download</link>
    <description>&lt;p&gt;A Microsoft liberou de uma vez o download do beta do &lt;a href="http://www.microsoft.com/2010/en/"&gt;Office 2010&lt;/a&gt; tanto para o Windows quanto para o Windows Mobile, além de betas do Visio 2010 e Project 2010. Segundo a documentação parece que o Outlook sofreu uma boa trabalhada, está se comportando bem com grande quantidade de mensagens, coisa que sempre foi seu calcanhar de aquiles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as features entretanto a mais impressionante, que vale a pena baixar, é o Powerpoint (sim, ele mesmo). Imagine o conceito: Você pode compartilhar online uma apresentação, sem enviar nada por email. Pode rodar seu PPT, apresentando-o ao vivo, via Internet, para N pessoas espalhadas pelo mundo. Isso significa APENAS que podemos colocar de vez o filtro KILL em nossos leitores de email, matando tudo que é .ppt e .pps.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o link de download, clique na figura abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.microsoft.com/office/2010/en/download-office-professional-plus/default.aspx"&gt;&lt;img class="mceItem" style="max-width: 800px;" src="http://meiobit.com/files/office2010.jpg" alt="" width="455" height="167" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.pheedcontent.com/click.phdo?i=22a4149fb2cc7d6b1051572264a7f4c3"&gt;Download Squad&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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