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	<title>Meio de Cultura</title>
	
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	<description>Um pouquinho dos segredos do mundo microbiano...</description>
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		<title>um desafio dantesco: inda há muito que descer</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 23:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas impressões]]></category>
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		<category><![CDATA[a divina comédia]]></category>
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		<category><![CDATA[desafio dantesco]]></category>

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		<description><![CDATA[se você ainda não sabe do que se trata essa série de posts [um desafio dantesco], aceite o desafio de ler esse post&#8230; e esse aqui também. “&#8216;Paremos um pouco na descida&#8217;, propôs Virgilio, &#8216;pois convém acostumar o olfato ao mau cheiro. Assim não sofremos tantos seus maus efeitos&#8217;. Disse-lhe eu: &#8216;Então, mestre, faz com que o tempo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>se você ainda não sabe do que se trata essa série de posts<span style="color: #339966"> <em>[um desafio dantesco]</em></span>, aceite o desafio de ler <a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2013/03/prologo-um-desafio-dantesco/">esse</a> post&#8230; e <a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2013/03/um-desafio-dantesco-iniciei-uma-jornada-infernal/">esse aqui</a> também.</p></blockquote>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_Y7j0M3tqvYI/TPQruI79x_I/AAAAAAAAHME/yoCFOfhd2Y8/s1600/dante.jpg"><img class="aligncenter" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Y7j0M3tqvYI/TPQruI79x_I/AAAAAAAAHME/yoCFOfhd2Y8/s1600/dante.jpg" width="494" height="400" /></a></p>
<p>“<em><span style="color: #3366ff">&#8216;Paremos um pouco na descida&#8217;, propôs Virgilio, &#8216;pois convém acostumar o olfato ao mau cheiro. Assim não sofremos tantos seus maus efeitos&#8217;. Disse-lhe eu: &#8216;Então, mestre, faz com que o tempo da espera não fique sem proveito&#8217;. </span></em>” (Canto XI). E nesse meio tempo ficamos parados ali, criando coragem pra retomar nossa leitura&#8230; enquanto ocupávamos nosso tempo com atividades acadêmicas. E aos poucos cada um foi iniciando a continuação da jornada&#8230; em ritmos diferentes, cada um ao seu tempo.</p>
<p>“<em><span style="color: #3366ff">Inda há muito que descer</span></em>” (Canto XI), eu sabia disso, mas tive realmente muita preguiça de continuar esse desafio&#8230; “<em><span style="color: #3366ff">A trilha pela qual descíamos era tão rude, tão desprovida de encantos, que a todo olhar causaria assombro</span></em>” (Canto XII). A sensação que eu tinha à medida que eu ia lendo os cantos é que a história vai se repetindo&#8230; repetindo&#8230; e a preguiça vem surgindo&#8230; surgindo&#8230; E acho que assim me lembrei do por quê ter desistido de ler a comédia há 10 anos&#8230;</p>
<p>E assim, cada vez mais, eu descreveria essa minha leitura desse livro com a seguinte passagem: “<em><span style="color: #3366ff">quando adentramos uma floresta de tal modo espessa que por trilha alguma era cortada. Sua fronde não era verde, mas escura; não eram lisos seus ramos, e sim, nodosos, e deles pendiam, em lugar de frutos, farpas venenosas. </span></em>” (Canto XIII). Sério&#8230; não está fácil, não está sendo prazeroso&#8230;</p>
<p>Já que : “<em><span style="color: #3366ff">Baixamos então àquele solo coberto de pedras que cediam ao peso de meus pés, carga a que não estavam acostumadas</span></em>” (Canto XII), e como eu não tenho mais escapatória (ainda que por orgulho). Sobre o orgulho, em relação a mim, diz: “<em><span style="color: #3366ff">Ele vive. E a mim incumbe mostrar-lhe o vale maldito. Necessidade, e não prazer, move-o</span></em>” (Canto XII). E assim, com a tentativa de tornar essa jornada mais fácil (ou palpável, ou agradável, ou menos torturante – ainda não sei qual palavra descreveria melhor), adquiri duas adaptações em quadrinhos&#8230;</p>
<p><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=65026">A primeira, de autoria do designer gráfico americano Seymour Chwast e publicada pela Quadrinhos na Cia.</a>, é uma releitura um tanto livre da obra de Dante&#8230; ainda estou meio assustado e tentando me acostumar com o estilho que me apareceu nas primeiras páginas que li.</p>
<p>A segunda, que ainda não comecei a ler e só folheei, <a href="http://www.editorapeiropolis.com.br/livro/?id=259&amp;tit=Divina+Com%C3%A9dia+em+quadrinhos%2C+A">é de autoria de Piero e Giuseppe Bagnariol e foi publicado pela editora Peirópolis</a>. Essa edição parece seguir uma linha mais clássica e estou, de verdade apostando mais nela do que na outra.</p>
<p>Enquanto Virgílio e Dante são confrontados pelo centauro Quíron: “<em><span style="color: #3366ff">Perceberam que o que vem por último afunda as pedras sobre as quais pisa? O mesmo não ocorre com os pés dos mortos</span></em>” (Canto XII); Virgílio responde: “<em><span style="color: #3366ff">Não é ele um condenado, nem eu sou um perdido</span></em>” (Canto XII). Eu chego a conclusão que talvez eu esteja, no momento, perdido e condenado&#8230;</p>
<p>“<em><span style="color: #3366ff">Ó cupidez cega! Fúria desumana, que durante a curta existência a muitos desgoverna, conduz para sempre à perdição! </span></em>” (Canto XII) &#8220;<em><span style="color: #3366ff">Assim falou enquanto caminhávamos</span></em>&#8221; (Canto XX) &#8220;<span style="color: #3366ff"><em>E se foi pelo vau, discretamente</em></span>&#8221; (Canto XII) deixando um “até o mês que vem, quando volto com os cantos XXI a XXX”.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="color: #ff6600">Algumas citações que me marcaram muito (por motivos pessoais, e que justamente por isso não entraram no texto) e que eu gostaria de compartilhar com vocês seguem abaixo:</span></p>
<p>&#8220;Por que me feres? Não possuis um mínimo de piedade?&#8221; / &#8220;A piedade me paralisa”. (Canto XIII)</p>
<p>&#8220;Por que devo com minha dor resgatar tua culpa?&#8221;(Canto XIII)</p>
<p>&#8220;Eu quis gritar &#8216;acorde-me com teus braços!&#8217;, porém a voz não me saiu.&#8221; (Canto XVII)</p>
<p>&#8220;Melhor aproveita quem põe mais atenção ao que lhe narram&#8221;. (Canto XV)</p>
<p>&#8220;Feliz de ti, se com tamanha franqueza e sempre expões teu pensamento. Com isso, grande fama hás de granjear. Mas, pedimos-te, quando voltares a mirar as estrelas, deixando este lugar horrendo, e jubiloso puderes dizer &#8216;eu estive lá de fato!&#8217;, não permitas que nossos nomes sejam esquecidos no mundo dos vivos!&#8221; (Canto XVI)</p>
<p>&#8220;Como liberto de opressivo peso, fugiu de nós mais rápido que uma flecha.&#8221; (Canto XVII)</p>
<p>&#8220;Eu te responderei com má vontade. Cedo ao som desse falar gentil que à memória me trouxe a felicidade antiga.&#8221; (Canto XVIII)</p>
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		<title>Quorum sensing: novas possibilidades</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 12:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se fui infeliz na escolha da palestras que assisti no congresso de micro (em outubro do ano passado) ou se as palestras realmente não estavam muito boas&#8230;. Mas uma palestra que tinha tudo pra ser interessante (e que não ficou nem um pouco abaixo das expectativas) foi a sobre quorum sensing na área [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se fui infeliz na escolha da palestras que assisti no congresso de micro (em outubro do ano passado) ou se as palestras realmente não estavam muito boas&#8230;. Mas uma palestra que tinha tudo pra ser interessante (e que não ficou nem um pouco abaixo das expectativas) foi a sobre <em>quorum sensing</em> na área de alimentos.</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2010/04/comunicacao-bacteriana">Já falei de quorum sensing aqui no blog&#8230;</a> mas acho que vale a pena demais falar de novo, acrescentando as novidades e possibilidades apresentadas na palestra.</p>
<p>Pra começar, o <em>quorum sensing</em> (QS) é a forma como os microrganismos conseguem identificar sua densidade populacional, algo como um censo do IBGE só que funciona de uma forma muito diferente&#8230; Enquanto usamos pessoas que passam de casa em casa perguntando quantas pessoas moram em cada casa, as bactérias liberam moléculas que são percebidas por outras bactérias da mesma espécie&#8230; A idéia é a seguinte: quanto mais bactérias, mais moléculas estão presentes no meio e, consequentemente, elas percebem se estão em grande ou em pequena quantidade. E qual a importância disso? Bom essas moléculas são capazes de iniciar uma cascata reações celulares que levam a expressão de diferentes genes, dependendo do contexto. É legal falar que tanto as bactéria Gram+ quanto as Gram- realizam QS, mas as moléculas envolvidas são bem diferentes.</p>
<p>Algo que eu ainda não sabia é que além dessa &#8220;comunicação&#8221; intraespecífica (dentro da mesma espécie), há também QS interespecífico (entre bactérias de espécies diferentes)! Não bastasse isso, ainda há relatos de QS em Candida albicans, um fungo!</p>
<p>Os genes regulado por QS também diferem em cada espécie, veja alguns exemplos de quando falamos em QS intra-específico:</p>
<p>- em <em>Vibrio fisheri</em> e em <em>V. harvey</em> o QS leva a ativação de genes de bioluminescência<br />
- em <em>Pseudomonas</em>, uma bactéria que causa pneumonia em pacientes com fibrose cística, o QS ativa fatores de virulência e induz a formação de biofilme. Em espécies dos gêneros <em>Staphylococcus</em> (patógeno humano) e <em>Erwinia</em> (patógeno vegetal) genes de virulência também são ativados.<br />
- curiosamente, na bactéria causadora do cólera (<em>Vibrio cholerae</em>) o grande número de indivíduos leva a uma redução na patogenicidade do microrganismo. Isso pode estar relacionado com a forma de dispersão do micróbio, que causa uma doença aguda.<br />
- o <em>Staphylococcus aureus</em>, merece um destaque especial pois de acordo com a molécula que a bactéria produz, pode ser classificado em um dos quatro grupos. O mais curioso disso é que as bactérias de um determinado grupo só ativam bactérias do mesmo grupo, podendo inclusive chegar a inibir a produção das moléculas por bactérias de grupos diferentes</p>
<p>Nesse último exemplo vemos uma possibilidade de criar estratégias de combate a um microrganismo utilizando inibidores de QS&#8230; Mas porque essa poderia ser uma estratégia interessante, principalmente se considerarmos a preocupante situação da resistência aos antibióticos?</p>
<p>Os antibióticos agem inibindo o crescimento de microrganismos (ou mesmo levando a sua morte) e assim, as bactérias que não são inibidas são selecionadas e se tornam dominantes na população. Por outro lado, utilizando inibidores de QS não estaríamos, a princípio, promovendo uma seleção, pois as bactérias continuariam crescendo e se multiplicando, mas não perceberiam que estão em quantidades elevadas e assim não expressariam muitos dos fatores de virulência.</p>
<p>Apesar de bacteriocinas já serem utilizadas industrialmente, por exemplo a lisina no caso de alimentos processados, podemos persar em novas aplicações a partir dessas novas descobertas. Elas vão desde aplicações na indústria de alimentos, na qual poderia se utilizar de bacteriocinas nas embalagens de alimentos (batatas, por exemplo) visando um maior tempo de prateleira&#8230; Em estações de tratamento e empresas que utilizam tubulações, um problema muito comum é a formação de biofilmes que devem ser removidos&#8230; A idéia aqui seria associar as bactericinas a detergentes e, assim, facilitar a remoção dessa estrutura bacteriana!</p>
<p>Muita pesquisa ainda deve ser feita para se testar as possibilidades e segurança dessas técnicas&#8230; Vamos aguardando!</p>
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		<title>A química da cerveja [guest post]</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2013/03/a-quimica-da-cerveja/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Mar 2013 14:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guest Post]]></category>
		<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post foi escrito pelo Anderson Arndt, doutorando em Química pelo IQ-USP. “Cerveja, a causa e a solução de todos os nossos problemas” Homer Simpson Eu não nasci há 10.000 anos atrás, mas é provável que algumas pessoas daquela época já tomavam cerveja. Não era a mesma coisa do que conhecemos hoje, claro, mas sim [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em>Este post foi escrito pelo Anderson Arndt, doutorando em Química pelo IQ-USP. </em></p>
<p style="text-align: left"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/homer_simpson_drinking_beer.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2579" alt="homer_simpson_drinking_beer" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/homer_simpson_drinking_beer.jpg" width="850" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: right"><span style="line-height: 1.6em">“<span style="color: #0000ff"><em>Cerveja, a causa e a solução de todos os nossos problemas</em></span>” </span><br />
<span style="line-height: 1.6em;color: #808080">Homer Simpson</span></p>
<p>Eu não nasci há 10.000 anos atrás, mas é provável que algumas pessoas daquela época já tomavam cerveja. Não era a mesma coisa do que conhecemos hoje, claro, mas sim uma bebida fermentada a partir de cereais.</p>
<p>Alguns estudos sugerem que a cerveja [consumida moderadamente] tem algumas propriedades nutricionais importantes, como a presença de vitaminas do complexo B, selênio e atividade antioxidante relativa aos compostos fenólicos presentes. [1].</p>
<p>O processo de fabricação de cerveja em si nem é tão complicado; você só precisa de: cereais pra fazer o malte, lúpulo, fermento e água [eventualmente, um pouquinho de açúcar]. Porém, por trás desse processo, existem diversas reações químicas envolvidas e, se uma delas não ocorrer corretamente, tudo estará perdido.*</p>
<p>O primeiro passo é tacar os grãos (de cevada, trigo ou o que você achar melhor) em água quente, pra “despertar” uma enzima chamada amilase, que quebrará a estrutura do amido – um polissacaríceo de glicose &#8211; transformando-o em maltose – um dissacarídeo de glicose. A solução resultante também é chamada de mosto.</p>
<p>A segunda etapa é ferver o mosto acrescentando o lúpulo (<em>Humulus lupulus</em>). Essa plantinha que fornecerá o amargor e aroma à sua cerveja. Durante a fervura, o lúpulo liberará uma “resina” constituída de ácidos do tipo alfa (responsável pelo amargor; quanto mais tempo a fervura, mais amarga a cerveja) e do tipo beta (esses contribuem para o aroma, porém, se oxidados, formarão compostos de enxofre que darão um gosto aparentando estragado à cerveja).* Após esse procedimento, deve-se filtrar, pra retirar o excesso de lúpulo. A reação do malte com o lúpulo, em temperaturas acima de 154ºC, é conhecida como Reação de Maillard.</p>
<p>Agora vem a parte que tem a ver com este blog e, talvez, a parte mais importante do processo: a fermentação. Após a mistura anterior ter esfriado, adiciona-se a tão famosa levedura <em>Saccharomyces cerevisiae</em> que, em um ambiente sem oxigênio, transformará os açúcares presentes em etanol e dióxido de carbono.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/Alcohol_Fermentation_In_Yeast_Cells.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2576" alt="Alcohol_Fermentation_In_Yeast_Cells" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/Alcohol_Fermentation_In_Yeast_Cells.jpg" width="574" height="456" /></a></p>
<p><span style="line-height: 1.6em">Se o processo de fermentação ocorrer entre 20 e 25ºC, teremos a cerveja do tipo<em> Ale</em> (Stout, Indian Pale, Irish Red, Weissbier, Belgian Golden Strong, &#8230;). Porém, se ocorrer entre 7 e 12ºC, teremos as cervejas <em>Lager</em> (a mais comum é a Pilsen, mundialmente a mais consumida).</span></p>
<p>Pronto, agora é só chamar os amigos, fritar umas calabresas com cebola, curtir sua cervejinha e contar essa história pra eles.</p>
<p>&#8212;-<br />
Bônus: em 2011, na comemoração do Saint Patrick’s Day, a American Chemical Society divulgou um vídeo explicando rapidamente como acontecem essas coisas. Confiram em (vídeo em inglês)</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/qhrqp1wyrwo" height="315" width="560" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&#8212;-<br />
Texto baseado em: <a href="http://www.thechemicalblog.co.uk/what-are-the-chemical-reactions-involved-in-beer-making/?utm_medium=referral&amp;utm_source=t.co">What Are The Chemical Reactions Involved In Beer Making?</a></p>
<p><a href="http://serv-bib.fcfar.unesp.br/seer/index.php/alimentos/article/viewFile/660/556">[1] Priscila Becker Siqueira, Helena Maria André Bolini, Gabriela Alves Macedo. O processo de fabricação da cerveja e seus efeitos na presença de polifenóis. Alim. Nutr., v.19, n.4, p. 491-498, out./dez. 2008, Araraquara.</a></p>
<p>&#8212;-</p>
<p>*atualizado às 14h, do dia 17/03/13</p>
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		<item>
		<title>um desafio dantesco: iniciei uma jornada infernal</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2013/03/um-desafio-dantesco-iniciei-uma-jornada-infernal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 21:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas impressões]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[a divina comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[desafio dantesco]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando resolvi que iria iniciar esse desafio der ler a obra de Dante Alighieri, só havia a certeza de que “tinha me extraviado, perdi o bom caminho, a via correta no sentido da virtude” (Canto I). Muita coragem em meio a tantas outras prioridades assumir um compromisso sem nenhum outro tipo de retorno senão o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.6em">Quando resolvi que iria iniciar esse <a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2013/03/prologo-um-desafio-dantesco/">desafio der ler a obra de Dante Alighieri</a>, só havia a certeza de que “</span><span style="line-height: 1.6em;color: #3366ff"><em>tinha me extraviado, perdi o bom caminho, a via correta no sentido da virtude</em></span><span style="line-height: 1.6em">” (Canto I). Muita coragem em meio a tantas outras prioridades assumir um compromisso sem nenhum outro tipo de retorno senão o pessoal. Quando enfim a coisa começou a ficar séria, e a Fabi e o Ander iniciaram a leitura e logo depois as postagens, juro que “</span><span style="line-height: 1.6em;color: #3366ff"><em>sentia o coração apertado pelo temor e pela incerteza</em></span><span style="line-height: 1.6em">” (Canto I) se conseguiria ler ou não a obra.</span></p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/divinacomedia1-mireia.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2565" alt="divinacomedia1-mireia" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/divinacomedia1-mireia-300x351.jpg" width="300" height="351" /></a></p>
<p>Não nego, palavras de apoio me foram muito importantes&#8230; “<span style="color: #3366ff"><em>Tuas palavras acenderam em mim grande desejo de enfrentar a jornada; já não meço esforços para o objetivo que propuseste</em></span>” (Canto II)&#8230; Não podia, porém, deixar-me estagnar na situação em que me encontrava, havia eu de encaixar nesses meus dias atarefados um tempinho para essa leitura&#8230; Era como se algo/alguém sussurasse ao pé do meu ouvido: “<em><span style="color: #3366ff">Mas apressemo-nos, que será longa a jornada</span></em>” (Canto IV). Sim&#8230; Longa jornada, jornada sem volta, em cujo início, um portal ameaça de forma nada acolhedora: “<span style="color: #3366ff"><em>Abandonai toda a esperança, ó vós que entrais!</em></span>” (Canto III).</p>
<p>“<em><span style="color: #3366ff">E assim rumei ao Segundo Círculo, cujo espaço é mais estreito, mas onde o poder da dor é mais profundo</span></em>” (Canto V). Quase uma tortura em alguns momentos&#8230; Mesmo em prosa, é impossível não perceber o alto teor lírico que se encontra permeando os parágrafos do meu exemplar&#8230; E aos poucos “<em><span style="color: #3366ff">saímos do lugar sereno para o lugar tremente – e chegamos lá onde luz não brilha</span></em>” (Canto IV). Não havia mais volta&#8230; mesmo contra meus próprios desejos (involuntários? inconscientes?) que insistiam que eu deveria abandonar esse desafio.. “<span style="color: #3366ff"><em>E tu, criatura viva misturada aos mortos, vê se te afasta!</em></span>” (Canto III).</p>
<p>A vontade de continuar, ver o que eu encontraria nesses 10 primeiros cantos&#8230; e nos outros 90 já havia se instalado e eu continuei&#8230; Nesse caminho “<em><span style="color: #3366ff">somos torturados com o castigo de ter nossos desejos para sempre frustrados</span></em>” (Canto IV), mas por outro lado é um texto tão belo que a tortura se torna prazerosa&#8230; A vontade de estar ali acompanhando a jornada de Dante de forma mais próxima enche o peito e me instiga a imaginar o que aqueles rápidos diálogos e aqueles misteriosos personagens ainda nos escondem&#8230;.</p>
<p>Tendo feito minha escolha, só resta aguardar pelo momento que alguém gritará pra mim – de uma forma silenciosa, para não desistir, me oferencendo ajuda e deixando meu coração mais leve: “<em><span style="color: #3366ff">Espera por mim, alça o espírito abatido, alimenta-o com a esperança de que não serás abandonado neste horrendo mundo</span></em>” (Canto VIII). Assim fica mais fácil, sabendo que quando eu estiver emerso, mais profundamente do que deva, terei alguém para esticar a mão e me puxar de volta a realidade.</p>
<p>“<span style="color: #3366ff"><em>Vem tu sozinho; fique onde está o atrevido que penetrou neste reino. Que retorne, se puder, pela estrada que percorreu desavisadamente</em></span>” (Canto VIII)&#8230; Posso ter sido um atrevido ao resolver penetrar nesse mundo dantesco&#8230; Mas não vou retonar pelo caminho trilhado, prefiro ser surpreendido&#8230; Assim como Dante e Virgílio, continuarei pelo caminho (que não é de tijolinhos amarelos), enfrentando os desafios todos que ainda insistirem em cruzar meu caminho.</p>
<p>Nos vemos novamente em breve (em abril), nos próximos 10 cantos (XI a XX) de &#8220;A Divina Comédia&#8221;&#8230;</p>
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		<title>um desafio dantesco: prólogo</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 21:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas impressões]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[a divina comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[desafio dantesco]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez eu li que o processo de tradução de um poema é extremamente complexo pois o tradutor teria mais do que traduzir simplesmente o texto, deveria manter o estilo original do autor nos aspectos de rima e métrica&#8230; Ou seja, é praticamente escrever uma obra nova! Esse processo deve ser muito complicado quando as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez eu li que o processo de tradução de um poema é extremamente complexo pois o tradutor teria mais do que traduzir simplesmente o texto, deveria manter o estilo original do autor nos aspectos de rima e métrica&#8230; Ou seja, é praticamente escrever uma obra nova! Esse processo deve ser muito complicado quando as línguas são muito diferentes (inglês-português, por exemplo), mas não que para línguas de origem comum (p.ex. as línguas latinas português e italiano) seja mais fácil&#8230; Não sou da área, então não vou opinar&#8230;</p>
<p>Resolvi começar o texto falando nisso para justificar em parte a escolha da minha edição: a versão em prosa da L&amp;PM, traduzida por Fábio M. Alberti. Meu livro foi impresso no inverno de 2005, e acredito que o tenha comprado na mesma época &#8211; estava com uns 17 anos, no último ano do ensino médio e, não sei o motivo que me levou a querer ler esse livro&#8230; Não lembro o porque de não tê-lo lido, mas acredito que o fato das quatro tentativas frustradas de ler &#8220;Grande Sertão: Veredas&#8221; para o vestibular da UFMG naquele ano tenha tido grande parte da culpa&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/dante.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2551" alt="dante" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/dante.jpg" width="334" height="334" /></a></p>
<p>Mas onde tudo isso se junta? Bom, uma obra que eu tenho há muito tempo vontade de ler, traduzida pra minha língua, numa versão em prosa &#8211; já que não sou um grande adepto dos versos -, mas faltava a motivação para retomar (melhor, recomeçar do zero a leitura &#8211; quem sabe não fica aqui o desafio de encarar Guimarães Rosa no próximo ano, mas deixa isso pra depois)&#8230; Eis que num belo dia do final de 2012 ou do inicio de 2013, meu amigo Ander (Anderson Arndt &#8211; <a href="https://twitter.com/anderarndt">@anderarndt</a>) solta no Twitter que queria ler &#8220;A Divina Comédia&#8221; durante o ano que estava a se iniciar e se alguém o acompanharia&#8230; Quando vi isso, resolvi participar do desafio junto com ele e com a Fabi (Fabiana Carelli &#8211; <a href="https://twitter.com/fabiana_carelli">@fabiana_carelli</a>) &#8211; que já havia aceitado o desafio antes de mim!</p>
<p>Assim como o Ander, achei que simplesmente leríamos o livros e discutiríamos os trechos em off. <em>(Inocentes?)</em> E que guardaríamos essas impressões somente para nós&#8230; <em>(Egoístas?)</em> Mas a Fabi já foi de cara estipulando prazos para postarmos nos blogs e fazermos uma discussão aberta. <em>(Pretensiosos?)</em> A regra: 100 cantos, 10 meses (março a dezembro): 1 post por mês contendo as impressões de grupos de 10 cantos. <em>(Corajosos?)</em></p>
<p>Acho que, por fim, essa tenha sido uma boa escolha&#8230; Não sei o que vai sair disso tudo&#8230; A Fabi e o Ander já postaram, e eu não quis ler pra ter a minha visão da história e o meu estilo de postagem. Mas se quiserem ler, deixo aqui os links para os blogs deles.</p>
<p>_Post da Fabi &gt;&gt; <a href="http://flesh-and-bone-writers.blogspot.com.br/2013/03/commedia-i-promessa-de-inferno.html">COMMEDIA I: PROMESSA DE &#8220;INFERNO&#8221;</a></p>
<p>_Post do Ander &gt;&gt; <a href="http://anderarndt.blogspot.com.br/2013/03/mo-comedia-esse-livro-parte-1.html">Mó comédia esse livro &#8211; Parte 1</a></p>
<p>Enfim, vou encerrar esse prólogo aqui, pois enquanto eles já devem estar na segunda leva de cantos, eu ainda nem comecei a minha primeira&#8230; Se precisarei de um guia como Dante precisou de Virgílio, ou de uma musa como Beatriz foi para Dante, ainda não sei&#8230; Mas estão todos convidados a acompanhar esse <em>desafio dantesco</em> que eu, o Ander e a Fabi resolvemos enfrentar!</p>
<p>O primeiro desafio para a leitura desse livro foi, depois de uns 7 anos, encontrar em que lugar do mundo, digo, da minha casa, meu livro estava escondido&#8230; Esse desafio já foi cumprido!</p>
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		<title>Tirando a poeira do blog — 2013: mal começou e já promete</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 13:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divã da Pós]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas impressões]]></category>

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		<description><![CDATA[Ja estamos no terceiro mês do ano e acho que só agora conseguir ver que, de verdade, o ano mudou&#8230; Difícil notar isso quanto nos últimos meses você se encontra tão abarrotado de coisas pra fazer, que, nem se pode falar direito em finais de semana. Então deixa eu ir li pegar um espanador, um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ja estamos no terceiro mês do ano e acho que só agora conseguir ver que, de verdade, o ano mudou&#8230; Difícil notar isso quanto nos últimos meses você se encontra tão abarrotado de coisas pra fazer, que, nem se pode falar direito em finais de semana. Então deixa eu ir li pegar um espanador, um paninho úmido e tirar a poeira que depositou nesse blog&#8230;</p>
<p>Pra começar o ano com o pé direito direto no inferno, resolvi aceitar um desafio proposto pelo Anderson Arndt de ler durante esse ano o livro &#8220;A Divina Comedia&#8221;, do Dante Alighieri. Junto comigo [na verdade, antes de mim], a <del>letrada</del> Fabiana Carelli entrou de cabeça e ainda está lendo uma edição bilingüe! Coragem dessa mulher&#8230; A idéia do projeto é ler de 10 em 10 cantos, e postar as impressões&#8230; Adivinha quem é a pessoa que mais está atrasada nisso tudo? Euzinho, claro! Ainda nem comecei a ler&#8230; </p>
<p>Além disso, após uma leva de problemas (obrigado, Murphy, seu lindo), finalmente consegui terminar de padronizar o experimento que, infelizmente, não entrou para a minha dissertação. Por falar em dissertação, ela foi defendida e&#8230;</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/20130307-103400.jpg"><img src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2013/03/20130307-103400.jpg" alt="20130307-103400.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
<p>Isso significa que no final das contas sou um desempregado até entrar no doutorado, o que me deixa com mais tempo para escrever no blog, certo? </p>
<p>Claro, que não! É ai que entra a segunda, a terceira e a quarta partes do desafio 2013&#8230; Começar um projeto de doutorado do zero (nao vou continuar meu projeto de mestrado), mudar de área (resolvi jogar no time do Atila e trabalhar com vírus) e ainda tentar postar ao menos quinzenalmente por aqui&#8230; </p>
<p>Ano novo. Desafios novos, tanto profissionais, quanto pessoais&#8230; Vamos ver se vou conseguir dar conta de tudo&#8230;</p>
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		<title>Sobre fazer o balanço de 2012…</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 14:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas impressões]]></category>
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		<description><![CDATA[Não fiz nem vou fazer um balanço de 2012… Foi um ano tão esquisito que tenho medo de concluir que o saldo foi negativo, apesar de tanta coisa boa que aconteceu. Melhor assim, ficar com esses momentos bons em mente e esquecer os ruins (ou deveria dizer “os que não foram tão agradáveis”). Dessa forma, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não fiz nem vou fazer um balanço de 2012… Foi um ano tão esquisito que tenho medo de concluir que o saldo foi negativo, apesar de tanta coisa boa que aconteceu. Melhor assim, ficar com esses momentos bons em mente e esquecer os ruins (ou deveria dizer “os que não foram tão agradáveis”).</p>
<p>Dessa forma, acho que compararia esse ano que passou à decoração de Natal da Praça da Liberdade (aqui em BH/MG). A decoração está horrorosa, mas tem coisas tão bonitas que fazem tudo valer a pena no fim das contas&#8230;</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/12/sobre-fazer-balanco-de-2012/foto-3/" rel="attachment wp-att-2410"><img class="aligncenter size-full wp-image-2410" alt="foto 3" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/12/foto-3.jpg" width="480" height="480" /></a></p>
<p>Já, já 2013 chega chutando a porta de casa e, pelo menos pra mim, com muitas novidades&#8230; Se as surpresas que me aguardam serão boas ou não só o tempo dirá&#8230; Então, vamos esperar!</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/12/sobre-fazer-balanco-de-2012/foto-1-2/" rel="attachment wp-att-2407"><img class="aligncenter size-full wp-image-2407" alt="foto 1" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/12/foto-1.jpg" width="600" height="600" /></a><br />
<a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/12/sobre-fazer-balanco-de-2012/foto-2-1/" rel="attachment wp-att-2408"><img class="aligncenter size-full wp-image-2408" alt="foto 2 (1)" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/12/foto-2-1.jpg" width="480" height="480" /></a></p>
<p>Nessas fotinhas algumas pessoas muito especiais para mim&#8230; O pessoal do lab, a galerinha do departamento, o pessoal da licenciatura (Sarah, Moara, Vanessa e Bruninho + agregadas Mari e Uschi), a galerinha do grupo<del> Ciência e Manguaça</del> C&amp;M (Ander, Marcinha, Pri, Ju, Ric) e não posso deixar de citar individualmente: Dinha, Carmen, Vini, Rod, Éricka, Rafinha, Kah, Marlie, Vanessa, Anna&#8230; Amo todos vocês, cada um a sua maneira e por seu motivo especial! Obrigado por estarem mais um ano presentes na minha vida (ou por terem entrado nela).<br />
Enfim, quero desejar a você, leitor&#8230;</p>
<div id="attachment_2406" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/12/sobre-fazer-balanco-de-2012/feliznatalblog/" rel="attachment wp-att-2406"><img class=" wp-image-2406" alt="FelizNatalBlog" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/12/FelizNatalBlog.png" width="640" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Não venham falar de árvores e bonequinhos de neve de fungos feitos em placas de Petri que isso já é clichê&#8230; essa fui eu que fiz =]</p></div>
<p>E termino esse post com um brinde (com vodca, porque champanhe e vinho são muito <em>mainstream</em>)!</p>
<div id="attachment_2409" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/12/sobre-fazer-balanco-de-2012/foto-2/" rel="attachment wp-att-2409"><img class="size-full wp-image-2409" alt="Um excelente 2013!" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/12/foto-2.jpg" width="480" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Um excelente 2013!</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/meiodecultura/~4/X9Z5oD1yTRQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aconteceu nos bastidores do “Meio de Cultura”</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/11/aconteceu-nos-bastidores-meio-de-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2012 15:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas impressões]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas tive que estabelecer algumas prioridades na minha vida e infelizmente o blog teve que ficar um pouquinho de lado&#8230; Mas tenho algumas coisas que aconteceram e quero compartilhar com vocês. A primeira foi que o podcast &#8220;Dispersando&#8221; está de volta! E agora, na segunda temporada, a proposta é entrevistar os calouros do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/shakespeare.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2388" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/shakespeare.jpg" alt="" width="361" height="253" /></a></p>
<p>Nas últimas semanas tive que estabelecer algumas prioridades na minha vida e infelizmente o blog teve que ficar um pouquinho de lado&#8230;</p>
<p>Mas tenho algumas coisas que aconteceram e quero compartilhar com vocês.</p>
<p>A <strong><span style="color: #ff6600">primeira</span> </strong>foi que o podcast &#8220;<a href="http://scienceblogs.com.br/dispersando/">Dispersando</a>&#8221; está de volta! E agora, na segunda temporada, a proposta é entrevistar os calouros do SbBr &#8211; dentre os quais eu me incluo. E, sim,eu venci (?) minha timidez,<a href="http://scienceblogs.com.br/dispersando/2012/10/dispersando-2a-temporada-episodio-4/"> fui entrevistado e o vídeo da entrevista foi ao ar na quarta-feira dia 30/10</a> <del>(que por sinal foi meu aniversário – ainda estou aceitando presentes!)</del>. Você vai me ver chamando meus amigos pernambucanos de paraibanos <em>(desculpa de novo, pessoal)</em>, falando sobre microbiota, transplante fecal e da dificuldade de trabalhar com uma bactéria que não respira oxigênio. <span style="text-align: center">Dê uma conferida clicando </span><a href="http://scienceblogs.com.br/dispersando/2012/10/dispersando-2a-temporada-episodio-4/">AQUI</a><span style="text-align: center">!</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/dispersando/2012/10/dispersando-2a-temporada-episodio-4/"><img class="aligncenter  wp-image-2395" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/Nova-Imagem.png" alt="" width="384" height="223" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong><span style="color: #ff6600">segunda</span> </strong>foi que o blog foi objeto de estudo do jornalista Clenio Araujo, da EMBRAPA Milho e Sorgo, de Sete Lagoas/MG <del>(terra dos lagos encantados, do trapalhão Zacarias, da Paula Fenandes e deste que vos fala)</del>. Ele aplicou uma questionário desenvolvido durante o mestrado e o resultado foi apresentado no <a href="http://polisempirika.org/seminario/">Empirika</a>, na UNICAMP. O <a href="https://twitter.com/everlopes">Everton</a> e a <a href="https://twitter.com/alesscar">Alessandra</a> viram e vieram comentar comigo. A foto do pôster você vê aqui em baixo (crédito: <a href="https://twitter.com/everlopes">Everton Lopes</a>).</p>
<p>Atualização 16/11: O Clenio me autorizou colocar o banner aqui no site. <a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/posterClenio.pdf">Clique AQUI para baixar o PDF!</a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/foto-1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2387" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/foto-1-620x826.jpg" alt="" width="372" height="496" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong><span style="color: #ff6600">terceira e última coisa</span></strong> é que, entre os dias 28/10 e 01/11, ocorreu o <a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/06/xxi-alam/">XXI ALAM</a>. Apesar de estar bem organizado, não foi tão proveitoso pra mim quanto imaginei &#8211; principalmente devido a minha aérea de estudo. Mas pelo menos um post vai sair e ele já está em finalização e será sobre avanços na pesquisa sobre quorum sensing!</p>
<div id="attachment_2390" class="wp-caption aligncenter" style="width: 408px"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/CongressoMdC.jpg"><img class="size-full wp-image-2390" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/11/CongressoMdC.jpg" alt="" width="398" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">o MdC foi no congresso \o/</p></div>
<p>Isso é tudo por hoje, pessoal! Até breve ;)</p>
<hr />
<p>Você pode curtir a nossa página no <a href="http://www.facebook.com/pages/Meio-de-Cultura/241246505930008">Facebook</a> e ou nos seguir no <a href="http://www.twitter.com/MeioDeCultura">Twitter</a>. Você ainda pode <a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=meiodecultura&amp;loc=pt_B">receber nossas atualizações no seu email</a>!</p>
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		<item>
		<title>Meu amigo Murphy #divãdapós</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/2012/10/meu-amigo-murphy-divadapos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 12:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divã da Pós]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Engraçado]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca gostei de café (vejo caras de espanto)&#8230; Aí quando passei no mestrado juraram que essa minha aversão passaria e que o café se tornaria um grande amigo&#8230; Isso nao aconteceu. Muito pelo contrário, inclusive! Tentaram instaurar esse ano no lab a prova do café para a entrada e permanência dos alunos de pós-graduação. Usei [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca gostei de café (vejo caras de espanto)&#8230; Aí quando passei no mestrado juraram que essa minha aversão passaria e que o café se tornaria um grande amigo&#8230; Isso nao aconteceu. Muito pelo contrário, inclusive!</p>
<p>Tentaram instaurar esse ano no lab a prova do café para a entrada e permanência dos alunos de pós-graduação. Usei como argumento o princípio jurídico da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Irretroatividade">irretroatividade</a> das normas e venci a discussão (yeah!!).</p>
<p>Pois bem&#8230; Ao contrário do café que continua meu inimigo (acho que exagerei, talvez pudesse falar apenas em desafeto), quem, por outro lado, tem se aproximado muito de mim, é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Murphy">Murphy.</a>.. Ele já era meu conhecido de longa data, mas nos últimos tempos praticamente nos tornamos ~melhores amigos~.</p>
<p>Sempre me gabei de ser um dos poucos do lab que fazia coloração de Gram sem luvas ou jaleco, e mal mal manchava a ponta dos dedos&#8230; Aí veio Murphy e me fez descobrir que às vezes minhas mãos são Gram-positivo <span style="color: #999999">(quando ficam coradas de roxo pelo cristal violeta)</span> e outras Gram-negativo <span style="color: #999999">(quando se coram de vermelho pela safranina)</span>. Pois bem, passei a usar as tais luvas&#8230; Mas como Murphy não consegue ficar longe de mim começaram a aparecer manchinhas roxas e vermelhas nas minhas roupas. A solução foi usar o jaleco sob as ~agradáveis~ temperaturas do lab&#8230; Pois bem, acho que deixei Murphy furioso com o uso do jaleco e, agora, estou com meu tênis &#8220;safranizado&#8221;.</p>
<p>Não bastasse isso, ia começar há algumas semanas um experimento. Mas acabei me esquecendo de arrumar alguma distração pro Murphy, ele então foi lá e não deixou minha bactéria crescer e quando cresceu, contaminou com outra&#8230;</p>
<p>Depois de muito custo, consegui recuperar minha bactéria&#8230; Foi a vez dele, então, me trollar fazendo com que a morfologia da minha bactéria modificasse e me deixasse surtado por uma boa semana, achando que tinha jogado 3/4 do meu mestrado no lixo trabalhando com a bactéria errada.</p>
<p>Não bastasse isso, fui ajudar uma colega de laboratório com o experimento com os animais isentos de germes. Esses animais precisam de um cuidado todo especial para não se contaminarem com outras bactérias, por exemplo, do ar ou da pele do manipulador. Para isso usamos luvas estéreis, uma salinha específica e fechada para evitar fluxo de ar, touca, máscara, jaleco limpinho (às vezes descartáveis e estéreis também)&#8230; Algo mais ou menos assim, ó:</p>
<div id="attachment_2377" class="wp-caption aligncenter" style="width: 215px"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2050/09/germfree.jpg"><img class="size-full wp-image-2377 " src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2050/09/germfree.jpg" alt="" width="205" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">A cara é de mau, mas sou bonzinho ^.^&#8221;</p></div>
<p>Além disso, ração e água são esterilizadas e as gaiolas, além de estéreis, são fechadas com tampas que possuem filtros para impedir a entrada de microrganismos do ar. Então, para garantirmos a esterilidade dos animais (ou que só as bactérias que nós inoculamos estejam presentes) e, portanto, a confiabilidade dos resultados, fazemos coleta de fezes dos animais da gaiola e colocamos em meio de cultura para ver se há crescimento&#8230; Pois é, Murphy&#8230; você quase conseguiu nos enganar, mas fomos mais espertos e você não conseguiu estragar nosso experimento.</p>
<p>Me falaram que tudo o que aconteceu, aconteceu porquê a pós graduação é como uma montanha russa&#8230; outros falaram que é normal ter esses surtos e entrar em crise no final do mestrado&#8230; alguns ainda jogaram a culpa na macumba (linda! sério!! olha a foto!) que eu peguei outro dia na porta da minha casa&#8230;</p>
<div id="attachment_2354" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2050/09/macumba.jpg"><img class="size-full wp-image-2354" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2050/09/macumba.jpg" alt="" width="480" height="505" /></a><p class="wp-caption-text">A primeira macumba a gente nunca esquece&#8230; e tira foto pra postar no blog! E não é que ela era bonitinha!?</p></div>
<p>Mas no fundo eu sei: <strong>é tudo culpa do meu ~amigo~ Murphy&#8230;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999">ps1: esse post foi publicado com <del>algumas</del> várias semanas de atraso. Hoje posso dizer que meu tênis que era jeans preto-desbotado, agora é um jeans cinza-quase-branco-desbotado.</span></p>
<p><span style="color: #999999">ps2: nunca escrevi um texto com tantos &#8220;tils irônicos&#8221; na minha vida. ~Essa é a informação mais relevante desse post~.<br />
</span></p>
<hr />
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		<title>A capa da revista</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 22:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samir Elian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divã da Pós]]></category>
		<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[Comensais]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia microbiana]]></category>
		<category><![CDATA[Flora Intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[Fungos]]></category>
		<category><![CDATA[Infecção]]></category>
		<category><![CDATA[Levedura]]></category>
		<category><![CDATA[Microbiota]]></category>
		<category><![CDATA[Patogenicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Probiótico]]></category>

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		<description><![CDATA[. Então um dia você chega no lab e se depara com a seguinte cena: Sim&#8230; você encontra uma capa de revista no quadro de avisos. Você faz o que? Vai olhar pra ver o que é, claro! Então você olha de perto, abre a folha, olha a contra capa&#8230; E o que você descobre? [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>.</p>
<p>Então um dia você chega no lab e se depara com a seguinte cena:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/10/quadrolab.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2359" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/10/quadrolab.jpg" alt="" width="478" height="384" /></a></p>
<p>Sim&#8230; você encontra uma capa de revista no quadro de avisos. Você faz o que? Vai olhar pra ver o que é, claro!</p>
<p>Então você olha de perto, abre a folha, olha a contra capa&#8230; E o que você descobre?</p>
<p>NADA!</p>
<p>Era só a capa da revista. Não tinha índice, não tinha nada que indicasse o motivo dela estar ali. Fui então perguntar para o pessoal do lab o que era aquilo: ninguém sabia&#8230;</p>
<p>Resolvi tirar a minha dúvida (e a de todo mundo que estava no laboratório naquela hora) e perguntei ao professor. Descoberto o motivo, escrevi um bilhetinho para avisar os desavisados. Ficou curioso? Olha o bilhetinho que eu!!!</p>
<div id="attachment_2361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 346px"><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/10/caparevista1.jpg"><img class=" wp-image-2361 " src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/10/caparevista1.jpg" alt="" width="336" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Pessoal, este é o volume da revista na qual o artigo da Fabs foi publicado. Aí você deve estar se perguntando: por que colocar a capa da revista e não a primeira página do artigo? A resposta é simples: tá vendo estas fotos na capa? Então, são do artigo da Fabs! Legal, né!?</p></div>
<p>(E não, bilhetes de laboratório não precisam ser chatos e formais)</p>
<p>É claro que eu também não deixaria de comentar o que são as fotos. Dá só uma olhadinha&#8230;</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/10/fotospaper905.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2360" src="http://scienceblogs.com.br/meiodecultura/files/2012/10/fotospaper905-620x465.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a></p>
<p>As imagens são de microscopia eletrônica do intestino delgado de camundongos &#8220;germ-free&#8221; que:</p>
<p>A) foram desafiados com <em>Salmonella</em>. Repare como a bactéria está dispersa pela mucosa.</p>
<p>C) os animais foram tratados com um probiótico (<em>Saccharomyces boulardii</em>) comercial e desafiados com <em>Samonella.</em>Reparem que a bactéria tende a se ligar na levedeura ao invés de se ligar no intestino dos camundongos.</p>
<p>B) aqui, utilizamos uma linhagem da levedura <em>S. cerevisiae</em> isolada da produção de cachaça como probiótico. Os resultados com essa levedura foram semelhantes aos apresentados pelo probiótico comercial.</p>
<p>A ideia é conseguir no futuro transformar essa levedura em produto para que possamos ter aqui no Brasil um produto nacional tão eficiente quando o outro que já está estabelecido comercialmente, e que tenha um custo significativamente mais baixo!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/meiodecultura/~4/vxXIQwfhxrA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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