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	<description>Observando e traduzindo o mundo digital.</description>
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		<title>Midiatismo, uma breve atualização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 06:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Midiatismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A parte mais interessante de produzir conteúdo para a internet é que na verdade a gente nunca sabe onde e nem como o conteúdo será consumido, ou mesmo se será, de alguma forma. Estou escrevendo este pequeno recado após uma limpeza no blog. Removi a sessão de comentários, que não faz mais sentido em 2020 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A parte mais interessante de produzir conteúdo para a internet é que na verdade a gente nunca sabe onde e nem como o conteúdo será consumido, ou mesmo se será, de alguma forma.</p>



<p>Estou escrevendo este pequeno recado após uma limpeza no blog. Removi a sessão de comentários, que não faz mais sentido em 2020 como fazia em 2010. Estou removendo esporadicamente conteúdos que não são úteis a nenhum leitor, geralmente por estarem desatualizados ou imprecisos para os padrões de hoje.</p>



<p>Talvez você note que já existe um hiato de meses (ou até anos) entre as publicações e isso pode ficar ainda maior com a remoção das publicações. Além disso, removi também as colaborações de outros autores dentro do blog, então você não deve encontrar publicações de autores além de mim, o que também aumenta o tempo de publicação entre cada post.</p>



<p>Essa mensagem talvez nunca seja lida, mas sempre estará aqui como um marco da história deste domínio na internet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Achou algo quebrado?</h2>



<p>Nessa migração e mudança, muitas coisas se quebraram e estou atualizando aos poucos os milhares de posts que já existiam. Achou algo que ainda está quebrado? Me manda uma mensagem no <a href="http://www.twitter.com/eu_dennis">Twitter @eu_Dennis</a>!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que apagar o histórico?</h2>



<p>Foram dois motivos: </p>



<ol class="wp-block-list"><li>Haviam muitos posts quebrados pela forma como eram criados antigamente e, juntamente da migração de servidor recente, que causou mais quebras, tinham dezenas de posts com problemas de formatação, imagens faltando, etc;</li><li>Mais de 700 publicações foram removidas, grande parte eram notícias ou discussões relacionadas a eventos pontuais que hoje não fariam sentido e/ou confundiriam alguém que fosse acessar o site;</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa &#8220;Projeto Arquivado&#8221;? </h2>



<p>Depois de tanto tempo escrevendo para um blog, chegou uma hora que eu cansei de escrever, mas também não consigo simplesmente deletar o blog. Por isso, promovi algumas limpezas de publicações antigas e mantive uma boa parte das principais publicações. Pretendo manter o blog no ar por alguns anos já que o custo de hospedagem para um projeto deste tamanho é relativamente pequeno.</p>



<p></p>



<p>Se quiser conversar, estou sempre (provavelmente) disponível no Twitter através do <a href="http://www.twitter.com/eu_dennis">@eu_dennis</a>.</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/midiatismo-uma-breve-atualizacao">Midiatismo, uma breve atualização</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/midiatismo-uma-breve-atualizacao">Midiatismo, uma breve atualização</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>Somos o que compartilhamos&#8230; Ou será que compartilhamos o que queremos ser?</title>
		<link>https://www.midiatismo.com.br/somos-o-que-compartilhamos-ou-sera-que-compartilhamos-o-que-queremos-ser?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=somos-o-que-compartilhamos-ou-sera-que-compartilhamos-o-que-queremos-ser</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Nosso Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de criação de identidade, segundo a psicanálise, pode ser descrito como a etapa que marca o final da adolescência para o inicio da vida adulta, etapa no qual passamos que ajuda a definir quem somos. Mas reforçamos, conscientemente e inconscientemente, ao longo da vida, a nossa identidade &#8211; ou as nossas identidades. Portanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de criação de identidade, segundo a psicanálise, pode ser descrito como a etapa que marca o final da adolescência para o inicio da vida adulta, etapa no qual passamos que ajuda a definir quem somos. Mas reforçamos, conscientemente e inconscientemente, ao longo da vida, a nossa identidade &#8211; ou as nossas identidades. Portanto, quando falo em construção de identidade aqui não estarei me referindo apenas a esse processo da juventude do ser, mas as ações que temos para tentar construir quem somos (ou quem queremos ser).</p>



<p><br>Na verdade, para a sociologia, a nossa identidade é definida por um conjunto de identidades, como identidade nacional, identidade étnica, identidade etária, identidade profissional, entre outras. A identidade nacional é responsável por nossas características que nos ligam a o local em que vivemos, como costumes nacionais, regionais ou locais; A identidade étnica, usando o sociólogo <em>Fredrik Barth</em> como referência, é aquela que nos liga a indivíduos semelhantes a nós (fisicamente ou psicologicamente); Identidade etária é facilmente descrito como as características de nossa identidade que nos ligam a idade que temos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A identidade é uma necessidade básica do ser humano. Poder responder à pergunta “Quem sou eu?” é tão necessário como afeto ou comida. Como disse <em>Erich Fromm</em>: “Essa necessidade de um sentimento de identidade é tão vital e imperativa que o homem não poderia ser saudável se não encontrasse algum modo de satisfazê-la”. A identidade é uma necessidade afetiva (sentimento), cognitiva (consciência de si próprio e do outro como diferente) e ativa (o ser humano tem de tomar decisões fazendo uso de sua liberdade de vontade). A identidade é como um selo de personalidade. É evolutiva e está em continua mudança. Não se trata de uma característica dada, mas que se desenvolve e faz parte da historia de cada individuo.<cite><a href="http://www.fsdown.org.br/sobre-a-sindrome-de-down/construcao-da-identidade/" target="blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Sindrome de Down</a></cite></p><cite><a href="http://www.fsdown.org.br/sobre-a-sindrome-de-down/construcao-da-identidade/" target="blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Sindrome de Down</a></cite></blockquote>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="650" height="254" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/satirinhas-redes-sociais-placebo.jpg" alt="" class="wp-image-25710" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/satirinhas-redes-sociais-placebo.jpg 650w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/satirinhas-redes-sociais-placebo-300x117.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure></div>



<p>No contexto atual, com o <em>~advento da internet~</em>, a construção de identidade passa a ter uma agravante famoso: as mídias sociais. Estamos expostos a muito mais pessoas diariamente, somos vistos, ouvidos e lidos por centenas de pessoas todos os dias, e isso influencia diretamente o nosso comportamento. As mensagens que posto publicamente no Twitter em meu perfil pessoal atingem algumas dezenas de pessoas, algo infinitamente maior do que conseguiria atingir antigamente, sem a internet.</p>



<p>Estamos consciente que nossas mensagens estão chegando mais longe, estamos atingido amigos, familiares e colegas de trabalhos todos os dias em que publicamos algo no Facebook e é inocência nossa pensar que isso não é levado em consideração quando publicamos algo. Sabemos que estamos sendo lidos/ouvidos, por isso publicamos, por isso escolhemos o que iremos publicar.<br></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Nunca vi ninguém publicar que estava comendo arroz e feijão, mas todos adoram publicar que estão comendo sushi. &#8211; <cite>Anônimo</cite></p><cite>Anônimo</cite></blockquote>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/gato-instagram-tirinha-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-27344" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/gato-instagram-tirinha-300x300.jpg 300w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/gato-instagram-tirinha-300x300-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure></div>



<p>Porque publicamos apenas os momentos felizes? Porque o cotidiano não aparece &#8211; com tanta frequência &#8211; quanto os outros momentos? Claro que há gente que publica tudo, mas é a exceção, não a regra. A regra, ou seja, a maioria das pessoas, publica apenas o que há de bom, o que considera interessante. Viagens para outro país, festas, pratos chiques, compras extravagantes. O que as pessoas estão realmente querendo dizer?<br><br>O <strong>canal School of Life</strong> (que recomendo, é um dos meus preferidos) tem um excelente vídeo (em inglês) sobre a &#8220;Ansiedade do Status&#8221; (que você pode assistir abaixo), algo relacionado principalmente ao nosso &#8220;mundo moderno&#8221; e criticado no vídeo por ser o resultado da meritocracia que vivemos hoje, onde acreditamos que todos tem as mesmas oportunidades e, assim, fazem por merecer, mas que na verdade é algo muito mais complexo porque gera um subproduto, a ansiedade de não ter dado certo &#8211; &#8220;se todos tem as mesmas oportunidades, por que eu não sou milionário também?!&#8221;. Como ele explica no vídeo, o fato de as pessoas serem (ao menos parecerem!) felizes faz com que os outros se sintam tristes por não alcançar os mesmo objetivos. Este assunto está colado com as mídias sociais, que são usadas como principal canal para construirmos a nossa identidade e, assim, nos gabar de nossa &#8211; suposta &#8211; felicidade.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Status Anxiety" width="580" height="326" src="https://www.youtube.com/embed/Iipn6yM43sM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br>Há muita gente questionando a felicidade dentro das redes sociais, como <em>Shaun Higton</em>, em seu vídeo &#8220;<strong><em>What&#8217;s on your mind?</em></strong>&#8220;, publicado em 2014, que questiona justamente essa &#8220;felicidade&#8221; dentro do Facebook. Será que estamos realmente felizes? Ou apenas queremos parecer felizes?</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="What&#039;s on your mind?" width="580" height="326" src="https://www.youtube.com/embed/QxVZYiJKl1Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br>A felicidade dentro das redes sociais é mentirosa e isso é perigoso, na verdade, é um dos maiores perigos de nosso século.<br>Milhares de palestras sobre cultura digital usam a frase &#8220;<em>somos o que compartilhamos</em>&#8220;, quando na verdade deveríamos usar &#8220;<strong>compartilhamos o que queremos ser</strong>&#8220;. Queremos ser o entendedor de comidas caras, queremos ser a pessoa que conhece o mundo, queremos ser o mais legal, o mais inteligente, o mais notável. Queremos ser alguém que não somos, de fato.</p>



<p>Estamos vivendo uma epidemia narcista, como apontam os psicólogos <em>Jean M. Twenge</em> e <em>W. Keith Campbell</em> em seu livro &#8220;<em>The Narcissism Epidemic</em>” (A Epidemia Narcisista), ondem falam justamente sobre o surto narcisista que vive os Estados Unidos, mas que se não é muito diferente no resto do mundo. Claro que o narcisismo não tem relação apenas com as mídias sociais, mas são facilmente reconhecidas lá dentro.</p>



<p>É inegável, usuários do Facebook são mais narcisistas, <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.psmag.com/books-and-culture/australian-study-links-facebook-use-with-narcissism-29129" target="blank">alguns estudos já mostraram isso</a>. O Ponto Eletrônico se aprofunda ainda mais nesse &#8220;<strong>narcisismo digital</strong>&#8221; falando sobre o &#8220;<a rel="noopener noreferrer" href="http://pontoeletronico.me/2013/vazio-da-curtida/" target="blank">Vazio de Cada Like</a>&#8220;. Qual é a relevância de saber quantas pessoas curtiram ou comentaram a sua foto?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>As mídias sociais criaram uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter a vida mais bacana. Pensamos que estamos felizes com o que temos até nos depararmos com um update na rede social que sussurra o contrário: você poderia ser mais interessante. Não para você, claro, mas para os outros. De que adianta ser feliz sem platéia? Compartilhar um ideal de vida é a cauda de pavão virtual — e nem sempre corresponde à realidade.<cite><a href="http://pontoeletronico.me/2013/vazio-da-curtida/" target="blank" rel="noopener noreferrer">O Vazio de Cada Like</a></cite></p><cite><a href="http://pontoeletronico.me/2013/vazio-da-curtida/" target="blank" rel="noopener noreferrer">O Vazio de Cada Like</a></cite></blockquote>



<p>O que dizer das selfies então? Não é difícil relacionar a ação de tirar fotos de si mesmo &#8211; as famosas selfies &#8211; com comportamentos narcisistas, assim como também não é difícil encontrar <a rel="noopener noreferrer" href="http://www.huffingtonpost.com/2015/01/12/selfies-narcissism-psychopathy_n_6429358.html" target="blank">estudos que apontem essa relação</a>. Se podemos tirar foto de um local, porque há a necessidade de aparecermos juntos?</p>



<p>Uma vez, visitante uma outra cidade, fui tirar uma foto de uma paisagem que havia gostado quando tive uma conversa mais ou menos assim com a guia do local:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8220;Deixa que eu tiro a foto para você!&#8221;</li><li>&#8220;Sem problemas, eu tiro aqui.&#8221;</li><li>&#8220;Mas daí você não vai aparecer!&#8221;</li><li>&#8220;E qual o problema?&#8221;</li><li>&#8220;As pessoas não vão saber que você esteve aqui!&#8221;</li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/deserto-200-likes-300x300.png" alt="" class="wp-image-27330" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/deserto-200-likes-300x300.png 300w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/deserto-200-likes-300x300-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure></div>



<p>Estamos nos tornando mais narcisistas. Precisamos mostrar o que estamos fazendo para as pessoas. Precisamos mostrar que viajamos, que temos amigos, que amamos, que nos divertimos. Mas por que precisamos mesmo?</p>



<p><br>Faça um exercício consigo mesmo, entre no Facebook agora e veja as dez primeira publicações de pessoas que você conhece na vida real. O que aquelas pessoas estão realmente querendo dizer? Aquela foto na praia&#8230; aquela foto do restaurante chinês&#8230; aquela foto ajudando uma criança carente&#8230; aquela foto com os amigos na festa&#8230; Qual é a utilidade prática de cada uma dessas publicações? Mas é ainda mais louco pensar que mesmo quem não compartilha, inconscientemente está querendo dizer algo, nem que seja &#8220;eu não faço parte dessas pessoas que publicam qualquer besteira&#8221;. Se você compartilha apenas links, notícias e citações famosas, não se engane, você está apenas tentando criar uma identidade intelectual <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br>Não sejamos hipócritas. Entre agora no seu Facebook e veja as suas últimas dez publicações. O que você realmente estava querendo dizer? Qual é a relevância de cada uma daquelas publicações. Cuidado, é muito fácil se iludir.</p>



<p><br>Talvez a resposta de muitos de nós seja: &#8220;Queria apenas compartilhar a minha felicidade.&#8221;. Mas porque você julga que a sua felicidade, realização, viagem ou janta é tão relevante a ponto de ser compartilhada com outras pessoas? Ou melhor. Se você publica apenas para compartilha com os amigos, por que se importa com a quantidade de likes e comentários? Ou por que apaga aquela foto que não gosta mais?<br><br>No livro &#8220;<strong>Life on the Screen</strong>&#8220;, a autora <em>Sherry Turkle</em> lembra que &#8220;<em>[&#8230;] não é incomum para as pessoas se sentirem mais confortáveis em um lugar irreal do que no real, porque elas sentem que, na simulação, elas revelam seu melhor e talvez mais verdadeiro eu.</em>&#8220;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Quando as pessoas não são próximas da gente seus perfis descolados, engraçados e cults podem gerar duas sensações em nós: 1- admiração, vontade de conhecer a pessoa, de ir nas mesmas festas e viagens, de conhecer aqueles amigos legais, conversar sobre aqueles filmes, livros e discos. (essa sensação geralmente vem seguida de uma grande decepção) ou 2- sensação de fracasso (essa sensação geralmente vem seguida de uma pergunta “porque eu não consigo ter uma vida assim?”).<cite><a href="http://www.ufrgs.br/vies/ciencia-e-tecnologia/a-felicidade-em-tempos-de-facebook/" target="blank" rel="noopener noreferrer">A Felicidade em Tempos de Facebook</a></cite></p><cite><a href="http://www.ufrgs.br/vies/ciencia-e-tecnologia/a-felicidade-em-tempos-de-facebook/" target="blank" rel="noopener noreferrer">A Felicidade em Tempos de Facebook</a></cite></blockquote>



<p>Uma matéria de 2011 do Harvard Business Review, &#8220;<a href="https://hbr.org/2011/06/the-comparing-trap.html" target="blank" rel="noopener noreferrer">The Comparing Trap</a>&#8221; (A Armadilha da Comparação), Thomas DeLong questiona justamente o impacto de nos compararmos tanto com os outros. Usando seu texto como base, sabemos que toda vez que atingimos algo, nosso padrão de sucesso se altera e com isso estamos constantemente sendo cobrados por nós mesmo, isto causa a &#8220;ansiedade de status&#8221;, citada anteriormente no vídeo do School of Life. Sempre há alguém no seu Facebook que parece estar em uma festa legal, com amigos mais legais, fazendo coisas mais legais, enfim, sendo mais legal que você. Você, mesmo não fazendo conscientemente, quer mostrar para todos &#8211; e talvez para você mesmo &#8211; que também está feliz. É fácil ver isso, preste atenção no que você tem no seu Facebook, qual é o objetivo de tudo aquilo? Ainda no Harvard Business Review, <em>Daniel Gulati</em> afirma, &#8220;<a href="https://hbr.org/2011/12/facebook-is-making-us-miserabl" target="blank" rel="noopener noreferrer">Facebook is Making us Miserable</a>&#8221; (O Facebook está nos tornando miseráveis), também vale a reflexão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Isso tem tudo a ver com as redes sociais?</strong><br>Sim, acredito que a lógica da rede social é transformar o seu ‘eu’ em várias imagens postadas numa lousa chamada mural (Instagram). Ou em um local chamado linha do tempo (Facebook).<br><strong>E as pessoas só postam imagens felizes…</strong><br>Isso anda junto. Quando a gente trabalha com essas formas de apreender o mundo, estamos falando em fazer um Show de Truman (filme protagonizado por Jim Carrey, que descobre que sua vida, na verdade, é um programa de TV) em escala planetária. É um grande circo contínuo, divertido, engraçado e feliz, um delírio. Só que isso tem um custo e a clínica mostra isso. Claramente.<br><cite><a href="http://cultura.estadao.com.br/blogs/direto-da-fonte//como-e-possivel-na-era-da-felicidade-nao-ficar-doente-de-tristeza/" target="blank" rel="noopener noreferrer">&#8220;Como é possível na era da felicidade não ficar doente de tristeza&#8221;</a></cite></p><cite><a href="http://cultura.estadao.com.br/blogs/direto-da-fonte//como-e-possivel-na-era-da-felicidade-nao-ficar-doente-de-tristeza/" target="blank" rel="noopener noreferrer">&#8220;Como é possível na era da felicidade não ficar doente de tristeza&#8221;</a></cite></blockquote>



<p>O poema &#8220;<strong>Look Up</strong>&#8220;, de <em>Gary Turk</em>, transformado no video abaixo fala um pouco sobre o nosso processo de nos tornarmos &#8220;anti-social&#8221;, o que é justamente uma ironia, uma vez que falamos tanto em um mundo mais conectado, mais social&#8230; Mas estamos nos conectado por que? Ou para quem? Ou melhor, com quem?!</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Look up - Kleber Carriello - Gary Turk - Legenda Português BR" width="580" height="326" src="https://www.youtube.com/embed/EPoUKDuGMLg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br>Pare um pouco e pense. Por que estamos compartilhando o que compartilhamos? Somos ou queremos ser algo?</p>



<p><em>Post publicado originalmente em: 03/11/2015</em></p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/somos-o-que-compartilhamos-ou-sera-que-compartilhamos-o-que-queremos-ser">Somos o que compartilhamos… Ou será que compartilhamos o que queremos ser?</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/somos-o-que-compartilhamos-ou-sera-que-compartilhamos-o-que-queremos-ser">Somos o que compartilhamos&#8230; Ou será que compartilhamos o que queremos ser?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>Open Banking: Será que vamos ter acesso a isso algum dia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 12:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Nosso Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[api]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em algum momento me deparei com uma explicação muito boa do que seria o “open banking”. O termo é simples, está relacionado a “abertura” e “bancos”, mas efetivamente, o que isso significa para empresas e para consumidores? Estamos vivendo uma época de digitalização da sociedade e os bancos também tem se adaptados a essa nova [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em algum momento me deparei com uma explicação muito boa do que seria o “<em>open banking</em>”. O termo é simples, está relacionado a “abertura” e “bancos”, mas efetivamente, o que isso significa para empresas e para consumidores?</p>



<p>Estamos vivendo uma época de digitalização da sociedade e os bancos também tem se adaptados a essa nova realidade. Você provavelmente já deve ter ouvido falar das “fintechs”, empresas de tecnologia focada no mercado financeiro, sendo o <strong>NuBank</strong> uma das mais famosas nas terras brasileiras &#8211; e, por que não, no mundo.</p>



<p>O NuBank foi (e ainda é) um dos maiores precursores em termos de aproximação de um banco com o consumidor final, tirando aquela máscara de mega-corporação que não fala diretamente com o cliente. Mas, infelizmente, o NuBank ainda é um sistema de gerenciamento de cartão de crédito, não exatamente um banco como conhecemos &#8211; <a href="https://tecnoblog.net/225983/nubank-conta-corrente-codigo-260/" title="Notícia do Tecnoblog sobre provável abertura de conta corrente no NuBank" rel="noopener noreferrer" target="_blank">pelo menos por enquanto</a>.</p>



<p>Outros bancos tem se proposta a fazer o mesmo, forçados pela concorrência do mercado, estão procurando trazer ferramentas para facilitar o acesso a informação. Aplicativos melhores e mais completo, inteligência artificial para chatbots e simplificação de operações dentro da sua conta. Mas ainda estamos longe do conceito de &#8220;<em>Open Banking</em>&#8220;.</p>



<p>O que se espera da abertura dos bancos é aumentar a facilidade de acesso a informação da sua conta, não apenas para o usuário, mas para serviços de terceiros que o usuário deseja compartilhar. Os seus dados bancários, como histórico de compras, saldo, investimentos e rendimentos são propriedades suas ou do seu banco?</p>



<p>O “internet banking” deve evoluir para o “open banking” justamente para facilitar o acesso das suas informações bancárias, que deveriam lhe pertencer, a aplicações de terceiros, que podem usá-la, sob a sua supervisão, para entregar serviços específicos ou ofertas de serviços mais personalizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como os bancos vão fazer isso? E o quão seguro vai ser?</h2>



<p>Através de APIs, assim como o Facebook, Twitter e tantas outras ferramentas possuem. E sim, deve ser ainda mais seguro do que hoje.</p>



<p>APIs são um acrônimo para <em>Application Programming Interface</em>, ou Interface de Programação de Aplicações. O conceito é meio abstrato, mas podemos resumir como ferramentas que permitem sistemas acessarem os dados brutos de uma conta.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="390" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/o-que-e-uma-api-exemplo-ingles.jpeg" alt="" class="wp-image-25239" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/o-que-e-uma-api-exemplo-ingles.jpeg 1000w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/o-que-e-uma-api-exemplo-ingles-300x117.jpeg 300w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/o-que-e-uma-api-exemplo-ingles-768x300.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Imagem via: <a href="https://www.handsonconnect.org/blog/2016/8/17/what-is-an-api-and-why-should-i-care" target="Blank" rel="noopener noreferrer">Hands On Connect</a></figcaption></figure></div>



<p>No exemplo acima fica muito fácil entender o que é uma API. O usuário pede um prato/bebida para o garçom, mas quem produz aquele produto é a cozinha. Portanto, o barista/atendente é apenas a interface que o usuário tem disponível para acessar o conteúdo da cozinha.</p>



<p>Hoje não temos no Brasil nenhum exemplo real de <em>open banking</em>, mas serviços como o NuBank &#8211; e principalmente o seu sucesso &#8211; mostram que o brasileiro está ávido por tecnologias que melhorem o seu relacionamento com o banco. Ferramentas que o ajudem a organizar os seus gastos.</p>



<p>Mas e se alguém tiver acesso a essa API de forma maliciosa? O conceito de segurança em relação a API depende, assim como qualquer aplicação, da segurança desenvolvida pelo gerenciador do sistema, assim como a segurança dos servidores onde essas informações estão.</p>



<p>E, o mais importante, é que a escolha de compartilhar os dados será do usuário. Caso ele não queira, ou queira cancelar o acesso, isso deve ser simples e fácil. Assim como é hoje com serviços como o Facebook.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as vantagens do consumidor em relação ao open banking?</h2>



<p>Uma das grandes vantagens para o consumidor é poder usufruir dos dados que lhe pertencem como achar melhor. Desenvolvedores terceiros poderão, através dessa API, fazer aplicativos específicos para várias necessidades, como gerenciamento de gastos, predição de entradas/saídas da sua conta, pagamento através de aplicativos e diversas outras integrações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as vantagens para os bancos?</h2>



<p>A principal vantagem seria oferecer um serviço melhor. Hoje os bancos procuram desenvolver as melhores ferramentas para milhões de pessoas, enquanto eles poderiam deixar que outras pessoas desenvolvessem as suas próprias ferramentas.</p>



<p>Por exemplo, hoje o aplicativo do meu banco não me manda uma notificação quando há uma nova entrada ou saída da minha conta. Ao invés de esperar que o banco implemente essa funcionalidade, um desenvolvedor independente poderia fazer uma aplicação para isso apenas tendo acesso aos meus dados.</p>



<p>As necessidades de ferramentas e informações de cada pessoa são individuais, talvez os bancos nunca consigam oferecer uma experiência completa para todos, mas ao abrir os dados, talvez tivessem essa oportunidade.</p>



<p>Quem sabe no futuro, ao invés de escolher o banco pelo atendimento, escolheremos pela abertura de sua API e segurança de suas ferramentas digitais.</p>



<p><b>Fontes:</b> <a rel="noopener noreferrer" href="https://digiday.com/marketing/what-is-open-banking/" target="blank">WTF is Open Banking? // Digiday</a><br><b>Imagem de Capa:</b> Digiday.com</p>



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		<title>Estudo: A minoria das pessoas leem as notícias antes de compartilhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 23:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Nosso Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeira]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[hoax]]></category>
		<category><![CDATA[notícias falsas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quantidade de notícias falsas no Facebook vem aumentando, mesmo com as mudanças prometidas por Mark Zuckerberg. Sabe o que faz as notícias falsas se espalharem com ainda mais facilidade? O fato de que as pessoas não estão lendo as notícias, compartilham depois de ler apenas o título, ou no máximo o primeiro parágrafo. Aenean [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A quantidade de notícias falsas no Facebook vem aumentando, mesmo com as <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/facebook-cria-projeto-para-combater-noticia-falsa-e-promover-jornalismo.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mudanças prometidas por Mark Zuckerberg</a>. Sabe o que faz as notícias falsas se espalharem com ainda mais facilidade? O fato de que as pessoas não estão lendo as notícias, compartilham depois de ler apenas o título, ou no máximo o primeiro parágrafo.<br />
Aenean aliquet turpis vel nisi bibendum vulputate. Interdum et malesuada fames ac ante ipsum primis in faucibus. Sed pharetra est nibh, id luctus odio laoreet et. Aenean sagittis lacinia suscipit. Curabitur bibendum urna arcu, sit amet blandit diam lacinia eget. Donec scelerisque efficitur condimentum. Vestibulum bibendum leo eu fringilla tincidunt. Nunc dapibus varius facilisis.</p>
<blockquote><p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. In consequat egestas sem et ultricies. Cum sociis natoque penatibus et magnis dis parturient montes, nascetur ridiculus mus. Pellentesque nec enim id odio ornare mattis. Morbi vitae nulla nulla. Vestibulum eu interdum lorem. Curabitur rutrum dui id enim consectetur, vel vehicula turpis cursus. Praesent aliquet dui eu metus venenatis, ut scelerisque magna ullamcorper. Nullam ut ipsum elementum, elementum quam nec, commodo nisi. Proin magna nisl, ullamcorper quis vulputate quis, viverra et tortor. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas. Donec accumsan elit sit amet nulla cursus bibendum. Vivamus vehicula fringilla enim, in mattis nibh accumsan tempor. Etiam et congue enim, vitae feugiat eros. Fusce posuere, turpis et feugiat tristique, dolor justo facilisis augue, ac euismod felis metus eu libero. Aliquam tristique sollicitudin congue. Mauris vel sem ligula. </p></blockquote>
<p>Não fique ofendido, era apenas um teste bem humorado. Se você chegou até aqui, deixe um comentário, além de compartilhar para ver quem mais irá compartilhar sem ler a notícia até o final <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br />
Ah, essa publicação é uma referência ao The Science Post, que no ano passado lançou a mesma brincadeira: &#8220;<a href="http://thesciencepost.com/study-70-of-facebook-commenters-only-read-the-headline/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Study: 70% of Facebook users only read the headline of science stories before commenting</a>&#8220;</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/estudo-minoria-das-pessoas-leem-as-noticias-antes-de-compartilhar">Estudo: A minoria das pessoas leem as notícias antes de compartilhar</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/estudo-minoria-das-pessoas-leem-as-noticias-antes-de-compartilhar">Estudo: A minoria das pessoas leem as notícias antes de compartilhar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>Quer trabalhar com webwriting? Aprenda como escrever para web.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2016 12:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Seu Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cultura da escrita tem sofrido intensas modificações desde o surgimento da web. O protocolo de transferência de hipertexto, popularmente conhecido como HTTP, mudou a forma como nos relacionamos com a escrita e muda a forma como escrevemos cada palavra. Surgem novas profissões, como o webwriter. Até pouco tempo atrás, as pessoas estudavam a língua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cultura da escrita tem sofrido intensas modificações desde o surgimento da web. O protocolo de transferência de hipertexto, popularmente conhecido como HTTP, mudou a forma como nos relacionamos com a escrita e muda a forma como escrevemos cada palavra. Surgem novas profissões, como o <em>webwriter</em>.</p>



<p>Até pouco tempo atrás, as pessoas estudavam a língua portuguesa, suas regras e nuances para ser professor e lecionar a outras pessoas, ou, muitas vezes, para trabalhar com redação de jornais, revistas e, eventualmente, escrever um livro.</p>



<p>Todas essas vertentes da escrita no papel evoluíram junto com a internet. Não apenas consumimos os jornais, revistas, artigos e livros de uma forma diferente, mas também produzimos de uma forma diferente e, principalmente, interagimos de diferentes formas com esses materiais.</p>



<p>Muitas universidades ainda formam os seus alunos para escrever para o meio impresso, mas muitos formandos estão indo trabalhar em redações online, blogs independentes, portais de notícia, ou com conteúdo publicitário focado em buscadores ou mesmo redação para mídias sociais.<br>Mas redação é redação! Não é? Bom, não necessariamente&#8230;</p>



<p><strong>Texto é diferente de hipertexto</strong> e aqui vamos explorar um pouco das diferenças desses dois modelos e também explorar quais conhecimentos básicos e avançados você precisa ter para a área de <em>webwriting</em>, conhecimento que muitas universidades ainda falham em passar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Texto_vs_Hipertexto_14">Texto <em>vs</em> Hipertexto</h2>



<p>Comecemos pelo básico. O que é texto e o que é hipertexto?<br>Texto é algo tão natural que é difícil explicar o que é. Podemos dizer que o “texto” seria basicamente o conjunto de letras e palavras que forma sentenças.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Em linguística, a noção de texto é ampla e ainda aberta a uma definição mais precisa. Grosso modo, pode ser entendido como manifestação linguística das ideias de um autor, que serão interpretadas pelo leitor de acordo com seus conhecimentos linguísticos e culturais. Seu tamanho é variável. &#8211; Wikipédia</p></blockquote>



<p>Enquanto isso, o hipertexto é algo que também envolve muita discussão. Conceitualmente, olhando para a etimologia da palavra, “hipertexto” seria uma extrapolação/evolução do texto, algo semelhante, mas mais completo.<br>Naturalmente atribuímos o hipertexto à internet, principalmente à <em>world wide web</em> (WWW), mas alguns autores defendem que ele não existe apenas nos meios digitais, pois uma enciclopédia impressa teria todos os requisitos para ser considerado um hipertexto.</p>



<p>Se olharmos para a teoria, o hipertexto deveria conter todos esses elementos abaixo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Intertextualidade;</li><li>Velocidade;</li><li>Precisão;</li><li>Dinamismo;</li><li>Interatividade;</li><li>Acessibilidade;</li><li>Estrutura em rede;</li><li>Transitoriedade;</li><li>Organização multilinear.</li></ul>



<p>Acontece que, se você analisar ponto a ponto, verá que muitas vezes nem o conteúdo disponível dentro da rede (www) preenche todos os requisitos.<br>Portanto, de forma resumida e sem nos aprofundarmos em questões teóricas e acadêmicas sobre as definições dos termos “texto” e “hipertexto”, podemos simplificar dizendo que texto é a união das palavras escritas para a formação de sentenças, enquanto o hipertexto se trata do texto acrescido de informações extras que contextualizam aquela informação (ou seja, tem LINKS!).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Texto_para_Google_ou_texto_para_o_Facebook_42">Texto para Google ou texto para o Facebook?</h2>



<p>Outra grande semelhança entre escrever para internet ou escrever para qualquer outro meio é que, assim como afirmava <a title="mais posts que citamos o famoso McLuhan" rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/tag/mcluhan/" target="blank">McLuhan</a>, o meio é a mensagem.</p>



<p>Então, a forma como você escreve no Twitter, Facebook ou Google altera a forma como a mensagem é distribuída, mas também a forma como ela é escrita. Uma descrição de vídeo no YouTube será diferente de um texto para publicação no Facebook. Talvez você escreva diferente se está escrevendo em um blog pessoal ou no Medium.</p>



<p>A forma de escrita não é alterada apenas pela quantidade de caracteres ou recursos disponíveis, mas também pelo foco que aquela informação tem. Ao escrever para o Google ou outros buscadores, você procura uma forma de ser encontrado através destas ferramentas, e os textos focados em redes sociais tendem a buscar persuadir o usuário a compartilhar aquele conteúdo.</p>



<p>A &#8220;<em>Buzzfeedização</em>&#8221; é um exemplo disso. O <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.buzzfeed.com/" target="_blank">BuzzFeed</a> surgiu com as suas listas sobre qualquer assunto imaginável e, em poucos anos, tornou-se um dos maiores canais de comunicação online da atualidade. O efeito disso? O formato de textos baseado em listas e frases curtas simplesmente explodiu. Inclusive já <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/por-que-amamos-listas-9-razoes-de-porque-gostamos-tanto-delas" target="blank">falamos desse fenômeno aqui antes</a>.</p>



<p>É simples. <strong>Redação dentro da internet é feita para ser compartilhada ou para ser encontrada.</strong> Você pode, eventualmente, atingir ambos os caminhos em apenas um texto. Mas esse geralmente é um segundo nível.<br>Caso queira escrever para ser encontrado, existem dezenas de regras e dicas sobre como escrever para isso. Redação é um ponto fundamental dentro das várias técnicas de <strong>SEO</strong> (<em>Search Engine Optimization</em>), sendo que existem centenas delas. Vamos explorar algumas delas abaixo:</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="Palavraschave_53">Palavras-chave</h3>



<p>Esse é um dos principais conceitos para trabalharmos com otimização de textos para os buscadores.</p>



<p>Quando surgiu, um dos grandes trunfos do Google em relação a outros buscadores foi considerar o conteúdo das páginas como um fator decisivo para definir quais deveriam aparecer primeiro em cada busca. Como ele faz isso? Estipulando palavras-chave para cada página da internet.<br>As palavras-chave de cada página são definidas pelo conteúdo presente, quantas vezes cada palavra – e seus sinônimos – estão presentes, quantos links externos e internos existem e aonde estão mandando. Enfim, são dezenas de fatores relacionados a estas palavras.</p>



<p><em>Observação:</em> A palavra <em>link</em> vai aparecer dezenas de vezes nessa publicação. Para quem não estiver familiarizado, links são ~ligações~ entre um conteúdo e outro.</p>



<p>É claro que não é tão simples, pelo menos não mais. Não basta simplesmente usar milhares de vezes a mesma palavra, o Google faz constantes atualizações para evitar que seja tão simples burlar o seu sistema.</p>



<p>Procure fazer um texto bom e útil que você estará se dando bem, mas busque usar pelo menos algumas vezes as palavras-chave nas quais você almeja uma boa posição. Uma vez, me disseram que a melhor forma de melhorar o seu posicionamento no Google é pensar no usuário. Se for melhor para ele, o Google irá posicioná-lo melhor.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="Otimizao_de_cdigo_62">Otimização de código</h3>



<p>Um fator importante para trabalhar textos é também entender um pouco de código HTML. Dentro do conceito de palavra-chave que exploramos acima, um dos fatores que ajuda o Google a entender quais palavras-chave são as mais relevantes dentro do seu texto é usar as tags HTML para destacar e dar ênfase nelas.</p>



<p>Use <strong>negrito</strong> e <em>itálico</em> para dar ênfase em termos e palavras em que você quer ser encontrado, assim como o uso dos <em>headings</em> (títulos). Se você conhece um pouco de HTML, já deve ter se deparado com os títulos e subtítulos. H1, H2, H3, H4, H5 e H6 são tags de código criadas para isto. Se você abrir um editor de textos como o Microsoft Word, verá que ele também tem os <em>headings</em>.</p>



<p>Em diversos programas, os <em>headings</em> (ou títulos) são comuns. Para produção de conteúdo para web, eles também são.</p>



<p>Se você não entende <strong>nada</strong> de HTML e está completamente perdido nessa história de P, STRONG e H1 ou H2, recomendo fazer pelo menos as primeiras aulas do curso online (e gratuito) de HTML do <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.codecademy.com/" target="_blank">Codecademy</a> quando possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="Meta_Tags_e_Open_Graph_OP_Tags_67">Meta tags e Open Graph (OG) tags</h3>



<p>Se vamos produzir conteúdo para ser compartilhado no Facebook –&nbsp;que seria a grande maioria hoje em dia –&nbsp;devemos entender também das <em>Open Graph tags</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Videos_grfico_interativos_e_infografia_70">Vídeos, gráficos interativos e infografia</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="540" height="531" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Screenshot-from-2016-09-18-20-50-27.png" alt="" class="wp-image-25245" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Screenshot-from-2016-09-18-20-50-27.png 540w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Screenshot-from-2016-09-18-20-50-27-300x295.png 300w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /></figure></div>



<p>Um dos grandes trunfos da web é o uso de elementos interativos para aumentar a compreensão do conteúdo. São vídeos, infográficos, animações, gráficos interativos, mapas e as dezenas de diferentes formas de oferecer conteúdo.</p>



<p>Se você observar, a grande maioria dos sites oferece alguma forma de incorporar o seu conteúdo a outros sites. YouTube, Google Maps, e até mesmo Facebook e Twitter, como você confere nas imagens abaixo.<br></p>



<p>Incorporar o conteúdo dentro do seu site tem impacto não apenas na qualidade do conteúdo que você está compartilhando, mas também no tempo de permanência dos usuários em seu site.</p>



<p>A funcionalidade de incorporação é fácil de usar e certamente vai tornar o seu site mais dinâmico, trazendo gráficos interativos e estendendo a compreensão do texto. Um bom exemplo de ferramenta para criação de gráficos e infográficos é o <a title="Conheça o Infogram" rel="noopener noreferrer" href="https://infogr.am/" target="blank">Infogr.am</a>.</p>



<p>No caso de vídeos, como do YouTube, Vimeo ou mesmo Facebook, é interessante colocá-los dentro do seu site de forma incorporada, pois isso evita que a pessoa continue navegando no outro site depois de assistir ao vídeo. Você sabe como é&#8230; entra no YouTube para ver um vídeo e volta 3 dias depois com 30 abas abertas.</p>



<p>Quando estamos falando de alguma publicação em redes sociais, também podemos fazer a incorporação daquele conteúdo em vez de simplesmente colocar uma imagem. Isso permite que a pessoa interaja com aquela publicação sem precisar sair do seu site.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Contedo_para_desktop_mobile_ou_responsivo_84">Conteúdo para desktop, mobile ou responsivo?</h2>



<p>Quando falamos de produção de conteúdo para web, outro fator que hoje traz dor de cabeça é o acesso através de dispositivos móveis.</p>



<p>A produção de um texto, assim como a produção de um site, vai sofrer uma certa influência dependendo do meio em que ele for lido. Desde o tamanho das fontes, contraste das cores e velocidade de carregamento, que vamos falar abaixo, influenciam na percepção da sua qualidade.</p>



<p>Lá em 2012, <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/design-responsivo-entenda-o-que-e-a-tecnica-e-como-ela-funciona" target="blank">já falamos aqui do design responsivo</a>, uma “forma” de produzir sites pensando em todos os milhares de formatos de dispositivos existentes, criando um site que se adapta com mais facilidade aos diferentes tamanhos de telas.</p>



<p>Para o conteúdo, devemos ter uma atenção semelhante. Quando você faz um artigo para o seu site, blog ou portal de notícias, você se preocupa com o tamanho da imagem? Como ela vai se comportar em dispositivos móveis? Como aquela foto em baixa resolução vai ficar na tela de alta resolução dos smartphones?</p>



<p>Existem ferramentas, como o Google Analytics, que vão rastrear a navegação dos seus visitantes e fornecer <em>insights</em> muito interessantes, como a porcentagem de visitas através de smartphones, principais navegadores, sistemas operacionais etc. Com essa informação, você vai estar pronto para testar o seu conteúdo nas principais plataformas e garantir uma maior entregabilidade do conteúdo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Velocidade_de_carregamento_96">Velocidade de carregamento</h2>



<p>O tempo que uma página demora para carregar também é um ponto crucial na hora de produzirmos conteúdo para a web. Isso se torna ainda mais crítico no caso dos dispositivos móveis, como comentamos acima.<br>No caso de compras online, <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.thinkwithgoogle.com/articles/speed-is-key-optimize-your-mobile-experience.html" target="blank">segundo essa pesquisa do Google</a>, <strong>40% das pessoas abandonam o site se ele não carregar em três segundos</strong>. </p>



<p>Três segundos. Você já abriu o seu site e contou quanto tempo ele demora até aparecer o conteúdo?</p>



<p>Diversos aspectos influenciam na velocidade do carregamento, como o servidor usado, quantidade de imagens, peso/qualidade das imagens usadas, quantidade de arquivos externos para carregar (plugins de redes sociais, por exemplo). Cada elemento extra dentro de um site atrapalha sistematicamente o seu carregamento.</p>



<p>Um exemplo clássico é a qualidade da imagem. Já vi muitos casos em que o site tinha no máximo 1000px de largura, mas a imagem dentro da publicação tinha resoluções altíssimas, o que tornava o carregamento lento.<br>Uma dica simples, mas muito eficiente, é usar serviços de compreensão de imagem sem perda de qualidade, como o já indicado no nosso post sobre <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/guia-completo-de-design-para-e-mail-marketing" target="blank">design de e-mail marketing</a>, o <a rel="noopener noreferrer" href="https://tinypng.com/" target="blank">TinyPNG/TinyJPEG</a>.</p>



<p>Use ferramentas como o <a rel="noopener noreferrer" href="https://developers.google.com/speed/pagespeed/insights/" target="blank">Google PageSpeed Insights</a> para descobrir quanto tempo sua página leva para carregar e também para identificar o que pode ser melhorado nela.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Interaes_comentrios_e_redes_sociais_110">Interações, comentários e redes sociais</h2>



<p>Já apontamos neste artigo diversas diferenças entre o texto impresso e o digital, e talvez uma das mais importantes seja a interação com as pessoas.</p>



<p>O campo de comentário de um texto é importante não apenas pelas interações com os leitores, que ajudam a entender no que seu texto pode ser ainda melhor, mas também como uma forma de receber <em>feedback</em> direto.</p>



<p>Assim, você melhora o uso de palavras-chave e responde dúvidas diretamente para os seus leitores, ao contrário do meio impresso, no qual você geralmente não recebe um retorno direto.</p>



<p><br>Incentive os leitores a comentarem, curtirem, compartilharem, favoritarem ou retweetarem o seu conteúdo. Peça a eles que passem adiante a mensagem que você está trazendo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Direito_de_uso_propriedade_intelectual_e_fontes_114">Direito de uso, propriedade intelectual e fontes</h2>



<p>Só porque está na internet, não quer dizer que você tem o direito de usar. Esse é um conceito muito errado que as pessoas têm sobre publicações na internet.</p>



<p>Quantas vezes você já não viu um site em que a fonte da imagem é “Google Imagens”? É equivalente ao “vi no Facebook”, quando perguntamos a fonte de uma notícia.</p>



<p>Arquivos de imagem devem estar hospedados em algum site e, mesmo que você possa salvar em seu computador e usar em seu blog/portal/site, não quer dizer que você tem o direito de fazer isso.</p>



<p>Para verificar se você pode ou não usar determinada imagem, deve procurar pela sua fonte, que geralmente se encontra junto à imagem ou no rodapé da página. <strong>Mas lembre-se de duas coisas!</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Só porque aquela imagem está hospedada no site, não quer dizer obrigatoriamente que aquela pessoa tem direito de estar usando aquela imagem, portanto, verifique a sua procedência.</li><li>Se não há direito atribuído, você deve presumir que não tem direito de uso. A desculpa “mas no site não dizia nada” não justifica a utilização.</li></ul>



<p>Lembrando que o direito de uso serve não apenas para imagens, mas para qualquer conteúdo multimídia. Textos, vídeos, fotos&#8230; todos são de propriedade de seus respectivos autores.</p>



<p>E neste contexto temos outra grande discussão: <em>como citar a fonte?</em> Se você já fez qualquer trabalho acadêmico/científico, deve saber das regras de atribuição e de referência ao autor. Pois bem, quando produzimos algum conteúdo online, seguimos a mesma premissa. Devemos sempre atribuir o conteúdo ao seu autor.</p>



<p>Se você tirou aquela informação de algum lugar, atribua com um link. Uma boa prática é apontar o link para onde veio a informação em si, e não apenas ao site em geral. Por exemplo, se você usou um trecho de um artigo do Midiatismo, o correto é colocar um link para este artigo, e não para a página inicial do site.</p>



<p>A grande parte do conteúdo na web, incluindo as publicações aqui do Midiatismo, estão regidas sobre algum tipo de licença de uso de propriedade intelectual, sendo a maioria através de <em>copyright</em> (famoso ©) ou <em>Creative Commons</em> (famoso CC) e suas variações. No caso do Midiatismo, distribuímos atualmente o conteúdo através da licença &#8220;<em>Creative Commons Atribuição-Não Comercial 4.0 Internacional</em>&#8220;. Abaixo explicamos melhor a diferença entre as licenças.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="Copyright_Creative_Commons_e_outras_licenas_133">Copyright, Creative Commons e outras licenças</h3>



<p>Eu poderia escrever um longo artigo sobre esse assunto, explicando as características de cada uma dessas licenças e também explorar as suas diferenças técnicas e morais, mas dessa vez vou me ater a explicar de forma prática o uso delas.</p>



<p>Quando você cria um conteúdo original, ele automaticamente passa a ser sua propriedade. Portanto, qualquer uso ou reprodução deste material deve ser aprovado por você. Esse é o principio do <em>copyright</em>, garantir que todos os direitos do autor sejam preservados. Bom ou ruim, esse é um modelo muito comum e geralmente considerado o modelo padrão, até que se prove o contrário. Você pode ler mais sobre <a rel="noopener noreferrer" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral" target="blank">direito autoral na Wikipédia</a> e entender um pouco melhor a profundidade desta licença.<br>A outra licença que comentamos, o <em>Creative Commons</em>, tornou-se muito popular dentro da internet e é a licença padrão de diversos serviços e projetos.</p>



<p>A licença CC é organizada através de uma ONG que visa libertar as pessoas para que criem qualquer material e possam distribuir de uma forma simples e justa, algo muito próximo do que temos hoje com a globalização através da internet.</p>



<p>Você poderá escolher entre as diferentes versões da licença e deixar claro para qualquer pessoa o que ela pode ou não fazer com aquele conteúdo, sem precisar da sua intervenção. Existem basicamente duas perguntas que vão definir qual é a variação da licença CC que você vai usar. “Você vai permitir que adaptações do seu trabalho sejam compartilhadas?” e “Permitir uso comercial do seu trabalho?”.</p>



<p>Você pode ter mais informações <a rel="noopener noreferrer" href="https://creativecommons.org/" target="blank">no website da Creative Commons</a>, assim como a ajuda necessária para definir a versão de licença que você irá utilizar.</p>



<p>Existem dezenas de variações de licenças. <a rel="noopener noreferrer" href="https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_free_content_licenses" target="blank">Neste link</a> você confere uma lista de licenças que distribuem o conteúdo gratuitamente. Alguns serviços criam as suas próprias licenças, como é o caso do YouTube, que por padrão coloca todos os vídeos com a licença <em>Standard YouTube License</em>, que é uma variação de <em>copyright</em>.</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/quer-trabalhar-com-webwriting-aprenda-como-escrever-para-web">Quer trabalhar com webwriting? Aprenda como escrever para web.</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/quer-trabalhar-com-webwriting-aprenda-como-escrever-para-web">Quer trabalhar com webwriting? Aprenda como escrever para web.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>A Cultura Organizacional do Spotify</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 23:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda os Seus Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[kanban]]></category>
		<category><![CDATA[spotify]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Spotify para quem não conhece é um dos maiores serviços de streaming legalizado do mundo e tem junto de seus milhares de funcionários uma das culturas organizacionais mais interessantes. A forma como a empresa organiza os seus grupos de trabalho e garante o trabalho em sinergia através de todos os seus colaboradores é simplesmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/tag/spotify" target="_blank">Spotify</a> para quem não conhece é um dos maiores serviços de <em>streaming</em> legalizado do mundo e tem junto de seus milhares de funcionários uma das culturas organizacionais mais interessantes.</p>



<p>A forma como a empresa organiza os seus grupos de trabalho e garante o trabalho em sinergia através de todos os seus colaboradores é simplesmente fantástico. Não se tratam apenas de processos, tarefas, ferramentas e tecnologia, mas da forma como as pessoas se organizam e trazem resultados para a empresa em que trabalham.</p>



<p>Não é apenas a cultura &#8220;<em>olha como somos uma empresa legal</em>&#8220;, como de outras <em>startups</em> que encontramos em capas de revista, mas uma cultura funcional e que consegue integrar dezenas de colaboradores.</p>



<p>Talvez, e eu imagino que realmente seja, em outras grandes do ramo de tecnologia há outros bons exemplos de bons exemplos de cultura organizacional, mas achei super legal a forma como o Spotify liberou este conteúdo para o mundo externo de uma forma didática.</p>



<p>Quer copiar o modelo deles e tentar fazer o mesmo? Vá em frente, aprenda com eles <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>Os vídeos foram publicados no <a rel="noopener noreferrer" href="https://labs.spotify.com/" target="_blank">blog do Spotify Labs</a> e podem ser assistidos aqui em duas partes. Infelizmente é em inglês e apenas a primeira parte tem legendas, a segunda parte tem legendas apenas em espanhol. Se alguém souber de legendas ou de uma versão traduzida, favor deixar nos comentários!</p>



<p>O vídeo é feito através de um desenho, você encontra eles em tamanho oficial nestes links, da <a rel="noopener noreferrer" href="https://spotifylabscom.files.wordpress.com/2014/03/spotify-engineering-culture-part1.jpeg" target="_blank">parte 1</a> e da <a rel="noopener noreferrer" href="https://spotifylabscom.files.wordpress.com/2014/09/spotify-engineering-culture-part2.jpeg" target="_blank">parte 2</a>.</p>



<figure class="wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Spotify Engineering Culture - part 1" src="https://player.vimeo.com/video/85490944?dnt=1&amp;app_id=122963" width="580" height="363" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Spotify Engineering Culture - part 2" src="https://player.vimeo.com/video/94950270?dnt=1&amp;app_id=122963" width="580" height="363" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe>
</div></figure>



<p><a rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/tag/videos" target="_blank">Clique aqui</a> para mais vídeos.</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/cultura-organizacional-do-spotify">A Cultura Organizacional do Spotify</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/cultura-organizacional-do-spotify">A Cultura Organizacional do Spotify</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>Mensagens Instantâneas vs Redes Sociais: Para onde estamos caminhando?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 11:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Nosso Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Isso Muda os Seus Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[business insider]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IM vs Social Network As redes sociais não estão morrendo, mas mesmo assim os serviços de mensagens instantâneas parecem ser o futuro da relação entre as pessoas online. Eu não sei você, mas cada vez mais meu uso de aplicativos tem se centralizado ao redor de apps de mensagens, como WhatsApp e Facebook Messenger. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 id="im-vs-social-network">IM vs Social Network</h1>
<p>As redes sociais não estão morrendo, mas mesmo assim os serviços de mensagens instantâneas parecem ser o futuro da relação entre as pessoas online. Eu não sei você, mas cada vez mais meu uso de aplicativos tem se centralizado ao redor de apps de mensagens, como WhatsApp e Facebook Messenger.<br />
A internet é muito cíclica e os serviços de troca de mensagens que já existem a mais de décadas, desde a época <strike>daquele que não morre nunca</strike> do ICQ, passando pelo MSN/Windows Live Messenger, mas ganharam força nos últimos anos com serviços que vieram para competir com o SMS, mas acabam competindo a atenção com as redes sociais também.<br />
Em 2015 este gráfico abaixo da Business Insider já mostrava essa tendência. Os 4 <em>messaging apps</em> (aplicativos de mensagens) tinham mais usuários ativos do que as 4 principais redes sociais.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/business-insider-2015-im-vs-sn-1.png" alt="business-insider-2015-im-vs-sn (1)" width="1200" height="899" class="aligncenter size-full wp-image-19650" /><br />
O Facebook é uma rede social que também tem serviço de mensagens instantâneas (dois, se contarmos que o WhatsApp também é deles) e continua sendo o serviço com maior número de usuários ativos [<em>cerca de 1.6 bilhão atualmente</em>], mas <strong>atrás dele vem dezenas de serviços de serviços de <em>MI</em></strong> (Vou abreviar Mensagens Instantâneas para facilitar).<br />
Uma <a target='blank' href="http://www.statista.com/statistics/272014/global-social-networks-ranked-by-number-of-users/" rel="noopener noreferrer">pesquisa recente da Statista</a> listou os principais serviços sociais em número de usuários ativos e dos 10 primeiros, apenas o Facebook, Twitter, Instagram e Tumblr são “redes sociais” e não apenas IM &#8211; detalhe que todos oferecem serviço de mensagens internamente, inclusive o Twitter removeu o limite de 140 caracteres das <em>direct messages</em> para incentivar o seu uso como ferramenta de comunicação.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/statista-top-social-network-im-2016-abril-april.png" alt="statista-top-social-network-im-2016-abril-april" width="753" height="950" class="aligncenter size-full wp-image-19651" /><br />
Se somarmos todos os números de usuários ativos, veremos que estes serviços de mensagens tem muito mais usuários ativos mensalmente. Aparentemente não existe nenhum serviço tão grande quanto o Facebook porque nenhum serviço de IM consegue atingir a fama mundial. WhatsApp é muito popular no Brasil, Facebook Messenger nos EUA, WeChat e QQ na China, assim como os outros são populares em diferentes países.<br />
<strong>Também devemos lembrar que esta pesquisa não mostra o número de usuários do Apple iMessage e Apple FaceTime, que são atrelados diretamente a plataforma, ou mesmo do SMS, que também entraria na lista de serviços de mensagens</strong>. O Google, apesar de já possuir o Hangouts e <a target='blank' href="http://www.theverge.com/2016/5/18/11699122/google-allo-messaging-app-announced-io-2016" rel="noopener noreferrer">lançou o Allo e Duo</a>, que são novas ferramentas de comunicação através de mensagens e vídeos.<br />
<strong>Alex Hayes</strong> <a target='blank' href="https://mumbrella.com.au/will-instant-messaging-eat-social-networks-245850" rel="noopener noreferrer">publicou no Mumberella</a> uma excelente matéria [em inglês] questionando se os <em>instant messaging apps</em> irão devorar as redes sociais e neste texto trouxe alguns insights interessantes.</p>
<blockquote><p>
  E a nova era de mídias sociais é liderada por um grupo demográfico de compradores muito importante &#8211; adolescentes e jovens adultos &#8211; atraídos por uma forma móvel, privada e pessoal de livremente conversar e compartilhar com os amigos.
</p></blockquote>
<p>Ele lembra que existem dezenas de apps com mais de 1 milhão de usuários (eram 50 em 2014, não consigo nem imaginar quantos são hoje) e isso traz um problema muito grande para marcas. Qual rede social atuar? E pior, como atuar nelas? É complexo.<br />
Talvez os bots, <a target='blank' href="https://www.midiatismo.com.br/chatbots-o-futuro-da-interface-de-interacao-entre-consumidor-e-empresa" rel="noopener noreferrer">que já falamos aqui no blog</a>, possam auxiliar na interação em várias redes sociais e possam ser o grande passo das marcas dentro dos serviços de mensagens.</p>
<h2 id="o-futuro-na-verdade-é-híbrido">O futuro na verdade é híbrido.</h2>
<p>Quando falamos desta “guerra” entre IM e redes sociais percebemos que a grande maioria delas são controladas pelas mesmas empresas e, portanto, são integradas de alguma forma. É difícil dizer quais são os serviços mais populares, até porque alguns deles ficam em um linear de classificação. O Snapchat é serviço de mensagens ou rede social? Ou nenhum? (<a href="https://www.midiatismo.com.br/qual-a-diferenca-entre-redes-sociais-e-midias-sociais" target="blank" rel="noopener noreferrer">Para mim ele é uma mídia social, se quer saber a diferença entre rede e mídia social, acesse aqui</a>).<br />
O Facebook é a maior rede social e também o maior serviço de mensagens instantâneas, com o Facebook Messenger e o WhatsApp, mas serviços como o Twitter, Tumblr, Google+ já possuem, além de suas ferramentas de mídia social, serviços de mensagens, apenas não começaram focados nisso.<br />
No futuro será ainda mais difícil diferenciar IM de rede social, mas certamente ambos existirão. Vamos ter apps apenas de redes sociais e apps apenas de mensagens, mas a grande maioria será um híbrido entre ambos.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/im-vs-redessociais.png" alt="im-vs-redessociais" width="1000" height="700" class="aligncenter size-full wp-image-19654" /></p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/mensagens-instantaneas-vs-redes-sociais-para-onde-estamos-caminhando">Mensagens Instantâneas vs Redes Sociais: Para onde estamos caminhando?</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/mensagens-instantaneas-vs-redes-sociais-para-onde-estamos-caminhando">Mensagens Instantâneas vs Redes Sociais: Para onde estamos caminhando?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>Os Emojis mais usados e o problema da variação entre as plataformas.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 13:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Seu Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você faz parte de um universo digital rodeado por pequenas carinhas amarelas e desenhos engraçadinhos. Eles estão por todo lugar (e vão virar até um filme!). Os Emojis, esses pictogramas que surgiram há alguns anos e hoje aparecem em todas as publicações nas redes sociais, dominaram a internet e transformaram a comunicação dentro dos aplicativos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz parte de um universo digital rodeado por pequenas carinhas amarelas e desenhos engraçadinhos. Eles estão por todo lugar (<a rel="noopener noreferrer" href="http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-120701/" target="blank">e vão virar até um filme!</a>). Os Emojis, esses pictogramas que surgiram há alguns anos e hoje aparecem em todas as publicações nas redes sociais, dominaram a internet e transformaram a comunicação dentro dos aplicativos de mensagens.</p>



<p>Os Emojis são uma coleção de pictogramas padronizados pela <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.midiatismo.com.br/tag/unicode/" target="blank">Unicode</a>. <strong>Hoje temos mais de 800 pictogramas disponíveis</strong>, com os mais variados significados, sendo a grande maioria deles relacionados a cultura japonesa. Como e onde usar cada um deles é uma questão pessoal, mas que também pode depender de em qual plataforma está sendo usado. A lista dos emojis mais comuns pode variar um pouco de um serviço para o outro, mas no geral os mais populares são mundialmente reconhecidos em qualquer lugar.</p>



<p>Talvez você não saiba, mas esses carinhas e símbolos fazem parte da <strong>”lista oficial de Emojis”</strong>, regulada pela organização. A lista recebe atualizações periódicas, estando atualmente na versão 8.0 do Emoji &#8211; com previsão de recebermos a 9.0 em Junho de 2016. A cada nova atualização uma dezenas de novas carinhas e símbolos são aprovados. Você pode entender um pouco melhor sobre o processo de aprovação <a rel="noopener noreferrer" href="http://blog.emojipedia.org/unicode-8-what-and-when/" target="blank">neste post da Emojipedia</a>.</p>



<p>A <strong>Unicode</strong> é responsável apenas pela descrição e detalhamento técnico de cada emoji, pois seu objetivo é garantir que estas imagens sejam bem recebidas em qualquer meio eletrônico que sejam aplicadas. <strong>O visual de cada símbolo vai depender de cada plataforma</strong>, pois ela pode usar um padrão visual diferente. Difícil de entender? Veja a imagem abaixo. Se trata do mesmo Emoji, reproduzindo por linhas visuais diferentes. Alguns <em>designers</em> criam a sua própria “face” para cada Emoji e a distribuem gratuitamente, enquanto outros são feitos por empresas e são proprietários. Interessante notar que cada emoji tem a sua descrição técnica, como a primeira linha de exemplos na imagem abaixo, que são as representações de &#8220;<em>rosto sorrindo com olhos sorridentes</em>&#8220;<br><br>No WhatsApp, por exemplo, independente da plataforma, ele usa o <em>Apple Emoji List</em>, criado pela Apple. Mas o Google, Microsoft, Samsung, LG e tantas outras empresas tem os seus próprios desenhos para os emojis, como mostra a imagem acima. O Twitter e a Mozilla Foundation, responsável pelo Firefox, mantém projetos abertos de Emojis, que podem ser baixados e utilizados gratuitamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="emojis-em-diferentes-plataformas-tem-diferentes-interpretações">Emojis em diferentes plataformas tem diferentes interpretações</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="650" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/analise-de-sentimento-emojis-pesquisa-minessota.png" alt="" class="wp-image-27196" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/analise-de-sentimento-emojis-pesquisa-minessota.png 1024w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/analise-de-sentimento-emojis-pesquisa-minessota-300x190.png 300w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/analise-de-sentimento-emojis-pesquisa-minessota-768x488.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Como mostramos na imagem acima, um mesmo emoji pode ter diferentes interpretações dependendo da plataforma em que ele está sendo recebido. Um SMS enviado de um iPhone utilizando um emoticon de emoji pode ser interpretado de forma diferente por um Android, por exemplo.</p>



<p>Isso ocorre porque o Emoji é um padrão e cada pictograma dos mais de 800 disponíveis recebe um código único. Cada plataforma vai interpretar aquele código com uma imagem diferente, por isso podem haver pequenas variações.</p>



<p>Uma pesquisa da <em>University of Minnesota</em> estudou um pouco essa diferença entre os desenhos usados por cada plataforma e descobriu que há um pequeno desvio de comunicação. As pessoas tem diferentes interpretações de cada imagem, portanto uma mensagem que usa emoji pode ter significados diferentes para cada pessoa.</p>



<p>O estudo, <a rel="noopener noreferrer" href="http://grouplens.org/blog/investigating-the-potential-for-miscommunication-using-emoji/" target="blank">que pode ser conferido na íntegra aqui</a>, demonstra que cada plataforma desenha o sorriso de formas diferentes, podendo causar pequenas má-interpretações nas mensagens. Na pesquisa eles mostraram diferentes emojis às pessoas e pediu para que classificassem aqueles pictogramas de -5 a 5, sendo -5 o equivalente a um sentimento negativo e +5 para algo positivo. Como você pode perceber no gráfico abaixo, não há um consenso claro se o emoji é negativo ou positivo.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="quais-são-os-emojis-mais-usados">Quais são os emojis mais usados?</h2>



<p>É difícil calcular quantas vezes cada emoji é usado, afinal, boa parte deles são usadas em conversas privadas dentro do WhatsApp, Facebook, Twitter e tantas outras ferramentas sociais.</p>



<p>Há um projeto muito interessante chamado <strong>EmojiTracker</strong>, que <em>monitora em tempo real</em> (é tempo real mesmo, muito incrível!) a quantidade de vezes que cada Emoji é utilizado no Twitter. Esta quantidade de dados é atualizada dentro da página do projeto, onde você pode conferir a lista de todos os pictogramas por ordem de uso. Você pode realizar pequenos testes, enviando um <em>tweet</em> público e conferindo em tempo real dentro do site &#8211; lembrando que contas privadas ou troca de mensagens privadas não contabilizam. Você pode acessar o projeto através do site <a rel="noopener noreferrer" href="http://emojitracker.com/" target="blank">EmojiTracker.com</a>.</p>



<div class="wp-block-image wp-image-19638 size-full"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="262" src="https://midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/emojitracker-tracking-emojis-on-twitter-painel-dashboard.jpg" alt="" class="wp-image-27218" srcset="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/emojitracker-tracking-emojis-on-twitter-painel-dashboard.jpg 1000w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/emojitracker-tracking-emojis-on-twitter-painel-dashboard-300x79.jpg 300w, https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/emojitracker-tracking-emojis-on-twitter-painel-dashboard-768x201.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Painel central do EmojiTracker, informando em tempo real o uso dos emojis no Twitter.</figcaption></figure></div>



<p><br>O SwiftKey, que é um aplicativo de teclado para Android e iOS, recentemente <a rel="noopener noreferrer" href="https://blog.swiftkey.com/americans-love-skulls-brazilians-love-cats-swiftkey-emoji-meanings-report/" target="blank">lançou em seu blog</a> uma pesquisa mostrando quais são os emojis mais usados por alguns países, mostrando pequenas diferenças culturais inclusive na forma de utilização dos emojis, que aparentemente são universais. Você pode acessar a <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.scribd.com/doc/262594751/SwiftKey-Emoji-Report" target="blank">pesquisa completa do Swiftkey neste link do Scribd</a>.</p>



<p>Está pesquisa mostrou que, entre os emojis mais usados, a grande maioria se tratam de caras felizes ou emojis amorosos. Interessante é que algumas nacionalidade usam muito mais alguns emojis, como os franceses, que são o único entre todos os idiomas estudados, que usa mais o emoji de coração do que o de sorriso. Enquanto isso, os nativos de árabe usam emojis de plantas e flores quatro vezes mais que a média.</p>



<p>Há diferentes pesquisas mostrando quais emojis fazem mais sucesso em publicações do Instagram e também quais são mais utilizados nos comentários.</p>



<p>Independente de quais sejam os Emojis mais usados, mais famosas ou que estão em alta, siga o seu coração e pense muito bem se a pessoa vai interpretar aquelas pequenas imagens da mesma forma que você.</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/os-emojis-mais-usados-e-o-problema-da-variacao-entre-as-plataformas">Os Emojis mais usados e o problema da variação entre as plataformas.</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/os-emojis-mais-usados-e-o-problema-da-variacao-entre-as-plataformas">Os Emojis mais usados e o problema da variação entre as plataformas.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>GDPR: Conheça a Lei Européia de Proteção de Dados Pessoais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 16:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Nosso Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[gdpr]]></category>
		<category><![CDATA[general data protection regulation]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentação de proteção de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos entender o que é a GDPR (General Data Protection Regulation) e a sua importância para a privacidade dos usuários. Um dos temas mais importantes dos próximos anos para todos, usuários e empresas, certamente serão as questões relacionadas a privacidade do usuário e neutralidade da rede. Com tantas novas tecnologias surgindo e com o tamanho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos entender o que é a GDPR (<em>General Data Protection Regulation</em>) e a sua importância para a privacidade dos usuários. Um dos temas mais importantes dos próximos anos para todos, usuários e empresas, certamente serão as questões relacionadas a privacidade do usuário e neutralidade da rede. Com tantas novas tecnologias surgindo e com o tamanho e proporções da internet, é compreensível que estes temas ganhem atenção da sociedade, da grande mídia e da política mundial.</p>
<p>A União Européia é, sem dúvida, uma das entidades mais importantes e relevantes relacionadas as políticas de proteção de dados e sobre a privacidade do usuário. A <strong>GDPR</strong> (<em>General Data Protection Regulation</em>) é o mais recente passo da Comissão Européia pensando em como as empresas (principalmente as envolvidas com mídia e publicidade) utilizam, controlam e revendem os nossos dados e informações privadas.<br />
A regulamentação foi proposta em 2012 na Comissão Européia (<em>European Comission</em>), responsável pela legislação dentro da União Européia (bloco econômico formado por boa parte da europa) e visa principalmente melhorar a privacidade dos moradores da Europa. Ela levou cerca de 4 anos para ser finalmente aprovada, agora em abril de 2016, mas deve passar a valer apenas em 2018, possibilitando que os principais portais e serviços online tenham tempo de ser adaptar.<br />
Lembrando que a UE (União Européia) já é conhecida por suas decisões muito incisivas e procurando sempre a proteção de seus residentes das grandes corporações, como a decisão de possibilitar que as pessoas solicitem aos buscadores que seus nomes e dados sejam removidos dos mesmo, conhecida como <strong>Forget Me</strong> (Me Esqueça), disponível <a href="https://support.google.com/legal/contact/lr_eudpa?product=websearch#">neste formulário</a> do Google para solicitar tal remoção &#8211; não adianta solicitar, Google atende a requisição apenas para residentes europeus, por enquanto.</p>
<h2 id="o-que-o-gdpr-afeta-em-nossa-vida">O que o GDPR afeta em nossa vida?</h2>
<p>Apesar de a legislação ser feita para a União Européia, ela pode ser benéfica para os usuários de todo o mundo por dois motivos.<br />
<strong>Primeiro motivo</strong> será porque as empresas de grande porte, como Facebook e Google, vão ter que se adaptar as novas leis caso queiram continuar ativas em solo europeu. Por se tratar de um grande mercado, dificilmente empresas deste porte irão ignorar uma decisão destas.<br />
Se o mesmo fosse aplicado em países de menores relevância ou apenas em algum dos países da europa, talvez as empresas preferissem simplesmente não disponibilizar os seus sites para estes locais, mas não é o caso.<br />
Como as empresas terão que fazer adaptações para a Europa, será muito mais fácil que melhorias semelhantes surjam para outros países. Uma decisão destas pode afetar profundamente a forma como encaramos a privacidade e controle de dados dentro da internet.<br />
<strong>Segundo motivo</strong> será porque a abertura de um precedente destes, por um bloco econômico tão forte aumenta as discussões em torno da privacidade de dados e faz com que outros países se interessem por legislações semelhantes.<br />
Podemos, porque não, esperar que o Brasil adote leis parecidas nos próximos, trazendo grande benefício para o internauta brasileiro &#8211; mas não para as empresas de mídias brasileiras.</p>
<h2>Que tipos de dados estamos falando?</h2>
<p>Essa lei está muito focada nos principais grupos de mídia que aos poucos tomam conta de todo o mercado digital, usando dezenas de ferramentas para rastrear os dados dos usuários e assim oferecer uma &#8220;melhor experiência de navegação&#8221; (ou seja, anúncios mais bem segmentados).<br />
Hoje sabemos que redes sociais guardam milhares de informações sobre o nosso perfil e juntos, vários sites guardam informações como histórico de interações, páginas que acessamos e coisas que não fazemos nem ideia. E o objetivo da lei é justamente deixar isso mais transparente.</p>
<h2>Quero privacidade, mas eles podem com isso limitar os dados?</h2>
<p>Na lei européia não está explícito que você pode bloquear o conteúdo caso o usuário não aceite fornecer os seus dados, portanto acredita-se que isso não deve acontecer, mas poderia, teoricamente.<br />
– <br />
Conheça mais informações sobre a lei de Proteção de Dados Pessoais da União Européia na <a href="http://ec.europa.eu/justice/data-protection/index_en.htm">página oficial</a> da lei.</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/gdpr-conheca-lei-europeia-de-protecao-de-dados-pessoais">GDPR: Conheça a Lei Européia de Proteção de Dados Pessoais</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/gdpr-conheca-lei-europeia-de-protecao-de-dados-pessoais">GDPR: Conheça a Lei Européia de Proteção de Dados Pessoais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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		<title>ChatBots: O futuro da interface de interação entre consumidor e empresa.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Altermann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 12:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Isso Muda o Nosso Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Isso Muda os Seus Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A interação entre consumidor e marcas mudou muito com a chegada da internet, principalmente nos últimos anos por conta das redes sociais. Novas ferramentas surgem constantemente e os aplicativos de mensagem que mataram o SMS são a próxima grande fronteira de interação graças aos bots e chatbots. Não, não estou falando do atendimento via WhatsApp, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A interação entre consumidor e marcas mudou muito com a chegada da internet, principalmente nos últimos anos por conta das redes sociais. Novas ferramentas surgem constantemente e os aplicativos de mensagem que mataram o SMS são a próxima grande fronteira de interação graças aos <em>bots</em> e <em>chatbots</em>.</p>
<p>Não, não estou falando do atendimento via <strong>WhatsApp, que tem se consolidado como principal plataforma de atendimento</strong> em vários serviços, principalmente os relacionados a tele entrega&#8230; Pelo menos não dá forma como você imagina. Estamos falando dos <em>bots</em>.<br />
Muitas empresas acreditam que estes robôs podem estar envolvidos nesta próxima grande revolução da interação entre pessoas e marcas. Facebook, Microsoft, Telegram, WhatsApp, WeChat, Kik Messenger e tantos outros aplicativos de mensagens devem ser os responsáveis por essa grande revolução.<br />
Bots, para quem não está familiarizado com o termo, seria o diminutivo de <em>robot</em> (robô em inglês), mas a forma mais clara de descrever este termo seriam <em>softwares de respostas automáticas</em>. Também chamados de <em>web robots</em>, estes software são programados para executar tarefas pré-definidas e assim conseguem gerenciar tarefas de forma automatizada baseada em cada <em>input</em>/inserção de dados. Os <em>chatbots</em> são o uso desta ferramenta para criar conversas -chats-, gerenciando perguntas e respostas durante uma interação com pessoas reais.</p>
<h2 id="os-bots-são-a-próxima-grande-interface-de-interação">Os bots são a próxima grande interface de interação</h2>
<p>Não que eles sejam uma nova ferramenta, pois provavelmente você já interagiu com esse tipo de software antes. Tele-marketing com atendimento por telefone? Bots! Recarga de telefone por SMS? Bots!<br />
<figure id="attachment_19558" aria-describedby="caption-attachment-19558" style="width: 208px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19558 size-medium" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/interacao-por-bot-operadora-vivo-208x250.png" alt="interacao-por-bot-operadora-vivo" width="208" height="250" /><figcaption id="caption-attachment-19558" class="wp-caption-text">Interação com um robô da Operadora Vivo através de SMS.</figcaption></figure><br />
Como você pode notar, os bots não são uma novidade técnica, pois existem há bastante tempo, mas eles ganharam uma nova “casa” e agora estão mais acessíveis em uma ferramenta que já é comum aos usuários. As ferramentas de comunicação instantânea! Sim, Whatsapp, Facebook Messenger, Telegram… Todos esses que você já conhece.<br />
O Telegram, por exemplo, mais conhecido por seus chats secretos, já oferece a opção de criação de Bots e também já possui vários em funcionamento. Não há casos de Bots sendo usado para relacionamento dentro da ferramenta, mas isso é devido a sua popularidade limitada do aplicativo. Porém, sua loja de <em>bots</em> já é bem extensa, como você pode conferir no link de lançamento <a href="https://telegram.org/blog/bot-revolution" target="blank" rel="noopener noreferrer">neste post sobre bots</a> e também nos post sobre os <a href="https://telegram.org/blog/inline-bots" target="blank" rel="noopener noreferrer">inline bots</a>, que é uma integração maior dos <em>bots</em> com o Telegram.<br />
O WhatsApp é uma ferramenta muito fechada e ainda não houveram muitas informações sobre <em>bots</em> para ele, mas certamente isso deve aparecer em algum momento. Isso não quer deixar que não existam as formas não oficiais de <em>bots</em>. O Max é um bot de WhatsApp que surgiu no começo de 2016 e facilita a criação e gerenciamento de eventos dentro dos grupos, como você confere no site deste <em>chat bot</em>, <a href="https://www.maxapp.co/" target="blank" rel="noopener noreferrer">www.maxapp.co</a>.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19556" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/maxapp-organizador-eventos-whatsapp.jpg" alt="maxapp-organizador-eventos-whatsapp" width="1100" height="709" /><br />
Por outro lado, o Facebook, hoje dono do WhatsApp, já está testando ferramentas de <em>bots</em> que fazem parte da evolução do Facebook Messenger para um plataforma, <a href="https://developers.facebook.com/docs/messenger-expressions" target="_blank" rel="noopener noreferrer">com mais detalhes aqui</a>. Um dos primeiros parceiros de negócios a testar a solução é a KLM, companhia de aviação. Através do Chat do Facebook é possível ter uma interação completa de atendimento, sem a necessidade de baixar mais um aplicativo, sem a necessidade de aprender uma nova ferramenta. No vídeo abaixo você confere o funcionamento desta funcionalidade da KLM.<br />
[youtube https://youtu.be/PGLASey3MAE /]<br />
Fora do circuito de apps populares, principalmente no mercado asiáticos, os <em>bots</em> fazem muito sucesso no <strong>Kik Messenger</strong> e <strong>WeChat</strong>, que já possuem até uma loja de <em>bots</em> &#8211; lançada recentemente &#8211; que você pode ativar, como a do Kik, que você pode conhecer através do link <a href="https://bots.kik.com/" target="blank" rel="noopener noreferrer">https://bots.kik.com/</a> &#8211; abaixo você confere o funcionamento do <em>bot</em> do <em>The Weather Channel</em> em funcionamento.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19559" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/interacao-weather-channel-kik-messenger-bot.png" alt="interacao-weather-channel-kik-messenger-bot" width="800" height="691" /><br />
&nbsp;</p>
<h2 id="revolução-das-interações-ou-apenas-um-facilitador">Chatbots são a revolução das interações ou apenas um facilitador?</h2>
<p>Apesar de algumas pessoas venderem essa solução como uma grande revolução, aparentemente ela é apenas um facilitador. Quem trabalha interagindo diariamente com pessoas em redes sociais sabe que uma parte enorme das interações é repetitiva, ou seja, você responde boa parte das intenções da mesma forma. Para este caso, talvez os bots sejam muito úteis e consigam resolver muitos problemas.<br />
Recentemente falamos das <a href="https://www.midiatismo.com.br/gerenciando-as-interacoes-no-facebook-atraves-do-facebook-messenger-para-paginas" target="blank" rel="noopener noreferrer">dicas para o Facebook Messenger</a> e uma das funcionalidades disponíveis que comentamos são as respostas automáticas. Ainda longe de se um <em>chatbot</em>, as respostas automáticas são o princípio disso e ajudam a oferecer uma primeira resposta ao fãs que entram em contato. É claro que isso deva ser feito com muito cuidado, afinal <a href="http://metropolitanafm.uol.com.br/novidades/entretenimento/nicole-bahls-da-respostas-automaticas-no-facebook-e-viraliza-na-internet" target="blank" rel="noopener noreferrer">respostas automáticas podem ser perigosas</a>.<br />
Parmy Olson, da Forbes, <a href="http://www.forbes.com/sites/parmyolson/2016/02/10/kik-bots-messaging-facebook-wechat/" target="blank" rel="noopener noreferrer">publicou recentemente</a> uma matéria muito interessante sobre o Kik e a sua enorme batalha contra o Facebook no que ela chamou de <em>A Nova Guerra das Mensagens</em>, mostrando que dezenas de empresas já usam os <em>chatbots</em> para interagir com os seus consumidores e dezenas delas aceitam pagamento através dele.<br />
<figure id="attachment_19555" aria-describedby="caption-attachment-19555" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19555 size-full" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/bauer-cafe-bot-kik-comprando-cafe.jpg" alt="bauer-cafe-bot-kik-comprando-cafe" width="640" height="568" /><figcaption id="caption-attachment-19555" class="wp-caption-text">Foto de Parmy Olson (Forbes)</figcaption></figure><br />
Apesar de você poder visualizar o cardápio, pedir recomendações baseadas no seu histórico e até fazer o pagamento através destes robôs, eles não devem ser a única interface de atendimento com o consumidor, mas devem auxiliar &#8211; e muito &#8211; para que seja cada vez mais fácil e eficiente satisfazer o cliente. Pense que um <em>chatbots</em> sabe, através do nome de usuário, o histórico de compras de cada pessoa.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">Bots are here to make your life easier. Find them all in the Bot Shop on Kik. <a href="https://t.co/E0O4uPeT4X">pic.twitter.com/E0O4uPeT4X</a></p>
<p>&mdash; Kik (@Kik) <a href="https://twitter.com/Kik/status/717381699143868416?ref_src=twsrc%5Etfw">April 5, 2016</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br />
Os bots levantam muito problemas, afinal, não é fácil nem para um ser humano interagir com outro ser humano, imagina deixar essa tarefa para um robô. Eu já tive experiências terríveis com <em>chatbots</em> por telefone (sim, Bradesco, estou falando de você!) e qualquer projeto neste sentido envolve muitos riscos, como a Tay.ai, um robô que não apenas interagia com as pessoas no Twitter, mas aprendia com elas… mas não demorou muito para ela se tornar <a href="http://gizmodo.uol.com.br/microsoft-desculpas-racismo-tay/" target="blank" rel="noopener noreferrer">um monstro racista</a>.<br />
Falando em Microsoft, ao invés de apenas criarem um bot para o seus serviços de mensagens, eles criaram um <em>framework</em> completo que deve facilitar a criação e adaptação destes robôs para o Skype, Slack e diversas outras plataformas. Se você tem interesse, pode acessar <a href="https://dev.botframework.com/" target="blank" rel="noopener noreferrer">dev.botframework.com/</a> para mais informações.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19557" src="https://www.midiatismo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/microsoft-bot-framework-exemplo.jpg" alt="microsoft-bot-framework-exemplo" width="1100" height="493" /><br />
Grandes portais de mídia também investem nos <em>chatbots, </em>como<a href="http://digiday.com/platforms/washington-chatbots-news/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> a investida do Washington Post</a> que está criando um um robô capaz de entregar a você as notícais mais relevantes do dia para você. Personalização sem a necessidade de um novo aplicativo.<br />
[vimeo https://vimeo.com/162461363 /]</p>
<h2 id="o-fim-dos-aplicativos">O fim dos aplicativos</h2>
<p>Um dos pontos mais relevantes para as marcas e empresas sobre essa nova interface é que ela está substituindo os aplicativos o que torna mais fácil a aceitação por parte dos usuários e também mais barato para as marcas.<br />
Apesar de o espaço interno dos smartphones atuais ser muito mais evoluído do que tínhamos antigamente, muitos usuários ainda sofrem com a falta de espaço de memória interna. Sem contar que, além do espaço, novos aplicativos gastam plano de dados e também memória RAM do aparelho, portanto se você pode resolver o problema do seu cliente com um <em>chatbot</em>, talvez você esteja lhe fazendo um grande favor.</p>
<blockquote><p>A era dourada dos aplicativos móveis já terminou. Os americanos estão baixando uma média de 0 deles por mês. A maioria de nós já tem todos os apps que precisa e restringe a alguns apps de mensagens e redes sociais. Então, ao invés de gastar milhares de dólares empurrando um aplicativo a um público relutante, empresas como a Bauer Kitchen estão levando o seu negócios a serviços como o Kik, Facebook Messenger e Whatsapp que os seus consumidores já usam para trocar mensagens. <cite>Parmy Olson</cite></p></blockquote>
<h2>Como fazer o meu próprio Chatbot?</h2>
<p>Ainda é um processo &#8220;novo&#8221; e complicado, mas certamente será mais fácil com o passar do tempo e com o surgimento de novas ferramentas.<br />
O Facebook anunciou em sua conferência anual, o F8, uma  ferramenta de criação de bots dentro do Messenger, que agora é tratado como plataforma. Mais informações sobre os <a href="https://developers.facebook.com/products/messenger/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bots dentro do Facebok você tem neste link</a>. O <a href="https://core.telegram.org/bots/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Telegram tem o /botfather</a> que pode lhe auxiliar a criar um <em>bot</em> dentro da ferramenta, assim como o <a href="https://dev.kik.com/#/home" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Kik também já possui documentação</a> para isto.<br />
Se você for um programador experiente, pode usar  <em>Bot Builder</em> da Microsoft para criar o seu próprio bot. O código e instruções estão disponíveis na<a href="https://github.com/Microsoft/BotBuilder" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> página do Github do projeto</a>.</p><p>The post <a href="https://www.midiatismo.com.br/chatbots-o-futuro-da-interface-de-interacao-entre-consumidor-e-empresa">ChatBots: O futuro da interface de interação entre consumidor e empresa.</a> first appeared on <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p><p>O post <a href="https://www.midiatismo.com.br/chatbots-o-futuro-da-interface-de-interacao-entre-consumidor-e-empresa">ChatBots: O futuro da interface de interação entre consumidor e empresa.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.midiatismo.com.br"></a>.</p>
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