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	<title>Notas sobre Segurança</title>
	
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	<description>Segurança de computadores, redes e sistemas de informação</description>
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		<title>passfault, da OWASP</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 18:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma ferramenta útil para avaliar a qualidade das passwords, integrável nas plataformas web atuais, (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/04/passfault-owasp.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/owasp-passfault.jpg" class="cleantypeImage" alt="OWASP: Passfault" border="0" title="passfault, da OWASP" /></a></p><p>  Mais uma ferramenta útil para avaliar a qualidade das <em>passwords</em>, integrável nas plataformas <em>web</em> atuais, uma peça importante para quem quiser reforçar as políticas de segurança dos <em>websites</em>: <strong>passfault</strong>, uma solução <em>open source</em> em transição para a OWASP.  </p>  <p>  Não vou discorrer muito sobre o tema por aqui: o como e o porquê estão bem explicados em <a href="http://passfault.com">passfault.com</a>.  </p>  <p>  Se preferirem experimentar o sistema de avaliação ainda antes de passarem pelo lero-lero, podem seguir diretamente para a <a href="https://passfault.appspot.com/password_strength.html">página de <em>tryout</em></a>. Experimentem variações das opções de análise disponíveis e... divirtam-se! <strong>;&nbsp;)</strong>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/2WkTLWQOjlM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>QUARTA: Confraria de Segurança da Informação, Abril 2012</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/H317vewxt2c/quarta-confraria-de-seguranca-da-informacao-abril-2012.html</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 17:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste mês acontece mais cedo, no dia 18, porque o dia 25 é, como sabem, (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/04/quarta-confraria-de-seguranca-da-informacao-abril-2012.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/confraria-seguranca-informacao-ap2si-abril-2012.jpg" class="cleantypeImage" alt="Confraria de Segurança da Informação, Abril 2012" border="0" title="QUARTA: Confraria de Segurança da Informação, Abril 2012" /></a></p><p>  Neste mês acontece mais cedo, no dia 18, porque o dia 25 é, como sabem, feriado nacional.  </p>  <p>  Os temas desta edição serão os seguintes:  </p>  <ol>  <li><q><em>The future of IT outsourcing & cloud computing</em></q> &ndash; <a href="http://pt.linkedin.com/pub/julio-pereira/1/ab/161">Júlio Pereira</a>;</li>  <li><q>Túneis: SSL ou IPSec?</q> &ndash; <a href="http://www.linkedin.com/profile/view?id=11051822&locale=en_US&trk=tyah">Paulo Baptista</a>.</li>  </ol>  <p>  O encontro começa às 18:30, prolonga-se até às 20:00, e o sítio, tal como nas últimas edições, será no Fórum Picoas, em Lisboa. A sala? Desta vez iremos para a Sala Nobre.  </p>  <p>  Já sabem que o evento é <em>à borlix</em> e que tem o alto patrocínio da <a href="https://ap2si.org">AP<sup>2</sup>SI</a> (e do SAPO/PT que tem lá uns gajos porreiros que nos aturam e emprestam o espaço por duas horas <strong>;&nbsp;)</strong> ...)  </p>  <p>  Por último, as inscrições (informais) estão a ser reunidas no LinkedIn em <a href="http://linkd.in/Im26Ej">linkd.in/Im26Ej</a>. Não é obrigatório passarem por lá mas, se tiverem oportunidade, deixem uma cruz para termos uma ideia sobre os participantes, ok? TIA! <strong>;&nbsp;)</strong>  </p>  <p>  E pronto, está tudo dito. <em>Just be there!</em>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/H317vewxt2c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>[NP] Experiências de quase-morte. Ou mais ou menos.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/3X-9xuwo0Fg/np-experiencias-de-quase-morte-ou-mais-ou-menos.html</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[5:21 Expulsam-me com violência, como a personagem de um western que voa pela meia-porta do (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/04/np-experiencias-de-quase-morte-ou-mais-ou-menos.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/areia-a-escapar-se-por-entre-os-dedos.jpg" class="cleantypeImage" alt="Areia a escapar-se por entre os dedos" border="0" title="[NP] Experiências de quase-morte. Ou mais ou menos." /></a></p><p>  <strong>5:21</strong>  </p>  <p>  Expulsam-me com violência, como a personagem de um <em>western</em> que voa pela meia-porta do bar mais chungoso de Little Town, aterrando de costas no meio da rua, no meio do pó, atónito, sem perceber o como e o porquê da posição.  </p>  <p>  <q><em>Foge! Sai daqui, larga o sonho! Acorda, caralho!</em></q>  </p>  <p>  <strong>1 segundo.</strong>  </p>  <p>  O despertar violento é sucedido, quase de imediato, pelo reconhecimento da pintura. Raramente a vi mas reconheço-lhe os traços, sei de cor as nuances, sinto-lhe o cheiro do óleo junto às ventas. É intenso. Fica-nos gravado na alma e segue connosco até ao fim.  </p>  <p>  Não consigo respirar.  </p>  <p>  <strong>2 segundos.</strong>  </p>  <p>  A primeira tentativa, ainda ligeira, ainda a medo, confirma a intuição: o ar não passa. Não entra, não quer entrar, teima em ficar à porta, desgostado, sentido por qualquer coisa que lhe fizeram, de braços cruzados, amuado, a olhar para o alto a fazer beiço.  </p>  <p>  Segunda tentativa.  </p>  <p>  <strong>3 segundos.</strong>  </p>  <p>  <q><em>Tou fodido.</em></q>  </p>  <p>  Sinto o primeiro disparo de adrenalina a invadir as veias, a irrigar os centros de controlo, os órgãos, os músculos, o sinal de alerta a ecoar pelo corpo todo,  </p>  <p>  <q>Scramble! Scramble!</q>  </p>  <p>  as posições de combate a serem ocupadas por soldados pequeninos, os mecânicos a darem corda aos motores dos Spitfires, enquanto os pilotos voam sobre as asas para entrarem nos <em>cockpits</em>: <em>The game is ON</em>.  </p>  <p>  Terceira tentativa. Quarta. Para fora, agora. Nada.  </p>  <p>  <strong>4 segundos.</strong>  </p>  <p>  Pânico instalado. O corpo ergue-se num salto involuntário, ajoelha-se, dobra-se ligeiramente e assume uma posição arqueada, um sargento Elias, preparando-se para a contração dos músculos e o esforço derradeiro, super-humano, para acabar com a brincadeira que já vai longa, que já não tem graça,  </p>  <p>  <q><em>Parem lá com isso, foda-se!</em></q>  </p>  <p>  que pode correr mal. Mesmo mal.  </p>  <p>  Agora! Vá! Com força!  </p>  <p>  <strong>5 segundos.</strong>  </p>  <p>  O engasgo. O som asmático dos brônquios em luta com alguma coisa que não é ar, que não devia estar ali, que não sei como entrou &ndash; sorrateiramente, à traição, com toda a certeza! &ndash; que não consigo expelir, que vai entalar-me.  </p>  <p>  Bato-lhe com força. Acorda! Ajuda-me!  </p>  <p>  <q><em>O que foi? O que foi?? Miguel??</em></q>  </p>  <p>  <strong>6 segundos.</strong>  </p>  <p>  Atabalhoação.  </p>  <p>  Um pesadelo, provavelmente. Estava num pesadelo e acordou estremunhado, aparvalhado. Pronto, pronto, já passou, Miguel, está tudo bem. Sim?  </p>  <q><em>Miguel??</em></q>  </p>  <p>  O corpo contorce-se, debate-se, tenta aspirar e expirar o gás, sem sucesso, numa cena que faz lembrar um filme de mafiosos, num daqueles momentos em que alguém tem um saco de plástico amarrado na cabeça. Mas sem o saco.  </p>  <p>  <strong>7 segundos.</strong>  </p>  <p>  A Revolução dos Cravos. Passavam dois meses quando o publicou. Intitulou-o, ao artigo, "<em>Pop Goes the Cafe Coronary</em>". O movimento, esse, é conhecido pela Manobra de Heimlich.  </p>  <p>  Percebeu, finalmente. Está a colocar-se na posição para o abraço. Sinto-a envolver-me e apertar o nó. Ainda me safo. Ainda não é desta.  </p>  <p>  <strong>8 segundos.</strong>  </p>  <p>  Primeiro aperto. Sem muita força, mas suficiente para sentir que alguma coisa se deslocou, desprendeu-se, abriu um espaço por onde saiu algum ar. Não entrou quase nada mas já se vê uma luz. Pequenina, é certo, mas já se vê.  </p>  <p>  Ainda me safo. Ainda não é desta.  </p>  <p>  <strong>9 segundos.</strong>  </p>  <p>  Nova tentativa a solo. Uma merda. Estou na mesma: mal entra, mal sai. Mais adrenalina. Mais sons asmáticos. Mais convulsões.  </p>  <p>  Mais tentativas.  </p>  <p>  <strong>15 segundos.</strong>  </p>  <p>  Já tentaram suster a respiração e cronometrá-la? Eu, já. Provavelmente fizemo-lo todos. Na infância, pelo menos. Várias vezes. Achava piada à brincadeira e tentava ultrapassar o meu próprio tempo. Tenho uma ideia muito vaga sobre os registos, mas lembro-me que não eram poucos segundos. Também não seriam minutos. Talvez um minuto. Ou um minuto e tal, não sei...  </p>  <p>  Parece-me ridículo passar-me do juízo quando passou tão pouco tempo. Mas há um aspeto que abre um abismo entre essas brincadeiras e uma situação tão real: Não temos o controlo; não temos a certeza se vamos conseguir ultrapassá-la.  </p>  <p>  <strong>16 segundos.</strong>  </p>  <p>  Escuro. Luz difusa por entre as frestas da persiana, silêncio quebrado apenas pelos espasmos. Dois corpos. Sem voz.  </p>  <p>  Lembras-te de quando te falo em atuar de forma adequada, com energia, com eficácia, nas situações de crise? E de como distingo as situações normais desses momentos mais críticos? Lembras-te disso? Este, é um desses momentos. Não guardes a energia para o futuro porque não haverá futuro se a guardares.  </p>  <p>  Faz isso com força, como se não houvesse o amanhã, como se o mundo dependesse desse abraço, como se a minha vida dependesse &ndash; e depende! &ndash; dos teus braços! Parte-me as costelas, se preciso for! Várias vezes, vá! Com força, sem meiguices!!  </p>  <p>  <strong>20 segundos, mais coisa, menos coisa.</strong>  </p>  <p>  Ar. Ar, finalmente. Não apenas ar, mas a promessa de mais ar, de mais dias, de um futuro que não acaba hoje, ainda não, ainda não é desta, ainda não apaguei a vela, e, em abono da verdade, nesta situação, não conseguiria, mesmo que quisesse.  </p>  <p>  Não, não ponhas o CD dos Doors nem mandes baixar as luzes. Já não é preciso.  </p>  <p>  <strong>60 horas. Epílogo.</strong>  </p>  <p>  Nós, enquanto humanos, sentimos uma tendência natural para criarmos mecanismos de defesa, proteções, coisas que nos permitam evitar, mais do que enfrentar, as ameaças externas e os riscos. É legitimo, é importante, e, claro, é adaptativo (<strong>!</strong>)  </p>  <p>  No entanto, há um aspeto que, regra geral, descuramos e que é igualmente importante: Os mecanismos que nos permitem reagir e, sobretudo, ultrapassar e recuperar do impacto em situações de crise.  </p>  <p>  E porquê, <em>I hear you ask</em>? Porque temos a convicção (a fé?) que conseguimos, simplesmente, evitá-las. E isto, meus amigos, não pode ser menos verdadeiro &ndash; não conseguimos controlar todas as coisas; temos que assumir que as ameaças podem concretizar-se, independentemente do que possamos fazer para evitá-las.  </p>  <p>  Dito de outra forma, <em>shit <strong>does</strong> happen</em>. E eu, pela minha parte, já comecei a preparação: aprender a variante a solo da Manobra de Heimlich. Porque posso estar sozinho da próxima vez e...  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/3X-9xuwo0Fg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Enigma Simulator</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 14:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Isto é giro (!) Um simulador da máquina de criptografia Enigma para equipamentos Android, um (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/04/enigma-simulator.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/enigma-simulator.jpg" class="cleantypeImage" alt="Enigma Simulator" border="0" title="Enigma Simulator" /></a></p><p>  Isto é giro (<strong>!</strong>) Um simulador da máquina de criptografia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Enigma_(máquina)">Enigma</a> para equipamentos Android, um simulador da máquina de cifra mais usada pelos alemães ao longo da segunda guerra mundial.  </p>  <p>  Querem experimentá-la? Sigam por aqui: <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=uk.co.franklinheath.enigmasim">play.google.com/...</a>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/vNfX0jLWeoc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>QUARTA: Confraria de Segurança da Informação @ PICOAS</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 14:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um mês, mais uma edição da Confraria. Os detalhes: Quem organiza? A AP2SI; Quando? (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/03/quarta-confraria-de-seguranca-da-informacao-picoas-2.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/confraria-seguranca-informacao-ap2si-marco-2012.jpg" class="cleantypeImage" alt="Confraria de Segurança da Informação, Março 2012 @ PICOAS" border="0" title="QUARTA: Confraria de Segurança da Informação @ PICOAS" /></a></p><p>  Mais um mês, mais uma edição da Confraria. Os detalhes:  </p>  <ol>  <li><strong>Quem organiza?</strong> A <a href="https://ap2si.org">AP<sup>2</sup>SI</a>;</li>  <li><strong>Quando?</strong> Quarta-feira, 28, entre as 18:30 e as 20:00;</li>  <li><strong>Onde?</strong> No Auditório 2 do Fórum Picoas, em Lisboa;</li>  <li><strong>O custo?</strong> Nenhum &ndash; a entrada é livre;</li>  <li><strong>Os temas?</strong> São os seguintes:</li>  <ul>  <li><strong>18:30: "Protecção de Infra-estruturas Críticas Nacionais e Segurança do Ciberespaço".</strong> O mundo em que vivemos apresenta várias dimensões de risco para a sociedade e para a economia. No início deste século, em resposta à ameaça terrorista, surgiram os primeiros Planos Nacionais de Protecção de Infra-estrutruras Críticas que envolvem os sectores da Energia, Comunicações, Água, Transportes, etc, com o objectivo de prevenir os ataques e responder de forma a assegurar a continuidade destes serviços vitais. Mas outras ameaças, como as catástrofes naturais e os ataques do ciberespaço, foram emergindo com frequência na primeira década do século XXI, o que implicou que os Planos Nacionais de Protecção de Infra-estruturas Críticas passaram a incorporar acções específicas para endereçar estes riscos. Actualmente, os ataques do Ciberespaço são uma realidade que afecta os Governos e as Empresas e é necessário que Portugal esteja preparado para responder a esta ameaça real, através de um Programa Nacional de Protecção de Infra-estruturas Críticas que envolva o Estado e as Empresas detentoras destas infra-estruturas vitais, criando as condições para poder monitorizar, prevenir e responder a esta ameaça &ndash; <a href="http://pt.linkedin.com/pub/cristina-alberto/3/714/2b7">Cristina Alberto</a>;</li>  <li><strong>19:15: "Criptografia assimétrica: A 'vaca sagrada' da Infosec".</strong> A maioria dos informáticos, incluíndo os que trabalham em segurança, tem apenas noções básicas sobre criptografia assimétrica. A maioria de nós sabe utilizar os vários algoritmos, embora desconheça como operam. Nesta <em>talk</em> pretendo falar um pouco mais em detalhe sobre estes algoritmos, em particular o RSA. Irei falar sobre aplicações práticas de criptografia assimétrica (desde o SSL, passando pela Playstation 3 até ao Cartão do Cidadão), limitações dos algoritmos, ataques aos mesmos e falhas de implementação recentemente conhecidas. O objectivo principal desta <em>talk</em> é desmistificar esta "vaca sagrada" que é a criptografia assimétrica, demonstrando que não é uma panaceia: também tem falhas e limitações &ndash; <a href="">Luís Grangeia</a>;</li>  </ul>  <li><strong>A inscrição?</strong> No LinkedIn, por aqui: <a href="http://linkd.in/GBPgA5">linkd.in/GBPgA5</a>.</li>  </ol><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/-FiO3MSEDpU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>(IN)SECURE. Março. 2012</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/KNVEddX4QnI/insecure-marco-2012.html</link>
		<comments>http://miguelalmeida.pt/2012/03/insecure-marco-2012.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[PDF disponível em net-security.org/...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/03/insecure-marco-2012.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/insecure-marco-2012.jpg" class="cleantypeImage" alt="(IN)SECURE. Março. 2012" border="0" title="(IN)SECURE. Março. 2012" /></a></p><p>  PDF disponível em <a href="http://net-security.org/dl/insecure/INSECURE-Mag-RSA2012.pdf">net-security.org/...</a>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/KNVEddX4QnI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Recrutamento @ BdP</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/RisnQGxQWX4/recrutamento-bdp.html</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 14:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empregos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois anúncios interessantes na área da segurança, mais dois na área de arquitetura, engenharia e (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/03/recrutamento-bdp.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/logotipo-banco-de-portugal.jpg" class="cleantypeImage" alt="Logotipo do Banco de Portugal" border="0" title="Recrutamento @ BdP" /></a></p><p>  Dois anúncios interessantes na área da segurança, mais dois na área de arquitetura, engenharia e desenvolvimento de sistemas.  </p>  <p>  Candidaturas até 26 do corrente e 2 do próximo.  </p>  <p>  O endereço? Por aqui: <a href="http://www.bportugal.pt/pt-PT/OBancoeoEurosistema/Recrutamento/Paginas/default.aspx">www.bportugal.pt/...</a>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/RisnQGxQWX4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Seminário: Direito. Análise forense. Processo de auditoria</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/QDXmJjn9p0c/seminario-direito-analise-forense-processo-de-auditoria.html</link>
		<comments>http://miguelalmeida.pt/2012/03/seminario-direito-analise-forense-processo-de-auditoria.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 06:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Diretamente do site do evento: "A Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras promove (...)"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/03/seminario-direito-analise-forense-processo-de-auditoria.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/seminario-seguranca-informatica-estgf-politecnico-porto.jpg" class="cleantypeImage" alt="Seminário em Segurança Informática @ ESTGF, Instituto Politécnico do Porto" border="0" title="Seminário: Direito. Análise forense. Processo de auditoria" /></a></p><p>  Diretamente do <em>site</em> do evento:  </p>  <blockquote>  <p>  A <strong>Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras</strong> promove no dia <strong>29 de março pelas 16h30</strong> um seminário em <strong>Segurança Informática</strong>. O seminário foca as áreas do direito, da investigação e análise forense subjacente e do processo de governação informática e gestão e risco exercido nas organizações. Ele conta com especialistas de cada uma das áreas e pretende ser um contributo para as empresas, organizações e profissionais que, em fase de crescimento do problema, se veem confrontados com o risco ou problemas motivados por falhas ao nível da segurança informática.  </p>  <p>  O evento é gratuito e é dirigido para os estudantes do ensino superior, advogados, solicitadores, agentes da lei, professores do ensino superior e secundário, empresários/gestores e responsáveis por departamentos de informática ou departamentos jurídicos.   </p>  </blockquote>  <p>  Interessados? Sigam por aqui: <a href="http://www.estgf.ipp.pt/eventos/seminario-em-seguranca-informatica-o-direito-a-analise-forense-e-o-processo-de-auditoria">www.estgf.ipp.pt/...</a>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/QDXmJjn9p0c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>OS X Lion. SSH. PKCS#11. CC</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/KLAL1yZnVrc/os-x-lion-ssh-pkcs11-cc.html</link>
		<comments>http://miguelalmeida.pt/2012/02/os-x-lion-ssh-pkcs11-cc.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 18:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta nota é um complemento ao artigo anterior, sobre a utilização do Cartão de Cidadão (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/02/os-x-lion-ssh-pkcs11-cc.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/os-x-lion-ssh-pkcs11-cc.jpg" class="cleantypeImage" alt="OS X Lion. SSH. PKCS#11. CC" border="0" title="OS X Lion. SSH. PKCS#11. CC" /></a></p><p>  Esta nota é um complemento ao artigo anterior, sobre a utilização do <a href="http://miguelalmeida.pt/2012/02/logon-ssh-cartao-de-cidadao.html">Cartão de Cidadão para autenticar utilizadores em SSH</a>, um complemento que me parece necessário para o contexto específico do OS X Lion.  </p>  <p>  Por razões que a Apple conhecerá, a versão do cliente SSH incluída no Lion não suporta PKCS#11 e não permite, por isso, a utilização direta do CC.  </p>  <p>  Os parágrafos seguintes apresentam, num registo minimalista, os passos necessários para (<strong>i</strong>) instalar o OpenSC, (<strong>ii</strong>) instalar uma versão nova do OpenSSH, e (<strong>iii</strong>) usar as ferramentas para aceder a um serviço SSH remoto.  </p>  <ol>  <li><strong>O enquadramento <em>hard & soft</em></strong></li>  <ul>  <li>Um servidor virtual Linux com <a href="http://www.centos.org/">CentOS 6.2</a>;</li>  <li>Um MacBook com a encarnação 10.7.3 do <a href="http://www.apple.com/macosx/">OS X</a> (Lion):</li>  <li>Um leitor de <em>smart cards</em> <a href="http://www.hidglobal.com/prod_detail.php?prod_id=188">Omnikey Cardman 3121</a>; e</li>  <li>Um <a href="http://www.cartaodecidadao.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=19&Itemid=29&lang=pt">Cartão de Cidadão</a> Português;</li>  </ul>  <li><strong>A instalação do OpenSC</strong></li>  <ul>  <li><a href="http://www.opensc-project.org/downloads/nightly/staging/macosx-10.6/">Transferir a última <em>nightly staging build</em></a> e instalá-la (usei a <em>build89</em>, de 4 de Fevereiro, sem problemas). A <a href="http://www.opensc-project.org/files/opensc/OpenSC-0.12.2-10.6.dmg">versão <em>release</em></a> seria uma opção melhor mas, infelizmente, não instala no Lion; só no Snow Leopard.</li>  </ul>  <li><strong>A instalação do OpenSSH &mdash; opção #1, estilo <em>Lazy Dog</em></strong></li>  <ul>  <li><a href="http://miguelalmeida.pt/docs/openssh_5.9p1.os_x_lion.tar.gz">Transferir um pacote com os binários</a> que eu próprio compilei e executar, num terminal em contexto administrativo, "sudo tar -C / -xzvf openssh_5.9p1.os_x_lion.tar.gz". Os ficheiros aterrarão em /usr/local/...</li>  </ul>  <li><strong>A instalação do OpenSSH &mdash; opção #2, estilo <em>Die-hard MoFo</em></strong></li>  <ul>  <li><a href="http://itunes.apple.com/pt/app/xcode/id497799835?mt=12">Instalar o Xcode a partir da App Store</a>. Em seguida, lançar o Xcode, navegar pelas <em>Preferences</em> até <em>Downloads</em> &rarr; <em>Components</em> e instalar as <em>Command Line Tools</em>;</li>  <li><a href="http://ftp.OpenBSD.org/pub/OpenBSD/OpenSSH/portable/openssh-5.9p1.tar.gz">Transferir o código fonte do OpenSSH</a> e expandi-lo para uma pasta, recorrendo, por exemplo, a um terminal: "mkdir ~/tmp; tar -C ~/tmp -xzvf openssh-5.9p1.tar.gz"; e</li>  <li>Configurar, compilar e instalar os binários, a partir da pasta onde colocaram o código fonte. Apenas como exemplo, "cd ~/tmp/openssh-5.9p1; ./configure; make; sudo make install".</li>  </ul>  <li><strong>A identificação da chave e configuração do servidor</strong></li>  <ul>  <li>Introduzir o CC no leitor, executar "pkcs15-tool --list-keys", e identificar o campo <strong>ID</strong> correspondente a "Private RSA Key [CITIZEN AUTHENTICATION KEY]". Em seguida, executar "pkcs15-tool --read-ssh-key <strong><em>ID</em></strong> | grep "ssh-rsa" > ~/Documents/authorized_keys";</li>  <li>Copiar a chave para o servidor, para a conta que irá ser autenticada com o CC, colocando-a em "~/.ssh/authorized_keys". Garantir a posse da pasta "~/.ssh" e do ficheiro "authorized_keys", e atribuir permissões exclusivas ao utilizador (e.g. "chmod 700 ~/.ssh" e "chmod 600 ~/.ssh/authorized_keys"); e</li>  <li>Garantir que a configuração do <em>daemon</em> SSH aceita autenticação com chaves públicas (ou seja, por outras palavras, que o ficheiro "/etc/ssh/sshd_config" contém as linhas "PubkeyAuthentication yes" e "AuthorizedKeysFile %h/.ssh/authorized_keys", ou que, mesmo não tendo essas linhas, esses valores são assumidos por omissão).</li>  </ul>  <li><strong>A utilização do novo SSH no Lion</strong></li>  <ul>  <li>A forma mais simples para usar a nova versão do SSH, sem configuração adicional, é a seguinte: "/usr/local/bin/ssh -I /usr/lib/opensc-pkcs11.so <em>utilizador@servidor</em>";</li>  <li>A segunda forma mais simples passa pela inclusão da linha "PKCS11Provider /usr/lib/opensc-pkcs11.so" no final do ficheiro de configuração do SSH (em "/usr/local/etc/ssh_config"). A partir desse momento o comando pode ser executado sem a referência à biblioteca do OpenSC, e.g.  "/usr/local/bin/ssh <em>utilizador@servidor</em>";</li>  <li>Para simplificarem ainda mais, podem acrescentar uma abreviatura no ficheiro "~/.profile". Por exemplo, "echo alias ssh11=/usr/local/bin/ssh >> ~/.profile". Poderão executar, a partir daí, "ssh11 <em>utilizador@servidor</em>". E, se quiserem, podem usar esta fórmula para os outros comandos SSH relevantes, e.g. "sftp11=/usr/local/bin/sftp", "ssh11-agent=/usr/local/bin/ssh-agent" e "ssh11-add=/usr/local/bin/ssh-add";</li>  <li>Quando não tiverem a certeza qual dos comandos é invocado, o nativo ou o novo, usem a opção "-v" para identificarem a versão. Por exemplo, "ssh -v". A versão SSH no Lion 10.7.3 é a 5.6p1.</li>  </ul>  <li><strong>A utilização do agente SSH</strong></li>  <ul>  <li>Pessoalmente, prefiro executar os comandos diretamente, sem agentes de autenticação. Mas, em algumas circunstâncias, podem ser necessários. Dito isto (vírgula)</li>  <li>Se quiserem usar o novo agente devem executar, num terminal, "eval `/usr/local/bin/ssh-agent -s`". A chave pública do vosso CC pode ser adicionada ao agente, em seguida, através de "/usr/local/bin/ssh-add -s /usr/lib/opensc-pkcs11.so";</li>  <li>Enquanto mantiverem o terminal aberto, podem usar o SSH ou o SFTP sem introduzirem, novamente, o PIN do CC. E podem usar os comandos nativos do Lion em vez das novas versões, e sem parâmetros adicionais (e.g. "sftp <em>utilizador@servidor</em>")  </li>  <li>Se usarem este agente com o CC, também devem utilizá-lo com as vossas chaves públicas adicionais. Como exemplo, "/usr/local/bin/ssh-add ~/.ssh/id_rsa".</li>  </ul>  </ol>  <p>  E pronto. Mais um tiro, mais um melro <strong>:&nbsp;)</strong> … E prometo que o próximo que abordar o CC será sobre a autenticação na <em>web</em> (<strong>!</strong>)  </p>  <p>  Comentários, correções e sugestões? <em>Be my guests</em> <strong>;&nbsp;)</strong>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/KLAL1yZnVrc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Logon. SSH. Cartão de Cidadão</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/miguelalmeida/~3/kd20LvZgSmc/logon-ssh-cartao-de-cidadao.html</link>
		<comments>http://miguelalmeida.pt/2012/02/logon-ssh-cartao-de-cidadao.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 02:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um apontamento sobre autenticação com o Cartão de Cidadão (CC), desta vez dedicado ao (...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguelalmeida.pt/2012/02/logon-ssh-cartao-de-cidadao.html"><img width="400" height="300" src="http://miguelalmeida.pt/pics/putty-ssh-cartao-de-cidadao.jpg" class="cleantypeImage" alt="Putty (SSH) com Cartão de Cidadão" border="0" title="Logon. SSH. Cartão de Cidadão" /></a></p><p>  Mais um apontamento sobre autenticação com o Cartão de Cidadão (CC), desta vez dedicado ao tema da <em>Secure SHell</em> (SSH), uma solução que encontramos, tipicamente, em sistemas baseados ou inspirados no UNIX, e em equipamentos de comunicações.  </p>  <p>  (Para quem tiver interesse na utilização do CC em ambientes Windows, estão disponíveis neste espaço dois artigos sobre o tema, nomeadamente, (<strong>i</strong>) o <em>logon</em> com CC no Windows <a href="http://miguelalmeida.pt/2012/01/windows-7-logon-cartao-de-cidadao-eidauthenticate.html">em contexto autónomo</a> e (<strong>ii</strong>) <a href="http://miguelalmeida.pt/2012/01/logon-dominio-microsoft-cartao-de-cidadao.html">num contexto de Domínio Microsoft</a>.)  </p>  <p>  Como a variedade de dispositivos que incluem o serviço SSH é imensa e o tempo é sempre limitado, tive que restringir esta experiência a um conjunto reduzido de sistemas. Em concreto, utilizei um servidor Linux com o serviço SSH ativo, e uma máquina cliente com Windows 7. Noutras notas poderei endereçar, eventualmente, outros contextos (e.g. <em>routers</em> com <em>firmware</em> DD-WRT e clientes em OS X Lion).  </p>  <p>  O modelo de autenticação adotado neste ambiente é estritamente local. Adicionalmente, e ao contrário dos artigos anteriores, o mecanismo de autenticação não utiliza os certificados da infraestrutura de chaves públicas do Estado, i.e., não utiliza o modelo de confiança dessa PKI, materializado nos certificados X.509 &ndash; o modelo adotado depende apenas das chaves públicas e privadas dos cartões; não depende dos certificados nem da cadeia de confiança.  </p>  <p>  É importante referir, neste momento, que este apontamento pressupõe que os leitores estão familiarizados com os procedimentos básicos de instalação, configuração e operação dos sistemas envolvidos.  </p>  <p>  Por último, uma ressalva: o texto elabora sobre os aspetos técnicos necessários para utilizar o Cartão de Cidadão neste cenário; não inclui considerações sobre a vertente legal da sua utilização, cuja <a href="http://www.cartaodecidadao.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=107&Itemid=46&lang=pt">legislação relevante está disponível no espaço oficial do cartão</a>.  </p>  <p>  Os parágrafos seguintes apresentam os ingredientes e descrevem a experiência.  </p>  <ol>  <li><strong>O <em>hardware</em></strong></li>  <ul>  <li>Um computador para desempenhar o papel de servidor SSH, físico ou virtual. Os requisitos técnicos não são exigentes, apenas os que forem necesários para instalar e correr uma versão mínima de CentOS, e.g. 512 <em>MBytes</em> de memória, um disco com 4 <em>GBytes</em> disponíveis, e um processador de 32 ou 64 <em>bits</em>;</li>  <li>Um PC para desempenhar o papel de cliente SSH sobre Windows. Nesta experiência usei um computador <a href="http://pt.asus.com/Eee/Eee_PC/Eee_PC_1005PE_Seashell/">ASUS Eee PC 1005PE</a>;</li>  <li>Um leitor de <em>smart cards</em>. Apenas como exemplo (e porque foi o que usei), um <a href="http://www.hidglobal.com/prod_detail.php?prod_id=188">Omnikey Cardman 3121</a>;</li>  <li>Um <a href="http://www.cartaodecidadao.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=19&Itemid=29&lang=pt">Cartão de Cidadão</a> Português; e</li>  <li>Uma infraestrutura adequada para ligar os equipamentos numa rede. O acesso à Internet é opcional para os testes mas é necessário para transferir algumas aplicações.</li>  </ul>  <li><strong>O <em>software</em></strong></li>  <ul>  <li>O <a href="http://www.centos.org">CentOS 6.2</a>, uma variante gratuita do Red Hat Enterprise Linux, para sistema operativo do servidor. Nota: pode ser usada qualquer variante do Linux, desde que tenha um <em>daemon</em> SSH &ndash; e quase todas têm;</li>  <li>O <a href="http://windows.microsoft.com/pt-PT/windows7/products/home">Windows 7</a>, o sistema operativo do computador cliente, numa versão qualquer. Nesta experiência usei a <a href="http://windows.microsoft.com/pt-PT/windows7/products/compare?T1=tab02">versão Starter</a>, incluída no computador;</li>  <li>Os <em>drivers</em> para todos os componentes das máquinas, incluindo &ndash; e destacando-se &ndash; o <em>driver</em> para o leitor de <em>smart cards</em>, se não estiver incluído no próprio Windows;</li>  <li>As ferramentas e bibliotecas <a href="http://www.opensc-project.org">OpenSC</a>, uma coleção de aplicações para <em>smart cards;</em></li>  <li>O <em>software</em> do CC: a <a href="http://www.cartaodecidadao.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102&Itemid=44&lang=pt">Aplicação do Cartão de Cidadão</a>;</li>  <li>O <a href="http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/">PuTTY</a>, um dos clientes SSH mais populares para Windows; e, finalmente,</li>  <li>O <a href="http://www.joebar.ch/puttysc/">PageantSC</a>, um agente SSH que suporta <em>smart cards</em>, uma aplicação derivada do Pageant do PuTTY.</li>  </ul>  <li><strong>O <em>confware</em></strong></li>  <ul>  <li>O ficheiro <a href="http://miguelalmeida.pt/docs/PageantSC-CC-PKCS11.reg">PageantSC-CC-PKCS11.reg</a>, que contém a configuração necessária para o PageantSC usar a biblioteca PKCS#11 do <em>software</em> do CC.</li>  </ul>  <li><strong>A instalação do computador cliente</strong></li>  <ul>  <li>Instalar o Windows 7 e atualizar o sistema, várias vezes, até não estarem disponíveis quaisquer atualizações adicionais;</li>  <li>Se o leitor de cartões não for reconhecido automaticamente pelo Windows, transferir e instalar o <em>driver</em> do leitor. Neste contexto não foi necessário mas, claro, depende do dispositivo que utilizarem;</li>  <li><a href="http://www.opensc-project.org/opensc/wiki/DownloadRelease">Transferir o OpenSC</a> e instalá-lo. Escolher a versão de 32 ou 64 <em>bits</em>, de acordo com o sistema operativo instalado;</li>  <li>Transferir e instalar a aplicação do CC, <a href="http://www.cartaodecidadao.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102&Itemid=44&lang=pt">disponível no espaço do Cartão de Cidadão</a>. Novamente, escolher a versão correcta para o sistema operativo instalado;</li>  <li><a href="http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/download.html">Transferir o PuTTY</a> e instalá-lo. Recomendo a instalação do pacote completo porque inclui o PSFTP, um programa para transferências de ficheiros que também faz parte deste teste; e</li>  <li><a href="http://www.joebar.ch/puttysc/">Transferir o PAgeantSC</a>, o próprio executável <em>pageantsc.exe</em>, e copiá-lo para a pasta do PuTTY.</li>  </ul>  <li><strong>A configuração do PageantSC, o agente SSH</strong></li>  <ul>  <li><a href="http://miguelalmeida.pt/docs/PageantSC-CC-PKCS11.reg">Transferir o ficheiro PageantSC-CC-PKCS11.reg</a> e executar, numa linha de comandos, "regedit PageantSC-CC-PKCS11.reg".</li>  </ul>  <li><strong>A identificação da chave pública do cartão</strong></li>  <ul>  <li>A partir de uma linha de comandos, navegar até à pasta onde foram instaladas as ferramentas do OpenSC, e.g. 'cd "C:\Program Files\OpenSC Project\OpenSC\tools"';</li>  <li>Executar o comando "pkcs15-tool --list-keys". Identificar, nos resultados, o campo <strong>ID</strong> correspondente à chave "Private RSA Key [CITIZEN AUTHENTICATION KEY]"; e</li>  <li>Utilizando esse identificador, executar o comando 'pkcs15-tool --read-ssh-key <em>identificador</em> | find "ssh-rsa" > <em>a-vossa-pasta-de-documentos</em>\authorized_keys'. A vossa chave pública para autenticação fica guardada nesse ficheiro ("authorized_keys") num formato adequado ao SSH.</li>  </ul>  <li><strong>A instalação do servidor Linux</strong></li>  <ul>  <li>Transferir a versão mínima do CentOS 6.2, disponível no <em>mirror</em> da Universidade do Porto, nas variantes de <a href="http://ftp.up.pt/CentOS/6.2/isos/i386/CentOS-6.2-i386-minimal.iso">32 <em>bits</em></a> e <a href="http://ftp.up.pt/CentOS/6.2/isos/x86_64/CentOS-6.2-x86_64-minimal.iso">64 <em>bits</em></a>. Escolher uma variante e instalar o servidor;</li>  <li>Em alternativa, se preferirem outra versão do Linux, podem usá-la desde que garantam que o <em>daemon</em> SSH está ativo e configurado para usar autenticação por chaves públicas (ou seja, por outras palavras, que o ficheiro "/etc/ssh/sshd_config" contém as linhas "PubkeyAuthentication yes" e "AuthorizedKeysFile %h/.ssh/authorized_keys", ou que, mesmo não tendo essas linhas, esses valores são assumidos por omissão); e</li>  <li>Atualizar o sistema com "yum update" (se a versão escolhida for o CentOS; se não for, atualizar o sistema com o comando correspondente). Em princípio, uma vez será suficiente.</li>  </ul>  <li><strong>A adição de uma conta no Linux e associação do CC</strong></li>  <ul>  <li>No contexto <em>root</em>, adicionar uma conta de utilizador standard, e,g, "useradd <em>utilizador</em>", e atribuir-lhe uma <em>password</em> forte com "passwd <em>utilizador</em>";</li>  <li>Terminar a sessão como <em>root</em> e entrar no sistema com a conta <em>utilizador</em>;</li>  <li>Criar a pasta de configuração SSH para essa conta, e.g. "mkdir ~/.ssh";</li>  <li>Copiar o ficheiro "authorized_keys", o tal ficheiro que contém a chave pública do cartão e que criámos através do Windows, para a pasta de configuração. Por exemplo, "cp authorized_keys ~/.ssh/"; e</li>  <li>Trancar as permissões da pasta e do ficheiro com "chmod 700 ~/.ssh" e "chmod 600 ~/.ssh/authorized_keys".</li>  </ul>  <li><strong>O teste com o PuTTY</strong></li>  <ul>  <li>Em princípio, se os passos forem executados pela ordem que apresentei, todas as configurações estarão definidas e estabilizadas em ambos os sistemas &ndash; podemos dar início ao teste;</li>  <li>Com o leitor de cartões ligado ao PC, introduzir o Cartão de Cidadão;</li>  <li>Executar o programa <em>pageantsc.exe</em> a partir da pasta do PuTTY (ou a partir de um atalho, se o definiram previamente). O programa lê o conteúdo do CC e prepara-se para agir como agente SSH para o PuTTY;</li>  <li>Executar o PuTTY e abrir uma sessão contra o servidor Linux;</li>  <li>No início da sessão o programa pergunta-nos quem irá abrir a sessão. Responder <em>utilizador</em> (o nome que escolheram para a conta standard que criaram no Linux);</li>  <li>Em seguida, o PageantSC solicita-nos o PIN da chave de autenticação. Introduzir o PIN e aguardar o início da sessão; Por último,</li>  <li>Saltar várias vezes e agitar os braços, com vigor, pelo contentamento <strong>:&nbsp;)</strong></li>  </ul>  <li><strong>O teste com o PSFTP</strong></li>  <ul>  <li>Na sequência do teste anterior, ainda com o PageantSC a funcionar como agente, executar, no contexto de uma linha de comandos, "C:\Program Files\PuTTY\psftp.exe <em>nome-ou-IP-do-vosso-servidor-linux</em>"; e</li>  <li>Designar a conta que irá aceder ao serviço, introduzir o PIN quando for solicitado, e experimentar a transferência de ficheiros.</li>  </ul>  <li><strong>Os outros parâmetros</strong></li>  <ul>  <li>Podemos exigir a utilização exclusiva do CC e proibir a utilização de <em>passwords</em> e outros mecanismos de autenticação via SSH. Nesse sentido, basta editar o ficheiro de configuração do serviço (em "/etc/ssh/sshd_config") e acrescentar/alterar as linhas "GSSAPIAuthentication no", "HostbasedAuthentication no", "KerberosAuthentication no", "PasswordAuthentication no", "RhostsRSAAuthentication no", e "RSAAuthentication no". Nota: o acesso com <em>passwords</em> ainda fica disponível na consola.</li>  </ul>  <li><strong>As <em>nuances</em></strong></li>  <ul>  <li>O modelo descrito neste artigo não assenta em certificados digitais, apesar de utilizar criptografia de chaves publicas. Esta característica faz com que o modelo tenha a vantagem de não depender, num sentido estrito, da PKI do Estado &ndash; o modelo depende apenas das chaves que estão integradas nos <em>smart cards</em>. No entanto, há outras perspetivas em que esta característica pode ser problemática: Se, por exemplo, um cartão for revogado, não existe uma forma simples de inibir a sua utilização (porque não são avaliadas <em>Certificate Revocation Lists</em>);</li>  <li>Não é fácil escalar este modelo. Como as chaves públicas de todos os utilizadores têm que ser introduzidas em todos os sistemas, a gestão das credenciais pode ser complicada. O modelo é mais adequado para ambientes com um número reduzido de sistemas;</li>  <li>As <em>passwords</em> não fazem nem são o sumo; o sumo é composto pela informação contida nos computadores. Ou seja, dito de outra forma, apesar do controlo de acessos ser importante para restringir o acesso à informação (e, neste caso, o CC é um bom controlo), este mecanismo tem que ser complementado com a cifra total do disco. Uma solução como o <a href="http://www.truecrypt.org">TrueCrypt</a> é um exemplo;</li>  <li>Se mantivermos o acesso através das <em>passwords</em>, os ataques serão dirigidos ás <em>passwords</em> e o controlo pelo cartão torna-se irrelevante. No entanto, se obrigarmos a utilização exclusiva dos cartões, temos que garantir, no mínimo, que existem cópias da informação em dispositivos externos aos computadores. Porquê? Porque podemos perder o acesso às máquinas se perdemos os cartões. Num cenário empresarial, em que existem vários administradores de sistemas, estas situações não são tão prováveis. A menos, claro, que só exista um(a) administrador(a) e o cartão perdido seja... o dele(dela).</li>  </ul>  <li><strong>As recomendações</strong></li>  <ul>  <li>Para além das questões técnicas que envolvem a utilização do CC, existem outras questões que têm que ser endereçadas pelas organizações que decidirem adotá-lo: As questões processuais. Apenas como exemplos, têm que existir processos para o mapeamento das chaves, processos para endereçar a expiração, revogação e atualização dos cartões, processos para recuperação em situações de perda temporária dos cartões, etc;</li>  <li>A utilização deste controlo não é adequada para todos &ndash; todos &ndash; os cenários. Depende da análise do risco em cada situação, considerando, no mínimo, o tipo de informação acedida por cada conta e guardada em cada servidor, e a eventual indisponibilidade por perca dos cartões;</li>  <li>Nos cenários em que este controlo for adoptado devemos (<strong>i</strong>) desactivar as <em>passwords</em>, (<strong>ii</strong>) ponderar a cifra total dos discos; e (<strong>iii</strong>) fazer cópias regulares da informação, cifradas com chaves próprias, independentes dos computadores e dos cartões envolvidos; e devemos</li>  <li>Criar duas contas de administração em cada sistema e associar dois CCs.</li>  </ul>  </ol>  <p>  Mais uma vez, está feito. Tenciono continuar com estes artigos sobre o CC, no sentido de atingir um dos objetivos que estabeleci para este ano. Provavelmente ainda farei uma variação do cenário SSH com um cliente em OS X Lion, e até, se tiver oportunidade de tocar num Cisco, num serviço SSH num equipamento de comunicações. E depois, claro, a autenticação na <em>web</em> com o CC. <em>Anyway</em>, vamos ver.  </p>  <p>  Comentários, correções e sugestões? <em>Be my guests</em> <strong>;&nbsp;)</strong>  </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/miguelalmeida/~4/kd20LvZgSmc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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