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	<title>Me, Myself and Everything Else</title>
	
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		<title>Cidades Mortas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Monteiro Lobato]]></category>
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		<description><![CDATA[No final do ano passado, fiz uma viagem para a cidade de Bananal, aonde visitei prédios e fazendas da época dos barões do café. Gostei de visitar a cidade, mas é um local melancólico, é impossível não se lembrar de Monteiro Lobato, este mesmo, e as Cidades Mortas. “Umas tantas cidades moribundas arrastam um viver decrépito, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final do ano passado, fiz uma viagem para a cidade de <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=bananal&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CDEQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fbananal.sp.gov.br%2F&amp;ei=HxsnT4fWFeXK0AHuir21CA&amp;usg=AFQjCNG-Kp9Y8F_K-n3-IJoF9hU0oV_ygw&amp;sig2=vCXRxYkduiS_DpJeHHvaNA" target="_blank">Bananal</a>, aonde visitei prédios e fazendas da época dos <em>barões do café. </em>Gostei de visitar a cidade, mas é um local melancólico, é impossível não se lembrar de Monteiro Lobato, este mesmo, e as Cidades Mortas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #999999;">“Umas tantas cidades moribundas arrastam um viver decrépito, gasto em chorar na mesquinhez de hoje as saudosas grandezas dantes”. Nos soberbos casarões, vivem plantas, umedecidas pelas goteiras; os móveis empoeirados ainda guardam o esplendor da época com seus candelabros azinhavrados, cujas dezoito velas não se acendem e tudo cheira a bolor e velhice: “São os palácios mortos da cidade morta”.</span><a title="Colonial House by mixordia, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/6483787571/"><img class="aligncenter" src="http://farm8.staticflickr.com/7012/6483787571_01b8501661.jpg" alt="Colonial House" width="570" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #999999;">Largado numa praça, encontra-se o antigo teatro, que nos áureos tempos recebeu grandes artistas. Os ricos mudaram-se para o Rio, São Paulo e Europa e os que ficaram amargam uma vida sem horizonte. A única ligação com o mundo se resume no “cordão umbilical do correio”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Colonial House by mixordia, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/6483607845/"><img class="aligncenter" src="http://farm8.staticflickr.com/7147/6483607845_a01ef2fcce.jpg" alt="Colonial House" width="570" height="435" /></a><span style="color: #999999;">Tudo contribui para o aspecto de abandono, pois as cidades não têm som que indique vida; só os velhos sons coloniais ainda restam – “o sino, o chilreio das andorinhas na torre da igreja, o rechino dos carros de boi, o cincerro das tropas raras, o taralhar das baitacas que em bando rumoroso cruzam e recruzam o céu”. Tal desolação é maior na área urbana, mas o campo também dá sinais de pouca vitalidade.</span></p>
<p>Tirei várias outras fotos, aliás eu tiro foto de tudo, qualquer coisinha, adoro, <a href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/tags/bananal/" target="_blank">mais aqui</a>.</p>
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		<title>Claire  &amp;  Jamie</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outlander]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi feito a pedido da Vivi, para seu ex-blog, Romance Gracinha. A idéia era criar posts sobre casais de várias obras literárias. Como sou eternamente fã da série Outlander de Diana Gabaldon, tive a honra de poder escrever sobre meu casal preferido, Jamie e Claire. Eu confesso que fiquei alguns minutos em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo foi feito a pedido da <a href="http://1hdetudo.blogspot.com/" target="_blank">Vivi</a>, para seu ex-blog, Romance Gracinha. A idéia era criar posts sobre casais de várias obras literárias. Como sou eternamente fã da série Outlander de Diana Gabaldon, tive a honra de poder escrever sobre meu casal preferido, Jamie e Claire.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Eu confesso que fiquei alguns minutos em frente ao meu computador pensando por onde começar… e por alguns momentos eu pensei que talvez não conseguisse expressar através de palavras o sentimento que foi passado a mim quando li a história deste casal. Para quem nunca leu os livros acho que seria impossível compreender ou talvez tentar entender a essência do romance entre Claire e Jamie através das minhas palavras, e acho que os que acompanham a história, como eu, também teriam dificuldades de explicar esse sentimento, ainda mais sabendo que é apenas uma história, inventada, criada, sonhada, mas posso garantir, com toda certeza, que não como todas as outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu poderia dizer que começou com um simples olhar, à primeira vista, no primeiro encontro, com arrebatadora paixão e desejo, mas não foi assim, não como estamos acostumados a ver em outros livros e outros romances. Tudo começou com o acaso, ou talvez destino… destino, palavra que define como nenhuma outra os livros de Diana Gabaldon, parece ser a palavra chave que deu início a uma amizade profunda cultivada através da convivência diária entre ambos os personagens. Quando você começa a ler o primeiro livro da série, você nem tem idéia de que Claire um dia se tornaria a vida de Jamie e Jamie se tornaria a vida de Claire. Os acontecimentos são tão sutis, que mesmo o leitor mais experiente, não se da conta de que aquela amizade inicial entre os personagens viraria algo tão profundo a ponto de nos fazer querer e desejar este sentimento para nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Então temos a pergunta: Quem é Claire e quem é Jamie? Inúmeras palavras, adjetivos e defeitos poderiam definir a ambos, porém a complexidade que envolve estes dois personagens vai muito além de simples adjetivos. Um resumo de ambos seria: Claire, mulher, enfermeira, sobrevivente de um mundo pós-guerra, jogada no tempo e deixando para trás um amor, conhece Jamie, escocês, inteligente, malicioso, também inocente, que iria se tornar seu novo e último grande amor. Ouso dizer que Jamie é mais que o último grande amor de Claire ou vice-versa, é mais do que palavras, carinho e devoção. Ás vezes ao longo da história parece que Jamie e Claire são um só, como se ambos formassem um só personagem, que desse todo o rumo, sentimento ou sentido a cada parágrafo lido. Cada toque, cada palavra, afirmação ou reafirmação de desejos e promessas entre ambos são únicas. Não existem mentiras ou enganos, é tudo muito sincero, muito real, por mais que saibamos de que se trata de uma ficção. Mesmo com as piores adversidades, as mais cruéis provas, a sinceridade entre ambos é algo sem limites e porque não dizer invejável, afinal quem não gostaria de poder ter uma relação tão sincera assim? Sem julgamentos, arrependimentos ou culpas.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, Claire é uma personagem forte, decidida e vivida, que por um acaso do destino, ou não, volta no tempo e conhece Jamie Fraser, mais jovem e em alguns momentos, inocente. Ambos em meio a inúmeras atribulações se tornam amigos, se casam por uma imposição no início e se mantém unidos por amor depois. Durante toda a narrativa vemos os sofrimentos por quais ambos passam, a angústia de Claire e seu dilema por querer voltar ao seu tempo, ao seu antigo amor e ao mesmo tempo sua relutância em não querer abandonar seu novo amor, Jamie. Um dos momentos mais lindos do livro, me arrisco a dizer de todos os livros da série, sem dúvida, é o momento da decisão de Claire, quando ela finalmente decide por Jamie, quando ela decide abandonar seu passado que por ironia é o futuro, para ficar ao lado de seu grande amor. Com simples passos Claire percebe que seu corpo, sua vontade e seu coração passaram a pertencer apenas a Jamie. Por muitas vezes durante as minhas leituras dos livros eu me perguntava: Será que eu faria o que Claire fez? Abandonaria tudo, todos por um grande amor? Às vezes eu ainda me pego sem ter uma resposta e acho que cada um que acompanha a história ainda não formulou a sua. Isso porque a todo o momento em que a dúvida aparece à Claire, ela se incorpora a nós leitores, mas ao mesmo tempo é dissipada quando a personagem nos releva que não há dúvidas, voltas ou arrependimentos. E estes momentos são gloriosos, porque é sempre no instante em que Claire olha para Jamie ou quando Jamie olha para Claire.</p>
</blockquote>
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		<title>The Libertine</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem, estava revendo este filme. Ele é sujo, escuro e realístico, e também, óbvio cheio de furos que não tem conexão com a história. E o Depp&#8230; não é lá uma das suas melhores interpretações, o normal e realístico não combina com ele, só o estranho e esquisito. Mas a questão do filme, literalmente é: ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, estava revendo este filme. Ele é sujo, escuro e realístico, e também, óbvio cheio de furos que não tem conexão com a história. E o Depp&#8230; não é lá uma das suas melhores interpretações, o normal e realístico não combina com ele, só o estranho e esquisito. Mas a questão do filme, literalmente é:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Deve-se viver a vida até ao limite, correr o risco de a encurtar, ou deve-se vivê-la regradamente, racionalmente, sem rendição aos impulsos, alcançando uma idade avançada, mas com a possibilidade de chegar à conclusão de que não se viveu plenamente?</p>
</blockquote>
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		<title>Mumford  &amp;  Sons</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mumford & Sons]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem aquelas bandas que estão aptas a entrarem na sua lista de bandas de cabeceira, ou seja, aquelas bandas que geralmente você ouve uma unica música e já se apaixona pelo resto de sua vida&#8230; que te faz virar fã, comprar CDs, DVDs e criar playlists com suas músicas para tocar no seu casamento. Tenho várias bandas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem aquelas bandas que estão aptas a entrarem na sua <em>lista de bandas de cabeceira</em>, ou seja, aquelas bandas que geralmente você ouve uma unica música e já se apaixona pelo resto de sua vida&#8230; que te faz virar fã, comprar CDs, DVDs e criar playlists com suas músicas para tocar no seu casamento. Tenho várias bandas de cabeceira e agora mais uma entra na lista&#8230; <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mumford_%26_Sons" target="_blank">Mumford &amp; Sons</a>. Os motivos são claros&#8230; tocam bem ao vivo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yvG6UrRMFnk?rel=0" frameborder="0" width="580" height="325"></iframe></p>
<p>Suas letras saíram de clássicos literários, incluindo Shakespeare. Aliás o título do primeiro album da banda, &#8220;<em><a href="http://www.last.fm/music/Mumford%2B%2526%2BSons/Sigh+No+More" target="_blank">Sigh no More</a></em>&#8221; foi tirado da peça &#8220;Muito barulho por nada&#8221;, uma das minhas, se não a minha peça preferida de Shakespeare&#8230;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6SkLweGve1E?rel=0" frameborder="0" width="580" height="325"></iframe></p>
<p>e para finalizar&#8230; ninguém me tira da cabeça que a música &#8220;Nothing is Writen&#8221; é inspirada naquela cena maravilhosa do filme <a href="http://www.youtube.com/watch?v=z7TnY94x_mI" target="_blank">Lawrence da Árabia</a>&#8230;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/mO7mrV5n6yM?rel=0" frameborder="0" width="580" height="325"></iframe></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8221; Na verdade, para alguns homens nada está escrito a menos que eles escrevam. &#8221;<br />
— Lawrence da Árabia</p>
</blockquote>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/z7TnY94x_mI?rel=0" frameborder="0" width="580" height="325"></iframe></p>
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		<title>The Exile</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Diana Gabaldon]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Outlander]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava aguardando muito esta graphic novel, por dois motivos, primeiro por ser fã da série Outlander, segundo, por que queria poder vizualizar os personagens de alguma forma além do que eu tinha guardado em minha imaginação. Eu como admiradora de graphic novels, hqs e afins, digo que de certa forma a arte é boa, mas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava aguardando muito esta graphic novel, por dois motivos, primeiro por ser fã da série Outlander, segundo, por que queria poder vizualizar os personagens de alguma forma além do que eu tinha guardado em minha imaginação. Eu como admiradora de graphic novels, hqs e afins, digo que de certa forma a arte é boa, mas acho que poderia ter sido melhor, talvez tenha sido o &#8220;choque&#8221; de ter visto os dois personagens que mais gosto da série tomar forma, ainda parece que ambos não são nem o perto daquilo que imaginei, mas bem, eu já esperava por isso&#8230; já esperava essa minha resistência. Quanto à história, parece que tudo foi muito rápido, rápido demais comparado ao livro, a riqueza de detalhes e sentimentos da Diana não coube em simples desenhos, isso é um alerta para que os fãs pensem sobre a idéia de tornar a série em um filme ou série, será que perderemos ou ganharemos com isso? Mas bem, finalizando, é Outlander, é Jamie e Claire, é o início da história e sinceramente, não arrependo em nenhum momento de ter adquirido a graphic novel. É um ítem indispensável para qualquer fã da série, mesmo com o tal &#8220;choque&#8221; é maravilhoso ver ambos tomando forma, é maravilhoso ver a visão do Jamie&#8230; ah Diana, bem que você podia nos presentear um dia com um livro inteiramente dedicado à visão do Jamie, seria perfeito.</p>
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		<title>Doutor Jivago (2002)</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás eu tinha comentado sobre o filme adaptado para TV, O Morro dos Ventos Uivantes (2009), que foi exibido pelo canal futura, e agora eu vou falar de outro filme adaptado para TV, Doutor Jivago (2002), baseado no romance de Boris Pasternak. Muitos podem dizer que o filme de 1965 é muito ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás eu tinha comentado sobre o filme adaptado para TV, O Morro dos Ventos Uivantes (2009), que foi exibido pelo canal futura, e agora eu vou falar de outro filme adaptado para TV, Doutor Jivago (2002), baseado no romance de Boris Pasternak. Muitos podem dizer que o filme de 1965 é muito superior, e obviamente é, mas eu não vou discutir ou comparar a ambos porque seria desnecessário e sem sentido, na minha opinião. Eu gostei muito desta adaptação, aliás eu gosto muito das adaptações feitas pela HBO e também pela BBC, o filme é ótimo, atores ótimos e aquela sensação de tristeza o tempo todo ainda permanece ao ver o filme, afinal é um romance desesperadamente triste, mas apesar de tudo, uma obra prima. Eu particularmente odeio finais infelizes, realistas demais, eu gosto de usar os livros ou filmes como uma válvula de escape para minha real life… então filmes ou livros assim me deixam no mínimo depressiva, mas mesmo assim não consigo parar de ver ou ler, a curiosidade humana sempre vence no final das contas, e além de tudo é um romance histórico, e eu amo romances históricos. Voltando ao filme, gostei muito do Hans Matheson como Jivago e mais ainda do Sam Neil como Victor, minha vontade era de ver este último morrer lenta e dolorosamente o filme todo… achei a Keira, ela mesma, a Knightley, meio fraquinha, mas no fim ela conseguiu passar bem o que a Lara representava. Para quem não conhece a história, vale a pena conhecer.<span id="more-62"></span></p>
<p>A Revolução Russa de 1917 é o pano de fundo para a história de amor entre Yuri Jivago, médico aristocrata e Larissa (Lara), plebéia. Jivago é um humanista e um intelectual, um homem das artes e da medicina. Ele se divide entre duas mulheres: Tonya, com quem ele casa, e Lara, a quem ele ama. Jivago conhecera Lara no leito de morte de sua mãe, onde ela foi seduzida pelo desonesto e devasso amante da mãe, Victor Komarovsky. Mais tarde, ao vê-la entrar numa festa de casamento, Jivago percebe-se fuzilando Komarovsky, e começa a compreender seus sentimentos e o que ele vai carregar através de seu casamento. Lara se casa com o jovem idealista Pasha Antipov e foge de Victor para o interior da Rússia. As vicissitudes da história unem e separam Lara e Jivago diversas vezes. O labirinto de encontros e desencontros vai sendo reconstruído pouco a pouco e mostram a história como uma força moldada pelo homem que, por sua vez, é capaz de moldar a vida de cada indivíduo.</p>
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		<title>Origami bookmarks</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Presente]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada recebi uma carta da Larissa, que adora inventar coisas na cozinha, mas desta vez se aventurou em origamis. Na carta recebi vários e lindos marcadores de livros de origami em tecido. São de diferentes cores, estampas e tamanhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada recebi uma carta da <a title="Larissa" href="http://twitter.com/pinck_" target="_blank">Larissa</a>, que adora inventar coisas na cozinha, mas desta vez se aventurou em origamis. Na carta recebi vários e lindos <a href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/tags/origami" target="_blank">marcadores de livros</a> de origami em tecido. São de diferentes cores, estampas e tamanhos.</p>
<p><a title="Origami bookmarks by mixordia, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/4601439647/"><img src="http://farm5.staticflickr.com/4045/4601439647_4bab3ce19c.jpg" alt="Origami bookmarks" width="580" height="435" /></a></p>
<p><a title="Origami bookmarks by mixordia, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/4601440871/"><img src="http://farm2.staticflickr.com/1024/4601440871_c689478185_z.jpg" alt="Origami bookmarks" width="580" height="435" /></a></p>
<p><a title="Origami bookmarks by mixordia, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/4601464549/"><img src="http://farm5.staticflickr.com/4004/4601464549_6924d45cfd_z.jpg" alt="Origami bookmarks" width="580" height="435" /></a></p>
<p><a title="Bookmark in a book by mixordia, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mixordia/4601438075/"><img src="http://farm5.staticflickr.com/4065/4601438075_1fa8a9a9fd_z.jpg" alt="Bookmark in a book" width="580" height="435" /></a></p>
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		<title>O Morro dos Ventos Uivantes (2009)</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
		<category><![CDATA[Wuthering Heights]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem já passada as onze horas da noite, num momento de puro ócio aonde você fica mudando os canais através do controle remoto da tv, procurando por algo útil ou que te chame atenção, acabei econtrando algo. O canal futura estava exibindo O Morro dos Ventos Uivantes, a adaptação para a TV (2009). Para minha ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem já passada as onze horas da noite, num momento de puro ócio aonde você fica mudando os canais através do controle remoto da tv, procurando por algo útil ou que te chame atenção, acabei econtrando algo. O canal futura estava exibindo O Morro dos Ventos Uivantes, a adaptação para a TV (2009).<br />
Para minha sorte o filme tinha acabado de começar. A primeira adaptação de Wuthering Heights que assisti foi aquela do Ralph Fiennes e vou te contar que não gostei, mas esta adaptação para a tv foi maravilhosa. Tom Hardy, no papel de Heathcliff, estava perfeito, sombrio e apaixonado como o personagem é. A quimíca entre os atores estava ótima, a atriz que faz a Cathy me fez gostar muito da personagem, pela primeira vez. Essa adaptação atual é uma que faz jus ao romance. <em>A foto abaixo é uma outra adaptação, a de 1939 com Laurence Olivier no papel de Heathcliff, e vou confessar que adoro essa imagem, com do olhar perdido da Kate.</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mixordia.tumblr.com/post/4006344815/nao-sei-como-explicar-mas-certamente-que-tu-e" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-148" title="Hollywood's Greatest Year: The Best Picture Nominees of 1939" src="http://mixordia.net/wp-content/uploads/2009/11/wuthering-heights-olivier-836x1024.jpg" alt="" width="570" height="698" /></a></p>
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		<title>Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band completa esse ano, 40 anos de existência. Não sou fã fanática dos Beatles, mas confesso que adoro ouvir esta banda precursora de tantas outras, e gosto muito de outra banda que venera os Beatles, Oasis. Recentemente lendo a Revista Aventuras na História, li um artigo bem legal sobre o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band completa esse ano, 40 anos de existência. Não sou fã fanática dos Beatles, mas confesso que adoro ouvir esta banda precursora de tantas outras, e gosto muito de outra banda que venera os Beatles, Oasis. Recentemente lendo a Revista Aventuras na História, li um artigo bem legal sobre o Sgt Peppers, que colocarei na íntegra aqui:<br />
Em 1967, uma verdadeira revolução cultural começou a partir de mãos jovens. A juventude rejeitava a guerra e propôs paz e amor, especialmente para dar um basta ao conflito no Vietnã. A psicodelia invadiu as revistas, a televisão e as ruas. As cores deram vida à moda, que floresceu como nunca nas grandes capitais.<br />
No meio de tanta mudanças, uma banda de rock captou o espírito. E lançou o disco considerado um dos melhores já feitos até hoje, o Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.<br />
Naquele ano, a carreira dos Beatles estava mudada. O quarteto britânico não fazia mais turnês e dedicava mais tempo às gravações em estúdio. Após cinco meses dentro de um deles, o Abbey Road, e 700 horas de gravação sob a batuta do produtor George Martin, o auge da criatividade dos meninos de Liverpool estava atingido.<br />
Mas por que Sgt. Pepper’s é considerado um marco? Resumidamente (sim, porque as inovações do disco renderiam &#8211; e já renderam &#8211; alguns livros), porque provou que o rock não precisava se limitar a acordes simples e instrumentos básicos. O trabalho foi muito além do esquema padrão “guitarra-baixo-bateria”, adicionando clarinetas, harpas, instrumentos indianos e até flertando com uma música eletrônica primitiva. Paul McCartney resumiu assim a experiêcia: “Antes tentávamos compor canções pegajosas. O Pepper’s foi mais como escrever um romance”.<br />
O álbum foi umas das poucas obras de arte a serem reconhecidas imediatamente pelo público e pela crítica. Quer uma prova? Jimi Hendrix tocou a música “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” em um show apenas três dias após seu lançamento. “Sgt. Pepper’s é o disco de rock mais importante já gravado, uma aventura insuperável em conceito, som, composição, capa e tecnologia de estúdio, feito pelo maior grupo de rock de todos os tempos”, descreveu a revista americana Rolling Stone, ao selecionar o trabalho como o número 1 numa lista dos 500 melhores álbuns.<br />
Até hoje, a música deve algumas coisas ao Sgt. Pepper’s. Discos com letras no encarte, por exemplo. A capa dupla do álbum também foi uma inovação. O cenário produzido pelo artista Peter Blake custou uma fortuna para a época: 1 500 libras, 300 vezes mais do que o habitual.</p>
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<li><a href="http://math.mercyhurst.edu/~griff/sgtpepper/people.html" target="_blank">Quem é quem na capa do Sgt. Pepper&#39;s?</a></li>
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