<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701</atom:id><lastBuildDate>Thu, 12 Sep 2024 00:56:06 +0000</lastBuildDate><title>M.M. Edilson Araújo Santiago</title><description></description><link>http://mmedilson.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-2665160425678447321</guid><pubDate>Tue, 28 Apr 2015 11:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-04-28T08:56:30.050-03:00</atom:updated><title>30 ERROS QUE O MINISTRO DE LOUVOR NÃO PODE COMETER</title><description>Navegando pelo &lt;a href=&quot;http://www.supergospel.com.br/&quot;&gt;Supergospel&lt;/a&gt;, encontrei esse artigo do irmão Ronaldo Bezerra, e gostaria de compartilhar com vocês.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;30 ERROS QUE O MINISTRO DE LOUVOR NÃO PODE COMETER&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;
1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).A) Aspecto espiritual- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.B) Aspecto musical- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2- Nunca preparar a ministração- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!&lt;br&gt;&lt;br&gt;3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4- Não aceitar as críticas- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.&lt;br&gt;&lt;br&gt;5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor- Não seja “juiz” das pessoas.- Mostre a graça de Deus e o amor.- Não seja grosseiro e indelicado.- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;6- Utilizar o púlpito para desabafar- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).&lt;br&gt;&lt;br&gt;7- Gritaria- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt;11- Contar histórias ou piadas fora de hora- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;13- Exagerar nos improvisos- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;15- Comunicação inadequada ao tipo de público- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.&lt;br&gt;&lt;br&gt;16- Vestimenta inadequada- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;18- Cantar fora da tessitura vocal- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.&lt;br&gt;&lt;br&gt;20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;21- Ensinar muitas canções num período de ministração- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt;23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.- Cantemos cânticos teologicamente corretos- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;25- Imitar outros ministros- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”)&lt;br&gt;&lt;br&gt;26- Deixar o auditório em pé por muito tempo- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;27- Deixar de participar de outros momentos do culto- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!&lt;br&gt;&lt;br&gt;28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.&lt;br&gt;&lt;br&gt;29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.&lt;br&gt;&lt;br&gt;30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2).- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.supergospel.com.br/noticia_artigo-30-erros-que-o-ministro-de-louvor-no-pode-cometer_1359.html&quot;&gt;SUPERGOSPEL&lt;/a&gt;</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2015/04/30-erros-que-o-ministro-de-louvor-nao.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-2723146783922598641</guid><pubDate>Mon, 20 Apr 2015 10:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-04-20T07:05:47.925-03:00</atom:updated><title>Trabalhar &quot;por amor&quot;?</title><description>Eu fico indignado com a posição preconceituosa e desprovida de amor de algumas pessoas em relação aos músicos cristãos. Porque não pedem o pedreiro que vai construir a igreja para fazer &quot;por amor&quot;, e trabalhar de graça na construção? Ou o eletricista, ou o faxineiro...? Porque não pedem ao advogado que represente a igreja sem cobrar honorários?

Engraçado que quando se trata de músico, querem que trabalhemos &quot;por amor&quot;. Além do preconceito que existe quando à profissão, porque ignorantes teológicos consideram que se a música não é &quot;de igreja&quot; então é profana, ainda temos que conviver com outros mais ignorantes ainda que não entendem que a música é nossa profissão, nosso trabalho. Então, se acham que um profissional não deve ser remunerado pelo seu trabalho qualificado, não almejem profissionais em suas igrejas, nem música de qualidade profissional, pois o DOM de ministrar o louvor não tem nada a ver com a QUALIDADE TÉCNICA para se tocar um instrumento ou cantar.

DONS são dados pelo Espírito Santo, para edificação da igreja, e NÃO estão ligados à aptidão e vocação profissional. É DOM, é SOBRENATURAL, é AÇÃO DO ESPÍRITO. Profissão é humano, tem a ver com o DNA de cada um. E lá em Efésios 4, ou mesmo em várias outras passagens bíblicas que tratam do dons espirituais, NÃO encontramos o dom da música.

Então, antes de criticar um PROFISSIONAL que cobra pelos seus serviços, seria melhor que as pessoas se inteirassem de como as coisas de fato são. Assim, deixariam de ser meros papagaios manipulados por um bando de pseudo-intelectuais e passariam a ser pessoas melhores, mais sábias e menos levianas.
Termino repetindo uma frase que vi por aí, e nem sei quem é o autor, mas que diz:

&quot;sou músico, e como você, tenho contas a pagar. Então, não me peça de graça a única coisa que tenho para vender&quot;.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2015/04/trabalhar-por-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-2551868330405726074</guid><pubDate>Wed, 20 Nov 2013 14:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-20T12:50:43.851-02:00</atom:updated><title>Cresce o Número de Igrejas que Aceitam Membros Homossexuais</title><description>Segundo notícia divulgada pelo Site &lt;a href=&quot;http://www.gospelmais.com.br&quot;&gt;gospelmais.com.br&lt;/a&gt;,  Estudo aponta que aumentou o número de igrejas que aceitam homossexuais como membros, e até aquelas que os aceitam no exercício de ministérios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com isso também aumentou o número de &quot;defensores dos fracos e oprimidos&quot;, que esbravejam ser preconceito e intolerância a atitude das demais igrejas, em não os aceitar em suas membresias, alegando que &quot;as igrejas são públicas, e os homossexuais não podem ser impedidos de frequentarem as mesmas&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quero deixar claro aqui, primeiramente, que existe uma enorme diferença entre ser membro de uma igreja e frequentar uma igreja. A igreja, como instituição religiosa é, de fato, local público, aberto a todas as pessoas que a queiram frequentar. E todos os que a costumam frequentar são chamados criativamente de frequentadores. Alguns desses frequentadores, porém, tornam-se membros. Como membros, têm direito de se envolver nas questões da igreja, participar daquela instituição, votar, ser votado, exercer cargos, ministérios, etc. &lt;br&gt;&lt;br&gt;É bom lembrar que, juridicamente, legalmente falando, a igreja é uma sociedade religiosa, e como tal, é constituída de sócios, que são denominados membros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Homossexuais nunca foram, e não podem, em hipótese nenhuma, ser proibidos de frequentar as igrejas. A igreja é aberta a todos, independente da opção sexual. Impedir a entrada de um homossexual em um templo é um crime, um absurdo sem tamanho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Entretanto, estamos falando aqui de frequentar uma igreja, e não de se tornar membro dela. Tornar-se membro é outra história. Para se membrar em uma igreja, é preciso concordar com suas crenças, aceitar sua doutrina, e isso é posto bem claro. O candidato a membro passa, normalmente por um batismo, precedido de uma pública profissão de fé, na qual o mesmo afirma crer e concordar com os ensinamentos bíblicos pregados por aquela igreja e, de livre e espontânea vontade, compromete-se em observar os mesmos. Essa é a condição para ser aceito como membro. E, nesse caso, os homossexuais jamais poderiam ser membros, pois como ficaria alguém se comprometer a observar os ensinamentos da igreja, e praticar o homossexualismo, que a igreja entende, pela Bíblia, ser pecado, ser contrário ao plano e aos ensinamentos do nosso Deus?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Então, que fique bem claro. Homossexuais são e sempre serão bem-vindos às igrejas evangélicas, como visitantes, como frequentadores, e sempre serão muito bem recebidos e tratados. Contudo, enquanto homossexuais, jamais serão aceitos como membros, pois isso fere os princípios bíblicos, fere os princípios estatutários das igrejas, e fere o direito à crença religiosa, garantido pela Constituição.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É assim que é. Não há discriminação. Não há preconceito. Há apenas um exercício pleno e Legal de direito. Quem achar que há preconceito nisso, na verdade não quer fazer o menor esforço para compreender, ou então não passa de mais um idiota desinformado, manipulado pela mídia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É como penso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Leia a notícia no site Gospelmais&lt;a href=&quot;http://noticias.gospelmais.com.br/estudo-aumentou-numero-igrejas-aceitam-homossexuais-62654.html&quot;&gt;CLICANDO AQUI.&lt;/a&gt;

</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2013/11/cresce-o-numero-de-igrejas-que-aceitam.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-5435328756260002766</guid><pubDate>Fri, 25 Jan 2013 01:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-24T23:49:26.690-02:00</atom:updated><title>Adoração?</title><description>&lt;p&gt;Dia desses conversava com alguém no &lt;i&gt;facebook &lt;/i&gt;sobre louvor. Lá pelas “tantas” ouvi dessa pessoa a seguinte frase: “É bom ter umas músicas mais de adoração, mas precisa ter uns louvores legais também”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A princípio, pode parecer engraçado, mas essa frase me fez refletir sobre algumas coisas. Percebo, por exemplo que ainda hoje, mesmo com tanta informação e facilidade de acesso ao conhecimento, ainda existem pessoas que desconhecem totalmente o significado de louvor e adoração, mesmo estando na igreja há muito tempo. Percebo ainda que boa parte dessas pessoas não podem ser culpadas por sua ignorância. Muito pelo contrário, são vítimas de igrejas que não buscam doutrinar seus fiéis na Palavra de Deus, e vivem um evangelho comercial, centrado na prosperidade e na vitória, que manipulam emocionalmente seus seguidores e não lhes oferecem o conhecimento, que deveria, em minha humilde opinião, ser a primeira preocupação de uma igreja para com seus membros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por isso já previa a Bíblia que o povo é destruído pela falta de conhecimento (Os 
4.6). Falta de conhecimento que impede o louvor, impede o fluir da adoração, impede que hinos e cânticos biblicamente coerentes e teologicamente corretos sejam escritos, e o mais triste: impede que os crentes sejam edificados rumo à estatura de Cristo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O resultado temos visto por aí. Músicas que não dizem nada, que não têm cinco frases coerentes, e que até algum tempo pelo menos eram “boas”, tecnicamente, o que já está se tornando raridade também. É claro que falo de algumas músicas, e não de todas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É preciso rever alguns conceitos. Há que se ensinar nas igrejas que música é uma, apenas uma forma de louvar. Muitíssimo agradável, maravilhosa, mas é apenas uma. É preciso que os crentes saibam que adoração é estilo de vida, e não música, que adorar significa servir, entregar-se totalmente ao Senhor, e não simplesmente tirar um momento para cantar. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É necessário ensinar que Deus ama a variedade, e que o diabo nunca criou nada, e que, portanto, (digo isso ciente das críticas que virão), não existe essa história de música sacra e música profana. O que existe são pessoas sacras e pessoas profanas, que produzem textos sacros ou textos profanos, que vivem vidas sacras ou vidas profanas.&lt;/p&gt; 

&lt;p&gt;Sinceramente, temo os efeitos da falta de conhecimento. Temo o desaguadouro de tudo isso.&lt;/p&gt; 

&lt;p&gt;Que Deus se digne em nos abençoar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em Cristo, M.M. Edilson&lt;/p&gt;</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2013/01/adoracao.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-7484428168244509736</guid><pubDate>Fri, 25 Nov 2011 13:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-25T11:09:42.537-02:00</atom:updated><title>PARA A LIBERDADE FOSTES COMPRADOS!</title><description>Paulo era um Apóstolo tolerante e paciente com muitas coisas. Se conferirmos 1Coríntios 13.4-7, poderemos confirmar isso com clareza. Mas quando se tratava da verdade do evangelho, ele era inflexível. Se o assunto fosse a Palavra de Deus, as verdades do reino, o Evangelho de Jesus Cristo, ele não abria mão, até mesmo porque, ele mesmo disse, em Gálatas 1.11-12: “Mas faço-vos saber, irmãos, que o Evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens, porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A revelação que Paulo havia recebido do Senhor Jesus era a única “regra” que ele seguia. Paulo sabia que não podia, de forma alguma, ensinar nada diferente do que a ele houvera sido revelado, mesmo que desse desvio dependessem a “paz” ou a “união” da igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo entendia que, se abrisse mão de alguma parte do Evangelho de Cristo, estaria comprometendo não só a glória do próprio Cristo, com também a salvação dos perdidos, pois o evangelho é a única mensagem capaz de salvar o pecador da destruição eterna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por essa razão, em Gálatas 2, Paulo fala de sua ida a Jerusalém, juntamente com Barnabé e Tito. Nessa viagem, Tito, que era grego e, portanto, não era circuncidado, tornou-se alvo do tradicionalismo religioso que havia naquele lugar.  Atos 15.5 diz que se levantaram alguns do partido dos fariseus, que haviam se convertido, e exigiam que Tito fosse circuncidado para que se cumprisse a Lei de Moisés. Esses crentes, mesmo tendo crido, mesmo tendo conhecido a Jesus, não abriram mão da religiosidade nem do tradicionalismo. Continuavam sob o jugo da Lei, sob o jugo da servidão, ignorando que Cristo os havia – como também a nós – libertado da maldição da Lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante que, a esses crentes, Paulo chama de falsos irmãos, em Gálatas 2.4, e afirma que “aos quais, nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós”. (Gl 2.5). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Paulo foi além. Não só resistiu ao tradicionalismo como repreendeu ao próprio Pedro, que estava, naquele momento, com ânimo dobre. Comia com os gentios, para os “agradar”, mas quando soube que os discípulos de Tiago estavam chegando, afastou-se deles, por causa da circuncisão. Por causa disso, Paulo afirmou que Pedro era repreensível, e o chamou de dissimulado (Gl 2.13), que em outras palavras significa, falso, fingido, camuflado, hipócrita, uma vez que não assumira uma postura única, diante dos gentios. (Cf Gálatas 2.11-21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que Paulo quis dizer, e o que a Bíblia tem para nos ensinar é que, uma vez que fomos alcançados pela graça de Cristo, não podemos nos submeter a jugo de servidão. Não podemos nos submeter a regras de homens quanto à doutrina, quanto à religião, quanto à tradição. Não podemos aceitar nenhum outro ensinamento se não a Palavra de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos servir a Jesus e obedecer à sua Santa Palavra, e nada mais. Tudo que passa disso são preceitos humanos, e não procedem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Cristo nos libertou, usemos essa liberdade, sejamos livres. E se ele não libertou ainda, que aquele que não foi liberto busque essa liberdade, para que a Graça de Deus seja manifesta e Cristo seja glorificado. “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 5.1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que Deus tenha misericórdia de nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Cristo Jesus, M.M. Edilson Araújo Santiago.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/11/para-liberdade-fostes-comprados.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-4102137540542965684</guid><pubDate>Sat, 09 Jul 2011 00:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-08T21:25:46.531-03:00</atom:updated><title>Carta ao Embaixador do Irã no Brasil</title><description>No último dia 05, foi publicada uma notícia no portal da Missão Portas Abertas que me deixou profundamente entristecido. A suprema corte do Irã decidiu manter a condenação à morte do Pastor  Youcef Nadarkhani, por ter se convertido ao cristianismo e não professar mais a fé mulçumana. Atendendo o apelo da notícia, decidi escrever ao embaixador do Irã no Brasil. Abaixo, transcrevo a carta na íntegra:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Exmo. Senhor Embaixador, representante oficial do Governo do Irã no Brasil, Sr Mohsen Shaterzadeh;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, Edilson Araújo Santiago, Cristão Evangélico, Ministro Batista, Cidadão Brasileiro, venho por meio desta, utilizando-me do bom e amigável relacionamento existente entre nossos países, dirigir-me a V. Exª, mui respeitosamente, para interceder pela vida do Pastor Cristão Youcef Nadarkhani, condenado à morte no ano passado em seu país, pelo crime de apostasia, condenação que foi referendada pela vossa Suprema Corte no último dia 22 de junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com todo o respeito a que V. Exª faz jus, quero expressar aqui meu profundo desapontamento e minha grande tristeza por essa condenação. Entendo, como cidadão brasileiro, que essa condenação é uma atrocidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como cristão, tenho certeza que é um pecado imensurável aos olhos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quero dizer, senhor Embaixador, é que o homem é livre para decidir servir ou não a Deus, para escolher a quem servir, para decidir por si só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o Pastor Youcef decidiu servir a Jesus e professar a fé cristã, é um direito que lhe assiste, e sua morte por esta razão será uma crueldade sem tamanho. Entendo, senhor Embaixador, que cada ser humano, seja governo ou seja governado, seja autoridade ou seja subalterno, precisa ter garantida sua liberdade de escolha. Liberdade que nos foi dada a todos por Deus. Todos são iguais perante Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não é apenas a religião cristã que prega essa liberdade. Segundo ensina o vosso livro sagrado, o Alcorão, Allah também ama a todos indistintamente, não é verdade? Aliás, o Alcorão diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não há divindades exceto Ele. Ele que nos da a vida e a morte!” (Surata Al Araf, vs 158).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, senhor Embaixador, são palavras do próprio livro sagrado mulçumano. Só Allah pode dar a vida e a morte. Só ele pode matar. Suas ordens aos homens não são para tirarem a vida dos “infiéis”, mas para praticar a justiça e o bem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Deus ordena a justiça, a prática do bem, o auxílio aos parentes, e veda a obscenidade, o ilícito e a injustiça. Ele vos exorta a que mediteis” (Surata Al Nahl, vs 90).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente em um pronunciamento, o líder mulçumano em meu país, Mahmoud Ibrahim, disse que a religião Islâmica prega o amor, e que o Islã não impõe sua fé às pessoas. Mas não é o que parece, senhor Embaixador. Matar um homem por não professar a fé islâmica é uma afronta a Deus, uma afronta ao Brasil, uma afronta ao mundo e, inclusive, uma afronta ao Alcorão, e consequentemente a Allah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, senhor Embaixador, quero deixar aqui registrado meu apelo pela vida do Pastor Youcef Nadarkhani e meu protesto contra sua condenação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço que Deus ilumine cada mulçumano, e que encha cada coração de amor e bondade, dando discernimento a cada um, para que todos sejam absolvidos no juízo final, pois Deus não quer que ninguém se perca, mas que todos venham ao arrependimento (2Pedro 3.9).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai, e a comunhão e as consolações do Espírito Santo de Deus estejam sobre todos vocês!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3.20).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem desejar ler a notícia, basta acessar o portal Missões Portas Abertas, ou &lt;a href=&quot;http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=7228&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/07/no-ultimo-dia-05-foi-publicada-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-53184648195284157</guid><pubDate>Tue, 28 Jun 2011 02:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-27T23:33:43.017-03:00</atom:updated><title>DITADURA HOMOSSEXUAL</title><description>Parece irracional, ilógico, mas pasmem! É o que está acontecendo. Estão tentando implantar uma DITADURA HOMOSSEXUAL no Brasil, e estão conseguindo! Se a população cristã não se mobilizar, se os cristãos verdadeiros não assumirem uma postura consciente, firme, seremos todos, num futuro bem próximo, subjugados pela DITADURA do movimento GLBT. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Primeiramente deixe-me falar sobre Lei. Os 77 incisos do artigo 5º da Constituição, que relacionam os direitos e garantias individuais são chamados cláusulas pétreas. Isso significa que não podem ser modificados nem por emenda constitucional. São inalteráveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem, o inciso VI diz que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença”. O inciso IV diz que “é livre a manifestação do pensamento”. Ainda, o Inciso VIII diz que “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Isso quer dizer que todo cidadão tem garantido o direito de posicionar-se religiosa, moral e filosoficamente, favorável ou contrário, sobre qualquer tema, inclusive sobre a prática do homossexualismo. Isso é um direito que não pode ser quebrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo a PLC 122 e outros projetos do gênero vêm para rasgar essas cláusulas pétreas e impor uma DITADURA HOMOSSEXUAL no Brasil. E por incrível que pareça, não há um membro da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, nem do Senado, e nenhum Ministro do Supremo Tribunal Federal que enxergue essa inconstitucionalidade descarada e vergonhosa, tamanha é a cegueira provocada pela institucionalização do pecado! Então os defensores de plantão me vêm com a conversa de que o texto da PLC 122 foi modificado, e que agora está garantido o direito de manifestação religiosa pacífica e, portanto, o projeto já atende os religiosos. Será?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Vou propor uma situação que derruba essa balela toda. Sou cristão, heterossexual, casado, tenho duas filhas. Uma adolescente e uma ainda bem pequena. Imagine que resolvo contratar uma empregada. Assino sua carteira de trabalho, etc, etc. De repente, descubro que essa empregada é homossexual, vulgo lésbica. Começo a perceber que, da mesma forma que os rapazes se interessam por minha filha, que já tem corpo de mulher e já desperta interesses, essa minha suposta empregada também dirige à minha filha olhares desejosos. Percebo também que o seu olhar acompanha o belo corpo de minha esposa, quando passa. Cristão que sou, exercendo o direito religioso de ensinar à minha família os princípios da fé cristã, cidadão que sou, exercendo o direito civil de posicionar-me moralmente, e humano que sou, exercendo meu direito constitucional de manifestar-me filosoficamente, infiro que aquela empregada não deve permanecer trabalhando em minha casa. Contudo, não posso demiti-la, pois segundo a PLC 122 a demissão por motivo de orientação sexual é crime. Ou seja. Se eu tivesse um empregado homem, heterossexual, e percebesse olhares, digamos, anormais, de sua parte para minha filha ou esposa, eu poderia demiti-lo, pois a lei não me proíbe isso. Mas se isso ocorre com uma empregada homossexual, tenho que mantê-la no emprego. DITADURA HOMOSSEXUAL!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, o problema não se restringe à PLC 122. O Plano Nacional de Cidadania GLBT possui diretrizes que são, no mínimo, absurdas, como por exemplo a inserção de direitos humanos com ênfase no tema homossexualismo nos concursos públicos, formação de professores de diversidade sexual, etc. São cerca de 180 pontos favorecendo os homossexuais, e muitos deles não só favorecendo-os, mas tolhendo os meus direitos de cidadão heterossexual. DITADURA HOMOSSEXUAL!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante que, quando falamos contra o homossexualismo, considera-se que estamos discriminando, e que somos preconceituosos. Todavia, tenho acompanhado os noticiários, especialmente os da internet, e tenho visto Gays e simpatizantes, incluindo políticos e líderes, se referindo a heterossexuais como retrógrados, antiquados, fundamentalistas, e tantos outros adjetivos pejorativos, alguns inclusive de baixo calão. Pergunto: Isso não é uma discriminação contra heterossexuais? Não teriam os homossexuais a obrigação de respeitar minha orientação sexual?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunto ainda, voltando à questão do emprego, que propus acima: e se o caso fosse contrário? E se o dono da casa fosse homossexual. Ele me manteria no emprego, sabendo que sou heterossexual? Será que ele não iria preferir alguém com a mesma orientação trabalhando ao seu lado? Diretores gays de empresas não iriam privilegiar os gays na hora da contratação? Todos sabemos a resposta. É claro que haverá preferência! É natural que haja. Pessoas se agrupam por afinidade. Homossexuais se agrupam com homossexuais, e heterossexuais, com heterossexuais. Mas, com a aprovação das leis de proteção ao homossexualismo, os gays terão direito de me discriminar, pois a Lei não diz nada contra isso. Mas eu, heterossexual, mal poderei manifestar-me contra o homossexualismo, pois se não medir minhas palavras, minha manifestação pode ser considerada não-pacífica, e eu serei enquadrado na Lei. DITADURA HOMOSSEXUAL!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falo de medir palavras, digo porque quem pode dar início ao processo, segundo o texto da PLC 122 é o homossexual que se sentir ofendido. A menção a um fato histórico bíblico, verídico, como a destruição de Sodoma e Gomorra por causa do homossexualismo pode ser interpretada como incitação à violência. Dizer que não quero ser amigo de um homossexual pode ser interpretado como discriminação. Se presenciar um casal gay se beijando e disser à minha filha que ela não deve seguir aquele caminho, porque Deus abomina esse comportamento, poderei ser interpretado como alguém que quer tolher a manifestação afetiva, e serei preso. Ou seja, estou censurado. DITADURA HOMOSSEXUAL!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu poderia citar aqui uma dezena de situações-problemas e todas provariam a mesma coisa. Estão querendo implantar a DITADURA HOMOSSEXUAL no Brasil.&lt;br /&gt;
Mas quero concluir, falando a todos os evangélicos que ainda não se posicionaram oficialmente, e, diga-se de passagem, infelizmente  a grande maioria do povo evangélico está calada, acovardada, sem se manifestar. Zé Geraldo já dizia em uma de suas canções: “isso tudo acontecendo e eu, aqui na praça, dando milho aos pombos”. Em nome de Jesus, se você é cristão, pare de dar milho aos pombos e posicione-se! Manifeste-se! Deixe de se acovardar! Não permitamos uma DITADURA HOMOSSEXUAL em nosso país. Lembremo-nos de Sodoma e Gomorra, e do porquê de sua destruição! Lembremo-nos de Lucas 9:26  - “ Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos.” É hora de agir, de falar, de pregar contra o pecado, de fazer manifestações, de ir à Brasília, de “entupir” os e-mails dos Deputados e Senadores, escrever cartas ao Congresso, ligar para os “0800” da Câmara e do Senado, escrever artigos, abrir a boca e lutar! Tudo de forma pacífica, como Jesus nos ensina, mas com firmeza e coragem! E que Deus se apiede de nosso país!</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/06/ditadura-homossexual.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-7585672964553684349</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 19:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-20T16:18:54.705-03:00</atom:updated><title>Enfim alguém sóbrio!</title><description>Em maio deste ano o Supremo Tribunal Federal decidiu reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Uma decisão que é uma afronta à nação brasileira, que fere descaradamente a Carta Magna. Nossa Lei Maior diz claramente, no seu art. 226, § 3º: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essa decisão, o STF rasga a Constituição, em vez de defendê-la. De guardião da Lei Maior, torna-se um adúltero da mesma, numa decisão incompetente, baseada numa ação ajuizada pela Procuradoria Geral da República e pelo Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que levou nossa Suprema Corte a deliberar, precipitada e equivocadamente sobre algo que não lhe diz respeito. Legislar compete ao Congresso Nacional. E para piorar, um dos argumentos utilizados foi que o Parlamento estaria demorando muito para deliberar. Ora, senhores Ministros do STF, será que o Judiciário Brasileiro pode falar em demora? Os processos que estão em vossas mãos estão em dia? Os senhores já se manifestaram, por exemplo, sobre o processo do mensalão? Ele está quase prescrevendo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não quero me aprofundar sobre essa decisão do STF, pois já escrevi um outro artigo sobre o tema (&lt;a href=&quot;http://mmedilson.blogspot.com/2011/05/nenhum-igual-pode-ser-mais-igual-que.html&quot;&gt;leia aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero me ater a outro assunto. Uma luz no fim do túnel, alguém que finalmente dá sinais de sobriedade. O Juíz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Dr. Jerônymo Pedro Villas Boas, contrariou a decisão do STF e determinou a anulação de um contrato de união estável entre homossexuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Juiz Jerônymo pondera que é preciso garantir direitos iguais a todos, independentemente “de seu comportamento sexual privado”, mas desde que haja o “cumprimento daquilo que é ordenado pelas leis constitucionais.” Jerônymo afirma ainda que o conceito de igualdade previsto na legislação brasileira estabelece que os cidadãos se dividem quanto ao sexo como “homens e mulheres, que são iguais em direitos e obrigações.&quot; Segundo ele, “a ideia de um terceiro sexo [decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo], portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional”. Villas Boas entende que &quot;Conceber um remendo ou meio termo constitucional para ‘nivelar’ comportamentos privados, seria o mesmo que se admitir a prática em público de ato heterossexual ou mesmo de admitir que um determinado vocalista de banda de rock fizesse a exposição de seus órgãos íntimos em público, com fundamento na ordem que não discrimine padrões de condutas sexuais&quot;. Em uma entrevista ao G1, o Juiz afirma que “o Supremo está fora do contexto social, porque o que vemos na sociedade não é aceitação desse tipo de comportamento. Embora eu não discrimine, não há na minha formação qualquer sentimento de discriminação, ainda demandará tempo para isso se tornar norma e valor social”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que agora todos os simpatizantes do movimento gay vão se voltar contra Villas Boas, alegando que ele não tem competência para anular uma resolução do STF, etc, etc. Mas, convenhamos, competência por competência, o STF também agiu fora da sua, e nem por isso sua decisão foi anulada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente a corda sempre quebra do lado mais fraco. O Juiz Villas Boas não tem “infalibilidade” tal como tem o STF, e creio que sua decisão será derrubada. Mas tenho certeza que ela não foi em vão. Servirá para dar vida ao debate e para dizer que tem muita gente que não aceita uma terra sem lei, como está se tornando o nosso país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parabéns, Juiz Villas Boas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/juiz-anula-contrato-de-uniao-estavel-entre-homossexuais.html&quot;&gt;Fonte: G1. Veja a notícia clicando aqui.&lt;/a&gt;</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/06/enfim-alguem-sobrio.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-8158519329905875374</guid><pubDate>Sat, 18 Jun 2011 13:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-18T10:18:41.752-03:00</atom:updated><title>Presidente ou Presidenta. Uma questão de português</title><description>Tenho acompanhado as notícias envolvendo a Presidente Dilma Rousseff.  Os jornais de maior circulação têm usado o termo Presidente. O Planalto, por sua vez, adotou o vocábulo Presidenta e, por incrível que pareça, isso tem gerado grande discussão. Uma simples pesquisa no Google pode retornar milhares de páginas trazendo o questionamento. Por esta razão, decidi escrever este pequeno artigo, como contribuição para aqueles que desejam dirimir a questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o professor Claudio Moreno, Doutor em Letras, o termo Presidenta está correto. Moreno afirma que os dicionários admitem Presidenta, e que adotar a expressão é só questão de tempo. Já para o professor Pasquale Cipro Neto, normalmente não há variação de gênero nas palavras terminadas em ‘nte. Veja bem, normalmente não há. Mas existem excessões. O professor Adalberto J. Kaspary, autor de &quot;Português para Profissionais&quot;, discorda do uso de Presidenta. Segundo ele, de acordo com a Academia das Ciências de Lisboa, há uma conotação pejorativa no vocábulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos perceber, com isso, que mesmo os grandes nomes ainda não entraram em acordo sobre o termo. Mas o que diz o português?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O particípio presente, ou particípio ativo é uma derivação de um verbo, no tempo presente, encontrada em algumas línguas, entre elas, o italiano, o espanhol e o português. Tem origem latina. Em português, o particípio presente tem a função de adjetivo ou de substantivo. Ou seja, a derivação de um verbo para o particípio presente, origina um adjetivo ou um substantivo. Normalmente os particípios presentes terminam em “ante”, “ente” ou “inte”. Por exemplo: o particípio presente de cantar é cantante, de adolescer é adolescente, de contribuir é contribuinte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse caso, o particípio presente do verbo presidir deverá ser Presidente, e não Presidenta, pois isso fugiria à regra da terminação (ante, ente ou inte).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, boa parte dos entendidos da gramática considera que o particípio presente não existe mais. E que essas palavras são simplesmente substantivos ou adjetivos, e não necessariamente derivações verbais. Para esses, então, não há incoerência no termo Presidenta, pois a regra, no caso não se aplicaria ou, no máximo, o termo seria uma das muitas exceções de regras que existem na língua portuguesa, como é o caso da palavra Governanta, que é usada com frequência. Se aplicássemos a regra ao pé da letra, uma casa teria uma governante, e não uma governanta. Logo, o uso acaba por tornar a terminação correta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos lembrar que a língua falada é que dá origem à língua escrita. Por essa razão, muitos termos, com o passar dos anos, vão caindo em desuso e sendo substituídos por outros termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, concluímos que as duas formas são adequadas, tanto Presidente como Presidenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que não pode ser admitida é a exigência da Exma. Senhora Dilma de ser chamada de Presidenta, como tem acontecido. Se as duas formas estão corretas, cabe a quem fala ou escreve optar pelo termo, não a quem lê ou ouve. Nesse ponto nossa Digníssima Presidenta se equivoca, ao impor a terminação feminina. Equívoco que inclusive, gerou uma situação desagradável no Senado Federal. A Senadora Marta Suplicy, no dia 08 de fevereiro deste ano, pediu uma questão de ordem, quando o Sen. José Sarney utilizou o termo Presidente: “Presidente, não! Presidenta!”, disse Marta. Sabiamente o experiente senador Sarney respondeu à sua questão de ordem: “As duas colocações estão corretas, vou usar a forma francesa madame e Le président”. Boa oportunidade perdeu a Senadora de ficar calada. Aliás, como ela tem perdido essas oportunidades! Assim como muitos &quot;entendidos&quot; de português também tem perdido, quando publicam suas opiniões sobre a questão, sem o menor embasamento teórico, apenas porque ouviram dizer. Precisamos estudar mais o bom e velho português.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/06/presidente-ou-presidenta-uma-questao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-4334646708028029292</guid><pubDate>Tue, 31 May 2011 00:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-30T21:47:55.041-03:00</atom:updated><title>PASSOS PARA A SANTIFICAÇÃO DA FAMÍLIA</title><description>Josué 7.2-13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos tempos, muito se tem falado sobre família, o que Deus deseja, o que devemos fazer, o que não podemos fazer, a importância da família buscar ao Senhor e tê-lo como coluna central, etc. E por mais vasto que seja o campo, a maior parte de tudo o que se tem escrito e dito sobre famílias aponta para o mesmo alvo: como ter uma família abençoada. Aliás, quem não quer ter um lar abençoado? Penso que esse é o desejo de cada pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, para que tenhamos lares abençoados é preciso, primeiramente que tenhamos famílias santificadas. Não é possível ter um lar abençoado se a família não é santa. Não é possível ter uma igreja abençoada se os crentes não são santos. É preciso primeiramente se santificar. É preciso primeiramente se purificar, para que o Senhor derrame as bênçãos sobre nossas casas e sobre nossa igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Josué 3.5 - Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós.&lt;br /&gt;
Levítico 20.7 - Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o Senhor vosso Deus. &lt;br /&gt;
A ordem do Senhor é clara. É preciso que nos santifiquemos. É preciso abandonar o pecado, jogar fora o anátema, para que sejamos abençoados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que é o Anátema?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anátema é uma palavra do grego antigo que significa “oferta votiva”, normalmente consagrada a um falso deus em rituais pagãos. Com o advento do cristianismo a palavra passou a designar tudo aquilo que é amaldiçoado, abominável aos olhos de Deus.&lt;br /&gt;
Mas alguém pode estar dizendo: “não há anátema em minha casa, não há anátema em minha família, em minha igreja, em minha vida, não há anátema”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo o que é pecado é anátema. A Bíblia diz que Deus odeia o pecado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus 1.8-9 – “Mas a respeito do filho, diz: o teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do teu reino. Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse texto o escritor aos hebreus cita uma passagem de Salmos e a aplica ao Senhor Jesus Cristo. É claro que Deus ama a justiça e odeia o pecado. Essa afirmação pode ser vista em várias outras passagens bíblicas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provérbios 6.16-19 - Há seis coisas que o Senhor detesta; sim, há sete que ele abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas – é claro – não são as únicas coisas que Deus odeia, é apenas uma pequena lista que, junto com muitas outras passagens bíblicas confirma o adágio que Deus odeia o pecado, portanto, tudo que é pecado, é anátema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse aspecto, chegamos a um ponto que nos leva a uma conclusão lógica: se há pecado na minha casa, se há pecado na minha vida, se há pecado na minha igreja, há anátema e Deus não irá nos abençoar.&lt;br /&gt;
O texto proposto neste artigo (Js 7.2-13), diz que Josué mandou alguns homens espionarem a terra de Ai, e que, ao voltar, eles disseram que não havia necessidade de se enviar todo o exército, pois haviam poucos habitantes. (v 2,3).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos olhos daqueles homens a vitória era fácil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, nossos inimigos parecem pequenos; a vitória parece fácil – Muitas vezes o problema que estamos enfrentando é, aos nossos olhos, comum. Mas se há anátema em nossa casa, o “fraco” inimigo nos derrotará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto diz que os homens de Israel foram humilhados. Derrotados de forma vergonhosa (v5). E quando Josué questiona a Deus, a resposta foi que havia anátema no meio do povo, e que se o anátema não fosse arrancado, Israel não seria abençoado e não venceria (v 11,12). Deus então ordenou (v13), que o povo se santificasse e que fosse retirado o anátema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem a santificação, não há bênção. Sem a santificação não há prosperidade. Sem a santificação não há vitória. Sem a santificação ninguém verá a Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais são os anátemas que existem na sua casa? Quais são os anátemas que existem na sua igreja? Quais são os anátemas que existem na sua vida? O que Deus está mandando que seja jogado fora hoje?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os anátemas mais abomináveis aos olhos humanos como, prostituição, adultério, pornografia, etc., talvez não façam parte da nossa casa, mas gostaria de deixar aqui alguns anátemas que precisam ser extirpados do nosso meio, para que sejamos abençoados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Jogue fora o anátema do julgamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 14.1,2,13: “Ora, ao que é fraco na fé, acolhei-o, mas não para condenar-lhe os escrúpulos (....) Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Portanto, não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mateus 7.1,2: Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Jogue fora o anátema do egoísmo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1Coríntios 10.24: “Ninguém busque o proveito próprio, antes cada um o de outrem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Jogue fora o anátema da mentira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ef 4.25: “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Jogue fora o anátema da maledicência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ef 4.29: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Jogue fora o anátema da amargura e da arrogância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ef 4.31,32: “toda a amargura, e cólera e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tirados dentre vós, bem como toda a malícia. Antes sede bondosos uns para os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Jogue fora o anátema da soberba&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ef 5.21: “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Jogue fora o anátema do orgulho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cl 3.13,14: “(....)Suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isso, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se desejamos ter lares abençoados, é imprescindível que joguemos fora esses e outros possíveis anátemas que muitas vezes estão agarrados em nossa vida. Assim, buscando a cada dia a santificação, veremos as maravilhas de Deus sobre nossas famílias.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/05/passos-para-santificacao-da-familia.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-8533650292179970793</guid><pubDate>Tue, 24 May 2011 18:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-24T15:57:54.588-03:00</atom:updated><title>Nenhum igual pode ser mais igual que outro.</title><description>Assisti recentemente no youtube um vídeo do Pr. Daniel Sampaio, falando sobre a decisão do Supremo de reconhecer a união homossexual como união estável. Confesso que, a princípio, achei que se tratava de mais uma manifestação sensacionalista como muitas que tenho visto por aí. Contudo, analisando as palavras do Pr. Sampaio, posteriormente, com mais calma, tenho que concordar com ele. &lt;br /&gt;
Quero primeiramente dizer que não tenho nenhum preconceito contra os homossexuais. Aliás, sou contra qualquer tipo de discriminação, seja contra quem for. O que prego e ensino é que as pessoas são livres para fazerem o que quiserem de suas vidas, sabendo que são responsáveis por seus atos, e que não é simplesmente a Constituição que lhes garante isso, mas a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
Contudo, assim como o Pr. Sampaio, penso que o Supremo, ao reconhecer a união estável entre homossexuais, fere a Carta Magna, no seu Art. 226, § 3º, e também a Lei que regulamenta esse artigo: Lei 9.278/96, Art. 1º. E, numa hermenêutica simples, penso que não é possível se interpretar de forma diferente.&lt;br /&gt;
Entendo, como o Pr. Sampaio, que o Supremo tem por finalidade primordial zelar pela Constituição e exigir o seu cumprimento É claro que não tenho conhecimentos suficientes no campo do direito para discutir as bases legais, mas penso que, sem dúvidas, houve um atropelo do Supremo ao Legislativo, e uma violação da Constituição.&lt;br /&gt;
Quanto à PLC 122, que também é citada no vídeo, tenho usado uma frase que penso sintetizar com precisão minha posição: “não tenho nada contra os homossexuais, mas sou totalmente contra o homossexualismo”.&lt;br /&gt;
O que quero dizer com isso? As pessoas precisam ser respeitadas em suas opções – inclusive na opção sexual – e eu sou contrário a qualquer tipo de discriminação – mas não posso concordar com a prática homossexual, uma vez que, como cristão, procuro ser obediente à Palavra de Deus, que ensina ser o homossexualismo pecado diante de Deus.&lt;br /&gt;
Por isso sou contra a PLC 122, entendendo que a mesma fere esse meu direito de ser contra a prática do homossexualismo. Porque digo isso? Por que entendo que poderei ser acusado de discriminação, se alguém ouvir de minha filha, por exemplo: “meu pai disse que homossexualismo é errado, que é pecado diante de Deus”. Mas como servo de Deus preciso ensinar isso.&lt;br /&gt;
Além disso tenho alguns receios quanto ao Arg. 8-A e 8-B, por exemplo, imaginando como os mesmos seriam interpretados se, por exemplo, no pátio da igreja, um casal homossexual que esteja se beijando for convidado a não fazê-lo.&lt;br /&gt;
Recentemente, depois de muito “barulho” a Sen. Marta Suplicy fez uma alteração ao texto:&lt;br /&gt;
“O disposto no capítulo deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)”.&lt;br /&gt;
Isso aparentemente resolveria o problema, mas volto a questionar: como será interpretado? Uma vez que o processo terá início mediante reclamação do ofendido, conforme o texto do projeto, como seria caracterizada uma manifestação pacífica? Por exemplo: estando um Pastor pregando em um púlpito, ele diz que “Sodoma e Gomorra foram destruídas por causa do homossexualismo, tamanha é a abominação aos olhos de Deus”.&lt;br /&gt;
A meu ver é apenas uma afirmação histórico-teológica. Mas, convenhamos: se um homossexual estiver no banco e entender que essas palavras são discriminatórias, sua denúncia poderá iniciar um processo. &lt;br /&gt;
Portanto, deixo clara aqui minha posição: Penso que não se pode criar um sentimento heterofóbico para se proibir uma manifestação homofóbica. As pessoas precisam ser respeitadas em sua opção de vida, e precisam ter garantido o seu direito de concordar e discordar de qualquer coisa. Um país onde a democracia existe de fato é um país que protege os direitos do cidadão, independente de ser homossexual, heterossexual, branco, negro, homem, mulher, jovem, idoso, etc. Um país sério e democrático obedece a sua Constituição. E a nossa já é bem clara no Art. 5º:&lt;br /&gt;
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:&lt;br /&gt;
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;&lt;br /&gt;
II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;&lt;br /&gt;
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;&lt;br /&gt;
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;&lt;br /&gt;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;&lt;br /&gt;
Portanto, se somos iguais, não permitamos que “alguns iguais sejam mais iguais que os outros”.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/05/nenhum-igual-pode-ser-mais-igual-que.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-2252650418378310503</guid><pubDate>Tue, 03 May 2011 13:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-03T10:06:19.322-03:00</atom:updated><title>Subestimando minha inteligência...</title><description>A morte de Osama Bin Laden está para se tornar mais uma incógnita, mais uma das grandes histórias mal contadas da humanidade. A falta de transparência do governo norte-americano, bem como as explicações contradizentes que  temos recebido não deixam dúvidas que algo de muito errado está sendo encoberto.&lt;br /&gt;
Não, não é uma “teoria da conspiração”. Na verdade são perguntas que não querem calar, são coincidências em demasia. O governo americano subestima a nossa inteligência com tantas contradições e mistérios. Comparado a outras “grandes vitórias” dos EUA, é difícil acreditar. &lt;br /&gt;
Quem se lembra, por exemplo, da morte de Che Guevara? Da exibição do “troféu” para que o mundo todo visse. E o enforcamento do Saddam, então, que caiu na mídia sem nenhum pudor. &lt;br /&gt;
Contudo, o terrorista mais procurado do mundo, ninguém sabe, ninguém viu. Querem que simplesmente acreditemos na palavra de meia dúzia de soldados, e em um suposto exame de DNA que, mesmo que tenha sido feito com tanta rapidez, não prova nada. Só diz que as duas amostras examinadas são da mesma pessoa ou, no máximo, de parentes próximos. &lt;br /&gt;
Contudo, vamos ser ingênuos, como querem. Vamos acreditar que o Osama foi morto. É maravilhoso saber disso! É muito confortador saber que a “maior democracia do mundo” nega o direito a um julgamento. Que condena sumariamente e executa. Que assassina aqueles que dizem serem uma ameaça. &lt;br /&gt;
Que democracia é essa, americanos? Os noticiários confirmaram: a ordem era para matar! A poderosa América se acha no direito de mandar matar! E tudo isso em nome da democracia, da paz. Nossa, não sei por que, mas parece-me tão contraditório!&lt;br /&gt;
Não sei o que é melhor, ou menos pior: acreditar que Bin Laden foi morto, assassinado dentro de casa por ordem de um governo “tirano-democrático”, ou se isso tudo é uma farsa americana para promover o Obama, que já lançou sua candidatura à reeleição, e cuja popularidade não anda tão alta ultimamente. &lt;br /&gt;
Só o tempo dirá. Ou não!</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/05/subestimando-minha-inteligencia.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-5924844241388268644</guid><pubDate>Thu, 13 Jan 2011 13:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-13T11:24:37.138-02:00</atom:updated><title>LEI DA HOMOFOBIA ARQUIVADA PROVISORIAMENTE</title><description>Projeto de lei da homofobia está arquivado no Senado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fim de 2010, o Senado arquivou o PLC 122/06, projeto de lei que criminaliza a homofobia. O motivo não é político, mas regimentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fim de legislatura no Congresso significa, além da preparação para receber os novos parlamentares eleitos, a organização, o saneamento e o arquivamento de projetos. Pelo Regimento Interno do Senado, todas as propostas que estão tramitando há mais de duas legislaturas são imediatamente arquivadas. Neste caso, terão o arquivo como destino todas as matérias apresentadas em 2006, último ano completo de trabalhos da 52ª legislatura, e dos anos anteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estão nessa situação, por exemplo, o PLC 122/06, que criminaliza a homofobia. Mesmo já tendo sido aprovado pela Câmara e pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado - faltam as análises das Comissões de Assuntos Sociais e de Constituição, Justiça e Cidadania, além do Plenário. Mas o fato de ter chegado à Casa ainda na legislatura passada já o qualifica para o arquivamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que é considerado não é a relevância do tema, e sim a antiguidade da proposição - explica o secretário-geral adjunto da Mesa, José Roberto Leite de Matos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, as proposições arquivadas ainda poderão tramitar por mais uma legislatura - a próxima será a 54ª - caso haja requerimento apoiado por um terço dos senadores para a continuidade da análise da proposta. Os interessados devem apresentar esse requerimento com 27 assinaturas até 60 dias após o início do ano legislativo, e o pedido deve ser aprovado em Plenário. O desarquivamento só pode ocorrer uma vez, caso contrário, o projeto será arquivado definitivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marta Suplicy, senadora eleita por São Paulo, afirmou em entrevista que levaria o PLC da homofobia adiante nesta nova legislatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(fonte: http://www.amigodecristo.com/2011/01/projeto-de-lei-da-homofobia-esta.html)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso  a situação fica um pouco mais favorável, pois, se antes faltava apenas a aprovação do senado, agora é preciso que 27 senadores concordem em pedir o desarquivamento, e além disso, o pedido deve ser aprovado em assembleia, ou seja, após as 27 assinaturas ainda serão necessários (além desses 27) mais 14 votos para que a matéria volte a tramitar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O passo agora é &quot;entupir&quot; os e-mails dos novos senadores com nossa posição CONTRÁRIA à plc 122/06, para que o projeto seja definitivamente arquivado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer a nossa parte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Envie email a todos os senadores. Repasse esta mensagem. Nada como a pressão popular para fazer com que um político &quot;mude de ideia&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Cristo Jesus, Edilson.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2011/01/lei-da-homofobia-arquivada.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-2244645422169618250</guid><pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-30T17:42:07.294-03:00</atom:updated><title>Nada de divertir bodes. Estamos sim alimentando as ovelhas!</title><description>&lt;meta content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; http-equiv=&quot;Content-Type&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Word.Document&quot; name=&quot;ProgId&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Generator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content=&quot;Microsoft Word 11&quot; name=&quot;Originator&quot;&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPIBMG%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot; rel=&quot;File-List&quot;&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Li recentemente no Batista Mineiro, um artigo do Pr. Joaquim Ferreira Damasceno, intitulado &lt;i&gt;“Alimentando Ovelhas ou Divertindo Bodes”&lt;/i&gt;. Acredito verdadeiramente no zelo do referido Pastor, e seu desejo ardente de levar as coisas de Deus a sério, e considero isso louvável. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Quando cursava o Seminário, fui aluno do sábio Pastor Bitencourt, e dele sempre ouvi uma frase que marcou a minha vida: &lt;i&gt;“o meu negócio é Bíblia e feliz é o homem que faz da Bíblia o seu negócio”&lt;/i&gt;. Por essa razão, sempre procuro examinar o que a Bíblia diz, de fato, a respeito de qualquer situação, buscando sempre esvaziar-me de mim mesmo para ater-me apenas ao que a Palavra diz, e jamais tentar adaptá-la ao que penso. Nós é que precisamos nos adaptar à Palavra, e não o contrário.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Partindo desse pressuposto, tenho que dizer de minha preocupação com nossos cultos, com o que dizem nossos líderes, com o que tem se ensinado e praticado por aí no que diz respeito à música, louvor, adoração e práticas de culto. Tenho ficado estarrecido com a falta de informação, e com a quantidade de “baboseiras” que tenho ouvido e lido. Um completo “cuspir” de falta de conhecimento, equívocos e mais equívocos, e ninguém há que atente para Oséias 4.6 &lt;i&gt;(O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento)&lt;/i&gt;. E o mais triste, é que a grande maioria do ensinamento equivocado que nossas igrejas têm recebido parte daqueles que deveriam estar ensinando apenas a Palavra, e deixando de lado suas opiniões e preferências. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No artigo citado, li com tristeza, por exemplo, a respeito do Cantor Cristão, tão defendido pelos seus amantes, e atacado por aqueles que não o têm como cancioneiro preferencial. Uns desejam sua abolição, ignorando que ali existem hinos que abençoaram e abençoam até hoje, escritos por homens e mulheres de Deus, e que devem sim serem usados em nossos cultos. Outros, entretanto, o defendem com unhas e dentes, o idolatram e até o consideram tão santo quanto a Palavra de Deus, e ignoram que nesse hinário também existem heresias, como o hino 114 que afirma que Jesus habitará novamente a terra e que nós habitaremos aqui, reinando com ele, marcha de guerra como o 112, vários hinos nacionais, como o nº 6, que é o hino nacional da Inglaterra “Deus, Salve a Rainha”, o 258, que é o hino da Alemanha, músicas mundanas, como o 484, e uma enorme gama de erros teológicos, como por exemplo o hino n.º 11, que diz na 4ª estrofe que os filhos de Deus são réus, e isso não é bíblico (Rm 8.1; Jo 8.24), o hino 36 que diz que “fomos adotados pelo Filho”, quando na verdade fomos adotados pelo Pai (1Jo 3.1), o hino 88 que diz na 3ª estrofe que Jesus passou por grande escravidão, o que não tem sustentação bíblica, o hino 116 que pede na 4ª estrofe para que Deus derrame sobre nós, seu povo, as mesmas maravilhas dos outros povos, e outros tantos, que não vou citar por não ser esse o nosso foco no momento. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Li ainda, com tristeza, a respeito da bateria chamada ironicamente de “Nossa Senhora da Bateria”, sem que o amado autor se preocupasse em notar que pouco antes disse que esta está no lugar do púlpito, da mesa da ceia e do Piano, o que sugere, em primeiro lugar que esses três, o púlpito, a mesa e o piano, podem ser considerados “nossa senhora do púlpito, da mesa ou do piano” (questão de interpretação de texto que pode ser confirmada por qualquer entendido). E em segundo lugar, a constatação mais preocupante, de que o autor do artigo ignora que o piano não foi produzido para uso eclesiástico, e que assim como a bateria, teve sua origem na música “mundana”, tendo sido inventado durante o período clássico por Bartolomeo Cristofori, músico secular da corte, empregado do Príncipe Ferdinando de Medici. Ignora que foi justamente buscando volume e dinâmica dos sons, coisa que o predecessor do piano, o cravo, não oferecia, que Cristofori construiu em 1700 o &lt;i&gt;Gravicembalo Col Piano e Forte&lt;/i&gt;, conhecido hoje como piano. Ignora ainda que o piano é tão utilizado nas igreja quanto no meio musical secular, especialmente no Jazz, e inclusive em shows de rock.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Causou-me ainda estarrecimento a afirmação do autor que afirma não crer que &lt;i&gt;“o verdadeiro salvo sinta-se bem em um culto da forma como está sendo realizado hoje em nossas igrejas”&lt;/i&gt; e que &lt;i&gt;“se Jesus viesse hoje em carne visitar a sua igreja e vendo cheia destes instrumentos de perturbação e esses cara pintadas sambando no lugar do púlpito, com o pretexto de estar pregando o evangelho de forma atualizada (...) jogaria para fora todos esses instrumentos mundanos”&lt;/i&gt;. E pasmo fiquei quando fui chamado pelo autor de &lt;i&gt;“irreverente desrespeitador do recinto sagrado”. &lt;/i&gt;Aliás, se biblicamente o templo somos nós, a igreja somos nós, então o recinto sagrado só pode ser o coração onde habita o Espírito de Deus, e mais uma vez nosso autor mostra-se desinformado, escravo do legado romano que vê o prédio como sendo a igreja. Ainda mais abaixo o autor volta a confirmar sua desinformação alegando que o uso de bateria, teatro e coreografia é um &lt;i&gt;“procedimento leviano na casa de Deus”. &lt;/i&gt;E eu afirmo novamente, baseado nos ensinamentos da Palavra do Senhor:&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Casa de Deus é o coração onde habita o Espírito Santo.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Quero concluir este “direito de resposta”, lembrando que, assim como o nobre Pastor, também me preocupo com alguns rumos que algumas igrejas têm tomado, com algumas práticas anti-bíblicas que alguns têm adotado e com o futuro de nossas igrejas. Batista que sou, seguidor dos princípios sagrados e inegociáveis da Palavra de Deus, também discordo de muita coisa, mas precisamos entender que a única autoridade para dizer se algo é correto ou não é a Palavra de Deus. Nossos líderes precisam entender isso. Nossos Pastores precisam se dobrar a isso. Não podemos de forma alguma basear nossos cultos em nossa preferência, em nosso gosto pessoal. Precisamos nos ater ao que diz a Palavra, e sermos mais diligentes na busca pelo conhecimento, não nos deixando levar por todo vento de doutrina (Ef 4.14). Que nós, Pastores e Líderes atentemos para Malaquias 2.7 que diz &lt;i&gt;“Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos”. &lt;/i&gt;Que Deus tenha misericórdia de nós!&lt;/div&gt;</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2010/07/nada-de-divertir-bodes-estamos-sim.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-5285608097708272520</guid><pubDate>Tue, 08 Jun 2010 14:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-08T11:27:13.173-03:00</atom:updated><title>IDENTIDADE BATISTA...</title><description>Tenho andado muito preocupado com o posicionamento de alguns irmãos a respeito da identidade batista. Muito se tem falado, muito se tem escrito, mas pouco se tem acertado. Dizem que estamos perdendo nossa identidade, que já não se conhecem as igrejas, que nossos cultos não mais são “cultos batistas”. Usam como argumento as palavras “ordem” e “reverência”. De fato, no documento “Princípios Batistas” de nossa Convenção Batista Brasileira, encontramos algo muito claro a esse respeito:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;2- Culto&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O culto a Deus, pessoal ou coletivo, é a expressão mais elevada da fé e devoção cristã. É supremo tanto em privilégio quanto em dever. &lt;strong&gt;Os batistas enfrentam uma necessidade urgente de melhorar a qualidade do seu culto, a fim de experimentarem coletivamente uma renovação de fé, esperança e amor, como resultado da comunhão com o Deus supremo. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O culto deve ser coerente com a natureza de Deus, na sua santidade: uma experiência, portanto, de adoração e confissão que se expressa com temor e humildade. &lt;strong&gt;O culto não é mera forma e ritual, mas uma experiência com o Deus vivo, através da meditação e da entrega pessoal. Não é simplesmente um serviço religioso, mas comunhão com Deus na realidade do louvor, na sinceridade do amor e na beleza da santidade. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O culto torna-se significativo quando se combinam, com &lt;strong&gt;reverência e ordem&lt;/strong&gt;, a inspiração da presença de Deus, a proclamação do evangelho, a &lt;strong&gt;liberdade&lt;/strong&gt; e a atuação do Espírito. O resultado de tal culto será uma consciência mais profunda da santidade, majestade e graça de Deus, maior devoção e mais completa dedicação à vontade de Deus.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O culto – que envolve uma experiência de comunhão com o Deus vivo e santo – &lt;strong&gt;exige uma apreciação maior sobre a reverência e a ordem, a confissão e a humildade, a consciência da santidade, majestade, graça e propósito de Deus&lt;/strong&gt; (...).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante que a palavra “liberdade” (grifos meus) expressa no documento nunca é lembrada pelos defensores do “culto-missa” e que, além disso, tais defensores desconhecem o significado das palavras reverência e ordem. Por isso, resolvi recorrer ao dicionário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Reverência: Homenagem. Um gesto de reconhecimento para com alguém. Respeito de humildade para com outra pessoa. Respeito pelas coisas sagradas; veneração; inclinação do corpo para saudar qualquer pessoa;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ordem: Ato de comandar; dar uma ordem a alguém; ato de arrumar, arranjar as coisas; organização; conjunto de leis e regras da sociedade;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desses pressupostos, cabe-me afirmar que, tendo nossos cultos organização e sentido, baseados nas regras ditadas pela Palavra de Deus (ordem), e tendo como objetivo principal venerar, homenagear e reconhecer a Soberania de Deus (reverência), estamos totalmente de acordo com a Palavra de Deus, independente das expressões utilizadas como forma de adoração por parte de nossos irmãos, como palmas, danças, teatro, estilos musicais diversos, levantar de mãos, dar glórias a Deus, orar no monte, ungir com óleo, falar em cura e libertação, expulsão de demônios, visões, revelação, etc. Todas essas práticas têm respaldo na Palavra de Deus e, se são feitas observando-se as regras de reverência e ordem, não vejo nelas nada que abale a identidade da igreja Batista, que tem a Bíblia como sua única regra de fé e prática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se não bastassem essas conclusões que são óbvias e inquestionáveis, ainda existe uma afirmação na nossa “Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira” que, ou não é conhecida de muitos de nossos líderes, ou então tais líderes tentam esconde-la assim como tentam esconder alguns princípios bíblicos em nome da tal “identidade batista”. Nossa Declaração diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;XV- Liberdade Religiosa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Deus e somente Deus é o Senhor da consciência.1 A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais do homem, inerente à sua natureza moral e espiritual.2 Por força dessa natureza, a liberdade religiosa não deve sofrer ingerência de qualquer poder humano.3 Cada pessoa tem o direito de cultuar a Deus, segundo os ditames de sua consciência, livre de coações de qualquer espécie (...).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, se tenho o direito de cultuar a Deus, segundo os ditames da minha consciência, e se o Senhor da minha consciência é única e exclusivamente o Senhor Deus, por que as igrejas insistem em querer ditar o estilo do culto? Porque insistem em querer proibir práticas que estão respaldadas na Palavra do Senhor, e que minha consciência, que é comandada pelo próprio Deus, me impele a realizar? Não seria o caso, então, de mudar a nossa Declaração doutrinária, para que a mesma se adapte à triste verdade que queremos esconder? E que verdade seria essa? – alguém me indaga – Que boa parte de nossas práticas está baseada no gosto pessoal de nossa liderança e não nos princípios claros e evidentes da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou assumimos quem somos, e colocamos em prática o que acreditamos, ou precisamos mudar nossas afirmações e admitir que a Bíblia, na verdade, não é nossa única regra de fé e prática, mas apenas um livro complementar que auxilia, às vezes, nos ditames de nossa vontade “soberana”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sejamos coerentes! Sejamos batistas! Pratiquemos aquilo que pregamos, ou então mudemos a placa de nossa igreja, porque ser Batista é seguir fielmente os preceitos da Palavra de Deus, e nunca os preceitos de homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Edilson Araújo Santiago.</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2010/06/identidade-batista.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-3308993298026596298</guid><pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-04T16:00:38.174-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;Aconteceu no último dia 31/05 a formatura da Primeira Turma Casados para Sempre de Ipanema. Louvamos a Deus por nos permitir formar mais esta turma, e esperamos poder formar ainda muitas outras, para a glória do Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRladUha7IQ-RSgrXJEPf-MbLTn5rcOlqvPJgOaNVSL5rtKcIh1TRzHn6ZLKAHKZrS67yLvxYQbuTQDi08UzX_sPHQ7U1Tg6SSomcNpzvdSuctgIfNMnklTVaV0MNB9VaTQ02XV2vAl4o/s1600/casados1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRladUha7IQ-RSgrXJEPf-MbLTn5rcOlqvPJgOaNVSL5rtKcIh1TRzHn6ZLKAHKZrS67yLvxYQbuTQDi08UzX_sPHQ7U1Tg6SSomcNpzvdSuctgIfNMnklTVaV0MNB9VaTQ02XV2vAl4o/s320/casados1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRVEGSF7WhCPxIcLdyfDXQsuQAXkWik6_DxHg12QvxVtNdcqhh6JIAXc4wVU6cWe-Ez_P4ccL8Ob_9NKw0td_ug8GDUtJow4ivwoTOOhq1aoF_8r_bDgD34FBd4viODRmQK720K6HV0qk/s1600/casados2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRVEGSF7WhCPxIcLdyfDXQsuQAXkWik6_DxHg12QvxVtNdcqhh6JIAXc4wVU6cWe-Ez_P4ccL8Ob_9NKw0td_ug8GDUtJow4ivwoTOOhq1aoF_8r_bDgD34FBd4viODRmQK720K6HV0qk/s320/casados2.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE6M17BEg9uPvizZ-dnFCy7Bf6ddZswB4uZ4xcQpRQZb2f8uwcx-tkjhuIUa-JpFgVdjL-VnXQta4kBGH43kfs8AZxBJ_GqhaLXAzxjdGGMIQ-zW6nkEbiavJ0G9sBnyIK_VvpRqISFa4/s1600/casados3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE6M17BEg9uPvizZ-dnFCy7Bf6ddZswB4uZ4xcQpRQZb2f8uwcx-tkjhuIUa-JpFgVdjL-VnXQta4kBGH43kfs8AZxBJ_GqhaLXAzxjdGGMIQ-zW6nkEbiavJ0G9sBnyIK_VvpRqISFa4/s320/casados3.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCUWYpECSeGL3HrVy5FsA2VT3xoc0-KgVlZSPtzAN7vD4wjOUKHKosTCvsDkDSutP69wm-eRKW9yP04iZYocYam8GmediiPavCireZVlPfCgP3UyM71z2Iax1Qljrord1z04HKVSY1ooQ/s1600/casados4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCUWYpECSeGL3HrVy5FsA2VT3xoc0-KgVlZSPtzAN7vD4wjOUKHKosTCvsDkDSutP69wm-eRKW9yP04iZYocYam8GmediiPavCireZVlPfCgP3UyM71z2Iax1Qljrord1z04HKVSY1ooQ/s320/casados4.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguDCrvaX4FifpqSxz1Zd2OXmwMTcPeT9VfjslFKBYHV98PhpJsuHgfQR2EXNI5Dcrxzc6zVLk4PAA0QzEGubkN2u73NopDvnEbryP6d8CCRfNKo4mAoVtmfBFbHjR-Hj7hphDWmBKcsK4/s1600/casados5.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguDCrvaX4FifpqSxz1Zd2OXmwMTcPeT9VfjslFKBYHV98PhpJsuHgfQR2EXNI5Dcrxzc6zVLk4PAA0QzEGubkN2u73NopDvnEbryP6d8CCRfNKo4mAoVtmfBFbHjR-Hj7hphDWmBKcsK4/s320/casados5.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5qmzLRWA5IWL9kqrIvkUQhuWJWzpOm0zoSEzkVwLrkqeh6uDO5hWUL91JhyZwRfaHWa_G_SF55nUPtZ36MPUtFpr33hujAUfRgScU_0C-R375oQ-6SDZM09XWjTp66DA3EaeyJ6gz1A0/s1600/casados7.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5qmzLRWA5IWL9kqrIvkUQhuWJWzpOm0zoSEzkVwLrkqeh6uDO5hWUL91JhyZwRfaHWa_G_SF55nUPtZ36MPUtFpr33hujAUfRgScU_0C-R375oQ-6SDZM09XWjTp66DA3EaeyJ6gz1A0/s320/casados7.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvUThjijPtELvjf6iHBXXyRQIQGsK_vVirZk93Lb-jYiycyOTlIxZSiKCJOiHLC7RscJEXJY4LPerZY2k1b28CR_FE8ZvIhBPpF2lFIdISh1DLpMdqqPNPPzRRL7nYa7JNy2teRod2_t0/s1600/casados8.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvUThjijPtELvjf6iHBXXyRQIQGsK_vVirZk93Lb-jYiycyOTlIxZSiKCJOiHLC7RscJEXJY4LPerZY2k1b28CR_FE8ZvIhBPpF2lFIdISh1DLpMdqqPNPPzRRL7nYa7JNy2teRod2_t0/s320/casados8.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2010/06/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRladUha7IQ-RSgrXJEPf-MbLTn5rcOlqvPJgOaNVSL5rtKcIh1TRzHn6ZLKAHKZrS67yLvxYQbuTQDi08UzX_sPHQ7U1Tg6SSomcNpzvdSuctgIfNMnklTVaV0MNB9VaTQ02XV2vAl4o/s72-c/casados1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083251158240543701.post-4285917526789368539</guid><pubDate>Fri, 04 Jun 2010 17:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-04T14:49:51.969-03:00</atom:updated><title>O MINISTÉRIO DA MÚSICA</title><description>&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;Instituído  por Deus, sob a liderança do rei Davi (1Cr 6.31-48), o Ministério da Música  atravessou a história e tem sobrevivido até os dias de hoje, mesmo que a duras penas.  Apesar de sua importância inquestionável e valor inestimável, o Ministério da  Música tem sido vítima da falta de preparo por parte de seus obreiros e da falta de  visão de líderes. E lamentavelmente tem se extinguido em muitas igrejas, que têm priorizado outros Ministérios e ignorado a necessidade de um Ministério  de Música forte, coeso, funcional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;Boa parte  das igrejas “modernas” ignoram as bases Bíblicas do Ministério de Música e “contratam” músicos  muitas vezes até profissionais, bons músicos, mas sem nenhum preparo para a  obra do Ministério. E quantas são que têm pago alto preço por tal errônea  decisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;O Ministro  de Música é alguém separado para a obra do Ministério. Ele deve dedicar tempo  integral ao Ministério da Música, pois precisa &lt;i&gt;“Ministrar continuamente”&lt;/i&gt; (1Cr 16.37). A obra do Ministério Musical é  trabalhosa, demanda tempo. Não se faz um músico de uma hora para outra, não se fazem  grupos musicais nas igrejas de um dia para o outro, não se preparam cultos  utilizando “restos de minutos” do dia. O Ministro de Música precisa compreender que seu  chamado foi específico, e deve ser cumprido. Ele foi separado por Deus para  Ministrar e jamais terá exito dividindo seu tempo. Igrejas também devem ter essa  visão e lembrarem-se que Ministros de Música têm família, têm compromissos,  despesas, etc. E se vão dedicar seu tempo integral, precisam ser sustentados pela  igreja. Precisam ser isentados de outros serviços (1Cr 9.33).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;Além  disso, o Ministro de Música precisa ser consagrado ao Ministério. Precisa receber ordem  sacra. Em Números 8 encontramos ordem expressa de Deus a Arão para que os Levitas  fossem consagrados ao Ministério. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É claro que o Ministério Levítico tal como se fazia no Antigo Testamento não mais  existe, mas é sempre bom lembrar que os Músicos designados para o Ministério da  Música eram todos Levitas. Todos consagrados ao Ministério. Infelizmente muitas  igrejas não têm dado importância à ordenação do Ministro de Música. Raras foram as  vezes que tomei conhecimento de Concílios examinatórios e cerimônias de  ordenação ao Ministério da Música. E o resultado todos nós temos visto. O Ministério  da Música cada vez mais se esvaindo e, pior que isso, dando lugar, em muitos  casos, ao mundanismo, que tem invadido a igreja por causa da falta de Ministros de  Música preparados para a obra do Ministério.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;O Ministro  de Música, ainda, precisa ser bom músico. É preciso estudar, se preparar  tecnicamente. Em meus 13 anos de Ministério de Música, conheci alguns Ministros que paravam de  tocar se o vento virasse as páginas da partitura, outros que só tocavam por  cifras, outros só de ouvido, alguns com problemas de afinação, outros com  dificuldades rítmicas, enfim, um caos técnico. Os Levitas Músicos do Antigo  Testamento foram ordenados ao Ministério após a constatação de que eram “entendidos” (1Cr 16.22). Eles conheciam música. Sabiam o que estavam fazendo. O Ministro  de Música deve dominar pelo menos um instrumento e ter certo conhecimento sobre  outros, precisa dominar a partitura, conhecer a teoria e saber aplicá-la à pratica,  precisa ser um bom arranjador, saber usar a voz, aprimorar sua percepção, enfim,  assim como o médico, o advogado, o engenheiro, etc, estão constantemente estudando e  se atualizando, assim também precisa fazer o músico. Estudar muito e ser um profissional idôneo, competente, qualificado para o trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;Por fim, é  preciso que Ministros de Música, Pastores, Líderes e Igrejas entendam que o  Ministério da Música é muito mais do que um grupo musical que toca no domingo a noite. É um  Ministério organizado, que tem a responsabilidade de promover o culto e todo o  programa musical da igreja como música congregacional, musica coral, música  solística, execução de instrumentos, regência, composição, arranjo, educação musical, etc.  Tudo isso, quando realizado por alguém capacitado tecnicamente para tal, e  também espiritualmente para a obra do Ministério, resulta em cultos  biblicamente relevantes, que exaltam a Deus e edificam seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 14pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;Edilson Araújo Santiago&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;ecxecxecxMsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 8pt;&quot;&gt;Ministro de Música da  PIBMG&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mmedilson.blogspot.com/2010/06/o-ministerio-da-musica.html</link><author>noreply@blogger.com (M.M. Edilson)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>