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	<title>Mosquito Eletrônico</title>
	
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		<title>Microsoft comprando a Nokia: faz sentido?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ano passado a Nokia e a Microsoft anunciaram uma parceria que, para o mercado de dispositivos móveis, era épica. De um lado a líder absoluta na era pré-iPhone e do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado a Nokia e a Microsoft anunciaram uma parceria que, para o mercado de dispositivos móveis, era épica. De um lado a líder absoluta na era pré-iPhone e do outro a maior fabricante de softwares desde a década de 80. Uma entraria com todo o <em>know-how</em> em hardware, infra-estrutura e mercado, e a outra com o excelente software. Foi assim, então, que a Nokia adotou oficialmente o Windows Phone como seu sistema operacional móvel. Como se não bastasse, agora fortes rumores estão indicando que a Microsoft iria comprar de vez a Nokia. Verdade ou não, faz sentido?</p>
<div id="attachment_683" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://muskeetu.com/index.php/microsoft-comprando-a-nokia-faz-sentido/342148-nokia-smartphone-lumia-800-710/" rel="attachment wp-att-683"><img class="size-medium wp-image-683" title="Nokia Lumia" src="http://muskeetu.com/wp-content/uploads/2012/01/342148-nokia-smartphone-lumia-800-710-300x169.jpg" alt="Nokia Lumia" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Nokia Lumia 710 e 800: Windows Phone de casa nova</p></div>
<p><strong>Nokia: líder sem um bom produto</strong></p>
<p>O último grande produto da Nokia, o N95, foi lançado no início de 2007. Meses depois, o primeiro iPhone chegou, o que transformou completamente o mercado. Desde então, a Nokia tem tido sérios problemas para manter sua fatia de mercado. Está ameaçada pela Samsung no segmento de celulares básicos e <em>featurephones</em> e pela Apple e outras fabricantes que adotaram o Android no setor de smartphones. Apesar da Nokia ter feito algumas ótimas apostas mesmo na era pós-iPhone, todas só eram excelentes em hardware e falhavam (muitas vezes miseravelmente) no software. O Symbian, o qual muitas vezes na história da Nokia era dito como motivo do sucesso de seus smartphones, foi diretamente afetado com o lançamento do iPhone. Portanto, apesar da Nokia ter lançado <em>flagships</em> como o N97, N900, N8 e o N9 possuindo excelente hardware, todos falharam no quesito software, seja por instabilidade, falta de suporte pela fabricante, interface obsoleta ou todas essas opções juntas.</p>
<p><strong>O Android que não roda Windows</strong></p>
<p>A Microsoft lançou sua plataforma de software móvel Windows CE para concorrer com a dominante Palm. Naquela época, ela brigava apenas pelo mercado de PDAs (ou <em>Palmtops</em>). Quando os smartphones começaram a se tornar tendência, ela adaptou sua plataforma, relançando-a como Pocket PC. Mas, infelizmente, a Microsoft nunca conseguiu desbancar a Palm no mercado de PDAs, muito menos a Nokia no mercado de smartphones. Na verdade, apenas nos últimos anos da era pré-iPhone é que o Windows Mobile, sucessor do Pocket PC, começou a ter usos significativos em smartphones, principalmente pelos esforços da HTC. Na maioria das vezes, as fabricantes que adotavam o Windows Mobile desenvolviam uma interface customizada que era executada por cima do sistema, o que começou a fazer muito sucesso entre usuários de smartphones. Mas, essa &#8220;quase-volta-por-cima&#8221; da Microsoft também foi afetada diretamente não só pelo lançamento do iPhone, mas principalmente do Android. A Microsoft só fabrica o software, licenciando-o para fabricantes de hardware usá0lo em seus produtos. Assim, o Android começou a concorrer diretamente com o Windows Mobile pela preferência das fabricantes. E, por ser bem mais moderno e barato, o Android em pouco tempo já estava na frente.</p>
<p>Resumindo: de um lado temos a Nokia que, apesar de ter enorme experiência de mercado com 10 anos de liderança no currículo, sofre para acompanhar a evolução e tendências de software móvel. Ela também não consegue definir uma plataforma e ecossistema único para seus produtos, por causa de constantes mudanças de estratégia confundindo principalmente os consumidores. Do outro lado temos a Microsoft, que conseguiu trazer uma excelente proposta de plataforma e ecossistema no mercado móvel na era pós-iPhone. Mas como depende da adoção do seu sistema por fabricantes de hardware, sofre com o sucesso do Android, que tem mais tempo de mercado, é mais barato e é livre.</p>
<p>A compra da Nokia pela Microsoft faria então sentido? Com a parceria anunciada ano passado, a Microsoft resolve seu problema, garantindo uma significativa fabricante de hardware comprometida em usar e desenvolver sua plataforma, e a Nokia resolve seu problema de falta de uma plataforma competitiva, significativa e que atraia novamente usuários e desenvolvedores.</p>
<p><strong>Nokia e Microsoft: grandes demais para morrer</strong></p>
<p>Temos que lembrar que a Nokia não vende apenas celulares. Ela é também fabricante e fornecedora de infra-estrutura de telecomunicações. Nesse mercado ela concorre principalmente com a Ericsson e Siemens. Coincidentemente, ambas já estiveram no mercado de celulares mas não deram muito certo. A Ericsson formou uma joint-venture com a Sony (criando a Sony Ericsson) e que aparentemente está prestes a terminar, com uma suposta saída da Ericsson. A Siemens também tentou uma joint venture com a BenQ, mas que mal durou um ano. Além disso, a Nokia ainda possui um forte setor de pesquisa e desenvolvimento, que contribui para definição e desenvolvimento de diversos padrões na industria.</p>
<p>Já a Microsoft, todo mundo conhece. Além de sua rentável divisão de software encabeçada pelo Windows, sua divisão de software móvel é compartilhada com a de entretenimento, que está indo muito bem com o Xbox 360 e o Kinect. Mas, num mercado que hoje está praticamente divido entre iOS e Android, parece haver lugar apenas para mais uma grande plataforma. Esse lugar é hoje ocupado pelo Blackberry, mas que também está tendo problemas pra se manter e acompanhar a evolução. O WebOS da Palm, comprado pela HP, foi precocemente descontinuado, simplesmente porque mal conseguia encostar na base de usuários do até então novíssimo Windows Phone 7. Se bem administrado e com uma boa estratégia, o Windows Phone 7 tem sim chance de desbancar o terceiro lugar do Blackberry e se firmar como terceira principal plataforma móvel.</p>
<p>Pensando bem, sim, faria sentido. Há anos a Nokia está mostrando sinais de decadência e um pouco de desespero, com constantes mudanças de estratégias e a falta de um produto marcante principalmente pela falta de uma boa plataforma de software. A Microsoft, após anos de tentativas, nunca conseguiu uma posição sólida no mercado de dispositivos móveis, principalmente por depender de fabricantes de hardware. Além disso, o Windows Phone 7 parece ter sido, de longe, sua melhor aposta. Se unirmos o melhor de cada uma, mais uma boa dose de estratégia de mercado, talvez tenhamos um verdadeiro novo competidor no mercado agora dominado por Apple e Google.</p>
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		<title>O ultrabook mais barato do mercado</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 22:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava eu navegando hoje pelo site da Fast Shop, que por sinal está de cara nova, e percebi que há uma nova categoria no menu de informática: ultrabooks. É, agora...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu navegando hoje pelo site da <strong><a href="http://www.fastshop.com.br/ULTRABOOK,dept,77812,subdept,-1.aspx" target="_blank">Fast Shop</a></strong>, que por sinal está de cara nova, e percebi que há uma nova categoria no menu de informática: <em>ultrabooks</em>. É, agora além dos <em>notebooks</em>, <em>netbooks</em> e <em>tablets</em>, há uma nova categoria de equipamento portátil. Bom, pelo menos, na minha opinião, a médio prazo, são os <em>ultrabooks</em> que deverão substituir os <em>notebooks,</em> e não os <em>tablets</em>.</p>
<div id="attachment_673" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://muskeetu.com/index.php/o-ultrabook-mais-barato-do-mercado/design_unibody2/" rel="attachment wp-att-673"><img class="size-medium wp-image-673 " title="Macbook Air" src="http://muskeetu.com/wp-content/uploads/2012/01/design_unibody2-300x171.jpg" alt="Macbook Air" width="300" height="171" /></a><p class="wp-caption-text">Macbook Air: o ultrabook mais barato do Brasil</p></div>
<p>Para entender rapidamente o que seria um <em>ultrabook</em>, lembrem do <strong><a href="http://www.apple.com/br/macbookair/" target="_blank">Macbook Air</a></strong>. Um equipamento com a leveza e portabilidade de um <em>netbook</em>, mas com poder de processamento de um <em>notebook</em> tradicional. Por padrão, no lugar dos disco rígidos tradicionais, possuem memória flash, assim como seu MP3 Player. A maior vantagem disso é a rapidez de acesso, ou seja, a máquina inicializa muito, mas muito mais rápido, seus programas abrem muito, mas muito mais rápidos, e são muito, mas muito mais leves que discos rígidos tradicionais. Ah, além de consumirem bem menos bateria, fazendo com que os <em>ultrabooks</em> tenham melhor autonomia que os <em>notebooks</em>.</p>
<p>Apesar dos <em>ultrabooks</em> já aparecerem em feiras de tecnologia há alguns anos como promessa para o futuro, somente agora estão começando a chegar definitivamente ao mercado. A Apple é um pouco culpada disso, depois que seu Macbook Air se tornou o equipamento de entrada de sua linha de <em>notebooks</em>. Ou seja, se quer comprar um <em>notebook</em> da Apple, o mais barato será o Macbook Air com tela de 11 polegadas, que pesa 1 kg e tem a espessura de um telefone celular. É sinal de que este novo formato de equipamento está em vias de se popularizar.</p>
<p>Mas, voltando à navegação na Fast Shop. Fiquei curioso sobre os modelos de <em>ultrabooks</em> que estariam sendo vendidos. Inclusive achei que o site me listaria os modelos do Macbook Air. Para minha surpresa, eram dois modelos do novo <strong><a href="http://zenbook.asus.com/br/" target="_blank">Zenbook da ASUS</a></strong>. Agora o curioso: ambos os modelos tinham configurações semelhantes (para não dizer iguais) aos atuais Macbook Air. Mas o curioso não é isso. A questão é que, os produtos da Apple, que sempre são ditos produtos <em>premium</em>, que custam mais caro, estavam na verdade <strong>mais baratos</strong> que os semelhantes da ASUS.</p>
<p>Só nos resta agora esperar a avalanche de <em>ultrabooks</em> que devem aparecer no mercado daqui pra frente. E que caiam de preço pois, mesmo o mais barato de todos, ainda custa o dobro de um <em>notebook</em> básico.</p>
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		<title>Qual escolher: Nokia N97, mini ou Motorola Backflip?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 02:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nosso leitor Eduardo Vendruscolo já a algum tempo pediu um comparativo entre os aparelhos Nokia N97, Nokia N97 mini e Motorola Backflip. Vou focar o comparativo apenas nos pontos em...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso leitor Eduardo Vendruscolo já a algum tempo pediu um comparativo entre os aparelhos Nokia N97, Nokia N97 mini e Motorola Backflip. Vou focar o comparativo apenas nos pontos em que os aparelhos merecem destaque, algo mais objetivo. Então, sem muita enrolação, vamos lá.</p>
<ul>
<li>Os 3 aparelhos são smartphones com tela de toque. Porém, enquanto <strong>os da Nokia possuem telas resistivas</strong>, aquelas que respondem melhor a objetos pontiagudos como unhas e stylus, <strong>o Motorola Backflip possui tela capacitiva, a mesma tecnologia do iPhone</strong>. Além disso, a tela do Backflip é mais resistente. Porém, a resolução da tela dos aparelhos da Nokia são maiores que as do Backflip.</li>
<li>O <strong>Motorola Backflip é um smartphone Android</strong>, o sistema operacional móvel da Google. Ele é mais moderno e tem excelente integração com redes sociais, especialmente com serviços Google (Gmail, Google Talk, Picasa, etc). <strong>O sistema da Nokia, o Symbian</strong>, é um sistema que carrega um legado do início da década e ainda não conseguiu se modernizar. Mas muitos dizem ser o melhor sistema para quem quer ter o primeiro smartphone.</li>
<li>Os 3 aparelhos possuem performance abaixo da média. Porém, <strong>o N97 e o mini da Nokia sofrem de problemas mais sérios, como travamentos frequentes e lentidão</strong>.</li>
<li>Tanto o<strong> N97, quanto o N97 mini da gravam vídeos numa resolução maior, a mesma do DVD (480 linhas)</strong>. Os videos do Motorola Backflip possuem resolução bem abaixo. Mas, as fotos dos 3 aparelhos são praticamente da mesma qualidade, com vantagem das <strong>lentes Carl Zeiss dos aparelhos da Nokia</strong>. Além disso, tanto o N97 quanto o N97 mini possuem, além da câmera principal de 5 megapixel, uma frontal, VGA, para video-chamadas.</li>
<li>O Android, que equipa o Motorola Backflip, apesar de ser mais recente, possui muito mais aplicativos disponíveis e fáceis de instalar através da Android Market. Os Symbian, apesar de possuir a Ovi Store, possui menos aplicativos disponíveis.</li>
</ul>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/motorola_backflip_slide.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-641" title="Motorola Backflip" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/motorola_backflip_slide.jpg" alt="" width="500" height="436" /></a></p>
<ul>
<li>O teclado físico do Nokia N97 e mini item excelente empunhadura e deslizam firmemente para dentro e fora do aparelho. O teclado do Motorola Backflip, mesmo quando nao usado, fica exposto ao ambiente, ficando mais vulnerável.</li>
<li>A navegação na internet é um pouco superior no Motorola Backflip por causa do browser melhor do Android. Só não é perfeita por causa da baixa resolução da tela do aparelho. Os aparelhos da Nokia, apesar de terem uma resolução maior, possuem navegadores com performance mais baixa, mesmo sendo compatíveis com Flash Lite.</li>
<li>O <strong>Motorola Backflip não possui radio FM</strong>, ao contrário do Nokia N97 e mini. Estes, inclusive, possuem também Transmissor FM, que transmite a música do aparelho para qualquer rádio. O alcance, porém, não é dos melhores.</li>
</ul>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/nokia-n97-mini-phone.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-640" title="Nokia N97" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/nokia-n97-mini-phone.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<ul>
<li>O software e o serviço de navegação de <strong>GPS do Nokia N97 e mini são gratuitos</strong> e não dependem de internet. Os mapas podem ser baixados pelo computador e transferidos ao aparelho via cabo. O Android instalado no Motorola Backflip não é compatível com a solução de GPS do Google, o Maps Navigation. Porém, é possível adquirir outros software através da Android Market, porém, pagos.</li>
<li>O <strong>Motorola Backflip é o menor</strong> dos 3. Mas todos são espessos, algo comum em aparelhos com teclado físico completo.</li>
<li>Os 3 aparelhos possuem <strong>WiFi, 3G, Bluetooth, USB, MP3 Player e GPS</strong>.</li>
<li>O preço dos aparelhos estão flutuando atualmente (Dezembro/2010) na mesma faixa de R$1100. Apenas o Nokia N97 está um pouco acima, nos R$1300.</li>
</ul>
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		<title>Nexus S: provando que o Google Phone ainda existe</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 20:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente o Google anunciou o seu novo smartphone produzido em parceria com a Samsung: o Google Nexus S. É um smartphone Android, e será o primeiro que virá com a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente o Google anunciou o seu novo smartphone produzido em parceria com a Samsung: o Google Nexus S. É um smartphone Android, e será o primeiro que virá com a novíssima versão 2.3 do sistema, apelidada de <em>Gingerbread</em>. Além deste, traz outros diferenciais de hardware, como o suporte a NFC (<em>Near Field Communication</em>) e tela de toque AMOLED curvada. Mas talvez o que chama mais atenção seja o fato da própria existência do aparelho em si.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusSfull.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-628" title="NexusSfull" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusSfull.jpg" alt="" width="499" height="365" /></a></p>
<p><strong>A promessa do Google Phone</strong></p>
<p>A praticamente um ano atrás, o Google fazia algo semelhante ao que ocorreu na última semana: ele apresentava ao mundo um smartphone com a sua marca produzido em parceria com uma grande fabricante de smartphones, no caso, a HTC. Era o Google Nexus One, o tão esperado e especulado Google Phone. Blogs e sites anunciavam a chegada do smartphone com a marca do Google que fariam frente ao iPhone da Apple.</p>
<p>O Nexus One também chegou sendo pioneiro e ditador de algumas tendências hoje dos smartphones. Foi o primeiro a vir com a versão 2.1 do Android, ajudando na popularização das telas AMOLED, processadores ultra rápidos e resoluções de tela mais altas em smartphones. O modo de venda também era inovador. Ao invés da tradicional estratégia de vender através de lojas varejistas ou subsidiado pelas operadoras, o próprio Google vendia o aparelho em seu site, desbloqueado.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusOnefull.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-627" title="NexusOnefull" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusOnefull.jpg" alt="" width="466" height="339" /></a></p>
<p>O tempo passou, e todos acabamos por descobrir que o Nexus One não era o tão anunciado Google Phone que revolucionaria o mundo dos smartphones e derrubaria a hegemonia do iPhone. Ele era apenas mais um smartphone equipado com Android. Ele competia com outros aparelhos de outras fabricantes que também vinham com Android e, muitas vezes, com customizações que acabavam trazendo recursos muito mais interessantes. O Nexus One era um filho direto do Google, um Android de sangue puro. De um jeito ou de outro, em Julho de 2010 o Google anunciou o término das vendas através de seu site, mas o aparelho continuaria sendo vendido nos canais tradicionais. Mesmo o aparelho não saindo de linha, para a mídia, era como se fosse. Assim, o Google Phone teve seus 15 minutos de fama e foi dado como morto.</p>
<p><strong>A Linha Google Nexus</strong></p>
<p>Porém, hoje percebemos que a história talvez não seja bem essa. Um ano depois da chegada do Nexus One, recebemos então o seu sucessor, o Nexus S. Que outra empresa costuma atualizar seus smartphones rigorosamente uma vez por ano? Desde Julho de 2007, com o lançamento do primeiro iPhone, todo ano na mesma época, um novo modelo da linha é lançado pela Apple, trazendo novidades e aumentando sua fama. Quem disse que o Google não pode (e quer) fazer o mesmo? Quem disse que a linha Nexus tinha morrido? Quem disse que o Google Phone nunca existiu?</p>
<p>O lançamento do Nexus S um ano após o lançamento do Nexus One pode não ser coincidência. Talvez o Google tem sim um plano sólido pra sua linha Nexus. Esta poderia ser a linha de smartphones divulgadora da plataforma Android. O carro chefe, o verdadeiro modelo que iria apresentar novidades para que as outras fabricantes se inspirassem na criação de seus smartphones baseados na plataforma. Oras, se o Google Phone não tinha dado certo, por que o Nexus One era o primeiro a receber atualizações do Android e nunca foi abandonado pela empresa?</p>
<p>Portanto, se você é fã da plataforma Android, talvez o aparelho certo para você seja os da linha Nexus. Eles certamente receberão atenção especial do Google e estarão sempre atualizados com as últimas novidades da plataforma. E servirão de inspiração para outras fabricantes que queiram adotar o Android em seus smartphones. Afinal, o Android é a plataforma móvel que mais cresce no mercado, e isso se deve principalmente a adoção da plataforma por várias fabricantes, ao contrário do iOS que está preso aos produtos da Apple.</p>
<p>Todo mês de Junho/Julho, fãs do iPhone aguardam ansiosamente por um novo modelo. Portanto, marquem em suas agendas, Android-maniacos: Dezembro/Janeiro é a vez de vocês.</p>
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		<title>Atualização do Android no Motorola Milestone</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 23:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia, a maioria dos smartphones, independente do sistema que está instalado, costumam receber atualizações da fabricante mesmo depois de você compra-lo. Estas atualizações geralmente vêm para resolver problemas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, a maioria dos smartphones, independente do sistema que está instalado, costumam receber atualizações da fabricante mesmo depois de você compra-lo. Estas atualizações geralmente vêm para resolver problemas no sistema, ou adicionar novas funcionalidades. Isso inclusive tem se tornado comum não só em smartphones e celulares, mas também videogames, aparelhos de DVD e Blu-ray, MP3 players, entre outros. É um modo da fabricante manter o seu produto atualizado e também de corrigir alguns problemas sem precisar fazer um <em>recall</em>.</p>
<p>Os visitantes do blog Jardel e Marcos, assim como muita gente, está com dúvida sobre a atualização do sistema Android para o Motorola Milestone. Explico: o aparelho foi lançado mundialmente no final de 2009, e na época foi o primeiro aparelho a vir de fábrica com a versão 2.0 do Android. Porém, de lá pra cá, a Google disponibilizou 2 atualizações em seu sistema, melhorando performance, corrigindo alguns problemas, adicionando algumas novas funcionalidades e retocando a interface.</p>
<p>No caso de aparelho Android, após a Google disponibilizar a atualização do sistema, as fabricantes precisam adapta-las para seu produto. Por isso, nem sempre todos os aparelhos Android recebem a atualização do sistema imediatamente, pois precisam esperar a fabricante adapta-la e disponibiliza-la.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/11/android_apps.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-610" title="Android" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/11/android_apps-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p><strong>Atualizações no Milestone</strong></p>
<p>A primeira atualização disponibilizada para o Android, a versão 2.1, já está disponível para o Motorola Milestone. Ela trazia como principais novidades o papel de parede animado, nova interface da câmera, nova interface do album de fotos, entre outras atualizações na performance do aparelho. Mas, a segunda atualização do Android este ano, a versão 2.2, ainda não está disponível para o Motorola Milestone. Depois de muita discussão com os consumidores brasileiros, a Motorola prometeu a atualização para Fevereiro de 2011, e ela deve trazer algumas novidades como <em>hotspot</em> WiFi, suporte a Adobe Flash no navegador, além de melhorias na performance e correção de alguns problemas.</p>
<p>Para verificar se o seu Motorola Milestone está com a última versão disponível ou se você deseja atualizar o seu aparelho, consulte o <a href="http://direct.motorola.com/PRL/SoftwareUpdateSelect.asp?country=BRA&amp;language=PRL&amp;web_page_name=SUPPORT">site da fabricante</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MosquitoEletronico/~4/YJ18o9vlgY4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>GPS para Motorola Milestone e aparelhos Android</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 22:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia há várias opções de aparelhos com Android no mercado brasileiro. Desde os mais caros até os mais baratos. Não é difícil encontrar smartphones Android a partir de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia há várias opções de aparelhos com Android no mercado brasileiro. Desde os mais caros até os mais baratos. Não é difícil encontrar smartphones Android a partir de R$600 reais novos e no pré-pago. Por isso, não só no Brasil, mas em todo o mundo, têm se visto uma grande popularização de smartphones com o sistema operacional do Google.</p>
<p>Aqui no Brasil um dos mais populares é o Motorola Milestone. Prova disso são as várias dúvidas que os visitantes têm postado aqui no blog. Hoje vou responder algumas delas sobre GPS. A propósito, há algum tempo atrás escrevi alguns artigos aqui no blog sobre GPS em celulares. Mas o tempo passou e a realidade agora já é outra, algo fácil de se acontecer nessa indústria de tecnologia. Mas vamos às dúvidas.</p>
<p>As dúvidas vêm principalmente dos visitantes Lucas, Eduardo Vendrusculo e Antonio Lopes.</p>
<p><strong>Motonav no Motorola Milestone</strong></p>
<p>O Motorola Milestone vendido no Brasil vem instalado de fábrica o navegador para GPS Motonav. Ela não é gratuito e funciona por 60 dias como demonstração. O software não é muito bom, é um pouco pesado e deixa o telefone bem mais lento enquanto está aberto. Portanto, muitos me perguntam como excluir este software do aparelho. Infelizmente, o software está no sistema padrão que a Motorola distribui no Milestone. A única maneira de exclui-lo, seria instalando um sistema diferente do original da Motorola, o que envolve alguns passos nada simples, principalmente para pessoas que não tem intimidade tecnologia. Para os curiosos, sugiro este <a href="http://www.droidbrasil.com.br/index.php/como-remover-o-motonav-demo-no-android-2-0-2/96">link</a>.</p>
<p>Mas, não se preocupem. Se você não quer usar o Motonav e não quer aprender tecnicas avançadas, é só deixa-lo lá, sem usar, que ele  não irá interferir no seu sistema, nem deixa-lo mais lento.</p>
<p><strong>Navegadores GPS para aparelhos Android</strong></p>
<p>E se você tem um Motorola Milestone ou qualquer outro aparelho com Android e quer uma sugestão de software para navegação GPS, aqui vão algumas:</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/11/hero.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-595" title="Google Maps Navigation" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/11/hero-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a></p>
<p><strong>Google Maps Navigation</strong>: a principal opção, pois está presente em praticamente todos os aparelhos com Android, salvo alguns com versões mais antigas. Ele fica embutido no sistema, no Google Maps. Cobre praticamente todo o Brasil e é gratuito para usar, mas como os mapas do Google Maps ficam apenas online, será preciso uma conexão de dados para faze-lo funcionar durante o trajeto.</p>
<p><strong>NDrive</strong>: alternativa ao Motonav, pois carrega os mapas na memória e não necessita de conexão a internet para funcionar. Porém, é pago, e o valor vai depender de qual mapa deseja adquirir. Mapa do Brasil completo custa 40 Euros.</p>
<p><strong>iGo</strong> e <strong>Motonav</strong>: Estes só podem ser adquiridos juntamente com o aparelho, ou melhor, eles não são vendidos separadamente. Você só poderá utiliza-los se adquirir um aparelho que tenha o software embutido na memória, como é o caso do Motorola Milestone e o Motonav. Ambos também armazenam os mapas na memória e não dependem de conexão a internat para funcionar, mas os mapas também são pagos e custam na mesma faixa de preços do NDrive.</p>
<p>A minha sugestão é usar o gratuito Google Maps Navigation. Por estar integrado ao Google Maps, está presente na maior parte dos aparelhos com Android e é gratuito. A única desvatagem é necessitar de conexão a internet para funcionar. Porém, hoje em dia as operadoras no Brasil estão oferecendo planos de internet cada vez mais baratos para smartphones, inclusive no pré-pago.</p>
<p>Além disso, todas essas soluções não ficam devendo em nada para os navegadores GPS veicular. É completamente possível e recomendado utilizar seu smartphone num suporte no carro ou mesmo num trajeto a pé ou de bicicleta.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MosquitoEletronico/~4/lgGpraIWYxY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>5 Papéis de Parede para iPhone 4 e iOS4</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 21:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iOS4]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Meses atrás o iOS4 foi disponibilizado para os usuários. Dentre as várias novidades, trazia a opção de atribuir papel de parede não só para a tela de bloqueio, mas também...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meses atrás o iOS4 foi disponibilizado para os usuários. Dentre as várias novidades, trazia a opção de atribuir papel de parede não só para a tela de bloqueio, mas também para a tela de aplicativos (Springboard) do sistema. Aproveitando que o iPhone 4 foi lançado essa semana no Brasil, disponibilizo aqui alguns papéis de parede muito criativos e interessantes que encontrei pela Internet para download. Afinal, as opções que acompanham o sistema são belas, mas nada carismáticas como as abaixo.</p>
<p>Elas aproveitam a disposição dos ícones na tela do aparelho e fazem efeitos de sobreposição bem legais. Faça o download abaixo e atualize seu aparelho. Eles são compativeis tanto para iPhone 3GS com iOS4 e com os novos iPhone 4.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/griddisplayiphonewallpaper.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-565" title="griddisplayiphonewallpaper" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/griddisplayiphonewallpaper-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/doodleiPhonewallpaper.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-567" title="doodleiPhonewallpaper" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/doodleiPhonewallpaper-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Pacman-by-KM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-568" title="Pacman-by-KM" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Pacman-by-KM-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/PacManiPhoneWallpaper7.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-569" title="PacManiPhoneWallpaper7" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/PacManiPhoneWallpaper7-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/circuitboardiphonewallpaper2.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-566" title="circuitboardiphonewallpaper2" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/circuitboardiphonewallpaper2-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><br />
A autoria destes papéis de parede é desconhecida.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MosquitoEletronico/~4/MiTWE6KMbmk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Android bom e barato</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MosquitoEletronico/~3/vPfC07MM8q4/</link>
		<comments>http://muskeetu.com/index.php/android-bom-e-barato/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 02:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[3G]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sempre quis ter um smartphone com Android mas não quer pagar o altos preços? Ou apenas quer ter seu primeiro smartphone e entrar na modernidade? A Samsung lançou recentemente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sempre quis ter um smartphone com Android mas não quer<br />
pagar o altos preços? Ou apenas quer ter seu primeiro smartphone e<br />
entrar na modernidade? A Samsung lançou recentemente um produto que<br />
pode te interessar: o smartphone <strong>Samsung Galaxy<br />
5</strong>. Ao contrário da maioria dos smartphones que são<br />
lançados hoje em dia, cheio de recursos que talvez você nem vá usar<br />
e com preços muito altos, o Galaxy 5 é voltado justamente para<br />
aqueles que nunca tiveram um smartphone e pensam em comprar o<br />
primeiro. <a<br />
href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/galaxy51.jpeg"><img<br />
class="alignright size-full wp-image-547" title="galaxy51"<br />
src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/galaxy51.jpeg"<br />
alt="" width="320" height="200" /></a>Ele vem com o<br />
Android 2.1 instalado. Não é a ultima versão do sistema operacional<br />
do Google, mas é das mais recentes. É pequeno, leve, tem tela de<br />
toque otimizada para dedos (assim como a do iPhone e dos<br />
smartphones mais modernos) e opções de conectividade que não deixa<br />
nada a desejar: 3G, GPS, WiFi, Bluetooth e USB são suportados. A<br />
câmera é das mais básicas, de 2MP, sem foco automático ou flash e<br />
grava vídeos de qualidade razoável. Toca música e reproduz vídeos.<br />
Sua tela é menor que a tela do iPhone, mas do mesmo tamanho e mesma<br />
resolução do Nokia N95 8GB. A navegação na internet é ótima, assim<br />
como todo celular com Android. O limite é apenas o tamanho da tela.<br />
Falando nisso, mensagens são digitadas usando teclado virtual (como<br />
no iPhone). Pelo seu tamanho e resolução, pessoas com mãos ou dedos<br />
grandes podem ter dificuldade de digitar. Há opção de teclado<br />
númerico e teclado completo (QWERTY). A Samsung lançou o Galaxy 5<br />
com preço sugerido no Brasil de <strong>R$799</strong><br />
desbloqueado e sem contrato com operadora (plano de cartão).</p>
<h3><a<br />
href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/galaxy52.jpeg"><img<br />
class="alignright size-full wp-image-548" title="galaxy52"<br />
src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/galaxy52.jpeg"<br />
alt="" width="320" height="202" /></a><span<br />
style="color: #339966;"><span style="text-decoration:<br />
underline;">Para quem </span></span><span<br />
style="color: #339966;"><span style="text-decoration:<br />
underline;">indico</span></span><span<br />
style="color: #339966;"><span style="text-decoration:<br />
underline;">?</span></span></h3>
<ul>
<li>Pessoas que querem comprar o primeiro<br />
smartphone</li>
<li>Pessoas que não se importam ou<br />
não usam muito a câmera</li>
<li>Pessoas que preferem<br />
aparelhos pequenos e leves</li>
<li>Pessoas que<br />
utilizam bastante os serviços do Google</li>
<li>Pessoas que não querem gastar muito dinheiro</li>
</ul>
<h3><span style="color: #ff0000;"><span<br />
style="text-decoration: underline;">Para quem<br />
</span></span><span style="color:<br />
#ff0000;"><span style="text-decoration:<br />
underline;">não</span></span><span style="color:<br />
#ff0000;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
indico?</span></span></h3>
<ul>
<li>Pessoas que procuram aparelhos com câmeras de boa<br />
qualidade para fotos e video</li>
<li>Pessoas que só<br />
usam o celular para ligar e mandar mensagens</li>
<li>Pessoas com mãos ou dedos muito grandes</li>
</ul>
<p> Apesar do aparelho ter suporte a conexão a internet por<br />
WiFi, aconselho considerar o uso de um plano de dados em sua<br />
operadora. Assim a experiência com smartphones em geral é bem mais<br />
completa. Caso ainda esteja em dúvida do investimento, sempre é bom<br />
ver o aparelho ao vivo e mexer um pouco para poder sentir de<br />
verdade a experiência. Geralmente nos surpreendemos e vemos que o<br />
aparelho é menor ou maior do que achávamos ou mais pesado/mais<br />
leve, mais feio/mais bonito&#8230; Só com a real experiência podemos<br />
saber se a tela é pequena demais pra suas mãos ou se ele é grande<br />
demais para seu bolso.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MosquitoEletronico/~4/vPfC07MM8q4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O problema do iPhone 4</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MosquitoEletronico/~3/gs8DmVliMLA/</link>
		<comments>http://muskeetu.com/index.php/o-problema-do-iphone-4/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[3RL]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Death Grip]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Especulação. Talvez esse seja o pior problema que alguém ou alguma coisa pode ter em sua existência. Lembrem-se que foi especulação que derrubou a economia mundial em 2008. E agora...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especulação. Talvez esse seja o pior problema que alguém ou alguma coisa pode ter em sua existência. Lembrem-se que foi especulação que derrubou a economia mundial em 2008. E agora é de especulação que a Apple teve que lidar.</p>
<p>Se você acompanha notícias pelo menos uma vez por dia e se interessa por tecnologia, já deve saber que o novo iPhone 4 sofre de um problema aparentemetne sério de recepção de sinal. Há quem diga que segura-lo de maneira natural faz com que o aparelho fique totalmente sem sinal algum, impossibilitando efetuar/receber ligações ou navegar na internet. Agora, saiba aqui por que isso é, em sua maior parte, pura especulação.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/3rl-xbox360-error.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-521" title="3rl-xbox360-error" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/3rl-xbox360-error.jpeg" alt="" width="250" height="226" /></a>O ano é 2005. A Microsoft lança o tão esperado Xbox 360, marcando o início da atual geração de videogames. Um produto de massa, preparado para vender milhões de unidades. Meses depois, uma enxurrada de relatos na internet e fora dela indicavam que o produto sofria de um sério problema de projeto. Superaquecia até se danificar por completo. No início, o burburinho começou na internet, onde as notícias se espalham mais rápido que um tsunami. Mas depois, os relatos foram chegando mais perto, onde até o seu próprio vizinho já acusava de ter tido o mesmo problema.</p>
<p>Isso obrigou a Microsoft vir a público, admitir o problema e sanar o dano: extendeu automaticamente a garantia para 3 anos e começou a trabalhar em revisões de hardware.</p>
<p>Estamos meio que acostumados a ver este tipo de acontecimento na indústria automobilística, onde um problema no cinto de segurança ou trava nas portas gera um programa de <em>recall</em> de milhares de carros já vendidos. Dificilmente algo assim acontece na indústria de eletrônicos de consumo, as vezes em casos muito isolados e com produtos de nicho. Talvez o caso das 3 Luzes Vermelhas (3RL) do Xbox 360 tenha sido o maior já registrado nesse mercado.</p>
<p>Atualmente, a Apple está enfrentando um problema semelhante com o iPhone 4. Pouco depois de seu lançamento, blogs começaram a relatar que, segurando-o de uma forma até natural, o aparelho perdia parte ou até totalmente o sinal da operadora, deixando-o completamente <em>offline</em>. Afirma-se inclusive que isso acarretaria a frequentes quedas de ligações simplesmente por se estar segurando o aparelho com a mão esquerda. A Microsoft tinha um videogame que não funcionava. Agora a Apple com um celular que não funciona.</p>
<p>Acontece que parte disso não é verdade. Vejamos: o iPhone 4 possui um design diferente do que se visto em comum na atualidade. Hoje, praticamente todos os aparelhos celular possuem antenas internas; no iPhone 4 ela é externa. Ela é a borda metálica que envolve o aparelho. E, todos sabemos, a antena é que capta os sinais sem fio. Se a taparmos de alguma forma, estamos obstruindo a conexão do aparelho com a rede. Isso é fato e é física, e acontece com todos os aparelhos já lançados, mesmo os que possuem antena interna. Por que então o iPhone 4 é que teria um problema de projeto de design?</p>
<p>O iPhone 4 tendo uma antena externa, pode, na prática, torná-la mais vulnerável a obstáculos, como a nossa mão? Sim. Mas isso de fato causa um problema de interrupção de serviço em todo iPhone 4 existente? Não. O que Steve Jobs mostrou ao publico não é mentira. Ao contrário do caso do Xbox 360 onde a taxa de retorno e defeito era altíssima (apesar de nunca divulgada oficialmente, especula-se que entre 30% e 50% dos Xbox 360 eram defeituosos), o iPhone 4, na prática, não possui problema algum. Qual a diferença aqui? Ora, um telefone com esse tipo de problema seria quase que inutilizavel, assim como o Xbox 360 era um videogame inutilizavel. Se o iPhone 4 realmente tivesse um problema dessa magnitude por um defeito de projeto, a taxa de retorno e de reclamações deveriam ser bem mais altas, não? Mas o que ele possui é apenas uma característica negativa intrinseca a toda antena existente no mundo.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Bottom-view-of-iPhone-4-at-45-degree-angle.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-525" title="Bottom view of iPhone 4 at 45 degree angle" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Bottom-view-of-iPhone-4-at-45-degree-angle-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a>Pesquisando na internet, percebemos que praticamente ninguém se queixa de estar com um iPhone 4 inutilizavel por causa do problema da antena. Com alguns relatos coletados pelo <a href="http://www.engadget.com/2010/07/13/yes-the-iphone-4-is-broken-no-the-iphone-4-is-not-broken/">Engadget</a> das mais diferentes pessoas nos mais diferentes locais, podemos observar que o problema geralmente pode ocorrer onde a cobertura já é fraca e a pessoa intencionalmente tenta simular o problema, ou seja, tampa a borda do aparelho com demasiada força. Mas, em situações normais de uso, assim como acontece com a maioria dos celulares, não há queda de ligação nem de conexão com a rede. O sinal pode sim se degradar, mas não a ponto de causar queda de conexão. Afinal, o que é realmente relevante: degradação do sinal (sem perda explícita de qualidade da conexão) ou perda total de conexão?</p>
<p>Como o iPhone 4 ainda não foi lançado no Brasil, fica difícil de pedir para que, caso você não possua um, pesquise com seus conhecidos se ele teve algum problema com o aparelho. Você provavelmente vai ouvir desde:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não, nunca tive&#8221;</p></blockquote>
<p>Até um:</p>
<blockquote><p>&#8220;Se eu tentar simular, sim, vou ver as barrinahs de sinal caindo, mas no dia a dia nunca tive problema com ligações ou conexão com a internet&#8221;</p></blockquote>
<p>Simplesmente porque na prática, no mundo real, é isso que acontece.</p>
<p>Por que afinal tamanha repercursão, já que o problema na prática, no dia a dia, não existe? Simplesmente por uma mistura de sensacionalismo com certo desconhecimento do publico. Ao ver videos demonstrando a degradação do sinal postados por usuarios na internet e inclusive blogs de renome, mesmo aqueles que nunca tiveram um iPhone 4 em mãos dão suporte ao &#8220;problema&#8221;. Problema esse que é possível simular em outros aparelhos de outras marcas e modelos. E por que, então, a Apple se deu o trabalho de ir a publico esclarecer o problema e ainda oferecer <em>cases </em>gratuitos e reembolso a clientes insatisfeitos? Primeiramente para conter a degradação de sua imagem perante os consumidores. Mas, mais importante ainda: a especulação estava afetando suas ações na bolsa. Apesar de na prática não haver real problema com o produto, a especulação preocupou investidores e afetou suas ações. Aí sim, era preciso conter o dano. Aí sim, ela veio a público e fez aquilo que a própria especulação sugeria. Ou seja, deu a tranquilidade que estavam pedindo. A Apple teria realmente um problema se ignorasse tudo isso.</p>
<p>Confesso que eu mesmo, ao ver os primeiros videos e relatos, fiquei perplexo de observar que tal produto teria sido lançado com tamanho erro primário de projeto. Mas, sabendo do perigo da comunicação na internet, antes de tirar uma conclusão definitiva, faço uma pesquisa mais a fundo, coleto relatos, pergunto a amigos, conhecidos, fóruns, etc, já que um iPhone 4 estava longe do meu alcance. Ao contrário do que ocorria com o problema do Xbox 360, não há relatos e reclamações suficientes para dizer que o iPhone 4 tem um problema de projeto que exija um <em>recall</em> ou revisão de hardware. O que há é simplesmente superexposição e sensacionalismo. Já brinquei muito de fazer a barra de sinal cair em celualres que já tive tapando o local onde a antena se encontrava. Muitos manuais de celular mostram onde a antena se encontra internamente pedindo cuidado para não obstrui-la.</p>
<div id="attachment_522" class="wp-caption aligncenter" style="width: 238px"><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/antena1.jpg"><img class="size-full wp-image-522" title="Antena HTC Magic" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/antena1.jpg" alt="" width="228" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Antena HTC Magic</p></div>
<div id="attachment_523" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/antena2.jpg"><img class="size-medium wp-image-523" title="Antena Nokia N97" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/antena2-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Antena Nokia N97</p></div>
<div id="attachment_524" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/antena3.jpg"><img class="size-medium wp-image-524" title="Antena Nokia 5800" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/antena3-300x171.jpg" alt="" width="300" height="171" /></a><p class="wp-caption-text">Antena Nokia 5800</p></div>
<p>Mais uma vez: não estou defendendo ninguém. Mas se compararmos o problema do Xbox 360 que foi algo semelhante ao do iPhone 4 em termos de repercursão, vemos que o que se vê e o que se lê na internet nem sempre é o que parece ser. Sei que para alguns este artigo vai soar tendencioso e parcial demais. Ele não é sobre &#8220;defender a Apple&#8221; e sim &#8220;como a especulação destói coisas&#8221;. A Apple, simplesmente por estar em evidência atualmente, serviu de bode expiatório por um &#8220;problema&#8221; que já existe desde a concepção dos primeiros aparelhos celular. A Apple não está corrigindo o problema da antena, mesmo porque não há como fazê-lo. Ela está corrigindo o problema da especulação. Pois esse é o principal problema que o iPhone 4 tem.</p>
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		<title>3D: Eu uso óculos!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito tem se falado da nova tendência 3D que tem surgido com o sucesso dos filmes nos cinemas. Uma tendência que há muito estava sumida, e agora ressurge das cinzas....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muito tem se falado da nova tendência 3D que tem surgido com o sucesso dos filmes nos cinemas. Uma tendência que há muito estava sumida, e agora ressurge das cinzas. E toda essa &#8220;revolução&#8221; 3D estava relegada ao cinema até que na última CES (Consumer Eletronics Show) se viu uma avalanche de tecnologias e novos produtos que levam o 3D dos cinemas para dentro de casa. Será mesmo que os consumidores querem isso? Essa pergunta não poderei responder por ser pessoal demais. Mas uma coisa que gostaria de discutir aqui é certa: como a indústria cinematográfica ainda está perdida na era da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que há alguns anos, desde a popularização dos home theaters e televisões de LCD, o cinema perdeu um pouco da magia que tinha. Antigamente, íamos no cinema para ver com qualidade de imagem e som os novos lançamentos da indústria. Telas grandes, som envolvente, tudo isso só era possível nas salas de cinema. Claro, isso sem falar dos amigos e da pipoca que só o pipoqueiro sabia fazer. Era um prazer pagar o ingresso para aproveitar toda aquela tecnologia uma película em seu lançamento. Me lembro de ficar impressionado com o áudio surround de <em>Jurassic Park </em>e <em>Independence Day</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o mercado evolui, as tecnologias avançam e hoje temos praticamente tudo isso em casa, numa forma reduzida, admito. Mas a diferença não é grande. A experiência que o espectador têm é praticamente a mesma. Consigo assistir os mesmo <em>Jurassic Park </em>e <em>Independence Day </em>como mesmo impacto que tive anos atrás. Portanto, pra que ir no cinema?</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que há várias características que só o cinema pode nos oferecer, principalmente no quesito social e gastronômico. Sair de casa com os amigos para ver um filme e comer a pipoca de pipoqueiro profissional faz parte da vida do ser humano. Mas, com a tecnologia em casa, essas idas ao cinema diminuíram bastante. Se antes íamos a todo lançamento, hoje só vamos nos mais relevantes ou quando temos companhia. Não estou falando do fim do cinema como conhecemos, mas sim, de uma transformação no modo de enxergar o cinema no cotidiano. Perceba que muita gente já prefere esperar sair uma cópia de um filme para assitir em casa, em toda sua parafernalha do que enfrentar filas e adolescentes nas salas de cinema.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-453" title="Oculos 3D" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/59097462_11-300x198.jpg" alt="Oculos 3D" width="300" height="198" />Algumas coisas acabam mostrando como a industria cinematografica tentou atrair novamente os espectadores para as salas de cinema. Melhoria do conforto nas salas, criação de serviços VIP, salas IMAX, e uma reinvençao do 3D. Aquele mesmo 3D que tínhamos na década de 80 que nos obrigava a usar um par de oculos com lentes vermelho/azul em certos momentos do filme. Hoje, ao contrário, os filmes são apresentados 100% em 3D, e os óculos seguem mais as tendências da moda. Mas a experiência é a mesma de 30 anos atrás, a evolução foi sutil.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, é interessante. Eu já assisti alguns filmes em 3D no cinema e sim, gostei bastante da experiência. Apesar de ter que ainda usar um par de óculos para enxergar os efeitos e pagar por um ingresso bem mais caro, os óculos nao incomodam tanto e a experiência chega a ser compensadora. Agora sim, o cinema conseguiu ter seu diferencial. Podemos agora todos voltarmos a frequentá-los e experimentarmos algo que só é possível lá. Mas trazer o 3D para as salas de estar talvez não seja uma boa ideia. Não pelo fato da tecnologia doméstica acabar matando novamente o propósito das salas de cinema. Mas sim pelo fato de que esta tecnologia do jeito que está sendo executada pode não ser nada prático no sofá de casa. Como assim? Eu pelo menos não me imagino chamando um grupo de amigos para ver um filme lá em casa e distribuindo óculos 3D para todos&#8230; Perguntem aos seus amigos e colegas o quão ridículo isso soa. Sim, o 3D ainda precisa evoluir. Depender de um apetrecho, que além de tudo exclui certos grupos de pessoas como os que usam óculos e os que tem certas deficiências visuais, não é coisa do século 21.</p>
<p style="text-align: justify;">Até que existem certas tecnologias de imagem 3D que não necessitam de óculos. Porém, elas necessitam que o conteúdo seja gerado especialmente para estas tecnologias. Hoje, alguns monitores LCD com essa tecnologia são usados em campanhas de marketing de empresas. Eu mesmo já vi a Vivo e a Claro usando estes monitores em stands e lojas. É realmente impressionante você assisitr a um conteúdo em 3D sem o uso de óculos. Mas neste caso, a mudança seria bem mais cara pelo fato do conteúdo ter que ser gerado especialmente para estas TVs. Por exemplo, as distribuidoras de filmes teriam que gerar uma versão diferente especialmente para monitores 3D que não requerem óculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, resumindo: pra que o 3D agora se nem o Blu-Ray ainda engolimos direito? Há quem diga que o 3D é o catchup que faltava para digerirmos o Blu-ray. Pode ser que gastarão algumas cifras para isso, com pesquisa e desenvolvimento para adaptar a tecnologia aos aparelhos domésticos. Mas, valerá a pena? A indústria ainda não se encontrou quanto às questões de distribuição digital e direitos autorais e agora já querem empurrar o 3D junto com o Blu-ray. Assim a gente engasga. Pelo menos por enquanto, espero que deixem o 3D para o cinema. É mais romântico, tecnologicamente falando.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente de qualquer coisa, parece mesmo que depois da guerra dos formatos das mídias de alta capacidade (Blu-ray x HD-DVD) a próxima será de padrões de imagem 3D. Será que a industria nunca cansa de perder dinheiro nessas guerras de padrões? Quando do dinheiro é perdido com &#8220;pirataria&#8221; ela se importa, né?</p>
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