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	<title>:: MovieYou - A Crítica Democratizada ::</title>
	
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		<title>Oscar 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 21:41:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Oscar 2010 Ao Vivo
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			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=bd56fae2e0/rhg=550/whg=560" scrolling="no" rhg="550px" whg="560px" frameBorder ="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=bd56fae2e0" >Oscar 2010 Ao Vivo</a></iframe></p>
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		<title>Crônicas de Uma Vida Miserável.</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 19:40:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acho que &#8220;Preciosa&#8221; tem várias outras funções além de entreter o público. Esta produção nos faz pensar, refletir sobre nossas atitudes. Será que nós estamos descriminando alguém, por algum motivo, sejam eles: cor, religião, opção sexual, aparência física? Será que não estamos dando valor ao que temos? Além de nos fazer refletir sobre nossas atitudes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/preciosa_2.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="422"/>Acho que &#8220;Preciosa&#8221; tem várias outras funções além de entreter o público. Esta produção nos faz pensar, refletir sobre nossas atitudes. Será que nós estamos descriminando alguém, por algum motivo, sejam eles: cor, religião, opção sexual, aparência física? Será que não estamos dando valor ao que temos? Além de nos fazer refletir sobre nossas atitudes, esta produção de Lee  Daniels, inova, revoluciona  (de certa forma) e nos apresenta a talentos, até então desconhecidos. É uma surpresa ver Mariah Carey atuando bem em um filme. Surpresa também ver Mo&#8217;Nique, uma comediante, interpretando o papel da mãe de Preciosa, de maneira tão visceral! Aliás, aposto em Mo&#8217;Nique, para melhor atriz  coadjuvante. É impressionante  a sua atuação, principalmente em brigas verbais. Nestes momentos, Mo&#8217;Nique, faz quem esta assistindo se arrepiar! &#8220;Preciosa&#8221; nos apresenta a uma atriz brilhante, até então desconhecida: Gabourey Sidibe. Esta atriz, para mim, merecia vencer o Oscar, mas é bem provável que perca para Sandra Bullock  (Não assisti a &#8220;Um Sonho Possível&#8221;, então não posso expressar minha opinião sobre Bullock, mas, de acordo com o que todos dizem, ela merece). E, ainda por cima, &#8220;Preciosa&#8221; entra para a história do Oscar, porque Lee Daniels, o diretor do longa, é o primeiro diretor negro a ser indicado. &#8220;Preciosa&#8221; possui uma trilha sonora impecável. Algumas músicas que se destacam: &#8220;It Took a Long Time&#8221; e &#8220;Destiny&#8221;. Mas, infelizmente, &#8220;Preciosa&#8221; se perde um pouco por inserir muitos desejos de Preciosa, quebrando assim, o clima de tristeza que o filme cria. Mas, de resto, o filme se sai muito bem. Possuindo uma fotografia, que em muitos momentos se torna exagerada, consegue nos passar muito bem a tristeza, a escuridão, a sujeira da casa de Preciosa, com cores mortas, amareladas, contrastando com as cores vivas e alegres dos desejos de Preciosa. &#8220;Preciosa&#8221; concorre a seis Oscars, e acho que leva em atriz  coadjuvante, e talvez, em roteiro adaptado. Por falar em roteiro, é adaptado do livro &#8220;Precious: Based on the Novel Push by Sapphire&#8221;, e conta a história de uma garota obesa, negra, semi-analfabeta, mãe de uma menina de com síndrome de Down e grávida de um outro filho. Ela é estuprada pelo próprio pai e agredida pela mãe. Mas, apesar de tudo ela não desiste, entra numa escola especial, e tenta mudar sua vida. Filme muito bom, mas que não merece ganhar o Oscar de melhor filme.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Episódios Imaginativos da Fértil Mente de Tarantino!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 00:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quentin Tarantino  é um dos melhores cineastas, na minha opinião. Sua criatividade é imensa. Ele sabe muito bem acrescentar um tom humorístico  aos seus filmes, sem prejudica-los. Como todos os seus outros filmes, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; possui violência, ironia e uma maneira diferente de contar uma história. Em seus outros filmes, Tarantino optava por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/ads_inglorious_basterds_1806.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="432"/>Quentin Tarantino  é um dos melhores cineastas, na minha opinião. Sua criatividade é imensa. Ele sabe muito bem acrescentar um tom humorístico  aos seus filmes, sem prejudica-los. Como todos os seus outros filmes, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; possui violência, ironia e uma maneira diferente de contar uma história. Em seus outros filmes, Tarantino optava por um roteiro não linear para narrar a trajetória de um, ou mais personagens. Aqui, em seu mais novo filme, ele opta por contar a história de uma maneira mais linear, mas claro, dando seu toque especial, para assinar a obra. Neste filme, não viajamos tanto pelo tempo, não temos que encaixar todas as peças, como um quebra cabeça. Mas, mesmo assim, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; não deixa de ser uma obra-prima. Ao longo da projeção, notamos referências aos seus outros filmes, como &#8220;Kill Bill vol. 1 e 2&#8243;, &#8220;Pulp Fiction -- Tempo de Violência&#8221;&#8230; E, claro, como de praxe de Quentin, todo o filme é incrivelmente bem produzido. Tudo é impecável. Partindo da fotografia, passando pelos diálogos e pelo roteiro de mestre, pela trilha sonora que é empregada no momento mais preciso possível, até a direção, que nem preciso comentar, basta falar que sou muito fã de Quentin Tarantino. O elenco conta com Brad Pitt, reformulado, com uma ponta de Mike Myers, e com Christoph Waltz, que concorre ao Oscar  de melhor ator  coadjuvante, e acho que irá ganhar. &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; concorre em cinco categorias. E, realmente, é um candidato muito forte, pena que concorre com &#8220;Avatar&#8221;, que vai tirar muitos prêmios de &#8220;Bastardos Inglórios&#8221;. Enfim, se não fosse &#8220;Avatar&#8221; (não desmerecendo &#8220;Avatar&#8221;), esta mais  nova produção de Tarantino tinha fortes chances de levar edição e fotografia, mas acredito que ele não saia de mãos vazias: eu aposto em &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; para ator coadjuvante e roteiro original. Enfim, agora é só esperar a noite do Oscar para conferir. Mas, uma coisa é incontestável, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; é uma obra-prima, e Quentin Tarantino é um gênio! Tarantino leva às telas sua visão imaginativa do fim de Hitler e do Nazismo. Um grupo de homens tem um missão, matar nazistas, escalpela-los e fazê-los sofrer. Mas um plano de executar Hitler vem a tona, e paralelamente, uma mulher planeja vingança contra os nazistas, por matar sua família. Filme incrível! (Obs: SE VOCÊ NÃO ASSISTIU ESTE FILME AINDA, PARE DE LER ESTA FRASE, POIS CONTÉM SPOILER. A cena em que o cinema está prestes a ser incendiado, é genial!)</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>“Nut Up Or Shut Up”</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 17:03:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabe aquele filme que estava faltando? Aquele filme de comédia incrível que você não poderia deixar de assistir? Pois bem, &#8220;Zumbilândia&#8221; é isso, e muito mais! Quando a sessão se encerrou, a sensação que eu tinha era de realização. Por ter assistido a uma obra-prima da comédia. Tamanha é a capacidade cômica e narrativa, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Filme-Zumbilandia-2009.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="402"/>Sabe aquele filme que estava faltando? Aquele filme de comédia incrível que você não poderia deixar de assistir? Pois bem, &#8220;Zumbilândia&#8221; é isso, e muito mais! Quando a sessão se encerrou, a sensação que eu tinha era de realização. Por ter assistido a uma obra-prima da comédia. Tamanha é a capacidade cômica e narrativa, que este filme conquistou desde os expectadores mais leigos, aos críticos de cinema. E posso afirmar que &#8220;Zumbilândia&#8221; é um dos melhores, se não o melhor, filme de comédia que estreia em 2010 no Brasil. Exagero? Não. É até difícil de descrever tamanha diversão e genialidade a que os expectadores são expostos. Eu realmente me surpreendi, pois não esperava algo tão bom! Começando por Woody Harrelson, que se encaixa perfeitamente em seu papel, por ser uma pessoa com perfil e características  físicas muito parecidas com a de seu personagem. Sua interpretação? Nada de mais, mas não é isto que importa neste filme. Não ligamos muito para atuações, ou profundeza  de roteiro, enquanto assistimos ao filme, pois o que vemos em tela nos contagia! E, claro, não poderia deixar de comentar a participação especialíssima de&#8230; (não vou estragar a surpresa de quem não assistiu), resultando numa das melhores e mais engraçadas sequências do filme. E o melhor de tudo é que esta participação é surpresa. No trailer não consta nada sobre ela. E isso é muito bom! Aliás, o filme faz várias referências a outros filmes que se eternizaram. Como &#8220;Laranja Mecânica&#8221;, explicitamente &#8220;Os Caça-Fantasmas&#8221;, &#8220;2012&#8243;, entre muitos outros filmes. E para quem pensa que este filme não tem um bom roteiro, se engana. O mesmo pode não ser tão profundo, mas é muito original e ágil na maneira de desenvolver a história. E, como se já não bastasse tudo isto, o filme ainda possui uma edição invejável. Não por intercalar cenas de modo genial, mas sim, pela beleza estética (sabendo aplicar na hora exata  a câmera  lenta), e, consequentemente o timing exato. E ainda, a fabulosa edição, enquanto algum personagem relembra as regras, ou as bota em prática, as mesmas aparecem na tela, e interagem com o ambiente em que estão. Genial! Somente pela sequência dos créditos iniciais, o filme já vale o ingresso. &#8220;Zumbilândia&#8221; possui a história de um garoto que luta para sobreviver em uma ex-Terra dominada por zumbis, denominada Zumbilândia. Ele conhece então um homem que tem o prazer de matar zumbis, e posteriormente os dois conhecem duas irmãs, que também lutam para sobreviver. Os quatro se juntam e vão rumo a um parque de diversões, mas&#8230; Vale muito a pena!(Obs: O filme foi produzido em 2009, mas lançado no Brasil somente em 2010).</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Madiba</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 19:17:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nenhum povo entende tanto quanto o brasileiro o quão a proximidade do esporte do povo, dá este a moral para seguir bem os seus dias. Para uma parcela ganhar uma copa do mundo não traz benefícios ao povo, pois os países desenvolvidos levam bomba nos esportes e tem um bom um desenvolvimento político. Ora, esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/mandiba.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2271" title="mandiba" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/mandiba.jpg" alt="" whg="230" rhg="160" /></a>Nenhum povo entende tanto quanto o brasileiro o quão a proximidade do esporte do povo, dá este a moral para seguir bem os seus dias. Para uma parcela ganhar uma copa do mundo não traz benefícios ao povo, pois os países desenvolvidos levam bomba nos esportes e tem um bom um desenvolvimento político. Ora, esse é um pensamento que vê de um ângulo muito pequeno a situação. Com tantas mazelas políticas ver pessoas ganhando honestamente a vida e vencendo com o seu suor e representando o país no exterior é uma maneira mais do que justa de demonstrar o Brasil que deu certo. Mas, porque essa introdução se o texto é para falar de Invictus, que retrata um time de rúgbi da África do Sul? Bem, o esporte é outro, mas a intenção de Madiba, ou melhor, Mandela foi a mesma, quando tomou as dores dos Springboks, um time de Rúgbi com poucas chances na Copa do Mundo. A discussão do medo e do rancor envereda muito bem pelo filme, o medo na figura do chefe de segurança de Mandela, sempre a espera de algum atentado ao Presidente Africano, e rancor nas declarações dos personagens que não compreendem porque Mandela resolveu apoiar entre claras aspas seus algozes. Tirar de uma parcela do povo o que ela presa, não é uma forma de suprir uma antiga injustiça, Mandela queria demonstrar a mudança de sua gestão, que o fim do Apartheid teria que trazer benefícios tanto aos de pele clara quanto os de escura. Daí vem o herói do filme François Pienaar, muito bem interpretado por um parrudo Matt Damon, alguém sem mácula que inspirado por um grande líder vai lá lutar por seu país. O Clint Eastwood gosta de trabalhar com personagens que mudam de idéia no decorrer da trama, aprendendo algo importante. E parece que tem certa queda pela cor verde, vide a Menina de Ouro. A realização de um filme com um final feliz, quem diria, assim como os personagens de seus filmes marcados por uma drástica mudança de idéia, creio que talvez Clint Eastwood esteja mudando também as suas.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Promoção Ninja Assassino – Resultado</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 15:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Blogueira]]></category>

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		<description><![CDATA[
O MovieYou premiou dois leitores com um par de ingressos cada para conferir Ninja Assassino .
A pergunta da vez era &#8220;Qual seria a sua missão mais desafiadora como ninja?&#8220;.
E os vencedores que faturam um par de ingressos cada para sessões de Ninja Assassino foram :
@RobsonPorps -- &#8220;A missão mais desafiadora seria entrar no senado num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ninja-assassin-one-sheet.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2262" title="ninja-assassin-one-sheet" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ninja-assassin-one-sheet-200x300.jpg" alt="" whg="200" rhg="300" /></a></p>
<p>O MovieYou premiou dois leitores com um par de ingressos cada para conferir <a href="http://www.movieyou.com.br/a-blogueira/2010/02/03/sangue-ralo/" target="_blank"><em>Ninja Assassino</em></a> .</p>
<p>A pergunta da vez era &#8220;<strong>Qual seria a sua missão mais desafiadora como ninja?</strong>&#8220;.</p>
<p>E os vencedores que faturam um par de ingressos cada para sessões de Ninja Assassino foram :</p>
<p><a href="http://twitter.com/robsonporps/statuses/9480645896" target="_blank">@RobsonPorps</a> -- <em>&#8220;A missão mais desafiadora seria entrar no senado num sabado para matar alguém. Bem iria ficar na mão&#8230;&#8230;&#8221;</em></p>
<p><a href="http://twitter.com/rafagnomo/statuses/9482588315" target="_blank">@rafagnomo</a> -<em> &#8220;Minha missão mais desafiadora seria Matar Kratos do GOD OF WAR.&#8221;</em></p>
<p>Obrigado a todos os participantes e aguardem as próximas promoções no MovieYou!</p>
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		<title>Uma bala de prata, por favor</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 02:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu esperava mais. Não que meu currículo de filmes de lobisomem seja dos mais vastos. O lobisomem americano em Londres, O Lobo com Jack Nicholson e Michelle Pheifer e Underworld, aquele do Lycan que cruza com a vampira. Eu acho mais graça nos filmes de vampiros, mas o interessante dos lobisomens é não ter controle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lobisomem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2259" title="lobisomem" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lobisomem-213x300.jpg" alt="" whg="213" rhg="300" /></a>Eu esperava mais. Não que meu currículo de filmes de lobisomem seja dos mais vastos. O lobisomem americano em Londres, O Lobo com Jack Nicholson e Michelle Pheifer e Underworld, aquele do Lycan que cruza com a vampira. Eu acho mais graça nos filmes de vampiros, mas o interessante dos lobisomens é não ter controle sob suas atitudes noturnas. Ou seja, o lobisomem é uma vítima de seu dom, por assim dizer. Nisso o acerto na personalidade retraída de Laurence, muito bem interpretado por Benicio Del Toro, um bom homem que tem uma fera incontrolável dentro de si. No entanto a maneira que o rapaz se torna lobo&#8230; Sei que é uma refilmagem, que ou seguiram a risca a original, ou para dar um víeis de mais ação optaram por aquilo. Ah, vou falar poderia ser hereditário, seria prá lá de aceitável e compreensível. Sir Antony Hopkins, convence como fera, pois este interpretou a maior delas, algo que lhe rendeu um Oscar, e a personagem até recebe uma rápida e engraçada homenagem nesse filme. No entanto, falta roteiro para explicar o interesse da mocinha Gwen, papel de Emily Blunt, que como bem observou um casal ao meu lado na sessão, é a cara da Maria Fernanda Candido. Já Hugo Weaving não tem lá muito espaço para desenvolver seu Detetive Francis Aberline, já que não há segredo algum a ser desvendado, Todo mundo sabe o que Todo mundo sabe. O Lobisomem, face as suas cenas ultra violentas ganhou uma classificação etária de + de 18 anos, mas não vejo no filme nada que tire o sono de ninguém.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/nhJf9T1ENMk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Sorry, You’re Fired!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jason Reitman me surpreendeu pela primeira vez, em 2007, com &#8220;Juno&#8221;, produção também indicada a melhor filme no Oscar 2008. Uma particularidade  curiosa, que se deve ressaltar, é que, os três filmes mais conhecidos e famosos deste diretor  são comédias, ou como é o caso de &#8220;Amor Sem Escalas&#8221;, comédia dramática. E, geralmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/baixarfilmesdownload11.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="427"/>Jason Reitman me surpreendeu pela primeira vez, em 2007, com &#8220;Juno&#8221;, produção também indicada a melhor filme no Oscar 2008. Uma particularidade  curiosa, que se deve ressaltar, é que, os três filmes mais conhecidos e famosos deste diretor  são comédias, ou como é o caso de &#8220;Amor Sem Escalas&#8221;, comédia dramática. E, geralmente, estes filme ganham uma indicação ao Oscar. Este fato me deixou com uma pulga atrás da orelha (desculpem a expressão antiquada). Será que Jason Reitman possui talento somente para comédias? Ou será que ele é talentoso em outros gêneros? Não sei. Fica ai, uma incógnita. Agora, temos que esperar seu próximo filme para responde-la. Enfim, voltando a &#8220;Amor Sem Escalas&#8221;. Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas eu acho &#8220;Avatar&#8221; muito superior. &#8220;Amor Sem Escalas&#8221; até merecia ser indicado em algumas categorias ao Oscar  (seis, contando com as duas indicações a atriz coadjuvante). Para mim, o filme não tem chance em melhor diretor, melhor filme, melhor ator e melhor atriz coadjuvante. Pode ser que ganhe em roteiro adaptado. Todavia, o filme merece sim ser indicado. O que merece destaque na produção é a sua fotografia, que opta por um tom de cor mais comum e por enquadramentos ageis, que expressam, além de naturalidade e rotina, a vida do personagem principal. No elenco, George Clooney, que desempenha uma boa interpretação, mas que na minha opinião não merecia ser indicado a melhor ator. Vemos também Vera Farmiga, esta que realmente merece ser indicada, embora acho que irá perder para Mo&#8217;Nique. Outro grande acerto do filme reside no roteiro, que ao mesmo tempo que acompanha e aprofunda a vida do personagem principal, vai nos deixando a par  também da vida das duas mulheres que o cercam. Aliás, o roteiro é muito mais profundo. Ficamos sabendo da personalidade e do caráter da irmã do personagem principal (Clooney), que só conhecemos após uma hora de projeção. Por isto, acho que &#8220;Amor Sem Escalas&#8221; é um forte candidato a roteiro adaptado. De tão profunda, é até difícil de descrever a história deste filme. Tentarei. O filme acompanha a vida de um homem contratado por uma empresa para demitir funcionários. Acompanhamos então, suas viagens e as pessoas que o cercam. Vale a pena.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Entre Dois Mundos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O furacão Oscar passou de maneira fulminante na vida de Peter Jackson, laureando merecidamente o esforço deste diretor neozelandês em transportar o fantástico mundo de Tolkien para a grande tela. Após este período, o cineasta se aventurou em dirigir o fracassado King Kong (2009) e na produção de pérolas como Distrito 9 (2009), além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Um-Olhar-do-Paraíso-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2250" title="Um Olhar do Paraíso A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Um-Olhar-do-Paraíso-A-BLOGUEIRA-202x300.jpg" alt="" whg="202" rhg="300" /></a>O furacão Oscar passou de maneira fulminante na vida de Peter Jackson, laureando merecidamente o esforço deste diretor neozelandês em transportar o fantástico mundo de Tolkien para a grande tela. Após este período, o cineasta se aventurou em dirigir o fracassado <em>King Kong</em> (2009) e na produção de pérolas como <em>Distrito 9</em> (2009), além de estar envolvidos em projetos super-aguardados como <em>Tintin</em>, em uma parceria com Steven Spielberg, e <em>O Hobbit</em>, com a companhia de Guillermo Del Toro. Neste meio tempo o diretor se envolveu na história sensível e marcante de <em>Um Olhar do Paraíso</em> (2009), baseado no livro homônimo de Alice Sebold. A trama conta sobre uma garota de 14 anos, estuprada e assassinada, que fica com o espírito aprisionado entre dois mundos, a terra e o céu, enquanto a sua tragédia não é vingada. O roteiro se divide em duas visões distintas e desconexas, a da menina neste purgatório, lembrando em muito as cenas coloridas e fantasiosas de <em>Amor Além da Vida </em>(1998), e na investigação do psicopata que a matou, em um estilo de suspense inconstante e inconsistente como o de <em>Zodíaco</em> (2007). O grande destaque da trama fica por conta das belas interpretações do elenco que compõe o filme: Susan Sarandon como avó da garota, Mark Wahlberg e Rachel Weisz como os pais. Ambas as atrizes já foram premiados pelo Oscar em <em>Os Últimos Passos de um Homem</em> (1995) e <em>O Jardineiro Fiel </em>(2005), respectivamente. Mark foi indicado em <em>Os Infiltrados</em> (2007) e Saoirse Roman, a protagonista, também recebeu uma indicação no mesmo ano por <em>Desejo e Reparação</em> (2007). Já <em>Um Olhar no Paraíso</em> marca sua participação no Oscar 2010 graças à atuação psicótica de Stanley Tucci, apesar de achar que ele perderá o prêmio de ator co-adjuvante para outro grande vilão, no caso Christoph Waltz como o coronel Hans Landa de <em>Bastardos Inglórios</em> (2009). Ao final, fica a dica deste sensível filme para quem possui uma mente aberta para a espiritualidade e esperançosa na humanidade que ainda somos capazes de encontrar, mesmo em meio a acontecimentos tão maldosos e brutais.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/5wL83PlsPUg&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Olhar Vago</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um Paraíso fotográfico para todos os gostos.&#8221;
Mestre Zen – ZeroOitocentos
“Parece dois filmes opostos. Quando se fundem, a estranheza é inevitável.”
Marcelo Hessel -- Omelete
“Não corresponde a expectativa criada, tem poucos lampejos de originalidade, mas não precisa ser taxado como uma obra absolutamente descartável.”
Getro Guimarães -- Getro
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Um-Olhar-do-Paraíso-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2248" title="Um Olhar do Paraíso A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Um-Olhar-do-Paraíso-A-CRÍTICA-300x169.jpg" alt="" whg="300" rhg="169" /></a>&#8220;Um Paraíso fotográfico para todos os gostos.&#8221;</p>
<p>Mestre Zen – <a href="http://www.zerooitocentos.org/um-olhar-do-paraiso-critica/" target="_blank">ZeroOitocentos</a></p>
<p>“Parece dois filmes opostos. Quando se fundem, a estranheza é inevitável.”</p>
<p>Marcelo Hessel -- <a href="http://www.omelete.com.br/cine/100025251/Critica__Um_Olhar_do_Paraiso.aspx" target="_blank">Omelete</a></p>
<p>“Não corresponde a expectativa criada, tem poucos lampejos de originalidade, mas não precisa ser taxado como uma obra absolutamente descartável.”</p>
<p>Getro Guimarães -- <a href="http://www.getro.com.br/2010/02/critica-um-olhar-do-paraiso/" target="_blank">Getro</a></p>
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		<title>War is a Drug</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Blogueira]]></category>

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		<description><![CDATA[Capitão Nascimento, Jack Bauer, Bradock, Rambo. Todos grandes machões do cinema que não tem medo de enfrentar o perigo e salvar a pátria (e o próprio rabo) a qualquer preço. E mais um desses homens de coragem figura agora na lista: William James interpretado por Jeremy Renner, merecidamente indicado à melhor ator juntamente com outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Guerra-ao-Terror-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2239" title="Guerra ao Terror A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Guerra-ao-Terror-A-BLOGUEIRA-200x300.jpg" alt="" whg="200" rhg="300" /></a>Capitão Nascimento, Jack Bauer, Bradock, Rambo. Todos grandes machões do cinema que não tem medo de enfrentar o perigo e salvar a pátria (e o próprio rabo) a qualquer preço. E mais um desses homens de coragem figura agora na lista: William James interpretado por Jeremy Renner, merecidamente indicado à melhor ator juntamente com outras 8 categorias disputadas por <em>Guerra ao Terror</em> (2009) no Oscar 2010. É difícil entender como uma trama passada no Iraque focada no misto de adrenalina com testosterona que compõe o trabalho do esquadrão anti-bombas possa ter sido dirigido por uma mulher, Kathryn Bigelow. Com <em>Caçadores de Emoção</em> (1991), <em>O Peso da Água</em> (2000) entre outros filmes no currículo, a ex-mulher de James Cameron é a primeira diretora com chances reais de faturar a estatueta dourada. Seu trabalho atrás das câmeras é impecável, com muitos ângulos delicadamente conduzidos em lenta sequência, mas que transmitem sensações pesadas e negativas que só a morte eminente traz. Nas mais de 2 horas de projeção o contador explosivo ruma compulsoriamente de encontro ao público, cercando-o de fobia, medo e total apreensão. Uma ou outra cena de alívio cômico os tiram do transe, mas o roteiro perfeitamente bem conduzido hipnotiza totalmente rumo ao delírio massacrante de homens viciados em guerra. Talvez <em>Avatar</em> (2009) roube alguns prêmios de <em>Guerra ao Terror</em>, porém , ao contrário do conflito que ainda se estende apesar da vontade oposta do pacifista Obama, o filme certamente não sairá impune da história do Oscar.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/SfOOMol2hjM&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Oscar de Melhor Filme? Não.</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:44:04 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/guerraaoterror.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="413"/>Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas, para mim, &#8220;Guerra ao Terror&#8221; não é o melhor filme de guerra que já vi. &#8220;Apocalypse Now&#8221; e &#8220;Nascido Para Matar&#8221;, são muito melhores. Mas &#8220;Guerra ao Terror&#8221; não é um filme ruim, não. Pelo contrário, é um filme magnífico, que fica na minha lista dos melhores filmes de guerra. Oscar de melhor filme? Não, acho que não merece. O prêmio ainda fica com &#8220;Avatar&#8221;. Oscar de melhor diretor(a)? Sim, Kathrym  Bigelow merece esta categoria. Se ela ganhar, vai ser a primeira diretora a ganhar um Oscar. Bem, vamos aguardar para ver. &#8220;Guerra ao Terror&#8221; é, junto de &#8220;Avatar&#8221;, o campeão de nomeações este ano, possuindo 9 indicações. Teria fortes chances de ganhar em fotografia, trilha sonora e edição, mas tem como concorrente o filme de Cameron, que com certeza irá ganhar. Uma curiosidade: Bigelow  é a ex mulher de Cameron. Ambos lideram as indicações. Agora vou falar um pouco do filme em si. &#8220;Guerra ao Terror&#8221; é um retrato sufocante da guerra do Iraque. A sensação que acompanha o filme, bem como os personagens, é de pressão, cansaço, precariedade, angústia e ansiedade. Claro, que, para se conseguir chagar ao nível carregado do filme, precisa-se ter uma sincronia perfeita entre os responsáveis pela produção. E isso acontece, e vemos claramente, quando os minutos de projeção  vão passando. Incrível. Uma ótima fotografia, sufocante, um som invejável, que causa sensação de apreensão, e uma direção impecável, de Kathrym Bigelow, fazem esta obra cinematográfica  funcionar e ser tão boa. O estilo adotado pela diretora, faz o filme parecer um documentário, com sua forma observativa. As vezes o filme se perde um pouco no excesso de zoons no rosto dos personagens, mas isto é um pequeno detalhe, comparado a magnitude de toda a obra. Enfim, &#8220;Guerra ao Terror&#8221; fica entre os melhores 5 filmes de guerra que assisti, junto de &#8220;Apocalypse Now&#8221;, &#8220;Nascido para Matar&#8221;, &#8220;Pearl Harbor&#8221; e &#8220;O Resgate do Soldado Ryan&#8221; (entraria também &#8220;A Lista de Schindler&#8221;, mas não considero um filme de guerra). O filme acompanha os últimos dias de um batalhão anti-bomba, em plena guerra  do Iraque. Muito bom!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Bem No Alvo</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“O pente de balas já vem sujo de sangue mesmo antes de disparar.”
Marcelo Hessel – Omelete
“O melhor filme sobre a guerra do Iraque.”
Emílio Franco Júnior -- CinePlayers
“O horror da guerra, sua loucura e capacidade de viciar.”
Blog MovieSense
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Guerra-ao-Terro-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2236" title="Guerra ao Terro A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Guerra-ao-Terro-A-CRÍTICA-300x169.jpg" alt="" whg="300" rhg="169" /></a>“O pente de balas já vem sujo de sangue mesmo antes de disparar.”</p>
<p>Marcelo Hessel – <a href="http://www.omelete.com.br/cine/100025006/Critica__Guerra_ao_Terror.aspx" target="_blank">Omelete</a></p>
<p>“O melhor filme sobre a guerra do Iraque.”</p>
<p>Emílio Franco Júnior -- <a href="http://www.cineplayers.com/critica.php?id=1767" target="_blank">CinePlayers</a></p>
<p>“O horror da guerra, sua loucura e capacidade de viciar.”</p>
<p><a href="http://moviesense.wordpress.com/2009/08/27/the-hurt-locker-guerra-ao-terror/" target="_blank">Blog MovieSense</a></p>
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		<title>As Referências de “Contato”</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 17:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente que começou a acompanhar cinema, entre as décadas de 80 e 90, que curtem uma boa ficção ciêntifica, e além de tudo, gosta de indagar teorias nos filmes do estilo. Irão apreciar muito o diretor e a obra, citada aqui.
Falarei hoje sobre o filme Contato, de um cara que é pra mim, um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/OgAAAGWiYz2fuTcoO0uTLnL193G1jDYN6SsJwOpX5dve06aFdyGTc-LSjoE3DQprGOQ-cKjHgnKSkGV9Q3NKPp-q2r8Am1T1UG2nRILv5HLo1mb9qL9GY6WCTDIf.jpg" border="0" alt=""  whg="285" rhg="198"/>Gente que começou a acompanhar cinema, entre as décadas de 80 e 90, que curtem uma boa ficção ciêntifica, e além de tudo, gosta de indagar teorias nos filmes do estilo. Irão apreciar muito o diretor e a obra, citada aqui.</p>
<p>Falarei hoje sobre o filme Contato, de um cara que é pra mim, um dos maiores cineastas do gênero, ainda vivo e fazendo seus trabalhos.<br />
O nome do sujeito é Robert Zemeckis, responsável por filmes como a trilogia De Volta Para o Futuro, o fantástico Forrest Gump -- O Contador de Histórias, a aventura psicológica Naufrago e do intrigante Contato.</p>
<p>Queria hoje dar ênfase, justamente a esse filme ?Contato?. Que é pra muitos, a possível visão mais próxima de que existem raças diferentes além dos seres terráqueos.</p>
<p>Robert Zemeckis já muito conhecido por ter realizado sua trilogia mágica de De Volta Para o Futuro e o clássico Tudo Por Uma Esmeralda. Faz em 1994 o maior filme da sua carreira. Vencedor de vários Oscars, aclamado por críticos e cinéfilos, Forrest Gump -- O Contador de História firma o diretor de vez na história da sétima arte. Ou seja, com esse mérito, ele já tem total liberdade pra criar trabalhos ambiciosos e levar a frente com toda coragem.</p>
<p>Foi assim que ele abraçou o então projeto de George Miller. Tido como uma das grandes revoluções da época em termos de ciência e fé nos cinemas.<br />
Em meados de 1997, é lançadoContato. Que contava com atriz Jodie Foster para ser a frontman da película. Ao lado também de Matthew McConaughey e David Morse, que foram importantíssimos para que a personagem de Foster tivesse o ovacionamento devido. O filme conta a história de uma garota que logo após seu nascimento, foi órfã de mãe, e ao completar nove anos de idade, ver seu pai ter um enfarto e morrer nos seus braços. Já abalada pela morte da mãe, a menina busca nas estrelas, respostas para sua vida. Tendo consigo um aparelho transmissor de radio freqüência com contato a médio alcance, dado pelo pai, tenta sempre fazer comunicação com o desconhecido e achar ali a linha da sua mãe.<br />
Com a morte do pai, ela cresce sozinha e totalmente descrentes nas possiveis religiões ao seu redor. Tornasse uma grande cientista (Ellie) que tenta a qualquer modo, fazer uma das maiores descobertas do século. Falar com alguma civilização alienígena, que abita outro planeta fora da nossa orbita.</p>
<p>Sempre com muito esforço e dedicação, ela recebe ajuda de custo do governo dos Estados Unidos. Mas devido há muitos anos sem evolução, o projeto da doutora é cancelado e ela sai louca em busca de outro patrocínio para sua pesquisa. Encontra, mas de uma empresa que esconde vários segredos dos seus funcionários, dentre eles, nunca saber quem é o verdadeiro dono.</p>
<p>Depois de quase sete anos de muitas tentativas, as coisas já estão denovo para se acabar e voltar à estaca zero. Mas eis que em uma tarde, Ellie em cima do seu carro, ao lado do seu transmissor, e das antenas de alcance, ver algo muito estranho, uma comunicação jamais capitada. Uma espécie de ordem prima de números, feitas por batidas que ao nosso modo seriam estáticas sonoras. Depois de muitos estudos e varias tentativas de percepção,     algo é encontrado e descodificado. Eles recebem de um planeta distante, uma mensagem da propaganda nazista, com Hitler discursando, que havia chegado lá há muitos anos atrás e só agora nos conseguiríamos capitar. Mas pra surpresa de muitos, dentro dessa transmissão existia também um tipo de esquema decodificado, mostrando como se faz um tipo de portal ou campo de força com uma tecnologia muito além da nossa.</p>
<p>O governo americano se ver na obrigação de construir a coisa, em pró do desenvolvimento da ciência. Selecionam um possível candidato para fazer uso da mesma e testam o que seria a possível mensagem dos ETs. Ellie se dá como voluntaria e entra no portal, pra enfim poder provar através de algo, que existe sim, vida inteligente além da terra.</p>
<p>O que ela vive pessoalmente ao entrar é algo surreal e inédito ainda no mundo dos cinemas. Entrando por diversos túneis espaciais, ela passa o que foram 18 horas na sua cabeça de conhecimentos e visões que nunca um ser humano pensou ver. Parando enfim em um planeta e sendo recebida pelo ser habitante com a forma do seu pai, em um local lindo, uma praia belíssima, com o clima magnífico. Lá são levantadas muitas questões filosóficas, se você parar pra ver o que esse filme nos faz duvidar e ate mesmo acreditar, perderíamos completamente a fé em certas coisas. A criatura dizendo por fim que ela foi o ser humano escolhido pra ter essas visões e que só na memória dela, bastaria para a terra.</p>
<p>Ao voltar desse mundo, ela é acordada dizendo que o projeto falhou e que a nave onde ela estava, quando entrou no portal, não durou mais que cinco segundos ao cair na água. Os aparelhos acoplados no seu corpo filmaram apenas estéticas de radio. Mais uma vez ela não tem como provar cientificamente que o que viu, era uma das coisas mais fantásticas de todos os tempos.</p>
<p>E aqui os roteiristas de Contato, levantam o que é pra mim, a questão mais importante desse filme? Você acreditaria em uma pessoa que se diz totalmente ateia conseguir ir pra outro planeta, conversar com seres do mesmo e lá eles mostrarem a visão deles sobre os humanos e as nossas riquezas? Mesmo que ela não tivesse a suas mãos, uma prova concreta desse acontecimento.</p>
<p>Ou preferiria continuar com sua religião e política, acreditando que os cientistas só fazem a cada ano, acabar com a fé das pessoas e não conseguem mudar nossos pensamentos de que o mundo foi criado por um ser superior e que haja o que houver essa crença nunca será abalada.</p>
<p>São realmente muito questionáveis as referências que esse filme nos mostra. Temos nele classes muito perigosas de se falar: Política, religião, fé, ceticismo, amor e mentiras. Foram poucos os que ousaram no cinema, colocarem a prova esse tipo de coisa, para as pessoas refletirem e se indagarem.</p>
<p>Em termos técnicos o filme por ser de 1997, não teve um orçamento tão alto assim. Efeitos típicos da época, a maioria deles feito no computador, e que hoje se prestarmos atenção nisso, vemos já, certo envelhecimento de algumas cenas. Nada a falar do roteiro, sim de aspectos técnicos com efeitos visuais.</p>
<p>Uma grande direção, um fantástico roteiro e um apanhado de referências, tornam ?Contato? pra mim, um dos maiores filmes de ficção científica, já realizado. Robert Zemeckis mais uma vez tem meus parabéns.</p>
<p>http://twitter.com/willtage</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:willtage@gmail.com">Wilker (Willtage) Medeiros</a> -- <a href=" willtage@gmail.com"> willtage@gmail.com</a></p>
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		<title>Pétalas de Margarida</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tratando-se de Oscar, Morgan Freeman é um pé de coelho pra quem deseja que sua obra seja agraciada com o prêmio de melhor filme. Ao todo foram 3 longas em que Freeman atuou que receberam a honraria máxima da Academia: Menina de Ouro (2004), Os Imperdoáveis (1992) e Conduzindo Miss Daisy (1989).  Este último, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Conduzindo-Miss-Daisy-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2232" title="Conduzindo Miss Daisy A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Conduzindo-Miss-Daisy-A-BLOGUEIRA-300x225.jpg" alt="" whg="300" rhg="225" /></a>Tratando-se de Oscar, Morgan Freeman é um pé de coelho pra quem deseja que sua obra seja agraciada com o prêmio de melhor filme. Ao todo foram 3 longas em que Freeman atuou que receberam a honraria máxima da Academia: <em>Menina de Ouro </em>(2004), <em>Os Imperdoáveis</em> (1992) e <em>Conduzindo Miss Daisy</em> (1989).  Este último, um drama doce e sensível, que também recebeu os Oscars de Roteiro Adaptado e Melhor Atriz para Jessica Tandy, estrela do clássico <em>Tomates Verdes Fritos</em> (1991) falecida em 1994. Ambientado nas décadas de 50, 60 e 70 o filme mostra a evolução do relacionamento da viúva Daisy com seu chofer Hoke, ao mesmo tempo que apresenta as mudanças de paradigmas (ou não) nos preconceitos da nação norte-americana. Ela judia. Ele negro. E ambos grandes amigos, apesar dos gracejos dele e da teimosia dela. À primeira vista a trama e a premissa do argumento principal podem parecer leves, mas cenas de uma sutileza impecável revelam a profundidade da obra, como a cena em que os policias “caipiras” do Alabama, bem desconfiados, os param na estrada especulando a viagem de ambos, ou quando o motorista precisa urinar na beira da estrada, pois os banheiros de postos de gasolina são apenas para brancos. Destaque também para a maquiagem, que faturou mais um Oscar para a produção. A equipe responsável soube envelhecer em 3 décadas até o co-adjuvante Dan Aykroyd, do filme “Sessão da Tarde” <em>Os Caça-Fantasmas</em> (1984), que interpreta o filho de Miss Daisy. Ao final, a sensação é que cada minuto nos leva a despir uma singela margarida tirando-lhe pétala por pétala num bem-me-quer / mal-me-quer gracioso.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/5I5MkrMzAs8&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Feminilidade e Sensibilidade em Quechua</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 13:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filmes latino-americanos estão em minha lista de favoritos, principalmente os da cineasta argentina Lucrecia Martel, autora do clássico O Pântano (2001). E no último final de semana mais uma diretora sul-americana entrou para minha lista de favoritas: Claudia Llosa de A Teta Assustada (2009), ganhador do último Urso de Ouro em Berlin, prêmio que já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/A-Teta-Assustada-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2228" title="A Teta Assustada A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/A-Teta-Assustada-A-CRÍTICA-300x220.jpg" alt="" whg="300" rhg="220" /></a>Filmes latino-americanos estão em minha lista de favoritos, principalmente os da cineasta argentina Lucrecia Martel, autora do clássico <a href="http://www.movieyou.com.br/a-blogueira/2008/10/28/100-mais-machismo/" target="_blank"><em>O Pântano</em></a> (2001). E no último final de semana mais uma diretora sul-americana entrou para minha lista de favoritas: Claudia Llosa de <em>A Teta Assustada</em> (2009), ganhador do último Urso de Ouro em Berlin, prêmio que já agraciou os brasileiros <em>Tropa de Elite</em> (2007) e <em>Central do Brasil</em> (1998). Pela primeira vez apreciei um filme peruano, o que foi uma surpresa muito agradável! Claudia conseguiu transmitir as idiossincrasias da cultura andina, especialmente em sua essência feminina. A personagem de Fausta (Magaly Solier) possui os traços quéchuas e o peso de uma tradição supersticiosa. Para evitar engravidar por estupro, ela insere uma batata em sua vagina e passa boa parte do filme cortando os galhos que insistem em sair do tubérculo para fora de seu corpo. É chocante, porém real e verossímil. O cenário desta trama é a periferia da capital peruana, Lima, que têm a grande aparência de uma pedreira abandonada socialmente. O casamento é uma constante no longa, já que a família da protagonista trabalha oferecendo festas aos casais da favela. Já Fausta, parece a antítese desta tendência, foge dos homens apesar de carregar a batata protetora entre as pernas. Ao final, nos vemos conquistados por essa trama sensível e realista. <em>A Teta Assustada</em> está concorrendo ao Oscar 2010 de Melhor Filme Estrangeiro, apesar de provavelmente perder o prêmio para o alemão <em>A Fita Branca</em> (2009). Mesmo assim, não deixem de conferir este que figura entre os melhores filmes do último ano!</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/hAxBkfBBTTI&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Sangue Ralo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 13:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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Como já dizia um velho ditado de república: “Se está no inferno, abraço o capeta&#8230; e nunca o faça sozinho!” Ontem em uma sessão de Ninja Assassino (2009) promovida pelo Omelete levei em minha companhia o @PikachuTwiteiro que trabalha comigo na agência de comunicação digital SeePix. Ele estava empolgado e eu curiosa, afinal a combinação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ninja-Assassino-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2221" title="Ninja Assassino A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ninja-Assassino-A-BLOGUEIRA-202x300.jpg" alt="" whg="202" rhg="300" /></a></p>
<p>Como já dizia um velho ditado de república: “Se está no inferno, abraço o capeta&#8230; e nunca o faça sozinho!” Ontem em uma sessão de <em>Ninja Assassino</em> (2009) promovida pelo <a href="http://omelete.com.br/ " target="_blank">Omelete </a>levei em minha companhia o <a href="http://twitter.com/PikachuTwiteiro" target="_blank">@PikachuTwiteiro</a> que trabalha comigo na agência de comunicação digital <a href="http://twitter.com/SeePix/" target="_blank">SeePix</a>. Ele estava empolgado e eu curiosa, afinal a combinação dos irmãos Wachowskis e James McTeigue em <em>V de Vingança</em> (2005) foi muito bem sucedida, porque em um filme enfocando a cultura oriental a parceria daria errado? Pois é&#8230; Mas deu, e muito errado! O visual e fotografia do longa é impecável. As cenas de lutas são bem coreografadas e filmadas por belos ângulos. Destaque para a cena em que os jovens aprendizes lutam em meio a bolas de fogos penduradas no teto.  Mas o roteiro ralo e as interpretações minguadas põem o filme em um patamar muito inferior. Na saga <em>Kill Bill</em> (2003-2004) de Quentin Tarantino, o sangue é exposto de forma propositalmente cômica. Em <em>Ninja Assassino</em> o excesso de tinta vermelha provocou uma sensação adversa a de espanto com tamanha violência do Clã Ninja que está sendo investigado por uma agência da Europol. Ketchup, HotDog e Muita Fome. Estas foram as 3 alusões finais após o final dos créditos. E me desculpe Rain, protagonista da película, mas é melhor você continuar sua carreira de cantor galã do que tentar algo que você não é: ator!</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/OSbf2or1SFw&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Ninja Perdido</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 13:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“É uma pena que o roteiro insista em não fazer o menor sentido.”
Blog Sem Tédio
“Cansam o número excessivo de flashbacks e a incapacidade do elenco de atuar.”
Marcelo Forlani - Omelete
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ninja-Assassino-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2222" title="Ninja Assassino A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ninja-Assassino-A-CRÍTICA-300x199.jpg" alt="" whg="300" rhg="199" /></a>“É uma pena que o roteiro insista em não fazer o menor sentido.”</p>
<p><a href="http://semtedio.com/ninja-assassino-conferimos-o-filme-em-primeira-mao/" target="_blank">Blog Sem Tédio</a></p>
<p>“Cansam o número excessivo de flashbacks<em> </em>e a incapacidade do elenco de atuar.”</p>
<p>Marcelo Forlani -<a href="http://www.omelete.com.br/cine/100022115/Da_Frigideira__Ninja_Assassino.aspx" target="_blank"> Omelete</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/1sHDveAY8XE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Seja Italiano</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Federico Fellini foi um dos cineastas europeus mais influentes e imaginativos da sétima arte. Seus filmes sempre transmitem a sensação alucinógena de um sonho. O desejo sexual, o poder maternal e a fragilidade masculina são pontos comuns em sua obra. No auge da maturidade o diretor criou Fellini 8 ½ (1963) , um filme que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Nine-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2213" title="Nine A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Nine-A-BLOGUEIRA-203x300.jpg" alt="" whg="203" rhg="300" /></a>Federico Fellini foi um dos cineastas europeus mais influentes e imaginativos da sétima arte. Seus filmes sempre transmitem a sensação alucinógena de um sonho. O desejo sexual, o poder maternal e a fragilidade masculina são pontos comuns em sua obra. No auge da maturidade o diretor criou <em>Fellini 8 ½</em> (1963) , um filme que apresentava Marcello Mastroianni, seu alter-ego recorrente, em um artista vivendo momentos de pânico e ausência criativa. Anos depois, Antonhy Minghella, diretor já falecido de <em>O Paciente Inglês</em> (1996), criou para os palcos da Broadway o musical Nine, espetáculo inspirado nas metáforas fellinianas, culminando em uma espécie de continuação de <em>8 ½</em>. E no último ano, Rob Marshall, responsável pelo sucesso oscarizado de <em>Chicago</em> (2002), trouxe à tela grande o glamuroso <em>Nine</em> (2009) com elenco estelar: Katie Holmes, Nicole Kidman, Judi Dench, Penélope Cruz, Marilon Coutilard e Sophia Loren, todas grandes atrizes ainda vivas. A frente destas poderosas mulheres está Daniel Day-Lewis, sempre acima da média, interpretando Guido, o sonhador diretor que não consegue se quer roteirizar seu novo filme. Tratando-se de Marshall, já era de se esperar números musicais grandiosos, mas a Itália soube se revelar o maior encanto do filme, com cenas de fotografia espetacular em Roma e arredores. Além do charmoso país, Coutilard vencedora do Oscar por Piaf (2007) rouba a cena com os melhores e mais vicerais momentos musicados do filme. Pena que as premiações deste início de ano não estejam sendo favorável ao filme, vide o péssimo <em>Se Beber Não Case</em> (2009) ter derrotado o musical no Globo de Ouro. Esperamos então que o Oscar seja bem mais justo e compensatório.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/pSG9mWbD1_I&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<item>
		<title>½ Boca</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“O prato que sai do forno acaba meio sem sal.” 
Carina Toledo -- Omelete
“Falha vergonhosamente.”
Rodrigo Cunha – CinePlayers
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Nine-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2210" title="Nine A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Nine-A-CRÍTICA-300x209.jpg" alt="" whg="300" rhg="209" /></a>“</strong>O prato que sai do forno acaba meio sem sal.”<strong> </strong></p>
<p>Carina Toledo -- <a href="http://www.omelete.com.br/cine/100024854/Critica__Nine.aspx" target="_blank">Omelete</a></p>
<p>“Falha vergonhosamente.”</p>
<p>Rodrigo Cunha – <a href="http://www.cineplayers.com/critica.php?id=1832" target="_blank">CinePlayers</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/OJ18tIlLNwA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“O Visitante” Despercebido, mas não por mim!</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 09:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro post antigo meu, quando esse filme foi lançado&#8230;
Muita gente acha que chorar em filmes, documentários, musicas, peças, em fim, chorar pelo áudio visual visto em terceira pessoa, é um sentimento fingido ou forçado. Sem saber que até para os ateus, não é preciso tocar para sentir, nem testemunhar para viver o que é passado.
E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/OgAAAFnVEld_ok6BVdduXQu_7ejU0qnIf0WGCahjsiLSXI0by6LL8QaWI-KpnrNxn7dShzZWvjMe_dK2UjXFrVIjv2YAm1T1UFiNVRjQ1Tk1fAEoQB_AMWFExKQW.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="221"/>Outro post antigo meu, quando esse filme foi lançado&#8230;</p>
<p>Muita gente acha que chorar em filmes, documentários, musicas, peças, em fim, chorar pelo áudio visual visto em terceira pessoa, é um sentimento fingido ou forçado. Sem saber que até para os ateus, não é preciso tocar para sentir, nem testemunhar para viver o que é passado.<br />
E é exatamente o acontece comigo em demasiados filmes. Não só dos gêneros drama, romance, thriller ou coisa do tipo. Mas sim com todos os outros, de comédia a ação. Eu sinto diversas emoções, e uma delas é chorar.</p>
<p>Fiz essa pequena declaração para falar de um filme que assistir O Visitante. Como muitos sabem, a indústria de cinema é enorme em todo mundo, especialmente em Hollywood que é tido como o berço da sétima arte. E diversos filmes que são lançados por lá, muitas vezes ruins, mas alguns muito bons vêm aqui pro Brasil não tendo uma boa divulgação. Passando assim despercebido pelo público, e até pelos mais curiosos.</p>
<p>Foi isso que aconteceu com O Visitante. Um filmaço, que me surpreendeu em vários aspectos. Tanto no tema abordado (imigração), como no estilo de fazer um drama nesse gênero, sem deixar o filme falso ou até mesmo chato. Fui assisti-lo devido a indicação de Richard Jenkins ao Oscar 2009, como melhor ator. Eu o tinha visto recentemente, em um filme dos irmãos Coen, Queime Depois de Ler, onde ele fazia uma participação pequena, comparado ao seu grande talento. Contracenou ao lado de George Clooney e Brad Pitt nesse mesmo filme, e ficou como terceiro plano na trama. Mas mesmo assim é notável a atuação do mesmo.</p>
<p>Em O Visitante, Richard vive o papel de um professor viúvo, que mora em Connecticut/EUA, e esta para lançar seu 4° livro, como firmamento de influência a sociedade americana. A vida dele é aparentemente muito comum e tranqüila, mas percebe-se que ele não é feliz, ate pelo seu jeito meio rude e desatento, quando atua na sua profissão.</p>
<p>Ao ir a uma conferência em Manhattan, visita um dos seus apartamentos, e pra sua surpresa encontra uma mulher, negra com aparência de um país africano, tomando banho na banheira do seu apartamento. Ela logo grita e pedi socorro, diz que um homem esta invadindo a casa dela, e chama o namorado, com traços israelense, que logo vem socorrê-la e tirar satisfação com o sujeito. Que logo depois explica que o apartamento é dele e que eles foram enganados por quem alugou ao casal.</p>
<p>Sem ter para onde ir, eles pedem desculpas mesmo assim e saem a procura de outro cômodo. O professor com um sentimento de pena pediu pra que eles fiquem pelo menos por alguns dias, até encontrarem um lugar para viver. Com o tempo, o rapaz que é músico, torna-se amido do mesmo, e os dois começam a saírem juntos.<br />
O professor tem interesse pela musica e em especial pelo instrumento que o rapaz toca (um tipo de atabaque). O musico o-ensina como tocar e ele que vivia uma vida sem graça, acaba encontrando um amigo e um novo passa-tempo de quebra.</p>
<p>Em uma das saídas, na volta para casa, os dois pegam o metrô, e ao passar na catraca o rapaz prende o instrumento sem querer e é obrigado pulá-la. O guarda vão em cima dele como se tivessem atrás de um ladrão e o revistam. O professor descobre ali que ele é um imigrante, e que estava nos Estados Unidos para conseguir com sua musica dinheiro para poder sustentar a sua família e viver.</p>
<p>Sem saber o que fazer, o velho volta para casa e diz a esposa que o marido dela tinha sido preso, ela se desespera e ele contrata um advogado com seus próprios recursos para tentar tira-lo de lá. Mas nada adianta, e para completar o drama, a mãe do rapaz chega a Manhattan e descobre que o filho tinha sido preso por ser imigrante. Como ela mesma era também não pode fazer nada. Mas tarde ela e o professor demonstram sentimentos recíprocos um pelo outro.</p>
<p>O drama é triste, e ao mesmo tempo alegre. Ao mostrar o envolvimento e revolta desse cidadão Americano, que descobre o amor, amizade e o sentido da vida em imigrantes que tentavam simplesmente viver tranquilamente. Inconformado com a legislação nojenta que os EUA têm, o professor xinga o órgão público no qual o musico estava preso. Pois deportaram-no sem mínimo aviso, para o seu lugar de origem. E fica aqui a minha indignação e revolta por determinadas leis de certos governos. É realmente absurda algumas coisas que temos que cumprir.</p>
<p>Também dizer que, o filme além de deixar uma linda mensagem, encanta de várias formas. Não só pela grande atuação de Richard Jenkins, mas sim por todo conteúdo apresentado no mesmo. Em ver o amor acontecer, e um homem como aquele mudar, eu me emocionei bastante, e confesso que chorei, chorei sem vergonha alguma.</p>
<p>Assistam a O Visitante, Um filmaço!</p>
<p>http://twitter.com/willtage</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:willtage@gmail.com">Wilker (Willtage) Medeiros</a> -- <a href="willtage@gmail.com">willtage@gmail.com</a></p>
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		<title>Alma Invencível</title>
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		<comments>http://www.movieyou.com.br/a-blogueira/2010/01/29/alma-invencivel/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Blogueira]]></category>

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		<description><![CDATA[Menina de Ouro (2004) é um dos filmes que, literalmente te dão um soco na cara. A história de uma lutadora de boxe, que apesar de todo esforço e suor em cima dos ringues, se vê obrigada a finalizar sua vida através da eutanásia, é de arrepiar e comover até aqueles de coração mais duro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Invictus-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2203" title="Invictus A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Invictus-A-BLOGUEIRA-204x300.jpg" alt="" whg="204" rhg="300" /></a>Menina de Ouro</em> (2004) é um dos filmes que, literalmente te dão um soco na cara. A história de uma lutadora de boxe, que apesar de todo esforço e suor em cima dos ringues, se vê obrigada a finalizar sua vida através da eutanásia, é de arrepiar e comover até aqueles de coração mais duro. Mas ao final do filme, a sensação é de pessimismo e ficamos com os ânimos atordoados com a conclusão do roteiro. Todo o brilhantismo dessa obra se deve, além de interpretações marcantes e oscarizadas de Morgan Freeman e Hilary Swank, ao fino trato dado pelo diretor Clint Eastwood, responsável por grandes obras da década de 90 e pós 2000, como <em>Os Imperdoáveis</em> (1992), <em>Sobre Meninos e Lobos</em> (2003) e <em>Cartas de Iwo Jima </em>(2006).  Se <em>Menina de Ouro</em> é um filme que permeia um esporte, boxe no caso, e te põe a nocaute no final, o novo filme de Eastwood <em>Invictus</em> (2009) provoca a sensação contrária. Otimismo, Perdão, Inspiração, Vitória e União são apenas alguns dos sentimentos positivos que a obra traz ao espectador. Morgan Freeman encarna Nelson Mandela no primeiro ano de seu mandato como presidente da África do Sul. Com o desafio de unir uma nação dividida racialmente, ele encontra no time de rúgbi do país a chance de provocar o sentimento de unidade em todos os cidadãos sul-africanos. Baseado numa obra real, Matt Damon, em um papel extremamente maduro,  também encanta como o capitão do time que não consegue ententer a complexa grandiosidade de Mandela, um homem que mesmo após 30 anos preso soube perdoar seus algozes. O filme é uma lição de vida e, tratando-se de Clint, de cinema também. As tomadas em câmera lenta dos jogos são poéticos balés de testosterona na lente do diretor. Caro espectador, prepare olhos e mente para <em>Invictus</em> e absorva o que duas grandes personalidades de nossa história tem a dizer e mostrar direto de seus corações e almas.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/VGzi9D9hl0o&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>O Apartheid de Clint</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“Vida longa para Clint Eastwood e seus filmes extraordinários.”
Janaína Pereira – CinePop
“Uma obra lacrimosa e instável.”
Marcelo Hessel – Omelete
“Clint Eastwood é tão genial que, só com a sequência inicial de Invictus, explica cinematograficamente o bê-a-bá da situação política pós-apartheid na África do Sul.”
Heitor Augusto – CineClick
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Invictus-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2200" title="Invictus A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Invictus-A-CRÍTICA-300x227.jpg" alt="" whg="300" rhg="227" /></a>“Vida longa para Clint Eastwood e seus filmes extraordinários.”</p>
<p>Janaína Pereira – <a href="http://www.cinepop.com.br/criticas/invictus_101.htm" target="_blank">CinePop</a></p>
<p>“Uma obra lacrimosa e instável.”</p>
<p>Marcelo Hessel – <a href="http://www.omelete.com.br/cine/100024856/Critica__Invictus.aspx" target="_blank">Omelete</a></p>
<p>“Clint Eastwood é tão genial que, só com a sequência inicial de Invictus, explica cinematograficamente o bê-a-bá da situação política pós-apartheid na África do Sul.”</p>
<p>Heitor Augusto – <a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/criticas/ficha/filme/invictus/id/2376" target="_blank">CineClick</a></p>
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		<title>“Elementar, Meu Caro Watson!”</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, para quem é fã dos livros de Sherlock Holmes não pode perder esta nova produção da Warner Bros. Embora se distancie um pouco dos livros, trazendo mais irrealidades, aprimorando mais ainda os personagens e lidando (supostamente) com paranormalidade, &#8220;Sherlock Holmes&#8221; se saiu bem. Aliás, acho que se saiu melhor do que se estivesse copiado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/baixarfilmesdownload20.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="424"/>Bem, para quem é fã dos livros de Sherlock Holmes não pode perder esta nova produção da Warner Bros. Embora se distancie um pouco dos livros, trazendo mais irrealidades, aprimorando mais ainda os personagens e lidando (supostamente) com paranormalidade, &#8220;Sherlock Holmes&#8221; se saiu bem. Aliás, acho que se saiu melhor do que se estivesse copiado de forma fiel dos livros do detetive, pois as falhas que continham os livros, foram &#8220;concertadas&#8221;, aprimorando e melhorando ainda mais a história. Na verdade, este filme foi exatamente como eu pensava e esperava. É um blockbuster que presa pelo roteiro, o que hoje, é difícil de se encontrar (salvo alguns, como &#8220;Batman -- O Cavaleiro das Trevas&#8221;). A direção, de Guy Ritchie, é extremamente competente e eficaz. Percebemos traços de outros filmes seus, como &#8220;RocknRolla&#8221;, tanto no modo ágil de contar a história, quanto nos diálogos, em alguns momentos ágeis e em outros mais calmos. Mas, é a parte técnica que surpreende, não pelos efeitos especiais, mas sim pela direção de arte e pela fotografia, ambas retratando uma Londres, do século XIX, obscura, triste, morta. Os diretores de elenco estão de parabéns, por reunir Robert Downey Jr., que além de combinar muito bem para o papel do detetive, ainda forma uma dupla perfeita com Jude Law, o Watson. Downey Jr. me surpreendeu! Ele mescla muito bem, um ar enigmático, com o tom sarcástico de quando os outros ficam impressionados com suas habilidades dedutivas. E ainda por cima, completa sua interpretação com uma pitada de comédia, na dose certa, nem muito, nem pouco. E, para completar, Jude Law é perfeito para o papel de Watson. Enfim, um completa o outro. Do elenco, não há o que reclamar. A única coisa de que tenho que me queixar e o único motivo de eu não dar 5 estrelas para este filme, é o fato de em toda a projeção, não haver a clássica frase &#8220;Elementar, meu caro Watson!&#8221;. De resto, é muito bom! A história: Sherlock e Watson tem que investigar um misterioso caso de um homem que supostamente ressuscitou. Vale conferir!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Os Ângulos de “Traffic”</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 15:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um texto meu das antigas, que até postei em um blogzinho rescentemente. Não liguém eu era muito verdinho ainda, rsrsrs&#8230;
Um dia desses comprei o filme Traffic, de qual sou fã por varias questões que me deixaram fascinado pela obra. Gostaria de fazer uma pequena lembrança, sobre um dos, se não o maior filme da carreira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/OgAAAJsT7v5c2v8MOenRU8JHRMUr7wyYIZpKzvpqQr0_kopycNPpHitwc_dO-RHFd83GsbWUEs1pQEMBlDQWaQgkRcsAm1T1UBkDzyAhuTIqEPxsMm1NemK6z6ZY.jpg" border="0" alt="" whg="288" rhg="209" />Um texto meu das antigas, que até postei em um blogzinho rescentemente. Não liguém eu era muito verdinho ainda, rsrsrs&#8230;</p>
<p>Um dia desses comprei o filme Traffic, de qual sou fã por varias questões que me deixaram fascinado pela obra. Gostaria de fazer uma pequena lembrança, sobre um dos, se não o maior filme da carreira de Steven Soderbergh. Primeiro vamos conhecer um pouco da vida desse cineasta competente.</p>
<p>Desde pequeno sempre gostou de fazer suas filmagens, pegando emprestados equipamentos e se espelhando em varios diretores. Fez vários curtas durante sua juventude. Trabalhando de Faz Tudo em produções cinematográficas, aprendeu muitas coisas. Logo no inicio da sua carreira com Sexo, Mentiras e Videotape ganhou A Palma de Ouro no festival de Cannes.</p>
<p>Hoje ele é tido como um dos cineastas mais promissores do século 21, fazendo super produções como &#8220;Onze Homens e Um Segredo&#8221;, &#8220;Erin Brockovich, uma mulher de talento&#8221; e Traffic, que vamos falar agora e tentar demonstrar a genialidade do mesmo nesse filme.</p>
<p>Em 2000 Quando o lançamento de Erin Brockovich, uma mulher de talento foi assunto de elogios dos críticos, Soderbergh lança Traffic, e se firma para sempre na história do cinema. Tornando-se um dos poucos cineastas a receber duas indicações ao Oscar de melhor diretor, por dois trabalhos em uma mesma edição.</p>
<p>O filme inspirado em uma velha minissérie britânica chamada Traffik. A fita fala sobre o tráfico de drogas, mostrando a visão desde o consumidor ao traficante, com três histórias paralelas. O thriller tenta provar, como determinadas classes sociais, nacionais e federais, sofrem com o problema das vendas de drogas em todo mundo, declinando para uma mesma situação.</p>
<p>O elenco do filme é espetacular, uma coisa a ser falada sobre esse diretor, é que ele gosta sempre de contar com um super time de atores em seus trabalhos. Exemplo disso é Onze Homens e Um Segredotido como o mais caro elenco de todos os tempos. Em Traffic, vemos Bennicio Del Toro, Michael Douglas, Don Chadle, Denis Quaid e Catarine Zeta Jones, esbanjando emoção e nos remetendo ao dilema vivido pelas pessoas que tem envolvimento direto e indireto com o mundo das drogas. Bennicio Dell Toro faz aqui o maior papel de sua carreira, como um policial estadual de uma cidade do México, onde ele aprende ao decorrer de sua vida profissional, que para conseguir determinadas coisas, é preciso sacrificar algumas e passar por situações que nenhum ser humano sonharia ao menos em ver.</p>
<p>O estilo de filmagem e direção de Traffic é o que me chama mais atenção. Tonalidades de cores para determinadas cenas das histórias paralelas. No México temos um aspecto bem árido, meio amarelado asceso, mostrando calor e intensidade que a nação representa. Já nos EUA vemos uma tonalidade azul, preocupada demais com seu trabalho e vida social, esquecendo do seu bem maior (Família). Em outra mostra o cinema simples de uma típica família rica, onde a mulher de um grande traficante que foi preso, com quem ela teve um filho. Ver-se sem saída e acaba seguindo os passos do marido, sem ao menos pensar o que esta fazendo a tantas outras famílias como a dela própria.<br />
Os ângulos de câmera do filme, é um referêncial especial do diretor. Tentando sempre nos colocar em uma falsa primeira pessoa, atrás da cabeça do ouvidor, desfocando a mesma e fixando no falante. Notando assim expressões mais humanas e reais do nosso dia a dia.</p>
<p>Num todo vejo o filme como a obra mais brilhante da carreira de Steven Soderbergh. Não so pela realização do trabalho como diretor, mas também por mostrar aos espectadores uma visão mais à fundo, do mundo do tráfico em varias nações, visando assim que os danos são os mesmo. Não importando raça, cultura, poder aquisitivo ou financeiro.</p>
<p>http://twitter.com/willtage</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:willtage@gmail.com">Wilker (Willtage) Medeiros</a> -- <a href="willtage@gmail.com">willtage@gmail.com</a></p>
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		<title>500 Dias Para se Pensar</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 02:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até que ponto um romântico assumido pode levar na brincadeira algo que gostaria que fosse sério? Para sempre?
Até onde alguém pode ir em busca de fazer nascer o amor em um coração ermo?
Seguimos a vida de Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) por 500 dias, desde o momento em que ele põe os olhos pela primeira vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/500-days-of-summer.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="192"/>Até que ponto um romântico assumido pode levar na brincadeira algo que gostaria que fosse sério? Para sempre?<br />
Até onde alguém pode ir em busca de fazer nascer o amor em um coração ermo?<br />
Seguimos a vida de Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) por 500 dias, desde o momento em que ele põe os olhos pela primeira vez na bela, porém distante, Summer Finn (Zooey Deschannel), até o desfecho dessa bela história, contada de maneira atemporal, intercalando os dias do início, meio e fim. Nos fazendo, a cada minuto-dia desta jornada, sentir o tapa da realidade, fazendo nos torcer, chorar, rir e imaginar o final desta.<br />
Com uma trilha sonora curiosa no mínimo, o diretor prende a nossa atenção, cada fato com a música apropriada, cada música lembrando algo de importância na vida do casal. Sempre com um pé nostálgico nas décadas de 70 e 80.<br />
Algo de bom surge deste relacionamento: o crescimento dos dois personagens. Esta é a lição. Não importa o que aconteça, não importa se acontece como queremos ou não, o que vale é o que ganhamos no tempo que temos com a pessoa amada.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:nardone@gmail.com">Júlio César Nardone</a> -- <a href="andrionsthoughts.blogspot.com">andrionsthoughts.blogspot.com</a></p>
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		<title>AVATAR DE IVETE SANGALO EM 3D NO CINEMA</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:51:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um escritório em Salvador, mais de 100 pessoas se debruçam em computadores para montar um longa-metragem brasileiro estrelado por Ivete Sangalo, que será protagonizado pelo avatar da cantora: Ivete Stellar. &#8220;Hoje quando se pensa em cinema, animação 3D é o assunto do momento. &#8220;Estamos fazendo a versão 100% brasileira para assistir com aqueles óculos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/148661.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="203"/>Em um escritório em Salvador, mais de 100 pessoas se debruçam em computadores para montar um longa-metragem brasileiro estrelado por Ivete Sangalo, que será protagonizado pelo avatar da cantora: Ivete Stellar. &#8220;Hoje quando se pensa em cinema, animação 3D é o assunto do momento. &#8220;Estamos fazendo a versão 100% brasileira para assistir com aqueles óculos coloridos, e com distribuição internacional&#8221;, diz o diretor Renato Barreto. Um trailer inicial foi elaborado no ano passado para possíveis colaboradores, e a mocinha já ganhou as feições da cantora: &#8220;Teremos mais qualidade quando o longa sair&#8221;, antecipa-se Barreto.<br />
Algumas &#8220;baianidades&#8221; devem pincelar o longa, como a &#8220;nave-trio&#8221; da heroína, que a fará planar sobre cenários turísticos da Bahia e de outras regiões do Brasil. Os vilões também tiveram inspiração caseira: &#8220;Vieram das carrancas que espantam maus espíritos&#8221;, diz Motta.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:denisonrosario@teachers.org">denison rosario</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/w82Ad99fx8w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Liberdade Mesmo Que Tardia</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 20:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Blogueira]]></category>

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		<description><![CDATA[O bairro paulistano da Liberdade, reduto da cultura oriental na cidade de São Paulo, possui todos os elementos para um bom suspense noir: inferninhos iluminados por neon vermelho, prostitutas de todas as raças e leões de chácara em cada esquina. Com esse tempero com gosto de molho shoyu o diretor Nelson Yu Lik-wai  tentou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Plastic-City-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2180" title="Poster Plastic City.indd" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Plastic-City-A-BLOGUEIRA-203x300.jpg" alt="" whg="203" rhg="300" /></a>O bairro paulistano da Liberdade, reduto da cultura oriental na cidade de São Paulo, possui todos os elementos para um bom suspense <em>noir</em>: inferninhos iluminados por neon vermelho, prostitutas de todas as raças e leões de chácara em cada esquina. Com esse tempero com gosto de molho shoyu o diretor Nelson Yu Lik-wai<em> </em> tentou levar o público a embarcar em <em>Plastic City</em> (2008), longa com uma trama cheia de metáforas, mas com buracos difíceis de enfrentar para qualquer ninja ou samurai. Nascido em Hong Kong, Yu Lik-wai<em> </em>desenvolveu a visão de uma Ásia ao mesmo tempo moderna e cheia de características de submundo e foi este o olhar usado nos mais de 15 filmes em que atuou como diretor de fotografia. Assumindo também a direção em 4 longas, esse olhar se acentuou nos limites de surrealismo, prova disso é a trama confusa de <em>Plastic City</em>. O filme começa apresentando o criminoso Yuda (Anthony Wong Chau-Sang) que vive do contrabando e venda de mercadorias Made in Asia, ou Made In Trabalho-Escravo&#8230; como preferir! Aparentemente estamos diante de uma biografia não autorizada de Law Kin Chong, o já proclamado Rei da 25 de Março, rua de comércio popular de São Paulo com o maior índice de produtos piratas por metro quadrado das Américas. Porém, esta linha narrativa é totalmente despistada no transcorrer das cenas e nos vemos diante de uma história que mistura iniciação yakusa, samurais urbanóides, periferias de grandes metrópoles, evangelismo e mais uma salada indigesta de simbologias. Sem ter quem o guie de forma sensata e coerente o espectador se perde totalmente e uma boa premissa acaba indo para o ralo. O argumento inicialmente interessante é suicidado por um ar artístico pedante de mais. Não só a narrativa é sucumbida por este erro, mas a linguagem cinematográfica da obra que deveria ser surreal e moderna peca em erros crassos, como a nítida e parca dublagem dos protagonistas quando falam em português. A conclusão depois de se ver <em>Plastic City</em> é a de que depois de tantos “vai-e-vens” que não levam a lugar algum fica o desejo de que a Liberdade seja cenário de um longa mais promissor e valioso no futuro.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/ZhOPsAdm2qo&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Viagem Indigesta</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 15:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“A segunda parte do filme é uma viagem de LSD.”
Blog Bordoada Cerebral

“Surge com uma proposta interessante, mas tropeça em seus próprios passos e cai de boca no chão.”
Blog Cinecartógrafo
“Produto de um mundo globalizado Plastic City não agradou à crítica em Veneza. Houve um princípio de vaia.”
Folha de São Paulo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A segunda parte do filme é uma viagem de LSD.”</p>
<p><a href="http://bordoadacerebral.blogspot.com/2009/10/plastic-city-dangkou.html" target="_blank">Blog Bordoada Cerebral</a></p>
<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Plastici-City-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2177" title="Plastici City A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Plastici-City-A-CRÍTICA-300x199.jpg" alt="" whg="300" rhg="199" /></a></p>
<p>“Surge com uma proposta interessante, mas tropeça em seus próprios passos e cai de boca no chão.”</p>
<p><a href="http://cinecartografo.wordpress.com/2009/12/01/plastic-city-cidade-de-plastico-dangkouplastic-city-2008/" target="_blank">Blog Cinecartógrafo</a></p>
<p>“Produto de um mundo globalizado Plastic City não agradou à crítica em Veneza. Houve um princípio de vaia.”</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u439971.shtml" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
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		<title>O Reino de Max</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 22:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[Max Records é o melhor ator de 12 anos de idade do mundo, e a prova disso é Onde vivem os monstros? Eu acreditei no mundo extraordinário ao qual Max fugiu, por causa da cresça do mesmo: Os gritos, as corridas, o medo, a amizade e o choro. Mas, sem sombra de dúvida a produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2185" title="Onde Vivem os Monstros 2" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-2-300x209.jpg" alt="" whg="300" rhg="209" /></a>Max Records é o melhor ator de 12 anos de idade do mundo, e a prova disso é Onde vivem os monstros? Eu acreditei no mundo extraordinário ao qual Max fugiu, por causa da cresça do mesmo: Os gritos, as corridas, o medo, a amizade e o choro. Mas, sem sombra de dúvida a produção teve um trato muito competente na criação dos monstros: Carol, Kw, Douglas, Ira, Judith, Alexander e Bernard, ainda mais com a perfeita interação de Max com estes que torna aquele mundo crível. Já esmiuçado por outros que cada um dos monstros seria cada sentimento de Max, no entanto sem discordar de tal assertiva, digo que os personagens são tão bem construídos que a pessoa mesmo não estando atenta a essa informação pode enxergar cada monstro como um ser estranho e independente de Max. Ser tratado como um Rei após contar uma mentira, e ter a tarefa de afastar a tristeza por assim dizer daquela ilha, talvez seja tão árduo quanto a tarefa da mãe de Max manter ele sob controle. Quando Max está diante de Carol, o mostro mais perigoso dentre os outros, pode-se dizer que ele troca de lugar com a mãe, para manter aquela wild thing em paz. Onde vivem os monstros? Ao redor e no intimo de cada um de nós. Tão forte quanto a imagem de uma mãe adormecer tranqüila após o seu filho ter voltado para casa.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/46zvOletuKo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>NÃÃÃÃÃOOoo !</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 16:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[ Lembro bem de quando anunciaram que ia ter um live-action de Dragon-ball, acho que foi o dia mais feliz da minha vida ! Lembro também que a estréia prevista era para Agosto de 2008, tive muitas esperanças para esse filme, acompanhava noticias diárias, começaram a vir as fotos, até ai tudo bem, o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/dragon_ball_movie.jpg" border="0" alt="" whg="288" rhg="428" /> Lembro bem de quando anunciaram que ia ter um live-action de Dragon-ball, acho que foi o dia mais feliz da minha vida ! Lembro também que a estréia prevista era para Agosto de 2008, tive muitas esperanças para esse filme, acompanhava noticias diárias, começaram a vir as fotos, até ai tudo bem, o primeiro trailer, já comecei a me preocupar, principalmente pelo fato de que o Piccolo era quase branco !<br />
Certo, estava eu na pré-estréia do filme, com muitas expectativas para versão dublada, no qual eu estava indo, bem, agora vamos ao filme&#8230;<br />
RIDÍCULO !!! Eu que achava o live-action japonês feito antigamente ruim, essa versão da FOX conseguiu estragar0&#8243;O&#8221; anime !</p>
<p>Começando o filme temos a luta entre Goku e seu Avô, a luta estava indo bem até **SPOILER** A PORRA DAQUELA VOADORA que o Goku &#8220;fez&#8221;, eu VI o cabo puxando o Goku ! **SPOILER** é então que no aniversário de 18 anos de Goku ele vai em uma festa que ele foi convidado na escola [NA ESCOLA !!!], e a  dona da festa era ela, a originalmente princesa filha do Rei  Cutelo, Chichi, que no filme, é só uma adolescente &#8220;normal&#8221;. Sem querer contar muito do filme, a Mai [originalmente trabalhava com Pilaf] está agora trabalhando com Piccolo [que na história do filme, os Namekuseijin tinham dominado os Saiyajins !!], Goku encontra Bulma,  que o ajuda a encontrar o Mestre Kame, também encontram Yamcha e Chi-chi [de novo] a trama acontece em torna da busca pelas Esferas do Dragão, de um jeito ridículo e é quando vem a tão esperada&#8221;batalha final&#8221; Piccolo x Goku, que é uma das seqüencias mais deprimentes para quem é fã do anime, Goku se transforma em Oozaru, como mostrado nos trailers [para quem não lembra, no desenho era o Macaco Gigante] que na batalha final **SPOILER** não é nada mais do que um Lobisomem, ele enforcando Mestre Kame, a mão do Oozaru é do tamanho de uma mão normal, e o Goku ainda se destransforma ! **SPOILER**<br />
Para acabar de vez, temos o Kamehameha, para quem assistiu, ou ainda vai assistir, preste atenção, quando o Goku solta o Kamehameha, a  como está a mão, a mão não, o braço dele&#8230; **SPOILER** os braços estão abertos !! como se ele fosse soltar uma Genki Dama, a ainda por cima Goku solta o Kamehameha e vai em direção a Piccolo VOANDO [voar + kamehameha = impossivel], acho que foi um apelo do diretor para perecer a cena em que Goku, no anime, solta um Kamehameha no chão, voa em direção de Piccolo [Piccolo Daimaoh] e o atravessa **SPOILER**</p>
<p>Bem, o que no filme ficou &#8220;aceitável&#8221; : A dublagem [mesmo elenco original do anime], a Bulma, Yamcha e Mestre Kame&#8230;</p>
<p>O resto, não ficou bom, os efeitos especiais não ficaram bons,<br />
O filme em resumo é um filme &#8220;Sessão da Tarde&#8221; de aventura infantil, mas não é Dragon Ball&#8230;</p>
<p>O que, acho eu, era para ser o final do filme:<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/MxQtbI4eBKw&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>O live action antigo Parte 1/9:<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/jX38JOO1lTY&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>Piccolo e Mai<br />
<a href="http://movietips.files.wordpress.com/2009/06/img_dragonball_evolution_ 1512_1.jpg" target="_blank">http://movietips.files.wordpress.com/2009/06/img_dragonball_evolution_<br />
1512_1.jpg</a></p>
<p>Piccolo e Mai 2 [ATENÇÃO, VEJA NESSA IMAGEM, ENTRE A LUVA E A ROUPA DE PICCOLO, não está maquiado !!!]<br />
<a href="http://dbof.files.wordpress.com/2008/12/dragonball_bts_002sm.jpg" target="_blank">http://dbof.files.wordpress.com/2008/12/dragonball_bts_002sm.jpg</a></p>
<p>Um exemplo do péssimo cenário:<br />
<a href="http://cinemapipocaealgomais.zip.net/images/200905216987123dbepo.jpg" target="_blank">http://cinemapipocaealgomais.zip.net/images/200905216987123dbepo.jpg</a></p>
<p>Piccolo branco:<br />
<a href="http://upanimes.files.wordpress.com/2009/04/dragonball_piccolo21.jpg" target="_blank">http://upanimes.files.wordpress.com/2009/04/dragonball_piccolo21.jpg</a></p>
<p>Bem, é isso&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
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		<title>Dúvida</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Em primeiro lugar gostaria de falar das atuações, Meryl Streep (Irmã Aloysius), Philip Seymour Hoffman e Amy Adams (Irmã James) são muito boas, impecáveis !
Agora o filme, a temática, não é algo novo, mas mesmo assim, um tanto quanto pesada, o filme em si é um pouco tenso, sendo difícil de entender e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/duvida-poster01.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="425"/> Em primeiro lugar gostaria de falar das atuações, Meryl Streep (Irmã Aloysius), Philip Seymour Hoffman e Amy Adams (Irmã James) são muito boas, impecáveis !</p>
<p>Agora o filme, a temática, não é algo novo, mas mesmo assim, um tanto quanto pesada, o filme em si é um pouco tenso, sendo difícil de entender e com vários pontos em abertos, várias dúvidas, e eu acho que isso dá um mérito a mais pro filme, aumentando a autenticidade ao guardar o segredo, durante as gravações os outros atores estavam tão em dúvida quando seus papéis, assim como o público também não conseguirá firmar-se totalmente de um lado do conflito. Essa tensa atmosfera é obtida pelo carisma do padre Flynn contra a dureza de coração da Irmã Beauvier.</p>
<p>Para os amantes de um bom drama, apoiado em um conflito interessante, recomendo &#8220;Dúvida&#8221;. O fato de expor assuntos que lamentavelmente estão começando a se tornar &#8220;banais&#8221; nos dias de hoje é apenas mais um mérito a ser somado.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/YV72dO1laJI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Frost/Nixon</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 12:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[ Confesso que essa critica não será uma de minhas melhores pois não é um assunto que estou familiarizado&#8230;
SIM ! O filme é Ótimo. SIM ! Eu estudei um pouco do assunto antes, e depois, de ver o filme. SIM ! Eu achei a entrevista original no youtube, e postarei todas as partes a seguir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/frost_nixon_ver2.jpg" border="0" alt=""  whg="286" rhg="423"/> Confesso que essa critica não será uma de minhas melhores pois não é um assunto que estou familiarizado&#8230;<br />
SIM ! O filme é Ótimo. SIM ! Eu estudei um pouco do assunto antes, e depois, de ver o filme. SIM ! Eu achei a entrevista original no youtube, e postarei todas as partes a seguir. Mas a conclusão mais exata que eu tiro é que, quem conhece do assunto, que presenciou os fatos narrados no filme, vai amar o filme, muito mais que eu amei. Ótimo filme, recomendo à todos que assistam !</p>
<p>Entrevista Frost Nixon parte 1/6 <span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/U13ngyDqeXs&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>Entrevista Frost Nixon parte 2/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/GH8qujkk3rU&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>3/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/b2b932QrvxI&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>4/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/ETSPBzjCfdE&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>5/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/yHv8SYkiwVo&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>6/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/TmCkjC-tdao&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>Recomendo assistirem a entrevista depois de ver o filme, para ver o quão &#8220;fiel&#8221; ficou o filme em relação à realidade.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/movieyou/~4/7SN5dvuiQSk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sherlock Holmes para fãs… e não !</title>
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		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/16/sherlock-holmes-para-fa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 12:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[Sherlock Holmes, novo filme de Guy Ritchie, fez sua estréia nos cinemas brasileiros no dia 8 de janeiro, trazendo curiosidade ao público em geral e um misto de ansiedade e desconfiança ao público sherlockiano. Afinal, o que esperar de um filme que se propõe a ser um blockbuster recheado de ação, tornar-se uma série, agradar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/poster_sherlock_holmes.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="462"/>Sherlock Holmes, novo filme de Guy Ritchie, fez sua estréia nos cinemas brasileiros no dia 8 de janeiro, trazendo curiosidade ao público em geral e um misto de ansiedade e desconfiança ao público sherlockiano. Afinal, o que esperar de um filme que se propõe a ser um blockbuster recheado de ação, tornar-se uma série, agradar ao público jovem e exaltar as habilidades de luta do detetive? Ainda por cima, com um ator que em nada se parece com o Sherlock Holmes original? Bem, podemos elevar nossas expectativas!</p>
<p>Apesar da diferença física e de uma certa pitada humorística a mais em seu personagem, Robert Downey Jr nos apresenta um Holmes carismático que mantém a essência do que sempre tornou o detetive tão interessante : a capacidade de observação apurada, as impressionantes deduções e seu raciocínio afiado. Está tudo lá: a depressão, na ausência de casos, a ansiedade, quando tinha um à altura, as experiências químicas, os disfarces, as desconcertantes arranhadas nas cordas do violino, enquanto meditava, a admiração por Irene Adler (Rachel McAdams), a rivalidade com Lestrade, entre outras características. Downey Jr faz uma grande atuação.</p>
<p>Para os sherlockianos, que provavelmente serão os únicos a identificar, o filme traz referências diretas do Cânone. Algumas mais perceptíveis, como o &#8220;V.R.&#8221; gravado à bala na parede do quarto, outras menos, como as clássicas poses de Holmes (inclinar-se para frente na cadeira, apoiar os cotovelos sobre os joelhos e unir as pontas dos dedos das mãos, quando está interessado num caso e sentar com as pernas dobradas enquanto fuma um cachimbo e reflete sobre o problema). Frases célebres do detetive, como &#8220;o jogo começou&#8221;, &#8220;os menores detalhes são de maior importância e &#8220;é um erro capital teorizar antes de ter todas as evidências&#8221;, também estão presentes, dando aquela piscadinha especial apenas para os fãs.<br />
Watson, exceto pela demasiada liberdade criativa da mente que o visualizou dando um soco em Holmes (!), está bem próximo ao descrito nos livros, e continua sendo tanto uma ajuda inestimável e inseparável do detetive, quanto o contrapeso emotivo para o homem da razão. Jude Law, fisicamente parecido com a descrição de Doyle, assume o papel de forma segura, retratando a fase em que o doutor está para se casar com Mary Morstan. No entanto, um pouco diferente da maneira em que ocorre no Cânone, onde é Holmes quem apresenta a moça a Watson, e não o contrário.</p>
<p>Na história do longa, Holmes se vê envolvido na busca pelo vilão Lorde Blackwood (Mark Strong) e na investigação para chegar a tempo de salvar as próximas vítimas. Ocultismo, seitas secretas e rituais de magia dão o tom ao filme e acrescentam mais suspense à trama. O enredo é bem amarrado e conta com as explicações didáticas de Holmes no final. Aqueles já acostumados à engenhosidade dos casos do Cânone não terão grande dificuldade em se antecipar a algumas das revelações, e o filme talvez não seja tão imprevisível, mas, ainda assim, a diversão está garantida. Professor Moriarty, sem ter o rosto revelado, dá o gancho para o próximo filme da série.<br />
O figurino da época e a cenografia estão impecáveis. Ser levado por entre as ruas da Londres Vitoriana pelas câmeras vertiginosas de Ritchie é uma experiência memorável. Melhor ainda ao som da trilha de Hans Zimmer, que está em perfeita harmonia com o intenso ritmo visual do diretor.</p>
<p>A adaptação de Guy Ritchie presta uma homenagem decente à obra de Doyle, apesar das diferenças e liberdades. Moderniza-a e a adapta ao século XXI com respeito. Deve agradar tanto aos novatos no universo sherlockiano quanto aos fãs incondicionais.</p>
<p>Que venham os próximos!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
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		<title>Monstros Interiores</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 15:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry e Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll figuram entre aquelas obras que adquirem sentidos distintos com o passar do tempo, ou melhor, de acordo com a maturidade do leitor.  Ambos os livros já ganharam diversas versões em audiovisual encantando gerações de admiradores da sétima arte. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2157" title="Onde Vivem os Monstros - A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-A-BLOGUEIRA-195x300.jpg" alt="" whg="195" rhg="300" /></a></p>
<p><em>O Pequeno Príncipe</em> de Antoine de Saint-Exupéry e <em>Alice no País das Maravilhas</em> de Lewis Carroll figuram entre aquelas obras que adquirem sentidos distintos com o passar do tempo, ou melhor, de acordo com a maturidade do leitor.  Ambos os livros já ganharam diversas versões em audiovisual encantando gerações de admiradores da sétima arte. E agora, um cineasta excêntrico chamado Spike Jonze, que já dirigiu as loucuras cinematográficas <em>Quero Ser John Malkovich</em> (1999) e <em>Adaptação</em> (2002), encara o desafio de transpor para tela o clássico <em>Onde Vivem os Monstros</em> (2009) de Maurice Sendak. A bela metáfora de uma criança descobrindo seus aspectos negativos como raiva, ciúmes, ira e vingança cai como uma luva para adultos que desejam apreciar um belo filme de conotação fantasiosa e melancólica. Visualmente o longa traz muitas tomadas com a câmera nas mãos do diretor, correndo esbaforido para alcançar o sentimento dos atores e, principalmente, dos bonecos. Desde <em>História sem Fim</em> (1984) e da saga <em>Star Wars</em> não víamos no cinema bonecos de “pelo e arame” tão bem feitos. O elenco que dubla os monstrinhos peludos também surpreende, com nomes como Chris Cooper (oscarizado em 2003 por <em>Adaptação</em> do próprio Jonze), Forest Whitaker (<em>O Último Rei da Escócia</em> – 2006), Paul Dano (<em>Pequena Miss Sunshine</em> – 2006) Catherine O’Hara (<em>Esqueceram de Mim</em> – 1990) e James Gandolfine (do seriado mafioso <em>Família Soprano</em>) dublando a criatura de maior destaque, o pequeno-grande-bi-polar Carol. A semelhança entre a personalidade do menino Max (Max Records) e Carol ultrapassam a simples conotação e adquirem ares de espelhagem interior, no sentido em que o que os olhos de um vêem, o coração do outro sente. Adultos, preparem os lenços e a mente para um mergulho em pequenos traumas de infância e só levem suas crianças ao cinema se elas forem sensíveis e imaginativas&#8230; No final das contas, esqueçam estes conselhos bobos, pois, qualquer um de coração leve e mente livre irá se emocionar em visitar, mesmo que por 100 minutos, seus monstros interiores.</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/b1vpSgh0DEs&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Infância Selvagem</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 14:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“ Infelizmente faltou algo para se tornar uma experiência inesquecível.”
Vinicius Colares – Blog Dr. Caligari
&#8220;Tão inspirado quanto o clássico infantil de onde veio&#8221;.
Cadão Volpato – IG São Paulo
“É uma contagiante exaltação das pulsões mais primitivas – perigosas, até – da infância.”
Veja
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-A-CRÍTICA.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2154" title="Onde Vivem os Monstros - A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-A-CRÍTICA-300x169.jpg" alt="" whg="300" rhg="169" /></a>“ Infelizmente faltou algo para se tornar uma experiência inesquecível.”</p>
<p>Vinicius Colares – <a href="http://doutorcaligari.blogspot.com/2009/12/critica-de-cinema-onde-vivem-os.html  " target="_blank">Blog Dr. Caligari</a></p>
<p>&#8220;Tão inspirado quanto o clássico infantil de onde veio&#8221;.</p>
<p>Cadão Volpato – <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/12/22/onde+vivem+os+monstros+e+tao+inspirado+quanto+o+classico+infantil+de+onde+veio+9252939.html" target="_blank">IG São Paulo</a></p>
<p>“É uma contagiante exaltação das pulsões mais primitivas – perigosas, até – da infância.”</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/onde-vivem-monstros-idade-solidao-524633.shtml" target="_blank">Veja</a></p>
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		<title>A Saga Crepúsculo: Lua Nova</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deve ter pela experiência de tentar assistir televisão enquanto duas ou três pessoas ficam conversando ao seu lado. Agora imagina mais de 250 pessoas gritando numa sala de cinema enquanto você tenta prestar atenção a um filme de duas horas e dez minutos de duração. Isso foi o que aconteceu na estreia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/lua-nova-poster-em-portugues.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="406"/>Você já deve ter pela experiência de tentar assistir televisão enquanto duas ou três pessoas ficam conversando ao seu lado. Agora imagina mais de 250 pessoas gritando numa sala de cinema enquanto você tenta prestar atenção a um filme de duas horas e dez minutos de duração. Isso foi o que aconteceu na estreia de A Saga Crepúsculo: Lua Nova, ou seja, uma total falta de educação. As pessoas da sala não sabiam respeitar nem a obra que tanto adoram. Esse tipo de desorganização não acontece com outras franquias como Harry Potter ou Homem-Aranha. Como fã das três sagas, começo a perceber que a maioria absoluta dos ditos &#8220;fãs&#8221; da Saga Crepúsculo está lá (na sala de exibição) para ver homens sem camisa.<br />
Feita a crítica aos fãs, vamos à crítica à obra. A Saga Crepúsculo: Lua Nova, a tão esperada adaptação cinematográfica da segunda parte da obra vampiresca de Stephenie Meyer chegou com tudo nos cinemas de todo o mundo. Os recordes foram vários, mas o mais impressionante foi o de maior arrecadação de abertura: nada menos que 72,7 milhões de dólares, ultrapassando Batman -- O Cavaleiro das Trevas, que ocupava o primeiro lugar com 67,2 milhões.<br />
Desta vez Bella Swan (Kristen Stewart) se vê só na monótona cidade de Forks quando a família de seu namorado -- e vampiro -- Edward Cullen (Robert Pattinson) decide ir embora da cidade. Em meio a uma grande melancolia, Bella ainda é perseguida pela terrível vampira Victoria (Rachelle Lefevre) e encontra forças para suportar o abandono de seu amado em sua amizade com Jacob Black (Taylor Lautner), que também se encontra em fase de mudanças.<br />
A roteirista Melissa Rosenberg, produtora e roteirista do seriado Dexter, realizou um trabalho dificílimo ao adaptar o livro para as telas. Lua Nova, o livro, é conhecido entre seus fãs como o pior livro da série, não necessariamente por ser ruim, mas devido à sua monotonia que, na minha opinião, é necessária. Por contar a história de Bella quando esta se encontra sem um sentido para sua vida, a história é arrastada, sem muitos acontecimentos que não fossem a rotina e os sofrimentos internos da personagem principal. Como o filme não poderia seguir o mesmo rumo, Melissa acrescenta ao roteiro cenas de ação e outros acontecimentos que só são citados na obra original pois, como, no livro, a história nos é contada pela própria Bella, só vemos o que a personagem vê. Isso enriquece muito o filme e evita que o mesmo se torne linear demais, o que seria prejudicial. Foi possível até mesmo fazer com que Edward não ficasse fora de cena na maior parte do tempo, o que acontece no livro de Stephenie Meyer. Ao invés de Bella só ouvir o vampiro em sua mente, ela passa a vê-lo. Foi uma forma de atender ao &#8220;pedido&#8221; da produtora (que não queria perder em bilheteria devido à pequena participação de Pattinson) e de tornar mais entendível o fato de que Bella estava tendo alucinações.<br />
Apesar de tudo isso, o roteiro comete algumas falhas conjuntas com a direção e o elenco. Diferentemente ao filme anterior, a sequência tropeça bastante nas cenas de Isabella Swan e Edward Cullen, o casal principal. Kristen Stewart (O Quarto do Pânico) e Robert Pattinson (Harry Potter e o Cálice de Fogo), intérpretes dos dois personagens principais, não chegam nem perto de atingir a química necessária entre seus personagens. O que em Crepúsculo estava excelente passa a ser muito estranho. Pattinson interpreta um Edward carrancudo a todo momento, o que não se parece em nada com o original. Kristen fala muito pausadamente, tentando passar emoção demais, e o resultado é bastante negativo. Fora isso, Chris Weitz (American Pie) e sua equipe não dão mais a mínima para as aparências, pois não tentam mais disfarçar a idade de Pattinson, que deveria aparentar ter os eternos 17 anos de Edward, assim como sua irmã Alice, interpretada por Ashley Greene (Crepúsculo).<br />
Falando em Weitz, deve-se considerar que estas são duas das poucas, mas graves, falhas do diretor. Ele faz muito bonito quando o assunto é a parte técnica do filme, assim como o fez no belo A Bússola de Ouro. Os cenários conseguem ser ainda mais fiéis ao livro do que o filme anterior -- destaque para Volterra e a sede subterrânea dos Volturi. A fotografia também está maravilhosa e os efeitos especiais estão infinitamente melhores, apesar de ainda não poderem se igualar aos de outras superproduções cinematográficas, o que seria até injusto. A Saga Crepúsculo: Lua Nova teve um custo de 50 milhões de dólares, o que é muito pouco para um produções que exigem muito efeitos gráficos. Para se ter ideia, Harry Potter e o Enigma do Príncipe (David Yates) e Transformers: A Vingança dos Derrotados (Michael Bay) tiveram orçamentos que ultrapassam os 200 milhões de dólares cada. Weitz só teve 13 milhões a mais que Katherine Hardwicke (Aos Treze), diretora de Crepúsculo, e fez algo muito superior. Não só nos efeitos, mas também nas contratações.<br />
Os novos atores da saga fazem um trabalho impecável. Desses deve-se destacar dois: Michael Sheen (Frost/Nixon) e Dakota Fanning (Guerras dos Mundos). Sheen interpreta um dos três líderes do clã Volturi, Aro, e Dakota faz a &#8220;jovem&#8221; Jane. Com pequenas participações, mas de grande importância para o futuro da cinessérie, os dois dão uma demonstração do que virá nos próximos filmes. Já dos atores que estavam no primeiro filme, há um a se destacar: Taylor Lautner (Doze é Demais 2). O jovem ator de 17 anos, que interpreta Jacob Black, o melhor amigo de Bella, era incerto para fazer a adaptação de Lua Nova devido à grandes mudanças físicas que ocorrem em seu personagem, exigindo um ator mais alto e bem mais musculoso. Lautner conseguiu ganhar 17 quilos de massa muscular durante o periodo entre as gravações dos dois filmes e ganhou o papel. Além de todo esse esforço, Taylor interpreta muito bem e é, dos tres atores principais, o mais talentoso até aqui.<br />
Algo que não se pode negar é a superioridade de A Saga Crepúsculo: Lua Nova ao seu antecessor Crepúsculo. Mas esta sequência poderia ser muito melhor do que foi devido a alguns erros que poderiam ser corrigidos sem muito trabalho. Se Weitz também fosse diretor do próximo filme da saga, eu apostaria em seu sucesso, devido ao excelente trabalho que o diretor realiza em cenas de ação e efeitos especiais. Mas vamos esperar para ver o que David Slade (30 Dias de Noite), contratado para assumir a adptação aos cinemas de Eclipse, pode fazer além de filmes de terror e suspense, como o chato MeninaMá.com.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:leofb21@hotmail.com">Leonardo Gadêlha</a> -- <a href="www.cinematuto.blogspot.com">www.cinematuto.blogspot.com</a></p>
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		<title>Nada Elementar, Meu Caro Ritchie…</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem estiver acostumado com a sóbria narrativa literária com que Arthur Conan Doyle conduz suas personas nos livros de Sherlock Holmes, pode se preparar para uma revolução e modernização deste clássico detetive. O roteiro que conduz o primeiro filme da franquia (sim, o final dá margem para uma continuação) tem tudo que uma boa trama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Sherlock-Holmes-A-BLOGUEIRA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2147" title="Sherlock Holmes A BLOGUEIRA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Sherlock-Holmes-A-BLOGUEIRA-200x300.jpg" alt="" whg="200" rhg="300" /></a>Quem estiver acostumado com a sóbria narrativa literária com que Arthur Conan Doyle conduz suas personas nos livros de Sherlock Holmes, pode se preparar para uma revolução e modernização deste clássico detetive. O roteiro que conduz o primeiro filme da franquia (sim, o final dá margem para uma continuação) tem tudo que uma boa trama de aventura, mistério e suspense pede, menos obviedade. As pistas estão soltas no decorrer da história retratada em <em>Sherlock Holmes</em> (2009) para serem deduzidas e amarradas durante o clímax pelo investigador inglês. Mas a intelectualidade é apenas um charme vitoriano, junto com figurinos, direção de arte e ambientação do século retrasado. Os modernosos socos e sopapos típicos dos longas de Guy Ritchie, como <em>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes</em> (1998) e <em>Snatch – Porcos e Diamantes</em> (2000) estão lá em belas câmeras lentas com exclusiva narração de Holmes para cada movimento a ser feito, como se a pancadaria também tivesse pistas à serem desvendadas, ou melhor, desafios à serem literalmente derrubados! Ângulos impensáveis, excelente trilha sonora de Hans Zimmer (responsável pelo som em <em>Cavaleiro das Trevas</em> – 2008) e elenco afiadíssimo formado por Robert Downey Jr. (Sherlock), Jude Law (Watson) e Rachel McAdams (Irene Adler) completam a obra que promete iniciar com o pé direito as grandes estréias de 2010. Um ótimo começo&#8230; E que venha Moriaty!</p>
<p><span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/jzuxEUYYZsU&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
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		<title>Pancadaria Sagaz</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:40:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[A Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[“Seu programa para esse verão já está garantido.”
Marcelo Forlani -- Omelete
“Quem entrar na sessão inadvertidamente se sentirá como em RocknRolla: numa grande roubada.”
Tatiana Rezende – Minha Notícia
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Sherlock-Holmes-A-CRÍTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2143" title="Sherlock Holmes A CRÍTICA" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Sherlock-Holmes-A-CRÍTICA-300x199.jpg" alt="" whg="300" rhg="199" /></a>“Seu programa para esse verão já está garantido.”</p>
<p>Marcelo Forlani -- <a href=" http://omelete.com.br/cine/100024173/Da_Frigideira__Sherlock_Holmes.aspx" target="_blank">Omelete</a></p>
<p>“Quem entrar na sessão inadvertidamente se sentirá como em <em>RocknRolla</em>: numa grande roubada.”</p>
<p>Tatiana Rezende – <a href="http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Cultura_Diversao/2009/12/22/critica+sherlock+holmes+9251819.html" target="_blank">Minha Notícia</a></p>
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		<title>Avatar</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns posts atrás, eu comentei que não deveria esperar muito de um filme cujo trailer tinha somente uma fala (e era uma fala estúpida: &#8220;This is great&#8221;) e só cenas de ação. Foi bom pensar assim, porque com baixas expectativas, Avatar me surpreendeu. Não muito, mas surpreendeu.
A história se passa em Pandora, no ano 2154 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Avatar-Você.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2138" title="Avatar Você" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Avatar-Você-300x278.jpg" alt="" whg="300" rhg="278" /></a>Alguns posts atrás, eu comentei que não deveria esperar muito de um filme cujo trailer tinha somente uma fala (e era uma fala estúpida: &#8220;This is great&#8221;) e só cenas de ação. Foi bom pensar assim, porque com baixas expectativas, Avatar me surpreendeu. Não muito, mas surpreendeu.</p>
<p>A história se passa em Pandora, no ano 2154 (da Terra). Pandora é um satélite do planeta Polyphemus, que orbita a estrela Alpha Centauri A. Uma corporação investiu muita grana para extrair um metal, o unobtanium (unobtainable = inobtível), que vale milhões de dólares o quilo. Lá, encontraram resistência do povo nativo, os Na&#8217;vi, que são azuis. Para tentar diminuir a resistência dos Na&#8217;vi, e conhecer melhor a natureza do planeta, a corporação tem uma equipe de cientistas que desenvolveu os Avatares, corpos com DNA Na&#8217;vi e humano, que são &#8220;pilotados&#8221; pelos humanos cujo DNA foi usado. Um destes pilotos foi assassinado antes de ir para Pandora, então seu irmão gêmeo, Jake Sully, um ex-fuzileiro naval, foi chamado para tomar seu lugar, já que seu DNA é igual.</p>
<p>O roteiro não tem nada intrinsicamente novo. É a história do invasor que se une aos nativos injustiçados, motivado pelo seu amor por uma nativa e por sua compreensão da cultura local. O único personagem que se transforma, nessa história, é próprio Jake Sully, que no começo é um soldado entre cientistas, com pouco interesse pelo povo Na&#8217;vi.</p>
<p>Um ponto interessante do filme é que ele conta a história da mineração, mas num nível interplanetário. O que a corporação está fazendo em Pandora é o mesmo que foi feito na África e na América durante muito tempo: as corporações dos países ricos localizavam grandes reservas minerais e de pedras preciosas e expulsavam os nativos. Ainda bem que hoje em dia isso mudou. Pelo menos na minha experiência com mineradoras, vi que o trabalho de relacionamento com as comunidades é muito sério. Claro que facilita quando você tem algo a oferecer que interesse a essas comunidades. No caso dos Na&#8217;vi, nada que os humanos pudessem oferecer lhes interessaria, tudo o que eles queriam era continuar no lugar deles.</p>
<p>A referência mais próxima que eu tenho para os Na&#8217;vi são os elfos. Eles têm alguns aspectos que se parecem com estereótipos de tribos nativas africanas, mas com uma leveza e elegância élfica. Por outro lado, sua ligação com a natureza não é mística, como a dos elfos. Eles literalmente conectam seus neurônios com os dos outros seres vivos. Isso lhes dá uma compreensão holística da natureza, e eles entendem o papel de cada ser vivo no mundo. Isso me lembrou os elfos da série Eragon, que como parte do treinamento têm de aprender a sentir os outros seres e se conectar a eles. Por falar em Eragon, a floresta de Pandora é muito parecida com o que imaginei de Ellesméra.</p>
<p>Eu disse que o roteiro fraco, mas ainda assim ele é bem amarrado. Detalhes que são apresentados no começo do filme são retomados de forma importante mais tarde, então não tem nada sobrando. Os diálogos não se destacam, mas algumas falas de efeito do Quaritch, chefe de segurança e vilão principal, são boas, no nível de &#8220;Adoro o cheiro de napalm pela manhã&#8221;.</p>
<p>Os efeitos são, naturalmente, surpreendentes. Na minha opinião, o filme quase pode ser considerado uma animação, já que praticamente tudo é computação gráfica. Todo o cenário da floresta é CG, os personagens Na&#8217;vi são CG, os helicópteros e armas são CG. Ainda assim, boa parte do filme foi rodado da Nova Zelândia, local que, como sabemos desde O Senhor dos Anéis, tem paisagens que se prestam muito bem a esse fim. As próteses e props e objetos de cena foram feitos pela WETA Workshop, a mesma que fez armas e armaduras para O Senhor dos Anéis.</p>
<p>Postado também em <a href="http://geladeiraoraculo.blogspot.com" target="_blank">http://geladeiraoraculo.blogspot.com</a></p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:tonibarros@gmail.com">Toni</a></p>
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