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	<title>Multiplayer (Encerrado)</title>
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	<description>André Pase, colunista de games do ZH Digital, escreve sobre consoles, jogos, empresas e outras iniciativas legais da área.</description>
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		<title>Game Over</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 12:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[comentário]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de dois anos, deixo o espaço em Zero Hora. Leitor, muito obrigado por ter acompanhado esta jornada desde março de 2012. Foram semanas divertidas entre análises, comentários sobre consoles (cinco nesse período! e eventos. Fico feliz por encerrar com o jogo discutido como produto cultural &#8211; fato que mostra a importância desta forma de... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/28/game-over/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de dois anos, deixo o espaço em Zero Hora. Leitor, muito obrigado por ter acompanhado esta jornada desde março de 2012. Foram semanas divertidas entre análises, comentários sobre consoles (cinco nesse período! <img src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif?topo=13,1,1,,,13" alt=":)" class="wp-smiley" />  e eventos. Fico feliz por encerrar com o jogo discutido como produto cultural &#8211; fato que mostra a importância desta forma de expressão.</p>
<p>Deixo o espaço por uma decisão pessoal. A rotina de um jogo por semana parece fácil, mas compreender cada título diferente não é fácil e algumas vezes leva bastante tempo. E antes que eu queimasse mais as deadlines das colunas, achei melhor sair.</p>
<p>Felizmente o jornal vai continuar a cobrir o assunto, ainda mais agora que renova forças com a nova ZH. Eu continuarei a pesquisar, ensinar e fazer jogos. Desloco os olhares dos últimos lançamentos para continuar pesquisando bem, jogando mais Atari e Master System. Obrigado pela companhia na jornada.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/04/byebye.jpg" rel="lightbox[1467]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1468" alt="byebye" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/04/byebye.jpg" width="600" height="651" /></a></p>
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		<title>Documentário discute questão LGBT nos jogos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 03:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[filme]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como os outros meios, os jogos eletrônicos discutem importantes questões sociais. O documentário Gaming in Color mostra como a questão dos gays, lésbicas e simpatizantes não apenas é abordada, mas vivenciada na arte interativa. Apenas em inglês, pode ser comprado por um sistema de doações a partir de US$ 1 através do site http://gamingincolor.vhx.tv... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/28/documentario-discute-questao-lgbt-nos-jogos/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como os outros meios, os jogos eletrônicos discutem importantes questões sociais. O documentário Gaming in Color mostra como a questão dos gays, lésbicas e simpatizantes não apenas é abordada, mas vivenciada na arte interativa. Apenas em inglês, pode ser comprado por um sistema de doações a partir de US$ 1 através do site <a href="http://gamingincolor.vhx.tv" target="_blank">http://gamingincolor.vhx.tv</a> .</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/BGmnWC1yCvQ" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>South Park leva humor para os RPGs</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 03:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[360]]></category>
		<category><![CDATA[pc]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation 3]]></category>

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		<description><![CDATA[Um RPG pode ser engraçado. South Park: The Stick of Truth não apenas leva para os videogames o ritmo e o humor do seriado, mas ri de si mesmo e de um gênero sisudo em uma boa aventura. O estilo da animação da TV combina muito bem com a proposta de jornada longa, criando uma... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/28/south-park-leva-humor-para-os-rpgs/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um RPG pode ser engraçado. South Park: The Stick of Truth não apenas leva para os videogames o ritmo e o humor do seriado, mas ri de si mesmo e de um gênero sisudo em uma boa aventura.</p>
<p>O estilo da animação da TV combina muito bem com a proposta de jornada longa, criando uma sensação bacana de jogar o que você apenas assistia. Vale ressaltar que o jogo faz sentido para quem conhece os personagens, mesmo que isso signifique imaginar o que pode acontecer mais adiante.</p>
<p>Cabe um alerta, o jogo não é recomendado para menores. Além do humor cáustico da série, algumas situações são grosseiras, fato que provocou a censura de duas cenas na Austrália.</p>
<p>A trama é um grande episódio, lembrando um pouco <i>The Return of the Fellowship of the Ring to the Two Towers</i>, exibido em 2002. Em uma brincadeira que fica séria demais, o fofinho Eric Cartman é o chefe do reino de Kupa Keep &#8211; na verdade um acampamento no seu pátio. Você controla Douchebag, um guri novo na cidade e que não apenas precisa fazer amigos, mas também ajudar a proteger o Cajado da Verdade.</p>
<p>A partir disso, o jogo recombina elementos da cultura dos jogadores, ouros seriados e política. A novidade está na forma como convenções dos videogames são discutidas e usadas para que o jogador dê risada da cena e também seja motivo de piada. É possível criar um nome, mas Cartman irá falar que isso não importa e vai chamar você de babaca assim mesmo, por exemplo.</p>
<p>A escolha das classes de personagens e suas armas, por exemplo, parecem estranhas, mas depois do riso inicial farão sentido. O RPG utiliza o sistema tradicional de turnos, sem fugir de mecânicas características. Se isso parece um pouco clássico para o atual momento, os personagens mesmos tratam de justificar o porquê disso.</p>
<p>Assim, o jogo é compreensível para quem conhece o gênero e acessível para jogadores sem experiência. Em virtude disso, será necessária alguma paciência com o sistema de combates. É divertido explorar a cidade e reconhecer personagens, o que pode tomar um bom tempo durante as <i>quests</i>. Quando isso é feito fora de hora algum personagem fará você retornar ao rumo correto.</p>
<p>A força, algumas vezes sem controle, do humor de South Park consegue uma proeza como jogo: devolve o humor para um gênero marcado por jogos épicos sem tanto riso. A combinação de fantasia com a crítica característica lembra um pouco a série Leisure Suit Larry, que combinava humor e picardias em <i>adventures</i>. Não será surpresa se uma continuação de Stick of Truth surgir no futuro. A cópia usada para esta análise foi cedida pela Ubisoft.</p>
<p>South Park: The Stick of Truth está disponível para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, com preço sugerido de R$ 59 no computador e R$ 179 nos consoles.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/7u3AyqgqbHw" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Eventos promovem talentos nacionais</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 18:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[developers]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em maio, dois eventos conectados querem revelar o que há de melhor na produção independente de jogos no país. A segunda edição do Brazil&#8217;s Independent Games Festival (Big) será realizada em São Paulo com uma versão especial em Porto Alegre através do evento Dash Games. Além de 15 palestras em três dias, o Dash Games... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/14/eventos-promovem-talentos-nacionais/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em maio, dois eventos conectados querem revelar o que há de melhor na produção independente de jogos no país. A segunda edição do Brazil&#8217;s Independent Games Festival (Big) será realizada em São Paulo com uma versão especial em Porto Alegre através do evento Dash Games.</p>
<p>Além de 15 palestras em três dias, o Dash Games quer abrir espaço para que empresas locais conversem com distribuidoras e publicadoras nacionais e internacionais. O evento será realizado de 13 a 15 de maio durante a feira Bits Business IT South America 2014, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre. Apesar deste foco, é uma oportunidade interessante para o público compreender os processos de criação dos jogos. A inscrição custa R$ 150, com valor reduzido para membros da Associação de Desenvolvedores de Jogos Digitais do Rio Grande do Sul. Para outras informações, acesse o site <a href="http://www.adjogosrs.com.br/dashgames/home.html" target="_blank">http://www.adjogosrs.com.br/dashgames/home.html</a> .</p>
<p>Já quem busca mostrar a sua ideia de jogo para empresas e investidores pode mandar demos até 15 de abril para o Brazil&#8217;s Independent Games Festival (Big). Sete projetos serão selecionados para o encontro com representantes até de empresas internacionais em São Paulo em maio, com um prêmio de R$ 3 mil para o melhor projeto. Confira as regras para mandar projetos no site <a href="http://www.bigfestival.com.br/demonight" target="_blank">http://www.bigfestival.com.br/demonight</a>.</p>
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		<title>inFAMOUS aposta no visual</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 13:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[PlayStation 4]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de dois jogos exclusivos com muitos problemas, inFamous: Second Son busca a base de uma série consagrada para mostrar o poder do PlayStation 4. A ênfase no visual serve como boa isca para esta aventura. Apesar da conexão do nome, apenas a ideia da série é utilizada aqui, sem conexões necessárias com as aventuras... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/14/infamous-aposta-no-visual/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de dois jogos exclusivos com muitos problemas, inFamous: Second Son busca a base de uma série consagrada para mostrar o poder do PlayStation 4. A ênfase no visual serve como boa isca para esta aventura.</p>
<p>Apesar da conexão do nome, apenas a ideia da série é utilizada aqui, sem conexões necessárias com as aventuras de Cole McGrath. Sete anos depois dos eventos do segundo jogo, o Departamento de Proteção Unificada controla as pessoas com poderes de absorção de energia. Após um acidente em uma tribo indígena, o jovem Delsin Rowe descobre que não é normal e precisa ir até Seattle para buscar uma cura para seus amigos.</p>
<p>A jornada começa lenta, com uma sensação algumas vezes de impotência por não poder destruir peças no cenário, mas muda ao chegar na cidade. Como nas outras vezes, você explora o cenário para enfrentar inimigos, escalando prédios e abusando de becos para recarregar energias. Algumas vezes perder tempo deixando um bairro com menos inimigos resulta em menos inimigos em uma missão no futuro. Infelizmente, algumas vezes o senso de repetição das ações acaba latente, mas não tanto quanto no primeiro jogo da série.</p>
<p>Mais uma vez, é possível escolher entre ações boas ou más, com finais adequados para isso. Quem optar pelo caminho do bem terá de cuidar os dados nos inimigos, sem mortes, por exemplo. Isso poderia ser mais “cinza” e menos polarizado, com escolhas mais orgânicas.</p>
<p>É preciso dar um pouco de tempo para que a trama abra, desenvolvendo o personagem. A evolução dos poderes mudará a forma como você explora o cenário, além de também mudar levemente os controles. O touchpad do joystick será utilizado sobretudo para recolher itens &#8211; e preste atenção nos drones pela cidade para capturar cristais de maneira fácil. </p>
<p>Assim como em Killzone: Shadow Fall, o jogo tenta mostrar o potencial gráfico do PlayStation 4 &#8211; também repetindo a falha de não poder nadar. O jogo usa bem a sua base para gerar pequenas animações, com filmes estilosos entre algumas missões. Além disso, o visual após a captura do poder do neon deixará isso ainda mais interessante. Infelizmente algumas vezes você pode ficar irritado pelo fato de ter vários poderes, mas não destruir nem mesmo um conjunto de mesa e cadeiras ao seu redor.</p>
<p>Apesar destes problemas, inFAMOUS Second Son oferece uma boa diversão para quem já optou pelo PS4, mas ainda não consegue o destaque de um jogo como TitanFall obteve no Xbox One. Apesar disso, dá o tom sobre como explorar o potencial do console, além do mérito de deixar a porta aberta para futuras aventuras sem fazer desta um mero prólogo.</p>
<p>inFAMOUS Second Son é exclusivo do PlayStation 4 e tem preço sugerido de R$ 179</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/YuoaTagkgOI" frameborder="0"></iframe><br />
<iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/jHzh96ehv4A" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Dark Souls 2 mantém dificuldade da série</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 13:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[360]]></category>
		<category><![CDATA[pc]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation 3]]></category>

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		<description><![CDATA[Dark Souls II mantém as qualidades da série, um balanço interessante entre masoquismo e a colaboração entre jogadores. Diante de jogos cada vez mais fáceis e com menos telas de game over, acerta ao propor uma jornada difícil cuja recompensa está nos seus passos. O RPG de ação consegue apresentar as características básicas do gênero... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/14/dark-souls-2-mantem-dificuldade-da-serie/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dark Souls II mantém as qualidades da série, um balanço interessante entre masoquismo e a colaboração entre jogadores. Diante de jogos cada vez mais fáceis e com menos telas de game over, acerta ao propor uma jornada difícil cuja recompensa está nos seus passos.</p>
<p>O RPG de ação consegue apresentar as características básicas do gênero sem deixar de convidar o jogador para explorar o mundo ao redor, desta vez maior. O tutorial é opcional, mas recomendado para quem não está familiarizado com as produções da From Software.</p>
<p>Ao passo que a jornada é solitária, é possível ler mensagens deixadas por outras pessoas e verificar como foram seus últimos instantes de vida. Nesta brincadeira de metafísica, os rastros podem salvar ou provocar erros. Apesar dos modos online ainda não estarem disponíveis, este jogo conjunto indireto é um recado, todos estão perdidos e a salvação não é fácil. Mas será que você irá ajudar mais uma pessoa a dizer que completou um título difícil, o maior dos troféus? É o oposto da proposta de Journey, que enfatizava a colaboração em nome da salvação.</p>
<p>A trama é econômica. Você foi amaldiçoado e irá recuperar a sua alma no reino de Drangleic, repleto de criaturas em pior situação. Detalhes são revelados com o passar do tempo, servindo como recompensa informal para quem supera os desafios. Apesar do ritmo calmo, aos poucos paisagens e inimigos são revelados, compondo um universo interessante.</p>
<p>Vale recordar a regra de ouro dos RPGs com combate, tenha noção do tamanho do inimigo antes de ir para o combate. Aqui a câmera é praticamente uma arma, portanto explore bem o belo cenário para evitar surpresas desagradáveis.</p>
<p>Por olhar para o público hardcore, que busca horas e horas sobre uma aventura, Dark Souls II não é apenas mais do mesmo, é uma boa provocação para o jogador provar que é realmente bom, como visto no passado em jogos como Shadow of the Beast. O jogo não tem medo de ser cruel, tem orgulho de expor quantas mortes já aconteceram, e maltrata justo para criar mais uma interessante jornada de redenção, na tela e no joystick.</p>
<p>Dark Souls II foi lançado para PlayStation3 e Xbox 360, com versão para PC prevista para abril. Nos consoles, o preço sugerido é de R$ 199</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/0SJqRpvebCY" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Yoshi New Island peca por ser fácil demais</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 13:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[3DS]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltar ao passado da série Mario através de um jogo do dinossauro Yoshi no Nintendo 3DS parecia uma boa ideia, mas peca por ficar longe da dificuldade do passado. Mesmo com um visual único, Yoshi´s New Island não sustenta o interesse do jogador por ser muito fácil. A ideia desta série baseada no dinossauro é... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/04/14/yoshi-new-island-peca-por-ser-facil-demais/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Voltar ao passado da série Mario através de um jogo do dinossauro Yoshi no Nintendo 3DS parecia uma boa ideia, mas peca por ficar longe da dificuldade do passado. Mesmo com um visual único, Yoshi´s New Island não sustenta o interesse do jogador por ser muito fácil.</p>
<p>A ideia desta série baseada no dinossauro é muito boa, mostra Mario como um bebê e desloca o heroísmo para Yoshi e outros amigos. Não há um medidor de vida tradicional, mas a cada dano o pequeno encanador irá flutuar no ar e você tem alguns segundos para fazer com que ele pare de chorar. Este expediente em um universo com o visual que parece desenhado à mão é muito legal e divertida de jogar, pena que falha ao propor desafios.</p>
<p>O desenho das fases encanta, mas em alguns momentos (como nos níveis 3-1 e 5-2) exige que você reinicie todo o estágio caso mate um inimigo de uma forma errada. Mesmo com a proposta de permitir o erro, o próprio jogo erra ao compreender isso. O uso do 3D não cansa o olho, mas não é explorado e algumas vezes erra no uso das camadas. Além da trama principal, também há um modo com mini-jogos para duas pessoas, cada uma com um console. </p>
<p>O 3DS reforçou uma prática antiga da Nintendo, oferecer saídas fáceis para quem morrer muitas vezes e não conseguir passar uma fase. A ideia é interessante, mas se em New Super Mario Bros 2 já era possível perceber como isso corrompia o game design, a naturalidade deste recurso em um jogo mais voltado para os pequenos afasta os mais experientes. As soluções encontradas no reboot da série Rayman compreenderam melhor como usar ideias e mecânicas dos jogos dos smartphones em produções para consoles.</p>
<p>Assim, o desafio não é completar as fases e terminar a aventura, mas terminar ela sem precisar desta “ajuda” &#8211; apesar que a animação final estará lá com apenas uma leve diferença. Quem jogou Super Mario World 2: Yoshi&#8217;s Island no Super Nintendo ou Yoshi&#8217;s Island no DS não terá dificuldade para resolver as 48 fases em algumas horas, tempo que não irá mudar muito mesmo para quem não tem experiência.</p>
<p>É triste ver isso em um jogo com potencial não apenas para fisgar &#8211; e fidelizar &#8211; os mais novos, mas para trazer jogadores de outros tempos para a plataforma portátil da Nintendo. A empresa sabe como poucas como usar temas clássicos para fisgar várias gerações, mas Yoshi´s New Island não será tão lembrado quanto os jogos do passado.</p>
<p>Yoshi´s New Island é exclusivo do Nintendo 3DS e tem preço sugerido de R$ 149</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/vtJyud6dFNM" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Metal Gear Solid V: Ground Zeroes é curta com preço de longa</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 16:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[360]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation 3]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation 4]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox One]]></category>
		<category><![CDATA[metal gear]]></category>

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		<description><![CDATA[Ground Zeroes, a primeira parte de Metal Gear Solid V: Phantom Pain, chegou cercada por muita expectativa. Infelizmente a sua curta duração deve agradar apenas os fãs da série. A franquia de espionagem e ação furtiva começou nos anos 80 no MSX e vendeu milhões de unidades contando as aventuras dos espiões Big Boss e... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/03/24/metal-gear-solid-v-ground-zeroes-e-curta-com-preco-de-longa/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ground Zeroes, a primeira parte de Metal Gear Solid V: Phantom Pain, chegou cercada por muita expectativa. Infelizmente a sua curta duração deve agradar apenas os fãs da série.</p>
<p>A franquia de espionagem e ação furtiva começou nos anos 80 no MSX e vendeu milhões de unidades contando as aventuras dos espiões Big Boss e Solid Snake desde a guerra fria até o futuro próximo. Nos sete principais capítulos, além de outros interessantes como Metal Gear Rising: Revengeance, você atua em um lado mais sombrio e tecnológico dos conflitos que moldaram o atual século.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/mgs1.jpg" rel="lightbox[1452]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1453" alt="mgs1" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/mgs1.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>A prévia situa o jogador após os eventos de Peace Walker em 1975. Big Boss precisa invadir uma base norte-americana em Cuba e silenciosamente resgatar Chico e Paz, peças importantes no jogo de xadrez político da série. Infelizmente, Ground Zeroes é só isso.</p>
<p>Quem for mais preciso na mira e andar sorrateiramente pela base Omega pode completar a missão principal em 40 minutos. Depois disso, é possível jogar novamente no cenário para completar alguns desafios e missões menores, com gratas surpresas para os olhares mais atentos.</p>
<p>Por mais lindo que o jogo seja, sobretudo no PlayStation 4, a sensação de pagar muito por pouco ressalta que o designer Hideo Kojima está testando fãs para a segunda parte, maior mas sem previsão de lançamento. É o segundo jogo que usa a Fox Engine, base para criação do jogo que foi testada em Pro Evolution Soccer 2014, mas que rende uma fluidez de movimentos muito interessante.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/mgs2.jpg" rel="lightbox[1452]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1454" alt="mgs2" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/mgs2.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>Isto também reflete na forma como as cutscenes são usadas, sem “quebras” para carregar os filmes. O jogador não sente a passagem das sequências de contemplação para os momentos de ação. Há uma aproximação maior com o cinema não nas animações, por usar de cortes e transições conforme as convenções da sétima arte. A troca de David Hayter por Kiefer Shuterland na dublagem reforça a aproximação de universos.</p>
<p>Se no passado o som foi peça importante da narrativa, com o cuidado para não fazer barulho, mais uma vez é usado como deve ser, um elemento de orientação. Esta transposição de uma narrativa com fluxo definido para um cenário sandbox, onde não há rumo linear para chegar em um objetivo, ainda precisa de polimento. O jogo ainda parece uma ação em tabuleiro, com soldados saindo do movimento padrão apenas quando você chega perto. É preciso dar mais “vida” para os outros personagens.</p>
<p>Quem não é fã da série e quer jogar algo pode procurar a caixa Metal Gear Solid: The Legacy Collection, que reúne as outras produções no PlayStation 3. Não será surpresa se no futuro Ground Zeroes sair como bônus em alguma edição de Phantom Pain.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/mgs3.jpg" rel="lightbox[1452]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1455" alt="mgs3" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/mgs3.jpg" width="600" height="840" /></a></p>
<p>Metal Gear Solid V: Ground Zeroes foi lançado para PlayStation 3, PS4, Xbox 360 e Xbox One, a partir de R$ 99,90 em caixinha e R$ 89,90 em versão digital, esta a única já lançada no país.</p>
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		<title>Titanfall atrai com dinâmica de jogo diferente</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 13:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[360]]></category>
		<category><![CDATA[pc]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox One]]></category>
		<category><![CDATA[titanfall]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos poucos a nova geração começa a mostrar o seu poder de fogo. Titanfall acentua o uso da rede para dar fôlego aos jogos de tiro em primeira pessoa, além de mostrar que a Microsoft joga pesado para ter títulos exclusivos nos seus ambientes. Apesar de um modo single player, a jogatina toda é realizada... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/03/17/titanfall/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aos poucos a nova geração começa a mostrar o seu poder de fogo. Titanfall acentua o uso da rede para dar fôlego aos jogos de tiro em primeira pessoa, além de mostrar que a Microsoft joga pesado para ter títulos exclusivos nos seus ambientes.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall.jpg" rel="lightbox[1445]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1446" alt="titanfall" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>Apesar de um modo single player, a jogatina toda é realizada online, portanto requer assinatura da rede Live no Xbox. Não espere uma trama grande, apenas a disputa da Interstellar Manufacturing Corporation (IMC) para tomar o controle da Fronteira, uma região distante no espaço defendida pela Milícia. Esse pretexto básico serve para colocar dois times em conflito.</p>
<p>Dois elementos novos oferecem um respiro para o gênero que desgastou essa premissa. O uso dos Titans durante o combate dá poder e força. Há também uma boa dose de fragilidade nos robôs gigantes, equilibrando as brigas. A produtora Respawn fisgou bem a cultura dos mechas, colocando pequenas animações e dinâmicas que deixam a entrada na armadura algo divertido de ver mesmo que repetido à exaustão, bem como o fato da ajuda cair do céu no meio do cenário.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall1.jpg" rel="lightbox[1445]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1447" alt="titanfall1" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall1.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>No momentos de combate tradicional, os soldados contam com uma espécie de <i>jetpack</i>, que permite dar pulos duplos, voando um pouco, e também correr pelas paredes. Esta espécie de parkour permite atacar ou escapar por diferentes ângulos, também colaborando para evitar a fragilidade humana diante da máquina.</p>
<p>Estes dois fatores mudam bem a dinâmica do jogo. Em várias horas o olho ficará um pouco confuso entre o mapa no canto e o que está acontecendo no cenário. A ajuda está lá, mas com o tempo você acaba olhando apenas de vez em quando. São 15 mapas no total, com um modo principal organizado por algumas missões.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall2.jpg" rel="lightbox[1445]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1448" alt="titanfall2" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall2.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>Além disso, você não começa com o Titã, ele apenas é liberado depois de algum tempo. Assim, o que começa simples muda com os primeiros <i>mechas</i> em combate, como em um outro estágio do conflito. Após uma vitória ou derrota, há um epílogo com bônus e sem <i>respawn</i> para quem morrer. Aos poucos, os jogadores avançam em níveis de experiência e podem usar algumas cartas, modo um pouco diferente de tratar os troféus, nas brigas.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall3.jpg" rel="lightbox[1445]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1449" alt="titanfall3" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall3.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>Apesar disso, o jogo poderia ter cenários que podem ser destruídos, como em Battlefield. Isso tornaria o jogo ainda mais ágil, pois o cenário muitas vezes serve como refúgio até mesmo dos robôs. Isto incomoda um pouco, nem mesmo paredes e objetos são destruídos com tiros, &#8220;esfriando&#8221; um pouco o clima. Quem jogar no Xbox One, como Zero Hora fez, irá notar que algumas vezes a baixa qualidade da rede irá influenciar um pouco nos gráficos. Tenha um pouco de paciência com servidores cheios nas primeiras semanas.</p>
<p>O melhor de Titanfall é oferecer uma alternativa para um gênero com muito público e que precisa de boas ideias. Infelizmente, o preço das versões para Xbox tanto na versão digital bem como na física, disponível apenas no final do mês, beneficia muito os jogadores de PC que utilizam o serviço Origin.</p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall4.jpg" rel="lightbox[1445]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1450" alt="titanfall4" src="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/files/2014/03/titanfall4.jpg" width="600" height="338" /></a></p>
<p>Titanfall está disponível para PC a partir de R$ 99, Xbox 360 por R$ 199 e Xbox One por R$ 249.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/caiIamHIzBY" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Final dos testes de Battle Nations 1944 tem promoção e pontos extras</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 16:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[André Pase]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[pc]]></category>
		<category><![CDATA[bn1944]]></category>

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		<description><![CDATA[A reta final dos testes abertos de Battle Nations 1944 terá bônus para os jogadores e prêmios. O jogo de tiro em primeira pessoa busca recriar batalhas da segunda Guerra Mundial no PC e é gratuito. Até o dia 28, quem jogar terá 30% extra de BNP e EXP, pontos usados no jogo. Quem não... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/multiplayer/2014/01/24/final-dos-testes-de-battle-nations-1944-tem-promocao-e-pontos-extras/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais »</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A reta final dos testes abertos de Battle Nations 1944 terá bônus para os jogadores e prêmios. O jogo de tiro em primeira pessoa busca recriar batalhas da segunda Guerra Mundial no PC e é gratuito. Até o dia 28, quem jogar terá 30% extra de BNP e EXP, pontos usados no jogo.</p>
<p>Quem não quer jogar em rede pode usar o modo IA, com os outros jogadores controlados pelo computador. O jogo está em português e é gratuito, disponível para download em <a href="http://www.nurigogames.com.br/bn1944/" target="_blank">http://www.nurigogames.com.br/bn1944/</a>.</p>
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