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	<title>Munaya Blog</title>
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	<description>blog munaya - tudo o que encarnou no algodão</description>
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		<title>Ultramen dá sinal de vida com Robot Baby</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/ultramen-da-sinal-de-vida-com-robot-baby/</link>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2016 15:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cristian Amaral]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Rap]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[daft punk]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>É sempre triste quando um dos teus grupos preferidos some do mapa, entra em hibernação ou &#8211; pior ainda &#8211; anuncia oficialmente o seu fim. Foi assim com a Ultramen, bandaça de Porto Alegre-RS que lançou Capa Preta, seu último álbum de músicas inéditas, no já longínquo 2007. Leia a entrevista da Ultramen no Tenho [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre triste quando um dos teus grupos preferidos some do mapa, entra em hibernação ou &#8211; pior ainda &#8211; anuncia oficialmente o seu fim. Foi assim com a <em>Ultramen</em>, bandaça de Porto Alegre-RS que lançou <em>Capa Preta</em>, seu último álbum de músicas inéditas, no já longínquo 2007.</p>
<p><a href="http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2016/08/18/estreia-ultramen-robot-baby-dvd/">Leia a entrevista da <em>Ultramen</em> no <em>Tenho Mais Discos que Amigos.</em></a></p>
<p>Quando parecia ter atingido o auge da criatividade/competência, o grupo se dispersou, devido ao cansaço gerado por um convívio de 17 anos e o desejo de seus integrantes de alçar voo em projetos paralelos. Antes de encerrarem oficialmente as atividades, resolveram documentar em DVD um show que contemplasse as principais canções de sua carreira. Foram lá, encantaram uma plateia de afortunados, registraram tudo e&#8230; se separaram.</p>
<p><a href="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/máquina-do-tempo.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-288" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/máquina-do-tempo.png?resize=300%2C300" alt="máquina do tempo" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/máquina-do-tempo.png?resize=300%2C300 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/máquina-do-tempo.png?resize=150%2C150 150w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/máquina-do-tempo.png?resize=768%2C768 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/máquina-do-tempo.png?w=800 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>Avançamos para 2013. Os caras se reuniram e decidiram desengavetar o projeto do DVD. Daí a coisa realmente evoluiu. O material se chama <em>Máquina do Tempo</em>, é composto por um kit CD/DVD, e será lançado pela gravadora <em>Hearts Bleed Blue</em>, como comemoração pelos 25 anos de estrada.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VJTCgxss2pM">Quer sentir a pressão do que é a <em>Ultramen</em> ao vivo? <em>Máquina do Tempo</em> na íntegra!</a></p>
<p>Até aí, nada de mais, estamos cansados de ver artistas se juntando pontualmente para capitalizar em cima de material comemorativo. Mesmo assim, para os fãs já é boa notícia. Mas, quando os caras anunciam MÚSICA NOVA&#8230; aí sim, o jogo toma outra proporção. Ainda mais se a novidade é extremamente promissora!</p>
<p>Esse é o caso de <em>Robot Baby</em>, música inédita recém lançada pela <em>Ultramen</em>. A capacidade de criar grooves irresistíveis e linhas melódicas ganchudas está intacta. O vocalista Tonho Crocco adiciona charme extra à faixa ao usar a <em>talk box</em>, causando um resultado similar à fórmula consagrada pelos franceses do <em>Daft Punk</em> em megahits como <a href="https://www.youtube.com/watch?v=h5EofwRzit0"><em>Get Lucky</em></a> e <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=NF-kLy44Hls">Lose Yourself to Dance</a>, </em>do multiplatinado<em> Random Access Memories (2013) &#8211; assim como já o havia feito em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=lRe-zcK10jg">Tubarãozinho</a> (Capa Preta, 2007).</em></p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='697' height='423' src='http://www.youtube.com/embed/cCLfBfqYsEM?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
<p>Assim fecho esse post, com alegria estampada na cara, típica de quem está presenciando o promissor retorno de um dos grupos mais bacanas da história da música brasileira. Sem exagero.</p>
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		<title>Nascido para o Rock &#8211; Born2Rock</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/nascido-para-o-rock-born2rock/</link>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 23:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[born 2 rock]]></category>
		<category><![CDATA[munaya]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nascido pro Rock! Esse é o sentimento que tenho. Como seres sociais, seguidamente somos expostos a estilos musicais diversos dos que gostamos e/ou estamos acostumados a ouvir. Quando vou a uma festa da empresa, um churrasco entre amigos, formatura, casamento etc., já fico esperando &#8230; Daqui a pouco começa o sertanejo e depois entra o pagode [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido pro Rock! Esse é o sentimento que tenho.</p>
<p>Como seres sociais, seguidamente somos expostos a estilos musicais diversos dos que gostamos e/ou estamos acostumados a ouvir.</p>
<p>Quando vou a uma festa da empresa, um churrasco entre amigos, formatura, casamento etc., já fico esperando &#8230; Daqui a pouco começa o sertanejo e depois entra o pagode &#8211; pra piorar, às vezes ainda tem uns funks no meio disso tudo.</p>
<p>Desesperado com a situação, tento pedir um AC/DC para o DJ, afinal é um tipo de rock muito bem aceito entre os não praticantes. Normalmente, a resposta é negativa. Mas não tem jeito: mesmo que role AC/DC, Rolling Stones, de vez em quando um Faith no More, a tão detestada hora se avizinha, e lá vem, goela abaixo, sertanejo e pagode!</p>
<p>Sabe o que mais choca o cidadão aqui? Todo mundo sabe as letras, todo mundo sabe as danças, todo mundo sabe as coreografias &#8230; Até aquela velha de 120 anos &#8211; que tava quase adormecendo no salão, esperando pra assistir a bisneta se casar &#8211; se ergue do nada, parecendo o Mumm-Ra dos Thundercats, que acorda do sono eterno e começa a requebrar as cadeiras, vai até o chão, dança na garrafa e até passa por debaixo da cordinha.</p>
<p>Mesmo aqueles amigos de fé, nossos &#8220;brothers do rock&#8221;, em ambientes envolvendo família, churrasco e outros eventos de beberagem e festança, acabam por chutar a integridade musical pro alto e se entregar de corpo e alma aos famigerados estilos mais populares. Não que às vezes não entremos na onda, mas isso acontece por necessidade de socialização, associada à embriaguez e à decorrente falta de noção. E esse não é processo 100% agradável, pois podemos até entrar na onda, mas nunca entramos verdadeiramente no clima.</p>
<p>Gosto é gosto, sentencia a sabedoria popular. Mas só sei que, quando vou embora pra casa, deito em posição fetal e penso: &#8220;i was born2rock!&#8221;.</p>
<p>E aí? Se familiarizou com a situação descrita? Temos uma <a href="http://www.munaya.com.br/rock/62-born-2-rock.html">camiseta</a> feita especialmente pra você!</p>
<figure id="attachment_276" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg"><img class="size-medium wp-image-276" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="Camiseta Born2Rock Munaya" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/BORN2ROCK_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Camiseta Born2Rock Munaya</figcaption></figure>
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		<title>A Bruxa &#8211; O horror nos tempos da colônia</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/a-bruxa/</link>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 18:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Jr. - Sebo Montecristo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[A Bruxa]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O horror é, ao lado da comédia, o gênero cinematográfico mais difícil de se encontrar obras de qualidade. Assim como uma piada pode ser muito engraçada para uma pessoa e não para outra, o terror pode atingir em cheio alguns, enquanto pode ser simplesmente ridículo para outros. Por isso um filme como A Bruxa me deixa tão feliz, por mostrar que ainda é possível encontrar um filme de horror com qualidade.</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O horror é, ao lado da comédia, o gênero cinematográfico mais difícil de se encontrar obras de qualidade. Assim como uma piada pode ser muito engraçada para uma pessoa e não para outra, o terror pode atingir em cheio alguns, enquanto pode ser simplesmente ridículo para outros. Por isso um filme como A Bruxa me deixa tão feliz, por mostrar que ainda é possível encontrar um filme de horror com qualidade.</p>
<p>A Bruxa conta a história de uma família de peregrinos ingleses, nos idos de 1600, que se isola numa pequena fazenda cercada de floresta na região da Nova Inglaterra, nos Estados Unidos. Fanaticamente religiosa, o isolamento e as dificuldades da vida neste novo lugar começam a causar conflitos entre a família. Conflitos estes que são potencializados pelos eventos estranhos que ocorrem à sua volta, começando com o desaparecimento do filho caçula.</p>
<p>Um dos aspectos que enriquecem o filme é a utilização da mitologia das bruxas, que remete inclusive aos contos de fadas, os quais foram bastante infantilizados com o tempo, mas são apresentados em A Bruxa no seu conceito primitivo, bem longe do que a Disney nos fez internalizar. As crianças perdidas – ou levadas para morrer – na floresta, a simbologia da maçã e das vassouras voadoras estão presentes na película. Além de um elemento fundamental na mitologia das bruxas e que normalmente está presente nos melhores exemplos do gênero terror. Não direi exatamente o quê, para não dar spoiler, mas entendedores entenderão (hope you guessed my name).</p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='697' height='423' src='http://www.youtube.com/embed/FE-u6RznkGQ?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
<p>Para absorver o filme, dois aspectos são necessários ao espectador: entender o contexto histórico da trama e deixar-se imergir no universo que o filme nos apresenta.</p>
<p>A localização histórica de A Bruxa nos brinda com um cenário da mentalidade da época, que apesar de não estar cronologicamente na Idade Média, mostra que o pensamento religioso e a conduta moral vigente naquele período – e entre aquele grupo – remete diretamente à Idade das Trevas. A situação em que aquela família se coloca, com sua “vida em pecado”, contribui para uma histeria coletiva que só será exacerbada pelos eventos extraordinários que presenciarão. E se esses eventos são reais ou apenas uma consequência dessa estreita visão de mundo,tal dúvida somente contribui para o debate e o enriquecimento do filme.</p>
<p>A imersão do espectador neste universo (histórico, religioso e sobrenatural) acontece pela ótima condução do roteiro e direção. Com um ritmo lento, porém crescente, nada é desperdiçado em A Bruxa. Não há sequências desnecessárias ou “encheção de linguiça”. Todas as cenas contribuem para a elaboração do quebra-cabeças que vai sendo montado à nossa frente, até sua apoteótica conclusão. A Bruxa é um filme que vai sendo construído sem pressa, mas de maneira segura e objetiva. O tempo todo temos a impressão de estar espiando aqueles personagens. Sentimos que estamos juntos naquele lugar e presenciando atos que não seriam para nossos olhos. Nesse sentido, a atmosfera e a fotografia são fatores fundamentais para que essa sensação seja transmitida ao público &#8211; além da trilha sonora de cordas estridentes, que contribuem muito para o incômodo e perturbação que o filme causa. Desse modo, quanto mais o espectador se deixar levar por aquela história e mergulhar naquele mundo, maior será o efeito que o filme terá sobre ele. E por isso é um exemplo perfeito de um filme que deve ser assistido no cinema e de preferência sozinho – ou com alguém que saiba que cinema não é lugar de bate-papo. O escuro e o silêncio são necessários para o filme.</p>
<figure id="attachment_258" style="width: 697px" class="wp-caption alignnone"><img class="wp-image-258 size-large" title="Anya Taylor Joy é a personagem Thomasin" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_01.jpg?resize=697%2C420" alt="A Bruxa" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_01.jpg?resize=1024%2C617 1024w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_01.jpg?resize=300%2C181 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_01.jpg?resize=768%2C463 768w" sizes="(max-width: 697px) 100vw, 697px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-caption-text">Anya Taylor Joy é a personagem Thomasin</figcaption></figure>
<p>E provavelmente esta seja a razão porque tantas opiniões contrárias ao filme estão pipocando por aí. A Bruxa não é um filme para quem está acostumado ao terror de produções como Annabelle, Pânico ou qualquer um dos 99% filmes do gênero disponíveis. Uma das coisas que mais me irrita nestes chamados “terror” são os sustos gratuitos e previsíveis. O reflexo que certamente aparecerá no espelho do banheiro ou a trilha sonora que pula para volumes ensurdecedores não me assustam, somente me irritam. É o mesmo efeito de um alarme de casa que dispara na noite. E isso não é cinema, é pobreza criativa.</p>
<p>A Bruxa é um filme que entende a construção do medo. A primeira pergunta que um amigo me fez após eu dizer que havia visto o filme foi se ele “dava cagaço”. E essa é uma questão fundamental na diferença que vejo entre um filme de horror de verdade e estes outros. Assim como O Exorcista, O Iluminado ou Carrie (do De Palma!), por exemplo, A Bruxa é um filme que dá medo e não sustos. E o medo vem do desconhecido, do que é sugerido e não jogado na sua cara. O medo nasce na instigação do pensamento primordial e instintivo do ser humano de que aqueles eventos que estamos presenciando, por mais incríveis que sejam, podem ser, de algum modo, reais. No final você está incomodado, tenso e com a cabeça fervilhando. Então acendem as luzes do cinema, sobem os créditos e você vê que está tudo bem. Esse é um filme de horror de verdade.</p>
<figure id="attachment_262" style="width: 697px" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-262 size-large" title="os 3 cartazes do filmes" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_05.jpg?resize=697%2C349" alt="a-Bruxa_05" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_05.jpg?resize=1024%2C512 1024w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_05.jpg?resize=300%2C150 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_05.jpg?resize=768%2C384 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/a-Bruxa_05.jpg?w=1600 1600w" sizes="(max-width: 697px) 100vw, 697px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-caption-text">Os 3 cartazes do filme</figcaption></figure>
<p>Infelizmente, a cultura do blockbuster, das histórias recauchutadas, mastigadas e regurgitadas ao público faz com que o espectador médio tenha perdido a capacidade de pensar. Numa sociedade em que a cultura de massa substituiu a leitura e o pensamento questionador, um filme como A Bruxa encontra a resistência da maioria avessa a uma obra que sugere múltiplas interpretações e linhas de debate. Enfim, uma obra rica, que faz pensar e não é esquecida logo após o término da sessão.</p>
<p>Um clássico só pode ser considerado como tal com o respaldo do tempo. E A Bruxa tem tudo para ser lembrado e continuar sendo relevante em 10, 20 ou 30 anos. Para mim, já está entre os raros e grandes títulos do cinema de horror.</p>
<p><span id="more-256"></span></p>
<p><a href="http://www.munaya.com.br/15-stoner" target="_blank">Conheça agora a coleção Stoner Rock da Munaya</a>.</p>
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		<title>Estampa de camiseta questiona: se Eric Clapton é Deus, que p***a é Jimi Hendrix?</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/estampa-de-camiseta-questiona-se-eric-clapton-e-deus-que-porra-e-jimi-hendrix/</link>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 11:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cristian Amaral]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[band of gypsys]]></category>
		<category><![CDATA[clapton god]]></category>
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		<category><![CDATA[jimi hendrix experience]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Começo esse texto afirmando que não há &#8211; pelo menos entre as mais ilustres lendas do rock – indícios de competitividade envolvendo Eric Clapton e Jimi Hendrix. Pelo contrário, havia respeito mútuo entre os músicos. Clapton entrou em cena mais cedo, levantando a bandeira do blues antes de Hendrix. Este, por sua vez, quis conhecer [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começo esse texto afirmando que não há &#8211; pelo menos entre as mais ilustres lendas do rock – indícios de competitividade envolvendo <em>Eric Clapton</em> e <em>Jimi Hendrix</em>. Pelo contrário, havia respeito mútuo entre os músicos. <em>Clapton</em> entrou em cena mais cedo, levantando a bandeira do blues antes de <em>Hendrix</em>. Este, por sua vez, quis conhecer <em>Clapton</em> assim que aterrissou na Inglaterra, e chegou a fazer cover de <em>Sunshine of your love</em>, verdadeiro hino do <em>Cream</em>. Já <em>Clapton</em>, ao ver <em>Hendrix </em>esmerilhar sua <em>Fender Stratocaster</em>, quase surtou, sem entender como alguém conseguia revirar as tripas do blues daquela forma.</p>
<figure id="attachment_217" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/jimi-hendrix-and-eric-clapton.jpg" rel="attachment wp-att-217"><img class="size-medium wp-image-217" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/jimi-hendrix-and-eric-clapton.jpg?resize=300%2C200" alt="- Não me importo que chamem você de &quot;deus&quot;. - Nem eu... Mas, mudando de assunto, de que planeta você veio?" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/jimi-hendrix-and-eric-clapton.jpg?resize=300%2C200 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/jimi-hendrix-and-eric-clapton.jpg?resize=330%2C220 330w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/jimi-hendrix-and-eric-clapton.jpg?w=700 700w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-caption-text">&#8211; Não me importo que chamem você de &#8220;deus&#8221;.<br />&#8211; Nem eu&#8230; Mas, mudando de assunto, de que planeta você veio?</figcaption></figure>
<p>Nunca houve rixa entre os guitarristas, e nem passou pelas nossas cabeças criar uma, quando elaboramos o conceito da estampa <em>Clapton X Hendrix. </em>Particularmente, sempre achei <em>Hendrix </em>um músico mais assombroso e transgressor que <em>Clapton</em>. Isso não representa avaliação nem juízo de valor, apenas preferência pessoal. <em>Clapton</em> é foda e ponto final. Mas o apelido “Deus” me causa estranhamento desde que o li pela primeira vez. Afinal, para nós, ocidentais com forte (e inegável) influência católica, a alcunha “Deus” carrega a significação do “maioral”, o inatingível , o incomparável. Apesar disso, <em>Hendrix</em> ainda encabeça praticamente todas as listas dos maiores guitarristas da história. E é desse paradoxo que surgiu a questão: se <em>Clapton </em>é Deus, que porra é o <em>Hendrix</em>?</p>
<p>É isso. Uma dúvida legítima, materializada em uma estampa classuda, no melhor estilo <em>classic/vintage, </em>resultou na repaginação da estampa <em>Clapton X Hendrix</em>, cuja arte original acompanha a Munaya desde os primórdios, lá em 2008.</p>
<p><a href="http://www.munaya.com.br/camiseta/61-jimi-hendrix-eric-clapton.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-224"><img class="alignnone size-medium wp-image-224" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/CxH_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="CxH_camiseta" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/CxH_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/CxH_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/CxH_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/CxH_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/CxH_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/camiseta/61-jimi-hendrix-eric-clapton.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-250"><img class="alignnone size-medium wp-image-250" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CxH_detalhe_01.jpg?resize=300%2C300" alt="CxH_detalhe_01" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CxH_detalhe_01.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CxH_detalhe_01.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CxH_detalhe_01.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CxH_detalhe_01.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CxH_detalhe_01.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
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		<title>As camisetas de stoner rock estão de volta &#8211; com Down, Kyuss e a cambada toda!</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/as-camisetas-stoner-rock-estao-de-volta/</link>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2016 23:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cristian Amaral]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[cathedral]]></category>
		<category><![CDATA[coc]]></category>
		<category><![CDATA[corrosion of conformity]]></category>
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		<category><![CDATA[electric wizard]]></category>
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		<category><![CDATA[stoner]]></category>
		<category><![CDATA[stoner rock]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sugestão inicial: antes de começar a leitura, dá um scroll de leve e coloca de trilha sonora o playlist da Munaya no Youtube. Pronto? Agora sim! Não é difícil entender porque o stoner rock tem passeio livre entre roqueiros e metaleiros. O gênero em questão, por muitas vezes, parece uma espécie de compêndio de melhores [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Sugestão inicial: antes de começar a leitura, dá um scroll de leve e coloca de trilha sonora o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=iL7ndxWgW5A&amp;list=PLYiKBUuzElaSoc6Zi6dhYNpwm_wHZP57G&amp;index=2" target="_blank">playlist da Munaya no Youtube</a>. Pronto? Agora sim!</em></strong></p>
<p>Não é difícil entender porque o stoner rock tem passeio livre entre roqueiros e metaleiros. O gênero em questão, por muitas vezes, parece uma espécie de compêndio de melhores práticas do hard rock dos 70’s e do heavy metal do início dos 80’s. Algo como a seleção dos riffs mais marcantes, dos grooves mais encorpados, das jams mais assertivas, enfim, do corte dos excessos e da escolha dos acertos, provindos da música pesada feita nas décadas anteriores. Citando o inteligente slogan da já saudosa poeira Zine, “o melhor da música do melhor dos tempos”.</p>
<p>Para os menos familiarizados com o estilo, indicamos um <em>intensivo-de-mais-de-200-vídeos</em> no nosso playlist <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iL7ndxWgW5A&amp;list=PLYiKBUuzElaSoc6Zi6dhYNpwm_wHZP57G&amp;index=2">StonerRock</a></em>.</p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='697' height='423' src='http://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLYiKBUuzElaSoc6Zi6dhYNpwm_wHZP57G&#038;hl=en_US' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
<p><a href="http://www.munaya.com.br/blog/afinal-o-que-e-stoner/" target="_blank">Como já foi dito em um post anterior</a>, o stoner rock/metal representa para a Munaya <em>“a retomada do rock honesto, despreocupado com questões comerciais, tocado com instrumentos que soam de forma orgânica, por meio de equipamentos vintage e amps valvulados”.</em> Nossa paixão pelo estilo levou a marca a peitar os riscos comerciais e lançar na virada de 2009 para 2010 a <em>Stoner Collection</em> – resultado de uma votação no finado Orkut, na qual propusemos 20 nomes de bandas para a eleição das 10 mais pedidas (na realidade 9, pois, na época, o produtor da banda <em>Fu Manchu</em> solicitou que retirássemos a estampa do site).</p>
<p>Tempos depois, a Munaya acabou entrando em hibernação até o início de 2015, período em que o sangue voltou a pulsar nas veias. Durante esse afastamento, seguidamente recebíamos contatos de pessoas que queriam saber se ainda seria possível adquirir aquelas camisetas do <em>Kyuss,</em> do <em>Crowbar</em> e do <em>Down</em>, só para citar algumas.</p>
<h2>O retorno triunfal</h2>
<p>Sempre tivemos a cristalina certeza de que o retorno da Munaya às atividades deveria ser coroado com o relançamento da Coleção Stoner. A soma do apelo popular com a nossa imensa vontade de trazer à tona aquelas estampas incríveis &#8211; desenvolvidas pela <em><a href="https://www.facebook.com/Jeff.MutationsArtWork?fref=ts" target="_blank">Mutations ArtWork</a></em> – no trouxe até esse momento empolgante.</p>
<p><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/64-down.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-237"><img class="alignnone size-medium wp-image-237" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/DOWN_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="DOWN_camiseta" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/DOWN_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/DOWN_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/DOWN_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/DOWN_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/DOWN_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/58-kyuss.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-238"><img class="alignnone size-medium wp-image-238" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/KYUSS_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="KYUSS_camiseta" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/KYUSS_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/KYUSS_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/KYUSS_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/KYUSS_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/KYUSS_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/60-spiritual-beggars.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-239"><img class="alignnone size-medium wp-image-239" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/SPIRITUALBEGGARS_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="SPIRITUALBEGGARS_camiseta" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/SPIRITUALBEGGARS_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/SPIRITUALBEGGARS_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/SPIRITUALBEGGARS_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/SPIRITUALBEGGARS_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/SPIRITUALBEGGARS_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/56-grand-magus.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-240"><img class="alignnone size-medium wp-image-240" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/GRANDMAGUS_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="GRANDMAGUS_camiseta" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/GRANDMAGUS_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/GRANDMAGUS_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/GRANDMAGUS_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/GRANDMAGUS_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/GRANDMAGUS_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/55-cathedral.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-241"><img class="alignnone size-medium wp-image-241" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CATHEDRAL_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="CATHEDRAL_camiseta" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CATHEDRAL_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CATHEDRAL_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CATHEDRAL_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CATHEDRAL_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CATHEDRAL_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/57-electric-wizard.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-242"><img class="alignnone size-medium wp-image-242" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/EW_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="EW_camiseta" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/EW_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/EW_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/EW_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/EW_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/EW_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/65-crowbar.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-243"><img class="alignnone size-medium wp-image-243" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CROWBAR_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="CROWBAR_camiseta" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CROWBAR_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CROWBAR_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CROWBAR_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CROWBAR_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/CROWBAR_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/59-corrosion-of-conformity.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-244"><img class="alignnone size-medium wp-image-244" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/COC_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="COC_camiseta" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/COC_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/COC_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/COC_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/COC_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/COC_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://www.munaya.com.br/stoner/63-monster-magnet.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-245"><img class="alignnone size-medium wp-image-245" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/MONSTERMAGNET_camiseta.jpg?resize=300%2C300" alt="MONSTERMAGNET_camiseta" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/MONSTERMAGNET_camiseta.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/MONSTERMAGNET_camiseta.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/MONSTERMAGNET_camiseta.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/MONSTERMAGNET_camiseta.jpg?resize=1024%2C1024 1024w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/04/MONSTERMAGNET_camiseta.jpg?w=1100 1100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>Então é isso. Em 2016 estamos reeditando o alvoroço causado em 2010. Quem é da velha guarda vai lembrar. Os <em>stonerheads</em> não podem mais se queixar de falta de camisetas com estampas de suas bandas prediletas (e desconhecidas) no mercado.</p>
<p><strong>Agora, de fã para fã: não é emocionante a ideia de ter acesso a camisetas de bandas como <em>Kyuss,</em> <em>Electric Wizard</em>, <em>Grand Magus</em> e S<em>piritual Beggars</em>, entre tantas joias desse quilate, por 59,90??? Se eu fosse você, <em>stonerhead</em>, certamente ficaria enlouquecido!</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ash vs. Evil Dead</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/ash-vs-evil-dead/</link>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 23:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Jr. - Sebo Montecristo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[a morte do demonio]]></category>
		<category><![CDATA[ash]]></category>
		<category><![CDATA[ash vs evil dead]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Em 1981, o então estreante diretor Sam Raimi revolucionou o cinema de horror com Evil Dead, chamado no Brasil de A Morte do Demônio. Com um orçamento baixíssimo, mas grande criatividade, a obra lançou o gênero &#8220;filme de cabana&#8221;, com um mix de terror e comédia &#8211; conhecido hoje como terrir &#8211; que alavancou seu sucesso, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1981, o então estreante diretor <em>Sam Raimi</em> revolucionou o cinema de horror com <em>Evil Dead</em>, chamado no Brasil de <em>A Morte do Demônio</em>. Com um orçamento baixíssimo, mas grande criatividade, a obra lançou o gênero &#8220;filme de cabana&#8221;, com um mix de terror e comédia &#8211; conhecido hoje como <em>terrir</em> &#8211; que alavancou seu sucesso, tornando-se cult.</p>
<p>Agora, o universo do filme está de volta com a série <em>Ash vs. Evil Dead</em>, que já concluiu sua primeira temporada, e é um deleite para fãs da trilogia original &#8211; e para qualquer amante do gênero.</p>
<p>Na série, acompanhamos a luta de <em>Ash</em> (<em>Bruce Campbell</em>, lógico!) para reverter os efeitos de uma nova leitura do <em>Necronomicon</em>, que volta a espalhar o mal sobre a terra. Produzido por <em>Raimi</em>, que também dirigiu o episódio piloto, a série não só mantém o clima debochado (e escrachado) dos filmes, como o eleva a um novo patamar.</p>
<p><em>Bruce Campbell</em> é um dos canastrões mais divertidos do cinema, totalmente ciente de suas limitações dramáticas, mas extremamente carismático. Na série, ele tem a oportunidade de aprofundar um pouco mais o personagem-título, mas isso não ocorre como normalmente veríamos em outras obras. Ao invés de mostrar seu passado, suas perdas e frustrações, <em>Ash</em> é apresentado quase como um personagem de desenho animado. <em>Ash</em> não aprende nada. <em>Ash</em> não tem remorso. <em>Ash</em> faz a mesma coisa que sempre fez (leia-se: merda). Mas está sempre pronto a combater as forças do mal &#8211; que, frequentemente, ele mesmo liberta. Em seu sexismo, falta de moral e inabilidade de compreender o que ocorre à sua volta, acabamos aprendendo um pouco mais sobre <em>Ash</em>. E, como em um desenho animado, as armas parecem surgir do nada para transformar os demônios em picadinho. Literalmente.</p>
<p><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/12722254_964966133592448_1256648882_o.jpg" rel="attachment wp-att-192"><img class="alignnone size-medium wp-image-192" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/12722254_964966133592448_1256648882_o.jpg?resize=240%2C300" alt="12722254_964966133592448_1256648882_o" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/12722254_964966133592448_1256648882_o.jpg?resize=240%2C300 240w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/12722254_964966133592448_1256648882_o.jpg?resize=768%2C960 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/12722254_964966133592448_1256648882_o.jpg?w=800 800w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>Uma das coisas mais engraçadas da série é a quantidade de sangue derramado sobre seus personagens. Em quase todos os episódios, os pobres ajudantes de <em>Ash</em>, além dele mesmo, acabam banhados em galões de sangue. Aliás, o exagero e a inconsequência são os pontos principais da primeira temporada, que claramente investe na diversão e no humor, sendo mais bem sucedida nestes quesitos que muitas das séries cômicas disponíveis. Porém, nem só de besteira vive a série. Há bons momentos de horror, com atmosfera bem construída e alguns demônios bastante assustadores (graças à evolução dos efeitos especiais, que não estavam disponíveis lá na década de 1980).</p>
<p>Fiel aos filmes que lhe precederam, <em>Ash vs. Evil Dead</em> mantém as tomadas vertiginosas e criativas que tornaram-se marcas de <em>Raimi. </em>Além disso<em>, </em>a direção ainda investe em uma ótima trilha sonora, recheada de clássicos do rock, e um design de produção atualizado e empolgante. Na verdade, a série consegue ser melhor do que qualquer um dos filmes originais, aproveitando o que aqueles tinham de bom e melhorando o que os deixava capengas, como efeitos especiais e maquiagem.</p>
<p>Desse modo, <em>Ash vs. Evil Dead</em> torna-se obrigatória para quem é fã deste universo e para fãs do gênero. Contudo, quem não conhece os filmes poderá gostar muito da série, mas decepcionar-se ao ver os filmes originais. O tempo foi bom para <em>Ash</em>, mas não muito para seus filmes, pois, vistos hoje, precisam do respaldo do contexto histórico.</p>
<p>Por fim, uma curiosidade: o carro de <em>Ash</em> ainda é o mesmo do filme de 1981. Devido ao baixo orçamento,<em> Sam Raimi</em> utilizou o carro de seu pai na produção, um <em>Oldsmobile Delta 88</em>, de 1973. Com o sucesso de <em>Evil Dead</em>, o carro tornou-se um talismã para <em>Raimi</em>, que o usou em praticamente todos os seus filmes desde então, sendo inclusive o carro do <em>Tio Ben</em> no <em>Homem-Aranha</em> de 2002.</p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='697' height='423' src='http://www.youtube.com/embed/mWYIpULVJDc?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
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		<title>George Martin e Naná Vasconcelos morrem no mesmo dia</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/george-martin-e-nana-vasconcelos-morrem-no-mesmo-dia/</link>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 18:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cristian Amaral]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Nossos ídolos mais antigos estão morrendo em sequência. Só para citar dois dos mais emblemáticos, recentemente perdemos Lemmy Kilmister (Motörhead) e David Bowie. Hoje, 09/03/16, mais dois engrossaram o obituário da música: o produtor inglês George Martin e o percussionista brasileiro Naná Vasconcelos. George &#8220;Quinto Beatle&#8221; Martin George Martin foi o arquiteto da sonoridade dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nossos ídolos mais antigos estão morrendo em sequência. Só para citar dois dos mais emblemáticos, recentemente perdemos Lemmy Kilmister (Motörhead) e David Bowie. Hoje, 09/03/16, mais dois engrossaram o obituário da música: o produtor inglês George Martin e o percussionista brasileiro Naná Vasconcelos.</p>
<h2>George &#8220;Quinto Beatle&#8221; Martin</h2>
<p>George Martin foi o arquiteto da sonoridade dos Beatles. De toda a discografia dos <em>fab four</em>, apenas <em>Let It Be</em> (1970) não foi produzido pelo inglês &#8211; <i>Please Please Me</i> (1963), <i>Help!</i>  e <i>Rubber Soul</i> (1965), <i>Revolver</i> (1966), <i>Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band</i> e <i>Magical Mystery Tour </i>(1967), <i>Yellow Submarine</i> (1968), <i>The Beatles</i> &#8220;<i>White Album&#8221; (</i>1968) e <i>Abbey Road</i> (1969) foram gravados sob a batuta de Martin.</p>
<p>Uma vez John Lennon disse: “George Martin nos fez ser o que éramos no estúdio”. O produtor abraçou a banda a partir do momento em que ouviu a demo apresentada pelo empresário Brian Epstein, em 1962, ano em que assinou o primeiro contrato dos Beatles com uma gravadora.</p>
<p>George Martin morreu aos 90 anos de idade. A causa de sua morte ainda não havia sido revelada até a publicação deste post.</p>
<figure id="attachment_178" style="width: 278px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/portrait__george_martin__beatle_teacher_by_syncallio-d7uwov5.png" rel="attachment wp-att-178"><img class="size-medium wp-image-178" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/portrait__george_martin__beatle_teacher_by_syncallio-d7uwov5.png?resize=278%2C300" alt="George Martin, ao centro, dizendo para os Beatles: &quot;É assim, entenderam?&quot;." srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/portrait__george_martin__beatle_teacher_by_syncallio-d7uwov5.png?resize=278%2C300 278w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/portrait__george_martin__beatle_teacher_by_syncallio-d7uwov5.png?resize=768%2C830 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/portrait__george_martin__beatle_teacher_by_syncallio-d7uwov5.png?w=860 860w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-caption-text">George Martin, ao centro, dizendo para os Beatles: &#8220;É assim, entenderam?&#8221;</figcaption></figure>
<h2>Naná Vasconcelos, o homem-música</h2>
<p>&#8220;Quando você aprende teoria musical por livros, precisa sempre consultar os textos. Quando você aprende com o corpo, é como andar de bicicleta. Seu corpo se lembra.&#8221;. Assim sentenciou o percussionista autodidata mais influente do mundo, Naná Vasconcelos. O pernambucano morreu aos 71 anos devido a complicações de um câncer no pulmão esquerdo, diagnosticado em 2015.</p>
<p>A relação de Naná com a percussão não carregava um traço sequer de formalidade, erudição ou conhecimento acadêmico. O casamento com a música aconteceu cedo: aos 12 anos, já se apresentava em bailes ao lado do pai, depois de ter entendido por si próprio os segredos dos sons e dos ritmos, ao batucar em penicos e panelas.</p>
<p>Sua genialidade e visão única da música angariou oito prêmios Grammy e parcerias mundo afora, como Egberto Gismonti, Geraldo Azevedo, Milton Nascimento, Marisa Monte, Caetano Veloso, Mundo Livre S/A, B.B. King, Jean-Luc Ponty, Pat Metheny e David Byrne (Talking Heads), entre outros.</p>
<figure id="attachment_179" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/6296cb62-e0c6-4785-b3b4-c22aaefa76b1.jpg" rel="attachment wp-att-179"><img class="size-medium wp-image-179" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/6296cb62-e0c6-4785-b3b4-c22aaefa76b1.jpg?resize=300%2C180" alt="A música sem fronteiras do homem-batuque" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/6296cb62-e0c6-4785-b3b4-c22aaefa76b1.jpg?resize=300%2C180 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/6296cb62-e0c6-4785-b3b4-c22aaefa76b1.jpg?w=500 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-caption-text">A música sem fronteiras do homem-batuque</figcaption></figure>
<h2>O show &#8220;sobrenatural&#8221;</h2>
<p>Tive o privilégio de assistir a Naná Vasconcelos ao vivo em 22/11/14 no Theatro Guarany, em Pelotas-RS. Um telão ao fundo, um preto velho, um microfone e um tapete estendido no chão, coberto pelo arsenal percussivo do artista. Esse era o quadro captado pelas retinas da plateia.</p>
<p>Já a experiência emocional/mental dificulta sua tradução em palavras. O que presenciamos naquela noite foi uma verdadeira força sonora da natureza em plena atividade. Um homem com suas as raízes fincadas no que há de mais tribal, mas em comunhão com a música em seu sentido mais etéreo.</p>
<figure id="attachment_180" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/nana_festival_251114.jpg" rel="attachment wp-att-180"><img class="size-medium wp-image-180" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/nana_festival_251114.jpg?resize=300%2C187" alt="Naná Vasconcelos proporciona experiência emocionante à plateia do Theatro Guarany em Pelotas" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/nana_festival_251114.jpg?resize=300%2C187 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/nana_festival_251114.jpg?resize=768%2C479 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/nana_festival_251114.jpg?w=960 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Naná Vasconcelos proporcionou experiências emocionantes à plateia do Theatro Guarany em Pelotas</figcaption></figure>
<p>Nessa noite, o público se transformou em mais um instrumento à disposição de Naná. Sob sua regência, reproduzimos o barulho da chuva através do estalar de centenas de dedos. Ao final do espetáculo, metade da plateia entoou um canto em uma língua desconhecida, enquanto a outra metade se encarregou de um  fraseado diferente, e a combinação dos dois cânticos (complexos, rítmica e harmonicamente falando) gerou uma melodia linda, a qual seguiu ecoando mesmo após a saída do músico do palco.</p>
<p>Uma matéria sobre a &#8220;noite sobrenatural&#8221;, escrita por um tabloide à época da apresentação, pode ser lida <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/nana-faz-apresentacao-sobrenatural-em-pelotas-egkpk5nu7kntqmp8hupunwle6" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Abaixo você pode assistir a um trecho da apresentação em Pelotas, no qual Naná mostra sua intimidade com o berimbau.</p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='697' height='423' src='http://www.youtube.com/embed/GVdlJb25aNE?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
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		<title>Os últimos dias de Krypton</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/os-ultimos-dias-de-krypton/</link>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 22:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Júlio Jr. - Sebo Montecristo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[kevin j. anderson]]></category>
		<category><![CDATA[krypton]]></category>
		<category><![CDATA[os últimos dias de krypton]]></category>
		<category><![CDATA[super homem]]></category>
		<category><![CDATA[superman]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nunca fui fã do Superman, apesar de leitor assíduo de quadrinhos desde o início da década de 1980, quando comprava todos os formatinhos que apareciam na minha frente. A moral inabalável e os poderes incomensuráveis dele nunca foram muito do meu gosto. Na verdade a melhor coisa que já li sobre o Superman não tem [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca fui fã do Superman, apesar de leitor assíduo de quadrinhos desde o início da década de 1980, quando comprava todos os formatinhos que apareciam na minha frente. A moral inabalável e os poderes incomensuráveis dele nunca foram muito do meu gosto. Na verdade a melhor coisa que já li sobre o Superman não tem o alter ego superpoderoso de Clark Kent: o livro <em>Os Últimos Dias de Krypton</em>, de Kevin J. Anderson.</p>
<p><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/krypton.jpg" rel="attachment wp-att-170"><img class="alignnone size-medium wp-image-170" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/krypton.jpg?resize=200%2C300" alt="krypton" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/krypton.jpg?resize=200%2C300 200w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/krypton.jpg?resize=768%2C1152 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/krypton.jpg?resize=683%2C1024 683w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/krypton.jpg?w=1365 1365w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>A obra lançada ano passado no Brasil nos presenteia com um mergulho no condenado planeta natal de Kal-El, em uma ótima história de ficção científica. Durante os derradeiros meses de Krypton, acompanhamos a luta de Jor-El para salvar seu planeta do desastre, bem como o surgimento de sua paixão por Lara e o nascimento do conflito entre este e o Comissário Zod (sim, antes de ser General, ele era Comissário). Crítica política, guerra civil, intrigas e assassinatos fazem parte do cenário caótico que Anderson constrói para os momentos finais da civilização kriptoniana.</p>
<p>Com uma narrativa dinâmica e bem amarrada, o livro faz um apanhado de elementos da mitologia do Superman, conhecidos através dos quadrinhos, mas que nunca tiveram uma base muito sólida ou uma obra que os unisse de maneira eficaz. Vemos, por exemplo, a primeira aparição de Brainiac, como surgiu a kriptonita e a descoberta da Zona Fantasma.</p>
<p>Porém, uma das coisas mais interessantes do livro é a referência/reverência ao filme de 1978 – ainda a melhor versão do Super-Homem a chegar ao cinema. Todo o clima de <em>Os Últimos Dias de Krypton</em> remete ao filme de Richard Donner. Jor-El é descrito assim como Marlon Brando no filme, bem como suas roupas (túnica branca com o símbolo da família no peito), o Conselho e os cristais tecnológicos. Além de ser uma escolha acertada por unir a mitologia do herói em uma única fonte, a história promove um clima nostálgico que mostra-se bastante recompensador.</p>
<p>Conhecido como autor de romances <em>spin-off </em>de Star Wars, Arquivo X e Duna, Kevin J. Anderson nos entrega uma obra que, apesar de ter mais apelo aos fãs de quadrinhos, consegue ser atrativa para todos aqueles que gostam de uma boa ficção científica. Seja ela sobre um mundo que conhecemos desde crianças ou um que acabamos de descobrir.</p>
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		<title>Rolling Stones, rock, camisetas, Munaya&#8230; a vida realmente faz sentido</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/rolling-stones-rock-camisetas-munaya-a-vida-realmente-faz-sentido/</link>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2016 15:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cristian Amaral]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[charliewatts]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A Munaya existe, primordialmente, pelo nosso amor incondicional ao rock. Consequentemente, ver os Rolling Stones de perto é nada menos do que uma celebração. Momento de certificar as paixões, as coisas que realmente nos (co)movem. Missão cumprida. Tudo faz sentido. Vamos falar sobre as canções. A primeira apresentação brasileira da Olé Tour dos Rolling Stones [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.munaya.com.br/" target="_blank">Munaya</a> existe, primordialmente, pelo nosso amor incondicional ao rock. Consequentemente, ver os Rolling Stones de perto é nada menos do que uma celebração. Momento de certificar as paixões, as coisas que realmente nos (co)movem. Missão cumprida. Tudo faz sentido.</p>
<p>Vamos falar sobre as canções. A primeira apresentação brasileira da Olé Tour dos Rolling Stones aconteceu em 20/02/16 no Rio de Janeiro, e conteve essa lista de peso:</p>
<p><a href="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/IMG_5804.jpg" rel="attachment wp-att-160"><img class="alignnone size-medium wp-image-160" src="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/IMG_5804.jpg?resize=300%2C285" alt="IMG_5804" srcset="http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/IMG_5804.jpg?resize=300%2C285 300w, http://i2.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/IMG_5804.jpg?w=564 564w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>Difícil é falar sobre os Stones e evitar os famigerados clichês linguísticos do rock. Afinal, os caras SÃO o rock. Foi um exercício interessante analisar o fascínio exercido por esses senhores em mais de 60 mil pessoas que ocupavam os espaços de um Maracanã em êxtase. Músicos velhos, inevitavelmente mais comportados, mas intactos na capacidade de representar tudo aquilo que fez do rock o que ele é. Sim, esses cavalheiros enrugados ainda transbordam rebeldia e subversão. Ou alguém duvida que os Stones são a representação máxima do rock &#8216;n&#8217; roll old school, aquele que precede a enxurrada de sub-rótulos posteriores a eles?</p>
<p>A apresentação foi uma verdadeira metralhadora de hits. Afinal, são mais de 50 anos de atividade. Mas as surpresas também se fizeram presentes. <em>Paint it black</em> e <em>You got the silver </em>(cantada por um visivelmente emocionado Keith Richards) marejaram alguns milhares de olhos. O contraponto da obviedade foi a escolha feita pelos cariocas na enquete oferecida pela banda. Deixando de lado clássicos como <em>All down the line</em> e <em>Live with me</em>, o povo optou por <em>Like a rolling stone</em>, de Bob Dylan. Ok, o  momento foi emocionante de qualquer forma.</p>
<p>Sinceramente, não consigo pensar em pontos baixos da apresentação. <em>Midnight Rambler</em>, com quase 15 minutos de duração, não deixou a peteca cair, entre mudanças de andamento e eficientes solos de harmônica de Mick Jagger. Darryl Jones avassalou o contrabaixo durante a marota <em>Miss You</em>, solando com um groove e uma malandragem impressionantes. Sasha Allen arrepiou nos vocais de <em>Gimme Shelter</em> &#8211; certamente, um dos pontos altos do show. Ron Wood mostrou que sabe muito mais do que demonstra nas composições da banda. Keith Richards se move, fala e age como se o rock &#8216;n&#8217; roll pudesse ser personificado em uma pessoa. Mick Jagger é o frontman por excelência. Alguém reparou na sua performance enlouquecida em <em>Out of control? </em>Domínio de palco, energia inesgotável, sensualidade e inúmeras interações em português com a plateia comprovaram que ninguém domina melhor o ofício do que o bom e velho lábios de borracha. E Charlie Watts assusta. Quem olha para aquele &#8220;indefeso&#8221; senhor se surpreende com o vigor, a elegância e a precisão com que ele comanda o ritmo da banda, decidindo quando cada música deve terminar &#8211; tudo isso com com um kit enxutíssimo, típico dos bateristas velha guarda do jazz.</p>
<p>Aqui eu desisto de lutar contra os clichês. A melhor forma que encontrei para definir a sensação de assistir aos velhinhos pela segunda vez (a primeira em 1995, no mesmo Maracanã) foi a certeza de ter acessado mais de 50 anos da história da cultura ocidental contemporânea.</p>
<h2>Homenagem aos inspiradores</h2>
<p>As estampas <a href="http://www.munaya.com.br/masculino/50-rolling-stones.html" target="_blank">Rolling Stones</a> e <a href="http://www.munaya.com.br/masculino/51-jaggermeister.html" target="_blank">Mick Jaggermeister </a> foram pensadas com intenção de serem atemporais. Não há associação direta à turnê, datas de shows ou nada do gênero. Servem para qualquer momento, sem contraindicação. Não há prazo de validade, foram feitas para ter vida longa &#8211; assim como os ícones que as inspiraram.</p>
<p><a href="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones.jpg" rel="attachment wp-att-161"><img class="alignnone size-medium wp-image-161" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones.jpg?resize=300%2C300" alt="rolling-stones" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones.jpg?w=800 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones-1.jpg" rel="attachment wp-att-162"><img class="alignnone size-medium wp-image-162" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones-1.jpg?resize=300%2C300" alt="rolling-stones (1)" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones-1.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones-1.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones-1.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/rolling-stones-1.jpg?w=800 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister.jpg" rel="attachment wp-att-163"><img class="alignnone size-medium wp-image-163" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister.jpg?resize=300%2C300" alt="jaggermeister" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister.jpg?w=800 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a><a href="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister-1.jpg" rel="attachment wp-att-164"><img class="alignnone size-medium wp-image-164" src="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister-1.jpg?resize=300%2C300" alt="jaggermeister (1)" srcset="http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister-1.jpg?resize=300%2C300 300w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister-1.jpg?resize=150%2C150 150w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister-1.jpg?resize=768%2C768 768w, http://i1.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/jaggermeister-1.jpg?w=800 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<h2>Próximos shows</h2>
<p><b>São Paulo</b><br />
24 (quarta) e 27 de fevereiro (sábado), às 21h<br />
Estádio do Morumbi &#8211; Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1</p>
<p><b>Porto Alegre</b><br />
2 de março (quarta), às 21h<br />
Estádio Beira-Rio &#8211; Av. Padre Cacique, 891</p>
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		<title>Straight Outta Compton: a história do grupo mais perigoso do mundo</title>
		<link>http://www.munaya.com.br/blog/straight-outta-compton-a-historia-do-grupo-mais-perigoso-do-mundo/</link>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2016 18:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cristian Amaral]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Rap]]></category>
		<category><![CDATA[dr. dre]]></category>
		<category><![CDATA[eazy-e]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias li que Corey Taylor, vocalista do Slipknot e Stone Sour, havia revelado seu amor pelo rap feito nos anos 80, e elogiado o filme <em>Straight Outta Compton</em>, sobre a história do seminal grupo N.W.A. (Niggaz With Attitude). Assim como Taylor, aprecio as rimas e os beats desse período. Além disso, me chama a atenção quando ícones de um determinado gênero musical se declaram fãs de outro gênero, ainda mais quando a associação entre os dois não é óbvia.</p>
<p>Assisti ao filme e admito que curti muito. Mas não foi um processo sem conflitos. Para começar, reprovo as mensagens do <em>gangsta rap, </em>estilo famoso pela apologia à violência, ao crime, ao sexismo e à misoginia, e o N.W.A. foi o pioneiro nessa guinada raivosa do rap. Inclusive acho que, por &#8220;culpa&#8221; deles, o conteúdo do rap deu um passo atrás, depois da revolução causada poucos anos antes pelo Public Enemy, no sentido da conscientização social do morador da periferia.</p>
<p>Mas atributos como coragem e rebeldia contra autoridades costumam ganhar meu respeito. Deixando de lado as diferenças ideológicas, há de se compreender que os membros do N.W.A. &#8211; assim como boa parte da juventude estadunidense negra e pobre  &#8211; eram vítimas de uma repressão policial injusta e revoltante. Aliavam-se a isso a falta de oportunidades profissionais, o sempre presente racismo no país, e outras tantas mazelas sociais que se reproduzem também aqui no Brasil.</p>
<p>Então, o que restava aos caras? Se revoltar. De que forma? Através da música. E aqui fica uma reflexão interessante: mais comumente, quando uma população oprimida pela polícia e marginalizada pelo sistema econômico chega ao seu limite de tolerância, ela acaba por ingressar no crime como forma de garantir a sobrevivência. Os caras do N.W.A. fizeram diferente: se revoltaram através da música e do discurso, mas rechearam o seu conteúdo com verdadeiras odes à vida bandida.</p>
<p><a href="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg" rel="attachment wp-att-112"><img class="alignnone size-medium wp-image-112" src="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg?resize=300%2C200" alt="full_nwa-2" srcset="http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg?resize=300%2C200 300w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg?resize=768%2C512 768w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg?resize=1024%2C683 1024w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg?resize=330%2C220 330w, http://i0.wp.com/www.munaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/full_nwa-2.jpg?w=1280 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<h2>Os gangstas</h2>
<p>O filme de 2015 dirigido por F. Gary Gray inicia retratando o período em que o MC Ice Cube e o DJ/produtor Dr. Dre ainda eram desconhecidos, apesar de notoriamente talentosos. Entra em cena Eazy-E, traficante de drogas disposto a entrar com a grana para bancar as gravações do material composto, e que acaba virando MC e líder da turma. Completam o time MC Ren e DJ Yella, os quais desempenham papeis um tanto quanto secundários &#8211; fato que parece retratar a realidade, uma vez que os dois nunca atingiram o mesmo patamar de Cube ou Dre em suas carreiras solo.</p>
<p>Outra figura-chave da película é o produtor musical Jerry Heller, interpretado por Paul Giamatti, o qual se interessa pelo grupo e resolve empresariá-los, ao reconhecer a mina de ouro/bomba-relógio que estava diante de seus olhos. Heller se torna o motivo da saída de Ice Cube do grupo, mesmo com o estrondoso sucesso do álbum de estreia, <em>Straight Outta Compton. </em>Desconfiado da divisão de lucros imposta pelo empresário, e ciente do fato de que havia escrito as principais letras, Cube sai em carreira solo, provando que seu talento como letrista e MC fazia a diferença dentro do grupo. Após sua saída, o N.W.A. nunca mais repetiu o impacto causado pelo debut, enquanto Ice Cube pavimentou seu próprio caminho.</p>
<p>O N.W.A. ainda gravou mais dois álbuns, mas, sem Cube, o grupo beirou a autoparódia. O assunto se encerrou em definitivo quando Eazy-E morreu devido ao vírus da AIDS em 1995. Ice Cube se firmou como um dos principais MCs do <em>gangsta rap</em>, e ainda consolidou sua carreira como ator. Dr. Dre se tornou o produtor referência na metade dos anos 90, e seu nome mantém a relevância até hoje. Já Yella e Ren tentaram a sorte enquanto artistas solo, mas acabaram sumindo do mapa.</p>
<h2>Fuck Da Police</h2>
<p>Em uma das passagens mais interessantes do filme, os integrantes do N.W.A. estão num break entre as gravações do álbum de estreia, quando são assediados pela polícia, simplesmente pelo fato de serem negros e estarem aglomerados na calçada em frente ao estúdio. O produtor Jerry Heller peita a polícia, intercedendo em favor dos rappers, dizendo que são artistas, e não criminosos. Cube canaliza toda a raiva gerada pelo evento na letra de <em>Fuck Da Police</em>, a música mais polêmica do quinteto. Aqui vai um trecho da letra, só para ilustrar: <em>&#8220;Yeah, I&#8217;m a gangsta, but still I got flavor. Without a gun and a badge, what do ya got? A sucker in a uniform waiting to get shot by me, or another nigga&#8221;. </em></p>
<p>A virulência da letra, obviamente, não passou em branco. Depois de oficialmente notificados pelo FBI, e avisados antes de um show pela polícia de Detroit que seriam presos caso <em>Fuck Da Police</em> fosse executada no palco, adivinha o que eles fizeram? Isso mesmo. Tumulto, revolta geral, motim na plateia e algumas horas na cadeia. Mas, em compensação, a reputação e a moral do grupo entre a base de fãs alcançou as alturas, e o N.W.A. deixou uma marca profunda na música, ocupando seu espaço ao lado dos artistas mais revolucionários e perigosos da história recente.</p>
<p><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='697' height='423' src='http://www.youtube.com/embed/l5r5cZk0EfY?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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