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	<title>Mundim Rolim</title>
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	<description>Pensamentos aleatórios de uma mente à toa</description>
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		<title>Mundim Rolim</title>
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		<title>A falta que me faz, me faz completa</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2012/12/19/a-falta-que-me-faz-me-faz-completa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 03:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; E foi-se embora Como se carinho e amor tivessem pernas para fugir. Me sinto só, desamparada. A sua falta se faz mais visível que seus atos. Não há ligações, mensagens, ou qualquer meio que me aproxime de você. &#160; Penso pra trás, tento identificar Onde errei? Onde deixei de ser o que sou? Passa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>E foi-se embora</p>
<p>Como se carinho e amor tivessem pernas para fugir.</p>
<p>Me sinto só, desamparada.</p>
<p>A sua falta se faz mais visível que seus atos.</p>
<p>Não há ligações, mensagens, ou qualquer meio que me aproxime de você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Penso pra trás, tento identificar</p>
<p>Onde errei? Onde deixei de ser o que sou?</p>
<p>Passa isso e a dúvida vira contra mim</p>
<p>Onde errei? Onde deixei de te apoiar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Passam-se tempos, dias, horas e minutos</p>
<p>Você não passa tão facilmente</p>
<p>Mas o que esperar do que era para sempre?</p>
<p>Ainda espero o você que conheci.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como explicar para os outros</p>
<p>Aqueles que me vêm metade</p>
<p>Como explicar que já fui inteira, e parti.</p>
<p>A falta que me faz, me faz inteira.</p>
<p>A falta que me faz, me faz feliz.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Como esquecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 03:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relacionamento não é real até que se tenha a ausência. É fácil estar junto quanto se está ao lado. O amor mora na falta, no desejo, no vazio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relacionamento não é real até que se tenha a ausência. É fácil estar junto quanto se está ao lado.</p>
<p>O amor mora na falta, no desejo, no vazio.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Além do post-it</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2010/09/25/alem-do-post-it/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 05:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre o amor. Te deixa inexplicavelmente feliz. Muda a sua vida toda. Melhora sua pele. E muito se fala também da perda de um amor. Maior dor do mundo. Vida sem sentido. Depressão. Mas é só isso? Não há espaço para meio-termo? Gostaria que todo amor fosse recíproco e que cada mão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre o amor. Te deixa inexplicavelmente feliz. Muda a sua vida toda. Melhora sua pele.</p>
<p>E muito se fala também da perda de um amor. Maior dor do mundo. Vida sem sentido. Depressão.</p>
<p>Mas é só isso? Não há espaço para meio-termo?</p>
<p>Gostaria que todo amor fosse recíproco e que cada mão encontrasse outra para se encaixar.</p>
<p>Eu amei, fui amada. Continuei amando, já não era recíproco. Sofri. Maior dor do mundo. Tive raiva. Superei. Caí de novo. Levantei. Conversei. Entendi.</p>
<p>Nem todo amor é recíproco. Nem todo amor é tão absoluto que não precise de diálogo para entendimento.</p>
<p>Mas e o meio termo? Gosto de pensar que nesse espaço fica o respeito.</p>
<p>E admiração.</p>
<p>Queria ter tido o dom do timming quando ele ainda era a única coisa que faltava.</p>
<p>Queria ter ido hoje. Não consegui.</p>
<p>Não me entenda mal, minha ausência foi um elogio. Se eu tivesse te amado menos, eu estaria lá.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Remorso</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2010/05/31/remorso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes, uma dor me desespera&#8230; Nestas ânsias e dúvidas em que ando. Cismo e padeço, neste outono, quando Calculo o que perdi na primavera. Versos e amores sufoquei calando, Sem os gozar numa explosão sincera&#8230; Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera Mais viver, mais penar e amar cantando! Sinto o que desperdicei [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, uma dor me desespera&#8230;<br />
Nestas ânsias e dúvidas em que ando.<br />
Cismo e padeço, neste outono, quando<br />
Calculo o que perdi na primavera.</p>
<p>Versos e amores sufoquei calando,<br />
Sem os gozar numa explosão sincera&#8230;<br />
Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera<br />
Mais viver, mais penar e amar cantando!</p>
<p>Sinto o que desperdicei na juventude;<br />
Choro, neste começo de velhice,<br />
Mártir da hipocrisia ou da virtude,</p>
<p>Os beijos que não tive por tolice,<br />
Por timidez o que sofrer não pude,<br />
E por pudor os versos que não disse!</p>
<p><a href="http://www.pensador.info/autor/Olavo_Bilac/">Olavo Bilac</a></p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
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		<title>Retrato</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2010/05/28/retrato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 19:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu não tinha este rosto de hoje,<br />
assim calmo, assim triste, assim magro,<br />
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.<br />
Eu não tinha estas mãos sem força,<br />
tão paradas e frias e mortas;<br />
eu não tinha este coração que nem se mostra.<br />
Eu não dei por esta mudança,<br />
tão simples, tão certa, tão fácil:<br />
Em que espelho ficou perdida a minha face?&#8221; <a href="http://www.pensador.info/autor/Cecilia_Meireles/">Cecília Meireles</a></p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>A UM AUSENTE</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2010/05/27/a-um-ausente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2010 19:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar. Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora. Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de viver e explorar os rumos de obscuridade sem prazo sem consulta sem provocação até o limite das folhas caídas na hora de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho razão de sentir saudade,<br />
tenho razão de te acusar.<br />
Houve um pacto implícito que rompeste<br />
e sem te despedires foste embora.<br />
Detonaste o pacto.<br />
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência<br />
de viver e explorar os rumos de obscuridade<br />
sem prazo sem consulta sem provocação<br />
até o limite das folhas caídas na hora de cair.</p>
<p>Antecipaste a hora.<br />
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.<br />
Que poderias ter feito de mais grave<br />
do que o ato sem continuação, o ato em si,<br />
o ato que não ousamos nem sabemos ousar<br />
porque depois dele não há nada?</p>
<p>Tenho razão para sentir saudade de ti,<br />
de nossa convivência em falas camaradas,<br />
simples apertar de mãos, nem isso, voz<br />
modulando sílabas conhecidas e banais<br />
que eram sempre certeza e segurança.</p>
<p>Sim, tenho saudades.<br />
Sim, acuso-te porque fizeste<br />
o não previsto nas leis da amizade e da natureza<br />
nem nos deixaste sequer o direito de indagar<br />
porque o fizeste, porque te foste</p>
<p><a href="http://www.pensador.info/autor/Carlos_Drummond_de_Andrade/">Carlos Drummond de Andrade</a></p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Motivo</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2010/05/27/motivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço, — não sei, não sei. Não sei se fico ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu canto porque o instante existe<br />
e a minha vida está completa.<br />
Não sou alegre nem sou triste:<br />
sou poeta.</p>
<p>Irmão das coisas fugidias,<br />
não sinto gozo nem tormento.<br />
Atravesso noites e dias<br />
no vento.</p>
<p>Se desmorono ou se edifico,<br />
se permaneço ou me desfaço,<br />
— não sei, não sei. Não sei se fico<br />
ou passo.</p>
<p>Sei que canto. E a canção é tudo.<br />
Tem sangue eterno a asa ritmada.<br />
E um dia sei que estarei mudo:<br />
— mais nada. <a href="http://www.pensador.info/autor/Cecilia_Meireles/"></a></p>
<p><a href="http://www.pensador.info/autor/Cecilia_Meireles/">Cecília Meireles</a></p>
<p>[Uma poesia por dia, não sou eu que escolho, mas são presentes dados à mim e eu guardo aqui pra não esquecer (L)]</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Dicas para mochileiros</title>
		<link>https://renatarolim.wordpress.com/2010/05/11/dicas-para-mochileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 00:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de tudo, eu nunca li um livro sobre como mochilar por aí. Quando eu resoliv fazer um mochilão, em 2006, eu comecei a frequentar comunidades de mochileiros no Orkut (em 2006 lá era legal), procurar sites ou simplesmente tentar imaginar como seria a vida pelos albergues da vida. Também acho importante dizer que tanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo, eu nunca li um livro sobre como mochilar por aí.  Quando eu resoliv fazer um mochilão, em 2006, eu comecei a frequentar  comunidades de mochileiros no Orkut (em 2006 lá era legal), procurar sites  ou simplesmente tentar imaginar como seria a vida pelos albergues da  vida.<br />
Também acho importante dizer que tanto em 2006 quanto agora eu viajei  sozinha, então se você planeja reunir a galera de Porto Seguro pra sua  viagem, acho que você não vai achar nada de útil aqui. Ah e eu não  frequento baladas &#8211; nem no Brasil nem em qualquer outro lugar &#8211; mas você  vai me encontrar facilmente no pub mais próximo do albergue.<br />
Ok, vamos lá, resolvi escrever em bullets, porque fui reunindo minhas dicas em bullets ao longo do caminho.<br />
<strong> A vida em Albergues|Hostels</strong><br />
&#8211; Existem dois tipos de hostels, os que se parecem com hotel &#8211;  limpinhos, organizados, com elevador, vários andares e etc; e os hostel  tipo homestay que são basicamente uma casa ou pequeno prédio  transformado num hostel &#8211; nele você encontra pequenos números de  quartos, pouco staff, limpeza duvidosa, mas também é onde você conhece  melhor as pessoas. Esses hostel “intimistas” costumam ter uma pequena  cozinha comunitária onde os donos oferecem jantar para os hóspedes em  alguns dias. São dois tipos de hospedagem bem diferentes, eu gosto dos  dois, mas acho que no momento estuo preferindo os tipos hotéis  limpinhos, mas não posso deixar de dizer que os hostels pequenos dão a  sensação de casa e família.<br />
&#8211; O primeiro albergue que eu fiquei era um moquifo em Edimburgo, meio  sujinho e tals, então depois da minha primeira noite lá eu decidi ir  numa loja e comprar uma fronha de travesseiro. Pensei que se aminha  cabeça estivesse num lugar limpinho o resto seria mais fácil de levar…  Continuo usando a minha fronha nas viagens. Nos hostels chiques você não  vai precisar, mas uma fronha é algo leve e fácil de ter sempre na  mochila, sem falar que você pode levar a sua de casa e abraçar o  travesseiro se rolar um homesick =)<br />
&#8211; Staff de hostel são as pessoas mais simpáticas que você vai encontrar  na vida! São todos jovens, costumam ser bonitos, e estão sempre prontos  pra te dar dicas. Eles trabalham no hostel porque adoram a cidade que  estão e querem que você aproveite o máximo da cidade, então nunca deixe  de pegar dicas com eles!<br />
&#8211; Os albergues estão cada vez mais ampliando os serviços oferecidos. É  comum eles emprestarem secador de cabelo, aquecedor (se você precisar de  um além da calefação do quarto), guias tipo Lonely Planet &#8211; isso é uma  mão na roda, você pode deixar o seu Lonely Guide gigante em casa e só  anotar as partes principais, dai você checa o que quiser no albergue.<br />
&#8211; Sabe aquela carteinha de albergue? Esqueci o nome, mas é com um logo  laranja. Você fez antes de ir viajar? Que ótimo, guarde ela num lugar de  difícil acesso, porque você não vai precisar dela. Eu já fiz uma vez e  só me pediram no D´artagne (sei lá como escreve) em Paris e foi um dos  piores albergues que já fiquei. Anyway, a carteirinha é inutil.<br />
&#8211; Uma das coisas de fazer mochilão é ser flexível a mudanças de roteiro,  ou mesmo não saber qual o seu destino. Mas uma coisa importante, sempre  reserve o hostel para o fim de semana. Entre quinta e domingo os  albergues estão mais cheios e você pode acabar ficando sem lugar. Então,  go crazy, descubra lugares novos, mas saiba &#8211; e tenha reservas &#8211; do seu  destino no fim de semana! E se você mudar de idéia você só terá perdido  o dinheiro da reserva &#8211; que são gratuitas ou algo em torno de 2 euros &#8211;  o que é melhor do que ter que andar por ai procurando albergue com uma  mochila de 15 quilos nas costas. Believe me.<br />
&#8211; Para tomar banho e banheiros você pode encontrar cabines separadas ou  banheiros grandes com tudo junto. As vezes você vai encontrar aqueles  chuverinhos europeus que são um saco, ou um chuveiro que você tem que  ficar apertando de tempo em tempo. É, água é cara e eles não tomam banho  de mais de 15 minutos aqui.<br />
&#8211; Ah! Na maioria dos lugares da Europa a água da torneira é  perfeitamente boa para beber, então encha a sua garrafinha no albergue e  economize umas moedas.<br />
&#8211; Se você vai conhecer muita gente ou não depende de você. Então se  quiser conhecer pessoas, use o seu melhor sorriso no lobby do hostel! Se  tiver num pub, melhor ainda. As pessoas em albergues são mais abertas a  novos amigos, eles já estão acostumados a conversar com pessoas novas e  diferentes. Experiência própria, você dificilmente vai sentar num bar  para tomar uma cerveja sem alguém puxar papo ou te convidar para sentar  na mesa com eles. Mas tenta não ser a chata do Facebook, ok? Você  conversou com a pessoa, o papo foi legal e provavelmente vocês falem  tchau e nunca mais vão se ver na vida. Então se não rolou um papo  incrível, não vai convidando ela pra ficar na sua casa no Brasil nem  ficar pedindo pra te add no Facebook…</p>
<p>&#8211; Conheci o <a href="http://www.famoushostels.com/" target="_blank">Famous Hostels</a> agora e eles são uma boa opção no  estilo limpinho e organizado. Pelo menos o de Berlim e Praga era  incríveis. Ou vai no Google e sai procurando hostels por aí…</p>
<p><strong>O Universo mochileiro</strong><br />
&#8211; Aproveite que está numa cidade nova e dê férias para o seu iPod.  Procure uma estação de rádio legal e ouça o que o povo da cidade está  ouvindo! Sem falar que as pessoas pronunciam as palavras melhor no rádio  e acaba virando um ótimo exercício para o seu ouvido se acostumar com a  nova língua. E provavelmente o seu celular tem rádio e você nem se  lembrava disso.<br />
&#8211; Já me perguntaram de quantos litros é a mochila que eu uso pra viajar.  Eu não sei exatamente, diria que uns 50 litros. Eu comprei essa mochila  na Espanha porque a outra que eu estava usando não era própria pra  mochilão e estava me dando dores nas costas. Não sei qual o caminho  certo para escolher a mochila ideal, depende de quanto você está  disposto levar e quanto consegue carregar.<br />
&#8211; Aqui vai uma dica boa e fácil. Compre uma daquelas necesseires com  gancho para que você possa pendurar nas cabines de banho.<br />
&#8211; Eu só levo um tênis nas viagens, o tênis que está no meu pé. Na  mochila só vai uma havaianas. E você vai passar o dia todo andando,  então escolha bem o tênis!<br />
&#8211; Você provavelmente vai ter que lavar a sua roupa em algum ponto da  viagem. Outra opção é levar umas roupas mais velhas e jogá-las no lixo  depois do uso, mas pra isso você precisa de dinheiro e tempo pra comprar  novas roupas… ah, vai na laundry, não vai tomar mais do que duas horas  da sua viagem. Mas cuidado com as secadoras, elas costumam encolher a  roupa e meias são as piores coisas para secar, então talvez nesse ponto  seja bom comprar umas novas &#8211; ou use a calefação do quarto para terminar  de secar as suas roupas.<br />
&#8211; Tenha sempre um livro com você, porque você vai ter muito tempo ocioso  entre esperar um trem, um avião, esperar o sono…<br />
&#8211; Os albergues não costumam incluir café da manhã do preço da noite, um  café da manhã ok fica por volta de 3 euros enquanto um all-you-can-eat é  uns 5 euros. As cidades estão infestadas com opções baratas de comida  (yakissoba, pizza, kebab) que custam mais ou menos 3 euros, mas não  chegam a ser uma refeição de verdade. Uma refeição com bebida e lugar  pra sentar vai ficar por volta de 8 euros. Eu costumo comer bem no café  da manhã, comer qualquer coisa durante o dia e ter um bom jantar no fim  da tarde.<br />
&#8211; Você também vai levar uma mochila menor para as coisas que você usa  durante o dia &#8211; mapa, água, carteira, anotações e etc &#8211; e tenho que dar a  dica de comprar uma mochila dde trilha. Elas são mais leves,  impermeáveis e tem um “fecho” na frente, dando mais estabilidade  pra  mochila e aliviando o peso das costas.<br />
&#8211; Aqui em São Paulo nós estamos acostumados a pagar tudo no cartão de  débito e nunca temos muito dinheiro vivo. Na Europa as coisas são  diferentes, eles tem um caixa eletronico em cada esquina, portanto todo  mundo paga tudo em dinheiro e só grandes lojas e restaurantes aceitam  cartão. Então lembre-se de sempre ter dinheiro e também use calças com  bolsos para moeda, pois grande parte do dinheiro lá é em moedas.</p>
<p>&#8211; E eu uso a mochila porque acho mais prático pra subir e descer as  escadas de metro e etc. Mas se você preferir, e for se locomover pouco,  leva uma mala de rodinha, suas costas agradecem.</p>
<p><strong>E todo o resto…</strong></p>
<p>Quanto antes você planejar a viagem, mais barato vai pagar. Já saia  do Brasil com o ticket do Eurail (caso vá viajar de trem), já compre ou  saiba como e quando comprar outras passagens necessárias. Na verdade eu  nunca faço isso e acabo pagando mais caro por procurar passagens de  última hora…</p>
<p>Infelizmente eu nunca fiquei num albergue no Brasil nem na América do  Sul, mas planejo mudar isso e colocar dicas além da Europa.</p>
<p><em>Depois eu falo dicas de cidades específicas, e se quiser  acrescentar algo, comenta ai!</em></p>
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		<title>Keep in mind</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 20:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Winning isn’t everything but wanting to win is. You would achieve more, if you don’t mind who gets the credit. When everything else is lost, the future still remains. Don’t fight too much or the enemy will know your art of war. The only job you start at the top is when you dig a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Winning isn’t everything but wanting to win is.</li>
<li>You would achieve more, if you don’t mind who gets the credit.</li>
<li>When everything else is lost, the future still remains.</li>
<li>Don’t fight too much or the enemy will know your art of war.</li>
<li>The only job you start at the top is when you dig a grave.</li>
<li>If you don’t stand for something, you’ll fall for everything.</li>
<li>If you do little things well, you’ll do big ones better.</li>
<li>Only thing that comes to you without effort is old age.</li>
<li>You won’t get a second chance to make a first impression.</li>
<li>Only those who do nothing do not make mistakes.</li>
<li>Never take a problem to your boss unless you have a solution.</li>
<li>If you are not failing, you’re not taking enough risks.</li>
<li>Don’t try to get rid of your bad temper by losing it.</li>
<li>If at first you don’t succeed, skydiving is not for you.</li>
<li>Those who don’t make mistakes usually don’t make anything.</li>
<li>There are two kinds of failures: Those who think and never do, and those who do and never think.</li>
<li>Pick battles big enough to matter, small enough to win.</li>
<li>All progress has resulted from unpopular decisions.</li>
<li>Change your thoughts and you change your world.</li>
<li>Understanding proves intelligence, not the speed of the learning.</li>
<li>There are two kinds of fools in this world.: Those who give advice and those who don’t take it.</li>
<li>The best way to kill an idea is to take it to a meeting.</li>
<li>Management is doing things right. Leadership is doing the right things.</li>
<li>Friendship founded on business is always better than business founded on friendship.</li>
</ul>
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			<media:title type="html">Renata Rolim</media:title>
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		<title>Eu gosto de ser patética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Rolim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[patético (à) adj. adj. 1. Que move os afectos!afetos. 2. Que incita as paixões. 3. Tocante. s. m. 4. O que comove, o que fala ao coração. 5. Sentimento. 6. Arte de comover. músculo patético: o grande oblíquo do olho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=pat%C3%A9tico" target="_blank"><strong>patético</strong></a> (à)</p>
<div style="padding-left:10px;"><em>adj.</em></div>
<div style="padding-left:10px;"><em>adj.</em></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="font-size:9px;color:#999999;">1. </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">Que move os <span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">afectos</span><span style="font-size:0;">!</span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">afetos</span>.</span></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="font-size:9px;color:#999999;">2. </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">Que incita as paixões.</span></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="font-size:9px;color:#999999;">3. </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">Tocante.</span></div>
<div style="padding-left:10px;"><em>s. m.</em></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="font-size:9px;color:#999999;">4. </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">O que comove, o que fala ao coração.</span></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="font-size:9px;color:#999999;">5. </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">Sentimento.</span></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="font-size:9px;color:#999999;">6. </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">Arte de comover.</span></div>
<div style="padding-left:12px;"><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição"><strong><em>músculo patético</em></strong>: </span><span style="cursor:pointer;" title="Duplo clique para ver definição">o grande oblíquo do olho.</span></div>
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