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	<title>nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</title>
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	<description>E se alguém de repente lhe disser para não se pôr com essas conversas ...</description>
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		<title>Nanotecnlogia para entretenimento e deteção Alzheimer</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 11:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Crichton]]></category>
		<category><![CDATA[Nanotecnlogia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Já passaram mais de dez anos desde que acordei literalmente para a temática da nanotecnologia. Ainda não havia Laboratório Ibérico de Nanotecnologia nos terrenos que outrora foram da Bracalândia, em Braga, quando li aquele que considero o melhor livro de Michael Crichton – Presas – precisamente sobre nanotecnologia. Estranho que [&#8230;]</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com/tecnologia/nanotecnlogia-para-entretenimento-e-detecao-alzheimer/">Nanotecnlogia para entretenimento e deteção Alzheimer</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com">nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Já passaram mais de dez anos desde que acordei literalmente para a temática da nanotecnologia.</p>
<p>Ainda não havia Laboratório Ibérico de Nanotecnologia nos terrenos que outrora foram da Bracalândia, em Braga, quando li aquele que considero o melhor livro de <a rel="nofollow" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michael_Crichton" title="Michael Crichton" target="_blank">Michael Crichton</a> – <strong>Presas</strong> – precisamente sobre nanotecnologia.</p>
<p>Estranho que neste espaço de tempo, só pontualmente tenha ouvido falar de aplicações da nanotecnologia. Ou então, serei eu que estou desatento … mas esta em particular não me passou despercebida, talvez por ser bastante sensível a esta doença &#8211; Alzheimer &#8211; que considero das mais dramáticas pois atenta contra a nossa própria identidade.</p>
<p><img class="alignright wp-image-1297" src="http://mediablog.numteponhas.com/Nature-Nano-cover.jpg" alt="Nature-Nano-cover" width="400" height="525" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/Nature-Nano-cover-780x1024.jpg 780w, http://mediablog.numteponhas.com/Nature-Nano-cover-960x1261.jpg 960w, http://mediablog.numteponhas.com/Nature-Nano-cover-680x893.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/Nature-Nano-cover-740x972.jpg 740w, http://mediablog.numteponhas.com/Nature-Nano-cover.jpg 1241w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />Um estudo publicado na <a rel="nofollow" href="http://www.nature.com/nnano/journal/v10/n1/full/nnano.2014.254.html" title="Nature Nanotechnology" target="_blank">Nature Nanotechnology</a> aponta um novo tipo de exame cerebral, desenvolvido por cientistas da Northwestern University, que é capaz de detetar as toxinas que causam a doença de Alzheimer.</p>
<p>O teste, que utiliza a nanotecnologia, identifica os primeiros sinais de demência e pode vir a ser utilizado para controlar e combater a doença.</p>
<p>As áreas do cérebro que contêm as tais toxinas são vistas no scan ao cérebro como grandes manchas escuras.</p>
<p>A identificação dá-se pela utilização de uma nanoestrutura magnética que pode ser vista por um aparelho de ressonância magnética.</p>
<p>Esta nanoestrutura magnética é ligado a um anticorpo que “procura” as tais toxinas cerebrais (amyloid beta).</p>
<p>Este exame pode ser utlizado para diagnóstico, mas também com fins terapêuticos, uma vez que em avaliações sucessivas é capaz de determinar os efeitos da administração de um novo medicamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas voltando ao livro, gosto muito deste tipo de tramas, apelidados de techno-thrillers. Neste género, Michael Crichton, era por certo um mestre. Neste e noutros, o que pode ser atestado por algumas obras que chegaram ao cinema: <a rel="nofollow" href="http://www.imdb.com/title/tt0120184" title="A Esfera" target="_blank">A Esfera</a>, Parque Jurássico, <a rel="nofollow" href="http://www.imdb.com/title/tt0109635/" title="Disclosure" target="_blank">Disclosure</a>, a série <a rel="nofollow" href="http://www.imdb.com/title/tt0108757/" title="ER" target="_blank">ER</a>, …</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1299" src="http://mediablog.numteponhas.com/prey-michael-crichton.jpg" alt="prey-michael-crichton" width="410" height="613" />Morreu em 2008 e acho que o mundo nem se apercebeu …</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A razão do preferir <strong>Prey</strong> (Presas) a todos os outros que li, prende-se não apenas por ter sido surpreendido pelo potencial alcance da nanotecnologia, mas também pela conjugação do tema com as ciências da computação, particularmente com a inteligência artificial.</p>
<p>Michael Crichton conta-nos a história de uma epidemia &#8220;nanotecnológica&#8221; e dos esforços desesperados do protagonista e de um grupo de cientistas para a travar. O livro, que presumo esteja muito bem escrito no original, dada a coerência e rigor com que os aspetos técnicos são apresentados, nomeadamente o que diz respeito às ciências da computação, que é a valência que eu posso avaliar, não conta com uma tradução para português à altura. No entanto este facto não é perturbador do clima de suspense e até ansiedade em que o autor nos consegue colocar.</p>
<p>No deserto do Nevada, uma experiência corre mal. Uma nuvem de nanopartículas &#8211; micro-robots &#8211; escapa-se do laboratório. Esta nuvem tem vida própria, foi programada para ser autónoma, auto-reproduzir-se e trabalhar em grupo &#8211; como um enxame, um sistema de agentes, seguindo um algoritmo informático com fundamentos de inteligência artificial que simula o comportamento cooperativo dos predadores. A ideia era desenvolver esta tecnologia para fins elevados e altruístas. Fins médicos, por exemplo, a fabricação de câmaras miniaturizadas que pudessem percorrer o nosso sistema sanguíneo.</p>
<p>Após a fuga dos laboratórios da Xymos Technology (fixei este nome pela semelhança com o da banda <a href="http://www.numteponhas.com/musica/clan-xymox-misturam-dark-wave/" title="Clan of Xymox" target="_blank">Clan of Xymox</a>), e dada a &#8220;inteligência&#8221; e capacidade de aprendizagem do enxame, este multiplica-se, evoluí, torna-se mortal para tudo o que é ser vivo na zona. Todas as tentativas para o destruir vão falhando invariavelmente e o ser humano é a sua derradeira presa &#8230;</p>
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		<title>O excecional ano de 1987</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 17:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A propósito de escrever um apontamento sobre uma banda – os The Smiths, acabei, agora que 2014 está a acabar, relembrando todo um ano – o de 1987 &#8211; ano extremamente rico, não fosse o ano dos meus Sweet Sixteen e da conquista da Taça dos Campeões Europeus. A Princesa [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>A propósito de escrever um apontamento sobre uma banda – os <strong>The Smiths</strong>, acabei, agora que 2014 está a acabar, relembrando todo um ano – o de 1987 &#8211; ano extremamente rico, não fosse o ano dos meus <a rel="nofollow" href="http://youtu.be/Nc9gVsGBeD8"  target="_blank">Sweet Sixteen</a> e da conquista da Taça dos Campeões Europeus.</p>
<p>A Princesa Diana visitou o Porto e o velhinho Fontes Pereira de Melo (a escola onde fiz o complementar) parou para ver a Lady Di (não) visitar o British Council, mesmo em frente, do outro lado da rua. À última hora foi desviada para algum lado e deixou-nos “levar” com o carrancudo do Charles.</p>
<p>Foi o ano em que chegou às salas de cinema <strong>Dirty Dancing</strong>, uma espécie de musical, de que nunca fui fã, mas que ainda assim prendeu a minha atenção, e principalmente a das “meninas” da minha geração.  Patrick Swayze muito jovem contracenava com Jennifer Grey. Registo a música <strong>Time of my Life</strong>.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/WpmILPAcRQo?rel=0&amp;showinfo=0" width="720" height="540" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Vídeo de Dirty Dancing</strong></p>
<p>O FC Porto foi Campeão Europeu pela 1a vez, com aquele “taconazo” de Madjer (estranhamente não incluído nos melhores golos de sempre da Taça/Liga dos Campeões) , e eu com o meu amigo Paulo Rosas (por onde andas?), fomos os únicos a faltar ao teste de Físico-Química do dia seguinte, que simpaticamente (e calculadamente), a professora acabaria por nos deixar realizar uns dias mais tarde.</p>
<p><a href="http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo.jpg"  rel="lightbox[1231]" title="O excecional ano de 1987"><img class="aligncenter wp-image-1232" src="http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo.jpg" alt="Taconazo de Madjer na final do Prater de Viena" width="720" height="498" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo-300x207.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo-1024x707.jpg 1024w, http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo-960x663.jpg 960w, http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo-680x470.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo-740x511.jpg 740w, http://mediablog.numteponhas.com/madjer-taconazo.jpg 1221w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a></p>
<p>Foi o ano em que me enamorei dos croissants recheados da recém-aberta <strong>Celeste</strong>, em Cedofeita. Bem quentinhos, acabados de sair do forno.</p>
<p>Foi o ano de nas aulas de eletrónica, criar circuitos impressos e montar componentes eletrónicos que implementavam dispositivos cujo funcionamento interno não percebíamos. Daí ter compreendido logo que mais tarde deveria fugir para Informática e ir para LESI em Braga em vez de prosseguir estudos numa área que para aquele nível de ensino inicial, tinha mais de místico que de científico.</p>
<p>Foi o ano de descobrir a minha apetência natural para os matraquilhos, entretanto descontinuada, que ainda assim me custou uma valente repreensão e represálias, por ter estragado com óleo, o casaco de antílope que o meu pai não usava, mas que guardava religiosamente no então guarda-vestidos.</p>
<p>1987 foi tudo isso que me acabou de ocorrer (exceto a final de Viena que me habita sempre o pensamento quando lembro 87), e foi muito principalmente – sobre isso me propus escrever &#8211; o ano do último álbum de originais dos <strong>The Smiths</strong>, banda que nesta altura ocupava praticamente o topo das minhas preferências musicais.</p>
<p>Uma banda de Manchester, como muito do que mais aprecio em termos musicais: Barclay James Harvest, James, Tim Booth, Swing Out Sister, The Verve, The Stone Roses, Ian Brown, e outros … Deixando para o fim, os principais: Ian Curtis, Joy Division e New Order.</p>
<p>Talvez seja daí que advém a afinidade clubística com o United, em detrimento do Liverpool e das equipas de Londres.</p>
<p><strong>Strangeways, Here We Come</strong> ainda é para mim, daqueles álbuns que se ouvem do princípio ao fim sem evitar faixas.</p>
<p>Entre temas que ainda hoje trauteio com agrado como “A Rush and a Push and the Land Is Ours”, &#8220;Death of a Disco Dancer&#8221; e &#8220;Girlfriend in a Coma&#8221;, está o &#8220;Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me&#8221;, que eu propositadamente gravei no início da cassete, o que me facilitava o ato de rebobinar e voltar a ouvir de novo.</p>
<p><a href="http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come.jpg"  rel="lightbox[1231]" title="O excecional ano de 1987"><img class="aligncenter wp-image-1234" src="http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come.jpg" alt="Strangeways, here we come - The Smiths" width="720" height="720" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come-150x150.jpg 150w, http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come-300x300.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come-55x55.jpg 55w, http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come-680x680.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come-740x740.jpg 740w, http://mediablog.numteponhas.com/strangeways-here-we-come.jpg 800w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a></p>
<p>Grande amplitude sonora, com uma musicalidade inicial baixa e duradoura, dada por um ambiente género “almas que ardem em lume brando num purgatório” e que vão soltando bramidos, que nos vai preparando para um crescendo de sonoridade ditada pela entrada dos vocais e dos restantes instrumentos, uma vez que o piano acompanha desde o início.</p>
<p>Gosto também da <a rel="nofollow" href="http://youtu.be/9wA_S8TlLu0"  target="_blank">posterior versão dos Low</a>, que também explora uma grande amplitude sonora, mas que estabelece menos este contraste.</p>
<p>Mas o que me levou a escrever, e a vir fazê-lo aqui no blog, dado o n.º de carateres que logo se soltaram, (as palavras são como as cerejas, principalmente para quem ultimamente só redige sobre temas muito técnicos e pouco libertadores), foi ao ter procurado um vídeo que ilustrasse a música, ter encontrado um em particular (abaixo), do qual fazem parte excertos do filme “A Lenda de 1900”, onde Tim Roth, da série <a rel="nofollow" href="http://fox.canais-fox.pt/lie-to-me"  target="_blank">Lie To Me</a> faz de alguém abandonado à nascença a bordo de um transatlântico, que acaba por nunca sair do navio e à custa do contacto diário com um piano a bordo, desenvolver uma excecional capacidade de execução daquele instrumento.</p>
<p>O vídeo retrata a fascinação do personagem interpretado por Roth, ao ver os olhos azuis de <strong>Mélanie Thierry</strong> – pudera <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f61b.png" alt="😛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (<a rel="nofollow" href="http://www.imdb.com/name/nm0858048" >IMDB</a>).</p>
<p>A música não está nada bem enquadrada com a imagem, pois nem sequer faz parte da banda sonora do filme, mas vale pelo “2 em 1” de juntar dois registos diferentes mas excecionais.</p>
<p>Mas não é por não incluir esta tema dos The Smiths que a banda sonora de The Legend of 1900 deixa de ser rica. Está garantida pelas músicas serem praticamente todas da autoria de  <strong>Ennio Morricone</strong> e por conter ainda um tema &#8220;Lost Boys Calling&#8221; de <strong>Roger Waters</strong> &#8211; o meu &#8220;Pink Floyd favorito&#8221;.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/E5Yj8Ujasaw?rel=0&amp;showinfo=0" width="720" height="405" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me dos The Smiths, ilustrada por imagens do filme “A Lenda de 1900”</strong></p>
<p>Com Mar, Piano, música da melhor, um lindo par de olhos azuis &#8230; estão reunidos componentes mais que suficientes para que eu goste <img src="http://www.numteponhas.com/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Clan of Xymox misturam Dark Wave</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 09:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Clan of Xymox]]></category>
		<category><![CDATA[Dark Wave]]></category>
		<category><![CDATA[Kindred Spirits]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se alguma vez me identifiquei de forma especial em termos musicais com algum estilo ou movimento, foi na adolescência e com a chamada Dark Wave. Joy Division, Bauhaus, Cocteau Twins, Dead Can Dance, Virgin Prunes, Anne Clark, This Mortal Coil por inerência, e mais rebuscadamente, como alguns consideram ainda, Peter [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Se alguma vez me identifiquei de forma especial em termos musicais com algum estilo ou movimento, foi na adolescência e com a chamada Dark Wave.<br />
Joy Division, Bauhaus, Cocteau Twins, Dead Can Dance, Virgin Prunes, Anne Clark, This Mortal Coil por inerência, e mais rebuscadamente, como alguns consideram ainda, Peter Murphy, The Cure, Depeche Mode, Love and Rockets e New Order.</p>
<p>Uma das bandas dessa Dark Wave, que estava entre as minhas preferidas, eram os <strong>Clan of Xymox</strong>, particularmente devido ao seu álbum homónimo, de estreia.<br />
Ainda hoje, associo aos alarme do telemóvel com que acordo, o som de “A day” dos Xymox, que assim se passaram a chamar durante algum tempo.<br />
Não porque seja a minha faixa preferida, mas porque quero acreditar ter a batida no crescendo certo para me expulsar da cama ao fim de alguns minutos de audição <img src="http://www.numteponhas.com/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><a href="http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits.jpg"  rel="lightbox[1219]" title="Clan of Xymox misturam Dark Wave"><img class="aligncenter wp-image-1220" src="http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits.jpg" alt="clan-of-xymox-kindred-spirits" width="920" height="920" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits-150x150.jpg 150w, http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits-300x300.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits.jpg 1024w, http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits-55x55.jpg 55w, http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits-960x960.jpg 960w, http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits-680x680.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/clan-of-xymox-kindred-spirits-740x740.jpg 740w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /></a></p>
<p><strong>Kindred Spirits</strong> de 2012 é um álbum interessante, por ser constituído totalmente por covers de temas desses outros grupos caraterísticos da Dark Wave (uns mais que outros).</p>
<p>Se acho que alguma das covers em especial, é melhor que o original? – Não propriamente … Mas é uma boa playlist <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>01. Venus (Shocking Blue)<br />
02. Alice (The Sisters of Mercy)<br />
03. Is Vic There? (Department S)<br />
04. A Forest (The Cure)<br />
05. Something I Can Never Have (Nine Inch Nails)<br />
06. Red Light (Siouxsie and the Banshees)<br />
07. Decades (Joy Division)<br />
08. Heroes (David Bowie)<br />
09. A Question Of Time (Depeche Mode)<br />
10. Creep (Radiohead)<br />
11. Blue Monday (New Order)</p>
<p style="text-align: right;">spotify:album:4lYAjSl4SlBw89ne2s9HcP</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/-WBYCFxV6rk?rel=0&amp;showinfo=0" width="720" height="405" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">Clan of Xymox &#8211; <strong>Something I Can Never Have</strong> (Nine Inch Nails)</p>
<p>&nbsp;</p>
</div><p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com/musica/clan-xymox-misturam-dark-wave/">Clan of Xymox misturam Dark Wave</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com">nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</a>.</p>
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		<title>Start-up portuguesa vence prémio de mobilidade do Madrid Smart Lab</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 15:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[BuzzStreets]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[smart cities]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A BuzzStreets &#8211; uma start-up portuguesa homónima da plataforma e aplicação que criou para smartphone e que agrega e interpreta em tempo real informação sobre as intervenções que perturbem a circulação de viaturas oferecendo aos utilizadores rotas alternativas &#8211; venceu o prémio de mobilidade na capital espanhola do Madrid Smart [&#8230;]</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com/tecnologia/start-portuguesa-vence-premio-de-mobilidade-madrid-smart-lab/">Start-up portuguesa vence prémio de mobilidade do Madrid Smart Lab</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com">nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>A <strong>BuzzStreets</strong> &#8211; uma start-up portuguesa homónima da plataforma e aplicação que criou para smartphone e que agrega e interpreta em tempo real informação sobre as intervenções que perturbem a circulação de viaturas oferecendo aos utilizadores rotas alternativas &#8211; venceu o prémio de mobilidade na capital espanhola do Madrid Smart Lab.</p>
<p><a href="http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets.jpg"  rel="lightbox[1213]" title="Start-up portuguesa vence prémio de mobilidade do Madrid Smart Lab"><img class="aligncenter size-full wp-image-1214" src="http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets.jpg" alt="buzzstreets" width="1400" height="934" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets-300x200.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets-1024x683.jpg 1024w, http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets-960x640.jpg 960w, http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets-680x453.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets-740x493.jpg 740w, http://mediablog.numteponhas.com/buzzstreets.jpg 1400w" sizes="(max-width: 1400px) 100vw, 1400px" /></a></p>
<p>Esta start-up nacional explica que esta aplicação foi escolhida entre centenas de candidaturas e, com este prémio, esta start-up será a única a portuguesa presente no programa de aceleração da Madrid Smart Lab.</p>
<p>A BuzzStreets irá integrar o programa de aceleração da <a rel="nofollow" href="http://es.madridsmartlab.com/" title="Madrid Smart Lab" target="_blank">Madrid Smart Lab</a> já a partir de 12 de Janeiro. São seis semanas de trabalho intensivo na incubadora Smart Lab La Vaguada. Nos primeiros meses, a startup portuguesa vai criar a plataforma para o registo das ocorrências que será a base da app.</p>
<p>Em Setembro, esta empresa lançou uma app para as cidades do Porto e de Lisboa e vai chegar a Madrid no mesmo período que chega a São Paulo. A BuzzStreets tem já as bases necessárias para a entrada no Brasil.</p>
<blockquote><p>No fundo, a plataforma que criámos não é mais do que um organizador que facilita a vida dos cidadãos e das câmaras, agregando informação sobre obras públicas, intervenções agendadas, situações pontuais e imprevistos que dificultam a circulação na cidade.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">João Marques Fernandes, CEO e co-fundador da <a rel="nofollow" href="http://www.buzzstreets.com/" title="BuzzStreets" target="_blank">BuzzStreets</a></p>
</div><p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com/tecnologia/start-portuguesa-vence-premio-de-mobilidade-madrid-smart-lab/">Start-up portuguesa vence prémio de mobilidade do Madrid Smart Lab</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com">nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</a>.</p>
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		<item>
		<title>Adolfo Luxúria Canibal, Buda e Peste</title>
		<link>http://www.numteponhas.com/pessoal/adolfo-luxuria-canibal-buda-e-peste/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 19:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Luxúria Canibal]]></category>
		<category><![CDATA[Budapeste]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de Santa Maria Madalena da Falperra]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel da Falperra]]></category>
		<category><![CDATA[Longos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foi precisamente em Braga que aprendi a gostar dos Mão Morta há mais de 20 anos atrás. Particularmente do seu líder, que teve o bom gosto de utilizar no nome, o mais sedutor dos 7 pecados mortais. Bracarense, ou quase, Adolfo Luxúria Canibal (ALC) teve o condão de andar por [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Foi precisamente em Braga que aprendi a gostar dos Mão Morta há mais de 20 anos atrás. Particularmente do seu líder, que teve o bom gosto de utilizar no nome, o mais sedutor dos 7 pecados mortais.</p>
<p>Bracarense, ou quase, <strong>Adolfo Luxúria Canibal</strong> (ALC) teve o condão de andar por Lisboa e ter preferido voltar, ao contrário de muitos.</p>
<p>Atualmente sensível ao que a Guimarães diz respeito, li online o artigo de opinião de Adolfo para o SOL que não terá muitas semanas e onde o líder dos mão-morta, <a rel="nofollow" href="http://www.sol.pt/noticia/117637" title="exalta a beleza do centro vimaranense" target="_blank">exalta a beleza do centro vimaranense</a>.</p>
<div id="attachment_1197" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira.jpg"  rel="lightbox[1193]" title="Adolfo Luxúria Canibal, Buda e Peste"><img class="size-large wp-image-1197" src="http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira-1024x680.jpg" alt="Largo Senhora da Oliveira" width="680" height="451" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira-300x199.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira-1024x680.jpg 1024w, http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira-960x638.jpg 960w, http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira-680x452.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira-740x491.jpg 740w, http://mediablog.numteponhas.com/senhora-oliveira.jpg 1280w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a><p class="wp-caption-text">Largo Senhora da Oliveira</p></div>
<p>Hoje calhou passar-me o semanário em papel pelas mãos e ALC refere em novo artigo, mais um dos imensos motivos de visita desta zona do país.</p>
<p>Colada a Braga, mas em terras de Guimarães, a <strong>Capela de Santa Maria Madalena da Falperra</strong>, fica ao que julgo saber, e ao contrário do que Adolfo refere no artigo, (porventura condicionado pela sua vontade enquanto bracarense), não num limbo administrativo, mas definitivamente em Santa Cristina de Longos, concelho de Guimarães, tal qual o seu vizinho, Hotel da Falperra.</p>
<div id="attachment_1196" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1.jpg"  rel="lightbox[1193]" title="Adolfo Luxúria Canibal, Buda e Peste"><img class="wp-image-1196" src="http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1-768x1024.jpg" alt="Igreja da Falperra" width="400" height="533" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1-225x300.jpg 225w, http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1-768x1024.jpg 768w, http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1-960x1280.jpg 960w, http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1-680x906.jpg 680w, http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1-740x986.jpg 740w, http://mediablog.numteponhas.com/igreja-falperra1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p class="wp-caption-text">Igreja da Falperra</p></div>
<p>Já antes mostrei achar piada a esta rivalidade Bracara-Vimaranense, até por ter estado de um dos lados e agora <a href="http://www.numteponhas.com/pessoal/guimaraes-ou-braga-guimaraes-passei-para-os-espanhois/" >me ter passado para o outro</a> <img src="http://www.numteponhas.com/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Mas neste particular, e estando o interior da igreja, pelos vistos de património assinalável, condenado a estar fechado a maior parte do tempo e assim longe dos visitantes que o poderiam admirar, tendo a concordar com ALC e a reclamar uma solução.</p>
<p>Se bem que para resolver este estado de coisas, não será por certo necessário que aqueles terrenos passem a integrar Braga.</p>
<p>Sendo certo, que são os bracarenses e não os vimaranenses, que por lá vão casando e batizando os filhos.</p>
<p>Em todo o caso, é ótimo que Luxúria Canibal alerte os leitores do SOL para as belezas do Minho, até porque da música que fazia, e do que eu mais gostava, retenho referências bem mais geograficamente longínquas, como Amsterdão e Budapeste.</p>
<p>Aliás, atente-se a este propósito no exemplo de Buda e de Peste, que mesmo com o Danúbio para as dividir, escolheram a unificação <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zHRmtF59hA4?rel=0&amp;showinfo=0" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Guimarães ou Braga? &#8211; Guimarães, passei-me para os espanhóis</title>
		<link>http://www.numteponhas.com/pessoal/guimaraes-ou-braga-guimaraes-passei-para-os-espanhois/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 17:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Braga]]></category>
		<category><![CDATA[espanhóis]]></category>
		<category><![CDATA[Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[marroquinos]]></category>
		<category><![CDATA[rivalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em Braga, na saída para Guimarães, pela nacional, vi esta tabuleta vandalizada. Nada de estranhar, dada a rivalidade entre as duas grandes cidades do Minho. Danificar bens públicos é sempre feio, mas neste particular, atualmente fico mais incomodado do que há uns anos (muitos) atrás, em que a minha simpatia [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Em Braga, na saída para Guimarães, pela nacional, vi esta tabuleta vandalizada.</p>
<p>Nada de estranhar, dada a rivalidade entre as duas grandes cidades do Minho.</p>
<p>Danificar bens públicos é sempre feio, mas neste particular, atualmente fico mais incomodado do que há uns anos (muitos) atrás, em que a minha simpatia estava do lado de Braga, por força de lá ter estudado.</p>
<p>Em Guimarães, encontrei uma cidade cheia de carácter, com um centro histórico lindíssimo, e onde as pedras parecem ter alma, como no meu Porto.</p>
<p>Em poucos meses, troquei de lado e saltei para a trincheira do inimigo, daí o incómodo causado pela placa.</p>
<ul>
<li>Já professo a Penha em vez do Bom Jesus.</li>
<li>Universidade do Minho para mim é Azurém e não Gualtar.</li>
<li>Depois do FCP já vem o Vitória, à frente do SC Braga. (outra caraterística que muito aprecio em Guimarães – paixões clubísticas por um dos 3 grandes que superem o carinho pelo Vitória, são raras, e aqui se vê, muito mais que em Braga, o sentimento de pertença e o apego e devoção à cidade).</li>
<li>Troco o Braga Parque pelo Espaço Guimarães, e o antigo Feira Nova de Braga que me perdoe.</li>
<li>Reivindico a entrada do Hotel da Falperra, como sendo de Guimarães.</li>
<li>E só não posso preferir comemorar a batalha de S. Mamede a 24 de junho, porque aí o S. João de Braga é também o do meu Porto.</li>
</ul>
<p>Como queriam que não gostasse tanto de Guimarães!?<br />
… até vim a saber, que em 1885, os Vimaranenses vieram para a rua marchar em protesto e numa reunião da Associação Artística decidiram unirem-se ao Porto, em detrimento de Braga, criando uma comissão de vigilância e resistência e ostentando nas casas bandeiras com a divisa “União ao Porto” e bandeiras azuis e brancas (que lindas cores) com a inscrição “Antes quebrar que torcer”.</p>
<p>Em suma, passei-me por completo para os &#8220;espanhóis&#8221;, mas isso não quer dizer que renegue “Marrocos” da década de 90 <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<item>
		<title>Apenas universidades do Norte entre as melhores 400 do mundo</title>
		<link>http://www.numteponhas.com/ens/universidades-do-norte-entre-melhores-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Oct 2013 17:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[efeito de dispersão]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Minho]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma é a Universidade da minha adorada cidade. A outra, é a Universidade que me conferiu os meus graus académicos. Se bem que isso já foi há uns anitos largos &#8230; Vejo pelo “obelisco” que aparece na imagem que apresento da Universidade do Minho, e que fui buscar ao Expresso, que [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Uma é a Universidade da minha adorada cidade. A outra, é a Universidade que me conferiu os meus graus académicos. Se bem que isso já foi há uns anitos largos &#8230;</p>
<p>Vejo pelo “obelisco” que aparece na imagem que apresento da Universidade do Minho, e que fui buscar ao Expresso, que já começo a ser algo pré-histórico, pois o referido monumento ainda não estava lá, quando por lá andei em Gualtar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1088" alt="melhores universidades do mundo" src="http://mediablog.numteponhas.com/melhores-universidades.jpg" width="600" height="251" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/melhores-universidades-300x125.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/melhores-universidades.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Pelos vistos, só Porto e Minho continuam a fazer parte do <a rel="nofollow" href="http://www.timeshighereducation.co.uk/world-university-rankings/2013-14/world-ranking" title="Times Higher Education World University Rankings 2013-2014" target="_blank">Times Higher Education World University Rankings 2013-2014</a>, o prestigiado ranking da <strong>Thomson Reuters</strong>, e o único a nível realmente global.</p>
<p>A <strong>Universidade de Aveiro</strong> infelizmente saiu do índice, mas a <strong>Universidade do Porto</strong> e a <strong>Universidade do Minho</strong> mantêm-se entre as posições 351 e 400.</p>
<p>É a minha geografia que anda errada, ou mesmo neste país híper-centralista, estas três universidades – pelos vistos as mais bem sucedidas – estão relativamente longe do núcleo desse centralismo e implantadas na depauperada zona Norte do País?</p>
<p>Imaginem lá o que sucederia se os milhões dos <strong>fundos de coesão europeus</strong>, supostamente recebidos para ajudar à coesão europeia, e devidos ao Norte e às outras regiões  portuguesas ainda abaixo da média da União, não fossem desviados para Lisboa através do habilidoso estratagema designado de “efeito de dispersão”.</p>
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		<title>Reparar o erro do Flash no Chrome</title>
		<link>http://www.numteponhas.com/software/erro-flash-chrome/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Oct 2013 16:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[chrome]]></category>
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Explorer]]></category>
		<category><![CDATA[Netspace]]></category>
		<category><![CDATA[opera]]></category>
		<category><![CDATA[plugin]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Experimentei há dias este expediente e até agora tem resultado. Daí que o aconselhe a todos que ainda padecem deste mal. Cedo deixei o Internet Explorer para trás, trocando-o por outros browsers. Verdadeiramente nunca usei IE até porque nos primórdios da web, o Netspace era &#8220;o browser&#8221;. O Firefox foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p><img class="alignright size-full wp-image-1080" alt="erro de flash" src="http://mediablog.numteponhas.com/erro-flash.png" width="328" height="274" />Experimentei há dias este expediente e até agora tem resultado. Daí que o aconselhe a todos que ainda padecem deste mal.</p>
<p>Cedo deixei o Internet Explorer para trás, trocando-o por outros browsers.</p>
<p>Verdadeiramente nunca usei IE até porque nos primórdios da web, o Netspace era &#8220;o browser&#8221;.</p>
<p>O <strong>Firefox</strong> foi durante muitos anos o meu eleito, mas após alguma consolidação do <strong>Chrome</strong>, também o troquei pelo navegador da Google, pois passei a encontrar a mesma flexibilidade que encontrava no Firefox e de forma muito mais leve.</p>
<p>O problema que me começava a deixar impaciente e fez com que durante algum tempo voltasse ao Firefox, ou mesmo chegasse a usar com alguma regularidade o <strong>Opera</strong>, foi o conflito gerado pelo Flash, que volta e meia me impedia de ver vídeos e animações gerando erros só ultrapassáveis com uma reinicialização.</p>
<p>Felizmente, descobri a cura para a ausência de resposta que não raras vezes acometia o plugin do Flash para o Chrome e é isso que documento de seguida, para quem queira implementar “a cura” no caso de ter estes mesmos sintomas.</p>
<p>A razão parece estar na duplicidade de versões do <strong>Flash</strong> que poderemos ter instaladas.</p>
<p>Abra o Chrome e digite <a rel="nofollow" href="chrome://plugins/" >chrome://plugins/</a> na barra de endereço.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1083" alt="erro do flash: aceder aos plugins instalados" src="http://mediablog.numteponhas.com/erro-flash-tut00.jpg" width="573" height="57" /></p>
<p>Esta é a forma de visualizar todos os plugins (pequenos programas) que estão instalados na sua versão do Chrome.</p>
<p>Em relação ao Adobe Flash Player (antes Shockwave Flash, e já agora, ainda antes, Macromedia Flash), repare se não terá duas versões instaladas.</p>
<p>O procedimento que lhe indico assenta nesse pressuposto. Se vê que apenas tem uma versão instalada, e ainda assim o Flash no Chrome não reage normalmente, então o seu problema é outro que não este, e este post não o ajudará.</p>
<p>Para visualizar informação mais completa e um resultado mais parecido com o que a imagem abaixo ilustra, clique em <em>+ detalhes</em> sob o lado superior direito da página.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1082 aligncenter" alt="erro do flash: passo 1" src="http://mediablog.numteponhas.com/erro-flash-tut01.jpg" width="629" height="390" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/erro-flash-tut01-300x186.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/erro-flash-tut01.jpg 629w" sizes="(max-width: 629px) 100vw, 629px" /></p>
<p>Repare que em <strong>Adobe Flash Player</strong> aparecem dois grupos distintos – são as duas versões instaladas do plugin, uma interna ao próprio Chrome e a outra, uma versão do seu sistema.</p>
<p>Embora o que vê no seu Chrome possa não coincidir totalmente com o que lhe mostro na imagem, é fácil destrinçar entre as duas versões.</p>
<p>Consegue distinguir as duas versões perfeitamente, olhando para a localização da biblioteca (o ficheiro DLL). A versão interna do Chrome estará algures abrigada dentro de pastas como Google e Chrome.</p>
<p>A versão do sistema (e isto é para quem tem o sistema operativo da Microsoft) estará abaixo da pasta Windows.</p>
<p>Vamos então desativar o plugin interno do Chrome.</p>
<p>Basta clicar no texto <strong>Desativar</strong> que está associado à versão que identificou como correspondendo à versão interna do Flash. A imagem mostra como tudo ficará.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1084" alt="erro do flash: plugin desativado" src="http://mediablog.numteponhas.com/erro-flash-tut02.jpg" width="620" height="469" /></p>
<p>Resta agora fechar o Chrome e nas próximas utilizações verificar se o remédio resultou.</p>
<p>Fiz isto há uns dias e não tive mais nenhuma falha, mas pelo que pesquisei, ainda assim, o erro pode voltar a ocorrer, embora com uma frequência bem menor.</p>
</div><p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com/software/erro-flash-chrome/">Reparar o erro do Flash no Chrome</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com">nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</a>.</p>
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		<title>Receber automaticamente as atualizações de sites e páginas do Facebook</title>
		<link>http://www.numteponhas.com/internet/atualizacoes-sites-paginas-facebook/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2013 13:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Greatnews]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Existem páginas web que por algum motivo, seja ele apenas lúdico, ou mesmo profissional, necessitamos acompanhar, mantendo-nos ao corrente das novas publicações que ali vão sendo feitas. Uma forma fácil de acompanhar esses desenvolvimentos é recorrendo às feeds RSS, no caso do website em causa, as produzir. Tendo acesso à [&#8230;]</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com/internet/atualizacoes-sites-paginas-facebook/">Receber automaticamente as atualizações de sites e páginas do Facebook</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.numteponhas.com">nUM te ponhas cUm essas cUMBersas</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Existem páginas web que por algum motivo, seja ele apenas lúdico, ou mesmo profissional, necessitamos acompanhar, mantendo-nos ao corrente das novas publicações que ali vão sendo feitas.</p>
<p>Uma forma fácil de acompanhar esses desenvolvimentos é recorrendo às feeds <a rel="nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/RSS" title="RSS" target="_blank">RSS</a>, no caso do website em causa, as produzir.</p>
<p>Tendo acesso à feed, basta utilizá-la num dos muitos leitores de RSS disponíveis.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1069" alt="Obter a feed de uma página do facebook" src="http://mediablog.numteponhas.com/feed-pagina-do-facebook.jpg" width="630" height="346" /></p>
<h3>Um leitor de feeds permite visualizar num único local as alterações realizadas em diversas páginas web</h3>
<p>Desta forma podemos colecionar as feeds dos sites que desejamos acompanhar e concentrá-las num único local.</p>
<p>Torna-se muito mais fácil acedermos às novas publicações desses sites na nossa conta online do Feedly ou mesmo numa aplicação para desktop de RSS como o GreatNews (isto para dar apenas um exemplo de cada tipo), do que aceder a cada um dos sites em busca de novo conteúdo.</p>
<p>Experimentado este expediente e comprovada a sua mais-valia para simplificar o processo de acompanhar os sites que queremos manter “debaixo de olho”, deparamo-nos com um problema:<br />
É que nem todos os sites produzem as referidas feeds, o que inviabiliza totalmente o expediente descrito.</p>
<h3>Há sites que não disponibilizam feeds</h3>
<p>Não é que seja difícil ou trabalhoso para os autores dos sites, disponibilizarem feeds. Pelo contrário, trata-se de uma tecnologia antiga e muito fácil de implementar.</p>
<p>O que acontece é que muitos webmasters, mesmo recorrendo para a implementação dos seus sites, a Content Management Systems (CMS) que incluem por defeito, a tecnologia RSS ou outras similares, desligam-na para não a disponibilizarem.</p>
<p>Razão para tal: (tentar) obrigar o utilizador a visitar o site frequentemente.</p>
<p>Ora, para contornar o problema da ausência de feeds, existem diversas aplicações na web que permitem transformar páginas web (ou melhor, atualizações de páginas web) em RSS.</p>
<p>No entanto, a maioria destas aplicações são muito simples e embora sejam muito fáceis de utilizar, podendo ser utilizadas por quem tenha poucos ou nenhuns conhecimentos de HTML ou XML, pecam por produzirem maus resultados, mesmo para os sites com um layout relativamente simples.</p>
<h3>Feed43</h3>
<p>Entre todas, destaca-se uma aplicação web que embora exija algum conhecimento extra, consegue bons resultados, pois assenta o seu trabalho em padrões de reconhecimento de blocos HTML, que terão que ser ensinados à aplicação pelo utilizador.</p>
<p>Trata-se da <a rel="nofollow" href="http://feed43.com/" title="Feed43" target="_blank">Feed43</a>.</p>
<p>No entanto, a Feed43 também não é a solução absoluta para todos os casos.</p>
<p>Penso mesmo que não haverá solução nenhuma que funcione a 100%, dada a natureza diversa e complexa dos sites para os quais podemos querer criar as feeds.</p>
<p>Acresce às desvantagens da Feed43 o facto de ser uma aplicação paga, que no seu formato gratuito tem algumas limitações, como a taxa de atualização pouco frequente de 6 em 6 horas, o limite de 20 novos itens a cada atualização e a limitação da dimensão da página a inspecionar, que não pode ultrapassar os 100KB.</p>
<p>Juntas, estas limitações podem tornar a utilização gratuita do Feed43 incapaz de acompanhar sites de alguma dimensão e com uma taxa de atualização elevada.</p>
<p>Mas a sugestão que vos faço não passa pela Feed43, nem por nenhuma outra aplicação afim.</p>
<h3>Feed das publicações na página do Facebook</h3>
<p>A sugestão e a estratégia, tiram partido do facto de atualmente, a esmagadora maioria dos sites deterem uma página no facebook e nela reproduzirem tudo aquilo que publicam no próprio site.</p>
<p>Sendo assim, repare que o mural da página facebook de determinado site, é como que uma feed, apresentando por ordem cronológica decrescente, as últimas publicações.</p>
<p>Então a sugestão é só isso? Convidar a aceder à página facebook do site para acompanhar as atualizações?</p>
<blockquote><p>Não. Seria de pouca ajuda, já que teríamos igualmente que aceder a várias páginas diferentes para controlar os vários sites. A ideia é concentrá-los num único local.</p></blockquote>
<p>O que vou dar a conhecer, a quem não saiba, é que associada a cada página facebook – não confundir com perfil facebook, pois esta caraterística não se aplica aos perfis como o seu e o meu – está uma feed. Só temos que saber como aceder a essa feed e incluí-la no leitor de RSS que escolhermos utilizar.</p>
<p>O endereço da feed segue um URL que tem como argumento o número identificador da página do facebook.</p>
<p>Já falaremos um pouco sobre esse ID, mas por enquanto olhemos para o tal URL que depois de preenchido representa a feed associada a determinada página Facebook:</p>
<pre>http://www.facebook.com/feeds/page.php?format=atom10&amp;id=COLAR_AQUI_ID_DA_PAGINA</pre>
<p>O formato é sempre este e só necessitamos de substituir o texto <em>COLAR_AQUI_ID_DA_PAGINA</em> pelo identificador da página que queremos seguir.</p>
<p>Este ID é constituído por um conjunto razoável de dígitos, fazendo parte do endereço com que acedemos à própria página facebook, mas a partir do momento em que o autor da página personaliza esse endereço, o número deixa de ser visível.</p>
<p>É então necessário descobrir que número é esse, nos casos em que o URL da página facebook foi personalizado.</p>
<p>Para isso, o método mais simples consiste em aceder a uma página própria para o efeito.</p>
<p>Aceda a <a rel="nofollow" href="http://findmyfacebookid.com/"  target="_blank">findmyfacebookid.com</a> e cole aí o endereço da página da qual desconhece o ID.</p>
<p>A página retorna-lhe o identificador numérico que deverá copiar para substituir na expressão acima.</p>
<h3>Acompanhar a feed de um mural de uma página facebook</h3>
<p>Realizemos então o processo para um caso concreto.</p>
<p>À falta de uma página facebook do <strong>NumTePonhas</strong>, vamos fazê-lo com uma outra.</p>
<p>Imagine que desejamos acompanhar as publicações da página facebook do <a rel="nofollow" href="http://www.seguros-mais.com" title="Seguros Mais" target="_blank">Seguros Mais</a>, sabendo que o endereço dessa página foi personalizado e é <em>https://www.facebook.com/SegurosMais</em>, posso aceder ao <strong>FindMyPFacebookId</strong> apresentado acima, e colar na caixa de texto própria para o efeito, esse mesmo endereço.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1061" title="Encontrar o ID para a feed da página do facebook" alt="Encontrar o ID para a feed da página do facebook" src="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img1.jpg" width="630" height="150" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img1-300x71.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img1.jpg 630w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></p>
<p>Fico a saber que o ID dessa página em particular é 220725624652842.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1062" title="O ID da página do facebook" alt="O ID da página do facebook" src="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img2.jpg" width="580" height="173" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img2-300x89.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img2.jpg 580w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></p>
<p>Completo o URL que gera a feed, obtendo:</p>
<pre>http://www.facebook.com/feeds/page.php?format=atom10&amp;id=220725624652842</pre>
<p>E agora, é só indicar esse URL no leitor de feeds RSS que mais gostar.</p>
<p>Por exemplo no <a rel="nofollow" href="http://www.feedly.com" title="Feedly" target="_blank">Feedly</a>, onde os últimos conteúdos aparecem desta forma:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1065" title="A feed da página do facebook vista no Feedly" alt="A feed da página do facebook vista no Feedly" src="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img3.jpg" width="630" height="649" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img3-291x300.jpg 291w, http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img3.jpg 630w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></p>
<p>Dependendo da forma como as atualizações são colocadas pelos seus proprietários nas páginas do facebook, o título poderá ou não ser reconhecido como tal. Neste caso,  título não foi reconhecido.</p>
<p>Ao adicionar esta feed ao <a rel="nofollow" href="http://www.curiostudio.com/" title="Greatnews" target="_blank">Greatnews</a>, o aspeto é o seguinte:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1066" alt="A feed da página do facebook vista no Greatews" src="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img4.jpg" width="630" height="378" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img4-300x180.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img4.jpg 630w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></p>
<h3>Os leitores RSS também permitem agrupar os conteúdos</h3>
<p>Nos leitores de RSS podemos mesmo agregar várias feeds numa única secção, representando um determinado assunto.</p>
<p>Se as agregarmos, ao consultar o resultado de todas, acabamos por obter numa única lista, todos os conteúdos que foram criados para aquele tema em particular, pelo conjunto dos sites e páginas do facebook que entendemos &#8220;seguir&#8221;.</p>
<p>Veja-se um exemplo de implementação para o tema <strong>Seguros</strong> incluindo a feed que utilizei para o exemplo e mais algumas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1067" alt="Uma lista agregadora com as atuaizações de várias páginas do Facebook" src="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img5.jpg" width="630" height="631" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img5-150x150.jpg 150w, http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img5-300x300.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/feed-facebook-img5.jpg 630w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></p>
<p>Se como eu, quer manter-se a par de determinados temas e não pretende perder muito tempo dispersando-se a consultar diversos sites, esta pode ser uma boa estratégia.</p>
<p>Pelo menos no meu caso, evita-me a consulta de uma data de páginas do facebook, onde acabo por preferir consultar os conteúdos, em detrimento dos próprios sites, por estes serem apresentados cronologicamente.</p>
<p>A maior parte dos sites dividem o conteúdo em várias secções, afastando-se da perspetiva de publicação do tipo &#8220;blog&#8221; e tornando difícil reconhecer todos os conteúdos recentes.</p>
<p>Esta estratégia para poder acompanhar as atualizações das páginas do facebook, além de  me permitir concentrar a informação num único local para consulta, evita que eu tenha sequer que entrar no Facebook, sítio que não é de todo &#8220;a minha praia&#8221;.</p>
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		<title>Figo é o melhor da sua geração! Quem? De quê?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Sep 2013 22:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Soares]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[CR7]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Ronaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Eusébio]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Nunca gostei de Luís Figo. Claro que gostava do futebol dele. Como apreciador de futebol não o poderia ignorar, mas nunca me agradou, ou melhor, por diversas vezes me desagradaram as atitudes do Homem que é parte (importante) do futebolista. Até podia sentir alguma simpatia por ele, pois para um [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div itemscope itemtype="http://schema.org/BlogPosting"><p>Nunca gostei de Luís Figo. Claro que gostava do futebol dele. Como apreciador de futebol não o poderia ignorar, mas nunca me agradou, ou melhor, por diversas vezes me desagradaram as atitudes do Homem que é parte (importante) do futebolista.</p>
<p>Até podia sentir alguma simpatia por ele, pois para um portista poderia ser agradável assistir à indiferença, ao desapego e nalguns momentos, até ao desdém, com que tratou o Sporting, o clube que o formou e lhe possibilitou arrancar para a carreia que teve.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1053" alt="água benta" src="http://mediablog.numteponhas.com/agua-benta.jpg" width="640" height="317" srcset="http://mediablog.numteponhas.com/agua-benta-300x148.jpg 300w, http://mediablog.numteponhas.com/agua-benta.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Como disse, nem seria o seu carater excessivamente “peseteiro” que me desagradava, pois um jogador de futebol é um profissional e entendo perfeitamente que tenha que zelar pelos seus interesses.</p>
<p>Reconheço até que este senhor meu deu várias alegrias enquanto português, com belos jogos que realizou ao serviço da equipa das quinas, e dou de barato os outros, em que não apareceu minimamente em jogo, imediatamente depois ou imediatamente antes, de realizar grandes exibições pelo Barça ou Real Madrid.</p>
<h3>Em bicos de pés a tentar ombrear com o CR7</h3>
<p>Luís Figo apareceu hoje nas televisões a colocar-se em bicos de pés. Na minha modesta opinião, tentando ombrear com Cristiano Ronaldo.</p>
<p>Se Figo manifesta um certo desapego para com as instituições por onde passou, evidencia em ordem inversa, um extremo apreço pelo seu próprio umbigo.</p>
<p>Que se vangloriasse de ser o futebolista português mais tecnológico de sempre, entendia.</p>
<p>Que se gabasse de ser o jogador de futebol de todos os tempos, mais virado para a ciência, para a tecnologia, para a promoção de um ambiente urbano sustentável, mais inovador. Concordaria.</p>
<p>Enfim, que se achasse e apregoasse ser, um mago da I&amp;D (investigação e desenvolvimento) aplicados ao futebol, teria que concluir que sim.</p>
<p>É que Luís Figo foi escolhido para assinar um contrato milionário com aquele parque de ciência e tecnologia que fica no mesmo concelho do Estádio dito nacional, e eu acredito que quem o tenha convidado para tal, uma vez que geria importantes recursos públicos da Nação, o tenha feito dado este seu “perfil tecnológico mais que comprovado”, em sintonia com a missão do referido parque.</p>
<p>Se tivesse apenas corroborado as declarações infelizes e despeitosas de Eusébio, apelidando-o como o Rei e como estando bem acima do CR7, eu não tinha ficado com o estomago revolvido e poderia estar a fazer algo bem mais importante ou lúdico, em vez de escrever estas linhas. Embora não chegasse a perceber como Figo sabia tanto de Eusébio, pois sendo ainda mais novo do que eu, nunca o viu jogar … a menos que realmente domine de tal modo a tecnologia, que tenha já conseguido viajar no tempo, e assim tenha podido acompanhar a carreira de Eusébio.</p>
<p>Ficaria assim emudecida toda essa vil gente, que acha que o que aconteceu no Taguspark, foi mais um roubo ao erário público, ao pagar principescamente a Figo pela promoção da imagem de uma entidade com tão pouca afinidade com o futebolista.</p>
<blockquote><p>A Câmara Municipal de Oeiras detém 18% da Taguspark. O Estado detém 32,19% através do Instituto Superior Técnico (12,64%), do INESC (8,44%), da Universidade Técnica de Lisboa (4,21%), da Fundação para a Ciência e Tecnologia (3,45%) e do IAPMEI (3,45%). Acresce 10% detidos pela Caixa Geral de Depósitos. O BPI detém 10,03% e o BCP 10%. A PT detém 5,98% e a EDP 5,06%. O restante capital é detido pela SIBS (4,9%), Câmara de Cascais (1,15%), FLAD (1%), Iberopark (1%) e ISQ (0,69%).</p>
<p>Contas feitas, o Estado detém 32.19%, a administração local 19.15%, e as (na altura) empresas com bastante capital público detinham outros 20%. Portanto, muito dinheiro público em jogo.</p></blockquote>
<p>Dizia eu então que se Figo se tivesse ficado por bajular Eusébio com o intuito de menorizar Cristiano Ronaldo de modo a equiparar-se ele mesmo a este último, eu não teria escolhido escrever este texto.</p>
<p>Tinha notado mais uma vez a falha de carater e tinha avançado e estaria se calhar a ver o episódio de Mentes Criminosas no AXN.</p>
<h3>Eu fui o melhor da minha geração</h3>
<p>Mas Figo foi mais além, e disse que tinha sido o “melhor jogador da sua geração”.</p>
<p>Retiro algumas pérolas do seu discurso:</p>
<blockquote><p>Eu fui o melhor na minha geração. Não sou eu que o digo. Ganhei os prémios que tinha que ganhar.</p>
<p>As comparações são sempre odiosas.</p>
<p>Felizmente que não estou no meio dessas comparações.</p></blockquote>
<p>Na primeira frase descarrega a água benta toda sobre si. Na frase seguinte apercebe-se do ato de puro Narcisismo e tenta justificar-se pelos prémios que ganhou (faltou saber se não houve quem tivesse ganho mais). E para terminar, depois de se comparar “por cima” com uma data de jogadores excecionais da sua geração, congratula-se por não estar “no meio” dessas comparações. Na sua opinião estará com certeza “por cima” &#8230; pois.</p>
<p>Pelo meio, e nisso estou de acordo, refere que as comparações são algo odioso de realizar. Porém, não se absteve de se comparar com todos os jogadores (portugueses suponho, valha-nos esse limite à presunção de Figo) que jogaram na mesma altura que ele.</p>
<p>Reconheço que Luís Figo jogou nas melhores equipas da Europa. Foi campeão europeu; venceu a taça das taças e a taça intercontinental; venceu os campeonatos dos países onde jogou, exceto o português; colecionou vários troféus; e foi considerado o melhor jogador do mundo em 2001.</p>
<p>Mas há um jogador português da sua geração, 3 anos mais velho, que também jogou nas melhores equipas da Europa. Que também foi campeão europeu; que não venceu a taça das taças, mas venceu a taça UEFA e como ele a taça intercontinental; que foi campeão nos países onde jogou, sem exclusões – até em Portugal ao contrário de Figo, foi campeão inúmeras vezes; que colecionou ainda mais troféus que Figo, e que embora nunca tenha sido considerado o melhor jogador do mundo, nem ele, nem nenhum guarda-redes alguma vez o foi, foi considerado o melhor guarda-redes da Europa pela UEFA e o melhor guarda-redes do mundo pela FIFA em 2003/04.</p>
<p>Falo claro de Vítor Baia, que ao contrário de Figo só se colocava em bicos de pés para espreitar a posição da barreira ou para se fazer a uma bola mais distante.</p>
<p>Na cápsula do tempo enterrada pela UEFA aquando do seu jubileu de ouro em 2004, foi colocado precisamente um par de luvas de Vítor Baía. Mas se calhar também lá iria uma peúga de Figo e eu desconheço.</p>
<p>Foi o 1º jogador português a atingir as 75 internacionalizações e só não deterá hoje o record das mesmas pois não contou com a amizade do poder político (aquele que propicia benesses várias como milionários contratos de imagem) para colocar na ordem um selecionador casmurro que insistiu em ignorar o então melhor guarda-redes português.</p>
<p>Em todo o caso, tens razão Figo, é odioso estabelecer comparações.</p>
<p>Comparar um jogador de campo e um guarda-redes não é nada fácil.</p>
<p>Ainda é talvez mais difícil que comparar dois jogadores separados por mais de 40 anos.</p>
<p>Engraçado e reconfortante, que nessas duas comparações façamos uma escolha radicalmente oposta.</p>
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