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	<title>Pô, meu!</title>
	
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	<description>“Escrevo por prazer. Falo com meus eventuais futuros netos. É para eles que escrevo. Tento oferecer-lhes, através da minha experiência, uma visão do meu tempo. Se você gostar, participe, será um prazer compartilhar a inteligência (ou a falta dela) do nosso tempo. Por um carioca de nascimento e espí­rito, mas que virou também paulistano por opção. Pode? Pô, meu! Claro que pode."</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Mar 2010 12:34:14 +0000</lastBuildDate>
	
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		<title>Gostosas e cervejas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 02:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Nick Ellis, dentre todas as outras (várias) qualificações que eu poderia citar, é o editor do super visitado e respeitadíssimo blog Digital Drops, no ar desde fevereiro de 2006. Vou ficar só com essa qualificação porque foi o primeiro Nick Ellis que conheci. Desnecessário dizer que o Nick também é tuiteiro, afinal, que blogueiro com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/renoir.jpg" alt="Imagem: Nu feminino - Renoir" /><a target="_blank" href="http://twitter.com/nickellis">Nick Ellis</a>, dentre todas as outras (várias) qualificações que eu poderia citar, é o editor do super visitado e respeitadíssimo blog <a target="_blank" href="http://digitaldrops.com.br/">Digital Drops</a>, no ar desde fevereiro de 2006. Vou ficar só com essa qualificação porque foi o primeiro Nick Ellis que conheci. Desnecessário dizer que o Nick também é tuiteiro, afinal, que blogueiro com essa estrada não tuíta também? Pois foi seguindo um link sugerido pelo <a target="_blank" href="http://twitter.com/nickellis/status/9886093243">Nick no Twitter</a> que caí em uma foto no Flickr, aliás, mais que uma foto, um <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/marioav/4401229701/">artigo completo</a>, um manifesto, um posicionamento preocupado do Mario Amaya (<a target="_blank" href="http://twitter.com/marioamaya">Twitter</a> &#8211; <a target="_blank" href="http://marioav.blogspot.com/">Blog</a>) com: o caso Geisy x Uniban, com a <em>polêmica falsa</em> em torno da propaganda da cerveja Devassa com Paris Hilton e com a <em>vilificação maciça</em> da twitteira que participou do BBB e virou capa da revista Playboy. Passe lá, leia, eu espero voltar.</p>
<p>Continuando. Acho que Geisy e Tessália (twitteira que participou do BBB) têm todo o direito de aproveitarem a onda e o sucesso que elas, com ou sem roupa, estão fazendo. Que venham sem roupa e, pague para ver, quem tiver vontade. Acho que o <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying">bullying</a> sofrido pela Geisy não é uma tendência, muito menos um padrão sócio-cultural. Foi um espasmo público de um monte de babacas reunidos no mesmo local. Não merece preocupação. Sobre a twitteira, nem vou perder meu tempo para falar da vilania que nerds e blogueiros frustrados a tratam depois que ela, com muita facilidade, derrubou os &#8220;ativos virtuais&#8221; que esses caras se orgulhavam de poder ostentar. Não merece manifesto.</p>
<p>Acabei ficando com a Paris Hilton/Devassa e as demais gostosas e outras cervejas. Calma! Não é literalmente gente, não tô mais jogando essa bola toda (acho que nunca joguei). Enfim, discordo do Mario Amaya e acho sem fundamento seu temor &#8220;<em>pelo dia que os fotógrafos de arte erótica comecem a ser empalados e queimados vivos nas fogueiras anódinas do hipócrita conformismo politicamente corretista</em>&#8220;. Exagero Mario! Relaxa. Não é bem por aí.</p>
<p>Eu sou a favor da discriminalização do uso de drogas e do controle do estado por sua distribuição. Vamos gastar esses bilhões da repressão em algo produtivo. Não vou me aprofundar nesse tema aqui e agora, é longo demais. A única droga que uso hoje é o álcool, eventualmente. Gosto de algumas bebidas alcoólicas, principalmente <a target="_blank" href="http://pomeu.com/tag/vinhos/">vinhos</a>. Mas sou terminantemente contra a propaganda massiva de qualquer tipo de droga. Qualquer tipo, leia-se, até a cervejinha. Portanto, se dependesse de mim, não adiantava nem vir com mulher gostosa, que eu não concordaria em promover o uso de drogas nas mídias de massa. E a coisa fica mais braba, porque a propaganda de drogas <em>sempre criou, há 100 anos ou mais, busque e achará belos exemplos</em>, uma relação de prazer, ascensão, posição, beleza, poder e outras, nunca relacionadas verdadeiramente com o uso da droga. Imagina se a gente visse na TV a Paris Hilton gostosa(???) bêbada, de cara no chão ou vomitando na parede do banheiro? Não rola, não é?</p>
<p>Fora isso, há dois anos o <a target="_blank" href="http://www.conar.org.br/">CONAR</a> (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), formado por profissionais de publicidade de todas as áreas e representantes da sociedade civil (não remunerados), decidiu que além de vetar propaganda com apelo erótico, também vetaria às que apelam à sensualidade. Definiu também que não é recomendável a comparação de bebidas a modelos femininos ou masculinos e a exibição de grande quantidade de bebida. Os caras só estão sendo coerentes com as decisões deles. E por que os próprios publicitários definiram isso há dois anos? Seriam eles <em>puritanos de fachada</em>? <em>Recalcados morais</em>? <em>Apressados no julgamento</em>? Teriam <em>impulsos de autoritarismo sobre a vida privada</em>?</p>
<p>Nada disso! Eles só querem poder ter em seus portfolios, clientes do peso dos anunciantes de um produto que vende, e anuncia muito: a cerveja. Criar regras mais rígidas para anunciar um tipo de droga (bebidas alcoólicas) foi uma forma de segurar o ímpeto do governo de proibir, como fez com outra droga (cigarro), as propagandas na televisão.</p>
<p>Enfim, concordo com o Mario que o erotismo emanado de imagens femininas deve ser preservado, desde sempre e para sempre. Em homenagem a esta arte, ilustrei este post com Renoir em uma de suas belas peças de nu feminino. Ah, quem quiser imagens mais atuais, o Mario <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/marioav/4401229701/">listou três links</a> de grupos que publicam fotos de nus no Flickr.</p>


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<h6>Creative Commons (by-nc-nd) <a href='http://pomeu.com/' >P&ocirc;, Meu!.</h6><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ncorrea/~4/sOJSP5E_J1U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Exclusivo para assinantes</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 19:54:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Assinantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha querida assinante, meu querido assinante do Pô, meu! Se você recebe as atualizações por e-mail você não deve ter entendido nada do último post. Se você recebe as atualizações por leitor de feed, você também não entendeu nada, mas recebeu mais material que o assinante por e-mail.
Vamos corrigir a bagunça e prometo, daqui para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha querida assinante, meu querido assinante do Pô, meu! Se você recebe as atualizações por e-mail você não deve ter entendido nada do último post. Se você recebe as atualizações por leitor de feed, você também não entendeu nada, mas recebeu mais material que o assinante por e-mail.</p>
<p>Vamos corrigir a bagunça e prometo, daqui para a frente, terei mais cuidado quando colocar vídeos nos posts.</p>
<p>O último post, &#8220;Cineminha no blog: o boneco de pau&#8221; começava com 3 vídeos em sequência, que era essa:<br />
1- <a target="_blank" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1219067-7823-LULA+RESPONDE+CRITICAS+SOBRE+NAO+TER+REPUDIADO+A+REPRESSAO+POLITICA+EM+CUBA,00.html">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1219067-7823-LULA+RESPONDE+CRITICAS+SOBRE+NAO+TER+REPUDIADO+A+REPRESSAO+POLITICA+EM+CUBA,00.html</a></p>
<p>2- <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=VfgMn8wZa_U">http://www.youtube.com/watch?v=VfgMn8wZa_U</a></p>
<p>3- <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=OlF4PFs7uC4">http://www.youtube.com/watch?v=OlF4PFs7uC4</a></p>
<p>Finalizava com a frase:<br />
<strong>&#8220;Bastards are cowards who do not assume their true position. Say they do one way but act otherwise.&#8221;</strong> [General Banquo em Macbeth, por William Shakespeare, 1611]<br />
Tradução:<br />
<em>&#8220;Canalhas são os covardes que não assumem sua verdadeira posição. Falam que fazem de um jeito mas agem de outro.&#8221; </em></p>


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		<title>Cineminha no blog: o boneco de pau</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 04:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>
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&#8220;Bastards are cowards who do not assume their true position. Say they do one way but act otherwise.&#8221; [General Banquo em Macbeth, por William Shakespeare, 1611]
Tradução:
&#8220;Canalhas são os covardes que não assumem sua verdadeira posição. Falam que fazem de um jeito mas agem de outro.&#8221; 



Creative Commons (by-nc-nd) P&#244;, Meu!.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1219067&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1219067&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VfgMn8wZa_U&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VfgMn8wZa_U&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OlF4PFs7uC4&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x2b405b&#038;color2=0x6b8ab6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OlF4PFs7uC4&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x2b405b&#038;color2=0x6b8ab6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p></br><br />
<strong>&#8220;Bastards are cowards who do not assume their true position. Say they do one way but act otherwise.&#8221;</strong> [General Banquo em Macbeth, por William Shakespeare, 1611]<br />
Tradução:<br />
<em>&#8220;Canalhas são os covardes que não assumem sua verdadeira posição. Falam que fazem de um jeito mas agem de outro.&#8221; </em></p>


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<h6>Creative Commons (by-nc-nd) <a href='http://pomeu.com/' >P&ocirc;, Meu!.</h6><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ncorrea/~4/zjxJimUy4QA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Liberdade e liberticidas</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Liberdade: (i) Direito de um cidadão agir segundo a sua própria determinação, desde que dentro dos limites da lei. (ii) Estado de quem não está na dependência total de alguém. (iii) Estado de quem não se encontra detido numa prisão ou em cativeiro. (iv) Livre arbítrio ou o poder de decidir sem motivos, como manifestação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/zapata.jpg" alt="Imagem: Orlando Zapata Tamayo" />Liberdade: (i) Direito de um cidadão agir segundo a sua própria determinação, desde que dentro dos limites da lei. (ii) Estado de quem não está na dependência total de alguém. (iii) Estado de quem não se encontra detido numa prisão ou em cativeiro. (iv) Livre arbítrio ou o poder de decidir sem motivos, como manifestação absoluta da vontade. (Fonte: <a target="_blank" href="http://pt.wiktionary.org/wiki/liberdade">Wikicionário</a>)</p>
<p>Liberticida: Pessoa, que destroi ou procura destruir as liberdades ou imunidades de um país. (Do lat. libertas + caedere) (Fonte: <a target="_blank" href="http://www.lexico.pt/liberticida/">Léxico Universia</a>)</p>
<p>Cida &#8211; sufixo originário do latim, caedere significa matar. Homicida &#8211; quem mata seres humanos. Liberticida &#8211; quem mata a liberdade.</p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Orlando_Zapata">Orlando Zapata Tamayo</a></strong> era um cubano, descendente de africanos levados como escravos para a América Central. Tinha 42 anos, portanto, já nasceu na Cuba sob o império dos Castros. Aprendeu desde pequeno que era da geração dos &#8220;novos homens&#8221;, daqueles que romperam com a opressão do passado, cujo ciclo foi cortado pela revolução de 1959. <img src="http://www.pomeu.com/images/prisao.jpg" alt="Imagem: prisão" style="BORDER-LEFT: rgb(0,0,0) 0px solid; BORDER-TOP: rgb(0,0,0) 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: right; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-RIGHT: rgb(0,0,0) 0px solid; MARGIN-LEFT: 10px; BORDER-BOTTOM: rgb(0,0,0) 0px solid" />Todavia, Orlando Zapata cometeu um crime imperdoável para os revolucionários que se apoderaram da ilha caribenha: ele não queria se submeter à ditadura castrista, ele queria exercer todo seu direito (humano) à liberdade.</p>
<p>Zapata era um <a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Preso_de_conciencia">preso de consciência</a> da ditadura cubana e morreu no dia 24 de fevereiro de 2010, vítima de complicações renais em função de uma greve de fome de quase três meses. Ele, junto com outros &#8220;dissidentes&#8221; foram presos em 2003 e condenados a penas de até 28 anos por discordarem do modelo de condução política em Cuba. As penas de Zapata somadas, acumulavam 36 anos de prisão. Ele matou? Não! Ele roubou? Não! Ele traficou? Não! Ele desobedeceu e desacatou os ditadores porque protestava e lutava por direitos humanos.</p>
<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/lulacastro.jpg" alt="Imagem: Alegria e festa - Lula e Fidel Castro" />Esse bravo lutador e amante da liberdade foi valente ao extremo, nunca tendo se calado, mesmo sofrendo tortura e espancamentos nos vários cárceres em que foi jogado, sempre sem direito à mínima defesa. No dia da sua morte, amigos, parentes e a nova geração cubana que luta pela liberdade, principalmente <a target="_blank" href="http://www.huffingtonpost.com/yoani-sanchez/orlando-zapata-tamayos-mo_b_475006.html">através da internet</a>, foi impedida de participar de seu funeral. Havia o medo de novos protestos. Apesar disso, tentava-se manter a aparência de que tudo estava muito bem na ilha. O presidente Lula, o filho do Brasil, visitava com seu ministro, um dos pais do PNDH-3 (Plano Nacional de Direitos Humanos 3), Franklin Martins, a família dos ditadores Castro, seus velhos amigos e protegidos. Os porcos, como sempre, agiam naturalmente, sem se importar com a situação à sua volta.(<a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/nash72/3062957593/">Aqui</a> e <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/arghon/248964774/">aqui</a>)</p>


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<h6>Creative Commons (by-nc-nd) <a href='http://pomeu.com/' >P&ocirc;, Meu!.</h6><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ncorrea/~4/OMwfA_L9RFY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Qual verdade?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 02:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Historikerstreit]]></category>
		<category><![CDATA[PNDH]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses meninos crescem muito rápido, ontem eu o via mais tempo dormindo que acordado e hoje, está prestes a se tornar um mestre em direito. Deixei o Rio de Janeiro quando ele era bem menino. Não vi seu crescimento. Não acompanhei de perto sua evolução. Sabia, esporadicamente, que estudava nesta ou naquela escola bem conceituada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/saddam.jpg" alt="Imagem: Saddam no tribunal" />Esses meninos crescem muito rápido, ontem eu o via mais tempo dormindo que acordado e hoje, está prestes a se tornar um mestre em direito. Deixei o Rio de Janeiro quando ele era bem menino. Não vi seu crescimento. Não acompanhei de perto sua evolução. Sabia, esporadicamente, que estudava nesta ou naquela escola bem conceituada, que estava construindo uma bela carreira profissional. Qual não foi minha surpresa ao receber da sua mãe (nossa amiga Gisela), um artigo escrito por Guilherme Peres de Oliveira, publicado na edição de fevereiro/2010 da Tribuna do Advogado, revista da OAB-RJ. Naturalmente minha primeira sensação foi pensar: &#8211; Estou ficando velho!</p>
<p>Ultimamente tenho deixado de escrever sobre temas políticos que em outras épocas seriam posts obrigatórios aqui no <strong>Pô, meu!</strong> Não que eu tenha me frustrado com políticos, não, nada disso. Estou calejado com o &#8220;jeitinho&#8221; canalha da maioria deles praticar política. Mas confesso, tenho me frustrado como temos &#8220;aplaudido&#8221; fatos que seriam, no passado, dignos de, no mínimo, um grupo reunido na rua gritando &#8220;FORA&#8221; qualquer coisa. Guilherme escreveu sobre a Comissão da Verdade do Programa Nacional dos Direitos Humanos 3. Como o Gui (será que pega mal lembrar da antiga forma carinhosa de chamá-lo?) merece um carinho especial, resolvi falar desse assunto que já coloquei e tirei da pauta do <strong>Pô, meu!</strong> inúmeras vezes.</p>
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<p><a target="_blank" href="http://pub.oab-rj.org.br/index.jsp?conteudo=11717">O Historikerstreit e a Comissão da Verdade</a> foi o título do artigo do Guilherme. Só para que o Gui e vocês que me lêem se posicionem no tempo, eu vivi no dia-a-dia a repressão política da metade da década de 70 em diante. Meus ideais, todos, dependiam estruturalmente da liberdade. E era essa liberdade que a cada dia, víamos mais um pouco ser tomada da gente. Acho que minha repulsa contra a ditadura militar teve seu auge quando abri o Jornal do Brasil, esperando o conserto do meu carro em uma oficina de um amigo do pai do Guilherme (que coincidência!), no Flamengo (Rio de Janeiro), e li no excesso de tintas pretas das manchetes, o que se convencionou chamar de <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pacote_de_Abril">Pacote de Abril</a>.</p>
<p>A maioria de nós era contra a ditadura, a favor da anistia (ampla, geral e irrestrita), das eleições diretas (JÁ!) e da liberdade. Uma minoria também era contra &#8220;aquela&#8221; ditadura, era a favor da anistia (ampla, geral e irrestrita), se dizia a favor (tenho dúvidas) da burguesa eleição direta (já) e tinham classificações intermediárias para o que chamávamos de liberdade e democracia. Mas todos juntos lutamos e conseguimos o fim da ditadura. Elegemos (indiretamente) um primeiro presidente civil, e você sabe, ainda tivemos que viver mais alguns anos sob o comando de um estropício que lambia as mãos sujas do poder ditatorial (continua de mãos dadas com o poder). Mas depois nos lambuzamos no prazer da liberdade de escolher o primeiro presidente em eleições diretas depois de quase 30 anos da última eleição. Enterramos os ossos dessa festança tocando o biltre prá fora do poder (por suspeita de corrupção). Mas aprovamos uma nova Constituição. Depois, elegemos duas vezes um presidente vindo de um novo partido, a seguir mais duas vezes um presidente de outro partido novo e ganhamos instituições que vêm se fortalecendo nesses 20 anos de democracia e liberdade (aos trancos e barrancos, mas estamos progredindo).</p>
<p>É verdade que eu vivi duas situações que me fizeram perceber, definitivamente, que não existe um lado bom e outro ruim. Depois de vinte anos, fui apresentado ao meu candidato a deputado da minha primeira eleição. Na época, era um combativo representante da esquerda, advogado de presos políticos e etc. Quando o conheci pessoalmente, não tive coragem de contar que tinha votado nele no passado, ele era um lobista que &#8220;ajudava&#8221; empresas a fazer negócios com um governo estadual. Alguns anos depois, fui novamente obrigado profissionalmente a participar de uma reunião com outra grande figura que viveu aquele passado político, do mesmo (?) lado que eu. Agora, ele que esteve fortemente envolvido no Mensalão do PT, atuava no lobby para &#8220;facilitar&#8221; a vida das empresas que queriam fazer negócios com o governo. Esqueci o nome de ambos, minha memória tem ficado cada vez pior com a idade. Mas dessa reunião, afora a valente determinação de não vomitar na mesa, achei horas depois de encerrada, a caneta que o figurão usara, caída no chão. Guardei de recordação (para mostrar aos eventuais futuros netos), era comemorativa do aniversário de uma grande empreiteira. O mundo dá muitas voltas mesmo.</p>
<p>Todo esse processo de lembranças foi detonado pelo artigo do Guilherme. Ele me fez lembrar que a discussão capitaneada pelo filósofo Ernst Nolte de um lado e pelo filósofo e historiador Jürgen Habermas do outro, conhecida por Historikerstreit, acontecida na Alemanha pré derrubada do Muro de Berlim (<a target="_blank" href="http://pomeu.com/cotidiano/treze-de-janeiro/">um ano importante</a>), foi natural, nascida da necessidade dos historiadores, filósofos e do povo alemão de revisar e entender seu passado nazista. Ela, a discussão, não nasceu de um decreto assinado pelo presidente da Alemanha. Foi um livre embate de idéias sem nenhum viés de tribunal, onde derrotados são julgados pelos vencedores. <a target="_blank" href="http://www.internext.com.br/valois/pena/1946.htm">Nuremberg</a> estava ainda muito vivo na lembrança deles. Aliás, ao final desta maravilhosa discussão, nenhuma verdade oficial foi decretada. Será que me engano? </p>
<p>Minha dúvida, aproveito e peço ajuda ao Gui, em breve Mestre em Direito, é se uma discussão da história recente, formalizada por decreto presidencial, que na primeira versão tinha claro quem eram os réus, e julgada e escrita oficialmente pelos vencedores (pelo menos do momento) não seria parecida com os motivos que os triunfantes da II Guerra Mundial justificam que Hiroshima e Nagasaki foram menos odiosos que Auschwitz, Teblinka e outros? Será que nós, sociedade, não temos condição de discutir isso como fizeram os alemães naquele verão de 1986? O que falta para que o governo abra os arquivos militares da ditadura de 1964? Até entendo que para um povo que endeusa um ditador como Vargas com monumentos públicos, não é simples discutir causas e consequências da ditadura militar de 64. Quem foram os atores? Por que lutavam? Quem os apoiava? Até onde queriam chegar? Quais foram seus crimes? Existiram virtudes? São tantas perguntas que nós, sociedade, já poderíamos estar cobrando dos poderosos do momento as informações que nos ajudariam a desvendar essa caixa preta. Mas pelo visto, é possível que optemos pela formalização de um tribunal. Se me chamarem para depor, vou declarar sob juramento, que eu só aspirava à liberdade.</p>
<p>Foto da capa: <a target="_blank" href="http://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_defendants_at_Nuremberg_Trials.jpg">Tribunal Internacional de Nuremberg, Wikimedia</a></p>


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		<title>Complexo de vira-lata?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>
		<category><![CDATA["Complexo de Viralata"]]></category>
		<category><![CDATA[190]]></category>
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		<category><![CDATA[SAMU]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/viralata.jpg" alt="Imagem: Cão vira-lata" />Quando a gente constata nossas incompetências e faz um alerta sobre elas, somos logo tachados como fomentadores do tal &#8220;complexo de vira-lata&#8221; proclamado por <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_de_vira-lata">Nelson Rodrigues</a> (discordo do famoso xará). Quando não, então dizem que estamos torcendo contra ou que não gostamos da nossa terra (cidade, estado ou país). Esta semana li uma carta de uma leitora do O Globo (adoro ler as seções de cartas de jornais) contando que sua mãe, com idade bem avançada, sofreu uma queda em casa e como conseqüência teve uma séria fratura. Infelizmente, uma situação diária comum, mas não banal, que nossos idosos sofrem constantemente.</p>
<p>O problema da leitora foi conseguir uma ambulância para remover, com segurança, sua mãe para um hospital especializado. Ela tinha um plano de saúde, mas seu plano não oferecia remoção por ambulância. Ela deve ter se lembrado de filmes vistos na TV e ligou para o serviço de Resgate SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência &#8211; telefone 192). Claro! Ela deve ter pensado que estava complicando o que poderia ser simples, ao ligar para o plano de saúde ao invés do SAMU. Decepção. O SAMU só atenderia a sua (dela) mãe se fosse para levá-la para um hospital público. No mínimo, ela deve ter achado que o <a target="_blank" href="http://www.fcc.gov/pshs/services/911-services/">911</a>, serviço semelhante que existe nos Estados Unidos e que resgatou o astro milionário Michael Jackson não é público.</p>
<p>Hoje li no G1 (<a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1468093-5598,00-COMERCIANTE+E+ASSASSINADO+DEPOIS+DE+PEDIR+AJUDA+AO+EM+SERGIPE.html">matéria</a>) que um comerciante de Aracaju, em Sergipe, desconfiou de dois motoqueiros que estavam parados há uns cinco minutos em frente a sua loja, sem retirar os capacetes, e ligou para o serviço 190 da Polícia Militar. Abaixo, peguei no site G1 partes da conversa entre o comerciante e a atendente: </p>
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<p><em><strong>Comerciante</strong></em>: Bom dia, aqui tem dois motoqueiros parados só de olho. Tem mais de cinco minutos.<br />
<em><strong>Atendente</strong></em>: Eles estão fazendo algo suspeito?<br />
<em><strong>Comerciante</strong></em>: Para mim, estão fazendo algo suspeito. Se é motoqueiro, é suspeito ficar parado há muito tempo. Eles não são moradores da rua. Estão parados há muito tempo e não tiram os capacetes da cabeça. Não tiram o capacete.<br />
<em><strong>Atendente</strong></em>: A placa da moto?<br />
<em><strong>Comerciante</strong></em>: Eu não vejo. Não posso ir até lá ver. Só sei que ele está parado olhando.<br />
<em><strong>Atendente</strong></em>: O senhor visualizou a característica dos indivíduos?<br />
<em><strong>Comerciante</strong></em>: Não. Não conheço. Estão com capacete na cabeça, como é que vou saber?<br />
<em><strong>Atendente</strong></em>: Eu peço que o senhor tenha as características do indivíduo para me passar.<br />
<em><strong>Comerciante</strong></em>: Está certo. Está bom. Tchau. </p>
<p>A conversa ficou gravada mas nenhuma ação foi tomada. Horas depois, ao sair do depósito, o comerciante foi brutalmente assassinado pelos tais motoqueiros. E daí? O que vai acontecer com os responsáveis por esse serviço? Reclamar vai ajudar em que? Só vai servir para eu ganhar uma reprimenda porque tenho complexo de vira-lata, pois comparei nosso tosco serviço com o espetacular atendimento do 911 nos Estados Unidos. Afinal, somos uma das 10 maiores economias do mundo. Não devemos mais nada ao FMI, aliás, até emprestamos dinheiro para o FMI. Já perdoamos as dívidas que dezenas de países tinham com o Brasil e vamos perdoar mais. Temos emprestado dinheiro para nossos vizinhos de continente. Nosso sistema de saúde é um dos melhores do mundo. Nunca antes nesse país se investiu tanto em educação. Vamos realizar uma Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. E blá-blá-blá-blá.</p>
<p>Como diria meu velho e amado avô Manoel, meu contador de histórias preferido: &#8220;Vestimos roupa limpa e colocamos perfume, mas sem banho, continuamos com a bunda suja.</p>
<p><em><strong>P.S. 1) Sonho com o dia que avaliaremos nossos governantes eleitos pelos seus resultados e não por sua popularidade. Esse é um sonho de verdade, hein?</p>
<p>P.S. 2) Eu tive uma experiência semelhante a do pobre coitado comerciante de Aracaju, registrei aqui no Pô, meu! em 8 de março de 2008 no post <a target="_blank" href="http://pomeu.com/cotidiano/um-telefonema-especial/">Um telefonema especial</a>.</p>
<p>P.S. 3) Os assassinos não devem ser descobertos nunca, afinal, em cada 10 homicídios no Brasil, 9 ficam sem solução.</strong></em></p>


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		<title>Viação ou aviação?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 01:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Avião]]></category>
		<category><![CDATA[Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Gol]]></category>
		<category><![CDATA[Mecânico Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[TAM]]></category>
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		<description><![CDATA[Este não é um post pago. Surgiu a partir de um comentário de um grande e velho amigo na minha página do Facebook quando me juntei ao grupo (tornei-me fã, pela nomenclatura usada pelo site de relacionamento) da companhia de aviação Azul. Neste comentário, meu amigo José Peixoto me pede para explicar qual a diferença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/azul.jpg" alt="A garça está decolando" />Este não é um post pago. Surgiu a partir de um comentário de um grande e velho amigo na minha página do <a target="_blank" href="http://www.facebook.com/pomeu">Facebook</a> quando me juntei ao grupo (tornei-me fã, pela nomenclatura usada pelo site de relacionamento) da companhia de aviação Azul. Neste comentário, meu amigo José Peixoto me pede para explicar qual a diferença entre a novata Azul, a velha Varig e as atuais operadoras. Pauta de amigo é missão a ser cumprida no Pô, meu! Vamos que vamos!</p>
<p>Os 3 ou 4 amigos-leitores do Pô, meu! que insistem, e com frequência, lêem o que coloco aqui nesta <a target="_blank" href="http://pomeu.com/about/">garrafa digital para o futuro</a>, sabem que comecei minha vida profissional trabalhando na aviação. Se você ainda não sabia, acredite, sou um apaixonado por essas máquinas voadoras, que ao subverterem as leis de equilíbrio da natureza, provam que a criatividade e a curiosidade humana não têm limites.</p>
<p>Pois é, eu já fui mecânico de helicópteros e aviões. Trabalhei em uma empresa que teve a maior frota de helicópteros da América Latina, e foi uma das cinco pioneiras da aviação regional no Brasil que foi criada no final da década de setenta para levar o transporte aéreo para as pequenas e médias cidades que ficaram abandonadas pela aviação regular na era dos jatos.</p>
<p>Conheci a história com alguns detalhes destas cinco pequenas empresas de aviação regional: Votec (a que trabalhei), TABA, Nordeste, Rio Sul e TAM. Se parasse para contar essas histórias, talvez enchesse um livro de muitas páginas. Mas agora, vou ficar no paralelo entre a empresa que trabalhei e a TAM. Eram a água e o vinho. Aliás, só a Rio Sul, que pertencia à Varig, podia fazer frente, em potencial de crescimento, com a TAM. A Rio Sul, virou Varig e morreu com as velhas doenças da Varig. A Nordeste também foi comprada pela Varig, e se juntou à Rio Sul. A TABA naufragou em um modelo de gestão centralizador e arcaico. A Votec, vítima de sua própria política interna, faliu. Já a TAM, comandada pela paixão de um dos mais brilhantes empresários brasileiros, o <a target="_blank" href="http://www.brasilescola.com/biografia/rolim-adolfo-amaro.htm">Cmte. Rolim Amaro</a> sobreviveu e hoje é a maior empresa aérea do Brasil.</p>
<div style="float:right; margin:0px 0px 0px 10px;"><!--adsense#text_200_quadrado--></div>
<p>Para não me deixar empolgar por esse tema e escrever o livro da minha história na aviação dentro desse post, vou simplificar. Vejo em David Neeleman, o fundador da Azul, a mesma paixão pela aviação e pelo empreendedorismo que via no Cmte. Rolim há 30 anos atrás. A Varig morreu pelo gigantismo sovado por um mercado regulado, onde o custo não era um problema, mas sim, distribuído pelos passageiros. Interessante que a Varig tem uma história obscura e mal explicada no fechamento da <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Panair_do_Brasil">Panair do Brasil</a>, na época da ditadura militar. Assim como obscura, no mínimo insensata, foi a autorização da sua compra pela Gol em 2007.</p>
<p>Não conheço detalhes da história da empresa (<a target="_blank" href="http://enciclopediabus.wikispaces.com/Grupo+Aurea">Grupo Áurea</a> &#8211; uma das maiores empresas de transporte rodoviário do Brasil) de onde foi tirada a costela que formou a Gol. Deveria até me envergonhar, mas sou sincero, tenho uma certa rejeição de amizade com empresas de transporte rodoviário no Brasil. Esse mercado se caracterizou na sua formação, e até hoje ainda é assim, pelo monopólio ou garantia de barreiras à entrada de novos concorrentes. Quantas cidades brasileiras são servidas por somente uma empresa rodoviária? Essa pergunta deveria incomodar muita gente, mas nunca ouvi sendo feita, ou pior, nunca vi a sua resposta.</p>
<p>A parte meus preconceitos, a operação de baixo custo (<em>low fare</em>) da Gol, quando iniciou, era completamente diferente da atual da Azul. O baixo custo da Gol nos impunha barrinhas de cereais nos aviões, atendimento lento e com poucos atendentes nos aeroportos, enfim, pagávamos pouco e recebíamos menos também. Depois que cresceu e ficou com a marca Varig, a Gol deixou de ser <em>low fare</em>, voltando a trabalhar com tarifas mais baixas no ano passado, com a entrada de novas empresas nesse mercado. Mas é inegável que foi com a sua chegada que o mercado brasileiro se abriu para a concorrência de preços.</p>
<p>Interessante nessa história é que nossa legislação não permitiu que a Varig fosse vendida para a Lan Chile ou TAP Air Portugal porque existe um limite de 20% das ações ao capital estrangeiro. O passageiro perdeu uma companhia como opção e a concorrência ficou, na época, restrita a somente duas empresas. A Azul foi criada por um &#8220;brasileiro&#8221; que voltou a aprender português depois que resolveu montar a Azul Linhas Aéreas. David Neeleman é filho de americanos que moravam no Brasil quando ele nasceu. Viveu aqui até os cinco anos e voltou com a família para os Estados Unidos. Você a essa altura já percebeu porque ele pode ter mais que 20% de ações de uma empresa brasileira de aviação.</p>
<p>Por fim, em um dos meus vôos pela Azul de Campinas para o Rio, final de noite, tivemos no avião, vestido à vontade (esporte), o presidente da empresa, Pedro Janot. Ele se apresentou e percorreu durante o vôo todo o avião, cumprimentando cada um dos passageiros, ouvindo questionamentos, opiniões, críticas, ou só batendo um papo rápido. Me fez lembrar o Cmte. Rolim ao pé da escada, junto ao tapete vermelho, recebendo e cumprimentando seus passageiros nos vôos da TAM. Como apaixonado, eu gosto de quem (ao menos) aparenta que também goste daquelas &#8220;garças&#8221; metálicas. Como consumidor, quero um mercado competitivo que nos ofereça segurança, qualidade, eficiência e baixo preço. Que venham mais &#8220;voadoras&#8221;!</p>
<p>P.S. 1) Talvez não tenha ficado totalmente claro o título do post. Quando eu era gerente de manutenção na Votec, colocamos um anúncio no jornal para contratar pintores de aviões. Um dos requisitos era ter experiência comprovada em aviação. 100% dos candidatos tinham trabalhado em alguma empresa de ônibus. Quando eu perguntava sobre a experiência em aviação, eles me mostravam a carteira de trabalho e diziam: &#8211; Olhe aqui, trabalhei na Viação Alta Muralha. Todos tinham trabalhado em alguma empresa cujo nome era Viação alguma coisa. Desisti e contratei os que passaram nos testes.<br />
 <img src='http://pomeu.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
P.S. 2) Fotos. A fotinha na capa é minha mesmo e pode ser vista inteira no meu <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/pomeu/3483396353/in/set-72157617349444137/">Flickr</a>. A foto aqui dentro do post não sei o autor, mas achei-a no blog (muito gostoso) da portuguesa <a target="_blank" href="http://superianita.blogspot.com/">Ianita</a>.</p>
<p>P.S. 3) Missão dada é missão cumprida, meu caro amigo Zezinho.</p>


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		<title>Alguém peidou</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Polí­tica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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		<description><![CDATA[Tive um colega na escola, se não me engano foi no ensino médio, que tinha o estranho e péssimo hábito de proclamar o óbvio, e nada mais. Quando todos esperávamos uma confissão, ou quem sabe, uma revelação, ele parava e não dizia nem mais uma palavra.

Vou ser mais claro e direto, ou você vai achar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive um colega na escola, se não me engano foi no ensino médio, que tinha o estranho e péssimo hábito de proclamar o óbvio, e nada mais. Quando todos esperávamos uma confissão, ou quem sabe, uma revelação, ele parava e não dizia nem mais uma palavra.</p>
<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #FFFFFF 0px solid; BORDER-TOP: #FFFFFF 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: center; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #FFFFFF 30px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #FFFFFF 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/principe_1.jpg" alt="Imagem: Familia real britânica em evento no palacio" /></p>
<p>Vou ser mais claro e direto, ou você vai achar que ainda estou de porre das festas de final de ano, para batizar o primeiro post de 2010 com esse título. Uma vez (houve outras) estávamos super concentrados fazendo uma prova bem difícil. Nem um ruído na turma de 40 alunos, todos voltados para a folha em branco sobre as carteiras, quando o Almeida constata o óbvio:</p>
<p>- Alguém peidou.</p>
<p>Uns já haviam percebido, outros estavam percebendo, e os mais distantes perceberiam em breve. A turma toda olha para ele na expectativa da confissão. Almeida levanta as mãos até a altura do peito, com os braços paralelos e balançando a cabeça de um lado para o outro, sussurra:</p>
<p>- Não fui eu.</p>
<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #FFFFFF 0px solid; BORDER-TOP: #FFFFFF 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: center; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #FFFFFF 30px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #FFFFFF 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/principe_2.jpg" alt="Imagem: Familia real britânica em evento no palacio" /></p>
<p>Aleixo, um paraibano magro e alto se antecipa à turma e manda rápido e baixo para não chamar a atenção do professor que tomava conta da prova:</p>
<p>- E quem foi então, Almeida?</p>
<p>Almeida na posição que estava, só fez um giro com as mãos, uma mexida na testa com contração da boca e ombros para para frente. A clássica resposta de &#8220;não sei&#8221; dada pelo corpo. E todos voltamos nossa concentração para a prova sem saber quem estava próximo de tirar um zero, mal a aferição do aprendizado havia começado.</p>
<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #FFFFFF 0px solid; BORDER-TOP: #FFFFFF 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: center; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #FFFFFF 30px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #FFFFFF 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/principe_3.jpg" alt="Imagem: Familia real britânica em evento no palacio" /></p>
<p>E que fato disparou no meu cérebro lembrança tão escatológica, deve estar perguntando a amiga leitora. Eu te digo. Domingo passado (03/01/2010) abri o O Globo e li uma pequena entrevista do ministro Joaquim Barbosa, feita pela jornalista Carolina Brígido. Em determinado momento (reprodução abaixo), o ministro Joaquim Barbosa declara que o Judiciário é um dos principais responsáveis pela impunidade que alimenta a corrupção no Brasil.</p>
<p>Li a outra pergunta da réporter, fui até o fim da entrevista, voltei para o início e não achei a pergunta que eu teria feito, que seria pedir mais detalhamento ao ministro (quem, como, onde, quanto, etc). Aí me lembrei da discussão que o ministro Joaquim Barbosa teve como ministro Gilmar Mendes (presidente do Supremo Tribunal Federal), em abril (28/04/2009) do ano passado. Naquela ocasião, o ministro Joaquim Barbosa insinuou que o ministro Gilmar Mendes estava destruindo a Justiça do Brasil. </p>
<p>Em ambas as situações, guardadas as devidas proporções (gigantesca distância) e profundo respeito (a mais elevada consideração), o ministro Joaquim Barbosa me lembrou muito o Almeida, meu colega de escola. Será ainda reflexo das comemorações de reveillon?</p>
<p>======================================================================</p>
<p><em><strong>Entrevista do ministro Joaquim Barbosa ao O Globo em 03/01/2010</strong></em></p>
<p><em>Carolina Brígido &#8211; O GLOBO: O senhor é descrente da política? </p>
<p>JOAQUIM BARBOSA: Tal como é praticada no Brasil, sim. Porque a impunidade é hoje problema crucial do país. A impunidade no Brasil é planejada, é deliberada. As instituições concebidas para combatê-la são organizadas de forma que elas sejam impotentes, incapazes na prática de ter uma ação eficaz. </p>
<p>O GLOBO: A quais instituições o senhor se se refere? </p>
<p>JOAQUIM BARBOSA: Falo especialmente dos órgãos cuja ação seria mais competente em termos de combate à corrupção, especialmente do Judiciário. A Polícia e o Ministério Público, não obstante as suas manifestas deficiências e os seus erros e defeitos pontuais, cumprem razoavelmente o seu papel. Porém, o Poder Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país. A generalizada sensação de impunidade verificada hoje no Brasil decorre em grande parte de fatores estruturais, mas é também reforçada pela atuação do Poder Judiciário, das suas práticas arcaicas, das suas interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção e, sobretudo, com a sua falta de transparência no processo de tomada de decisões. Para ser minimamente eficaz, o Poder Judiciário brasileiro precisaria ser reinventado.</em></p>
<p>=======================================================================</p>
<p><em><strong>Diálogo entre os ministros Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes no plenário do STF em 28/04/2009</strong></em><br />
<em><br />
JOAQUIM BARBOSA – Vossa Excelência me respeite, Vossa Excelência não tem condição alguma. Vossa Excelência está destruindo a Justiça desse país, e vem agora dar lição de moral em mim? Saia à rua, ministro Gilmar. Saia à rua, faz o que eu faço.</p>
<p>GILMAR MENDES – Eu estou na rua, ministro Joaquim.</p>
<p>JOAQUIM BARBOSA – Vossa Excelência não está na rua não, Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso.</p>
<p>JOAQUIM BARBOSA – Vossa Excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite.</p>
<p>GILMAR MENDES – Ministro Joaquim, Vossa Excelência me respeite.</em></p>


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		<title>Quarto aniversário</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 00:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #000000 0px solid; BORDER-TOP: #000000 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #000000 0px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #000000 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/4anos.jpg" alt="Imagem: Uninflated Japanese balloons laying on gray granite. From SCapture @ Stock.xchng" />No aniversário do Pô, meu! do ano passado, eu tinha acabado de recolocar o blog no ar (ficou offline 2 meses) depois de um ciber ataque que além de me dar alguma dor de cabeça, teve apagada toda a base de dados de posts e comentários. Mas como tudo que é jogado na Internet torna-se propriedade da Internet para sempre, consegui recuperar todo o trabalho. Será que não me arrependerei um dia?<br />
 <img src='http://pomeu.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>De lá para cá, minha vontade de escrever para os meus eventuais futuros netos (não entendeu? leia o <a target="_blank" href="http://pomeu.com/about/">Sobre</a>) não diminuiu. Mas reconheço que a natureza humana é preguiçosa. Para colocar no ar um post aqui no Pô, meu!, eu consumo em média, algo por volta de 2 horas. Por mais que eu demore para formatar uma ideia com 140 caracteres, não passo de 45 segundos. Por conta disso, acabei gastando no Twitter o tempo de elaborar e publicar dezenas de posts por aqui. </p>
<p>Arrependido? Não, pois no Twitter conheci muitas pessoas que enriqueceram com suas opiniões a minha maneira de enxergar diversas coisas. Como dou preferência por acompanhar quem escreve também (jornalistas e blogueiros), acho que ganhei muito mais do que ofereci.</p>
<p>Por aqui, fiz várias propostas de metas para esse último ano, e fiquei devendo em todas elas. Fica vermelha cara sem vergonha! Recuperando o que escrevi no post <a target="_blank" href="http://pomeu.com/blogosfera/po-meu-fez-tres-anos/">Pô, meu! fez 3 anos</a>, achei o texto abaixo:</p>
<blockquote><p>Vamos ver se até o quarto aniversário chegamos no post número 500 (temos 362), nos 2000 comentários (temos 930), nos 200 assinantes (ontem marcamos 101), se recuperamos o Page Rank 4 (estamos em PR3) e se nos deixam em paz para escrever, para protestar, para cobrar, para rir, para amar e, fundamentalmente, deixar cheia, bem cheia, essa garrafa digital para o futuro.</p></blockquote>
<p>Quanto aos posts, chegamos só nos 430. Sem posts publicados, como o pessoal vai comentar, assinar o blog ou linkar? Por isso, atingimos 1430 comentários publicados, 141 leitores de feed, e, apesar de termos voltado para o Google page rank 4, são Google no último trimestre nos devolveu para o lugar que merecíamos: PR 3.</p>
<p>Na foto da SCapture ali em cima, ela mostra balões (bexigas em paulistês e bolas em carioquês) de aniversário vazios, desinflados, sem ar ou conteúdo. Pois será também dessa forma que levarei o Pô, meu! no ano V. As ideias e a motivação para escrever sempre existirão, vai depender da minha disposição de &#8220;colocar a boca no balão&#8221; e enchê-los de textos e opiniões. </p>
<p>Obrigado a todos que passam por aqui, em especial aos que me deixam super feliz ao comentarem o que publico. Um obrigado especial aos que me chamam de volta ao blog, quando eu, cheio de preguiça, dou preferência ao Twitter. Valeu!</p>
<p><em>Foto na capa de </em><a target="_blank" href="http://www.newsoffuture.com/"><em>Pontus Edenberg</em></a><em> @ Stock.xchng  </em></p>


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		<title>Que venha 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 18:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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Creative Commons (by-nc-nd) P&#244;, Meu!.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 2px solid black; BORDER-RIGHT: #FFFFFF 0px solid; BORDER-TOP: #FFFFFF 0px solid; MARGIN-TOP: 5px; DISPLAY: inline; FLOAT: center; MARGIN-BOTTOM: 5px; BORDER-LEFT: #FFFFFF 30px solid; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: #FFFFFF 0px solid" src="http://www.pomeu.com/images/2010.jpg" alt="Imagem: A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas. Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas! Cantemos a canção da vida, na própria luz consumida... Mário Quintana" /></p>


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