<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>NETBILA'NEWS</title><description>Fonte complementar de informação na simplicidade e originalidade das suas novidades e dos seus artigos e imagens!</description><managingEditor>noreply@blogger.com (ToFernando)</managingEditor><pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:07:53 GMT</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">978</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://www.netbilanews.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Trás-os-Montes e Alto Douro: lugares, culturas, as pessoas e suas estórias!</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Trás-os-Montes - um lugar para sentir, escutar e descobrir</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/10/tras-os-montes-um-lugar-para-sentir.html</link><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 17:14:11 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-9040352479418086054</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Canal NetBila — a memória viva de Trás-os-Montes
&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Este mundo maravilhoso continua a surpreender quem o observa com
  sensibilidade. Nas serras, nos lameiros, nas aldeias de granito e nos cursos
  de água que descem pelas encostas, permanece uma identidade feita de natureza,
  trabalho e memória. São imagens que nos aproximam das raízes, que nos recordam
  a importância das tradições e que nos fazem compreender melhor a ligação entre
  as pessoas e o território onde vivem.
&lt;/p&gt;
&lt;div style="position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%;"&gt;
  &lt;iframe 
    src="https://www.youtube.com/embed/lG8mR6QfDAk" 
    title="YouTube video player" 
    frameborder="0" 
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  &lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Trás-os-Montes não é apenas uma região para visitar. É um lugar para sentir,
  escutar e descobrir. A sua beleza não se esgota numa fotografia, nem as suas
  histórias cabem num único relato. Cada estação traz novas cores, cada caminho
  guarda uma lembrança e cada encontro com as suas gentes revela um pouco mais
  da alma transmontana.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  É esta riqueza que merece ser partilhada, valorizada e preservada. Porque
  entre as montanhas que desenham o horizonte e os caminhos que atravessam os
  tempos, Trás-os-Montes continua a ser um mundo maravilhoso, profundamente
  português, onde a natureza e a memória permanecem lado a lado.&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/lG8mR6QfDAk/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Vídeo sobre Trás-os-Montes, Portugal</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/10/video-sobre-tras-os-montes-portugal.html</link><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 17:10:06 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-259463333652690274</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Trás-os-Montes (VÍDEO): mundo maravilhoso de paisagens, tradições, memórias
&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A beleza natural de uma região única&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Mundo Maravilhoso, este da região de Trás-os-Montes: as suas serras desenhadas
  de pontos graníticos, o cantarolar dos regos de água a escoarem montanha
  abaixo. São imagens belíssimas as que fazem este vídeo nas passagens diversas,
  segundo as estações do ano. A natureza transmontana revela-se em toda a sua
  grandiosidade, numa sucessão de paisagens que parecem guardar segredos
  antigos, onde cada pedra, cada árvore e cada curso de água fazem parte de uma
  história que atravessa gerações.
&lt;/p&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
  &lt;tbody&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style="text-align: center;"&gt;
        &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsbtA49aqVQmzd4G80JHmQzFNV-aQvqKkAjXZMZLNXOELChfyvr53cE0BH9WF9cJ_ewK0ArkdRgnV1EWawtDZ-CoQ0NAtCcxlIZ_77rZHbwOPNLQZLZbQdNitJOcP-rBoqv7Y0WbFYpCB6Sv7DOKmdYn-5L8-qntbs1M3t91Qemo8iIyLj3KLq4gbCnM8/s1672/Vale%20Montanhoso%20ao%20Amanhecer.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Trás-os-Montes no canal NetBila" border="0" data-original-height="941" data-original-width="1672" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsbtA49aqVQmzd4G80JHmQzFNV-aQvqKkAjXZMZLNXOELChfyvr53cE0BH9WF9cJ_ewK0ArkdRgnV1EWawtDZ-CoQ0NAtCcxlIZ_77rZHbwOPNLQZLZbQdNitJOcP-rBoqv7Y0WbFYpCB6Sv7DOKmdYn-5L8-qntbs1M3t91Qemo8iIyLj3KLq4gbCnM8/w640-h360/Vale%20Montanhoso%20ao%20Amanhecer.png" title="Trás-os-Montes no canal NetBila" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
      &lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;
        Trás-os-Montes no canal NetBila
      &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
  &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/lG8mR6QfDAk"&gt;https://youtu.be/lG8mR6QfDAk&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Entre montanhas e vales profundos, a paisagem transforma-se com o passar dos
  meses. A Primavera veste os campos de verde, as flores silvestres despontam
  nas encostas e a água corre com maior abundância pelos regatos e ribeiros. No
  Verão, os tons dourados dos campos misturam-se com o azul do céu, enquanto as
  sombras das árvores oferecem abrigo nas horas de maior calor. O Outono pinta
  as paisagens com cores quentes, e o Inverno cobre por vezes as serras de
  branco, criando cenários de uma beleza de serenidade.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A vida das gentes transmontanas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  A luz reflecte-se em histórias dos habitantes que por aqui nasceram e
  descobrem ainda hoje as vidas de trabalho, numa labuta constante, repetida:
  homens e mulheres, e os animais, seus companheiros de sempre e ajudantes
  diários a circularem muitas vezes sós por entre encostas onde se formam
  lameiros de erva, divididos por muros ancestrais a trespassarem os tempos de
  geração em geração. Vias de comunicação singelas, características da região, e
  o misticismo a despertar curiosidades em cada curva que se aproxima!
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  É neste quotidiano, marcado pela ligação profunda à terra, que encontramos uma
  das maiores riquezas de Trás-os-Montes. As gentes destas aldeias aprenderam a
  viver ao ritmo das estações, respeitando os ciclos da natureza e preservando
  conhecimentos transmitidos pelos seus antepassados. A agricultura, a
  pastorícia e os trabalhos do campo continuam a fazer parte da identidade
  local, mesmo perante as mudanças que, ao longo dos anos, têm transformado a
  vida das comunidades rurais.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Cada lameiro, cada socalco e cada caminho contam histórias de esforço,
  resistência e dedicação. São testemunhos silenciosos de uma população que
  soube enfrentar as dificuldades de um território montanhoso, onde a distância
  entre aldeias e a dureza dos Invernos exigiram sempre coragem e espírito de
  entreajuda. Nos gestos simples do dia a dia permanece uma herança que importa
  conhecer, valorizar e transmitir às novas gerações.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;b&gt;Aldeias,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;património,&lt;/b&gt; &lt;b&gt;caminhos&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Em Trás-os-Montes, as aldeias parecem repousar sobre as encostas, protegidas
  pelas serras e envolvidas por uma tranquilidade cada vez mais rara. As casas
  de granito, as ruas estreitas, os largos tradicionais e os pequenos
  fontanários fazem parte de uma arquitectura que se adapta à paisagem e às
  necessidades de outros tempos. Há lugares onde o silêncio apenas é
  interrompido pelo som dos sinos, pelo chilrear das aves ou pelo rumor da água
  que atravessa os campos.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Os caminhos antigos continuam a ligar terrenos agrícolas, povoações e lugares
  de memória. Por eles passaram gerações de trabalhadores, pastores e viajantes,
  transportando produtos, notícias e histórias que ajudaram a construir a
  identidade transmontana. Muitos destes percursos conservam ainda a sua
  simplicidade original, convidando a descobrir uma região onde o património não
  se encontra apenas nos monumentos, mas também nas pequenas marcas deixadas
  pela vida quotidiana.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  O misticismo que envolve algumas serras, fontes e lugares isolados acrescenta
  outra dimensão a esta paisagem. Entre lendas populares, tradições religiosas e
  narrativas transmitidas à lareira, sobrevive um imaginário colectivo que
  alimenta a curiosidade de quem visita estas terras. Cada curva da estrada pode
  revelar uma nova aldeia, um vale inesperado ou uma vista panorâmica que
  convida a parar e a contemplar.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;b&gt;Sabores, tradições e identidade regional&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  A riqueza transmontana também se encontra à mesa, nos sabores que resultam de
  uma relação antiga com a terra. O fumeiro tradicional, o pão de forno, o
  azeite, o mel e os queijos fazem parte de uma gastronomia profundamente ligada
  aos produtos locais e aos saberes familiares. Nas diferentes localidades, as
  receitas variam e conservam particularidades que revelam a diversidade
  cultural da região.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  As castanhas, os cogumelos, as batatas e as hortaliças são outros exemplos de
  uma ligação à natureza que permanece viva. Nas zonas de vinha, o trabalho das
  vindimas continua a marcar o calendário rural, reunindo famílias e comunidades
  em torno de uma actividade que combina esforço, conhecimento e celebração. O
  vinho, o azeite e os produtos da terra representam não apenas recursos
  económicos, mas também elementos essenciais de uma herança que distingue
  Trás-os-Montes.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Ao longo do ano, as festas populares, as romarias e as feiras tradicionais
  mantêm vivas as relações entre as pessoas e reforçam o sentimento de pertença.
  São momentos em que regressam antigos costumes, se reencontram familiares e
  amigos e se partilham memórias que ajudam a preservar a alma das aldeias.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Uma região que merece ser descoberta&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Trás-os-Montes é também um território de contrastes, onde a imponência das
  serras convive com a serenidade dos vales e a dureza do trabalho se cruza com
  a beleza dos momentos mais simples. Da paisagem protegida do Parque Natural de
  Montesinho ao vale do Douro, com as suas encostas de vinha, passando pelos
  territórios do Tua e pelas terras de Barroso, cada espaço revela
  características próprias e diferentes formas de viver a relação com a
  natureza.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  É uma região que se descobre sem pressa, percorrendo estradas sinuosas,
  atravessando pequenas pontes e parando nos miradouros para observar a dimensão
  da paisagem. A cada quilómetro surgem novas perspectivas, novas cores e novos
  motivos para compreender a singularidade deste território. O contacto directo
  com as comunidades permite perceber que a verdadeira riqueza transmontana
  reside tanto na beleza natural como na hospitalidade das suas gentes.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Num tempo em que tantas paisagens se transformam rapidamente e tantas
  tradições correm o risco de desaparecer, importa olhar para Trás-os-Montes com
  atenção e respeito. Preservar os caminhos, cuidar dos campos, valorizar os
  produtos locais e manter vivas as histórias das aldeias são formas de proteger
  um património que pertence não apenas a quem aqui nasceu, mas também a todos
  os que reconhecem o seu valor. Neste sentido, apresenta-se um vídeo com uma
  duração que ultrapassa as duas horas no canal NetBila, reunindo um conjunto de
  imagens sobre a grande e lindíssima região de Trás-os-Montes!
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://youtu.be/lG8mR6QfDAk"&gt;https://youtu.be/lG8mR6QfDAk&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsbtA49aqVQmzd4G80JHmQzFNV-aQvqKkAjXZMZLNXOELChfyvr53cE0BH9WF9cJ_ewK0ArkdRgnV1EWawtDZ-CoQ0NAtCcxlIZ_77rZHbwOPNLQZLZbQdNitJOcP-rBoqv7Y0WbFYpCB6Sv7DOKmdYn-5L8-qntbs1M3t91Qemo8iIyLj3KLq4gbCnM8/s72-w640-h360-c/Vale%20Montanhoso%20ao%20Amanhecer.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>DOURO E TRÁS-OS-MONTES, PORTUGAL</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/10/douro-e-tras-os-montes-portugal.html</link><category>Douro</category><category>Douro Valley</category><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sat, 10 Oct 2026 14:10:28 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-6770660715878720299</guid><description>&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;
  Alto Douro Vinhateiro e Região Transmontana
&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  As regiões do Alto Douro Vinhateiro e de Trás-os-Montes partilham uma profunda
  ligação geográfica e cultural, destacando-se por marcas históricas, sociais e
  paisagísticas singulares, de acordo com o acervo dos blogues do canal NetBila
  e NetBila'News.
&lt;/p&gt;

&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/85ito7Ajhoo?si=FH2iT7VGN7pcW1DS" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;b&gt;Património e Vinhas&lt;/b&gt;: A paisagem duriense foi moldada pelo trabalho
  agrícola de ordens religiosas entre os séculos XII e XIV, através da expansão
  das vinhas e da construção de muros de contenção. Este esforço valeu ao Alto
  Douro Vinhateiro a classificação de Património Mundial pela UNESCO (Paisagem
  Cultural), tendo a vila do Pinhão como ponto central e emblemático.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;b&gt;Identidade, Gastronomia e Memória&lt;/b&gt;: A identidade transmontana e duriense
  assenta em tradições comunitárias vivas — como os Caretos e a língua Mirandesa
  no nordeste transmontano. A sua gastronomia típica, rica em carnes de porco e
  vitela, resultou da necessidade de sustentar o trabalho físico árduo exigido
  pela agricultura de subsistência e, servindo como exemplos a construção dos
  muros de xisto que suportam os vinhedos e as pedras graníticas utilizadas nas
  construções das habitações. A memória social da região é ainda marcada pela
  vaga de emigração para o Brasil e pela exploração de volfrâmio, no período
  áureo das décadas de 1940 e 1950, destacando-se as minas do Vale das Gatas, na
  freguesia de S. Lourenço, concelho de Sabrosa.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;b&gt;Paisagem e Vias de Transporte&lt;/b&gt;: A paisagem de socalcos e as quintas
  históricas podem ser contempladas a partir de vários miradouros emblemáticos,
  como os miradouros do Ujo, de Casal de Loivos, Castedo ou o Santuário do
  Senhor Jesus da Capelinha. A navegabilidade dos rios Douro, Pinhão, Sabor e
  Tua — reforçada pelas albufeiras —, aliada à circulação de barcos-hotel e do
  comboio histórico, redefiniu a identidade e a dinâmica turística da região ao
  longo do tempo.
&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/85ito7Ajhoo/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Pinhão, Alijó, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.191005 -7.5461623</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.880771163821152 -42.7024123 69.501238836178842 27.6100877</georss:box></item><item><title>Vídeo sobre o Douro - Castedo</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/10/video-sobre-o-douro-castedo.html</link><category>Douro</category><category>Douro Valley</category><category>Personalidades</category><category>Vídeos</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Thu, 8 Oct 2026 06:40:44 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-7411502544234213212</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Castedo do Douro: Homenagem ao Poeta António Cabral
&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Um vídeo sobre o Douro – o
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Alto+Douro+Vinhateiro&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;Alto Douro Vinhateiro&lt;/a
  &gt;
  – com uma reunião de imagens, das mais sumptuosas paisagens durienses de uma
  das zonas esplêndidas, mais espectaculares, da Região Vinhateira classificada
  pela
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=UNESCO&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;UNESCO&lt;/a
  &gt;
  como
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Patrim%C3%B3nio+Paisag%C3%ADstico+Mundial+UNESCO+classification&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;Património Paisagístico Mundial&lt;/a
  &gt;!
&lt;/p&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;iframe
    allowfullscreen=""
    class="BLOG_video_class"
    style="width 100%; aspect-ratio: 16 / 9; border: none;" 
  allowfullscreen
    src="https://www.youtube.com/embed/K5EIPvAs96Q"
    width="100%"
    youtube-src-id="K5EIPvAs96Q"
  &gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Castedo+do+Douro&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;Castedo do Douro&lt;/a
  &gt;, com vistas de suster a respiração, mesmo dos mais insensíveis, para uma
  localidade emblemática duriense – o Tua, ou Foz Tua!
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Um desfile etnográfico mostra a vivência, o quotidiano de um povo que
  construiu os patamares que hoje mostram as vinhas e as suas videiras e uvas –
  as castas que dão origem ao precioso néctar – o
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Vinho+do+Porto&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;Vinho do Porto&lt;/a
  &gt;, preferindo as gentes destes lugares designá-lo como
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+Vinho+Tratado+Vinho+do+Porto&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;Vinho Tratado&lt;/a
  &gt;
  ou Vinho Fino.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  O
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Poeta+Ant%C3%B3nio+Cabral&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;Poeta António Cabral&lt;/a
  &gt;
  descreve, de um modo ímpar, o trabalho duro dos pequenos agricultores e dos
  trabalhadores durienses, desde tempos remotos até às dificuldades sempre
  presentes dos dias de hoje.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Uma homenagem ao Poeta do Douro é vista pelas imagens deste canal – o
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=canal+NetBila&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;canal NetBila&lt;/a
  &gt;
  – uma homenagem bem merecida, talvez das homenagens mais condizentes com o
  Homem, o Escritor e Poeta que extraiu das suas origens os mais belos poemas
  durienses! Com os seus familiares presentes nesta celebração, muito se
  agradece a quem organizou esta efeméride, nomeadamente à
  &lt;a
    data-preview=""
    href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Uni%C3%A3o+das+Freguesias+de+Castedo+e+Cotas+Alij%C3%B3&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7411502544234213212"
    target="_blank"
    &gt;União das Freguesias de Castedo e Cotas&lt;/a
  &gt;, ao Município de Alijó, e a cerca de duzentos e quarenta habitantes do
  concelho que construíram, sob a orientação de Bacelar Pereira, todos os
  elementos que formam a imagem do rosto de António Cabral, expresso no edifício
  da Junta de Freguesia, na aldeia do Castedo.
&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/K5EIPvAs96Q/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Castedo, Alijó, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.2267328 -7.4661690999999983</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.916498963821155 -42.6224191 69.536966636178846 27.6900809</georss:box></item><item><title>O Lugar do Cimo do Monte</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/04/o-lugar-do-cimo-do-monte.html</link><category>Aldeia Portuguesa</category><category>Comédia Regional</category><category>Crítica Política</category><category>Crítica Social</category><category>Humor Português</category><category>Lugar do Cimo do Monte</category><category>NetBila</category><category>Sátira Rural</category><category>Vídeos Humorísticos</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Thu, 30 Apr 2026 16:47:55 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-2097860546948817982</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  &lt;span
    face='-apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"'
    style="background-color: white; color: #990000; font-size: 24px;"
    &gt;A Sátira Rural que Marca o Universo NetBila&lt;/span
  &gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a
    href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2ik-rDn7oOhR9ycku86Bs2szo6otZPgUIGcfUBiqT3tfcbVlXxIQf8L4OmQjD-qAaWWm-lLGfOx2yM5DtnEmEFhuTdQDDe109-mScHHyd1fbPfxYGv8N3iRKrXwVo66txG0LmTPou98buNVdprNrKVmxbVbJ5z5CFUkU3cVnYfckQTWqtdIF-zxbwHCs/s1280/LugarDoCimoDoMonte.png"
    style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"
    &gt;&lt;img
      alt="Lugar do Cimo do Monte"
      border="0"
      data-original-height="720"
      data-original-width="1280"
      height="225"
      src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2ik-rDn7oOhR9ycku86Bs2szo6otZPgUIGcfUBiqT3tfcbVlXxIQf8L4OmQjD-qAaWWm-lLGfOx2yM5DtnEmEFhuTdQDDe109-mScHHyd1fbPfxYGv8N3iRKrXwVo66txG0LmTPou98buNVdprNrKVmxbVbJ5z5CFUkU3cVnYfckQTWqtdIF-zxbwHCs/w400-h225/LugarDoCimoDoMonte.png"
      title="Lugar do Cimo do Monte"
      width="400"
  /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  A rubrica "Lugar do Cimo do Monte", integrada no canal NetBila, do YouTube,
  afirma-se como uma das criações mais originais do humor regional português.
  Misturando ficção, crítica social e tradição popular, esta série apresenta uma
  aldeia imaginária onde tudo pode acontecer — desde galos nomeados regedores
  até projectos agrícolas duvidosos.
&lt;/div&gt;
&lt;h3
  style='background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px; text-align: left;'
&gt;
  &lt;br&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Uma Série com Identidade Própria&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Segundo referências oficiais do universo NetBila, Lugar do Cimo do Monte é
  apresentado como uma “estória de ficção” composta por dezenas de episódios. Ao
  longo do tempo, a rubrica consolidou-se como um espaço satírico onde se
  caricaturam comportamentos, lideranças locais, hábitos rurais e o eterno
  teatro da política de aldeia.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a
    href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdX33xHgvboD6npYbB0I0OzVaKkZw2TnlKpYcnC4f3acgZxLEqKM3uipnWpLaGNo87TPPjns4zv8uXjjl3VUIioZLUHZHNSf99UkCxCfnxDGQgw9JplxvMv7eWBIVlrGKFhKzZtI1BqyYYkX8DeucBYRk_BbBGcin2opQ3oTMzDPavtIXp0HX4MKhnFp4/s1376/netbila-cimodomonte-saturado.png"
    style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"
    &gt;&lt;img
      border="0"
      data-original-height="768"
      data-original-width="1376"
      height="224"
      src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdX33xHgvboD6npYbB0I0OzVaKkZw2TnlKpYcnC4f3acgZxLEqKM3uipnWpLaGNo87TPPjns4zv8uXjjl3VUIioZLUHZHNSf99UkCxCfnxDGQgw9JplxvMv7eWBIVlrGKFhKzZtI1BqyYYkX8DeucBYRk_BbBGcin2opQ3oTMzDPavtIXp0HX4MKhnFp4/w400-h224/netbila-cimodomonte-saturado.png"
      width="400"
  /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  A fórmula é simples, mas eficaz: humor popular, personagens caricatos,
  expressões regionais e situações absurdas que lembram não só o quotidiano de
  muitas vilas e aldeias portuguesas, mas também cidades e capitais europeias.
&lt;/div&gt;
&lt;h3
  style='background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px; text-align: left;'
&gt;
 &lt;br&gt; &lt;span style="color: #666666;"&gt;Episódios Mais Conhecidos&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
Destacam-se alguns exemplos de títulos marcantes:
&lt;ul
  data-end="1423"
  data-start="1073"
  style='background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; color: #0d0d0d; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 16px; list-style: disc; margin: 0px; padding-inline-start: 1.625em; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;li
    data-end="1129"
    data-section-id="145bhkp"
    data-start="1073"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="1129"
      data-start="1075"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      &lt;span style="font-weight: 600;"
        &gt;&lt;a
          href="https://www.youtube.com/watch?v=elcJQ2BoHK4&amp;amp;list=PL8P4-Aop6vh2ptc2yE6sW1De-tr5Dnm_5&amp;amp;index=107&amp;amp;pp=iAQBsAgC"
          target="_blank"
          &gt;Toino e a correria à frente da vaca&lt;/a
        &gt;&lt;/span
      &gt;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="1209"
    data-section-id="z7thte"
    data-start="1171"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="1209"
      data-start="1173"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      &lt;span
        data-end="1207"
        data-start="1173"
        style="--tw-font-weight: 600; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-weight: 600; margin: 0px; padding: 0px;"
        &gt;&lt;a
          href="https://www.youtube.com/watch?v=s1CenDM2CgM&amp;amp;list=PL8P4-Aop6vh2ptc2yE6sW1De-tr5Dnm_5&amp;amp;index=97&amp;amp;pp=iAQBsAgC"
          target="_blank"
          &gt;Aldeia do Cimo do Monte&lt;/a
        &gt;&lt;/span
      &gt;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="1253"
    data-section-id="sogdo6"
    data-start="1210"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="1253"
      data-start="1212"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      &lt;span style="font-weight: 600;"
        &gt;&lt;a
          href="https://www.youtube.com/watch?v=-GWK1BNBk6Y&amp;amp;list=PL8P4-Aop6vh2ptc2yE6sW1De-tr5Dnm_5&amp;amp;index=93&amp;amp;pp=iAQBsAgC"
          target="_blank"
          &gt;Tóino e o personagem de braços no ar&lt;/a
        &gt;&lt;/span
      &gt;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="1341"
    data-section-id="1tsd48z"
    data-start="1303"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="1341"
      data-start="1305"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      &lt;span
        data-end="1339"
        data-start="1305"
        style="--tw-font-weight: 600; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-weight: 600; margin: 0px; padding: 0px;"
      &gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;ul
      data-end="1423"
      data-start="1073"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; list-style: disc; margin: 0px; padding-inline-start: 1.625em; padding: 0px;"
    &gt;
      &lt;li
        data-end="1397"
        data-section-id="1p0gk2p"
        data-start="1375"
        style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
      &gt;
        &lt;p
          data-end="1397"
          data-start="1377"
          style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
        &gt;
          &lt;span
            data-end="1395"
            data-start="1377"
            style="--tw-font-weight: 600; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-weight: 600; margin: 0px; padding: 0px;"
            &gt;&lt;a
              href="https://www.youtube.com/watch?v=II5ECVguEkU&amp;amp;list=PL8P4-Aop6vh2ptc2yE6sW1De-tr5Dnm_5&amp;amp;index=82"
              target="_blank"
              &gt;Apoteótica chegada da ovelha Charmilerindes ao lugar do Cimo do
              Monte!&lt;/a
            &gt;&lt;/span
          &gt;
        &lt;/p&gt;
      &lt;/li&gt;
      &lt;li
        data-end="1423"
        data-section-id="r0h95o"
        data-start="1398"
        style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
      &gt;
        &lt;span style="font-weight: 600;"
          &gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=Aodcgo-lSd4" target="_blank"
            &gt;A Síndrome da Limpeza do Pátio&lt;/a
          &gt;&lt;/span
        &gt;
      &lt;/li&gt;
    &lt;/ul&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="1374"
    data-section-id="1c5r5sm"
    data-start="1342"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="1374"
      data-start="1344"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      &lt;span
        data-end="1372"
        data-start="1344"
        style="--tw-font-weight: 600; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-weight: 600; margin: 0px; padding: 0px;"
        &gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=tE433HFKFTA" target="_blank"
          &gt;O Galo Designado Regedor&lt;/a
        &gt;&lt;/span
      &gt;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Cada episódio explora um tema diferente, mantendo sempre a crítica bem
disfarçada em gargalhada.
&lt;h3
  style='background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px; text-align: left;'
&gt;
&lt;br&gt;  &lt;span style="color: #990000;"&gt;Temas Principais da Rubrica&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;h3
  data-end="1583"
  data-section-id="1pxys1h"
  data-start="1555"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 18px; line-height: 1.55556; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;Política à Moda da Terra&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
Promessas ocas, lideranças improvisadas, nomeações caricatas e disputas por
protagonismo são presença habitual. Tudo isto tratado com ironia.
&lt;h3
  data-end="1761"
  data-section-id="d4f760"
  data-start="1737"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 18px; line-height: 1.55556; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;Costumes e Tradições&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
Lavagens de roupa, conversas de largo, merendas, mexericos e rivalidades locais
servem de base a muitas estórias.
&lt;h3
  data-end="1918"
  data-section-id="1xl4uch"
  data-start="1879"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 18px; line-height: 1.55556; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;O Absurdo como Espelho da Realidade&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
Ao exagerar comportamentos reais, a rubrica consegue mostrar que, por vezes, a
ficção parece menos absurda do que a realidade.
&lt;h2
  data-end="2069"
  data-section-id="1v0uesb"
  data-start="2048"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;Estilo de Produção&lt;/span&gt;
&lt;/h2&gt;
A identidade visual aposta num formato artesanal e criativo:
&lt;ul
  data-end="2290"
  data-start="2133"
  style='background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; color: #0d0d0d; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 16px; list-style: disc; margin: 0px; padding-inline-start: 1.625em; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;li
    data-end="2156"
    data-section-id="1xkgaqx"
    data-start="2133"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2156"
      data-start="2135"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Narração expressiva
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2199"
    data-section-id="yjwr85"
    data-start="2157"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2199"
      data-start="2159"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Personagens interpretadas pelo criador
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2224"
    data-section-id="bjy07s"
    data-start="2200"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2224"
      data-start="2202"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Humor sonoro simples
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2264"
    data-section-id="1psona8"
    data-start="2225"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2264"
      data-start="2227"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Imagens simbólicas e ambiente rural
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2290"
    data-section-id="1f9lb31"
    data-start="2265"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2290"
      data-start="2267"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Ritmo de sátira popular
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Esse estilo aproxima a série do teatro radiofónico e da tradição oral
portuguesa.
&lt;h2
  data-end="2390"
  data-section-id="qpn44d"
  data-start="2375"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;Público-Alvo&lt;/span&gt;
&lt;/h2&gt;
O projecto agrada especialmente a:
&lt;ul
  data-end="2608"
  data-start="2428"
  style='background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; color: #0d0d0d; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 16px; list-style: disc; margin: 0px; padding-inline-start: 1.625em; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;li
    data-end="2476"
    data-section-id="1lcsk2i"
    data-start="2428"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2476"
      data-start="2430"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Público de Língua Portuguesa que aprecia humor regional;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2525"
    data-section-id="18gtusl"
    data-start="2477"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2525"
      data-start="2479"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Pessoas ligadas ao interior e ao mundo rural;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2559"
    data-section-id="e2ciza"
    data-start="2526"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2559"
      data-start="2528"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Seguidores de sátira política;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li
    data-end="2608"
    data-section-id="8cvgia"
    data-start="2560"
    style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 0px; margin: 0.5em 0px; padding-inline-start: 0.375em; padding: 0px;"
  &gt;
    &lt;p
      data-end="2608"
      data-start="2562"
      style="border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; margin-block: 4px; margin: 0px; padding: 0px;"
    &gt;
      Quem gosta de conteúdo independente e criativo.
    &lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2
  data-end="2630"
  data-section-id="f16tfe"
  data-start="2610"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;Porque se Destaca&lt;/span&gt;
&lt;/h2&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Num panorama digital muitas vezes repetitivo, o Lugar do Cimo do Monte
  distingue-se por criar um universo próprio, genuinamente português, integrado
  em ambiente de ficção, onde o sorriso nasce da observação social e política e
  da cultura popular.
&lt;/div&gt;
&lt;h2
  data-end="2847"
  data-section-id="h85oci"
  data-start="2835"
  style='--tw-font-weight: 600; background-color: white; border: 0px solid rgba(13, 13, 13, 0.05); box-sizing: border-box; font-family: -apple-system-body, ui-sans-serif, -apple-system, "system-ui", "Segoe UI", Helvetica, "Apple Color Emoji", Arial, "sans-serif", "Segoe UI Emoji", "Segoe UI Symbol"; font-size: 20px; line-height: 1.4; margin: 16px 0px 4px; padding: 0px;'
&gt;
  &lt;span style="color: #666666;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;
&lt;/h2&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Mais do que uma simples rubrica humorística, o Lugar do Cimo do Monte
  tornou-se uma pequena crónica satírica da vida comunitária portuguesa. Entre
  vacas perseguidas, regedores improváveis e projectos mirabolantes, o canal
  NetBila mostra que o humor local continua vivo — e com muita pontaria.
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2ik-rDn7oOhR9ycku86Bs2szo6otZPgUIGcfUBiqT3tfcbVlXxIQf8L4OmQjD-qAaWWm-lLGfOx2yM5DtnEmEFhuTdQDDe109-mScHHyd1fbPfxYGv8N3iRKrXwVo66txG0LmTPou98buNVdprNrKVmxbVbJ5z5CFUkU3cVnYfckQTWqtdIF-zxbwHCs/s72-w400-h225-c/LugarDoCimoDoMonte.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>Possibilidade de Nova Exploração Mineira, na Freguesia de São Lourenço de Ribapinhão?</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/04/possibilidade-de-nova-exploracao.html</link><category>Eventos</category><category>opinião</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sat, 25 Apr 2026 22:27:17 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-4151292678193360360</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Sessão Pública de Esclarecimento&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Pela empresa Minerália - Minas, Geotecnia E Construções, Lda.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito agradeço, também, à Junta de Freguesia de São Lourenço de Ribapinhão, o facto de ter convocado todos os laurentinos, para a referida Sessão Pública de Esclarecimento, levada a efeito pela empresa Minerália - Minas, Geotecnia E Construções, Lda., a propósito do pedido de Direitos de Concessão Experimental MN/PCE/0/14/13 – Vila Verde, fazendo parte desse processo uma área considerável, pertencente ao território da Freguesia de São Lourenço de Ribapinhão que, eventualmente, em futuro próximo, pode ser intervencionada com objectivos de exploração de minérios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deste modo, parece-me importantíssima toda a atenção por parte da população da Freguesia de São Lourenço e, evidentemente, da sua Junta de Freguesia, pois o assunto tratado em 22 de abril de 2026 não foi, em meu entender, devidamente esclarecedor, bem pelo contrário, pois ficaram no ar muitas dúvidas e algumas incongruências, muito bem referidas inclusivamente por parte dos elementos da Junta de Freguesia, bem como por alguns participantes nessa reunião.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo este tema de enorme relevância para toda a população da freguesia de São Lourenço, muito em especial os que habitam nas proximidades das antigas minas do Vale das Gatas, é de toda a conveniência que todos os laurentinos, sob as orientações da Junta de Freguesia, não negligenciem os devidos cuidados e atenções sobre o referido assunto, devendo respeitar-se, naturalmente, todas as pessoas e todas as opiniões, o que nem sempre, infelizmente, terá acontecido nessa mesma sessão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Comentário inserido na página do facebook da Junta de Freguesia de São Lourenço de Ribapinhão)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ToFernando Vilela&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/@ToFernando"&gt;https://www.youtube.com/@ToFernando&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3158082 -7.5801447</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">13.005574363821154 -42.7363947 69.626042036178845 27.576105300000002</georss:box></item><item><title>Televisão no Cimo do Monte! O QUÊ?</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/04/televisao-no-cimo-do-monte-o-que.html</link><category>ficção</category><category>Informação</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:07:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-8383157613433531013</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Que se passa com as televisões, no Cimo do Monte?&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp; 
&lt;iframe allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="true" frameborder="0" height="538" scrolling="no" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ftofernando%2Fposts%2Fpfbid0FerfAtvSDLYnHMVjXJwJkuAYFZPbwibsyZHrmoSvqpCbpkJaDtTrP4pyqUBxFZuZl&amp;amp;show_text=true&amp;amp;width=500" style="border: none; overflow: hidden;" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A relação entre pivôs televisivos e os seus convidados interlocutores é, amiudadas vezes, acompanhada de uma relação intensa, com inúmeros factos que surpreendem. Tudo isto acontece na ficção do Lugar do Cimo do Monte! Vale a pena visualizar este vídeo até ao final, onde tudo se relaciona com as perguntas e respostas, e os últimos acontecimentos relacionados com o regresso dos astronautas!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Praceta do Tronco 23, 5000-443 Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.307672 -7.7425929999999994</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.997438163821151 -42.898843 69.617905836178835 27.413657</georss:box></item><item><title>Novidades no Cimo do Monte</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/04/novidades-no-cimo-do-monte.html</link><category>Comédia</category><category>estórias</category><category>ficção</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Fri, 3 Apr 2026 15:25:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-7993440998164184932</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;
  &lt;b&gt;Entre a Roupa à Cora e a Síndrome do Pátio&lt;/b&gt;
&lt;/h2&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a
    href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKdf3GP8ipoHxwVuBw_-pghAjN7k7PaMSgfNg4DPnEOcOvU4l7JyDwLw83L7kIf_gDoG_qSMFZ3GjGgaQ_S8CqVWyzwpIeQtzwva-YqE54tL8rSk5NwrUcD0GoKpVC9OXgcm4Yw_e0KJTnpHM1Yo8LItDvZrBwYg_g3hzGOXVVJtloU_NbIu0Jc4wAvYw/s1280/ovelha2.png"
    imageanchor="1"
    style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"
    &gt;&lt;img
      alt="Charmilerindes"
      border="0"
      data-original-height="720"
      data-original-width="1280"
      height="360"
      src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKdf3GP8ipoHxwVuBw_-pghAjN7k7PaMSgfNg4DPnEOcOvU4l7JyDwLw83L7kIf_gDoG_qSMFZ3GjGgaQ_S8CqVWyzwpIeQtzwva-YqE54tL8rSk5NwrUcD0GoKpVC9OXgcm4Yw_e0KJTnpHM1Yo8LItDvZrBwYg_g3hzGOXVVJtloU_NbIu0Jc4wAvYw/w640-h360/ovelha2.png"
      title="Charmilerindes"
      width="640"
  /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  No seguimento do que temos vindo a acompanhar no &lt;b&gt;canal NetBila&lt;/b&gt;,
  regressamos ao "&lt;b&gt;Lugar do Cimo do Monte&lt;/b&gt;". Como sabem — e convém sempre
  sublinhar para evitar confusões — este é um território de pura ficção, embora
  as semelhanças com a realidade possam, por vezes, ser mais do que mera
  coincidência.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  No vídeo mais recente, mergulhamos em novas questões que prometem agitar as
  águas (e os assentos) deste nosso lugar imaginário.
&lt;/div&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;
  A Dança das Cadeiras e o Hábito de "Pôr a Roupa à Cora"
&lt;/h3&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  A vida política e social no Cimo do Monte está ao rubro, com novas dinâmicas
  na ocupação — e desocupação — de lugares de destaque. É a eterna "dança das
  cadeiras" que põe à prova velhos hábitos e circunstâncias que julgávamos
  imutáveis.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Um dos temas que recuperamos é o clássico acto de "pôr a roupa à cora". Para
  os mais jovens ou os mais citadinos, recordamos que branquear a roupa
  expondo-a ao sol é uma arte antiga. Mas o que acontece quando tentamos aplicar
  esta transparência e limpeza solar aos "assentos" do poder? O resultado é, no
  mínimo, revelador.
&lt;/div&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;
  O Conforto Perdido e a Influência de Charmilerindes
&lt;/h3&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Curiosamente, parece que o conforto anda a desaparecer no Cimo do Monte. Mas
  não se enganem: este mal-estar não afeta todos por igual. Estranhamente, a
  perda de comodidades parece contornar certas personalidades influentes da
  nossa praça pública e... alguns animais de prestígio.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Um exemplo incontornável é Charmilerindes, a ovelha antiga. Através dela, e de
  outras figuras, exploramos a teoria do "sempre o mesmo", onde as caras mudam
  mas os resultados (e os privilégios) permanecem estáticos. Pelo meio, ainda
  sobra tempo para analisar o estado de um veterinário que, perante tanta dança
  de cadeiras, acabou por ficar completamente azoeirado.
&lt;/div&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;
  O Grande Dilema: A Síndrome da Limpeza do Pátio
&lt;/h3&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Contudo, o prato principal deste novo episódio é o que designamos por "A
  Síndrome da Limpeza do Pátio". Este é o tema que amarra todos os outros fios
  da meada.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  O que significa realmente? Através de uma explicação teórica detalhada e de
  exemplos práticos que todos reconhecerão, desconstruímos esta obsessão pela
  aparência da limpeza, enquanto a desarrumação real é apenas empurrada para
  debaixo do tapete (ou para o canto do monte).
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Não perca o vídeo completo no canal NetBila para perceber toda a teoria por
  trás destes fenómenos!
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  VÍDEO: "&lt;b
    &gt;&lt;a href="https://youtu.be/Aodcgo-lSd4"
      &gt;A Síndrome da Limpeza do Pátio&lt;/a
    &gt;&lt;/b
  &gt;"
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    O que pensa sobre a "Síndrome da Limpeza do Pátio"? Já encontrou alguma
    ovelha com as características da ovelha antiga "Charmilerindes"?
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixe o seu comentário!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKdf3GP8ipoHxwVuBw_-pghAjN7k7PaMSgfNg4DPnEOcOvU4l7JyDwLw83L7kIf_gDoG_qSMFZ3GjGgaQ_S8CqVWyzwpIeQtzwva-YqE54tL8rSk5NwrUcD0GoKpVC9OXgcm4Yw_e0KJTnpHM1Yo8LItDvZrBwYg_g3hzGOXVVJtloU_NbIu0Jc4wAvYw/s72-w640-h360-c/ovelha2.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Praceta do Tronco 23, 5000-443 Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.307672 -7.7425929999999994</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">15.18266940980547 -42.898843 67.432674590194523 27.413657</georss:box></item><item><title>Carta Foral de São Lourenço de Ribapinhão</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/03/carta-foral-de-sao-lourenco-de.html</link><category>Informação</category><category>S. Lourenço</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Tue, 3 Mar 2026 14:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-6698903716970695719</guid><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9n8y9MCswtcIu1yf61LCaWqBsWx9zJfKSaO7QEwiT7unFnpJobu8yDfum0hJZoJ7B7QS6O9uFK8pZ1ZKo8L4YIubaabd4aJFai_gXb6sO6obfij-iRupU96z7KxnlRdXjSM8ANEd9lfGzr-NdSTaf_XCeRhiFIwZ8c6Jm2oDyNZ960_edrAXoYJlO6rA/s720/carta-foral-sao-lourenco-2.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Carta Foral de São Lourenço de Ribapinhão" border="0" data-original-height="720" data-original-width="706" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9n8y9MCswtcIu1yf61LCaWqBsWx9zJfKSaO7QEwiT7unFnpJobu8yDfum0hJZoJ7B7QS6O9uFK8pZ1ZKo8L4YIubaabd4aJFai_gXb6sO6obfij-iRupU96z7KxnlRdXjSM8ANEd9lfGzr-NdSTaf_XCeRhiFIwZ8c6Jm2oDyNZ960_edrAXoYJlO6rA/w628-h640/carta-foral-sao-lourenco-2.png" title="Carta Foral de São Lourenço de Ribapinhão" width="628" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/g59LeiWgPAQ" target="_blank"&gt;Apresentação, em vídeo, realizada no dia 28 de fevereiro de 2026&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;28 de Fevereiro de 1255.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Carta de foro de São
Lourenço de Ribapinhão, concelho de Sabrosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Forais Antigos de
Leitura Nova, f. 125 v.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Chancelaria de D. Af.
III, livro 2, f. 62.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Latim&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;In dei nomine. Ego indicie Menendus Petri, per mandatum et auctoritate
Alfonsi dei gracia Rex Port et Comite bolonie, et ego J. Laurentii per mandatum
E. Stephani uicarii domini Regis facimus cartam licet de hereditate domini Rex
quam habet in uilla Sancti laurentii. Et est vnum terrenum quomodo diuidit cum
hereditate de dona Tarasia egee et alia parte cum hereditate que fuit de L.
michaeli. In alio loco alium terrenum qui vocatur do casal de fonte quomodo
diuidit cum uinea de donia et cum testamento que iacet super fontem et vadit
per uiam per quam ambulant de ecclesia pera o casal de donia. Damus tibi
dominico laurentii et vxori tue marie menendi scilicet supra dictos terrenos,
quantum habet domini Regis inter istis terminis predictis per tali pacto quod
uos et interssoribus uestris faciatis de eos forum annuatim vnum marabitinum et
medium et vna gallina cum decem oua ad festa omnium Sanctorum in ipsa uilla
persoluatis predicto foro. &lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;"&gt;Hoc
forum faciatis sicut supra scriptum est et non plus. &lt;/span&gt;Habeatis uos
predictos terminos et omnis posteritas uestra usque in perpetuum et faciatis in
eis quicquid volueritis firmiter defendimus vobis non habeatis potestatem
testandi, nec vendendi ad ecclesiam, nec militi. Non faciatis alium nullum
forum, nec a uobis aliud requirant, nisi quantum uobis dare volueritis ex
vestra bona voluntate. Si aliquis homo venerit tam de exparte Regis quam de
alia qui hanc cartam frangere voluerit in primis sit maledictus et cum diabolo
missus in inferno et habet maledicionem de deus patri omnipotenti et beate
marie et omnibus sanctis. Facta carta apud Constantin pridie kalendas martii.
Era Millessima duocentessima nonagessima tercia. Nos supranominatos qui hanc
cartam iussimus facere eam roboramus. Testes Joannes M. Martinus Petri testes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Viuam petri publico tabelliom scripsit per auctoritate
domini regis et in ea hoc signum fecit et in Registro rescripsit. Et ista carta
non erat sigillata, nec tenebat alia signa nisi ista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Português&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em nome de Deus. Eu, Juiz Mendo Petri, por mandato e com a
autoridade de Afonso, por graça de Deus Rei de Portugal e Conde de Bolonha; e
eu, J. Laurentii, por mandato de E. Stephani, Vigário do Senhor. Rei, fazemos
carta da herdade do Senhor Rei que ele tem na vila de São Lourenço. E esta
consta de um terreno que divide com a herdade de Dona Teresa Egee e, da outra
parte, com a herdade que foi de L. Michaeli. Em outro lugar, outro terreno que
se chama Casal da Fonte, que divide com a vinha de Dónia e com o Testamento
situado sobre a Fonte e vai pela via por onde passam da igreja para o casal de
Dónia. Damos a ti, Domingos Laurentii, e à tua esposa, Maria Menendi, os
referidos terrenos, quanto tem o Senhor Rei dentro dos termos referidos. sob a
condição de que vós e os vossos sucessores 182 façais deles foro anual de um
morabitino e meio e uma galinha com dez ovos, por ocasião da festa de Todos os
Santos e pagueis o referido foro na própria vila. Fareis este foro como fica
escrito e não mais. Vós e toda a vossa posteridade tereis os ditos termos,
perpetuamente, e fareis neles o que quiserdes. Proibimos-vos firmemente que
tenhais firmemente que tenhais poder de deixar em testamento, ou vender a
igreja ou a militar. Não façais outro foro nem outro vos seja requerido, a não
ser o que vós quiserdes dar de vossa boa vontade. Se vier alguém, tanto da
parte do Rei como de outra parte, que queira desfazer esta carta, antes de
mais, seja maldito e mandado para o inferno com o diabo e tenha a maldição de
Deus Pai omnipotente e da Beata Maria e de Todos os Santos. Carta feita em
Constantim no dia anterior às calendas de Março (28 de Fevereiro do calendário
actual), no ano de 1293 (1255 da era actual). Nós acima nomeados que mandámos
fazer esta carta, a roboramos. Testemunhas, João M., Martinho Petri
testemunham.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O tabelião público, Vivão Petri, escreveu por autoridade do
Senhor Rei e pôs nela este sinal e reescreveu-a no Registo. E esta carta não
era selada nem tinha outros sinais além deste&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Análise do Foral (AHAS)&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Análise do Foral de São Lourenço (28 de Fevereiro de 1293)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Contexto histórico&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O foral é datado de 28 de Fevereiro de 1293, correspondente
ao ano de 1255 da era actual (era de César).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É emitido em nome do Rei D. Afonso III de Portugal (reinou
de 1248 a 1279), embora a data indicada seja posterior — pode haver erro de
transcrição na era, o que era comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Foi redigido em Constantim e refere-se à vila de São
Lourenço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A emissão do documento é feita por autoridades judiciais e
eclesiásticas, revelando o entrelaçamento entre poder régio e poder religioso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Natureza jurídica&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de uma doação com foro, ou seja, a concessão de
terras em troca de um pagamento anual (foro).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A propriedade continua a pertencer ao Rei, mas o domínio
útil é entregue a Domingos Laurentii e à sua esposa Maria Menendi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os donatários passam a usufruir da terra de forma perpétua e
hereditária, desde que cumpram as obrigações acordadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Condições da posse&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Os bens doados incluem:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Um terreno junto à herdade de Dona Teresa Egee.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Outro terreno denominado Casal da Fonte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;O foro a pagar anualmente:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;1 morabitino e meio (moeda medieval de prata ou
ouro).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;5.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;1 galinha com 10 ovos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;6.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Pagamento na festa de Todos os Santos (1 de
Novembro).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l0 level1 lfo3; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;7.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A transmissão é feita com plena liberdade de
uso, mas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;8.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Não podem deixar em testamento nem vender à
igreja ou à milícia (ou seja, às ordens religiosas ou militares, como os
Templários).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;9.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Nenhum outro tributo pode ser exigido além deste
foro, a não ser de livre vontade dos donatários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Sanções espirituais&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Em caso de violação da carta, o infractor é ameaçado com:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="mso-list: l1 level1 lfo2; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Maldição eterna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l1 level1 lfo2; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Condenação ao inferno com o diabo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l1 level1 lfo2; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Anátema de Deus Pai, da Virgem Maria e de todos
os santos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Estas cláusulas eram comuns nos documentos
medievais para dar um carácter sagrado e inquestionável às decisões jurídicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Redacção e validação&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Feita por Vivão Petri, tabelião público, por autoridade do
Rei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;A carta não tinha selo nem outros sinais, apenas o sinal do
tabelião.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Foram testemunhas: João M. e Martinho Petri.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i&gt;Conclusão&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Este foral é um excelente exemplo da organização do
território medieval português. Demonstra:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="mso-list: l2 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A importância do Rei como senhor de terras e
garantidor da ordem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l2 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A prática de concessão de terras mediante foro
(uma renda anual).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="mso-list: l2 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;O papel da igreja e da justiça na legitimação da
posse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="mso-list: l2 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Lora; mso-fareast-font-family: Lora;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A utilização de sanções religiosas como forma de
reforço legal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Além disso, ilustra como a terra era distribuída a
indivíduos que, em troca, garantiam a exploração agrícola e o povoamento rural
— um dos grandes objectivos da política régia naquele tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/g59LeiWgPAQ" target="_blank"&gt;Apresentação, em vídeo, realizada no dia 28 de fevereiro de 2026&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9n8y9MCswtcIu1yf61LCaWqBsWx9zJfKSaO7QEwiT7unFnpJobu8yDfum0hJZoJ7B7QS6O9uFK8pZ1ZKo8L4YIubaabd4aJFai_gXb6sO6obfij-iRupU96z7KxnlRdXjSM8ANEd9lfGzr-NdSTaf_XCeRhiFIwZ8c6Jm2oDyNZ960_edrAXoYJlO6rA/s72-w628-h640-c/carta-foral-sao-lourenco-2.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa,Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3158082 -7.5801447</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">13.005574363821154 -42.7363947 69.626042036178845 27.576105300000002</georss:box></item><item><title>Feijoada, a partir de um Cozido à Barrosã</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/02/feijoada-partir-de-um-cozido-barrosa.html</link><category>gastronomia</category><category>Montalegre</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sun, 8 Feb 2026 16:06:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-6770737139368006460</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Resto das Carnes do Cozido&lt;/h2&gt;

&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a
    href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiAwL_QTQ2i_8QV4aUMEDTQJd0EtWFAZRS-2Hh9qg9fMezaa03OGbnNpVaMlQtkI1HXO7Wu5QmgvxMaFWUozuXnRl9n7LSDYxRgtvSkQswXNng0PpRZVQ2-aK_6RCcRZXuRihfVsneqjbAyzA2l9AtmotjyIsCqM0i_CSVXaOJdRC3ZmOmrTo1kVDhPx0/s1082/feijoada-apos-cozido.jpg"
    imageanchor="1"
    style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"
    &gt;&lt;img
      alt="Feijoada Especial"
      border="0"
      data-original-height="668"
      data-original-width="1082"
      height="396"
      src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiAwL_QTQ2i_8QV4aUMEDTQJd0EtWFAZRS-2Hh9qg9fMezaa03OGbnNpVaMlQtkI1HXO7Wu5QmgvxMaFWUozuXnRl9n7LSDYxRgtvSkQswXNng0PpRZVQ2-aK_6RCcRZXuRihfVsneqjbAyzA2l9AtmotjyIsCqM0i_CSVXaOJdRC3ZmOmrTo1kVDhPx0/w640-h396/feijoada-apos-cozido.jpg"
      title="Feijoada Especial"
      width="640"
  /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Do Cozido, sobrou comida para mais duas refeições, transformando-se uma delas
  numa bela feijoada, confecionada numa panela antiga de ferro fundido.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Aqui se descreve a confecção deste prato rústico – a feijoada – que,
  praticamente, já vinha preparado.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Dentro da panela, couves – muita couve, couve troncha. Depois de lavada
  colocou-se dentro panela com água praticamente a ferver, durante umas boas
  duas horas, até cozer sobre o ferro de um fogão de lenha.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Noutra panela, igualmente de ferro, faz-se um estrugido de um pouco de azeite
  com meia dúzia de dentes de alho.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Descongeladas as carnes durante a noite, inclusivamente do osso da suã que
  ainda restou do aperitivo do Cozido, lá vão todas para o estrugido, começando
  ali mesmo a despertar ainda mais os sabores, tudo bem mexido com colher de
  pau.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Acrescentaram-se também rodelas de cenouras.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Neste entretanto, as carnes bem estaladas, assim como as rodelas de cenoura,
  sempre a mexer, acrescentando um pouco de água a ferver.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Como bem se diz por aqui, botam-se pr’a lá as couves, e mais uma mexedela.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aguenta-se o fogão, lenha pr’á fornalha.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Falta agora o feijão. Feijão vermelho. Deste não há aqui pelos quintais. O que
  é certo é que ele, venha lá de que quintal vier, já vem cozido e bem cozido.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Resta agora botar os feijões lá pr’a dentro.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Note-se que um pouco de sal foi acrescentada à couve, pois sal tem o feijão e,
  evidentemente, também o tem as carnes do reco e o fumeiro.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b
  &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;&lt;/b
&gt;
&lt;div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há mais couve e carne do que feijões!&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Neste momento, aguarda-se com paciência, deixando apurar, para que se
    misturem os sabores, e tudo atinja um bom nível de sabor e rusticidade.
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;E está pronto!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiAwL_QTQ2i_8QV4aUMEDTQJd0EtWFAZRS-2Hh9qg9fMezaa03OGbnNpVaMlQtkI1HXO7Wu5QmgvxMaFWUozuXnRl9n7LSDYxRgtvSkQswXNng0PpRZVQ2-aK_6RCcRZXuRihfVsneqjbAyzA2l9AtmotjyIsCqM0i_CSVXaOJdRC3ZmOmrTo1kVDhPx0/s72-w640-h396-c/feijoada-apos-cozido.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3158082 -7.5801447</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">10.150832895234117 -42.736394699999991 72.480783504765881 27.576105299999995</georss:box></item><item><title>Fala-se em Cozido à Barrosã</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/02/fala-se-em-cozido-barrosa.html</link><category>gastronomia</category><category>Montalegre</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Thu, 5 Feb 2026 19:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-7713964775842831055</guid><description>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Quando se fala ou escreve sobre o Cozido à Barrosã&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se fala ou escreve sobre Cozido - O Cozido à Barrosã -, referimo-nos às qualidade das carnes e também à quantidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, convém prevenir-se quando por acaso viaja para essa região lindíssima de &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Tr%C3%A1s-os-Montes&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7713964775842831055" target="_blank"&gt;Trás-os-Montes&lt;/a&gt;, e tem a intenção de degustar o famoso cozido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas sobre cozido, estando interessado(a), faça o favor de visitar o &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=canal+NetBila+YouTube&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=7713964775842831055" target="_blank"&gt;canal NetBila&lt;/a&gt;, no YouTube, cijo endereço aqui deixo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="https://youtu.be/J859pPtg9JA"&gt;Canal NetBila&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/J859pPtg9JA"&gt;https://youtu.be/J859pPtg9JA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="true" frameborder="0" height="314" scrolling="no" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F750149344443829%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=560&amp;amp;t=0" style="border: none; overflow: hidden;" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se fala ou escreve sobre Cozido - O Cozido à Barrosã -, referimo-nos às qualidade das carnes e também à quantidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, convém prevenir-se quando por acaso viaja para essa região lindíssima de Trás-os-Montes, e tem a intenção de degustar o famoso cozido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas sobre cozido, estando interessado(a), faça o favor de visitar o canal NetBila, no YouTube, cujo endereço aqui deixo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="https://youtu.be/J859pPtg9JA"&gt;Canal NetBila&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/J859pPtg9JA"&gt;https://youtu.be/J859pPtg9JA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Montalegre, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.82663 -7.7878704</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">14.318280062978289 -42.9441204 69.334979937021714 27.3683796</georss:box></item><item><title>O Cozido</title><link>http://www.netbilanews.com/2026/01/o-cozido.html</link><category>gastronomia</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sun, 25 Jan 2026 12:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-5799085607699761441</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Cozido e a Arte do Lume e do Tempo&lt;/h2&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
  &lt;tbody&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style="text-align: center;"&gt;
        &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRUnu_pmz_8lZrr3IP2EDylTszQyr6Dj2-7Ac_1nd8HJvInH4MSN8g_JVwdWe3H4624UwLjb_yRr6vITu8kBQj4zAiJbpXea31AdH5quKXzSlMb-agXiDN_lvO0blOoblmjyEyBasio-3irpjZM2yLkbRBuMskqJ9-khjkawpxDrUXUpCSFo0Z2e4jPug/s1376/cozido.PNG" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Cozido" border="0" data-original-height="768" data-original-width="1376" height="358" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRUnu_pmz_8lZrr3IP2EDylTszQyr6Dj2-7Ac_1nd8HJvInH4MSN8g_JVwdWe3H4624UwLjb_yRr6vITu8kBQj4zAiJbpXea31AdH5quKXzSlMb-agXiDN_lvO0blOoblmjyEyBasio-3irpjZM2yLkbRBuMskqJ9-khjkawpxDrUXUpCSFo0Z2e4jPug/w640-h358/cozido.PNG" title="Cozido" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
      &lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O Cozido&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
  &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    O
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Cozido+Portuguese+stew&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;Cozido&lt;/a&gt;, seja à Portuguesa ou à Barrosã, é como poema levado ao extremo da
    paciência, na imaginação do poeta. A essência do cozido reside no ato de
    cozer: sem o tempo certo, os sabores das carnes,
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=salpic%C3%A3o+sausage&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;salpicões&lt;/a&gt;
    e
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=alheira+sausage+Portugal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;alheiras&lt;/a&gt;
    não se fundem com os vegetais. Um cozido que não honra o lume é apenas um
    conjunto de ingredientes desencontrados.
  &lt;/div&gt;

  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    As &lt;b&gt;vantagens&lt;/b&gt; são claras. É uma refeição completa e reconfortante, um
    pilar da nossa identidade que promove a partilha e a alegria. A cozedura
    lenta permite que as carnes criem uma textura aveludada, enquanto os legumes
    absorvem os sabores das carnes.&amp;nbsp;
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Nas &lt;b&gt;desvantagens&lt;/b&gt;, impera o peso calórico. O excesso de gorduras
    saturadas dos enchidos pode ser um desafio para a digestão. É um prato que
    exige tempo — tanto para fazer como para processar. No fim, a virtude do
    Cozido está na sua honestidade:
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    "Entrega o que prometes, desde que se respeite a regra de ouro: que seja, de
    facto, bem cozido".
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    &lt;h3&gt;E quanto ao sal?&lt;/h3&gt;
    &lt;div&gt;
      No caso das carnes fumadas e enchidos, o sal é usado como conservante.
      Durante a cozedura, esse sal liberta-se na água e passa para os legumes e
      batatas. É por isso que uma das opções, não pretendendo de modo nenhum
      assinalar como sendo a melhor, num cozido bem feito, com carnes de
      qualidade, estas, os enxidos, as couves, e as batatas devem cozer-se
      separadamente, sem acrescento de sal. Talvez um pouco nas batatas e nas
      couves.
    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Para harmonizar com a complexidade e a gordura de um Cozido, precisamos de
    vinhos que tenham, acima de tudo, acidez (para "limpar" a gordura, do
    palato) e estrutura (para não serem abafados pela intensidade das carnes
    fumadas).
  &lt;/div&gt;
  &lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
    Aqui estão, talvez, as melhores opções dos vinhos que podem acompanhar o
    Cozido:
  &lt;/h4&gt;
  &lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
    1. Vinho Verde Tinto (Vinhão) - A Escolha Tradicional
  &lt;/h4&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    É a harmonização mais clássica, especialmente no Minho. A
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Vinh%C3%A3o+grape+varietal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;casta Vinhão&lt;/a&gt;
    produz vinhos de cor intensa e com uma acidez vibrante. Esta acidez é
    perfeita para cortar a untuosidade do porco e dos enchidos, deixando a boca
    fresca para a próxima garfada.
  &lt;/div&gt;
  &lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
    2.
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Tintos+do+D%C3%A3o+wine&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;Tintos do Dão&lt;/a&gt;
    - A Elegância e Equilíbrio
  &lt;/h4&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Os vinhos do Dão, muitas vezes baseados na
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Touriga+Nacional+grape&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;Touriga Nacional&lt;/a&gt;
    e Alfrocheiro, são conhecidos pela sua frescura natural e taninos presentes,
    mas elegantes. Um Dão com algum estágio em madeira tem a estrutura
    necessária para aguentar o peso do salpicão e das carnes barrosãs sem se
    tornar pesado.
  &lt;/div&gt;
  &lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
    3. Bairrada (Casta Baga) - O Poder Contra a Gordura
  &lt;/h4&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    A casta Baga, típica da Bairrada, é famosa pela sua acidez elevada e taninos
    firmes. Tal como acontece com o
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Leit%C3%A3o+da+Bairrada&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;Leitão da Bairrada&lt;/a&gt;, um tinto desta região funciona magnificamente com o Cozido, pois a sua
    estrutura "ataca" diretamente as gorduras saturadas, equilibrando o
    conjunto.
  &lt;/div&gt;
  &lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
    4.
    &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Douro+Tinto+wine&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;Douro Tinto&lt;/a&gt;
    - A Robustez
  &lt;/h4&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Se preferes vinhos mais encorpados e com fruta madura, um Douro (Reserva ou
    de Altitude) é uma excelente escolha.
  &lt;/div&gt;
  &lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;5. E um Branco?&lt;/h4&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Não abdicando do vinho branco, a escolha poderá ser um Branco de
    &lt;a href="https://www.murgas.pt/blog/o-que-um-vinho-de-curtimenta?srsltid=AfmBOorwXdvdhJrzIecNMpuvR1qVIL1HajEyPdizw1ZnFYsue86e-SGd" target="_blank"&gt;Curtimenta&lt;/a&gt;
    (&lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=orange+wine&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5799085607699761441" target="_blank"&gt;vinho laranja&lt;/a&gt;) ou um Branco da Bairrada/Dão com estágio em barrica. Cai bem um branco
    com volume, boa acidez e alguma textura tânica, perante a intensidade da
    refeição.
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;
    Os tintos devem servir-se ligeiramente mais frescos do que o habitual (cerca
    de 14-16°C), para que a frescura ajude ainda mais no contraste com a
    temperatura elevada do prato.
  &lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o auxílio de IA - Google Gemini,&lt;/div&gt;
  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom apetite!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRUnu_pmz_8lZrr3IP2EDylTszQyr6Dj2-7Ac_1nd8HJvInH4MSN8g_JVwdWe3H4624UwLjb_yRr6vITu8kBQj4zAiJbpXea31AdH5quKXzSlMb-agXiDN_lvO0blOoblmjyEyBasio-3irpjZM2yLkbRBuMskqJ9-khjkawpxDrUXUpCSFo0Z2e4jPug/s72-w640-h358-c/cozido.PNG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>Natal no Alto Douro</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/12/natal-no-alto-douro.html</link><category>Douro</category><category>Turismo</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Wed, 17 Dec 2025 17:01:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-1603948087136052010</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Natal no Alto Douro: tradição, sabor, paisagem&lt;/h3&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHRzbtzjgsqaSFXKEC5wmNM_ge0sqQM4Hvg8aJUv4r18ShYK2FDevkUSF0qbYb1QUOBturIDMQkGw_ts9fd8KcBbxmdcpcWcRB6qYqWPYUkCb2O6v9LjFWVseOXsYTLYhIrpYZNz7AbVV0Sh4cfUr4ILI3JqNBAkus3aYBeQsDmlhfsQSvWfsYqySg1yc/s1536/Copilot_20251217_165418.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Natal no Alto Douro" border="0" data-original-height="1024" data-original-width="1536" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHRzbtzjgsqaSFXKEC5wmNM_ge0sqQM4Hvg8aJUv4r18ShYK2FDevkUSF0qbYb1QUOBturIDMQkGw_ts9fd8KcBbxmdcpcWcRB6qYqWPYUkCb2O6v9LjFWVseOXsYTLYhIrpYZNz7AbVV0Sh4cfUr4ILI3JqNBAkus3aYBeQsDmlhfsQSvWfsYqySg1yc/w400-h266/Copilot_20251217_165418.png" title="Natal no Alto Douro" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na época natalícia, o Alto Douro revela-se como um destino singular, onde as tradições ancestrais, a gastronomia genuína e os programas especiais em hotéis e quintas se unem num ambiente de grande autenticidade. Aqui, é possível viver tanto o Natal simples e comunitário das aldeias transmontanas como experiências mais contemporâneas ligadas ao enoturismo e ao conforto rural.&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Tradições locais e ambiente natalício &lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas aldeias do Douro e de Trás-os-Montes, o Natal continua a ser vivido de forma intensa e comunitária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As fogueiras acesas na noite de Natal, símbolo de união e partilha, juntam famílias e vizinhos em redor do calor do fogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As Missas do Galo e pequenas procissões mantêm viva a dimensão espiritual da quadra, enquanto rituais antigos, onde se misturam práticas cristãs e heranças pagãs, sobrevivem através de cânticos, convívios e mesas partilhadas.&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Gastronomia e vinhos &lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mesa é um dos grandes protagonistas do Natal duriense.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Consoada transmontana traz o tradicional bacalhau cozido com couves e azeite novo, seguindo-se, no dia 25, o cabrito ou o peru assado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os doces típicos, como filhós, rabanadas e bolo-rei, muitas vezes confecionados com azeite local, completam a celebração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Várias quintas da região promovem provas de Vinhos do Douro e do Vinho do Porto, ideais para aquecer os dias frios de inverno.&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Experiências em hotéis e quintas &lt;/h4&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhygPx1zJa0O5yebquuXi9IkkogNXLm8MzqYc2Sz2hZIN6wwOZpL1gLyh2ru3lf0UgIq5hgzC2e15AbqOe7MlUquuZvanr29klRUYDYXxkRtX5iRQO4sVNYSPAqOabcf6CDhr1uitQ2rK1mc1AtjP4x0khi4anDWdhdXa_mhKpPd6pbOD-d7AzY-T4LHU/s1536/Copilot_20251217_165650.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Natal no Alto Douro" border="0" data-original-height="1024" data-original-width="1536" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhygPx1zJa0O5yebquuXi9IkkogNXLm8MzqYc2Sz2hZIN6wwOZpL1gLyh2ru3lf0UgIq5hgzC2e15AbqOe7MlUquuZvanr29klRUYDYXxkRtX5iRQO4sVNYSPAqOabcf6CDhr1uitQ2rK1mc1AtjP4x0khi4anDWdhdXa_mhKpPd6pbOD-d7AzY-T4LHU/w400-h266/Copilot_20251217_165650.png" title="Natal no Alto Douro" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversos alojamentos apostam em programas especiais de Natal, oferecendo a Consoada - jantar de gala na noite de 24 -, buffet festivo no dia 25 - dia de Natal, e provas de vinho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em turismo rural e quintas vinícolas, são comuns pacotes que incluem ceias tradicionais, lareiras acesas, conforto, e passeios pelas vinhas.&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Cultura e eventos &lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante dezembro, surgem concertos, coros natalícios e atuações musicais em igrejas e espaços culturais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pequenos mercados e feiras de Natal, de carácter mais intimista, apresentam produtos locais como artesanato, bordados, azeite e enchidos, reforçando a ligação às tradições.&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Paisagem e passeios de inverno &lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O inverno confere ao Douro uma beleza serena e intensa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As caminhadas pelas margens do rio, os trilhos nas encostas cobertas de geada e as visitas a aldeias e vilas históricas como Sabrosa, São Lourenço de Ribapinhão, ou Pinhão tornam-se experiências memoráveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns operadores mantêm cruzeiros fluviais curtos, proporcionando vistas únicas sobre os socalcos durienses em ambiente natalício.&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Em síntese &lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Alto Douro, o Natal vive-se entre a autenticidade das aldeias, o calor humano, a gastronomia reconfortante e o requinte discreto do turismo vínico. Para quem procura tradição, paisagens mágicas e uma celebração genuína, esta é uma das regiões mais especiais de Portugal, para viver a quadra natalícia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; </description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHRzbtzjgsqaSFXKEC5wmNM_ge0sqQM4Hvg8aJUv4r18ShYK2FDevkUSF0qbYb1QUOBturIDMQkGw_ts9fd8KcBbxmdcpcWcRB6qYqWPYUkCb2O6v9LjFWVseOXsYTLYhIrpYZNz7AbVV0Sh4cfUr4ILI3JqNBAkus3aYBeQsDmlhfsQSvWfsYqySg1yc/s72-w400-h266-c/Copilot_20251217_165418.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.2689661 -7.5752443</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.958732263821155 -42.7314943 69.579199936178838 27.5810057</georss:box></item><item><title>Uma visita ao Douro, no inverno?</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/12/uma-visita-ao-douro-no-inverno.html</link><category>Douro</category><category>Turismo</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Mon, 15 Dec 2025 15:05:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-3990306997200338003</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Será esta, a véspera de Natal e o mês de janeiro, uma boa altura, para uma
  visita ao Alto Douro?
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC1Y3oCvc-_lUKBzhP99Qz2OctqMf4FrypJaYjGAxAes5i3XfxzCJLYk-VAiWahLxFeMnBguVmj3XSDwEMh1xNFs2MBqQNW1Koeoztr5qlffDbanCRgJCEtINTZ3vN0WTPKPrddVqlC3X3rds2MSFNYtSTbR3zLP0HgGqs_UQpKn9qxuu4FEHO8gH7mAg/s1536/douro-inverno.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Uma visita ao Douro, no inverno?" border="0" data-original-height="1024" data-original-width="1536" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC1Y3oCvc-_lUKBzhP99Qz2OctqMf4FrypJaYjGAxAes5i3XfxzCJLYk-VAiWahLxFeMnBguVmj3XSDwEMh1xNFs2MBqQNW1Koeoztr5qlffDbanCRgJCEtINTZ3vN0WTPKPrddVqlC3X3rds2MSFNYtSTbR3zLP0HgGqs_UQpKn9qxuu4FEHO8gH7mAg/w400-h266/douro-inverno.png" title="Uma visita ao Douro, no inverno?" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Sim, é perfeitamente possível visitar a região do Alto Douro nesta altura do
  ano, entre dezembro e janeiro, mas prepare-se para tempo frio e chuva; a
  vantagem é o menor número de turistas, e o tempo de pouca azáfama, para
  degustar devagar e com toda a atenção os vinhos, nas experiências que passam
  pelas adegas e restaurantes.
&lt;/div&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Clima e expectativas&lt;/h4&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  No final de dezembro e em janeiro, o Douro tem um clima ameno a
  frio, com maior probabilidade de chuva, e dias curtos; não espere o calor do
  verão nem as paisagens douradas das vindimas. As temperaturas médias diurnas
  rondam os 8 a 13 °C em dezembro, e podem cair aos 3 a 5 °C nas mínimas, com
  períodos chuvosos que podem condicionar atividades ao ar livre.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Ora, menos turistas, preços mais baixos: os hotéis e quintas costumam estar
  mais vazios, o que permite experiências de prova de vinhos mais personalizadas
  e melhores tarifas.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Experiências enogastronómicas: muitas quintas mantêm provas e visitas guiadas
  no inverno, sendo uma ótima altura para degustar os vinhos do Porto e do Douro, junto a lareiras ou em salas de prova acolhedoras. Provas de vinho, visitas a
  adegas, museus locais e restaurantes com cozinha regional são ótimas opções.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Paisagem diferente: a região tem um charme invernal; as vinhas estão despidas
  das suas parras, e a luz é baixa, fazendo um ambiente mais íntimo para
  fotografia e passeios curtos.
&lt;/div&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Limitações e cuidados&lt;/h4&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Cruzeiros e passeios fluviais limitados: muitos operadores reduzem a oferta no
  inverno; se um cruzeiro for essencial, confirme a disponibilidade com
  antecedência.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Atividades ao ar livre condicionadas: caminhadas longas, passeios de bicicleta
  e miradouros podem ficar menos agradáveis em dias de chuva ou vento.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Algumas quintas e restaurantes podem fechar entre o Natal e o início de
  janeiro, por isso, verifique os horários e efetue sempre reservas. Escolha
  alojamentos com boas avaliações e confirme provas/visitas; na véspera de Natal
  alguns serviços locais podem ter horários especiais.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Leve roupa quente e proteção para a chuva: impermeável, botas confortáveis,
  camisolas térmicas e um casaco quente; um guarda‑chuva pequeno e sapatos com
  boa aderência são essenciais.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Transporte: estradas secundárias podem ser húmidas; se alugar carro, prefira
  um veículo com boa estabilidade e verifique condições meteorológicas antes de
  partir.
&lt;/div&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Conclusão&lt;/h4&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Se procura ambiente tranquilo, provas de vinho mais íntimas e preços
  possivelmente melhores, a véspera de Natal e janeiro são boas escolhas. Se
  precisa de muito sol, cruzeiros regulares ou atividades ao ar livre extensas,
  considere adiar a sua viagem para a primavera ou outono. Para planear detalhes
  (quintas, cruzeiros ou alojamento), sugerem-se opções concretas, verificando
  as disponibilidades.
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC1Y3oCvc-_lUKBzhP99Qz2OctqMf4FrypJaYjGAxAes5i3XfxzCJLYk-VAiWahLxFeMnBguVmj3XSDwEMh1xNFs2MBqQNW1Koeoztr5qlffDbanCRgJCEtINTZ3vN0WTPKPrddVqlC3X3rds2MSFNYtSTbR3zLP0HgGqs_UQpKn9qxuu4FEHO8gH7mAg/s72-w400-h266-c/douro-inverno.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>Sublimes Albufeiras em Trás-os-Montes e Alto Douro</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/12/sublimes-albufeiras-em-tras-os-montes-e.html</link><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sat, 13 Dec 2025 19:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-5225485871647471856</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Barragens de produção de energia elétrica que fazem as grandes represas
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidfcd6pfNKTVWA6vBjsRL69iXA3aS-yWUKnB5cDgMAP_UdQKHL6HGnLtWGOitMxj9aqPK3CSm0nm7ZWs6jh3OewPf2FCtlvANqrFkOMqfsCTAD-rbRrM187PxWN57SfxHWtQHCh-RdOFNhLRT6RinYaq-ROgZc43Z8q_hEgZ-m2oZiQVTaJehcFeWJE10/s1200/lagoa.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Lugar da Lagoa, Serra do Gerês" border="0" data-original-height="960" data-original-width="1200" height="455" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidfcd6pfNKTVWA6vBjsRL69iXA3aS-yWUKnB5cDgMAP_UdQKHL6HGnLtWGOitMxj9aqPK3CSm0nm7ZWs6jh3OewPf2FCtlvANqrFkOMqfsCTAD-rbRrM187PxWN57SfxHWtQHCh-RdOFNhLRT6RinYaq-ROgZc43Z8q_hEgZ-m2oZiQVTaJehcFeWJE10/w569-h455/lagoa.JPG" title="Lugar da Lagoa, Serra do Gerês" width="569" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  É no norte de Portugal onde se situam as mais importantes albufeiras do país,
  concretamente na região transmontano-duriense, com um número significativo de
  barragens, muitas delas de grande dimensão, e importantes na produção de
  energia elétrica, como são os casos do Alto Rabagão, Venda Nova e do Alto
  Lindoso, esta implantada no Parque Nacional da Peneda-Gerês – zona de
  transição entre o Minho e Trás-os-Montes. A este propósito, refere-se neste
  artigo a maravilhosa Serra do Gerês que, apesar de inóspita a partir de
  determinada altitude, se reveste de uma beleza extraordinária com as suas
  linhas do horizonte desenhadas por pedras de granito, moldadas pela natureza e
  feitas imagens e silhuetas, podendo observar-se de perto a quem se atreve a
  subir a serra até ao lugar da “Lagoa”, representada na imagem pela pintura a
  óleo sobre tela, do mesmo autor deste pequeno texto.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  A Barragem do Alto Rabagão, mais conhecida por Barragem dos Pisões, situa-se
  no rio Rabagão, no Município de Montalegre, Distrito de Vila Real. Nas margens
  da albufeira dos Pisões, alguns restaurantes podem facilmente encontrar-se,
  onde o cozido à barrosã, uma das especialidades principais, poderá
  degustar-se, para quem por estas paragens viaja ou passeia, entre as épocas do
  Natal e da Quaresma.
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidfcd6pfNKTVWA6vBjsRL69iXA3aS-yWUKnB5cDgMAP_UdQKHL6HGnLtWGOitMxj9aqPK3CSm0nm7ZWs6jh3OewPf2FCtlvANqrFkOMqfsCTAD-rbRrM187PxWN57SfxHWtQHCh-RdOFNhLRT6RinYaq-ROgZc43Z8q_hEgZ-m2oZiQVTaJehcFeWJE10/s72-w569-h455-c/lagoa.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Trás-os-Montes, região irmã do Alto Douro </title><link>http://www.netbilanews.com/2025/12/tras-os-montes-regiao-irma-do-alto-douro.html</link><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sun, 7 Dec 2025 15:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-4561401937457460397</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Trás-os-Montes: Viagem ao Coração Secreto e Autêntico de Portugal
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr764SWj2_twBwHO5jqw5F1Z03OfX-uAvCfDuVsa8dNMVW16nl09CBm3fK8Xv9UruO28X4jMuXkCiLtOOmtF3LU_QlcV_KVLZVoSrvS_5U_io0e-JSfpgNBFfZ1lxumJl_RHCSzH7eiqn4pNI9ITjcqDASaWHnKRbfZlwVZlxj7lJn1Gdpxxx5hDHT2tA/s1536/tras-os-montes.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Trás-os-Montes, região irmã do Alto Douro" border="0" data-original-height="1095" data-original-width="1536" height="456" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr764SWj2_twBwHO5jqw5F1Z03OfX-uAvCfDuVsa8dNMVW16nl09CBm3fK8Xv9UruO28X4jMuXkCiLtOOmtF3LU_QlcV_KVLZVoSrvS_5U_io0e-JSfpgNBFfZ1lxumJl_RHCSzH7eiqn4pNI9ITjcqDASaWHnKRbfZlwVZlxj7lJn1Gdpxxx5hDHT2tA/w640-h456/tras-os-montes.jpg" title="Trás-os-Montes, região irmã do Alto Douro" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Longe da agitação de Lisboa, das caves de Vila Nova de Gaia ou das praias douradas do
  Algarve, existe um Portugal pouco conhecido, uma terra de caráter que murmura
  os seus segredos a quem tem tempo de os escutar. O seu nome já soa como uma
  promessa de aventura: Trás-os-Montes. Literalmente, “Atrás das Montanhas”.
  Esta região do nordeste de Portugal é uma revelação. É um destino que não se
  limita a ser visitado; sente-se.
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Aqui estão os pontos essenciais que os mais curiosos gostariam de conhecer
  sobre esta região fascinante:
&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
  1. Uma Geografia Selvagem e Contrastante: O Chamamento da Natureza
&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Trás-os-Montes é uma fortaleza natural. Historicamente isolada por barreiras
  montanhosas (as Serras do Marão, do Gerês e da Cabreira a oeste), a região
  desenvolveu uma identidade insular no meio de um território alargado. Para o
  amante de grandes espaços, é um paraíso rude e belo. A paisagem é dominada
  pelo granito e pelo xisto. A norte, o Parque Natural de Montesinho oferece
  extensões selvagens onde colinas arredondadas e vales profundos ainda abrigam
  uma fauna rica, incluindo o lobo ibérico. É uma terra de excelência para
  caminhadas, onde o silêncio só é interrompido pelo vento e pelo tilintar dos
  chocalhos dos rebanhos de cabras e ovelhas. O contraste surge a sul, onde a
  região mergulha no rio Douro. Aqui, a rudeza montanhosa dá lugar à obra
  espetacular do homem: os vinhedos em socalcos, classificados como Património
  Mundial da UNESCO.&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
  2. Um Património de Pedra: A História a Cada Esquina
&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  O visitante mais curioso, sensível às velhas pedras e às camadas da história,
  encontrará aqui um terreno de descoberta excecional. A região está repleta de
  vestígios que testemunham o seu papel estratégico como zona fronteiriça com
  Espanha. Os castelos medievais são numerosos. O de Bragança, uma das
  principais cidades, é particularmente impressionante. A sua cidadela,
  perfeitamente conservada, domina a cidade e ainda abriga um burgo medieval
  intramuros onde a vida continua. Mais a sul, o castelo de Numão ou o de
  Penedono recordam os tempos da “Reconquista” e as lutas para definir as
  fronteiras do jovem reino de Portugal. Mas a história aqui recua muito mais. A
  cidade de Chaves foi uma importante cidade romana, Aquae Flaviae. A sua ponte
  romana ainda atravessa o rio Tâmega, desafiando os milénios, e as suas águas
  termais, já apreciadas pelas legiões romanas, que continuam a atrair
  visitantes nos dias de hoje. Por toda a região, pontes medievais, pelourinhos
  manuelinos e pequenas igrejas românicas, muitas vezes construídas neste
  granito cinzento local, contam uma fé e uma resiliência seculares.
&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
  3. A Alma Transmontana: Tradições Vivas e Hospitalidade
&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Há um ditado português que diz: “Para lá do Marão, mandam os que lá estão”.
  Isto resume o espírito de independência dos transmontanos. O isolamento
  geográfico forjou um povo orgulhoso, resiliente, por vezes austero à primeira
  vista, mas de uma hospitalidade desarmante quando a barreira inicial é
  quebrada. É uma região onde as tradições não são folclore para turistas, mas
  uma realidade viva. O exemplo mais marcante são as festas de inverno,
  vestígios de ritos pagãos celtas ligados aos solstícios e à fertilidade. O
  Carnaval de Podence, com os seus “Caretos” – personagens mascarados, vestidos
  com trajes de lã colorida e carregados de chocalhos, que correm pelas ruas
  para “purificar” a aldeia – é uma experiência visceral, hoje reconhecida pela
  UNESCO. No extremo leste, em torno de Miranda do Douro, a identidade é ainda
  mais marcada. Ali fala-se uma segunda língua oficial de Portugal: o Mirandês,
  uma língua românica derivada do antigo leonês. Ouvir falar Mirandês é tocar
  com os dedos a complexidade cultural da Península Ibérica.
&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;
  4. Gastronomia: O Triunfo do Fumeiro e do Terroir
&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Trás-os-Montes é uma festa inesperada. A cozinha transmontana reflete a
  paisagem e o clima: robusta, generosa, concebida para sustentar durante os
  rigorosos invernos. É uma cozinha de “subsistência” elevada à categoria de
  arte, graças à qualidade excecional dos produtos locais. O rei absoluto é o
  porco, e mais especificamente o fumeiro (enchidos fumados). A região produz os
  melhores presuntos do país, curados no ar frio das montanhas. Mas a estrela
  incontestável é a Alheira, não apenas a de Mirandela. A sua história fascina
  frequentemente os visitantes. A região é também o reino da castanha (a
  “Castanha” possui várias DOP – Denominações de Origem Protegida), que foi
  durante muito tempo o “pão dos pobres” antes da chegada da batata. Encontra-se
  nas sopas, como acompanhamento dos assados, ou simplesmente assada nas ruas no
  outono, ou ainda crua, simplesmente. Acrescente-se a isto um azeite de
  qualidade excecional (um dos melhores do mundo), méis de urze perfumados e a
  carne tenra do boi Barrosão. Tudo isto acompanhado pelos vinhos da região. Se
  o Porto e os tintos robustos do Douro são vizinhos, Trás-os-Montes possui a
  sua própria denominação, produzindo tintos surpreendentemente frescos e
  brancos minerais, perfeitos para esta cozinha de caráter.
&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;Conclusão: Um Convite à Viagem Demorada&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;
  Trás-os-Montes não é um destino para turismo de massas ou visitas apressadas.
  É uma região que se aprecia lentamente, ao ritmo das estradas sinuosas e dos
  encontros nas aldeias de pedra. Para o viajante&amp;nbsp; que procura reencontrar
  o sentido do tempo, o sabor verdadeiro dos produtos da terra e a ligação com
  uma Europa rural e autêntica, passar “atrás das montanhas” é uma experiência
  inesquecível. É descobrir o coração pulsante, orgulhoso e generoso do Portugal
  ancestral.
&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr764SWj2_twBwHO5jqw5F1Z03OfX-uAvCfDuVsa8dNMVW16nl09CBm3fK8Xv9UruO28X4jMuXkCiLtOOmtF3LU_QlcV_KVLZVoSrvS_5U_io0e-JSfpgNBFfZ1lxumJl_RHCSzH7eiqn4pNI9ITjcqDASaWHnKRbfZlwVZlxj7lJn1Gdpxxx5hDHT2tA/s72-w640-h456-c/tras-os-montes.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>Feiras de Fumeiro 2026, em Trás-os-Montes</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/11/feiras-de-fumeiro-2026-em-tras-os-montes.html</link><category>feiras de fumeiro</category><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Wed, 12 Nov 2025 16:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-5354401402971454655</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Feiras de Fumeiro e Outros Sabores 2026

&lt;/h3&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Deste tempo em que o Natal vem ainda um pouco longe, pensam
já, contudo, especialmente os feirantes e apreciadores do &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=fumeiro+transmontano&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;fumeiro transmontano&lt;/a&gt;
e de outros sabores típicos dessa região que é &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Tr%C3%A1s-os-Montes+Portugal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;Trás-os-Montes&lt;/a&gt;, nas datas da
realização das Feiras de Fumeiro e Outros Sabores da estação fria de inverno.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcX9eUCkTgEAxeDTGBOdnogYJNMaj2LOfzOd3ECTw-ol0ENfeZUYdL2q58UMT9PDavsuvHBUWpAawwBeKuxjnj0-49MDDsIvzIdRKnxO76BThm7LagGWvD-QTARdhrt0x9qBSHRpE9eHUJ5bFQPSFcWI0mIJbobyQmwBLvhfI_sktBnHHIUnxiIgtwhHc/s1536/Copilot_20251112_161610.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Feiras de Fumeiro e Outros Sabores 2026, em Trás-os-Montes" border="0" data-original-height="1536" data-original-width="1024" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcX9eUCkTgEAxeDTGBOdnogYJNMaj2LOfzOd3ECTw-ol0ENfeZUYdL2q58UMT9PDavsuvHBUWpAawwBeKuxjnj0-49MDDsIvzIdRKnxO76BThm7LagGWvD-QTARdhrt0x9qBSHRpE9eHUJ5bFQPSFcWI0mIJbobyQmwBLvhfI_sktBnHHIUnxiIgtwhHc/w426-h640/Copilot_20251112_161610.png" title="Feiras de Fumeiro e Outros Sabores 2026, em Trás-os-Montes" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Este blogue, o NetBila’News, apresenta neste pequeno artigo a
informação sobre as referidas feiras:&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=XXVIII+Feira+Gastron%C3%B3mica+do+Porco&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;XXVIII Feira Gastronómica do Porco&lt;/a&gt;, em &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Boticas+Portugal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;Boticas&lt;/a&gt;: 8 a 11 de
janeiro de 2026;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=35%C2%AA+Feira+de+Fumeiro+e+do+Presunto&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;35ª Feira de Fumeiro e do Presunto&lt;/a&gt;, em &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Montalegre+Portugal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;Montalegre&lt;/a&gt;: 22 a 25
de janeiro de 2026;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=46%C2%AA+Feira+do+Fumeiro+de+Vinhais&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;46ª Feira do Fumeiro de Vinhais&lt;/a&gt;, em &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Vinhais+Portugal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;Vinhais&lt;/a&gt;: 5 a 8 de
fevereiro de 2026;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Festival+de+Sabores+Mirandeses&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;XXVII Festival de Sabores Mirandeses&lt;/a&gt;, em &lt;a data-preview="" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Miranda+do+Douro+Portugal&amp;amp;bbid=8840402577557441009&amp;amp;bpid=5354401402971454655" target="_blank"&gt;Miranda do Douro&lt;/a&gt;: 13 a
15 de fevereiro de 2026.&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcX9eUCkTgEAxeDTGBOdnogYJNMaj2LOfzOd3ECTw-ol0ENfeZUYdL2q58UMT9PDavsuvHBUWpAawwBeKuxjnj0-49MDDsIvzIdRKnxO76BThm7LagGWvD-QTARdhrt0x9qBSHRpE9eHUJ5bFQPSFcWI0mIJbobyQmwBLvhfI_sktBnHHIUnxiIgtwhHc/s72-w426-h640-c/Copilot_20251112_161610.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vinhais, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.8224297 -7.0498442</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">13.512195863821155 -42.2060942 70.132663536178853 28.1064058</georss:box></item><item><title>Rádio Observatório do Interior (podcast)</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/08/radio-observatorio-do-interior-podcast.html</link><category>Podcast</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sat, 23 Aug 2025 12:32:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-551186688966272924</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  &lt;span style="color: #ff6f00;"
    &gt;ROI - Rádio Observatório do Interior (podcast)&lt;/span
  &gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;b
  &gt;&lt;span style="color: #0b5394;"
    &gt;(Descrição do podcast no canal NetBila do YouTube)
  &lt;/span&gt;&lt;/b
&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a
    href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvp0Q4wZ876wBXcUiCLqzHTrYv27hrH2E7-v2Die8nKtaV4nKQpbExNDhm_O4GFTE4tTDRtb3w9VkAMmWrKFvZUDQzfySSSN8GHiGPm6-z8gMMUutlKWRpRaq3Jp3czo8LfSq8Q45yRsEUCiY_fr1UlW2L-m7CjQnWgTUg8HyPuA1kP_fsO2t0Y1OWsdE/s1798/roi.png"
    style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"
    &gt;&lt;img
      border="0"
      data-original-height="990"
      data-original-width="1798"
      height="352"
      src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvp0Q4wZ876wBXcUiCLqzHTrYv27hrH2E7-v2Die8nKtaV4nKQpbExNDhm_O4GFTE4tTDRtb3w9VkAMmWrKFvZUDQzfySSSN8GHiGPm6-z8gMMUutlKWRpRaq3Jp3czo8LfSq8Q45yRsEUCiY_fr1UlW2L-m7CjQnWgTUg8HyPuA1kP_fsO2t0Y1OWsdE/w640-h352/roi.png"
      width="640"
  /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Figuras a quem se atribui uma certa importância no meio social lisboeta,
  decidem, ele e sua excelentíssima esposa, aproximar-se da aldeia transmontana
  onde não nasceram, de facto, sentindo, contudo, as raízes destes lugares
  serranos, onde seus pais e avós, esses sim, nasceram e viveram durante uma boa
  parte das suas vidas, abalando para a capital bem cedo, onde os nossos
  personagens vieram a nascer num agradável berço de ouro! Como bons
  observadores das realidades, e agora numa situação de aposentação, decidem
  deixar a capital e instalar-se numa aldeia do Interior de Portugal, e criar a
  Rádio Observatório do Interior, a propósito dos incêndios que todos os anos no
  verão assolam a região do interior de Portugal. Certamente os dois irão criar
  e expor em vídeos deste podcast algumas situações importantes sobre a vida e
  as vidas que se desenrolam não apenas na aldeia onde habitam, mas também em
  todas as regiões do Interior.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Ligação para os vídeos do podcast "&lt;a
    href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL8P4-Aop6vh3zu1g957gWoFo0EQNiHOdl"
    target="_blank"
    &gt;Rádio Observatório do Interior&lt;/a
  &gt;":
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;a
    href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL8P4-Aop6vh3zu1g957gWoFo0EQNiHOdl"
    &gt;https://www.youtube.com/playlist?list=PL8P4-Aop6vh3zu1g957gWoFo0EQNiHOdl&lt;/a
  &gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvp0Q4wZ876wBXcUiCLqzHTrYv27hrH2E7-v2Die8nKtaV4nKQpbExNDhm_O4GFTE4tTDRtb3w9VkAMmWrKFvZUDQzfySSSN8GHiGPm6-z8gMMUutlKWRpRaq3Jp3czo8LfSq8Q45yRsEUCiY_fr1UlW2L-m7CjQnWgTUg8HyPuA1kP_fsO2t0Y1OWsdE/s72-w640-h352-c/roi.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>"NOVAS, RELATOS, OPINIÃO"</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/08/novas-relatos-opiniao.html</link><category>Informação</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sun, 10 Aug 2025 11:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-1725680186268819438</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTFdJ0BFB28Mzq96x0kxH1R4N1ETvODNrQ_kiUHwsneXzN4EJockKHZgmmnYKIJhCEy7usMHWHeT5iCwZgYgq7C7S0IXaYBUs1aCubXh-RF0G_vZwHYuMbWnnjX5Fji4uSbmjieIj_i4WRjdJnfqNHGCC2Hufel4jroDUyQAKr4NiGDYqQsoY2UZAAUFs/s1280/clipe.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTFdJ0BFB28Mzq96x0kxH1R4N1ETvODNrQ_kiUHwsneXzN4EJockKHZgmmnYKIJhCEy7usMHWHeT5iCwZgYgq7C7S0IXaYBUs1aCubXh-RF0G_vZwHYuMbWnnjX5Fji4uSbmjieIj_i4WRjdJnfqNHGCC2Hufel4jroDUyQAKr4NiGDYqQsoY2UZAAUFs/w640-h360/clipe.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
  &lt;div class="style-scope ytd-backstage-post-renderer" id="header" style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: Roboto, Arial, sans-serif; margin: 0px 0px 2px; padding: 0px;"&gt;
    &lt;div class="style-scope ytd-backstage-post-renderer" id="header-author" style="background: transparent; border: 0px; display: flex; flex-direction: row; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
      &lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;a class="yt-simple-endpoint style-scope ytd-backstage-post-renderer" href="https://www.youtube.com/@ToFernando" id="author-text" style="cursor: pointer; display: inline-block; line-height: 1.8rem; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; text-decoration-line: none;"&gt;&lt;span class="style-scope ytd-backstage-post-renderer" style="background: transparent; border: 0px; color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;NetBila - Douro e Trás-os-Montes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
  &lt;ytd-expander class="style-scope ytd-backstage-post-renderer" collapsed="" id="contentTextExpander" should-use-number-of-lines="" style="--ytd-expander-max-lines: 4; background-color: white; display: block; font-family: Roboto, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;div class="style-scope ytd-expander" id="content" style="-webkit-box-orient: vertical; -webkit-line-clamp: 4; background: transparent; border: 0px; color: #0f0f0f; display: -webkit-box; margin: 0px; max-height: none; min-width: 0px; overflow-wrap: break-word; overflow: hidden; padding: 0px;"&gt;
      &lt;yt-formatted-string class="style-scope ytd-backstage-post-renderer" dir="auto" force-default-style="" id="content-text" slot="content" split-lines="" style="line-height: 2.2rem; text-align: right; white-space-collapse: preserve; word-break: break-word;"&gt;&lt;span class="style-scope yt-formatted-string" style="background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;"NOVAS, RELATOS, OPINIÃO" é a designação mais recente para o podcast do canal "NetBila - Douro e Trás-os-Montes", em &lt;/span&gt;&lt;a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://youtube.com/netbila" rel="nofollow" spellcheck="false" style="color: #065fd4; cursor: pointer; display: inline-block; overflow-wrap: break-word; text-decoration-color: rgb(6, 95, 212); text-decoration-line: none; text-decoration-style: solid; word-break: break-word;"&gt;https://youtube.com/netbila&lt;/a&gt;&lt;span class="style-scope yt-formatted-string" style="background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;, o canal do &lt;/span&gt;&lt;a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/channel/UClu0_beji2qGf06jLaXA9-g" spellcheck="false" style="color: #065fd4; cursor: pointer; display: inline-block; overflow-wrap: break-word; text-decoration-color: rgb(6, 95, 212); text-decoration-line: none; text-decoration-style: solid; word-break: break-word;"&gt;‪@ToFernando&lt;/a&gt;.&lt;span class="style-scope yt-formatted-string" style="background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/yt-formatted-string&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;/ytd-expander&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Novas, Relatos, Opinião&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL8P4-Aop6vh122sC77neKQ0he3lEl4B62"&gt;https://www.youtube.com/playlist?list=PL8P4-Aop6vh122sC77neKQ0he3lEl4B62
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;h1 class="style-scope ytd-watch-metadata" style="-webkit-box-orient: vertical; -webkit-line-clamp: 2; background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #0f0f0f; display: -webkit-box; font-family: Roboto, Arial, sans-serif; font-size: 2rem; line-height: 2.8rem; margin: 0px; max-height: 5.6rem; overflow: hidden; padding: 0px; text-overflow: ellipsis; word-break: break-word;"&gt;&lt;yt-formatted-string class="style-scope ytd-watch-metadata" force-default-style="" title="Limpeza das Matas? Ignorância!"&gt;Limpeza das Matas? Ignorância!&lt;/yt-formatted-string&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;yt-formatted-string class="style-scope ytd-watch-metadata" force-default-style="" title="Limpeza das Matas? Ignorância!"&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=JzU7MFEPLPQ&amp;amp;list=PL8P4-Aop6vh122sC77neKQ0he3lEl4B62&amp;amp;index=1"&gt;https://www.youtube.com/watch?v=JzU7MFEPLPQ&amp;amp;list=PL8P4-Aop6vh122sC77neKQ0he3lEl4B62&amp;amp;index=1&lt;/a&gt;&lt;/yt-formatted-string&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTFdJ0BFB28Mzq96x0kxH1R4N1ETvODNrQ_kiUHwsneXzN4EJockKHZgmmnYKIJhCEy7usMHWHeT5iCwZgYgq7C7S0IXaYBUs1aCubXh-RF0G_vZwHYuMbWnnjX5Fji4uSbmjieIj_i4WRjdJnfqNHGCC2Hufel4jroDUyQAKr4NiGDYqQsoY2UZAAUFs/s72-w640-h360-c/clipe.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>Vale do Douro, Berço do Vinho do Porto</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/07/vale-do-douro-berco-do-vinho-do-porto.html</link><category>Douro</category><category>Douro Valley</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Tue, 29 Jul 2025 14:58:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-2289579759105582969</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Douro: Vinho do Porto, Tratado e Fino, Património Mundial&lt;/h3&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivHansrjcp-skTa7q03N0B0RfQ5ppIArdKZznxJ4SYLi2sEp_vq0Blnsh7E_CIxGOLl8S9cA6f31N_PLiZEgKJ9lAvJ4KOzyX8LgMvA5vhSQZev4r-nv7KmglcpS18b7OT7R_DfWFzSr5VaJcbBXfgT88e7mgTyk4RsPSlBlCXm8r5j876LjDS-k4tw5E/s1536/vale-do-douro-1.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Vale do Douro, Berço do Vinho do Porto" border="0" data-original-height="1536" data-original-width="1024" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivHansrjcp-skTa7q03N0B0RfQ5ppIArdKZznxJ4SYLi2sEp_vq0Blnsh7E_CIxGOLl8S9cA6f31N_PLiZEgKJ9lAvJ4KOzyX8LgMvA5vhSQZev4r-nv7KmglcpS18b7OT7R_DfWFzSr5VaJcbBXfgT88e7mgTyk4RsPSlBlCXm8r5j876LjDS-k4tw5E/w266-h400/vale-do-douro-1.png" title="Vale do Douro, Berço do Vinho do Porto" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Alto Douro é uma das mais importantes regiões vinícolas de Portugal, com uma longa história marcada pelo trabalho humano, pela riqueza natural e pela criação do célebre Vinho do Porto. Neste território moldado em socalcos ao longo do rio Douro, a atividade vitivinícola transformou não só a paisagem como também a vida das suas gentes. Este texto organiza os principais momentos históricos da região em quatro capítulos fundamentais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcnDa0gupa_dkRASvdPyL0hMNJe8RUL2Fb-Jx6cvPh4FJp7y58u4duqBv3_amQEzR-sqa8o4Xyr-8WuRqsjnaEM0l0PRWGlH4xmKm4yzl0FslaYlrSaA02GMuAEgMDmFfrnFX6hL57NtFo1o-pR4pXZlssI6CkoybWHmIdznkCUS20cbne2SNSd5b32UA/s1536/vale-do-douro-2.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Vale do Douro" border="0" data-original-height="1024" data-original-width="1536" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcnDa0gupa_dkRASvdPyL0hMNJe8RUL2Fb-Jx6cvPh4FJp7y58u4duqBv3_amQEzR-sqa8o4Xyr-8WuRqsjnaEM0l0PRWGlH4xmKm4yzl0FslaYlrSaA02GMuAEgMDmFfrnFX6hL57NtFo1o-pR4pXZlssI6CkoybWHmIdznkCUS20cbne2SNSd5b32UA/w400-h266/vale-do-douro-2.png" title="Vale do Douro" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;1. As Gentes e a Origem da Região Vinícola &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ocupação do Douro remonta ao 3.º milénio a.C., quando comunidades neolíticas começaram a abrir clareiras nas encostas do rio. O cultivo das vinhas ganhou importância durante a presença romana (séculos I a.C. a I d.C.), período em que foram instalados os primeiros socalcos em terrenos inclinados. Entre os séculos XII e XIV, ordens religiosas aperfeiçoaram técnicas agrícolas e alargaram os vinhedos, reforçando os muros de contenção, marcando o início da verdadeira estrutura agrícola da região.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo dos séculos, o esforço dos habitantes do Douro, com o apoio de trabalhadores vindos de outras zonas de Portugal e de Espanha, permitiu a modelação das encostas em socalcos, criando uma paisagem única, de grande beleza, marcada pelas variações cromáticas das vinhas ao longo das estações do ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. O Comércio do Vinho do Porto, no Século XVII &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O comércio internacional do vinho duriense teve início por volta de 1650, quando comerciantes ingleses começaram a transportar pequenas quantidades para Inglaterra. No século XVIII, a necessidade de preservar o vinho durante a longa travessia marítima levou à adição de aguardente vínica, o que interrompia a fermentação e estabilizava o produto. Nascia assim o famoso Vinho do Porto, também chamado localmente “vinho tratado” ou “vinho fino”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sucesso deste vinho impulsionou o desenvolvimento da viticultura duriense, elevando muros de xisto, alargando socalcos e intensificando o cultivo nas encostas do vale.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. A Demarcação Oficial: Marquês de Pombal e a Organização do Setor &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perante abusos por parte de produtores que adulteravam o vinho com uvas de má qualidade de outras regiões, o Marquês de Pombal, Secretário de Estado do Reino de D. José I, instituiu em 1756 a demarcação oficial da Região do Alto Douro, criando a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Esta foi a primeira denominação de origem controlada do mundo, regulando a produção, o comércio e a qualidade do vinho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A navegação no Douro tornou-se mais intensa com os barcos rabelos, capazes de vencer os rápidos do rio e transportar as pipas de vinho até Vila Nova de Gaia. A abertura da passagem da Valeira, em 1791, permitiu o acesso ao Douro Superior e incentivou a plantação de novas quintas. Posteriormente, o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto e novas regulamentações reforçaram a qualidade e o prestígio da região, preparando-a para os desafios futuros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. As Crises no Douro: Ganância e Pragas &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da sua história, o Douro enfrentou momentos críticos. Um dos mais marcantes ocorreu na segunda metade do século XIX com a chegada da filoxera, uma praga originária da América do Norte. Este pequeno inseto atacava as raízes das videiras, levando à morte quase toda a produção duriense. As paisagens outrora exuberantes tornaram-se áridas, as videiras secaram e os agricultores viveram momentos de desespero.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crise teve impactos profundos não apenas na produção, mas também na economia e na vida social da região. O abandono da terra, o empobrecimento e a desolação marcaram estes anos difíceis. No entanto, a solução viria do mesmo continente que trouxe a praga: verificou-se que algumas variedades de videiras americanas eram resistentes à filoxera. A técnica da enxertia – ainda usada hoje – permitiu a recuperação da região, ao enxertar a videira europeia de qualidade num porta-enxerto resistente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este processo foi essencial para restaurar a produção vitivinícola do Douro, permitindo que as vinhas voltassem a crescer, adaptadas e protegidas da praga. A área de cultivo expandiu-se, ultrapassando os limites tradicionais da Régua e chegando até à fronteira espanhola.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Vídeo no YouTube »»&amp;nbsp;&lt;a href="https://youtu.be/jAYvPKGTQNQ" target="_blank"&gt;Vinho Do Porto | Um Brinde Ao Douro&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;A Região Demarcada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a região demarcada do Alto Douro é dividida em três subzonas:&lt;div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Baixo Corgo – de Barqueiros até à foz do rio Corgo; &lt;br /&gt;Cima Corgo – entre o rio Corgo e o lugar do Cachão da Valeira; &lt;br /&gt;Douro Superior – do Cachão da Valeira até à fronteira com Espanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vinho continua a ser a principal força económica da região, que hoje alia tradição e inovação. A paisagem do Douro é Património Mundial da UNESCO e símbolo do engenho humano em harmonia com a natureza, com os seus socalcos escavados à mão e o rio a servir de via de escoamento de um produto que continua a encantar o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivHansrjcp-skTa7q03N0B0RfQ5ppIArdKZznxJ4SYLi2sEp_vq0Blnsh7E_CIxGOLl8S9cA6f31N_PLiZEgKJ9lAvJ4KOzyX8LgMvA5vhSQZev4r-nv7KmglcpS18b7OT7R_DfWFzSr5VaJcbBXfgT88e7mgTyk4RsPSlBlCXm8r5j876LjDS-k4tw5E/s72-w266-h400-c/vale-do-douro-1.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Régua, 5050 Peso da Régua, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.158549 -7.783341000000001</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.848315163821155 -42.939591 69.468782836178846 27.372909</georss:box></item><item><title>São Lourenço</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/05/sao-lourenco.html</link><category>S. Lourenço</category><category>Trás-os-Montes e Alto Douro - Recantos</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Sun, 4 May 2025 17:38:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-5609957662250037818</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Olá, São Lourenço!&lt;/h2&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrnmmejgs_4KTuz0IHCaWIgJszsoLjINp_Kr51V05Wn4KrNfhJPd-Lxn4BTWjjNmupyDTBGWiDc-665XiD3sr4xImCaDMpY_3FLPRvJdFIp54Uf6lpStf94UkXzrfq0PycjFE_mN4CWHxsnHf_6tN1ZEh2z_NZG7fAgas0kJAVaEGarj11Ry54ZQqSQRM/s1280/zeca.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Zeca" border="0" data-original-height="759" data-original-width="1280" height="380" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrnmmejgs_4KTuz0IHCaWIgJszsoLjINp_Kr51V05Wn4KrNfhJPd-Lxn4BTWjjNmupyDTBGWiDc-665XiD3sr4xImCaDMpY_3FLPRvJdFIp54Uf6lpStf94UkXzrfq0PycjFE_mN4CWHxsnHf_6tN1ZEh2z_NZG7fAgas0kJAVaEGarj11Ry54ZQqSQRM/w640-h380/zeca.png" title="Zeca" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  São Lourenço, Diácono e Mártir, figura de fé e coragem, nasceu em 225, em
  terras que hoje fazem parte do Reino de Espanha. Conhecido, em espanhol, pelo
  nome San Lorenzo, viveu uma vida dedicada à Igreja e ao serviço cristão.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  O seu martírio ocorreu em Roma, a 10 de agosto de 258, sendo por isso
  celebrado nesse dia. Reconhecido como um dos primeiros diáconos da Igreja
  Romana, permaneceu na memória dos fiéis pela sua bravura diante da perseguição
  aos cristãos. Foi condenado à morte e queimado vivo sobre uma grelha, um
  sofrimento que se tornou símbolo da sua resistência e fé inabaláveis. Por essa
  razão, as representações de São Lourenço mostram-no, frequentemente, segurando
  uma Bíblia, e ao lado da grelha que marcou o seu martírio. Em sua honra,
  numerosas igrejas assumem o seu nome, assim como várias localidades, entre
  elas São Lourenço de Ribapinhão.
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/7u9evuP9eF4" style="text-align: left;"&gt;Douro! Olá, São Lourenço! São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  A freguesia de São Lourenço de Ribapinhão, no concelho de Sabrosa, e as
  aldeias que dela fazem parte são de uma beleza singular, algo que já destaquei
  em várias ocasiões. Sempre que descrevo os seus recantos, há uma familiaridade
  nas palavras, pois as belezas diversas do lugar e as memórias que evocam são
  constantes, embora surjam nuances diferentes, cada vez que os visito. Os
  habitantes locais – os laurentinos –, assim como os transmontanos e durienses
  que acompanham este blogue, compreenderão essa visão.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  São Lourenço de Ribapinhão é uma freguesia vasta, rica em detalhes por
  descobrir. Os seus habitantes distinguem-se pela simpatia e, como qualquer ser
  humano, carregam qualidades e imperfeições – e nisso, não me excluo. No
  entanto, sobressaem as virtudes dos laurentinos, sejam aqueles que ali
  nasceram ou os que escolheram este lugar para viver. São pessoas genuínas,
  acolhedoras e sempre dispostas a uma boa conversa.
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="https://youtu.be/7u9evuP9eF4"&gt;Douro! Olá, São Lourenço! São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa&lt;/a&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrnmmejgs_4KTuz0IHCaWIgJszsoLjINp_Kr51V05Wn4KrNfhJPd-Lxn4BTWjjNmupyDTBGWiDc-665XiD3sr4xImCaDMpY_3FLPRvJdFIp54Uf6lpStf94UkXzrfq0PycjFE_mN4CWHxsnHf_6tN1ZEh2z_NZG7fAgas0kJAVaEGarj11Ry54ZQqSQRM/s72-w640-h380-c/zeca.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">São Lourenço, Sabrosa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.2689661 -7.5752443</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.958732263821155 -42.7314943 69.579199936178838 27.5810057</georss:box></item><item><title>Bolos Económicos, ou de Azeite</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/04/bolos-economicos-ou-de-azeite.html</link><category>gastronomia</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Wed, 16 Apr 2025 11:18:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-3683639749482037435</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Bolos Económicos - os melhores, sem leite, e pouco açúcar!
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a
    href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXsqC9KuhxWUAIU-cPM-Yn16lj6vt7QJHwmvXY2Ad-iFfM-BpLnl3YNV2tSqe2BuZQVYDOMfGy8jfVsypwXGMOsBkJwb9qkdpJ20I7GL8wACC89IrCYDdtApCuqQHAP5Bt00_IlM_lFrcwCAKxAQyf2o29B2t9txb-zsgRftwz8H9ejQ2owBCjJJBeY0M/s1000/bolos-economicos-os-melhores-2.png"
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    &gt;&lt;img
      alt="Bolos Económicos"
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      title="Bolos Económicos, ou de Azeite"
      width="640"
  /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Cinco ovos inteiros juntam-se a 100 gramas de açúcar, numa taça, e mistura-se
  muito bem com batedeira elétrica, durante 4 minutos, aproximadamente.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Em seguida, acrescenta-se um decilitro e meio de azeite e um cálice de
  aguardente com 30 a 35 graus de teor alcoólico. O álcool evaporar-se-á durante
  a cozedura, ficando apenas o sabor.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Servindo-nos da batedeira elétrica desligada, mexe-se levemente.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Agora, dividida em frações, de modo a facilitar a mistura, adiciona-se 750
  gramas de farinha com fermento, e ainda uma colher de chá de fermento. Vai-se
  mexendo com a batedeira elétrica e acrescentando a farinha, porção a porção, e
  mexendo novamente até alcançar uma textura homogénea na massa.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  A dada altura, após o acrescento total dos 750 gramas de farinha, é
  praticamente impossível continuar a envolver a farinha na massa, com a
  batedeira elétrica de cozinha. Deve então agora misturar-se, com colher de
  pau, que exige, evidentemente algum esforço.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Entretanto, liga-se previamente o forno, à temperatura de 250 graus
  centígrados.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Unta-se um tabuleiro com manteiga sem sal, e polvilha-se com farinha.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Com duas colheres, distribuem-se no tabuleiro, montinhos da massa, sendo
  polvilhados com uma mistura de açúcar e canela.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Levam-se ao forno, a cozer, durante mais ou menos 13 a 15 minutos.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXsqC9KuhxWUAIU-cPM-Yn16lj6vt7QJHwmvXY2Ad-iFfM-BpLnl3YNV2tSqe2BuZQVYDOMfGy8jfVsypwXGMOsBkJwb9qkdpJ20I7GL8wACC89IrCYDdtApCuqQHAP5Bt00_IlM_lFrcwCAKxAQyf2o29B2t9txb-zsgRftwz8H9ejQ2owBCjJJBeY0M/s72-w640-h360-c/bolos-economicos-os-melhores-2.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>Pipos de Vinho</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/03/pipos-de-vinho.html</link><category>Artesanato</category><category>Douro</category><category>Trás-os-Montes</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Mon, 24 Mar 2025 17:52:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-2103825583298357742</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;
  Pipas e Pipos no Douro, e Trás-os-Montes
&lt;/h2&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9UXYRbxaxw8DqufflrOq52yp7hve1fCn6L6rbPwTSRokUu-RoxedZ2ha0CoERHmazH-e_UISR9XsEIBgv84GBBC7uvBRaY6-cXZZRnj8ZeAD3B55ysokvDRyERw8ACT-eKPVVYtDr5bWmunREGWIW9-YZiqEuxGm14u69EqMHtHV3LuivcsbHD6wqOSw/s2000/pipos.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Pipos de Vinho" border="0" data-original-height="1175" data-original-width="2000" height="376" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9UXYRbxaxw8DqufflrOq52yp7hve1fCn6L6rbPwTSRokUu-RoxedZ2ha0CoERHmazH-e_UISR9XsEIBgv84GBBC7uvBRaY6-cXZZRnj8ZeAD3B55ysokvDRyERw8ACT-eKPVVYtDr5bWmunREGWIW9-YZiqEuxGm14u69EqMHtHV3LuivcsbHD6wqOSw/w640-h376/pipos.jpg" title="Pipos artesanais de vinho" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  O artesanato no Douro e em Trás-os-Montes é uma expressão autêntica da cultura
  e da história da região, refletindo a riqueza das suas tradições e o engenho
  dos seus habitantes. Estas terras, mais ou menos montanhosas, salteadas de
  vales onde serpenteiam os rios e riachos, contribuem para a beleza natural, e
  oferecem uma ampla diversidade de artesanato.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  No Douro, conhecido mundialmente pelas suas vinhas e paisagens deslumbrantes,
  o artesanato, muitas vezes, está associado à vitivinicultura. Um dos bons
  exemplos é a arte de produzir pipas de madeira para armazenamento de vinho.
  São também exemplo as miniaturas das pipas e cubas, utilizadas para guardar
  pequenas quantidades de vinho tratado, em exemplares efetuados com madeira
  avinhada, permitindo que a madeira que forma esses pequenos pipos não “bebam”
  demasiado. De facto, a madeira em contacto com o vinho, este diminui
  substancialmente com o tempo, sendo absorvido pela madeira que, ao contrário,
  sendo avinhada, essa absorção torna-se mais diminuta.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Pena é que estas atividades artesanais têm vindo a decrescer, nos últimos
  anos, principalmente pela falta de interesse das gerações mais novas, que não
  mantêm o gosto de outrora pelo artesanato, tal como os seus antepassados,
  fazendo da atividade uma profissão.
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://www.netbilanews.com/2019/12/manuel-dias-da-silva-tanoeiro.html"&gt;Manuel Dias da Silva - Tanoeiro&lt;/a&gt;, o artesão que fabricou os pipos da foto acima. Clique &lt;a href="https://www.netbilanews.com/2019/12/manuel-dias-da-silva-tanoeiro.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; para conhecer melhor o Saudoso sr. Manuel, de Vilarinho de S. Romão, concelho de Sabrosa.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9UXYRbxaxw8DqufflrOq52yp7hve1fCn6L6rbPwTSRokUu-RoxedZ2ha0CoERHmazH-e_UISR9XsEIBgv84GBBC7uvBRaY6-cXZZRnj8ZeAD3B55ysokvDRyERw8ACT-eKPVVYtDr5bWmunREGWIW9-YZiqEuxGm14u69EqMHtHV3LuivcsbHD6wqOSw/s72-w640-h376-c/pipos.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Vila Real, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.3011532 -7.7409832</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.990919363821156 -42.8972332 69.611387036178854 27.4152668</georss:box></item><item><title>O limão, fruto do limoeiro</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/03/o-limao-fruto-do-limoeiro.html</link><category>gastronomia</category><category>Natureza</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Thu, 13 Mar 2025 13:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-5151197927859726050</guid><description>&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;span style="color: #595959;"&gt;Um limoeiro é como uma farmácia&lt;/span&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1Ht2pklUSEY1aWVk86x0RC1Xxm2Un1lzy9KE4aQvTLVp0gqVsLvK_C57CeJASFxevP2r5mKIoVFW3D1shWitrOzi5XopfyNYwu1D91ukXDQqwCapRuku0MtkOKfKGfPNz-otBcf6lNWh5ZWDkKlwKoFSot9Tz1q2xbS0gVu4ZnNJ4cYy6tYzpa2IkL1A/s721/limoes.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Limões" border="0" data-original-height="721" data-original-width="500" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1Ht2pklUSEY1aWVk86x0RC1Xxm2Un1lzy9KE4aQvTLVp0gqVsLvK_C57CeJASFxevP2r5mKIoVFW3D1shWitrOzi5XopfyNYwu1D91ukXDQqwCapRuku0MtkOKfKGfPNz-otBcf6lNWh5ZWDkKlwKoFSot9Tz1q2xbS0gVu4ZnNJ4cYy6tYzpa2IkL1A/w444-h640/limoes.png" title="Limões - Lemons - Citrons" width="444" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #595959; text-align: justify;"&gt;&lt;/span&gt;

&lt;p&gt;
  &lt;span style="color: #595959; text-align: justify;"&gt;É comum dizer-se: quem tem um limoeiro no quintal, tem uma farmácia!&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;span style="color: #595959; mso-style-textfill-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textfill-fill-color: #595959; mso-style-textfill-fill-colortransforms: &amp;quot;lumm=65000 lumo=35000&amp;quot;; mso-style-textfill-fill-themecolor: text1; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 166;"&gt;O limão é um fruto cítrico, de cor amarela, com sabor ácido e aroma fresco
    e, na maior parte das vezes, o limoeiro produz com abundância de, durante
    praticamente todo o ano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;span style="color: #595959; mso-style-textfill-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textfill-fill-color: #595959; mso-style-textfill-fill-colortransforms: &amp;quot;lumm=65000 lumo=35000&amp;quot;; mso-style-textfill-fill-themecolor: text1; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 166;"&gt;O limão é muito utilizado na culinária, imprimindo um sabor especial a
    vários pratos da gastronomia, em bebidas como as limonadas, e mesmo como
    conservante natural. É rico em vitamina C, antioxidantes e outros nutrientes
    benéficos para a saúde. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
  &lt;span style="color: #595959; mso-style-textfill-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textfill-fill-color: #595959; mso-style-textfill-fill-colortransforms: &amp;quot;lumm=65000 lumo=35000&amp;quot;; mso-style-textfill-fill-themecolor: text1; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 166;"&gt;Pelo menos no norte de Portugal, e certamente em outras zonas do país,
    bebe-se o carioca de limão, que consiste na mistura de água muito quente,
    com casca de limão e, eventualmente, umas gostas do seu sumo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1Ht2pklUSEY1aWVk86x0RC1Xxm2Un1lzy9KE4aQvTLVp0gqVsLvK_C57CeJASFxevP2r5mKIoVFW3D1shWitrOzi5XopfyNYwu1D91ukXDQqwCapRuku0MtkOKfKGfPNz-otBcf6lNWh5ZWDkKlwKoFSot9Tz1q2xbS0gVu4ZnNJ4cYy6tYzpa2IkL1A/s72-w444-h640-c/limoes.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">São Lourenço de Ribapinhão, Sabrosa, Portugal</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">41.2689661 -7.5752443</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">12.958732263821155 -42.7314943 69.579199936178838 27.5810057</georss:box></item><item><title>Confecção de Marmelada e Geleia</title><link>http://www.netbilanews.com/2025/03/confeccao-de-marmelada-e-geleia.html</link><category>gastronomia</category><author>noreply@blogger.com (ToFernando)</author><pubDate>Thu, 6 Mar 2025 17:49:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8840402577557441009.post-7270678293073502435</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;
  Degustação de uma porção de marmelo, no final da cozedura
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
  &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6haIbnP7d4wMCehQB2jg_wJqVNVcKXnmQjapI4pCDoOxAd4YX0aAgMlWmMr9IARDz4WIrAo56bcjJ_NX8_RoVntO7HU3fzeuwwjRR-GdE3vYpIlJnBzDkf7CYEevRlZFRd8ldmMZv4y7mvIZWuX1OReAMB86TemlUeFhb0B8jzI4Zunw3pP7ANHlpTpQ/s1242/confeccao-de-marmelada-e-geleia.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Confecção de Marmelada" border="0" data-original-height="720" data-original-width="1242" height="372" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6haIbnP7d4wMCehQB2jg_wJqVNVcKXnmQjapI4pCDoOxAd4YX0aAgMlWmMr9IARDz4WIrAo56bcjJ_NX8_RoVntO7HU3fzeuwwjRR-GdE3vYpIlJnBzDkf7CYEevRlZFRd8ldmMZv4y7mvIZWuX1OReAMB86TemlUeFhb0B8jzI4Zunw3pP7ANHlpTpQ/w640-h372/confeccao-de-marmelada-e-geleia.png" title="Confecção de Marmelada e Geleia" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Lavaram-se muito bem os marmelos, e cortaram-se com casca aos pedacinhos,
  reservando os caroços para cozer e confecionar um pouco de geleia.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Pesam-se os marmelos cortados, fazendo a equivalência do peso do marmelo com o
  açúcar. Para não ficar demasiado doce, a um quilo de marmelo, corresponderá 500 gramas de açúcar.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Neste caso, 1800 gramas de marmelo, correspondeu 1 quilo e duzentas gramas de
  açúcar. Este verteu-se sobre o marmelo que entretanto está já dentro de uma
  panela.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Em fogo mínimo, o açúcar vai derretendo e, de vez em quando, com uma colher de
  pau usada só para os doces, vai-se mexendo.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Haverá uma altura em que o açúcar fica completamente derretido.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Entretanto, os caroços que se tinham reservado, como são de marmelos sãos,
  aproveitam-se para confecionar um pouco de geleia. Cortam-se os caroços a meio
  para as pevides libertarem as substâncias gelatinosas e vão cozer durante
  bastante tempo, inicialmente no máximo, reduzindo-se depois o lume.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Na foto, mostra-se um pouco de pedaços de marmelo, como amostra, para serem
  provados e degustados, retirados da panela em que estão contidos todos os
  pedaços de marmelo, precisamente antes de serem triturados ou desfeitos, com
  varinha mágica, formando uma pasta homogénea – a marmelada!
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
  Havendo a oportunidade de degustar um pouco destes pedaços de marmelo, no
  ponto final de cozedura, chegar-se-á à conclusão de uma sensação gustativa
  extraordinária, suplantando muitas das sobremesas doces normais.
&lt;/div&gt;
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