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	<title>Notícias Católicas</title>
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	<description>Site de Notícias da Igreja no Brasil e no Mundo.</description>
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		<title>Memória do Imaculado Coração da Bem-aventurada Virgem Maria – Sábado da 10ª semana do tempo comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 04:50:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(branco, pref. de Maria – ofício da memória) Meu coração, por vosso auxílio, rejubile, e que eu vos cante pelo bem que me fizestes! (Sl 12,6) A propagação do culto ao Imaculado Coração de Maria ocorreu principalmente graças a São João Eudes (século 17), que o celebrava com sua família religiosa, os Oratorianos. Mais tarde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(branco, pref. de Maria – ofício da memória)</p>
<p><em>Meu coração, por vosso auxílio, rejubile, e que eu vos cante pelo bem que me fizestes! (Sl 12,6)</em></p>
<p>A propagação do culto ao Imaculado Coração de Maria ocorreu principalmente graças a São João Eudes (século 17), que o celebrava com sua família religiosa, os Oratorianos. Mais tarde (século 20), o papa Pio 12 estendeu a festa para toda a Igreja. Deixemo-nos mover pelo espírito solidário de Maria em favor dos necessitados.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Isaías 61,9-11</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura do livro do profeta Isaías – <sup>9</sup>A descendência do meu povo será conhecida entre as nações, e seus filhos se fixarão no meio dos povos; quem os vir há de reconhecê-los como descendentes abençoados por Deus. <sup>10</sup>Exulto de alegria no Senhor e minha alma regozija-se em meu Deus; ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me como um noivo com sua coroa ou uma noiva com suas joias. <sup>11</sup>Assim como a terra faz brotar a planta e o jardim faz germinar a semente, assim o Senhor Deus fará germinar a justiça e a sua glória diante de todas as nações. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>(1Sm 2)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Meu coração se regozija no Senhor.</strong></p>
<p>1. Exulta no Senhor meu coração / e se eleva a minha fronte no meu Deus; / minha boca desafia os meus rivais / porque me alegro com a vossa salvação. – R.</p>
<p>2. O arco dos fortes foi dobrado, foi quebrado, / mas os fracos se vestiram de vigor. / Os saciados se empregaram por um pão, / mas os pobres e os famintos se fartaram. / Muitas vezes deu à luz a que era estéril, / mas a mãe de muitos filhos definhou. – R.</p>
<p>3. É o Senhor quem dá a morte e dá a vida, / faz descer à sepultura e faz voltar; / é o Senhor quem faz o pobre e faz o rico, / é o Senhor quem nos humilha e nos exalta. – R.</p>
<p>4. O Senhor ergue do pó o homem fraco, / do lixo ele retira o indigente, / para fazê-los assentar-se com os nobres / num lugar de muita honra e distinção. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Lucas 2,41-51</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Bendita é a Virgem Maria, / que guardava a Palavra de Deus, meditando-a no seu coração (Lc 2,19). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – <sup>41</sup>Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. <sup>42</sup>Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. <sup>43</sup>Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém sem que seus pais o notassem. <sup>44</sup>Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. <sup>45</sup>Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. <sup>46</sup>Três dias depois, o encontraram no templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. <sup>47</sup>Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. <sup>48</sup>Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. <sup>49</sup>Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” <sup>50</sup>Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. <sup>51</sup>Jesus desceu então com seus pais para Nazaré e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas essas coisas. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O coração, na linguagem bíblica, não se restringe ao âmbito afetivo, como simbolizamos hoje, mas representa a pessoa toda: sentimentos, pensamentos, consciência, memória, decisões. Ao menos duas vezes os Evangelhos se referem diretamente ao coração de Maria, em Lucas 2,19 (no contexto da visita dos pastores na gruta de Belém) e Lucas 2,51 (Evangelho de hoje). Ao longo do seu Evangelho, Lucas nos apresenta sempre Maria como a perfeita discípula de Jesus, aquela que escuta e guarda no coração a Palavra, por isso é para nós modelo de seguimento. A devoção ao Imaculado Coração tornou-se mais conhecida após as aparições de Fátima (1917), que assim falou aos pequenos pastores: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração”.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<title>Solenidade do Sagrado Coração de Jesus – Sexta-Feira da 10° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 04:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(branco, glória, creio, prefácio próprio – ofício da solenidade) Os desígnios do Coração do Senhor perduram de geração em geração, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria (Sl 32,11.19). Com alegria nos reunimos para a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebração que revela o amor infinito de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(branco, glória, creio, prefácio próprio – ofício da solenidade)</p>
<p><em>Os desígnios do Coração do Senhor perduram de geração em geração, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria (Sl 32,11.19).</em></p>
<p>Com alegria nos reunimos para a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebração que revela o amor infinito de Deus pelos seres humanos. Elevemos um hino de louvor ao Pai, invocando: “Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso!”</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Deuteronômio 7,6-11</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura do livro do Deuteronômio – Moisés falou ao povo, dizendo: <sup>6</sup>“Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus. O Senhor teu Deus te escolheu dentre todos os povos da terra para seres o seu povo preferido. <sup>7</sup>O Senhor se afeiçoou a vós e vos escolheu, não por serdes mais numerosos que os outros povos – na verdade, sois o menor de todos –, <sup>8</sup>mas, sim, porque o Senhor vos amou e quis cumprir o juramento que fez a vossos pais. Foi por isso que o Senhor vos fez sair com mão poderosa e vos resgatou da casa da escravidão, das mãos do faraó, rei do Egito. <sup>9</sup>Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é o único Deus, um Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações para aqueles que o amam e observam seus mandamentos, <sup>10</sup>mas castiga diretamente aquele que o odeia, fazendo-o perecer; e não o deixa esperar, mas dá-lhe imediatamente o castigo merecido. <sup>11</sup>Guarda, pois, os mandamentos, as leis e os decretos que hoje te prescrevo, pondo-os em prática!” – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>102(103)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O amor do Senhor Deus por quem o teme / é de sempre e perdura para sempre.</strong></p>
<p>1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / e todo o meu ser, seu santo nome! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / não te esqueças de nenhum de seus favores! – R.</p>
<p>2. Pois ele te perdoa toda culpa / e cura toda a tua enfermidade; / da sepultura ele salva a tua vida / e te cerca de carinho e compaixão. – R.</p>
<p>3. O Senhor realiza obras de justiça / e garante o direito aos oprimidos; / revelou os seus caminhos a Moisés / e, aos filhos de Israel, seus grandes feitos. – R.</p>
<p>4. O Senhor é indulgente, é favorável, / é paciente, é bondoso e compassivo. / Não nos trata como exigem nossas faltas / nem nos pune em proporção às nossas culpas. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Segunda Leitura: <strong>1 João 4,7-16</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da primeira carta de São João – <sup>7</sup>Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. <sup>8</sup>Quem não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. <sup>9</sup>Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. <sup>10</sup>Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados. <sup>11</sup>Caríssimos, se Deus nos amou assim, nós também devemos amar-nos uns aos outros. <sup>12</sup>Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus permanece conosco e seu amor é plenamente realizado entre nós. <sup>13</sup>A prova de que permanecemos com ele, e ele conosco, é que ele nos deu o seu Espírito. <sup>14</sup>E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. <sup>15</sup>Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele e ele com Deus. <sup>16</sup>E nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco e acreditamos nele. Deus é amor: quem permanece no amor permanece com Deus, e Deus permanece com ele. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Mateus 11,25-30</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Tomai sobre vós o meu jugo e de mim aprendei, / que sou de manso e humilde coração (Mt 11,29). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – <sup>25</sup>Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. <sup>26</sup>Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. <sup>27</sup>Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. <sup>28</sup>Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. <sup>29</sup>Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. <sup>30</sup>Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus eleva uma prece de gratidão ao Pai por ter escondido sua mensagem aos sábios e tê-la revelado aos pequeninos. Os sábios e entendidos já têm uma ideia formada e não conseguem se abrir à novidade do Reino. Provavelmente não lhes interessam as propostas do Mestre periférico de Nazaré. É difícil mudar a mentalidade de quem se fecha em si mesmo, considerando-se autossuficiente e acima dos outros. Jesus agradece principalmente porque os pequeninos estão disponíveis para acolher essa novidade e seguir os seus passos. Os pobres e pecadores ocuparam lugar importante no coração do Mestre, que está cheio de amor misericordioso para os deserdados da vida. Jesus nos diz que nossa vida deveria ser sempre leve e feliz.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<item>
		<title>Memória de São Barnabé – Quinta-Feira da 10° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 04:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(vermelho, pref. dos apóstolos – ofício da memória) Feliz este santo, que mereceu ser contado entre os apóstolos: pois era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé (At 11,24). José Barnabé (século 1º) é descrito, nos Atos dos Apóstolos, como “um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé” (At 11,24). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(vermelho, pref. dos apóstolos – ofício da memória)</p>
<p>Feliz este santo, que mereceu ser contado entre os apóstolos: pois era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé (At 11,24).</p>
<p>José Barnabé (século 1º) é descrito, nos Atos dos Apóstolos, como “um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé” (At 11,24). Apresentou o recém-convertido Paulo à comunidade de Jerusalém, foi companheiro dele na primeira viagem missionária e no primeiro Concílio de Jerusalém. Deixemo-nos influenciar por seu desprendimento e zelo apostólico.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Atos 11,21-26; 13,1-3</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, <sup>21</sup>muitas pessoas acreditaram no Evangelho e se converteram ao Senhor. <sup>22</sup>A notícia chegou aos ouvidos da Igreja que estava em Jerusalém. Então enviaram Barnabé até Antioquia. <sup>23</sup>Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração. <sup>24</sup>É que ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E uma grande multidão aderiu ao Senhor. <sup>25</sup>Então Barnabé partiu para Tarso, à procura de Saulo. <sup>26</sup>Tendo encontrado Saulo, levou-o a Antioquia. Passaram um ano inteiro trabalhando juntos naquela Igreja e instruíram uma numerosa multidão. Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos. <sup>13,1</sup>Na Igreja de Antioquia havia profetas e doutores. Eram eles: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado junto com Herodes, e Saulo. <sup>2</sup>Um dia, enquanto celebravam a liturgia em honra do Senhor e jejuavam, o Espírito Santo disse: “Separai para mim Barnabé e Saulo, a fim de fazerem o trabalho para o qual eu os chamei”. <sup>3</sup>Então eles jejuaram e rezaram, impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo e deixaram-nos partir. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>97(98)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Senhor fez conhecer seu poder salvador, / e às nações, sua justiça.</strong></p>
<p>1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / porque ele fez prodígios! / Sua mão e o seu braço forte e santo / alcançaram-lhe a vitória. – R.</p>
<p>2. O Senhor fez conhecer a salvação, / e às nações, sua justiça; / recordou o seu amor sempre fiel / pela casa de Israel. – R.</p>
<p>3. Os confins do universo contemplaram / a salvação do nosso Deus. / Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, / alegrai-vos e exultai! – R.</p>
<p>4. Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa / e da cítara suave! / Aclamai, com os clarins e as trombetas, / ao Senhor, o nosso rei! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Mateus 10,7-13</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Ide ao mundo e ensinai a todas as nações! / Eis que eu estou convosco até o fim do mundo! (Mt 28,19s) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: <sup>7</sup>“Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. <sup>8</sup>Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! <sup>9</sup>Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; <sup>10</sup>nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. <sup>11</sup>Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. <sup>12</sup>Ao entrardes numa casa, saudai-a. <sup>13</sup>Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora não fizesse parte do grupo dos doze, Barnabé foi chamado apóstolo, assim como Paulo. É interessante recordar que foi exatamente Barnabé o primeiro a acolher Paulo em Jerusalém, após a conversão na estrada de Damasco e o tempo que passou naquela cidade. Todos os demais seguidores de Cristo estavam receosos e duvidavam da conversão daquele que até então perseguia os cristãos, mas Barnabé não teve medo ou preconceito, acolhendo-o e inserindo-o na comunidade. Pouco sabemos sobre este apóstolo, judeu natural da ilha de Chipre e chamado José, que vendeu seus terrenos e colocou o dinheiro à disposição da comunidade, como nos relata os Atos dos Apóstolos 4,32-37. Barnabé encontra-se entre as pessoas mais influentes da Igreja nascente, sendo por isso considerado apóstolo.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<item>
		<title>São Barnabé, apóstolo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 04:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[“José, chamado pelos apóstolos Barnabé, que quer dizer filho da consolação, levita, natural de Chipre, tinha um sítio; vendeu-o e trouxe o dinheiro e o depôs aos pés dos apóstolos”. Assim no-lo apresentam os Atos dos Apóstolos. Fontes antigas nos referem que Barnabé, chamado apóstolo pelos próprios Atos, embora não pertencesse aos Doze, teria sido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“José, chamado pelos apóstolos Barnabé, que quer dizer filho da consolação, levita, natural de Chipre, tinha um sítio; vendeu-o e trouxe o dinheiro e o depôs aos pés dos apóstolos”. Assim no-lo apresentam os Atos dos Apóstolos. Fontes antigas nos referem que Barnabé, chamado apóstolo pelos próprios Atos, embora não pertencesse aos Doze, teria sido um dos setenta discípulos de que fala o Evangelho. De qualquer modo é figura de primeira grandeza na fervorosa comunidade cristã, que floresceu em Jerusalém após o dia de Pentecostes. Barnabé era muito considerado entre os Apóstolos, que o escolheram para a evangelização de Antioquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o homem das felizes intuições. Em Antioquia percebeu que aquele era terreno preparado para receber a palavra de Deus. Foi a Jerusalém relatar isso e pedir para levar consigo o recém-convertido Saulo. Começou assim a extraordinária dupla. Após um ano de trabalho, haviam operado tantas conversões de “fazer manchetes de jornais”, como se diria hoje. “Pela primeira vez — lê-se nos Atos — os discípulos foram chamados cristãos em Antioquia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saulo, que desde então preferia ser chamado com o nome romano de Paulo, e Barnabé, contentes por terem aberto o caminho para o anúncio do Evangelho entre os pagãos, partiram para outras incumbências. Primeira etapa: Chipre, pátria de Barnabé, que havia levado consigo o jovem primo João Marcos, o futuro evangelista. Mais tarde, no começo da segunda e mais arriscada viagem missionária, Paulo julgou oportuno separar-se do próprio Barnabé, que ficou em Chipre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo e Barnabé, duas personalidades diferentes, que se completavam reciprocamente. Em Listra, na Licaônia, ao término da primeira viagem missionária, durante o sermão, Paulo notara a presença de um pobre paralítico. “Levanta-te e anda”, lhe dissera, operando o prodígio. “À vista do que Paulo acabava de fazer, a multidão exclamou em língua licaônica — ‘Deuses em forma humana vieram a nós’. A Barnabé chamavam Júpiter e, a Paulo, Hermes, porque era ele que falava”. A Barnabé foi atribuída a paternidade da carta paulina aos Hebreus e do outro escrito denominado Evangelho de Barnabé, agora perdido. Não temos notícias dele depois da separação de Paulo. Escritos apócrifos falam de uma viagem sua a Roma e do seu martírio acontecido mais ou menos pelo ano 70, em Salamina, pelas mãos dos judeus da diáspora, que o teriam apedrejado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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		<title>Quarta-Feira da 10° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 04:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia) O Senhor é minha luz e salvação, de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? São eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem (Sl 26,1s). Ao dar pleno cumprimento à Lei e aos Profetas, Jesus pede fidelidade aos seus mandamentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia)</p>
<p><em>O Senhor é minha luz e salvação, de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? São eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem (Sl 26,1s).</em></p>
<p>Ao dar pleno cumprimento à Lei e aos Profetas, Jesus pede fidelidade aos seus mandamentos e promete o Reino dos Céus àqueles que os praticam e ensinam. Nesta Eucaristia, fortaleçamos nossa comunhão com o Senhor e nossa decisão de seguirmos somente a ele.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Reis 18,20-39</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura do primeiro livro dos Reis – Naqueles dias, <sup>20</sup>Acab convocou todos os filhos de Israel e reuniu os profetas de Baal no monte Carmelo. <sup>21</sup>Então Elias, aproximando-se de todo o povo, disse: “Até quando andareis mancando com os dois pés? Se o Senhor é o verdadeiro Deus, segui-o; mas, se é Baal, segui a ele”. O povo não respondeu uma palavra. <sup>22</sup>Então Elias disse ao povo: “Eu sou o único profeta do Senhor que resta, ao passo que os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta. <sup>23</sup>Deem-nos dois novilhos; que eles escolham um novilho e, depois de cortá-lo em pedaços, coloquem-no sobre a lenha, mas sem pôr fogo por baixo. Eu prepararei depois o outro novilho e o colocarei sobre a lenha, e tampouco lhe porei fogo. <sup>24</sup>Em seguida, invocareis o nome de vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor. O Deus que ouvir, enviando fogo, este é o Deus verdadeiro”. Todo o povo respondeu, dizendo: “Ótima proposição”. <sup>25</sup>Elias disse então aos profetas de Baal: “Escolhei vós um novilho e começai, pois sois maioria. E invocai o nome de vosso deus, mas não lhe ponhais fogo”. <sup>26</sup>Eles tomaram o novilho que lhes foi dado e prepararam-no. E invocavam o nome de Baal desde a manhã até o meio-dia, dizendo: “Baal, ouve-nos!” Mas não se ouvia voz alguma e ninguém que respondesse. E dançavam ao redor do altar que tinham levantado. <sup>27</sup>Ao meio-dia, Elias zombou deles, dizendo: “Gritai mais alto, pois, sendo um deus, tem suas ocupações. Porventura ausentou-se ou está de viagem; ou talvez esteja dormindo e é preciso que o acordem”. <sup>28</sup>Então eles gritavam ainda mais forte e retalhavam-se, segundo o seu costume, com espadas e lanças, até o sangue escorrer. <sup>29</sup>Passado o meio-dia, entraram em transe até a hora do sacrifício vespertino. Mas não se ouviu voz nenhuma, nem resposta nem sinal de atenção.</p>
<p><sup>30</sup>Então Elias disse a todo o povo: “Aproximai-vos de mim”. Todo o povo veio para perto dele. E ele refez o altar do Senhor que tinha sido demolido. <sup>31</sup>Tomou doze pedras, segundo o número das doze tribos dos filhos de Jacó, a quem Deus tinha dito: “Teu nome será Israel”, <sup>32</sup>e edificou com as pedras um altar ao nome do Senhor. Fez em redor do altar um rego, capaz de conter duas medidas de sementes. <sup>33</sup>Empilhou a lenha, esquartejou o novilho e colocou-o sobre a lenha, <sup>34</sup>e disse: “Enchei quatro talhas de água e derramai-a sobre o holocausto e sobre a lenha”. Depois, disse: “Outra vez”. E eles assim fizeram uma segunda vez. E acrescentou: “Ainda uma terceira vez”. E assim foi feito. <sup>35</sup>A água correu em volta do altar, e o rego ficou completamente cheio. <sup>36</sup>Chegada a hora do sacrifício, o profeta Elias aproximou-se e disse: “Senhor, Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, mostra hoje que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que é por ordem tua que fiz estas coisas. <sup>37</sup>Ouve-me, Senhor, ouve-me, para que este povo reconheça que tu, Senhor, és Deus e que és tu que convertes os seus corações!” <sup>38</sup>Então caiu o fogo do Senhor, que devorou o holocausto, a lenha, as pedras e a poeira, e secou a água que estava no rego. <sup>39</sup>Vendo isso, o povo todo prostrou-se com o rosto em terra, exclamando: “É o Senhor que é Deus, é o Senhor que é Deus!” – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>15(16)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!</strong></p>
<p>1. Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio! / Digo ao Senhor: “Somente vós sois meu Senhor”. – R.</p>
<p>2. Multiplicam, no entanto, suas dores / os que correm para os deuses estrangeiros; / seus sacrifícios sanguinários não partilho, / nem seus nomes passarão pelos meus lábios. – R.</p>
<p>3. Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, / meu destino está seguro em vossas mãos! / Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, / pois, se o tenho a meu lado, não vacilo. – R.</p>
<p>4. Vós me ensinais vosso caminho para a vida; † junto a vós, felicidade sem limites, / delícia eterna e alegria ao vosso lado! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Mateus 5,17-19</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Fazei-me conhecer vossa estrada, / vossa verdade me oriente e me conduza! (Sl 24,4s) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: <sup>17</sup>“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. <sup>18</sup>Em verdade eu vos digo, antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei sem que tudo se cumpra. <sup>19</sup>Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O julgamento no fim dos tempos está diretamente associado à vivência do Evangelho, ou seja, seremos julgados pelas nossas ações de amor a Deus, pela nossa fé, mas também pelo amor ao próximo, ou seja, pelo nosso compromisso com a fé, que é a prática de boas obras, transformando o Evangelho em vida e sinais concretos. Jesus não veio para abolir a Lei (o ensinamento de Moisés) nem os Profetas (mensageiros do amor de Deus que exortaram o povo no passado), mas para dar novo significado a eles, cumprindo-os plenamente. Enquanto os patriarcas e os profetas revelaram aspectos específicos de Deus, partes da sua totalidade, Jesus é o próprio Deus, por isso o revela de modo pleno e definitivo. Sua encarnação mostra-nos a face de Deus, sua imagem, a concretização do seu plano de salvação, enquanto as revelações do Antigo Testamento mostravam-nos apenas a sua voz e suas expectativas. Estejamos atentos para praticar e ensinar tudo o que Jesus nos revelou.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
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		<title>Santa Alice, virgem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 04:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[O nome “Alice”, segundo alguns linguistas, é de origem grega e significa “marinha”; assim são chamados também certos peixinhos. Na mitologia pagã chamou-se Alice uma das ninfas, e precisamente a ninfa marinha, uma Ondina. Mas na hagiografia cristã, Alice é conhecida com o nome germânico de Adelaide. Uma primeira Adelaide, ou Alice, é festejada a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O nome “Alice”, segundo alguns linguistas, é de origem grega e significa “marinha”; assim são chamados também certos peixinhos. Na mitologia pagã chamou-se Alice uma das ninfas, e precisamente a ninfa marinha, uma Ondina. Mas na hagiografia cristã, Alice é conhecida com o nome germânico de Adelaide. Uma primeira Adelaide, ou Alice, é festejada a 5 de fevereiro, abadessa de Willich, na Alemanha. Outra, é festejada a 24 de agosto, irmã de santo Edmundo de Cantuária, e governou, no século XIII, o mosteiro de Catesby, na Inglaterra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A santa de hoje, além de Adelaide e Alice, é também chamada Aleida ou Alida, e é talvez a mais comovente das três figuras femininas que trazem este nome. A sua santidade foi, de fato, paga a preço de longa e terrível doença, uma das doenças mais temidas e temíveis da Idade Média, que condenava todos os que eram atacados por ela a verdadeira morte civil, além da lenta morte física: a lepra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida perto de Bruxelas, no início do século XIII, mostrou-se desde pequena dotada de inteligência e espírito precoces. Aos 7 anos de idade foi acolhida na abadia beneditina feminina de Cambre, na Bélgica, onde maravilhou as religiosas por sua memória excepcional e por sua ardente piedade. Aos 9 anos, o vento do milagre começou a soprar em torno dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, a jovem contraiu também precocemente a inexorável lepra. Se estivesse ainda no mundo, teria sido segregada e evitada com uma crueldade justificada apenas pelo medo da terrível doença. Estando já segregada num mosteiro, Alice foi rigorosamente isolada do resto da comunidade, enclausurada para sempre num sótão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o purgatório terreno da monja leprosa, cujas dores foram consoladas por companhias celestes e aliviadas por sua profunda devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que ela amou ternamente, muito antes que a devoção mesma fosse aprovada e adotada pela Igreja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seus membros se escamavam sob a ação da lepra. Perdeu a vista; mas de seus olhos ela fez uma oferta a Deus pelo bem dos outros. Em 1249, já reduzida a condições extremas, foi-lhe dada a unção dos enfermos. Mas ela agonizou por um ano inteiro, completando assim, à custa de penas indizíveis, o seu purgatório na terra. Morreu a 11 de junho de 1250.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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		<title>Memória de São José de Anchieta – Terça-Feira da 10° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[SÃO JOSÉ DE ANCHIETA, PRESBÍTERO (branco, pref. comum, p. ?? e ??, ou dos pastores – ofício da memória) Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que anuncia a felicidade e prega a salvação! (Is 52,7) José nasceu nas Ilhas Canárias, território espanhol, em 1534, e faleceu no [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>SÃO JOSÉ DE ANCHIETA, PRESBÍTERO</strong></p>
<p>(branco, pref. comum, p. ?? e ??, ou dos pastores – ofício da memória)</p>
<p><em>Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que anuncia a felicidade e prega a salvação! (Is 52,7)</em></p>
<p>José nasceu nas Ilhas Canárias, território espanhol, em 1534, e faleceu no Brasil em 1597. Historiador, poeta e padre jesuíta, dedicou-se principalmente a catequizar a população indígena, da qual foi defensor incondicional. Peçamos ao “apóstolo do Brasil” que interceda pelo atuais povos indígenas e também por nós, para que saibamos levar a<br />luz do Evangelho aos mais vulneráveis da sociedade.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Reis 17,7-16</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura do primeiro livro dos Reis – Naqueles dias, <sup>7</sup>secou a torrente do lugar onde Elias estava escondido, porque não tinha chovido no país. <sup>8</sup>Então, a palavra do Senhor foi-lhe dirigida nestes termos: “Levanta-te e vai à Sarepta dos sidônios e fica morando lá, pois ordenei a uma viúva desse lugar que te dê sustento”. <sup>10</sup>Elias pôs-se a caminho e foi para Sarepta. Ao chegar à porta da cidade, viu uma viúva apanhando lenha. Ele chamou-a e disse: “Por favor, traze-me um pouco de água numa vasilha para eu beber”. <sup>11</sup>Quando ela ia buscar água, Elias gritou-lhe: “Por favor, traze-me também um pedaço de pão em tua mão!” <sup>12</sup>Ela respondeu: “Pela vida do Senhor, teu Deus, não tenho pão. Só tenho um punhado de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na jarra. Eu estava apanhando dois pedaços de lenha, a fim de preparar esse resto para mim e meu filho, para comermos e depois esperar a morte”. <sup>13</sup>Elias replicou-lhe: “Não te preocupes! Vai e faze como disseste. Mas, primeiro, prepara-me com isso um pãozinho e traze-o. Depois farás o mesmo para ti e teu filho. <sup>14</sup>Porque assim fala o Senhor, Deus de Israel: ‘A vasilha de farinha não acabará e a jarra de azeite não diminuirá, até o dia em que o Senhor enviar a chuva sobre a face da terra’”. <sup>15</sup>A mulher foi e fez como Elias lhe tinha dito. E comeram, ele e ela e sua casa, durante muito tempo. <sup>16</sup>A farinha da vasilha não acabou nem diminuiu o óleo da jarra, conforme o que o Senhor tinha dito por intermédio de Elias. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>4</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre nós fazei brilhar o esplendor da vossa face!</strong></p>
<p>1. Quando eu chamo, respondei-me, ó meu Deus, minha justiça! † Vós que soubestes aliviar-me nos momentos de aflição, / atendei-me por piedade e escutai minha oração! / Filhos dos homens, até quando fechareis o coração? / Por que amais a ilusão e procurais a falsidade? –R.</p>
<p>2. Compreendei que nosso Deus faz maravilhas por seu servo / e que o Senhor me ouvirá quando lhe faço a minha prece! / Se ficardes revoltados, não pequeis por vossa ira; / meditai nos vossos leitos e calai o coração! – R.</p>
<p>3. Muitos há que se perguntam: “Quem nos dá felicidade?” / Sobre nós fazei brilhar o esplendor de vossa face! / Vós me destes, ó Senhor, mais alegria ao coração / do que a outros na fartura do seu trigo e vinho novo. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Mateus 5,13-16</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Vós sois a luz do mundo; brilhe a todos vossa luz. / Vendo eles vossas obras, deem glória ao Pai celeste! (Mt 5,16) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: <sup>13</sup>“Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. <sup>14</sup>Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. <sup>15</sup>Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. <sup>16</sup>Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de nos mostrar o caminho para a felicidade (bem-aventuranças), Jesus afirma que nós, seus seguidores, somos o sal da terra e a luz do mundo. O cristão deve levar ao mundo a luz, que é o próprio Cristo, deve dar testemunho da luz, daquela alegria e paz que tem dentro de si e que vem de Jesus, contribuindo, assim, para eliminar as “trevas” e as “sombras” que dominam o mundo. O cristão deve também levar ao mundo o sal, que é o Evangelho, purificando e dando sabor a tudo o que faz e a todos os lugares por onde anda. Sendo no nosso cotidiano o sal e a luz que penetram todas as pessoas e todas as realidade, estaremos dando o melhor testemunho possível de amor a Deus e de seguimento do seu Filho Jesus Cristo.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
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		<title>São José de Anchieta, presbítero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 04:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[José de Anchieta chegou ao Brasil em 1554. A cidade ainda não existia. Havia apenas alguns aglomerados de aborígenes. Chegou aos 24 de janeiro, vigília da festa da Conversão de são Paulo. Educado em Portugal, José provinha daquelas nações que, naquela época, tanto contribuíram para o descoberta do mundo, Espanha e Portugal. Veio com o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">José de Anchieta chegou ao Brasil em 1554. A cidade ainda não existia. Havia apenas alguns aglomerados de aborígenes. Chegou aos 24 de janeiro, vigília da festa da Conversão de são Paulo. Educado em Portugal, José provinha daquelas nações que, naquela época, tanto contribuíram para o descoberta do mundo, Espanha e Portugal. Veio com o único objetivo de conduzir os homens a Cristo, transmitindo-lhes a vida de filhos de Deus, destinados à vida eterna. Veio sem exigir nada para si; pelo contrário, disposto a dar sua vida por eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jovem, cheio de vida, inteligente, alegre por natureza, de coração aberto e amado por todos, brilhante nos estudos da Universidade de Coimbra, José de Anchieta soube granjear a simpatia de seus colegas, que gostavam de ouvi-lo recitar. Por causa do seu timbre de voz, chamavam-no “canarino” lembrando assim o canto dos pássaros de sua ilha natal, Tenerife, nas Canárias. Diante dele abriam-se muitas estradas ao sucesso. Mas, jovem de fé, estava atento às inspirações e moções de Deus que o atraía por outros caminhos. Buscava o silêncio, a solidão para orar. Muitas vezes, deixando de lado os livros, passeava sozinho, às margens do rio Mondego. Numa dessas caminhadas, entrou na catedral de Coimbra e, diante do altar da Virgem, sentindo uma grande paz, resolveu dedicar sua vida ao serviço de Deus e dos homens; fez o voto de castidade, consagrando-se a Maria. Tinha, então, 17 anos. A partir daí intensificou sua vida de oração. Demonstrava grande maturidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profundamente impressionado com as cartas de são Francisco Xavier, que contavam as carências de tantos povos e países do Oriente, e desejando seguir tão eloquente exemplo, decidiu entrar na Companhia de Jesus.&nbsp;E assim, poucos anos depois, veio ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez missionário, José de Anchieta viveu o espírito do apóstolo dos gentios. Salvar as almas para a glória de Deus, este era o objetivo de sua vida. Isto explica a sua prodigiosa atividade, ao buscar novas formas de atuação apostólica, que o levavam a fazer-se tudo para todos. Não recusou nenhum esforço para compreender os seus “Brasis” e compartilhar-lhes a vida. Tornou-se exímio catequista que — seguindo o exemplo de Cristo Senhor, Deus feito homem para revelar o Pai —, vivendo entre os homens, falava-lhes de maneira simples, adaptando-se às suas categorias mentais e aos seus costumes. Promoveu e desenvolveu as aldeias, cujo coração era sempre a Casa de Deus, onde o sacrifício Eucarístico era celebrado regularmente e onde o Senhor sacramentado permanecia presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Padre Anchieta multiplicou-se incansavelmente através de tantas atividades, até mesmo do estudo da fauna e da flora, da medicina, da música e da literatura, mas tudo isso orientava para o bem verdadeiro do homem destinado a ser e viver como filho de Deus. O seu segredo era a sua fé: era homem de Deus. Por certo não lhe faltaram dores e penas, decepções e insucessos; também teve sua parte no pão de cada dia de todo apóstolo de Cristo, de todo sacerdote do Senhor. Mas em meio à sua incansável atividade e contínuo sofrimento, jamais faltou a calma, serena e viril certeza alicerçada no Senhor Jesus Cristo, com quem se encontrava e a quem se unia no mistério eucarístico: a quem se entregava continuamente para deixar-se plasmar pelo seu Espírito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tendo nem papel nem tinta à disposição, na areia da praia escreveu com amor o seu poema — que aprendeu de cor: A virgem Maria, mãe de Deus.&nbsp;Eis aí as fontes da riqueza da vida e da atividade de Anchieta: a união profunda e ardente com Deus, o apego a Cristo presente na eucaristia, o terno amor a Nossa Senhora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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		<item>
		<title>Santo Efrém, diácono e doutor da Igreja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabemos muito pouco da vida de santo Efrém. Nasceu em Nisibi na Mesopotâmia setentrional, no início do século IV, provavelmente em 306. Tinha sete anos quando Constantino emanou o edito de Milão. Ao que parece Efrém não tinha muita liberdade de culto no âmbito da própria família, pois o seu pai era sacerdote pagão, naturalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sabemos muito pouco da vida de santo Efrém. Nasceu em Nisibi na Mesopotâmia setentrional, no início do século IV, provavelmente em 306. Tinha sete anos quando Constantino emanou o edito de Milão. Ao que parece Efrém não tinha muita liberdade de culto no âmbito da própria família, pois o seu pai era sacerdote pagão, naturalmente pouco propenso a aceitar a formação cristã que a piedosa mãe procurava dar ao filho. Efrém foi expulso de casa. Aos 18 anos recebia o batismo e viveu do próprio trabalho, em Edessa, como servidor num balneário público. Em 338, Nisibi foi atacada pelos persas e Efrém correu ajudá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Nisibi caiu sob o domínio dos persas, Efrém, feito diácono, se estabeleceu definitivamente em Edessa, onde dirigiu uma escola. Aí morreu a 9 de junho de 373. Bento XV o declarou doutor da Igreja em 1920. A tradição no-lo apresenta como homem austero. Não sabia grego e provavelmente foi esta a razão pelo qual não encontramos na sua obra literária aquela influência teológica contemporânea, caracterizada pelas controvérsias trinitárias. Ele é transmissor genuíno da doutrina cristã antiga. O meio usado por santo Efrém para a divulgação da verdade cristã é provavelmente a poesia, razão porque foi chamado “a harpa do Espírito Santo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua época organizava-se o canto religioso alternado nas igrejas. Os iniciadores foram santo Ambrósio em Milão e Diodoro em Antioquia. O diácono de Nisibi, nas fronteiras da cristandade e do mundo romano, compôs na língua nativa poesias de conteúdo didático ou exortativo, de natureza lírica e própria para o canto coletivo. O caráter popular de suas poesias propiciou logo vasta divulgação. Da Síria chegaram ao Oriente mediterrâneo, graças também a cuidadosa tradução em grego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Efrém não escrevia pela glória literária: servia-se da poesia como de excelente meio pastoral, mesmo nas homilias e nos sermões. O profundo conhecimento da Sagrada Escritura oferecia à sua rica veia poética o elemento mais propício para imergir nos mistérios da verdade e extrair úteis ensinamentos para o povo de Deus. Ele é também o poeta de Nossa Senhora, à qual dirigiu 20 hinos e para com ela teve expressões de terna devoção. Invocava Maria como a “mais resplandescente que o sol, conciliadora do céu e da terra, paz, alegria e salvação do mundo, honra das virgens, toda pura, ima-culada, incorrupta, santíssima, inviolada, venerável, honorífica…”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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		<item>
		<title>Segunda-feira da 10ª Semana do tempo comum</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/06/08/segunda-feira-da-10a-semana-do-tempo-comum-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia)  O Senhor é minha luz e salvação, de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? São eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem (Sl 26,1s). O caminho das bem-aventuranças contradiz os falsos profetas e consola aqueles que são perseguidos por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia)</p>
<p><em> O Senhor é minha luz e salvação, de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? São eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem (Sl 26,1s).</em></p>
<p>O caminho das bem-aventuranças contradiz os falsos profetas e consola aqueles que são perseguidos por causa do Reino de Deus. Ao celebrar esta santa Eucaristia, alegremo-nos e exultemos, pois, no deserto da vida, o Senhor se revela como nosso alimento, socorro e salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Reis 17,1-6</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura do primeiro livro dos Reis – Naqueles dias, <sup>1</sup>o profeta Elias, tesbita de Tesbi de Galaad, disse a Acab: “Pela vida do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo, não haverá nestes anos nem orvalho nem chuva, senão quando eu disser!” <sup>2</sup>E a palavra do Senhor foi dirigida a Elias nestes termos: <sup>3</sup>“Parte daqui e toma a direção do oriente. Vai esconder-te junto à torrente de Carit, que está defronte ao Jordão. <sup>4</sup>Lá beberás da torrente. E eu ordenei aos corvos que te deem alimento”. <sup>5</sup>Elias partiu e fez como o Senhor lhe tinha ordenado, e foi morar junto à torrente de Carit, que está defronte ao Jordão. <sup>6</sup>Os corvos traziam-lhe pão e carne, tanto de manhã como de tarde, e ele bebia da torrente. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>120(121)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Do Senhor é que me vem o meu socorro, / do Senhor que fez o céu e fez a terra!</strong></p>
<p>1. Eu levanto os meus olhos para os montes: / de onde pode vir o meu socorro? / “Do Senhor é que me vem o meu socorro, / do Senhor que fez o céu e fez a terra!” – R.</p>
<p>2. Ele não deixa tropeçarem os meus pés, / e não dorme quem te guarda e te vigia. / Oh, não! Ele não dorme nem cochila, / aquele que é o guarda de Israel! – R.</p>
<p>3. O Senhor é o teu guarda, o teu vigia, / é uma sombra protetora à tua direita. / Não vai ferir-te o sol durante o dia, / nem a lua através de toda a noite. – R.</p>
<p>4. O Senhor te guardará de todo mal, / ele mesmo vai cuidar da tua vida! / Deus te guarda na partida e na chegada. / Ele te guarda desde agora e para sempre! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Mateus 5,1-12</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Alegrai-vos, vós todos, porque grande há de ser / a recompensa nos céus que um dia tereis! (Mt 5,12) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, <sup>1</sup>vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, <sup>2</sup>e Jesus começou a ensiná-los: <sup>3</sup>“Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. <sup>4</sup>Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. <sup>5</sup>Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. <sup>6</sup>Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. <sup>7</sup>Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. <sup>8</sup>Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. <sup>9</sup>Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. <sup>10</sup>Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. <sup>11</sup>Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós por causa de mim. <sup>12</sup>Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vós”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As bem-aventuranças propõem um caminho de vida e destacam as bênçãos maravilhosas prometidas a nós, se desenvolvermos a lógica do amor. Elas são o cântico da nova felicidade evangélica. Segundo o Catecismo da Igreja Católica (n. 1.717), as bem-aventuranças “retratam o rosto de Jesus Cristo e descrevem-nos a sua caridade: exprimem a vocação dos fiéis associados à glória da sua paixão e ressurreição; definem os atos e atitudes características da vida cristã; são as promessas paradoxais que sustentam a esperança no meio das tribulações; anunciam aos discípulos as bênçãos e recompensas já obscuramente adquiridas; já estão inauguradas na vida da Virgem Maria e de todos os santos”.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Santo Antônio Maria Gianelli, presbítero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 05:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Nascido no ano da Revolução Francesa, a 12 de abril de 1789, em Cereta, perto de Chiavari, Antônio Maria Gianelli foi, a seu modo, revolucionário. Ingressou no seminário aos 19 anos e foi ordenado padre quatro anos depois. Professor de letras e de retórica, teve entre seus alunos jovens destinados a brilhar no firmamento cristão, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nascido no ano da Revolução Francesa, a 12 de abril de 1789, em Cereta, perto de Chiavari, Antônio Maria Gianelli foi, a seu modo, revolucionário. Ingressou no seminário aos 19 anos e foi ordenado padre quatro anos depois. Professor de letras e de retórica, teve entre seus alunos jovens destinados a brilhar no firmamento cristão, como o venerável Frassinetti. Para recepcionar o novo bispo, dom Lambruschini, o professor Gianelli organizou em Gênova um recital intitulado A reforma do seminário, que teve notável repercussão. Eram os anos da Restauração, após o incêndio napoleônico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De 1826 a 1838 foi arcipreste de Chiavari. Este período, que ele chamará de “má cultivação”, foi marcado por muitas inovações pastorais na sua paróquia e pela criação de várias instituições, como um seminário próprio e a redescoberta da Suma de santo Tomás na pregação teológica e filosófica dos candidatos ao sacerdócio. Sob o nome incomum de Sociedade Econômica, encaminhou uma instituição beneficente cultural e assistencial confiada por padre Gianelli “aos cuidados das Damas da Caridade’’ para a instrução gratuita das meninas pobres. Era o esboço da fundação que nasceria em 1829, das Filhas de Maria, conhecidas ainda como irmãs Gianellinas, destinadas a rápida expansão e a profícuo apostolado na América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois anos antes criara pequena congregação missionária, posta sob o patrocínio de santo Afonso Maria de Ligório para a pregação de missões ao povo e organização do clero. Em 1838 foi eleito bispo de Bobbio; ajudado pelos ligorianos, a sua jovem congregação, que ele reconstituiu com o nome de Oblatos de Santo Afonso, reorganizou o tecido eclesiástico da sua diocese, removendo párocos pouco zelosos e expulsando os indignos. Entre os seus ligorianos existiu também um apóstata, padre Cristovão Bonavino, brilhan-tíssima inteligência, mais conhecido com o pseudônimo de Ausônio Franchi; racionalista e ateu, que voltou depois à genuína fé cristã, abjurando suas obras precedentes com Última crítica, e prestando um testemunho público de devoção a Gianelli, que esteve ao seu lado nos momentos mais agudos de sua crise espiritual. O santo das irmãs, como é chamado na América Latina, onde ainda florescem suas instituições femininas, acabou prematuramente sua vida terrena, na idade de 57 anos, a 7 de junho de 1846. Foi beatificado em 1925 e canonizado por Pio XII a 21 de outubro de 1951.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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		<title>10° Domingo do Tempo Comum</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/06/07/10-domingo-do-tempo-comum-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 04:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde, glória, creio – 2ª semana do saltério) O Senhor é minha luz e salvação, de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? São eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem (Sl 26,1s). O Senhor Jesus, a exemplo do que fez com Mateus, convida-nos a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(verde, glória, creio – 2ª semana do saltério)</p>
<p><em>O Senhor é minha luz e salvação, de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? São eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem (Sl 26,1s).</em></p>
<p>O Senhor Jesus, a exemplo do que fez com Mateus, convida-nos a segui-lo, embora saiba que somos pecadores. Firmes na esperança e na fé, celebremos nosso Deus, que deseja ver sua Igreja vivendo o amor e a misericórdia e levando a todos sua luz e salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Oseias 6,3-6</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da Profecia de Oseias – <sup>3</sup>É preciso saber segui-lo para reconhecer o Senhor. Certa como a aurora é a sua vinda, ele virá até nós como as primeiras chuvas, como as chuvas tardias que regam o solo. <sup>4</sup>“Como vou tratar-te, Efraim? Como vou tratar-te, Judá? O vosso amor é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz. <sup>5</sup>Eu os desbastei por meio dos profetas, arrasei-os com as palavras de minha boca; como luz, expandem-se meus juízos; <sup>6</sup>quero amor e não sacrifícios, conhecimento de Deus mais do que holocaustos”. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>49(50)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A todo homem que procede retamente / eu mostrarei a salvação que vem de Deus.</strong></p>
<p>1. Falou o Senhor Deus, chamou a terra, / do sol nascente ao sol poente a convocou. / “Eu não venho censurar teus sacrifícios, / pois sempre estão perante mim teus holocaustos.</p>
<p>2. Não te diria, se com fome eu estivesse, / porque é meu o universo e todo ser. / Porventura comerei carne de touros? / Beberei, acaso, o sangue de carneiros?</p>
<p>3. Imola a Deus um sacrifício de louvor / e cumpre os votos que fizeste ao Altíssimo. / Invoca-me no dia da angústia, / e então te livrarei e hás de louvar-me.”</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Segunda Leitura: <strong>Romanos 4,18-25</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos, <sup>18</sup>Abraão, contra toda a humana esperança, firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua posteridade”. <sup>19</sup>Não fraquejou na fé, à vista de seu físico desvigorado pela idade – cerca de cem anos – ou considerando o útero de Sara já incapaz de conceber. <sup>20</sup>Diante da promessa divina, não duvidou por falta de fé, mas revigorou-se na fé e deu glória a Deus, <sup>21</sup>convencido de que Deus tem poder para cumprir o que prometeu. <sup>22</sup>Essa sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça. <sup>23</sup>Afirmando que a fé lhe foi creditada como justiça, a Escritura visa não só à pessoa de Abraão, <sup>24</sup>mas também a nós, pois a fé será creditada também para nós, que cremos naquele que ressuscitou dos mortos Jesus, nosso Senhor. <sup>25</sup>Ele, Jesus, foi entregue por causa de nossos pecados e foi ressuscitado para nossa justificação. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Mateus 9,9-13</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Foi o Senhor quem me mandou / boas notícias anunciar; / ao pobre, a quem está no cativeiro, / libertação eu vou proclamar (Lc 4,18). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, <sup>9</sup>partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. <sup>10</sup>Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. <sup>11</sup>Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” <sup>12</sup>Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas, sim, os doentes. <sup>13</sup>Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Evangelho deste domingo apresenta o chamado de Mateus, cobrador de impostos, pecador segundo a mentalidade dos líderes religiosos, por colaborar com o Império Romano. Após o convite, Mateus prontamente se coloca no caminho com Jesus. O chamado se dá num ambiente de trabalho, e não religioso. Mateus convida Jesus para uma refeição em sua casa. Nessa refeição, havia publicanos e pecadores. É uma festa entre Jesus e os convidados na casa de Mateus. Como sempre, os fariseus começam suas críticas pelo fato de Jesus fazer refeição com pobres e pecadores. Em resposta, Jesus diz que “os doentes são os que necessitam de médico”, não os que se dizem “pessoas de bem”. Jesus se mostra livre e não se deixa aprisionar pelos esquemas humanos, nem pelas teorias religiosas.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>São Marcelino, mártir</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/06/06/sao-marcelino-martir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 6 de junho comemoramos o dia de&#160;São Marcelino Champagnat, fundador do Instituto dos Irmãos Maristas. Champagnat encantou-se por Deus e compartilhou sua fé e carisma com entusiasmo, a favor das crianças e jovens. São Marcelino Champagnat nasceu em Marlhes (França), em 1789. Viveu num tempo conturbado por graves conflitos políticos, como a Revolução Francesa, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 6 de junho comemoramos o dia de&nbsp;São Marcelino Champagnat, fundador do Instituto dos Irmãos Maristas. Champagnat encantou-se por Deus e compartilhou sua fé e carisma com entusiasmo, a favor das crianças e jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Marcelino Champagnat nasceu em Marlhes (França), em 1789. Viveu num tempo conturbado por graves conflitos políticos, como a Revolução Francesa, iniciada no mesmo ano de seu nascimento. Nesse período, a sociedade francesa e a Igreja mergulharam em profundo caos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sensibilizado pelas necessidades pastorais de seu tempo, Champagnat concebeu o&nbsp;projeto de fundar um Instituto de Irmãos que se dedicassem à&nbsp;educação e à formação religiosa das crianças e dos jovens.<br>Muito preocupado com a saúde e o bem-estar da população, o Padre demonstrava ter muita compaixão e acreditava que educar é disponibilizar aos demais toda a sua qualidade. Um momento decisivo em sua vida foi o encontro com o&nbsp;jovem Montagne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faleceu em 6 de junho de 1840, sendo lembrado desde então. A Igreja considera a data de morte uma “comemoração”, pois acredita que é o momento que marca a passagem para a vida eterna, sendo, portanto, um renascimento.<br>Existem inúmeras histórias que narram momentos importantes de sua vida. Em comemoração ao dia de São Marcelino Champagnat, durante o Ano Mariano, nos lembramos de uma história de 1836.&nbsp;Nesse ano, a Igreja reconhece a Sociedade de Maria, confiando-lhe uma missão na Oceania. Foi o primeiro passo para a expansão missionária em outros territórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como forma de encorajar, lembrar e proteger os irmãos que partiram em missão, Champagnat pendurou um coração de prata no pescoço da imagem da Virgem Maria, na capela do Hermitage, com a inscrição “missionários da Polinésia”. A joia era uma espécie de pequeno cofre, dentro do qual ele colocou uma faixa de papel com os nomes dos missionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A viagem à Polinésia foi demorada e penosa. Mas os missionários estavam cheios de esperança: tinham o compromisso de tornar Jesus Cristo “conhecido e amado pela educação” e, dessa forma, aprimorar a sociedade, formar bons cristãos e virtuosos cidadãos. Esse ideal tinha como objetivo principal dar continuidade ao projeto inspirado por Champagnat.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal compromisso permanece até hoje, no trabalho de educação e evangelização dos Irmãos Maristas presentes em 79 países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Paulus.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sábado da 9° Semana do Tempo Comum</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/06/06/sabado-da-9-semana-do-tempo-comum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 04:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia) Olhai para mim, Senhor, e tende compaixão, porque sou pobre e estou sozinho. Considerai minha miséria e sofrimento e concedei vosso perdão aos meus pecados (Sl 24,16.18). A falsa piedade, fermentada pela hipocrisia, é denunciada por Jesus, que exalta a humildade daqueles que oferecem tudo a Deus. Nesta Eucaristia, disponhamo-nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia)</p>
<p><em>Olhai para mim, Senhor, e tende compaixão, porque sou pobre e estou sozinho. Considerai minha miséria e sofrimento e concedei vosso perdão aos meus pecados (Sl 24,16.18).</em></p>
<p>A falsa piedade, fermentada pela hipocrisia, é denunciada por Jesus, que exalta a humildade daqueles que oferecem tudo a Deus. Nesta Eucaristia, disponhamo-nos a ofertar nossa vida para colocá-la a serviço da pregação do Evangelho, rejeitando a vaidade e a autopromoção.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>2 Timóteo 4,1-8</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da segunda carta de São Paulo a Timóteo – Caríssimo, <sup>1</sup>diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de vir a julgar os vivos e os mortos, e em virtude da sua manifestação gloriosa e do seu Reino, eu te peço com insistência: <sup>2</sup>proclama a palavra, insiste oportuna ou importunamente, argumenta, repreende, aconselha com toda a paciência e doutrina. <sup>3</sup>Pois vai chegar o tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas, com o prurido da curiosidade nos ouvidos, se rodearão de mestres ao sabor de seus próprios caprichos. <sup>4</sup>E assim, deixando de ouvir a verdade, se desviarão para as fábulas. <sup>5</sup>Tu, porém, mostra vigilância em tudo, suporta o sofrimento, desempenha o teu serviço de pregador do Evangelho, cumpre com perfeição o teu ministério. Sê sóbrio. <sup>6</sup>Quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. <sup>7</sup>Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. <sup>8</sup>Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>70(71)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Minha boca anunciará vossa justiça.</strong></p>
<p>1. Vosso louvor é transbordante de meus lábios, / cantam eles vossa glória o dia inteiro. / Não me deixeis quando chegar minha velhice, / não me falteis quando faltarem minhas forças! – R.</p>
<p>2. Eu, porém, sempre em vós confiarei, / sempre mais aumentarei vosso louvor! / Minha boca anunciará todos os dias / vossa justiça e vossas graças incontáveis. – R.</p>
<p>3. Cantarei vossos portentos, ó Senhor, / lembrarei vossa justiça sem igual! / Vós me ensinastes desde a minha juventude, / e até hoje canto as vossas maravilhas. – R.</p>
<p>4. Então, vos cantarei ao som da harpa, / celebrando vosso amor sempre fiel; / para louvar-vos, tocarei a minha cítara, / glorificando-vos, ó santo de Israel! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 12,38-44</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Felizes os humildes de espírito, / porque deles é o Reino dos Céus (Mt 5,3). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>38</sup>Jesus dizia, no seu ensinamento, à multidão: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; <sup>39</sup>gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. <sup>40</sup>Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”. <sup>41</sup>Jesus estava sentado no templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias. <sup>42</sup>Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada. <sup>43</sup>Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. <sup>44</sup>Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente, vemos também na nossa Igreja estas cenas criticadas por Jesus no Evangelho que agora meditamos. Em geral, quem tem menos condições econômicas é quem mais ajuda na Igreja, seja através da sua solidariedade, doando alimentos ou dinheiro nas pequenas ofertas da missa, seja através dos vários serviços, doando seu tempo para ser catequista, ministro, agente de pastoral, líder comunitário e assim por diante. Os ricos normalmente “fogem” da vida cotidiana da Igreja, apesar de serem eles que ocupam os lugares de honra nos momentos festivos. Do mesmo modo, quantos “gostam de andar por aí com largas túnicas, de serem saudados nas praças públicas e de ocupar os primeiros lugares…”. Jesus certamente criticaria todos eles hoje também.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>São Bonifácio, bispo e mártir</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/06/05/sao-bonifacio-bispo-e-martir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem a obra missionária de são Bonifácio não teria sido possível a organização política e social europeia de Carlos Magno. Bonifácio ou Winfrid parece que pertencia a nobre família inglesa do Devonshire, onde nasceu em 673 (ou 680). Professou a regra monástica na abadia de Exeter e de Nurslig, antes de dar início à evangelização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sem a obra missionária de são Bonifácio não teria sido possível a organização política e social europeia de Carlos Magno. Bonifácio ou Winfrid parece que pertencia a nobre família inglesa do Devonshire, onde nasceu em 673 (ou 680). Professou a regra monástica na abadia de Exeter e de Nurslig, antes de dar início à evangelização das populações germânicas do além-Reno. Sua primeira tentativa de atingir a Frísia foi em vão por causa da hostilidade entre o duque alemão Radbod e Carlos Martelo. Winfrid fez então uma peregrinação a Roma para rezar sobre os túmulos dos mártires e obter as bênçãos do papa. São Gregório II concordou com o impulso missionário e Winfrid retornou à Alemanha. Parou na Turíngia, em seguida na Frísia, recentemente subjugada pelos francos, e aí operou as primeiras conversões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em três anos percorreu grande parte do território germânico. Também os saxões responderam com entusiasmo à sua pregação. Chamado a Roma, recebeu do papa a consagração episcopal e o novo nome de Bonifácio. Durante a viagem de volta à Alemanha num bosque de Hessen mandou derrubar um gigantesco carvalho ao qual as populações pagãs atribuíam poderes mágicos porque era considerado a morada de um deus. Aquele gesto foi considerado verdadeiro desafio ao deus, e os pagãos se aglomeraram para assistirem à vingança do deus ofendido. Bonifácio aproveitou para lhes comunicar a mensagem do Evangelho. Aos pés da árvore derrubada edificou a primeira igreja dedicada a são Pedro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de organizar a Igreja na margem direita do Reno, pensou na fundação, entre as regiões de Hessen e Turíngia, de uma abadia, que se tornasse o centro propulsor da espiritualidade e da cultura religiosa da Alemanha. Nasceu assim a célebre abadia de Fulda, comparável pela atividade e prestígio à beneditina de Montecassino. Como sede episcopal escolheu a cidade de Mogúncia, mas expressou o desejo de ser sepultado em Fulda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já velho, mas sempre infatigável, voltou novamente à Frísia. Acompanhavam-no uns cinquenta monges. A 5 de junho de 754 havia marcado encontro com um grupo de catecúmenos em Dokkun. Era o dia de Pentecostes. No início da celebração da Missa os missionários foram assaltados por um grupo de frisões armados de espadas. “Não temam — disse Bonifácio aos companheiros — todas as armas deste mundo não podem matar a nossa alma”. Quando a espada de um infiel estava para atingir seu corpo, ele tentou rebater com o Evangelho, mas o adversário derrubou o livro e cortou-lhe a cabeça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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		<title>Memória de São Bonifácio – Sexta-feira da 9° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[SÃO BONIFÁCIO, BISPO E MÁRTIR(vermelho, pref. dos mártires – ofício da memória) Este santo lutou até a morte pela lei do seu Deus e não teve medo das ameaças dos ímpios, sua casa estava fundada sobre a rocha. Monge beneditino e bispo inglês, Bonifácio nasceu na Inglaterra em 673 e foi martirizado na Holanda em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>SÃO BONIFÁCIO, BISPO E MÁRTIR</strong><br />(vermelho, pref. dos mártires – ofício da memória)</p>
<p><em>Este santo lutou até a morte pela lei do seu Deus e não teve medo das ameaças dos ímpios, sua casa estava fundada sobre a rocha.</em></p>
<p>Monge beneditino e bispo inglês, Bonifácio nasceu na Inglaterra em 673 e foi martirizado na Holanda em 754. Recebeu do papa Gregório 2º a missão de evangelizar a Alemanha. Além de fundar muitas comunidades cristãs, construiu numerosos mosteiros. Seu exemplo nos incentive a permanecer firmes no caminho e na verdade de Cristo, Senhor da nossa vida.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>2 Timóteo 3,10-17</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da segunda carta de São Paulo a Timóteo – Caríssimo, <sup>10</sup>tu me tens seguido fielmente no ensino, no procedimento, nos projetos, na fé, na paciência, no amor, na perseverança, <sup>11</sup>nas perseguições e nos sofrimentos que suportei em Antioquia, Icônio e Listra. E que perseguições sofri! Mas de todas elas o Senhor me livrou. <sup>12</sup>Aliás, todos os que quiserem levar uma vida fervorosa em Cristo Jesus serão perseguidos. <sup>13</sup>Os homens maus e sedutores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. <sup>14</sup>Permanece firme naquilo que aprendeste e aceitaste como verdade; tu sabes de quem o aprendeste. <sup>15</sup>Desde a infância conheces as Sagradas Escrituras: elas têm o poder de te comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé em Cristo Jesus. <sup>16</sup>Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para argumentar, para corrigir e para educar na justiça, <sup>17</sup>a fim de que o homem de Deus seja perfeito e qualificado para toda boa obra. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>118(119)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os que amam vossa lei têm grande paz!</strong></p>
<p>1. Tantos são os que me afligem e perseguem, / mas eu nunca deixarei vossa aliança! – R.</p>
<p>2. Vossa palavra é fundada na verdade, / os vossos justos julgamentos são eternos. – R.</p>
<p>3. Os poderosos me perseguem sem motivo; / meu coração, porém, só teme a vossa lei. – R.</p>
<p>4. Os que amam vossa lei têm grande paz, / e não há nada que os faça tropeçar. – R.</p>
<p>5. Ó Senhor, de vós espero a salvação, / pois eu cumpro sem cessar vossos preceitos. – R.</p>
<p>6. Serei fiel à vossa lei, vossa aliança; / os meus caminhos estão todos ante vós. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 12,35-37</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Quem me ama, realmente, guardará minha palavra / e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>35</sup>Jesus ensinava no templo, dizendo: “Como é que os mestres da Lei dizem que o Messias é filho de Davi? <sup>36</sup>O próprio Davi, movido pelo Espírito Santo, falou: ‘Disse o Senhor ao meu Senhor: senta-te à minha direita, até que eu ponha teus inimigos debaixo dos teus pés’. <sup>37</sup>Portanto, o próprio Davi chama o Messias de Senhor. Como é que ele pode então ser seu filho?” E uma grande multidão o escutava com prazer. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus cita aqui uma passagem dos Salmos (Sl 110,1), cântico atribuído ao rei Davi: “Sente-se à minha direita, até que eu faça dos seus inimigos um suporte para seus pés”. Também o livro de Samuel nos recorda que, nas suas últimas palavras, Davi afirmou: “O espírito do Senhor falou através de mim, e sua palavra está em minha língua” (2Sm 23,2). Tudo isso para confirmar que Davi foi escolhido por Deus e ungido para realizar uma missão específica, liderando o povo do Senhor, mas não é um ser divino, não é o Messias, nem o Filho de Deus. O úico Filho encarnado é Jesus, que, como sabemos pelos Evangelhos da infância, era descendente de Davi, porém, por ser Filho de Deus, se torna Senhor de Davi. Uma relação complexa que será compreendida apenas à luz da ressurreição. O messianismo de Jesus, portanto, não é político, mas existencial, libertando a própria natureza humana do domínio do pecado, e não simplesmente o povo do domínio romano. Nós, hoje, compreendemos que Cristo é o nosso único Senhor e libertador? Que impacto tem essa verdade na nossa vida cotidiana?</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
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		<title>Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[CORPO E SANGUE DE CRISTO (branco, glória, creio, prefácio da Eucaristia – ofício da solenidade)  O Senhor os alimentou com a flor do trigo e com o mel do rochedo os saciou (Sl 80,17). &#160; Primeira Leitura: Deuteronômio 8,2-3.14-16 &#160; Leitura do livro do Deuteronômio – Moisés falou ao povo, dizendo: 2“Lembra-te de todo o caminho por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>CORPO E SANGUE DE CRISTO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">(branco, glória, creio, prefácio da Eucaristia – ofício da solenidade)</p>
<p> O Senhor os alimentou com a flor do trigo e com o mel do rochedo os saciou (Sl 80,17).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Deuteronômio 8,2-3.14-16</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura do livro do Deuteronômio – Moisés falou ao povo, dizendo: <sup>2</sup>“Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu estes quarenta anos, no deserto, para te humilhar e te pôr à prova, para saber o que tinhas no teu coração e para ver se observarias ou não seus mandamentos. <sup>3</sup>Ele te humilhou, fazendo-te passar fome e alimentando-te com o maná que nem tu nem teus pais conhecíeis, para te mostrar que nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca do Senhor. <sup>14</sup>Não te esqueças do Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da escravidão, <sup>15</sup>e que foi teu guia no vasto e terrível deserto, onde havia serpentes abrasadoras, escorpiões e uma terra árida e sem água nenhuma. Foi ele que fez jorrar água para ti da pedra duríssima <sup>16</sup>e te alimentou no deserto com maná, que teus pais não conheciam”. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>147(147B)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Glorifica o Senhor, Jerusalém; / celebra teu Deus, ó Sião!</strong></p>
<p>1. Glorifica o Senhor, Jerusalém! / Ó Sião, canta louvores ao teu Deus! / Pois reforçou com segurança as tuas portas, / e os teus filhos em teu seio abençoou. – R.</p>
<p>2. A paz em teus limites garantiu / e te dá como alimento a flor do trigo. / Ele envia suas ordens para a terra, / e a palavra que ele diz corre veloz. – R.</p>
<p>3. Anuncia a Jacó sua palavra, / seus preceitos e suas leis a Israel. / Nenhum povo recebeu tanto carinho, / a nenhum outro revelou os seus preceitos. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Segunda Leitura: <strong>1 Coríntios 10,16-17</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios – Irmãos, <sup>16</sup>o cálice da bênção, o cálice que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos não é comunhão com o corpo de Cristo? <sup>17</sup>Porque há um só pão, nós todos somos um só corpo, pois todos participamos desse único pão. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>João 6,51-58</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Eu sou o pão vivo descido do céu; / quem deste pão come, sempre há de viver! (Jo 6,51) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: <sup>51</sup>“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, dada para a vida do mundo”. <sup>52</sup>Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” <sup>53</sup>Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. <sup>54</sup>Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. <sup>55</sup>Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. <sup>56</sup>Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. <sup>57</sup>Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que me recebe como alimento viverá por causa de mim. <sup>58</sup>Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus é o “pão vivo” enviado pelo Pai celeste. Quem adere a ele (comer do pão) terá vida plena. Os judeus não compreenderam o linguajar de Jesus. O Mestre volta, então, a dizer-lhes que ele é o pão que precisa ser consumido e o sangue a ser bebido. Comer a carne de Jesus e beber seu sangue significa aderir a ele de forma total. É a solidariedade com os sofredores deste mundo, a exemplo do Mestre. Jesus, Palavra encarnada, nos conscientiza de que o ser humano “não vive somente do pão material”, mas necessita também de outro alimento, que é ele mesmo. Comer a carne e beber o sangue de Cristo é justamente inebriar-se de sua mensagem e suas propostas de vida digna, e se comprometer com a vida concreta das pessoas. A oferta de sua carne e seu sangue simboliza a doação total da própria vida.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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			</item>
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		<title>São Francisco Caracciolo, presbítero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes um erro do correio pode ser providencial. No caso de nosso santo o erro era quase inevitável. Ele se chamava Ascânio Caracciolo e morava junto à Congregação dos Brancos da Justiça, que se dedicavam à assistência aos condenados à morte, junto à qual exercia a mesma obra humanitár ia outro sacerdote com idêntico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Às vezes um erro do correio pode ser providencial. No caso de nosso santo o erro era quase inevitável. Ele se chamava Ascânio Caracciolo e morava junto à Congregação dos Brancos da Justiça, que se dedicavam à assistência aos condenados à morte, junto à qual exercia a mesma obra humanitár ia outro sacerdote com idêntico nome, Ascânio Caracciolo. A carta foi escrita pelo genovês Agostinho Adorno, venerável, e por Fabrício Caracciolo, abade de santa Maria Maior de Nápoles. Ambos se dirigiam a Ascânio Caracciollo para pedir que colaborasse com a fundação de uma nova Ordem, a dos Clérigos Regulares Menores. Mas a qual dos dois Caracciolo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O correio endereçou-a ao jovem sacerdote, nascido a 13 de outubro de 1563 em Vila Santa Maria de Chieti e que se mudou para Nápoles aos 22 anos de idade para completar os estudos teológicos. Os anos de sua juventude transcorreram sem que nada de particular fizesse prever nele a extraordinária atividade apostólica que em sua curta vida (morreu aos 45 anos) desenvolveria. Com os dois remetentes foi ao ermo de Camaldoli, para a elaboração da Regra, que o papa Xisto V aprovou a 1º de julho de 1588.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Francisco Caracciolo se deve a introdução de um quarto voto, além dos comuns de pobreza, castidade e obediência: o de não aceitar dignidade alguma eclesiástica. Um ano depois Ascânio Caracciolo emitia os votos religiosos assumindo o nome de Francisco. Em 1593, a pequena congregação — estava ainda numa apertada moradia perto da igreja da Misericórdia — celebrou o primeiro capítulo geral e Francisco teve de aceitar por obediência o cargo de prepósito geral. Nesse tempo a jovem congregação se estabelecia em Roma, na igreja de santa Inês, na praça Navona. Vencido o seu mandato voltou para a Espanha, onde estivera já em 1593 e lá fundara uma casa religiosa em Valladolid e um colégio em Alcalá. Foi mestre de noviços em Madri e novamente Prepósito da casa de Santa Maria Maior de Nápoles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As múltiplas atividades haviam enfraquecido sua débil saúde. Durante uma estada em Agnone, com os padres do Oratório, caiu gravemente enfermo e morreu a 4 de junho de 1608. O seu corpo, transportado para Nápoles, foi sepultado na igreja de Santa Maria Maior. O primeiro de seus numerosos milagres, a cura de um aleijado precisamente durante seus funerais, foi a faísca que acendeu a devoção dos napolitanos para com este grande santo, canonizado por Pio VII a 24 de maio de 1807 e eleito em 1840 co-padroeiro da cidade de Nápoles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Santos Carlos Lwanga e companheiros, mártires</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/06/03/santos-carlos-lwanga-e-companheiros-martires/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 05:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Naquela manhã, em que o rei Mwanga reuniu a corte, pairava no ar uma grande expectativa. Na sala percebia-se a insólita presença de alguns energúmenos, enquanto o grupo dos pajens reais, esplêndidos exemplares de beleza negra, se comprimia em volta do trono. A estes Mwanga deu uma ordem esquisita: “Todos aqueles entre vocês que não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Naquela manhã, em que o rei Mwanga reuniu a corte, pairava no ar uma grande expectativa. Na sala percebia-se a insólita presença de alguns energúmenos, enquanto o grupo dos pajens reais, esplêndidos exemplares de beleza negra, se comprimia em volta do trono. A estes Mwanga deu uma ordem esquisita: “Todos aqueles entre vocês que não têm intenção de rezar podem ficar aqui ao lado do trono; aqueles, porém, que querem rezar reúnam-se contra aquele muro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O chefe dos pajens, Carlos Lwanga, foi o primeiro a se mover do lugar e depois dele outros quinze. “Mas vocês rezam de verdade?” perguntou o rei. “Sim, meu senhor, nós rezamos realmente”, respondeu em nome de todos Carlos, que com seus companheiros passara em oração a noite apenas finda. “E querem continuar rezando?” “Sim, meu senhor, até a morte”. “Então, matem-nos”, decidiu bruscamente o rei, dirigindo-se aos algozes. Rezar, de fato, tinha-se tornado sinônimo de ser cristão, no reino de Mwanga, rei de Buganda, região que faz parte atualmente da Uganda. No reino de Mwanga rezar, ou seja, ser cristão era absolutamente proibido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade os inícios tinham sido bons. O rei Mutesa acolhera bem os padres brancos de Lavigérie, mas tiveram de se retirar por manobras de alguns chefes. Novamente chamados por Mwanga em 1885, aí encontraram cristãos comprometidos que ocupavam cargos de responsabilidade. Mas a aliança do “katikiro” — uma espécie de chanceler, cuja conjuração contra o rei foi revelada pelos cristãos — com os cortesãos e feiticeiros teria sido fatal aos cristãos. José Mukasa Balikuddembe, conselheiro do rei, foi decapitado a 15 de novembro de 1885; em maio de 1886 foram mortos Dionísio Sbuggwawo, Ponciano Ngondwe, André Kaggwa, Atanásio Bazzukuketta, Gonzaga Gonga, Matias Kalemba, Noé Mwaggali.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois foi a vez dos pajens de que falávamos, três dos quais foram poupados, segundo o costume, após ter sido feito um sorteio. Ficou fazendo parte dos treze mártires Mbaga Tuzinda, filho do chefe dos carrascos, que tentou em vão repetidamente salvá-lo, mas ele não queria saber de separar-se dos seus amigos, entre os quais estava também um menino de 18 anos, Kizito. Os vinte e dois mártires ugandenses foram beatificados por Bento XV e canonizados por Paulo VI a 18 de outubro de 1964, na presença dos padres do Concílio Vaticano II, e o próprio Paulo VI consagrou em 1969 o altar do grandioso santuário que surgiu em Namugongo, onde os três pajens guiados por Carlos Lwanga quiseram rezar até a morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS </p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Memória de São Carlos Lwanga e Cps mártires – Quarta-feira da 9° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 04:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[SÃO CARLOS LWANGA E COMPANHEIROS, MÁRTIRES(vermelho, pref. dos mártires – ofício da memória) Como ouro na fornalha, o Senhor provou os eleitos e aceitou-os como ofertas de holocausto; no tempo certo, Deus se lembrará deles porque seus escolhidos receberão a graça e a paz (Sb 3,6s.9). Carlos Lwanga e 21 companheiros foram vítimas das perseguições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>SÃO CARLOS LWANGA E COMPANHEIROS, MÁRTIRES</strong><br />(vermelho, pref. dos mártires – ofício da memória)</p>
<p><em>Como ouro na fornalha, o Senhor provou os eleitos e aceitou-os como ofertas de holocausto; no tempo certo, Deus se lembrará deles porque seus escolhidos receberão a graça e a paz (Sb 3,6s.9).</em></p>
<p>Carlos Lwanga e 21 companheiros foram vítimas das perseguições praticadas contra os cristãos em Uganda, na África, entre os anos de 1885 e 1887. Eles se ofereceram ao martírio para que a mensagem do Evangelho brilhasse no mundo. Motivados por seu exemplo, elevemos nossos olhos confiantes ao Deus da vida.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>2 Timóteo 1,1-3.6-12</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início da segunda carta de São Paulo a Timóteo – 1 Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pelo desígnio de Deus referente à promessa de vida que temos em Cristo Jesus, 2 a Timóteo, meu querido filho: graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor! 3 Dou graças a Deus – a quem sirvo com a consciência pura, como aprendi dos meus antepassados – quando me lembro de ti, dia e noite, nas minhas orações. 6 Por esse motivo, exorto-te a reavivar a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos. 7 Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e sobriedade. 8 Não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. 9 Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus desde toda a eternidade. 10 Essa graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho, 11 do qual fui constituído anunciador, apóstolo e mestre. 12 Essa é a causa pela qual estou sofrendo, mas não me envergonho, porque sei em quem coloquei a minha fé. E tenho a certeza de que ele é capaz de guardar aquilo que me foi confiado até o grande dia. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>122(123)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ó Senhor, para vós eu levanto meus olhos.</strong></p>
<p>1. Eu levanto os meus olhos para vós, / que habitais nos altos céus. / Como os olhos dos escravos estão fitos / nas mãos do seu senhor. – R.</p>
<p>2. Como os olhos das escravas estão fitos / nas mãos de sua senhora, / assim os nossos olhos, no Senhor, / até de nós ter piedade. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 12,18-27</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aleluia, aleluia, aleluia.</strong></p>
<p><em><strong>Eu sou a ressurreição, eu sou a vida, / quem crê em mim, ainda que morra, viverá (Jo 11,25s). – R.</strong></em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 18 vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais afirmam que não existe ressurreição, e lhe propuseram este caso: 19 “Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição: se morrer o irmão de alguém e deixar a esposa sem filhos, o irmão desse homem deve casar-se com a viúva, a fim de, garantir a descendência de seu irmão. 20 Ora, havia sete irmãos; o mais velho casou-se e morreu sem deixar descendência. 21 O segundo casou-se com a viúva e morreu sem deixar descendência. E a mesma coisa aconteceu com o terceiro. 22 E nenhum dos sete deixou descendência. Por último, morreu também a mulher. 23 Na ressurreição, quando ele ressuscitarem, de quem será ela mulher? Porque os sete se casaram com ela!” 24 Jesus respondeu: “Acaso vós não estais enganados por não conhecerdes as Escrituras nem o poder de Deus? 25 Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu. 26 Quanto ao fato da ressurreição dos mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’? 27 Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos! Vós estais muito enganados”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Continua a série de “pegadinhas” ou “armadilhas” que os opositores de Jesus prepararam para ver se ele entra em contradição. O tema agora é a ressurreição dos mortos. É importante recordar que entre os próprios judeus não havia um consenso sobre esse tema, ou como se dá a ressurreição. Basta recordar a discussão com o apóstolo Paulo, relatada em Atos 23. Quando Paulo percebeu que alguns do Sinédrio eram do partido dos saduceus e outros do partido dos fariseus, exclamou: “Meus irmãos, eu sou fariseu e filho de fariseus. É por nossa esperança, a ressurreição dos mortos, que estou sendo julgado”. Voltando ao Evangelho, Jesus novamente responde com sabedoria e sutileza, sem agredir os saduceus, mas mostrando a sua falta de entendimento das Escrituras.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
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		<title>São Marcelino e Pedro, Mártires</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Infinitas vezes na história confirmou-se o ditado: “O homem põe e Deus dispõe”, querendo significar que frequentemente Deus dispõe ao contrário do que o homem propôs. Foi o que aconteceu com os santos Marcelino e Pedro. Como que pressagiando a sua missão de transmitir a memória de inumeráveis mártires, são Dâmaso, como refere ele mesmo, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Infinitas vezes na história confirmou-se o ditado: “O homem põe e Deus dispõe”, querendo significar que frequentemente Deus dispõe ao contrário do que o homem propôs. Foi o que aconteceu com os santos Marcelino e Pedro. Como que pressagiando a sua missão de transmitir a memória de inumeráveis mártires, são Dâmaso, como refere ele mesmo, recolheu ainda menino a narração do carrasco dos santos Marcelino e Pedro. O algoz referiu que havia disposto a decapitação dos dois no centro de um bosque justamente para não ficar nenhuma lembrança: ambos tiveram de limpar com as pró-prias mãos a pequena superfície que ia banhar-se de sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os últimos três versos dos nove de que é constituído o canto 23 do papa Dâmaso, informam que os corpos desses mártires ficaram escondidos por algum tempo, numa límpida gruta, até que, impul-sionada pela devoção, Lucila, piedosa matrona, deu-lhes digna sepultura. O martírio dera-se na terceira milha da antiga via Labicana, a hodierna Casilina. Constantino aí edificou uma igreja. Tendo sido violada pelos godos, o papa Virgílio a fez restaurar e introduziu os nomes dos santos Marcelino e Pedro no próprio cânon da Missa, assegurando-lhes assim a lembrança e a devoção da parte dos fiéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde a moderna via Labicana cruza com a via Merulana (a rua que vai de São João de Latrão a Santa Maria Maior) emerge desde 1751 a basílica dos santos Marcelino e Pedro, edificada sobre alicerces que parecem remontar à segunda metade do século IV e onde se encontra talvez a morada de um dos dois santos titulares. As peripécias terrenas do presbítero Marcelino e do exorcista Pedro foram enriquecidas de elementos mais ou menos lendários por uma Paixão do século VI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa Paixão narra que Pedro e Marcelino foram fechados numa prisão sob a vigilância de certo Artêmio, cuja filha Paulina estava possuída pelo demônio. Pedro exorcista garantiu a Artêmio que, se ele e a sua mulher Cândida se convertessem ao cristianismo, sua filha Paulina seria imediatamente curada. Após algum tempo de indecisão, a pequena família se converteu e dali a pouco foi também chamada a testemunhar Cristo com o martírio: a doze milhas da via Aurélia, Artêmio foi decapitado e Cândida com Paulina foram sufocadas debaixo de um monte de pedras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br>Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FONTE: PAULUS.</strong></p>
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		<title>Terça-feira da 9° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 04:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia da 1ª semana do saltério) Olhai para mim, Senhor, e tende compaixão, porque sou pobre e estou sozinho. Considerai minha miséria e sofrimento e concedei vosso perdão aos meus pecados (Sl 24,16.18). Conscientes das nossas responsabilidades, somos chamados a agir no mundo com justiça e honestidade. Nesta liturgia, celebremos a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia da 1ª semana do saltério)</p>
<p>Olhai para mim, Senhor, e tende compaixão, porque sou pobre e estou sozinho. Considerai minha miséria e sofrimento e concedei vosso perdão aos meus pecados (Sl 24,16.18).</p>
<p>Conscientes das nossas responsabilidades, somos chamados a agir no mundo com justiça e honestidade. Nesta liturgia, celebremos a esperança de novos céus e nova terra!</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>2 Pedro 3,12-15.17-18</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da segunda carta de São Pedro – Caríssimos, <sup>12</sup>esperais com anseio a vinda do Dia de Deus, quando os céus em chama se vão derreter e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão? <sup>13</sup>O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa, são novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. <sup>14</sup>Caríssimos, vivendo nessa esperança, esforçai-vos para que ele vos encontre numa vida pura e sem mancha e em paz. <sup>15</sup>Considerai também como salvação a longanimidade de nosso Senhor. <sup>17</sup>Vós, portanto, bem-amados, sabendo disso com antecedência, precavei-vos, para não suceder que, levados pelo engano destes ímpios, percais a própria firmeza. <sup>18</sup>Antes procurai crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, desde agora, até o dia da eternidade. Amém. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>89(90)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós!</strong></p>
<p>1. Já bem antes que as montanhas fossem feitas † ou a terra e o mundo se formassem, / desde sempre e para sempre vós sois Deus. – R.</p>
<p>2. Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, / quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!” / Pois mil anos para vós são como ontem, / qual vigília de uma noite que passou. – R.</p>
<p>3. Pode durar setenta anos nossa vida, / os mais fortes talvez cheguem a oitenta; / a maior parte é ilusão e sofrimento: / passam depressa e também nós assim passamos. – R.</p>
<p>4. Saciai-nos de manhã com vosso amor, / e exultaremos de alegria todo o dia! / Manifestai a vossa obra a vossos servos, / e a seus filhos revelai a vossa glória! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 12,13-17)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Que o Pai do Senhor Jesus Cristo / vos dê do saber o Espírito, / para que conheçais a esperança / reservada para vós como herança! (Ef 1,17s) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>13</sup>as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes para apanharem Jesus em alguma palavra. <sup>14</sup>Quando chegaram, disseram a Jesus: “Mestre, sabemos que tu és verdadeiro e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: é lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?” <sup>15</sup>Jesus percebeu a hipocrisia deles e respondeu: “Por que me tentais? Trazei-me uma moeda, para que eu a veja”. <sup>16</sup>Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: “De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?” Eles responderam: “De César”. <sup>17</sup>Então Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. E eles ficaram admirados com Jesus. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A resposta de Jesus à “armadilha” que os fariseus prepararam é muito perspicaz e significativa. Por um lado, mostra que devemos separar as coisas de Deus das coisas do “mundo”, aquilo que é sacro daquilo que é profano. Não necessariamente significa separar a fé da política e da vida social, mas sim inundar de fé todas as nossas ações públicas. O cristão tem o dever de se preocupar com questões políticas, pois elas dizem respeito ao bem comum. Não podemos é tornar a política um partidarismo, e fazer dele uma crença. Aí entra o segundo significado da resposta de Jesus, ou seja, uma crítica aos fariseus que tornaram a fé e a religião uma indústria e comércio.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<title>São Justino, mártir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 05:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santo do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Filósofo cristão e cristão filósofo, como foi acertadamente definido, Justino (nascido em Flávia Neápolis, na Samaria, no início do século II) pertence àquela plêiade de pensadores que em cada período da história da Igreja tentaram uma síntese da provisória sabedoria humana e das inalteráveis afirmações da revelação cristã. O itinerário da sua conversão a Cristo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Filósofo cristão e cristão filósofo, como foi acertadamente definido, Justino (nascido em Flávia Neápolis, na Samaria, no início do século II) pertence àquela plêiade de pensadores que em cada período da história da Igreja tentaram uma síntese da provisória sabedoria humana e das inalteráveis afirmações da revelação cristã. O itinerário da sua conversão a Cristo passa pela experiência estoica, pitagórica, aristotélica e neoplatônica. Daí o desenlace quase inevitável, ou melhor, providencial e a adesão à verdade integral do cristianismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele mesmo conta que, insatisfeito com as respostas dadas pelas várias filosofias, retirou-se para um lugar deserto, à beira-mar, para meditar e que um velho, a quem tinha confiado sua desilusão, respondeu-lhe que nenhuma filosofia podia satisfazer o espírito humano, porque a razão sozinha é incapaz de garantir a posse plena da verdade sem o auxílio de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi assim que Justino aos trinta anos descobriu o cristianismo, tornou-se seu propagador e para proclamar ao mundo essa sua descoberta escreveu suas duas Apologias. A primeira delas dedicou-a ao imperador Antonino Pio e ao filho Marco Aurélio, ao Senado e ao povo romano. Escreveu outras obras, pelo menos oito, entre as quais a mais considerável é intitulada Diálogo com Trifão e é relembrada porque abre o caminho à polêmica antijudaica na literatura cristã. Mas as duas Apologias permanecem como o documento mais importante, porque destes escritos aprendemos como era explicado o cristianismo naquela época e como eram celebrados os ritos litúrgicos, em particular a administração do batismo e a celebração do mistério eucarístico. Aqui não há argumentações filosóficas, mas comoventes testemunhos de vida da primitiva comunidade cristã, à qual Justino está feliz de pertencer: “Eu, um deles…”. Tal afirmação podia custar-lhe a vida. De fato Justino pagou com a vida a sua pertença à Igreja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ocasião de sua ida a Roma, foi denunciado por um hipócrita e cínico filósofo, Crescêncio, com quem havia disputado por muito tempo. Também o magistrado que o julgou era filósofo estoico, amigo e confidente de Marco Aurélio. Mas para o magistrado, Justino não passava de simples cristão, igual a seus seis companheiros, entre os quais uma mulher, todos condenados à decapitação pela sua fé em Cristo. Do martírio de são Justino e companheiros se conservam as Atas autênticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extraído do livro:<br />Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FONTE: PAULUS</p>
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		<title>Memória de São Justino – Segunda-feira da 9° Semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 04:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[SÃO JUSTINO, MÁRTIR(vermelho, pref. dos mártires – ofício da memória) Os malvados me contaram coisas vãs, ignorando a vossa lei; eu, porém, anunciei vossa palavra diante dos reis sem me envergonhar (Sl 118,85.46). Justino (Palestina, século 2º), após longa busca em “todas as filosofias”, converteu-se ao cristianismo. Elaborou uma síntese do pensamento cristão em seus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>SÃO JUSTINO, MÁRTIR</strong><br />(vermelho, pref. dos mártires – ofício da memória)</p>
<p>Os malvados me contaram coisas vãs, ignorando a vossa lei; eu, porém, anunciei vossa palavra diante dos reis sem me envergonhar (Sl 118,85.46).</p>
<p>Justino (Palestina, século 2º), após longa busca em “todas as filosofias”, converteu-se ao cristianismo. Elaborou uma síntese do pensamento cristão em seus escritos, dos quais nos restam apenas dois: Apologias e o Diálogo com Trifão. Foi martirizado no ano 165. Herdeiro, com Cristo, da vida nova da ressurreição, ele nos ajude, com seu exemplo, a transformar em amor e caridade nosso conhecimento da fé.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>2 Pedro 1,2-7</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da segunda carta de São Pedro – Caríssimos, <sup>2</sup>graça e paz vos sejam concedidas abundantemente, porque conheceis Deus e Jesus, nosso Senhor. <sup>3</sup>O seu divino poder nos deu tudo o que contribui para a vida e para a piedade, mediante o conhecimento daquele que, pela sua própria glória e virtude, nos chamou. <sup>4</sup>Por meio de tudo isso nos foram dadas as preciosas promessas, as maiores que há, a fim de que vos tornásseis participantes da natureza divina, depois de libertos da corrupção, da concupiscência no mundo. <sup>5</sup>Por isso mesmo, dedicai todo o esforço em juntar à vossa fé a virtude, à virtude o conhecimento, <sup>6</sup>ao conhecimento o autodomínio, ao autodomínio a perseverança, à perseverança a piedade, <sup>7</sup>à piedade o amor fraterno e ao amor fraterno a caridade. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>90(91)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.</strong></p>
<p>1. Quem habita ao abrigo do Altíssimo / e vive à sombra do Senhor onipotente, / diz ao Senhor: “Sois meu refúgio e proteção, / sois o meu Deus, no qual confio inteiramente”. – R.</p>
<p>2. “Porque a mim se confiou, hei de livrá-lo / e protegê-lo, pois meu nome ele conhece. / Ao invocar-me, hei de ouvi-lo e atendê-lo, / a seu lado eu estarei em suas dores. – R.</p>
<p>3. Hei de livrá-lo e de glória coroá-lo, † vou conceder-lhe vida longa e dias plenos / e vou mostrar-lhe minha graça e salvação.” – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 12,1-12)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Jesus Cristo, a fiel testemunha, / primogênito dos mortos, / nos amou e do pecado nos lavou, / em seu sangue derramado (Ap 1,5). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>1</sup>Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes, mestres da Lei e anciãos, usando parábolas: “Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um lagar e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou a vinha a alguns agricultores e viajou para longe. <sup>2</sup>Na época da colheita, ele mandou um empregado aos agricultores para receber a sua parte dos frutos da vinha. <sup>3</sup>Mas os agricultores pegaram o empregado, bateram nele e o mandaram de volta sem nada. <sup>4</sup>Então o dono da vinha mandou de novo mais um empregado. Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram. <sup>5</sup>Então o dono mandou ainda mais outro, e eles o mataram. Trataram da mesma maneira muitos outros, batendo em uns e matando outros. <sup>6</sup>Restava-lhe ainda alguém: seu filho querido. Por último, ele mandou o filho até os agricultores, pensando: ‘Eles respeitarão meu filho’. <sup>7</sup>Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros: ‘Esse é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa’. <sup>8</sup>Então agarraram o filho, o mataram e o jogaram fora da vinha. <sup>9</sup>Que fará o dono da vinha? Ele virá, destruirá os agricultores e entregará a vinha a outros. <sup>10</sup>Por acaso, não lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores deixaram de lado tornou-se a pedra mais importante; <sup>11</sup>isso foi feito pelo Senhor e é admirável aos nossos olhos’?” <sup>12</sup>Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus, pois compreenderam que havia contado a parábola para eles. Porém ficaram com medo da multidão e, por isso, deixaram Jesus e foram-se embora. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus e os discípulos estão em Jerusalém para celebrar a Páscoa. Em breve, Jesus manifestará plenamente sua messianidade. A parábola que lemos hoje é colocada pelo evangelista Marcos no contexto da discussão com os chefes dos sacerdotes e doutores da Lei que questionam Jesus: “Com que autoridade fazes estas coisas?” (Mc 11,28). Sua autoridade, portanto, vem do Pai, o Criador de todas as coisas, o dono da vinha. A Terra Prometida foi dada ao povo judeu para que ali crescesse e se desenvolvesse, mas esse povo não foi fiel a Deus, matando profetas e o próprio Filho. Será agora dada a outro povo, a todos nós que cremos e seguimos o Messias.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Solenidade da Santíssima Trindade</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/05/31/solenidade-da-santissima-trindade-4/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 04:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(branco, glória, creio, prefácio próprio – ofício da solenidade) &#160; Bendito seja Deus Pai e seu Filho unigênito, com o Espírito Santo, porque nos mostrou a sua misericórdia. Primeira Leitura: Êxodo 34,4-6.8-9 Leitura do livro do Êxodo – Naqueles dias, 4Moisés levantou-se, quando ainda era noite, e subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe havia mandado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(branco, glória, creio, prefácio próprio – ofício da solenidade)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bendito seja Deus Pai e seu Filho unigênito, com o Espírito Santo, porque nos mostrou a sua misericórdia.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Êxodo 34,4-6.8-9</strong></div>
<p>Leitura do livro do Êxodo – Naqueles dias, <sup>4</sup>Moisés levantou-se, quando ainda era noite, e subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe havia mandado, levando consigo as duas tábuas de pedra. <sup>5</sup>O Senhor desceu na nuvem e permaneceu com Moisés, e este invocou o nome do Senhor. <sup>6</sup>Enquanto o Senhor passava diante dele, Moisés gritou: “Senhor, Senhor! Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel”. <sup>8</sup>Imediatamente, Moisés curvou-se até o chão <sup>9</sup>e, prostrado por terra, disse: “Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, peço-te, caminha conosco; embora este seja um povo de cabeça dura, perdoa nossas culpas e nossos pecados e acolhe-nos como propriedade tua”. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>Dn 3</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A vós louvor, honra e glória eternamente!</strong></p>
<p>1. Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais. – R.</p>
<p>2. Sede bendito, nome santo e glorioso. – R.</p>
<p>3. No templo santo onde refulge a vossa glória. – R.</p>
<p>4. E em vosso trono de poder vitorioso. – R.</p>
<p>5. Sede bendito, que sondais as profundezas. – R.</p>
<p>6. E superior aos querubins vos assentais. – R.</p>
<p>7. Sede bendito no celeste firmamento. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Segunda Leitura: <strong>2 Coríntios 13,11-13</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da segunda carta de São Paulo aos Coríntios – <sup>11</sup>Irmãos, alegrai-vos, trabalhai no vosso aperfeiçoamento, encorajai-vos, cultivai a concórdia, vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco. <sup>12</sup>Saudai-vos uns aos outros com o beijo santo. Todos os santos vos saúdam. <sup>13</sup>A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>João 3,16-18</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito divino, / ao Deus que é, que era e que vem, pelos séculos. Amém (Ap 1,8). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – <sup>16</sup>Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. <sup>17</sup>De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. <sup>18</sup>Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O capítulo três do Evangelho de João inicia com um diálogo entre Jesus e Nicodemos e depois se transforma num monólogo, quando Jesus se revela não apenas a Nicodemos, mas a todos. No texto de hoje, Jesus revela o motivo de sua vinda ao mundo: trazer o amor de Deus pela salvação da humanidade. O Filho de Deus veio para que as pessoas tenham vida plena. A condição exigida é a fé nele, que implica adesão a ele. A acolhida do amor de Deus é um desafio à liberdade humana, que pode acolhê-lo ou rejeitá-lo. Só com pessoas capazes de amar é que se podem construir verdadeiras comunidades seguidoras de Jesus. Deus, no seu Filho, oferece vida plena a todas as pessoas. Estas são convidadas a acolher esse dom precioso. Ao celebrarmos a solenidade da Santíssima Trindade, revela-se o amor do Pai por meio de seu Filho e comunicado pelo Espírito Santo. A solenidade revela um Deus misericordioso para conosco: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito descem juntos ao encontro da humanidade.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<item>
		<title>Sábado da 8ª semana do Tempo Comum</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/05/30/sabado-da-8a-semana-do-tempo-comum-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 04:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia) O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s). Reunidos para celebrar os sagrados mistérios, agradeçamos ao Senhor pelos frutos deste mês, que percorremos unidos a Maria Santíssima, e reafirmemos sua autoridade sobre todas as dimensões do nosso viver. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(verde – ofício do dia)</p>
<p>O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s).</p>
<p>Reunidos para celebrar os sagrados mistérios, agradeçamos ao Senhor pelos frutos deste mês, que percorremos unidos a Maria Santíssima, e reafirmemos sua autoridade sobre todas as dimensões do nosso viver.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>Judas 17.20-25</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da carta de São Judas – <sup>17</sup>Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. <sup>20</sup>Edificai-vos sobre o fundamento da vossa santíssima fé e rezai, no Santo Espírito, <sup>21</sup>de modo que vos mantenhais no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna. <sup>22</sup>E a uns, que estão com dúvidas, deveis tratar com piedade. <sup>23</sup>A outros, deveis salvá-los, arrancando-os do fogo. De outros ainda deveis ter piedade, mas com temor, aborrecendo a própria veste manchada pela carne… <sup>24</sup>Àquele que é capaz de guardar-vos da queda e de apresentar-vos perante a sua glória irrepreensíveis e jubilosos, <sup>25</sup>ao único Deus, nosso Salvador, por Jesus Cristo, nosso Senhor: glória, majestade, poder e domínio, desde antes de todos os séculos, e agora, e por todos os séculos. Amém. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>62(63)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A minha alma tem sede de vós, ó Senhor!</strong></p>
<p>1. Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! / Desde a aurora ansioso vos busco! / A minha alma tem sede de vós, † minha carne também vos deseja, / como terra sedenta e sem água! – R.</p>
<p>2. Venho, assim, contemplar-vos no templo, / para ver vossa glória e poder. / Vosso amor vale mais do que a vida: / e por isso meus lábios vos louvam. – R.</p>
<p>3. Quero, pois, vos louvar pela vida / e elevar para vós minhas mãos! / A minha alma será saciada / como em grande banquete de festa; / cantará a alegria em meus lábios / ao cantar para vós meu louvor! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 11,27-33</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>A palavra de Cristo ricamente habite em vós, / dando graças, por ele, a Deus Pai! (Cl 3,16s) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>27</sup>Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém. Enquanto Jesus estava andando no templo, os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os anciãos aproximaram-se dele e perguntaram: <sup>28</sup>“Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?” <sup>29</sup>Jesus respondeu: “Vou fazer-vos uma só pergunta. Se me responderdes, eu vos direi com que autoridade faço isso. <sup>30</sup>O batismo de João vinha do céu ou dos homens? Respondei-me”. <sup>31</sup>Eles discutiam entre si: “Se respondermos que vinha do céu, ele vai dizer: ‘Por que não acreditastes em João?’ <sup>32</sup>Devemos então dizer que vinha dos homens?” Mas eles tinham medo da multidão, porque todos, de fato, tinham João na qualidade de profeta. <sup>33</sup>Então eles responderam a Jesus: “Não sabemos”. E Jesus disse: “Pois eu também não vos digo com que autoridade faço essas coisas”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcos mostra Jesus Cristo em peregrinação a Jerusalém no período da Páscoa judaica. Vemos que ele volta com os discípulos para dormir em Betânia, cerca de cinco quilômetros de Jerusalém, provavelmente na casa dos amigos Lázaro, Marta e Maria. No dia seguinte, volta à Cidade Santa e ao templo. Pelo caminho, é questionado: com que autoridade perdoa os pecados, realiza milagres, expulsa os comerciantes do templo? Traduzindo para uma linguagem de hoje, seria como perguntar a ele: “Quem você pensa que é?”. Jesus não se perturba, pois sabe bem quem é e de onde veio. Sabe que sua autoridade é muito superior à de qualquer chefe ou doutor da Lei. Questionam Jesus, mas não têm coragem de o enfrentar, pois não querem se comprometer e no fundo sabem que ele age em nome de Deus Pai.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<title>Sexta-feira da 8ª semana do Tempo Comum</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/05/29/sexta-feira-da-8a-semana-do-tempo-comum-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 04:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia) O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s). A liturgia nos convida a pôr os dons que recebemos à disposição dos irmãos, a fim de que frutifiquem e Deus seja glorificado. Celebremos com fé e confiantes no Senhor, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia)</p>
<p>O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s).</p>
<p>A liturgia nos convida a pôr os dons que recebemos à disposição dos irmãos, a fim de que frutifiquem e Deus seja glorificado. Celebremos com fé e confiantes no Senhor, que escuta e atende a nossa oração.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Pedro 4,7-13</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da primeira carta de São Pedro – Caríssimos, <sup>7</sup>o fim de todas as coisas está próximo. Vivei com inteligência e vigiai, dados à oração. <sup>8</sup>Sobretudo, cultivai o amor mútuo, com todo o ardor, porque o amor cobre uma multidão de pecados. <sup>9</sup>Sede hospitaleiros uns com os outros, sem reclamações. <sup>10</sup>Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu. <sup>11</sup>Se alguém tem o dom de falar, proceda como com palavras de Deus. Se alguém tem o dom do serviço, exerça-o como capacidade proporcionada por Deus, a fim de que, em todas as coisas, Deus seja glorificado em virtude de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o poder, pelos séculos dos séculos. Amém. <sup>12</sup>Caríssimos, não estranheis o fogo da provação, que alastra entre vós como se alguma coisa de estranho vos estivesse acontecendo. <sup>13</sup>Alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo, para que possais também exultar de alegria na revelação da sua glória. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>95(96)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Senhor vem julgar nossa terra.</strong></p>
<p>1. Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” † Ele firmou o universo inabalável, / e os povos ele julga com justiça. – R.</p>
<p>2. O céu se rejubile e exulte a terra, / aplauda o mar com o que vive em suas águas; / os campos com seus frutos rejubilem, / e exultem as florestas e as matas. – R.</p>
<p>3. Na presença do Senhor, pois ele vem, / porque vem para julgar a terra inteira. / Governará o mundo todo com justiça / e os povos julgará com lealdade. – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 11,11-26</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Eu vos escolhi a fim de que deis, / no meio do mundo, um fruto que dure (Jo 15,16). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Tendo sido aclamado pela multidão, <sup>11</sup>Jesus entrou no templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. <sup>12</sup>No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. <sup>13</sup>De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. <sup>14</sup>Então Jesus disse à figueira: “Que ninguém mais coma de teus frutos”. E os discípulos escutaram o que ele disse. <sup>15</sup>Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. <sup>16</sup>Ele não deixava ninguém carregar nada através do templo. <sup>17</sup>E ensinava o povo, dizendo: “Não está escrito: ‘Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões”. <sup>18</sup>Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. <sup>19</sup>Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade. <sup>20</sup>Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. <sup>21</sup>Pedro lembrou-se e disse a Jesus: “Olha, Mestre, a figueira que amaldiçoaste secou”. <sup>22</sup>Jesus lhes disse: “Tende fé em Deus. <sup>23</sup>Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: ‘Levanta-te e atira-te no mar’, e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. <sup>24</sup>Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. <sup>25</sup>Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados”.<sup>[26]</sup> – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcos nos narra um episódio curioso, com forte carga simbólica: Jesus amaldiçoa e faz secar uma figueira. Essa figueira representa Israel, envolto em tantas práticas exteriores, mas vazio de frutos, incapaz de acolher o Messias e gerar vida nova. A expulsão dos vendilhões do templo é um complemento ao gesto profético anterior, que reforça a esterilidade espiritual dos judeus, preocupados apenas com o ritualismo e o comércio religioso. Quantas falsas igrejas e seitas deveriam ler e compreender o Evangelho de hoje. Enganam o povo com ritos e outras coisas aparentes, mas são incapazes de nos cuidar da alma do ser humano. Jesus convoca à oração verdadeira, a respeitar a casa do Pai, a consagrar-se a Deus e a nada mais. A fé não comporta comércio, é pura doação e reciprocidade.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
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		<title>Quinta-feira da 8ª semana do Tempo Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia) O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s). Pela luz da fé, somos curados das nossas cegueiras e nos tornamos capazes de seguir Jesus pelo caminho da salvação. Nesta celebração, com plena confiança no Senhor, também peçamos: “Mestre, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia)</p>
<p>O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s).</p>
<p>Pela luz da fé, somos curados das nossas cegueiras e nos tornamos capazes de seguir Jesus pelo caminho da salvação. Nesta celebração, com plena confiança no Senhor, também peçamos: “Mestre, que eu veja!”</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Pedro 2,2-5.9-12</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da primeira carta de São Pedro – Caríssimos, <sup>2</sup>como criancinhas recém-nascidas, desejai o leite legítimo e puro, que vos vai fazer crescer na salvação. <sup>3</sup>Pois já provastes que o Senhor é bom. <sup>4</sup>Aproximai-vos do Senhor, pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e honrosa aos olhos de Deus. <sup>5</sup>Do mesmo modo, também vós, como pedras vivas, formai um edifício espiritual, um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo. <sup>9</sup>Mas vós sois a raça escolhida, o sacerdócio do Reino, a nação santa, o povo que ele conquistou para proclamar as obras admiráveis daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa. <sup>10</sup>Vós sois aqueles que “antes não eram povo, agora, porém, são povo de Deus; os que não eram objeto de misericórdia, agora, porém, alcançaram misericórdia”. <sup>11</sup>Amados, eu vos exorto como a estrangeiros e migrantes: afastai-vos das humanas paixões, que fazem guerra contra vós mesmos. <sup>12</sup>Tende bom procedimento no meio dos gentios. Deste modo, mesmo caluniando-vos como se fôsseis malfeitores, eles poderão observar a vossa boa atuação e glorificar a Deus no dia de sua visitação. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>99(100)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com canto apresentai-vos diante do Senhor!</strong></p>
<p>1. Aclamai o Senhor, ó terra inteira, † servi ao Senhor com alegria, / ide a ele, cantando jubilosos! – R.</p>
<p>2. Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, † ele mesmo nos fez, e somos seus, / nós somos seu povo e seu rebanho. – R.</p>
<p>3. Entrai por suas portas dando graças, † e em seus átrios com hinos de louvor; / dai-lhe graças, seu nome bendizei! – R.</p>
<p>4. Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, † sua bondade perdura para sempre, / seu amor é fiel eternamente! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 10,46-52</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Eu sou a luz do mundo; / aquele que me segue / não caminha entre as trevas, / mas terá a luz da vida (Jo 8,12). – R.</em></p>
<p>Proclamação do  Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>46</sup>Jesus saiu de Jericó junto com seus discípulos e uma grande multidão. O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho. <sup>47</sup>Quando ouviu dizer que Jesus, o Nazareno, estava passando, começou a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” <sup>48</sup>Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!” <sup>49</sup>Então Jesus parou e disse: “Chamai-o”. Eles o chamaram e disseram: “Coragem, levanta-te, Jesus te chama!” <sup>50</sup>O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. <sup>51</sup>Então Jesus lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?” O cego respondeu: “Mestre, que eu veja!” <sup>52</sup>Jesus disse: “Vai, a tua fé te curou”. No mesmo instante, ele recuperou a vista e seguia Jesus pelo caminho. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>É significativo que a última cura realizada por Jesus tenha ocorrido em Jericó, cidade bastante citada na Sagrada Escritura. Quem não se recorda do cerco de Jericó, com a queda das muralhas da cidade diante dos israelitas liderados por Josué, ajudante e sucessor de Moisés? É em Jericó também que se encontra o monte das Tentações, local onde Jesus teria sido tentado pelo diabo antes de iniciar sua vida pública. Enfim, é simbólico que seja neste pequeno povoado próximo de Jerusalém que Jesus faça um cego ver, sinal messiânico segundo as profecias de Isaías, e deixe que o chamem de filho de Davi, outro sinal messiânico.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Quarta-feira da 8ª semana do Tempo Comum</title>
		<link>https://noticiascatolicas.com.br/2026/05/27/quarta-feira-da-8a-semana-do-tempo-comum-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 04:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(verde – ofício do dia da 4ª semana do saltério) O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s). Primeira Leitura: 1 Pedro 1,18-25 &#160; Leitura da primeira carta de São Pedro – Caríssimos, 18sabeis que fostes resgatados da vida fútil herdada de vossos pais não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">(verde – ofício do dia da 4ª semana do saltério)</p>
<p>O Senhor tornou-se meu protetor e me conduziu para um lugar espaçoso; ele me salvou, porque me ama (Sl 17,19s).</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Pedro 1,18-25</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da primeira carta de São Pedro – Caríssimos, <sup>18</sup>sabeis que fostes resgatados da vida fútil herdada de vossos pais não por meio de coisas perecíveis, como a prata ou o ouro, <sup>19</sup>mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha nem defeito. <sup>20</sup>Antes da criação do mundo, ele foi destinado para isso e, neste final dos tempos, ele apareceu por amor de vós. <sup>21</sup>Por ele é que alcançastes a fé em Deus. Deus o ressuscitou dos mortos e lhe deu a glória, e assim a vossa fé e esperança estão em Deus. <sup>22</sup>Pela obediência à verdade, purificastes as vossas almas para praticar um amor fraterno sem fingimento. Amai-vos, pois, uns aos outros de coração e com ardor. <sup>23</sup>Nascestes de novo, não de uma semente corruptível, mas incorruptível, mediante a Palavra de Deus, viva e permanente. <sup>24</sup>Com efeito, “toda carne é como erva, e toda a sua glória como a flor da erva; secou-se a erva, cai a sua flor. <sup>25</sup>Mas a palavra do Senhor permanece para sempre”. Ora, essa palavra é a que vos foi anunciada no  Evangelho. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>147</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Glorifica o Senhor, Jerusalém!</strong></p>
<p>1. Glorifica o Senhor, Jerusalém! / Ó Sião, canta louvores ao teu Deus! / Pois reforçou com segurança as tuas portas / e os teus filhos em teu seio abençoou. – R.</p>
<p>2. A paz em teus limites garantiu / e te dá como alimento a flor do trigo. / Ele envia suas ordens para a terra, / e a palavra que ele diz corre veloz. – R.</p>
<p>3. Anuncia a Jacó sua palavra, / seus preceitos, suas leis a Israel. / Nenhum povo recebeu tanto carinho, / a nenhum outro revelou os seus preceitos. – R.</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Veio o Filho do Homem, a fim de servir / e dar sua vida em resgate por muitos (Mc 10,45). – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>32</sup>os discípulos estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia na frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que iam atrás estavam com medo. Jesus chamou de novo os doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: <sup>33</sup>“Eis que estamos subindo para Jerusalém e o Filho do Homem vai ser entregue aos sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos. <sup>34</sup>Vão zombar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele ressuscitará”. <sup>35</sup>Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir”. <sup>36</sup>Ele perguntou: “O que quereis que eu vos faça?” <sup>37</sup>Eles responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!” <sup>38</sup>Jesus então lhes disse: “Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?” <sup>39</sup>Eles responderam: “Podemos”. E ele lhes disse: “Vós bebereis o cálice que eu devo beber e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. <sup>40</sup>Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado”. <sup>41</sup>Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. <sup>42</sup>Jesus os chamou e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. <sup>43</sup>Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande seja vosso servo; <sup>44</sup>e quem quiser ser o primeiro seja o escravo de todos. <sup>45</sup>Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus continua seu caminho em direção a Jerusalém. Os apóstolos o seguem, mas com medo e assustados. Ainda não conseguem acreditar totalmente na divindade do Mestre, não conseguem reconhecê-lo plenamente como o Messias enviado. Parecem estar mais preocupados com a ceia pascal que vão preparar ou com os lugares onde vão se sentar. Ironia do evangelista para mostrar que discutem coisas secundárias, interessam-se por coisas marginais, banais, em vez de procurarem o essencial e de valorizarem a presença de Jesus, que em breve não estará mais com eles. Pela terceira vez no Evangelho de Marcos, Jesus prenuncia sua paixão, morte e ressurreição.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Memória de São Filipe Neri – Terça-feira da 8ª semana do Tempo Comum</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 04:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelho do dia]]></category>
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					<description><![CDATA[(branco, pref. dos pastores – ofício da memória) O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós (Rm 5,5; 8,11). Filipe (Itália, 1515-1595) criou várias comunidades cristãs de jovens, promovendo animadas reuniões e o canto coral. Presbítero e fundador da Confederação do Oratório, dedicou-se ao apostolado do acolhimento [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">(branco, pref. dos pastores – ofício da memória)</p>
<p>O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós (Rm 5,5; 8,11).</p>
<p>Filipe (Itália, 1515-1595) criou várias comunidades cristãs de jovens, promovendo animadas reuniões e o canto coral. Presbítero e fundador da Confederação do Oratório, dedicou-se ao apostolado do acolhimento a todo tipo de miséria. Atrás do seu constante bom humor, escondia a humildade. Com ele podemos aprender a seguir Jesus e responder ao chamado do Senhor à santidade pelo caminho da profunda espiritualidade aliada ao bom humor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Primeira Leitura: <strong>1 Pedro 1,10-16</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leitura da primeira carta de São Pedro – Caríssimos, <sup>10</sup>esta salvação tem sido objeto das investigações e meditações dos profetas. Eles profetizaram a respeito da graça que vos estava destinada. <sup>11</sup>Procuraram saber a que época e a que circunstâncias se referia o Espírito de Cristo, que estava neles, ao anunciar com antecedência os sofrimentos de Cristo e a glória consequente. <sup>12</sup>Foi-lhes revelado que, não para si mesmos, mas para vós, estavam ministrando essas coisas que agora são anunciadas a vós por aqueles que vos pregam o Evangelho em virtude do Espírito Santo, enviado do céu; revelações essas que até os anjos desejam contemplar! <sup>13</sup>Por isso, aprontai a vossa mente; sede sóbrios e colocai toda a vossa esperança na graça que vos será oferecida na revelação de Jesus Cristo. <sup>14</sup>Como filhos obedientes, não modeleis a vossa vida de acordo com as paixões de antigamente, do tempo da vossa ignorância. <sup>15</sup>Antes, como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também vós, em todo o vosso proceder. <sup>16</sup>Pois está na Escritura: “Sede santos, porque eu sou santo”. – Palavra do Senhor.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Salmo Responsorial: <strong>97(98)</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Senhor fez conhecer seu poder salvador / perante as nações.</strong></p>
<p>1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / porque ele fez prodígios! / Sua mão e o seu braço forte e santo / alcançaram-lhe a vitória. – R.</p>
<p>2. O Senhor fez conhecer a salvação, / e às nações, sua justiça; / recordou o seu amor sempre fiel / pela casa de Israel. – R.</p>
<p>3. Os confins do universo contemplaram / a salvação do nosso Deus. / Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, / alegrai-vos e exultai! – R.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Evangelho: <strong>Marcos 10,28-31</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Aleluia, aleluia, aleluia.</em></strong></p>
<p><em>Graças te dou, ó Pai, / Senhor do céu e da terra, / pois revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, / escondendo-os aos doutores! (Mt 11,25) – R.</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, <sup>28</sup>começou Pedro a dizer a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. <sup>29</sup>Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do  Evangelho, <sup>30</sup>receberá cem vezes mais agora, durante esta vida – casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições –, e, no mundo futuro, a vida eterna. <sup>31</sup>Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”. – Palavra da salvação.</p>
<div class="subtitulo-liturgia">Reflexão:</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem segue Jesus deve ser, acima de tudo, humilde e despojado. Os Evangelhos nos apresentam diversas situações em que Jesus pede que os discípulos deixem tudo para segui-lo. Seu próprio nascimento, numa gruta de Belém, rodeado apenas pelos pais e por alguns animais, é sinal do abandono total ao projeto do Pai, que pede o mesmo a todos os que querem segui-lo. Outro sinal é a obediência, aceitando ser o último em tudo. Aquele que está disposto a seguir Jesus não pode ambicionar riqueza ou poder, não pode almejar um alto posto, um cargo de liderança, um status privilegiado e assim por diante. Deve se colocar como o último, lavando os pés dos seus discípulos, abaixando a cabeça diante das acusações, renunciando a qualquer regalia ou privilégio. Essas mesmas características são pedidas a nós hoje, especialmente aos que lideram a Igreja em todos os âmbitos. Por isso, o Vaticano II exorta os bispos, os sacerdotes e toda a Igreja a seguir o modelo de Jesus Cristo. Humildade, obediência e dedicação total ao Reino.</p>
<p>(Dia a dia com o Evangelho 2026)<br /><br /></p>
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