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<lastBuildDate><![CDATA[Sat, 11 Feb 2012 00:17:00 GMT]]></lastBuildDate>
<title><![CDATA[Rascunho]]></title>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net]]></link>
<description><![CDATA[Novidades do portal cultural Rascunho.net]]></description>
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<title><![CDATA[Três comunidades sob a mesma T(h)ree]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/Wilson Tsang 2.JPG'&gt;&lt;br /&gt;Demonstrar que o «encontro de raízes» não impede «fuga ao tradicionalismo» é um objectivo de &lt;i&gt;T(h)ree&lt;/i&gt;, compilação de música moderna e alternativa made in Hong Kong, Macau e… Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Tr&amp;ecirc;s dezenas de bandas, divididas aos pares ao longo de 15 temas, 
visitam e unem a m&amp;uacute;sica moderna e alternativa de Portugal, &amp;agrave;s das 
cidades de Macau e Hong Kong. Esta &amp;eacute; a proposta do primeiro de tr&amp;ecirc;s cap&amp;iacute;tulos de &lt;a href="http://www.myspace.com/projectothree" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;T(h)ree&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada por David
Valentim. Ap&amp;oacute;s ter vivido em ambas as cidades chinesas, este arquitecto de
forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o encontrou-se com o RASCUNHO no Museu de Oriente, espa&amp;ccedil;o que se preparava
para receber nomes inscritos no verso deste &amp;aacute;lbum como &amp;Ouml;lga, Norberto Lobo, O Monstro ou
os orientais S.T., Joey Chu e Wilson Tsang (foto).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" src="../img/T(h)ree_capa.jpg" alt="" width="200" height="182" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;T(h)ree&lt;/em&gt;, o
baptismo desta compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o, leva-nos a pensar que se deve &amp;agrave;s tr&amp;ecirc;s comunidades
integrantes deste projecto: a portuguesa, a macaense e a de Hong Kong. Que
outros motivos o levaram a escolher este nome?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por a letra &amp;laquo;h&amp;raquo; estar entre par&amp;ecirc;ntesis, tamb&amp;eacute;m pode
ser considerado &amp;aacute;rvore, devido &amp;agrave;s diferentes ramifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que podem surgir de
um projecto como este. O que estou a fazer &amp;eacute; semear uma &amp;aacute;rvore musical que
esperemos que no futuro cres&amp;ccedil;a, seja regada, apoiada a n&amp;iacute;vel institucional e
por quem a ouve. No fundo, estamos a falar de ra&amp;iacute;zes musicais e ramifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es
culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fala em
futuro e em novas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Podemos ent&amp;atilde;o supor que existir&amp;atilde;o novos cap&amp;iacute;tulos
neste projecto?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; uma trilogia asi&amp;aacute;tica, com Portugal e a sua m&amp;uacute;sica
como base, e onde os outros dois territ&amp;oacute;rios integrantes v&amp;atilde;o mudando de &amp;aacute;lbum
para &amp;aacute;lbum. Este primeiro volume &amp;eacute; de Hong Kong e Macau, depois ser&amp;atilde;o outros
dois territ&amp;oacute;rios asi&amp;aacute;ticos, e o terceiro ir&amp;aacute; pelo mesmo caminho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o
acaba de ser lan&amp;ccedil;ada, mas come&amp;ccedil;ou a ser criada h&amp;aacute; mais de um ano. Como &amp;eacute; que
surgiu a ideia de conceber este projecto? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Surgiu quando vivi em Hong-Kong, onde desenvolvi alguns projectos musicais, nomeadamente na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventos de
m&amp;uacute;sica &lt;em&gt;underground&lt;/em&gt;. Esta experi&amp;ecirc;ncia
permitiu-me conhecer muitos m&amp;uacute;sicos locais e alternativos, todos eles
desconhecedores da m&amp;uacute;sica portuguesa, o que me fez pensar que estava numa
situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o privilegiada para juntar a m&amp;uacute;sica moderna e alternativa de Portugal
com a de Hong Kong e Macau.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A que
especificidades musicais se refere quando fala em m&amp;uacute;sica moderna?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os emigrantes de hoje em dia j&amp;aacute; n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os de
antigamente, que tinham um certo saudosismo, amor incondicional &amp;agrave; P&amp;aacute;tria, e
esperavam que o D. Sebasti&amp;atilde;o regressasse numa tarde de nevoeiro. Com a Internet
e as novas tecnologias, estamos muito mais pr&amp;oacute;ximos e, no meu caso
particular, quando estou em Hong Kong e Macau sinto-me ligado a Portugal. Quando
digo moderna e alternativa significa que quero fugir a tradicionalismo: ao fado
ou &amp;agrave; m&amp;uacute;sica popular portuguesa, at&amp;eacute; porque hoje em dia h&amp;aacute; um novo sentimento na
emigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Encaixar
nessa defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sica moderna e alternativa ajuda a justificar a forte
presen&amp;ccedil;a da m&amp;uacute;sica electr&amp;oacute;nica. Esse foi o factor mais importante na escolha
das bandas? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal como referi, fiz v&amp;aacute;rios festivais de m&amp;uacute;sica alternativa
em Hong Kong e Macau, dos quais escolhi as bandas que melhor exprimem o que se
faz dentro da m&amp;uacute;sica moderna local. Tentei perceber quais eram as qualidades delas
e, depois, tentei junt&amp;aacute;-las com m&amp;uacute;sicos portugueses que enfatizassem essas
mais-valias e adicionassem novos elementos. Foi um pouco de l&amp;aacute; para c&amp;aacute; que fiz
essa liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="float: left; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="../img/ST_three.jpg" alt="" /&gt;&lt;strong&gt;H&amp;aacute;
projectos musicais portugueses que sejam conhecidos em Macau ou Hong Kong?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; vida para al&amp;eacute;m do fado. A
Macau v&amp;atilde;o muitos fadistas, bandas dos anos 90 que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o muito na moda e at&amp;eacute;
m&amp;uacute;sicos de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o com carreiras que se prolongam desde o 25 de Abril. Em
Hong Kong &amp;eacute; quase zero: no m&amp;aacute;ximo existe um ou outro fadista que v&amp;atilde;o l&amp;aacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Com o
decorrer deste projecto, as bandas orientais j&amp;aacute; lhe deram algum parecer
relativamente &amp;agrave;s portuguesas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O contacto delas com a m&amp;uacute;sica portuguesa come&amp;ccedil;ou com
o &lt;em&gt;T(h)ree&lt;/em&gt;, j&amp;aacute; h&amp;aacute; quase dois anos. Todos
aqueles que entraram na compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o adoraram ou ficaram muito surpreendidos com
o que receberam do seu parceiro portugu&amp;ecirc;s. O contr&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m se fez sentir. A
Gloria Tang (de Hong Kong), que cantou uma m&amp;uacute;sica com o Norberto Lobo, ficou
muito surpreendida com o que este fez, tal como o ST (tamb&amp;eacute;m de Hong Kong, na foto)
tamb&amp;eacute;m ficou com os Balla. Essa liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o depois fez com que eles tamb&amp;eacute;m
tentassem conhecer um pouco mais a m&amp;uacute;sica de Portugal. Eu sou apenas a igni&amp;ccedil;&amp;atilde;o
de um projecto que depois ganha vida pr&amp;oacute;pria e ajuda a suprimir falta de
liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; entre estas tr&amp;ecirc;s comunidades, como entre Portugal e o mercado
muito fechado do resto da &amp;Aacute;sia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3302'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qjDR9fXlrAZAPjS64aaPF0Nqnww/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qjDR9fXlrAZAPjS64aaPF0Nqnww/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qjDR9fXlrAZAPjS64aaPF0Nqnww/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qjDR9fXlrAZAPjS64aaPF0Nqnww/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=q1b8k1gJsCo:nGWf48eh7BQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2011-02-01 10:48:42]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3302]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Al Berto homenageado em dia de aniversário]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/al_berto-botequim11.jpg'&gt;&lt;br /&gt;Um conjunto de intelectuais e agentes culturais ligados ao poeta crepuscular reúnem-se, esta terça-feira, em Lisboa. A tertúlia acontece no Botequim, como nos tempos em que Natália Correia dirigia o espaço e fazia do Largo da Graça um centro da capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os 63 anos que Al Berto faria hoje, 11 de Janeiro, v&amp;atilde;o ser
assinalados no Botequim, em Lisboa, com uma noite de poesia e tert&amp;uacute;lia. H&amp;aacute; uma
mesa de pessoas que, tendo sido pr&amp;oacute;ximas do homem ou estando ligadas &amp;agrave; obra do
autor, v&amp;atilde;o nortear o debate. Os versos, esses, ser&amp;atilde;o de quem quiser levantar-se
e falar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Julieta Santos, directora do Teatro do Mar, e Isabel Silva,
do Centro Cultural Emmerico Nunes, s&amp;atilde;o as duas convidadas que chegam ao Largo
da Gra&amp;ccedil;a vindas de Silves, cidade alentejana onde Al Berto passou toda a inf&amp;acirc;ncia
e a adolesc&amp;ecirc;ncia at&amp;eacute; se mudar para Lisboa, para estudar artes na Escola Ant&amp;oacute;nio
Arroio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O produtor cultural Paulo Correia, o fil&amp;oacute;sofo e investigador
Jo&amp;atilde;o Maur&amp;iacute;cio Br&amp;aacute;s e Ana Rocha, autora de uma tese de mestrado
recentemente defendida sobre o livro &lt;em&gt;O
Anjo Mudo&lt;/em&gt; e poetisa que assina como Ana Salom&amp;eacute;, tamb&amp;eacute;m integram a mesa. &lt;em&gt;O
Medo&lt;/em&gt;, antologia do seu trabalho po&amp;eacute;tico, estar&amp;aacute; a circular no Botequim,
para ser lido em voz alta pelo p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Al Berto era o pseud&amp;oacute;nimo utilizado por Alberto Raposo
Pidwell Tavares (n. Coimbra, 1948), que come&amp;ccedil;ou por trabalhar em pintura e
partiu depois para a prosa e a poesia. Tem uma pe&amp;ccedil;a de teatro publicada e um
livro de desenho. Morreu de linfoma, a 13 de Junho de 1997. A sua obra
encontra-se no cat&amp;aacute;logo da Ass&amp;iacute;rio &amp;amp; Alvim.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3301'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Ybuc0kFiIyFQDZQTFxpIjll_rQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Ybuc0kFiIyFQDZQTFxpIjll_rQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Ybuc0kFiIyFQDZQTFxpIjll_rQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Ybuc0kFiIyFQDZQTFxpIjll_rQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=HIR2JK0r0Ao:p7QQovugra0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2011-01-11 12:16:05]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3301]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marco Ferreri e Kôji Wakamatsu editados em caixas de DVD]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/marco_ferreri-dez10.jpg'&gt;&lt;br /&gt;A Clap Filmes prepara-se para levar vários títulos para o mercado a partir de Janeiro. Além de duas antologias, o catálogo será alargado com &lt;i&gt;Cópia Certificada&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Cela 211&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;I'm Still Here&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Mistérios de Lisboa&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O novo ano vai arrancar com mais t&amp;iacute;tulos nas prateleiras dos DVD. A Clap Filmes vai alargar o cat&amp;aacute;logo ao longo do primeiro trimestre com obras que estiveram recentementemente, ou que ainda est&amp;atilde;o, em cartaz, mas tamb&amp;eacute;m com duas antologias: uma do italiano Marco Ferreri; a outra do japon&amp;ecirc;s K&amp;ocirc;ji Wakamatsu. Cada caixa ter&amp;aacute; cinco filmes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na de Ferreri, v&amp;atilde;o poder encontrar-se &lt;em&gt;Dillinger Morreu&lt;/em&gt; (1969), &lt;em&gt;A Semente do Homem&lt;/em&gt; (1969), &lt;em&gt;N&amp;atilde;o Toques na Mulher Branca&lt;/em&gt; (1974), &lt;em&gt;O Ref&amp;uacute;gio das Crian&amp;ccedil;as&lt;/em&gt; (1979) e &lt;em&gt;Contos da Loucura Normal&lt;/em&gt; (1981). O realizador, desaparecido em 1997 a dois dias de fazer 69 anos, deixou vasta obra, de onde se destaca &lt;em&gt;A Grande Farra&lt;/em&gt; (1973).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A caixa de K&amp;ocirc;ji Wakamatsu, &amp;laquo;o mestre do cinema er&amp;oacute;tico subversivo&amp;raquo;, inclui &lt;em&gt;Os Segredos Atr&amp;aacute;s das Paredes&lt;/em&gt; (1965), &lt;em&gt;O Embri&amp;atilde;o Ca&amp;ccedil;a em Segredo&lt;/em&gt; (1966), &lt;em&gt;Vai, Vai Virgem Pela Segunda Vez&lt;/em&gt; (1969), &lt;em&gt;Sex Jack &amp;ndash; Sistema Violado&lt;/em&gt; (1971) e &lt;em&gt;O &amp;Ecirc;xtase dos Anjos&lt;/em&gt; (1972). S&amp;atilde;o t&amp;iacute;tulos da muito produtiva primeira d&amp;eacute;cada de trabalho do japon&amp;ecirc;s (n. 1936), que se mant&amp;eacute;m no activo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es estar&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis j&amp;aacute; em Janeiro, tal como &lt;em&gt;C&amp;oacute;pia Certificada&lt;/em&gt;. O filme de Abbas Kiarostami, que esteve em competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Cannes, ainda pode ser visto em sala. Seguem-se as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, em Fevereiro, de mais dois t&amp;iacute;tulos que se encontram em cartaz: &lt;em&gt;Cela 211&lt;/em&gt;, de Daniel Monz&amp;oacute;n, que arrecadou oito pr&amp;eacute;mios Goya; e &lt;em&gt;I'm Still Here&lt;/em&gt;, de Casey Affleck.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mesmo m&amp;ecirc;s estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel &lt;em&gt;Tulpan&lt;/em&gt;, de Sergei Dvortsevoy, galardoado com o pr&amp;eacute;mio Un Certain Regard em Cannes. Em Mar&amp;ccedil;o, &amp;eacute; a vez do longo &lt;a href="../critica.php?id=1780" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Mist&amp;eacute;rios de Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, de Ra&amp;uacute;l Ruiz, j&amp;aacute; distinguido em San Sebasti&amp;aacute;n e S&amp;atilde;o Paulo, e de &lt;em&gt;Cosa Voglio di Pi&amp;uacute;&lt;/em&gt;. Este &amp;uacute;ltimo, de Silvio Soldini, esteve presente na gala especial da 60&amp;ordf; Berlinale.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.clapfilmes.pt/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3300'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/l7Dy5lLZtinxzX8IOagvH2ij-HQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/l7Dy5lLZtinxzX8IOagvH2ij-HQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=SGAZnGbfXLk:jv9ndugrnoQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-29 15:11:29]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3300]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maria João dá frutos no Inverno]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/maria_joao-dez10.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Amoras e Framboesas&lt;/i&gt; chega ao público em Fevereiro. Maria João volta a apresentar-se sem Mário Laginha, depois de mais uma colaboração com o pianista ainda este ano. O lugar é ocupado pela Orquestra Jazz de Matosinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Fevereiro &amp;eacute; o m&amp;ecirc;s escolhido para o lan&amp;ccedil;amento de mais um &amp;aacute;lbum a solo de Maria Jo&amp;atilde;o. &lt;em&gt;Amoras e Framboesas&lt;/em&gt; surge cerca de quatro anos ap&amp;oacute;s &lt;em&gt;Jo&amp;atilde;o&lt;/em&gt;. De fora fica o compagnon de route M&amp;aacute;rio Laginha, com quem a cantora costuma assinar os discos e com quem gravou, al&amp;eacute;m de com David Linx e Diederik Wissels, ainda em 2010, &lt;em&gt;Follow The Songlines&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Orquestra Jazz de Matosinhos acompanha Maria Jo&amp;atilde;o neste registo, que foi gravado na sua maior parte nos Est&amp;uacute;dio Vale de Lobos por M&amp;aacute;rio Barreiros, com direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Pedro Guedes. antes de chegar ao mercado, &lt;em&gt;Amoras e Framboesas&lt;/em&gt; viajou ainda at&amp;eacute; Nova Iorque, onde foi masterizado, no Sterling Sound Studio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fl&amp;ocirc;r&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Torrente&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Beatriz&lt;/em&gt; s&amp;atilde;o alguns dos temas de refer&amp;ecirc;ncia de Maria Jo&amp;atilde;o que a cantora decidiu incluir no alinhamento. &lt;em&gt;Canto de Ossanha&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sklylark&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;L&amp;iacute;gia&lt;/em&gt; tamb&amp;eacute;m se encontram nesta &amp;laquo;ambiciosa mistura de sons e sabores&amp;raquo;, como se l&amp;ecirc; no comunicado da Universal, que edita o disco. Andr&amp;eacute; Fernandes, Jo&amp;atilde;o Farinha e Andr&amp;eacute; Nascimento s&amp;atilde;o m&amp;uacute;sicos convidados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.mariajoao.org/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://myspace.com/mariajoaograncha" target="_blank"&gt;MySpace&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3299'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M8WxsyimXq8lgsbT68NKHuI8vj0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M8WxsyimXq8lgsbT68NKHuI8vj0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-28 13:31:04]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3299]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Disco Voador devolve Clã aos palcos]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/cla-disco_voador.jpg'&gt;&lt;br /&gt;O Estaleiro, projecto de formação cultural da mesma equipa que produz o Curtas Vila do Conde, arranca em Janeiro com um espectáculo inédito dos Clã. As novas canções foram escritas para crianças, mas são para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os Cl&amp;atilde; voltam a pisar um palco a 14 de Janeiro, no Teatro
Municipal de Vila do Conde. V&amp;atilde;o apresentar &lt;em&gt;Disco
Voador&lt;/em&gt;, espect&amp;aacute;culo in&amp;eacute;dito composto para crian&amp;ccedil;as que repete no dia
seguinte, 15, no mesmo espa&amp;ccedil;o. A m&amp;uacute;sica de H&amp;eacute;lder Gon&amp;ccedil;alves &amp;eacute; acompanhada, de
novo, pelas letras de Regina Guimar&amp;atilde;es (a maioria) e de Carlos T&amp;ecirc; (duas).&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;A partir de um desafio &amp;ndash; construir um espect&amp;aacute;culo para
espectadores supernovos &amp;ndash; os Cl&amp;atilde; entenderam s&amp;oacute; fazia sentido serem ainda mais decididamente
fi&amp;eacute;is &amp;agrave; sua rota. Assim, a leitura que fizeram do desafio que lhes foi lan&amp;ccedil;ado
foi encararem esse espect&amp;aacute;culo como um laborat&amp;oacute;rio de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;raquo;, avan&amp;ccedil;a a
pr&amp;oacute;pria Regina Guimar&amp;atilde;es, em comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A letrista explica que o que se pretendeu com este concerto
foi que &amp;laquo;as emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os sentimentos, os pontos de vista, etc. dos supernovos
fossem matriz de can&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito variadas em termos de tom e de respira&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;raquo;. &amp;laquo;Seguros
de que nenhum humano mata totalmente a crian&amp;ccedil;a e o adolescente que mora dentro
de si, os Cl&amp;atilde; sabem que este &lt;em&gt;Disco Voador&lt;/em&gt; se destina descaradamente a todos os p&amp;uacute;blicos&amp;raquo;, sublinha.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O espect&amp;aacute;culo &amp;eacute; um desafio do &lt;a href="http://estaleiro.curtas.pt/" target="_blank"&gt;Estaleiro&lt;/a&gt;, o projecto de
forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural da mesma equipa que faz o Curtas Vila do Conde,
que arranca com 2011. O objectivo passa por, ao longo de 20 meses, promover 20
concertos e 20 ateliers, e produzir ainda duas dezenas de filmes. Os Cl&amp;atilde;, cujo &amp;uacute;ltimo
disco, &lt;em&gt;Cintura&lt;/em&gt;, &amp;eacute; de 2007, s&amp;atilde;o os
primeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.cla.pt/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.myspace.com/clamusic" target="_blank"&gt;MySpace&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3298'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ECxa6anGrhricvSZu3lb8NkEoxk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ECxa6anGrhricvSZu3lb8NkEoxk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ECxa6anGrhricvSZu3lb8NkEoxk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ECxa6anGrhricvSZu3lb8NkEoxk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=qL8-yL__G4Y:P9o9G1oBKKY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-23 15:27:31]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3298]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Borrego para banquetear estreia dos Hã]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/hãfoto.jpg'&gt;&lt;br /&gt;O Musicbox, em Lisboa, recebe esta quarta-feira a primeira apresentação de &lt;i&gt;Lamb Jackie&lt;/i&gt;, registo tenro alimentado por dupla ex-Jesus the Misunderstood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Festa, surpresas, reencontro com caras conhecidas, tudo isto
&amp;eacute; Natal, tudo isto &amp;eacute; o que esperamos da primeira apari&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica dos H&amp;atilde;,
marcada para hoje, em Lisboa. O novo projecto de Miguel Pereira e Pedro
Gir&amp;atilde;o, dupla que come&amp;ccedil;ou a encarar o p&amp;uacute;blico com os Jesus the Misunderstood, atraca
no Cais do Sodr&amp;eacute; para mais uma noite OffBeatz. Ao proporcionar entrada gratuita
no Musicbox, esta iniciativa p&amp;otilde;e a nu projectos musicais portugueses de tenra data
de nascimento.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na bagagem os H&amp;atilde; levam &lt;em&gt;Lamb
Jackie&lt;/em&gt;, registo em edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autor e pintado de fresco. Para transformar a previs&amp;iacute;vel
noite fresca num quente cen&amp;aacute;rio dan&amp;ccedil;ante, &amp;agrave;s densas camadas sonoras sugeridas
pelos supracitados ser&amp;atilde;o acrescentados os ritmos sugeridos pela bateria de Tony
e pelo baixo de Nuno Lucas, com visitas espor&amp;aacute;dicas de Pav&amp;atilde;o e da outra metade
dos JtM, Manuel Dordio e Lu&amp;iacute;s Nunes (Walter Benjamin).&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O registo soalheiro que os deu a conhecer nos &lt;a href="../critica.php?id=1030" target="_blank"&gt;Jesus the
Misunderstood&lt;/a&gt; mant&amp;eacute;m-se, mas os cinco temas que &lt;em&gt;Lamb Jackie&lt;/em&gt; apresenta assentam em materiais mais robustos. Esmiu&amp;ccedil;ando
um perfil, e ap&amp;oacute;s conferir com estes rapazes o que a primeira audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do EP
permitiu desconfiar e as pr&amp;oacute;ximas linhas apontam, os H&amp;atilde; parecem acreditar e
vivem fascinados com certa hist&amp;oacute;ria/lenda de 1991, ano do ponto final na longa
constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Loveless &lt;/em&gt;pelos My Bloody
Valentine. O perfeccionismo levado &amp;agrave; loucura e/ou uma inflama&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos ouvidos
por causa do excesso de som, ter&amp;atilde;o feito com que a obra-prima destes brit&amp;acirc;nicos
tenha ditado o in&amp;iacute;cio de um longo hiato discogr&amp;aacute;fico que dura at&amp;eacute; aos nossos
dias.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que &amp;eacute; que esta hist&amp;oacute;ria tem a ver com os &lt;a href="http://www.myspace.com/haband"&gt;H&amp;atilde;&lt;/a&gt; e com o EP de
estreia &lt;em&gt;Lamb Jackie&lt;/em&gt;? Talvez pouco,
possivelmente tudo. A verificar, esta quarta-feira, no Musicbox.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3297'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5SIwT_Z0C9EvY5aqz1RB76-MAk8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5SIwT_Z0C9EvY5aqz1RB76-MAk8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5SIwT_Z0C9EvY5aqz1RB76-MAk8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5SIwT_Z0C9EvY5aqz1RB76-MAk8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=CYpo41hbdTw:GTt59xzySzs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-22 06:07:01]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3297]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gulbenkian publica memórias de Rómulo de Carvalho]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/romulo_de_carvalho-memorias-rect.jpg'&gt;&lt;br /&gt;O nascimento de António Gedeão e a adesão que a sua poesia teve do público está explanado em &lt;i&gt;Memórias&lt;/i&gt;, páginas escritas até à vertigem da morte, em 1997. O livro, apresentado esta terça-feira, é «o romance de uma vida».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;R&amp;oacute;mulo de Carvalho escreveu mais de mil p&amp;aacute;ginas sobre 90 anos de vida. O &amp;uacute;ltimo ponto foi colocado tr&amp;ecirc;s semanas antes da sua
morte, a 19 de Fevereiro de 1997, deixando apenas em branco uma linha &amp;ndash; precisamente para a data
do seu &amp;uacute;ltimo suspiro. O volume chega agora ao p&amp;uacute;blico, com a chancela da Calouste
Gulbenkian.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;Mem&amp;oacute;rias&lt;/em&gt; &amp;eacute;
apresentado &amp;agrave;s 18h30 de hoje, dia 21, durante a Festa dos Livros, na galeria de
exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias da loja do museu da funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em Lisboa. A sess&amp;atilde;o vai
contar com Frederico Carvalho, que coordenou a obra, Ant&amp;oacute;nio Manuel Nunes dos
Santos, professor da Universidade Nova de Lisboa, e Manuel Carmelo Rosa,
director do Servi&amp;ccedil;o de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Bolsas da Calouste Gulbenkian.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O &amp;laquo;nascimento&amp;raquo; de Ant&amp;oacute;nio Gede&amp;atilde;o, pseud&amp;oacute;nimo com que R&amp;oacute;mulo
de Carvalho assinou a sua poesia, merece destaque entre os acontecimentos que se
l&amp;ecirc;em neste livro. A ades&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico aos seus versos, tamb&amp;eacute;m. Este &amp;eacute;, no
entanto, &amp;laquo;o romance de uma vida&amp;raquo;, que chega mesmo a fazer historiografia no que
toca &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escola e do ensino em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;R&amp;oacute;mulo de Carvalho foi professor e divulgador de Ci&amp;ecirc;ncia empenhado. &amp;laquo;Com
o humor, a independ&amp;ecirc;ncia de esp&amp;iacute;rito, e agudeza cr&amp;iacute;tica, que eram
caracter&amp;iacute;sticas marcantes da personalidade do autor, este desvenda-se aos olhos
do leitor deixando entender a sua particular vis&amp;atilde;o do mundo e da hist&amp;oacute;ria, e da
comunidade dos homens e mulheres que fazem essa mesma hist&amp;oacute;ria&amp;raquo;, releva a Calouste
Gulbenkian, em comunicado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3296'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Og2Y8-yrZySPkNxKvIJnDYrLpMs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Og2Y8-yrZySPkNxKvIJnDYrLpMs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Og2Y8-yrZySPkNxKvIJnDYrLpMs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Og2Y8-yrZySPkNxKvIJnDYrLpMs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=8chOKHf_Dc8:v8kmxD_cjiw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-21 10:57:48]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3296]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Investigação sobre História, Arte e Religião no Porto chega às livrarias]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/ernesto_vaz_ribeiro-porto_ponto_de_encontro-a_penaventosa.jpg'&gt;&lt;br /&gt;Ernesto Vaz Ribeiro explora «íntima relação» entre as histórias portuense e portuguesa, em volume que é apresentado esta segunda-feira. O livro inclui cerca de 150 curtas biografias de figuras que marcaram a cidade ao longo dos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O conhecimento sobre a Invicta recebe novo contributo, hoje,
dia 20, com o lan&amp;ccedil;amento do novo livro de Ernesto Vaz Ribeiro.
&lt;em&gt;Porto &amp;ndash; Ponto de Encontro de Hist&amp;oacute;ria,
Arte e Religi&amp;atilde;o&lt;/em&gt; resulta de uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o transdisciplinar, que tem por
base os &amp;laquo;in&amp;uacute;meros&amp;raquo; cruzamentos entre a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cidade e de Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O volume de 480 p&amp;aacute;ginas, que &amp;eacute; apresentado
&amp;agrave;s 21h30 no Palacete dos Viscondes de Balsem&amp;atilde;o, com introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Eduardo Perez
Sanchez, debru&amp;ccedil;a-se sobre o &amp;laquo;rico patrim&amp;oacute;nio arquitect&amp;oacute;nico, art&amp;iacute;stico e
cultural do embri&amp;atilde;o da cidade, a Penaventosa, bem como as suas igrejas, cultos
e tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;raquo;, adianta a Z&amp;eacute;firo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A editora refere ainda, em comunicado, que
Vaz Ribeiro incluiu no livro &amp;laquo;cerca de 150 curtas biografias de figuras que
marcaram a hist&amp;oacute;ria da cidade e do pa&amp;iacute;s&amp;raquo;, &amp;laquo;para melhor contextualizar o leitor&amp;raquo;.
A obra &amp;eacute; &amp;laquo;ricamente ilustrada que retrata a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao longo dos s&amp;eacute;culos de
uma cidade que &amp;eacute; Patrim&amp;oacute;nio da Humanidade&amp;raquo;, assevera.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3295'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHzhi4DdKKknGDY92W1Tq5rx7Fw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHzhi4DdKKknGDY92W1Tq5rx7Fw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHzhi4DdKKknGDY92W1Tq5rx7Fw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHzhi4DdKKknGDY92W1Tq5rx7Fw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=z1IxQYVOOMM:p1y7xKvZhhs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-20 14:09:29]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3295]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inês Vinagre apresenta novo livro infantil]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/ines_vinagre-o_homem_da_nuvem_escura.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O Homem da Nuvem Escura&lt;/i&gt; está nas livrarias, com ilustrações de Sebastião Peixoto. O mais recente conto da jovem escritora, já distinguida com os prémios Ferreira de Castro e Jovens Criadores, tem lançamento oficial esta sexta-feira, em Braga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O audit&amp;oacute;rio bracarense da Calouste Gulbenkian acolhe hoje,
dia 17, a
apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;O Homem da Nuvem Escura&lt;/em&gt;.
O livro, escrito para crian&amp;ccedil;as, &amp;eacute; o mais recente de In&amp;ecirc;s Vinagre, jovem
professora prim&amp;aacute;ria que tem vindo a ser premiada a cada nova est&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A estreia aconteceu ainda durante a adolesc&amp;ecirc;ncia, aos 19
anos, com &lt;em&gt;Eu Quero Ser Trapezista&lt;/em&gt;. O conto
valeu-lhe ent&amp;atilde;o o Pr&amp;eacute;mio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro. Tr&amp;ecirc;s
anos volvidos, escreve &lt;em&gt;A Casa&lt;/em&gt;, na
sequ&amp;ecirc;ncia de uma oficina de escrita criativa com valter hugo m&amp;atilde;e, e arrecada o
Pr&amp;eacute;mio Jovens Criadores.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;In&amp;ecirc;s Vinagre, que vive em Braga, tem agora 27 anos. &lt;em&gt;O Homem da Nuvem Escura&lt;/em&gt; conta com
ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Sebasti&amp;atilde;o Peixoto, autor do blogue &lt;a href="http://brufen600.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Brufen600&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, e &amp;eacute; uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="http://www.operaomnia.pt/" target="_blank"&gt;Opera
Omnia&lt;/a&gt;. A junta de freguesia de S. Victor, do mesmo concelho, comprou 200 c&amp;oacute;pias
para distribuir pelos alunos do quarto ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O livro ser&amp;aacute; apresentado por Jorge Lage, coordenador distrital
do Projecto de Sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Florestal da Popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Escolar. A sess&amp;atilde;o
est&amp;aacute; agendada para as 15h00.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3294'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCkqUwL6oa-rjt59iSPF1kWqAIs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCkqUwL6oa-rjt59iSPF1kWqAIs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCkqUwL6oa-rjt59iSPF1kWqAIs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCkqUwL6oa-rjt59iSPF1kWqAIs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=lXMigzy9igk:1bM98SV5448:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-17 11:02:40]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3294]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caminho volta à poesia de João Melo]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/joao_melo-cantico_da_terra_e_dos_homens.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cântico da Terra e dos Homens&lt;/i&gt; é mais um tomo que a coligir, em fino volume, quatro décadas de trabalho de João Melo. O poeta angolano apresenta o livro esta quinta-feira, em Lisboa, junto com Luandino Vieira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jo&amp;atilde;o Melo re&amp;uacute;ne 40 poemas no livro &lt;em&gt;C&amp;acirc;ntico da Terra e
dos Homens&lt;/em&gt;, que &amp;eacute; apresentado hoje, dia 16, na CE Buchholz da Duque de
Palmela, em Lisboa. A selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; do pr&amp;oacute;prio autor, angolano, que
se far&amp;aacute; acompanhar nesta sess&amp;atilde;o pelo conterr&amp;acirc;neo Luandino Vieira, escritor que
em 2006 recusou o Pr&amp;eacute;mio Cam&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Inoc&amp;ecirc;ncia Mata escreve, no posf&amp;aacute;cio do livro, que Jo&amp;atilde;o Melo
regressa aqui &amp;laquo;&amp;agrave; matriz da sua escrita, &amp;agrave; sua primordial concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;poiesis&lt;/em&gt;,
por que quer actualizar a express&amp;atilde;o do mundo&amp;raquo;. A professora da Universidade de
Lisboa frisa que o t&amp;iacute;tulo, desde logo, &amp;laquo;anuncia esse regresso &amp;agrave;s matrizes
ideol&amp;oacute;gicas de um outro tempo, j&amp;aacute; rarefeito pela voragem do desencanto e pelo
oportunismo do vazio ideol&amp;oacute;gico neoliberal&amp;raquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;[M]esmo se, ainda em 1977, o &amp;ldquo;poeta nacional&amp;rdquo; j&amp;aacute; apelasse
ao canto: &amp;ldquo;Alguns dos nossos escritores ainda choram quando &amp;eacute; altura de cantar,
embora por vezes o choro tamb&amp;eacute;m seja canto e a l&amp;aacute;grima, alegria&amp;rdquo;&amp;raquo;, acrescenta,
segundo nota da Caminho, que publica a obra. A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; agendada para
as 18h30.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3293'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a2q4_spT1KJLTm9bRknpqArNG4k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a2q4_spT1KJLTm9bRknpqArNG4k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a2q4_spT1KJLTm9bRknpqArNG4k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a2q4_spT1KJLTm9bRknpqArNG4k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-16 16:26:51]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3293]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ficção entra nos diários secretos da companheira de Hitler]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/simone_bernard-dupre-diarios_secretos_de_eva_braun.jpg'&gt;&lt;br /&gt;Eva Braun é a personagem central do livro de Simone Bernard-Dupré que é apresentado, esta terça-feira, em Lisboa. A ascensão e a queda do Terceiro Reich, assim como o Holocausto, são vistas a partir da intimidade alemã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Di&amp;aacute;rios Secretos de
Eva Braun&lt;/em&gt; est&amp;aacute; nas livrarias portuguesas. O livro de Simone Bernard-Dupr&amp;eacute; &amp;eacute;
apresentado hoje, dia 14, na Babel de S&amp;atilde;o Sebasti&amp;atilde;o, em Lisboa. A Arc&amp;aacute;dia, que
publica o volume centrado na companheira do ditador nazi Adolf Hitler, garante tratarem-se
de p&amp;aacute;ginas que &amp;laquo;n&amp;atilde;o deixam ningu&amp;eacute;m indiferente&amp;raquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A sess&amp;atilde;o, agendada para as 19h00, contar&amp;aacute; com a presen&amp;ccedil;a da
autora e de Fran&amp;ccedil;ois Renuit, que colaborou com Bernard-Dupr&amp;eacute; para conseguir &amp;laquo;sofrimento,
paix&amp;atilde;o, loucura, d&amp;uacute;vida, vividas e descritas por Eva&amp;raquo;. Nuno Rogeiro ser&amp;aacute; o
pivot da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O livro, que a editora qualifica como &amp;laquo;arrebatador&amp;raquo;, j&amp;aacute; foi
traduzido em v&amp;aacute;rias l&amp;iacute;nguas. &lt;em&gt;Os Di&amp;aacute;rios
Secretos de Eva Braun&lt;/em&gt; servem ainda para reler, de &amp;acirc;ngulo distinto das
elites alem&amp;atilde;s, &amp;iacute;ntimo, a ascens&amp;atilde;o e a queda do Terceiro Reich, e o Holocausto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Simone Bernard-Dupr&amp;eacute; &amp;eacute; autora dos livros &lt;em&gt;Nuits de Lumi&amp;egrave;re&lt;/em&gt; (1999), &lt;em&gt;Baisse les Yeux&lt;/em&gt; (2003) e &lt;em&gt;M&amp;eacute;lop&amp;eacute;e Africaine&lt;/em&gt; (2005).&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.babel.pt/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://babelaoquadrado.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blogue&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.facebook.com/babel.editora" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://twitter.com/BABELaoquadrado" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3292'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0h6fFsd8ywctv-lE9iLvwLBMLlQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0h6fFsd8ywctv-lE9iLvwLBMLlQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0h6fFsd8ywctv-lE9iLvwLBMLlQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0h6fFsd8ywctv-lE9iLvwLBMLlQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=flKz56QAJP0:rAdCav2C2wg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-14 12:24:45]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3292]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vitorino celebra República com novo disco]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/vitorino-viva_a_republica_viva.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Viva a República Viva!&lt;/i&gt; chegou às lojas e inclui colaborações de Sam the Kid, Filipa Pais e Janita Salomé. O trabalho aponta para o centenário que se fará em 2011 – o da Constituição e o da consagração do hino nacional, &lt;i&gt;A Portuguesa&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A Rep&amp;uacute;blica tem motivado vasta produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, art&amp;iacute;stica e outras,
ao longo deste ano de centen&amp;aacute;rio. Vitorino tamb&amp;eacute;m se juntou &amp;agrave; mole, mas com data
diversa como objecto de trabalho: o cantor alentejano apontou seis can&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao s&amp;eacute;culo
que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Portuguesa de 1911 e a consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;A Portuguesa&lt;/em&gt; como hino nacional, a 19 de Junho do mesmo ano, est&amp;atilde;o
quase a completar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Vitorino fez chegar &amp;agrave;s lojas &lt;em&gt;Viva a Rep&amp;uacute;blica Viva!&lt;/em&gt;, trabalho que sucede a &lt;em&gt;Tango&lt;/em&gt; (2009) e que junta na ficha t&amp;eacute;cnica as participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es
especiais de Sam the Kid (&lt;em&gt;Carta de um soldado
da Armada&lt;/em&gt;), Filipa Pais, Janita Salom&amp;eacute; e Carlos Salom&amp;eacute; (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_profilepage&amp;amp;v=_7MY-5N7lSE" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Marcha dos combatentes da Rotunda&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, o tema
de avan&amp;ccedil;o). Com direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o de S&amp;eacute;rgio Costa, o &amp;aacute;lbum celebra os ideais
anarco-sindicalistas que motivaram a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;Nesta cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o Vitorino procura entender o passado recente
que, atrav&amp;eacute;s dos seus av&amp;oacute;s e tios, come&amp;ccedil;a com o s&amp;eacute;culo XX, ao qual soma a sua
viv&amp;ecirc;ncia e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o adquiridas. Desse entendimento o cantor faz aquilo que
pode ser uma banda sonora da sua vida e recria as ambi&amp;ecirc;ncias &amp;ndash; em fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; do
que pode ter sido a m&amp;uacute;sica popular que andava no ar, no princ&amp;iacute;pio do s&amp;eacute;culo XX&amp;raquo;,
l&amp;ecirc;-se na nota de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disco.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;As comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Centen&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica decorrem, no ano
de 2010, tranquilas, seguras e pachorrentas. Interessantes e numerosas
publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, venda de artigos que provavelmente preenchiam as
prateleiras das lojas e drogarias do pa&amp;iacute;s. Tudo muito confinado a Lisboa. Faz,
por&amp;eacute;m, muita falta a festa, as imagens, o movimento e a m&amp;uacute;sica&amp;raquo;, sublinha o pr&amp;oacute;prio
Vitorino, citado no mesmo texto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;A Rep&amp;uacute;blica reviveu no 25 de Abril de 1974, mas,
lentamente, come&amp;ccedil;ou a definhar e nunca nos foi ensinada na sua dimens&amp;atilde;o de verdadeira
e profunda mudan&amp;ccedil;a, alterando as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais e culturais do povo
portugu&amp;ecirc;s. O Estado Novo apagou a hist&amp;oacute;ria do movimento revolucion&amp;aacute;rio que
levou &amp;agrave; implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica, mas, agora com o Centen&amp;aacute;rio em comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o,
teremos uma oportunidade &amp;uacute;nica de a reviver e ensinar aos mais novos e de
aprend&amp;ecirc;-la e exerc&amp;ecirc;-la num quotidiano dif&amp;iacute;cil e deprimido&amp;raquo;, atira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vitorino (n. Redondo, 1942) &amp;eacute; um dos nomes de refer&amp;ecirc;ncia
da m&amp;uacute;sica portuguesa &amp;ndash; &amp;eacute; autor de can&amp;ccedil;&amp;otilde;es como &lt;em&gt;Menina est&amp;aacute;s &amp;agrave; janela&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Queda
do Imp&amp;eacute;rio&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Laurinda&lt;/em&gt;. Na sua
discografia encontram-se 30 t&amp;iacute;tulos, entre &amp;aacute;lbuns, bandas sonoras e m&amp;uacute;sica para
teatro; participou em v&amp;aacute;rios filmes como actor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.vitorinosalome.net/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.facebook.com/vitorinomusic" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3291'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2VI3fAplp4O1v2NMyuJ6TYkhHmI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2VI3fAplp4O1v2NMyuJ6TYkhHmI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2VI3fAplp4O1v2NMyuJ6TYkhHmI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2VI3fAplp4O1v2NMyuJ6TYkhHmI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-13 15:56:14]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3291]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arcádia publica romance biográfico sobre Camões]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/maria_vitalina_leal_de_matos-camoes_este_meu.jpg'&gt;&lt;br /&gt;Maria Vitalina Leal de Matos assina &lt;i&gt;Camões – Este Meu Duro Génio de Vinganças&lt;/i&gt;, que é apresentado esta sexta-feira. A investigadora contribui com episódios da própria vida, cruzando-os com momentos da história do autor de &lt;i&gt;Os Lusíadas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A Biblioteca Nacional, em Lisboa, recebe hoje, dia
10&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, a partir das 18h00&lt;/span&gt;, a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de  &lt;em&gt;Cam&amp;otilde;es &amp;ndash; Este Meu
Duro G&amp;eacute;nio de Vingan&amp;ccedil;as&lt;/em&gt;, texto de Maria Vitalina
Leal de Matos que romanceia a biografia do poeta quinhentista. O
livro &amp;laquo;revela factos at&amp;eacute; ao momento desconhecidos&amp;raquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O romance &amp;laquo;segue v&amp;aacute;rios
momentos da sua vida entrecruzando-se com epis&amp;oacute;dios da vida da
autora enquanto investigadora dessa mesma biografia&amp;raquo;, adianta a
Arc&amp;aacute;dia, que o publica. A editora entende que a obra &amp;laquo;se
imp&amp;otilde;e pela novidade e pelas dimens&amp;otilde;es que revela do
poeta nacional por excel&amp;ecirc;ncia&amp;raquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Cam&amp;otilde;es &amp;ndash; Este Meu Duro
G&amp;eacute;nio de Vingan&amp;ccedil;as&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; &amp;eacute; apresentado por Raul Miguel Rosado Fernandes, professor
catedr&amp;aacute;tico jubilado do Departamento de Filologia Cl&amp;aacute;ssica
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Maria Vitalina Leal de Matos, professora catedr&amp;aacute;tica
da mesma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; autora de &lt;em&gt;T&amp;oacute;picos para a Leitura de Os Lus&amp;iacute;adas&lt;/em&gt; (2004).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.babel.pt/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://babelaoquadrado.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blogue&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.facebook.com/babel.editora" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://twitter.com/BABELaoquadrado" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3290'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6RSXAvhJf1bA0WjGW8VG8Plz024/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6RSXAvhJf1bA0WjGW8VG8Plz024/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6RSXAvhJf1bA0WjGW8VG8Plz024/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6RSXAvhJf1bA0WjGW8VG8Plz024/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?a=nVqfq0NGnB4:PAlQISa8T-I:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/noticiasrascunho?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-10 15:10:23]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3290]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amélia Muge parte do Mediterrâneo para novo projecto]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/amelia_muge-dez10.jpg'&gt;&lt;br /&gt;O cruzamento da música e da poesia de origens portuguesa e grega é apresentado esta quinta-feira, em Lisboa. &lt;i&gt;Tão Longe, Tão Perto&lt;/i&gt; junta a cantora luso-moçambicana aos pianistas Filipe Raposo e Michales Loukovikas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;T&amp;atilde;o Longe, T&amp;atilde;o Perto&lt;/em&gt; &amp;eacute; o mais recente projecto de Am&amp;eacute;lia Muge, que &amp;eacute; apresentado amanh&amp;atilde;, dia 9, a partir das 22h00, na CE
Buchholz, em Lisboa. A cantora nascida em Mo&amp;ccedil;ambique &amp;ndash; que vive em Portugal
desde 1984 &amp;ndash; vai ser acompanhada pelo portugu&amp;ecirc;s Filipe Raposo e pelo grego Michales
Loukovikas, ambos pianistas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que o trio quer mostrar &amp;eacute; um &amp;laquo;Mediterr&amp;acirc;neo de encontros,
de horizontes alargados, mostrando diversidades e similaridades, interrogando o
aqui e agora das partilhas&amp;raquo;, segundo a nota de antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O colectivo v&amp;ecirc; &amp;laquo;a
Cultura &amp;agrave; volta do Mediterr&amp;acirc;neo como ponto de partida para uma interac&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre
a m&amp;uacute;sica e a poesia portuguesa e grega&amp;raquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Am&amp;eacute;lia Muge (n. 1952) &amp;eacute; reconhecida por reinventar a m&amp;uacute;sica
tradicional. A discografia, inaugurada no in&amp;iacute;cio dos anos 1990, contabiliza
oito t&amp;iacute;tulos at&amp;eacute; ao momento, incluindo o &amp;uacute;ltimo, &lt;em&gt;Uma Autora, 202 Can&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt; (2009), e um de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com Jo&amp;atilde;o Afonso e Jos&amp;eacute; M&amp;aacute;rio Branco, &lt;em&gt;Maio Maduro Maio&lt;/em&gt; (1995).&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://myspace.com/ameliamuge/" target="_blank"&gt;MySpace&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100000227510806" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3289'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/muP3dSQ0foKP_iP3fGjhyQBqeyo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/muP3dSQ0foKP_iP3fGjhyQBqeyo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-08 15:56:33]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3289]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porto-Rio dedica noite ao rock de tez feminina]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/pinks_not_dead-cartaz-dez10.jpg'&gt;&lt;br /&gt;Os Alter Ego e os De Livers são as propostas para esta sexta-feira, sobre o Douro. As duas bandas portuguesas, ambas encabeçadas por mulheres, são chamadas à edição de estreia do Pink’s Not Dead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O rock tem lugar cativo no Porto-Rio. Todavia, amanh&amp;atilde;,
dia 10, ter&amp;aacute; como especificidade o facto de as bandas em cartaz &amp;ndash; Alter Ego e De
Livers &amp;ndash; serem lideradas por mulheres. N&amp;atilde;o por acaso: a m&amp;uacute;sica no
feminino &amp;eacute; o mote para a primeira noite Pink&amp;rsquo;s Not Dead na sala ancorada sobre
o Douro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Os &lt;a href="http://myspace.com/altereggomusic" target="_blank"&gt;Alter Ego&lt;/a&gt; s&amp;atilde;o um novo projecto de metal progressivo da
Maia. O quinteto tem estado a percorrer o circuito de concursos e festivais de
menor dimens&amp;atilde;o &amp;ndash; no in&amp;iacute;cio de Setembro chegaram mesmo a abrir o palco para Gene
Loves Jezebel, Tar&amp;acirc;ntula e Miss Lava, em Barcelos, no GSM! Fest.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;No mesmo m&amp;ecirc;s, os &lt;a href="http://myspace.com/de-livers" target="_blank"&gt;De Livers&lt;/a&gt; estavam a dar as boas-vindas &amp;agrave;
nova vocalista, Sofia de Almeida Truta. A banda promoveu, ainda com Eduardo
Filipe a encabe&amp;ccedil;ar a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es da maqueta Heaven&amp;rsquo;s Fall nas esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es
de metro do Porto, no &amp;acirc;mbito do projecto M&amp;uacute;sica na Rua.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O Pink&amp;rsquo;s Not Dead chega ao fim com um DJ set de Ineya &amp;amp;
Yavana, ambas da &lt;a href="http://myspace.com/gothnrockproductions" target="_blank"&gt;Goth n Rock Productions&lt;/a&gt;. O colectivo tem marcado presen&amp;ccedil;a em
v&amp;aacute;rios espa&amp;ccedil;os da noite portuense ao longo dos &amp;uacute;ltimos anos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3288'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N4kWejYV90himm2VCN7gk9E2QjQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N4kWejYV90himm2VCN7gk9E2QjQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-09 18:46:41]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3288]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carlos Cordeiro estreia-se com monge do séc. XI em romance histórico]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/carlos_cordeiro-o_livro_de_cale-bernardo_mendes.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O Livro de Cale – Bernardo Mendes: O Monge Negro (1060-1089)&lt;/i&gt; é o título do primeiro livro de ficção de Carlos Cordeiro, que a Europa-América vai fazer chegar às bancas esta quinta-feira. A História que o suporta é anterior a Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Carlos Cordeiro apresenta hoje, dia 9, na Fnac do Colombo,
em Lisboa, a sua estreia na fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica. &lt;em&gt;O Livro de Cale &amp;ndash; Bernardo Mendes: O Monge Negro (1060-1089)&lt;/em&gt; passa-se num per&amp;iacute;odo ainda anterior &amp;agrave; funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Reino de Portugal, que viria
a ser reconhecido pelo Tratado de Zamora em 1143.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;Reza a lenda que &lt;em&gt;O&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Livro de Cale&lt;/em&gt; &amp;eacute; um
reposit&amp;oacute;rio de dados geneal&amp;oacute;gicos de insignes portucalenses. Pergaminho
amaldi&amp;ccedil;oado, d&amp;aacute; azo a inf&amp;acirc;mias, lutas e assassinatos&amp;raquo;, come&amp;ccedil;a por revelar a
nota da Europa-Am&amp;eacute;rica, que publica o t&amp;iacute;tulo, depois de &lt;em&gt;Viajar de Mota &amp;ndash;
Destino&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Europa&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, do qual &lt;/span&gt;Cordeiro
&amp;eacute; co-autor.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;A folha misteriosa levar&amp;aacute; Bernardo Mendes a empreender a
sua epopeia. Filho de Nuno Mendes, &amp;uacute;ltimo conde portucalense que desditosamente
pereceu na Batalha de Pedroso, em 1071, Bernardo Mendes &amp;eacute; obrigado a
refugiar-se no Mosteiro de Vallado, onde aprende o of&amp;iacute;cio de copista e se torna
mestre de armas&amp;raquo;, continua.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;laquo;Dividido entre o amor de Mafalda, filha do p&amp;eacute;rfido Mendes
Pais, abade de Santo Alberico, e a fidelidade aos monges do mosteiro rival,
Bernardo Mendes, cuja hist&amp;oacute;ria se funde com&amp;nbsp;a conturbada funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nova
na&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ter&amp;aacute; de vingar a morte de Hugo Mendes, seu tio, e revelar os segredos d&amp;rsquo;&lt;em&gt;O&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Livro de Cale&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&amp;raquo;, antecipa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5794" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3287'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iQqb5s4GHfmQzqDGjiEOkMda1Ck/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iQqb5s4GHfmQzqDGjiEOkMda1Ck/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-09 15:13:28]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3287]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luta contra racismo junta artistas em jornada de quatro dias]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/Cartaz_20anosSOSRacismo.jpg'&gt;&lt;br /&gt;A Cinemateca abre o programa esta terça-feira com a estreia de &lt;i&gt;SOS Racismo – 20 anos a quebrar tabus&lt;/i&gt;, de Bruno Cabral. A acção segue no Clube Ferroviário, para três dias de música, teatro, literatura, fotografia e pintura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A SOS Racismo est&amp;aacute; a comemorar duas d&amp;eacute;cadas de exist&amp;ecirc;ncia. A
festa re&amp;uacute;ne um conjunto alargado de artistas de diversas sensibilidades no
Clube Ferrovi&amp;aacute;rio, em Lisboa, a partir de amanh&amp;atilde;, dia 8, e at&amp;eacute; sexta-feira. A m&amp;uacute;sica
&amp;eacute; o que mais ocupa a agenda para os tr&amp;ecirc;s dias. O programa come&amp;ccedil;a, no entanto,
pela Cinemateca, j&amp;aacute; hoje, ter&amp;ccedil;a-feira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A estreia
de &lt;em&gt;SOS Racismo &amp;ndash; 20 anos a quebrar tabus&lt;/em&gt; est&amp;aacute; marcada para as 21h30 no edif&amp;iacute;cio da Barata Salgueiro. O document&amp;aacute;rio de
Bruno Cabral &amp;eacute; um resumo das ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretizadas nesse per&amp;iacute;odo, &amp;laquo;contando a
hist&amp;oacute;ria da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e relembrando alguns dos seus momentos decisivos&amp;raquo;. O trabalho de perspectiva &amp;eacute; o que tamb&amp;eacute;m far&amp;aacute; a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pintura, fotografia,
postais e cartazes patente no Ferrovi&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O Cinema n&amp;atilde;o se fica, contudo, por a&amp;iacute;: Manuel Mozos,
Miguel Clara Vasconcelos, S&amp;eacute;rgio Br&amp;aacute;s de Almeida, Raquel Freire, Susana
Palmerston, Hugo G., Uncle C., Isabel Pato, Jo&amp;atilde;o Dias, Tiago Pereira e Mito
Elias realizaram, ao todo, sete curtas-metragens dedicadas ao anivers&amp;aacute;rio da
SOS Racismo. Os filmes s&amp;atilde;o exibidos na Cinemateca, ap&amp;oacute;s o document&amp;aacute;rio de Bruno
Cabral, e repetem no Ferrovi&amp;aacute;rio ao longo dos tr&amp;ecirc;s dias.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Amanh&amp;atilde;, no novo lugar de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Santa Apol&amp;oacute;nia, a festa
arranca &amp;agrave;s 19h00, com o acordeonista Rini Luyks. A m&amp;uacute;sica segue com King Mokadi,
Coro Casa da Achada, Jo&amp;atilde;o Afonso, Mimi, Maria Viana e Daniel Hewson, Maio Gumb&amp;eacute;,
Dead Combo e Z&amp;eacute; Pedro, JP Sim&amp;otilde;es e acaba com Tano Brancamenta/ La Miseria
Deluxe, colectivo que explora o lado bo&amp;eacute;mio do tango.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A stand-up sobe ao palco do Ferrovi&amp;aacute;rio na quinta-feira para
a intermediar os concertos, a cargo de Pedro e Diana, Pedro J&amp;oacute;ia &amp;ndash; que vai
tocar pe&amp;ccedil;as para guitarra de Carlos Paredes e de&amp;nbsp;Armandinho, al&amp;eacute;m das suas
&amp;ndash;, Galiss&amp;aacute; &amp;ndash; mestre guineense da kora &amp;ndash;, Trium V&amp;iacute;rus, os peruanos Pumacayo
Esp&amp;iacute;rito Nativo &amp;ndash; que v&amp;atilde;o apresentar m&amp;uacute;sica dos Andes &amp;ndash; e Ex Votos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, na sexta-feira &amp;eacute; a vez de Tito Paris, da Poetry Sux&amp;nbsp;de Tiago
Gomes (com Joana Guerra no violoncelo, Torre no saxofone e Bernardo Alvares no
contrabaixo), Luanda Cozetti (Couple Coffee), Guto Pires, do colectivo
S.O.S. (Pedro Branco, Rita Fouto e Patr&amp;iacute;cia Pina), da Lusofonia Muda &amp;ndash; com &lt;em&gt;A obra&lt;/em&gt;, curta de Susana Palmerston &amp;ndash;, do
certame Lotaria &amp;ndash; leituras de Lu&amp;iacute;s Carvalho com bateria improvisada de Jo&amp;atilde;o
Guimar&amp;atilde;es &amp;ndash; e Soul Gipsy Estoril. O bilhetes, que custam cinco euros di&amp;aacute;rios, servir&amp;atilde;o para apoiar a SOS Racismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.sosracismo.pt/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://sosracismo.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blogue&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3286'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yT2A6u2Dpm93DEV5tpXuITHfzZY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yT2A6u2Dpm93DEV5tpXuITHfzZY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-07 16:59:30]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3286]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ana Paula Tavares apresenta novo livro em Lisboa]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/paula_tavares-como_veias_finas_na_terra.jpg'&gt;&lt;br /&gt;As «outras margens» da Caminho fazem aportar nas livrarias portuguesas &lt;i&gt;Como Veias Finas na Terra&lt;/i&gt;, esta terça-feira. É um fino volume de poesia, vertido do imaginário de um dos mais relevantes nomes da poesia angolana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A livraria CE Buchholz acolhe o lan&amp;ccedil;amento de &lt;em&gt;Como Veias Finas na Terra&lt;/em&gt;, o novo t&amp;iacute;tulo
de Ana Paula Tavares, a partir das 18h30 de hoje, dia 7. A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o lisboeta do
t&amp;iacute;tulo ser&amp;aacute; feita por Tania Mac&amp;ecirc;do, acad&amp;eacute;mica brasileira especialista em
literatura angolana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O livro &amp;eacute; publicado na colec&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;laquo;Outras Margens&amp;raquo;
da Caminho, que tem feito chegar aos leitores portugueses a obra de Ana Paula
Tavares (n. Lubango, 1952), historiadora com doutoramento em Hist&amp;oacute;ria e
Antropologia, e um dos nomes mais relevantes das Letras de Angola.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;Como Veias Finas na
Terra&lt;/em&gt; &amp;eacute; mais um tomo &amp;ndash; de 56 p&amp;aacute;ginas &amp;ndash; da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o po&amp;eacute;tica de Ana Paula
Tavares, distinguida com o Pr&amp;eacute;mio M&amp;aacute;rio Ant&amp;oacute;nio de Poesia em 2004 por &lt;em&gt;Dizes-me
Coisas Amargas como os Frutos&lt;/em&gt; (2001) e com o Pr&amp;eacute;mio Nacional de Cultura e
Artes de Angola por &lt;em&gt;Manual para Amantes Desesperados&lt;/em&gt; (2006).&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;No novo livro, &amp;laquo;[o]s referentes tem&amp;aacute;ticos s&amp;atilde;o africanos, mas
s&amp;atilde;o tratados de uma forma universal e intimista, atrav&amp;eacute;s de uma escrita
delicada, depurada, imag&amp;eacute;tica&amp;raquo;, l&amp;ecirc;-se na nota que antecipa a sess&amp;atilde;o agendada
para o n&amp;uacute;mero 4 da Rua Duque de Palmela.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/autores/detalhes.php?id=23312" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3285'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3LagIuLGp6i9q_YJA8wVCQqJEB8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3LagIuLGp6i9q_YJA8wVCQqJEB8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3LagIuLGp6i9q_YJA8wVCQqJEB8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3LagIuLGp6i9q_YJA8wVCQqJEB8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-07 15:30:39]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3285]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luís Costa lança edição física de novo EP]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/luis_costa-layered.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Layered&lt;/i&gt; tem agora edição em cassete numerada e em CD-R assinada, depois de ter sido disponibilizada para download gratuito. É o quinto trabalho de Luís Costa, que encontrámos recentemente na formação de You Can’t Win, Charlie Brown.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O primeiro EP de Lu&amp;iacute;s Costa em tr&amp;ecirc;s anos, &lt;em&gt;Layered&lt;/em&gt;, vai ter edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em cassete,
numerada e limitada a cem c&amp;oacute;pias, e em CD-R. Os exemplares deste &amp;uacute;ltimo formato
ser&amp;atilde;o assinados pelo artista lisboeta, que leva agora cinco trabalhos a solo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O registo inclui cinco temas, entre as quais se encontra &lt;em&gt;Little maestro&lt;/em&gt;, que conta com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o
especial de Noiserv. A colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge depois de ambos se terem cruzado na
forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de You Can&amp;rsquo;t Win, Charlie Brown.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A Cakes and Tapes, que d&amp;aacute; chancela a este EP, j&amp;aacute; tinha
disponibilizado as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es para &lt;a href="http://cakesandtapes.bandcamp.com/album/layered" target="_blank"&gt;download gratuito&lt;/a&gt;, no final de Novembro. No
entanto, os v&amp;aacute;rios pedidos do p&amp;uacute;blico levaram ao lan&amp;ccedil;amento de &lt;em&gt;Layered&lt;/em&gt; nos novos formatos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Lu&amp;iacute;s Costa, primeiro conhecido como baterista de Madcab, come&amp;ccedil;ou
por divulgar trabalho a solo em 2006, com &lt;em&gt;Imperfei&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt; e &lt;a href="../critica.php?id=1008" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;All Those Different Colors&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. Seguiram-se,
em 2007, &lt;em&gt;&amp;hellip;So Said the Mute&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Short Fleeting Moods&lt;/em&gt;, este com a bailarina
brasileira Paula Petreca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.cakesandtapes.com/index.php/luis-costa/" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://myspace.com/luiscosta" target="_blank"&gt;MySpace&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3284'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_uN7HMVD6ssyIviKDenYN3f3SZk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_uN7HMVD6ssyIviKDenYN3f3SZk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
<pubDate><![CDATA[2010-12-06 19:36:59]]></pubDate>
<link><![CDATA[http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3284]]></link>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Academia Europeia de Cinema mantém Roman Polanski no topo]]></title>
<description>&lt;img src='http://www.rascunho.net/img/efa_awards-2010-dr.jpg'&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O Escritor Fantasma&lt;/i&gt; arrecadou prémios para melhores filme, realizador, actor, argumento, direcção artística e banda sonora. Entre os galardoados na cerimónia de celebração da produção europeia encontram-se cinco títulos inéditos em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A aus&amp;ecirc;ncia f&amp;iacute;sica de Roman Polanski em Tallinn, este s&amp;aacute;bado &amp;agrave;
noite, aquando da atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pr&amp;eacute;mios da Academia de Cinema Europeu, foi
compensada no reconhecimento art&amp;iacute;stico dado a &lt;em&gt;O Escritor Fantasma&lt;/em&gt;. O mais recente filme do cineasta franco-polaco arrecadou
seis pr&amp;eacute;mios, incluindo o de melhor filme e de melhor realizador.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O argumento, escrito a meias por Polanski e Robert Harris,
tamb&amp;eacute;m foi distinguido como o melhor do ano no Velho Continente. Ewan McGregor,
o protagonista, levou para casa o pr&amp;eacute;mio para melhor actor, enquanto Albrecht
Konrad conquistou o de direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica e Alexandre Desplat o de composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o
para banda sonora.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Roman Polanski, que est&amp;aacute; na Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, marcou presen&amp;ccedil;a na cerim&amp;oacute;nia
atrav&amp;eacute;s de videoconfer&amp;ecirc;ncia. &lt;em&gt;O Escritor Fantasma&lt;/em&gt;,
que tem sido aplaudido formalmente noutros palcos, chegou ao mercado portugu&amp;ecirc;s do DVD
recentemente. Pelo contr&amp;aacute;rio, cinco filmes premiados na capital da Est&amp;oacute;nia continuam
in&amp;eacute;ditos em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;Lourdes&lt;/em&gt;, de Jessica
Hausner, &amp;eacute; um desses casos. A interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Sylvie Testud no filme valeu-lhe
o pr&amp;eacute;mio para melhor actriz. O mesmo se passa com &lt;em&gt;Carlos&lt;/em&gt;, de Olivier Assayas, que granjeou o galard&amp;atilde;o de montagem a Luc
Barnier e Marion Monnier. &lt;em&gt;Nostalgia de la
Luz&lt;/em&gt;, melhor document&amp;aacute;rio, de Patricio Guzm&amp;aacute;n, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; in&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;Hanoi &amp;ndash; Warszawa&lt;/em&gt;,
de Katarzyna Klimkiewicz, e &lt;em&gt;Mr. Nobody&lt;/em&gt;,
de Jaco van Dormael, foram reconhecidos respectivamente como melhor
curta-metragem e com o pr&amp;eacute;mio do p&amp;uacute;blico. S&amp;atilde;o, em ambos os casos, desconhecidos
do p&amp;uacute;blico portugu&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;No entanto, &lt;a href="../critica.php?id=1755" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Escritor
Fantasma&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; n&amp;atilde;o &amp;eacute; o &amp;uacute;nico vencedor a ter passado pelas telas lusas: &lt;a href="../critica.php?id=1707" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;L&amp;iacute;bano&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;,
filme de Samuel Maoz que arrecadou os pr&amp;eacute;mios para melhor fotografia e FIPRESCI,
estreou comercialmente em Maio, depois de passar pelo IndieLisboa. &lt;em&gt;O M&amp;aacute;gico&lt;/em&gt;, galardoado como melhor anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o,
tem estreia agendada para 23 de Dezembro. O filme Sylvain Chomet esteve na
&lt;a href="http://www.rascunho.net/festadocinemafrances/?p=259" target="_blank"&gt;Festa do Cinema Franc&amp;ecirc;s&lt;/a&gt;, em Outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Academia de Cinema Europeu distinguiu ainda, na 23&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes pr&amp;eacute;mios,
o produtor Zeynep &amp;Ouml;zbatur Atakan, assim como as carreiras do actor Bruno Ganz e
do compositor Gabriel Yared.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.europeanfilmawards.eu/en_EN/home" target="_blank"&gt;S&amp;iacute;tio Oficial&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://www.rascunho.net/artigo.php?id=3283'&gt;Artigo publicado em www.rascunho.net&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZPc8TnhY6FMsKwAiG0juDgdHaks/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZPc8TnhY6FMsKwAiG0juDgdHaks/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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<pubDate><![CDATA[2010-12-06 17:02:56]]></pubDate>
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