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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 19:13:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>Atriz trans culpa governo de Donald Trump por redução de 90% de sua renda</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/atriz-trans-culpa-governo-de-donald-trump-por-reducao-de-90-de-sua-renda/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/atriz-trans-culpa-governo-de-donald-trump-por-reducao-de-90-de-sua-renda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Haddad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[Emmy]]></category>
		<category><![CDATA[Tela Plana]]></category>
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					<description><![CDATA[Laverne Cox afirmou que ataques do governo americano a pautas de ideologia de gênero e diversidade impactaram seu trabalho diretamente ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vencedora de um Emmy por seu papel em <em>Orange Is the New Black</em>, a atriz <strong>Laverne Cox</strong> revelou recentemente que perdeu 90% de sua renda nos últimos anos devido aos ataques do governo de Donald Trump a questões como ideologia de gênero e diversidade, equidade e inclusão. Em entrevista recente ao <em>The Guardian</em>, a artista revelou que suas palestras corporativas e seu trabalho como professora também diminuíram drasticamente.</p>
<p>“Este regime ameaçou cortar o financiamento de qualquer faculdade ou universidade que promova a ideologia de gênero e a diversidade, equidade e inclusão”, afirmou Cox. “Mesmo que eu estivesse lecionando uma disciplina de atuação para pós-graduação, isso poderia ser interpretado como promoção da ideologia trans. Essa é a realidade&#8221;.</p>
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<p>“Não estou reclamando, sou muito abençoada. Acho que o importante a notar é que, se a renda de Laverne Cox diminuiu significativamente, o que dizer de todas as outras pessoas trans que não são tão privilegiadas e abençoadas quanto eu? Há consequências materiais para esse tipo de discriminação e busca por bodes expiatórios&#8221;, continuou.</p>
<p>Cox revelou que durante o período do Projeto 2025 para a reeleição de Trump, as campanhas divulgadas já eram explicitamente contrárias às políticas de diversidade, equidade e inclusão: &#8220;Todas essas palavras tiveram que ser retiradas de todas as leis, políticas e documentos governamentais: gênero, ideologia de gênero, identidade de gênero, LGBTQ, DEI, aborto, contracepção&#8221;.</p>
<p>Em janeiro do ano passado, pouco antes da cerimônia do Globo de Ouro, a atriz encerrou sua participação como apresentadora do programa <em>Live From the Red Carpet</em> do canal E!, onde atuou por três anos.</p>
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<p><b>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana"><span>Tela Plana</span></a><b> </b><span>para novidades da TV e do streaming</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/o-som-e-a-furia/"><span>O Som e a Fúria</span></a><span> sobre artistas e lançamentos musicais</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/"><span>Em Cartaz</span></a><span> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro"><span>Livros</span></a><span> para notícias sobre literatura e mercado editorial</span></li>
</ul>
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			<media:title type="html">A atriz Laverne Cox</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>China prepara sistema de pagamentos digitais para reduzir dependência do dólar</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/china-prepara-sistema-de-pagamentos-digitais-para-reduzir-dependencia-do-dolar/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/economia/china-prepara-sistema-de-pagamentos-digitais-para-reduzir-dependencia-do-dolar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213139</guid>

					<description><![CDATA[Plataforma apoiada por bancos centrais de cinco países promete acelerar transações internacionais e ampliar uso da moeda chinesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="329" data-end="632">A China está prestes a lançar comercialmente uma plataforma de pagamentos internacionais baseada em moedas digitais de bancos centrais, em mais um passo da estratégia de Pequim para ampliar a influência do yuan no comércio internacional e reduzir a dependência do sistema financeiro dominado pelo dólar.</p>
<p data-start="634" data-end="925">Batizado de mBridge, o projeto reúne os bancos centrais da China, Hong Kong, Tailândia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</p>
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</div>
<p data-start="634" data-end="925">Segundo pessoas familiarizadas com a iniciativa, a operação será supervisionada por uma entidade sediada em Hong Kong e já está em estágio avançado de preparação.</p>
<p data-start="927" data-end="1137">Embora a data de lançamento não tenha sido divulgada, os responsáveis pelo projeto afirmam que as tarifas poderão ser até 50% menores do que as cobradas pelos sistemas tradicionais de pagamentos internacionais.</p>
<h3 data-section-id="1eh30h4" data-start="1139" data-end="1184">Alternativa ao sistema dominado pelos EUA</h3>
<p data-start="1186" data-end="1282">O mBridge surge em um momento de crescente fragmentação da arquitetura financeira internacional.</p>
<p data-start="1284" data-end="1600">Hoje, a maior parte das transferências internacionais passa pela rede Swift, criada na Bélgica e utilizada por mais de 11 mil instituições financeiras em mais de 200 países. Embora a Swift não movimente recursos diretamente, ela funciona como a principal infraestrutura de comunicação entre bancos ao redor do mundo.</p>
<p data-start="1602" data-end="1864">Nos últimos anos, governos que buscam reduzir a influência financeira dos Estados Unidos passaram a desenvolver sistemas alternativos. A China já opera o Cips, mecanismo de compensação internacional em yuan frequentemente descrito como a versão chinesa da Swift.</p>
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<p data-start="1866" data-end="2133">O mBridge, porém, vai além. A plataforma utiliza tecnologia blockchain para permitir liquidações quase instantâneas entre bancos centrais usando moedas digitais soberanas, eliminando etapas intermediárias e reduzindo a necessidade de converter operações para dólares.</p>
<p data-start="2135" data-end="2254">Segundo participantes do projeto, transações cambiais que hoje podem levar horas ou dias seriam concluídas em segundos.</p>
<h3 data-section-id="1t7vhk9" data-start="2256" data-end="2297">Guerra reforça busca por alternativas</h3>
<p data-start="2299" data-end="2463">O avanço da iniciativa ocorre em meio às mudanças provocadas pela guerra entre Irã e Israel e pelas tensões geopolíticas mais amplas envolvendo Washington e Pequim.</p>
<p data-start="2465" data-end="2781">Desde o início do conflito no Oriente Médio, autoridades chinesas registraram aumento significativo no uso do Cips para pagamentos internacionais, refletindo o interesse de alguns países em diversificar suas opções financeiras diante da possibilidade de sanções ou restrições ligadas ao sistema financeiro americano.</p>
<p data-start="2783" data-end="3019">Especialistas observam que o mBridge pode fortalecer os laços econômicos da China com parceiros da Iniciativa Cinturão e Rota, programa de infraestrutura e comércio que conecta Pequim a dezenas de países da Ásia, África e Oriente Médio.</p>
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<p data-start="3021" data-end="3206">&#8220;Trata-se, em certa medida, de uma versão digital da Nova Rota da Seda&#8221;, afirmou Tom Keatinge, diretor do Centro de Finanças e Segurança do instituto britânico RUSI, ao Financial Times.</p>
<h3 data-section-id="1d5sbck" data-start="3208" data-end="3244">Disputa por influência monetária</h3>
<p data-start="3246" data-end="3310">A corrida por novos sistemas de pagamento não se limita à China.</p>
<p data-start="3312" data-end="3491">A União Europeia vem ampliando iniciativas para fortalecer sua autonomia financeira, enquanto empresas privadas também disputam espaço no mercado de transferências internacionais.</p>
<p data-start="3493" data-end="3700">Ao mesmo tempo, o governo de Donald Trump tem demonstrado apoio ao desenvolvimento de stablecoins lastreadas em dólar, buscando preservar a relevância da moeda americana em um ambiente cada vez mais digital.</p>
<p data-start="3702" data-end="3882">Para Gene Ma, economista-chefe para China do Instituto de Finanças Internacionais (IIF), o cenário aponta para uma transformação gradual da infraestrutura financeira internacional.</p>
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<p data-start="3884" data-end="4010">&#8220;O sistema de pagamentos está deixando de ser uma rede única para se tornar um conjunto de plataformas concorrentes&#8221;, afirmou.</p>
<h3 data-section-id="2ebzvt" data-start="4012" data-end="4053">Projeto enfrentou resistência dos EUA</h3>
<p data-start="4055" data-end="4107">A iniciativa também esteve cercada de controvérsias.</p>
<p data-start="4109" data-end="4313">O Banco de Compensações Internacionais (BIS), conhecido como o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">banco central</a> dos bancos centrais, participou do desenvolvimento do projeto até 2024, quando transferiu sua gestão para os países envolvidos.</p>
<p data-start="4315" data-end="4555">Reportagens anteriores indicaram que autoridades americanas demonstraram preocupação com a possibilidade de o sistema facilitar transações fora da esfera de influência do dólar e reduzir a eficácia de sanções financeiras impostas pelos EUA.</p>
<p data-start="4557" data-end="4767">Os responsáveis pelo projeto afirmam, contudo, que a plataforma segue as regras internacionais de combate à lavagem de dinheiro e financiamento ilícito estabelecidas pela Força-Tarefa de Ação Financeira (FATF).</p>
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<h3 data-section-id="134tsgv" data-start="4769" data-end="4807">Pequim busca ampliar papel do yuan</h3>
<p data-start="4809" data-end="4966">Até agora, o mBridge já processou cerca de 470 bilhões de yuans (R$ 358 bilhões) em operações durante sua fase de testes, segundo fontes próximas ao projeto.</p>
<p data-start="4968" data-end="5130">Analistas avaliam que a plataforma pode acelerar o processo de internacionalização da moeda chinesa, uma prioridade estratégica para Pequim há mais de uma década.</p>
<p data-start="5132" data-end="5336">Apesar de a China responder por cerca de 15% do comércio internacional, o yuan ainda representa parcela relativamente pequena das reservas globais e dos pagamentos transfronteiriços, muito atrás do dólar.</p>
<p data-start="5338" data-end="5574">A criação de sistemas próprios de liquidação e pagamentos é vista por autoridades chinesas como um instrumento para ampliar a presença da moeda no comércio internacional e aumentar a influência do país na ordem financeira internacional.</p>
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			<media:title type="html">Donald Trump e Xi Jinping</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A aposta de US$ 1 milhão na Espanha que virou pó no Polymarket</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/a-aposta-de-us-1-milhao-na-espanha-que-virou-po-no-polymarket/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[apostas online]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6213127</guid>

					<description><![CDATA[Aposta milionária perdida em uma única partida expõe os riscos dos mercados de previsão que o governo decidiu banir do Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma aposta de US$ 999 mil na vitória da Espanha sobre Cabo Verde virou pó após o empate em 0 a 0 registrado pela plataforma Polymarket. O episódio, que viralizou nas redes sociais nos últimos dias, ajuda a ilustrar por que os chamados mercados de previsão acabaram entrando na mira das autoridades brasileiras.</p>
<p>Embora seus defensores vendam a ideia de uma espécie de &#8220;bolsa de probabilidades&#8221;, na prática o modelo funciona por meio de contratos binários: ou o apostador acerta e recebe, ou perde integralmente o valor investido. Foi justamente essa dinâmica que levou o governo a concluir que essas operações se aproximavam mais das apostas esportivas do que do mercado financeiro tradicional.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Nos bastidores, a pressão para enquadrar o setor ganhou força após o avanço de plataformas estrangeiras que operavam sem as exigências impostas às casas de apostas autorizadas no país. A avaliação era de que empresas como Polymarket e Kalshi competiam por usuários brasileiros sem arcar com custos regulatórios, tributários e de licenciamento exigidos das bets locais.</p>
<p>O resultado foi um cerco regulatório que culminou no bloqueio dessas plataformas no Brasil. Pela nova interpretação, contratos de previsão ligados a eventos esportivos, eleições, reality shows ou outros acontecimentos de interesse público não se enquadram como derivativos financeiros legítimos e, portanto, não podem ser oferecidos ao investidor brasileiro.</p>
<p>Enquanto isso, o caso do apostador que perdeu quase US$ 1 milhão em uma única partida serve como propaganda involuntária dos riscos que ajudaram a justificar a decisão das autoridades. Afinal, no mercado de previsão, a fronteira entre investimento e aposta continua sendo o principal ponto de discórdia.</p>
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			<media:title type="html">GettyImages-2280602879</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Após mais de duas décadas sem eleger presidente, palestinos voltarão às urnas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/apos-mais-de-duas-decadas-sem-eleger-presidente-palestinos-voltarao-as-urnas/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/mundo/apos-mais-de-duas-decadas-sem-eleger-presidente-palestinos-voltarao-as-urnas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Júlia Sofia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213044</guid>

					<description><![CDATA[Mahmoud Abbas, chefe da Autoridade Palestina, convoca o primeiro pleito para o cargo desde 2005]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O presidente da <strong>Autoridade Palestina</strong>, <strong>Mahmoud Abbas</strong>, anunciou nesta segunda-feira, 15, a realização de eleições presidenciais no início de 2027, encerrando um intervalo de mais de duas décadas sem votação para o cargo. Segundo a agência oficial palestina Wafa, o decreto também prevê eleições legislativas e para o Conselho Nacional Palestino (CNP), órgão ligado à Organização para a Libertação da Palestina (OLP).</span></p>
<p><span>Aos 90 anos, Abbas deveria ter deixado a Presidência em 2009, ao fim do mandato de quatro anos conquistado nas urnas em 2005. No entanto, permaneceu no cargo após adiamentos sucessivos de votações e passou a governar principalmente por meio de decretos, pelo que tornou-se alvo de críticas internas e externas. O anúncio desta segunda foi visto como uma tentativa de responder às demandas por renovação institucional e maior legitimidade política.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<h3><b>Fragmentação e rusga política</b></h3>
<p><span>As últimas eleições legislativas nos territórios palestinos ocorreram em 2006. Na ocasião, o <strong>Hamas</strong> derrotou o <strong>Fatah</strong>, partido liderado por Abbas e força hegemônica da política palestina até então.</span></p>
<p><span>O resultado aprofundou a <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/hamas-e-fatah-firmam-acordo-para-governar-gaza-apos-fim-da-guerra/">divisão entre as facções palestinas</a>. Desde 2007, o Conselho Legislativo Palestino, o parlamento dos territórios, deixou de funcionar regularmente, refletindo a fragmentação entre a Cisjordânia, administrada pela <strong>Autoridade Palestina</strong>, e a <strong>Faixa de Gaza</strong>, controlada pelo Hamas.</span></p>
<p><span>A convocação de novas eleições também atende às pressões de países e organismos internacionais que financiam a Autoridade Palestina e defendem reformas capazes de ampliar a representatividade das instituições palestinas.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>À AFP, o jurista Mahmoud Al-Afranji afirmou que há &#8220;vontade política&#8221; e pressão internacional para que o processo eleitoral avance. Segundo ele, porém, persistem obstáculos importantes, sobretudo a falta de garantias para a realização da votação em Jerusalém Oriental — ocupada por Israel desde 1967 — e na Faixa de Gaza.</span></p>
<p><span>Esses impasses já frustraram tentativas anteriores. Em 2021, Abbas chegou a convocar eleições legislativas para maio e presidenciais para julho, mas adiou ambas por tempo indeterminado, alegando não haver garantias de participação dos eleitores palestinos em Jerusalém Oriental.</span></p>
<p><span>Em abril deste ano, palestinos da Cisjordânia <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/sem-participacao-do-hamas-gaza-realiza-primeiras-eleicoes-em-20-anos/">voltaram às urnas para escolher chefes de conselhos municipais</a>, na primeira votação desde o início da guerra na Faixa de Gaza, em outubro de 2023. O novo cronograma anunciado por Abbas, contudo, ainda dependerá da superação de entraves políticos e territoriais que, há anos, impedem a renovação das lideranças palestinas.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3>Hamas <em>versus</em> Fatah</h3>
<p>O <strong>partido político Fatah</strong> foi fundado em 1959, após o êxodo palestino conhecido como Nakba, por Yasser Arafat (1929-2004) e Abbas. O Fatah é secular, ou seja, livre de dogmas religiosos. Seu nome significa “conquistar”, além de ser um acrônimo para o árabe &#8220;Harakat al-Tahrir al-Filistiniya&#8221; – que em português significa Movimento de Libertação Nacional da Palestina.</p>
<p>O partido domina a Autoridade Palestina, que manteve o controle administrativo de Gaza até 2007. A AP foi criada em meados da década de 1990 como um governo interino, enquanto aguarda a criação de um Estado palestino. Com sede na cidade ocupada de Ramallah, na Cisjordânia, exerce autogoverno nominal em partes do território.</p>
<p>Quando o Hamas venceu as eleições legislativas de 2006, a rivalidade entre as duas principais forças políticas da Palestina se intensificou. Rejeitando o resultado da votação, o Fatah dissolveu o Conselho Nacional Palestino e assumiu o controle apenas da AP, que tem poder administrativo parcial na Cisjordânia, ocupada por militares e colonos israelenses.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O Fatah, ao contrário do Hamas, não é considerado um grupo extremista ou radical há décadas pela comunidade internacional.</p>
<p>Inicialmente, sua estratégia era libertar o território da Palestina histórica através da luta armada contra o Estado de Israel. Após a Guerra Árabe-Israelense de 1967, sob a gestão de Arafat, o Fatah se tornou o partido dominante na Organização de Libertação da Palestina (OLP), que foi classificada como uma organização terrorista pelo governo israelense por assassinatos e sequestros de civis.</p>
<p>No entanto, nas décadas de 1970 e 1980, o Fatah passou por mudanças radicais após sua expulsão do Líbano e da Jordânia, quando começou a fazer negociações com Israel. Após renunciar à luta armada completamente em 1990, a OLP tornou-se representante dos palestinos nas Nações Unidas. Também assinou os <strong>Acordos de Oslo</strong> com Israel, um dos maiores passos para encerrar o conflito no Oriente Médio, que levaram à criação da AP.</p>
<p>Hoje, enquanto o Hamas defende a resistência armada para a destruição total de Israel, o Fatah reconhece o Estado judeu e propõe negociações pacíficas para uma solução de dois Estados. A reconciliação entre os dois grupos foi impulsionada pela intensificação da guerra em Gaza.</p>
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			<media:title type="html">World Leaders Gather In New York For The United Nations General Assembly</media:title>
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		<item>
		<title>Nasdaq salta 3% com trégua entre EUA e Irã e impulso de empresas ligadas à IA</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/nasdaq-salta-3-com-tregua-entre-eua-e-ira-e-impulso-de-empresas-ligadas-a-ia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213126</guid>

					<description><![CDATA[Ações de tecnologia lideram ganhos em Wall Street, enquanto petróleo recua e amplia apetite por risco dos investidores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="228" data-end="545">As bolsas americanas fecharam em forte alta nesta segunda-feira (15), impulsionadas pela perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio e pelo avanço das empresas ligadas à inteligência artificial. O Nasdaq, índice com maior peso do setor de tecnologia, disparou mais de 3% e voltou a renovar máximas históricas.</p>
<p data-start="547" data-end="811">O movimento ocorreu após o anúncio de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã, que prevê a continuidade das negociações diplomáticas e abre caminho para a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.</p>
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</div>
<p data-start="813" data-end="1014">A expectativa de normalização do fluxo de energia derrubou os preços do petróleo e estimulou a migração de investidores para ativos considerados mais arriscados, como ações de tecnologia e crescimento.</p>
<h3 data-section-id="1k0r85m" data-start="1016" data-end="1058">Tecnologia volta a liderar Wall Street</h3>
<p data-start="1060" data-end="1139">O Nasdaq avançou cerca de 3%, superando o desempenho do S&amp;P 500 e do Dow Jones.</p>
<p data-start="1141" data-end="1384">O rali foi liderado por fabricantes de semicondutores, setor que permanece no centro da corrida pela inteligência artificial. Empresas produtoras de chips, servidores e sistemas de armazenamento registraram algumas das maiores altas do pregão.</p>
<p data-start="1386" data-end="1560">O ETF iShares Semiconductor, referência do setor, renovou máximas históricas, refletindo o otimismo dos investidores com a expansão dos investimentos em infraestrutura de IA.</p>
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<p data-start="1562" data-end="1829">Nos últimos dois anos, a demanda por data centers, chips avançados e sistemas de armazenamento transformou fabricantes de semicondutores em alguns dos principais beneficiários da revolução tecnológica iniciada pela popularização da inteligência artificial generativa.</p>
<h3 data-section-id="wfi9bp" data-start="1831" data-end="1869">&#8220;Sete magníficas&#8221; sustentam avanço</h3>
<p data-start="1871" data-end="1948">As gigantes da tecnologia também contribuíram para a valorização dos índices.</p>
<p data-start="1950" data-end="2249">Ações de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Meta</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Amazon</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Alphabet</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Apple</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Microsoft</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Nvidia</span></span> e <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tesla</span></span> operaram em alta.</p>
<p data-start="2251" data-end="2391">O grupo, conhecido em Wall Street como &#8220;Sete Magníficas&#8221;, continua respondendo por parcela significativa dos ganhos dos mercados americanos.</p>
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</div>
<p data-start="2393" data-end="2550">Segundo analistas, o alívio geopolítico reduziu a procura por ativos defensivos e favoreceu empresas mais sensíveis às expectativas de crescimento econômico.</p>
<h3 data-section-id="jbzpcu" data-start="2552" data-end="2599">SpaceX amplia ganhos após estreia histórica</h3>
<p data-start="2601" data-end="2667">Outro destaque do dia foi a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">SpaceX</span></span>.</p>
<p data-start="2669" data-end="2812">Após subir cerca de 19% em sua estreia na Nasdaq na última sexta-feira, a companhia avançou mais de 10% no segundo pregão como empresa listada.</p>
<p data-start="2814" data-end="3057">O desempenho reforça o entusiasmo dos investidores com a empresa fundada por Elon Musk, que levantou US$ 75 bilhões em sua oferta pública inicial e alcançou uma das maiores avaliações de mercado já registradas para uma companhia de tecnologia.</p>
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</div>
<p data-start="3059" data-end="3253">A valorização também reflete o interesse do mercado por empresas associadas à inteligência artificial, satélites e infraestrutura espacial, áreas consideradas estratégicas para a próxima década.</p>
<h3 data-section-id="oh8jvn" data-start="3255" data-end="3303">Petróleo em queda favorece companhias aéreas</h3>
<p data-start="3305" data-end="3413">A retração superior a 5% nos preços do petróleo beneficiou setores que dependem intensamente de combustível.</p>
<p data-start="3415" data-end="3541">Companhias aéreas e operadoras de cruzeiros registraram fortes ganhos diante da perspectiva de redução de custos operacionais.</p>
<p data-start="3543" data-end="3685">Historicamente, quedas expressivas no petróleo costumam favorecer empresas de transporte e turismo, enquanto pressionam produtores de energia.</p>
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<p data-start="3687" data-end="3729">Foi exatamente o que ocorreu nesta sessão.</p>
<h3 data-section-id="13wv0xa" data-start="3731" data-end="3757">Energia fica para trás</h3>
<p data-start="3759" data-end="3880">Enquanto tecnologia e transporte lideraram os ganhos, o setor de petróleo e gás ficou entre os poucos segmentos em queda.</p>
<p data-start="3882" data-end="4043">A perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz reduziu os prêmios de risco embutidos nos preços da commodity, afetando ações de grandes petroleiras americanas.</p>
<p data-start="4045" data-end="4428">Mesmo com o recuo desta segunda-feira, analistas observam que os mercados continuam atentos à implementação efetiva do acordo entre Washington e Teerã. Especialistas do setor marítimo alertam que a normalização do tráfego na região pode levar semanas, devido à presença de minas marítimas, congestionamentos de embarcações e desafios logísticos acumulados ao longo dos últimos meses.</p>
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			<media:title type="html">Elon Musk participa por vídeo da cerimônia de abertura de capital da SpaceX na Nasdaq, em Nova York, na maior oferta pública inicial de ações da história.</media:title>
		</media:content>
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		<item>
		<title>Cibra vende planta em Paranaguá para redesenhar portfólio</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/cibra-vende-planta-em-paranagua-para-redesenhar-portfolio/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/cibra-vende-planta-em-paranagua-para-redesenhar-portfolio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6212914</guid>

					<description><![CDATA[Com faturamento na casa dos R$ 7 bilhões, grupo se desfaz de unidade industrial no principal porto de entrada de fertilizantes do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Cibra fechou a venda de uma planta industrial no Porto de Paranaguá, no Paraná, para a Inpek Fertilizantes. A operação, submetida ao Cade, envolve ativos físicos e licenças operacionais de uma unidade voltada à mistura de fertilizantes minerais.</p>
<p>A Cibra, uma das cem maiores empresas do agronegócio brasileiro e com faturamento na casa dos R$ 7 bilhões, trata o desinvestimento como parte de uma estratégia de otimização de portfólio. Segundo a companhia, a venda não compromete sua capacidade produtiva nacional e permite desalocar capital de ativos considerados menos eficientes.</p>
<p>Para a Inpek, empresa paranaense focada na distribuição de insumos, a compra representa um salto logístico. A unidade está localizada no principal porto de entrada de fertilizantes do país, em um mercado ainda fortemente concentrado em grandes grupos globais. Nos bastidores, a leitura é que a operação pode dar à Inpek mais escala para competir no mercado doméstico nos próximos anos.</p>
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			<media:title type="html">porto de parangua-josefernandoogura</media:title>
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		<item>
		<title>O que faz do estádio de Los Angeles o mais caro do planeta</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/o-que-faz-do-estadio-de-los-angeles-o-mais-caro-do-planeta/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/o-que-faz-do-estadio-de-los-angeles-o-mais-caro-do-planeta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213080</guid>

					<description><![CDATA[Arena de 25 bilhões de reais foi projetada para entreter mesmo quando o jogo está chato]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A<a href="https://veja.abril.com.br/esporte/ao-vivo-abertura-da-copa-do-mundo-nos-estados-unidos/"> estreia da seleção dos Estados Unidos da Copa do Mundo impressionou o mundo</a> pelo massacre que o time impôs ao Paraguai, que não viu a cor da bola e levou uma goleada de 4 a 1. Mas houve quem tenha dividido as atenções entre o vistoso futebol do camisa 10 Christian Pulisic: o espetaculoso e espetacular estádio de Los Angeles. Pudera. </span></p>
<p><span>A arena mais cara do planeta (custou 5 bilhões de dólares, ou cerca de 25 bilhões de reais) foi construída justamente com a intenção de prescindir do esporte no gramado para entreter o público. Os puristas do esporte, que até hoje reclamam das reformas nos estádios brasileiros para a Copa de 2014, torcem o nariz.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Mas o público presente e também a chuva de posts nas redes sociais a respeito da imponência do estádio falam por si.</span></p>
<p><span>Sobre as cabeças dos 70 mil espectadores paira a &#8220;Tela Infinita&#8221;, um telão 4K dupla-face de 6 500 metros quadrados e 80 milhões de pixels, o maior do mundo, em formato de anel para que todos os espectadores tenham a mesma visão. Seus 260 alto-falantes fazem com que qualquer lugar da arena escute a música dos shows, como o de Anitta na abertura, como se estivessem na frente do palco. O teto translúcido que cobre todas as arquibancadas é revestido de LEDs programáveis que também o transformam numa tela de televisão. <span>Ela é tão grande que pode ser vista do céu, por passageiros que estejam decolando ou aterrissando no aeroporto de Los Angeles, a seis quilômetros dali.</span><span> Seus 46 painéis se abrem para ventilar o calor, e manter o calor escaldante do verão americano do lado de fora.</span></span></p>
<p><span>De dentro do campo (e de casa, pela televisão), também é possível ver tel˜es em todo o entorno das arquibancadas, que podem ser usados para ambiência, como quando colorem tudo com as cores dos times em campo, como mostrar publicidade. À beira do gramado, cabines de hospitalidade com serviço de champanhe recebem os convidados mais privilegiados. Para os demais, há bares, restaurantes e espaços de convivência espalhados por todos os níveis. Se o jogo estiver chato, sempre tem o quê olhar.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>O estádio pertence a Stanley Kroenke, bilionário americano dono time de futebol americano Los Angeles Rams, que manda seus jogos ali. Foi dele a ideia de construir um estádio, inaugurado em 2020, que pudesse tanto receber eventos esportivos gigantes – como o Super Bowl de 2022, vencido pelos Rams diante de mais de 100 mil torcedores graças a arquibancadas desmontáveis, quanto concertos de música e cultura. Fora da Copa, quando a Fifa proíbe o uso de nomes de empresas nas arenas, o estádio se chama SoFi Stadium e já foi palco do WrestleMania, o maior evento anual do wrestling profissional, e shows de Taylor Swift, Beyoncé e BTS. O investimento deu certo, e o SoFi é hoje o estádio com maior faturamento com eventos ao vivo do mundo inteiro. E a agenda só cresce: depois da Copa, vem o Super Bowl de 2027 e, em 2028, a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Los Angeles.</span></p>
<figure><img alt="Cantora Anitta com microfone, vestindo top e calça brancos com recortes, no centro de um palco vermelho. Ela está cercada por seis dançarinos, todos de branco, em um estádio lotado. Ao fundo, palmeiras cenográficas e um letreiro dourado com a palavra HOLLY." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-12-at-20.53.46.jpeg" /><figcaption>Anitta na cerimônia de abertura: sistema de som impecável<span class="copyright">Reprodução/Youtube</span></figcaption></figure>
<p><span>Para quem está lá, o entretenimento não acaba ao sair do estádio. Ele fica dentro do Hollywood Park, um complexo de 1,2 milhão de metros quadrados que inclui o YouTube Theater, uma casa de shows com capacidade para 6 mil pessoas; um sofisticado cassino; prédios de apartamentos de luxo, restaurantes, lojas, 100 mil metros quadrados de parques e trilhas ao redor de um lago com cachoeira artificial e um estúdio de produção cinematográfica que servirá como o Centro Internacional de Transmissões nas Olimpíadas de 2028. O estádio é só a parte mais vistosa de uma verdadeira cidade de entretenimento.</span></p>
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</div>
<p><span>A lógica é o oposto da que moldou os grandes estádios de futebol do mundo. No Maracanã, no Rio de Janeiro, ou na La Bombonera, em Buenos Aires, o jogo é a única atração. Publicidade e comodidades são escassas. A fama vem dos momentos históricos e da paixão das arquibancadas.</span></p>
<p><span>O SoFi foi concebido para ser o antípoda dessa tradição, e Los Angeles é o lugar certo para essa experiência. &#8220;Queríamos que tanto o torcedor fanático que jamais sai do lugar quanto a pessoa que nunca vai sentar tivessem uma ótima experiência&#8221;, disse o arquiteto-chefe Lance Evans, do escritório HKS, responsável pelo projeto, em entrevista ao site </span><i><span>The Athletic</span></i><span>. </span></p>
<p><span>O torneio ainda vai passar mais sete vezes por ali. Nesta segunda-feira, 15, o Irã enfrenta a Nova Zelândia. Ao todo, o SoFi sediará oito partidas da Copa: cinco na fase de grupos, duas nas oitavas de final e uma nas quartas. Tempo mais do que suficiente para convencer até os mais céticos de que a arena não precisa de um bom jogo para ser inesquecível.</span></p>
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</div>
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			<media:title type="html">GettyImages-2281307966</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Anitta</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Justiça de SP aprova recuperação judicial da dona da Tok&amp;Stok e da Mobly</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/justica-de-sp-aprova-recuperacao-judicial-da-dona-da-tokstok-e-da-mobly/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213100</guid>

					<description><![CDATA[Dona da Tok&#038;Stok e da Mobly obtém proteção judicial para renegociar mais de R$ 1 bilhão em dívidas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="294" data-end="638">A Justiça de São Paulo aprovou o processamento do pedido de recuperação judicial do Grupo Toky, holding que controla as varejistas Tok&amp;Stok e Mobly. A decisão, proferida pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital paulista, permite que a empresa negocie suas dívidas com credores enquanto mantém as operações em funcionamento.</p>
<p data-start="640" data-end="794">O grupo informou ao mercado que a medida abrange a holding e suas subsidiárias e faz parte de um plano para reorganizar um passivo superior a R$ 1 bilhão.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p data-start="796" data-end="986">A recuperação judicial suspende temporariamente cobranças e execuções contra a companhia, abrindo espaço para a elaboração de um plano de pagamento que precisará ser aprovado pelos credores.</p>
<h3 data-section-id="8zv9jc" data-start="988" data-end="1036">Fusão não foi suficiente para reverter crise</h3>
<p data-start="1038" data-end="1215">A decisão ocorre menos de dois anos após a fusão entre Tok&amp;Stok e Mobly, anunciada em 2024 como uma tentativa de criar uma das maiores plataformas de móveis e decoração do país.</p>
<p data-start="1217" data-end="1416">A operação deu origem ao Grupo Toky e tinha como objetivo gerar ganhos de escala, integrar operações físicas e digitais e reduzir custos em um setor que vinha sofrendo com a desaceleração do consumo.</p>
<p data-start="1418" data-end="1652">Na época, analistas avaliavam que a combinação dos negócios poderia fortalecer as empresas diante do avanço de concorrentes como a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">MadeiraMadeira</span></span> e dos marketplaces de grandes plataformas de comércio eletrônico.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p data-start="1654" data-end="1836">Os resultados, porém, ficaram abaixo das expectativas. Apesar das iniciativas de integração e corte de despesas, o grupo continuou acumulando prejuízos e ampliando seu endividamento.</p>
<p data-start="1838" data-end="1927">No primeiro trimestre de 2026, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões.</p>
<h3 data-section-id="1mutqg6" data-start="1929" data-end="1968">Juros altos atingem setor de móveis</h3>
<p data-start="1970" data-end="2066">Em seu pedido à Justiça, o Grupo Toky atribuiu parte das dificuldades ao cenário macroeconômico.</p>
<p data-start="2068" data-end="2332">O setor de móveis está entre os mais sensíveis ao custo do crédito porque depende fortemente de compras parceladas e do mercado imobiliário. Com juros elevados e maior cautela dos consumidores, itens considerados não essenciais costumam ser adiados pelas famílias.</p>
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</div>
<p data-start="2334" data-end="2529">Além disso, o aumento do comprometimento da renda com dívidas e a desaceleração do crédito ao consumo reduziram a demanda por produtos de maior valor agregado, como móveis e artigos de decoração.</p>
<p data-start="2531" data-end="2627">Segundo a empresa, a combinação desses fatores afetou as vendas e agravou problemas de liquidez.</p>
<h3 data-section-id="1ha6ejx" data-start="2629" data-end="2669">Estoques e dívida pressionaram caixa</h3>
<p data-start="2671" data-end="2844">A companhia também relatou dificuldades operacionais relacionadas aos níveis de estoque, o que teria comprometido a capacidade de atender à demanda em determinados períodos.</p>
<p data-start="2846" data-end="2990">Ao mesmo tempo, negociações com credores para reestruturar o passivo não foram suficientes para conter o crescimento das obrigações financeiras.</p>
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<p data-start="2992" data-end="3131">&#8220;O alto endividamento do grupo persiste e vem se agravando&#8221;, afirmou a empresa quando protocolou o pedido de recuperação judicial, em maio.</p>
<p data-start="3133" data-end="3378">Pouco antes da solicitação, a companhia informou que fundos administrados pela SPX Private Equity negociavam a venda integral de suas participações no grupo, movimento que evidenciou a busca por alternativas para reforçar a estrutura financeira.</p>
<h3 data-section-id="19qnjdd" data-start="3380" data-end="3420">Recuperações judiciais batem recorde</h3>
<p data-start="3422" data-end="3584">O caso da Tok&amp;Stok e da Mobly se soma a uma onda de recuperações judiciais que tem atingido empresas brasileiras desde o ciclo de alta dos juros iniciado em 2021.</p>
<p data-start="3586" data-end="3753">Dados da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Serasa Experian</span></span> mostram que 2.466 empresas entraram em recuperação judicial em 2025, o maior número da série histórica iniciada em 2012.</p>
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<p data-start="3755" data-end="3956">Especialistas apontam que a combinação de crédito mais caro, crescimento econômico moderado e aumento da seletividade dos bancos elevou a pressão sobre companhias que já operavam com margens apertadas.</p>
<p data-start="3958" data-end="4121">Nos últimos anos, empresas dos setores de varejo, construção civil, agronegócio e tecnologia recorreram ao instrumento para renegociar dívidas e evitar a falência.</p>
<h3 data-section-id="yqxi8z" data-start="4123" data-end="4163">Desafio será recuperar rentabilidade</h3>
<p data-start="4165" data-end="4337">Agora, o principal desafio do Grupo Toky será convencer credores de que a operação tem condições de voltar a gerar caixa suficiente para sustentar o negócio no longo prazo.</p>
<p data-start="4339" data-end="4511">A empresa ainda possui marcas reconhecidas no mercado brasileiro de móveis e decoração e mantém uma presença relevante tanto no comércio eletrônico quanto em lojas físicas.</p>
<p data-start="4513" data-end="4745">A recuperação judicial, contudo, evidencia as dificuldades enfrentadas por um segmento que prosperou durante a pandemia, mas que passou a conviver com a retração do consumo, a alta dos juros e uma concorrência cada vez mais intensa.</p>
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			<media:title type="html">Tok&amp;Stok</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Oliver Tree, morto em acidente de helicóptero no Rio, relatou experiência com LSD em que viu o próprio funeral</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/comportamento/oliver-tree-morto-em-acidente-de-helicoptero-no-rio-relatou-experiencia-com-lsd-em-que-viu-o-proprio-funeral/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/comportamento/oliver-tree-morto-em-acidente-de-helicoptero-no-rio-relatou-experiencia-com-lsd-em-que-viu-o-proprio-funeral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Duda Monteiro de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212819</guid>

					<description><![CDATA[Cantor americano falou abertamente sobre episódio que marcou transformação em sua vida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Em uma entrevista que voltou a circular após sua morte, <strong>Oliver Tree</strong> contou que uma tragédia familiar na adolescência mudou sua forma de enxergar a vida. Segundo o cantor, uma prima morreu de meningite quando ele tinha 13 anos, o que o levou a acreditar que poderia morrer a qualquer momento. A partir daí, disse ter buscado viver intensamente, período em que se envolveu com drogas, foi expulso de casa e chegou a vender entorpecentes. </span></p>
<p><span>O artista relatou ainda que uma experiência com LSD, na qual afirmou ter visto o próprio funeral, marcou um ponto de virada em sua trajetória. &#8220;Foi como um renascimento&#8221;, disse. Após o episódio, Tree afirmou ter encontrado na música um novo propósito. &#8220;A música virou minha salvação. Fiquei viciado em algo que podia me salvar.&#8221; Na mesma entrevista, o cantor também refletiu sobre a brevidade da existência. &#8220;A vida é preciosa e curta&#8221;, declarou.</span></p>
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</div>
<p><strong>O acidente</strong></p>
<p><span>No último domingo, 14, dois helicópteros colidiram no ar na região do Recreio dos Bandeirantes. As aeronaves caíram em um pátio utilizado para armazenar veículos elétricos, e uma delas explodiu ao atingir o solo, provocando um incêndio que destruiu diversos automóveis. Equipes do Corpo de Bombeiros controlaram as chamas, enquanto investigadores do Cenipa iniciaram os trabalhos para apurar as causas da colisão.</span></p>
<p><span>Morreram no acidente os pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac, além dos passageiros Oliver Tree Nickel, cantor e produtor musical norte-americano; Gaspar Prim, conhecido como Gaspi, youtuber argentino; Lucas Brito Chaves, DJ e produtor musical brasileiro conhecido como Lucas Frota; e Lucas Vignale, diretor argentino de videoclipes. As autoridades trabalham para esclarecer as circunstâncias da colisão entre as aeronaves.</span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Filme de terror com Wagner Moura e Greta Lee ganha 1º trailer</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/filme-de-terror-com-wagner-moura-e-greta-lee-ganha-1o-trailer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Haddad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Moura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212954</guid>

					<description><![CDATA[Coprodução americana, inglesa e francesa, 'A Última Casa' estreia em agosto na Netflix]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Netflix</strong> lançou, nesta segunda-feira, 15, o trailer oficial de <strong><em>A Última Casa</em></strong>, thriller estrelado por <strong>Wagner Moura e Greta Lee</strong>. Dirigido pelo francês Louis Leterrier, o filme é uma ficção científica com tons de terror que acompanha uma família de quatro pessoas presa dentro de casa sem qualquer possibilidade de saída. Para tentar sobreviver, eles precisam lidar com a falta de recursos e uma ameaça misteriosa que assola o mundo.</p>
<p>Moura interpreta Jason, pai da família, que logo no início do teaser é visto tentando abrir as portas da casa, até perceber que todas estão trancadas. Com roteiro de Matthew Robinson, a produção está prevista para estrear em 7 de agosto na plataforma.</p>
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</div>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="A Última Casa | Greta Lee e Wagner Moura | Trailer oficial | Netflix" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ODlqn0buN2g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana"><span>Tela Plana</span></a><b> </b><span>para novidades da TV e do streaming</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/o-som-e-a-furia/"><span>O Som e a Fúria</span></a><span> sobre artistas e lançamentos musicais</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/"><span>Em Cartaz</span></a><span> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro"><span>Livros</span></a><span> para notícias sobre literatura e mercado editorial</span></li>
</ul>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">a-ultima-casa</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Petróleo recua após acordo entre EUA e Irã, mas normalização de Ormuz pode levar semanas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/petroleo-recua-apos-acordo-entre-eua-e-ira-mas-normalizacao-de-ormuz-pode-levar-semanas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213083</guid>

					<description><![CDATA[Mercado reage ao anúncio de reabertura da principal rota energética do mundo, enquanto especialistas alertam para gargalos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="274" data-end="663">Os preços do petróleo caíram nesta segunda-feira após o anúncio de um acordo entre Estados Unidos e Irã para reabrir gradualmente o Estreito de Ormuz, passagem marítima por onde circula cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo.</p>
<p data-start="274" data-end="663">Apesar do alívio inicial dos mercados, analistas afirmam que a retomada do tráfego marítimo deverá ser lenta e continuará sujeita a riscos geopolíticos.</p>
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</div>
<p data-start="665" data-end="897">O barril do Brent, referência internacional para os preços do petróleo, recuou mais de 4%, refletindo expectativas de que a principal rota de exportação dos países do Golfo volte a operar após mais de três meses de conflito militar.</p>
<h3 data-section-id="ckkctt" data-start="899" data-end="937">A rota mais estratégica do planeta</h3>
<p data-start="939" data-end="1056">Localizado entre Irã e Omã, o Estreito de Ormuz é considerado um dos pontos mais sensíveis do comércio internacional.</p>
<p data-start="1058" data-end="1392">Antes da guerra iniciada em fevereiro, aproximadamente 20% do petróleo mundial e cerca de 25% do gás natural liquefeito (GNL) negociado internacionalmente passavam diariamente pela passagem marítima.</p>
<p data-start="1058" data-end="1392">Segundo dados da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Agência Nacional de Energia</span></span>, cerca de 20 milhões de barris de petróleo atravessavam a região todos os dias.</p>
<p data-start="1394" data-end="1550">O bloqueio provocou um choque imediato nos mercados de energia e obrigou produtores, refinarias e empresas de transporte a reorganizarem cadeias logísticas.</p>
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</div>
<p data-start="1552" data-end="1728">A interrupção também reacendeu preocupações semelhantes às observadas durante os ataques a petroleiros em 2019 e após as ofensivas dos houthis no Mar Vermelho nos últimos anos.</p>
<h3 data-section-id="12ppi3m" data-start="1730" data-end="1773">Centenas de navios aguardam autorização</h3>
<p data-start="1775" data-end="1897">Embora o acordo tenha sido recebido positivamente pelos mercados, a normalização das operações está longe de ser imediata.</p>
<p data-start="1899" data-end="2082">Entidades do setor marítimo estimam que cerca de 500 embarcações comerciais permanecem concentradas na região do Golfo Pérsico aguardando condições seguras para atravessar o estreito.</p>
<p data-start="2084" data-end="2222">Antes do conflito, aproximadamente 130 navios cruzavam a passagem diariamente. Hoje, o fluxo permanece reduzido a uma fração desse volume.</p>
<p data-start="2224" data-end="2432">O congestionamento preocupa armadores e autoridades marítimas, já que uma travessia comercial normalmente leva cerca de oito horas. Mesmo com a reabertura, o escoamento da fila acumulada poderá levar semanas.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3 data-section-id="1tonq4b" data-start="2434" data-end="2483">Minas e segurança continuam sendo preocupação</h3>
<p data-start="2485" data-end="2565">O principal obstáculo para a retomada plena do tráfego não é apenas diplomático.</p>
<p data-start="2567" data-end="2865">Durante o conflito, houve relatos de instalação de minas marítimas nas rotas de navegação e de ataques contra embarcações comerciais. Estimativas do setor apontam que ao menos 46 navios foram alvo de incidentes desde fevereiro, enquanto dois cargueiros teriam sido apreendidos por forças iranianas.</p>
<p data-start="2867" data-end="2986">Pelos termos do acordo, o Irã deverá conduzir operações de desminagem durante os primeiros 30 dias após sua assinatura.</p>
<p data-start="2988" data-end="3215">Mesmo assim, associações internacionais de transporte marítimo alertam para o risco de congestionamentos, manobras imprevisíveis e dificuldades de coordenação caso centenas de embarcações tentem cruzar simultaneamente a região.</p>
<h3 data-section-id="1tzqz66" data-start="3217" data-end="3271">Petróleo mais barato não significa alívio imediato</h3>
<p data-start="3273" data-end="3386">A queda das cotações reflete expectativas futuras, mas não necessariamente uma melhora imediata no abastecimento.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p data-start="3388" data-end="3626">Analistas observam que a reconstrução da logística energética pode levar meses. Além da retomada da navegação, será necessário recompor estoques estratégicos, reorganizar contratos de transporte e reparar instalações afetadas pela guerra.</p>
<p data-start="3628" data-end="3806">Especialistas do setor energético avaliam que o mercado continuará relativamente apertado até pelo menos 2027, especialmente após meses de interrupções nas exportações da região.</p>
<h3 data-section-id="1epjf2q" data-start="3808" data-end="3836">Fantasma do Mar Vermelho</h3>
<p data-start="3838" data-end="3913">Parte dos analistas compara o cenário atual ao que ocorreu no Mar Vermelho.</p>
<p data-start="3915" data-end="4152">Mesmo após acordos diplomáticos e redução dos ataques, o tráfego marítimo na região continua muito abaixo dos níveis observados antes do início das hostilidades. Muitas empresas de navegação ainda evitam a rota por considerá-la insegura.</p>
<p data-start="4154" data-end="4207">O temor é que situação semelhante se repita em Ormuz.</p>
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</div>
<p data-start="4209" data-end="4361">Para armadores e seguradoras, a simples existência de um acordo não elimina o risco de novos confrontos nem garante estabilidade permanente na passagem.</p>
<h3 data-section-id="4i8mz5" data-start="4363" data-end="4395">Impacto vai além do petróleo</h3>
<p data-start="4397" data-end="4448">Os efeitos da crise ultrapassam o setor energético.</p>
<p data-start="4450" data-end="4699">O Estreito de Ormuz é uma artéria vital para o comércio mundial, conectando produtores do Oriente Médio a mercados da Ásia, Europa e América do Norte. Qualquer interrupção afeta fretes, seguros marítimos, preços de combustíveis e custos industriais.</p>
<p data-start="4701" data-end="4835">Além do petróleo, a região é fundamental para as exportações de gás natural liquefeito do Catar, um dos maiores fornecedores do mundo.</p>
<p data-start="4837" data-end="5012">Por isso, investidores seguem acompanhando não apenas a implementação do acordo, mas também a capacidade de Estados Unidos e Irã de evitar novos episódios de escalada militar.</p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>A vitória de Lula sobre Flávio na disputa de narrativa sobre decisão polêmica de Trump</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-vitoria-de-lula-sobre-flavio-na-disputa-de-narrativa-sobre-decisao-polemica-de-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[PCC]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6213019</guid>

					<description><![CDATA[Maioria dos eleitores independentes concorda com leitura do governo sobre classificação de PCC e CV como organizações terroristas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura preocupada do governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> em relação à decisão do governo Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas é acompanhada não apenas por eleitores progressistas. A maioria do eleitorado independente também concorda com a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>É o que mostra pesquisa da Nexus, que mostra que a maior parte dos consultados via a decisão do governo norte-americano como uma ameaça à soberania nacional.</p>
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</div>
<p>O resultado indica que <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Luiz Inácio Lula da Silva</a> venceu a disputa de narrativa que vinha tendo sobre o tema com o pré-candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, que defendeu e trabalhou pela iniciativa de Trump.</p>
<p>De acordo com o levantamento da Nexus, 37% dos eleitores avaliam que a medida vai ameaçar a segurança dos brasileiros, servindo de justificativa para interferências ou sanções ao governo e ao povo. Outros 30% acreditam que a iniciativa vai melhorar a segurança por focar exclusivamente no combate aos grupos criminosos, enquanto 23% declaram que a decisão não trará interferências, sendo apenas burocracia ou encenação política. O índice de quem não soube ou não respondeu foi de 9%.</p>
<p>Quando o perfil político é levado em consideração, a pesquisa apontou que 56% dos bolsonaristas convictos afirmam que a medida vai melhorar a segurança pública, enquanto 59% dos eleitores fiéis a Lula avaliam a decisão norte-americana como uma ameaça à soberania e à segurança nacional.</p>
<p>Além disso, o estudo mostra que os eleitores independentes tendem a concordar com o comportamento do eleitorado governista neste assunto. Nesse grupo, 44% enxergam a medida como uma ameaça à segurança do país, contra 21% que projetam melhorias e 25% que consideram o ato indiferente.</p>
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			<media:title type="html">Donald Trump e Lula</media:title>
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		<title>O que levou Jay-Z ao jogo da Costa do Marfim na Copa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/o-que-levou-jay-z-ao-jogo-da-costa-do-marfim-na-copa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Valmir Moratelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Jay-z]]></category>
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					<description><![CDATA[E qual a relação do rapper americano com o Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o jogo entre Costa do Marfim e Equador, realizado na noite deste domingo, 14, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, chamou a atenção a presença do rapper, compositor e produtor musical americano <b>Jay-Z</b> sendo filmado inúmeras vezes em um dos camarotes do estádio. Mais do que um dos maiores nomes da música americana hoje, ele se tornou renomado empresário e também é casado há quase 20 anos com a cantora <b>Beyoncé</b>, com quem tem três filhos.</p>
<p>Jay-Z entrou no gramado ao lado de Frederico Pena, CEO da Roc Nation Sports no Brasil, e Michael Yormark, presidente da Roc Nation Sports International, e ganhou uma camisa de autoridades ligadas à Costa do Marfim, além de ter conversado com o atacante <b>Yan Diomande</b>, uma das principais promessas do futebol alemão na atualidade e que já desperta o interesse de grandes clubes como PSG e Liverpool.</p>
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</div>
<p>Diomande, de Costa do Marfim, e o atacante <b>John Yeboah</b>, da seleção do Equador e que atua pelo Venezia, da Itália, são agenciados pela Roc Nation Sports, empresa de agenciamento que tem como sócio majoritário o rapper Jay-Z.</p>
<p>Além deles, a Roc Nation possui outros oito atletas representados na Copa do Mundo, sendo cinco da seleção brasileira: <b>Vini Jr, Endrick, Gabriel Martinelli, Lucas Paquetá</b> e <b>Douglas Santos</b>. Os outros três são o atacante <b>Hormiga</b>, do México e que atua no Chivas Guadalaja-MEX, o zagueiro <b>Chadi Riad</b>, de Marrocos e que joga no Crystal Palace-ING, e o defensor <b>Chris Richards</b>, da seleção dos EUA e que também atua pelo Crystal Palace-ING.</p>
<p>No entretenimento, a empresa criada pelo bilionário rapper Jay-Z representa nomes como Rihanna, A$AP Rocky, Alicia Keys, DJ Khaled e Fat Joe. A Roc Nation tem sede em São Paulo e possui um portfólio com mais de 100 atletas, dos quais mais da metade já defendeu a Seleção Brasileira em ao menos uma de suas categorias. A empresa também acumula histórico de transferências internacionais intermediadas entre clubes de aproximadamente 50 países. Um dos principais objetivos é potencializar a imagem dos atletas brasileiros para além dos gramados, atuando no marketing, filantropia e engajamento global.</p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Os motivos de Margareth Dalcolmo para chamar indústria do cigarro de ‘diabólica’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZZhxgoDJr6M?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<item>
		<title>Flamengo aponta culpados por lesão de Arrascaeta antes de estreia na Copa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/flamengo-aponta-culpados-por-lesao-de-arrascaeta-antes-de-estreia-na-copa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção de Futebol do Uruguai]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>
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					<description><![CDATA[Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente rubro-negro, acusou a seleção do Uruguai e seu treinador, o argentino Marcelo Bielsa, de 'forçar a mão' com o meia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, acusou a seleção do Uruguai e seu treinador, o argentino Marcelo Bielsa, de &#8220;forçar a mão&#8221; com o meia Georgian De Arrascaeta, que sofreu uma lesão muscular na panturrilha na concentração da &#8216;Celeste&#8217; para a Copa do Mundo.</p>
<p>Arrascaeta, de 32 anos, se juntou à delegação uruguaia após passar por uma cirurgia para tratar uma fratura na clavícula direita no final de abril e se lesionou durante um treinamento.</p>
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</div>
<p>&#8220;Conversamos com a equipe médica deles, com quem temos ótima relação (&#8230;) e garantiu que ele seguiria à risca e não voltaria a campo antes de 15 dias&#8221;, disse Bap em entrevista ao Charla Podcast. &#8220;O técnico mandou ele voltar antes, forçou a mão e o atleta acabou se contundindo. O cara vai e não cumpre o combinado&#8221;, acrescentou o dirigente.</p>
<p>Arrascaeta vai desfalcar o Uruguai na estreia na Copa do Mundo, contra a Arábia Saudita, nesta segunda-feira, pelo Grupo H. Ainda não há um prazo para o retorno do jogador. &#8220;Isso gera uma indignação porque quem paga o salário dele é o Flamengo. Foi o cuidado que ele teve aqui que possibilitou o Uruguai contar com o talento ímpar do jogador&#8221;, continuou Bap.</p>
<p>Arrascaeta tem sete gols e duas assistências em 20 jogos disputados em 2026 pelo Rubro-Negro. &#8220;Assumimos a responsabilidade&#8221;, disse Bielsa no domingo.</p>
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</div>
<p>&#8220;Cada treino, cada carga que ele recebeu, foi combinada entre a pessoa que o acompanha, que representava o departamento médico do Flamengo, e o próprio Arrascaeta e nós&#8221;, explicou o treinador em entrevista coletiva.</p>
<p>&#8220;Uma lesão muscular sofrida por um jogador durante a recuperação e a preparação deve ser necessariamente interpretada como um erro&#8221;, mas &#8220;tomamos todas as medidas para evitar isso&#8221;, acrescentou Bielsa.</p>
<p><em>(Com AFP)</em></p>
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			<media:title type="html">Flamengo v Botafogo PB - Copa Do Brasil 2025</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Deputado pede para PGR investigar retomada de convênio com entidade investigada na máfia do INSS</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/deputado-pede-para-pgr-investigar-retomada-de-convenio-com-entidade-investigada-na-mafia-do-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Kim Kataguiri]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria-Geral da República (PGR)]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[Kim Kataguiri viu indícios de crime em restabelecimento de acordo de cooperação técnica ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) apresentou uma notícia-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a investigação da decisão do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/inss/">INSS</a> de <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/governo-lula-retoma-convenio-com-entidade-ligada-ao-pt-e-investigada-na-mafia-do-inss/">restabelecer um acordo de cooperação técnica</a> com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), entidade investigada pela Polícia Federal.</p>
<p>O pedido é baseado em uma notícia publicada pelo Radar.</p>
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</div>
<p>&#8220;A conduta da presidente do INSS é tanto mais grave por ter sido adotada à vista plena dos elementos já colhidos pelas apurações da CPMI do INSS, da CGU e da <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a>, e sem qualquer demonstração de que as irregularidades foram sanadas ou que os beneficiários foram ressarcidos&#8221;, afirmou Kataguiri.</p>
<p>O parlamentar considera que há indícios de peculato, estelionato qualificado, organização criminosa e improbidade administrativa.</p>
<p>O acordo de cooperação técnica havia sido rescindido de forma unilateral pelo governo em abril. Há duas semanas, a presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira, aceitou um pedido de revisão e tornou a decisão anterior sem efeito.</p>
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</div>
<p>O convênio foi firmado em 2022 e permite que as organizações vinculadas à Contag possam apresentar serviços previdenciários e seguro desemprego do pescador artesanal na modalidade de atendimento a distância.</p>
<p>Entre 2019 e 2024, a Contag descontou cerca de 2 bilhões de reais das pensões dos aposentados do INSS, grande parte sem o conhecimento e sem a autorização dos idosos, segundo a Polícia Federal. A entidade tem um histórico de proximidade com <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> e o PT.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Arábia Saudita x Uruguai na Copa: onde assistir, horário e escalações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/arabia-saudita-x-uruguai-na-copa-onde-assistir-horario-e-escalacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol: onde assistir]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212965</guid>

					<description><![CDATA[Partida de hoje, 15, é válida pelo Grupo H]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Arábia Saudita</strong> e <strong>Uruguai</strong> se enfrentam nesta segunda, 15, às 19h (horário de Brasília), pela <strong>Copa do Mundo 2026</strong>, no estádio de Miami, nos Estados Unidos. A partida é válida pelo Grupo H, que conta ainda com Espanha e Cabo Verde.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/esporte/jogos-de-hoje-segunda-15-de-junho-onde-assistir-futebol-ao-vivo-e-horarios/"><strong>+ Jogos de hoje, segunda, 15 de junho: onde assistir futebol ao vivo e horários</strong></a></p>
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</div>
<p>A seleção saudita vai disputar a sua sétima Copa do Mundo. Antes desta edição, disputou os Mundiais de 1994, 1998, 2002, 2006, 2018 e 2022. Sua melhor campanha foi na estreia, em 1994, quando avançou às oitavas de final. Desde então, a Arábia Saudita não voltou a passar da fase de grupos. Em 2022, a Arábia Saudita venceu a Argentina na partida de estreia, mas perdeu os dois jogos seguintes e foi eliminada na fase de grupos. O técnico Georgios Donis assumiu a seleção nacional a dois meses da estreia na Copa e comandou a equipe em somente três partidas, com uma vitória, um empate e uma derrota.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/esporte/copa-do-mundo-conheca-as-selecoes-campeas-e-saiba-quem-ganhou-em-cada-edicao/"><strong>+ Copa do Mundo: conheça as seleções campeãs e saiba quem ganhou em cada edição</strong></a></p>
<p>Do outro lado, o Uruguai é bicampeão do torneio e vai disputar a sua 15ª Copa do Mundo. Na última participação, em 2022, a Celeste foi eliminada na fase de grupos. A equipe do técnico Marcelo Bielsa terminou as eliminatórias na 4ª colocação.</p>
<h3>Como assistir ao jogo entre Arábia Saudita e Uruguai hoje?</h3>
<p>Arábia Saudita e Uruguai vão se enfrentar nesta segunda, 15, às 19h (horário de Brasília), em partida válida pela primeira rodada do Grupo H da Copa do Mundo 2026, no estádio de Miami, nos Estados Unidos. <strong>A partida terá transmissão da TV Globo, do SBT, do Sportv, da N Sports, da ge tv (no Globoplay) e da CazéTV</strong><strong>.</strong></p>
<h3>Prováveis escalações:</h3>
<p data-path-to-node="3"><strong>Arábia Saudita:</strong> Al-Aqidi; Abdulhamid, Al-Tambakti, Al-Amri e Kadesh; Al-Khaibari, Kanno e Al-Juwayr; Mandash, Al-Brikan e Al-Dawsari. <strong data-start="479" data-end="491">Técnico:</strong> Georgios Donis.</p>
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</div>
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<h3>O hexa vem? Seis desafios da seleção na Copa de Trump</h3>
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<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="O hexa vem? Seis desafios da seleção na Copa de Trump | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/copa-trump-desafios-selecao/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="O hexa vem? Seis desafios da seleção na Copa de Trump | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/copa-trump-desafios-selecao/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<p data-start="2350" data-end="2492"><strong data-start="2228" data-end="2241">Uruguai: </strong>Muslera; Varela, Cáceres, Mathías Olivera e Matías Viña; Ugarte, Bentancur, Federico Valverde e Federico Viñas; Maximiliano Araújo e Darwin Núñez. <strong data-start="2228" data-end="2241"></strong><strong data-start="717" data-end="729">Técnico: </strong>Marcelo Bielsa.</p>
<h3 data-start="2018" data-end="2261">Odds para <strong>Arábia Saudita</strong> x Uruguai:</h3>
<p><strong>Resultado final</strong></p>
<p>Betano: Arábia Saudita (7.60) &#8211; Empate (4.20) &#8211; Uruguai<span> </span>(1.47)</p>
<p>Bet365: Arábia Saudita (8.50) &#8211; Empate (4.33) &#8211; Uruguai<span> </span>(1.42)</p>
<h3>Arbitragem:</h3>
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<ul>
<li><strong>Árbitro:<span> </span></strong>Maurizio Mariani (Itália);</li>
<li><strong>Assistentes:<span> </span></strong>Daniele Bindoni (Itália) e Alberto Tegoni (Itália);</li>
<li><strong>Quarto árbitro:<span> </span></strong>Drew Fischer (Canadá);</li>
<li><strong>VAR</strong>: Marco Di Bello (Itália).</li>
</ul>
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			<media:title type="html">CR Flamengo v FC Bayern München: Round Of 16 - FIFA Club World Cup 2025</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Fã de Ivete e ‘Malhação’: as conexões do goleiro de Cabo Verde com o Brasil</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/fa-de-ivete-e-malhacao-as-conexoes-do-goleiro-de-cabo-verde-com-o-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Bigas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Ivete Sangalo]]></category>
		<category><![CDATA[O Som e a Fúria]]></category>
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					<description><![CDATA[O atleta já afirmou gostar de novelas brasileiras e tem nome inspirado em ex-jogador do Botafogo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em campo contra a Espanha, a seleção do <strong>Cabo Verde</strong> fez sua estreia na <strong>Copa do Mundo de 2026</strong> nesta segunda-feira, 15. Herói da partida, o goleiro cabo-verdiano, o Vozinha, tem uma história entrelaçada com o Brasil, para além de compartilhar o idioma português. Seu nome real é <span>Josimar José Évora Dias, em homenagem ao lateral-direito brasileiro Josimar Higino Pereira, do Botafogo, que integrou o time entre 1981 e 1989. Seu pai era grande fã do jogador e seus avós costumavam acompanhar o futebol brasileiro e torcer pelo país. Além de ter sido batizado com nome de brasileiro, o jogador cresceu consumindo nossa cultura popular, sendo fã de Ivete Sangalo e de algumas novelas locais. </span></p>
<p><span>&#8220;Desde sempre víamos muitas novelas brasileiras depois dos telejornais. Lembro muito de <em>Xica da Silva</em>, <em>Malhação</em> e <em>Rei do Gado</em>. Consumimos também muita música brasileira que é muito boa e rica. Gostava muito de Ivete Sangalo, Seu Jorge, Cidade Negra e Revelação. Minha avó era fã do Roberto Carlos&#8221;, disse Vozinha em entrevista à ESPN. Além desses nomes, o goleiro admitiu nutrir uma admiração pelo ex-goleiro Rogério Ceni, por Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho.  </span></p>
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</div>
<p>O ano de 2026 marca a primeira Copa do Mundo que Cabo Verde disputa em sua história. A classificação veio após a vitória contra Eswatini por 3 a 0 na última rodada das Eliminatórias Africanas, em Praia. Apesar da dura missão de encarar um grupo com Espanha, Uruguai e Arábia Saudita, a seleção africana chega em alta após a classificação histórica e as vitórias contra a Sérvia e Bermuda, ambas por 3 a 0, nos últimos amistosos preparatórios para a Copa. Contra a Espanha, atual campeã da Eurocopa e uma das favoritas ao título, o Cabo Verde conseguiu um empate, fechando o placar em 0 a 0.</p>
<h3>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</h3>
<ul>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tela-plana/" target="_blank" rel="noopener">Tela Plana</a> para novidades da TV e do streaming</li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/som-e-furia/" target="_blank" rel="noopener">O Som e a Fúria</a> sobre artistas e lançamentos musicais<br />
<a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/" target="_blank" rel="noopener"></a></li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/em-cartaz/" target="_blank" rel="noopener">Em Cartaz</a> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro" target="_blank" rel="noopener">Livros</a> para notícias sobre literatura e mercado editorial</li>
</ul>
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			<media:title type="html">vozinha</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Apuração de votos de peruanos no Brasil termina; veja resultados entre Fujimori e Sánchez </title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/apuracao-de-votos-de-peruanos-no-brasil-termina-veja-resultados-entre-fujimori-e-sanchez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Fujimori]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Voto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212974</guid>

					<description><![CDATA[Candidata de direita recebeu a maioria dos votos em nove capitais brasileiras; Enquanto isso, a disputa nacional segue acirrada no Peru]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A candidata de direita <strong>Keiko Fujimori</strong> venceu o adversário de esquerda <strong>Roberto Sánchez</strong> na disputa pela Presidência do <strong>Peru</strong> entre eleitores peruanos que votaram no <strong>Brasil</strong>, segundo a Comissão Nacional Eleitoral do Peru (ONPE). Com 100% das atas contabilizadas nesta segunda-feira, 15, a filha do ex-ditador <strong>Alberto Fujimori</strong> obteve 2.832 votos<span>, o equivalente a 55,6% do total, enquanto Sánchez somou 2.261 votos, ou 44,4%.</span></p>
<p>Fujimori venceu em nove das 11 capitais que receberam eleitores peruanos, <span class="_aupe copyable-text xkrh14z">com destaque para Goiânia, onde alcançou 74% dos votos, Manaus (72%) e Curitiba (62,5%).</span><span> No Rio de Janeiro, a candidata conservadora obteve 57,7% da preferência do eleitorado</span><span>, enquanto em São Paulo, o maior colégio eleitoral entre os peruanos no Brasil, venceu por margem estreita: 50,9% contra 49,1% de Sánchez.</span></p>
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</div>
<p><span>Já o adversário de esquerda levou vantagem apenas em Fortaleza, com 59,1% dos votos, e em Porto Alegre, com 53,7%.</span></p>
<h3>Disputa acirrada</h3>
<p><span>Enquanto isso, a disputa nacional segue acirrada no Peru. Com 98,62% das atas contabilizadas nesta segunda-feira, Keiko Fujimori aparece à frente com 9.078.120 votos, correspondentes a 50,05% do total apurado. Roberto Sánchez registra 9.059.164 votos, ou 49,94%. </span></p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/por-que-a-apuracao-da-eleicao-do-peru-demora-tanto-tempo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+ Por que a apuração da eleição do Peru demora tanto tempo?</strong> </a></p>
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</div>
<p>Os dois candidatos estiveram praticamente empatados durante toda a apuração. Enquanto <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/boca-de-urna-no-peru-indica-vitoria-de-filha-de-fujimori-com-507-dos-votos/">Fujimori liderou as pesquisas de boca de urna</a>, Sánchez ficou ligeiramente à frente na contagem rápida da Ipsos, que tem previsto com precisão eleições anteriores.</p>
<p>Ambos pediram calma e paciência durante toda a apuração, mas o candidato esquerdista – <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/candidato-de-esquerda-ultrapassa-nome-da-direita-com-quase-94-das-urnas-apuradas-no-peru/">que ultrapassou a rival na semana passada</a>, impulsionado pelos votos de áreas rurais – começou a endurecer o tom na última quarta-feira e pediu uma reunião com observadores internacionais para discutir “desenvolvimentos estranhos, incomuns e questionáveis”.</p>
<h3>Keiko x Sánchez</h3>
<p>Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/peru-vai-as-urnas-para-escolher-entre-direita-e-esquerda-e-pode-indicar-guinada-na-america-latina/">nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política</a>. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo Parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.</p>
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</div>
<p>Filha do ex-ditador Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021. No último pleito presidencial, foi superada pelo então presidente <strong>Pedro Castillo</strong> por apenas 45 mil votos (posteriormente, ele seria destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado).</p>
<p>Sánchez, que foi ministro durante o governo Castillo, é seu herdeiro político nesta eleição: adotou o mesmo chapéu de caubói característico do mentor e agora aguarda os resultados do lado de fora da prisão onde o ex-presidente está detido.</p>
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		<item>
		<title>Goleiro de Cabo Verde vira fenômeno nas redes após ação da CazéTV</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/goleiro-de-cabo-verde-vira-fenomeno-nas-redes-apos-acao-da-cazetv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212978</guid>

					<description><![CDATA[Vozinha ganhou mais de 1 milhão de seguidores em poucas horas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O goleiro da seleção de Cabo Verde viu sua vida digital se transformar após um pedido despretensioso durante transmissão da Copa do Mundo na CazéTV. Após o mutirão impulsionado pelo narrador<strong> Luís Felipe Freitas</strong>, o jogador conhecido como<strong> Vozinha</strong> saltou de 50 mil para mais de 1,1 milhão de seguidores no seu perfil do Instagram em poucas horas.</p>
<p>Um dos goleiros mais velhos do Mundial, com 40 anos,<strong> Josimar José Évora Dias </strong>é um ídolo do país e o segundo jogador com mais jogos disputados pela seleção cabo-verdiana, com 89 partidas, ficando atrás somente de Ryan Mendes, que acumula 96 jogos. A carreira começou no Batuque, depois passou por clubes como Progresso (Angola), AEL Limassol (Chipre), Gil Vicente (Portugal) até chegar ao Chaves, clube da Liga Portuguesa 2.</p>
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</div>
<p><em>(Agora a<span> </span><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863818000&amp;usg=AOvVaw2W3VGTl1LkEF-LwcLRpoZR">coluna GENTE</a><span> </span>também está no<span> </span><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863819000&amp;usg=AOvVaw2ReIqTZQQjv1IvGqh35pmr">Instagram</a>. Siga o perfil<span> </span><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863819000&amp;usg=AOvVaw2ReIqTZQQjv1IvGqh35pmr">@veja.gente</a>)</em></p>
<p>O nome Josimar seria uma homenagem do pai do goleiro ao lateral do Botafogo, que jogou a Copa de 1986 com a seleção brasileira. Já o apelido, segundo o arqueiro, surgiu na infância, quando morava na ilha de São Vicente, em Cabo Verde.</p>
<p><span>&#8220;É por causa dos meus avós. Eu nunca vivi com meus pais. Quando nasci, meu pai estava no serviço militar. E minha mãe tinha sempre de trabalhar para alguma coisa. Então sempre cresci com meus avós. Na minha zona os rapazes eram muito mais velhos e eu sempre jogava na rua, levando muita pancada&#8221;, explicou ele ao site da Fifa.</span></p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Os motivos de Margareth Dalcolmo para chamar indústria do cigarro de ‘diabólica’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZZhxgoDJr6M?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
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</div>
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			<media:title type="html">vozinha</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Brasil Futures Forum estreia no Rio com projeção de impacto de R$ 180 mi</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/brasil-futures-forum-estreia-no-rio-com-projecao-de-impacto-de-r-180-mi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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					<description><![CDATA[Com investimento inicial de R$ 1,5 milhão, evento gratuito no Museu do Amanhã quer posicionar a cidade como polo latino-americano de debates]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro vai sediar, entre 22 e 24 de agosto, a primeira edição do Brasil Futures Forum (BFF), plataforma criada para inserir o Brasil e a América Latina no circuito global de debates sobre estudos de futuro. Inspirado em iniciativas como o Dubai Future Forum e o Future Days Europe, o evento nasce com investimento superior a R$ 1,5 milhão e a expectativa de receber 3 mil visitantes ao longo de três dias de programação.</p>
<p>Segundo a organização, a projeção é que o fórum movimente até R$ 180 milhões na economia carioca nos próximos cinco anos, considerando a atração de visitantes, o fortalecimento de redes internacionais e o reposicionamento do Rio como destino para discussões sobre inovação, sustentabilidade, cultura, tecnologia e novos modelos de desenvolvimento.</p>
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</div>
<p>Com correalização do Museu do Amanhã, do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, o BFF terá debates sobre clima, energia, cidades, saúde, biodiversidade, regeneração planetária, tecnologias emergentes e economia criativa. A programação será gratuita e ocupará o Museu do Amanhã e outros espaços da cidade.</p>
<p>O movimento reforça uma estratégia do Rio de disputar eventos de conteúdo global em áreas ligadas à economia do conhecimento, conectando cultura, ciência, tecnologia e sustentabilidade a uma agenda de impacto econômico para a cidade.</p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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