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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<link>https://veja.abril.com.br</link>
	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 15:44:25 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>A ofensiva rock’n’roll de Renan Santos para ampliar apoio do eleitorado</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-ofensiva-rocknroll-de-renan-santos-para-ampliar-apoio-do-eleitorado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[MBL - Movimento Brasil Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio à agenda apertada de pré-candidato, Renan fará um show com Limão Rosa, sua banda autoral, em Pinheiros, em São Paulo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pré-candidato à presidência do Missão à presidência da República, Renan Santos tem uma agenda um tanto peculiar nesta sexta-feira em meio ao calendário apertado de sua pré-campanha ao comando do Palácio do Planalto.</p>
<p>Ele fará um show com Limão Rosa, sua banda autoral, em Pinheiros, em São Paulo.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Trata-se do show de lançamento do primeiro disco do grupo, o Chão Pintado de Rubi.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">Renan Santos participará de show de lançamento do primeiro disco de sua banda</media:title>
		</media:content>
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		<title>EUA e Irã suspendem ataques temporariamente; Catar tenta reabrir negociações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/eua-e-ira-suspendem-ataques-temporariamente-catar-tenta-reabrir-negociacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Júlia Sofia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[Após dois dias de confrontos, trégua informal reduz tensão no Oriente Médio e mediadores viajam a Teerã em busca de novo arranjo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Após dois dias de intensos confrontos, <strong>Estados Unidos</strong> e <strong>Irã</strong> interromperam os ataques nesta sexta-feira, 10, abrindo espaço para uma nova tentativa de negociação que busca evitar uma escalada militar no <strong>Oriente Médio</strong>. A pausa nas hostilidades ocorre enquanto diplomatas do <strong>Catar</strong> viajam a Teerã para tentar recolocar o diálogo entre os dois países nos trilhos.</span></p>
<p><span>Segundo um funcionário americano ouvido pela emissora catari Al Jazeera, Washington continua comprometido com uma solução diplomática e mantém conversas técnicas com representantes iranianos, apesar da troca de bombardeios registrada nos últimos dias. Nesta sexta, o</span> presidente Donald Trump escreveu nas redes sociais que os <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/trump-diz-que-aceita-mais-negociacoes-com-ira-mas-cessar-fogo-acabou/">Estados Unidos concordaram em continuar as negociações com o Irã</a></strong>, mas reiterou que o cessar-fogo entre os dois países chegou ao fim.</p>
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</div>
<p><span>A redução da tensão ocorre menos de 24 horas depois de uma das fases mais delicadas do conflito desde o rompimento do cessar-fogo firmado em 17 de junho. Na quinta-feira, forças americanas <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/eua-lancam-novos-ataques-contra-ira-apos-trump-falar-que-cessar-fogo-acabou/">atingiram alvos militares e o entorno da usina nuclear de Bushehr</a></strong>, enquanto Teerã respondeu com o lançamento de mísseis e drones contra <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/ira-revida-bombardeios-americanos-e-dispara-contra-alvos-dos-eua-no-bahrein-catar-e-kuwait/">instalações ligadas aos Estados Unidos no Kuwait, Bahrein e Catar</a></strong>.</span></p>
<p><span>Apesar da ofensiva iraniana, o Departamento de Defesa americano afirmou que os projéteis foram interceptados ou não causaram danos significativos às tropas americanas, e que nenhum militar ficou ferido.</span></p>
<h3><b>Estreito de Ormuz</b></h3>
<p><span>Embora os ataques tenham sido interrompidos, os reflexos da crise continuam sendo sentidos na economia global.</span></p>
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</div>
<p><span>O tráfego marítimo no Estreito de Ormuz — corredor por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo — caiu significativamente durante a retomada dos confrontos, ampliando as preocupações dos mercados com possíveis impactos sobre o abastecimento e os preços da energia.</span></p>
<p><span>Nos últimos dias, o governo iraniano voltou a ameaçar impor cobranças às embarcações que cruzam a região, uma das principais rotas estratégicas para o comércio internacional de petróleo.</span></p>
<h3><b>Guerra em Gaza</b></h3>
<p><span>Enquanto a tensão entre Washington e Teerã dá sinais de arrefecimento, os <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/hamas-da-novo-passo-para-deixar-o-governo-de-gaza-apos-duas-decadas/">combates na Faixa de Gaza</a></strong> seguem sem interrupção.</span></p>
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</div>
<p><span>Nesta sexta-feira, um ataque com drone atribuído a Israel atingiu o pátio do Hospital Kamal Adwan, em Beit Lahia, no norte do território palestino, deixando vários feridos, segundo equipes de emergência locais.</span></p>
<p><span>Também nesta sexta, centenas de palestinos participaram do funeral de um trabalhador humanitário morto em um bombardeio israelense. A vítima atuava na organização de transmissões da Copa do Mundo na região e, segundo moradores, era conhecida pelo trabalho comunitário.</span></p>
<p><span>Apesar da pausa nos ataques entre Estados Unidos e Irã, diplomatas avaliam que o cenário permanece instável. O sucesso das negociações conduzidas pelo Catar poderá definir se a atual calmaria representa o início de uma nova rodada de diálogo ou apenas um intervalo antes de novos confrontos.</span></p>
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</div>
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			<media:title type="html">Pessoas queimam bandeiras dos EUA e retratos de Donald Trump em Teerã, capital do Irã</media:title>
		</media:content>
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		<item>
		<title>Tufão Bavi avança em direção a Taiwan após deixar 15 mortos nas Filipinas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/tufao-bavi-avanca-em-direcao-a-taiwan-apos-deixar-15-mortos-nas-filipinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Filipinas]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Taiwan]]></category>
		<category><![CDATA[Tufão]]></category>
		<category><![CDATA[vento]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 2.000 moradores da ilha precisaram deixar suas casas em áreas de risco; tempestade deve chegar ao Japão e à China continental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O <strong>tufão Bavi</strong><span> avança nesta sexta-feira, 10, em direção a <strong>Taiwan</strong>, onde mais de 2.000 moradores precisaram deixar suas casas em áreas de risco diante da previsão de fortes chuvas e ventos. </span></span></p>
<p><span><span>Após deixar pelo menos 15 mortos nas <strong>Filipinas</strong>, </span>o tufão deve atingir as regiões norte e leste <span>de Taiwan</span> entre esta sexta e sábado, seguir pelas ilhas do sudoeste do <strong>Japão</strong>, e depois alcançar o leste da <strong>China</strong>.</span></p>
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</div>
<p><span>Embora tenha perdido força após atingir <span><strong>Guam</strong> e as <strong>Ilhas Marianas do Norte</strong>, territórios dos <strong>Estados Unidos</strong> no Pacífico, </span> como um supertufão no início da semana, o <span>Bavi</span> ainda possui um amplo raio de ventos fortes, de aproximadamente 380 quilômetros, tornando-se o tufão mais intenso a ameaçar Taiwan em mais de três décadas, segundo as autoridades <span>meteorológicas</span> locais.</span></p>
<p data-component-name="paragraph">De acordo com a Administração Central de Meteorologia de Taiwan (CWA), o tufão apresentava ventos sustentados de até 162 km/h e rajadas de aproximadamente 198 km/h na manhã desta sexta.</p>
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</div>
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<p><span>O presidente <span>taiwanês, <strong>Lai Ching-te</strong>, </span> pediu que a população das áreas mais vulneráveis permaneça em &#8220;alerta máximo&#8221;, enquanto cerca de 28 mil militares foram mobilizados para responder a possíveis emergências.</span></p>
<p><span>A previsão indica que o fenômeno poderá despejar quase um metro de chuva sobre partes de Taiwan, elevando o risco de inundações e deslizamentos <span>de terra</span>. Como medida preventiva, muitas escolas e estabelecimentos comerciais permaneceram fechados em parte do norte e do leste da ilha <span>nesta sexta-feira</span>. Centenas de voos também foram cancelados. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Escolas e estabelecimentos nas ilhas Sakishima, no Japão, também suspenderam as atividades por precaução.</span></p>
<p><span>Nas Filipinas, o Bavi provocou fortes chuvas que desencadearam deslizamentos de terra na ilha de Mindanao. Pelo menos 15 pessoas morreram e outras seis permanecem desaparecidas, de acordo com as autoridades locais.</span></p>
</div>
</div>
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</div>
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		<item>
		<title>Você está preparado para a nova nota fiscal?</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/voce-esta-preparado-para-a-nova-nota-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Veruska Costa Donato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[nota fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA Mercado em Vídeo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6295556</guid>

					<description><![CDATA[Mudança a partir do mês que vem ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A implementação da reforma tributária avança para uma nova fase a partir de 3 de agosto, quando as empresas passarão a preencher obrigatoriamente nas notas fiscais os campos destinados aos novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).</p>
<h3>Transição</h3>
<p>A medida faz parte da transição para o novo sistema tributário, que será implantado de forma definitiva em 2027, e marca mais um passo no cronograma estabelecido pelo governo.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<h3>Alíquota teste</h3>
<p>Nesta etapa, empresas do regime regular deverão informar uma alíquota teste de 1% — sendo 0,1% de IBS e 0,9% de CBS. O percentual terá caráter exclusivamente informativo e não representará cobrança de imposto nem aumento de custos para empresários ou consumidores até o fim deste ano.</p>
<h3>Simples Nacional</h3>
<p>Já as empresas enquadradas no Simples Nacional precisam acompanhar o prazo de setembro para decidir sobre a adesão ao regime híbrido, opção que permitirá aos seus clientes aproveitar créditos tributários.</p>
<h3>Sem novos adiamentos</h3>
<p>Para Douglas Barros, CEO da <span data-slate-fragment="JTVCJTdCJTIyY2hpbGRyZW4lMjIlM0ElNUIlN0IlMjJ0ZXh0JTIyJTNBJTIyRE9VR0xBUyUyMEJBUlJPUyUyMEZBUkFIJTJDJTIwQ08tQ0VPJTIwREElMjBBRyUyMFRBWFRFQ0glMjIlMkMlMjJjb2xvciUyMiUzQSUyMmluaGVyaXQlMjIlMkMlMjJ1cmwlMjIlM0FudWxsJTJDJTIybGluayUyMiUzQWZhbHNlJTJDJTIyYm9sZCUyMiUzQWZhbHNlJTJDJTIyaXRhbGljJTIyJTNBZmFsc2UlMkMlMjJ1bmRlcmxpbmUlMjIlM0FmYWxzZSU3RCU1RCUyQyUyMnR5cGUlMjIlM0ElMjJwYXJhZ3JhcGglMjIlN0QlNUQ=">AG TaxTech, </span> não há mais espaço para esperar uma nova prorrogação. &#8220;A prorrogação, de fato, não faz mais parte do nosso universo&#8221;, afirma. Segundo ele, empresas que deixaram a adaptação para depois poderão enfrentar dificuldades já nas próximas semanas.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>&#8220;Quem realmente recebeu essa notícia da postergação do prazo como uma desculpa para não se preparar agora realmente vai ter que lidar com as consequências a partir de agosto.&#8221;</p>
<h3>Melhor alternativa</h3>
<p>Na avaliação de Barros, o modelo de implantação gradual foi a melhor alternativa encontrada para reduzir riscos durante a transição. &#8220;A estratégia utilizada de faseamento faz bastante sentido. Ainda assim, vai causar muita ansiedade, muito trabalho para as empresas de todos os portes, mas o objetivo é nobre e acredito que será benéfico para o país como um todo.&#8221;</p>
<h3>Mais equilibrado</h3>
<p>O executivo destaca que a reforma foi construída com forte embasamento técnico e busca tornar o sistema tributário mais equilibrado, favorecendo a competitividade e o consumidor.</p>
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</div>
<h3>Consumidor não vai pagar nada a mais nesta nova fase</h3>
<p>Para quem compra, porém, a mudança praticamente não será percebida neste primeiro momento. &#8220;Para o consumidor final, neste momento, o impacto vai ser meramente informativo&#8221;, explica Barros.</p>
<p>Segundo ele, até o fim do ano o governo utilizará essa fase para coletar dados e ajustar o novo modelo antes da cobrança efetiva dos tributos. &#8220;Estamos meramente numa etapa de coleta de dados, o que mostra uma preocupação muito grande em agir de forma embasada&#8221;, conclui.</p>
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</div>
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		<item>
		<title>China domina tecnologia de recuperação de foguetes e desafia Space X</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/tecnologia/china-domina-tecnologia-de-recuperacao-de-foguetes-e-desafia-space-x/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/tecnologia/china-domina-tecnologia-de-recuperacao-de-foguetes-e-desafia-space-x/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Bussolotti Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6295407</guid>

					<description><![CDATA[O sistema foi testado em lançamento nesta sexta-feira, 10]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Em lançamento nesta sexta-feira, 10, a China provou que domina tecnologia de recuperação de foguetes e desafia Space X. Até então, apenas empresas norte-americanas – como também a Blue Origin – dispunham desse sistema, mas o país asiático as alcançou em um contexto determinante, durante a ‘corrida lunar’. </span></p>
<h3><b>O teste</b></h3>
<p><span>Com o objetivo de testar a tecnologia, o foguete Long March 10B foi lançado de Hainan, na China, à 1h15 (horário de Brasília). Enquanto o veículo estava no ar, seu propulsor – a parte onde fica o motor – foi desacoplado, assim como ocorre geralmente. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Mas diferente dos outros lançamentos, a estrutura do propulsor, ao invés de ser perdida e descartada, ela retornou e foi recuperada em uma plataforma marítima. Esse teste com sucesso ocorreu, segundo a emissora estatal CCTV, em seis minutos.</span></p>
<h3><b>A competição com os Estados Unidos</b></h3>
<p><span>Apesar da complexidade da tecnologia e do feito inédito da China, empresas norte-americanas como SpaceX e Blue Origin já dominam esse sistema há algum tempo. Ainda assim, o sucesso no teste representou uma quebra na hegemonia dos Estados Unidos no setor da recuperação de foguetes.</span></p>
<p><span>Esse feito não é somente importante de um ponto de vista tecnológico, mas também na redução dos custos operacionais. O propulsor é a parte mais valiosa do foguete e recuperá-lo barateia significativamente o processo, na medida que ele pode ser reutilizado.</span></p>
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</div>
<h3><b>O Long March 10B e a ‘corrida lunar’</b></h3>
<p><span>O Long March 10B foi desenvolvido pela Academia Chinesa de Tecnologia de Veículos de Lançamento, a agência estatal de foguetes mais importante do país. O veículo é capaz de transportar 16 toneladas de carga e faz parte da missão lunar chinesa que pretende levar homens ao satélite natural até 2030.</span></p>
<p><span>Os Estados Unidos, em contrapartida, se apressam para alcançar a Lua antes dos asiáticos. Através do programa Artemis, a Nasa em colaboração com a Space X, planeja transportar astronautas à Lua novamente até 2027. A empresa de Musk recebeu 3 bilhões de dólares, cerca de 15 bilhões de reais, e se tornou protagonista nessa corrida espacial.</span></p>
<p><span>A SpaceX e sua rival Blue Origin, a empresa de Jeff Bezos que também atua no setor aeroespacial, reorientaram suas estratégias para priorizar projetos relacionados à Lua. No entanto, especialistas da área manifestam ceticismo quanto à capacidade das companhias bilionárias de cumprir os prazos da NASA.</span></p>
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		<title>Galvão Bueno e Everaldo Marques detonam estrutura de transmissão da Copa nos EUA</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/galvao-bueno-e-everaldo-marques-detonam-estrutura-de-transmissao-da-copa-nos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Capuano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Galvão Bueno]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[SBT]]></category>
		<category><![CDATA[Tela Plana]]></category>
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					<description><![CDATA[Narradores reclamaram de estádio onde França e Marrocos de enfrentaram nesta quinta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Narradores da Globo e do SBT, <strong>Everaldo Marques</strong> e <strong>Galvão Bueno</strong> voltaram a reclamar da estrutura de transmissão da <strong>Copa do Mundo</strong> nos Estados Unidos nesta quinta-feira, 9. Escalados para a cobertura de França e Marrocos, em Boston, pelos respectivos canais, a dupla desabafou sobre a falta de cobertura do Gilette Stadium, onde as equipes ficaram expostas ao sol de mais de 30 graus.</p>
<p>Incomodado com a temperatura e o descaso da FIFA, Everaldo apontou que, quando o torneio acontece em países como África do Sul e Brasil, os padrões exigidos pela instituição são bem mais elevados. &#8220;E<span>les fazem uma série de exigências para que tudo tenha as melhores condições, e beleza. Só que isso não se repete aqui, e devia valer para cá também&#8221;, alfinetou o narrador, dizendo que ele e companheiros de transmissão de todo o mundo estavam &#8220;fritando&#8221; ao relento. &#8220;Esse estádio não tem cobertura; então, se chover daqui a pouco, a gente vai tomar chuva na transmissão&#8221;, completou.</span></p>
<p>No SBT, o veterano de Copas Galvão Bueno também criticou a falta de estrutura do local. &#8220;É<span> um estádio antigo, não tem cobertura para ninguém. Todas as televisões do mundo estão embaixo de sol&#8221;, reclamou ele, contando que chegou a ver o ex-jogador Bastian Schweinsteiger passar mal de calor na cabine da transmissão alemã, e que a equipe do SBT estava segurarando guarda-chuvas para se proteger do sol.</span></p>
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		<title>Dino aponta ingerência de Valdemar Costa Neto em emendas e bloqueia 119 milhões</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/dino-aponta-ingerencia-de-valdemar-costa-neto-em-emendas-e-bloqueia-119-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Valdemar Costa Neto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6295547</guid>

					<description><![CDATA[Decisão foi tomada em investigação sobre 'orçamento secreto']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>, determinou o bloqueio de 119 milhões de reais do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O valor é referente a emendas parlamentares que tiveram a destinação decidida por Valdemar.</p>
<p>&#8220;Consoante atestam diálogos em aplicativos de mensagens e numerosas planilhas compartilhadas entre os investigados, Valdemar Costa Neto, sem exercer mandato parlamentar, parece ter atuado, até muito recentemente, como mandante do (re)direcionamento de valores públicos&#8221;, escreveu Dino.</p>
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</div>
<p>Além das contas de Valdemar, o ministro também suspendeu a execução das emendas indicadas pelo presidente do PL.</p>
<p>A decisão foi tomada em uma investigação sobre a continuidade do chamado &#8220;<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/orcamento-secreto/">orçamento secreto</a>&#8221;. No ano passado, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/assessora-da-presidencia-da-camara-e-alvo-de-acao-da-pf-contra-desvio-de-emendas/">uma operação mirou Mariangela Fialek, assessora da Câmara que concentrava as indicações de verbas</a>.</p>
<p>Dados encontrados no celular de Mariângela, conhecida como Tuca, revelaram um &#8220;arranjo decisório paralelo&#8221;, que incluía a participação de Valdemar.</p>
<p>&#8220;A extração e análise de dados do aparelho de Mariângela Fialek indicam a existência de um arranjo decisório paralelo para a destinação de verbas públicas, no qual Valdemar Costa Neto, presidente do PL, mas desprovido de mandato, aparece como vetor de definição e remanejamento de emendas&#8221;, afirmou a PF.</p>
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		<item>
		<title>Entenda o que o mercado financeiro quer de Flávio Bolsonaro</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/entenda-o-que-o-mercado-financeiro-quer-de-flavio-bolsonaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Veruska Costa Donato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Daniella Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA Mercado em Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[Economista fala sobre entrevista de Daniella Marques à Veja ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A entrevista da economista Daniella Marques na páginas amarelas de <em>Veja</em> foi recebida com ressalvas pelo mercado. Na avaliação de Felipe Cima, especialista da Manchester Investimentos, os agentes financeiros veem a necessidade da indicação de nomes que poderão integrar a equipe econômica caso <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> saia vencedor nas eleições.</p>
<h3>Daniella Marques</h3>
<p>Daniella é uma das formuladoras do programa de governo do pré-candidato. A ex-presidente da Caixa Econômica Federal afirmou na entrevista que, caso ele seja eleito, a prioridade será o controle dos gastos públicos.</p>
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</div>
<p>Ela também fez duras críticas à condução da economia pelo governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>, dizendo que o país caminha para um &#8220;abismo econômico&#8221;. Daniella ainda é apontada como um dos principais nomes para assumir o Ministério da Fazenda ou até compor a chapa presidencial no lugar de vice.</p>
<h3>Menos promessas, mais entendimentos</h3>
<p>As declarações reforçam um movimento que o mercado acompanha de perto: mais do que promessas de campanha, investidores querem entender quem comandará a política econômica e qual será a estratégia para enfrentar o desafio fiscal dos próximos anos.</p>
<h3>Contas públicas</h3>
<p>A discussão sobre responsabilidade nas contas públicas voltou a ganhar protagonismo diante do crescimento da dívida e das dúvidas sobre a sustentabilidade do orçamento.</p>
<p>Felipe Cima diz que o mercado busca sinais de que o próximo governo, independentemente de quem vença a eleição, consiga colocar a dívida pública em trajetória descendente, estabilizar os preços e apresentar um novo arranjo fiscal que restabeleça confiança nas contas públicas.</p>
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</div>
<h3>O dilema das campanhas</h3>
<p>Cima observa, porém, que esse é justamente o maior dilema das campanhas. Medidas vistas como positivas pelos investidores, como uma revisão mais profunda da Previdência, mudanças na política de valorização do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/salario-minimo/">salário mínimo</a> ou regras fiscais mais rígidas, costumam ser impopulares e podem afastar eleitores.</p>
<p>Por isso, muitos candidatos evitam detalhar propostas mais sensíveis antes da disputa ganhar intensidade.</p>
<h3>Equipe econômica</h3>
<p>Na visão do especialista, a estratégia mais eficiente neste momento é outra: indicar quem fará parte da equipe econômica. &#8220;A indicação de nomes gera muito mais previsibilidade do que antecipar propostas que podem causar desgaste político durante a campanha&#8221;, afirma.</p>
<p>Para ele, profissionais conhecidos pelo mercado ajudam a reduzir incertezas mesmo antes da apresentação completa de um plano de governo.</p>
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</div>
<h3>Nomes conhecidos</h3>
<p>Felipe Cima também destaca que a aproximação de nomes com boa interlocução junto ao mercado financeiro e à diplomacia internacional funciona como uma sinalização positiva aos investidores.</p>
<p>Segundo ele, esse movimento reduz o receio de indicações exclusivamente políticas para áreas estratégicas e transmite maior confiança sobre a condução da economia em um eventual novo governo.</p>
<h3>Entrevista</h3>
<p>A entrevista de Daniella Marques ai além das críticas ao governo atual. Ela reforça um debate que deve acompanhar toda a campanha eleitoral: o mercado quer conhecer menos os slogans e mais as pessoas que terão a missão de conduzir a economia.</p>
<p>Em um cenário de incertezas fiscais e crescimento moderado, a composição da equipe pode pesar tanto quanto o próprio programa de governo.</p>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O segredo dos centros prósperos: transformar informação em conhecimento</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/cidade-cidada/o-segredo-dos-centros-prosperos-transformar-informacao-em-conhecimento/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/cidade-cidada/o-segredo-dos-centros-prosperos-transformar-informacao-em-conhecimento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valéria França]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Cidades competitivas oferecem regras claras, segurança jurídica, infraestrutura adequada e previsibilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Uma semana antes da pandemia, solicitei a um cliente que participasse de uma reunião por meio do então popular Skype. O projeto estava localizado a cerca de 350 quilômetros de São Paulo, e a alternativa virtual evitaria percorrer uma rodovia de pista simples na noite anterior. A reação foi de completo ceticismo: a conexão de internet da região seria insuficiente — e uma reunião daquela importância não funcionaria remotamente. </span><span>Poucas semanas depois, o mundo inteiro passou a se comunicar maciçamente por videoconferências. </span><span>A pandemia ensinou que <strong>mudanças estruturais podem ocorrer em velocidades muito superiores às que imaginamos</strong>. Mais do que tentar prever o futuro, tornou-se fundamental detectar e compreender tendências, desenvolvendo, a partir daí, capacidade de adaptação. </span></p>
<p><span>Diversas empresas perceberam rapidamente que o período pós-pandemia dificilmente representaria apenas uma retomada do passado. Muitas revisaram seus modelos de negócio, suas estruturas físicas e até mesmo sua localização, apostando em cidades próximas aos grandes centros e em novas formas de organização do trabalho.</span></p>
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</div>
<p><span>A lógica parecia simples: se a tecnologia permite trabalhar de qualquer lugar, uma das principais razões para viver nas grandes metrópoles deixaria de existir. Essa análise ignorou, no entanto, a própria essência das cidades. Muito antes da internet e dos modernos escritórios, <strong>as cidades surgiram como espaços de encontro</strong>. São ambientes onde as pessoas compartilham conhecimento, experiências e oportunidades. A proximidade física continua sendo um dos principais motores da inovação e do desenvolvimento econômico porque favorece algo difícil de reproduzir integralmente no ambiente digital: as interações espontâneas.</span></p>
<p><span>As grandes ideias raramente surgem apenas em reuniões agendadas. Elas costumam nascer de conversas informais, encontros inesperados e da convivência entre pessoas com diferentes experiências. É justamente nesse ponto que surge uma questão complexa, porém incontornável: se <strong>as cidades continuam sendo espaços privilegiados de geração de oportunidades</strong>, por que algumas prosperam mais do que outras? Como explicar que municípios vizinhos, inseridos em uma mesma dinâmica regional, apresentem resultados tão distintos?</span></p>
<p><span>A resposta parece estar menos no território e mais na qualidade da governança. Cidades competitivas não são necessariamente aquelas que possuem mais recursos naturais ou localização excepcional, mas as que conseguem oferecer regras claras, segurança jurídica, infraestrutura adequada e previsibilidade. Investimentos, empregos e inovação tendem a se concentrar onde existe confiança nas instituições e estabilidade nas decisões públicas. </span><span>Isso exige prioridades bem definidas, projetos estruturantes tratados como políticas de Estado, alinhamento entre órgãos governamentais e processos decisórios transparentes, além de caracterizados por sua coerência e eficácia.</span></p>
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</div>
<p><span>Se a pandemia deixou a lição de que o futuro pode não durar muito tempo, a dinâmica urbana mostra que as cidades mais preparadas não são necessariamente as maiores ou mais ricas. <strong>São aquelas capazes de transformar informação em conhecimento</strong>, planejamento em estratégia e governança em resultados concretos para as suas populações — sobretudo as mais vulnerabilizadas.</span></p>
<p><span><em><strong> *Luciano Virgílio</strong>:</em> <em>docente-líder do curso de educação executiva Planejamento Urbano e Regulações das Cidades, do Laboratório Arq.Futuro do Insper, é arquiteta e urbanista, mestre em Engenharia Urbana pela Poli-USP</em></span></p>
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</div>
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			<media:title type="html">53ª Sessão Deliberativa - 32ª Sessão Remota</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Nubank recebe autorização para operar como banco no México</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/nubank-recebe-autorizacao-para-operar-como-banco-no-mexico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Nubank]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco deve investir US$ 4,2 bilhões no México até 2030]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/nubank/">Nubank</a> recebeu autorização da Comissão Nacional Bancária e de Valores (CNBV) mexicana para iniciar operações como banco no México, mostra comunicado publicado nesta sexta-feira, 10. Com mais de 15 milhões de clientes, o Nu se tornará o maior banco digital do país, após um processo supervisionado pela CNBV, pelo Banco do México e pela Secretaria da Fazenda e Crédito Público.</p>
<p>Segundo David Vélez, fundador e CEO global do Nubank, a autorização confirma que o modelo de negócios do Nubank funciona e tem potencial. &#8220;O México é um mercado chave para o Nubank, e este é um passo decisivo no nosso compromisso de longo prazo no país, com um investimento total projetado de 4,2 bilhões de dólares até 2030”, afirma.</p>
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</div>
<p>Em sete anos, o Nu alcançou no México uma escala que antes levava décadas para ser atingida: com 12 mil novos clientes por dia, está presente em 98% dos municípios do país, concedeu o primeiro cartão de crédito a 54% de seus clientes e incentivou a cultura da poupança em 60% dos que escolheram o Nu.</p>
<p>O Nubank iniciou sua estratégia de expansão internacional com a entrada no mercado mexicano em 2019. No primeiro trimestre de 2026, o Nu México atingiu o ponto de equilíbrio, melhorando seu índice de eficiência em 78 pontos percentuais e superando 5,9 bilhões de dólares em depósitos.</p>
<p>O Nu México lançou seu primeiro produto em 2020: um cartão de crédito sem anuidade, com planos de parcelamento personalizáveis adaptados às necessidades locais. Desde então, a empresa ampliou seu portfólio para incluir a &#8220;Cuenta Nu&#8221;, além de novas funcionalidades, como Cajita Turbo e Alerta de Golpe, para proteger seus clientes contra tentativas de fraude.</p>
<p>O portfólio do Nu México também inclui empréstimos pessoais e cartões com garantia, produtos criados para ajudar os clientes a acessar e construir um histórico de crédito.</p>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O melancólico ‘fim’ da agenda de Lula no Congresso no atual mandato</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/o-melancolico-fim-da-agenda-de-lula-no-congresso-no-atual-mandato/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/o-melancolico-fim-da-agenda-de-lula-no-congresso-no-atual-mandato/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Robson Bonin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6295354</guid>

					<description><![CDATA[Tratado com isolamento por caciques partidários, petista vê Parlamento congelar votações relevantes no ano e aposta na reeleição para virar o jogo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prestes a mergulhar na fase decisiva da campanha, <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> enfrenta seu momento de maior tensão nas relações com os chefes do Congresso. Já distante de Davi Alcolumbre no Senado, o petista abriu uma crise com Hugo Motta que deve inviabilizar votações de interesse do petista na Câmara.</p>
<p>O gatilho da crise foi a decisão de Lula de apoiar a reeleição do senador Veneziano, adversário do pai de Motta na disputa ao Senado na Paraíba. Motta travou a pauta do governo enquanto espera que Lula repare essa situação.</p>
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<p>Um importante auxiliar de Lula diz que o petista não fará gestos a Alcolumbre e Motta agora. A ideia é aguardar a eleição. Se reeleito, Lula terá poder para negociar melhor com os dois.</p>
<p>Com o Congresso praticamente em recesso, aliados de Lula consideram que o mandato do petista, para efeitos de &#8220;agenda parlamentar&#8221; terminou.</p>
<p>O foco do Planalto já está no pós-eleição. Sendo reeleito, Lula vai procurar os partidos que fizeram as maiores bancadas para tentar montar sua nova base parlamentar. Essa articulação pode ou não passar por Alcolumbre e Motta.</p>
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<p>O deputado precisa ser reeleito na Paraíba e o chefe do Senado também terá de buscar a reeleição para o comando da Casa em fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Criadora de série LGBTQIA+ de sucesso expõe ataques nas redes sociais</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/criadora-de-serie-lgbtqia-de-sucesso-expoe-ataques-nas-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretora e roteirista de 'Não Costumo me Apaixonar por Telefone', Eve Cosendey revela mudança nos planos da produção ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p data-start="259" data-end="780"><strong data-start="259" data-end="275">Eve Cosendey</strong>, diretora e roteirista de <em data-start="302" data-end="341">Não Costumo me Apaixonar por Telefone</em>, série independente estrelada por <strong data-start="376" data-end="398">Luciana Vendramini</strong> e <strong data-start="401" data-end="418">Giselle Tigre</strong>, relatou à <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/">coluna GENTE</a> ataques que recebeu nas redes sociais após o lançamento da segunda temporada da produção no YouTube. Segundo a artista, um grupo de fãs passou a criticá-la depois que ela também entrou no elenco como Ana, ex-namorada de Marcela, personagem de Luciana. A revolta, afirma Eve, extrapolou a ficção e chegou a envolver ameaças contra sua filha bebê.<span class="PDq2pG_selectionAnchor" aria-hidden="true"></span></p>
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<p data-start="782" data-end="1240">“Começaram a falar coisas horrorosas sobre mim, dizendo que alguém tinha que me encontrar na rua e me maltratar. Disseram que tinham ódio de mim, porque teria tirado o foco de Marina e Marcela, que são as personagens principais. Depois começaram a falar da minha filha. Diziam que alguém tinha que sequestrar a bebê, que ela tinha que ser criada por outras pessoas. Não foi só um discurso de ódio contra mim, foi ameaça envolvendo uma criança”, contou Eve.</p>
<p data-start="1242" data-end="1733">A série, produzida pela TDQ, produtora de Eve e de sua esposa, <strong data-start="1305" data-end="1322">Andréa Lucena</strong>, acompanha o romance entre Marina e Marcela, duas mulheres LGBTQIA+ com mais de 50 anos. A primeira temporada acumulou 10 milhões de visualizações no YouTube, e a segunda, lançada entre 21 e 28 de junho, já passou de 1 milhão de views. Para Eve, o sucesso mostra a carência do público por histórias com protagonismo feminino maduro, mas também expõe a violência que criadores independentes enfrentam nas redes.</p>
<p data-start="1735" data-end="2252">“Tudo bem o público comentar que não gostou do enredo, que esperava outra coisa ou que ficou mal com as emoções que causamos. Isso faz parte do jogo da ficção. O que não pode é levar para a vida real e querer me ferir a ponto de falar de um bebê inocente”, disse. Segundo Eve, a equipe reuniu provas e tenta identificar os perfis responsáveis. “A gente está correndo atrás da responsabilização dessas pessoas. A internet ainda é um lugar difícil nesse sentido, porque muitos se escondem atrás de perfis falsos.”</p>
<p data-start="2663" data-end="3135" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Os ataques também impactaram o futuro da produção. Eve revelou que, embora o plano inicial fosse fazer quatro ou cinco temporadas, <em data-start="2809" data-end="2848">Não Costumo me Apaixonar por Telefone</em> deve terminar na terceira. “A gente vai encerrar a história na terceira temporada. Só vamos fazer porque o enredo está no meio do caminho e não tem como parar agora. As pessoas esquecem que a arte imita a vida. A gente cria conteúdos e obras que carregam isso. Como na vida, se a gente tem conflitos e problemas, a gente tenta resolver e torce para ter um final feliz. Só que, como na vida, nem sempre os finais são felizes”, afirmou.</p>
<p><i><span>Agora a</span></i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/"><i><span> </span></i><i><span>coluna GENTE</span></i></a><i><span> também está no</span></i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/"><i><span> </span></i><i><span>Instagram</span></i></a><i><span>. Siga o perfil</span></i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/"><i><span> </span></i><i><span>@veja.gente</span></i></a><span>  </span></p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Antonio Fagundes fala de velhice, teatro e palpite do assassino de ‘Quem ama cuida’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kIwJMZeYmPo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>BTG compra megacondomínio logístico em Guarulhos da Barzel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BTG Pactual]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[BTLG arrematou 100% do Bonsucesso Log Park]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O BTLG, fundo logístico do BTG Pactual com 7,1 bilhões de reais em valor patrimonial, foi às compras. Arrematou 100% do Bonsucesso Log Park, megacondomínio em Guarulhos, com mais de 95 000 metros quadrados, hoje nas mãos da gestora imobiliária Barzel. O valor da transação segue guardado a sete chaves.</p>
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		<title>Em clínica de reabilitação, Rafael Cardoso publica carta de desabafo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Ator agradeceu o apoio da família e fãs neste momento difícil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://veja.abril.com.br/cultura/a-comocao-por-rafael-cardoso-que-se-internou-por-dependencia-quimica/"><strong>Rafael Cardoso</strong></a>, 40, atualizou seu estado de saúde, nesta quinta-feira, 9, após 33 dias de internação. Ele se internou voluntariamente em uma clínica de reabilitação para dar continuidade ao tratamento contra a dependência química e o alcoolismo. O ator publicou uma carta nas redes sociais.</p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;Está tudo mais claro. A consciência do que eu estava fazendo da minha vida às vezes aperta forte, porém é necessária. Havia perdido o controle da minha vida. Só quem não via era eu mesmo. Estou grato mesmo assim, por cada pedra no caminho, por mais duras e humilhantes que tenham sido estas experiências. Somente assim consegui entender a gravidade do meu transtorno. Sou um adicto, portador do transtorno por uso de substâncias, que é incurável e mata humilhando. Por isso preciso estar em processo de recuperação contínuo. Hoje tenho esta consciência. Estou aqui recuperando minha saúde mental, física e espiritual. Melhorando a cada dia! Agradeço o carinho de cada um que está vibrando positivamente por minha recuperação, especialmente à minha família: meu pai, Carol, minhas tias e primos, bem como todos que sei que estão nesta corrente familiar. Obrigado aos profissionais que têm sido extraordinários no tratamento, carinho e acolhimento aqui. Não poderia estar em melhores mãos. Tenho certeza que em poucas semanas estarei de volta à minha rotina, porém sóbrio e consciente de tudo que devo e não devo fazer para assim seguir muito mais firme, dentro do meu propósito. Obrigado e até já&#8221;, escreveu no Instagram.</p>
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			<media:title type="html">Rafael Cardoso e família</media:title>
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		<item>
		<title>A partir de sequestro de empresário, polícia desmancha quadrilha que lavou R$ 8,3 milhões</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/a-partir-de-sequestro-de-empresario-policia-desmancha-quadrilha-que-lavou-r-83-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo emitia boletos bancários em nome de empresas de fachada para simular pagamentos e desviar dinheiro para fora da empresa ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Paraná cumpriu 27 mandados &#8212; entre prisões e buscas e apreensões &#8212; nesta sexta-feira, 10, contra uma quadrilha que teria lavado dinheiro desviando <strong>R$ 8,3 milhões de uma empresa de produtos médicos</strong> em Curitiba. O grupo foi descoberto por causa das investigações sobre o sequestro do dono da companhia em 2024. Além da capital, foram cumpridas buscas e prisões em São José dos Pinhais, Almirante Tamandaré (ambas cidades do Paraná) e em Porto Alegre (RS).</p>
<p>Imagens da Polícia Civil mostram a abordagem da residência de um dos suspeitos nas primeiras horas do dia desta sexta. Veja a seguir:</p>
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<video class="wp-video-shortcode" id="video-6295471-1" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-10-at-11.23.47.mp4?_=1" /><a href="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-10-at-11.23.47.mp4">https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-10-at-11.23.47.mp4</a></video></div>
<p>Em setembro de 2024, um homem de 58 anos, dono de uma empresa de produtos médicos, foi sequestrado nas proximidades do Jardim Botânico, na capital paranaense. Ele foi resgatado no dia seguinte, em Santa Catarina. Os sequestradores exigiram R$ 3 milhões pelo resgate dele. O carro usado no crime foi incendiado e encontrado na zona sul de Curitiba.</p>
<p>As investigações do sequestro apontaram como principal responsável pelo crime uma ex-funcionária da empresa, que atuou como gerente e foi responsável pelo departamento financeiro da empresa, que foi presa em abril deste ano. A Polícia descobriu que ela e outras pessoas envolvidas no crime (entre elas, uma segunda ex-funcionária) desviavam dinheiro da empresa por meio do pagamento de boletos bancários frios, emitidos por CNPJs de fachada que eles próprios abriam para receber o dinheiro.</p>
<p>De janeiro a setembro de 2024 , o grupo criminosos teria emitido 46 boletos falsos. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Emmaboel David,  as funcionárias aproveitavam o fato de estarem diretamente envolvidas e terem acesso ao fluxo financeiro da empresa para cometer os crimes. Ao todo, foram desviados e lavados R$ 8,3 milhões. Segundo David, os suspeitos &#8220;montaram uma rede de pessoas que recebiam esses valores e transacionavam entre elas de forma a tentar dificultar o seu rastreio”.</p>
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			<media:title type="html">Polícia Civil do Paraná cumpriu 27 mandados nesta sexta-feira, 10, contra suspeitos de envolvimento com o caso</media:title>
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		<item>
		<title>Trump diz que aceita mais negociações com Irã, mas cessar-fogo ‘acabou’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/trump-diz-que-aceita-mais-negociacoes-com-ira-mas-cessar-fogo-acabou/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Péchy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[Anúncio ocorre em meio a escalada de hostilidades entre os dois países, que colocou acordo provisório em xeque]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente <strong>Donald Trump</strong> disse nesta sexta-feira, 10, que os <strong>Estados Unidos</strong> concordaram em continuar as negociações com o <strong>Irã</strong>, mas reiterou que o cessar-fogo entre os dois países chegou ao fim.</p>
<p>&#8220;O Irã nos pediu para continuar as &#8216;conversas&#8217;. Concordamos em fazê-lo, mas os Estados Unidos deixaram claro para eles, sem rodeios, que o cessar-fogo ACABOU!&#8221;, publicou o ocupante do Salão Oval em sua rede social, a Truth.</p>
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</div>
<h3>Fim da trégua</h3>
<p>Na quarta-feira 8, Trump anunciou que a trégua no Oriente Médio &#8220;acabou&#8221; após uma troca de ataques entre as forças americanas e as tropas iranianas nos dois dias anteriores.</p>
<p>O presidente americano chamou a república islâmica de &#8220;escória&#8221; e um país governado por &#8220;malucos&#8221; depois que Teerã respondeu a bombardeios americanos com ataques contra bases dos Estados Unidos no Golfo &#8212; de acordo com Washington, seus disparos foram motivados por investidas iranianas no Estreito de Ormuz na segunda-feira. Os preços do petróleo dispararam imediatamente 5% após as declarações do mandatário americano.</p>
<p>&#8220;No que me diz respeito, acabou&#8221;, declarou Trump durante a reunião de cúpula da Otan, ao ser questionado se a trégua com o Irã ainda estava em vigor. &#8220;É apenas uma perda de tempo lidar com eles&#8221;, acrescentou. &#8220;Eles são escória, são pessoas doentes, são liderados por pessoas doentes, e são pessoas perversas e violentas. E se tivessem uma arma nuclear, eles a usariam.&#8221;</p>
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</div>
<p><span>Na quinta-feira 9</span>, o Irã afirmou ter <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/ira-revida-bombardeios-americanos-e-dispara-contra-alvos-dos-eua-no-bahrein-catar-e-kuwait/">atacado bases e ativos militares dos Estados Unidos no <strong>Bahrein</strong>, no <strong>Catar</strong> e no <strong>Kuwait</strong></a>, em resposta aos novos bombardeios americanos contra alvos iranianos.</p>
<p>A ofensiva ocorreu horas após <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/ataques-dos-eua-ao-ira-deixam-14-mortos-e-78-feridos-diz-governo-iraniano/">ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos contra o Irã</a>, que deixaram ao menos 14 mortos e 78 feridos, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da da Saúde iraniano. Cinco províncias do país foram atingidas, intensificando a escalada do conflito após o rompimento do acordo de cessar-fogo entre Washington e Teerã.</p>
<p>Em meio à troca de ataques,<span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> Trump declarou nesta quarta-feira ser o &#8220;número 1 na lista de alvos do Irã&#8221;. <span>A inteligência de <strong>Israel</strong> compartilhou com o governo dos Estados Unidos informações sobre <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/israel-alerta-eua-sobre-suposto-plano-iraniano-para-assassinar-trump/">um suposto plano do Irã para assassinar o presidente dos Estados Unidos</a></strong>, <span>de acordo com </span> informações divulgadas na quinta-feira 9 pelo jornal americano </span><i><span>The Wall Street Journal.</span></i></span></p>
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</div>
<h3>A ameaça do Irã</h3>
<p data-start="291" data-end="648"><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/ira-ameaca-fechar-estreito-de-ormuz-e-fala-em-acoes-firmes-em-caso-de-novos-ataques-dos-eua/">Antes dos ataques mais recentes, o <strong>Irã</strong> ameaçou fechar o <strong>Estreito de Ormuz</strong> caso os <strong>EUA </strong>realmente realizassem os ataques comentados pelo presidente<strong> Donald Trump</strong></a>. Segundo a emissora estatal Press TV, que cita uma fonte de segurança, Teerã também promete retaliar qualquer ofensiva americana com ataques em proporção de &#8220;dois para um&#8221;.<span class="PDq2pG_selectionAnchor" aria-hidden="true"></span></p>
<p data-start="650" data-end="1063">A advertência volta a colocar em risco a travessia em uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. A navegação havia sido normalizada após a assinatura de um acordo preliminar de paz entre Washington e Teerã, no mês passado, mas a retomada das hostilidades voltou a colocar a região em estado de alerta.</p>
<p data-start="1065" data-end="1442">De acordo com a Press TV, o fechamento da passagem seria adotado caso o governo americano cumpra as ameaças feitas por Trump durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), realizada em Ancara, na Turquia.</p>
<p data-start="1065" data-end="1442">Segundo o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, Teerã &#8220;não responderá à vulgaridade com vulgaridade, mas com ações&#8221;, incluindo medidas &#8220;firmes&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Favorito ao governo de MG diz que foi ‘idiota’ ao tirar foto com Virginia Fonseca na CPI das Bets</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/favorito-ao-governo-de-mg-diz-que-foi-idiota-ao-tirar-foto-com-virginia-fonseca-na-cpi-das-bets/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Jordão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Virginia Fonseca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6295411</guid>

					<description><![CDATA[Senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) afirma que fez a imagem para a filha, mas que foi 'um erro' ter se ligado a alguém que apoia jogos online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador <strong>Cleitinho Azevedo</strong> (Republicanos-MG), favorito na corrida ao governo de Minas Gerais, admitiu nesta quinta-feira, 9, que <strong>cometeu um erro</strong> ao pedir para a influenciadora digital <strong>Virginia Fonseca</strong> fazer uma foto com ele durante a <strong>CPI das Bets</strong> em maio do ano passado, quando ela havia sido convocada para depor como testemunha na comissão. Nesta semana, ela se tornou alvo de uma ação pública do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-publico/">Ministério Público</a> do Distrito Federal (MPDF) por indícios de<strong> práticas abusivas na divulgação de jogos de aposta</strong>.</p>
<p>&#8220;Isso aqui foi um erro que eu tive durante o meu processo de senador aqui dentro do Senado Federal (&#8230;). A única coisa que eu fiz de errado aqui, e eu reconheço meu erro, foi, na CPI, que estava tratando sobre Bets, eu pedi &#8212; afobado, foi um erro, fui um idiota &#8212; uma foto para a minha filha da influenciadora Virginia&#8221;, disse o parlamentar no plenário do Senado Federal enquanto segurava o registro fotográfico do momento.</p>
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</div>
<p>&#8220;Sabe por que eu estou fazendo isso [admitindo o meu erro]? Porque ontem, quando eu estava chegando aqui no Senado, um senhor me parou (&#8230;) e me confessou que quase perdeu a vida e a família por causa desse raio desse jogo [de aposta] (&#8230;). Quando eu mostro essa foto aqui é para chamar a atenção de toda a população brasileira. A gente precisa colocar um fim nessa questão das Bets&#8221;, continuou Cleitinho.</p>
<p>O senador ainda afirmou que, logo após ter feito a foto com Virginia, passou a receber muitas críticas da sociedade e que, em função disso, ainda em maio de 2025 enviou uma mensagem para a influenciadora, pedindo para ela parar de divulgar jogos de Bets.</p>
<p>Ele também falou sobre os aumentos expressivos de apostas no período da Copa do Mundo, apontando um aumento de 35% somente na fase de grupos do Mundial, o que soma 507 milhões de reais apostados pelos brasileiros. &#8220;O Brasil não é mais o país do futebol. Virou o país das bets&#8221;, declarou, fazendo um mea culpa.</p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Cleitinho Azevedo admite que errou ao pedir foto para Virginia Fonseca durante CPI das Bets</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Morte de atriz de ‘Coração de Mãe’ tem reviravolta e verdadeira causa é revelada</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/morte-de-atriz-de-coracao-de-mae-tem-reviravolta-e-verdadeira-causa-e-revelada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Capuano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Tela Plana]]></category>
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					<description><![CDATA[A turca Ece İrtem morreu aos 35 anos, no começo de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase um mês depois da morte da atriz <strong>Ece İrtem</strong>, aos 35 anos, o caso ganhou uma reviravolta com a divulgação do exame que atesta a verdadeira causa da morte da estrela de <strong><em>Coração de Mãe</em></strong>: segundo o laudo definitivo do Instituto Médico Legal, a turca morreu em decorrência de uma intoxicação alcoólica &#8212; sem qualquer ligação com a <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/mordida-de-macaco-pode-ter-causado-a-morte-de-ece-irtem-da-novela-coracao-de-mae/">mordida de macaco que havia sido apontada anteriormente como uma possível causa do falecimento.</a></p>
<p>De acordo com a investigação, exames toxicológicos apontaram uma alta concentração de álcool etílico no sangue da atriz, o que sacramentou a conclusão do caso. Em nota à imprensa turca, o advogado da família <span>destacou que a autópsia não identificou qualquer indício de violência ou participação de terceiros, e descartou hipóteses levantadas anteriores &#8212; como um possível ataque cardíaco e uma infecção generalizada em decorrência da mordida de macaco sofrida durante uma viagem à Tailândia.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Segundo o jurista, a artista teria consumido bebida alcoólica na noite em que morreu, antes de se encontrar com a mãe, no dia 15 de junho. Detalhes sobre a quantidade não foram revelados. Já s</span>obre o ferimento causado pelo animal, o advogado informou que İrtem foi mordida no dia 27 de maio, e procurou atendimento médico imediato. Ela recebeu um tratamento de 21 dias, mas <span>suspendeu o uso da medicação após 11 dias. O exame não encontrou sinais de ligação do incidente com a morte.</span></p>
<h3>Relembre o caso</h3>
<p>Conhecida no Brasil pela personagem <em>Hance,</em> de <em>Coração de Mãe, </em>Ece İrtem foi encontrada morta em sua residência em Istambul no dia 15 de junho, um dia depois de completar 35 anos. A suspeita inicial era de que ela teria sido vítima de um ataque cardíaco, mas o advogado da artista, Uğur Gökkoyun, solicitou ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-publico/">Ministério Público</a> da Turquia que a mordida de macaco sofrida por ela na Tailândia fosse incluída entre as suspeitas da morte investigada pelas autoridades.</p>
<p>Em uma declaração dada à imprensa na época do falecimento, o advogado da artista explicou que pediu a investigação da hipótese depois de consultar três especialistas que informaram que esse tipo de lesão poderia levar a &#8220;consequências fatais, incluindo sepse&#8221; &#8212; infecção generalizada que pode levar à morte.</p>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_720475128_18593166400036034_3721084493175151970_n-e1782049812290.jpg?quality=70&amp;strip=info">
			<media:title type="html">SaveClip.App_720475128_18593166400036034_3721084493175151970_n</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Produtos à base de ora-pro-nóbis e espinheira-santa e ‘Ozempic natural’ são alvos de nova proibição da Anvisa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/saude/produtos-a-base-de-ora-pro-nobis-e-espinheira-santa-e-ozempic-natural-sao-alvos-de-nova-proibicao-da-anvisa/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/saude/produtos-a-base-de-ora-pro-nobis-e-espinheira-santa-e-ozempic-natural-sao-alvos-de-nova-proibicao-da-anvisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diogo Sponchiato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[proibido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6295410</guid>

					<description><![CDATA[Empresas atingidas não possuem registro para produzir e comercializar os remédios e suplementos ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="s1">A<strong> Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong> ordenou, nesta sexta-feira, 10, a apreensão e proibição de <strong>medicamentos</strong> e <strong>produtos ditos naturais</strong> sem registro no órgão regulatório do país, o que expõe consumidores a eventuais riscos.<br />
</span></p>
<p>A <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-determina-apreensao-de-lotes-falsificados-de-mounjaro-1/2026_07_10_ASSINADO_do11811821.pdf">determinação</a> da Anvisa tem como alvo duas empresas sem autorização para funcionamento, e a medida as impede de vender, distribuir, fabricar ou divulgar os itens proibidos.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>A lista de produtos e seus respectivos lotes da marca PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. contempla as formulações a seguir:</p>
<ul>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Dia Forte Lótus Nutri  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Tribulus Terrestris com Maca Natumix  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Amora Branca Natumix  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Sucupira Natumix  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Espinheira Santa Natumix  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Mounjaro Natumix  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Ora Pro Nóbis Natumix  </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Ozempic Natural Natumix  </span></li>
</ul>
<p><span class="s2">A mesma resolução da agência ordena a restrição a medicamentos e suplementos </span>da empresa Bálsamos JesSuplemento Natural Ltda., o que abrange os itens abaixo:</p>
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</div>
<ul>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Calm Je&#8217;s </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Lipo Je&#8217;s </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Bálsamo Je&#8217;s Algas Marinhas </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Cura Je&#8217;s </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Milagroso </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Liberta Álcool Je&#8217;s </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Virtuosa Je&#8217;s </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Ouvido Bem Je&#8217;s </span></li>
<li><span class="s3"></span><span class="s2">Bálsamo Je&#8217;s Colmavit 2 </span></li>
</ul>
<p>Além dessas proibições, a determinação da Anvisa, publicada no Diário Oficial da União, afeta o produto Mega Viril Lótus Nutri, da <span>Muwiz </span>Indústria e Laboratório Ltda.</p>
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</div>
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			<media:title type="html">Leafs of Pereskia aculeata Miller, endemic plant knowm as Ora Pro Nobis in Brazil.</media:title>
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		<title>Tarifaço americano: empresários de Brasil e Estados Unidos tentam evitar o pior</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/tarifaco-americano-empresarios-de-brasil-e-estados-unidos-tentam-evitar-o-pior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Veruska Costa Donato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligencia Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA Mercado em Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[Economistas falam sobre proposta de um 'acordo de curto prazo']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de os Estados Unidos anunciarem um novo tarifaço (de 25% e 12,5%) na próxima quarta-feira, 15, sobre produtos brasileiros mobilizou parte do setor privado dos dois países.</p>
<h3>A carta</h3>
<p>Em meio ao avanço da investigação conduzida pelos americanos com base na Seção 301, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a U.S. Chamber of Commerce enviaram uma carta aos governos brasileiro e americano defendendo uma saída negociada para evitar o agravamento das tensões comerciais.</p>
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</div>
<h3>Tom preocupado, mas pragmático</h3>
<p>O tom do documento é de preocupação, mas também de pragmatismo. As entidades afirmam que uma escalada tarifária prejudicaria cadeias produtivas integradas entre os dois países e defendem um acordo de curto prazo que preserve o comércio bilateral.</p>
<h3>Proposta</h3>
<p>A proposta prioriza o acesso a mercados para insumos industriais, bens de capital, produtos ligados à segurança energética, infraestrutura para inteligência artificial e a ampliação da cooperação em minerais críticos, áreas consideradas estratégicas para as duas economias.</p>
<h3>Importância dos setores</h3>
<p>Na avaliação do economista Igor Lucena, doutor em relações internacionais, a iniciativa das entidades aumenta as chances de uma solução negociada justamente pelo peso político das empresas envolvidas. &#8220;Essas empresas possuem um lobby legalizado e muito poderoso nos Estados Unidos&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo ele, há interesse direto do setor produtivo americano em evitar uma ruptura porque boa parte da cadeia industrial depende de insumos brasileiros para concluir a produção em território americano.</p>
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</div>
<h3>Mais isenções</h3>
<p>Lucena, que falou ao programa Mercado nesta sexta, 10, acredita que o desfecho mais provável não seja a retirada completa das tarifas, mas a ampliação da lista de produtos beneficiados por isenções. &#8220;O foco da negociação deve ser aumentar o rol de isenções&#8221;, diz.</p>
<h3>Café, laranja e carnes</h3>
<p>O economista lembra que itens como café, laranja e carnes já pressionam a inflação dos alimentos nos Estados Unidos, o que cria resistência interna à adoção de barreiras comerciais mais amplas. Para ele, o embate atual &#8220;não é econômico em si, é muito mais político ideológico&#8221;.</p>
<h3>Política de estado</h3>
<p>O especialista em comércio internacional Felipe Cima avalia que a estratégia tarifária americana deixou de ser apenas uma política de governo para se consolidar como uma política de Estado, independentemente de quem ocupe a Casa Branca.</p>
<h3>China e Estados Unidos</h3>
<p>Na visão dele, a investigação baseada na Seção 301 também funciona como instrumento de negociação para que os Estados Unidos preservem sua posição estratégica diante da China e evitem perder espaço nas relações comerciais com o Brasil.</p>
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</div>
<h3>Empresas de tecnologia e minerais críticos</h3>
<p>Cima entende que Washington busca ampliar seu poder de barganha em temas considerados sensíveis, como o etanol de milho, futuras regulamentações envolvendo grandes empresas de tecnologia e a tributação de serviços digitais.</p>
<p>&#8220;Os Estados Unidos querem abrir espaço para negociar pautas que já estavam na mesa há bastante tempo&#8221;, afirma. Assim como Lucena, ele acredita que o caminho mais viável passa por acordos específicos e pela concessão de isenções para setores considerados estratégicos.</p>
<h3>Tentativa de evitar uma guerra tarifária</h3>
<p>A mobilização das entidades empresariais reforça a percepção de que a disputa ultrapassa o campo político e pode produzir impactos relevantes sobre investimentos, inflação e competitividade nos dois países.</p>
<p>Ao defender uma negociação imediata, Amcham, CNI e U.S. Chamber procuram evitar que o conflito comercial avance para uma guerra tarifária mais ampla, preservando uma das mais importantes relações econômicas das Américas.</p>
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</div>
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