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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 May 2026 01:57:12 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>Putin passa maior parte de seu tempo em bunkers por medo de assassinato, diz jornal</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/putin-passa-maior-parte-de-seu-tempo-em-bunkers-por-medo-de-assassinato-diz-jornal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 01:57:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder russo reforçou as medidas de segurança em torno de si e mais outros 10 generais de alta patente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passa cada vez mais tempo dentro de bunkers subterrâneos e isolado dos assuntos civis para tratar da guerra com a Ucrânia, segundo reportagem do jornal <em>Financial Times</em>. O afastamento do líder russo é motivado pelo medo de assassinato, influenciado por acontecimentos recentes como a captura do venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA e o ataque de drones ucranianos a um autódromo, no ano passado.</p>
<p>Segundo a reportagem, a Rússia vem intensificando a proteção em torno de Putin, com o Serviço Federal de Proteção do país (SFO, em russo) aplicando medidas cada vez mais rigorosas de segurança. Segundo fontes ouvidas pelo FT, as visitas foram reduzidas, as verificações de segurança para pessoas que o encontrariam foram intensificadas e até mesmo os funcionários que trabalham perto de Putin — como cozinheiros, fotógrafos e guarda-costas — foram proibidos de utilizar dispositivos com acesso à internet durante o trabalho.</p>
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</div>
<p>Além disso, Putin e sua família também teriam deixado de frequentar suas residências nas regiões de Moscou e Valdai para ficar em bunkers localizados na região sul do país, em <span>Krasnodar, enquanto a mídia estatal do país utiliza imagens gravadas de Putin para evitar transparecer o sumiço do presidente. </span><span>De acordo com apuração, os recentes cortes de Internet em Moscou também estariam relacionados ao aumento na segurança e à proteção contra drones. </span></p>
<p>A segurança de outros membros de alta patente da Rússia também virou uma preocupação de Putin, após a morte da tenente-general <span>Fanil Sarvarov, em uma série de ataques ucranianos. Segundo uma fonte próxima à inteligência europeia, o líder russo teria pedido ao SFO para garantir a segurança de mais dez generais, três deles adjuntos de Valeri Gerasimov, chefe do Estado-Maior.</span></p>
<p>Em 2026, Putin fez apenas duas aparições públicas, a última delas no dia 27 de abril, quando visitou uma escola de esportes em São Petersburgo, sua cidade natal, e conversou com um grupo de meninas. Porém, a rara aparição está atribuída a uma tentativa de restaurar a popularidade perdida desde o início da guerra e motivada pelos cortes ao acesso à Internet.</p>
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			<media:title type="html">RUSSIA-UKRAINE-CONFLICT</media:title>
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		<item>
		<title>Pesquisa Real Time Big Data: só um pré-candidato não empata com Lula em eventual segundo turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Meire Kusumoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 01:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Romeu Zema]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Caiado]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento mostra liderança do petista no primeiro turno, mas cenário apertado nas simulações finais ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova <a href="https://veja.abril.com.br/politica/lula-mantem-vantagem-no-1o-turno-mas-empata-com-flavio-bolsonaro-no-2o-mostra-pesquisa/"><strong>pesquisa do instituto Real Time Big Data</strong></a>, divulgada nesta terça-feira, 5, aponta o presidente <strong>Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva</strong> na liderança dos cenários de primeiro turno para a eleição presidencial, mas revela um quadro de forte competitividade no segundo turno. De acordo com o levantamento, o petista aparece<strong> tecnicamente empatado</strong>, ou seja, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com quase todos os principais pré-candidatos testados.</p>
<p>Nas simulações de confronto direto, nomes como <strong>Flávio Bolsonaro, <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ciro-gomes/">Ciro Gomes</a>, Ronaldo Caiado e Romeu Zema</strong> surgem em patamar semelhante ao do presidente, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O único pré-candidato que não apresenta competitividade contra Lula é <strong>Renan Santos</strong>, que aparece bem atrás em eventual disputa final.</p>
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</div>
<h3>Como está a disputa no primeiro turno?</h3>
<p>O instituto testou dois cenários distintos para o primeiro turno, um com a presença de Ciro Gomes e outro sem. Mesmo com a eventual entrada do ex-ministro na corrida, o cenário geral pouco se altera, mantendo a polarização entre Lula e <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a>, enquanto os demais nomes permanecem com intenções de voto abaixo de dois dígitos.</p>
<p>No cenário sem Ciro Gomes, Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34%. Ronaldo Caiado aparece com 5%, Romeu Zema com 4% e Renan Santos com 3%. Augusto Cury, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo registram 1% cada. Votos nulos e brancos somam 6%, enquanto 5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.</p>
<p>Já no cenário com Ciro Gomes, Lula marca 38% e Flávio Bolsonaro, 33%. Ciro, Caiado e Zema aparecem empatados com 4%, enquanto Renan Santos mantém 3%. Os demais nomes repetem os índices do cenário anterior, sem impacto significativo na dinâmica da disputa.</p>
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<h3>Como ficaria um eventual segundo turno?</h3>
<p>As simulações de segundo turno reforçam o equilíbrio entre Lula e seus principais adversários. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 43% contra 44% do senador, em empate técnico. Diante de Ciro Gomes, o placar é de 43% a 43%. Contra Ronaldo Caiado, Lula registra 43% ante 42%, e contra Romeu Zema, 43% a 39%.</p>
<p>O único cenário em que há vantagem expressiva do presidente é contra Renan Santos, com 48% contra 24%, indicando baixa competitividade do pré-candidato nesse confronto direto.</p>
<p>A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 2 e 4 de maio. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95%.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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			<media:title type="html">O presidente Lula</media:title>
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		<title>A estratégia da direita para recolocar Eduardo Bolsonaro no jogo político</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/a-estrategia-da-direita-para-recolocar-eduardo-bolsonaro-no-jogo-politico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Laísa Dall'Agnol]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 23:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Valdemar Costa Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-deputado confirmou que será suplente de André do Prado na disputa ao Senado por São Paulo, mas não indicou se voltará ao Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após meses de indefinição, <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/eduardo-bolsonaro-confirma-disputa-ao-senado-por-sp-como-suplente-de-andre-do-prado/">o ex-deputado federal <strong>Eduardo Bolsonaro</strong> (PL-SP) enfim bateu o martelo</a> sobre o candidato a ser lançado pelo PL para o Senado em São Paulo nesta terça-feira, 5.</p>
<p>Considerado &#8220;dono da vaga&#8221;, Eduardo concordou em apoiar o nome de <strong>André do Prado</strong> (PL), presidente da Assembleia Legislativa (Alesp) e postulante ungido pelo cacique <strong>Valdemar Costa Neto</strong>. Em vídeo publicado lado do correligionário, o filho Zero Três de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/jair-bolsonaro/"><strong>Jair Bolsonaro</strong></a> também anunciou que ele próprio será suplente de Prado, possibilidade cuja ventilação havia ganhado força nas últimas semanas.</p>
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</div>
<p>A manobra é tida pelo entorno do PL como uma jogada perfeita para equacionar não apenas a disputa ao Senado por São Paulo &#8212; que desponta com o protagonismo de candidatas fortes do presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva"><strong>Lula</strong></a> da Silva &#8211;, mas também garantir uma ressurreição política a Eduardo, autoexilado nos Estados Unidos há mais de um ano sob a justificativa de perseguição judicial no Brasil.</p>
<p>Eduardo, que em pesquisas do PL aparece com um recall relevante &#8212; segundo membros da legenda, ele chega a um patamar de 30% do eleitorado com seu nome na cédula &#8211;, se desdobrou em elogios à &#8220;capacidade de articulação e liderança política&#8221; de André do Prado, que, no comando da Alesp, tem influência expressiva com lideranças políticas de todo o estado. Essa mesma influência, disse Eduardo na publicação de anúncio da aliança, será crucial não apenas para a chapa de <strong>Tarcísio de Freitas</strong> (Republicanos) à reeleição, mas para o próprio projeto presidenciável de <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a></strong> (PL-RJ), uma vez que é chave a construção de um palanque no maior colégio eleitoral do país.</p>
<p>Por outro lado, integrantes do próprio PL afirmam que, na prática, André do Prado virou quase que um laranja do Zero Três. &#8220;O Lula tinha &#8216;o poste&#8217; Haddad em 2018, agora o Eduardo tem o André&#8221;, alfineta um correligionário, em alusão à candidatura de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/fernando-haddad/">Fernando Haddad</a> ao Planalto em 2018, quando Lula estava preso e impedido de disputar eleições.</p>
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</div>
<p>Apesar da resistência, principalmente da ala mais ideológica do PL, em apoiar abertamente André do Prado, a tendência é que o apoio tácito de Eduardo mude o jogo a favor do presidente da Alesp &#8212; afinal, se a ordem &#8220;foi dada&#8221;, ela tem de ser cumprida.</p>
<p>Por ora, uma das preocupações do partido é mensurar quanto, de fato, Eduardo vai ser capaz de transferir como suplente nas pesquisas.</p>
<p>Outro obstáculo, ainda maior, é checar a viabilidade, até mesmo judicial, da candidatura na configuração desejada. <a href="https://veja.abril.com.br/politica/cassacao-de-eduardo-por-faltas-abre-margem-para-questionamento-sobre-sua-inelegibilidade/">Como mostra reportagem de VEJA, a cassação de Eduardo na Câmara por faltas pode abrir margem para o questionamento de sua inelegibilidade</a>.</p>
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		<title>Trump diz que EUA vão suspender operação no Estreito de Ormuz</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/trump-diz-que-eua-vao-suspender-operacao-no-estreito-de-ormuz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Meire Kusumoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 23:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o republicano, a decisão se dá em razão dos avanços rumo a um acordo com o Irã]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 5, que o país vai suspender a operação militar de escoltar navios pelo Estreito de Ormuz. Segundo o republicano, a decisão se dá em razão dos avanços rumo a um acordo com o Irã.</p>
<p>&#8220;Com base no pedido do Paquistão e de outros países, no enorme sucesso militar que tivemos durante a campanha contra o país do Irã e, adicionalmente, no fato de que grandes progressos foram feitos rumo a um acordo completo e final com representantes do Irã, concordamos mutuamente que, embora o bloqueio permaneça em pleno vigor e efeito, o Projeto Liberdade (o movimento de navios pelo Estreito de Ormuz) será pausado por um curto período de tempo para verificar se o acordo pode ou não ser finalizado e assinado&#8221;, afirmou Trump na rede Truth Social.</p>
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</div>
<p>Mais cedo, Trump havia afirmado que o Irã deveria &#8220;hastear a bandeira branca da rendição&#8221;, mas não fará por orgulho. No Salão Oval, o republicano afirmou que as forças iranianas foram dizimadas e reduzidas a &#8220;armas de brinquedo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eles estão jogando sujo, mas vou te dizer uma coisa: eles querem fechar um acordo. E quem não quereria, quando seu exército está completamente dizimado?&#8221;, ironizou Trump, acrescentando mais tarde que o Irã sabe &#8220;<span>o que não deve fazer&#8221; para manter em vigor o frágil cessar-fogo, implementado em abril. </span></p>
<p>O Projeto Liberdade foi criado para escoltar cargueiros represados no Golfo Pérsico devido à restrição iraniana. Mais de 20 mil marinheiros em 1.550 embarcações estão ilhados, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO. A operação militar americana conta com 15 mil soldados e mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas, segundo o chefe do Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), Brad Cooper.</p>
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</div>
<p>Na véspera, Trump advertiu, em declarações veiculadas pela emissora Fox News, que <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/trump-alerta-que-ira-sera-varrido-da-face-da-terra-caso-ataque-navios-dos-eua/">&#8220;os iranianos seriam varridos da face da Terra&#8221;</a></strong> em caso de ataques a embarcações americanas na região. <span>Apesar da retórica agressiva, o republicano indicou que ainda há margem para negociação. Ele disse que representantes iranianos têm se mostrado “muito mais maleáveis” em conversas recentes, o que poderia abrir caminho para um entendimento diplomático. </span></p>
<p>O país árabe denunciou &#8220;uma escalada perigosa&#8221; e afirmou que tem o direito de responder. Desde que o conflito começou em 28 de fevereiro pelos ataques de Washington e Israel à República Islâmica, Teerã controla essa passagem estratégica por onde costumava circular um quinto do consumo mundial de petróleo e gás natural liquefeito.</p>
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</div>
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			<media:title type="html">Donald Trump</media:title>
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		<item>
		<title>Quem são os políticos com mais seguidores nas redes sociais</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/quem-sao-os-politicos-com-mais-seguidores-nas-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 23:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Nikolas Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento atualizado em tempo real pela Sólon Data mostra que políticos da direita dominam arena das redes ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na lista dos trinta políticos com mais seguidores no Instagram, apenas quatro são de esquerda. Um levantamento atualizado em tempo real pela consultoria Sólon Inteligência Política mostra que, na rede social que mais é usada pelos brasileiros, há um domínio quase absoluto da direita.</p>
<p>O político que mais tem seguidores, mesmo sem movimentar a conta há meses, é o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é acompanhado por 26,6 milhões de perfis. Depois dele, vem o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que teve um grande crescimento nas redes depois do polêmico vídeo do pix. O parlamentar mineiro tem 22,1 milhões de seguidores. O presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva, com 14,6 milhões de seguidores, aparece em terceiro lugar.</p>
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</div>
<p>Além dele, os outros únicos nomes da esquerda na lista são a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), com 4,5 milhões de seguidores; o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB), com 3 milhões, e o ministro de governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/guilherme-boulos/">Guilherme Boulos</a> (PSOL-SP), com 2,9 milhões. Confira ao final a lista dos trinta políticos que mais têm seguidores nas redes.</p>
<p>A consultoria também mapeou quem foram os políticos que mais ganharam seguidores nas redes. Quem disparou na frente foi o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo), que protagonizou um embate com o decano do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) Gilmar Mendes. Nos últimos trinta dias, o mineiro ganhou mais de 953 mil seguidores, um crescimento de 37,3% no seu perfil do Instagram.</p>
<h3>Veja a lista completa dos políticos mais seguidos no Instagram (números em milhões)</h3>
<ol data-start="160" data-end="903">
<li data-section-id="1bpty0m" data-start="54" data-end="118"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Jair Messias Bolsonaro</span></span> (PL): <strong data-start="107" data-end="116" data-is-only-node="">26,9 </strong></li>
<li data-section-id="1c3ofrk" data-start="119" data-end="202"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Nikolas Ferreira</span></span> (PL-MG): <strong data-start="191" data-end="200" data-is-only-node="">22,1</strong></li>
<li data-section-id="1sn4hn9" data-start="203" data-end="280"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Luiz Inácio Lula da Silva</span></span> (PT): <strong data-start="269" data-end="278" data-is-only-node="">14,6</strong></li>
<li data-section-id="xvo8wf" data-start="281" data-end="348"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Pablo Marçal</span></span> (União Brasil-SP): <strong data-start="337" data-end="346" data-is-only-node="">13,2 </strong></li>
<li data-section-id="1q5xrhc" data-start="349" data-end="423"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Flávio Bolsonaro</span></span> (PL-RJ): <strong data-start="412" data-end="421" data-is-only-node="">10,2 </strong></li>
<li data-section-id="1kybsb8" data-start="424" data-end="487"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Michelle Bolsonaro</span></span> (PL-DF): <strong data-start="477" data-end="485" data-is-only-node="">8,2 </strong></li>
<li data-section-id="1qnnn8p" data-start="488" data-end="570"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Eduardo Bolsonaro</span></span> (PL-SP): <strong data-start="560" data-end="568" data-is-only-node="">7,3 </strong></li>
<li data-section-id="ye4ssd" data-start="571" data-end="654"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tiririca</span></span> (PSD-SP): <strong data-start="644" data-end="652" data-is-only-node="">7,3 </strong></li>
<li data-section-id="ai0til" data-start="655" data-end="729"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Acelino Freitas </span></span>(Solidariedade-BA): <strong data-start="719" data-end="727" data-is-only-node="">6,1 </strong></li>
<li data-section-id="ixic2e" data-start="730" data-end="817"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tarcísio de Freitas</span></span> (Republicanos-SP): <strong data-start="807" data-end="815" data-is-only-node="">5,9</strong></li>
<li data-section-id="dyhju3" data-start="818" data-end="904"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fábio Teruel</span></span> (MDB-SP): <strong data-start="894" data-end="902" data-is-only-node="">5,3</strong></li>
<li data-section-id="1x8we7v" data-start="905" data-end="980"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Lucas Pavanato</span></span> (PL-SP): <strong data-start="972" data-end="978" data-is-only-node="">5</strong></li>
<li data-section-id="1ao82uf" data-start="981" data-end="1057"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Romário</span></span> (PL-RJ): <strong data-start="1047" data-end="1055" data-is-only-node="">4,7</strong></li>
<li data-section-id="1fzfd9o" data-start="1058" data-end="1145"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Erika Hilton</span></span> (PSOL-SP): <strong data-start="1135" data-end="1143" data-is-only-node="">4,5</strong></li>
<li data-section-id="1tok2a7" data-start="1146" data-end="1232"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Cleitinho</span></span> (Republicanos-MG): <strong data-start="1222" data-end="1230" data-is-only-node="">4,2</strong></li>
<li data-section-id="ffe5qd" data-start="1233" data-end="1320"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Damares Alves</span></span> (Republicanos-DF): <strong data-start="1310" data-end="1318" data-is-only-node="">4,2</strong></li>
<li data-section-id="plj464" data-start="1321" data-end="1397"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Sergio Moro</span></span> (PL-PR): <strong data-start="1387" data-end="1395" data-is-only-node="">4,2</strong></li>
<li data-section-id="tidbo5" data-start="1398" data-end="1475"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Carlos Bolsonaro</span></span> (PL-RJ): <strong data-start="1465" data-end="1473" data-is-only-node="">4,2</strong></li>
<li data-section-id="uri829" data-start="1476" data-end="1563"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Rodrigo Manga</span></span> (Republicanos-SP): <strong data-start="1553" data-end="1561" data-is-only-node="">3,8</strong></li>
<li data-section-id="1rhdjw" data-start="1564" data-end="1642"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Thammy Miranda</span></span> (PSD-SP): <strong data-start="1632" data-end="1640" data-is-only-node="">3,7</strong></li>
<li data-section-id="1z04pma" data-start="1643" data-end="1728"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Carla Zambelli</span></span> (PL-SP): <strong data-start="1718" data-end="1726" data-is-only-node="">3,6</strong></li>
<li data-section-id="l7wckf" data-start="1729" data-end="1814"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Marco Feliciano</span></span> (PL-SP): <strong data-start="1804" data-end="1812" data-is-only-node="">3,6</strong></li>
<li data-section-id="fa23pk" data-start="1815" data-end="1896"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Romeu Zema</span></span> (Novo-MG): <strong data-start="1886" data-end="1894" data-is-only-node="">3,5</strong></li>
<li data-section-id="c98u4t" data-start="1897" data-end="1966"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Douglas Viegas</span></span> (União Brasil-SP): <strong data-start="1956" data-end="1964" data-is-only-node="">3,3</strong></li>
<li data-section-id="25gq0t" data-start="1967" data-end="2052"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Sargento Fahur</span></span> (PL-PR): <strong data-start="2042" data-end="2050" data-is-only-node="">3,2</strong></li>
<li data-section-id="1ftq49j" data-start="2053" data-end="2138"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Gustavo Gayer</span></span> (PL-GO): <strong data-start="2128" data-end="2136" data-is-only-node="">3,1</strong></li>
<li data-section-id="ssbrpw" data-start="2139" data-end="2222"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ana Carolina Oliveira</span></span> (Podemos-SP): <strong data-start="2212" data-end="2220" data-is-only-node="">3,1</strong></li>
<li data-section-id="j76ot1" data-start="2223" data-end="2299"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">João Campos</span></span> (PSB-PE): <strong data-start="2291" data-end="2297" data-is-only-node="">3</strong></li>
<li data-section-id="18h67ss" data-start="2300" data-end="2374"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Magno Malta</span></span> (PL-ES): <strong data-start="2366" data-end="2372" data-is-only-node="">3</strong></li>
<li data-section-id="1rzk57y" data-start="2375" data-end="2460" data-is-last-node=""><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Guilherme Boulos</span></span> (PSOL-SP): <strong data-start="2452" data-end="2460" data-is-last-node="" data-is-only-node="">2,9</strong></li>
</ol>
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</div>
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			<media:title type="html">O ex-presidente Jair Bolsonaro, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)</media:title>
		</media:content>
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		<title>‘Nem tudo é céu de brigadeiro’, diz diretor da Real Time sobre avanço de Flávio Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 23:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marcela Rahal]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Vista]]></category>
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					<description><![CDATA[Analista afirma que crescimento nas pesquisas convive com alta rejeição e tende a enfrentar reação mais dura dos adversários]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> nas pesquisas de intenção de voto ocorre em um cenário ainda instável e sujeito a reveses, segundo o diretor executivo da Real Time Big Data, Lucas Thut Sahd. Em entrevista ao programa <i>Ponto de Vista</i>, de VEJA, ele afirmou que o desempenho recente do senador não garante uma trajetória contínua de crescimento. “Nem tudo é céu de brigadeiro para ele, de que ele vai conseguir apenas subir nas pesquisas”, disse.</p>
<p>No levantamento divulgado nesta terça-feira, 5, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente do presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> em um eventual segundo turno, embora em empate técnico, enquanto o petista mantém liderança no primeiro turno. Para Sahd, esse quadro reflete tanto a divisão de votos no campo da direita quanto o ambiente econômico, que tem pesado na decisão do eleitor.</p>
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</div>
<p>Segundo o diretor da Real Time Big Data, há hoje uma pulverização de candidaturas à direita que, em um segundo turno, tende a beneficiar o senador. “A gente tem pelo menos 12% dos votos pulverizados nesses candidatos que, no segundo turno, acabam indo majoritariamente para o Flávio”, afirmou.</p>
<p>Ele ressaltou, no entanto, que o cenário deve se tornar mais adverso com o início da campanha. “Ele vai começar agora a ter o contra-ataque dos outros, dos adversários”, disse, ao citar a tendência de intensificação de críticas e embates diretos entre os candidatos.</p>
<p>Sahd também destacou que a economia desponta como principal pauta da eleição, superando temas como corrupção. De acordo com ele, o eleitor está focado na perda de poder de compra e na dificuldade de manter o padrão de vida. “A gente nota que o eleitor está procurando de verdade é quem melhora a economia”, afirmou.</p>
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</div>
<p>Nesse contexto, o diretor avaliou que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro enfrentam desafios. O presidente precisa, segundo ele, apresentar resultados concretos para reverter a percepção negativa sobre a economia, enquanto o senador busca ampliar sua comunicação com segmentos onde ainda tem menor penetração, como jovens e eleitores do Nordeste.</p>
<p>Outro fator apontado é o alto índice de rejeição dos principais candidatos, o que contribui para um cenário mais estável e com oscilações limitadas nas pesquisas. Essa característica, segundo Sahd, reforça o equilíbrio da disputa.</p>
<p>Ao final, o diretor da Real Time Big Data indicou que o quadro permanece aberto e dependerá do desenrolar da campanha. A capacidade de apresentar propostas e responder às demandas econômicas do eleitorado deve ser determinante para o resultado.</p>
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</div>
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		<title>O clima na Alerj após prisão de mais um deputado pela Polícia Federal</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/o-clima-na-alerj-apos-prisao-de-mais-um-deputado-pela-policia-federal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmilla de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alerj]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Votação sobre soltura de Thiago Rangel tende a ser adiada ao máximo para evitar novo desgaste; nos bastidores, há a expectativa de mais operações  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legistiva do Rio (Alerj) começou o dia nesta terça-feira, 5, com agentes da Polícia Federal mais uma vez em suas dependências. O alvo era o deputado Thiago Rangel (Avante), apontado como gestor de um esquema de corrupção dentro da Secretaria estadual de Educação no Noroeste do estado. As fraudes, de acordo com decisão do ministro do STF <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, tinham como liderança maior o ex-presidente da Casa Rodrigo Bacellar (União Brasil), preso na primeira fase da Operação Unha e Carne, e podem envolver um grupo maior de políticos. As conversas hoje na Alerj entre deputados giraram em torno da falta de &#8220;clima&#8221; para votar uma possível soltura de Rangel.</p>
<p>Uma fonte ligada à ala do PL, maioria na Alerj, diz que não haverá votação sobre a manutenção da prisão ou não &#8220;nem tão cedo&#8221;. Por trás, está o medo de mais um desgaste para a Casa, cuja imagem está abalada desde que veio à tona a infiltração do crime organizado no caso do ex-deputado TH Joias, preso na primeira fase da operação. Agora, Rangel, que não deve contar com apoio dos colegas, também é citado como político com ligação junto ao tráfico de drogas: a investigação da PF diz que ele ofereceu cargos na área de educação a Arídio Machado da Silva Júnior, conhecido como &#8220;Júnior do Beco&#8221; e considerado de &#8220;alta periculosidade&#8221;. Sua ficha criminal possui condenações por homicídio e tráfico. Em nota, a defesa do deputado informou que está &#8220;se inteirando&#8221; do teor da investigação e que &#8220;qualquer conclusão antecipada é indevida&#8221;. &#8220;O deputado nega a prática de quaisquer ilícitos e prestará todos os esclarecimentos necessários nos autos da investigação, local próprio para a apuração dos fatos&#8221;, diz a manifestação.</p>
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</div>
<p>A avaliação nesta terça na Alerj é de que essa última operação deve, inclusive, influenciar decisão do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> sobre a sucessão no governo do Rio. Parlamentares acreditam que ficou mais distante a possibilidade de a Alerj poder escolher alguém para o lugar do desembargador Ricardo Couto. O governador em exercício hoje comanda um pente-fino nas contas e cargos do estado.</p>
<p>A sessão na tarde desta terça foi rápida, e apenas o deputado Flávio Serafini (PSOL) discursou no plenário sobre a prisão de Rangel. O presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), não estava presente: ele viajou a Brasília e retorna nesta quarta. Pré-candidato ao governo, Ruas tem nas mãos uma &#8220;batata quente&#8221; com o caso de Thiago Rangel, como analisa um deputado da oposição.</p>
<p>Nos corredores da Assembleia, parlamentares também falam sobre a expectativa de novas operações da PF. Na semana passada já havia conversas nos bastidores sobre políticos serem alvos de uma ação da polícia por causa de corrupção na Secretaria de Educação. De acordo com a investigação, &#8220;acredita-se que o esquema criminoso seja mais amplo e tenha sido estruturado em todo o Estado do Rio de Janeiro, com base no apoio político dado a Rodrigo Bacellar”.</p>
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			<media:title type="html">Alerj</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Nova pesquisa eleitoral mostra empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/nova-pesquisa-eleitoral-mostra-empate-tecnico-entre-lula-e-flavio-no-2o-turno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Acompanhe as principais notícias do dia no Giro VEJA ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="69" data-end="214">A Real Time Big Data divulgou uma nova pesquisa de intenção de voto para a presidência. <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> mantém a liderança nos cenários de primeiro turno. Na primeira simulação, sem Ciro Gomes, Lula aparece com 40%. Flávio Bolsonaro vem em seguida, com 34%. Ronaldo Caiado tem 5%. Romeu Zema, 3%. Renan Santos, Augusto Cury, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo aparecem com 1% cada. Brancos e nulos somam 6%.</p>
<p data-start="69" data-end="214">A pesquisa também simulou um cenário de primeiro turno com <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ciro-gomes/">Ciro Gomes</a>. Lula aparece com 38%, e Flávio Bolsonaro com 33%. Ronaldo Caiado, Ciro Gomes e Romeu Zema têm 4% cada. Renan Santos aparece com 3%. Augusto Cury, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo têm 1% cada um. Brancos e nulos totalizam 6%. Em um cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois estão tecnicamente empatados. Flávio aparece numericamente à frente, com 44% das intenções de voto contra 43% de Lula.</p>
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</div>
<p data-start="1075" data-end="1352">Segundo Lucas Sahd, diretor executivo do Real Time Big Data, a pesquisa reflete um mau humor do eleitor com a economia e o desejo por um candidato capaz de melhorar esse cenário.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Nova pesquisa eleitoral mostra empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno | Giro VEJA" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/45Qwjr_ny3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<p data-start="1075" data-end="1352">O senador Flávio Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia se tornaram alvos de uma denúncia de propaganda eleitoral antecipada no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-publico/">Ministério Público</a> Federal no Rio de Janeiro.</p>
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<p data-start="1075" data-end="1352">Segundo a ação, o senador participou de um culto religioso em que houve manifestações favoráveis à sua candidatura. Durante o evento, o pastor Silas Malafaia fez referências ao futuro político de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a>. Em um dos trechos, afirmou: “Esse é o tempo de eu apoiar o Flávio para presidente”. Para os autores da denúncia, o episódio configura uso de espaço religioso para promoção eleitoral, o que é proibido pela legislação. O argumento é que templos religiosos são considerados bens de uso comum e não podem ser utilizados como palanque político. O processo pede a condenação dos envolvidos, com aplicação de multa e possibilidade de ficarem inelegíveis por até oito anos.</p>
<p data-start="1075" data-end="1352">Dias depois de a Federação Brasil Esperança — formada por PT, PC do B e PV — pedir recorrer à Justiça Eleitoral para tirar do ar a página da “Dona Maria”, com críticas ao governo, perfis que apoiam o presidente Lula apostaram em uma personagem com as mesmas características para atacar Bolsonaro e o filho Flávio.</p>
<p data-start="1075" data-end="1352">A página da “Dona Maria”, que passou dos 750 mil seguidores no Instagram, foi suspensa no TikTok. Ela é gerenciada por um motorista de aplicativo, que afirma ter criado a página por conta própria, sem apoio profissional. A ação do PT pedindo para que ela seja retirada do ar foi apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral no último dia 22, mas ainda não há decisão no processo.</p>
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<p data-start="1075" data-end="1352">O vice-presidente, Geraldo Alckmin, lamentou a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para uma vaga no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>. Alckmin afirmou que Messias é um jurista qualificado e que o presidente Lula já estuda um novo nome para indicar.</p>
<p data-start="1075" data-end="1352">E a ressaca da rejeição histórica do Senado ao nome de Jorge Messias para o STF, na semana passada, instalou uma geleira entre Lula e Davi Alcolumbre em Brasília.</p>
<p data-start="1075" data-end="1352">O general Mario Fernandes pediu ao ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, do STF, para parcelar em 60 vezes a multa que recebeu como parte de sua condenação pela trama golpista. Mario Fernandes foi condenado por ter elaborado um plano de assassinato contra o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o próprio Moraes. O repórter Daniel Gullino tem as informações.</p>
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<p data-start="1075" data-end="1352">No cenário internacional, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta terça-feira que o cessar-fogo com o Irã segue em vigor, mesmo após novos episódios de tensão no Estreito de Ormuz. O aumento dos atritos ocorre em meio à operação militar anunciada por Donald Trump para garantir a passagem de navios comerciais na região. Batizado de “Projeto Liberdade”, o plano visa usar as Forças Armadas americanas para guiar cargueiros retidos no Golfo Pérsico e restabelecer a circulação de navios em Ormuz.</p>
<p data-start="4223" data-end="4790">E a noite desta segunda-feira foi marcada pelo tradicional Met Gala, em Nova York.</p>
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			<media:title type="html">US-POLITICS-CPAC</media:title>
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		<title>O dia em que Elon Musk desdenhou do revolucionário ChatGPT: ‘Estúpido’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/tecnologia/o-dia-em-que-elon-musk-desdenhou-do-revolucionario-chatgpt-estupido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
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					<description><![CDATA[Segunda semana do julgamento na Califórnia coloca cofundador da empresa em evidência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O julgamento que envolve o bilionário Elon Musk e o CEO da OpenAI, Sam Altman, continua na Califórnia. Em seu segundo dia de depoimento, o cofundador da empresa, Greg Brockman, revelou que Musk havia chamado versões anteriores do ChatGPT de &#8220;estúpidas&#8221;.</p>
<p>No segundo dia de testemunho de Brockman, ele revelou que o bilionário — um dos primeiros investidores da empresa, quando ela ainda era uma organização sem fins lucrativos — havia chamado versões anteriores do ChatGPT de &#8220;estúpidas&#8221;, além de dizer que &#8220;crianças na internet poderiam fazer um trabalho melhor&#8221;.</p>
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<p>O processo acontece porque Musk, após investir cerca de 30 milhões de dólares na startup no seu início, em meados de 2015, sentiu-se usado após notar que a empresa deixou de lado seu propósito original de desenvolver IA sem fins lucrativos para o bem-estar do mundo.</p>
<p>Musk já declarou anteriormente se sentir um &#8220;tolo&#8221; por ter sido supostamente enganado pelos fundadores da startup. A defesa de Altman, por sua vez, tem colocado em cheque a &#8220;ingenuidade&#8221; do bilionário. Através de questionamentos e e-mails, a defesa da OpenAI já provou que não só Musk tinha conhecimento da intenção de lucrar com a startup, como também participou de reuniões sobre o assunto.</p>
<p>O julgamento começou na última semana, e agora diversas testemunhas estão sendo chamadas a depor sobre diferentes assuntos.</p>
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			<media:title type="html">Musk And Altman Head To Trial In Feud Over Mission Of OpenAI</media:title>
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		<title>A modelo que usou ‘jeans’ e suéter para o tapete vermelho do Met Gala</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/a-modelo-que-usou-jeans-e-sueter-para-o-tapete-vermelho-do-met-gala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Met Gala]]></category>
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					<description><![CDATA[Bhavitha Mandava é embaixadora da Chanel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando todos os olhares estavam voltados para a primeira coleção Métiers d&#8217;art 2026 de <strong>Matthiew Blazy</strong> para a Chanel, em dezembro, <strong>Bhavitha Mandava</strong> abriu o desfile, vestindo jeans simples e um suéter marrom com zíper. Nascida em Hyderabad, na Índia, ela se tornando a primeira modelo do país a abrir um desfile da grife. Agora, como embaixadora da marca, Mandava abrilhantou o tapete vermelho do <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/esconde-esconde-a-celebridade-que-chegou-de-mascara-ao-met-gala/">Met Gala 2026</a>, nesta segunda-feira, 4, com um look onde nada é exatamente o que parece.</p>
<p>Muito semelhante ao que usou no desfile Métiers d&#8217;art 2026, a modelo indiana surgiu com calças jeans e um suéter marrom. Ambas as peças, porém, são feitas de musselina, um tecido macio e delicado, que exigiu mais de 250 horas de trabalho para sua confecção. Além disso, as calças têm uma estampa com efeito jeans azul , cujo acabamento, aos olhos, lembra o tecido da calça jeans.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Claudia Raia: ‘A questão do aborto é decisão da mulher’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V9PS9hs4YKA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">Bhavitha Mandava</media:title>
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		<title>Cassação de Eduardo por faltas abre margem para questionamento sobre sua inelegibilidade</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/cassacao-de-eduardo-por-faltas-abre-margem-para-questionamento-sobre-sua-inelegibilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6141053</guid>

					<description><![CDATA[Ex-deputado anunciou nesta terça, 5, que sairá candidato a suplente no Senado na chapa liderada por André do Prado, atual presidente da Alesp ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/eduardo-bolsonaro-confirma-disputa-ao-senado-por-sp-como-suplente-de-andre-do-prado/">anúncio de que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sairá candidato ao Senado, como suplente na chapa do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL-SP)</a>, leva a uma inevitável discussão sobre a sua inelegibilidade. Além dos vários enroscos que tem na Justiça (como as ações criminais a que responde no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>), ele também foi cassado por faltas por um ato da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Na legislação brasileira, está explícito que a cassação de mandato só gera inelegibilidade em duas hipóteses: quando houver quebra de decoro parlamentar ou quando houver a prática de algum ato empresarial incompatível com o poder público (por exemplo, se um deputado for sócio de uma empresa que tem contratos ativos com a administração). Nessas duas hipóteses, a cassação precisa ser votada pelo plenário e atingir pelo menos a maioria absoluta (mais da metade do número de cadeiras).</p>
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</div>
<p>No caso de Eduardo, a cassação foi por faltas. Autoexilado nos Estados Unidos, ele saiu do país no começo de 2025 com uma licença, que venceu e não foi renovada. A lei não diz que, em situações como a dele, o parlamentar fica inelegível. Essa configuração abre o caminho para que Eduardo registre uma candidatura a qualquer cargo nas eleições de outubro &#8212; a lei não exige que o candidato esteja em solo nacional para fazer campanha.</p>
<p>A existência dessa lacuna legal deverá ser explorada pela oposição para fundamentar pedidos de impugnação da candidatura da chapa composta por Eduardo. &#8220;<span>Não há uma clareza na legislação sobre essa cassação da Câmara também o deixar inelegível, como acontece com a cassação por quebra de decoro. N</span><span>ão tenho nenhuma dúvida: se ele se lançar candidato a uma chapa, vai haver pedido de impugnação&#8221;, afirma o advogado eleitoralista e professor Fernando Neisser. </span></p>
<p>No caso de Eduardo, uma possível linha de argumentação que seus adversários podem explorar é tentar equiparar o caso dele ao de quem renuncia para escapar da cassação. Ao permanecer nos EUA e faltar a sucessivas sessões da Casa, o Zero Três teria &#8220;provocado&#8221; a perda do seu mandato, antes mesmo da análise de outros pedidos de cassação por quebra de decoro parlamentar. Em seus anos de Câmara, Eduardo foi alvo de 17 pedidos, alguns arquivados depois que ele perdeu o mandato no fim do ano passado, por perda do objeto.</p>
<p>Como a chapa do Senado é registrada como uma unidade fechada na Justiça Eleitoral, todos os candidatos precisam preencher todos os requisitos legais, sob pena da chapa cair como um todo. Ou seja, se em uma eventual impugnação Eduardo for considerado inelegível, a candidatura de André do Prado não se sustenta sozinha. O caso começaria a ser analisado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, com chance de recurso para o Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.</p>
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		</media:content>
	</item>
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		<title>Eleições nos estados: quem foram as maiores decepções na última rodada da pesquisa Genial/Quaest</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/eleicoes-nos-estados-quem-foram-as-maiores-decepcoes-na-ultima-rodada-da-genial-quaest/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Jordão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Lista tem Romeu Zema, Elmano de Freitas, Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta e Guilherme Derrite]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas divulgadas pela Genial/Quaest na semana passada mostraram uma fotografia de como está a corrida eleitoral ao governo e ao Senado (serão duas vagas por unidade da federação) em dez dos maiores colégios eleitorais do país, faltando cinco meses para a votação.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/politica/estados-candidatos-governo-surpreendem-positiva-e-negativamente-veja-quem-sao/" target="_blank" rel="noopener">Alguns nomes se destacaram positivamente, aparecendo em boas posições a essa altura da corrida ou tendo desempenho melhor do que era esperado</a> no meio político. Por outro lado, outros apareceram com números muito aquém do que o esperado, decepcionando as suas bases eleitorais.</p>
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</div>
<p>Confira alguns pré-candidatos cujos desempenhos estão longe da expectativa que havia em torno deles:</p>
<h3>Romeu Zema (Novo)</h3>
<p>O ex-governador de Minas Gerais não alavancou a sua candidatura presidencial apesar de ter investido pesado numa confrontação com o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> e na defesa de temas caros à direita &#8212; ficou com 3% na disputa do primeiro turno. Além disso, a sua aprovação como governador chegou a 52%, a menor taxa da série histórica do instituto. Para piorar, seu candidato à sucessão, Mateus Simões (PSD), não decolou nas pesquisas <em>(veja abaixo).</em></p>
<h3>Mateus Simões (PSD)</h3>
<p>Sucessor de Romeu Zema (Novo) no comando de Minas Gerais, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-senador-cleitinho-mantem-lideranca-de-mais-de-20-pontos-na-disputa-por-governo-de-minas/" target="_blank" rel="noopener">Simões segue patinando nas intenções de votos contra vários oponentes</a>. Mesmo tendo o poder da máquina estadual nas mãos desde março, ele aparece com percentuais entre 3% e 5% em todos os cenários &#8212; enfrentando oponentes que passam de 15% e outros que chegam a quase 40%.</p>
<h3>Elmano de Freitas (PT)</h3>
<p>Governador do Ceará em primeiro mandato, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/quaest-ciro-gomes-derrota-elmano-e-empata-com-camilo-santana-na-disputa-pelo-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Elmano corre alto risco de perder sua posição já em primeiro turno</a> para o ex-governador <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ciro-gomes/">Ciro Gomes</a> (PSDB), que tem nove pontos a mais que o mandatário. A situação é tão grave para os petistas que, nos bastidores, é cogitada uma retirada de cena de Elmano para dar lugar ao também ex-governador Camilo Santana (PT) &#8212; que, quando testado, se sai melhor numericamente que Ciro, mas empata tecnicamente no segundo turno.</p>
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</div>
<h3>Eduardo Leite (PSD)</h3>
<p>O governador gaúcho, que não conseguiu se viabilizar como candidato à Presidência da República, como gostaria, enfrenta muita dificuldades na eleição estadual. Seu candidato ao governo, o vice Gabriel Souza (MDB), tem 6% das intenções de voto. A aprovação ao seu governo caiu de 58% em agosto de 2025 para 51%. Entre os eleitores, 49% acham que ele não merece eleger o seu sucessor, contra 39% que acham que sim.</p>
<h3>Paulo Pimenta (PT)</h3>
<p>O deputado federal, líder do governo na Câmara, teve grande espaço durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, quando tornou-se ministro extraordinário para a reconstrução do estado, seu reduto eleitoral, onde foi presença constante anunciando obras e programas para socorrer os atingidos pela tragédia. Apesar disso, tem apenas 9% das intenções de voto na pesquisa Genial/Quaest para o Senado.</p>
<h3>Gleisi Hoffmann (PT)</h3>
<p>A ex-ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> não conseguiu se destacar ainda na disputa por uma vaga no Senado pelo Paraná. Ela tem ficado sempre na quarta posição nos cenários em que foi testada, com apenas 10% a 11% das intenções de votos &#8212; mesmo tendo tido papel de destaque no mandato do presidente Lula e mesmo após ter sido a principal dirigente nacional do PT. Além disso, ela amarga a <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/os-favoritos-e-os-mais-rejeitados-na-corrida-ao-senado-pelo-parana-segundo-pesquisa-genial-quaest/" target="_blank" rel="noopener">maior rejeição política do Paraná, atingindo o nível de 58%.</a></p>
<h3>Guilherme Derrite (PP)</h3>
<p>O ex-secretário de Segurança Pública <strong>Guilherme Derrite</strong> (PP), o ex-ministro<strong> Ricardo Salles </strong>(Novo) e o deputado estadual<strong> André do Prado</strong> (PL) não chegam nem a conquistar dois dígitos nas pesquisas, orbitando entre quinta e a sétima posição, com percentuais de 5% a 8%. Pior: aparecem atrás dos nomes apoiados pelo governo Lula na corrida: os ex-ministros <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/simone-tebet/">Simone Tebet</a>, Marina Silva e Márcio França.</p>
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</div>
<p>Para Murilo Hidalgo, Derrite, que comandou uma área estratégia para a direita, a segurança pública, era o nome de quem mais se esperava um resultado melhor. &#8220;A grande decepção é o Guilherme Derrite. Todo mundo esperava que fosse o grande nome em São Paulo, mas está patinando. A questão é que os nomes dos bolsonaristas ainda são muito desconhecidos. E as duas adversárias que estão bem em São Paulo já disputaram eleições majoritárias presidenciais, que são a Simone Tebet e a <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/marina-silva/">Marina Silva</a>, isso é uma vantagem muito grande&#8221;, disse o diretor do Paraná Pesquisas.</p>
<h3>Sandro Alex (PSD)</h3>
<p>O ex-secretário de Infraestrutura do Paraná, que foi escolhido pelo governador Ratinho Jr. (PSD) para ser o seu nome na sucessão, é outro que se destaca negativamente no estado. Apesar da alta aprovação da gestão atual, com índices superiores a 80%, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-rafael-greca-pode-mudar-2o-turno-no-parana-e-deixar-esquerda-de-lado/" target="_blank" rel="noopener">Alex aparece com apenas 5% das intenções de votos, em quarto colocado</a>. Se o primeiro turno fosse hoje, ele estaria fora do jogo, que teria o senador Sergio Moro (PL) avançando ao segundo turno, com 35%, contra o deputado estadual Requião Filho (PDT), que tem 18%, ou o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), que aparece com 15%.</p>
<p>Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas, avaliou para VEJA que o quadro esperado era outro. &#8220;O candidato do Ratinho Jr. ainda não decolou. Esperava-se mais por causa da alta aprovação do Ratinho Jr&#8221;, disse.</p>
<h3>Douglas Ruas (PL)</h3>
<p>Nome do Partido Liberal no Rio de Janeiro para a disputa ao governo do estado, o presidente da Assembleia Legislativa chega, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-eleicao-no-rio-deve-ter-mais-de-30-pontos-de-diferenca-entre-candidatos/" target="_blank" rel="noopener">no máximo, a 11% das intenções de voto no primeiro turno</a> contra até 40% de Eduardo Paes (PSD). No segundo turno a situação fica ainda pior, com Ruas conseguindo atingir 16% enquanto Paes faz 49%. A decepção é maior porque o Rio de Janeiro é o reduto do clã Bolsonaro e foi governado por dois mandatos por Cláudio Castro (PL).</p>
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</div>
<h3>Celso Sabino (PDT)</h3>
<p>O ex-ministro Celso Sabino (PDT) é mais um que esteve atuante no governo e não conseguiu colher frutos eleitorais até agora, patinando nas intenções de votos com <a href="https://veja.abril.com.br/politica/genial-quaest-helder-barbalho-lidera-disputa-ao-senado-pelo-para-2a-vaga-segue-em-aberto/" target="_blank" rel="noopener">apenas 6%, na quarta posição ao Senado pelo Pará</a>. Sabino comprou briga com o seu antigo partido, o União Brasil, para ficar no governo Lula como chefe da pasta de Turismo, na esperança de que a relação com o petista alavancasse a sua candidatura ao Senado, o que não está acontecendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">Gleisi, Derrite e Simões</media:title>
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		<item>
		<title>Além de Bezos, Mark Zuckerberg e mulher fazem ‘date night’ no Met Gala</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/alem-de-bezos-mark-zuckerberg-e-mulher-fazem-date-night-no-met-gala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bezos]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[Met Gala]]></category>
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					<description><![CDATA[Edição foi marcada por protestos contra o fundador da Amazon ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mark Zuckerberg</strong> compareceu ao Met Gala 2026 com sua mulher, <strong>Priscilla Chan</strong>, na noite desta segunda-feira, 4, marcando a primeira vez do casal no baile. Para sua estreia, o CEO da Meta usou um smoking preto clássico, enquanto Chan escolheu um vestido vermelho de mangas compridas combinado com batom vermelho. No Intagram, Mark publicou registros da noite e escreveu: &#8220;date night&#8221;.</p>
<p>O casal optou por não desfilar junto no tapete vermelho e fez uma entrada discreta, depois dos <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/chegada-de-jeff-bezos-ao-met-gala-acende-barril-de-polvora-no-mundo-na-moda/">protestos contra o fundador da Amazon</a>, <strong>Jeff Bezos</strong>. A Meta, de Zuckerberg, foi uma das empresas de tecnologia que compraram uma mesa este ano, juntamente com a OpenAI e o Snapchat. Os ingressos individuais para o Met Gala custaram 100 mil dólares (490 mil reais), enquanto as mesas foram precificadas em 350 mil dólares (mais de 1,7 milhão de reais).</p>
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</div>
<p>O fundador da Amazon, Jeff Bezos, e sua mulher, <strong>Lauren Sánchez</strong>, foram os principais patrocinadores e copresidentes honorários da edição.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Claudia Raia: ‘A questão do aborto é decisão da mulher’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V9PS9hs4YKA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">Mark Zuckerberg e mulher</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Ministério Público também recorre ao TSE para cassar diploma de Cláudio Castro</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/ministerio-publico-tambem-recorre-ao-tse-para-cassar-diploma-de-claudio-castro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Motta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior Eleitoral (TSE)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6140948</guid>

					<description><![CDATA[Efeitos da condenação do ex-governador têm impacto direto sobre a sucessão no estado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público pediu que o Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a>) revise o julgamento que condenou o ex-governador do Rio, Cláudio Castro (PL), e declare a cassação do seu diploma, mesmo que ele não esteja mais no cargo. Castro renunciou na véspera da decisão, o que embaralhou a sucessão no estado porque o formato da eleição para definir quem vai concluir seu mandato &#8211; direta ou indireta &#8211; depende do que veio antes, ou seja, dos motivos que levaram o cargo a ficar vago.</p>
<p>Se o TSE decretar a cassação, a eleição deve ser direta, por voto popular, e não na Assembleia Legislativa, como tende a ocorrer se a Justiça chancelar a saída voluntária do ex-governador. O vice-procurador Eleitoral Alexandre Espinosa defende que o tribunal não pode &#8220;premiar a estratégia processual de esvaziamento das consequências jurídicas do ilícito eleitoral&#8221;.</p>
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</div>
<p>O recurso foi apresentado com base no acórdão do julgamento &#8211; documento que reúne a ementa, o relatório do processo, os votos dos ministros e o dispositivo, ou seja, a decisão final do tribunal. Para o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-publico/">Ministério Público</a>, o material expõe uma &#8220;contradição interna&#8221; entre o conteúdo dos votos da corrente majoritória e a conclusão do julgamento, segundo a qual não teria havido maioria para cassação do diploma.</p>
<p>&#8220;O exame analítico dos votos proferidos, contudo, revela panorama diverso: no contexto de dispersão qualitativa dos pronunciamentos, formou-se maioria pela cassação dos diplomas dos integrantes da chapa majoritária&#8221;, argumenta Espinosa.</p>
<p>Segundo o raciocínio do vice-procurador, salvo os ministros André Mendonça e Kassio Nunes Marques, que votaram para absolver o ex-governador, três ministros (Isabel Gallotti, Estela Aranha e Floriano de Azevedo Marques) foram a favor da cassação e outros dois (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/carmen-lucia/">Cármen Lúcia</a> e Antonio Carlos Ferreira) não abordaram diretamente a controvérsia. &#8220;A aritmética conduz, portanto, à constatação da formação de maioria pela cassação do diploma&#8221;.</p>
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</div>
<p>&#8220;A eliminação da contradição apontada conduz, como consectário lógico, ao reconhecimento de omissão na proclamação do resultado do julgamento, a ser suprida no sentido de fazer constar, expressamente, que a maioria dos votos pronunciou-se pela cassação do diploma do então Governador Cláudio Bomfim de Castro e Silva, com as consequentes retificações na ementa&#8221;, pede o Ministério Público.</p>
<p>O imbróglio envolvendo a sucessão no Rio também está sendo debatido no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> (STF), em ações propostas pelo PSD. O julgamento está suspenso por um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Os processos no STF giram em torno do formato da eleição para definir quem vai concluir o mandato do ex-governador.</p>
<p>Com o recurso, o Tribunal Superior Eleitoral tem a oportunidade de arbitrar a briga antes do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>. A ala do Supremo Tribunal Federal que compõe também a Corte Eleitoral &#8211; Cármen Lúcia, André Mendonça e Kassio Nunes Marques &#8211; considera que a intervenção do STF no caso foi prematura, já que ainda havia recursos possíveis no próprio TSE. Além do Ministério Público, o ex-deputado Marcelo Freixo e a coligação A Vida Vai Melhorar (PT, PCdoB, PV, PSDB, Cidadania, Rede e PSOL) também acionaram a Corte Eleitoral pedindo a cassação do diploma de Castro.</p>
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			<media:title type="html">Brasília (DF), 26/03/2024 - O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, durante entrevista após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Justiça garante quantia fixa a Stênio Garcia em disputa contra a ex</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/justica-garante-quantia-fixa-a-stenio-garcia-em-disputa-contra-a-ex/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Ator trava batalha por apartamento em Ipanema]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por decisão da Justiça do Rio de Janeiro, <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/o-estado-de-saude-de-stenio-garcia-apos-ser-levado-a-hospital/"><strong>Stênio Garcia</strong></a>, 94, deve receber 5 mil reais mensais da ex-mulher, <strong>Clarice Piovesan</strong>. Em abril, o ator apresentou uma <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/novo-capitulo-na-briga-de-stenio-garcia-com-filhas-chega-a-policia/">notícia-crime</a> contra a ex-mulher e as filhas, <strong>Cássia</strong>, 52, e <strong>Gaya Piovesan</strong>, 51. O objetivo é reaver um apartamento em Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, em que Clarice mora. O ex-casal está separado desde 1983. O TJ-RJ determinou agora que Clarice pague o aluguel de 5 mil reais por mês ao ex-marido. No entanto, a defesa do ator tenta garantir o direito completo ao imóvel.</p>
<p>Além da retomada do apartamento, o ator pede na Justiça uma indenização de 200 mil reais e acusa as filhas de abandono afetivo e material. Ele afirma que, desde que deixou a TV Globo, enfrenta dificuldades financeiras.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe loading="lazy" title="Claudia Raia: ‘A questão do aborto é decisão da mulher’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V9PS9hs4YKA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">stenio-garcia</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>À espera do ‘caos econômico’, um problema une Lula a Flávio na corrida eleitoral</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-espera-do-caos-economico-um-problema-une-lula-a-flavio-na-corrida-eleitoral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Vista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6140529</guid>

					<description><![CDATA[Colunista afirma que cenário “artificial” favorece oposição, mas cobra propostas concretas dos dois lados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ausência de propostas concretas e de um discurso capaz de mobilizar o eleitor ajuda a explicar o cenário de estagnação na <strong>corrida presidencial</strong>. Em análise no programa <em>Ponto de Vista</em>, o colunista Robson Bonin afirmou que tanto o presidente <strong>Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva</strong> quanto o senador <strong>Flávio Bolsonaro</strong> ainda não conseguiram apresentar um projeto convincente para o país — o que mantém a disputa travada <em>(este texto é um resumo do vídeo acima)</em>.</p>
<p>Segundo ele, o momento atual ainda é “artificial”, favorecendo o candidato de oposição, mas com desafios relevantes à frente.</p>
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</div>
<h3>Por que o cenário atual favorece Flávio Bolsonaro?</h3>
<p>Bonin avaliou que o senador se beneficia da posição de opositor. “Ele joga numa posição muito confortável de franco atirador, não tem nada a perder”, afirmou. Sem o peso da gestão, Flávio pode adotar um discurso mais simples, prometendo soluções para problemas complexos sem precisar detalhá-las neste momento.</p>
<p>Para o colunista, o presidente enfrenta dificuldades inerentes ao cargo. Lula, segundo ele, precisa justificar o próprio governo e convencer o eleitor de que um novo mandato traria resultados diferentes. “Ele é o governo, é a vidraça”, disse, ao explicar a assimetria entre os dois lados da disputa.</p>
<h3>O discurso de Flávio lembra eleições anteriores?</h3>
<p>Bonin comparou a estratégia atual ao modelo adotado por Jair Bolsonaro em 2018. Na avaliação dele, trata-se de um discurso baseado mais em promessa de mudança do que em propostas detalhadas. “É um roteiro muito parecido”, afirmou, ao lembrar que, naquele momento, o eleitor apostou em soluções simplificadas para desafios complexos.</p>
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</div>
<p>Segundo o colunista, a pressão sobre o senador deve aumentar. Flávio será cobrado a apresentar propostas concretas e demonstrar capacidade de execução. “Ele vai ser pressionado a mostrar como vai cumprir essas propostas”, disse.</p>
<h3>Qual é o cenário econômico herdado pelo próximo presidente?</h3>
<p>Bonin traçou um quadro desafiador para o futuro governo. “O próximo presidente vai ter um caos econômico”, afirmou. Ele destacou o aumento de gastos públicos, juros elevados e restrições orçamentárias como fatores que limitarão a atuação de qualquer vencedor.</p>
<p>O colunista apontou dois fatores principais: a dependência do Congresso e a falta de recursos disponíveis. “Vai ser naturalmente um refém do Congresso”, disse. Além disso, o espaço fiscal reduzido dificultará a implementação de novas políticas públicas.</p>
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</div>
<h3>Há espaço para um novo discurso na eleição?</h3>
<p>Na avaliação de Bonin, esse é justamente o ponto central da disputa. “Está faltando alguém que apresente um caminho para melhorar de vida”, afirmou. Sem um projeto claro e compreensível para o eleitor, a tendência é de manutenção do cenário atual de empate e baixa mobilização.</p>
<p>Para o colunista, a ausência de novidade é o principal fator. Nenhum candidato, segundo ele, conseguiu apresentar uma narrativa capaz de renovar o debate ou criar expectativa de mudança concreta na vida do eleitor.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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</div>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">000_786P48F.jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O motivo que levou Jeff Bezos a querer se livrar de megaiate de luxo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/o-motivo-que-levou-jeff-bezos-a-querer-se-livrar-de-megaiate-de-luxo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 21:59:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[iate]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bezos]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6141059</guid>

					<description><![CDATA[Um dos maiores barcos à vela do mundo, navio Koru conta com três decks abertos, piscina, cinema e uma série de salas de conferência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dono da <strong>Amazon</strong>, <strong>Jeff Bezos</strong>, parece ter se arrependido de um empreendimento milionário: um megaiate de luxo que, com 127 metros de comprimento, não cabe em grande parte dos portos. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 4, pela coluna de fofocas <em>Page Six</em>, do jornal americano<em> New York Post</em>. Um dos maiores barcos à vela do mundo, o navio<strong> Koru</strong> pode comportar até 18 hóspedes e conta com três decks abertos, piscina, cinema e uma série de salas de conferência. A bordo, o bilionário tem à disposição 40 tripulantes.</p>
<p>Ao todo, Bezos gastou<span> 430 milhões de euros (mais de R$ 2,4 bilhões na cotação atual) na construção do iate de luxo e mais 75 milhões (cerca de R$ 432 milhões) em uma embarcação de apoio, de 76 metros de comprimento, que tem um</span> hangar para helicóptero e espaço para jetskis, além da capacidade de receber até 45 pessoas. No todo, estima que o empresário gaste 26 milhões de euros (R$ 149 milhões) por ano para manter ambos os navios em operação. Segundo a coluna, Bezos teve a entrada em portos negada várias vezes por falta de espaço.</p>
<p>Em episódios recentes, ele não conseguiu atracar em uma viagem à Costa Rica<span> no Grande Prêmio de Fórmula 1 de<span> Mônaco</span></span><span><span> </span>de 2025. Sem lugar para ficar, o fundador da Amazon foi obrigado a ancorar em alto-mar em ambos os casos. Ele não escapou de problemas nem em seu casamento, que se estendeu por três dias em Veneza, na Itália. Na época, o iate não conseguiu chegar perto da lagoa para uma cerimônia. Além disso, o tamanho e as personalizações tornaram o iate reconhecível &#8212; um incômodo para Bezos. As dores de cabeça de um bilionário.</span></p>
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			<media:title type="html">Commemoration ceremony to mark first anniversary of Khashoggis murder in Istanbul</media:title>
		</media:content>
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		<title>Vídeo: suspeito de gravar estupro de crianças chega a SP e é levado ao IML</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/video-suspeito-de-gravar-estupro-de-criancas-chega-a-sp-e-e-levado-ao-iml/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Caniato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 21:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[IML]]></category>
		<category><![CDATA[Pedofilia]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Preso na Bahia, Alessandro dos Santos é único adulto entre os investigados por abusar de meninos de sete e dez anos na capital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Único adulto entre os cinco suspeitos de <strong>estuprar duas crianças em São Paulo</strong> e divulgar vídeos do abuso, <strong>Alessandro Martins dos Santos</strong>, de 21 anos, chegou a São Paulo nesta terça-feira, 5. Ele estava preso desde o último final de semana em Jequié, na Bahia, para onde havia fugido em meio à repercussão massiva do crime na mídia e nas redes sociais.</p>
<p>Na tarde de hoje, Alessandro prestou depoimento no 63º Distrito Policial (DP), na Vila Jacuí, e foi transferido ao Instituto Médico Legal (IML) para passar por exames de perícia <em>(assista ao vídeo</em> <em>abaixo)</em>. À Polícia Civil, <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/suspeitos-de-estuprar-e-filmar-criancas-em-sp-dizem-a-policia-que-ato-foi-brincadeira/">ele e outros quatro adolescentes investigados disseram que o ato não passou de uma &#8220;brincadeira que tomou o rumo errado&#8221;</a>.</p>
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<video class="wp-video-shortcode" id="video-6141026-1" width="1280" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/alessandro-martins-dos-santos-estupro-video-policia.mp4?_=1" /><a href="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/alessandro-martins-dos-santos-estupro-video-policia.mp4">https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/alessandro-martins-dos-santos-estupro-video-policia.mp4</a></video></div>
<p>Segundo o delegado Júlio Geraldo, titular do 63º DP e responsável pelas investigações, Alessandro será indiciado pelos crimes de <strong>estupro de vulnerável, corrupção de menores e compartilhamento de pornografia infantil</strong>.</p>
<p>O crime ocorreu em 21 de abril deste ano no bairro União de Vila Nova, comunidade no distrito da Vila Jacuí, na zona leste de São Paulo. Os quatro demais suspeitos são adolescentes com idades entre 14 e 16 anos &#8212; assim como Alessandro, todos eram vizinhos e conhecidos das vítimas, dois meninos de 7 e 10 anos.</p>
<p>Três dos menores de idade se entregaram à polícia na semana passada e o quarto se apresentou na última segunda, 4. Eles foram ouvidos e serão acusados e julgados conforme as previsões do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>
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		<title>Ex-espião americano ligado a Israel defende limpeza étnica em Gaza e mira Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Júlia Sofia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 21:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin Netanyahu]]></category>
		<category><![CDATA[Espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Israel-Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Jonathan Pollard anuncia candidatura ao Knesset e propõe que palestinos sejam expulsos do enclave]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Figura controversa na história recente dos<strong> Estados Unidos</strong> e de <strong>Israel</strong>, <strong>Jonathan Pollard</strong> voltou ao centro do debate político ao anunciar sua intenção de disputar uma vaga no <strong>Knesset</strong>, o Parlamento israelense. Em entrevista ao Canal 13 (Reshet 13), uma das principais redes de televisão do país, o ex-espião defendeu medidas radicais para o futuro da Faixa de Gaza.</span></p>
<p><span>“Pessoalmente, prefiro a remoção forçada de todos os atuais residentes de Gaza, a anexação do território e seu repovoamento por nós”, afirmou.</span></p>
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</div>
<p><span>Pollard diz ter decidido entrar para a política após o ataque do Hamas, em 7 de outubro de 2023, que deixou cerca de 1.200 mortos em Israel e desencadeou a guerra na região. “Até então, eu pensava que o abandono e a traição que sofri por parte do governo eram uma exceção. Depois de 7 de outubro, percebi que não era”, declarou, em crítica às falhas das autoridades israelenses na prevenção e na resposta ao ataque.</span></p>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/em-meio-a-guerra-no-ira-democratas-exigem-que-trump-reconheca-arsenal-nuclear-de-israel/">+ Em meio à guerra no Irã, democratas exigem que Trump reconheça arsenal nuclear de Israel</a></strong></p>
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<h3><b>De espião a figura política</b></h3>
<p><span>A trajetória de Jonathan Pollard é marcada por controvérsias. Ele foi preso em 1985 por vender informações dos Estados Unidos a Israel. Segundo seus próprios relatos, o volume <span>de documentos confidenciais entregues à inteligência israelense seria suficiente para encher uma sala inteira</span>. Em troca, recebeu dinheiro e joias.</span></p>
<p><span>Após se declarar culpado em 1986, na tentativa de evitar prisão perpétua, acabou condenado a uma longa pena. Cumpriu 30 anos de prisão nos Estados Unidos e foi libertado em 2015, aos 61 anos.</span></p>
<p><span>Durante o encarceramento, o americano recebeu apoio público de lideranças de Tel Aviv, incluindo o atual primeiro-ministro<strong> Benjamin Netanyahu</strong>, e obteve cidadania israelense. Com o fim das restrições impostas pela liberdade condicional, mudou-se para Israel em 2020, onde foi recebido como herói.</span></p>
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</div>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/lula-chama-de-injustificavel-prisao-de-thiago-avila-e-exige-que-israel-liberte-ativista-brasileiro/">+ Lula chama de ‘injustificável’ prisão de Thiago Ávila e exige que Israel liberte ativista brasileiro</a></strong></p>
<h3><strong>Críticas ao governo</strong></h3>
<p><span>Apesar do histórico de apoio, Pollard passou a criticar duramente o governo Netanyahu, chegando a afirmar que o país não está vencendo a guerra em Gaza. </span>Segundo o Canal 13, ele pretende concorrer por um novo partido político, ao lado de Nissim Louk, pai de Shani Louk, jovem de 22 anos morta durante o ataque do Hamas em um festival de música próximo à fronteira com o enclave.</p>
<p><span>Ainda assim, Pollard adotou um tom ambíguo em relação ao atual premiê. Caso Netanyahu permaneça no poder após as próximas eleições, previstas para outubro, afirmou que “será necessário apoiá-lo”.<br />
</span></p>
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		<title>Acre: Ataque a tiros deixa duas pessoas mortas em escola de Rio Branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Heitor Mazzoco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 21:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Branco]]></category>
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					<description><![CDATA[Outras duas pessoas foram atingidas pelos disparos, mas resgatadas e encaminhadas para atendimento médico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ataque a tiros nesta terça-feira, 5, <strong>matou duas funcionárias</strong> de uma escola em <strong>Rio Branco (AC)</strong>, informou a polícia local. Segundo informações preliminares, <strong>um estudante de 13 anos</strong> seria o autor dos disparos que vitimou as servidoras da unidade escolar.</p>
<p>Em nota, o governo estadual afirmou que o fato ocorreu no instituto São José. &#8220;Um menor de 13 anos foi identificado, assumiu a autoria dos disparos e já se encontra sob a custódia do Estado, juntamente com a arma. O responsável legal pelo menor, que também é proprietário da arma de fogo, está detido&#8221;, diz trecho da publicação divulgada. &#8220;As circunstâncias do fato ainda estão sendo apuradas. A Polícia Civil do Acre já instaurou procedimento investigativo para esclarecer a motivação, a dinâmica da ocorrência e eventuais responsabilidades. As forças de segurança seguem atuando de forma integrada para garantir a elucidação completa do caso.&#8221;</p>
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</div>
<p>Ao apreender o adolescente, policiais teriam ouvido que ele sofreu bullying na unidade escolar. Outras duas pessoas foram atingidas pelos disparos, um funcionário e um aluno, que foram resgatadas com vida e encaminhadas para atendimento médico. &#8220;Diante da tragédia, o Estado manifesta profunda solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade escolar do Instituto São José e a todos os profissionais da educação impactados por este episódio. Também informa que está mobilizando equipes de apoio psicossocial para oferecer suporte aos alunos, professores e demais envolvidos&#8221;, informou o governo local.</p>
<p>O <strong>Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC)</strong> também se manifestou sobre o caso. Em nota assinada pelo desembargador <span>Laudivon Nogueira, presidente da Corte, há citação para proteção de imagem e dados dos envolvidos. &#8220;</span>Em virtude da natureza do ocorrido e do envolvimento de crianças e adolescentes, o Poder Judiciário ressalta a necessidade de rigorosa observância à proteção da imagem e dos dados, em estrita conformidade com os preceitos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e demais normas vigentes. Neste momento de luto, o Judiciário acreano solidariza-se com as famílias impactadas por este episódio devastador, reconhecendo que o sofrimento alcança toda a nossa sociedade. Unimo-nos à comunidade acreana em respeito diante desta dor incomensurável&#8221;, diz trecho da nota.<span></span></p>
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