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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<link>https://veja.abril.com.br</link>
	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 17:31:23 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>Solidários a Andrei, diretores da PF colocam cargos à disposição</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/solidarios-a-andrei-diretores-da-pf-colocam-cargos-a-disposicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[Auxiliares de Andrei classificaram recentes acontecimentos como injustificados ataques sofridos pela PF na data de hoje]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Horas após o ministro André Mendonça, do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>, determinar o afastamento preventivo do diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, diretorias da corporação manifestaram apoio ao chefe e colocaram seus cargos à disposição para o delegado William Marcel Murad, diretor-geral substituto. O diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada, também foi afastado de suas funções.</p>
<p>&#8220;Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do diretor-geral substituto&#8221;, afirmam os diretores em nota.</p>
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</div>
<p>Dennis Cali, diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção; Fabrício Schommer Kerber, diretor de Polícia Administrativa; Otavio Margonari Russo, diretor de Combate a Crimes Cibernéticos; Felipe Tavares Seixas, diretor de Cooperação Internacional; Helena de Rezende, diretora de Gestão de Pessoas; Roberto Reis Monteiro Neto, diretor Técnico-Científico; André Luis Lima Carmo, diretor de Administração e Logística; Christiane Correa Machado, diretora de Ensino da Academia Nacional de Polícia; Alexsander Castro de Oliveira, diretor de Proteção à Pessoa; Ademir Dias Cardoso Júnior, diretor de Tecnologia da Informação e Inovação; Humberto Freire de Barros, diretor da Amazônia e Meio Ambiente são os signatários do documento.</p>
<p>Eles classificaram recentes acontecimentos como injustificados ataques sofridos pela PF na data de hoje.</p>
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		<title>Jovens lideram busca por candidatura fora da polarização entre Lula e Flávio, aponta pesquisa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/jovens-lideram-busca-por-candidatura-fora-da-polarizacao-entre-lula-e-flavio-aponta-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Sabóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[Faixa etária é a única em que o desejo por um nome alternativo supera os dois principais candidatos na corrida presidencial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desejo por uma alternativa política que se distancie dos dois principais polos da política nacional é expressivo entre o eleitorado jovem. A nova rodada de pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira, mostra que, enquanto 23% dos brasileiros afirmam preferir um candidato que não seja apoiado nem pelo presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>, nem pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, esse percentual dispara para 35% entre os jovens de 16 a 24 anos, tornando a &#8220;terceira via&#8221; a opção majoritária isolada nessa faixa etária.</p>
<p>• De 16 a 24 anos: é a única faixa etária em que a busca por um candidato independente de Lula e de Bolsonaro lidera as preferências, somando 35%. Na sequência, 33% preferem a reeleição do presidente Lula e 30% optam por <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> ou outro nome indicado pela família Bolsonaro. Votos brancos, nulos ou &#8220;nenhum&#8221; somam 1% e 1% não souberam responder.</p>
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</div>
<p>• De 25 a 40 anos: o desejo por um nome alternativo chega a 28%, ficando atrás da preferência por um indicado da família Bolsonaro (39%) e das intenções em Lula (30%).</p>
<p>• De 41 a 59 anos: a busca por candidaturas fora da polarização recua para 22%, enquanto Lula lidera com 42% e o candidato bolsonarista registra 34%.</p>
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<p>• Mais de 60 anos: é o grupo mais resistente a nomes alternativos, onde apenas 13% desejam uma opção fora dos dois polos. Lula lidera no segmento com 45%, seguido pelo nome apoiado por Bolsonaro com 31% (3% nenhum/branco/nulo e 7% NS/NR).</p>
<p>A Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados entrevistou, por telefone, 2.002 pessoas entre os dias 04 e 07 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.</p>
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			<media:title type="html">Lula e Flávio Bolsonaro</media:title>
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		<item>
		<title>O que está acontecendo com o voto de Lula no Bolsa Família</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/o-que-esta-acontecendo-com-o-voto-de-lula-no-bolsa-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[Série da Nexus mostra recuo entre beneficiários enquanto programa segue sem reajuste e Flávio passou a defender sua manutenção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos movimentos mais relevantes da série eleitoral da BTG/Nexus ocorre justamente em um grupo historicamente importante para <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>. Entre os eleitores que recebem o Bolsa Família ou moram com algum beneficiário, o presidente tinha 70% das intenções de voto no primeiro turno em 27 de julho. Na pesquisa divulgada nesta terça-feira, 8, aparece com 51%. Flávio Bolsonaro, que tinha 18% naquele levantamento, registra agora 26%.</p>
<p>A mudança também aparece no cenário de segundo turno. Apenas na última semana, Lula passou de 67% para 56% nesse segmento, enquanto Flávio foi de 28% para 37%. A pesquisa atual ouviu 2.002 eleitores entre 4 e 7 de setembro e está registrada no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a> sob o número BR-06790/2026. A margem de erro de dois pontos divulgada pelo instituto vale para a amostra total, e não necessariamente para o recorte dos beneficiários.</p>
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</div>
<p>As pesquisas não permitem afirmar que os mesmos eleitores que deixaram de declarar voto em Lula tenham migrado diretamente para Flávio. Mas o movimento ocorre em meio a uma combinação nova de fatores. O <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/bolsa-familia/">Bolsa Família</a> mantém desde 2023 o benefício mínimo de 600 reais, e a proposta de Orçamento de 2027 enviada pelo governo ao Congresso não prevê reajuste. O projeto reserva 157,1 bilhões de reais para o programa, abaixo dos 158,6 bilhões previstos para este ano.</p>
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</div>
<p><span>Ao mesmo tempo, Flávio passou a dedicar parte da campanha justamente a reduzir a resistência que poderia enfrentar entre beneficiários de programas sociais. Em agosto, incluiu em seu programa uma proposta de “porta de saída” do Bolsa Família, pela qual o beneficiário deixaria o programa ao conseguir emprego e poderia retornar caso voltasse a ficar desempregado após o seguro-desemprego.</span></p>
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</div>
<p><span>Dias depois, durante agenda de campanha em Alagoas, Flávio afirmou explicitamente que pretende manter o Bolsa Família para quem necessita do benefício. A mensagem combina a preservação do programa com um discurso voltado à entrada dos beneficiários no mercado de trabalho.</span></p>
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</div>
<p><span>A série da Nexus mostra que a oscilação entre beneficiários já vinha ocorrendo antes da campanha oficial. No início de agosto, por exemplo, Lula havia passado de 70% para 58% nesse público, enquanto Flávio foi de 18% para 23%. Isso recomenda cautela ao atribuir a mudança a um único fator. Mas a fotografia atual mostra que o eleitorado ligado ao Bolsa Família está menos concentrado em Lula do que estava há pouco mais de um mês, justamente quando o valor do benefício permanece congelado e o principal adversário passou a assegurar publicamente que não pretende extingui-lo.</span></p>
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</div>
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			<media:title type="html">Lula no desfile cívico-militar em Brasília</media:title>
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		<item>
		<title>Caixa leiloa 508 imóveis nesta terça-feira; conheça valor dos descontos</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/caixa-leiloa-508-imoveis-nesta-terca-feira-conheca-valor-dos-descontos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Yamakami]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Licitação aberta reúne apartamentos, casas, terrenos e imóveis comerciais em 23 estados e no Distrito Federal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A</span><b> Caixa Econômica Federal</b><span> realiza nesta terça-feira, 8, um </span><b>leilão com 508 imóveis</b><span> residenciais e comerciais. Os bens têm descontos de até 50% sobre o valor inicial de avaliação e estão distribuídos por 23 estados e pelo Distrito Federal.</span></p>
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</div>
<p><span>A disputa ocorre pela modalidade de licitação aberta, exclusivamente pela internet, por meio da plataforma da Porto Leilões. Nesse formato, os participantes podem acompanhar os lances e apresentar novas propostas durante a disputa. O edital estabelece que, em caso de concorrência, a etapa de lances pode ser prorrogada sucessivamente até o encerramento da disputa pelo imóvel.</span></p>
<p><span>O catálogo inclui 227 apartamentos, 69 casas, três prédios, um sobrado e 13 terrenos, além de outros imóveis comerciais. Entre os estados com maior número de propriedades estão Rio de Janeiro, com 130 imóveis, e São Paulo, com 119.</span></p>
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</div>
<p>A comissão do leiloeiro corresponde a 5% do valor do lance vencedor e é cobrada separadamente. Alguns imóveis podem ser financiados ou adquiridos com uso do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/fgts/">FGTS</a>, conforme as condições estabelecidas para cada lote.</p>
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</div>
<p><span>A homologação dos resultados está prevista para começar em 11 de setembro. Os imóveis que não receberem propostas poderão, a critério da Caixa, ser posteriormente colocados à venda na modalidade de Venda Direta.</span></p>
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		<item>
		<title>O outro papel do aliado de Lula que propôs reação extrema a Mendonça</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/o-outro-papel-do-aliado-de-lula-que-propos-reacao-extrema-a-mendonca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lulinha]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Marco Aurélio de Carvalho também defende Lulinha em investigações relatadas pelo ministro do STF e procurou Andrei Rodrigues para tratar dos inquéritos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos aliados de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> que defendeu nesta terça-feira uma reação mais dura à decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ocupa outro papel numa disputa que envolve os mesmos personagens. Marco Aurélio de Carvalho, coordenador jurídico da campanha presidencial petista, é também advogado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em investigações conduzidas no Supremo sob a relatoria de Mendonça.</p>
<p>Marco Aurélio defendeu que Lula recorresse ao plenário do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> antes de cumprir a determinação do ministro e sugeriu ainda a convocação do Conselho da República para discutir o que classificou como uma grave crise institucional.</p>
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</div>
<p>A conexão com os casos de Lulinha acrescenta uma camada ao episódio. Mendonça é relator de inquéritos que apuram uma suposta atuação do filho do presidente em negócios com órgãos do governo. A Procuradoria-Geral da República já pediu que duas dessas investigações, incluindo uma relacionada à Dataprev e outra ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-da-saude/">Ministério da Saúde</a>, sejam enviadas à primeira instância. Mendonça ainda não decidiu sobre os pedidos. A defesa de Lulinha nega irregularidades.</p>
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</div>
<p><span>Há menos de duas semanas, Marco Aurélio procurou justamente Andrei Rodrigues e o ministro da Justiça, Wellington César, para reclamar de vazamentos de informações das investigações envolvendo Lulinha. O advogado afirmava que dados sigilosos estavam sendo divulgados seletivamente e procurava também uma reunião com Mendonça para tratar do assunto.</span></p>
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</div>
<p>A movimentação vinha de antes. Em 19 de agosto, Marco Aurélio esteve no Palácio da Alvorada em reunião com Lula e Fernando Haddad. O encontro tinha como pauta principal a campanha presidencial em São Paulo, mas o advogado levou ao presidente queixas sobre os vazamentos envolvendo seu filho. Segundo relatos publicados à época, Lula respondeu que não interferiria na <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> e que Lulinha deveria prestar todos os esclarecimentos necessários. </p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>A posição pública adotada agora por Marco Aurélio coloca, portanto, no mesmo episódio personagens com os quais ele já vinha tratando diretamente por causa da defesa de Lulinha: Mendonça, que relata os inquéritos; Andrei, a quem apresentou reclamações sobre a condução das investigações; e o próprio Lula, de cuja campanha é um dos coordenadores jurídicos. A coincidência de papéis não demonstra relação entre a defesa de Lulinha e a proposta feita nesta terça-feira, mas ajuda a dimensionar a complexidade do bastidor da reação à decisão do Supremo.</span></p>
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</div>
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			<media:title type="html">Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Wimbledon proíbe influencers após polêmicas no US Open</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/wimbledon-proibe-influencers-apos-polemicas-no-us-open/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/wimbledon-proibe-influencers-apos-polemicas-no-us-open/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Influencers]]></category>
		<category><![CDATA[US Open]]></category>
		<category><![CDATA[Wimbledon]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6361041</guid>

					<description><![CDATA[Torneio britânico não concederá credenciais a criadores de conteúdo 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O All England Club, responsável pelo torneio de <span>Wimbledon</span>, decidiu que não credenciará influenciadores e criadores de conteúdo em 2027 e ainda poderá confiscar equipamentos como ring lights que possam atrapalhar as partidas. A decisão, divulgada nesta segunda-feira, 7, acontece depois de situações ocorridas no US Open, que reacenderam um debate sobre o comportamento do público em eventos esportivos.</p>
<p>Em 31 de agosto, durante a partida entre <strong>Naomi Osaka</strong> e <strong>Anastasia Zakharov</strong>a, vídeos de espectadores produzindo conteúdo nas arquibancadas viralizaram: em um deles, uma mulher aparece usando uma ring light; em outro, um grupo grava, posa para fotos e faz barulho em um camarote, levando o árbitro a interromper momentaneamente o jogo. A repercussão <span>levou tenistas como Naomi,<strong> Coco Gauff</strong> e <strong>Jessica Pegula</strong> a pedir que os espectadores respeitassem a tradicional etiqueta do esporte.</span></p>
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</div>
<p>“É uma questão de educação básica se informar sobre o esporte, especialmente sobre a etiqueta. Pode ser bom ver pessoas popularizando o tênis para seus públicos específicos, mas acho que isso precisa ser muito melhor gerido, especialmente em situações como a do meu jogo de estreia”, declarou Osaka.</p>
<p>Em Wimbledon, influenciadores continuam podendo comprar ingressos, receber convites de marcas e assistir aos jogos normalmente, mas não terão credenciamento próprio.</p>
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<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Entrevista: Guilherme Piva fala de ‘Quem ama cuida’, teatro e sobre como é morar sozinho" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MP4dJGy-qD8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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]]></content:encoded>
					
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">GettyImages-2283886346</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Obras de Renoir avaliadas em 53 milhões de reais são roubadas de museu na França</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/obras-de-renoir-avaliadas-em-53-milhoes-de-reais-sao-roubadas-de-museu-na-franca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Rita Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6360997</guid>

					<description><![CDATA[Outras duas obras do museu criado pelo pintor ainda foram abandonadas pelos assaltantes durante a fuga]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="css-1k9op6x e17x9cvu0" dir="ltr">
<p>Nesta terça-feira, 8, um museu localizado no sul da França e dedicado ao impressionista <strong>Pierre-Auguste Renoir</strong> (1841-1919) foi invadido por dois ladrões e teve duas obras de arte roubadas: <i class="css-6whwaq ezrtjzf0">Retrato de Madame Colonna Romano </i>(1910) e<i class="css-6whwaq ezrtjzf0"> Jeune fille au puits </i>(1886), apesar de a tentativa inicial ter sido a de roubar quatro obras, mas duas ficaram pelo caminho na fuga.</p>
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</div>
</div>
<p>Segundo a agência de notícias <em>AFP</em>, o prefeito de Cagnes-sur-Mer, Bryan Masson, disse que o valor estimado das quatro obras visadas pelos ladrões é de 9 milhões de euros &#8211; aproximadamente R$ 53 milhões.</p>
<div class="css-1k9op6x e17x9cvu0" dir="ltr">
<p>O museu, criado em 1960, fica na antiga mansão do pintor, em Cagnes-sur-Mer, próximo a Nice, onde ele faleceu em 1919. Segundo a Reuters, o acervo exposto conta com 13 pinturas de Renoir, 40 esculturas, fotografias e mais.</p>
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</div>
<div class="css-1k9op6x e17x9cvu0" dir="ltr">
<p>Masson ainda disse que o alarme do museu foi acionado às 5h48 da França e, após cinco minutos, a polícia municipal chegou ao local e ainda conseguiu perseguir os ladrões. &#8220;Identificados pelas câmeras de segurança da cidade, os dois indivíduos fugiram, abandonando uma das pinturas roubadas&#8221;, disse o prefeito em uma nota.</p>
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</div>
</div>
<p>A informação foi corrigida posteriormente e foi confirmado que não uma, mas duas obras foram deixadas para trás pelos ladrões no jardim do museu. Além das telas, duas bolsas que pertenceriam aos criminosos também foram abandonadas.</p>
<div class="css-1k9op6x e17x9cvu0" dir="ltr">
<div class="css-1k9op6x e17x9cvu0" dir="ltr">
<div class="css-1k9op6x e17x9cvu0" dir="ltr">
<p>O prefeito ainda disse que a polícia municipal e nacional estão unindo forças na busca pelos ladrões, que portavam &#8220;uma faca elétrica e uma serra&#8221; ao invadirem os jardins, e a investigação segue em andamento.</p>
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<p><b>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</b></p>
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<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana">Tela Plana</a><b> </b>para novidades da TV e do streaming</li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/o-som-e-a-furia/">O Som e a Fúria</a> sobre artistas e lançamentos musicais</li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/">Em Cartaz</a> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro">Livros</a> para notícias sobre literatura e mercado editorial</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Andrei Rodrigues é intimado de decisão que o afasta do comando da PF</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/andrei-rodrigues-e-intimado-de-decisao-que-o-afasta-do-comando-da-pf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Heitor Mazzoco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6361035</guid>

					<description><![CDATA[Leandro Almada, então responsável pelo comando da inteligência da corporação, também já foi notificado da decisão ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O delegado-geral da <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a>, <strong>Andrei Rodrigues</strong>, foi intimado da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) <strong>André Mendonça</strong> que o afasta do comando da corporação. O documento de juntada de mandado cumprido às 12h40 foi registrado nos autos da PET 16662 no começo da tarde desta terça-feira, 8.</p>
<p>A  <strong>Corregedoria da PF</strong> também receberá intimação para que abra investigação interna para apurar &#8220;graves fatos identificados, devendo submeter a este relator as medidas que considerar necessárias no curso das apurações&#8221;. O documento é direcionado a Aletea Vega Marona Kunde, delegada e corregedora-geral.</p>
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</div>
<p>A decisão de afastamento de Rodrigues ocorre na <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/andre-mendonca-afasta-andrei-rodrigues-do-comando-da-policia-federal/">esteira da revelação das mensagens de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes, que citam o diretor da Polícia Federal como alguém que poderia atrasar investigações e atrapalhar inquéritos que miravam o dono do Banco Master, e da revelação de relatórios de inteligência da PF sobre investigações clandestinas contra ministros do Supremo, incluindo o próprio Mendonça. </a></p>
<p>“A suspensão cautelar de função pública é constitucionalmente admissível quando fundada em elementos concretos, submetida à proporcionalidade e destinada a neutralizar risco efetivo à persecução penal ou de utilização indevida das prerrogativas funcionais”, argumenta Mendonça. <span>Mendonça ainda ordenou o afastamento do delegado Leandro Almada da Costa, que comandava a diretoria de inteligência da corporação. Uma intimação para Almada também foi expedida e já cumprida. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Em um trecho da decisão, Mendonça cita ainda que &#8220;em segundo lugar, importa registrar que este relator foi submetido a monitoramento sistemático por parte da inteligência da Polícia Federal&#8221; ao menos por 30 dias em agosto deste ano. &#8220;Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação.&#8221;</p>
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</div>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">andre-mendonca-rosinei-coutinho-STF (1)</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Arnold Schwarzenegger faz acordo inusitado para guardar lembrança de filme</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/arnold-schwarzenegger-faz-acordo-inusitado-para-guardar-lembranca-de-filme/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/arnold-schwarzenegger-faz-acordo-inusitado-para-guardar-lembranca-de-filme/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arnold Schwarzenegger]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6361019</guid>

					<description><![CDATA[Contrato envolve seu personagem em 'Batman &#038; Robin', ede 1997]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Arnold Schwarzenegger</strong> encontrou uma maneira curiosa de manter consigo uma lembrança de um de seus personagens mais marcantes. O ator paga apenas 1 dólar por ano (cerca de 5 reais) à Warner Bros. para ficar com o traje usado como Mr. Freeze em <em>Batman &amp; Robin</em> (1997).</p>
<p>A história foi resgatada recentemente de uma entrevista do produtor <strong>Peter Macgregor-Scott</strong>, ao <em>The Hollywood Reporter</em>, em 2018. Na ocasião, ele contou que Schwarzenegger ficou interessado em levar o figurino para casa após as filmagens. Como o estúdio costuma manter roupas e objetos de seus filmes em seu acervo, o ator precisou negociar diretamente com a Warner.</p>
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</div>
<p>A solução encontrada foi um contrato de empréstimo pelo valor simbólico de 1 dólar anual. O traje permanece com Schwarzenegger e é tratado como uma peça de coleção. Curiosamente, a lembrança vem de um filme que está entre os mais mal avaliados da franquia Batman, embora o visual de Mr. Freeze tenha se tornado um dos elementos mais lembrados da produção.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Entrevista: Guilherme Piva fala de ‘Quem ama cuida’, teatro e sobre como é morar sozinho" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MP4dJGy-qD8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">arnold</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A gafe de apresentador da Globo com nome de Ary Fontoura</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/a-gafe-de-apresentador-da-globo-com-nome-de-ary-fontoura/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/a-gafe-de-apresentador-da-globo-com-nome-de-ary-fontoura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ary Fontoura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[TV Globo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6361024</guid>

					<description><![CDATA[Marcelo Pereira se confundiu ao vivo nesta terça-feira, 8]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coapresentador do <em>Bom Dia São Paulo</em>, <strong>Marcelo Pereira</strong> se confundiu ao vivo nesta terça-feira, 8, e chamou a Ponte Engenheiro Ary Torres, localizada na região da Marginal Pinheiros, uma das mais importantes vias da capital, de ponte <strong>Ary Fontoura</strong>. <span>O jornalista mostrava as câmeras da cidade e falava sobre o trânsito no momento da gafe. </span></p>
<p><span>&#8220;A Marginal Pinheiros hoje está bastante pesada, justamente por conta de algumas ocorrências que tiveram mais cedo. Hoje teve ali na ponte Ary Fontoura, teve um acidente envolvendo dois carros e um caminhão. A pista já foi liberada, mas ainda assim tem bastante carro, acumulou bastante tanto na local quanto na expressa&#8221;. </span></p>
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</div>
<p><span>Pouco tempo depois, <strong>Sabina Simonato</strong> explicou a confusão. &#8220;Não posso deixar, né, de falar? Há pouco, Marcelo diz de vários problemas na Marginal Pinheiros. Ele disse que um na ponte Ary Fontoura. Ary, o senhor ganhou uma homenagem. É Ary Torres&#8221;.</span></p>
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			<media:title type="html">Ary Fontoura</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>‘Zelda: Ocarina of Time’ ganha remake com visual digno de filme da Pixar</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/visao-de-jogo/zelda-ocarina-of-time-ganha-remake-com-visual-digno-de-filme-da-pixar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudio Prandoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6361015</guid>

					<description><![CDATA[Clássico da Nintendo que revolucionou os games em 1998 retorna em novembro ao Switch 2, com gráficos renovados e dublagem e legendas em português do Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil expressar exatamente o quão importante o jogo <em>&#8216;The Legend of Zelda: Ocarina of Time&#8217;</em> é importante para o mundo dos videogames. Lançado em 1998 para o <em>Nintendo 64</em>, o título foi uma revolução na época, apresentando uma aventura épica em um imenso mundo tridimensional livre para explorar, algo até então impensável nos jogos eletrõnicos.</p>
<p>Criado pelo game designer <em>Shigeru Miyamoto</em>, que criou a franquia nos anos 80 junto com outros ícones da cultura pop, como <em>Super Mario</em> e <em>Donkey Kong</em>, o game influencia outras produções até hoje e agora vai voltar repaginado com visual de dar inveja a muitos filmes da <em>Pixar</em> e <em>Dreamworks</em>.</p>
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<p>A <em>Nintendo</em> revelou nesta terça, dia 8 de setembro, que um remake completo de Zelda: Ocarina of Time chega no dia 5 de novembro exclusivamente para o console <em>Switch 2</em>.</p>
<p>A aventura promete seguir à risca o roteiro do clássico de 1998, mas com um banho de loja completo que chocou muitos fãs &#8211; comentários pela internet se dividem entre elogios e críticas, mas a mudança certamente gerou reações intensas. Os novos gráficos acrescentam muito mais detalhes às paisagens e roupas dos personagens, expressões mais intensas e efeitos fotorrealistas que dão mais vida ao universo de fantasia de Hyrule.</p>
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<figure><img alt="Dois personagens de fantasia, um com cabelo verde e outro loiro, ambos com orelhas pontudas e roupas verdes, se encaram em uma floresta exuberante com árvores e folhagens verdes. Duas fadas luminosas flutuam ao redor deles, adicionando um toque mágico ao cenário." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/09/NS2_TheLegendofZeldaOcarinaofTime_scrn_13.jpg" /><figcaption>Novo estilo visual do game acrescenta mais detalhes e efeitos gráficos à aventura de Link<span class="copyright">Nintendo/Divulgação</span></figcaption></figure>
<p>A releitura chega como parte das celebrações de 40 anos da franquia e também prepara terreno para o filme live-action de Legend of Zelda, com estreia marcada para dia 30 de abril de 2027. Pouco se sabe sobre a trama do longa-metragem, mas já era de se esperar que se inspire muito em Ocarina por conta da importância do game e isso se reforça ainda mais agora com a chegada do remake.</p>
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<p>A confiança da Nintendo é grande: o jogo chega apenas duas semanas antes do aguardado Grand Theft Auto VI (GTA6) e vem acompanhado de edições especiais do videogame Switch 2 e uma enxurrada de outros produtos como brinquedos e conjuntos temáticos de <em>LEGO</em>.</p>
<p>Para o público brasileiro o lançamento tem um gostinho ainda mais especial, já que o game virá totalmente legendado e dublado em português do Brasil, algo que o Ocarina of Time original não tinha. Para o fã no Brasil, parece que não há momento melhor para conhecer ou mergulhar mais a fundo na franquia.</p>
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<p>Por fim, este remake parece querer desafiar também o controverso tópico do fim da mídia física. Enquanto PlayStation segue firme com o plano de parar de produzir discos de jogos em 2028 e Xbox traz uma estratégia errática de altos e baixos, a Nintendo anunciou que o novo Ocarina terá uma tiragem inicial limitada de cartuchos em que a capa do jogo terá um tratamento gráfico diferenciado, com detalhes metálicos e relevo.</p>
<figure><img alt="Quatro acessórios de videogame Nintendo Switch em tons de verde escuro, preto e dourado, com detalhes triangulares e o símbolo da Triforce. Inclui um console portátil, um controle Pro, um dock e um estojo de transporte, dispostos sobre blocos de concreto cinza escuro" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/09/NS2_TheLegendofZelda40thEdition_HW_04.png" /><figcaption>Nintendo vai lançar edições especiais do console e acessórios do Switch 2 temáticos do remake de Zelda: Ocarina of Time<span class="copyright">Nintendo/Divulgação</span></figcaption></figure>
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		<title>Por que o Ibovespa está em alta enquanto as outras bolsas caem no resto do mundo?</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/por-que-o-ibovespa-esta-em-alta-enquanto-as-outras-bolsas-caem-no-resto-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Elias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[Avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula nas pesquisas eleitorais têm, de acordo com analistas, ajudado a impulsionar os ativos brasileiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ibovespa, índice que reúne as principais ações da bolsa de valores brasileira, engatou uma forte alta no pregão desta terça-feira, 8. Por volta das 13h, o índice subia 1,8%, passando dos 188.000 pontos, mesmo em um dia em que algumas das principais bolsas do mundo &#8211; nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia &#8211; operavam em queda.</p>
<p>O mesmo otimivo aparece em outros indicadores que se mexem em tempo real conforme o humor dos investidores: o dólar recuava 0,8%, negociado abaixo dos 5,10 reais, e os juros futuros também encolhiam, o que indica uma expectativa de que a taxa de juro efetiva, calibrada pela <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/selic/">taxa Selic</a>, possa eventualmente cair mais.</p>
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<p>Há alguns fatores externos que ajudam a explicar o movimento, como a alta do petróleo, que impulsiona papéis grandalhões do Ibovespa, como a Petrobras, e até mesmo uma tendência de retorno do investidor estrangeiro depois de meses de fuga, agora que a bolsa brasileira ficou barata de novo.</p>
<p>Mas há também uma razão bem prática por trás da euforia: a mais nova pesquisa eleitoral BTG/Nexus, divulgada na manhã desta terça-feira confirmando uma recuperação de Flavio Bolsonaro e mostrando o candidato do PL, pela primeira vez, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/o-que-diz-a-nova-pesquisa-btg-nexus-sobre-a-disputa-lula-x-flavio-apos-escandalo-no-stf/">numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno</a>.</p>
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<p>&#8220;A bolsa brasileira já vinha subindo com alguma melhora do Flávio nas pesquisas, imagina agora que ele apareceu à frente em uma delas&#8221;, diz Felipe Sant&#8217;Anna, analista da Axia Investing. &#8220;O cenário de alternância de poder para 2027 fica mais forte, e o mercado está claramente dizendo que não quer Lula de volta a partir do ano que vem, principalmente por conta da questão fiscal.&#8221;</p>
<p>E é justamente o desequilíbrio fiscal o principal problema, ao menos para quem mexe diretamente com o dinheiro do mercado financeiro, com uma vantagem de Lula no pleito &#8211; e o que, por complementaridade, beneficia os cenários em que um adversário se fortalece.</p>
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<p>&#8220;Não é que o mercado não goste de Lula, ele é um cara experiente e que já fez muita coisa&#8221;, explica Flavio Conde, chefe de ações da casa de análises Inside Levante. &#8220;O grande problema é que ele acelerou demais os gastos e a dívida pública, o que é preocupante, e não dá sinais de que vá mudar essa política.&#8221;</p>
<p>Os analistas citam fatores como o nome escolhido para chefiar a economia de sua campanha &#8211; Sérgio Gabrielli, o ex-presidente da Petrobras de Lula que tem vínculos com as alas mais tradicionais do PT &#8211; e o fato de o  próprio Lula ter dito expressamente que &#8220;não se preocupa com a dívida pública&#8221; &#8211; <a href="https://veja.abril.com.br/economia/as-preocupacoes-do-mercado-com-um-possivel-lula-4-apos-a-sabatina-do-jn/">afirmação feita durante a sua recente sabatina ao Jornal Nacional</a>.</p>
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<p><em>Em atualização</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Leia a íntegra do relatório que levou ao afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/leia-a-integra-do-relatorio-que-levou-ao-afastamento-de-andrei-rodrigues-do-comando-da-pf/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/leia-a-integra-do-relatorio-que-levou-ao-afastamento-de-andrei-rodrigues-do-comando-da-pf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[André Mendonça afirmou que documentos revelaram monitoramento ilegal ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do ministro André Mendonça, do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>, de afastar Andrei Rodrigues da direção-geral da PF foi baseada principalmente em relatórios de inteligência da corporação.</p>
<p>Os documentos foram divulgados na semana passada pelo ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, sob a alegação de que apresentariam indícios de crimes cometidos por Mendonça.</p>
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</div>
<p>O ministro afirmou, contudo, que os relatórios revelaram que ele sofreu monitoramento ilegal pela PF.</p>
<p>Leia a íntegra do documento:</p>
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		<item>
		<title>Rock in Rio se manifesta após streamer perder dedo ao tentar invadir festival</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/rock-in-rio-se-manifesta-apos-streamer-perder-dedo-ao-tentar-invadir-festival/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/rock-in-rio-se-manifesta-apos-streamer-perder-dedo-ao-tentar-invadir-festival/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Rock in Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Acidente aconteceu na madrugada de sexta-feira, 4, para sábado, 5]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rock in Rio comentou sobre a polêmica envolvendo o streamer <strong>Adalton Rodrigues</strong>, conhecido como Lodk, que <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/streamer-perde-dedo-ao-tentar-invadir-rock-in-rio/">perdeu um dedo da mão direita após tentar invadir o festival</a>. Em comunicado enviado à imprensa, a organização disse que o local acessado pelo influenciador está “fora do raio de acesso legal ao festival”.</p>
<p>“O Rock in Rio lamenta profundamente o ocorrido e ressalta o quanto é perigoso tentativas de invasão pulando grades ou cometendo outras ações arriscadas para entrar no festival de forma irregular e por áreas não autorizadas. A organização do festival esclarece que o local por onde ele entrou faz parte do perímetro da Cidade do Rock, mas fora do raio de acesso legal ao festival. Esse local conta com câmeras de monitoramento, tem acessos restritos e só entram pessoas autorizadas e com credenciais”, diz o comunicado.</p>
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</div>
<p><i><span>Agora a</span></i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/"><i><span> </span></i><i><span>coluna GENTE</span></i></a><i><span> também está no</span></i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/"><i><span> </span></i><i><span>Instagram</span></i></a><i><span>. Siga o perfil</span></i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/"><i><span> </span></i><i><span>@veja.gente</span></i></a><span>  </span></p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe loading="lazy" title="Entrevista: Guilherme Piva fala de ‘Quem ama cuida’, teatro e sobre como é morar sozinho" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MP4dJGy-qD8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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	</item>
		<item>
		<title>Quanto vale o passe do ex-secretário de Nunes na campanha de Flávio</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/quanto-vale-o-passe-do-ex-secretario-de-nunes-na-campanha-de-flavio/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/economia/quanto-vale-o-passe-do-ex-secretario-de-nunes-na-campanha-de-flavio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Nunes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6360991</guid>

					<description><![CDATA[Fábio Portela deixou a Prefeitura de São Paulo para comandar a imprensa do presidenciável]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> colocou preço no passe de um dos nomes mais importantes de sua comunicação. A empresa de Fábio Portela, ex-secretário de Comunicação da gestão Ricardo Nunes e hoje responsável pela assessoria de imprensa do presidenciável, foi contratada por 3,6 milhões de reais.</p>
<p><span>Portela deixou a Prefeitura de São Paulo em maio para assumir a comunicação da campanha de Flávio. A movimentação teve participação direta de Rogério Marinho, um dos principais articuladores da candidatura.</span></p>
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</div>
<p><span>Poucas semanas depois, Portela abriu a Algoritmo Dados Estratégia e Comunicação, empresa que passou a prestar serviços à campanha e aparece entre os maiores fornecedores já declarados pela candidatura à Justiça Eleitoral.</span></p>
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</div>
<p><span>Os 3,6 milhões de reais correspondem ao valor do contrato firmado com a empresa de Portela, e não necessariamente à remuneração pessoal do jornalista. Ainda assim, o montante dá uma medida do peso que a campanha atribuiu à comunicação nesta reta final da disputa presidencial.</span></p>
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</div>
<p><span>Portela comandou a comunicação da Prefeitura de São Paulo durante a gestão Nunes antes de migrar para a campanha nacional de Flávio.</span></p>
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			<media:title type="html">Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro e Ricardo Nunes</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A resposta de Letícia Cazarré após críticas por não acompanhar filha internada</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/a-resposta-de-leticia-cazarre-apos-criticas-por-nao-acompanhar-filha-internada/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/a-resposta-de-leticia-cazarre-apos-criticas-por-nao-acompanhar-filha-internada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6360984</guid>

					<description><![CDATA[Maria Guilhermina nasceu com uma rara cardiopatia congênita]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Letícia Cazarré</strong>, casada com o ator <strong>Juliano Cazarré</strong>, se revoltou nas redes sociais após ser criticada por tirar momentos para cuidar de si durante a internação da filha <strong>Maria Guilhermina</strong>, de 4 anos. Em um longo desabafo, ela rebateu os comentários e afirmou que as pessoas são “muito rápidas em julgar” sem conhecer a rotina da família e o sofrimento enfrentado pela menina.</p>
<p>Maria Guilhermina nasceu com uma rara cardiopatia congênita e precisou ser operada imediatamente após o nascimento. &#8220;P<span>assei os primeiros oito meses de vida inteiramente ao lado dela. Não tinha ninguém para me render. Salvo pouquíssimas exceções. Passei oito meses totalmente focada em fazer minha filha sobreviver. Hoje posso dizer com muito orgulho que algumas vezes fui a pessoa que inclusive salvou a vida dela aqui em casa no home care algumas vezes. P</span><span>reciso me cuidar para que eu possa cuidar dela na minha melhor entrega. Preciso me cuidar para que eu não negligencie os outros filhos diante desse sofrimento, diante dessa dor, diante desse cuidado especial que ela precisa, que os outros não precisam”, disse. </span></p>
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</div>
<p><span>Ela contou os próprios médicos que acompanhavam Maria Guilhermina perceberam que ela praticamente não deixava o hospital e chegaram a incentivá-la a sair por algumas horas. “Eu ia para o shopping, fazia a unha, fazia escova, aquilo era uma cura para mim”. </span><span>O episódio que levou Letícia a fazer o novo desabafo ocorreu após uma noite em que ela acompanhava a filha na UTI. Na manhã seguinte, ela levou o filho de 2 anos ao salão para o primeiro corte de cabelo dele e decidiu cortar o próprio cabelo no mesmo local. </span></p>
<p>“Vocês são muito rápidos em julgar e são muito lentos em se julgar. Você sequer viu um filho seu sofrer com o peito aberto e o coração aparecendo e pulando lá dentro. Você nunca viu isso? Já vi três vezes. Sacou? Então, se tem alguém que tem o direito de dizer: ‘Hoje vou sair e vou cortar o cabelo’, esse alguém sou eu”, declarou. Letícia também é mãe de<strong> Vicente</strong>, <strong>Inácio</strong>, <strong>Gaspar</strong>, <strong>Maria Madalena</strong> e <strong>Estêvão</strong>.</p>
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<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe loading="lazy" title="Entrevista: Guilherme Piva fala de ‘Quem ama cuida’, teatro e sobre como é morar sozinho" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MP4dJGy-qD8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Senador bolsonarista pede prisão de Andrei e cobra afastamento de Moraes e até de Alcolumbre</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/senador-bolsonarista-pede-prisao-de-andrei-e-cobra-afastamento-de-moraes-e-ate-de-alcolumbre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Oposição]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[PL - Partido Liberal]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Senador afirma que é inadmissível o uso do cargo para uma atitude de blindagem de pessoas que estão sendo investigadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aliado do clã bolsonarista, o senador Carlos Viana defendeu nesta terça-feira que o diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, seja preso e cobrou o afastamento do ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, do STF, e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.</p>
<p>&#8220;Ao meu ver, o ministro André Mendonça deveria ter decretado de imediato a prisão do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, juntamente com o afastamento por conta da gravidade dos fatos. Se um diretor-geral da PF usa do cargo para investigar de forma ilegal um ministro do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>, o que é capaz de ser fazer contra o cidadão comum? É inadmissível o uso do cargo para uma atitude de blindagem de pessoas que estão sendo investigadas. Não podemos aceitar&#8221;, afirmou Viana ao Radar.</p>
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</div>
<p>A declaração foi dada horas após o ministro André Mendonça, do STF, determinar o afastamento de Andrei do comando da corporação, o que foi acompanhado pela maioria da segunda turma da Corte. O ministro, <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/gilmar-mendes/">Gilmar Mendes</a>, pediu vista.</p>
<p>&#8220;Da mesma maneira que Andrei está sendo afastado, Alexandre de Moraes também deveria ser. Um ministro com decisão monocrática tem poder de ser obedecido independentemente de questionamentos posteriores. É necessário que autoridades envolvidas nesse escândalo do Banco Master sejam afastadas, inclusive o presidente do Senado para que investigaçoes sigam com transparência e dando respostas à população&#8221;, pontuou o parlamentar.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Alerta no Senado: APMP vê risco de afrouxamento na punição a desastres ambientais no novo Código Civil</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/alerta-no-senado-apmp-ve-risco-de-afrouxamento-na-punicao-a-desastres-ambientais-no-novo-codigo-civil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público de SP]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório aponta que reforma da legislação civil pode criar brechas que dificultem a responsabilização de empresas em tragédias como Brumadinho e Mariana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="8">O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/166998">Projeto de Lei nº 4/2025</a>, que tramita no Senado Federal, prevê a reforma do Código Civil brasileiro. A proposição introduz mudanças em diversas áreas, visando modernizar a legislação diante dos novos contextos sociais e tecnológicos. Entretanto, um relatório produzido pela Associação Paulista do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-publico/">Ministério Público</a> (APMP) alerta que a proposta pode suavizar punições para grandes desastres ecológicos, como nos episódios recentes de Brumadinho e Mariana (MG).</p>
<p data-path-to-node="9">O documento aponta que, entre as novas regras, está prevista a inclusão de <strong>excludentes de culpa</strong>, o que facilitaria a fragmentação das responsabilidades entre as grandes corporações e prestadores de serviço, dificultando a justiça em tragédias de larga escala. Atualmente, o Brasil adota a <strong>teoria do risco integral</strong>, assegurando que as empresas arquem pelos prejuízos independentemente de culpa.</p>
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</div>
<p data-path-to-node="10">O procurador de Justiça Artur Lemos, do MP-SP (Ministério Público de São Paulo), defende a importância da atuação prévia da instituição no caso. “Nosso papel, como membros do Ministério Público, é justamente antecipar esses riscos antes que eles se transformem em prejuízo concreto para o cidadão, seja na proteção ao meio ambiente”, afirma o integrante do MP.</p>
<p data-path-to-node="11">Se o texto, que está na <strong>Comissão Temporária para Atualização do Código Civil</strong> (CTCivil), sob relatoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), for mantido, a APMP prevê que a consequência será uma cadeia sucessiva de culpabilização — onde a mineradora atribuirá a culpa à transportadora, que por sua vez culpará a construtora da barragem, e assim por diante, inviabilizando a responsabilização pelos danos ambientais.</p>
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			<media:title type="html">Plenário do Senado Federal</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Como André Mendonça virou o jogo no novo ‘round’ da disputa com Moraes e deixou Lula em silêncio</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/como-andre-mendonca-virou-o-jogo-no-novo-round-da-disputa-com-moraes-e-deixou-lula-em-silencio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:29:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6360989</guid>

					<description><![CDATA[Cientista político aponta Fachin como peça central para recuperar a credibilidade da Corte]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>André Mendonça</strong> parecia ter terminado a semana em desvantagem na disputa aberta dentro do Supremo Tribunal Federal em torno das revelações envolvendo <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a></strong>, depois que o ministro abriu reação contra ele. Segundo o colunista Robson Bonin, porém, a sucessão de <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/stf-tem-maioria-para-referendar-afastamento-de-andrei-rodrigues/"><strong>novos fatos envolvendo o afastamento de Andrei Rodrigues da PF</strong></a> alterou a correlação de forças, aumentou a pressão sobre as instituições e dificultou uma estratégia de simplesmente deixar o assunto para depois das eleições. No <em>Ponto de Vista</em>, apresentado por Laísa Dall&#8217;Agnol, Bonin avaliou que os acontecimentos representam uma &#8216;nova bomba em Brasília&#8217;, enquanto o cientista político Elias Tavares apontou o presidente do STF, Edson Fachin, como o personagem que agora carrega a responsabilidade de dar uma resposta institucional à crise <em>(este texto é um resumo do vídeo acima)</em>.</p>
<p>Na avaliação de Bonin, Mendonça vinha de uma semana em que “aparentemente parecia estar em desvantagem”, com pouco apoio diante do grupo de ministros que se reúne em torno de Moraes. O colunista afirmou que havia também sinais de que Fachin poderia tentar levar a crise “em banho-maria” e deixar para depois das eleições a análise das revelações sobre o caso Master. Os novos acontecimentos, porém, teriam tornado esse caminho mais difícil.</p>
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</div>
<h3>O que fez o jogo começar a virar para Mendonça?</h3>
<p>Bonin destacou as questões envolvendo a atuação da <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> como um dos elementos capazes de mudar o ambiente dentro do Supremo. Segundo ele, o fato de a PF ter investigado o gabinete de um ministro da Corte tende a reduzir o apoio interno à ideia de que a corporação tenha liberdade para atuar dessa maneira.</p>
<p>A consequência política dessa mudança é relevante: Mendonça passa a atuar em um ambiente no qual aumenta a cobrança para que o próprio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> esclareça o que ocorreu.</p>
<p>Bonin reforçou essa avaliação ao comentar a mobilização da Ordem dos Advogados do Brasil diante da crise. Para ele, manifestações de entidades da sociedade civil ganham importância justamente quando os Poderes parecem hesitar em apresentar respostas rápidas. “As próprias instituições, os próprios Poderes da República, estão aparentemente vacilando em dar respostas céleres à sociedade”, afirmou.</p>
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</div>
<h3>Por que a pressão externa favorece uma resposta do Supremo?</h3>
<p>Segundo Bonin, o STF ainda não havia deixado claro como analisaria as acusações surgidas no relatório da PF. O colunista questionou se haverá sessão pública para discutir o material e destacou que Fachin, apesar de ter prometido providências, ainda não havia indicado quando ou como elas seriam tomadas.</p>
<p>Na avaliação de Bonin, essa falta de definição não ocorre isoladamente. Ele citou também a atuação da Procuradoria-Geral da República, o silêncio de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> diante de aspectos da crise e a postura do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre. Para o colunista, a ausência de respostas institucionais abre espaço para que entidades organizadas aumentem a cobrança.</p>
<p>“Quando as instituições todas não falam, as entidades da sociedade civil organizada aparecem para reverberar essas posições e cobrar celeridade”, afirmou.</p>
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</div>
<p>Esse movimento acrescenta uma nova camada à mudança de cenário descrita por Bonin. Se inicialmente havia espaço para postergar a discussão, a mobilização externa e a sucessão de fatos tornam maior o custo de uma demora na resposta.</p>
<h3>Como Fachin passou a carregar o peso da crise?</h3>
<p>Para Elias Tavares, é justamente nesse ambiente que Fachin ganha protagonismo. O cientista político afirmou que as manifestações dirigidas ao presidente do STF lhe conferem autoridade política e institucional para agir, mas, ao mesmo tempo, aumentam a responsabilidade sobre suas decisões. Segundo Tavares, está agora sobre os ombros do presidente do STF “a responsabilidade de dar a resposta institucional para a população” e de recuperar a credibilidade da Corte.</p>
<h3>Uma investigação pública pode mudar o desfecho da disputa?</h3>
<p>Tavares também defendeu que a maneira como o Supremo conduzir a apuração será determinante para sua capacidade de recuperar confiança. “Quanto mais a investigação for pública, colegiada e submetida ao devido processo legal, maior evidentemente será a capacidade do Supremo de recuperar sua confiança e credibilidade”, afirmou.</p>
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</div>
<p>A avaliação reforça a mudança de ambiente descrita por Bonin. O que inicialmente poderia ser tratado como uma disputa interna na qual Mendonça aparecia com pouco apoio passou a envolver uma cobrança mais ampla por esclarecimentos, tanto dentro quanto fora do tribunal.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Delegados da PF se dividem sobre afastamento de Andrei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Motta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6360809</guid>

					<description><![CDATA[Ala ligada ao diretor-geral avalia entregar cargos em protesto à decisão do ministro André Mendonça enquanto oposição vê medida como esperada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O afastamento do diretor-geral da <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a>, Andrei Passos Rodrigues, colocou a corporação em polvorosa. Uma ala ligada ao delegado avalia entregar os cargos em protesto à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que destituiu o chefe da PF. Os superintendentes Fábio Galvão (Rio de Janeiro) e Carlos Henrique Cotta Dangelo (Mato Grosso do Sul) foram os mais vocais nos grupos de delegados, segundo apurou VEJA. A maioria, no entanto, demonstrou que prefere não se manifestar publicamente.</p>
<p>Boa parte dos superintendentes e delegados não manifestou interesse em repetir, por exemplo, a nota conjunta em defesa de Andrei, divulgada no mês passado, em meio à tensão entre a Polícia Federal e o gabinete do ministro André Mendonça em virtude de divergências na condução de inquéritos criminais sensíveis e com grande impacto eleitoral.</p>
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</div>
<p>A Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) ainda não emitiu um posicionamento sobre a decisão. Edvanir Paiva, presidente da entidade, faz oposição a Andrei. As divergências decorrem de embates sobre questões corporativas e políticas internas.</p>
<p>Em sua decisão, André Mendonça menciona declarações de Paiva para embasar o afastamento do diretor-geral por suspeita de vazar relatórios de inteligência internos ao ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>. Os documentos foram usados por Moraes para pedir que Mendonça seja investigado por abuso de autoridade. A decisão transcreve manifestações do presidente da ADPF alertando para irregularidades no emprego desses relatórios, que via de regra são de circulação interna, em processos criminais.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>A corrente que se opõe a Andrei considera que o diretor-executivo da Polícia Federal, William Marcel Murad, segundo na hierarquia da corporação, que assume interinamente a chefia da instituição, é um nome técnico e, embora seja amigo do diretor-geral, deve evitar aprofundar embates com o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>. Ele afirmou nesta terça-feira, 8, que tem &#8220;total confiança&#8221; na gestão do colega.</p>
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</div>
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