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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 20:12:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Assembleia do Rio avança para eleger novo presidente</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/assembleia-do-rio-avanca-para-eleger-novo-presidente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Motta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alerj - Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições: Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Oposição tenta adiar decisão até que STF defina como será a eleição para governador, mas maioria é a favor de votação imediata para direção da Alerj]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) não deve aguardar o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) definir o formato da eleição para governador para decidir quem vai assumir a presidência da casa. A maioria dos partidos defende que as eleições internas sejam organizadas com brevidade, ainda nesta semana.</p>
<p>O colégio de líderes se reuniu nesta quarta-feira, 15, para debater como e quando será a sucessão. Deputados da base do ex-governador Cláudio Castro (PL), que são maioria, querem definir logo a questão e são contra deixar o comando da Alerj acéfalo por tempo indefinido. Eles argumentam que o imbróglio é ruim para a imagem da Assembleia.</p>
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<p>Apesar dos apelos da oposição para segurar o processo, o deputado Guilherme Delaroli (PL), presidente interino, sinalizou que vai seguir a maioria e que não pretende demorar para convocar a votação. A Mesa Diretora da Alerj vai se reunir nesta quinta para definir uma data.</p>
<p>A presidência da Assembleia do Rio ficou desocupada com a cassação do ex-deputado Rodrigo Bacellar (União) no mesmo julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a>) que deixou o ex-governador Cláudio Castro (PL) inelegível.</p>
<p>O cargo passou a ser objeto de cobiça porque, com o estado sem governador, o presidente da Alerj assumiria automaticamente o Palácio Guanabara. Uma decisão liminar do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>, no entanto, determinou que o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, deve permanecer no comando do Executivo até segunda ordem.</p>
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<p>No mês passado, os deputados fizeram uma eleição para a presidência, mas a votação foi anulada no mesmo dia pela Justiça, que considerou que a decisão só poderia ser tomada quando o novo parlamentar, que vai assumir o mandato de Bacellar, for empossado. A Justiça Eleitoral <a href="https://veja.abril.com.br/politica/tre-destrava-eleicao-para-o-comando-da-alerj-mas-oposicao-pressiona-para-adiar-votacao/">homologou ontem a retotalização dos votos</a>, definindo o destino da cadeira do ex-deputado. Essa era a última pendência no caminho da Alerj para organizar uma nova eleição para a direção da Casa Legislativa.</p>
<p>A primeira eleição foi convocada a partir de uma manobra do PL para colocar o deputado Douglas Ruas (PL), pré-candidato a governador, na cadeira da presidência. Com isso, nos planos do partido, ele seria o sucessor natural do Palácio Guanabara e poderia fazer a campanha com a caneta na mão. Com a intervenção do STF, o cenário mudou.</p>
<p>Depois de convocar a <a href="https://veja.abril.com.br/politica/desembargadora-anula-eleicao-de-deputado-do-pl-para-presidencia-da-alerj/">eleição-relâmpago que acabou anulada judicialmente</a>, Delaroli foi aconselhado a ter cautela e a aguardar o tempo da Justiça. Partidos de oposição <span>divulgaram uma nota nesta terça em que afirmam que &#8220;</span><span>está configurada inviabilidade jurídica, legal e institucional&#8221; para as eleições na Alerj neste momento. &#8220;</span><span>Esta frente partidária reafirma o compromisso com a Constituição, com as decisões do STF e com a necessidade de aguardar a conclusão do julgamento para garantir a segurança jurídica e a estabilidade institucional&#8221;, diz a manifestação. </span>O deputado Luiz Paulo (PSD), decano da Assembleia Legislativa, acionou a Justiça para impedir a votação imediata. Por enquanto, não houve decisão.</p>
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		<title>‘Ruído branco’ e companhia: sons para dormir melhor e afastar insônia realmente funcionam?</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/saude/ruido-branco-e-companhia-sons-para-dormir-melhor-e-afastar-insonia-realmente-funcionam/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victória Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[Presentes em apps de música, ruídos “coloridos” vêm sendo usados como alternativa para driblar distúrbios do sono; especialista analisa tipos e limitações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São 2h da manhã, você rola para cá e para lá, mas não consegue dormir. Já tentou de tudo, desde organizar os pensamentos até contar carneirinhos, mas o cérebro simplesmente não desliga. Em meio à saga, uma solução tem aparecido frequentemente nas redes sociais e nos aplicativos de música: dar o play em uma playlist de “ruído branco”, rosa, marrom, cinza, roxo, e por aí vai. Mas, afinal, isso funciona mesmo?</p>
<p>A busca por alternativas não é à toa. Dados recentes do sistema Vigitel, do<strong> <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-da-saude/">Ministério da Saúde</a></strong>, mostram que a insônia está longe de ser um problema isolado: cerca de<strong> 31,7% dos adultos</strong> nas capitais brasileiras relatam dificuldades para dormir, enquanto<strong> 20,2%</strong> dormem menos de seis horas por noite — um tempo considerado insuficiente para a recuperação do organismo.</p>
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<p>É nesse cenário que os chamados<strong> “ruídos coloridos”</strong> ganharam espaço como aliados do sono, com destaque para os ruídos branco, rosa e marrom (os mais &#8216;hypados&#8217;). Mas o que está por trás desses sons contínuos que prometem embalar a noite?</p>
<p>Segundo a médica otorrinolaringologista <strong>Cíntia Felicio Adriano Rosa</strong>, com atuação em medicina do sono, o termo “ruído colorido” se refere a diferentes tipos de som que variam conforme a distribuição das frequências. “No ruído branco, por exemplo, todas as frequências têm a mesma intensidade. Já em outros tipos, algumas frequências se sobressaem”, explica.</p>
<p>A ideia de que esses sons podem ajudar a dormir se apoia em algumas hipóteses. Uma delas, diz Cíntia, é a redução do nível de <strong>alerta</strong> do corpo. Há evidências &#8211; ainda limitadas &#8211; de que sons de banda larga (sinais acústicos que contêm uma ampla gama de frequências distribuídas uniformemente, lembrando o som de estática, água corrente ou uma cachoeira) podem diminuir a frequência cardíaca e respiratória, favorecendo o relaxamento, especialmente em bebês.</p>
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<p>Outra teoria se apoia em algo mais simples: a de que o ruído atua como um<strong> “mascarador”</strong> de sons externos. Como o sistema auditivo continua ativo durante o sono, um som contínuo poderia reduzir o impacto de ruídos incômodos, como uma porta batendo ou um carro passando. &#8220;Há ainda a possibilidade de esses sons funcionarem como um &#8216;sinal&#8217; para o cérebro de que é hora de dormir, ajudando a criar uma associação com o início do sono&#8221;, diz a otorrinolaringologista.</p>
<h3>A diferença dos ruídos</h3>
<p>O <strong>ruído branco</strong> é o mais conhecido e estudado. Ele abrange uma ampla faixa de frequências, de aproximadamente 20 Hz a 20.000 Hz, todas com a mesma intensidade, criando um som constante de &#8220;zumbido&#8221; ou &#8220;shhh&#8221; que ajuda a mascarar os ruídos incômodos. A desvantagem? Algumas pessoas acham esse ruido alto e estridente demais, comparando com aquele chiado de TV fora do ar.</p>
<p>Já o<strong> ruído rosa</strong> concentra mais energia nas frequências graves e vai suavizando nos agudos, o que lembra uma chuva ou vento constante. Um estudo publicado em 2017 na revista <em>Frontiers in Human Neuroscience</em> associou esse som à melhora da memória e da qualidade do sono, especificamente em adultos mais velhos.</p>
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<p>O <strong>ruído marrom</strong>, por sua vez, intensifica ainda mais os sons graves, criando um som mais profundo e contínuo. Pode soar como um trovão distante ou até mesmo como o som das ondas do oceano. &#8220;Há quem prefira o rosa ou o marrom por serem mais suaves e, subjetivamente, mais confortáveis&#8221;, diz Cíntia.</p>
<h3>Críticas e riscos</h3>
<p>Apesar da popularidade crescente, o uso desses ruídos não está livre de críticas e riscos. &#8220;As<strong> evidências científicas</strong> ainda são limitadas, com estudos pequenos e metodologias diferentes”, pondera a especialista. Ou seja, mesmo que alguns estudos apontem para bons resultados, vale olhar com criticidade para o desenho dessas pesquisas.</p>
<p>Outro ponto de atenção é que, ao mascarar sons indesejáveis, eles também podem cobrir sinais importantes do ambiente, como alarmes. Além disso, há preocupação com a <strong>saúde auditiva</strong>: dispositivos usados próximos ao ouvido, como fones, e em volumes elevados podem atingir níveis prejudiciais ao longo do tempo.</p>
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<p>Um estudo recente também apontou que o ruído rosa pode interferir na arquitetura do sono, reduzindo o tempo de <strong>sono REM</strong> (fase importante para a memória e o processamento emocional). Outro ponto levantado é comportamental: o hábito de usar esses sons, muitas vezes via celular, pode ir na contramão das recomendações de higiene do sono, que orientam evitar telas antes de dormir. Sem falar no risco de mascarar um problema maior e adiar a busca por avaliação médica.</p>
<h3>Pilares insubstituíveis</h3>
<p>No fim das contas, o consenso está menos no tipo de som e mais no conjunto de hábitos que cercam o sono. &#8220;Rotina regular, exposição à luz ao longo do dia, evitar estimulantes à noite e manter um ambiente escuro, silencioso e com temperatura adequada continuam sendo pilares difíceis de substituir&#8221;, destaca Cíntia.</p>
<p>Os ruídos podem até ajudar algumas pessoas, especialmente em ambientes barulhentos, mas estão longe de ser uma <strong>solução universal</strong>. Na dúvida, vale mais do que apertar o play: observar o próprio corpo e testar com critério. &#8220;Se o problema persistir, o caminho é procurar avaliação médica&#8221;, orienta a médica.</p>
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		<item>
		<title>Três regiões do Brasil têm alertas de temporais nesta quinta, 16: veja a previsão do Climatempo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/agenda-verde/tres-regioes-do-brasil-tem-alertas-de-temporais-nesta-quinta-16-veja-a-previsao-do-climatempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão do tempo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6120013</guid>

					<description><![CDATA[Máxima na cidade de São Paulo, que terá tempo estável, será de 31°C]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="230" data-end="629">A <strong>previsão do tempo para esta quinta-feira, 16</strong>, indica um cenário de contrastes no país. <strong>Em São Paulo, a capital deve ter um dia estável</strong>, com predomínio de sol à tarde e calor, sem indicação de chuva. Já em outras partes do Brasil, especialmente <strong>no Sul, no Norte e no Nordeste, a instabilidade ganha força</strong> e mantém o alerta para temporais.</p>
<h3 data-section-id="1uqcf16" data-start="2640" data-end="2667">As regiões mais afetadas</h3>
<h3 data-section-id="1xxfkoc" data-start="2669" data-end="2676"><strong>Sul</strong></h3>
<p data-start="2678" data-end="3218">A Região Sul concentra um dos principais alertas do dia. De acordo com o <strong>Climatempo</strong>, o desenvolvimento e o deslocamento de um ciclone extratropical, somados à frente fria e ao transporte de ar quente e úmido, favorecem pancadas de chuva moderadas a fortes em grande parte do Rio Grande do Sul, incluindo litoral, interior, região central, oeste, norte e noroeste. Pela manhã, também chove na região metropolitana de Porto Alegre e na Costa Doce, com risco de temporais no litoral sul e sudeste gaúchos.</p>
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</div>
<p data-start="2678" data-end="3218">No decorrer do dia, a instabilidade persiste no estado, com maior intensidade no litoral, na serra e na região metropolitana, inclusive com trovoadas. Em Santa Catarina e no Paraná, a chuva atinge o interior e o sul, com avanço das pancadas para o leste catarinense à noite. O extremo oeste paranaense aparece entre as áreas com risco de temporais.</p>
<p data-start="2678" data-end="3218">O mar fica agitado no litoral do Rio Grande do Sul, e os ventos variam entre 40 e 50 km/h. As temperaturas caem em grande parte da região, embora ainda subam no norte e no interior do Paraná e em pontos específicos de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.</p>
<h3 data-section-id="wl2s03" data-start="3904" data-end="3915"><strong>Sudeste</strong></h3>
<p data-start="3917" data-end="4340">No Sudeste, o tempo firme predomina. A influência marítima mantém chuva fraca no litoral do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, enquanto o restante da região começa o dia com sol entre nuvens e tempo mais estável. Ao longo da quinta-feira, pode chover fraco no interior fluminense e em áreas capixabas, mas a massa de ar seco segue como o principal sistema sobre boa parte da região.</p>
<p data-start="3917" data-end="4340">Em São Paulo, a capital deve ter sol e calor à tarde, com máxima de 31°C. No interior paulista, além da chance de nevoeiro nas primeiras horas do dia, a umidade do ar entra em atenção.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="104ls6a" data-start="4568" data-end="4584"><strong>Centro-Oeste</strong></h3>
<p data-start="4586" data-end="4932">No Centro-Oeste, a manhã começa com tempo firme na maior parte da região, embora haja pancadas isoladas no sul e no sudoeste de Mato Grosso do Sul e em áreas de Mato Grosso. Entre o fim da manhã e a tarde, a chuva aumenta em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, impulsionada pelo calor e pela umidade.</p>
<p data-start="4586" data-end="4932">Ao longo do dia, as instabilidades se intensificam em Mato Grosso do Sul, com chuva moderada a forte no sul e no centro-oeste do estado e risco de temporais no extremo sul. Nas demais áreas, o tempo tende a seguir mais estável, sob temperaturas em elevação desde cedo.</p>
<h3 data-section-id="12mkg7q" data-start="5244" data-end="5256"><strong>Nordeste</strong></h3>
<p data-start="5258" data-end="5625">O Nordeste volta a ter chuva forte em várias áreas. O Climatempo informa que a influência marítima e um cavado favorecem chuvas fracas no litoral leste, enquanto a Zona de Convergência Intertropical atua na faixa norte. Também há chuva no interior do Maranhão, do Piauí, do Ceará, no oeste de Pernambuco e no interior da Bahia.</p>
<p data-start="5258" data-end="5625">Com o avanço do dia, as instabilidades ganham força, com chuva moderada a forte em grande parte do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e no litoral entre a Paraíba e o norte da Bahia. O risco de temporais aparece no Maranhão, no norte do Piauí, no noroeste do Ceará, no litoral norte potiguar e no litoral de Alagoas. Em Pernambuco e no nordeste baiano, a chuva tende a ser mais fraca.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p data-start="5258" data-end="5625">Os ventos podem chegar a 50 km/h em pontos do norte da Bahia, oeste de Pernambuco, sul do Piauí e Maranhão. As temperaturas sobem ao longo do dia.</p>
<h3 data-section-id="6zzzok" data-start="6250" data-end="6259"><strong>Norte</strong></h3>
<p data-start="6261" data-end="6569">No Norte, a combinação de calor e umidade mantém o padrão de pancadas intensas. O Climatempo prevê chuva moderada a forte no Amazonas, Pará, Tocantins, Roraima e Acre, com risco de temporais. A atuação da ZCIT reforça ainda mais a chuva no Amapá e no litoral paraense.</p>
<p data-start="6261" data-end="6569">Ao longo da quinta-feira, a nebulosidade aumenta e as pancadas se intensificam em praticamente toda a região. O risco de temporais é citado para áreas do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e Pará. No Tocantins, a chuva deve se concentrar mais no oeste e no norte, enquanto o restante do estado permanece com tempo firme e chuva fraca isolada.</p>
<p data-start="6261" data-end="6569">A tarde será de temperaturas elevadas e sensação de abafamento em boa parte da região.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3 data-start="230" data-end="629"><strong>Temperaturas mínimas e máximas em 10 capitais nesta quinta, 16:</strong></h3>
<p><strong>Fonte: Climatempo</strong></p>
<ul>
<li>Belo Horizonte (MG): 15°C / 29°C</li>
<li data-start="653" data-end="692">Brasília (DF): 18°C / 28°C</li>
<li data-start="695" data-end="734">Curitiba (PR): 16°C / 28°C</li>
<li>Florianópolis (SC): 21°C / 29°C</li>
<li data-start="781" data-end="822">Goiânia (GO): 18°C / 29°C</li>
<li data-start="825" data-end="866">Manaus (AM): 25°C / 30°C</li>
<li>Porto Alegre (RS): 20°C / 28°C</li>
<li>Rio de Janeiro (RJ): 19°C / 33°C</li>
<li data-start="957" data-end="998">Salvador (BA): 23°C / 30°C</li>
<li><strong>São Paulo (SP): 17°C / 31°C</strong></li>
</ul>
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</div>
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			<media:title type="html">Rain, chuva, guarda chuva, guarda-chuva</media:title>
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		<item>
		<title>Aeroportos da Motiva registram crescimento de 6% no trimestre</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/aeroportos-da-motiva-registram-crescimento-de-6-no-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante o período, mais de 12 milhões de passageiros passaram pelos terminais administrados pela empresa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Motiva Aeroportos encerrou o primeiro trimestre de 2026 com um crescimento de 6% no número de passageiros embarcados, se comparado ao mesmo período do ano anterior, com mais de 12 226 000 pessoas nos 20 terminais que administra.</p>
<p>Durante o período, o Bloco Central, do qual fazem parte os aeroportos de Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA), registrou aumento de 12%, com mais de 2 milhões de passageiros no período. O Bloco Sul, que reúne os Aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Londrina (PR), Pelotas (RS) e Uruguaiana (RS), teve mais de 3 milhões de embarques e desembarques no período, com crescimento de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Já pelo Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, administrado pela Motiva através do consórcio BH Airport, passaram cerca de 3,2 milhões de pessoas de janeiro a março, representando estabilidade em comparação a 2025.</p>
<p>Entre os três aeroportos administrados pela Motiva fora do Brasil, o destaque é o Aeroporto Internacional Juan Santamaria, o maior da Costa Rica, administrado pela empresa brasileira através da Aeris. O fluxo de passageiros no terminal cresceu 8%, com um acumulado de quase 2 milhões de passageiros no período. Os Aeroportos Internacionais de Quito e de Curaçao também registraram variação positiva na quantidade de embarques e desembarques: 7% e 6%, respectivamente.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>A surreal descoberta de 5 milhões de abelhas em um cemitério de Nova York</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/ciencia/a-surreal-descoberta-de-5-milhoes-de-abelhas-em-um-cemiterio-de-nova-york/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorenzo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Insetos]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
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					<description><![CDATA[Conjunto de abelhas escavadoras pode ser o maior e mais antigo já registrado, segundo novo estudo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Um <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s13592-026-01256-6">novo estudo</a> da revista Apidologie, realizado por pesquisadores da Universidade Cornell, nos EUA, identificou aquele que é possivelmente o<strong> maior e mais antigo grupo de abelhas escavadoras já registrado</strong>. A pesquisa analisou o processo de saída da terra da espécie </span><i><span>Andrena regularis</span></i><span> e chegou à média de 5.6 milhões de indivíduos que emergiram do cemitério East Lawn, em Ithaca, Nova York. </span></p>
<p><span>A </span><i><span>Andrena regularis</span></i><span> é uma espécie de<strong> abelha solitária, que cava o solo para montar seus ninhos e produz filhotes apenas uma vez ao ano</strong>. Apesar do gênero mais conhecido ser o </span><i><span>Apis</span></i><span>, em que as abelhas têm ferrões e produzem mel, os animais do gênero Andrena também têm papel importante na polinização. Apesar disso, aspectos de sua ecologia e de seus ninhos não são suficientemente estudados, de acordo com a pesquisa. </span></p>
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</div>
<p><span>O estudo da Apidologie utilizou armadilhas (similares a mosquiteiros) no cemitério para capturar os indivíduos que saíssem da terra durante o período de emersão, que acontece por volta do mês de abril. Os pesquisadores analisaram o tamanho da população de abelhas e outras espécies, as dinâmicas de emergir, a proporção de seus sexos e características do parasitismo de ninhada — situação em que outras espécies de animais incluem seus filhotes em ninhos de espécies diferentes, para que eles os criem. </span></p>
<figure><img alt="Foto de mãe e filhote veados em um cemitério." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GettyImages-2235145407.jpg" /><figcaption>Apesar do contexto no imaginário popular, cemitérios cada vez mais têm servido como refúgios ambientais para diversos tipos de espécies.<span class="copyright">Reprodução/Getty Images</span></figcaption></figure>
<p><span>De 30 de março a 16 de maio de 2023, os pesquisadores instalaram as armadilhas e coletaram indivíduos de todas as espécies que emergiram da terra. Ao total, 3251 insetos foram coletados de 16 espécies diferentes. A </span><i><span>Andrena regularis</span></i><span> mostrou ser a mais proeminente no cemitério, mas outras espécies do mesmo gênero também formavam seus ninhos ali, como a </span><i><span>Andrena miserabilis </span></i><span>ou a </span><i><span>Andrena forbesii</span></i><span>. </span></p>
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<p><span>Após chegarem ao número de 852.78 abelhas que emergiram por metro quadrado, os números foram extrapolados e chegaram aos valores de 3 a 8 milhões de abelhas, <strong>com a média geral sendo 5,6 milhões de </strong></span><strong><i>Andrena regularis</i></strong><span><strong> que emergiram durante o mês de abril</strong>.</span></p>
<p><span>Outras grandes populações de abelhas já foram catalogadas antes. Em Sahuarita, no Arizona, uma população de 1,6 milhões de </span><i><span>Centris caesalpiniae</span></i><span> foram encontradas. Já no quintal de uma casa no subúrbio de Nova York, uma população de mais de 600 mil </span><i><span>Melissodes bimaculatus</span></i><span> também marcaram presença.</span></p>
<p><span>O Brasil não fica para trás. Os pesquisadores Hugo de Azevedo Werneck e Lucio Antônio de Oliveira Campos, da Universidade Federal de Viçosa,<strong> identificaram em <a href="https://doi.org/10.3897/jhr.80.56898">2020</a> cerca de 13 mil </strong></span><strong><i>Epicaris picta</i></strong><span><strong> em uma região de 160 metros quadrados em parte da Mata Atlântica</strong>. </span></p>
<p><span>O estudo destaca a importância dos cemitérios como espaços de preservação ambiental. Esses espaços têm sido vistos, com cada vez mais frequência, como refúgios para plantas e animais, especialmente em locais de alta urbanização.</span></p>
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			<media:title type="html">Dunning's Miner Bee</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">A tender moment with a cute baby Roe Deer, Capreolus capreolus, and its mum in a cemetery.</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Sydney Sweeney volta a promover marca de jeans após escândalo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/sydney-sweeney-volta-a-promover-marca-de-jeans-apos-escandalo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Sydney Sweeney]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6120018</guid>

					<description><![CDATA[Atriz foi acusada de participar de propaganda eugenista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano após o escândalo da campanha para a American Eagle, <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/sydney-sweeney-fala-de-especulacoes-para-ser-a-agente-espia-de-007/"><strong>Sydney Sweeney</strong></a> voltou a fazer uma parceira com a marca. Nesta quarta-feira, 15, ela publicou um vídeo nas redes sociais em que fala: &#8220;Qual marca estou usando? É, aquela lá&#8221;. Na publicação, a loja norte-americana anunciou a <em>SYD FOR SHOT</em>, nova colaboração entre a atriz e a marca para promover os shorts da empresa.</p>
<p>Em julho de 2025, ela protagonizou a publicidade &#8220;Sydney Sweeney tem bons jeans&#8221;, um trocadilho com a palavra genes e jeans. Parte do público entendeu como uma propaganda eugenista e criticou a ideia. &#8220;Honestamente, fiquei surpresa com a reação (das pessoas). Fiz aquilo porque gosto de jeans e amo a marca. Não apoio essa visão que as pessoas escolheram conectar a marca&#8221;, declarou em entrevista.</p>
<p><div class="embed-movie"><iframe title="Silvia Abravanel ingressa na política, planeja saída do SBT e fala de bandeiras | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GmqywcSj6n4?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</p>
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			<media:title type="html">Sydney Sweeney</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>EUA pressionam e Israel estuda trégua no Líbano; Bibi diz ser ‘cedo demais’ para desfecho</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/eua-pressionam-e-israel-estuda-tregua-no-libano-bibi-diz-ser-cedo-demais-para-desfecho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Hezbollah]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião acontece um dia após as primeiras conversas diretas entre Israel e Líbano em mais de três décadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">O gabinete de segurança de <strong>Israel</strong> se reunirá na noite desta quarta-feira, 15, para discutir um possível cessar-fogo no <strong>Líbano</strong>, informou uma autoridade do governo israelense ao <span>Canal 12, principal emissora do país</span>.</span></p>
<p>“Nossa avaliação é que, dentro de alguns dias, não teremos escolha a não ser um cessar-fogo completo no Líbano”, disse a fonte. A TV israelense, no entanto, ressaltou que alguns ministros “estão pressionando exatamente pelo oposto – para retomar os ataques em Beirute e além do rio Litani”.</p>
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</div>
<p>Também nesta quarta, o primeiro-ministro de Israel, <strong>Benjamin Netanyahu</strong>, afirmou ser &#8220;muito cedo para dizer como essa questão vai terminar&#8221;. Segundo ele, o principal objetivo da negociação com o Líbano é garantir o “desmantelamento” do <strong>Hezbollah</strong>, milícia libanesa apoiada pelo Irã.</p>
<p>“Nas negociações com o Líbano há dois objetivos fundamentais: em primeiro lugar, o desmantelamento do Hezbollah; em segundo lugar, uma paz sustentável, alcançada por meio da força”, declarou o premiê, acrescentando que as Forças Armadas do país continuam atacando o grupo armado e estão prestes a &#8220;dominar&#8221; a cidade de Bint Jbeil, considerada o principal reduto dos combatentes. Ele disse ter instruído os militares a continuarem reforçando a zona de segurança no sul do Líbano.</p>
<p><span>Sobre o Irã, Netanyahu afirmou que os Estados Unidos mantêm Israel informado e que os dois países estão alinhados em seus objetivos: remover o urânio enriquecido do Irã, acabar com as capacidades de enriquecimento no país e reabrir o <strong>Estreito de Ormuz</strong>. </span><span>Caso os combates sejam retomados, acrescentou Netanyahu, “estamos preparados para qualquer cenário”.</span></p>
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</div>
<p>Enquanto isso, o veículo pró-Hezbollah <em>al-Mayadeen</em> informou, citando uma autoridade iraniana, que um cessar-fogo de uma semana entrará em vigor no Líbano a partir desta noite. A informação não foi confirmada por Tel Aviv.</p>
<h3>Conversas entre Líbano e Israel</h3>
<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">A reunião do gabinete israelense acontece um dia após as primeiras conversas diretas entre Israel e Líbano em mais de três décadas, realizadas em Washington, nos <strong>Estados Unidos</strong>, com intermediação do governo de <strong>Donald Trump</strong>. </span>Os dois países estiveram tecnicamente em guerra durante décadas.</p>
<p><span>“Essas negociações não aconteciam há mais de 40 anos. Estão acontecendo agora porque somos muito fortes, e os países estão vindo até nós – não apenas o Líbano”, disse Netanyahu.</span></p>
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</div>
<p>O governo dos Estados Unidos, que atuou como mediador do encontro, pressiona para conter o conflito entre as forças israelenses e o Hezbollah, milícia libanesa apoiada pelo Irã, por temer que isso possa prejudicar as negociações com o Irã.</p>
<p>Washington declarou que “a bola está com o Irã” no que diz respeito ao fim da guerra no Oriente Médio, após a Marinha americana bloquear a navegação dos portos iranianos no <strong>Estreito de Ormuz</strong>, que a Guarda Revolucionária Islâmica, exército ideológico do regime iraniano, já havia fechado.</p>
<p>O encontro em Washington — o primeiro diálogo direto de alto nível desde 1993 — contou com a mediação do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e a participação dos embaixadores de Israel e Líbano nos Estados Unidos.</p>
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</div>
<p>“Esta é uma oportunidade histórica”, disse Rubio ao receber os embaixadores.</p>
<p>No entanto, a oposição do Hezbollah às negociações deixa poucas perspectivas para alcançar um acordo e encerrar os combates.</p>
<p>&#8220;Não há nenhuma discussão sobre cessar-fogo com o Hezbollah&#8221;, disse o porta-voz do governo israelense, David Mercer, em uma coletiva de imprensa nesta quarta.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O Líbano foi arrastado para a guerra — iniciada em 28 de fevereiro com ataques israelenses e americanos ao Irã — no dia 2 de março, quando o movimento xiita abriu uma frente de combate contra Israel em retaliação à morte do líder supremo<strong> Ali Khamenei</strong>, considerado o “papa” desta vertente islâmica.</p>
<p>Segundo as autoridades libanesas, os ataques israelenses mataram mais de 2.000 pessoas e deslocaram pelo menos um milhão.</p>
<p>Apesar das conversas com o Líbano, Israel continuou atacando supostos alvos do Hezbollah no país. <span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Nesta quarta, o Exército israelense atacou o sul de Beirute e o grupo pró-iraniano disparou quase 30 foguetes contra o território israelense.</span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Conheça a cidade-modelo japonesa que sediará megaevento verde</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/o-mundo-de-sofia/conheca-a-cidade-modelo-japonesa-que-sediara-megaevento-verde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Cerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Cerqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Toquio]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Referência mundial em sustentabilidade, Yokohama, nos arredores de Tóquio, promoverá a Green X Expo 2027, com a participação de mais de 60 países]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A apenas 30 minutos de trem de <strong>Tóquio</strong>, um destino se destaca entre as metrópoles japonesas. Segunda maior cidade do país em população, <strong>Yokohama</strong>, com 3,7 milhões de habitantes, tem uma das melhores qualidades de vida daquela nação e durante oito anos consecutivos ficou em primeiro lugar em um ranking dos locais mais desejados para se morar. Yokohama é uma cidade portuária, com grandes e bem-cuidados jardins e imensos calçadões à beira-mar, que une construções históricas com arranha-céus de última geração. Só na última década, o lugar ganhou cerca de vinte novos hotéis. Os atrativos daquela localidade, no entanto, estão longe de ser só estes. Este shichoson (como são chamados os municípios no Japão) é uma referência mundial em <strong>práticas “verdes”</strong>.</p>
<figure><img alt="Sofia Cerqueira" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-06.35.26.jpeg" /><figcaption>Sankeien Garden: o jardim em estilo japonês com 175 mil metros quadrados é uma das atrações turísticas de Yokohama<span class="copyright">Sofia Cerqueira/VEJA</span></figcaption></figure>
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</div>
<p>Só para se ter uma ideia, a cidade conseguiu reduzir o seu volume total de lixo em cerca de 43% ao longo de dez anos. Com uma gestão de resíduos eficiente e uma separação rigorosa, o local expandiu as regras de seleção de lixo. Passou de cinco categorias (o que já muito mais do que temos, geralmente só com separação de lixo orgânico, papel e vidro/metal) para dez tipos, incluindo embalagens, papéis usados e tecidos. A triagem tão detalhada permite que a maior parte dos resíduos, de fato, seja reutilizada ou reciclada. O sucesso da coleta seletiva e reaproveitamento, em larga medida, está atrelado ao engajamento da população. Há 2 800 associações de bairros que, voluntariamente, gerenciam cerca de 80 000 pontos de coleta. Só no ano passado, Yokohama reciclou 19,862 toneladas de lixo. Com a redução eficiente de detritos, a cidade já fechou ou suspendeu as operações de três das sete usinas de incineração da região.</p>
<figure><img alt="Chinatown de Yokohama: o bairro chinês da cidade é o principal do Japão e um dos maiores do mundo" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-06.38.55.jpeg" /><figcaption>Chinatown de Yokohama: o bairro chinês da cidade é o principal do Japão e um dos maiores do mundo<span class="copyright">Sofia Cerqueira/VEJA</span></figcaption></figure>
<p>A colunista viajou para o Japão a convite da <strong>Nomad</strong> – plataforma global aceita em mais de 180 países que oferece conta internacional, cartão de débito, chip e seguro viagem –, quando teve a chance de visitar Yokohama. Não por acaso, esta cidade, um exemplo de sociedade comprometida com a economia circular e a sustentabilidade, vai sediar a <strong>Green X Expo 2027</strong>, que acontecerá entre 19 de março e 26 de setembro do ano que vem. O evento será um misto de conferência mundial com uma megaexposição, que se propõe a discutir e apresentar alternativas para grandes desafios globais. Entre os assuntos em pauta estarão mudanças climáticas, biodiversidade, tecnologias verdes, inovações e experiências agrícolas, além de iniciativas de neutralidade de carbono. O evento deve contar com a participação de mais de 60 países.</p>
<p>Com o tema “Cenário do Futuro para a Felicidade”, a Green X Expo 2027 será realizada na antiga instalação de comunicações Kamiseya – que era uma área militar. O projeto prevê a sua transformação em um espaço verde sustentável, com o plantio de mais de 10 milhões de plantas e flores. Detalhe: a área tem cerca de 200 hectares, mais do que o dobro do tamanho da Disney Tóquio. No início da exposição, entre inúmeras espécies, 600 cerejeiras – árvore símbolo do Japão – de 40 variedades diferentes estarão em plena floração. Após o evento, aquela localidade será transformada em um parque urbano, além de uma área de apoio em caso de desastres naturais.</p>
<figure><img alt="Polo de tecnologia: além da questão sustentável, Yokohama também é sede de centros de inovação de várias empresas, como a Shiseido" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-06.44.43.jpeg" /><figcaption>Polo de tecnologia: além da questão sustentável, Yokohama também é sede de centros de inovação de várias empresas, como a Shiseido<span class="copyright">Sofia Cerqueira/VEJA</span></figcaption></figure>
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<p>A intenção é que ao final do evento, ele se torne um importante legado inspirando outros países e incentive que práticas sustentáveis se tornem cada vez uma rotina na sociedade. “Os esforços para proteger o meio ambiente global não podem ser realizados por um único país. Avançaremos em conjunto com discussões internacionais — incluindo as realizadas na COP30 (que aconteceu no Brasil, em 2025) — para buscar a sustentabilidade em escala global”, destaca Yoshihisa Ota, diretor-executivo da Japan Association for The International Horticultural Expo 2027.</p>
<figure><img alt="Modernidade e compromisso com a redução de detritos: Yokohma já conseguiu tirar de operação três das sete usinas de iceneração de lixo" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-06.59.11.jpeg" /><figcaption>Modernidade e compromisso com a redução de detritos: Yokohma já conseguiu tirar de operação três das sete usinas de iceneração de lixo<span class="copyright">Sofia Cerqueira/VEJA</span></figcaption></figure>
<p>A expectativa é que a Green X Expo 2027 atraia 15 milhões de pessoas em seis meses. A megaexposição vem se somar a outros grandes atrativos de Yokohama, dos quais vários deles a coluna teve a oportunidade de conhecer com o apoio do Yokohama City Visitors Bureau. A cidade – cujo porto foi um dos primeiros a se abrir ao comércio exterior em 1859 –, tem, por exemplo, o principal ‘Chinatown” (bairro chinês) do Japão e um dos maiores do mundo, com inúmeros templos, portais, lojas e restaurantes dedicados àquela cultura. Outro programa imperdível em Yokohama é visitar o Sankeien Garden, um jardim em estilo japonês com 175 mil metros quadrados, que reúne lagos, riachos, pontes e construções históricas trazidas de outras cidades, como Quioto e Kamakura, além de um icônico pagode de três andares do século XV.</p>
<figure><img alt="Cidade portuária: o porto de Yokohama se abriu ao ao comércio exterior em 1859" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-06.49.54.jpeg" /><figcaption>Cidade portuária: o porto de Yokohama se abriu ao comércio exterior em 1859<span class="copyright">Sofia Cerqueira/VEJA</span></figcaption></figure>
<p>Na área mais moderna da cidade, boas dicas são conhecer o Minato Mirai 21 (que inclui o Landmark Tower, um observatório no 69º andar, e a roda-gigante Cosmo Clock 21) e o Red Brick Warehouse – que são antigos armazéns portuários transformados em um complexo cultural com charmosas lojas e cafés. Para quem quer fazer umas comprinhas, a cidade conta com cerca de dez grandes shoppings, entre eles o Yokohama World Poters, também na área do Minato Mirai 21.</p>
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<figure><img alt="Yokohama: segunda cidade do Japão em população, com 3,7 milhões de habitantes, e uma das mais desejadas para morar" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.15.43.jpeg" /><figcaption>Yokohama: segunda cidade do Japão em população, com 3,7 milhões de habitantes, e uma das mais desejadas para morar<span class="copyright">Sofia Cerqueira/VEJA</span></figcaption></figure>
<p>Há ainda inúmeros museus espalhados pela cidade e vários centros de tecnologia de grandes empresas que podem ser visitados, como o Shiseido Beaty Park. O centro interativo da empresa de cosméticos combina ciência avançada da pele com arte, oferecendo aos visitantes análises personalizadas, laboratórios de inovação, experiências sensoriais e um belo café no primeiro piso. Não deixe ainda de caminhar pelo Parque Yamashita, todo à beira-mar e com belas vistas do porto; e visitar o Píer Osanbashi, o principal terminal internacional de passageiros da cidade. Dali se tem uma bela visão da cidade, que, apo pôr-do-sol fica ainda mais especial. Atrativos que vêm se somar à cultura “verde” desta cidade nos arredores de Tóquio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A coluna fez dez perguntas para Yoshihisa Ota, diretor-executivo da Japan Association for The International Horticultural Expo 2027:</b></p>
<p><b>1.</b><b>Primeiro, gostaria que o senhor falasse sobre Yokohama, explicasse o que torna a cidade diferente e por que os brasileiros deveriam visitá-la.</b></p>
<p>Yokohama é o maior município do Japão em população, com aproximadamente 3,77 milhões de habitantes. A cidade se desenvolveu desde cedo como um dos principais portos internacionais e centros comerciais do Japão e tem sido repetidamente classificada pelos próprios japoneses como um dos lugares mais desejáveis para se viver. Em termos de políticas públicas, Yokohama está comprometida com a realização de uma sociedade verde e sustentável. A cidade promove ativamente a economia circular e a neutralidade de carbono e demonstra liderança na transição da Ásia para modelos urbanos circulares.</p>
<p>Yokohama oferece uma grande diversidade de atrações reunidas em uma única cidade: uma orla aberta para o mar, uma história ligada à abertura dos portos do Japão, uma cena vibrante de artes e cultura e inúmeros eventos realizados ao longo do ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2.Destaque, por favor, algumas atrações da cidade.</b></p>
<p>A cidade e o mar estão muito próximos, e parques e áreas verdes são conectados por calçadões. Caminhando pela orla, os visitantes podem desfrutar de abundância de flores e vegetação mesmo estando em um ambiente urbano. Moradores e turistas podem apreciar as paisagens características da orla de Yokohama, incluindo belas vistas formadas pelo mar, pela vegetação exuberante e pelo cenário urbano, além de suas famosas vistas noturnas, reconhecidas como uma das três melhores “novas” cidades de vista noturna do Japão. Desde a abertura do porto, Yokohama se desenvolveu como um centro de comércio internacional. Edifícios históricos e paisagens urbanas que refletem esse patrimônio ainda permanecem e foram cuidadosamente preservados e adaptados para uso moderno.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><b>3.Yokohama é preparada para receber um grande volume de turistas?</b></p>
<p>Mais de 37 milhões de pessoas visitam Yokohama todos os anos para turismo, conferências internacionais e eventos. Muitos navios de cruzeiro internacionais fazem escala no porto, oferecendo aos visitantes a oportunidade de observar de perto sua chegada e partida. A cidade conta com uma ampla variedade de hospedagens — de hotéis clássicos e prestigiados a redes internacionais e opções para famílias — permitindo que os visitantes escolham de acordo com suas necessidades.</p>
<p>Conhecida como “Cidade da Música”, Yokohama sedia diversos festivais musicais e desenvolveu grandes espaços para concertos. Instalações de entretenimento e museus corporativos também estão concentrados na cidade, atraindo visitantes do Japão e do exterior. O Jardim Sankeien, um tradicional jardim japonês inaugurado em 1906, possui 17 edifícios históricos transferidos de lugares como Kyoto e Kamakura, harmoniosamente distribuídos em um amplo espaço natural. Famoso por suas flores de ameixeira, cerejeiras, azaléias e pela folhagem de outono, é um destino popular entre visitantes internacionais e um dos principais locais de Yokohama para vivenciar a cultura tradicional japonesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>4.Qual é o objetivo da Green x Expo 2027, que terá como tema “Um Cenário Futuro para a Felicidade”? E qual é a sua importância hoje diante do avanço das mudanças climáticas?</b></p>
<p>A Green X Expo 2027 será realizada com o objetivo de promover a cultura hortícola internacional, enriquecer a vida cotidiana com flores e áreas verdes, gerar vitalidade regional e econômica e contribuir para soluções de desafios sociais. Esta Expo, no entanto, está longe de ser apenas um evento para apreciar flores e plantas. Seu principal objetivo é abordar desafios globais, como as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade — conhecidos como os limites planetários — e explorar como a humanidade pode se adaptar e construir um bem-estar sustentável. Além de flores e áreas verdes, a Expo abordará de forma abrangente temas “verdes”, como descarbonização, biodiversidade e economia circular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>5.Quais são os principais temas que a Green x Expo pretende discutir? </b></p>
<p>O local do evento contará com cinco vilas conceituais distintas: Urban-GX, Craft, Farm &amp; Food, Kids e Satoyama. Em especial, a Satoyama Village representará soluções baseadas na natureza (Nature-based Solutions), que utilizam o poder da natureza para enfrentar desafios sociais, inspiradas na tradição japonesa de viver em harmonia com a natureza, conhecida como <i>satoyama</i>. Tecnologias avançadas voltadas para a Green Transformation (GX), bem como a implementação de infraestrutura verde, também serão apresentadas em todo o espaço da Expo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>6.Qual é a principal inovação “verde” que o Japão apresentará?</b></p>
<p>Entre as iniciativas atualmente planejadas pelos organizadores, destacam-se duas:</p>
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<p>1/Pavilhão Temático Utilizando resultados das pesquisas mais recentes, juntamente com tecnologias avançadas de visualização e exposição, o pavilhão apresentará a interconexão entre plantas, outros seres vivos e os seres humanos. Seu conceito é: “Toda vida está conectada — tendo as plantas como centro.” As raízes do “Pinheiro Milagre”, símbolo da recuperação após o Grande Terremoto do Leste do Japão, serão exibidas.</p>
<p>2/Pavilhão de Horticultura Este pavilhão apresentará a cultura hortícola do Japão, que floresceu durante o período Edo entre todas as classes sociais — de samurais a pessoas comuns — e que se desenvolveu até atingir um nível de excelência mundial. As raízes da sociedade circular japonesa serão apresentadas por meio de uma combinação de tecnologias digitais modernas e da exposição de plantas hortícolas tradicionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7.</strong><b>A Green X Expo 2027 acontecerá na antiga instalação de comunicações Kamiseya. O local terá alguma destinação especial após o evento?</b></p>
<ol></ol>
<p>Após o término da Green X Expo 2027, a maior parte do local do evento será transformada em um parque urbano municipal. Além disso, a cidade estabelecerá um Centro de Coordenação de Operações no local, responsável por coordenar e supervisionar unidades de apoio — como as Forças de Autodefesa, polícia e bombeiros — que se reúnem de todo o país em caso de desastres de grande escala. Em situações de grandes desastres, essas instalações funcionarão como um centro regional de prevenção e resposta a desastres. O parque urbano servirá como área de mobilização para equipes de apoio e como centro logístico para armazenamento e distribuição de suprimentos de emergência para centros de evacuação.</p>
<p>Além disso, parte da área está planejada para se tornar um complexo multifuncional de atração turística, centrado em um parque temático desenvolvido por operadores do setor privado. O parque urbano, que ocupará a maior parte do terreno, passará por obras de infraestrutura antes da Expo e servirá como base do local do evento. Após a Expo, com base na filosofia e nas iniciativas da Green X Expo 2027, e considerando seu papel como centro de prevenção de desastres em grande escala, o parque será desenvolvido com os temas de “Meio Ambiente” e “Prevenção de Desastres”.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><b>8.A infraestrutura que Yokohama está preparando para a Green x Expo trará alguma surpresa ou jardins especiais? Fale um pouco sobre isso.</b></p>
<p>Yokohama participará em duas áreas da Green X Expo 2027: Urban GX Village e SATOYAMA Village. No primeiro, a cidade desenvolverá instalações onde os visitantes poderão experimentar novos estilos de vida ecologicamente sustentáveis e explorar o futuro da vida urbana apoiada por tecnologias ambientais de ponta. Em vez de transmitir mensagens unilaterais do governo, Yokohama vem promovendo o engajamento com cidadãos e empresas, antes mesmo da Expo. Durante os 192 dias de exposição, apresentaremos diversos conteúdos cocriados com diferentes parceiros, criando uma experiência única no estilo da cidade. Ao combinar as forças de cidadãos, empresas e governo, a cidade pretende criar conteúdos envolventes que encantem os visitantes.</p>
<p>Na Satoyama Village, Yokohama criará canteiros e campos de flores que destacarão o charme da cidade por meio do uso de plantas cultivadas localmente. Além de inspirar os visitantes, diversos programas ambientais serão oferecidos sob perspectivas como “divertir e desafiar”, “tocar e sentir”, “experimentar juntos” e “aprender e descobrir”, incentivando maior interesse e participação em ações ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>9.Quantos países devem participar da Green x Expo? Além da troca de experiências e inovações entre os países, haverá um relatório final sobre o evento? Como isso ajudará outras nações?</b></p>
<p>Até fevereiro de 2026, mais de 60 países e organizações internacionais manifestaram intenção de participar da Green X Expo 2027. Após o evento, será divulgada uma publicação oficial de registro do evento. Esse documento reunirá as diversas exposições e eventos realizados durante a Green X Expo 2027 e preservará, como legado, as discussões realizadas sobre o futuro da sociedade. Assim como os organizadores analisaram métodos operacionais de expos anteriores no Japão e no exterior, espera-se que esse registro oficial se torne uma referência valiosa para países que venham a sediar exposições no futuro, contribuindo para a comunidade internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>10.Por fim, o que se espera que a Green x Expo traga para o mundo? Ela ajudará a sociedade a alcançar um futuro mais sustentável e feliz?</b></p>
<p>Esperamos que as paisagens do futuro apresentadas na Expo se tornem parte da vida cotidiana, deixando um legado duradouro que inspire os participantes — e aqueles que decidirem agir — mesmo após o encerramento do evento. Hoje, a perda de biodiversidade, o colapso dos ecossistemas e os eventos climáticos extremos estão profundamente interligados, comprometendo as condições fundamentais necessárias para a sobrevivência sustentável da humanidade na Terra e aproximando-nos dos limites planetários. Acreditamos que o desafio de viver em harmonia com a natureza não deve ser visto como um problema de outras pessoas, mas como uma responsabilidade pessoal. As ações de cada indivíduo estão conectadas ao futuro.</p>
<p>Ao colocar a palavra “Green” no nome Green X Expo 2027, expressamos nossa determinação de expandir a exposição hortícola além de seu formato tradicional, transformando-a em uma plataforma internacional que contribua para a Transformação Verde (GX) e para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os esforços para proteger o meio ambiente global não podem ser realizados por um único país. Avançaremos em conjunto com discussões internacionais — incluindo as realizadas na COP30 — para buscar a sustentabilidade em escala global.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>A colunista viajou a convite da Nomad, </b>uma plataforma conhecida por tornar os serviços financeiros globais mais democráticos e acessíveis. O cartão Nomad é aceito em mais de 180 países para compras virtuais e presenciais e permite saques em caixas eletrônicos (ATMs). Além do cartão de débito, a fintech oferece opções de conta internacional (sem taxa de abertura nem taxa mensal de manutenção), chip e seguro viagem. Possui mais de 3,5 milhões de clientes ativos.</p>
<p><b>JNTO: a Japan House </b>(Av. Paulista, 52, São Paulo) oferece um serviço de consultoria de planejamento de viagens para aquele país de forma gratuita. O atendimento acontece aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h, por ordem de chegada.</p>
<p><i>Siga também o perfil no <b>Instagram @omundodesofia_cerqueira </b>Com o olhar cultivado em redações por mais de 30 anos, convido você a viajar pelo mundo, por aqui. Nesse amplo e diversificado roteiro, cabem um destino encantador, uma suíte especial, uma experiência única, uma curiosidade do setor e tudo mais que possa instigar quem está de malas prontas ou sonha em pôr o pé na estrada. </i></p>
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		<title>Vitória de Odair destrava impasse e CMO deve ser instalada até o fim do mês</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/vitoria-de-odair-destrava-impasse-e-cmo-deve-ser-instalada-ate-o-fim-do-mes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Centrão]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[TCU - Tribunal de Contas da União]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6120091</guid>

					<description><![CDATA[Motta, que prometeu a cadeira no tribunal de contas ao petista, se irritou com a articulação do Centrão para derrotar o parlamentar mineiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a vitória de Odair Cunha na eleição do TCU, os impasses em torno da instalação da CMO foram superados e o colegiado deve ser instalado ate o fim de abril.</p>
<p>Em março, o presidente da Câmara, Hugo Motta, que prometeu a cadeira no tribunal de contas ao petista, se irritou com a articulação do Centrão para derrotar o parlamentar mineiro.</p>
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</div>
<p>Na ocasião, ele sinalizou, nos bastidores, que teria uma reação caso o bloco conseguisse melar o acordo que ele fez com o PT para garantir o apoio do partido de Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva à sua eleição ao comando da Mesa Diretora.</p>
<p>Deixou claro que se a ofensiva do Centrão fosse exitosa e Odair fosse derrotado, o sonho do PSD de ocupar a presidência da CMO poderia não sair do papel.</p>
<p>Apesar de o PSD ter apresentado o nome de Hugo Leal para a disputa, a vitória de Odair enterrou a crise e a legenda de Gilberto Kassab deve garantir a principal cadeira da comissão responsável por analisar o Orçamento de 2027.</p>
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</div>
<p>Como já havia indicado aos pares, a instalação da CMO realmente acontecerá depois da eleição do TCU. O nome de Odair ainda precisa receber o aval dos senadores, o que pode acontecer ainda hoje ou nos próximos dias.</p>
<p>Já que saiu vitorioso e não foi desmoralizado pelos colegas, Motta cumprirá a palavra e entregará a presidência da CMO ao PSD. A relatoria deve ficar com uma senador do União Brasil.</p>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Hugo Motta</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Clippers x Warriors no play-in da NBA hoje: horário, onde assistir e odds</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/clippers-x-warriors-no-play-in-da-nba-hoje-horario-onde-assistir-e-odds/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/clippers-x-warriors-no-play-in-da-nba-hoje-horario-onde-assistir-e-odds/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Golden State Warriors]]></category>
		<category><![CDATA[NBA]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Curry]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6119488</guid>

					<description><![CDATA[Vencedor do confronto vai enfrentar o Phoenix Suns na próxima sexta, 17, valendo uma vaga nos playoffs; o perdedor será eliminado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Los Angeles Clippers</strong> recebe o <strong>Golden State Warriors</strong> nesta quarta-feira, às 23h (horário de Brasília), no Intuit Dome, em Los Angeles, pela primeira rodada do play-in da Conferência Oeste da <strong>NBA</strong>.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/esporte/play-in-da-nba-comeca-hoje-saiba-partidas-horarios-e-onde-assistir/"><strong>+ Play-in da NBA hoje: saiba partidas, horários e onde assistir.</strong></a></p>
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</div>
<p>O time de Los Angeles chega como nono colocado da conferência, com campanha de 42 vitórias e 40 derrotas. No último domingo, 12, a franquia venceu o Golden State por 115 a 110, no encerramento da temporada regular.</p>
<p>Já o Warriors entra pressionado pelo décimo lugar do Oeste e por uma reta final irregular, embora siga amparado no peso de Stephen Curry em jogos grandes. O armador, porém, deve atuar sob controle de minutos, depois de voltar recentemente de lesão no joelho direito.</p>
<p>O duelo carrega um roteiro conhecido de pós-temporada: os Clippers entram como favoritos pela campanha superior, pelo mando e pela série de três vitórias seguidas sobre Golden State; os Warriors, por sua vez, apostam em Curry para garantirem a vaga na decisão do play-in.</p>
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</div>
<p>A equipe que vencer a partida vai enfrentar o Phoenix Suns em duelo decisivo por uma vaga nos playoffs. A partida será disputada na próxima sexta-feira, 17, às 23 horas (horário de Brasília).</p>
<h3>Como assistir a Los Angeles Clippers x Golden State Warriors hoje?</h3>
<p>Los Angeles Clippers e Golden State Warriors se enfrentam nesta quarta-feira, 15, às 23 horas (horário de Brasília), pela primeira rodada do play-in da Conferência Oeste da NBA. <strong>A partida terá transmissão exclusiva</strong><strong> do Amazon Prime Video.</strong></p>
<h3 data-start="1749" data-end="1772"><strong data-start="1749" data-end="1772">Prováveis quintetos iniciais:</strong></h3>
<p data-start="1774" data-end="1912"><strong data-start="1774" data-end="1799">Los Angeles Clippers:</strong> Darius Garland, Kris Dunn, Kawhi Leonard, Derrick Jones Jr. e Brook Lopez. <strong>Técnico: </strong>Tyronn Lue.<strong><br />
</strong></p>
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    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p data-start="1774" data-end="1912"><strong data-start="1914" data-end="1940">Golden State Warriors:</strong> Stephen Curry, Brandin Podziemski, De&#8217;Anthony Melton, Draymond Green e Kristaps Porzingis. <strong>Técnico: </strong>Steve Kerr.<strong><br />
</strong></p>
<h3>Odds para Clippers x Warriors:</h3>
<p><strong>Vencedor</strong></p>
<p>Betano: Los Angeles Clippers <strong>(1.47)</strong> x Golden State Warriors <strong>(2.87)</strong></p>
<p>Bet365: Los Angeles Clippers <strong>(1.47)</strong> x Golden State Warriors <strong>(2.75)</strong></p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Clippers Warriors Basketball</media:title>
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		<title>‘Bravata’: como mercado recebeu promessa de Trump sobre petróleo global</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/bravata-como-mercado-recebeu-promessa-de-trump-sobre-petroleo-global/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/bravata-como-mercado-recebeu-promessa-de-trump-sobre-petroleo-global/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veruska Costa Donato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6118351</guid>

					<description><![CDATA[Professor e coordenador do Programa Avançado em Finanças do Insper, Ricardo Rocha levantou dúvidas sobre tempo, custo e viabilidade operacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A afirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o país teria petróleo suficiente para suprir o mundo em caso de fechamento do Estreito de Ormuz, soou mais como discurso político do que plano concreto. Professor e coordenador do Programa Avançado em Finanças do Insper, Ricardo Rocha levantou dúvidas sobre tempo, custo e viabilidade operacional dessa substituição. Para ele, embora os americanos tenham reservas estratégicas e certo grau de autossuficiência, transformar esse potencial em fornecimento global imediato exigiria uma operação complexa e cara.</p>
<p>Na avaliação do professor, a fala se aproxima de uma “bravata comercial”, alinhada ao estilo do presidente. Rocha lembra que não basta ter petróleo disponível; é preciso logística, contratos, transporte e adaptação das rotas internacionais. A troca de fornecedores, segundo ele, não acontece de forma automática. Custos extras com frete e reorganização das cadeias de distribuição tenderiam a ser repassados ao mercado, pressionando preços e ampliando a volatilidade em um momento já sensível para a economia global.</p>
<p>O ponto central, diz Rocha, é a dependência estrutural do fluxo que passa pelo Estreito. Entre 20% e 30% do petróleo destinado à Ásia depende da passagem, o que torna qualquer substituição ampla um desafio.</p>
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			<media:title type="html">Donald Trump</media:title>
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		<title>Faustão aparece sorridente em vídeo com novo cachorro de estimação</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/faustao-aparece-sorridente-em-video-com-novo-cachorro-de-estimacao/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/faustao-aparece-sorridente-em-video-com-novo-cachorro-de-estimacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Faustão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6119981</guid>

					<description><![CDATA[Apresentador é responsável por ter trazido a raça cane corso para o Brasil em 1997]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Afastado da mídia, <strong>Faustão</strong> deu as caras via Instagram nesta terça-feira, 14 de abril, para prestigiar o criador de cães Victor Gabriel Marques, especializado na raça cane corso. Original da Itália, o tipo de cachorro foi trazido para o país pelo apresentador em 1997, feito que o dono do canil reconheceu: &#8220;Vou te agradecer em nome de todos os amantes da raça cane corso&#8221;.</p>
<p>Em resposta, Faustão disse que a façanha &#8220;valeu a pena&#8221; por conta de tantos aficionados como Marques. Antes disso, os dois já haviam exibido sua amizade ao público com uma postagem feita em outubro de 2025.</p>
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</div>
<p>Segundo Marques, o vídeo foi feito durante entrega de um novo pet para o apresentador. &#8220;Ele gostou tanto do primeiro filhote, que agora ele está pegando uma fêmea&#8221;, explicou.</p>
<div class="audima-iframe-instagram noreadme-audima">
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DXIKPviCdTs/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div> <a href="https://www.instagram.com/reel/DXIKPviCdTs/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank"> </p>
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<div><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
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<h3>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</h3>
<ul>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tela-plana/" target="_blank" rel="noopener">Tela Plana</a> para novidades da TV e do streaming</li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/som-e-furia/" target="_blank" rel="noopener">O Som e a Fúria</a> sobre artistas e lançamentos musicais<br />
<a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/" target="_blank" rel="noopener"></a></li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/em-cartaz/" target="_blank" rel="noopener">Em Cartaz</a> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro" target="_blank" rel="noopener">Livros</a> para notícias sobre literatura e mercado editorial</li>
</ul>
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			<media:title type="html">Design sem nome (15)</media:title>
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		<title>Trump garante que vai abrir o Estreito de Ormuz ‘permanentemente’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Júlia Sofia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:49:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano afirma que China concordou em em não enviar mais armas ao Irã e está 'muito feliz' com sua atuação para liberar a rota marítima]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O presidente dos <strong>Estados Unidos</strong>, <strong>Donald Trump</strong>, afirmou nesta quarta-feira, 15, que pretende “abrir permanentemente” o <strong>Estreito de Ormuz</strong>, </span>rota por onde passa 20% do petróleo consumido pelo planeta, fechada para navios não alinhados ao <strong>Irã</strong> desde o início do conflito.</p>
<p><span>“A China está muito feliz porque estou abrindo permanentemente o Estreito de Ormuz. Estou fazendo isso por eles também — e pelo mundo”, escreveu ele em postagem na sua rede, a Truth Social.</span></p>
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</div>
<p><span>O republicano creditou a iniciativa a um entendimento com o governo chinês e citou o país asiático como uma das principais beneficiadas pela medida. Segundo Trump, Pequim teria concordado em não enviar mais armas ao Irã. </span><span>O presidente americano acrescentou que o presidente <strong>Xi Jinping</strong> lhe daria &#8220;um grande abraço&#8221; em sua visita a Pequim, prevista para meados de maio.</span></p>
<p><span>O ocupante do Salão Oval elevou o tom ao sugerir que a cooperação com os chineses pode evitar novos conflitos, mas deixou aberta a possibilidade de uso da força: &#8220;Estamos trabalhando juntos de forma inteligente. Isso não é melhor do que lutar? Mas lembrem-se: somos muito bons em lutar, se for preciso.&#8221;</span></p>
<h3><strong>Bloqueio americano</strong></h3>
<p>A declaração de Trump ocorre dois dias após os Estados Unidos iniciarem um bloqueio naval ao redor de Ormuz. Depois que as negociações de paz com o Irã fracassaram no fim de semana, Trump ordenou um cerco completo à passagem, autorizando a interceptação de embarcações com origem ou destino a portos iranianos. O cerco mobilizou 10 mil militares, quinze navios de guerra e dezenas de aviões e helicópteros para fiscalizar uma área que engloba o Golfo de Omã e o Mar Arábico (o Estreito de Ormuz conecta essas águas ao Golfo Pérsico, lar das monarquias árabes petrolíferas).</p>
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</div>
<p>Com a medida, os Estados Unidos pretendem pressionar o setor de petróleo iraniano, pilar de sua economia e responsável por 10% a 15% do PIB, e encerrar os pagamentos do chamado &#8220;pedágio de Teerã&#8221;, que por cerca de US$ 2 milhões tem permitido navios seletos atravessarem a nevrálgica rota marítima.</p>
<p>Mesmo em guerra, a República Islâmica manteve sua média de exportações de petróleo (cerca de 1,6 milhão de barris diários), mas com preços mais altos: em março, arrecadou US$ 140 milhões por dia, salto de 20% em relação ao mês anterior. Com a barreira, porém, a nação persa pode ser obrigada a reduzir a produção já em maio, segundo a analista Vortexa, embora outras estimativas apontem que só haverá efeito depois de três meses.</p>
<h3>Tensão na rota estratégica</h3>
<p>Mais cedo nesta quarta, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), unidade do Pentágono responsável pela região do Oriente Médio, informou que nove embarcações tiveram que dar meia-volta e retornar a um porto ou a uma área costeira do Irã durante as primeiras 48 horas do bloqueio que começou na segunda 13. Apesar disso, o regime iraniano afirmou que está utilizando portos alternativos para contornar a Marinha americana e que, nesta quarta, dois de seus navios conseguiram furar a barreira e atravessar Ormuz.</p>
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</div>
<p>Teerã considera retomar ataques contra petroleiros de países como o Iraque, hoje autorizados a transitar mediante o tal pedágio. A Guarda Revolucionária Islâmica também ameaçou retaliar o que chama de “ato de pirataria” mirando portos da região e outras rotas, como o Mar Vermelho.<span></span></p>
<p>Crucial rota marítima por onde transitam cerca de 20% do petróleo e gás consumidos pelo mundo, Ormuz foi efetivamente fechado pelo Irã desde o início da guerra, como retaliação aos ataques que sofreu dos Estados Unidos e Israel. <span>Durante o conflito, o fluxo no estreito despencou de 130 para seis navios por dia.</span></p>
<p>A passagem deveria ser aberta mediante uma trégua acordada em 8 de abril, que vigora até a próxima terça-feira, 21, mas permaneceu trancada devido a um desacordo sobre os termos (em especial, a continuidade dos bombardeios israelenses contra o Líbano, uma das múltiplas frentes do conflito).</p>
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		<item>
		<title>Menos trabalho, mais crescimento? O impasse do fim da escala 6×1</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/menos-trabalho-mais-crescimento-o-impasse-do-fim-da-escala-6x1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:48:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Erika Hilton]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Economistas explicam pontos negativos e positivos do fim da escala 6 por 1 para economia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de pôr fim à <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/escala-6-1/">escala 6 por 1</a></strong> ganhou novos rumos nas últimas 24 horas com o envio, pelo presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Luiz Inácio Lula da Silva</a>, de um projeto de lei ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/congresso/">Congresso</a>. O texto prevê a redução da jornada para cinco dias de trabalho por dois de descanso, com <a href="https://veja.abril.com.br/politica/governo-envia-pl-de-fim-da-escala-6x1-sem-urgencia-constitucional/">carga horária máxima de 40 horas</a> semanais, sem redução salarial. Já a PEC que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ccj/">CCJ</a>) da Câmara teve a votação adiada após <a href="https://veja.abril.com.br/politica/pedido-de-vista-adia-analise-da-pec-do-fim-da-escala-6x1-na-ccj/">pedidos de vista</a>. Diante das propostas em discussão, economistas ouvidos por VEJA divergem: de um lado, há o risco de custos relevantes para o crescimento econômico; de outro, a possibilidade de melhora na saúde mental e na produtividade dos trabalhadores.</p>
<p>Na CCJ, a expectativa é que a proposta seja votada na última semana de abril, já que o Congresso deve esvaziar na próxima semana em razão do feriado. Nos bastidores, opositores do governo surpreenderam ao defender que a PEC seja deixada de lado, concentrando esforços na análise do projeto de lei enviado pelo Executivo com urgência constitucional.</p>
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</div>
<p>A avaliação é que um projeto de lei impõe menos amarras do que uma PEC, por não alterar a Constituição. Assim, eventuais efeitos negativos poderiam ser revertidos com maior facilidade. Além disso, a PEC da deputada Érika Hilton (PSOL-SP) prevê jornada de 36 horas semanais, enquanto o projeto de lei estabelece do presidente Lula estabelece 40 horas, o que o torna mais palatável para a oposição.</p>
<h3>Quais são os pontos negativos do fim da escala 6 por 1 para a economia?</h3>
<p>Para Alberto Ajzental, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), tanto a PEC quanto o projeto de lei — ao preverem redução da jornada sem corte de salários — podem prejudicar a economia. Ele lembra que o país vive um dos menores níveis de desemprego da história, o que já pressiona empresários a elevar salários para reter ou contratar funcionários.</p>
<p>“Reduzir a jornada sem reduzir salários significa aumentar o custo da mão de obra, que já está elevado devido ao baixo desemprego. Isso tende a gerar desequilíbrios entre oferta e demanda de empregos”, afirma Ajzental.</p>
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<p>Simulação do economista Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre, indica que o Produto Interno Bruto (PIB) pode ser 2,6% menor caso a jornada caia para 40 horas semanais.</p>
<p>Com um teto de 36 horas, a queda poderia chegar a 7,4% — o equivalente a perder dois anos de crescimento econômico robusto. “A produtividade por hora deve subir, mas não o suficiente para compensar a redução das horas trabalhadas, o que levaria à queda da produção total”, explica Duque.</p>
<p>Antônio Carlos Santos, presidente do Sescon-SP, acrescenta que a medida pode estimular a informalidade, já que a escala 6 por 1 é considerada essencial para setores como o varejo. Com margens apertadas, um aumento de custos pressionaria ainda mais um segmento cíclico e um dos que mais empregam no país.</p>
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<h3>O que o fim da escala 6 por 1 pode gerar de positivo para a economia?</h3>
<p>Por outro lado, há quem defenda a proposta como forma de elevar a produtividade e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) em conjunto com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que longas jornadas estiveram associadas a 745 mil mortes por acidente vascular cerebral e doença isquêmica do coração em um único ano.</p>
<p>Para Diogo Carneiro, professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), o desgaste da saúde dos trabalhadores gera prejuízos tanto para empresas quanto para o sistema público. Nas empresas, afastamentos impactam diretamente a produtividade por menor disponibilidade de mão de obra.</p>
<p>Ele também observa que jornadas extensas aumentam a rotatividade, já que trabalhadores tendem a buscar melhores condições em outros setores. Isso eleva custos com contratação e treinamento, colocando empresas que adotam a escala 6 por 1 em desvantagem.</p>
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<p>“Além disso, o consumo é menor nesse modelo. Com menos tempo livre, as pessoas gastam menos com lazer e turismo, o que reduz a atividade em diversos setores da economia”, afirma Carneiro.</p>
<p>Dados da Organização Internacional do Trabalho mostram que o brasileiro trabalha, em média, 38,5 horas por semana, com produtividade de 21,2 dólares por hora. Na Índia, a jornada média é de 45,7 horas, mas a produtividade é menor, de 10,8 dólares por hora. Ou seja, trabalha-se mais, mas produz-se menos.</p>
<p>Na Dinamarca, ocorre o oposto: a produtividade chega a 92,2 dólares por hora, com jornada semanal de 32,4 horas. Para Ajzental, esse contraste indica que a redução da jornada só é sustentável com ganhos de produtividade, o que depende de educação e qualificação — processos que exigem tempo. “Se implementada de forma abrupta, a medida pode ter efeitos mais negativos do que positivos no curto prazo”, afirma o professor.</p>
<p>Em suma, o fim da escala 6 por 1 pode gerar impactos tanto positivos quanto negativos, o que explica a divergência entre economistas. Embora jornadas mais longas não garantam maior produtividade, a adoção da medida sem um plano consistente para elevar a eficiência da economia pode trazer riscos ao crescimento do país.</p>
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		<item>
		<title>A primeira reação pública de Motta após emplacar vencedor da disputa por cadeira no TCU</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-primeira-reacao-publica-de-motta-apos-emplacar-vencedor-da-disputa-por-cadeira-no-tcu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[TCU - Tribunal de Contas da União]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao chegar ao Congresso nesta quarta-feira, o paraibano foi econômico ao classificar o resultado da noite anterior: "bom demais, né"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Horas após conseguir emplacar Odair Cunha na cadeira do TCU, o presidente da Câmara, Hugo Motta, não conseguia esconder a satisfação pelo resultado da disputa.</p>
<p>Ao chegar ao Congresso nesta quarta-feira, o paraibano foi econômico ao classificar o desfecho da noite anterior: &#8220;bom demais, né&#8221;.</p>
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</div>
<p>Odair foi eleito com 303 votos, com uma perfomance três vezes melhor que o segundo colocado na eleição, Elmar Nascimento, que somou 96 votos.</p>
<p>Segundo aliados, Motta estava confiante no êxito de Odair nas urnas, mas o resultado expressivo o surpreendeu. Esperava uma margem de votos menor.</p>
<p>O ânimo reflete o alívio do chefe da Câmara. Caso o petista fosse derrotado, Motta sairia bastante desmoralizado da corrida.</p>
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</div>
<p>Ele prometeu a vaga a Odair em 2024, quando o colega conseguiu fechar o apoio do PT à sua candidatura ao comando da Casa.</p>
<p>Por isso, ele estava bem empenhado na articulação a favor do petista. Parlamentares relataram que receberam ligações do presidente da Câmara de madrugada e até no fim de semana.</p>
<p>Seu antecessor, <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/arthur-lira/">Arthur Lira</a>, também atuou e montou um exército para operar a favor de Odair. A pupila Amanda Gentil foi responsável por ligar um a um e fazer uma projeção de como seria a votação. Horas antes da eleição, o placar dela apontava que Odair teria 307 votos. &#8220;Errou, mas errou por bem pouco&#8221;, avaliou um expoente do PP.</p>
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			<media:title type="html">O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB)</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>‘Prepare-se para ser abordado’: EUA divulgam áudio de bloqueio naval no Estreito de Ormuz</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/prepare-se-para-ser-abordado-eua-divulgam-audio-de-bloqueio-naval-no-estreito-de-ormuz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Péchy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Golfo Pérsico]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[Forças Armadas americanas afirmam que nove navios foram obrigados a dar meia-volta, após Trump impor o próprio cerco na nevrálgica rota marítima]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comando Central dos <strong>Estados Unidos</strong> (Centcom), unidade do Pentágono responsável pela região do <strong>Oriente Médio</strong>, divulgou nesta quarta-feira, 15, gravações vindas de navios de guerra americanos que apoiam o bloqueio naval imposto por <strong>Donald Trump</strong> no <strong>Estreito de Ormuz</strong>.</p>
<p>O áudio mostra soldados americanos dando ordem para embarcações &#8220;darem meia-volta&#8221; e para se prepararem para ser &#8220;abordadas&#8221;. &#8220;Se não cumprir este bloqueio, usaremos a força&#8221;, alertam os militares.</p>
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</div>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p>U.S. naval vessels are on patrol in the Gulf of Oman as CENTCOM continues to execute a U.S. blockade on ships entering and departing Iranian ports. U.S. forces are present, vigilant, and ready to ensure compliance. <a href="https://t.co/dnHR2oz0ZN">pic.twitter.com/dnHR2oz0ZN</a></p>
<p>— U.S. Central Command (@CENTCOM) <a href="https://twitter.com/CENTCOM/status/2044442538694582501?ref_src=twsrc%5Etfw">April 15, 2026</a></p>
</blockquote>
<p><span><script src="https://platform.twitter.com/widgets.js" async="" charset="utf-8"></script></span></p>
<p>Crucial rota marítima por onde transitam cerca de 20% do petróleo e gás consumidos pelo mundo, Ormuz foi efetivamente fechado pelo Irã desde o início da guerra, como retaliação aos ataques que sofreu dos Estados Unidos e Israel. <span>Durante o conflito, o fluxo no estreito despencou de 130 para seis navios por dia.</span></p>
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</div>
<p>A passagem deveria ser aberta mediante uma trégua acordada em 8 de abril, que vigora até a próxima terça-feira, 21, mas permaneceu trancada devido a um desacordo sobre os termos (em especial, a continuidade dos bombardeios israelenses contra o Líbano, uma das múltiplas frentes do conflito).</p>
<p>A primeira rodada de negociações durante o cessar-fogo, no último sábado, terminou sem acordo, levando o presidente Trump a anunciar o seu próprio bloqueio naval na região. A divulgação dos áudios pelo Centcom acontece dois dias após começar o cerco, que passou a barrar navios do Irã e quaisquer embarcações saindo ou chegando a portos do país, despachando 10 mil militares, quinze navios de guerra e dezenas de aviões e helicópteros para fiscalizar uma área que engloba o Golfo de Omã e o Mar Arábico (o Estreito de Ormuz conecta essas águas ao Golfo Pérsico, lar das monarquias árabes petrolíferas).</p>
<h3>Estratégia arriscada</h3>
<p>Com a medida, os Estados Unidos pretendem pressionar o setor de petróleo iraniano, pilar de sua economia, e encerrar os pagamentos do chamado &#8220;pedágio de Teerã&#8221;, que por cerca de US$ 2 milhões tem permitido navios seletos atravessarem a nevrálgica rota marítima.</p>
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<p>Mesmo em guerra, a República Islâmica manteve sua média de exportações de petróleo (cerca de 1,6 milhão de barris diários), mas com preços mais altos: em março, arrecadou US$ 140 milhões por dia, salto de 20% em relação ao mês anterior. Com a barreira, porém, a nação persa pode ser obrigada a reduzir a produção já em maio, segundo a analista Vortexa, embora outras estimativas apontem que só haverá efeito depois de três meses.</p>
<p>Mais cedo nesta quarta, o Centcom também informou que nove embarcações tiveram que dar meia-volta e retornar a um porto ou a uma área costeira do Irã durante as primeiras 48 horas do bloqueio que começou na segunda 13. Apesar disso, o regime iraniano afirmou que está utilizando portos alternativos para contornar a Marinha americana e que, nesta quarta, dois de seus navios conseguiram furar a barreira e atravessar Ormuz.</p>
<p>Teerã considera retomar ataques contra petroleiros de países como o Iraque, hoje autorizados a transitar mediante o tal pedágio. A Guarda Revolucionária Islâmica também ameaçou retaliar o que chama de “ato de pirataria” mirando portos da região e outras rotas, como o Mar Vermelho.</p>
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</div>
<h3>Negociações</h3>
<p>Apesar das tensões em alto mar, a Casa Branca anunciou nesta quarta-feira que há conversas sobre a realização de uma segunda rodada de negociações de paz com o Irã no Paquistão, mediador das tratativas e responsável por costurar a interrupção temporária das hostilidades, expressando otimismo quanto a possibilidade de um acordo.</p>
<p>&#8220;Essas discussões estão em andamento&#8221; e &#8220;estamos confiantes quanto às perspectivas de um acordo&#8221;, disse a secretária de imprensa Karoline Leavitt a jornalistas, acrescentando que novas negociações &#8220;muito provavelmente&#8221; ocorrerão em Islamabad, capital paquistanesa.</p>
<p>De acordo com a agência de notícias Bloomberg, autoridades americanas e iranianas consideram ainda a <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/eua-e-ira-avaliam-estender-cessar-fogo-por-mais-duas-semanas-diz-agencia/">possibilidade de estender a trégua por mais duas semanas</a>, ganhando mais tempo para tratar dos principais obstáculos no caminho para uma paz duradoura.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Mulher morre após ser atacada pelo próprio pitbull; especialista analisa caso e fala de sinais de risco</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/saude/mulher-morre-apos-ser-atacada-pelo-proprio-pitbull-especialista-analisa-caso-e-fala-de-sinais-de-risco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Sponchiato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6119962</guid>

					<description><![CDATA[Episódio ocorrido no Maranhão expõe perigos que muitas vezes passam batido dentro dos lares ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A morte de uma mulher após ser atacada pelo próprio pitbull, no interior do Maranhão, não pode ser vista apenas como uma fatalidade isolada. Casos como esse nos obrigam a refletir sobre um tema delicado, mas necessário: a responsabilidade envolvida na convivência com cães, especialmente aqueles de grande porte e com histórico desconhecido.</p>
<p><span class="s2">Segundo as informações divulgadas, o animal vivia com a família havia cerca de dois anos e havia sido adotado já adulto. Esse detalhe é central para a compreensão do caso. Sempre que lidamos com um cão cuja trajetória anterior não é conhecida, sobretudo quando se trata de um animal forte e sem acompanhamento comportamental, existe um risco que precisa ser considerado com seriedade.</span></p>
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</div>
<p><span class="s2">Ao longo da minha experiência, percebo que ainda é muito comum a ideia de que ataques acontecem “do nada”, como se fossem episódios imprevisíveis. Mas, na prática, isso raramente corresponde à realidade. O comportamento de um cão é construído dentro do ambiente em que ele vive. Ele responde à rotina, à forma como é conduzido e ao nível de clareza na relação estabelecida com o tutor.<br />
</span></p>
<p><span class="s2">Ambientes desorganizados, sem regras consistentes e emocionalmente instáveis tendem a gerar cães mais inseguros, ansiosos e, consequentemente, mais reativos. Isso não significa que o animal seja naturalmente agressivo, mas sim que ele está reagindo a estímulos e dinâmicas que impactam diretamente sua estabilidade emocional.</span></p>
<p><span class="s2">Também é importante considerar as características físicas e históricas da raça. O pitbull foi selecionado ao longo do tempo para rinhas, o que resultou em força muscular, resistência e alto potencial de mordida. Em uma situação de ataque, portanto, o impacto tende a ser muito maior. Ignorar esse fator é negligenciar uma parte importante da discussão.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span class="s2">Ao mesmo tempo, é essencial afastar um equívoco recorrente: não existe cão agressivo por natureza. O comportamento é resultado direto da forma como esse animal foi criado, conduzido e socializado. Qualquer cão, independentemente da raça, pode morder diante de situações de medo, dor, estresse ou insegurança. A mordida, afinal, é seu principal mecanismo de defesa. </span></p>
<p><span class="s2">Um dos erros mais comuns está justamente na relação construída dentro de casa. Muitos tutores confundem afeto com ausência de limites. Cães precisam, sim, de proximidade, carinho e vínculo emocional, mas também necessitam de direção, previsibilidade e segurança.</span></p>
<p><span class="s2">Quando não aprendem a lidar com frustração, não desenvolvem autocontrole e passam a depender emocionalmente do tutor, o risco de comportamentos disfuncionais aumenta. Isso pode se manifestar em forma de ansiedade, proteção de recursos, reatividade e, em casos mais graves, agressividade. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span class="s2">É importante destacar que esses comportamentos não surgem de maneira repentina. Na maioria das vezes, eles dão sinais prévios, mudanças na postura, rosnados, rigidez corporal, isolamento ou irritabilidade, que acabam sendo ignorados ou mal interpretados pelos tutores.</span></p>
<p><span class="s2">Nesse contexto, o adestramento deixa de ser um luxo e passa a ser uma ferramenta essencial de prevenção. Ele organiza a comunicação entre tutor e animal, cria previsibilidade e ajuda o cão a responder melhor aos estímulos do ambiente. Sem esse trabalho, o tutor muitas vezes perde a capacidade de leitura e de intervenção antes que a situação se agrave.</span></p>
<p><span class="s2">O caso do Maranhão precisa servir como alerta. Ter um cão exige mais do que carinho: exige preparo, responsabilidade e consciência sobre as necessidades físicas e emocionais do animal. Quando o comportamento é negligenciado o risco aumenta.</span></p>
<p><em><span class="s3">* Cleber Santos é especialista em comportamento animal e CEO da ComportPet </span></em></p>
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		<title>Livro Bege do Fed aponta economia resiliente nos EUA, mas guerra acende alerta</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/livro-bege-do-fed-aponta-economia-resiliente-mas-guerra-no-oriente-medio-eleva-incertezas-e-pressiona-precos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[Fed]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório do Federal Reserve mostra avanço moderado da atividade nos EUA, mercado de trabalho estável e impacto crescente da alta da energia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="322" data-end="636">O Federal Reserve divulgou nesta quarta-feira, 15, o Livro Bege, relatório que reúne avaliações sobre as condições econômicas nos 12 distritos regionais do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">banco central</a> americano. Segundo o documento, a atividade econômica dos Estados Unidos avançou em ritmo leve a moderado em oito das doze regiões analisadas.</p>
<p data-start="638" data-end="1053">O conflito no Oriente Médio foi citado como uma das principais fontes de incerteza no período, dificultando decisões empresariais relacionadas a contratações, formação de preços e novos investimentos. Diante desse cenário, muitas companhias têm adotado posturas mais cautelosas. Como reflexo, os gastos dos consumidores cresceram em algumas regiões, enquanto os preços dos combustíveis subiram de forma relevante.</p>
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</div>
<p data-start="1055" data-end="1255">No setor produtivo, a atividade manufatureira avançou na maior parte dos distritos. Já o sistema bancário permaneceu estável, com demanda por crédito variando entre estável e moderadamente positiva.</p>
<p data-start="1257" data-end="1586">O mercado de trabalho também mostrou resiliência. O emprego ficou estável ou registrou leve alta na maior parte do país, embora um distrito tenha apontado pequena retração. A demanda por mão de obra foi descrita como constante, com baixa rotatividade, poucas demissões e contratações concentradas na reposição de vagas abertas.</p>
<p data-start="1588" data-end="2109">Diversos distritos relataram melhora na oferta de trabalhadores, embora ainda exista dificuldade para preencher cargos especializados, principalmente em áreas técnicas. Em relação à inteligência artificial, a maioria das regiões informou que a tecnologia ainda não provocou impactos significativos no nível geral de emprego. Ainda assim, algumas empresas destacaram ganhos de produtividade com IA, o que permitiu adiar ou reduzir novas contratações. Os salários seguiram em trajetória de alta, embora em ritmo moderado.</p>
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</div>
<p data-start="2111" data-end="2526">Na inflação, o relatório mostrou que o aumento dos custos de insumos superou a capacidade de repasse aos consumidores, pressionando as margens das empresas. Energia e combustíveis tiveram forte alta em todos os distritos, movimento atribuído ao conflito no Oriente Médio, o que elevou também despesas com frete e transporte, além de encarecer produtos como plásticos, fertilizantes e outros derivados de petróleo.</p>
<p data-start="2528" data-end="2804" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Outras pressões de custo também foram mencionadas. Vários distritos relataram aumento nos preços de metais, como aço, cobre e alumínio, em meio ao impacto de tarifas comerciais. Os custos ligados à tecnologia, tanto de hardware quanto de software, também avançaram no período.</p>
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		<title>‘Ponte montanha-russa’ nos EUA é reaberta após reforma; vídeo mostra como é a subida</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/ponte-montanha-russa-nos-eua-e-reaberta-apos-reforma-video-mostra-como-e-a-subida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[ponte]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[Travessia pela estrutura de 61 metros de altura é conhecida por sua inclinação acentuada, que costuma provocar apreensão em motoristas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A famosa <span><strong>Rainbow Bridge</strong>, nos <strong>Estados Unidos</strong>, foi reaberta no sábado 11, após passar por uma reforma que durou mais de um ano. </span></p>
<p><span>Localizada no estado do Texas, a ponte liga as cidades de Port Arthur e Bridge City, cruzando o rio Neches e conectando os condados de Jefferson e Orange. Com aproximadamente 61 metros de altura — o equivalente a um prédio de cerca de 20 andares —, a travessia é conhecida por sua inclinação acentuada, que costuma provocar apreensão em motoristas e chega a ser comparada a uma montanha-russa.</span></p>
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<video class="wp-video-shortcode" id="video-6119866-1" width="1080" height="1920" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ssstik.io_1776276716283.mp4?_=1" /><a href="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ssstik.io_1776276716283.mp4">https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ssstik.io_1776276716283.mp4</a></video></div>
<p><span>Com cerca de 442 metros de extensão total e um vão central de aproximadamente 207 metros, a ponte é considerada uma das mais altas da região. Construída em 1938, a estrutura surgiu em meio à expansão industrial local, especialmente ligada ao setor petroquímico.</span></p>
<p><span>Durante o período da reforma, o tráfego foi redirecionado para a Ponte Memorial dos Veteranos, inaugurada em 1988 e situada ao lado da Rainbow Bridge. Embora também alta, com cerca de 37 metros, a alternativa é vista como menos intimidadora por quem passa pela região.</span></p>
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</div>
<p><span>De acordo com o Departamento de Transportes do Texas, as obras incluíram a <span>reconstrução</span> do pavimento, <span>nas grades de segurança e a substituição de milhares de fixadores e conectores de aço essenciais para a estrutura da ponte</span>. </span></p>
<p><span>Inicialmente, esperava-se que a reforma levasse 18 meses, mas o projeto foi concluído cerca de seis meses antes. Em comunicado divulgado nas redes sociais, o Departamento de Transportes informou que todas as faixas foram reabertas e que o fluxo segue sem restrições.</span></p>
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		<title>Argentina acusada de racismo no Rio é denunciada por roubar carro de ex-namorado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo jornal Clarín, Agostina Páez teria se recusado a devolver veículo emprestado por antigo companheiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A advogada argentina <strong>Agostina Páez,</strong> que passou três meses detida no Rio de Janeiro por uma acusação de racismo, está respondendo a um novo processo criminal após ser denunciada por roubo de carro. Segundo informações divulgadas pelo jornal <em>Clarín</em> nesta quarta-feira, 15, um ex-namorado apresentou queixa contra Páez, alegando que ela não devolveu um veículo emprestado durante o relacionamento.</span></p>
<p><span>De acordo com a denúncia apresentada pelo dentista <strong>Javier Zanoni</strong>, a advogada teria recebido um automóvel modelo<em> Citroën Cactus</em> por empréstimo, mas se recusou a devolver após o fim do namoro. Zanoni, que morou por três anos com Páez, afirma ter feito diversos apelos pela devolução, pessoalmente e por telefone, mas não foi atendido.</span></p>
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</div>
<p><span>Apresentando o registro e o documento do veículo em seu nome, Zanoni abriu uma denúncia criminal por apropriação indébita e abuso de confiança em um tribunal de La Banda, na província de Santiago del Estero, onde ambos moram. &#8220;Ele foi paciente devido à situação dela, mas já havia solicitado educadamente a devolução&#8221;, disse a advogada do dentista, <strong>Elizabeth Maldonado,</strong> em entrevista à imprensa local.</span></p>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/brasil/argentina-acusada-de-racismo-no-rio-retorna-a-buenos-aires-sou-inimiga-publica-no-brasil/">+ Argentina acusada de racismo no Rio retorna a Buenos Aires: ‘Sou inimiga pública no Brasil’</a></strong></p>
<p><span>Pessoas próximas a Páez, no entanto, afirmam que a versão apresentada por Zanoni não corresponde à realidade. &#8220;É uma farsa maior que o estádio da Copa do Mundo que temos em Santiago&#8221;, disse uma fonte não identificada ouvida pelo <em>Clarín.</em> </span></p>
<p><span>Segundo essa versão alternativa, a história do <em>Citroën Cactus</em> teve início em 2024, quando o pai de Agostina Páez, Mariano, havia adquirido o veículo como um presente para a filha, recém-formada em Direito. Por motivos não divulgados, Mariano teria registrado o automóvel no nome do genro, que agora utiliza o carro para uma retaliação pelo término do relacionamento.</span></p>
<p><span>Agostina Páez ganhou notoriedade no Brasil após ser flagrada imitando um macaco em direção a dois funcionários de um bar. O ato teria sido motivado por uma discussão com trabalhadores devido a um erro no pagamento da conta. Páez também teria chamado as vítimas de &#8220;mono&#8221; (macaco, em espanhol) e &#8220;negro&#8221; no sentido pejorativo. Um vídeo mostra o momento em que ela aparece, já na rua, imitando os sons e movimentos de um macaco, enquanto uma outra mulher tenta levá-la embora.</span></p>
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			<media:title type="html">Agostina Páez</media:title>
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