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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<link>https://veja.abril.com.br</link>
	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>Ação penal contra Eduardo Cunha vai para o STF</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/acao-penal-contra-eduardo-cunha-vai-para-o-stf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Alves]]></category>
		<category><![CDATA[OAS]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-deputado é investigado por suspeita de receber propina da OAS ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação penal que tramitava contra o ex-deputado Eduardo Cunha na Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte foi enviada ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>.</p>
<p>Também são réus o ex-deputado Henrique Eduardo Alves e o empresário Léo Pinheiro, dono da OAS, entre outros investigados.</p>
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</div>
<p>A suspeita é de que Cunha e Alves tenham recebido propina da OAS, entre 2012 e 2014, em troca da defesa dos interesses da empresa.</p>
<p>A investigação começou no STF, em 2016, mas foi enviada à primeira instância naquele ano após Cunha perder o mandato.</p>
<p>O caso retornou à Corte agora devido à última mudança nas regras do foro privilegiado, que determina que a competência do STF continue após o fim do mandato.</p>
<p>O relator do caso será o ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, que determinou a citação de Cunha.</p>
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		<title>Déficit em transações correntes soma US$ 1,8 bilhão em abril, diz Banco Central</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/deficit-em-transacoes-correntes-soma-us-18-bilhao-em-abril-diz-banco-central/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ligia Moraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Saldo negativo das contas externas foi pressionado por alta nos déficits de serviços e renda primária, apesar do avanço da balança comercial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="740" data-end="1033">As transações correntes do Brasil registraram déficit de US$ 1,8 bilhão em abril de 2026, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 26, pelo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">Banco Central</a>. Em abril do ano passado, o saldo negativo havia sido de US$ 1,6 bilhão.</p>
<p data-start="1035" data-end="1235">Segundo o Banco Central, o resultado refletiu principalmente o aumento dos déficits nas contas de serviços e renda primária, parcialmente compensado pelo crescimento do superávit da balança comercial.</p>
<p data-start="1237" data-end="1499">No acumulado de 12 meses até abril, o déficit em transações correntes somou US$ 64,3 bilhões, equivalentes a 2,66% do Produto Interno Bruto (PIB). Em abril de 2025, o rombo acumulado era de US$ 73,9 bilhões, ou 3,46% do PIB.</p>
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<p data-start="1501" data-end="1815">O superávit da balança comercial atingiu US$ 9,7 bilhões em abril, acima dos US$ 7 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado. As exportações cresceram 13,9% na comparação anual, para US$ 34,3 bilhões, enquanto as importações avançaram 6,2%, totalizando US$ 24,6 bilhões.</p>
<p data-start="1817" data-end="2111">Já o déficit na conta de serviços somou US$ 5 bilhões em abril, ante US$ 4,1 bilhões um ano antes. O Banco Central destacou o aumento das despesas líquidas com telecomunicações, computação e informações, além da alta nos gastos com aluguel de equipamentos.</p>
<p data-start="2113" data-end="2369">As despesas líquidas de viagens internacionais chegaram a US$ 1,5 bilhão, alta de 66,4% em relação a abril de 2025. Os gastos de brasileiros no exterior cresceram 34,8%, passando de US$ 1,7 bilhão para US$ 2,3 bilhões.</p>
<p data-start="2371" data-end="2593">O déficit em renda primária totalizou US$ 6,8 bilhões em abril, avanço de 35,5% na comparação anual. As despesas líquidas com lucros, dividendos e juros registraram aumento no período.</p>
<p data-start="2595" data-end="2785" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Os investimentos diretos no país registraram entrada líquida de US$ 8,9 bilhões em abril, acima dos US$ 5,4 bilhões observados no mesmo período de 2025.</p>
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		<title>Diabetes: Anvisa aprova primeira versão sintética do Ozempic de laboratório brasileiro</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/saude/diabetes-anvisa-aprova-primeira-versao-sintetica-do-ozempic-de-laboratorio-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Felix]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Caneta injetável Ozivy, da EMS, é uma semaglutida sintética similar ao medicamento biológico com patente quebrada em março; veja apresentações liberadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>primeira caneta de semaglutida sintética</strong> similar ao Ozempic, remédio indicado para o tratamento de <strong>diabetes tipo 2</strong>, teve o registro liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira, 26. A aprovação, publicada no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-2.122-de-25-de-maio-de-2026-708307757" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União (DOU)</em></a>, foi para o medicamento <strong>Ozivy</strong>, da farmacêutica brasileira EMS.</p>
<p>O Ozivy tem o mesmo princípio ativo do Ozempic, a semaglutida biológica da Novo Nordisk, cuja <a href="https://veja.abril.com.br/saude/fim-da-patente-quando-genericos-do-ozempic-chegam-as-farmacias-e-quanto-podem-custar/" target="_blank" rel="noopener">patente caiu em março deste ano</a>, mas é uma versão sintética. A solicitação do registro foi feita pela EMS em 2023 e a Anvisa submeteu o produto a avaliações técnicas para comprovar eficácia, segurança e qualidade.</p>
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</div>
<p>A empresa não foi a única a solicitar avaliação para registro diante da queda da patente e, segundo a agência, outros análogos do GLP-1, a classe do medicamento, estão em análise.</p>
<p>&#8220;Atualmente, outros cinco medicamentos de origem sintética e um de origem biológica da semaglutida seguem em análise na Agência, além de outros processos que estão na fila&#8221;, informou, em nota.</p>
<h3>Indicação do Ozivy</h3>
<p>A Anvisa determinou que o medicamento Ozivy poderá ser usado por <strong>adultos com diabetes tipo 2</strong> em quadros nos quais a doença não está controlada em dois cenários: quando a metformina, medicamento para a condição, não puder ser usada por contraindicações ou intolerância e como tratamento combinado para a doença.</p>
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</div>
<p>Assim como o Ozempic, a administração é semanal, mas o novo remédio tem uma forma diferente de conservação. &#8220;Ele deve ficar armazenado em geladeira (em temperaturas de 2 °C a 8 °C) antes e depois de iniciado o tratamento&#8221;, explica a Anvisa.</p>
<p>A agência destaca que, como todos os medicamentos análogos do GLP-1, a venda só poderá ser feita com receita em duas vias — a mesma dos medicamentos controlados —.</p>
<h3>Veja as opções de apresentações aprovadas:</h3>
<ul>
<li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 1,5 ml + 1 caneta + 6 agulhas</li>
<li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 3 ml + 2 canetas +10 agulhas</li>
<li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 1,5 ml + 1 caneta + 4 agulhas</li>
<li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 3 ml + 2 canetas + 8 agulhas</li>
</ul>
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</div>
<h3>Quando o medicamento vai começar a ser vendido?</h3>
<p>A aprovação é uma etapa fundamental para que um medicamento possa ser comercializado, mas ainda existe o processo de precificação, realizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que define o preço máximo de venda.</p>
<p>A chegada às farmácias também depende da farmacêutica que, de acordo com suas estratégias comerciais, define quando a comercialização terá início.</p>
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</div>
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		<item>
		<title>A revolução em curso nas heroínas de novelas da TV Globo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/a-revolucao-em-curso-nas-heroinas-de-novelas-da-tv-globo/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/a-revolucao-em-curso-nas-heroinas-de-novelas-da-tv-globo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valmir Moratelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[letícia colin]]></category>
		<category><![CDATA[novela]]></category>
		<category><![CDATA[Quem Ama Cuida]]></category>
		<category><![CDATA[TV Globo]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise: sai a mocinha frágil e entra a jovem destemida capaz de – quase tudo pelo seu ‘happy end’]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Agora a </em><a href="https://www.instagram.com/veja.gente"><i>coluna GENTE</i></a><em> também está no </em><a href="https://www.instagram.com/veja.gente"><i>Instagram</i></a><em>. Siga o perfil </em><a href="https://www.instagram.com/veja.gente"><i>@veja.gente</i></a><em></em></p>
<p>Foi assim com Gerluce (<b>Sophie Charlotte</b>), de <i>Três Graças</i>, e tem tudo para ser a mesma fórmula com Adriana (Leticia Colin, em <i>Quem ama cuida</i>. Temos um novelão calcado na figura de uma mulher forte, atravessada pela dor e injustiças vitais a um melodrama, mas com um sangue nos olhos que faz dessa protagonista o charme motivador de toda a história.</p>
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</div>
<p>Algumas outras recentes novelas brasileiras têm investido nessas heroínas modernas, personagens femininas construídas para refletir dilemas contemporâneos ligados à independência, carreira, sexualidade, maternidade e autonomia emocional. Diferentemente das protagonistas clássicas movidas apenas pelo romance, as mulheres do horário nobre passam agora a ocupar o centro das tramas como figuras complexas, contraditórias e socialmente ativas, enfrentando temas como violência de gênero, pressão estética, desigualdade profissional e exposição nas redes sociais.</p>
<p>Produções como <i>Todas as Flores, Vai na Fé</i> e <i>Elas por Elas</i> ajudaram, da mesma forma, a consolidar uma nova representação feminina na dramaturgia: mulheres que erram, lideram, desejam, recomeçam e não dependem exclusivamente de um par romântico para validar suas trajetórias. É menos caricato, mais factível. O público tem tudo para comprar essa ideia.</p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Baby do Brasil fala de apocalipse, evangélicos, sexo e posição política | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/0ubWeXxoQy4?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Expert XP recebe ex-secretária do Tesouro dos EUA Janet Yellen </title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/expert-xp-recebe-ex-secretaria-do-tesouro-dos-eua-janet-yellen/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[Yellen ocupou o cargo entre 2021 e 202,  sendo a primeira mulher na posição]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ex-secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen vem ao Brasil à convite do festival Expert XP. Yellen ocupou o cargo entre 2021 e 202,  sendo a primeira mulher na posição. Ela também esteve à frente da assessoria econômica americana de 1997 a 1999.  Entre 2010 e 2014, ocupou a vice-presidência do Fed, o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">banco central</a> americano, passando depois ao comando da instituição, na qual permaneceu por mais quatro anos.</p>
<p>Em sua participação no evento, que acontece entre os dias 23 a 25 de julho, Yellen irá trazer sua visão e experiência sobre os mercados financeiros globais, bem como sobre o panorama econômico atual, passando por temas como condução da política monetária em meio a tensões geopolíticas, revolução da IA e estímulos fiscais, Relação Eua-China, papel dos criptoativos e moedas digitais.</p>
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</div>
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			<media:title type="html">GettyImages-2155454475.jpg</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Coreia do Norte testa mísseis balísticos e preocupa Seul devido a rota de lançamento</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/coreia-do-norte-testa-misseis-balisticos-e-preocupa-seul-devido-a-rota-de-lancamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[mísseis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164817</guid>

					<description><![CDATA['Vários projéteis' foram lançados da cidade de Chongju, na costa oeste norte-coreana, e percorreram quase 80 km]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">A <strong>Coreia do Norte</strong> lançou <span>&#8220;vários projéteis&#8221;</span> <span>em direção ao <strong>Mar Amarelo</strong>, localizado entre Pyongyang, Pequim e Seul,</span> nesta terça-feira, 26, informou o exército sul-coreano.</span></p>
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</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="4">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em comunicado, o Estado-Maior Conjunto sul-coreano afirmou que <span>os mísseis</span> foram disparados da cidade de <span>Chongju</span>, na costa oeste norte-coreana, <span>por volta das 13h (horário local). </span>Entre os projéteis, que percorreram quase 80 km, havia um míssil balístico de curto alcance, segundo o <span class="_aupe copyable-text xkrh14z">exército sul-coreano.</span></p>
</div>
</div>
<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores sul-coreano, Park Il, instou que a Coreia do Norte responda à política de paz de Seul e aos seus esforços para reduzir as tensões na região.</p>
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</div>
<p>&#8220;Como apoiamos firmemente a não proliferação nuclear, continuaremos nos esforçando para alcançar avanços substanciais na resolução do problema nuclear norte-coreano, com uma abordagem gradual e pragmática, mantendo o objetivo da desnuclearização completa&#8221;, afirmou.</p>
<h3>Intensificação de testes</h3>
<p>O lançamento <span>— <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/coreia-do-norte-dispara-nova-salva-teste-de-misseis-em-meio-a-tensoes-com-seul/">o </a></span><span><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/coreia-do-norte-dispara-nova-salva-teste-de-misseis-em-meio-a-tensoes-com-seul/">oitavo teste desde o início do ano</a> — </span>ocorre pouco mais de um mês após o país testar vários mísseis balísticos de curto alcance que estavam equipados com bombas de fragmentação. <span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Na época, a mídia estatal informou que o objetivo do teste era “verificar as características e o poder de uma ogiva de bomba de fragmentação”.</span></p>
<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Em março, o líder norte-coreano <strong>Kim Jong-un</strong> disse que o status de seu país como um <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/coreia-do-norte-diz-nao-estar-sujeita-a-tratados-de-nao-proliferacao-de-armas-nucleares/">Estado com armas nucleares era irreversível</a> e que expandir uma &#8220;dissuasão nuclear autodefensiva&#8221; era fundamental para a segurança nacional.</span></p>
<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">O país tem se concentrado em expandir seus arsenais nuclear e de mísseis desde o fim da diplomacia nuclear com os <strong>Estados</strong> <strong>Unidos</strong> em 2019.</span></p>
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		<item>
		<title>Trem atinge ônibus escolar com crianças na Bélgica e deixa pelo menos quatro mortos</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/trem-atinge-onibus-escolar-com-criancas-na-belgica-e-deixa-pelo-menos-quatro-mortos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Péchy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de carro]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>
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					<description><![CDATA[Acidente aconteceu em uma passagem de nível e não está claro qual foi a causa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro pessoas, incluindo duas crianças, morreram nesta terça-feira, 26, na <strong>Bélgica</strong> em uma colisão entre um trem e um ônibus escolar, afirmou o vice-primeiro-ministro <strong>Maxime Prévot</strong>. O acidente ocorreu na cidade de Buggenhout, a cerca de 20 quilômetros de Bruxelas.</p>
<p>&#8220;Esta manhã, ocorreu uma colisão trágica em Buggenhout entre um trem e um ônibus escolar. Quatro pessoas perderam a vida, incluindo duas crianças&#8221;, escreveu a autoridade no X (ex-Twitter).</p>
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</div>
<p><strong>Jean-Luc Crucke</strong>, ministro da Mobilidade, afirmou em entrevista televisionada ao canal de notícias RTL que entre as vítimas fatais estão dois adolescentes, o motorista da van e um acompanhante.</p>
<h3>O acidente</h3>
<p>A porta-voz da <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> belga, An Berger, informou ao canal VRT que a bordo do veículo escolar estavam sete crianças, além do motorista e acompanhante. De acordo com a emissora, o ônibus estava levando os jovens para uma escola de educação especial.</p>
<p>O incidente aconteceu em uma passagem de nível na localidade de Buggenhout, ao norte de Bruxelas, informou à agência de notícias AFP Frédéric Sacré, porta-voz da Infrabel, empresa que administra a rede ferroviária belga. Segundo ele, a colisão aconteceu às 8h08 locais (3h00 em Brasília), quando o micro-ônibus foi atingido por um trem que deveria fazer uma parada na estação seguinte, a aproximadamente um quilômetro.</p>
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</div>
<p>&#8220;O impacto foi extremamente violento&#8221;, disse Sacré. Os relatos iniciais sugerem que a cancela estava abaixada na passagem de nível, e não ficou claro por que o acidente ocorreu.</p>
<h3>&#8220;Europa chora&#8221;</h3>
<p>O ministro do Interior, Bernard Quintin, lamentou o &#8220;trágico acidente&#8221; em uma mensagem publicada no X: &#8220;Meus pensamentos estão com as vítimas e seus entes queridos. Desejo muita força aos feridos&#8221;, escreveu.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, por sua vez, afirmou que está &#8220;desolada&#8221; com a colisão e expressou as &#8220;mais profundas condolências às famílias das vítimas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Hoje, a Europa chora com a Bélgica&#8221;, publicou ela nas redes sociais.</p>
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</div>
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		<item>
		<title>Mais um estado do Nordeste onde Lula vence no 1º turno, segundo pesquisa Real Time Big Data</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/mais-um-estado-do-nordeste-onde-lula-vence-no-1o-turno-segundo-pesquisa-real-time-big-data/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Caniato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164828</guid>

					<description><![CDATA[Presidente lidera com até 37 pontos de vantagem no Sergipe; Flávio Bolsonaro e Aécio Neves são os mais rejeitados ao Planalto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No estado do <strong>Sergipe</strong> &#8212; menor colégio eleitoral do Nordeste e sexto menor do Brasil, com 1,73 milhão de eleitores aptos a votar em 2026 &#8211;, <strong>o presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva lidera com folga a corrida presidencial</strong> e pode ser reeleito já no primeiro turno. A pesquisa Real Time Big Data foi publicada nesta terça-feira, 26.</p>
<p>Em cenário único de primeiro turno, <strong>Lula encabeça a disputa com 58% das intenções de voto, seguido por <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> (PL-RJ), com 21% do eleitorado</strong>. Considerando o limite inferior da margem de erro, o atual presidente tem entre 33 e 37 pontos de vantagem sobre o senador.</p>
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</div>
<p>A terceira posição é marcada por um <strong>empate técnico entre nada menos que onze pré-candidato</strong>s. O ex-governador Romeu Zema (Novo) e o ativista Renan Santos (Missão) têm 3% dos votos sergipanos, cada um; os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Aécio Neves (PSDB), o ex-ministro do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> Joaquim Barbosa (DC) e o escritor Augusto Cury (Avante) pontuam 1% cada; e o ex-deputado federal Cabo Daciolo (Mobiliza), a ativista Samara Martins (UP), o jornalista Rui Costa Pimenta (PCO) e os professores Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) somam 1% do eleitorado.</p>
<p><strong>Presidente &#8212; 1º turno (cenário único)</strong></p>
<ul>
<li>Lula (PT): 58%</li>
<li>Flávio Bolsonaro (PL): 21%</li>
<li>Romeu Zema (Novo): 3%</li>
<li>Renan Santos (Missão): 3%</li>
<li>Ronaldo Caiado (PSD): 1%</li>
<li>Joaquim Barbosa (DC): 1%</li>
<li>Aécio Neves (PSDB): 1%</li>
<li>Augusto Cury (Avante): 1%</li>
<li>Outros: 1%</li>
<li>Nulo/Branco: 5%</li>
<li>Não sabe/não respondeu: 5%</li>
</ul>
<p>Em eventual segundo turno, Lula aparece com 62% dos votos contra 26% de Flávio Bolsonaro, marcando até 36 pontos percentuais de dianteira sobre o rival bolsonarista.</p>
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</div>
<p><strong>Presidente &#8212; 2º turno (cenário único)</strong></p>
<ul>
<li>Lula (PT): 62%</li>
<li>Flávio Bolsonaro (PL): 26%</li>
<li>Nulo/Branco: 6%</li>
<li>Não sabe/não respondeu: 6%</li>
</ul>
<h3>Flávio e Aécio são os nomes mais rejeitados no Sergipe para o Planalto</h3>
<p>Ainda conforme a pesquisa, <strong>o ranking de rejeição eleitoral é liderado por Flávio Bolsonaro, com 55%, e por Aécio Neves, com 49%</strong>. Lula aparece em terceiro, rejeitado por 32%, tecnicamente empatado com Cabo Daciolo (31%) e Ronaldo Caiado (29%).</p>
<p><strong>Presidente &#8212; Rejeição Eleitoral</strong></p>
<ul>
<li>Flávio Bolsonaro (PL): 55%</li>
<li>Aécio Neves (PSDB): 49%</li>
<li>Lula (PT): 32%</li>
<li>Cabo Daciolo (Mobiliza): 31%</li>
<li>Ronaldo Caiado (PSD): 29%</li>
<li>Romeu Zema (Novo): 27%</li>
<li>Joaquim Barbosa (DC): 26%</li>
<li>Renan Santos (Missão): 22%</li>
<li>Rui Costa Pimenta (PCO): 22%</li>
<li>Augusto Cury (Avante): 22%</li>
<li>Samara Martins (UP): 19%</li>
<li>Hertz Dias (PSTU): 18%</li>
<li>Edmilson Costa (PCB): 18%</li>
<li>Não Rejeita Nenhum: 2%</li>
<li>Não sabe/não respondeu: 3%</li>
</ul>
<p>A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores no Sergipe entre os dias 23 e 25 de maio de 2026. A margem de erro é estimada em 2 pontos percentuais (pp), para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O levantamento está registrado junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-00282/2026.</p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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	</item>
		<item>
		<title>Copasa: Aegea e Equatorial disputam privatização</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/copasa-aegea-e-equatorial-disputam-privatizacao/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/economia/copasa-aegea-e-equatorial-disputam-privatizacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Privatização]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento Básico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164780</guid>

					<description><![CDATA[Gestores do mercado financeiro comentam que a possibilidade de a Equatorial vencer o leilão é baixa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O leilão de privatização da Copasa atraiu propostas de dois grandes grupos do setor. A primeira foi apresentada pelo consórcio dos controladores da Aegea, formado por Itaúsa, Equipav e o Fundo Soberano de Singapura (GIC). A segunda oferta partiu da Equatorial, segundo fontes do mercado financeiro. Procurada por VEJA, a companhia afirmou que acompanha continuamente oportunidades em suas áreas de atuação, mas não comenta potenciais negócios ou aquisições.</p>
<p>Em fato relevante enviado ao mercado, Itaúsa e Aegea confirmaram a participação em um consórcio interessado em adquirir os 30% do capital controlador da Copasa. Segundo a Itaúsa, a Aegea terá fatia de 1% no grupo. Os acionistas controladores da companhia — Itaúsa, Equipav e GIC — dividirão igualmente os 99% restantes, com participação de 33% para cada um.</p>
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</div>
<p>Fontes do mercado financeiro afirmam que a Equatorial também apresentou proposta, embora parte dos gestores demonstre ceticismo quanto à capacidade da empresa de participar da operação. “Acho difícil a Equatorial levantar recursos para esse leilão. A ação pode despencar por causa da notícia, já que a companhia continua alavancada”, afirmou um gestor sob condição de anonimato.</p>
<p>A Equatorial encerrou o primeiro trimestre de 2026 com alavancagem de 2,7 vezes, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda. O acordo de covenants da sétima emissão de debêntures da empresa estabelece um limite de 4,5 vezes para esse indicador. Embora a Equatorial esteja dentro do parâmetro previsto, uma nova aquisição pode pressionar ainda mais seu nível de endividamento.</p>
<p>Procurada por VEJA, a Equatorial não negou o envio da proposta, mas preferiu não detalhar o assunto. “O Grupo Equatorial está sempre atento às oportunidades em suas áreas de atuação, mas não comenta possibilidades de negócios ou aquisições”, informou a empresa.</p>
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</div>
<h3>Como será a privatização da Copasa?</h3>
<p>A Copasa será privatizada por meio de uma oferta subsequente de ações (follow-on) conduzida pelo governo de Minas Gerais. A administração estadual pretende vender ao menos 45% do capital social da companhia, fatia equivalente a 89,94% da participação atualmente detida pelo Estado.</p>
<p>O teto da operação prevê a venda de até 100% da participação do governo mineiro, correspondente a 50,03% do capital social total da empresa.</p>
<p>O modelo prevê a formação de um bloco controlador com pelo menos 30% das ações da Copasa. “O acionista vendedor deverá informar ao mercado sobre a verificação da condição do preço mínimo no dia 2 de junho, por meio da divulgação de fato relevante”, afirma o prospecto preliminar da oferta.</p>
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</div>
<p>As ações da Copasa ofertadas ao mercado passarão a ser negociadas na B3 em 5 de junho. A proposta de privatização segue, em linhas gerais, o mesmo modelo adotado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que estruturou um bloco de controle por meio de leilão na bolsa paulista.</p>
<p>A principal diferença, até o momento, é que o governo de São Paulo manteve participação de 18% na Sabesp, enquanto o governo de Minas Gerais deverá ficar com apenas 5% da Copasa — ou até mesmo zerar sua participação na empresa.</p>
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</div>
]]></content:encoded>
					
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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		<title>Quer viajar mais barato? Descubra cinco países ideais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Cerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>
		<category><![CDATA[República Dominicana]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Cerqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnã]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa aponta destinos nos quais as moedas se desvalorizaram em 2025 frente ao real, aumentando o poder de compra do viajante brasileiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na hora de definir o destino de uma viagem internacional, vários questionamentos surgem e uma seleção de quesitos são levados em conta. Qual é a melhor época para visitá-lo; quanto tempo preciso, há necessidade de alguma documentação ou vacina especiais; a experiência tem como objetivo descanso, aventura ou cultura e se será uma temporada em família, casal ou solo são algumas das questões postas na mesa. Nada costuma pesar mais nesse planejamento, no entanto, do que o orçamento. E nessa hora, a gangorra das oscilações cambiais – a valorização ou desvalorização da moeda local em relação às moedas estrangeiras (em geral, dólar ou euro) – influencia diretamente. E diante disso, além dos destinos mais tradicionais, como os Estados Unidos e as cidades europeias – que rotineiramente têm suas moedas em alta –, o viajante costuma pensar em diversificar e buscar experiências que fujam dos países mais usuais.</p>
<figure><img alt="Francesco Ricardo Lacomino" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/GettyImages-1442960683.jpg" /><figcaption>Capadócia: a desvalorização recorrente da lira turca torna a Turquia ainda mais atrativa para o viajante<span class="copyright">Francesco Ricardo Lacomino/Getty Images</span></figcaption></figure>
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</div>
<p>Pensando nessas outras alternativas, a Civitatis – plataforma de reservas de visitas guiadas e experiências turísticas presente em mais de 160 países – fez um levantamento que revelou cinco destinos nos quais a moeda local se desvalorizou em 2025, aumentando o poder de compra do real. Nessa relação, surgem como opções países com boa infraestrutura turística e inúmeros atrativos para os viajantes, tanto na Ásia, Caribe e África. “As oscilações cambiais têm influenciado diretamente o comportamento do viajante brasileiro. Em 2025, isso foi observado no crescimento das reservas de brasileiros em destinos como Istambul (+77,6%), onde a moeda desvalorizou mais de 25% no ano”, afirma Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis Brasil. “Esses números mostram que o brasileiro está cada vez mais atento ao custo-benefício e tende a diversificar os destinos, buscando experiências imersivas dentro do seu orçamento”, completa.</p>
<figure><img alt="Vietnã: o custo diário de um viajante está entre os mais baixos do mundo" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/GettyImages-1452641440.jpg" /><figcaption>Vietnã: o custo diário de um viajante está entre os mais baixos do mundo<span class="copyright">8Creative.vn/Getty Images</span></figcaption></figure>
<p>O estudo mostrou ainda que, além das despesas com hospedagem, o impacto positivo do câmbio é percebido, sobretudo, nos gastos diários dos viajantes, como alimentação, transporte e passeios turísticos. A escolha por destinos com a moeda desvalorizada frente ao real, completa o levantamento, permite a esse turista montar roteiros mais completos ou prolongar sua estadia sem grandes mudanças no orçamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Veja a seguir os cinco países selecionados, nos quais, com base nas oscilações da moeda em 2025, ficou mais barato o brasileiro viajar: </em></p>
<p><b>1.TURQUIA </b></p>
<p><b>R$ 1 = 9,28 liras turcas</b></p>
<p><b>Variação em 2025: -27%</b></p>
<p>Nos últimos anos, com a lira turca aparecendo de forma recorrente entre as moedas mais desvalorizadas, a Turquia se consolidou como um destino onde o brasileiro tem maior poder de compra. Principal centro econômico, cultural e histórico daquele país, Istambul oferece ao viajante mesquitas, bazares e palácios, além de alimentação e transporte, com preços bem mais acessíveis do que outras cidades europeias. Para quem deseja aproveitar o poder de compra do real e estender a viagem, uma boa pedida é embarcar em uma excursão à Capadócia saindo dali, que inclui visitas a vilarejos encravados nas formações rochosas da região e a possibilidade de fazer o tradicional passeio de balão.</p>
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</div>
<p><b> </b></p>
<p><b>2.VIETNÃ</b></p>
<p><b>R$ 1 = 5.264 Dong vietnamita</b></p>
<p><b>Variação em 2025: -13%</b></p>
<p>Conhecido por sua rica história, paisagens deslumbrantes e cultura vibrante, o Vietnã é um dos países do Sudeste Asiático onde o custo diário de um viajante está entre os mais baixos do mundo. Suas hospedagens têm preços acessíveis, as refeições, com muitas opções de rua, valores reduzidos e os passeios são conhecidos pelo excelente custo-benefício. Características que, apesar da longa distância, tornam o país muito atrativo, sobretudo para o brasileiro. Entre as experiências mais buscadas na plataforma de visitas guiadas Civitatis, uma das experiências mais buscadas naquela região está o passeio de barco pela Baía de Ha Long, considerada uma das sete maravilhas da natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3.REPÚBLICA DOMENICANA</b></p>
<p><b>R$ 1 = 11,77   Peso dominicano </b></p>
<p><b>Variação em 2025: -15%</b></p>
<p>Ocupando dois terços da Ilha de São Domingos, a República Dominicana aparece como uma alternativa mais acessível dentro do Caribe. Isso se deve às recentes desvalorizações da moeda local. Famoso pela história e as praias paradisíacas, o local oferece uma combinação de resorts, passeios que privilegiam a natureza e atividades culturais que permitem organizar roteiros variados, sem os preços elevados de outros pontos na região. Uma boa opção para conhecer uma das praias mais lindas e famosas do país é fazer uma excursão de dois dias à Bahia de las Águilas, com alimentação e hospedagem inclusas.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>4.EGITO</b></p>
<p><b>R$ 1 = 10,42 Libra egípcia</b></p>
<p><b>Variação em 2025: -5%</b></p>
<p>Mesmo sem ter apresentado uma grande oscilação em 2025, a desvalorização acumulada da libra egípcia, nos últimos anos, alçou o Egito a um dos destinos internacionais com melhor custo-benefício para o brasileiro. Isso, sobretudo, quando são considerados os gastos locais. Alimentação, transporte interno e visitas a monumentos históricos ostentam valores convidativos, permitindo aos viajantes montar roteiros bem completos sem pesar demais no orçamento. Além das Pirâmides de Gizé, a cerca de 18 quilômetros do Centro do Cairo, boa pedida agora é fazer um tour pelo Grande Museu Egípcio (GEM), aberto em 2025, após décadas de construção. Uma sugestão para quem quer conhecer o país de forma mais completa é fazer um tour de oito dias, que comina Cairo, Luxor, Edfu, Kom Ombo e Assuã. Há opções que já incluem hospedagens, alimentação, cruzeiros pelo Nilo e passagens áreas internas.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>5.TAILÂNDIA</b></p>
<p><b>R$ 1 = 6,47 bath tailandês </b></p>
<p><b>Variação em 2025: -4%</b></p>
<p>Mesmo que no ano passado o bath tailandês não tenha apresentado uma desvalorização acentuada, a Tailândia segue como um destino muito atrativo. Combina uma cultura rica, templos seculares, paisagens paradisíacas e preços acessíveis. O custo de alimentação, transporte e atividades turísticas se mantém baixo em comparação a inúmeros destinos ocidentais. Entre as sugestões de passeios mais concorridos e que valem muito a pena está um cruzeiro de dois dias pelas ilhas de Phi Phi, no Sul do país. É neste conjunto de ilhas, com águas cristalinas, que fica, por exemplo, a famosa Maya Bay, a enseada que serviu de locação para o filme “A Praia”, protagonizado por Leonardo DiCaprio.</p>
<p><b> </b></p>
<p><i> Siga também o <b>Instagram @omundodesofia_cerqueira </b>Com o olhar cultivado em redações por mais de 30 anos, convido você a viajar pelo mundo, por aqui. Nesse amplo e diversificado roteiro, cabem um destino encantador, uma suíte especial, uma experiência única, uma curiosidade do setor e tudo mais que possa instigar quem está de malas prontas ou sonha em pôr o pé na estrada</i></p>
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		<title>O efeito da guerra que líder supremo do Irã celebrou em festa muçulmana</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/o-efeito-da-guerra-que-lider-supremo-do-ira-celebrou-em-festa-muculmana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Péchy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Aiatolá Ali Khamenei]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Golfo Pérsico]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[Mojtaba Khamenei, que não aparece em público desde que foi designado em março para suceder seu pai, zomba dos EUA e seu 'status' na região]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder supremo iraniano, <strong>Mojtaba Khamenei</strong>, advertiu nesta terça-feira, 26, que os países da região não poderão servir no futuro como plataforma segura para as bases dos <strong>Estados Unidos</strong>, em um comunicado divulgado pela televisão estatal.</p>
<p>&#8220;O que está claro é que as engrenagens do tempo não voltarão atrás e que os países da região não servirão mais de escudo para as bases americanas&#8221;, afirmou Khamenei, que não aparece em público desde que foi <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/quem-e-mojtaba-khamenei-novo-lider-supremo-do-ira/">designado em março para suceder seu pai</a>, <strong>Ali Khamenei</strong>, assassinado em 28 de fevereiro no primeiro dia da ofensiva de <strong>Israel</strong> e dos Estados Unidos.</p>
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</div>
<p>Em seu comunicado, divulgado por ocasião da festividade muçulmana do Sacrifício (Eid al Adha), que precede a peregrinação do haje a Meca, Khamenei afirmou que os Estados Unidos estão <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/como-os-ataques-ao-ira-vao-redesenhar-o-mapa-do-oriente-medio-e-impactar-o-mundo/">perdendo influência no Golfo</a>, &#8220;afastando-se a cada dia que passa do &#8216;status&#8217; que tinham&#8221;.</p>
<h3>Tratativas</h3>
<p>O comunicado foi divulgado enquanto Irã e Estados Unidos prosseguem com as negociações para tentar alcançar um acordo que encerre a guerra, iniciada em 28 de fevereiro e que se espalhou por toda a região. Um cessar-fogo está <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/trump-anuncia-prorrogacao-de-cessar-fogo-com-ira-mas-mantem-bloqueio-maritimo/">em vigor desde 8 de abril</a>, mas frágil e com acusações de violações parte a parte.</p>
<p>Na segunda-feira 25, o Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que o país alcançou entendimentos com Washington sobre muitas questões no âmbito das conversas mediadas pelo Paquistão, mas <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/o-que-diz-o-ira-sobre-possivel-acordo-com-os-eua-para-o-fim-da-guerra/">advertiu que um acordo ainda não é iminente</a>.</p>
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</div>
<h3>Tensão</h3>
<p>O processo diplomático é constantemente ameaçado pelas tensões militares. Nesta terça-feira, a Guarda Revolucionária Islâmica, o exército ideológico do Irã, afirmou que derrubou um drone americano e disparou contra outras aeronaves que tentavam entrar no espaço aéreo do país, sem especificar quando aconteceram os incidentes.</p>
<p>Em um comunicado, a Guarda fez uma advertência &#8220;contra qualquer violação do cessar-fogo pelo exército agressor dos Estados Unidos&#8221; e afirmou que &#8220;considera legítimo e seguro seu direito a uma resposta recíproca&#8221;.</p>
<p>Antes disso, na segunda-feira, o Comando Central das Forças Armadas americanas (Centcom) <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/forcas-armadas-dos-eua-realizam-ataques-ao-sul-do-ira/">afirmou ter atacado locais de lançamentos de mísseis no sul do Irã</a> e embarcações que tentavam instalar minas, apesar do cessar-fogo. Teerã não confirmou oficialmente os disparos, mas a imprensa estatal noticiou explosões na cidade portuária de Bandar Abbas, sem revelar a origem.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Sorteio das oitavas da Copa do Brasil 2026: horário e onde assistir</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/sorteio-das-oitavas-da-copa-do-brasil-2026-horario-e-onde-assistir/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/sorteio-das-oitavas-da-copa-do-brasil-2026-horario-e-onde-assistir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164809</guid>

					<description><![CDATA[Dos 16 classificados, 14 são clubes da Série A; confrontos serão realizados após a Copa do Mundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Confederação Brasileira de Futebol (CBF)</strong> vai <strong>sortear os confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil 2026</strong> nesta terça-feira, 26, às 11 horas (horário de Brasília), na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Não existem potes no sorteio, portanto, todos os 16 clubes classificados podem se enfrentar. <strong>Os confrontos serão realizados após a Copa do Mundo, nas semanas dos dias 2 e 8 de agosto. </strong>No sorteio de hoje também serão conhecidas as ordens dos mandos de campo.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/esporte/jogos-de-hoje-terca-26-de-maio-onde-assistir-futebol-ao-vivo-e-horarios/"><strong>+ Jogos de hoje, terça, 26 de maio: onde assistir futebol ao vivo e horários</strong></a></p>
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</div>
<p>Dos 16 classificados, 14 são clubes da Série A. Fortaleza e Juventude são os representantes da Série B no torneio. Os clubes classificados para as oitavas receberam uma premiação de R$ 3 milhões da CBF. Desses, os que avançarem para as quartas de final vão receber mais uma cota de <span>R$ 4 milhões. Os semifinalistas receberão R$ 9 milhões, enquanto o vice-campeão fica com um valor de R$ 34 milhões e o campeão recebe um prêmio de R$ 78 milhões.</span></p>
<h3>Clubes classificados para as oitavas de final da Copa do Brasil 2026:</h3>
<ul>
<li>Athletico-PR</li>
<li>Atlético-MG</li>
<li>Chapecoense</li>
<li>Corinthians</li>
<li>Cruzeiro</li>
<li>Fluminense</li>
<li>Fortaleza</li>
<li>Grêmio</li>
<li>Internacional</li>
<li>Juventude</li>
<li>Mirassol</li>
<li>Palmeiras</li>
<li>Remo</li>
<li>Santos</li>
<li>Vasco</li>
<li>Vitória</li>
</ul>
<h3>Onde assistir ao sorteio das oitavas da Copa do Brasil 2026 ao vivo?</h3>
<p>O sorteio das oitavas de final da Copa do Brasil 2026 será transmitido ao vivo nesta terça-feira, 26, às 11 horas (horário de Brasília), no Sportv, na ge tv e na CBF TV.</p>
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</div>
<h3>Calendário com as datas-base das próximas fases da Copa do Brasil:</h3>
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</div>
<ul data-mrf-recirculation="Artigo - Mais Matérias">
<li>Oitavas de final: 02/08 (ida) e 08/08 (volta)</li>
<li>Quartas de final: 26/08 (ida) e 02/09 (volta)</li>
<li>Semifinal: 01/11 (ida) e 13/11 (volta)</li>
<li>Final: 06/12 (jogo único)</li>
</ul>
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<h3>Neymar, Ancelotti e as novas dúvidas na seleção para a Copa</h3>
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<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Neymar, Ancelotti e as novas dúvidas na seleção para a Copa | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/neymar-ancelotti-e-as-novas-duvidas-na-selecao/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Neymar, Ancelotti e as novas dúvidas na seleção para a Copa | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/neymar-ancelotti-e-as-novas-duvidas-na-selecao/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>A operação do governo Lula para amolecer o coração de Alcolumbre</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-operacao-do-governo-lula-para-amolecer-o-coracao-de-alcolumbre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Auxiliares do petista já estão mobilizados para tentar garantir que PEC do fim da escala 6x1 avance nas duas Casas do Legislativo até o recesso parlamentar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupados com os próximos passos da PEC do <strong>fim da escala 6&#215;1</strong>, o <strong>governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a></strong> já está mobilizado para tentar garantir que a medida avance nas duas Casas do Legislativo até o recesso parlamentar.</p>
<p>A preocupação central é com o presidente do Senado, <strong>Davi Alcolumbre</strong>, que está afastado do petista e pode impor dificuldades à tramitação da matéria.</p>
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</div>
<p>O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, está centralizando a tarefa de tentar sensibilizar o chefe do Congresso a votar temas populares nos próximos meses, entre eles, a PEC do fim da escala 6&#215;1, que deve ser aprovada pelos deputados nesta semana e seguir para apreciação do Senado.</p>
<p>Segundo fontes, Guimarães tem feito esse meio de campo com Alcolumbre desde que assumiu o posto e o ministro do Trabalho, <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-marinho/">Luiz Marinho</a>, deve compor a ofensiva assim que a proposição for superada na Câmara.</p>
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			<media:title type="html">BRAZIL-POLITICS-JUSTICE</media:title>
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		<item>
		<title>Petróleo sobe com ataque dos Estados Unidos ao Irã</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/petroleo-sobe-com-ataque-dos-estados-unidos-ao-ira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Quintino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abertura de mercado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164825</guid>

					<description><![CDATA[A escalada bélica desafia o otimismo do mercado financeiro, que na véspera comprou a notícia que havia um acordo para o fim do conflito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Os </span><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/forcas-armadas-dos-eua-realizam-ataques-ao-sul-do-ira/"><span>Estados Unidos voltaram a atacar o Irã</span></a><span> ainda na noite de segunda-feira, sob a afirmação de que o objetivo era proteger as tropas “das ameaças representadas pelas forças iranianas”. O texto, evasivo e com ares de propaganda, coloca em xeque não só a trégua militar entre os países mas o próprio entendimento do que se espera de um cessar-fogo. </span></p>
<p><span>De forma mais concreta, a agência Bloomberg atribui os ataques também a Israel e diz que o motivo teria sido o movimento do Irã para instalar novas minas submarinas no Estreito de Ormuz.</span></p>
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</div>
<p><span>A escalada bélica desafia o otimismo do mercado financeiro, que comprou na segunda-feira a notícia de que há um pré-acordo para a reabertura da passagem marítima e o fim do conflito. Nesta terça, porém, o petróleo desafia a visão positiva do desenrolar da guerra. O barril do tipo brent volta a avançar e se reaproxima dos US$ 100.</span></p>
<p><span>Ignorando os riscos de um retrocesso em negociações e retomada dos bombardeios, os futuros das bolsas americanas avançam. O EWZ segue na mesma toada e ganha mais de 1% no pré-mercado americano, apontando tendência de </span><a href="https://veja.abril.com.br/economia/saiba-quais-sao-os-fatores-que-impulsionam-alta-do-ibovespa-e-estabilidade-do-dolar/"><span>alta para o Ibovespa</span></a><span>. Isso num dia de agenda econômica fraca aqui e no resto do mundo. O destaque fica por conta do resultado das contas externas brasileiras em abril. </span></p>
<h3>Agenda do dia</h3>
<p><span><strong>8h30:</strong> BC divulga estatísticas do setor externo de abril<br />
</span><span><strong>11h:</strong> EUA anunciam índice Conference Board de confiança do consumidor de maio<br />
</span><span><strong>22h30:</strong> China publica lucro industrial de abril</span></p>
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		<title>Fim da escala 6×1: o que muda na jornada de trabalho, nas folgas e no salário</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/fim-da-escala-6x1-o-que-muda-na-jornada-de-trabalho-nas-folgas-e-no-salario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164810</guid>

					<description><![CDATA[Relatório apresentado na Câmara prevê redução gradual da carga horária para 40 horas semanais e duas folgas por semana sem corte salarial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O relator da PEC do <strong>fim da escala 6&#215;1</strong>, Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou na segunda-feira seu parecer sobre a proposta que reduz a jornada semanal de trabalho de <strong>44 para 40 horas</strong>, sem redução salarial. O texto tenta costurar um <a href="https://veja.abril.com.br/politica/a-aposta-de-motta-sobre-a-tramitacao-de-pec-do-fim-da-escala-6x1-no-senado/"><strong>acordo entre governo, Congresso</strong></a> e empresários em torno de um dos temas trabalhistas de maior impacto político e econômico em discussão no país &#8211; e grande aposta eleitoral de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> para as <strong>eleições presidenciais</strong>.</p>
<p data-start="626" data-end="773">A proposta deve ser analisada nesta semana pela comissão especial da Câmara e, se aprovada, seguirá para votação no plenário da Câmara antes de ir ao Senado. Veja a seguir os principais pontos da proposta:</p>
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</div>
<p data-start="775" data-end="813"><strong data-start="775" data-end="813">O que muda na jornada de trabalho?</strong></p>
<p data-start="815" data-end="897">O relatório prevê a redução gradual da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. Pelo texto, a mudança ocorreria em duas etapas:</p>
<ul data-start="947" data-end="1114">
<li data-section-id="1hxdd7a" data-start="947" data-end="1029">duas horas seriam retiradas da jornada até dois meses após a promulgação da PEC;</li>
<li data-section-id="1tixpt8" data-start="1030" data-end="1114">as duas horas restantes seriam reduzidas em até 12 meses depois da primeira etapa.</li>
</ul>
<p data-start="1116" data-end="1199">Na prática, a carga semanal cairia primeiro para 42 horas e, depois, para 40 horas.</p>
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<p data-start="1201" data-end="1243"><strong data-start="1201" data-end="1243">A escala 6&#215;1 vai acabar imediatamente?</strong></p>
<p data-start="1245" data-end="1343">Não. Segundo o relatório, o fim da escala 6&#215;1 entraria em vigor 60 dias após a promulgação da PEC. O texto passa a garantir pelo menos dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. A proposta também estabelece que ao menos um dos dias de descanso deve ocorrer dentro do período máximo de uma semana de trabalho.</p>
<p data-start="1606" data-end="1640"><strong data-start="1606" data-end="1640">O salário poderá ser reduzido?</strong></p>
<p data-start="1642" data-end="1802">Não. O parecer estabelece expressamente que a redução da jornada deverá ocorrer sem qualquer redução salarial — seja nominal, proporcional ou de outra natureza.</p>
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</div>
<p data-start="1804" data-end="1843"><strong data-start="1804" data-end="1843">Quais trabalhadores serão afetados?</strong></p>
<p data-start="1845" data-end="1947">A mudança atinge os contratos de trabalho em vigor e estabelece uma regra geral para o mercado formal. Ao mesmo tempo, o texto mantém espaço para negociações coletivas e regimes específicos de jornada, como escalas 12&#215;36 e categorias de setores contínuos, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana. Nesses casos, acordos coletivos poderão adaptar as escalas, desde que seja respeitada, na média, a garantia de dois dias de descanso semanal remunerado.</p>
<p data-start="2309" data-end="2347"><strong data-start="2309" data-end="2347">Quem ficará fora das novas regras?</strong></p>
<p data-start="2349" data-end="2586">O relatório exclui das regras de controle de jornada os chamados trabalhadores “hipersuficientes” — profissionais com diploma de nível superior e remuneração acima de duas vezes e meia o teto do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/inss/">INSS</a>, atualmente em torno de 21 mil reais. Segundo o relator, a medida busca dar maior liberdade contratual a profissionais de alta renda e reduzir incentivos à pejotização. A exceção não vale para empregados públicos.</p>
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<p data-start="2766" data-end="2816"><strong data-start="2766" data-end="2816">Por que a transição virou o principal impasse?</strong></p>
<p data-start="2818" data-end="2890">O período de adaptação foi o principal ponto de disputa nas negociações. Empresários e confederações patronais defendiam um prazo maior para reorganizar escalas, contratar funcionários e absorver os custos da mudança. Já integrantes do governo defendiam uma implementação mais rápida. O acordo construído pelo relator prevê justamente uma transição gradual para reduzir resistência do setor produtivo. Ao apresentar o parecer, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Léo Prates</span></span> afirmou que a adoção progressiva permitiria às empresas reorganizar operações e investir em produtividade sem recorrer imediatamente a cortes de empregos ou repasses de custos.</p>
<p data-start="3464" data-end="3516"><strong data-start="3464" data-end="3516">O que muda para acordos coletivos já existentes?</strong></p>
<p data-start="3518" data-end="3677">O texto determina que, 60 dias após a promulgação da PEC, acordos e convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão automaticamente a validade. Na prática, isso deve obrigar sindicatos e empresas a renegociar jornadas e escalas.</p>
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<p data-start="3765" data-end="3796"><strong data-start="3765" data-end="3796">A proposta já está valendo?</strong></p>
<p data-start="3798" data-end="3899">Não. O relatório ainda precisa ser aprovado pela comissão especial da Câmara e pelo plenário da Casa. Depois disso, o texto seguirá para análise do Senado. Por se tratar de uma PEC, a proposta precisa do apoio mínimo de 308 deputados e 49 senadores. A tramitação ocorre em meio a negociações políticas intensas entre o governo do presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Luiz Inácio Lula da Silva</a>, líderes da Câmara e setores empresariais. Segundo relatos das negociações, Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, discutiram os principais pontos do texto antes da apresentação do parecer. O avanço da proposta no Senado também dependerá do ambiente político na Casa, comandada por Davi Alcolumbre.</p>
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			<media:title type="html">Carteira de trabalho digital</media:title>
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		<item>
		<title>Carrinho cheio: índice de ruptura em supermercados cai para 11,5% em abril</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/carrinho-cheio-indice-de-ruptura-em-supermercados-cai-para-115-em-abril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6163755</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento da Neogrid aponta melhora entre mantimentos básicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> O Índice de Ruptura da Neogrid, indicador que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, registrou 11,5% em abril de 2026 &#8211; uma queda de 0,2 ponto percentual (p.p.) em relação a março, quando o índice alcançou 11,7%. O resultado sinaliza uma recomposição gradual do abastecimento no varejo alimentar com melhora em seis das oito categorias monitoradas e redução consistente da indisponibilidade em itens de alto giro e consumo essencial. &#8220;A ruptura é um perde-perde. Se o consumidor entra na loja com o orçamento mais controlado e não encontra o produto que procura, ele pode transferir essa compra para outro varejista. Por isso, o setor vem investindo em um abastecimento mais inteligente com ajustes finos de estoque e decisões cada vez mais orientadas por dados”, diz Robson Munhoz, Chief Relationship Strategist da Neogrid.</p>
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		<item>
		<title>Rejeição a Lula cai e a Flávio Bolsonaro aumenta</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/rejeicao-a-lula-cai-e-a-flavio-bolsonaro-aumenta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Casado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bastidores de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6164693</guid>

					<description><![CDATA[Ciranda eleitoral: quatro em cada dez eleitores dizem definir voto em um candidato apenas para impedir vitória de outro, o indesejado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jogo continua aberto, a eleição ainda está distante para a maioria dos 156 milhões aptos a votar.</p>
<p>Faltando 18 semanas para a primeira rodada de votação, é notável que os dois candidatos mais destacados nas pesquisas estejam completando um semestre no alvo da rejeição de metade do eleitorado.</p>
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</div>
<p>Indicadores de rejeição são relevantes em disputas eleitorais apertadas. A pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira (25/5), sinaliza mudanças nesse cenário, praticamente imutável desde o final de 2025.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> (40%) supera Flávio Bolsonaro (35%) por cinco pontos em intenção de voto no cenário do primeiro turno.</p>
<figure><img alt="." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Rejeitados-nexus.jpg" /><figcaption>&lt;span class=&quot;hidden&quot;&gt;&#8211;&lt;/span&gt;<span class="copyright">./VEJA</span></figcaption></figure>
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</div>
<p>Os dois parecem imbatíveis no repúdio dos eleitores: <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> lidera em rejeição (50%), seguido por Lula (47%).</p>
<p>O histórico da pesquisa mostra que nas últimas oito semanas houve variação numérica nas taxas de rejeição, mas sempre dentro da margem de erro que é estimada em dois pontos percentuais.</p>
<p>Se mantida a tendência, a rejeição a Flávio Bolsonaro ultrapassaria o patamar que alcançou neste maio (50% do eleitorado, estava em 48% em março).</p>
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</div>
<figure><img alt="." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2026-05-25-Raizes-da-rejeicao-a-Flavio-Bolsonaro-Nexus.jpg" /><figcaption>&lt;span class=&quot;hidden&quot;&gt;&#8211;&lt;/span&gt;<span class="copyright">./VEJA</span></figcaption></figure>
<p>Lula, em tese, poderia reduzir ainda mais (passou de 49% em março para os atuais 47%).</p>
<figure><img alt="." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2026-05-25-Raizes-da-rejeicao-a-Lula-Nexus.jpg" /><figcaption>&lt;span class=&quot;hidden&quot;&gt;&#8211;&lt;/span&gt;<span class="copyright">./VEJA</span></figcaption></figure>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>A pesquisa mostra um comportamento peculiar de parcela do eleitorado: a decisão de voto em um candidato não acontece porque é considerado melhor que os adversários para ocupar a presidência da República, mas porque ele é visto como capaz de impedir a vitória de um candidato indesejado.</p>
<figure><img alt="." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2026-05-25-Vota-em-um-para-impedir-outro-Nexus.jpg" /><figcaption>&lt;span class=&quot;hidden&quot;&gt;&#8211;&lt;/span&gt;<span class="copyright">./VEJA</span></figcaption></figure>
<p>Nessa ciranda eleitoral, 43% dos que dizem pretender votar em Lula declaram essa opção como forma de derrotar Flávio Bolsonaro. Já 40% dos que declaram voto em Flávio Bolsonaro se dizem motivados para derrotar Lula.</p>
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</div>
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			<media:title type="html">Eleições 2024</media:title>
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			<media:title type="html">Rejeitados nexus</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">2026 05 25 Raízes da rejeição a Flávio Bolsonaro Nexus</media:title>
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			<media:title type="html">2026 05 25 Raízes da rejeição a Lula Nexus</media:title>
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			<media:title type="html">2026 05 25 Vota em um para impedir outro Nexus</media:title>
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		<item>
		<title>Lula faz nova sessão de radioterapia no couro cabeludo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/lula-faz-nova-sessao-de-radioterapia-no-couro-cabeludo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Sabóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a unidade, o presidente seguirá suas atividades diárias sem restrições]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva (PT) realizou, nesta terça-feira, a segunda sessão de radioterapia superficial no couro cabeludo. O procedimento foi realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.</p>
<p>Ontem, ele iniciou o tratamento complementar à retirada de uma lesão basocelular do couro cabeludo, feita em abril.</p>
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</div>
<p>De acordo com a unidade, o presidente seguirá suas atividades diárias sem restrições, mantendo acompanhamento pelas equipes lideradas pelos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.</p>
<p>&nbsp;</p>
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    <span class="title">Publicidade</span></p>
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			<media:title type="html">O presidente Lula</media:title>
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		<title>PF deflagra operação contra uso de verbas da prefeitura de Macapá para ataque a adversários</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/pf-deflagra-operacao-contra-uso-de-verbas-da-prefeitura-de-macapa-para-ataque-a-adversarios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:42:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Macapá]]></category>
		<category><![CDATA[PF - Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação apontou desvio de contrato de publicidade de 25 milhões ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> realiza nesta terça-feira uma operação com o objetivo de apurar o desvio de um contrato de publicidade de 25 milhões de reais da prefeitura de Macapá para autopromoção política e ataques a adversários.</p>
<p>Estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém e  Canela (RS).</p>
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</div>
<p>As investigações apontam que os valores destinados à comunicação pública da prefeitura de Macapá teriam sido desviados de sua finalidade original para custear influenciadores digitais, veículos e empresas de comunicação para a divulgação de ações de caráter político-eleitoral.</p>
<p>A PF apura a prática de crimes eleitorais, de crimes contra a administração pública, de organização criminosa e de lavagem de dinheiro.</p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Brasília (DF), 31/08/2023 - Movimentação no prédio sede da Polícia Federal, que ouve Bolsonaro e mais sete envolvidos no caso da venda de joias. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:title>
		</media:content>
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		<title>Investigado por corrupção, Cláudio Castro compromete palanque de Flávio Bolsonaro no RJ</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/investigado-por-corrupcao-claudio-castro-compromete-palanque-de-flavio-bolsonaro-no-rj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Sabóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6164776</guid>

					<description><![CDATA[Avanço das apurações do caso Master abala candidatura do ex-governador ao Senado e também mina projeto de Ruas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inelegível até segunda ordem por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a>) e com a imagem arranhada após operação realizada nesta terça-feira, na esteira das investigações que envolvem as fraudes do <strong>Banco Master</strong> no Rio de Janeiro, o ex-governador do <strong>Cláudio Castro</strong> (PL) já é visto por grande parte da cúpula do PL como &#8220;carta fora do baralho&#8221; na disputa ao Senado. A decisão final, se ele seguirá ou não na disputa, caberá a <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL-RJ).</p>
<p>O filho primogênito de Jair Bolsonaro (PL), entretanto, se vê diante de um paradoxo: por um lado, tem consciência da força do ex-mandatário fluminense em palanques no interior e na Baixada Fluminense. Por outro, caso Castro reverta a inelegibilidade, precisará lidar com os ataques e associações feitas por adversários às fraudes do Master. Na última semana, o ex-governador também foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela PF por suposto envolvimento com fraudes na Refit.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<h3>Como está o xadrez eleitoral no Rio?</h3>
<p>Uma eventual saída do páreo pelo Senado também atingiria os planos eleitorais de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio contava justamente com os palanques de Castro para peregrinar o estado e pedir votos, ancorado no discurso de continuidade às entregas do correligionário.</p>
<p>Enquanto isso, outros nomes do PL são cotados para a vaga ao Senado, como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho. A maior parte da legenda bolsonarista defende um nome do PL neste posto, já que a outra vaga da coligação será ocupada pelo ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União).</p>
<p>Ainda assim, tem quem defenda o nome do delegado Felipe Curi (PP), responsável pela operação policial mais letal da história do Rio, na disputa para Senado, caso Castro não possa concorrer.</p>
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<h3>O impacto do escândalo de Flávio nas pesquisas</h3>
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<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="O impacto do escândalo de Flávio nas pesquisas | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/o-impacto-do-escandalo-de-flavio-nas-pesquisas-eleitorais/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="O impacto do escândalo de Flávio nas pesquisas | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/o-impacto-do-escandalo-de-flavio-nas-pesquisas-eleitorais/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
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</div>
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			<media:title type="html">Brasília (DF), 26/03/2024 - O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, durante entrevista após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:title>
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