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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<link>https://veja.abril.com.br</link>
	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Aug 2026 17:09:39 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>Pressão orçamentária faz geração Z controlar até o ultimo centavo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/faria-lima-news/pressao-orcamentaria-faz-geracao-z-controlar-ate-o-ultimo-centavo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
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					<description><![CDATA[Custo de vida muda hábitos financeiros dos jovens]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geração Z está aprendendo a controlar o orçamento na prática. Pressionados pelo custo de moradia, alimentação e despesas cotidianas, jovens estão reduzindo gastos, acompanhando pequenas despesas e estabelecendo limites mais rígidos para conseguir fazer o dinheiro chegar ao fim do mês.</p>
<p>Uma pesquisa global da Deloitte mostrou que mais da metade dos jovens da Geração Z vive de salário em salário e mais de um terço enfrenta dificuldades para pagar as despesas mensais. A insegurança financeira também aumentou: 48% disseram não se sentir financeiramente seguros em 2025, ante 30% no ano anterior.</p>
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</div>
<p>Nos Estados Unidos, um levantamento do Bank of America encontrou movimento semelhante. Cerca de 64% dos jovens reduziram despesas no período de um ano, 41% diminuíram gastos com restaurantes e 23% passaram a procurar supermercados mais baratos. Para 51%, o alto custo de vida é uma das principais barreiras para alcançar seus objetivos financeiros.</p>
<p>A margem para erros também é pequena. Mais da metade, 55%, não possui uma reserva suficiente para cobrir três meses de despesas, enquanto 53% afirmam não ganhar o necessário para levar o padrão de vida que desejam. Dados do próprio Bank of America mostraram ainda que, em média, integrantes da Geração Z mantinham em suas contas menos dinheiro do que o equivalente a um mês de gastos.</p>
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<p>O resultado é uma geração obrigada a prestar atenção até nos pequenos valores. Economizar alguns dólares no supermercado, cortar uma refeição fora ou controlar gastos compartilhados pode parecer pouco isoladamente, mas passou a fazer diferença em orçamentos com pouca folga. Para muitos jovens, controlar os centavos deixou de ser apenas uma virtude financeira e passou a ser uma necessidade para conseguir fechar o mês.</p>
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			<media:title type="html">Depressão</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>PL Mulher terá substituta de Michelle por prazo indefinido; saiba quem é</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/pl-mulher-tera-substituta-de-michelle-por-prazo-indefinido-saiba-quem-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Sabóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Valdemar, contudo, reforça que o comando do PL Mulher voltará para Michelle, assim que ela desejar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou que a ex-secretária de Políticas para as Mulheres e secretária do PL Mulher, Ana Munhoz, seguirá na presidência da ala feminina do partido por tempo indeterminado, depois das eleições. Inicialmente, Munhoz ocupava o posto interinamente, enquanto Michelle se dedicava à campanha ao Senado pelo DF, após ter se desentendido com <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> (PL).</p>
<p>Valdemar, contudo, reforça que o comando do PL Mulher voltará para Michelle, assim que ela desejar.</p>
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</div>
<p>&#8220;A Ana Munhoz foi validada pela Michelle, é da confiança dela e ficará no cargo por tempo indeterminado. Quando a Michelle quiser voltar ao posto, nos avisa. Mas, nesse momento, não dá para chamá-la de interina, já que não há perspectiva de deixar o posto. Nessa eleição, ela vai ser a interlocução com as nominatas locais e, posteriormente, segue no posto em contato com a Michelle, enquanto a ex-primeira-dama não quiser voltar ao PL Mulher&#8221;, afirma o dirigente partidário.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">O Presidente Nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, a Presidente Nacional do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, a Vice-Presidente Nacional do PL Mulher e Vereadora por Fortaleza/ CE, Priscila Costa</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O que está tirando o sono dos CEOs brasileiros, de acordo com pesquisa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/o-que-esta-tirando-o-sono-dos-ceos-brasileiros-de-acordo-com-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Elias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CEO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337772</guid>

					<description><![CDATA[Para 86% dos executivos entrevistados, período do próximo governo deve ser mais desafiador do que o atual]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A instabilidade doméstica é uma das principais fontes de preocupação atual para os altos executivos das grandes empresas no Brasil, de acordo com uma nova pesquisa feita pela Associação Brasileira de Recursos Humano. O levantamento foi feito junto a 178 líderes de alto-escalão de companhias brasileiras, e intitulado &#8220;O que tira o sono dos presidentes de empresas&#8221;.</p>
<p>Os dados foram apresentados por Cesar Souza, presidente da consultoria Empreenda, durante o 18º Fórum de Presidentes, realizado na semana passada em São Paulo.</p>
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</div>
<p>Quando perguntados sobre as expectativa em relação ao próximo governo (2027–2030), 85,9% dos participantes responderam esperar um período mais desafiador (39,3%) ou muito mais desafiador do que o atual (46,6%). Outros 13,5% esperam um cenário semelhante ao atual, e uma parcela residual prevê um período menos desafiador.</p>
<p>Entre os riscos nacionais, 75% apontaram a falta de um plano de longo prazo para o país como uma das principais preocupações. A insegurança jurídica e as mudanças bruscas nas regras foram citadas por 56%, enquanto 48% mencionaram a crise de governabilidade e a polarização política.</p>
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<p>Já no que diz respeito ao cenário internacional, a grande maioria diz que espera impactos de moderados a críticos para o seu negócio. Dentre os entrevistados, 50,6% classificaram como moderados os reflexos do cenário global Para 24,7% os reflexos devem ser altos, e outros 18% afirmaram que devem ser críticos.</p>
<p>No radar de riscos externos, a instabilidade geopolítica lidera as menções, com 73% das citações, seguida pelas guerras comerciais e tarifas dos Estados Unidos, apontadas por 62%, e pela recessão global, mencionada por 47% dos presidentes de empresas ouvidos pela pesquisa.</p>
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			<media:title type="html">20190628-00-predio-edificio-espelhado-reflexo-sol-cidade-grande-metropole-1280x720</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>XP Malls compra participações do Metrus nos shoppings Metrô Tatuapé e Itaquera</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/xp-malls-compra-participacoes-do-metrus-nos-shoppings-metro-tatuape-e-itaquera/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Shopping]]></category>
		<category><![CDATA[XP investimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337617</guid>

					<description><![CDATA[Operação envolve fatias do fundo de pensão dos funcionários do Metrô de São Paulo em dois shoppings da Zona Leste]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A XP Malls acertou a compra de participações do Metrus, fundo de pensão dos funcionários do Metrô de São Paulo, em dois shoppings da Zona Leste paulistana. O veículo Omni Malls, integralmente detido pela XP Malls, ficará com a fatia minoritária do Metrus no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé e no Shopping Metrô Itaquera.</p>
<p>Na prática, a operação reforça a presença da XP em ativos já conhecidos do portfólio. No Boulevard Tatuapé, a participação sobe de 15% para 30%. No Itaquera, a gestora passa a deter 5% do empreendimento.</p>
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</div>
<p>Para a XP, a transação se encaixa na estratégia de ampliar posição em empreendimentos considerados eficientes e bem localizados. Para o Metrus, o negócio é apresentado como uma forma de otimizar a alocação de recursos — em bom português, reciclar capital.</p>
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			<media:title type="html">Shopping Metrô Tatuapé</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O olhar de Glória Kalil sobre os estilistas que mudaram a moda e o mundo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/vitrine/o-olhar-de-gloria-kalil-sobre-os-estilistas-que-mudaram-a-moda-e-o-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Blanes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Chanel]]></category>
		<category><![CDATA[Dior]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo]]></category>
		<category><![CDATA[Giorgio Armani]]></category>
		<category><![CDATA[Gloria Kalil]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Paul Gaultier]]></category>
		<category><![CDATA[Mary Quant]]></category>
		<category><![CDATA[minissaia]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Prada]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência]]></category>
		<category><![CDATA[vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Yves Saint Laurent]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nova série no YouTube, ela revisita criadores que anteciparam mudanças de comportamento e transformaram a maneira como vivemos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há roupas que, de tão marcantes e poderosas, não só entram para a história, mas ajudam a mudá-la. Uma calça comprida pode ser apenas uma calça — ou pode representar liberdade. Um smoking pode ser apenas alfaiataria — ou o símbolo de uma mulher que passou a ocupar espaços antes reservados apenas aos homens. Uma minissaia pode ser uma tendência — ou o retrato de uma juventude que decidiu, literalmente, encurtar as distâncias entre o corpo e a liberdade.</p>
<p><b>É por esse caminho que Glória Kalil conduz sua nova série no YouTube</b>, “Os estilistas que mudaram a maneira de as pessoas viverem”. A proposta é olhar para a moda além da roupa: para os criadores que perceberam mudanças sociais antes que elas se consolidassem ou que souberam traduzir, em tecido e silhueta, aquilo que uma sociedade já estava — ou não — pronta para experimentar.</p>
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</div>
<p>“Não é só se vestirem, não. Mudaram os hábitos das pessoas, mudaram a vida das pessoas”, <b>contou Glória à coluna Vitrine, de VEJA</b>. Para construir a seleção, ela estabeleceu um critério: concentrar-se principalmente em estilistas nascidos no século XX. “Cometi três grandes injustiças, com três nomes fundamentais que, embora anteriores, não há como ignorar — <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/exposicao-em-paris-ilumina-o-trabalho-do-pai-da-alta-costura/">Charles Frederick Worth, considerado o pai da alta-costura</a>, <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/como-a-rainha-egipcia-nefertiti-ainda-inspira-a-moda-e-a-beleza-mesmo-apos-3-300-anos/">Paul Poiret</a> e <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/moda-amor-politica-nazismo-a-historia-de-chanel-dissecada-em-novo-documentario/">Coco Chanel</a> — mas que pontuo na introdução”, explicou.</p>
<p><b>Mais que moda, impacto e comportamento</b></p>
<p>A partir daí, a série percorre algumas das grandes viradas da moda moderna. <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/exposicao-na-franca-mostra-a-evolucao-das-estampas-primaveris-e-outonais-de-dior/"><b>Christian Dior</b></a> <strong>é o protagonista do primeiro capítulo que entra no ar nesta quarta-feira, 19</strong>, aparecendo <b>pelo impacto do “New Look” no pós-Segunda Guerra Mundial</b>, quando suas saias volumosas, cinturas marcadas e feminilidade exuberante responderam ao desejo de abandonar os anos de contenção. Para Glória, Dior “sacou que ia ter uma grande virada” e conseguiu antecipar um espírito que tomaria conta daquele momento.</p>
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<figure><img alt="O 'bar suit' de Christian Dior: modelo-símbolo do 'New Look'" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2023/09/GettyImages-1061490516.jpg.jpg" /><figcaption>O &#8216;bar suit&#8217; de Christian Dior: modelo-símbolo do &#8216;New Look&#8217;<span class="copyright">Helen H. Richardson/TDP/Getty Images</span></figcaption></figure>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/paris-homenageia-os-60-anos-da-marca-de-yves-saint-laurent/"><b>Yves Saint Laurent</b></a> surge em seguida não apenas pelo talento precoce — assumiu a direção criativa da Dior aos 21 anos, após a morte de Christian Dior —, mas sobretudo <b>pelo smoking feminino</b>. A peça ajudou a romper uma fronteira que parecia banal hoje, mas era bastante concreta na época: a ideia de que mulheres poderiam usar calças à noite, em restaurantes, hotéis e ocasiões formais. Chanel já havia levado a calça ao universo feminino durante o dia, mas Saint Laurent a transformou em instrumento de emancipação.</p>
<figure><img alt="Mulher loira, de perfil, usando um terno preto com gravata borboleta e camisa branca, posa com as pernas afastadas e as mãos nos bolsos, olhando para a direita" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/08/NUM_HC1966H076PH01.01267.jpg" /><figcaption>Smoking feminino de Yves Saint Laurent<span class="copyright">Cortesia Museu Yves Saint Laurent/Divulgação</span></figcaption></figure>
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</div>
<p>Nos anos 1960, a <b><a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/simbolo-da-rebeldia-dos-anos-1960-a-minissaia-ressurge-com-pompa-e-circunstancia/">minissaia</a> </b>marca outra revolução. A <b>disputa histórica pela autoria entre André Courrèges e <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/mary-quant-que-popularizou-a-minissaia-nos-anos-1960-morre-em-londres/">Mary Quant </a></b>aparece como pano de fundo para uma mudança maior: a juventude se consolidava como força cultural e consumidora, exigindo roupas que correspondessem a uma nova ideia de liberdade. “Essa foi a grande virada da minissaia”, resume Glória.</p>
<figure><img alt="Modelo de minissaia de Mary Quant revolucionou a moda" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2019/07/mary-quant-patterned-stockings-60s.jpg" /><figcaption>Modelo de minissaia de Mary Quant revolucionou a moda<span class="copyright">Fashion Story/Reprodução</span></figcaption></figure>
<p>A série também atravessa o Japão dos anos 1980 para encontrar <b><a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/o-big-bang-da-moda-mostra-em-paris-celebra-o-impacto-fashion-de-1997/">Rei Kawakubo</a> e <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/mostras-em-sp-retratam-como-estilistas-japoneses-mudaram-a-alta-costura/">Yohji Yamamoto, responsáveis por desafiar a sensualidade tradicional da moda ocidental</a>. </b> Em vez de valorizar curvas, pele e estrutura corporal, suas roupas desconstruídas deslocaram o foco para a inteligência, a atitude e a própria roupa como objeto. É quase como se a sensualidade tivesse migrado do corpo para a cabeça.</p>
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</div>
<figure><img alt="O traço de Rei Kawakubo para a Comme des Garçons: corpo redesenhado" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1-ABRE_20-Comme-des-Garçons-PE1997-web.png.jpg" /><figcaption>O traço de Rei Kawakubo para a Comme des Garçons: corpo redesenhado<span class="copyright">Comme des Garçons/Divulgação</span></figcaption></figure>
<p><b><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/vitrine/por-que-o-met-gala-2026-tem-tudo-a-ver-com-jean-paul-gaultier/">Jean-Paul Gaultier</a> entra por outra porta: a do questionamento de gênero</b>. <b>Ao levar um homem de saia à passarela, o estilista antecipou discussões</b> que décadas depois ocupariam o centro do debate sobre identidade e expressão. <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/vitrine/nem-mesmo-a-morte-fez-giorgio-armani-deixar-de-olhar-para-o-futuro/"><b>Giorgio Armani</b></a>, por sua vez, aparece como um personagem aparentemente improvável nessa lista. Foi justamente <b>sua alfaiataria que, ao estruturar o corpo feminino e suavizar a rigidez do masculino</b>, acompanhou a entrada definitiva das mulheres no ambiente profissional e no chamado “power dressing”.</p>
<figure><img alt="Jean Paul Gaultier colocou homens de saia na passarela" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gaultier3.jpg" /><figcaption>Jean Paul Gaultier colocou homens de saia na passarela<span class="copyright">Site Jean Paul Gaultier/Reprodução</span></figcaption></figure>
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<p>E então <b>chega <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/entenda-a-tendencia-glamour-cru-mostrada-no-desfile-da-prada-na-semana-de-moda-de-milao/">Miuccia Prada</a>, responsável por uma das provocações mais interessantes da história recente da moda: colocar em xeque a própria ideia de bom gosto</b>. Para Glória, sua importância está justamente em questionar quem determina o que é bonito, elegante ou aceitável — e por que determinadas combinações consideradas “feias” podem se tornar sofisticadas quando vistas por outro olhar.</p>
<figure><img alt="Miuccia Prada usa chemise rosa choque em 2018" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/08/miucciaprada001-vogueint-1may19-gettyimages-.webp" /><figcaption>Miuccia Prada usa chemise rosa choque em 2018<span class="copyright">Getty Images/Getty Images</span></figcaption></figure>
<p>Mais do que uma aula de história da moda, a série propõe uma espécie de leitura do mundo através das roupas. E a escolha do YouTube também faz sentido dentro dessa proposta. Segundo ela, a ideia é produzir um conteúdo que possa ser consultado, revisto e descoberto ao longo do tempo, em vez de simplesmente acompanhar o calendário veloz das tendências. O formato será de seriado: depois do primeiro episódio, novos capítulos entram no canal Gloria Kalil a cada 15 dias, permitindo acompanhar, um a um, os estilistas selecionados e as transformações que ajudaram a provocar.</p>
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<p>Para quem gosta de moda, é uma oportunidade de rever alguns dos nomes mais importantes da indústria sob uma perspectiva menos óbvia. Parar de olhar apenas para a roupa e descobrir o que ela diz sobre o mundo.</p>
<p>Os episódios da série estarão disponíveis no canal de Glória Kalil no YouTube, que reúne seu conteúdo de moda, estilo e comportamento.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Uma minissérie sobre os criadores que mudaram o mundo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/43eNL7oVPow?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">TVeja com Gloria Kalil</media:title>
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			<media:title type="html">NUM_HC1966H076PH01.01267</media:title>
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			<media:title type="html">Mary Quant</media:title>
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		</media:content>

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			<media:title type="html">gaultier3</media:title>
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		<title>Vice de Haddad, França defende Marcola, ex-assessor de Lula: ‘Extremamente idôneo’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-ministro do Empreendedorismo também disse que conhece Lulinha 'muito pouco' e criticou a fragilidade da regulamentação do lobby no Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-governador e ex-ministro <strong>Márcio França</strong>, candidato a vice na chapa de <strong>Fernando Haddad</strong> ao governo de São Paulo, saiu em defesa nesta quarta-feira, 19, de Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-assessor de gabinete do presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva. Conhecido como <strong>Marcola</strong>, ele deixou o cargo que tinha na campanha pela reeleição do petista depois de serem encontradas transferências bancárias para ele feitas pela lobista Roberta Luchsinger, amiga pessoal de Lulinha e investigada no escândalo do INSS.</p>
<p>França disse que Marcola é uma pessoa “extremamente idônea” e disse que o lobby é regido por uma legislação muito frágil. “O Lulinha eu conheço muito pouco, mas o Marcola eu conheço e posso garantir que é uma pessoa extremamente idônea, hipersimples, humilde. Seria meio que impossível, nas condições em que ele vive e que ele tem, ter qualquer tipo de condição financeira diferente”, disse o ex-ministro do Empreendedorismo.</p>
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<p>Nas investigações do escândalo do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/inss/">INSS</a>, que apura os descontos indevidos nas folhas de pagamento dos aposentados e pensionistas, a Polícia Federal encontrou um depósito de 249. 000 reais de Luchsinger para Marcola, que é suspeita de ter feito lobby dentro do esquema, ao lado do empresário e filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, de quem é amiga. Ele devolveu depois o dinheiro e disse que o valor era referente a um empréstimo já quitado.</p>
<p>Marcola se aproximou de Lula e do PT na época da Lava-Jato, quando o presidente estava preso na sede da <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> em Curitiba. No atual mandato, ele organizava os encontros com o presidente, integrando o círculo íntimo de confiança de Lula.</p>
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<p>França deu a declaração em evento no qual representou o titular da sua chapa, <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/fernando-haddad/">Fernando Haddad</a>, na assinatura de um termo de cooperação das campanhas com a Justiça Eleitoral. Em entrevista coletiva, além de defender Marcola, ele também falou sobre a fragilidade da legislação sobre o lobby. A prática não é proibida por lei, mas não é regulamentada com clareza.</p>
<p>“Tem diversos profissionais que fazem lobby para todas as coisas possíveis. É legalizado isso. Eles fazem lobby no Brasil pra se aproximar de pessoas que têm influência, para tentar chegar com a sua ideia pronta para a pessoa que vai decidir. A regulamentação disso é frágil. Eles frequentam os ambientes de Brasília e aqui em São Paulo também”, disse França.</p>
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			<media:title type="html">O vice de Fernando Haddad, Márcio França</media:title>
		</media:content>
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		<item>
		<title>Criança de seis anos é um dos sobreviventes de acidente que deixou 23 mortos no Paraná</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/crianca-de-seis-anos-e-um-dos-sobreviventes-de-acidente-que-deixou-23-mortos-no-parana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Laila Nery]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de carro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[Menino é um dos cinco feridos encaminhados a hospitais após tragédia em rodovia; Polícia Científica ainda trabalha para identificar todas as vítimas fatais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto equipes da Polícia Científica trabalham na <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/acidente-com-micro-onibus-e-caminhao-deixa-23-mortos-no-parana/">identificação das 23 pessoas mortas no acidente entre um ônibus</a> da Secretaria de Saúde de Imbituva e um caminhão na BR-373, <strong>cinco sobreviventes</strong> foram encaminhados para unidades de saúde da região. Entre eles está <strong>Luan Gabriel de Brito</strong>, de 6 anos, levado ao Hospital Universitário Materno-Infantil de Ponta Grossa (HUMAI).</p>
<p>Os outros quatro sobreviventes são <strong>Edenilda Taymara Pereira de Medeiros</strong>, de 26 anos, e <strong>João Miguel Pereira</strong>, de 22, encaminhados à UPA Santa Paula, em Ponta Grossa; e <strong>Assis Cabreira</strong>, de 50 anos, e <strong>Elio Antônio Rosa</strong>, de 49, levados ao Hospital Universitário (HU).</p>
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</div>
<p>A Prefeitura de Imbituva divulgou os nomes nesta quarta-feira, 19, em uma atualização sobre as vítimas da colisão ocorrida durante a madrugada. O município informou que 23 mortes foram confirmadas no local. As autoridades ainda trabalham para concluir a identificação dos mortos e comunicar oficialmente as famílias.</p>
<p>O governo do Paraná informou que entre as 23 vítimas fatais, estão <strong>13 mulheres adultas</strong>, <strong>oito homens adultos</strong> (incluindo o motorista do caminhão) e <strong>duas crianças</strong>. As vítimas fatais foram levadas à Unidade de Execução Técnico-Científica (UETC) da Polícia Científica em Ponta Grossa para perícia e identificação.</p>
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<p>A dimensão da tragédia levou a Polícia Científica do Paraná a mobilizar equipes das unidades técnico-científicas de Ponta Grossa, Curitiba e Guarapuava. Os profissionais permanecem envolvidos nos trabalhos periciais e adotaram o protocolo internacional DVI (<em>Disaster Victim Identification</em>), utilizado em ocorrências com múltiplas vítimas.</p>
<p>Segundo a Polícia Científica, as equipes precisam localizar, registrar, coletar e individualizar as vítimas fatais e os demais vestígios encontrados no local, além de realizar a perícia necessária para ajudar a determinar a dinâmica e as causas da colisão.</p>
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<p>Após os trabalhos no local, os corpos serão encaminhados à Unidade de Execução Técnico-Científica de Ponta Grossa. Ali serão realizados exames e confrontadas informações com bases oficiais de identificação biométrica e outros métodos técnico-científicos. O tempo necessário para concluir cada identificação pode variar conforme o procedimento exigido.</p>
<p>A Polícia Científica ressaltou que só confirmará oficialmente a identidade das vítimas depois da conclusão segura dos procedimentos, seguida da comunicação às autoridades policiais e aos familiares. A cautela é necessária diante da dimensão do acidente e da necessidade de evitar que parentes recebam informações incompletas ou incorretas em meio à tragédia.</p>
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<p>O acidente aconteceu por volta das 3h30, no km 209 da BR-373, em Ipiranga. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, evidências preliminares indicam que o caminhão teria invadido a faixa contrária e atingido frontalmente o ônibus, que transportava pacientes de Imbituva para hospitais da Região Metropolitana de Curitiba. As circunstâncias da colisão ainda são investigadas.</p>
<p>Para os familiares que ainda não conseguiram informações sobre seus parentes, a Prefeitura de Imbituva orienta que procurem a Secretaria Municipal de Saúde. A Polícia Científica também disponibilizou um canal específico para familiares na unidade de Ponta Grossa, onde serão realizados os procedimentos de identificação.</p>
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</div>
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			<media:title type="html">Acidente na BR-373 deixa 23 mortos no Paraná</media:title>
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		<item>
		<title>Associações entregam ao Senado carta de compromisso em defesa das pessoas com deficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Investimento em inclusão escolar real e combate a abusos de planos de saúde são algumas das demandas apresentadas pelo documento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma carta compromisso multipartidária, com propostas e demandas de candidaturas e representantes de pessoas com deficiência, será entregue em audiência no Senado no dia 3 de setembro.</p>
<p>Elaborado a partir de informações e demandas coletadas pelos advogados Wanderley Montanholi e Flávia Marçal, o documento reúne as assinaturas das associações Deficiências Ocultas, Neurodivergências e Diversidade (Octo.PcD), Coalizão Nacional Inclusiva pelo Autismo (CONIA) e Movimento Orgulho Autista Brasil (MOAB).</p>
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</div>
<p>Entre as propostas e demandas que serão apresentadas estão a criação de residências inclusivas, o investimento em inclusão escolar real, com mais apoio a professores e profissionais preparados, e o combate a abusos de planos de saúde e omissões do Sistema Único de Saúde no tratamento de pessoas adultas com deficiência.</p>
<p>Estão confirmados como participantes do evento de entrega Wanderley Montanholi e Thomás Levy, da Octo.PcD, e Flávia Marçal, fundadora do CONIA.</p>
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</div>
<p>&#8220;Nos últimos quatro anos, houve ameaças inaceitáveis de perda de direitos das pessoas com deficiência e dos autistas. Ao mesmo tempo, vimos uma enxurrada de leis mal escritas, sem embasamento técnico ou até inconstitucionais, em tentativas de se aproveitar de uma pauta que ganhou mais projeção. Juntamos as demandas da nossa comunidade neste documento e esperamos que a pauta seja tratada com a dignidade que merece pela nova legislatura&#8221;, afirma Montanholi.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Tebet ou Marina? Quem chega mais forte à reta decisiva pelo Senado em SP</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/tebet-ou-marina-quem-chega-mais-forte-a-reta-decisiva-pelo-senado-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Simone Tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[Editor de VEJA avalia que ministra tem potencial entre eleitores moderados, mas ressalta que disputa ainda está em estágio inicial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A disputa pelas <strong>duas vagas de São Paulo no Senado</strong> deve colocar <strong>Simone Tebet e Marina Silva</strong> em uma concorrência pelo eleitorado ligado à chapa apoiada pelo presidente <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a></strong>. No <em>Ponto de Vista</em>, de VEJA, apresentado por Laísa Dall&#8217;Agnol, o editor José Benedito da Silva avaliou que, embora ainda seja cedo para prognósticos, Simone aparece neste momento com maior potencial eleitoral entre as duas <em>(este texto é um resumo do vídeo acima)</em>.</p>
<p>Questionado sobre o argumento de que Simone não teria uma trajetória política construída em São Paulo, José Benedito lembrou a explicação dada pela própria candidata sobre seus vínculos com o estado. Segundo ele, Simone ressalta que é casada com um paulista, mora em São Paulo, tem imóvel no estado e votou ali na eleição presidencial de 2022, quando concorreu à Presidência.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Para o editor de VEJA, outro ativo de Simone seria sua capacidade de dialogar com uma parcela mais moderada do eleitorado. “Ela teria uma identificação com setores expressivos do eleitorado mais moderado, mais de centro, um eleitorado que não se alinha à direita Bolsonaro e que gosta de políticos mais centristas”, afirmou.</p>
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<h3>Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/lula-flavio-surpresas-reviravoltas/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/lula-flavio-surpresas-reviravoltas/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
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<h3>Por que Simone Tebet pode levar vantagem?</h3>
<p>José Benedito recordou que Simone chegou a ser considerada para a disputa pelo governo paulista quando Fernando Haddad ainda demonstrava resistência em assumir a candidatura e <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/geraldo-alckmin/">Geraldo Alckmin</a> já havia descartado concorrer. Para o jornalista, essa movimentação ajuda a dimensionar o espaço político ocupado por ela.</p>
<p>“Eu acho que ela tem bastante potencial”, disse. Ao comparar diretamente as duas candidaturas ao Senado, porém, José Benedito fez questão de classificar sua avaliação como particular e evitar uma previsão definitiva.</p>
<h3>O que pode pesar para Marina Silva?</h3>
<p>Na avaliação de José Benedito, Marina também entra na disputa com atributos eleitorais. O editor destacou que ela foi uma deputada federal bem votada e é reconhecida por sua atuação como ministra.</p>
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<p>Ao mesmo tempo, apontou uma questão que, em sua análise, poderá ser explorada durante a campanha: Marina deixou a Câmara pouco depois de assumir o mandato para integrar o governo. “Talvez o eleitor de São Paulo cobre um pouco isso: ‘Você foi deputada federal na última eleição e você não ficou na Câmara, você foi para o ministério’”, afirmou.</p>
<p>Segundo José Benedito, Marina argumenta agora que, caso seja eleita, pretende permanecer no Senado por considerar que a Casa concentra algumas das disputas políticas mais importantes.</p>
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<h3>A disputa já tem favoritos?</h3>
<p>Apesar de apontar uma vantagem potencial de Simone dentro da chapa apoiada por Lula, José Benedito ressaltou que ainda é cedo para estabelecer favoritos definitivos. “Esses prognósticos são ainda muito, muito prematuros. É preciso esperar um pouco mais o desenrolar da campanha”, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, o editor resumiu sua leitura do quadro: “Eu diria que a Simone é o nome mais forte da chapa lulista”. Do outro lado da disputa, ele apontou um nome da chapa de Tarcísio como aparentemente mais forte, mas ressaltou enxergar competitividade no conjunto dos concorrentes. “Vejo potencial para todas essas cinco candidaturas. Acho que é uma briga boa por essas duas vagas.”</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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			<media:title type="html">Marina Silva, Simone Tebet, Guilherme Derrite e Ricardo Salles</media:title>
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		<title>Atualização da Lei Seca: entenda as principais mudanças para os motoristas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/comportamento/atualizacao-da-lei-seca-entenda-as-principais-mudancas-para-os-motoristas/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/comportamento/atualizacao-da-lei-seca-entenda-as-principais-mudancas-para-os-motoristas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natalia Tiemi Hanada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337725</guid>

					<description><![CDATA[Contran atualizou critérios para triagem, reteste e fiscalização de álcool e outras substâncias psicoativas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>As </span><a href="https://veja.abril.com.br/economia/drogometro-contran-atualiza-lei-seca-e-novo-aparelho-detectara-uso-de-substancias-nos-motoristas/"><span>atualizações das regras da Lei Seca</span></a><span> divulgadas pelo Contran entraram em vigor com a publicação da resolução 1.031 no Diário Oficial da União nesta quarta, 19. Motoristas estão sujeitos aos novos procedimentos e também a possibilidade de triagem, repetição do teste de álcool e teste para identificar outras substâncias psicoativas. Confira as principais mudanças:</span></p>
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<h3><b>‘Drogômetro’ e substâncias psicoativas</b></h3>
<p><span>A resolução prevê a possibilidade de uso de equipamentos para <strong>identificação de substâncias psicoativas</strong> junto de uma verificação de sinais de alteração da capacidade psicomotora do condutor. </span></p>
<p><span>O aparelho apelidado “drogômetro” fará uma triagem por meio de fluido oral, indicando qualitativamente a presença das substâncias para as quais foi desenvolvido. </span></p>
<p><span>Não há uma indicação de um modelo específico que será utilizado, apenas que deverão ser certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).</span></p>
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<p><span>O texto da resolução também não determina que a simples presença de vestígios de uma determinada substância seja suficiente para caracterizar uma infração.</span></p>
<p><span>A possibilidade já está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que permite testes toxicológicos e outros meios técnicos ou científicos para verificar se o motorista está sob influência de substâncias psicoativas que possam comprometer a condução do veículo.</span></p>
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<p><span>Entre as substâncias que podem ser identificadas estão: anfetamina, cocaína, MDMA (ecstasy), 6-MAM (heroína), LSD, delta-9-THC (cannabis), fentanil, cetamina, K2 (canabinoides sintéticos), morfina, metanfetamina e MDPV.</span></p>
<p><span>A fiscalização por autoridades de trânsito começará com a certificação dos aparelhos.</span></p>
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<h3><b>Triagem e álcool residual</b></h3>
<p><span>No teste do bafômetro, a novidade é uma etapa de triagem com um <strong>pré-teste ou teste passivo</strong>. O resultado desta fase, somente, não poderá gerar uma multa ou comprovar a condução sob influência de álcool.</span></p>
<p><span>Em circunstâncias em que houver <strong>restos de álcool na boca</strong>, o procedimento permite um </span></p>
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<p><b>reteste </b><span>depois de um jejum. O consumo de bombons de licor, pão de forma e uso de enxaguante bucal podem causar essas condições. </span></p>
<p><span>O reteste também será realizado quando fatores técnicos ou operacionais impedirem a obtenção de um resultado considerado válido.</span></p>
<p><span>Os limites da Lei Seca permanecem os mesmos: 0,05 mg/L de álcool no ar expelido caracteriza a infração administrativa, considerando a margem de erro, enquanto 0,34 mg/L pode configurar crime.</span></p>
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			<media:title type="html">Lei-Seca</media:title>
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		<title>Pesquisa mostra por que nem todo voto de Caiado e Zema migra para Flávio Bolsonaro no segundo turno</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-mostra-por-que-nem-todo-voto-de-caiado-e-zema-migra-para-flavio-bolsonaro-no-segundo-turno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[BTG/Nexus]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Romeu Zema]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Caiado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337719</guid>

					<description><![CDATA[No 'Ponto de Vista', CEO da Nexus contesta transferência automática dos votos da direita e aponta rejeição aos candidatos como fator decisivo na disputa ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pesquisas-eleitorais/"><strong>vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro</strong></a> nas simulações de segundo turno não desaparece mesmo quando os eleitores de candidaturas de direita precisam fazer uma nova escolha. No <em>Ponto de Vista</em>, apresentado por Laísa Dall&#8217;Agnol, o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, afirmou que parte dos votos de nomes como Ronaldo Caiado e Romeu Zema não migra automaticamente para Flávio e que fatores como gênero, renda e, principalmente, rejeição ajudam a explicar esse comportamento. O editor de VEJA José Benedito da Silva também participou da análise <em>(este texto é um resumo do vídeo acima)</em>.</p>
<p>José Benedito levantou a hipótese de que Lula poderia enfrentar dificuldades para ampliar seu eleitorado no segundo turno. Segundo ele, enquanto o presidente conseguiu reunir os partidos de esquerda em torno de sua candidatura, a direita chegou à disputa dividida entre diferentes nomes. Nesse cenário, o risco para Lula seria avançar para a etapa decisiva sem conseguir crescer significativamente além da base conquistada no primeiro turno.</p>
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<p>Tokarski discordou dessa leitura a partir dos números da última pesquisa da Nexus citada durante o programa. Segundo ele, Lula registra 41% no primeiro turno e chega a 47% no segundo, crescimento de seis pontos. Flávio passa de 36% para 44%, uma alta de oito pontos. “De fato, o Flávio cresce mais que o Lula. Mas o Lula também atrai o eleitorado da Samara Martins, do Augusto Cury e parte do eleitorado, inclusive, por exemplo, dos ex-governadores Caiado e Zema”, afirmou.</p>
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<h3>Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/lula-flavio-surpresas-reviravoltas/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
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<h3>Por que eleitores de Caiado podem votar em Lula?</h3>
<p>Para Tokarski, tratar os eleitores de uma candidatura como um grupo uniforme pode levar a conclusões equivocadas. “O eleitorado brasileiro é muito heterogêneo”, afirmou. Como exemplo, ele citou diferenças de comportamento entre mulheres evangélicas de diferentes regiões do país.</p>
<p>O CEO da Nexus usou como hipótese uma eleitora que escolha Caiado no primeiro turno por rejeitar tanto Lula quanto Flávio. Diante de uma disputa entre os dois no segundo turno, essa mesma pessoa poderia migrar para Lula devido à rejeição ao bolsonarismo.</p>
<p>“As mulheres votam bem mais no Lula do que no Flávio de maneira geral”, afirmou Tokarski. Segundo ele, características socioeconômicas também interferem nesse processo. Flávio, por sua vez, teria maior capacidade de atrair determinados segmentos entre os eleitores das demais candidaturas, incluindo homens e pessoas de renda e escolaridade mais altas.</p>
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<h3>Existe uma transferência automática dos votos da direita?</h3>
<p>Tokarski rejeitou a ideia de que os eleitores de Caiado e Zema necessariamente se reuniriam em torno de Flávio no segundo turno apenas porque os candidatos ocupam campos políticos próximos.</p>
<p>“Essa ideia de que todo o eleitor de Caiado e Zema vai se reunir, fazer uma grande assembleia dos eleitores da terceira via para decidir se vota em Lula ou em Caiado, isso não existe muito”, disse.</p>
<p>Para ele, o voto presidencial possui um componente fortemente personalista. O comportamento individual diante dos candidatos, portanto, pode pesar mais do que a posição política da candidatura escolhida no primeiro turno.</p>
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<p>Tokarski também fez uma ressalva ao uso da expressão “terceira via”. Segundo ele, os demais nomes mencionados estão no campo da direita, diferentemente de uma candidatura mais posicionada ao centro. Ainda assim, afirmou que a expressão acabou incorporada ao debate eleitoral para identificar opções fora dos dois polos principais.</p>
<h3>Como a rejeição pode decidir o segundo turno?</h3>
<p>É na rejeição que Tokarski identifica uma das principais explicações para a manutenção da vantagem de Lula. Segundo sua análise, uma parcela relevante do eleitorado toma a decisão não necessariamente pelo candidato de que mais gosta, mas por aquele de quem “desgosta menos”.</p>
<p>O CEO da Nexus afirmou que aproximadamente um quarto do eleitorado apresenta esse tipo de comportamento em disputas entre Lula e um candidato bolsonarista. “Votam num dos candidatos não porque preferem, mas porque desgostam menos”, disse.</p>
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<p>Tokarski acrescentou que há eleitores que desaprovam o governo Lula, mas, mesmo assim, não migram para Flávio. “Mesmo desaprovando o Lula, a rejeição a Flávio não deixa esse eleitor votar em Flávio”, afirmou Tokarski. Na avaliação apresentada no <em>Ponto de Vista</em>, é justamente esse comportamento que ajuda a explicar por que, embora Flávio absorva mais votos entre o primeiro e o segundo turno, Lula consegue preservar sua vantagem nas pesquisas.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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		<title>Ex-paquito expõe motivo de ter sido barrado de especial de Xuxa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/ex-paquito-expoe-motivo-de-ter-sido-barrado-de-especial-de-xuxa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Xuxa]]></category>
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					<description><![CDATA[Alexandre Canhoni ficou conhecido como Xandy]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alexandre Canhoni</strong>, conhecido como Xandy durante sua passagem pelos Paquitos, afirmou que foi cortado do especial de 10 anos do <em>Xou da Xuxa</em>, exibido pela Globo em 1996, após se converter à religião evangélica. Segundo o ex-assistente de palco de <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/xuxa-leva-a-tv-globo-as-seguidas-criticas-de-mara-maravilha/"><strong>Xuxa Meneghel</strong></a>, a produção entrou em contato para saber se ele participaria da comemoração e cantaria músicas do antigo repertório. O ex-paquito, porém, recusou a proposta.</p>
<p>&#8220;A volta dos Paquitos nunca foi cogitada; mas, em um especial de dez anos, me perguntaram se eu cantaria as músicas da época. Falei que só cantaria louvores ou músicas autorais com mensagens positivas. Daí, me cortaram do especial. Hoje não faz sentido pular Carnaval ou cantar coisas que não representam minha verdade”, contou em entrevista a um podcast.</p>
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</div>
<p>A conversão ocorreu em 1995 e marcou uma mudança radical na trajetória de Canhoni. Ele também afirmou ter recorrido anteriormente ao ocultismo na tentativa de impulsionar a carreira artística. Atualmente, é missionário e passou mais de duas décadas trabalhando no Níger, na África Ocidental.</p>
<p>(<i>Agora a</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1787229901700000&amp;usg=AOvVaw183drcN8IYDDD1W3PQdR2P"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1787229901700000&amp;usg=AOvVaw183drcN8IYDDD1W3PQdR2P"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1787229901700000&amp;usg=AOvVaw183drcN8IYDDD1W3PQdR2P"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Rildo Hora, um dos maiores produtores da MPB, fala dos rumos da música no país | Veja Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rjOmJN7YzcY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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</div>
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			<media:title type="html">xandypaquito</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Por que o STF não tem pressa para decidir a sucessão no Rio</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/por-que-o-stf-nao-tem-pressa-para-decidir-a-sucessao-no-rio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Motta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições: Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337658</guid>

					<description><![CDATA[Julgamento sobre governo-tampão foi adiado de última hora, sem data para ser incluído novamente na pauta ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O adiamento do julgamento sobre a sucessão ao governo do Rio de Janeiro é mais um gesto do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) para manter o imbróglio em banho maria e prolongar a permanência do desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, no Palácio Guanabara.</p>
<p>As ações que discutem o mandato-tampão estavam previstas para serem analisadas na sessão desta quarta-feira, 19, mas, <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/stf-adia-definicao-sobre-mandato-tampao-no-rio-de-janeiro/">em uma mudança de última hora, o ministro Edson Fachin, presidente do STF, mandou retirar os processos da pauta</a>. Ainda não foi designada uma nova data para a retomada do julgamento, que se arrasta desde abril.</p>
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</div>
<p>A interlocutores, o presidente justificou que decidiu priorizar o julgamento de um recurso que pode ampliar as medidas protetivas da Lei Maria da Penha para casos de violência de gênero fora do contexto doméstico, familiar ou afetivo. Os ministros teriam entrado em um acordo sobre o simbolismo da decisão neste mês, quando a legislação completa duas décadas. Além disso, a sessão será encerrada mais cedo para os magistrados acompanharem a posse do novo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>Nos corredores, porém, os ministros não têm pressa para dar um desfecho ao caso. Quem acompanha o processo avalia que o cenário mudou sensivelmente agora que não há mais possibilidade de votação direta, ou seja, por voto popular, para o governo-tampão, já que a Justiça Eleitoral está envolvida na organização das eleições de outubro e a própria Constituição prevê a escolha indireta, na Assembleia Legislativa, quando a substituição acontece no segundo semestre do ano eleitoral.</p>
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</div>
<p>Uma votação indireta impactaria a eleição de outubro, já que o atual presidente da Alerj, o deputado Douglas Ruas (PL), é candidato ao governo e não esconde que gostaria de fazer campanha sentado na cadeira de chefe do Executivo. Nesse caso, ele poderia mobilizar os pares para ser eleito governador-tampão. Uma ala do STF resiste em delegar a decisão à Assembleia Legislativa por causa da sucessão de escândalos que ronda deputados e ex-parlamentares fluminenses. Na falta de consenso, o caso foi adiado.</p>
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		<item>
		<title>STF inicia ação penal contra Silas Malafaia no caso de injúria a general</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/stf-inicia-acao-penal-contra-silas-malafaia-no-caso-de-injuria-a-general/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmilla de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria-Geral da República (PGR)]]></category>
		<category><![CDATA[Silas Malafaia]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Pastor alega que, ao chamar integrantes da cúpula do Exército de "frouxos", falou de forma "genérica"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início na terça-feira, 18, à ação penal contra o pastor Silas Malafaia no caso envolvendo supostas ofensas ao Alto Comando do Exército. O líder religioso é réu pelo cirme de injúria, e a partir de agora haverá a instrução processual, que inclui depoimentos e a coleta de provas. Em vídeo públicado no Instagram nesta quarta, 19, Malafaia voltou a dizer que é alvo de &#8220;perseguição política&#8221; por parte do ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>. Em relação ao discurso contra generais num ato na Avenida Paulista, em abril do ano passado, ele se defende afirmando que sua fala foi &#8220;genérica&#8221;. &#8220;Eu desafio o procurador-geral Paulo Gonet e Alexandre de Moraes a provarem que eu citei o nome do general Tomás Paiva na Avenida Paulista. Eu falei de maneira genérica, na minha liberdade de expressão numa manifestação pública&#8221;, diz ele na gravação.</p>
<p>Na ocasião, Malafaia chamou generais de quatro estrelas de &#8220;frouxos&#8221;, &#8220;covardes&#8221; e &#8220;cambada de omissos&#8221;. O contexto, segundo o pastor, era a falta de manifestação dos militares sobre a prisão do general Walter Braga Netto. O religioso foi tornado réu pela Primeira Turma em abril deste ano, mas um empate deixou de fora o crime de calúnia. Cristiano Zanin divergiu, alegando que a PGR não demonstrou na fala do pastor um fato atribuído como crime contra o general Tomás Paiva, comandante do Exército. Carmem Lúcia acompanhou o voto.</p>
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</div>
<p>Já para a PGR, Malafaia imputou a Paiva o crime comum de prevaricação e o crime militar de covardia. O pastor, no vídeo desta quarta, diz que seu discurso não tinha &#8220;sujeito definido&#8221;.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">Pro-amnesty rally for those imprisoned over the January 8 events in S¿o Paulo.</media:title>
		</media:content>
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		<title>Pesquisa indica ‘efeito colateral’ da disputa Tarcísio x Haddad que pode prejudicar em Lula</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-indica-efeito-colateral-da-disputa-tarcisio-x-haddad-que-pode-prejudicar-em-lula/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições: São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio Gomes de Freitas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337693</guid>

					<description><![CDATA[No 'Ponto de Vista', editor de VEJA afirma que Haddad enfrenta o desafio de manter a campanha no maior colégio eleitoral do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de <strong>Tarcísio de Freitas</strong> vencer a eleição para o governo de São Paulo já no primeiro turno representa um problema para a campanha do <strong>presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a></strong>. A avaliação é do editor de VEJA José Benedito da Silva, que, no <em>Ponto de Vista</em>, apresentado por Laísa Dall&#8217;Agnol, afirmou que manter a eleição paulista em andamento no segundo turno tornou-se uma prioridade para Fernando Haddad e para o projeto eleitoral do presidente <em>(este texto é um resumo do vídeo acima)</em>.</p>
<p>Ao comentar os <a href="https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-mostra-chance-de-vitoria-apertada-de-tarcisio-em-sao-paulo/]"><strong>números da Paraná Pesquisas</strong></a> apresentados no programa, José Benedito avaliou que a configuração da disputa transformou, na prática, o primeiro turno em um confronto direto entre Tarcísio e Haddad. Os demais concorrentes ainda não demonstram força suficiente para alterar significativamente esse cenário. “O segundo turno em São Paulo já está acontecendo”, afirmou.</p>
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</div>
<p>O editor chamou atenção para a pequena diferença entre os percentuais registrados pelos dois principais candidatos nas simulações de primeiro e segundo turnos. Conforme os números citados por José Benedito, Tarcísio aparece na casa dos 50% no primeiro turno e chega a 53% no segundo. Para o jornalista, a pouca variação reforça a percepção de que os dois já concentram a disputa.</p>
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<h3>Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/lula-flavio-surpresas-reviravoltas/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/lula-flavio-surpresas-reviravoltas/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
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<h3>Qual é o principal desafio de Haddad?</h3>
<p>Na análise de José Benedito, Haddad enfrenta obstáculos que vão da posição de Tarcísio no comando do governo estadual à rejeição historicamente enfrentada pelo PT em São Paulo. O editor também recordou a disputa entre ambos em 2022 e afirmou que, apesar da derrota para Tarcísio, Haddad teve desempenho suficiente para contribuir com a votação de Lula no estado.</p>
<p>Essa função, segundo José Benedito, volta a ser importante na eleição atual. Mais do que buscar um resultado competitivo na corrida estadual, Haddad teria a missão de ajudar a sustentar a candidatura presidencial de Lula no maior colégio eleitoral do país.</p>
<p>“Essa hoje é a grande missão de Haddad em São Paulo: também ter um bom desempenho eleitoral de forma a ajudar a reeleição nacional de Lula”, afirmou.</p>
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</div>
<h3>Por que evitar uma vitória de Tarcísio no primeiro turno é tão importante?</h3>
<p>É nesse ponto que José Benedito identifica o maior risco para a estratégia eleitoral do presidente. Caso Tarcísio encerre a disputa estadual já no primeiro turno, São Paulo ficaria sem uma campanha para governador durante a etapa decisiva da corrida presidencial.</p>
<p>“Se não tiver um segundo turno em São Paulo, isso vai ser muito ruim para a campanha do Lula”, afirmou o editor. Segundo ele, a situação ganha ainda mais importância pelo peso do eleitorado paulista e pela expectativa de uma disputa presidencial apertada contra Flávio.</p>
<h3>O que pode dificultar a missão de Haddad?</h3>
<p>Para o editor, portanto, garantir a continuidade da disputa estadual tornou-se uma necessidade estratégica. “Haver segundo turno em São Paulo nesse momento é a prioridade para Lula”, afirmou. O cenário apresentado pela pesquisa, porém, indica que cumprir esse objetivo não será simples.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Jóquei de 27 anos morre após sofrer queda de cavalo em prova no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/joquei-de-27-anos-morre-apos-sofrer-queda-de-cavalo-em-prova-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Leandro Henrique era casado com a joqueta Victoria Mota e pai de Manoela, de apenas um ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jóquei <span><strong>Leandro Henrique</strong>, de 27 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira, 19, poucos dias após cair do cavalo durante uma prova no <strong>Jockey Club Brasileiro</strong>, na <strong>Gávea</strong>, na Zona Sul do <strong>Rio de Janeiro</strong>. No último domingo, 16, o animal saiu da pista e pulou os cavaletes, derrubando Leandro, que sofreu uma fratura exposta na região do quadril e um traumatismo craniano. Ele foi levado ao <strong>Hospital Municipal Miguel Couto</strong> e depois transferido para um particular, onde estava em estado grave. </span></p>
<p><span>Leandro era natural de <strong>Recife</strong>, em <strong>Pernambuco</strong>, e iniciou a carreira aos nove anos. Conquistou uma série de vitórias, incluindo o <strong>GP Cruzeiro do Sul</strong> e o <strong>Grande Prêmio Brasil</strong>. Era casado com a joqueta <strong>Victoria Mota</strong> e pai de <strong>Manoela</strong>, de apenas um ano. </span></p>
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</div>
<p>Em nota, a equipe do atleta afirmou que ele &#8220;construiu uma trajetória marcada por feitos inéditos e por uma determinação que impressionava&#8221; e que &#8220;a cada temporada, elevava ainda mais a sua própria régua&#8221;.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>&#8220;Enfrentou quedas, fraturas, dificuldades e injustiças. Nenhum obstáculo foi capaz de fazê-lo parar. Ele era determinado, focado e, acima de tudo, diferenciado&#8221;, acrescentou o comunicado, divulgado nas redes sociais. &#8220;Hoje, este post é uma homenagem à sua vida, à sua trajetória e ao legado que deixou. Um legado que jamais será esquecido.&#8221;</p>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/brasil/mulher-de-43-anos-morre-apos-ser-atingida-por-roda-que-se-desprendeu-de-onibus-brt-no-rio/">+ Mulher de 43 anos morre após ser atingida por roda que se desprendeu de ônibus BRT no Rio</a></strong></p>
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</div>
<p>O Jockey Club Brasileiro também lamentou a morte de Leandro.</p>
<p><span>&#8220;Recentemente contratado pelo Haras Santa Maria de Araras, com Passion Of Details venceu o GP Margarida Polak Lara – Taça de Prata, a última grande conquista de sua vitoriosa passagem pelas pistas. Vale lembrar que, em 2021, montando Casa Blanca, do próprio Haras Santa Maria de Araras, o bridão chegou ao milésimo triunfo de sua carreira, levantando o GP Henrique de Toledo Lara (G2)&#8221;, relembrou a nota. </span></p>
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</div>
<p><span>&#8220;Leandro deixa uma trajetória marcante no turfe brasileiro e uma ausência profunda entre familiares, amigos, profissionais e admiradores do esporte. </span><span>O Jockey Club Brasileiro, enlutado, manifesta seu profundo pesar e se solidariza com Victoria, Manoela, familiares e amigos de Leandro Henrique neste momento de imensa dor&#8221;, concluiu. </span></p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Captura de tela 2026-08-19 130155</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Lupo leva 1400 produtos ao iFood e aposta em entregas rápidas para crescer</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/lupo-leva-1400-produtos-ao-ifood-e-aposta-em-entregas-rapidas-para-crescer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IFood]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6337666</guid>

					<description><![CDATA[Marca estreia na plataforma com cerca de 40 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A Lupo está ampliando sua estratégia de vendas e passa a utilizar o iFood como novo canal de comercialização de seus produtos. A parceria transforma cerca de 40 lojas da marca nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte em pontos de distribuição urbana, conectando a rede física da companhia à infraestrutura logística da plataforma.</span></p>
<p><span>Com a iniciativa, a Lupo se torna a primeira marca de moda íntima a integrar a plataforma de entregas. O portfólio inicial reúne aproximadamente 1.400 produtos, que passam a ser disponibilizados aos consumidores de acordo com o estoque da unidade mais próxima.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>O movimento coloca a rede de lojas físicas da companhia no centro de uma estratégia de quick-commerce, modelo de varejo baseado em entregas rápidas e compras de conveniência. Em vez de funcionar apenas como ponto tradicional de venda, cada unidade passa também a atuar como uma espécie de hub logístico para atender pedidos feitos pelo aplicativo. </span><span>“A entrada no iFood representa um novo passo na evolução da nossa estratégia omnichannel. Queremos que a Lupo esteja presente nos momentos em que o consumidor precisa de conveniência e agilidade, sem abrir mão da experiência da marca”, afirma Paula Abreu, gerente de Operações da Lupo.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3><span>Franquias ganham novo canal de vendas</span></h3>
<p><span>A parceria também tem impacto direto sobre o modelo de negócios da Lupo. A companhia possui mais de 800 franquias e lojas próprias no país e está presente em mais de 34 mil pontos de venda. </span><span>Com o novo canal, os estabelecimentos participantes podem vender para consumidores que não necessariamente entrariam na loja física. O pedido é direcionado à unidade mais próxima, que administra seu próprio estoque e as ações promocionais locais, enquanto a Lupo mantém os padrões operacionais e de posicionamento da marca.</span></p>
<p><span>Na prática, a estratégia permite que o mesmo espaço físico seja utilizado para diferentes funções: atendimento presencial, estoque e distribuição de pedidos feitos digitalmente. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Para os franqueados, isso cria uma possibilidade adicional de giro de produtos e faturamento, além de ampliar o alcance geográfico de cada unidade sem a necessidade de abertura de novas lojas.</span></p>
<p><span>A proposta inicial do novo canal é atender principalmente compras pontuais e demandas de reposição nas quais a velocidade de entrega é um fator relevante. </span></p>
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</div>
<p><span>Ao acessar o aplicativo, o consumidor poderá visualizar os produtos disponíveis na unidade da Lupo mais próxima de sua localização. A proximidade entre estoque e cliente permite reduzir o tempo de entrega e simplificar a jornada de compra. </span><span>“A chegada da Lupo ao iFood é um marco importante na nossa estratégia de expansão de categorias do varejo. Nossa missão é facilitar o dia a dia das pessoas, e trazer uma marca de referência em moda íntima reforça nosso papel como um ecossistema completo de conveniência”, afirma Guilherme Cozza, diretor Comercial de Marketplace do iFood.</span></p>
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		<title>Como não se afogar em meio ao mar de vinhos dos supermercados</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/al-vino/como-nao-se-afogar-em-meio-ao-mar-de-vinhos-dos-supermercados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sergio Ruiz Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Desconto]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Supermercado]]></category>
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		<category><![CDATA[Vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A coluna AL VINO  foi às compras com uma sommelière para descobrir como escolher uma boa garrafa sem precisar de um GPS]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um momento em que o vinho vira fonte de angústia e começa a parecer prova de múltipla escolha. Estou me referindo àquela hora em que você está diante de uma gôndola de supermercado, cercado por centenas de garrafas e sem a menor ideia de por onde começar.<br />
Entre nacionais e importados, mais de 30 mil rótulos estão disponíveis no Brasil.</p>
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<p>Tinto ou branco? Chile ou Portugal? Safra nova ou aquela promoção irresistível? E aquele rótulo lindo — será que o vinho é tão interessante quanto a embalagem?</p>
<p>Para tentar descobrir como não se afogar em meio a um mar de garrafas, fui recentemente ao supermercado com <strong>Patrícia Brentzel,</strong> sommelière que trabalha há 24 anos no mercado de alimentos e bebidas e há duas décadas atua como profissional do vinho (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=EharXwvAOdY&amp;list=PLajCBhJNR2qLzS6omany5o04QwdoWy8HM&amp;index=2">confira o episódio do programa AL VINO na VEJA+TV</a>) .</p>
<p>A primeira surpresa foi descobrir que até o preconceito contra supermercado já envelheceu. Segundo Patrícia, o consumidor mudou e o supermercado também. O crescimento das importações próprias das grandes redes ampliou a oferta e, muitas vezes, permite preços mais competitivos. Hoje, para boa parte dos consumidores é justamente ali que começa a compra de vinho.</p>
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<p>Mas sem auxilio especializada, como não cais em armadilhas e fazer boas escolhas? Seguem aqui alguns conselhos práticos:</p>
<p><strong>1. Antes de olhar a garrafa, olhe para o bolso</strong><br />
Parece óbvio, mas é a primeira regra. Diante de centenas de opções, estabelecer quanto você quer gastar funciona como uma espécie de GPS. Pode ser R$ 50, R$ 80 ou mais R$ 300. O importante é definir o orçamento antes de começar a passear pelas gôndolas. Em um mercado que reúne opções de vinhos que vão de R$ 30 a R$ 30 mil, perder a referência é bastante fácil.</p>
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<p>Não caia na armadilha de acreditar que esta ou aquela uva significa vinhos mais econômicos. A mesma Cabernet Sauvignon, por exemplo, pode produzir vinhos de entrada, denominação que descreve o começo de gama das vinícolas, ou rótulos muito sofisticados. O preço depende de como e onde aquele vinho foi feito, do vinhedo e da técnica produção, por exemplo. Entre as regiões, Chile e Argentina costumam ter ótimos valores, mas atualmente Portugal e Espanha têm enviado bons vinhos por valores bastante acessíveis. Entre R$ 35 e R$ 45 é possível encontrar vinhos das regiões de Lisboa e Península de Setúbal, por exemplo. Há especialistas afirmando que em breve serão o número um nas nossas gôndolas, deixando nossos hermanos para trás.</p>
<p><strong>2. Pergunte: vinho onde e para quê?</strong><br />
A segunda pergunta é menos enológica e mais existencial: o que você vai fazer com essa garrafa? É um vinho para beber numa terça-feira? Para acompanhar uma massa? Para um jantar com amigos? Para começar a descobrir uma nova uva? Há momentos para arriscar e há outros que pedem compras seguras.<br />
Se comprou para ter em casa, lembre-se: vinho gosta de lugar escuro e temperatura constante. Nas adegas, eles ficam em cerca de 15 graus. Nada de guardar vinho na cozinha, onde a temperatura do forno altera o calor do ambiente, nem debaixo daquela escada que pega todo sol da tarde.</p>
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<p><strong>3. Não compre o rótulo. Compre o vinho</strong><br />
É difícil resistir a uma garrafa bonita. E Patrícia, que também tem formação em marketing, reconhece que esse é justamente o objetivo dessas artes. Hoje há rótulos coloridos, minimalistas, artesanais, interativos e até aqueles que convidam o consumidor a escanear um QR Code. Tudo isso faz parte do espetáculo. Mas o verdadeiro show deve estar dentro da garrafa.<br />
Rótulo bonito não significa vinho bom — e, principalmente, não significa que você vai gostar dele. Por isso, vale ler também o contrarrótulo. Ele traz informações importantes sobre o vinho e pode ajudar a entender melhor o que está dentro da garrafa. Informações como gradação alcóolica, importador e principalmente o registro do MAPA, no Ministério da Agricultura e Pecuária, o que quer dizer que o vinho entrou legalmente no país.</p>
<p><strong>4. Cuidado com o “reservado”</strong></p>
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<p>Aqui mora uma das pegadinhas mais conhecidas da América do Sul. Principalmente no Chile, mas também na Argentina e Uruguai, encontramos vinhos que trazem a palavra Reservado no rótulo. Mas o termo não significa o mesmo que Reserva, o selo Espanhol que identifica rótulos que precisam de tempo de envelhecimento em barricas de carvalho e garrafa, antes da comercialização.<br />
Patrícia conta que, depois de muitas viagens ao Chile e de perguntar repetidamente a produtores, vendedores e atendentes o que significava “Reservado”, chegou à conclusão de que a expressão é, em muitos casos, uma jogada de marketing que pode confundir o consumidor. E há uma ironia: muita gente imagina que “Reservado” seja superior a “Reserva”. Na prática, ele é apenas um vinho simples normalmente os de entrada, normalmente meio-doce, de muitas vinícolas que exportam a maior parte de suas produções. Não há problema nenhum com eles, são bons vinhos de entrada e podem ser o vinho que inicia a jornada de muitas pessoas. A única questão aqui é o termo que pode confundir os consumidores diante da gôndola.</p>
<p><strong>5. Promoção não é sinônimo de pechincha</strong><br />
Aquela garrafa que caiu pela metade do preço pode, sim, ser um achado. Mas também pode ser simplesmente um vinho que está encalhado.</p>
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<p>Isso acontece quando uma safra antiga precisa ser escoada para dar lugar à seguinte. O problema não é o vinho ser antigo. Alguns são feitos justamente para envelhecer. A questão é saber se aquele vinho foi feito para isso.<br />
Nos vinhos de consumo cotidiano, a regra geral é outra: brancos e rosés costumam ser melhores jovens, muitas vezes dentro de dois ou três anos; tintos de entrada, em torno de três ou quatro.<br />
Um branco barato, em garrafa transparente, de uma safra muito antiga e com uma cor excessivamente dourada pode ser um sinal de alerta. Em vez de evolução, pode estar começando a mostrar oxidação.</p>
<p>E por onde começar?</p>
<p>Se você ainda não conhece muito de vinho, Patrícia sugere uma estratégia simples: comece pelas uvas emblemáticas de cada região.<br />
Falando de brancos. Um Riesling alemão. Um Sauvignon Blanc chileno. Um Torrontés argentino. Um Chardonnay da Borgonha, para quem já está mais avançado. Um Alvarinho português. E há também ótimas opções de Portugal, especialmente na região de Lisboa e nos Vinhos Verdes, com castas como Arinto, Loureiro e Avesso.</p>
<p>E há uma outra recomendação que Patrícia faz questão de repetir: olhe para o Brasil. Os espumantes brasileiros já conquistaram reconhecimento internacional, e há vinhos de diferentes estilos e faixas de preço que merecem espaço no carrinho. Para ela, aquela velha desconfiança em relação ao vinho nacional já deveria ter sido aposentada.</p>
<p>No fim, comprar vinho no supermercado talvez seja menos complicado do que parece. Não é preciso conhecer todas as regiões do mundo, decorar centenas de uvas ou falar francês com sotaque de Bordeaux. Basta saber quanto você quer gastar, para que ocasião deseja o vinho, ler o que está escrito na garrafa e desconfiar um pouco das promessas fáceis.</p>
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		<title>Justiça suspende demissões da Casas Bahia após fechamento de 298 lojas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/justica-suspende-demissoes-da-casas-bahia-apos-fechamento-de-298-lojas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Casas Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão manda varejista restabelecer vínculos de funcionários dispensados e cria novo obstáculo ao plano de corte de custos da companhia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plano da Casas Bahia para cortar despesas com o fechamento de 298 lojas ganhou um obstáculo inesperado. A Justiça do Trabalho suspendeu as demissões coletivas feitas pela varejista e determinou o restabelecimento dos vínculos de trabalhadores dispensados nos últimos dias.</p>
<p>A decisão alcança demissões realizadas entre 13 e 17 de agosto. A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio estima que cerca de 1.900 funcionários tenham sido atingidos pelos cortes. A Casas Bahia terá cinco dias para restabelecer os vínculos e 48 horas para reativar benefícios como planos de saúde.</p>
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</div>
<p>A ordem não determina a reabertura das lojas. Na prática, portanto, a companhia poderá ter de manter empregados remunerados mesmo depois de encerrar os pontos onde trabalhavam, até que negocie as dispensas com os sindicatos ou consiga reverter a decisão.</p>
<p>O problema aparece justamente quando a Casas Bahia tenta reduzir sua estrutura para recuperar rentabilidade e caixa. O fechamento das 298 unidades faz parte da segunda fase do plano de transformação do grupo, que prevê redução do quadro e das despesas para adequar a operação ao menor número de lojas.</p>
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<p>No balanço do segundo trimestre, a companhia reconheceu uma provisão de R$ 502 milhões relacionada à reorganização de pessoal e ao fechamento de unidades. A empresa informou à CVM que ainda não consegue estimar com precisão o impacto financeiro das medidas mais recentes.</p>
<p>A juíza também determinou que a Casas Bahia preserve e-mails, mensagens, apresentações, planilhas, atas e outros documentos relacionados ao plano de cortes desde janeiro.</p>
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</div>
<p>A Casas Bahia pode recorrer da decisão.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Flamengo x Cruzeiro na Libertadores: onde assistir, horário e escalações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/flamengo-x-cruzeiro-na-libertadores-onde-assistir-horario-e-escalacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Copa Libertadores]]></category>
		<category><![CDATA[EC Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol: onde assistir]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipes se enfrentam nesta quarta-feira, 19, no Maracanã, pelo jogo de volta das oitavas de final]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Flamengo</strong> e <strong>Cruzeiro</strong> se enfrentam nesta quarta-feira, 19, às </span>21h30 (horário de Brasília)<span>, no Maracanã, no Rio de Janeiro, pelo <strong>jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores</strong>. O confronto está completamente aberto depois do empate por </span>1 a 1 no Mineirão<span>. Quem vencer avança às quartas de final, enquanto um novo empate leva a decisão para os pênaltis.</span></p>
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</div>
<p><span>O Flamengo chega à decisão embalado pela goleada por </span>5 a 1 sobre o Mirassol<span>, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro. Mesmo utilizando uma equipe modificada, o Rubro-Negro mostrou força ofensiva e reduziu para três pontos a distância para o líder Palmeiras, ainda com um jogo a menos. Na Libertadores, o time de Leonardo Jardim tenta usar o mando de campo a seu favor depois de ter feito a melhor campanha da fase de grupos e garantido o direito de decidir a eliminatória no Maracanã.</span></p>
<p><span>Leonardo Jardim deve utilizar praticamente toda a formação principal depois de preservar jogadores no fim de semana. </span></p>
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</div>
<p>Emerson Royal, Léo Ortiz, Jorginho, Arrascaeta e Samuel Lino<span> são alguns dos nomes cotados para voltar ao time titular. Vitão, Alex Sandro e De la Cruz seguem entre as baixas por problemas físicos.</span></p>
<p><span>O Cruzeiro também chega ao Maracanã em bom momento. A equipe de Artur Jorge está </span>há seis partidas sem perder, com quatro vitórias e dois empates, e vem de uma vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians<span>, na Neo Química Arena, mesmo com diversos titulares preservados pensando justamente na Libertadores. Para esta quarta-feira, a Raposa deve ter os retornos de nomes como Gerson, Matheus Pereira, Arroyo e Fagner. A principal ausência é </span>Matheus Henrique<span>, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.</span></p>
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<h3>De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026 | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/personagens-polemicos-futebol-2026/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026 | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/personagens-polemicos-futebol-2026/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<h3><span>Onde assistir a partida entre Flamengo e Cruzeiro?</span></h3>
<p><span>Flamengo e Cruzeiro se enfrentam nesta quarta-feira, 19, às </span>21h30 (horário de Brasília)<span>, no Maracanã, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores. <strong>A partida terá transmissão da </strong></span><strong>TV Globo, ge tv e Paramount+.</strong></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3><span>Prováveis escalações:</span></h3>
<p><strong><span>Flamengo:</span></strong><span> Rossi; Emerson Royal (Varela), Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Carrascal, Samuel Lino (Bruno Henrique) e Pedro. </span><strong><span>Técnico:</span></strong><span> Leonardo Jardim. </span></p>
<p><strong><span>Cruzeiro:</span></strong><span> Otávio; Fagner (William), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Gabriel Rojas (Villalba); Lucas Romero, Gerson e Matheus Pereira; Arroyo, Wesley e Kaio Jorge. </span><strong><span>Técnico:</span></strong><span> Artur Jorge. </span></p>
<h3><span>Arbitragem:</span></h3>
<ul>
<li><strong data-start="254" data-end="266">Árbitro:</strong> Gustavo Tejera (URU);<br data-start="288" data-end="291" data-is-only-node="" /><strong data-start="291" data-end="316"></strong></li>
<li><strong data-start="291" data-end="316">Árbitros assistentes:</strong> Nicolás Tarán (URU) e Horacio Ferreiro (URU);<br data-start="362" data-end="365" /><strong data-start="365" data-end="384"></strong></li>
<li><strong data-start="365" data-end="384">Quarto árbitro:</strong> José Burgos (URU);<br data-start="403" data-end="406" /><strong data-start="406" data-end="414"></strong></li>
<li><strong data-start="406" data-end="414">VAR:</strong> Andrés Cunha (URU);<br data-start="434" data-end="437" /><strong data-start="437" data-end="446"></strong></li>
<li><strong data-start="437" data-end="446">AVAR:</strong> Jonathan Fuentes (URU).</li>
</ul>
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</div>
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			<media:title type="html">Flamengo v Red Bull Bragantino - Brasileirao 2023</media:title>
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