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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 17:47:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>O banco do amanhã já nasceu?</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/o-seu-o-meu-o-nosso/o-banco-do-amanha-ja-nasceu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ligia Moraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A próxima transformação do setor financeiro não passa por novas agências, mas por serviços integrados de forma quase imperceptível ao cotidiano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Sim. Mas existe uma diferença fundamental em relação ao passado: ele começa a desaparecer ante os olhos do cliente, tornando-se invisível, silencioso e integrado ao cotidiano.</i></p>
<p>Olá, leitoras e leitores da VEJA e da VEJA NEGÓCIOS. Talvez vocês já tenham usado o banco do futuro hoje pela manhã, ao pagar um café por aproximação, pedir um carro por aplicativo, parcelar uma compra no celular em segundos ou receber uma oferta automática de crédito antes mesmo de perceber que precisava dela. O banco do amanhã talvez já tenha nascido, mas existe uma diferença fundamental em relação ao passado: ele começa a desaparecer diante dos olhos do cliente, tornando-se invisível, silencioso, integrado ao cotidiano.</p>
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<p>A história dos bancos sempre esteve ligada à história da tecnologia, da confiança e das grandes crises econômicas. Desde os mercadores da Antiguidade até os banqueiros venezianos da Idade Média, passando pelos Cavaleiros Templários, que desenvolveram mecanismos sofisticados de custódia e transferência de valores para peregrinos e comerciantes atravessarem a Europa com mais segurança, o sistema financeiro sempre avançou quando surgiam novas formas de comunicação, proteção patrimonial e circulação de riqueza.</p>
<p>Mais tarde, cidades como Veneza, Florença e Gênova transformaram-se em centros financeiros do comércio europeu. Famílias como os Médici ajudaram a estruturar práticas bancárias modernas, financiando comércio, navegações e governos, enquanto as casas bancárias italianas começavam lentamente a moldar aquilo que séculos depois se transformaria no sistema financeiro contemporâneo.</p>
<p>Foi nesse ambiente mercantil que Shakespeare eternizou, em <i>O Mercador de Veneza</i>, a figura de Shylock. Muitas vezes reduzido injustamente ao estereótipo de agiota, Shylock representava algo muito mais complexo: o banqueiro-financista de uma época em que crédito, contratos, risco, reputação e garantias começavam a redefinir profundamente as relações econômicas e sociais.</p>
<p>Em torno de Shylock gravitavam temas que continuam extremamente atuais, como confiança, inadimplência, segurança jurídica, preconceito, poder econômico, assimetria de informação e os limites éticos do sistema financeiro. Shakespeare compreendia que o dinheiro não movimentava apenas mercadorias e negócios, mas também paixões humanas, medos, conflitos, ambição e disputas de poder.</p>
<p>Séculos depois, a tecnologia muda, os meios de pagamento evoluem, algoritmos substituem formulários, inteligências artificiais passam a avaliar crédito em segundos e servidores em nuvem processam volumes financeiros impensáveis no passado, mas a essência permanece surpreendentemente parecida com aquela percebida por Shakespeare: confiança, risco e reputação continuam no centro do sistema financeiro.</p>
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<p>Desde então, cada salto tecnológico produziu medo, resistência e transformação na atividade bancária.</p>
<p>O telégrafo talvez tenha sido o primeiro grande choque tecnológico da banca moderna. Pela primeira vez na história, informações financeiras podiam viajar mais rápido do que navios, cavalos ou pessoas. Isso alterou o comércio internacional, acelerou pagamentos, reduziu assimetrias de informação e mudou profundamente a competição entre instituições financeiras.</p>
<p>Depois veio o telefone. Novamente surgiram desconfianças. Muitos acreditavam que operações financeiras à distância aumentariam fraudes, comprometeriam a segurança e enfraqueceriam relações tradicionais entre bancos e clientes. Ainda assim, o telefone tornou-se peça central da expansão bancária global.</p>
<p>Na sequência chegaram os computadores de grande porte, os famosos <i>mainframes</i>, capazes de processar volumes gigantescos de dados financeiros, compensações bancárias e registros contábeis. Bancos passaram a investir bilhões em enormes centros de processamento, criando uma infraestrutura tecnológica que sustentou o crescimento financeiro global ao longo do século XX.</p>
<p>Mais tarde vieram os caixas eletrônicos, os cartões magnéticos, o SWIFT, a globalização financeira, os pregões eletrônicos, o internet banking e os smartphones.</p>
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<p>Cada nova tecnologia parecia ameaçar os bancos. No fim, acabava redefinindo o próprio significado de ser banco.</p>
<p>Agora, mais uma vez, estamos diante de outra ruptura.</p>
<p>Os grandes servidores físicos começam a dividir espaço com computação em nuvem, inteligência artificial, APIs, blockchain, Open Finance e sistemas capazes de operar praticamente em tempo real. O banco deixa de ser apenas uma instituição física ou um sistema fechado de processamento financeiro e passa a funcionar como plataforma tecnológica distribuída.</p>
<p>Talvez seja justamente isso o chamado Banco 4.0.</p>
<p>Não se trata apenas de digitalizar agências ou colocar produtos antigos dentro de aplicativos modernos. Trata-se de uma mudança estrutural na lógica das finanças.</p>
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<p>O futurista Brett King, autor de <i>Bank 4.0</i>, resume essa transformação em uma frase poderosa: “<i>banking is no longer somewhere you go, but something you do</i>”, ou seja, serviços bancários deixaram de ser um lugar para se tornarem experiências integradas à vida cotidiana.</p>
<p>A própria ideia de “Bank 4.0”, desenvolvida por King, parte do conceito de que os bancos do futuro precisarão abandonar a lógica tradicional baseada em agências físicas e produtos padronizados, passando a operar como plataformas inteligentes, contextuais, integradas ao cotidiano e centradas na experiência do cliente.</p>
<p>A frase parece simples, mas representa uma ruptura histórica profunda.</p>
<p>Durante décadas, os bancos organizaram sua estratégia em torno de produtos, agências e canais de distribuição. O cliente precisava adaptar sua rotina ao funcionamento da instituição financeira. Hoje ocorre justamente o contrário: o sistema financeiro precisa adaptar-se à vida do consumidor.</p>
<p>O banco deixa de ser destino e passa a funcionar como infraestrutura invisível.</p>
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<p>O pagamento transforma-se em experiência.</p>
<p>O crédito vira algoritmo.</p>
<p>A biometria substitui assinaturas.</p>
<p>A inteligência artificial começa a antecipar decisões financeiras em tempo real.</p>
<p>O banco nasceu físico, tornou-se eletrônico, ficou digital e agora começa a tornar-se invisível.</p>
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<p>E talvez exista uma pergunta ainda mais provocativa.</p>
<p>Se tivéssemos que reconstruir hoje o sistema financeiro do zero, usando inteligência artificial, computação em nuvem, blockchain, biometria, Open Finance e pagamentos instantâneos, criaríamos novamente agências físicas, filas, formulários intermináveis, cartões plásticos e assinaturas em papel?</p>
<p>Provavelmente, não.</p>
<p>Esse talvez seja o principal desafio das instituições tradicionais. Muitos bancos ainda operam em uma lógica de simples digitalização de processos antigos, tentando adaptar estruturas concebidas no século passado a um mundo que opera em tempo real.</p>
<p>Mas existe outro elemento decisivo nessa transformação: as crises bancárias globais.</p>
<p>A crise asiática dos anos 1990, a bolha da internet, o colapso financeiro de 2008, a quebra do Lehman Brothers, os salvamentos bilionários promovidos pelos bancos centrais e, mais recentemente, episódios envolvendo bancos regionais americanos e instituições europeias reacenderam uma pergunta desconfortável: o modelo bancário tradicional continua preparado para um mundo hiperconectado, digital e instantâneo?</p>
<p>Mesmo os bancos centrais carregam em sua origem elementos de tensão, política e mistério. A criação do Federal Reserve, em 1913, até hoje desperta debates sobre concentração de poder financeiro, influência dos grandes bancos privados e os bastidores das reuniões realizadas na ilha de Jekyll Island, nos Estados Unidos, onde parte da arquitetura do Fed foi desenhada de forma reservada. O próprio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">Banco Central</a> do Brasil surgiria apenas em 1964, em meio ao regime militar, dentro de um contexto de reorganização institucional e modernização monetária.</p>
<p>Foi justamente em meio ao trauma de 2008 que surgiu o Bitcoin, apresentado por Satoshi Nakamoto como uma proposta de sistema descentralizado de transferência de valor, sem necessidade de intermediários centrais. Em grande medida, <i>blockchain</i> e criptoativos nasceram como reação à crise de confiança no sistema financeiro tradicional.</p>
<p>Mais do que criar moedas digitais, o blockchain introduziu a possibilidade de reimaginar partes inteiras da infraestrutura financeira global, propondo registros distribuídos, contratos programáveis e liquidação quase instantânea.</p>
<p>Ao mesmo tempo, fintechs passaram a explorar exatamente aquilo que os bancos tradicionais demoravam a oferecer: experiência simples, menos burocracia, <i>onboarding </i>digital, pagamentos instantâneos, integração ao cotidiano e atendimento centrado no usuário.</p>
<p>A grande disputa do sistema financeiro deixa de ocorrer apenas entre bancos e passa a acontecer em torno da experiência do cliente.</p>
<p>O maior concorrente dos bancos talvez não seja outro banco, mas a experiência digital.</p>
<p>Quem oferece menos fricção, mais conveniência, velocidade, personalização e integração ao cotidiano conquista espaço. O consumidor atual compara sua experiência bancária não apenas com outros bancos, mas com aplicativos de transporte, plataformas de streaming, marketplaces e ferramentas de inteligência artificial.</p>
<p>As novas gerações cresceram em um ambiente de instantaneidade. Pedem transporte pelo celular, recebem comida em minutos, assistem filmes sob demanda e conversam diariamente com inteligências artificiais. Naturalmente, esperam a mesma experiência das finanças.</p>
<p>Nesse ambiente, o banco começa lentamente a sair das mãos das instituições e migrar para as mãos dos clientes.</p>
<p>O Open Finance talvez seja um dos maiores símbolos dessa mudança histórica. Durante décadas, os dados financeiros permaneceram praticamente aprisionados dentro das instituições. Agora, mediante autorização do usuário, informações podem circular entre plataformas, ampliando concorrência e reduzindo barreiras de entrada.</p>
<p>O cliente passa a carregar consigo sua identidade financeira.</p>
<p>Isso altera profundamente a competição.</p>
<p>O consumidor poderá escolher serviços financeiros quase da mesma forma como escolhe aplicativos em um smartphone. Crédito, pagamentos, seguros, investimentos e planejamento financeiro passam a integrar ecossistemas digitais cada vez mais personalizados.</p>
<p>Hoje, bancos não competem apenas com outros bancos. Competem com a Amazon pela experiência, com a Apple pela interface, com o Google pelos dados, com fintechs pela simplicidade, com redes sociais pela atenção e com criptoativos pela promessa de descentralização.</p>
<p>Curiosamente, algumas das maiores revoluções financeiras recentes não surgiram dentro dos bancos tradicionais. Brett King mostra que mudanças profundas vieram de países como Quênia e China, onde empresas tecnológicas transformaram o celular no principal instrumento financeiro da população.</p>
<p>No Quênia, o M-Pesa permitiu que milhões de pessoas movimentassem dinheiro pelo celular sem jamais terem tido uma conta bancária convencional. Na China, plataformas como Alipay e WeChat Pay transformaram o smartphone em carteira digital, sistema de pagamentos, canal de investimentos e instrumento de crédito ao mesmo tempo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, inteligência artificial, computação em nuvem, Open Finance, tokenização e pagamentos instantâneos começam a redefinir a lógica do sistema financeiro mundial. O banco do futuro poderá funcionar quase como um copiloto financeiro permanente, contextual e preditivo, sugerindo decisões, monitorando riscos, antecipando necessidades e acompanhando a vida econômica do cliente em tempo real.</p>
<p>Mas existe um detalhe essencial nessa transformação.</p>
<p>Tecnologia reduz fricção, confiança continua indispensável.</p>
<p>Em momentos de crise, volatilidade ou insegurança, pessoas ainda procuram instituições capazes de transmitir estabilidade, governança, proteção patrimonial e liquidez. Por isso, o futuro provavelmente não será uma simples substituição dos bancos tradicionais pelas fintechs ou big techs, mas uma convergência entre instituições financeiras, plataformas digitais, inteligência artificial e novas infraestruturas tecnológicas.</p>
<p>No fim, talvez o banco do amanhã não tenha agência, gerente ou mesmo a palavra “banco” no nome.</p>
<p>Mas provavelmente estará presente, de forma silenciosa e quase invisível, em praticamente todas as decisões econômicas da vida cotidiana.</p>
<p>Talvez estejamos assistindo a uma mudança comparável às grandes transições das eras econômicas anteriores, quando antigas estruturas pareciam eternas até serem substituídas por novos modelos de poder, comunicação e organização social.</p>
<p>Como em <i>O Senhor dos Anéis</i>, há momentos da história em que o velho mundo começa lentamente a partir, enquanto outro ainda está nascendo diante de nossos olhos. Alguns ainda permanecem presos às fortalezas do passado, outros já atravessam a Terra Média das finanças digitais tentando compreender as novas forças que surgem no horizonte.</p>
<p>O anel do poder financeiro talvez já esteja mudando de mãos.</p>
<p>E, diante de tudo isso, surge uma última pergunta: depois do banking everywhere, never at a bank, estaríamos caminhando para uma nova era de <i>banking as a person</i>?</p>
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			<media:title type="html">Online banking businessman using smartphone with credit card Fintech and Blockchain concept</media:title>
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		<title>Técnico brasileiro está perto de fechar com clube da NBA</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/tecnico-brasileiro-esta-perto-de-fechar-com-clube-da-nba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Splitter na temporada passada dirigiu o Portland Trail Blazers como interino]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro Tiago Splitter está próximo de fechar um acordo para assumir o comando técnico do Chicago Bulls, informou a emissora ESPN nesta segunda-feira, 15. Splitter, que na temporada passada dirigiu o Portland Trail Blazers como interino, seria o primeiro treinador nascido na América Latina a assumir uma equipe da NBA de forma permanente.</p>
<p>O brasileiro chegaria para substituir Billy Donovan, que assumiu o cargo desde 2020 e foi demitido em abril após levar os Bulls uma única vez aos playoffs durante sua passagem. A nova diretoria de Chicago &#8220;realizou uma pesquisa exaustiva que abrangeu mais de dez candidatos&#8221;, disse a ESPN.</p>
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<p>&#8220;Splitter foi o escolhido por sua capacidade de comandar o desenvolvimento de jogadores da equipe, o alinhamento organizacional com a diretoria e a visão da franquia, além de sua liderança e conhecimento como um treinador que vem evoluindo desde 2018&#8221;, acrescentou a emissora.</p>
<p>O brasileiro de 41 anos assumiu interinamente os Blazers em outubro, após a saída repentina de Chauncey Billups. Em meio a um escândalo de apostas, Billups foi apontado pelo FBI por participar de um esquema de manipulação de jogos de pôquer e por vazar informações de sua equipe para apostadores.</p>
<p>Sob o comando de Splitter, o Portland teve um retrospecto de 42 vitórias e 40 derrotas e avançou para os playoffs pela primeira vez desde 2021, sendo eliminado na primeira rodada pelo San Antonio Spurs.</p>
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<p>Tiago Splitter também possui sete anos de experiência como jogador da NBA, tendo conquistado um título com os Spurs em 2014.</p>
<p><em>(Com AFP)</em></p>
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			<media:title type="html">Portland Trail Blazers v Phoenix Suns - Play-In Tournament</media:title>
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		<item>
		<title>França e Reino Unido estão prontos para missão militar no Estreito de Ormuz, diz Macron</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/franca-e-reino-unido-estao-prontos-para-missao-militar-no-estreito-de-ormuz-diz-macron/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente francês garante que caças e porta-aviões nuclear podem ser enviados ao Oriente Médio após a confirmação de acordo entre EUA e Irã]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O presidente da <strong>França,</strong> <strong>Emmanuel Macron,</strong> afirmou que Paris e seus aliados estão prontos para lançar uma missão destinada a restaurar a navegação no <strong>Estreito de Ormuz</strong> caso a trégua permanente entre <strong>Estados Unidos</strong> e <strong>Irã</strong> seja confirmada. Em entrevista à emissora francesa TF1 nesta segunda-feira, 15, o mandatário disse que o Eliseu lidera uma operação coordenada com o <strong>Reino Unido</strong> e que um porta-aviões francês poderia ser enviado ao <strong>Oriente Médio</strong> em até três dias.</span></p>
<p><span>&#8220;Estamos prontos. Amanhã já poderemos ter caças para missões de vigilância e uma fragata na área, e o <em>(porta-aviões)</em> Charles de Gaulle, com capacidade de desminagem e tudo que vier com ele em dois, três dias&#8221;, disse Macron a jornalistas em Evian-les-Bains, cidade francesa que sedia a cúpula do G7 a partir desta segunda.</span></p>
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</div>
<p><span>Informações divulgadas pela agência de notícias Reuters apontam que Paris e Londres têm planos avançados de uma missão naval multinacional no Estreito de Ormuz, rota fundamental para o comércio global de petróleo e obstruída desde março devido à guerra. </span></p>
<p><span>Mais cedo nesta segunda, o primeiro-ministro do Reino Unido, <strong>Keir Starmer,</strong> também havia dito que Londres estava pronta para &#8220;fazer sua parte&#8221; para ajudar na travessia de navios pelo estreito, embora não tenha fornecido qualquer cronograma para o desdobramento da missão. Starmer ainda definiu as atuais tratativas entre Washington e Teerã como &#8220;um momento extremamente significativo&#8221;.</span></p>
<h3>Relevância europeia na agenda</h3>
<p><span>A pauta da missão naval estará na agenda do G7, e a iniciativa faz parte de um esforço amplo para mostrar que países europeus podem agir sem depender totalmente de Washington.</span></p>
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</div>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/primeiro-petroleiro-atravessa-ormuz-e-trump-diz-que-mais-navios-ja-circulam-apos-acordo/">+ Primeiro petroleiro atravessa Ormuz e Trump diz que mais navios já circulam após acordo</a></p>
<p><span>&#8220;Construímos uma missão com os britânicos, várias nações estão incluídas. Estamos prontos para agir muito rapidamente&#8221;, afirmou Macron, apontando ainda que os países deverão &#8220;ficar vigilantes&#8221; ao cenário na região, e que Paris fará tudo que for possível para impedir que um pedágio seja estabelecido em Ormuz. </span></p>
<p><span>Ainda há incerteza em torno da cobrança de pagamentos para atravessar a rota — Washington falou em isenção total, mas Teerã sugeriu que haverá &#8220;taxas de serviço marítimo&#8221;.</span></p>
<div>Após meses de hostilidades, o presidente americano <strong>Donald Trump</strong> anunciou um acordo para reabertura do Estreito de Ormuz no último domingo, 14. Espera-se que o tratado inclua o fim total das hostilidades contra o Irã, mas não aborda o fim do programa de enriquecimento de urânio iraniano. Apontada como estopim para o conflito, a questão nuclear será tema de negociações em uma fase posterior.</div>
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</div>
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					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/mundo/franca-e-reino-unido-estao-prontos-para-missao-militar-no-estreito-de-ormuz-diz-macron/feed/</wfw:commentRss>
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			<media:title type="html">Macron</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O desespero que candidatura de Pedro Paulo ao Senado causou no PL do Rio</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/o-desespero-que-candidatura-de-pedro-paulo-ao-senado-causou-no-pl-do-rio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Sabóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212792</guid>

					<description><![CDATA[Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho - todos cotados para substituir Cláudio Castro como candidato - pontuam abaixo de 10% até o momento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento da pré-candidatura de Pedro Paulo (PSD) ao Senado pelo Rio, anunciada por Gilberto Kassab, nesta segunda-feira, acendeu um alerta no PL fluminense. Com Benedita da Silva (PT) liderando as pesquisas de intenção de votos, há o medo entre os correligionários de Jair Bolsonaro (PL) de que o campo de centro-esquerda eleja os dois senadores nesta eleição.</p>
<p>Embora conte com o apoio de ao menos 65 dos 92 prefeitos do estado, o PL apresenta resultado tímido nas pesquisas de intenção de votos, com Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho &#8211; todos cotados para substituir Cláudio Castro como candidato &#8211; pontuando abaixo de 10% até o momento.</p>
<p>Presidente estadual do PSD fluminense, Pedro Paulo é visto como &#8220;ameaça&#8221; aos planos bolsonaristas por ter o apoio de vereadores de cidades do interior e, eventualmente, compor o palanque de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>. Com isto, Paes também ganharia força em municípios do interior, já que os vereadores do PSD e do PT passariam a trabalhar pela dobradinha &#8220;Benedita e Pedro Paulo&#8221;, como forma de fazer com que o PL perca as três vagas do Rio no Senado que mantém atualmente.</p>
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</div>
]]></content:encoded>
					
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">WhatsApp Image 2026-06-15 at 12.08.26</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cacique Raoni é internado em estado grave; entenda</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/cacique-raoni-e-internado-em-estado-grave-entenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Raoni]]></category>
		<category><![CDATA[UTI]]></category>
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					<description><![CDATA[Líder indígena está na UTI de hospital em Sinop, no Mato Grosso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cacique <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/o-ato-simbolico-de-cacique-raoni-e-ativista-paul-watson-na-cop30/"><strong>Raoni Metuktire</strong></a>, 94 anos, foi internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Sinop, no Mato Grosso. Segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira, 15, o líder indígena apresentou piora clínica após episódios de vômito, tosse persistente, dor abdominal e expectoração com sangue.</p>
<p>De acordo com a unidade de saúde, exames feitos após sua internação, no domingo, 14, apontaram alterações na função renal e indícios de um processo infeccioso grave. A principal hipótese é de sepse de foco pulmonar causada por uma pneumonia broncoaspirativa, além de uma suboclusão gástrica identificada em tomografia. O estado de saúde é considerado grave pelos médicos e exige cuidados intensivos e &#8220;monitoramento ininterrupto&#8221;.</p>
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</div>
<p><em>(Agora a <a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863818000&amp;usg=AOvVaw2W3VGTl1LkEF-LwcLRpoZR">coluna GENTE</a> também está no <a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863819000&amp;usg=AOvVaw2ReIqTZQQjv1IvGqh35pmr">Instagram</a>. Siga o perfil <a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863819000&amp;usg=AOvVaw2ReIqTZQQjv1IvGqh35pmr">@veja.gente</a>)</em></p>
<p>A nova internação acontece menos de um mês após Raoni receber alta da mesma unidade hospitalar. Em meados de maio, ele ficou internado para tratar complicações relacionadas a uma hérnia crônica, consequência de um acidente sofrido há mais de duas décadas. Dias depois, voltou à UTI para tratar uma pneumonia.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Os motivos de Margareth Dalcolmo para chamar indústria do cigarro de ‘diabólica’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZZhxgoDJr6M?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">CACIQUE-RAONI-METUKTIRE-2023-4-b.jpg</media:title>
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		<title>O que Sergio Moro diz sobre ligação de Flávio Bolsonaro com o Banco Master</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/o-que-sergio-moro-diz-sobre-ligacao-de-flavio-bolsonaro-com-o-banco-master/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna Satie]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Moro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212956</guid>

					<description><![CDATA[Senador do Paraná não criticou aliado, mas disse que não tem 'compromisso com desvio']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador <strong>Sergio Moro</strong> (PL-PR), que disputará o governo do <strong>Paraná</strong>, evitou nesta segunda-feira, 15, criticar o correligionário <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a></strong> (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pela relação com o banqueiro <strong>Daniel Vorcaro</strong>, do Master, mas disse que não tem &#8220;compromisso com qualquer espécie de desvio&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu sou favorável à completa apuração do caso do Banco Master. Inclusive eu assinei CPI, assinei CPMI, que a base do governo sempre foi contra. A oposição, inclusive o senador Flávio Bolsonaro, assinou os requerimentos pra que fossem feitas as investigações. E a base do governo sempre foi contra. Quando que ocorre o escândalo do Banco Master? Durante o governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>. Claro que aparentemente aí houve pagamento de suborno a muita gente, mas esses fatos têm que ser investigados. Eu não tenho nenhum compromisso com qualquer espécie de desvio&#8221;, respondeu ele após o <a href="https://veja.abril.com.br/politica/moro-diz-ajuda-dos-eua-contra-pcc-e-cv-e-apenas-simbolica-e-que-discurso-sobre-soberania-nacional-e-fantasioso/">VEJA Fórum Rumos do Brasil</a> ao ser questionado sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;Ele [Flávio] apresentou as explicações e assinou os pedidos de investigação [no Congresso]. Vamos aguardar os desdobramentos&#8221;, falou Moro, acrescentando que não vê a mesma cobrança sobre o possível envolvimento do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, com as fraudes no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/inss/">INSS</a>. <a href="https://veja.abril.com.br/politica/investigacoes-do-inss-avancam-sobre-entorno-de-lulinha-e-elevam-tensao-no-planalto/">Pessoas ligadas a Lulinha são investigadas</a> pelo esquema.</p>
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			<media:title type="html">O senador Sergio Moro</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>‘Próxima pandemia não vai aguardar’: Lula e diretor da OMS fazem apelo por acordo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/proxima-pandemia-nao-vai-aguardar-lula-e-diretor-da-oms-fazem-apelo-por-acordo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[OMS - Organização Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[República Democrática do Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em carta divulgada durante a cúpula do G7, presidente pede conclusão de pacto internacional voltado à prevenção e resposta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Luiz Inácio Lula da Silva</a> e o diretor-geral da <b>Organização Mundial da Saúde (OMS)</b>, <b>Tedros Adhanom Ghebreyesus</b>, fizeram um apelo conjunto nesta segunda-feira, 15, para que líderes mundiais acelerem a conclusão do acordo internacional voltado à prevenção e resposta a futuras pandemias.</p>
<p><span>Em carta divulgada durante a cúpula do <strong>G7</strong>, realizada na <strong>França</strong>, os dois afirmam que a comunidade internacional precisa cumprir o compromisso assumido após a pandemia de Covid-19 e finalizar as negociações pendentes. Segundo eles, </span>“a próxima pandemia não vai nos aguardar&#8221;.</p>
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</div>
<div id="sign-in-gate">
<p><span>Embora os planos para um tratado sobre pandemias tenham sido anunciados em 2021, ainda falta definir um anexo considerado essencial para sua entrada em vigor. O documento trata do compartilhamento de informações sobre vírus e outros agentes com potencial pandêmico, além das condições de acesso a vacinas, testes e tratamentos desenvolvidos a partir desses dados.</span></p>
<p><span>As negociações enfrentam impasses entre países em desenvolvimento e a indústria farmacêutica. Nações mais pobres defendem garantias obrigatórias de acesso aos produtos resultantes das pesquisas, temendo repetir o cenário da Covid-19, quando receberam vacinas apenas após os países mais ricos. Já representantes do setor farmacêutico argumentam que <span>requisitos obrigatórios</span> podem prejudicar investimentos em pesquisa.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Após não alcançarem consenso até o prazo previsto para maio, os negociadores voltarão a se reunir no próximo mês para tentar concluir o texto.</span></p>
<p><span>Na carta, Lula e o <span>líder da OMS</span> destacaram que a pandemia de Covid-19 levou a comunidade internacional a prometer que não enfrentaria novamente uma crise semelhante sem preparação adequada, além de ressaltarem</span><span> os efeitos econômicos da pandemia, estimados em mais de US$ 13 trilhões. </span></p>
<p>“Contra isso, o investimento em um sistema que detecta um surto cedo é pequeno”, diz a carta.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>O alerta ocorre em meio ao agravamento de um surto do vírus <strong>ebola</strong> na <strong>República Democrática do Congo</strong>, que já registrou 782 casos confirmados e 181 mortes, reforçando as preocupações sobre a capacidade global de resposta a novas ameaças à saúde. </span></p>
</div>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">O presidente Lula</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Messi x Zidane: estreia da Argentina terá duelo de gerações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/messi-x-zidane-estreia-da-argentina-tera-duelo-de-geracoes/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/messi-x-zidane-estreia-da-argentina-tera-duelo-de-geracoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ígor Resende]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Argélia]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção de Futebol da Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Zidane]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212874</guid>

					<description><![CDATA[Atual campeã vai em busca do tetracampeonato]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando entrar em campo nessa terça-feira, 16, Messi chegará a seis participações na <strong>Copa do Mundo</strong>. O duelo também marca um reencontro com a família Zinedine Zidane.</p>
<p>Isto porque o goleiro da Argélia, Luca, é filho de &#8220;Zizou&#8221;, o eterno craque francês. Ao contrário do pai, no entanto, o jogador decidiu representar o país do avô paterno.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Revelado nas categorias de base do Real Madrid, foi terceiro goleiro do time campeão da Champions League em 2017/2018, com o pai de treinador. Atualmente joga pelo Granada, da segunda divisão espanhola.</p>
<figure><img alt="TURIN, ITALY - 2026/03/31: Luca Zidane of Algeria seen in action during International Friendly pre-World Cup football match between Algeria and Uruguay at Allianz Stadium. Final scores; Algeria 0 : 0 Uruguay. (Photo by Fabrizio Carabelli/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GettyImages-2268883626.jpg" /><figcaption>Luca Zidane pela Argélia durante amistoso<span class="copyright">Fabrizio Carabelli/SOPA Images/LightRocket/Getty Images</span></figcaption></figure>
<p>Argentina e Argélia se enfrentam às 22h dessa terça-feira, 16, pelo Grupo J – que ainda tem Áustria e Jordânia.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3>Messi x Zizou</h3>
<p>Messi também enfrentou o craque francês, em 2005, no clássico entre Real Madrid e Barcelona pelo Campeonato Espanhol. À época, Luca tinha apenas sete anos.</p>
<p>O jogo se tornou um dos mais emblemáticos da história, por diferentes motivos. O time catalão venceu por 3 a 0 em pleno Santiago Bernabéu, em Madrid, com show de Ronaldinho Gaúcho – que fez dois gols e saiu aplaudido.</p>
<p>A partida também marcou a estreia de Messi no &#8220;El Clásico&#8221;. Ele enfrentou o Real Madrid do técnico Vanderlei Luxemburgo e &#8220;galácticos&#8221; como Ronaldo, Beckham e Raúl.</p>
<figure><img alt="Dois jogadores de futebol em campo. Um, de camisa branca, chuta a bola amarela e azul. O outro, de camisa listrada azul e vermelha, está caído no chão. Torcedores desfocados ao fundo" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/06/AFP__20051119__Par480147__v1001__HighRes__FblSpainRealMadridBarcelona.jpg" /><figcaption>Duelo em novembro de 2025 foi o único entre os craques<span class="copyright">PIERRE-PHILIPPE MARCOU/AFP</span></figcaption></figure>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/08/GettyImages-2219558287.jpg?quality=70&amp;strip=info"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/08/GettyImages-2219558287.jpg?quality=70&amp;strip=info">
			<media:title type="html">Lionel Messi</media:title>
		</media:content>

		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GettyImages-2268883626.jpg?quality=70&amp;strip=info">
			<media:title type="html">Luca Zidane of Algeria seen in action during International</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">AFP__20051119__Par480147__v1001__HighRes__FblSpainRealMadridBarcelona</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Alinhado com Lula, Motta contraria oposição e votará projeto que equipara misonigia ao racismo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/alinhado-com-lula-motta-contraria-oposicao-e-votara-projeto-que-equipara-misonigia-ao-racismo/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/alinhado-com-lula-motta-contraria-oposicao-e-votara-projeto-que-equipara-misonigia-ao-racismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212922</guid>

					<description><![CDATA[Medida contempla as pretensões do petista em emplacar propostas que vão de acordo com o que é prioridade de parte do eleitorado feminino]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais disposto a atender à agenda do presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva, o presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou que quer votar nesta semana o projeto que equipara misoginia a racismo.</p>
<p>A medida contempla as pretensões do petista em emplacar propostas que vão de acordo com o que é prioridade de parte do eleitorado feminino, que pode ser decisivo nas urnas em outubro.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>A iniciativa deve desagradar ainda mais a oposição, que vem reclamando nos bastidores do alinhamento do paraibano com o mandatário.</p>
<p>Relatado por <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tabata-amaral/">Tabata Amaral</a>, o parecer foi construído enquanto a proposta era debatida em um grupo de trabalho coordenado por ela.</p>
<p>A deputada do PSB participará da reunião de líderes desta terça-feira para apresentar o relatório aos participantes.</p>
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		<title>O erro que Flávio Bolsonaro aponta no governo de seu pai</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/o-erro-que-flavio-bolsonaro-aponta-no-governo-de-seu-pai/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/o-erro-que-flavio-bolsonaro-aponta-no-governo-de-seu-pai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anna Satie]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
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					<description><![CDATA[Senador e pré-candidato à Presidência diz que conduta foi 'aprendizado']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador e pré-candidato à Presidência <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> (PL-RJ) apontou nesta segunda-feira, 15, que um erro durante o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi a relação com a imprensa.</p>
<p>&#8220;Do que depender de mim, vai ter sempre liberdade de imprensa, liberdade de expressão, independente de matérias que sejam construídas contra mim, ainda que ache que sejam injustas&#8221;, disse ele durante o <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/o-que-disseram-os-candidatos-nas-eleicoes-de-2026-durante-o-veja-forum-rumos-do-brasil/">VEJA Fórum Rumos do Brasil</a>. &#8220;Acho que foi um dos problemas que identifico no governo do presidente Bolsonaro. O relacionamento com a imprensa, o preconceito, muitas vezes, de quem estava gerindo o orçamento para a publicidade com relação a alguns veículos de comunicação&#8221;, afirmou.</p>
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<p>Flávio disse ver uma necessidade de mudança radical nesse comportamento. &#8220;Obviamente isso tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada e que a gente não precisa repetir o erro. A gente pode fazer muito melhor e assim será possível em um governo meu&#8221;, afirmou.</p>
<p>O governo de Jair Bolsonaro foi criticado pelos ataques à imprensa, e chegou a ser <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/bolsonaro-e-denunciado-na-onu-por-ataques-contra-jornalistas/">denunciado no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU)</a> por tal.</p>
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			<media:title type="html">Flávio Bolsonaro é entrevistado por Maurício Lima</media:title>
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		<item>
		<title>Como a moda fez Travis Scott roubar a cena no jogo do Brasil na Copa?</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/vitrine/como-a-moda-fez-travis-scott-roubas-a-cena-no-jogo-do-brasil-na-copa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Blanes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Neymar]]></category>
		<category><![CDATA[seleção brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência]]></category>
		<category><![CDATA[Travis Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius Junior]]></category>
		<category><![CDATA[vitrine]]></category>
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					<description><![CDATA[Do Mundial às ruas, Travis rapper transforma as cores do Brasil em objeto de desejo e reforça a conexão entre futebol, moda e cultura pop]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na <strong>estreia do Brasil na <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/moda-em-campo-os-tres-uniformes-mais-bonitos-e-os-tres-mais-estranhos-da-copa-de-2026/">Copa do Mundo 2026</a></strong>, o mundo estava de olho na seleção. Mas <strong>a turma da moda rapidamente voltou seus olhares a um torcedor especial</strong> que além de chamar a atenção pela vibração com o gol de Vinícius Jr, roubou a cena pelo que estava vestindo: <strong>Travis Scott, com uma camiseta amarela e detalhes em verde, da nova coleção cápsula de sua marca, Cactus Jack, lançada recentemente em collab com a <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/nike-adidas-puma-quais-sao-as-chuteiras-mais-desejadas-que-vao-roubar-a-cena-na-copa-do-mundo-2026/">Nike</a></strong> e inspirada na lendária linha Total 90, febre absoluta nos gramados dos anos 2000 em homenagem a dez países apaixonados por futebol — entre eles, o Brasil.</p>
<p>Virou a <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/os-novos-craques-do-estilo-por-que-os-tecnicos-viraram-os-homens-mais-elegantes-da-copa/">imagem fashionista </a>do jogo &#8211; o rapper americano é um dos nomes mais influentes do streetwear contemporâneo e, mesmo tendo outros países contemplados na coleção de sua grife, deixou claro de que lado estará quando o Mundial chegar à reta decisiva: “vou torcer pelo Brasil”, afirmou o astro, que conheceu a atriz <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/vitrine/pretinhos-nada-basicos-dominaram-golden-globe-gala-veja-os-looks/">Maisa Silva</a> nos bastidores (veja o vídeo).</p>
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<p>A declaração não surpreende quem acompanha sua relação cada vez mais próxima com os ídolos brasileiros. Amigo de Vini Jr., de quem recebeu camisas e peças exclusivas nos últimos meses, Travis também já foi visto ao lado de <a href="https://veja.abril.com.br/comportamento/n-moda-a-copa-do-mundo-ja-comecou-como-as-selecoes-transformam-bastidores-em-passarelas-globais/">Neymar</a> em eventos e bastidores ligados ao universo do futebol. A coleção, no entanto, sim. E chega no momento perfeito já que o futebol voltou ao centro da moda graças à estética blokecore, que transformou camisas de times e uniformes esportivos em peças de uso cotidiano.</p>
<p>Travis entende esse movimento como poucos. Em vez de reproduzir fielmente o passado, ele reinterpreta a nostalgia com seu olhar característico: silhuetas amplas, cores desgastadas, referências vintage e uma atitude que mistura arquibancada e backstage de festival. O resultado é uma linha que interessa tanto aos fanáticos por futebol quanto aos seguidores da moda de rua.</p>
<figure><img alt="Coleção Cactus Jack X Nike: futebol inspira streetwear e vira objeto de desejo pela marca de Travis Scott" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gkpb-cactus-jack-banner.jpg.webp" /><figcaption>Coleção Cactus Jack X Nike: futebol inspira streetwear e vira objeto de desejo pela marca de Travis Scott<span class="copyright">Divulgação/Divulgação</span></figcaption></figure>
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<p>Camisas de jogo, moletons pesados, jaquetas de treino, bonés e camisetas gráficas carregam o DNA da Total 90, mas com a assinatura visual que transformou a Cactus Jack em fenômeno global e com assinatura de peso. Tanto que as colaborações de Travis Scott com a Nike estão entre os lançamentos mais disputados do mercado. Seus tênis costumam esgotar em minutos e movimentam milhões no mercado de revenda. O alcance é tão grande que peças da grife de streetwear passaram a ocupar um espaço semelhante ao de uma camisa oficial da Seleção: mais do que roupas, tornaram-se símbolos de pertencimento, desejo e identidade cultural.</p>
<p>Se antes a camisa do Brasil era um uniforme de torcida, hoje ela também circula nas passarelas, nos festivais de música e nos perfis mais influentes da moda global. Travis Scott potencializa esse movimento o vestir o amarelo, celebrar Vini Jr. e reinterpretar a estética do futebol para uma nova geração, mostrando que a paixão pelo Brasil já ultrapassou os gramados e chegou definitivamente ao guarda-roupa.</p>
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<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DZiprhJzcub/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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		<title>Para destrancar pauta da Câmara, Motta pautará mais um PL do fim da escala 6×1</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/para-destrancar-pauta-da-camara-motta-pautara-mais-um-pl-do-fim-da-escala-6x1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212897</guid>

					<description><![CDATA[Diante de resistência do governo em retirar a urgência constitucional, presidente da Câmara colocará o texto em votação para poder analisar outras medidas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou nesta segunda-feira que pretende colocar em votação nos próximos dias o projeto de lei que trata do fim da escala 6&#215;1.</p>
<p>A matéria foi encaminhada, com urgência constitucional, pelo governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> ao Congresso para pressionar a análise célere da PEC que trata do mesmo assunto. A estratégia funcionou, o texto que altera a Constituição avançou e já está no Senado, aguardando o despacho do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para a CCJ do Senado.</p>
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</div>
<p>Apesar disso, o Executivo não retirou a urgência constitucional sobre o projeto de lei, o que mantém a pauta do plenário da Câmara trancada.</p>
<p>Para permitir que os deputados possam se debruçar sobre outras proposições, o paraibano informou que o relator Leo Prates falará com líderes partidários nesta terça-feira e disse que pretende colocar o projeto em votação ainda nesta semana.</p>
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			<media:title type="html">Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A reação de Kate Middleton e filhos ao serem vaiados em tradicional desfile</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/a-reacao-de-kate-middleton-e-filhos-ao-serem-vaiados-em-tradicional-desfile/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/mundo/a-reacao-de-kate-middleton-e-filhos-ao-serem-vaiados-em-tradicional-desfile/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Família Real]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Middleton]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212860</guid>

					<description><![CDATA[Evento aconteceu no último sábado, 13, em Londres]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A passagem da princesa<strong> </strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/ex-mordomo-causa-alerta-na-familia-real-com-foto-intima-de-william-e-kate/"><strong>Kate Middleton</strong></a> ao lado dos filhos <strong>George</strong>, <strong>Charlotte</strong> e<strong> Louis</strong> no tradicional desfile de carruagens do Trooping the Colour foi marcada por um momento de constrangimento neste sábado, 13, em Londres. Enquanto seguiam o percurso diante do público, a família do príncipe<strong> William</strong> foi vaiada por um grupo de manifestantes anti-monarquia, que gritavam palavras de ordem como &#8220;Não é meu rei&#8221;.</span></p>
<p><span>Em um vídeo, Kate aparece tentando manter a compostura diante da situação. Sem alterar a expressão, a princesa encara os manifestantes enquanto a carruagem avança. Já os jovens príncipes aparentam surpresa com a recepção e observam a cena com visível incômodo.</span></p>
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</div>
<p><em>(Agora a<span> </span><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863818000&amp;usg=AOvVaw2W3VGTl1LkEF-LwcLRpoZR">coluna GENTE</a><span> </span>também está no<span> </span><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863819000&amp;usg=AOvVaw2ReIqTZQQjv1IvGqh35pmr">Instagram</a>. Siga o perfil<span> </span><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1781614863819000&amp;usg=AOvVaw2ReIqTZQQjv1IvGqh35pmr">@veja.gente</a>)</em></p>
<p><span>Após o episódio, Kate e os filhos seguiram para o Palácio de Buckingham, onde se reuniram ao restante da realeza para acompanhar o tradicional sobrevoo da esquadrilha acrobática Red Arrows.</span></p>
<p><span>Realizado anualmente em junho, o Trooping the Colour marca o aniversário oficial do monarca britânico e reúne mais de mil soldados, cerca de 200 cavalos e centenas de músicos em uma das cerimônias simbólicas do calendário da monarquia.</span></p>
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<figure><img alt="Mulher de meia-idade, com expressão séria, usa um chapéu azul-claro com laços e brincos de pérolas. Veste um blazer azul-claro com detalhes brancos, e ao fundo, uma pessoa com uniforme militar vermelho e dourado." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GettyImages-2281361606.jpg" /><figcaption>Kate Middleton encara manifestantes durante tradicional desfile da família real em Londres<span class="copyright">Samir Hussein/WireImage/Getty Images</span></figcaption></figure>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Os motivos de Margareth Dalcolmo para chamar indústria do cigarro de ‘diabólica’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZZhxgoDJr6M?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">GettyImages-2280696434</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">GettyImages-2281361606</media:title>
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		<item>
		<title>A resposta de Flávio Bolsonaro a críticas ao Bolsa Família</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-resposta-de-flavio-bolsonaro-a-criticas-ao-bolsa-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna Satie]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212879</guid>

					<description><![CDATA[Durante VEJA Fórum Rumos do Brasil, senador defendeu programa de transferência de renda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador e pré-candidato a Presidência <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL-RJ) defendeu nesta segunda-feira, 15, o <a href="https://veja.abril.com.br/economia/menos-auxilio-mais-emprego-quase-1-milhao-deixam-o-bolsa-familia/">programa Bolsa Família</a> e disse que a maioria dos beneficiários trabalha, ao contrário do que dizem críticos da iniciativa criada no primeiro governo do presidente <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a></strong> (PT).</p>
<p>&#8220;Esse programa virou um direito adquirido do povo brasileiro. Ninguém tem o direito de tocá-lo, de acabar com esse programa. Qualquer país do mundo tem um programa para pessoas de baixa renda, que têm dificuldade alimentar&#8221;, disse Flávio <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/o-que-disseram-os-candidatos-nas-eleicoes-de-2026-durante-o-veja-forum-rumos-do-brasil/">durante o VEJA Fórum Rumos do Brasil</a>. &#8220;Muita gente tem um preconceito com relação a quem está na <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/bolsa-familia/">Bolsa Família</a>, como se [o beneficiário] não quisesse trabalhar, é um erro isso. Quase 70% das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalham informalmente, e não vão para a formalidade porque têm medo de perder o benefício. A gente tem que entender porque é uma memória afetiva até, o Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome.&#8221;</p>
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</div>
<p>O senador disse ainda que uma de suas propostas de campanha será que beneficiários que arranjem um trabalho formal ou abram a própria empresa continuem recebendo o Bolsa Família por mais tempo. &#8220;Nossa proposta é a criação de um programa, não só para garantir que as pessoas permaneçam ganhando o Bolsa Família em caso de passarem para um emprego formal ou abrirem a sua própria empresa por um período mais longo, mas também para mostrar que elas têm um caminho, que se elas quiserem, que elas podem seguir, caminhar com as próprias pernas, sem depender de político nenhum.&#8221;</p>
<p>Atualmente, a família que passa a receber mais de 706 reais per capita por mês não é desligada automaticamente do programa e segue recebendo metade do valor do benefício por até doze meses.</p>
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			<media:title type="html">flavio-bolsonaro-forum-veja</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Bonnie Tyler acorda de coma após um mês internada por causa de parada cardíaca</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/bonnie-tyler-acorda-de-coma-apos-um-mes-internada-por-causa-de-parada-cardiaca/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/bonnie-tyler-acorda-de-coma-apos-um-mes-internada-por-causa-de-parada-cardiaca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Haddad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cantora]]></category>
		<category><![CDATA[O Som e a Fúria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212865</guid>

					<description><![CDATA[Artista britânica passou por cirurgia intestinal de emergência em 7 de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Internada em um hospital português há quase um mês, a cantora Bonnie Tyler acordou de um coma induzido após ter sofrido uma parada cardíaca no início de maio. A equipe da cantora britânica, de 75 anos, divulgou uma atualização nesta segunda-feira, 15, sobre seu estado de saúde.</p>
<p>“Bonnie não está mais em coma, mas continua gravemente doente”, disse um representante. A artista foi internada na Unidade de Terapia Intensiva em Faro, no sul de Portugal, após passar por uma cirurgia intestinal de emergência. Em 8 de maio, foi induzida a um coma para facilitar a recuperação depois de complicações, segundo um comunicado divulgado na ocasião.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Nascida como Gaynor Hopkins, Bonnie Tyler é do País de Gales e ganhou fama internacional após lançar hits no fim da década de 1970 e 1980 como <em>It’s a Heartache</em>, <em>Total Eclipse of the Heart</em> e <em>Holding Out for a Hero</em>. Em 2023, foi nomeada Membro da Ordem do Império Britânico por serviços prestados à música, em uma homenagem realizada pelo rei Charles.</p>
<p><b>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana"><span>Tela Plana</span></a><b> </b><span>para novidades da TV e do streaming</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/o-som-e-a-furia/"><span>O Som e a Fúria</span></a><span> sobre artistas e lançamentos musicais</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/"><span>Em Cartaz</span></a><span> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro"><span>Livros</span></a><span> para notícias sobre literatura e mercado editorial</span></li>
</ul>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Bonnie Tyler</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Acordo com Irã já foi assinado e documento deve ser divulgado na sexta, segundo Trump</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/acordo-com-ira-ja-foi-assinado-e-documento-deve-ser-divulgado-na-sexta-segundo-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Saad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212867</guid>

					<description><![CDATA[Falando pouco antes de reunião do G7, republicano também declarou que Estreito de Ormuz estará totalmente aberto até o final da semana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 14, que um acordo com o Irã para o fim da guerra no Oriente Médio &#8220;já está todo assinado&#8221;.</p>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters, o documento foi assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, pelo vice-presidente americano, JD Vance, e pelo presidente do Parlamento do Irã, Mohammed <span>Bagher </span>Qalibaf.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ainda não é claro se a assinatura foi feita de forma virtual ou via interlocutores. A cerimônia de assinatura presencial, marcada para a sexta-feira, em Genebra, na Suíça, segue de pé, embora as partes não tenham divulgado quem serão seus representantes no evento.</p>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo Trump, o acordo deve ser divulgado depois da assinatura formal, na sexta-feira.</p>
<p data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cmqffc0gv00053b6ro84x68ya@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">“Este é um documento muito importante e quero que seja divulgado. Provavelmente em breve. Diria que depois de sexta-feira”, disse ele.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Falando pouco depois de chegar a Evian, na França, para uma reunião do G7, o republicano também declarou que o Estreito de Ormuz estará totalmente aberto até sexta.</p>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O primeiro petroleiro comercial atravessou com sucesso o <strong>Estreito de Ormuz</strong> nesta segunda-feira, um dia após o anúncio do acordo de paz preliminar Washington e Teerã.</p>
<p>&#8220;Os navios estão começando a se movimentar, muitos carregados de petróleo, para fora do Estreito de Ormuz. Eles estão seguindo pela &#8216;Rodovia&#8217; do Sul, que é totalmente segura e preservada. Existem outras rotas de navegação também!!!&#8221;, escreveu o presidente americano em sua rede, a Truth Social.</p>
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</div>
<p>O Irã, <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/apos-novos-ataques-dos-eua-ira-confirma-que-trancou-ormuz-ate-para-aliados/">que controla na prática a maior parte do trânsito por Ormuz</a>, ainda não confirmou a informação.</p>
<h3>Confusão nos termos</h3>
<p>Os detalhes do tratado não foram divulgados imediatamente, mas sua implementação não deve começar até a assinatura, <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/eua-e-ira-anunciam-data-e-local-de-assinatura-de-acordo-de-paz-veja-detalhes/">que, segundo o Paquistão, ocorrerá na sexta-feira, 19, na Suíça</a>. A notícia sobre a reabertura total do Estreito de Ormuz, porém, já trouxe alívio para os mercados globais, ansiosos pela volta à normalidade da rota por onde passam 20% do petróleo e gás consumidos no planeta.</p>
<p>Mas o memorando de entendimento sobre a guerra já enfrenta obstáculos. As contínuas hostilidades de Israel com o <strong>Hezbollah</strong>, milícia xiita apoiada pelo regime dos aiatolás, quase inviabilizaram as negociações, uma vez que o Irã condicionou o memorando de entendimento provisório à suspensão dos bombardeios ao <strong>Líbano</strong>, algo respaldado pelos mediadores paquistaneses. Nesta segunda, 15, o governo do primeiro-ministro <strong>Benjamin Netanyahu</strong> <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/israel-diz-que-continuara-no-libano-apesar-de-acordo-entre-eua-e-ira/">comunicou sua recusa em deixar o sul libanês</a>.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Também há ruído sobre a reabertura de Ormuz. No domingo 14, Trump disse em entrevista ao jornal <em>The New York Times</em> que o acordo assinado entre Estados Unidos e Irã prevê que não haverá cobrança de pedágio no estreito, falando em uma isenção permanente de qualquer pagamento, como o Irã já havia sugerido durante o conflito. No entanto, Teerã afirmou nesta segunda que passará a cobrar uma &#8220;taxa por serviço&#8221; de navios que cruzarem o estreito.</p>
<p>Além disso, o acordo entre os Estados Unidos e o Irã concede apenas 60 dias para resolver questões altamente sensíveis, como o destino do estoque de urânio altamente enriquecido do Irã e seu programa nuclear, o que foi uma das principais justificativas dos americanos e israelenses para o início da guerra. Esse imbróglio, aliás, levou mais de dois anos para ser solucionado no tratado de 2015, assinado na era <strong>Barack Obama</strong> com Teerã — do qual Trump retirou unilateralmente os Estados Unidos durante seu primeiro mandato.</p>
<p>Caso as partes não cheguem a um acordo dentro desse prazo, o cronograma poderá ser estendido.</p>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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	</item>
		<item>
		<title>Flávio Bolsonaro defende classificação de milicianos como terroristas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/flavio-bolsonaro-defende-classificacao-de-milicianos-como-terroristas/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/flavio-bolsonaro-defende-classificacao-de-milicianos-como-terroristas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anna Satie]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA Fórum Rumos do Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212834</guid>

					<description><![CDATA[Senador citou como exemplo taxas cobradas por grupos paramilitares no Rio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador e pré-candidato a presidente da República <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a></strong> (PL-RJ) disse nesta segunda-feira, 15, que defende a classificação de milícias como grupos narcoterroristas, assim como as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC). &#8220;Qualquer criminoso que imponha medo coletivo e adote as práticas do CV e PCC tem de ser enquadrado como terrorista, [milicianos] incluídos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Antes, durante o <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/a-unica-pessoa-que-quer-tarifa-e-lula-diz-flavio-bolsonaro-no-veja-forum-rumos-do-brasil/">Fórum VEJA Rumos do Brasil</a>, ele citou a cobrança de taxas pela milícia em comunidades do Rio de Janeiro como práticas narcoterroristas. &#8220;Eles dominam bairros inteiros, impõem um medo coletivo. Eles dominam bairros inteiros [&#8230;], qualquer pessoa que mora num local desse, para abrir o seu pequeno comércio, tem que pagar taxa para miliciano ou traficante. A gente tem que libertar essas pessoas&#8221;, falou.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>O senador tem sido <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/flavio-bolsonaro-pediu-para-donald-trump-classificar-pcc-e-cv-como-terroristas/">vocal defensor da aplicação dessa classificação</a> a facções criminosas, mas não havia incluído as milícias nesse grupo até então.</p>
<p>Flávio já foi acusado por opositores de ligação com a milícia, embora não haja apuração em aberto sobre o tema. Ele concedeu a Adriano da Nóbrega, apontado como integrante da milícia de Rio das Pedras, a Medalha Tiradentes, maior honraria dada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Ele também empregou a mãe e a esposa de Adriano em seu gabinete entre 2007 e 2018, em um esquema com suspeita de rachadinha, segundo o Ministério Público do Rio. As investigações sobre a prática foram encerradas em 2021 após o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> e o STJ <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/as-duas-novas-vitorias-de-flavio-bolsonaro-no-stf-no-caso-da-rachadinha/">anularem as provas coletadas pela investigação</a>.</p>
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			<media:title type="html">Flávio Bolsonaro</media:title>
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		<title>Morre Anne Schedeen, estrela de ‘ALF, o ETeimoso’, aos 77 anos</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/morre-anne-schedeen-estrela-de-alf-o-eteimoso-aos-77-anos/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/morre-anne-schedeen-estrela-de-alf-o-eteimoso-aos-77-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Fraguito]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
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					<description><![CDATA[Ela interpretou Kate Tanner entre os anos de 1986 e 1990]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-2a1u5">
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Anne Schedeen</strong>, que interpretou a matriarca da família da série<em> Alf, O ETeimoso</em>, morreu aos 77 anos, neste domingo, 14. A informação foi confirmada pela família da atriz nas redes sociais. “Ela deixa um legado extraordinário de energia criativa, humor afiado, alegria pela família, adoração por cachorrinhos, ódio profundo por Trump, paixão por brechós e amor por uma boa história. Estamos inconsoláveis sem ela. Nós a amávamos muito, assim como todos que a conheceram”, completa o comunicado. A causa da morte não foi divulgada.</p>
<div id="chunk-cnhs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="8">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Schedeen iniciou sua carreira em na década de 1970. Ao longo dos anos, estrelou dezenas de séries televisivas como<em> Aloha Means Goodbye</em> e <em>You Lie So Deep, My Love</em>.</p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Os motivos de Margareth Dalcolmo para chamar indústria do cigarro de ‘diabólica’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZZhxgoDJr6M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">Anne Schedeen</media:title>
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		<title>Fox compra Roku por US$ 25 bi e aposta em consolidação do streaming com publicidade</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/fox-compra-roku-por-us-25-bi-e-aposta-em-consolidacao-do-streaming-com-publicidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6212868</guid>

					<description><![CDATA[Negócio une conteúdo e distribuição em um momento de crescimento dos serviços gratuitos financiados por anúncios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="271" data-end="666">A Fox anunciou a compra da Roku por aproximadamente US$ 25 bilhões, em uma das maiores transações já realizadas no setor de mídia digital. O negócio une uma das principais produtoras de conteúdo dos Estados Unidos à maior plataforma de streaming para televisores conectados do país, reforçando a disputa por receitas publicitárias em um mercado cada vez mais dominado por gigantes da tecnologia.</p>
<p data-start="668" data-end="912">A operação representa a maior aquisição da história da Fox e marca uma nova fase na estratégia da companhia, que durante anos adotou uma postura mais cautelosa em relação à guerra do streaming travada por empresas como Netflix, Amazon e Disney.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="xigs7j" data-start="914" data-end="955">A corrida pelo mercado de publicidade</h3>
<p data-start="957" data-end="1064">A lógica do negócio está menos na produção de conteúdo e mais no controle da distribuição e da publicidade.</p>
<p data-start="1066" data-end="1396">A Roku opera o sistema que conecta milhões de televisores à internet e funciona como uma espécie de &#8220;portal de entrada&#8221; para plataformas de streaming. Segundo a consultoria Parks Associates, a empresa detém cerca de 25% do mercado americano de TVs conectadas, à frente do sistema Tizen, da Samsung, que possui aproximadamente 23%.</p>
<p data-start="1398" data-end="1525">Além de distribuir aplicativos de terceiros, a Roku opera seu próprio serviço gratuito financiado por anúncios, o Roku Channel.</p>
<p data-start="1527" data-end="1785">A Fox, por sua vez, já controla a plataforma Tubi, adquirida em 2020 por US$ 440 milhões (cerca de R$ 2,4 bilhões). Hoje, a Tubi está entre os maiores serviços gratuitos de streaming dos Estados Unidos e se aproxima de 100 milhões de usuários ativos mensais.</p>
<p data-start="1787" data-end="2043">A combinação das duas empresas cria uma operação com escala suficiente para disputar verbas publicitárias diretamente com plataformas como <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Netflix</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Amazon</span></span> e <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">YouTube</span></span>.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="t33lzn" data-start="2045" data-end="2080">Streaming gratuito ganha espaço</h3>
<p data-start="2082" data-end="2160">A aquisição ocorre em um momento de mudança no comportamento dos consumidores.</p>
<p data-start="2162" data-end="2350">Após anos de crescimento acelerado dos serviços por assinatura, muitos usuários passaram a reduzir gastos diante da multiplicação de plataformas pagas e dos sucessivos reajustes de preços.</p>
<p data-start="2352" data-end="2434">Como consequência, os modelos sustentados por publicidade voltaram a ganhar força.</p>
<p data-start="2436" data-end="2629">Dados da consultoria Antenna mostram que os planos com anúncios já representam quase metade das novas assinaturas de vídeo sob demanda nos Estados Unidos, ante menos de 40% há apenas dois anos.</p>
<p data-start="2631" data-end="2842">Empresas como Netflix, Disney+ e Max passaram a lançar versões mais baratas financiadas por publicidade, enquanto plataformas gratuitas como Tubi, Pluto TV e Roku Channel registraram forte expansão de audiência.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="corwmg" data-start="2844" data-end="2870">Fox muda de estratégia</h3>
<p data-start="2872" data-end="2953">Durante boa parte da última década, a Fox ficou à margem da corrida do streaming.</p>
<p data-start="2955" data-end="3136">Ao contrário de rivais como Disney, Warner Bros. Discovery e Paramount, a empresa preferiu concentrar investimentos em esportes ao vivo, notícias e canais de televisão tradicionais.</p>
<p data-start="3138" data-end="3242">A aquisição da Tubi, em 2020, representou a primeira grande aposta da companhia em plataformas digitais.</p>
<p data-start="3244" data-end="3403">Desde então, a empresa lançou novos serviços voltados ao consumidor final, como Fox Nation e Fox One, e ampliou sua presença no mercado de publicidade digital.</p>
<p data-start="3405" data-end="3602">A compra da Roku acelera esse movimento e dá à Fox algo que a maioria dos grupos de mídia não possui: acesso direto aos dados e hábitos de consumo de mais de 100 milhões de lares ao redor do mundo.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="10sn6l2" data-start="3604" data-end="3656">Big Tech aumenta pressão sobre empresas de mídia</h3>
<p data-start="3658" data-end="3732">O acordo também reflete uma tendência mais ampla de consolidação no setor.</p>
<p data-start="3734" data-end="4000">Nos últimos anos, empresas de tecnologia passaram a controlar uma parcela crescente da infraestrutura do entretenimento digital. Amazon, Google e Apple não apenas distribuem conteúdo, mas também operam sistemas operacionais, dispositivos e plataformas publicitárias.</p>
<p data-start="4002" data-end="4078">Para grupos tradicionais de mídia, competir tornou-se cada vez mais difícil.</p>
<p data-start="4080" data-end="4257">Analistas avaliam que a aquisição da Roku permite à Fox reduzir essa dependência e construir uma operação integrada que combina conteúdo, distribuição, publicidade e tecnologia.</p>
<p data-start="4259" data-end="4449">O movimento ocorre dois anos depois de o Walmart adquirir a fabricante de televisores Vizio, outro sinal de que o controle da tela passou a ser tão importante quanto o conteúdo exibido nela.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="1m5lflb" data-start="4451" data-end="4473">Dívida e sinergias</h3>
<p data-start="4475" data-end="4551">A Fox pagará cerca de US$ 160 por ação da Roku, combinando dinheiro e ações.</p>
<p data-start="4553" data-end="4679">Para financiar a parcela em dinheiro da operação, a companhia pretende captar aproximadamente US$ 12 bilhões em novas dívidas.</p>
<p data-start="4681" data-end="4830">A expectativa da empresa é gerar cerca de US$ 400 milhões em economias anuais por meio da integração de operações, tecnologia e vendas publicitárias.</p>
<p data-start="4832" data-end="4956">Mesmo após a conclusão do negócio, a Fox informou que manterá a Tubi e o Roku Channel funcionando como marcas independentes.</p>
<h3 data-section-id="1wll663" data-start="4958" data-end="4983">O futuro da televisão</h3>
<p data-start="4985" data-end="5117">Mais do que uma aquisição tradicional, o negócio representa uma aposta sobre como as pessoas assistirão televisão nos próximos anos.</p>
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</div>
<p data-start="5119" data-end="5337">Durante décadas, o poder das empresas de mídia esteve na produção de conteúdo. Agora, cresce a percepção de que o controle dos sistemas operacionais, da publicidade e dos dados dos usuários pode ser ainda mais valioso.</p>
<p data-start="5339" data-end="5555">Ao comprar a Roku, a Fox busca garantir um lugar nessa nova cadeia de valor e se posicionar para um mercado em que a televisão aberta, os canais pagos e o streaming passam a convergir em uma única plataforma digital.</p>
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			<media:title type="html">Fachada da sede da Roku. O acordo com a Fox amplia a consolidação do mercado de streaming e publicidade digital</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>São Paulo sedia o maior evento sobre hidrogênio renovável da América Latina</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/agenda-verde/sao-paulo-sedia-o-maior-evento-sobre-hidrogenio-renovavel-da-america-latina/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/agenda-verde/sao-paulo-sedia-o-maior-evento-sobre-hidrogenio-renovavel-da-america-latina/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[1ª edição brasileira do Hyvolution reúne líderes globais para debater o futuro da transição energética e do hidrogênio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="6">A partir desta terça-feira, 16, a transição energética estará no centro das discussões da Hyvolution Brasil. O evento é considerado a maior plataforma global direcionada ao mercado de hidrogênio e descarbonização, que já conta com edições anuais em países como o Canadá, Chile e França.</p>
<p data-path-to-node="7">Essa será a primeira edição brasileira, o que deve reunir no Distrito Anhembi, em São Paulo, autoridades, investidores e líderes de mais de vinte países, com o objetivo de transformar em realidade projetos industriais, além de centros de infraestrutura, que são capazes de integrar a produção, o processamento e a exportação de hidrogênio e demais derivados.</p>
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</div>
<p data-path-to-node="8">Internacionalmente, o Brasil é visto como um dos principais agentes dessa nova economia, tendo potencial de atingir 41 GW de capacidade equivalente de produção de hidrogênio até 2030. Essas estimativas da Agência Internacional de Energia (AIE) estão ancoradas no fato de o país ter sua matriz energética limpa. Além disso, há mais de cem projetos em desenvolvimento no setor nacional, que juntos superam 469 bilhões de reais em investimentos, de acordo com projeção da Clean Energy Latin America (CELA), assessoria e consultoria financeira ligada a iniciativas focadas no mercado de energia renovável.</p>
<p data-path-to-node="9">Os organizadores do evento avaliam como estratégica a chegada da iniciativa ao país. A diretora-geral da GL events Exhibitions, Tatiana Zaccaro, ressalta que a plataforma deverá promover “a geração de negócios, formação de parcerias e definição dos próximos movimentos do setor e, especialmente, posicionar o Brasil frente a outros países na corrida pela produção do hidrogênio renovável&#8221;.</p>
<p data-path-to-node="10">A participação no evento é gratuita, mas a inscrição prévia é obrigatória, por meio do <a href="https://www.sympla.com.br/evento/hyvolution-brasil-2026/3382956?referrer=hyvolutionbrasil.com&amp;referrer=hyvolutionbrasil.com">site oficial</a>. Dentro dos dois dias de Hyvolution Brasil 2026, os participantes também poderão integrar o Congresso HySummit, que visa examinar as políticas públicas, revelar inovações e oferecer apresentações técnicas ao público.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p data-path-to-node="11"><b data-path-to-node="11" data-index-in-node="0">SERVIÇO — HYVOLUTION BRASIL 2026</b></p>
<ul data-path-to-node="12">
<li>
<p data-path-to-node="12,0,0"><b data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0">Data:</b> 16 e 17 de junho</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,1,0"><b data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0">Local:</b> Centro de Convenções Distrito Anhembi — São Paulo/SP</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,2,0"><b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0">Endereço:</b> Av. Olavo Fontoura, 1209 &#8211; Santana</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,3,0"><b data-path-to-node="12,3,0" data-index-in-node="0">Feira de Negócios:</b> 10h às 19h</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,4,0"><b data-path-to-node="12,4,0" data-index-in-node="0">Congresso HySummit:</b> 09h às 17h</p>
</li>
</ul>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/agenda-verde/sao-paulo-sedia-o-maior-evento-sobre-hidrogenio-renovavel-da-america-latina/feed/</wfw:commentRss>
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			<media:title type="html">Hyvolution Brasil: 1ª edição nacional do evento global de hidrogênio e descarbonização</media:title>
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