<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" version="2.0">

<channel>
	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
	<atom:link href="https://veja.abril.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/>
	<link>https://veja.abril.com.br</link>
	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 08 Nov 2026 14:33:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2023/04/cropped-VEJA.png?quality=70&amp;w=32</url>
	<title>VEJA</title>
	<link>https://veja.abril.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">174412226</site>	<item>
		<title>Lutador agressor de vizinhas afirma usar cocaína, maconha e remédios controlados</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/lutador-agressor-de-vizinhas-afirma-usar-cocaina-maconha-e-remedios-controlados/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/lutador-agressor-de-vizinhas-afirma-usar-cocaina-maconha-e-remedios-controlados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 14:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434669</guid>

					<description><![CDATA[Na ata da audiência que converteu prisão temporária em preventiva, o juiz escreveu que  Lucas Portela não aparenta ter nenhum transtorno mental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Preso por agredir vizinhas na Tijuca, no Rio de Janeiro, na quinta-feira, o lutador de jiu-jítsu Lucas Portela Fontana Gomes disse durante sua audiência de custódia que é usuário de maconha, cocaína, quetamina e remédios controlados. Antes, ele já havia afirmado em depoimento à polícia que também usa anabolizantes.</p>
<p>Na ata da audiência que converteu a prisão temporária em preventiva, o juiz escreveu que o detido não aparenta ter nenhum transtorno mental.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Ele está preso na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio.</p>
<p>Na madrugada de quinta-feira, Fontana Gomes invadiu o apartamento de uma idosa de 81 anos. Com as agressões, ela teve traumatismo craniano.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Depois, ele agrediu uma segunda moradora, que foi ao se encontro para tentar entender o que estava acontecendo.</p>
<p>Na primeira abordagem da polícia, o lutador reagiu à ação dos agentes, tentou pegar a arma do policial e acabou baleado.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Mesmo ferido, ele ainda resistiu à prisão e tentou subir pelas escadas do condomínio. Foi imobilizado após o uso de uma arma de choque.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/brasil/lutador-agressor-de-vizinhas-afirma-usar-cocaina-maconha-e-remedios-controlados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434669</post-id>	<enclosure length="6018480" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_6413.jpeg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_6413.jpeg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_6413.jpeg">
			<media:title type="html">Lucas Portela Fontana Gomes</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>‘Contos Paralelos’ leva os exageros da ficção à vida real</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-recomenda/contos-paralelos-leva-os-exageros-da-ficcao-a-vida-real/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-recomenda/contos-paralelos-leva-os-exageros-da-ficcao-a-vida-real/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thiago Gelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 14:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6433652</guid>

					<description><![CDATA[Isabelle Huppert estrela o novo filme de Asghar Farhadi, em que a vida dos vizinhos inspira uma escritora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Sylvie (Isabelle Huppert) é uma escritora em fim de carreira, crente de que suas histórias são melodramáticas demais para o mundo digital. Em busca de inspiração, ela espia os vizinhos com uma luneta e projeta sobre eles as próprias memórias. O método peculiar funciona e seu ritmo de escrita corre bem, até que um efeito dominó faz a realidade emular os exageros da ficção. O thriller do iraniano Asghar Farhadi é remake do clássico polonês Um Curta-Metragem sobre o Amor (1988) e utiliza atores de primeira para demonstrar que a evolução emocional, muitas vezes, é mera ilusão.</span></p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-recomenda/contos-paralelos-leva-os-exageros-da-ficcao-a-vida-real/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6433652</post-id>	<enclosure length="16588800" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FILME-CONTOS-PARALELOS.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FILME-CONTOS-PARALELOS.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FILME-CONTOS-PARALELOS.jpg">
			<media:title type="html">FILME-CONTOS-PARALELOS</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A chef que transforma ingredientes amazônicos em alta gastronomia</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/gastronomia/a-chef-que-transforma-ingredientes-amazonicos-em-alta-gastronomia/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/gastronomia/a-chef-que-transforma-ingredientes-amazonicos-em-alta-gastronomia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 14:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6432974</guid>

					<description><![CDATA[Esther Weyl comanda o restaurante Celeste em Belém, no Pará]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chef paraense <strong>Esther Weyl</strong>, 34 anos, encontrou nos ingredientes da Amazônia a matéria-prima para desenvolver uma culinária autoral no restaurante Celeste (@celesteorestaurante), em Belém (PA). Inaugurada em 2024, o espaço aposta na chamada &#8220;culinária de produto&#8221;, conceito que coloca o ingrediente no centro da criação dos pratos, respeitando a sazonalidade dos alimentos. Com passagem por cozinhas internacionais, como Estados Unidos, México e Espanha, Esther voltou ao Pará para investir em uma gastronomia contemporânea conectada às suas origens e ganhou projeção nacional na COP 30, em 2025.</p>
<div>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>(<i>A</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1794054945439000&amp;usg=AOvVaw0LdHFQT6PfcPtG2RlOZNZT"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1794054945439000&amp;usg=AOvVaw0LdHFQT6PfcPtG2RlOZNZT"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1794054945439000&amp;usg=AOvVaw0LdHFQT6PfcPtG2RlOZNZT"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
</div>
<p>Localizado na Cidade Velha, região histórica de Belém, o Celeste oferece um cardápio que muda de acordo com a disponibilidade e a qualidade dos ingredientes. A chef explica que prefere retirar uma preparação da carta a trabalhar com um produto que não esteja fresco. “A gente pensa primeiro no ingrediente e depois numa receita”, resumiu à coluna GENTE. A escolha também envolve o cuidado com a procedência. O pirarucu, por exemplo, vem de pesca de manejo sustentável, enquanto o chocolate utilizado na casa é produzido a partir de cacau cultivado em sistema agroflorestal. O restaurante também trabalha com produtos orgânicos, ovos e mel provenientes do sítio de seu sogro.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Entre os pratos que traduzem a proposta está o peixe do dia com pirão de tomate e tucupi (88 reais) — o favorita de Esther. Outra combinação que se destaca é o filhote com cuscuz de farinha d&#8217;água (88 reais), criação inspirada no cuscuz marroquino, mas elaborada com um ingrediente característico da culinária paraense. O cardápio também apresenta preparações com pirarucu, banana-da-terra, macaxeira, cumaru e outros produtos regionais.</p>
<p>A preocupação com a origem dos alimentos se estende à gestão do negócio. Esther defende que a ideia de sustentabilidade e bioeconomia precisa estar presente também nas relações de trabalho. Desde a inauguração, o Celeste adota a escala 5&#215;2 e oferece seguro de saúde e de vida aos funcionários, além de treinamentos sobre proteção contra a violência às mulheres e práticas antirracistas.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>“A hospitalidade não pode estar desvinculada do que a gente faz como empresa”, afirmou a chef. Para ela, o cuidado com a equipe faz parte da experiência oferecida ao cliente. A proposta também orienta o trabalho na Merenderia Tina, outro empreendimento comandado por Esther.</p>
<p>A escolha por fornecedores locais e produtores orgânicos, no entanto, traz desafios à rotina da cozinha. Segundo Esther, diferentemente das grandes cadeias de abastecimento, esses produtores têm seus próprios ritmos e nem sempre conseguem entregar os ingredientes imediatamente. “É mais difícil trabalhar com produtores orgânicos, porque o tempo é outro. Mas esse é um desafio do qual a gente quer fazer parte”, disse.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Monique Lafond, musa dos anos 1980, fala da volta à Globo em ‘Quem ama cuida’" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V2QUhpWhugA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/gastronomia/a-chef-que-transforma-ingredientes-amazonicos-em-alta-gastronomia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6432974</post-id>	<enclosure length="3856016" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/esther.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/esther.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/esther.jpg">
			<media:title type="html">esther</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Um alerta de especialistas sobre a atuação do chamado Exército do Lula</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/um-alerta-sobre-a-atuacao-do-chamado-exercito-do-lula/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/um-alerta-sobre-a-atuacao-do-chamado-exercito-do-lula/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Chapola]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 14:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[André Janones]]></category>
		<category><![CDATA[Bastidores de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6432507</guid>

					<description><![CDATA[Especialistas avaliam que canal será usado para difundir pautas estratégias, mas advertem para o risco dele também servir como instrumento de patrulha
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como o <strong>Planalto</strong> pretende utilizar o <strong>&#8220;Exército do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>&#8221;</strong> depois das eleições implica em alguns <strong>riscos</strong> para o <strong>governo</strong>, de acordo com especialistas ouvidos por VEJA.</p>
<p>A avaliação é de que o canal deve se tornar uma importante ferramenta  para a difusão e defesa de pautas estratégicas do governo, mas também há a possibilidade de o grupo se transformar em um instrumento de  <strong>patrulha</strong> contra opositores.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>O Planalto deu mostras de como quer explorar o canal do WhatsApp que atingiu 10 milhões de seguidores durante a campanha eleitoral. Em uma mensagem publicada na última terça-feira, Lula conclamou os seguidores a acompanharem uma audiência pública no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) que discutiria a proibição das bets.</p>
<p>O apelo do petista foi seguido por uma postagem na mesma direção publicado pelo deputado federal <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/andre-janones/">André Janones</a> (Rede), criador e coordenador do &#8220;Exército do Lula&#8221;.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Não demorou muito para que as redes sociais fossem inundadas de manifestações de apoio à proibição das bets. Segundo Victor Piaia, professor da FGV e membro de grupos de estudo sobre sociologia, política e transformações digitais, a mobilização deu certo porque o assunto é pacificado dentro da esquerda. Isso não significa que será sempre assim.</p>
<p>Piaia prevê que o governo pode enfrentar dificuldades para repetir essas ações coordenadas quando os temas eventualmente gerarem divergências num ambiente digital que não permite diálogo entre seus membros.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O professor lembra que, no grupo &#8220;Exército do Lula&#8221;, não é facultado aos integrantes interagirem entre si. As &#8220;missões&#8221; são repassadas de maneira unilateral por Janones, conhecido no canal como &#8220;general&#8221;, ou por Lula, chamado por lá de &#8220;marechal&#8221;.</p>
<p>No auge do segundo turno, o Exército do Lula atingiu 10 milhões de seguidores. A mobilização digital impulsionou grandes manifestações em favor da candidatura petista, massificou as boas realizações do governo mas também espalhou mentiras e notícias falsas.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O plano agora é usar essa experiência que deu certo nas eleições para criar correntes de apoio à agenda oficial, divulgar medidas de interesse do Planalto e mobilizar, quando necessário, ações de enfrentamento com a oposição.</p>
<p>É sobre esse último quesito que residem dúvidas. É tênue a linha que separa a patrulha da opinião. “O que vai determinar se essa linha foi ultrapassada é o tipo de orientação que será dada aos apoiadores, especialmente se ela incentivar ataques pessoais, intimidação ou tentativas de silenciar críticas”, ressalta Pedro Bruzzi, sócio da consultoria Arquimedes, especialista em análise de mídias digitais.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/politica/um-alerta-sobre-a-atuacao-do-chamado-exercito-do-lula/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6432507</post-id>	<enclosure length="16588800" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ANDRE-JANONES-e-LULA-2022-8-c.jpg.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ANDRE-JANONES-e-LULA-2022-8-c.jpg.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ANDRE-JANONES-e-LULA-2022-8-c.jpg.jpg">
			<media:title type="html">ANDRE-JANONES-e-LULA-2022-8-c.jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Imposto do Pecado: o vinho vai ficar mais caro ou estão fazendo tempestade na taça?</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/al-vino/imposto-do-pecado-o-vinho-vai-ficar-mais-caro-ou-estao-fazendo-tempestade-na-taca/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/al-vino/imposto-do-pecado-o-vinho-vai-ficar-mais-caro-ou-estao-fazendo-tempestade-na-taca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sergio Ruiz Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6434660</guid>

					<description><![CDATA[Há muita desinformação sobre o real impacto da reforma tributária sobre o setor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado do vinho brasileiro encontra-se em estado de alerta. Desde que foram anunciadas as alíquotas do chamado <strong>Imposto do Pecado</strong>, com a Medida Provisória 1.399/2026, no último dia 4, parece que uma bomba caiu sobre importadores, distribuidores, produtores e comerciantes. A sensação é de que a garrafa vai ficar muito mais cara e que todo o esforço para tornar o vinho mais acessível no Brasil pode ir por água abaixo. A cobrança está programada para começar em 2 de fevereiro de 2027.</p>
<p>Algumas manifestações mais alarmistas começaram a divulgar que a nova taxa seria de 20% sobre o preço do produto. Para carregar no tom de indignação, posts do gênero afirmam que o Imposto do Pecado sobre o vinho é maior do que a taxa a ser aplicada sobre a cerveja.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>O nome Imposto do Pecado, aliás, não é uma invenção brasileira. Vem da expressão inglesa <em>sin tax</em>, usada internacionalmente para designar tributos sobre produtos associados a hábitos considerados prejudiciais, como jogos de azar e tabaco, por exemplo. Ganhou espaço na linguagem popular e na economia política com um misto de ironia, resignação e julgamento moral. Para o economista e sommelier <strong>Mauro Salvo</strong>, há uma dose de ironia no termo. “Para desestimular o vício, o Estado acaba por se beneficiar financeiramente dele”, critica</p>
<p><strong>Mas o que muda efetivamente?</strong></p>
<p>Conversei com <strong>Felipe Galtaroça</strong>, CEO da consultoria <strong>Ideal BI</strong>, que acompanha de perto os números e os movimentos do mercado, para tentar separar o susto da realidade. E a conclusão é menos assustadora do que o tom do debate que tomou conta do setor.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Primeiro, é preciso entender o que está mudando. O<strong> Imposto Seletivo</strong>, apelidado de Imposto do Pecado, entra no lugar do <strong>IPI</strong>, que hoje incide sobre os vinhos. Na comparação apresentada por Galtaroça, o IPI é de 6,5%, enquanto a alíquota anunciada para o novo imposto é de 8%. &#8220;Ou seja, não se trata simplesmente de acrescentar mais 8% à carga tributária atual: há a substituição de um tributo por outro&#8221;, explica.</p>
<p>Na ponta do lápis, <strong>a diferença é de 1,5 ponto percentual</strong>. E, segundo as estimativas da Ideal BI, o impacto sobre o preço final pode ficar na faixa de 2% a 3%, dependendo da estrutura da operação.</p>
<p>Ou seja, estamos falando de uma dimensão bastante diferente dos 20% que chegaram a ser mencionados nos primeiros debates sobre o Imposto Seletivo. “O impacto para o consumidor não será grande”, observa Galtaroça. É claro que qualquer aumento de custo preocupa, ainda que seja pequeno.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O mercado chega a essa mudança tributária depois de um período difícil. Segundo Galtaroça, o ano de 2026 foi marcado por um inverno de vendas especialmente fraco. Contribuíram para essa ressaca comercial a perda de poder de compra, o endividamento das famílias, a preocupação crescente com saúde, o boom das canetas emagrecedoras e as campanhas para a redução do consumo de álcool. Esse contexto ajuda a explicar como o mercado de vinhos está preocupado com a mudança tributária.</p>
<p>Para Galtaroça, o grande problema não está necessariamente no preço que o consumidor vai pagar, mas no caixa das empresas. E aqui está um ponto importante, especialmente para quem importa vinho. Com o novo sistema, o imposto passa a ser recolhido no desembaraço aduaneiro, em vez de funcionar no modelo anterior de débito e crédito na saída do importador. O resultado é uma necessidade de desembolso de capital cerca de 25% maior no momento da nacionalização da mercadoria.</p>
<p>Em um cenário de juros elevados e empresas pressionadas por custos financeiros, não é pouca coisa. O importador terá de colocar mais dinheiro na operação antes mesmo de vender a garrafa. Isso pode apertar o caixa e exigir ajustes de planejamento. Mas não significa que esse valor será automaticamente repassado ao consumidor.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O Brasil continua sendo um mercado de oportunidades para os produtores internacionais, mas isso não significa que o consumo esteja crescendo na mesma velocidade da oferta. A importação brasileira dobrou em dez anos, observa Galtaroça, mas o crescimento efetivo do mercado, considerando os estoques, foi de aproximadamente 20% no período — uma média de 2% ao ano. E há um detalhe: mais da metade do volume considerado nesses cálculos corresponde a vinhos de mesa e suaves.</p>
<p>Para a próxima década, o especialista prevê um mercado de menos volume e maior valor agregado: consumidores comprando menos, mas escolhendo produtos de maior valor. É uma transformação que já exige atenção da indústria, independentemente da reforma tributária.</p>
<p><strong>E o acordo Mercosul-União Europeia?</strong></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Aqui está uma das confusões que mais merecem ser desfeitas. Há quem esteja dizendo que o Imposto do Pecado pode acabar com os benefícios conquistados pelo acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. “Não é verdade”, afirma Galtaroça.</p>
<p>São coisas diferentes. O acordo comercial prevê a redução gradual das tarifas de importação entre os blocos. O Imposto Seletivo é um tributo interno, previsto na reforma tributária brasileira, que incide sobre determinadas categorias de produtos. Um não cancela o outro.</p>
<p>Como explica Galtaroça, o eventual aumento de custo provocado pela mudança tributária é relativamente pequeno diante dos benefícios tarifários que o acordo pode proporcionar ao longo do tempo. Portanto, não faz sentido dizer que a reforma tributária apaga o que foi negociado entre os dois blocos. O vinho europeu continuará podendo se beneficiar da redução gradual das tarifas de importação, conforme as regras e o cronograma do acordo.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Se há uma notícia positiva nessa história, ela está menos no Imposto Seletivo e mais na própria reforma tributária. A transição promete simplificar um sistema que hoje é um verdadeiro labirinto para quem importa e distribui vinhos no Brasil. A unificação de tributos e a redução das diferenças entre os estados podem facilitar a circulação das mercadorias e diminuir distorções logísticas. A expectativa é que, ao longo da transição até 2033, vender para diferentes regiões do país se torne menos complicado.</p>
<p>Isso não elimina os problemas do setor. A necessidade de capital dos importadores é real, o mercado enfrenta uma demanda mais resistente e a tributação das bebidas continua sendo uma discussão importante. Mas talvez seja hora de trocar o pânico pela calculadora.</p>
<p>O vinho brasileiro e o importado têm desafios suficientes pela frente. Não precisam de mais uma tempestade — ainda mais quando, desta vez, a conta parece ser bem menor do que o trovão anunciado em análises mais apressadas.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/coluna/al-vino/imposto-do-pecado-o-vinho-vai-ficar-mais-caro-ou-estao-fazendo-tempestade-na-taca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434660</post-id>	<enclosure length="11520000" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/WhatsApp-Image-2026-11-08-at-10.45.54.jpeg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/WhatsApp-Image-2026-11-08-at-10.45.54.jpeg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/WhatsApp-Image-2026-11-08-at-10.45.54.jpeg">
			<media:title type="html">WhatsApp Image 2026-11-08 at 10.45.54</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Maioria dos parlamentares do PT ‘é contra’ a redução da maioridade penal, diz Jilmar Tatto</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/maioria-dos-parlamentares-do-pt-e-contra-a-reducao-da-maioridade-penal-diz-jilmar-tatto/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/maioria-dos-parlamentares-do-pt-e-contra-a-reducao-da-maioridade-penal-diz-jilmar-tatto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo César Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bastidores de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[presídios]]></category>
		<category><![CDATA[PT - Partido dos Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[sistema penitenciário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6432552</guid>

					<description><![CDATA[Senador Jaques Wagner explicou que defesa do presidente Lula em favor de punição de menores era 'posição pessoal' ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a campanha, o presidente <strong><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a></strong> foi questionado se seria favorável à redução da maioridade penal para crimes hediondos. “Enquanto cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo eu sou favorável a diminuir a pena, a penalidade”, disse Lula.</p>
<p>A entrevistadora insistiu. “Então, para crimes hediondos, o senhor é a favor de reduzir a maioridade penal?”. Lula respondeu: “Sou a favor”.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Coube ao senador Jaques Wagner (PT-BA) explicar na sessão do Senado da última terça-feira, quando foi aprovada a PEC da Segurança Pública, a posição da legenda. “O Presidente Lula, antes do segundo turno, deu sua posição pessoal, mas ele não impõe a posição dele ao partido, muito menos ao Senado da República”, disse o parlamentar.</p>
<p>“Como nós estávamos numa fase pré-eleitoral, e é evidente que esse tema era candente, alguns achavam que esse tema ia deixar um dos candidatos numa encruzilhada”, completou.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>A redução da maioridade penal, que seria votada no Senado, foi adiada a partir de um pedido do presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB) ao presidente do Senado Davi Alcolumbre (União-AP).</p>
<p>Além do pedido de Motta, Alcolumbre atendeu a vontade de senadores do PT para adiar a votação. O partido vem se posicionando contra a redução da maioridade penal desde sua criação, na década de 80.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Em uma sucinta entrevista a VEJA, o  vice-presidente nacional do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), confirmou essa posição:</p>
<p><strong>O senhor é a favor da redução da maioridade penal? </strong>Sou contra.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><strong>Qual deve ser a posição da maioria dos parlamentares do PT na votação da redução da maioridade penal?</strong> A maioria é contra.</p>
<p>O relator da proposta que reduz a maioridade penal na Câmara, deputado Mendonça Filho (PL-PE), deve apresentar seu parecer até o final do mês. O relatório ainda terá de ser aprovado numa comissão especial e só depois vai ao plenário da Câmara.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/politica/maioria-dos-parlamentares-do-pt-e-contra-a-reducao-da-maioridade-penal-diz-jilmar-tatto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6432552</post-id>	<enclosure length="2650176" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2024/08/52663743445_e5ef042840_c-e1703782145707.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2024/08/52663743445_e5ef042840_c-e1703782145707.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2024/08/52663743445_e5ef042840_c-e1703782145707.jpg">
			<media:title type="html">Bancada do PT na Câmara dos Deputados, no final de 2023</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Vasco x Palmeiras na Copa do Brasil: onde assistir, horário e escalações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/vasco-x-palmeiras-na-copa-do-brasil-onde-assistir-horario-e-escalacoes/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/vasco-x-palmeiras-na-copa-do-brasil-onde-assistir-horario-e-escalacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol: onde assistir]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco da Gama]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6433235</guid>

					<description><![CDATA[Equipes se enfrentam neste domingo, 8, no Rio, pelo jogo de volta da semifinal; na ida, paulistas venceram por 1 a 0]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 3 []"><span>O <strong>Vasco</strong> recebe o <strong>Palmeiras</strong> neste domingo, 8, às 17h (de Brasília), no Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, pelo <strong>jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil de 2026</strong>. O time paulista venceu a primeira partida por 1 a 0, no Nubank Parque, com gol de Mauricio, e chega ao Rio em vantagem. </span></p>
<p data-pm-slice="1 3 []"><span>Para avançar, o Vasco precisará vencer por dois ou mais gols de diferença. Uma vitória por um gol levará a disputa para os pênaltis, enquanto o Palmeiras garante a classificação com um empate.</span></p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Comandado pelo português Pedro Emanuel, o Vasco tenta transformar a campanha na Copa do Brasil em uma oportunidade de disputar sua segunda decisão consecutiva do torneio. A equipe carioca chega motivada após vencer o Athletico-PR por 3 a 1, de virada, na Arena da Baixada, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado trouxe alívio ao elenco na luta contra o rebaixamento e aumentou a confiança para o confronto decisivo. No torneio eliminatório, o Cruz-Maltino deixou para trás Paysandu, Fluminense e Vitória e busca chegar à final para conquistar seu segundo título da competição, depois da conquista de 2011.</span></p>
<p><span>Para o confronto diante de sua torcida, Pedro Emanuel terá um desfalque importante no sistema defensivo. O zagueiro Alan Saldivia está suspenso após ser expulso no jogo de ida, enquanto Carlos Cuesta segue afastado por um problema no quadril e não deve voltar a atuar nesta temporada. Gabriel Pereira aparece como favorito para formar a dupla de zaga com Robert Renan. Em contrapartida, o treinador contará com os retornos de Marino Hinestroza e Andrés Gómez, além de Paulo Henrique, que foi preservado durante boa parte da vitória sobre o Athletico-PR. </span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Do outro lado, o Palmeiras chega embalado por uma goleada por 6 a 1 sobre o Remo, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. A equipe comandada pelo português Abel Ferreira ocupa a segunda colocação da competição, com 73 pontos, três atrás do líder Flamengo, e segue na disputa pelo título nacional. Além disso, o Verdão está classificado para a final da Libertadores, contra o Estudiantes, marcada para o dia 28 de novembro, e tenta alcançar sua segunda decisão na temporada. Na Copa do Brasil, o clube eliminou Jacuipense, Fortaleza e Santos antes de abrir vantagem sobre o Vasco na semifinal. Uma classificação colocará os paulistas na disputa pelo quinto título do torneio.</span></p>
<div class="noreadme-audima abril-web-story-embed" data-web-story-lazy="1" data-web-story-state="idle">
<h3>De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026</h3>
<div class="abril-web-story-media">
<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026 | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/personagens-polemicos-futebol-2026/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026 | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/personagens-polemicos-futebol-2026/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3><span>Onde assistir?</span></h3>
<p><span>A partida entre Vasco e Palmeiras terá <strong>transmissão ao vivo pela Globo, pelo SporTV, pelo Premiere, pela ge tv e pelo Amazon Prime Video</strong>. O jogo começa às 17h (horário de Brasília), no Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro.</span></p>
<h3><span>Prováveis escalações:</span></h3>
<p><strong><span>Vasco:</span></strong><span> Léo Jardim; Paulo Henrique (Puma Rodríguez), Gabriel Pereira, Robert Renan e Lucas Piton (Cuiabano); Santiago Sosa, Thiago Mendes e Alan Lescano; Andrés Gómez, Facundo Colidio e Bruno Duarte. <strong>Técnico:</strong> Pedro Emanuel.</span></p>
<p><strong><span>Palmeiras:</span></strong><span> Carlos Miguel; Murilo, Gustavo Gómez e Alexander Barboza; Giay, Marlon Freitas (Lucas Evangelista), Andreas Pereira e Piquerez; Jhon Arias, Flaco López e Vitor Roque. <strong>Técnico:</strong> Abel Ferreira.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h3><span>Equipe de arbitragem:</span></h3>
<ul>
<li><strong><span>Árbitro:</span></strong><span> Bráulio da Silva Machado (SC);</span></li>
<li><strong><span>Assistentes:</span></strong><span> Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Leila Naiara Moreira da Cruz (DF);</span></li>
<li><strong><span>Quarto árbitro:</span></strong><span> Lucas Casagrande (PR);</span></li>
<li><strong><span>VAR:</span></strong><span> Wagner Reway (SC);</span></li>
<li><strong><span>Assistente de VAR:</span></strong><span> Helton Nunes (SC);</span></li>
<li><strong><span>Segundo assistente de VAR:</span></strong><span> Caio Max Augusto Vieira (GO).</span></li>
</ul>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/esporte/vasco-x-palmeiras-na-copa-do-brasil-onde-assistir-horario-e-escalacoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6433235</post-id>	<enclosure length="85344000" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/GettyImages-1694230738.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/GettyImages-1694230738.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/GettyImages-1694230738.jpg">
			<media:title type="html">GettyImages-1694230738</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A medida polêmica que deputados e senadores deixaram passar na PEC da Segurança Pública</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-medida-polemica-que-deputados-e-senadores-deixaram-passar-na-pec-da-seguranca-publica/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/a-medida-polemica-que-deputados-e-senadores-deixaram-passar-na-pec-da-seguranca-publica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434661</guid>

					<description><![CDATA[Texto foi aprovado pelo Senado nesta semana e aguarda promulgação, o que deve destravar criação de ministério de Lula]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deputados e senadores deixaram passar uma medida polêmica dentro da PEC da Segurança Pública, que avançou nas duas Casas e aguarda promulgação do Congresso Nacional.</p>
<p>A proposta prevê a suspensão do direito ao voto de presos provisórios enquanto estiverem recolhidos, ainda que não tenham condenação criminal definitiva.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Nas eleições deste ano, 12817 presos provisórios estavam aptos a votar no país.</p>
<p>Após a promulgação, o presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva deve oficializar a criação do Ministério da Segurança Pública, uma de suas promessas de campanha.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Sancionada em março de 2026, a Lei Antifacção incluiu a prisão provisória entre as causas de cancelamento da inscrição eleitoral.</p>
<p>Em abril, o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a> estabeleceu que as restrições não seriam aplicadas nas eleições deste ano.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/politica/a-medida-polemica-que-deputados-e-senadores-deixaram-passar-na-pec-da-seguranca-publica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434661</post-id>	<enclosure length="3406936" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/09/55506579651_5ff18013d1_c.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/09/55506579651_5ff18013d1_c.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/09/55506579651_5ff18013d1_c.jpg">
			<media:title type="html">55506579651_5ff18013d1_c</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O espinhoso desafio da deputada eleita Ana Elisa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/o-espinhoso-desafio-da-deputada-eleita-ana-elisa/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/o-espinhoso-desafio-da-deputada-eleita-ana-elisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Chapola]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bastidores de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Gerdau]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[PT - Partido dos Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6433025</guid>

					<description><![CDATA[Petista tenta evitar o fim das operações de uma unidade do grupo Gerdau em Divinópolis (MG), seu reduto eleitoral ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fenômeno do <strong>PT</strong> nas <strong>redes sociais</strong> e nas últimas eleições, a deputada federal eleita <strong>Ana Elisa</strong> (PT-MG) já assumiu uma missão espinhosa antes mesmo de ser empossada no cargo: tentar impedir o agravamento da crise da <strong>Gerdau</strong>, uma das maiores <strong>siderúrgicas</strong> do Brasil. A empresa anunciou o encerramento de sua produção de aço na unidade de <strong>Divinópolis</strong>, interior de Minas Gerais e reduto eleitoral de Ana Elisa.</p>
<p>Em um vídeo publicado no Instagram, a futura parlamentar contou como articulou uma reunião entre a prefeita de Divinópolis, Janete Oliveira (Avante-MG), adversária política da petista, representantes da Gerdau e o vice-presidente da República <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/geraldo-alckmin/">Geraldo Alckmin</a> (PSB-SP) em Brasília.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Na gravação, Ana Elisa garantiu que o governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> vai tentar ajudar a empresa e a prefeita a contornarem a situação na região e também que o fechamento da siderúrgica pode não ser definitivo. &#8220;A Gerdau está em processo de hibernação e há possibilidade de volta&#8221;, garantiu ela, ao publicar uma foto do encontro em Brasília.</p>
<p>Eleita como a deputada mais jovem de Minas Gerais, com mais de 524.000 votos, Ana Elisa, de 21 anos, criticou quem tem abordado esse assunto nas redes sociais simplesmente apontando os responsáveis pela crise da empresa. &#8220;Este não é o momento para isso. Estamos com problemas reais, com pessoas reais desempregadas, que precisam de um prumo e de uma resposta. E essa resposta precisa vir da política&#8221;, afirmou.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Ainda sobre a utilização da internet para tratar do tema, a deputada eleita disse que defende o trabalho da militância petista nas redes sociais, mas admite que muitas vezes isso tem sido feito &#8220;de forma errônea&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fica o meu apelo para que as pessoas comecem a responsabilizar aqueles políticos que nada estão fazendo para além de vídeos nas redes sociais para poder salvar a economia da nossa cidade, salvar a vida daqueles trabalhadores e salvar a vida dos empreendedores que dependem da Gerdau&#8221;, concluiu ela.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O encerramento da unidade da Gerdau em Divinópolis pode afetar mais de 2.000 empresas localizadas no entorno da fábrica, de acordo com um levantamento feito pela prefeitura do município. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, 280 trabalhadores foram demitidos.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/politica/o-espinhoso-desafio-da-deputada-eleita-ana-elisa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6433025</post-id>	<enclosure length="3014640" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/anaelisa_gerdal.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/anaelisa_gerdal.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/anaelisa_gerdal.jpg">
			<media:title type="html">ESFORÇO - Registro feito do encontro promovido por Ana Elisa (centro) entre Alckmin (esq.) e representantes da Gerdau</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>‘Por hoje é só, pessoal’: Sepultura faz último show da carreira com fila de convidados</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/por-hoje-e-so-pessoal-sepultura-faz-ultimo-show-da-carreira-com-fila-de-convidados/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/por-hoje-e-so-pessoal-sepultura-faz-ultimo-show-da-carreira-com-fila-de-convidados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucas Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[O Som e a Fúria]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434629</guid>

					<description><![CDATA[Com mais de trinta músicas, banda encerrou quatro décadas de carreira ao lado de ex-integrantes, amigos e músicos influenciados por ela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andreas Kisser</strong> subiu ao palco com uma camiseta dos <em>Looney Tunes</em> estampada com o bordão “That’s all folks” — o “por hoje é só, pessoal” com que o Gaguinho encerrava os desenhos animados. Era o recado do guitarrista no último show da carreira do <strong>Sepultura</strong>, neste sábado, 7, no Suhai Music Hall, em São Paulo. A apresentação encerrou a turnê <strong><em>Celebrating Life Through Death</em></strong>, iniciada em 2024, e pôs fim a mais de quarenta anos de estrada da banda que levou o metal brasileiro a oitenta países.</p>
<p>Logo no início, o vocalista <strong>Derrick Green</strong> tentou segurar a emoção: “Esse momento é muito especial, muito obrigado. Não quero chorar agora. Tem mais músicas para vocês&#8221;. E tinha. O repertório, com mais de trinta faixas, passou por diferentes fases do grupo, de <em>Arise</em> e <em>Beneath the Remains</em> a <em>Kairos</em> e <em>Means to an End</em>, do álbum <em>Quadra</em>, até fechar com <em>Ratamahatta</em> e <em>Roots Bloody Roots</em>.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>O que marcou a noite, porém, foi o desfile de convidados. Antes de chamar os primeiros, <strong>Andreas Kisser</strong> falou ao público: “Finalmente estamos aqui. A gente não poderia ter uma despedida melhor que essa. Vocês são fãs de verdade e mantiveram essa banda motivada e com vontade de fazer discos e tocar.”</p>
<p>Em seguida, subiram ao palco músicos de bandas mais jovens, como Sean Sterling e Ethan Kahn, do<strong> Chained Saint</strong>, e Alan Wallace, do <strong>Eminence</strong>, todos influenciados pelo Sepultura. <strong>Yohan Kisser</strong>, filho de Andreas, tocou em <em>Convicted in Life</em>.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Nomes históricos do metal nacional também apareceram. Moyses Kolesne, do <strong>Krisiun</strong>, participou de <em>Itsári</em>, e Amilcar Christófaro, do<strong> Torture Squad</strong>, de <em>Beneath the Remains</em>. João Gordo cantou <em>Reza</em> e, ao lado do guitarrista Jão, puxou dois clássicos do Ratos de Porão: <em>Crucificados Pelo Sistema</em> e <em>Beber Até Morrer</em>. Jairo Guedz, guitarrista da formação original, voltou para <em>Biotech is Godzilla</em>, <em>Slave New World</em> e <em>Troops of Doom</em>. Os irmãos Max e Iggor Cavalera, fundadores da banda, não participaram.</p>
<figure><img alt="Vista aérea de um show noturno com um palco iluminado à esquerda, onde um músico toca guitarra. À direita, um telão exibe a imagem ampliada do músico. Uma vasta multidão de pessoas, com braços erguidos, preenche o espaço à frente do palco e se estende até o fundo do local, onde há arquibancadas com mais espectadores" decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Design-sem-nome-9.jpg" /><figcaption>O último show do Sepultura, no Suhai Music Hall, em São Paulo<span class="copyright">@drispaca/Divulgação</span></figcaption></figure>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Com ingressos esgotados, a despedida estava marcada inicialmente para a Mercado Livre Arena Pacaembu, mas foi transferida para a casa de shows, que comporta 9 000 pessoas, menos da metade do que o local original. E ainda deve render um registro. Desde o início da turnê, a banda grava os shows para lançar uma coletânea com quarenta músicas captadas em quarenta cidades diferentes, ainda sem data. O último trabalho de estúdio do grupo é o EP <em>The Cloud of Unknowing,</em> lançado em abril.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/cultura/por-hoje-e-so-pessoal-sepultura-faz-ultimo-show-da-carreira-com-fila-de-convidados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434629</post-id>	<enclosure length="16588800" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Design-sem-nome-8.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Design-sem-nome-8.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Design-sem-nome-8.jpg">
			<media:title type="html">Andreas Kisser</media:title>
		</media:content>

		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Design-sem-nome-9.jpg?quality=70&amp;w=650">
			<media:title type="html">Plateia-sepultura</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A avaliação de um diplomata do Itamaraty sobre a derrota de Trump nas urnas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/a-avaliacao-de-um-diplomata-do-itamaraty-sobre-a-derrota-de-trump-nas-urnas/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/a-avaliacao-de-um-diplomata-do-itamaraty-sobre-a-derrota-de-trump-nas-urnas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Robson Bonin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6433409</guid>

					<description><![CDATA['Dois anos de Trump imperial chegam ao fim. A democracia americana funcionou. Recado foi contundente', diz o integrante da diplomacia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De um diplomata do Itamaraty sobre a derrota dos Republicanos de Donald Trump nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos: “Dois anos de Trump imperial chegam ao fim. A democracia americana funcionou. Recado foi contundente”.</p>
<p>O Partido Democrata conquistou, nesta semana, a maioria das duas casas do Congresso nos Estados Unidos, impondo uma derrota histórica a Trump.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Como mostra a reportagem de capa de VEJA que chegou aos assinantes nesta sexta-feira, a eleição foi uma espécie de plebiscito sobre o governo Trump e, em última instância, sobre a figura do presidente sempre envolta em medidas controversas.</p>
<p>&#8220;A votação fez transbordar a rejeição popular ao presidente e a seu estilo de governar&#8221;, diz a <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/derrota-enfraquece-trump-e-gera-duvidas-sobre-como-o-republicano-reagira-ao-reves/">reportagem de Amanda Péchy, Felipe Carneiro e Caio Saad</a>.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/brasil/a-avaliacao-de-um-diplomata-do-itamaraty-sobre-a-derrota-de-trump-nas-urnas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6433409</post-id>	<enclosure length="16588800" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/AP26301744135791.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/AP26301744135791.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/AP26301744135791.jpg">
			<media:title type="html">AP26301744135791</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>De Will Smith a Chris Evans, atores que quase rejeitaram os maiores sucessos de sua carreira</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/de-will-smith-a-chris-evans-atores-que-quase-rejeitaram-os-maiores-sucessos-de-sua-carreira/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/de-will-smith-a-chris-evans-atores-que-quase-rejeitaram-os-maiores-sucessos-de-sua-carreira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6432912</guid>

					<description><![CDATA[Coluna GENTE relembra nomes que resistiram a aceitar papéis de destaque]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-id="p6h8sy">Ser capaz de marcar o público com um personagem é algo raro para atores. Mesmo aqueles com grande talento, por vezes, passam anos sem conseguir ter um personagem que se eternize no imaginário popular. Não é exatamente claro quais características são necessárias para atingir tal meta &#8211; e mesmo profissionais de grande qualidade têm dificuldade em suas avaliações. Um exemplo disso são aqueles atores que resistiram a aceitar um determinado papel, só para vê-lo tornar-se o mais importante de sua carreira. A <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/veja-gente/">coluna GENTE</a> relembra alguns exemplos.</p>
<p data-id="p6h8sy">(<i>A</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1794054945439000&amp;usg=AOvVaw0LdHFQT6PfcPtG2RlOZNZT"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1794054945439000&amp;usg=AOvVaw0LdHFQT6PfcPtG2RlOZNZT"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1794054945439000&amp;usg=AOvVaw0LdHFQT6PfcPtG2RlOZNZT"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<h2 data-id="oVtq7S">Chris Evans &#8211; Capitão América</h2>
<p data-id="47hrs0">Eternizado como <strong>Steve</strong> <strong>Rogers</strong>, o <strong>Capitão</strong> <strong>América</strong> do Universo Cinematográfico da Marvel, o ator <strong>Chris</strong> <strong>Evans</strong> resistiu a aceitar interpretar o personagem. A razão para isso era o temor de um impacto negativo resultante da exposição pública, uma vez que Evans já vinha sofrendo com pequenos ataques de pânico. No entanto, a insistência do estúdio e uma ligação de <strong>Robert</strong> <strong>Downey</strong> <strong>Jr</strong>. mudaram sua decisão. “Receber a oferta me pareceu o auge da tentação. A oferta de emprego definitiva, na maior escala. Eu deveria dizer não para isso. Parecia a coisa certa a fazer”, revelou Evans sobre seu pensamento à época. No fim das contas, foram oito filmes na pele do Capitão &#8211; com um nono a caminho.</p>
<h2 data-id="hYN05W">Jenna Ortega &#8211; Wandinha</h2>
<p data-id="nmlKX8"><strong>Jenna Ortega</strong> ganhou espaço na TV desde muito cedo, atuando em papéis mirins nas mais diferentes produções. Sendo assim, quando o convite para protagonizar <strong>Wandinha</strong> chegou, a atriz já estava cansada de atuar em séries, e tinha o objetivo de focar em uma trajetória no cinema. Ela recusou a proposta mais de uma vez, e só foi convencida pela presença de <strong>Tim</strong> <strong>Burton</strong> como produtor executivo e diretor do sériado. A única razão pela qual voltei é porque Tim é uma lenda, e, por acaso, nós demos muito bem. Mas mesmo assim eu disse: ‘Ah, não – acho que estou bem’, algumas vezes”, contou ela, que ganhou uma indicação ao Emmy pelo papel.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h2 data-id="RHvgNZ">Will Smith &#8211; Um Maluco no Pedaço</h2>
<p data-id="L3AsQz">O motivo que levou <strong>Will</strong> <strong>Smith</strong> a iniciar uma carreira na TV foi uma crise financeira. Inicialmente focado em uma trajetória na música, o astro se viu envolvido em problemas com o fisco americano, fazendo com que buscasse qualquer oportunidade para sair daquela situação. Foi assim que ele acabou em uma conversa com <strong>Benny</strong> <strong>Medina</strong>, produtor que o convidou para participar da série que viria a ser<em> Um Maluco no Pedaço.</em> Inicialmente, Smith não queria participar do projeto. &#8220;Não sou ator&#8221;, teria dito a um dos executivos. Mas acabou aceitando pela crise &#8211; e embarcando no que seria um dos maiores sucessos de sua carreira.</p>
<h2 data-id="DeSNRg">Raphael Logam &#8211; Impuros</h2>
<p data-id="iRFENX">Duas vezes indicado ao Emmy Internacional por seu papel em <em>Impuros</em>, <strong>Raphael</strong> <strong>Logam</strong> resistiu a aceitar interpretar o traficante <strong>Evandro do Dendê</strong>. A razão? O ator não queria repetir estereótipos relacionados a personagens negros, como representações criminososas e agressivas. Ele acabou sendo convencido por sua empresária, que apontou a importância de viver um protagonista. “Eu neguei por cinco anos trabalhos desse tipo, produtores de elenco me ligavam e era sempre mais do mesmo. Até que chegou a proposta do Evandro, com uma curva dramática que me colocou em outro patamar”, explicou. Apesar do sucesso, o ator garante: &#8220;Quando ele (Evandro) morrer, morreu para mim. Será meu último criminoso&#8221;.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h2 data-id="VeOAKQ">Ney Latorraca &#8211; Vamp</h2>
<p data-id="Z5H8sv"><strong>Ney Latorraca</strong> quase ficou de fora de <em>Vamp</em>, a novela da TV Globo que consagrou sua carreira. Na época, o ator estava em cartaz com uma peça teatral em São Paulo, e não queria se comprometer com as gravações da produção, acreditando que isso seria cansativo demais. &#8220;Eu não queria fazer de jeito nenhum&#8221;, afirma o ator. Porém, acabou convencido pela mãe a aceitar uma participação de nove capítulos &#8211; terminou ficando até o final da novela. “Fiz a primeira cena em frente ao teatro em São Paulo, era uma cena em que eu levantava os óculos. Na hora senti que não iriam ser só nove capítulos, aquilo ia dar certo. Consegui conciliar os dois e foi quando começou a entrar dinheiro mesmo na minha vida”, explica.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Monique Lafond, musa dos anos 1980, fala da volta à Globo em ‘Quem ama cuida’" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V2QUhpWhugA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/cultura/de-will-smith-a-chris-evans-atores-que-quase-rejeitaram-os-maiores-sucessos-de-sua-carreira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6432912</post-id>	<enclosure length="16588800" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Untitled-design-29.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Untitled-design-29.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Untitled-design-29.jpg">
			<media:title type="html">Untitled design (29)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Fórmula 1: a nova campanha da FIA contra abuso online no esporte</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/formula-1-a-nova-campanha-da-fia-contra-abuso-online-no-esporte/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/formula-1-a-nova-campanha-da-fia-contra-abuso-online-no-esporte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natalia Tiemi Hanada]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Automobilismo]]></category>
		<category><![CDATA[F1]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434638</guid>

					<description><![CDATA[Fabiana Ecclestone apresentou iniciativa da UAOA com diretrizes para comunidade online
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) lançou novas diretrizes contra o abuso online como parte da campanha United Against Online Abuse (UAOA) do GP de São Paulo. Fabiana Ecclestone, vice-presidente da FIA para o esporte na América do Sul, divulgou a novidade neste sábado, 7, e destacou a importância da medida após dados de estudos revelarem o alto número de abusos vindos da América Latina.</span></p>
<p><span>Em coletiva de imprensa, Fabiana explicou quando surgiu a ideia: “Recentemente, eu estava em Londres durante o Conselho Mundial de Automobilismo, que se reúne quatro vezes ao ano. E durante essa reunião, o último estudo da Online Abuse Platform foi  lido e compartilhado com os membros do Conselho. E me chamou a atenção que primeiro os números [de abusos] estão subindo e quando a pessoa leu o relatório, me disse que 75% do número de abusos online vêm da Europa e América [do Sul].”</span></p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>“Quando vi esse dado de 75% envolvendo as Américas, pedi acesso detalhado a esse estudo. Com a popularidade do nosso esporte, com pilotos brasileiros, o argentino, pilotos americanos participando, a nossa região acaba muito envolvida e a nossa paixão vai junto. Só que de novo: a gente pode ter opiniões diversas, mas precisa estabelecer um limite”, completou a vice-presidente.</span></p>
<p><span>A pesquisa mencionada por Fabiana aponta também que 50% dos casos são de abuso contra funcionários e voluntários das federações de automobilismo. O estudo indica que 75% das federações que responderam à pesquisa relataram continuidade de ameaças contra atletas e seus familiares e 90% das entidades concordaram que a falta de medidas para combater os abusos pode afastar os atletas do esporte.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>O final de semana do GP de São Paulo servirá como plataforma para apresentar novas “Diretrizes para a Comunidade Online da FIA”, desenvolvidas pela UAOA com base na análise de práticas dentro e fora do esporte. O guia inclui recomendações práticas para moderação, denúncias e gestão das comunidades online e serve de modelo padrão que pode ser adaptado por outras organizações esportivas.</span></p>
<figure><img alt="Três jovens pilotos, um de óculos e camiseta preta, outro de jaqueta verde escura sorrindo, e o terceiro de boné bege e jaqueta azul, seguram um capacete de corrida azul escuro com o logo da FIA. Eles estão em um evento de automobilismo com um fundo escuro e logotipos de patrocinadores." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/GettyImages-2303680559.jpg" /><figcaption>Rafael Câmara, Gabriel Bortoleto e Franco Colapinto seguram capacete da campanha<span class="copyright">Clive Rose/Getty Images</span></figcaption></figure>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Como parte da iniciativa, todos os pilotos do grid da F1 assinaram um capacete da UAOA que será leiloado e os recursos serão utilizados para pesquisas do projeto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/esporte/formula-1-a-nova-campanha-da-fia-contra-abuso-online-no-esporte/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434638</post-id>	<enclosure length="15360000" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Fabiana-Ecclestone.jpeg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Fabiana-Ecclestone.jpeg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Fabiana-Ecclestone.jpeg">
			<media:title type="html">Fabiana Ecclestone</media:title>
		</media:content>

		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/GettyImages-2303680559.jpg?quality=70&amp;w=650">
			<media:title type="html">GettyImages-2303680559</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Como montar o kit de emergência recomendado pela Defesa Civil</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/como-montar-o-kit-de-emergencia-domestico-recomendado-pela-defesa-civil/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/como-montar-o-kit-de-emergencia-domestico-recomendado-pela-defesa-civil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434627</guid>

					<description><![CDATA[Orientação sugere armazenar água, alimentos não perecíveis e medicamentos para suprir necessidades básicas por três dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil Nacional orienta a população a manter um kit de emergência doméstica com itens fundamentais para garantir a autoproteção por até 72 horas. A medida visa preparar as famílias para cenários de interrupção de serviços essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica e telefonia, provocados por eventualidades graves.</p>
<p><strong>Quanta água e comida devem ser armazenadas?</strong></p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>De acordo com a orientação da Defesa Civil, a reserva individual de água potável deve ser de dois litros por dia. Dessa forma, cada morador precisa de seis litros de água para cobrir o período de três dias. No grupo dos alimentos, a recomendação prioriza produtos não perecíveis que exigem pouco preparo, como frutas secas, biscoitos, barras de cereais e suprimentos enlatados. Para o manuseio das refeições, indica-se incluir itens como copos, pratos e talheres descartáveis de plástico, papel-toalha, sabão e abridor de latas.</p>
<p><strong>Quais itens de saúde e higiene precisam ser incluídos?</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p></strong><br />
No segmento de saúde, a orientação da autoridade nacional prevê a inclusão de medicamentos de uso contínuo acompanhados das respectivas receitas médicas. Equipamentos de cuidados específicos, a exemplo de medidores de glicose, necessitam de baterias e carregadores extras no recipiente. O kit também contempla óculos de grau, lentes de contato, repelentes e álcool em gel. Na parte de higiene pessoal, constam produtos para banho e escovas de dente, ajustados de acordo com as necessidades dos integrantes da residência.</p>
<p><strong>Como o material deve ser armazenado e transportado?</strong></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Todos os suprimentos organizados devem ser reunidos em uma mochila ou em outro recipiente que possibilite rápido acesso. A escolha do compartimento deve levar em conta o transporte ágil caso seja preciso se deslocar. A Defesa Civil destaca que a composição da bagagem precisa respeitar as necessidades individuais de cada cidadão e as características dos demais residentes do imóvel. A lista inclui ainda equipamentos voltados a acompanhar comunicados e informações emitidos pelas autoridades competentes durante eventuais emergências.</p>
<div class="noreadme-audima abril-web-story-embed" data-web-story-lazy="1" data-web-story-state="idle">
<h3>Super El Niño: o que você precisa saber</h3>
<div class="abril-web-story-media">
<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Super El Niño: o que você precisa saber | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/super-el-nino-o-que-voce-precisa-saber/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Super El Niño: o que você precisa saber | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/super-el-nino-o-que-voce-precisa-saber/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/brasil/como-montar-o-kit-de-emergencia-domestico-recomendado-pela-defesa-civil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434627</post-id>	<enclosure length="4799880" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Helicoptero.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Helicoptero.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Helicoptero.jpg">
			<media:title type="html">Helicóptero</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Por que o mercado financeiro duvida do discurso de responsabilidade fiscal de Lula</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/por-que-o-mercado-financeiro-duvida-do-discurso-de-responsabilidade-fiscal-de-lula/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/economia/por-que-o-mercado-financeiro-duvida-do-discurso-de-responsabilidade-fiscal-de-lula/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuste fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434620</guid>

					<description><![CDATA[Investidores relembram declarações contrárias ao controle de gastos e criticam perfil dos conselheiros escolhidos pelo governo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo após o presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva declarar que o Brasil precisa manter a responsabilidade fiscal,<a href="https://veja.abril.com.br/economia/por-que-nenhum-economista-que-se-reuniu-com-lula-para-tratar-do-ajuste-fiscal-agrada-a-faria-lima/"> o<strong> setor financeiro permanece cético</strong></a>. A desconfiança dos investidores é alimentada tanto pelas escolhas dos economistas convidados para a recente reunião de diagnóstico fiscal quanto por declarações dadas pelo próprio petista durante a campanha eleitoral.</p>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/politica/em-pronunciamento-lula-fara-acenos-ao-mercado-mas-nao-detalhara-medidas-economicas/">O presidente fará um pronunciamento neste domingo</a></strong>, 8, e deve reforçar sinalizações ao mercado financeiro, mas ainda sem apresentar medidas concretas de responsabilidade fiscal para seu quarto mandato.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<h3>O que disse o presidente sobre o controle de contas?</h3>
<p>Horas após o encerramento do encontro com economistas, Lula afirmou publicamente que o país precisa ter responsabilidade fiscal. No entanto, a declaração não foi suficiente para acalmar os investidores. O mercado financeiro manteve-se cético diante do compromisso anunciado, relacionando a fala às recentes sinalizações do governo e ao perfil dos conselheiros acionados para debater o ajuste fiscal e a situação orçamentária do país.</p>
<h3>Quais declarações anteriores alimentam a desconfiança do mercado?</h3>
<p>Investidores relembram que, em setembro, quando atuava como candidato à reeleição em Curitiba (PR), Lula criticou abertamente as metas fiscais. Na ocasião, o petista afirmou: “É preciso acabar com essa babaquice de fazer superávit primário, de ter controle fiscal”. Essa declaração voltou a ecoar na Faria Lima no momento em que o mercado checou a lista de convidados para o encontro promovido pelo presidente para tratar de ajustes fiscais.</p>
<h3>Como a escolha dos economistas reforça o ceticismo?</h3>
<p>A composição da reunião de diagnóstico orçamentário foi vista pelo mercado como uma reafirmação da aversão a limites de gastos. Na avaliação dos investidores, ao selecionar pareceres que apoiam a resistência a cortes e ao superávit, o presidente reforça as dúvidas sobre a implementação efetiva de medidas de ajuste. Assim, a distância entre as falas recentes e as escolhas operacionais mantém o ambiente de alerta no setor econômico.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/economia/por-que-o-mercado-financeiro-duvida-do-discurso-de-responsabilidade-fiscal-de-lula/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434620</post-id>	<enclosure length="347676672" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AFP__20261027__D4M4627__v1__HighRes__BrazilElectionRunoffAftermathBirthday.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AFP__20261027__D4M4627__v1__HighRes__BrazilElectionRunoffAftermathBirthday.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AFP__20261027__D4M4627__v1__HighRes__BrazilElectionRunoffAftermathBirthday.jpg">
			<media:title type="html">AFP__20261027__D4M4627__v1__HighRes__BrazilElectionRunoffAftermathBirthday</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A diferença na visão do brasileiro no pós-eleição de 2022 e 2026, segundo nova pesquisa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/a-diferenca-na-visao-do-brasileiro-no-pos-eleicao-de-2022-e-2026-segundo-nova-pesquisa/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/a-diferenca-na-visao-do-brasileiro-no-pos-eleicao-de-2022-e-2026-segundo-nova-pesquisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434608</guid>

					<description><![CDATA[Otimismo com o futuro do país neste ano avançou de 41% para 44% na comparação com quatro anos atrás, de acordo com a Quaest]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A percepção dos brasileiros sobre o futuro do país apresenta mudanças em relação ao cenário registrado no pós-eleição de 2022. A parcela dos entrevistados que se declara otimista passou de 41% em dezembro daquele ano para 44% na pesquisa mais recente da Quaest. Já o percentual dos preocupados recuou de 54% para 48%.</p>
<p>Os dados indicam uma redução da distância entre os dois sentimentos. Em dezembro de 2022, a preocupação superava o otimismo em 13 pontos percentuais. Agora, a diferença é de quatro pontos. Apesar da aproximação, a preocupação continua à frente.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<h2>A torcida por um bom governo permanece?</h2>
<p>O desejo de que <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> faça uma boa gestão praticamente não mudou. Na pesquisa de dezembro de 2022, 94% dos entrevistados afirmavam torcer para que o presidente fizesse um bom governo. No levantamento atual, o índice permanece em 94%.</p>
<p>A estabilidade aparece mesmo diante das mudanças registradas nas expectativas sobre o futuro do país. Na pesquisa mais recente, 4% disseram não torcer por um bom governo, enquanto 2% não souberam ou não responderam.</p>
<div class="noreadme-audima abril-web-story-embed" data-web-story-lazy="1" data-web-story-state="idle">
<h3>Os desafios do governo Lula 4</h3>
<div class="abril-web-story-media">
<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Os desafios do governo Lula 4 | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/os-desafios-para-o-governo-lula-4/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Os desafios do governo Lula 4 | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/os-desafios-para-o-governo-lula-4/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h2>O Brasil continua dividido após a eleição?</h2>
<p>A percepção de que o país saiu dividido das urnas também recuou em relação a 2022. Naquele ano, 89% dos entrevistados consideravam o Brasil dividido após a eleição. No levantamento atual, o percentual é de 81%.</p>
<p>Na direção oposta, a parcela que considera o país unido passou de 8% em dezembro de 2022 para 15% na pesquisa mais recente. Outros 4% não souberam ou não responderam.</p>
<h2>O que desperta otimismo e preocupação agora?</h2>
<p>Na pesquisa atual, economia, gastos públicos, dívida e juros formam o principal conjunto de preocupações, citado por 27% dos entrevistados. Segurança pública, violência e facções aparecem em seguida, com 17%, enquanto corrupção, escândalos e roubalheira foram mencionados por 12%.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>Entre os fatores que despertam otimismo, democracia e combate ao bolsonarismo aparecem com 20%. Programas sociais e redução da desigualdade foram citados por 17%, seguidos pela regulação das apostas e das redes sociais, com 16%.</p>
<p>O levantamento atual ouviu 2.004 pessoas entre 30 de outubro e 2 de novembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/brasil/a-diferenca-na-visao-do-brasileiro-no-pos-eleicao-de-2022-e-2026-segundo-nova-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434608</post-id>	<enclosure length="22364160" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55598370129_128ff48696_k.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55598370129_128ff48696_k.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55598370129_128ff48696_k.jpg">
			<media:title type="html">Lula e Flávio Bolsonaro no debate da Band</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Quem é o chefão do UFC que pode assumir cargo no governo Trump</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/quem-e-o-chefao-do-ufc-que-pode-assumir-cargo-no-governo-trump/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/mundo/quem-e-o-chefao-do-ufc-que-pode-assumir-cargo-no-governo-trump/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Dana White]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434609</guid>

					<description><![CDATA[Dana White mantém relação próxima com o presidente americano, já participou de eventos do Partido Republicano e se reunirá com Trump nesta segunda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><span>O presidente do UFC, Dana White, pode trocar o comando de uma das maiores organizações de artes marciais mistas do mundo por um cargo no governo de Donald Trump. Aliado de longa data do presidente americano, o empresário recebeu um convite público para assumir a Secretaria de Imprensa da Casa Branca e confirmou que se reunirá com o republicano nesta segunda-feira, 9, em Washington, para discutir a proposta. Ainda não há confirmação de que ele tenha aceitado o posto.</span></p>
<p><span>O convite foi anunciado por Trump no sábado, 7, em uma publicação na rede social Truth Social. Na mensagem, o presidente ofereceu a White o cargo de secretário de imprensa e sugeriu que ele levasse lutadores de MMA para integrar sua equipe de auxiliares. Entre os nomes mencionados estão a brasileira Amanda Nunes, os russos Khabib Nurmagomedov e Islam Makhachev e os americanos Justin Gaethje, Kayla Harrison e Daniel Cormier, comentarista e ex-lutador.</span></p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>“Dana será um secretário de imprensa como nenhum outro. Dana, por favor, aceite o cargo”, escreveu Trump. A publicação foi acompanhada de uma imagem produzida por inteligência artificial que mostrava o empresário diante do púlpito da sala de imprensa da Casa Branca, ao lado de fotografias dos atletas citados.</span></p>
<p><strong><span>Quem é Dana White?</span></strong></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Aos 56 anos, White é uma das principais figuras do universo das artes marciais mistas. À frente do Ultimate Fighting Championship (UFC), ele construiu sua trajetória profissional no comando da organização, tornando-se também uma personalidade conhecida no esporte e no entretenimento americano.</span></p>
<p><span>Sua relação com Trump, porém, vai além dos negócios. O empresário é um aliado antigo do republicano e discursou nas Convenções Nacionais do Partido Republicano de 2016, 2020 e 2024. A proximidade entre os dois também ficou evidente em junho deste ano, quando White participou da organização de um evento do UFC no gramado da Casa Branca, iniciativa que classificou posteriormente como “uma experiência incrível, algo único”.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><strong><span>O que White disse sobre o convite?</span></strong></p>
<p><span>A possibilidade de assumir uma função no governo americano foi comentada pelo empresário durante uma entrevista coletiva em Londres, onde acompanhava um evento de boxe. White confirmou que viajaria para Washington depois do compromisso para conversar pessoalmente com Trump.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Questionado sobre como conciliaria as responsabilidades na Casa Branca com suas atuais atividades no mundo das lutas, o dirigente respondeu: “É, eu já tenho muitos trabalhos”. Ele evitou detalhar eventuais conversas anteriores com o presidente sobre o assunto e afirmou ter “certeza de que terei mais o que falar depois disso”.</span></p>
<p><span>Antes da entrevista, White também havia compartilhado no Instagram uma imagem da publicação de Trump, acompanhada de uma fotografia sua no púlpito da sala de imprensa da Casa Branca e da legenda “Rumo ao próximo capítulo”.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><strong><span>O convite significa que ele assumirá o cargo?</span></strong></p>
<p><span>Apesar do anúncio público de Trump, a seriedade da oferta foi questionada pela imprensa americana. Até o momento, White não confirmou que aceitará a função. A reunião desta segunda-feira deverá servir para que os dois conversem sobre a possibilidade.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>A Secretaria de Imprensa da Casa Branca está vaga desde a saída de Katie Zacharia, em 16 de outubro, depois de apenas cinco dias no posto. Antes dela, a função era ocupada por Karoline Leavitt, que deixou o cargo em agosto, após o nascimento de sua segunda filha. Se aceitar a proposta, White levará sua trajetória no comando do UFC para uma função de comunicação diretamente ligada à Presidência dos Estados Unidos.</span></p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/mundo/quem-e-o-chefao-do-ufc-que-pode-assumir-cargo-no-governo-trump/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434609</post-id>	<enclosure length="5595136" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/07/GettyImages-2219109461.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/07/GettyImages-2219109461.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/07/GettyImages-2219109461.jpg">
			<media:title type="html">UFC 316: Dvalishvili vs. O'Malley 2</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Em pronunciamento, Lula fará acenos ao mercado, mas não detalhará medidas econômicas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/em-pronunciamento-lula-fara-acenos-ao-mercado-mas-nao-detalhara-medidas-economicas/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/em-pronunciamento-lula-fara-acenos-ao-mercado-mas-nao-detalhara-medidas-economicas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuste fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434607</guid>

					<description><![CDATA[Dario Durigan Bruno Moretti aproveitarão o período em que petista estará em viagem internacional para elaborar medidas para equilibrar contas públicas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu primeiro pronunciamento em rede nacional desde a vitória histórica sobre Flávio Bolsonaro, o presidente reeleito Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva deve fazer acenos ao mercado financeiro, demonstrando compromisso com o ajuste fiscal, mas não detalhará as medidas econômica que adotará nos próximos meses.</p>
<p>Os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento, Bruno Moretti, aproveitarão o período em que petista estará em viagem internacional &#8211; ele embarca amanhã para participar de reunião da COP31, na Turquia, e de lá parte para o encontro da cúpula da ASEAN, nas Filipinas &#8211; para elaborar medidas para equilibrar as contas públicas.</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>Por isso, aliados reconhecem que o pronunciamento deste domingo deve trazer o compromisso do mandatário com o tema, mas não terá a apresentação de nenhuma proposta concreta.</p>
<p>Quando voltar de viagem, Lula deve voltar a se reunir com seus auxiliares e com economistas para escolher as medidas que levará adiante.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>No mesmo pronunciamento, o petista falará em pacificação do país, reforçará o compromisso com programas sociais e garantirá que cumprirá promessas da campanha &#8211; buscando refutar qualquer possibilidade de estelionato eleitoral.</p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/politica/em-pronunciamento-lula-fara-acenos-ao-mercado-mas-nao-detalhara-medidas-economicas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434607</post-id>	<enclosure length="192000000" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/d6a6722_1.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/d6a6722_1.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/11/d6a6722_1.jpg">
			<media:title type="html">_d6a6722_1</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>F1: A razão para Ana Castela ser escolhida a cantar o Hino Nacional no GP de Interlagos</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/f1-a-razao-para-ana-castela-ser-escolhida-a-cantar-o-hino-nacional-no-gp-de-interlagos/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/f1-a-razao-para-ana-castela-ser-escolhida-a-cantar-o-hino-nacional-no-gp-de-interlagos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Castela]]></category>
		<category><![CDATA[Autódromo de Interlagos]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula 1]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6430860</guid>

					<description><![CDATA[Sertaneja será intérprete em um dos momentos de destaque do evento em São Paulo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-id="mp5Hnb">O Grande Prêmio de Interlagos é um dos eventos esportivos de maior exposição no Brasil. Para além dos fatores automobilísticos, o GP é uma forma de projetar a cultura brasileira no exterior, e a escolha do artista que canta o hino nacional é um dos aspectos mais importantes. Em 2026, a honraria ficará com a sertaneja <strong>Ana</strong> <strong>Castela</strong>, 22. Jovem e talentosa, a escolha da cantora não seria alvo de grandes polêmicas em anos anteriores, mas a polarização decorrente do período eleitoral levanta dúvidas a respeito da seleção, já que Ana é declaradamente de direita.</p>
<p data-id="mp5Hnb">(<i>A</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1793967833370000&amp;usg=AOvVaw1CumglQ-KDQqVMoaDetL57"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1793967833370000&amp;usg=AOvVaw1CumglQ-KDQqVMoaDetL57"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1793967833370000&amp;usg=AOvVaw1CumglQ-KDQqVMoaDetL57"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p data-id="FGCscA">Falando com exclusividade à <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/veja-gente/">coluna GENTE</a>, o produtor <strong>Max</strong> <strong>Viana</strong>, responsável pela seleção, afastou qualquer preocupação com as escolhas políticas de Ana. &#8220;Minha função aqui é pensar, artisticamente e musicalmente, como podemos abrilhantar um evento que já é enorme. E, dessa forma, artistas grandes, relevantes e importantes sempre vão ser bem-vindos no GP&#8221;, diz ele, destacando que o posicionamento à direita não foi um critério na seleção.</p>
<p data-id="aOn4ve">&#8220;A Ana é uma excelente intérprete, e ela se comunica muito bem com esse público jovem. E é bacana para nós também termos o mundo sertanejo representado nessa diversidade, no caldeirão cultural da música. Entendemos que ela é um ótimo nome para fazer isso (interpretar o hino) e acredito que ela vai fazer uma apresentação muito bonita&#8221;, finaliza.</p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Monique Lafond, musa dos anos 1980, fala da volta à Globo em ‘Quem ama cuida’" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V2QUhpWhugA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/cultura/f1-a-razao-para-ana-castela-ser-escolhida-a-cantar-o-hino-nacional-no-gp-de-interlagos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6430860</post-id>	<enclosure length="5328000" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/11/ana-castela-linha-maquiagem-avon-.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/11/ana-castela-linha-maquiagem-avon-.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/11/ana-castela-linha-maquiagem-avon-.jpg">
			<media:title type="html">ana-castela-linha-maquiagem-avon-.jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Quaest: A distância entre a esperança e a preocupação dos brasileiros com o governo Lula 4</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/quaest-a-distancia-entre-a-esperanca-e-a-preocupacao-dos-brasileiros-com-o-governo-lula-4/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/brasil/quaest-a-distancia-entre-a-esperanca-e-a-preocupacao-dos-brasileiros-com-o-governo-lula-4/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 11:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[Quaest]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6434599</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento mostra quais fatores despertam otimismo e preocupação entre os brasileiros, além das prioridades apontadas para o próximo mandato do petista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alegria e alívio foram os sentimentos mais citados pelos brasileiros ao saberem da reeleição de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>, mas a vitória também foi recebida com decepção e preocupação por parte do eleitorado. É o que mostra a pesquisa da Quaest realizada entre 30 de outubro e 2 de novembro, que investigou as reações dos entrevistados ao resultado das urnas e suas expectativas para o novo governo. O levantamento foi divulgado neste domingo, 8.</p>
<p><span>Alegria foi mencionada por 18% dos entrevistados, seguida por alívio, com 14%, e esperança, com 12%. Entre os sentimentos negativos, decepção apareceu com 10% e preocupação, com 8%. Confiança também registrou 8%.</span></p>
<div class="noreadme-audima ads video-ads">
<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Os resultados mostram que a reação à vitória não foi homogênea. A pesquisa identificou diferenças entre os grupos políticos: entre os lulistas, alegria foi citada por 40% e alívio por 23%. Já entre os bolsonaristas, revolta apareceu com 26%, seguida por tristeza, com 14%, e decepção, com 12%.</span></p>
<h2><span>O que os brasileiros esperam do novo governo?</span></h2>
<p><span>Apesar das diferenças de sentimento, 94% dos entrevistados afirmaram torcer para que Lula faça um bom governo. O índice é igual ao registrado pela Quaest em dezembro de 2022, no início do mandato anterior. Apenas 4% disseram não torcer por um bom governo, enquanto 2% não souberam ou não responderam.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>A expectativa em relação ao futuro do país também aparece dividida. Na pesquisa mais recente, 48% disseram estar preocupados, ante 44% que se declararam otimistas. Outros 8% não souberam ou não responderam. Em dezembro de 2022, a preocupação alcançava 54%, enquanto o otimismo era mencionado por 41%.</span></p>
<div class="noreadme-audima abril-web-story-embed" data-web-story-lazy="1" data-web-story-state="idle">
<h3>Os desafios do governo Lula 4</h3>
<div class="abril-web-story-media">
<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Os desafios do governo Lula 4 | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/os-desafios-para-o-governo-lula-4/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Os desafios do governo Lula 4 | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/os-desafios-para-o-governo-lula-4/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h2><span>Quais temas despertam otimismo em relação à gestão?</span></h2>
<p><span>Entre os entrevistados que demonstraram otimismo com o novo governo, democracia e combate ao bolsonarismo foram os motivos mais citados, com 20%. Em seguida aparecem programas sociais e redução da desigualdade, com 17%, e regulação das apostas e das redes sociais, com 16%.</span></p>
<p>Meio ambiente e combate ao desmatamento foram mencionados por 9%, mesmo percentual de educação e valorização do ensino. Combate à corrupção e <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a>, economia e crescimento registraram 6% cada.</p>
<h2><span>O que mais preocupa os brasileiros?</span></h2>
<p><span>Entre os entrevistados que disseram estar preocupados com o novo governo, economia, gastos públicos, dívida e juros formam o principal conjunto de inquietações, citado por 27%.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Segurança pública, violência, facções, milícia e drogas aparecem em segundo lugar, com 17%. Corrupção, escândalos e roubalheira foram mencionados por 12%, mesmo percentual atribuído à governabilidade e à relação com o Congresso e a oposição.</span></p>
<p><span>Educação foi citada por 8%, saúde por 7% e meio ambiente por 5%.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<h2><span>Quais promessas devem ser prioridade para Lula?</span></h2>
<p>Questionados sobre quais compromissos de campanha deveriam ser priorizados, 17% apontaram o fim da escala de trabalho 6&#215;1. O imposto zero sobre a cesta básica aparece em seguida, com 16%, e a valorização do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/salario-minimo/">salário mínimo</a> foi mencionada por 11%.</p>
<p><span>O pacto contra o feminicídio foi citado por 10% dos entrevistados. Ampliação da Farmácia Popular, teleconsultas e exames gratuitos aparecem com 8%, enquanto o enquadramento de presídios de segurança máxima foi mencionado por 7%.</span></p>
<div class="ads post-ads noreadme-audima">
    <span class="title">Continua após a publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 30 de outubro e 2 de novembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.</span></p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
<div class="ads after-text noreadme-audima">
    <span class="title">Publicidade</span></p>
<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veja.abril.com.br/brasil/quaest-a-distancia-entre-a-esperanca-e-a-preocupacao-dos-brasileiros-com-o-governo-lula-4/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6434599</post-id>	<enclosure length="16588800" type="image/jpeg" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55612289141_1bb486f792_o.jpg"/>
	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

		<media:thumbnail url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55612289141_1bb486f792_o.jpg"/>
		<media:content medium="image" url="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55612289141_1bb486f792_o.jpg">
			<media:title type="html">55612289141_1bb486f792_o</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>