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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Nov 2026 09:33:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>Meio de mandato: Trump não vai naufragar, nem dar golpe ou fugir do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vilma Gryzinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Democrata]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Republicano]]></category>
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					<description><![CDATA[Exageros e até maluquices circulam como se fossem informações dignas de crédito por causa de derrota eleitoral republicana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a manchete principal do <em>Drudge Report</em>, antes dos resultados, <strong>Donald Trump</strong> pode fugir para a Rússia depois da derrota republicana nas eleições para o Congresso — esta, indubitavelmente, histórica. Parece piada, mas para um site que tem até um bilhão de visualizações e pauta em vários sentidos o resto da mídia, a coisa é séria. Parece ter havido uma brasilianização de alguns órgãos de imprensa, assumindo que quanto mais fake, melhor a notícia.</p>
<p>O Drudge é um agregador: foi buscar a história da “fuga para a Rússia” num site obscuro, o Raw Story, que encontrou uma “especialista” no mundo acadêmico para dar uma falsa credibilidade à informação totalmente inventada, de teor nada menos que surrealista.</p>
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<p>Outras especulações absurdas: o presidente daria um golpe. Com que meios, os carrinhos de golfe de Mar-a-Lago? Paralelamente, circulou via <em>Daily Mail</em>, outra potência da mídia, que Trump estaria “considerando” um ataque nuclear tático contra a Montanha da Picareta, esconderijo de uma parte importante do programa nuclear iraniano. Fonte: um ex-agente da CIA, John Kiriakou, que desde sua saída, no longínquo ano de 2004, vive de vender livros e denúncias contra o serviço de inteligência.</p>
<p>O que é para valer: surpreendentemente, Trump anunciou de última hora que a ajuda americana a Israel vai acabar no fim do ano, uma guinada de enormes consequências.</p>
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<p>O estilo beligerante de Trump leva muitos comentaristas a perder o sangue-frio e, mesmo longe do campo das maluquices, exagerar nas consequências da perda do controle republicano na Câmara e no Senado. Os números falam por si: Senado, 54 democratas contra 42 republicanos; Câmara, 224 a 135. Os dois candidatos contra quem Trump mais se empenhou: John Talarico, suave e sem nada do estilo caubói texano, foi eleito senador pelo estado do boi e da bala; e o islamista Abdul El-Sayed, simpatizante da Irmandade Muçulmana, tornou-se senador pelo Michigan.</p>
<h3>CAPITAL QUEIMADO</h3>
<p>É uma derrota arrasadora, mas faz parte do jogo democrático, não pode ser apresentada como um preâmbulo do fim do mundo.</p>
<p>Nada menos que 15 dos 19 presidentes desde 1900 viram seus partidos perder a maioria durante pelo menos uma parte de seus mandatos. Desses, quatro foram minoritários durante todo o mandato: Richard Nixon, Gerald Ford, Ronald Reagan e George Bush pai. Nixon só foi obrigado a renunciar porque senadores republicanos iriam votar contra ele por causa da teia de mentiras tecida em torno do caso Watergate. Reagan está sempre na lista dos dez melhores presidentes americanos e Bush presidiu, na medida certa, com contenção e equilíbrio, o fim da Guerra Fria.</p>
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<p>Trump levou uma tremenda pancada? Certamente. Ele queimou o capital político exibido em 2024 entre faixas importantes do eleitorado. Só para lembrar: teve, na eleição presidencial, a maioria categórica na faixa dos homens jovens brancos de 18 a 29 anos e conseguiu 49% do eleitorado hispânico masculino.</p>
<p>Uma pesquisa feita pelo <em>New York Times</em> mostrou que agora sete em cada dez homens da faixa dos 18 aos 29 anos desaprovam Trump.</p>
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<h3>DESACASALAMENTO</h3>
<p>As maiores causas da decepção são conhecidas: o custo de vida alto, prejudicando os bons resultados do crescimento de 3,7% do PIB, e a extrema impopularidade da guerra no Irã. Que além de aumentar o preço da gasolina ainda teve resultados inconclusivos, aumentando a boataria de que, passada a eleição, Trump vai demitir o secretário da Guerra, Pete Hegseth, por não entregar a prometida vitória “em cinco semanas”.</p>
<p>Faz parte do jogo. Assim como faz parte que o assunto dominante passe a ser a eleição presidencial de 2028. Os pré-candidatos democratas ganham maior destaque. Os nomes mais cotados são Gavin Newson, governador da Califórnia, com serviços a mostrar (PIB crescendo acima de uma média nacional já alta, lembrando que o estado é a quarta maior economia do mundo, com 4,5 trilhões de dólares, 60% maior do que o Brasil); e Kamala Harris, com a vantagem de ser o nome mais conhecido. Mais uma porção de esperançosos, incluindo uma estrela em ascensão, Jon Ossof, reeleito senador pela Geórgia. A vitória tem muitos pais e muitos deles estão sonhando com a Casa Branca.</p>
<p>Entre os republicanos como JD Vance e Marco Rubio, tem que haver uma complexa dança de desacasalamento com Trump e o efeito tóxico que ele passou a ter. “Façam de conta que eu estou na cédula”, apelou o presidente durante a campanha. Milhões de americanos fizeram isso e votaram contra ele, acentuando o caráter plebiscitário dessa eleição.</p>
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<p>E agora? “Eles vão mandar coisas insanas e eu vou vetar”, resumiu Trump sobre o tipo de legislação que espera da nova maioria e como pretende reagir. Também faz parte do jogo. Durante seus dois mandatos, Barack Obama vetou 12 projetos de lei mandados pela Câmara. É um bocado de vetos.</p>
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			<media:title type="html">Donald Trump</media:title>
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		<item>
		<title>Marinho reúne aliados para viabilizar candidatura ao Senado após derrota de Flávio</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/marinho-reune-aliados-para-viabilizar-candidatura-ao-senado-apos-derrota-de-flavio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Sabóia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[Articulação passa pela concorrência de Tereza Cristina (PP-MS), que mantém o nome à disposição e busca espaço entre parlamentares de direita]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Rogério Marinho (PL-RN) se reunirá com aliados nesta quarta-feira para tentar viabilizar sua candidatura à presidência do Senado. O encontro de lideranças do PL deve formalizar o lançamento do nome do líder da oposição, com apoio do Novo, e servirá para demonstrar sua capacidade de reunir votos além da própria legenda para enfrentar Davi Alcolumbre (União-AP). A eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027.</span></p>
<p>A articulação passa pela concorrência de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tereza-cristina/">Tereza Cristina</a> (PP-MS), que mantém o nome à disposição e busca espaço entre parlamentares resistentes tanto à recondução de Alcolumbre quanto à candidatura de Marinho. Aliados da senadora apostam em sua capacidade de diálogo com diferentes setores da Casa para ampliar os apoios da direita.</p>
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</div>
<p><span> Nesta terça, Marinho afirmou que os dois não disputarão um contra o outro, mas Tereza não confirmou o acordo e reiterou o desejo de ser a primeira mulher a presidir a Casa Alta do Congresso.</span></p>
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<p>O movimento ocorre em um cenário mais difícil para Marinho após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a>. Politicamente, o resultado retirou do PL a possibilidade de conduzir a negociação com a força de uma vitória nacional. A permanência de Lula no Planalto favorece a articulação de Alcolumbre, que já recebeu sinalizações de apoio de partidos governistas e de centro, além do respaldo de União Brasil e PP.</p>
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</div>
<p><span>Mesmo com a maior bancada do Senado, o PL depende de adesões externas para alcançar os 41 votos necessários. A estratégia dos aliados de Marinho inclui buscar dissidências em partidos cujas direções estejam comprometidas com Alcolumbre.</span></p>
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<p><span>Para reduzir o risco de deserções, Marinho defende que os senadores de direita divulguem publicamente suas escolhas. </span></p>
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		<item>
		<title>Brigitte confronta Pilar: confira resumo de Quem Ama Cuida nesta quarta-feira, 04/11</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/brigitte-confronta-pilar-confira-resumo-de-quem-ama-cuida-nesta-quarta-feira-04-11/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de novela]]></category>
		<category><![CDATA[Tela Plana]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo da novela das 9 da Globo, escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Capítulo 145 &#8211; dia 04, quarta-feira</strong></p>
<p><span>Adriana confessa a Mau Mau que não confia em Zeni, mas admite que precisa se aliar a ela para desmascarar Pilar. Lyris aconselha Brigitte a levar o documento que encontraram para Pedro. Dafne fica feliz ao ver Elenice interagindo com Cléber. Nicolau deixa claro a Ulisses que se preocupa com a relação dele com Lyris. Elenice diz a Cléber que está decidida a se separar de Tom. Rafael sugere a Heitor que existem motivos para Diná ser considerada suspeita da morte de Arthur. Otoniel proíbe Fernando de procurar Mau Mau. Pedro revela a Brigitte que Pilar roubou a fortuna que seu pai lhe deixou de herança. Brigitte confronta Pilar.</span></p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Tonho liberta Alika: confira resumo de A Nobreza Do Amor nesta quarta-feira, 04/11</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/tonho-liberta-alika-confira-resumo-de-a-nobreza-do-amor-nesta-quarta-feira-04-11/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de novela]]></category>
		<category><![CDATA[Tela Plana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6427062</guid>

					<description><![CDATA[Resumo da novela das 6 da Globo, escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Capítulo 191 &#8211; dia 04, quarta-feira</strong></p>
<p><span>Sob o comando de Jendal, Pascoal e os soldados batanguis e ingleses se preparam para lutar contra os rebeldes. Marta diz a Diógenes que sente orgulho do marido, e os dois se reconciliam. Nuru avisa a Jendal que os rebeldes furaram o bloqueio dos soldados batanguis e estão a caminho do palácio. Chinua revela a Alika que a batalha por Batanga começou. Dona Menina prevê a guerra em Batanga e conforta Caetana, que sofre por Tonho. Jendal e José/Zambi comandam seus exércitos. Ladisa é ferida no combate, e Akin se desespera. Omar fere Jendal. Chinua e Oruka reconhecem Tonho. Tonho liberta Alika. Jendal atenta contra Alika. </span></p>
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</div>
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		<item>
		<title>Jogos de hoje, quarta, 4 de novembro: onde assistir futebol ao vivo e horários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol: onde assistir]]></category>
		<category><![CDATA[Redação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Flamengo x Grêmio e São Paulo x Corinthians agitam o Brasileirão; Real e City são destaques na Europa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><span>A </span><strong><span>quarta-feira, 4 de novembro</span></strong><span>, terá uma programação movimentada no futebol brasileiro e internacional. </span><strong><span>Flamengo x Grêmio, São Paulo x Corinthians, Athletico-PR x Vasco e Botafogo x Atlético-MG</span></strong><span> são os destaques da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na Europa, a </span><strong><span>Champions League</span></strong><span> apresenta nove confrontos, com destaque para </span><strong><span>AEK Atenas x Real Madrid, Fenerbahçe x Liverpool e RB Leipzig x Manchester City</span></strong><span>.</span></p>
<p><span>A programação internacional começa às <strong>9h15</strong></span><strong><span>, com Buriram United x Kashima Antlers</span></strong><span>, pela Champions League da Ásia. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Na Europa, a </span><strong><span>Champions League</span></strong><span> começa às </span><strong><span>14h45, com AEK Atenas x Real Madrid e Fenerbahçe x Liverpool</span></strong><span>. Os confrontos abrem a programação da quarta rodada da fase de liga, com dois gigantes europeus tentando somar pontos importantes fora de casa.</span></p>
<p><span>Às </span><strong><span>17h, RB Leipzig x Manchester City e Slavia Praga x Arsenal</span></strong><span> estão entre os principais destaques da competição. A rodada também terá <strong>Borussia Dortmund x Real Betis, Porto x Napoli, PSV Eindhoven x Club Brugge, Lens x Como e Viking x Sabah</strong>, completando os nove confrontos do dia.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>O futebol inglês também terá </span><strong><span>Bristol City x Wolverhampton</span></strong><span>, às 17h, pela Championship. Já no futebol feminino brasileiro, </span><strong><span>Internacional x Red Bull Bragantino</span></strong><span>, às 19h30, movimenta a Copa do Brasil Feminina, em um confronto importante na disputa por uma vaga na próxima fase.</span></p>
<p><span>Pela </span><strong><span>34ª rodada do Campeonato Brasileiro, Flamengo x Grêmio e Athletico-PR x Vasco</span></strong><span> abrem a programação nacional às </span><strong><span>19h30</span></strong><span>. </span><span>Mais tarde, às </span><strong><span>21h30, São Paulo x Corinthians</span></strong><span> protagoniza o clássico paulista na Vila Belmiro, em Santos. No mesmo horário, </span><strong><span>Botafogo x Atlético-MG</span></strong><span> movimenta o Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, encerrando a programação da Série A.</span></p>
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</div>
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<h3>De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="De Neymar a Infantino: os mais polêmicos do futebol em 2026 | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/personagens-polemicos-futebol-2026/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
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</div>
</div>
<p><strong>Confira a agenda dos principais jogos desta quarta-feira, 4 de novembro de 2026, com horários e canais:</strong></p>
<h2 data-pm-slice="1 3 []"><span>CAMPEONATOS INTERNACIONAIS</span></h2>
<h3><span>Champions League da Ásia</span></h3>
<ul>
<li><span>09h15 – Buriram United x Kashima Antlers – Disney+</span></li>
</ul>
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</div>
<ul data-spread="false"></ul>
<h3><span>Champions League</span></h3>
<ul>
<li><span>14h45 – AEK Atenas x Real Madrid – TNT e HBO Max</span></li>
<li><span>14h45 – Fenerbahçe x Liverpool – Space e HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – Borussia Dortmund x Real Betis – Space, TNT Sports Brasil (YouTube) e HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – Porto x Napoli – HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – PSV Eindhoven x Club Brugge – HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – RB Leipzig x Manchester City – HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – Lens x Como – HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – Slavia Praga x Arsenal – TNT e HBO Max</span></li>
<li><span>17h00 – Viking x Sabah – HBO Max</span></li>
</ul>
<h3><span>Campeonato Inglês – Segunda Divisão</span></h3>
<ul data-spread="false">
<li><span>17h00 – Bristol City x Wolverhampton – ESPN 4 e Disney+</span></li>
</ul>
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</div>
<ul data-spread="false"></ul>
<ul data-spread="false"></ul>
<h2><span>CAMPEONATOS NACIONAIS</span></h2>
<h3><span>Copa do Brasil Feminina</span></h3>
<ul data-spread="false">
<li><span>19h30 – Internacional x Red Bull Bragantino – SporTV, Xsports, N Sports e Lance! (YouTube)</span></li>
</ul>
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</div>
<h3><span>Campeonato Brasileiro</span></h3>
<ul>
<li><span>19h30 – Flamengo x Grêmio – SporTV e Premiere</span></li>
<li><span>19h30 – Athletico-PR x Vasco – Record, CazéTV e Premiere</span></li>
<li><span>21h30 – São Paulo x Corinthians – Globo, ge tv e Premiere</span></li>
<li><span>21h30 – Botafogo x Atlético-MG – Globo e Premiere</span></li>
</ul>
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			<media:title type="html">Copa CONMEBOL Libertadores 2023 Final - Media Day</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Vanessa expulsa Bela do quarto de Gabriel: confira resumo de Por Você nesta quarta-feira, 04/11</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/vanessa-expulsa-bela-do-quarto-de-gabriel-confira-resumo-de-por-voce-nesta-quarta-feira-04-11/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de novela]]></category>
		<category><![CDATA[Tela Plana]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo da novela das 7 da Globo, escrita por Dino Cantelli e Juliana Peres]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Capítulo 69 &#8211; dia 04, quarta-feira</strong></p>
<p><span>Bela socorre Gabriel. Sílvia se irrita e conta a Vanessa que Gabriel combinou de sair com Bela. Zé informa a Junqueira que cumpriu o acordo dos dois. Ricardo avisa a Vanessa sobre o acidente de seu ex-marido. Leandra se desespera ao saber sobre acidente do pai. Bela pede que Peixe cuide de seus irmãos, e o menino fica aflito ao saber de Gabriel. Gabriel é operado e permanece em coma. Junqueira repreende Zé. O mecânico comenta sobre Gabriel com Juarez, e o feirante desconfia. Vanessa expulsa Bela do quarto de Gabriel.</span></p>
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			<media:title type="html">cenaporvc</media:title>
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		<item>
		<title>Democratas retomam Senado e Câmara e impõem duro revés a Trump</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/democratas-retomam-senado-e-impoem-duro-reves-a-trump/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/mundo/democratas-retomam-senado-e-impoem-duro-reves-a-trump/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 05:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Democrata]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Republicano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6427731</guid>

					<description><![CDATA[Partido tomou seis cadeiras dos republicanos, incluindo redutos conservadores como Texas, Ohio e Kansas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os democratas retomaram o controle do Senado e da Câmara dos Estados Unidos, segundo projeções da Associated Press. O resultado é um recado contundente dos eleitores ao comando republicano em Washington e abre uma nova fase de resistência do Congresso ao presidente Donald Trump. As eleições de meio de mandato canalizaram a frustração dos americanos com a alta dos preços, a guerra no Irã e as suspeitas de corrupção no governo. Os democratas venceram de ponta a ponta do mapa, inclusive em estados que Trump ganhou por dois dígitos há dois anos. Até a senadora republicana Susan Collins, do Maine, veterana de eleições difíceis, perdeu para o democrata Troy Jackson.</p>
<p>O caminho para a maioria no Senado passou por alguns dos estados mais conservadores do país. Josh Turek derrotou a deputada Ashley Hinson em Iowa, e Adam Hamilton tirou o senador Roger Marshall do cargo no Kansas, tornando-se o primeiro democrata eleito senador pelo estado desde 1932. No Texas, James Talarico venceu Ken Paxton. Na Carolina do Sul, Annie Andrews derrotou a senadora Darline Graham. Em Ohio, Sherrod Brown bateu o senador Jon Husted, e Roy Cooper conquistou a cadeira aberta da Carolina do Norte. Os democratas também seguraram a Geórgia, onde o senador Jon Ossoff foi reeleito contra o deputado Mike Collins, e New Hampshire, onde o deputado Chris Pappas venceu o ex-senador John Sununu.</p>
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</div>
<p>Algumas disputas ainda estão abertas. No Alasca, o governo Trump entrou na Justiça para bloquear a certificação do resultado caso o senador republicano Dan Sullivan perca, alegando que havia na cédula um segundo candidato com o mesmo nome. Em Michigan, o republicano Mike Rogers tenta tomar a vaga dos democratas contra o progressista Abdul El-Sayed.</p>
<p>Na Câmara, os democratas derrotaram deputados republicanos em distritos-chave, como Tom Kean Jr., em Nova Jersey, e Ryan Mackenzie, Scott Perry e Rob Bresnahan, na Pensilvânia. Também viraram cadeiras na Carolina do Norte, com Jamie Ager, e em Iowa, com Lindsay James. A estratégia republicana de redesenhar distritos eleitorais na Flórida e no Texas, onde o partido esperava ganhar até nove cadeiras, ficou longe do esperado. O líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, deve se tornar o primeiro negro a presidir a Casa.</p>
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</div>
<p>O controle do Congresso deve mudar profundamente os dois últimos anos do mandato de Trump e dificultar a aprovação de sua agenda, inclusive a esperança de manter a guinada conservadora na Suprema Corte, já que cabe aos senadores aprovar as indicações de juízes. Líderes democratas já sinalizaram que vão abrir uma série de investigações contra integrantes do governo e examinar como o presidente enriqueceu a família. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o bilionário Elon Musk, ex-assessor de Trump, estão entre os possíveis alvos. Um impeachment do presidente e de membros do gabinete não está descartado.</p>
<p>Trump tentou se eximir da derrota. Antes mesmo do fechamento das urnas na Costa Oeste, escreveu nas redes sociais que não estava na cédula, embora tenha passado semanas pedindo aos eleitores que fingissem que estava. Também prometeu vetar as leis aprovadas pelos democratas e publicou a imagem de um boné vermelho, no estilo dos acessórios de sua campanha “Make America Great Again”, com a palavra “veto”. Na véspera da eleição, já tinha dito que viraria o “Sr. Veto”. Em entrevista à Fox News, afirmou que não considerava o resultado uma derrota pessoal e que os eleitores “não gostaram dos candidatos”. Disse ainda que aceitará o resultado.</p>
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</div>
<p>O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, falou em uma “reconfiguração geracional do mapa do Senado”. Já o líder da maioria republicana, John Thune, afirmou que seu partido “não vai ficar parado” enquanto a ala “de extrema esquerda e socialista” dos democratas tenta desfazer o que os republicanos aprovaram.</p>
<p>Entre as poucas vitórias republicanas, a senadora Ashley Moody venceu na Flórida a eleição especial para cumprir o restante do mandato de Marco Rubio, hoje secretário de Estado. No Wyoming, a deputada Harriet Hageman foi eleita para a vaga da senadora Cynthia Lummis, que se aposentou.</p>
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</div>
<p>Os senadores americanos têm mandato de seis anos, e a cada dois anos cerca de um terço da Casa é renovado. Por isso, das 100 cadeiras do Senado, apenas 35 estavam em jogo nesta eleição, 33 de mandatos regulares e duas em eleições especiais, na Flórida e em Ohio. Antes da votação, os republicanos ocupavam 22 dessas vagas, e os democratas, 13. Pela contagem da NBC, os democratas venceram 19 das disputas e os republicanos, 12. Outras quatro seguem indefinidas, no Alasca, em Michigan, no Mississippi e em Nebraska. Somados aos 34 senadores democratas e independentes aliados e aos 31 republicanos cujos mandatos não estavam em jogo, os democratas terão pelo menos 53 cadeiras, duas a mais que as 51 necessárias para a maioria. Os republicanos ficam com 43.</p>
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		<item>
		<title>Trump admite derrota, mas avisa: “Serei o Sr. Veto”</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/trump-admite-derrota-mas-avisa-serei-o-sr-veto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 05:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente diz a jornal que aceita o resultado e espera chegar a um acordo com os democratas, mas dá sinais na rede social de que pretende ir para o confronto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O presidente Donald Trump afirmou na noite desta terça-feira, 3, que está “absolutamente disposto” a aceitar o resultado das eleições de meio de mandato, que devem dar aos democratas o controle da Câmara e do Senado. “Vamos, sabe, ficar contentes em trabalhar com eles”, disse em entrevista por telefone ao jornal The New York Times, quando os resultados das urnas já indicavam que a oposição terá o controle da Câmara e do Senado. “Provavelmente vamos chegar a algum acordo”, disse.</span></p>
<p><span>O tom conciliador contrasta com o que o presidente havia dito na véspera. Em um evento na segunda-feira, 2, Trump antecipou como lidaria com um Congresso controlado pela oposição. “Acho que vou virar o Sr. Veto”, disse, caso os republicanos perdessem a Câmara e o Senado. “Eles vão mandar coisas. Você veta. E, depois de um mês ou dois com tudo sendo vetado, estão só perdendo tempo, eles vêm até você e você faz um acordo. Acho que provavelmente isso aconteceria, mas espero que não tenhamos de nos preocupar com isso”. Na noite de terça, postou na rede social Truth Social uma foto de um boné vermelho, marca registrada de seu movimento MAGA, com a palavra VETO.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><iframe class="truthsocial-embed" src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/117556328694376584/embed" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><span>Na conversa com o Times, o presidente atribuiu as derrotas republicanas ao fato de não estar na cédula. “Eu não estava na chapa e, como não estava, não conseguimos levar gente suficiente para votar”, afirmou. No Truth Social, sua rede social, foi além. “Eu não estava na cédula e, se estivesse, teríamos vencido DE LAVADA!”, escreveu. Durante a campanha, em 30 comícios pelo país, Trump repetiu aos eleitores que votassem como se fosse ele o candidato na cédula.</span></p>
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</div>
<p><span>O presidente disse não se arrepender de ter apoiado a senadora Darline Graham, na Carolina do Sul, e o procurador-geral Ken Paxton, no Texas, ambos derrotados. “Estou olhando os resultados enquanto falo”, disse ao jornal. “Vejo que a Darline perdeu. Uau, isso é incrível. Como você acha que o Lindsey teria se saído se tivesse concorrido?”, acrescentou, referindo-se ao irmão dela, morto em julho.</span></p>
<p><span>Trump também defendeu a guerra contra o Irã, que chamou de “uma decisão muito sábia”, embora tenha reconhecido o impacto do preço dos combustíveis. “Eles não se importam com o Irã, mas provavelmente não ficaram felizes com o preço do petróleo”, disse. E garantiu não se arrepender de nada nos dois primeiros anos de seu segundo mandato. “Considero o período de dois anos mais bem-sucedido da história de qualquer presidente.”</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>À medida que os resultados saíam, o presidente distribuiu culpas no Truth Social. Atribuiu a derrota do governador do Texas, Greg Abbott, ao fato de ele ter virado um “RINO”, sigla em inglês para “republicano só no nome”, nos últimos seis meses de sua vida política. Também atacou a Fox News por colocar no ar o ex-prefeito de Nova York Bill de Blasio, que chamou de “o pior prefeito da história” da cidade. Segundo Trump, a emissora “tem responsabilidade por essas derrotas” por dar espaço constante à oposição “Dumocrata”, trocadilho com a palavra “dumb”, burro em inglês. “Vou virar comentarista político, do bom e do mau, sobre as razões pelas quais esses candidatos ganharam e perderam!”, escreveu.</span></p>
<p><span>Na Casa Branca, o clima foi descrito como “sombrio” e “fúnebre”. Trump acompanhou a apuração no Salão Leste ao lado de assessores como o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário de Comércio, Howard Lutnick. Alguns convidados foram embora antes das 22h. Segundo pessoas ouvidas pelo Times sob anonimato, o presidente acusou seus assessores de lhe passarem informações erradas sobre as pesquisas. A Casa Branca negou que ele estivesse irritado com a equipe.</span></p>
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</div>
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		<title>Republicanos perdem em Ohio apesar de investimento alto e golpe baixo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 04:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Sherrod Brown e Amy Acton superam milhões em anúncios e um ataque pessoal que revoltou até adversários]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Poucos estados receberam tanto dinheiro nesta eleição quanto Ohio. E em poucos lugares o resultado foi tão ruim para os republicanos. O partido de Donald Trump e seus aliados despejaram mais de 300 milhões de dólares só no mês de outubro em anúncios contra os candidatos democratas ao Senado e ao governo estadual, e recorreram a um dos ataques mais pessoais e sujos da campanha. Ainda assim, perderam as duas disputas nesta terça-feira, 3, num estado que votou em Trump nas três eleições presidenciais e é terra natal do vice-presidente J.D. Vance.</span></p>
<p><b>A volta de Sherrod Brown</b></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>O democrata Sherrod Brown, de 73 anos, derrotou o senador republicano Jon Husted, segundo projeções da Associated Press, e volta a Washington dois anos depois de perder a cadeira para o republicano Bernie Moreno. A vitória tira dos republicanos uma vaga fundamental nos planos democratas de retomar o Senado. O partido de Trump investiu mais tempo e recursos nesta corrida do que em qualquer outra do país, com exceção do Texas, no ciclo eleitoral mais caro da história moderna americana.</span></p>
<p><span>A derrota pesa também para a indústria de criptomoedas. O Fairshake, principal super PAC do setor, gastou mais de 55 milhões de dólares para impedir o retorno de Brown, um crítico da tecnologia que presidia a Comissão de Bancos do Senado. Em 2024, o mesmo comitê havia investido 41 milhões de dólares para derrubá-lo. Desta vez, não funcionou.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Husted foi nomeado em 2025 para cumprir o restante do mandato de J.D. Vance, que deixou o Senado para assumir a vice-presidência. Ex-vice-governador do estado, fez campanha como um conservador de perfil empresarial e colado à Casa Branca, ao contrário de outros candidatos republicanos em estados disputados, que se afastaram do presidente à medida que sua popularidade caía. Mesmo assim, teve dificuldade para se tornar conhecido. </span></p>
<p><span>O democrata repetiu o discurso populista econômico que prega há quase cinco décadas, de um sistema político manipulado em favor dos bilionários e contra os trabalhadores, e encontrou eleitores preocupados com o custo de vida e com a corrupção. Brown também foi um dos primeiros a perceber o incômodo dos eleitores com os data centers. Usou anúncios para lembrar o apoio de Husted a esses investimentos quando ele estava no governo estadual.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><b>Ataque pessoal</b></p>
<p><span>Na disputa pelo governo de Ohio, o desequilíbrio foi ainda maior. A campanha do republicano Vivek Ramaswamy, empresário e ex-pré-candidato à Presidência, inundou o estado com cerca de 74 milhões de dólares em anúncios, segundo a empresa de monitoramento AdImpact. Um super PAC que apoiava sua candidatura acrescentou outros 63 milhões. A democrata Amy Acton, ex-diretora do Departamento de Saúde de Ohio, gastou cerca de 33 milhões de dólares, menos de um quarto do total investido a favor do adversário, e venceu.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>Parte do dinheiro de Ramaswamy bancou o anúncio mais polêmico da campanha. Em outubro, o republicano anunciou que gastaria 4 milhões de dólares para exibir na TV e na internet um vídeo em que Donna Arthur, mãe de Acton, chama a filha de mentirosa, insinua que ela tem problemas de saúde mental e pede aos eleitores que não votem nela. As duas estão afastadas há décadas. Donna perdeu a guarda dos filhos quando Acton tinha 12 anos, depois que o marido, padrasto da candidata, foi indiciado por estuprá-la. Sua mãe continuou casada com o padrasto até a morte dele.</span></p>
<p><span>O vídeo dividiu os republicanos. O governador Mike DeWine, que apoiava Ramaswamy e em cujo governo Acton comandou a Saúde durante a pandemia, pediu que a peça fosse tirada do ar. Husted disse que não teria veiculado o anúncio. Trump fez o oposto e aconselhou Ramaswamy a mantê-lo, dizendo que Acton era “alvo legítimo”. O republicano defendeu a propaganda até o fim, com o argumento de que ela tratava de mentiras e não do abuso, e afirmou que Donna não recebeu dinheiro para participar.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>O desempenho em Ohio fez parte de uma noite desastrosa para os republicanos em todo o país. As redes </span><i><span>ABC</span></i><span>, </span><i><span>NBC</span></i><span> e </span><i><span>CNN</span></i><span> já projetam que os democratas retomarão o controle do Senado, além da Câmara. Até agora, o partido tomou dos republicanos seis cadeiras de senador, em Ohio, na Carolina do Norte, na Carolina do Sul, no Texas, no Kansas e em Iowa. Precisava de um saldo de quatro para chegar à maioria. Nos governos estaduais, a onda também foi forte. Além de Acton em Ohio, os democratas tomaram dos republicanos os governos do Texas, onde Gina Hinojosa derrotou o governador Greg Abbott, da Geórgia, com Keisha Lance Bottoms, e de Iowa, com Rob Sand. O partido precisava de um saldo de duas vitórias para voltar a comandar a maioria dos estados pela primeira vez desde 2010.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
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		<item>
		<title>Democrata James Talarico vence no Texas e quebra jejum do partido no estado</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/democrata-james-talarico-vence-no-texas-e-quebra-jejum-do-partido-no-estado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 04:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Seminarista de 37 anos superou Ken Paxton, aliado de Trump, mesmo com injeção de 200 milhões de dólares por Elon Musk na campanha do republicano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O democrata James Talarico derrotou o republicano Ken Paxton e foi eleito senador pelo Texas, segundo projeções da </span><i><span>Associated Press</span></i><span>. É a primeira vez desde 1994 que um democrata vence uma eleição para um cargo estadual no Texas, e a primeira vitória do partido para o Senado no estado desde Lloyd Bentsen, em 1988. Talarico, com 37 anos de idade, sequer era nascido quando isso aconteceu. O resultado aumenta as chances de os democratas retomarem o controle da Casa.</span></p>
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</div>
<p><span>Deputado estadual e seminarista presbiteriano, Talarico enfrentou uma das campanhas mais caras do país. Elon Musk, o homem mais rico do mundo, despejou cerca de 200 milhões de dólares em esforços para manter a cadeira com os republicanos. Segundo a empresa de monitoramento AdImpact, o comitê financiado por Musk pagou pelos seis anúncios políticos mais caros de todo o país nesta eleição. Donald Trump e o vice-presidente J.D. Vance fizeram campanha repetidas vezes por Paxton num estado que o presidente venceu com folga há dois anos.</span></p>
<p><span>Talarico se apresentou com um discurso de inspiração cristã e de centro. Repetiu como um mantra que a divisão nos Estados Unidos não é entre “esquerda e direita”, e sim entre “os de cima e os de baixo”. Com foco no custo de vida e no combate à corrupção, defendeu a proibição de que congressistas negociem ações – prática comum tanto entre democratas quanto republicanos. Também chamou o adversário de “o político mais corrupto dos Estados Unidos”. </span></p>
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</div>
<p><span>Procurador-geral do Texas, Paxton, de 63 anos, chegou à disputa carregando uma longa lista de escândalos. Ele já foi indiciado por fraude no mercado de valores e sofreu impeachment em 2023, com apoio de vários deputados republicanos, sob acusações de suborno e abuso de poder. Acabou absolvido pelo Senado estadual. Nas primárias, derrotou o senador John Cornyn com o apoio de Trump, apesar dos alertas de dirigentes republicanos de que sua candidatura colocaria a vaga em risco. Cornyn nunca declarou apoio a Paxton.</span></p>
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		<item>
		<title>Democrata vira cadeira no Senado ao derrotar irmã de Lindsey Graham na Carolina do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 03:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Democrata]]></category>
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					<description><![CDATA[A pediatra Annie Andrews será a primeira mulher eleita senadora pelo estado. Com a vitória, os democratas ficam a duas cadeiras de retomar o controle do Senado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A democrata Annie Andrews derrotou a senadora republicana Darline Graham na Carolina do Sul, segundo projeções dos principais jornais americanos. É a segunda cadeira republicana conquistada pelos democratas no Senado nesta noite, o que deixa o partido a duas vagas das quatro de que precisa para retomar o controle da Casa. Pediatra de 45 anos, Andrews será a primeira mulher eleita para representar o estado no Senado.</span></p>
<p><span>O resultado é um duro recado ao presidente Donald Trump num estado que ele venceu com folga nas três eleições presidenciais que disputou e que não elegia um democrata para o Senado desde 1998. </span></p>
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</div>
<p><span>Darline assumiu a cadeira em julho, nomeada pelo governador republicano Henry McMaster depois da morte do irmão, o senador Lindsey Graham, aliado próximo de Trump. Sem nunca ter disputado uma eleição, ela era vista como uma ocupante temporária do cargo, mas o presidente americano convenceu a ela e ao partido a lançá-la candidata para seguir no Senado.</span></p>
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</div>
<p><span>A derrota também é um revés para a indústria de data centers. As principais empresas do setor montaram o super PAC Building the Future (Construindo o Futuro), organização para fazer lobby e financiar campanhas, e Darline foi a sua primeira beneficiária, com investimento de 1,5 milhão de dólares em anúncios para a republicana. Andrews defendia uma pausa de dois anos em novos projetos para melhor medir seus impactos, e apelidou a rival de “Data Center Darline”.</span></p>
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</div>
<p><span>Ao longo da campanha, a democrata transformou a proximidade de Darline com Trump em um peso, culpando as políticas do presidente pela alta do custo de vida. </span></p>
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</div>
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		<item>
		<title>Democrata ex-piloto da Marinha derruba herdeiro de dinastia republicana em Nova Jersey</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/democrata-ex-piloto-da-marinha-derruba-herdeiro-de-dinastia-republicana-em-nova-jersey/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 03:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Rebecca Bennett tirou do republicano Thomas Kean Jr. uma das cadeiras de que os democratas precisam para retomar a maioria da Câmara]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A democrata Rebecca Bennett, ex-piloto de helicóptero da Marinha americana, derrotou nesta terça-feira, 3, o deputado republicano Thomas Kean Jr., herdeiro de uma das famílias políticas mais tradicionais de Nova Jersey, segundo projeções da Associated Press. A disputa pelo 7º distrito do estado era uma das mais competitivas do país.</span></p>
<p><span>Além do apoio incondicional de Kean a Trump, um presidente impopular que muitos de seus colegas de partido tentaram se afastar durante a campanha, pesaram contra ele dúvidas sobre sua saúde. O deputado desapareceu da vida pública em março e, ao voltar ao Congresso no fim de junho, afirmou que a ausência de quase quatro meses se deveu a uma longa internação para tratar uma depressão. Ele disse estar recuperado e pronto para o trabalho, mas as comparações com a vitalidade da ex-militar foram uma constante em toda a campanha.</span></p>
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</div>
<p><span>Bennett, de 39 anos, disputava sua primeira eleição. Ela passou os últimos meses celebrando seus 15 anos de serviço militar e experiência como executiva do setor de saúde, com uma plataforma centrada na redução do custo de vida. Nos últimos meses, arrecadou bem mais que o adversário, e dois super PACs republicanos, comitês que podem gastar valores ilimitados em campanhas, abandonaram a disputa depois que as pesquisas mostraram Kean atrás. Criada em uma família republicana no Texas, a democrata manteve um discurso de centro e chegou a dizer em debate que jamais votaria na deputada progressista Alexandria Ocasio-Cortez, símbolo da ala mais à esquerda do partido e sua futura colega na Câmara.</span></p>
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</div>
<p><span>A derrota encerra, ao menos por ora, uma era de uma das famílias mais influentes do estado. Filho do ex-governador Thomas Kean, o deputado de 58 anos passou duas décadas na Assembleia Legislativa estadual antes de chegar ao Congresso em 2022. Seu avô e seu bisavô também foram congressistas.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>A vaga de Nova Jersey está entre as que os democratas precisavam tomar dos republicanos para reconquistar a Câmara. Para isso, o partido precisa de um saldo positivo de três cadeiras e chegar a 218 das 435. Até as meia-noite, no horário de Brasília, a </span><i><span>Associated Press</span></i><span> havia projetado o resultado de 142 disputas, com 92 vitórias democratas e 50 republicanas. A primeira cadeira a trocar de mãos na noite foi o 11º distrito da Carolina do Norte, conquistado pelo democrata Jamie Ager.</span></p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Primeira governadora negra da história dos EUA é eleita na Geórgia</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/primeira-governadora-negra-da-historia-dos-eua-e-eleita-na-georgia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Saad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 02:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Democrata]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Republicano]]></category>
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					<description><![CDATA[Keisha Lance Bottoms também marca volta do Partido Democrata ao comando do estado, dominado pelos republicanos desde 1998 ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eleita na Geórgia nesta terça-feira, 3, a democrata Keisha Lance Bottoms será a primeira governadora negra da história dos Estados Unidos, segundo projeções da emissora CNN. Os democratas não venciam no estado desde 1998.</p>
<p>Ex-prefeita de Atlanta, Bottoms venceu o bilionário executivo da área da saúde Rick Jackson, um novato na política que surgiu nesta eleição e usou sua riqueza para derrotar um grupo numeroso de republicanos conhecidos nas primárias e dominar os noticiários na eleição geral.</p>
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</div>
<p>O resultado da eleição consolida o status da Geórgia como um estado indeciso, após anos de controle republicano do governo estadual.</p>
<p>Em New Hampshire, o democrata Chris Pappas também rompeu barreiras, se tornando o primeiro homem abertamente gay eleito ao Senado na história dos EUA. Deputado federal por quatro mandatos, Pappas derrotou o ex-senador republicano John Sununu.</p>
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</div>
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		<item>
		<title>EUA terão primeiro senador abertamente gay da história</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/eua-terao-primeiro-senador-abertamente-gay-da-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Saad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 02:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputado federal por quatro mandatos, Chris Pappas derrotou o ex-senador republicano John Sununu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O democrata Chris Pappas venceu a disputa pelo Senado em New Hampshire, nesta terça-feira, 3, e se tornou o primeiro homem abertamente gay eleito para a Casa na história dos Estados Unidos. Deputado federal por quatro mandatos, Pappas derrotou o ex-senador republicano John Sununu.</p>
<p>Pappas, de 46 anos, cresceu trabalhando no restaurante da família em Manchester, aberto em 1917. Depois da faculdade, atuou como legislador estadual, tesoureiro do condado e conselheiro executivo estadual antes de ser eleito para a Câmara dos Deputados.</p>
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</div>
<p>A campanha de Pappas, no entanto, não dedicou muito tempo a enfatizar esse marco. Embora seu marido estivesse presente em alguns de seus eventos de campanha, o senador eleito concentrou sua mensagem principalmente nos temas que a maioria dos democratas destacou: uma promessa de lidar com os altos preços e os custos da saúde, e a oposição à corrupção em Washington, entre outros.</p>
<p>“Os resultados desta noite são um alerta para os interesses corporativos e bilionários que têm manipulado a economia, para os covardes no Congresso que permitiram cortes na saúde, tarifas e guerras”, disse o democrata durante discurso de vitória. “E para o presidente incompetente que nem se importa com o sofrimento das pessoas.”</p>
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</div>
<p>Pappas disse ter recebido um telefonema de Sununu, que lhe desejou sucesso e à sua equipe.</p>
<p>“Desejo o mesmo a ele e sua família”, disse Pappas. “E acho que todos nós devemos a John Sununu uma enorme gratidão por seu serviço público ao povo de New Hampshire&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Flórida reelege senadora republicana, mas disputa acirrada é sinal de alerta</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/florida-reelege-senadora-republicana-mas-disputa-acirrada-e-sinal-de-alerta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Saad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 01:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ashley Moody superou Angie Nixon, segundo projeções da Associated Press]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A senadora republicana Ashley Moody foi reeleita na Flórida nesta terça-feira, 3, com 50,8% dos votos, segundo projeções da Associated Press, superando a democrata Angie Nixon, que teve 48,1%. A disputa, mais acirrada que o previsto, é sinal de alerta para o Partido Republicano no estado, um reduto do presidente Donald Trump.</p>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Outrora um dos <em>swing states</em>, aqueles estados onde o pêndulo político se alterna a cada eleição, a Flórida é republicana há tempos: o partido ocupa o governo estadual há mais de 30 anos – e a Assembleia Legislativa há ainda mais tempo. A adesão ao partido, no entanto, vem mostrando abalos.</p>
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</div>
<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na corrida pelo governo do estado, o republicano Byron Donalds tinha 49,96% dos votos, contra 48,78% do democrata David Jolly, com 97% das urnas apuradas. Na última eleição para governador, há quatro anos, o republicano Ron DeSantis foi eleito com quase 20 pontos de vantagem sobre seu adversário.</p>
<p>Na disputa à Câmara dos Deputados pela região de Miami, por exemplo, a deputada republicana Maria Elvira Salazar tem uma vantagem apertada em um distrito onde ela venceu pela última vez com folga de 21 pontos. Em um anúncio publicitário recente, a própria candidata afirmou que os mesmos eleitores latinos que ajudaram a eleger Trump à Casa Branca &#8220;agora se sentem traídos&#8221;.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O anúncio de Salazar reflete a crescente indignação entre os eleitores hispânicos, cujas vidas e comunidades foram afetadas pela repressão do governo Trump contra as comunidades imigrantes. Quando sindicatos de Miami bateram em 320 mil portas entre março e junho e perguntaram aos eleitores como se sentiam em relação à imigração, 58% disseram estar decepcionados e 19% disseram estar com raiva.</p>
<p>Assim como para todos os outros grupos de eleitores, a principal preocupação é o bolso. Na pesquisa Univision/YouGov de outubro, 70% dos entrevistados desaprovaram a forma como Trump lidou com o custo de vida, e 40% disseram que suas finanças domésticas estavam um pouco ou muito piores do que um ano atrás.</p>
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		<title>Virada: Democratas tomam cadeira republicana no Senado pela Carolina do Norte</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/virada-democratas-tomam-cadeira-republicana-no-senado-pela-carolina-do-norte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Saad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 01:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Democrata]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Republicano]]></category>
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					<description><![CDATA[Roy Cooper nunca perdeu uma eleição em sua carreira política de quatro décadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O democrata Roy Cooper derrotou Michael Whatley, ex-presidente do Comitê Nacional Republicano (RNC), nesta terça-feira, 3, conquistando uma vaga no Senado dos Estados Unidos pela Carolina do Norte, segundo projeções da Associated Press, NBC News e ABC News.</p>
<p>Ex-governador e um dos principais nomes do partido neste ciclo eleitoral, Cooper será o primeiro democrata eleito para o Senado dos EUA pela Carolina do Norte desde 2008. O estado era apontado como uma principais oportunidades de virada democrata, depois que o senador republicano Thom Tillis, que estava em seu segundo mandato, anunciou no ano passado que não concorreria à reeleição.</p>
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<p>Cooper nunca perdeu uma eleição em sua carreira política de quatro décadas. Esta será sua primeira vitória em uma eleição federal, mas o político de 69 anos venceu seis eleições estaduais, cumprindo quatro mandatos como procurador-geral e o máximo de dois mandatos como governador.</p>
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<p aria-hidden="false" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Os republicanos chegam à votação no comando das duas Casas. Na Câmara, o partido de Trump tem 218 deputados, enquanto os democratas ocupam 214 cadeiras. Com as 435 posições preenchidas, são necessários 218 parlamentares para formar uma maioria.</span></p>
</div>
</div>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">No Senado, os republicanos possuem 53 cadeiras, contra 45 dos democratas e duas de independentes que se alinham à oposição. Para assumir o controle, o bloco democrata precisa obter um saldo de quatro vagas e chegar a 51. Uma divisão de 50 a 50 favoreceria os republicanos, visto que o vice-presidente <strong>J.D. Vance</strong> tem o poder de desempatar votações.</span></p>
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</div>
<p>Diversas pesquisas indicam que o Partido Democrata tem tudo para &#8220;virar&#8221; a Câmara. Um modelo estatístico da revista <em>The Economist</em> apontou que a sigla tem 19 chances em 20 de conquistar a casa mais baixa do legislativo. Segundo o <em>Cook Political Report</em>, uma importante fonte de previsões eleitorais nos Estados Unidos, 40 das 435 cadeiras em disputa são &#8220;competitivas&#8221; &#8212; vencer cerca de metade delas daria aos democratas a maioria. Neste cenário, os dois últimos anos da presidência de Donald Trump seriam bem diferentes da primeira metade.</p>
<h3>Quando saem todos os resultados?</h3>
<p>Não existe uma resposta simples para essa pergunta. Nos Estados Unidos, não há uma autoridade eleitoral unificada como o Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a>) brasileiro: cada estado é responsável pelo seu sistema de votação e pela contagem das cédulas. Os eleitores americanos podem votar presencialmente (seja durante o período de votação antecipada ou no dia da eleição); outros milhões votam por correio. As cédulas são físicas, em papel.</p>
<p>Às vezes, quando a disputa não é acirrada, é possível saber quase instantaneamente quem venceu. Veículos de imprensa, com destaque para a agência Associated Press (AP), projetam o vencedor com base em resultados preliminares e não oficiais. Em disputas mais acirradas, pode levar muitas horas, dias ou até semanas. Em 2024, segundo o Laboratório de Ciência e Dados Eleitorais do MIT, a maior parte dos votos foi contabilizada em cerca de oito horas. Após dois dias, todos os estados — com exceção da Califórnia — já haviam apurado mais de 75% dos votos.</p>
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<p>As cédulas em papel são, em geral, <strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/midterms-como-funciona-a-apuracao-dos-votos-nos-estados-unidos/">escaneadas por máquinas e seus dados são processados digitalmente</a></strong>. No entanto, essa etapa é acompanhada de contagens manuais parciais e auditorias com o intuito de verificar a precisão dos resultados.</p>
<p>Alguns estados contabilizam as cédulas enviadas por correio dias após a data da eleição, desde que elas tenham sido postadas até o dia do pleito — uma prática recentemente validada pela Suprema Corte americana. Em outros, as cédulas enviadas por correio que chegam no dia da eleição são processadas antecipadamente e os resultados são liberados logo após o encerramento da votação — geralmente, cerca de uma hora depois.</p>
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</div>
<p>Existem também períodos de regularização (&#8220;<em>curing periods</em>&#8220;, em inglês), que permitem aos eleitores garantir que seus votos sejam contabilizados, caso precisem fornecer informações adicionais ou confirmar a autenticidade de sua assinatura em uma cédula enviada por correio. Essas cédulas costumam ser as últimas a serem processadas.</p>
<p>Caso a diferença entre os candidatos seja muito pequena — geralmente menos de um ponto percentual —, o estado ou município pode acionar uma recontagem automática. Esse processo pode atrasar consideravelmente a divulgação dos resultados. Por isso, veículos de imprensa costumam evitar declarar um vencedor quando a margem está dentro do limite que prevê a recontagem.</p>
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		<title>Dentro do próprio PL pode haver traição, diz cientista político sobre eleição em 2027</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/dentro-do-proprio-pl-pode-haver-traicao-diz-cientista-politico-sobre-eleicao-em-2027/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 01:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA em Foco]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista ao VEJA em Foco, Elias Tavares analisa os riscos de uma disputa decisiva no Senado e os obstáculos que podem surgir nas articulações partidárias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A candidatura de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado, prevista para ser oficializada nesta quarta-feira, 4, pode enfrentar resistências até mesmo dentro do próprio Partido Liberal. A avaliação é do cientista político Elias Tavares, que participou do programa <em>VEJA em Foco</em>, apresentado por Marcela Rahal. Segundo o especialista, o voto secreto na eleição para o comando da Casa, marcada para fevereiro de 2027, abre espaço para que parlamentares contrariem orientações partidárias sem que suas escolhas sejam identificadas. <i>(este texto é um resumo do vídeo acima)</i></p>
<p>&#8220;Então, dentro do próprio PL pode existir diversas traições ali que não vai ser visto por ninguém&#8221;, afirmou Tavares, ao comentar os riscos enfrentados por Marinho em uma eventual disputa com o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Para o cientista político, a aproximação de Alcolumbre com o presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva tornou o cenário mais difícil para a candidatura da oposição, apesar do crescimento da direita nas eleições de outubro.</p>
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</div>
<h3>Por que o voto secreto preocupa o PL?</h3>
<p>Na avaliação de Tavares, a eleição para a presidência do Senado envolve uma dinâmica diferente das disputas eleitorais convencionais. Enquanto os parlamentares se posicionam publicamente como integrantes da oposição ou da base governista, a escolha dos integrantes da Mesa Diretora ocorre em uma negociação interna, na qual os interesses partidários e a distribuição de cargos têm peso significativo.</p>
<p>&#8220;A eleição do Senado é uma eleição feita na calada e o voto é secreto&#8221;, afirmou o cientista político. Segundo ele, essa característica dificulta a garantia dos apoios prometidos a Rogério Marinho, uma vez que senadores podem assumir compromissos políticos e, no momento da votação, optar por outro candidato sem revelar sua decisão.</p>
<h3>Como a aproximação entre Lula e Alcolumbre muda a disputa?</h3>
<p>Para Elias Tavares, a eleição presidencial alterou a correlação de forças nas articulações para o comando do Senado. Segundo ele, o desempenho da direita nas urnas inicialmente abriu espaço para uma disputa mais favorável ao grupo político de Rogério Marinho. Com a vitória de Lula e a aproximação do governo com Alcolumbre, entretanto, essa perspectiva teria mudado.</p>
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</div>
<p>O cientista político destacou que o atual presidente do Senado conseguiu preservar sua influência e ampliar a interlocução com o governo federal, inclusive por meio do avanço de propostas de interesse do Executivo. Na avaliação de Tavares, essas articulações fortalecem Alcolumbre na disputa pela permanência no cargo.</p>
<p>&#8220;Então a dificuldade hoje é muito grande, na minha avaliação, para o PL, de se colocar uma candidatura e conseguir eleger perante o Senado&#8221;, afirmou. O especialista associou essa dificuldade à aproximação entre Lula e Alcolumbre e às entregas legislativas realizadas pelo presidente da Casa ao governo.</p>
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</div>
<h3>O que o PL pode perder se insistir na candidatura?</h3>
<p>Além do risco de derrota, Tavares apontou possíveis consequências para a participação do PL na estrutura de poder do Senado. Segundo ele, uma disputa entre grupos políticos pela presidência da Casa pode deixar o lado derrotado sem espaço em postos importantes da Mesa Diretora.</p>
<p>O cientista político citou especialmente as vice-presidências e a Secretaria-Geral, posições relevantes para a organização dos trabalhos legislativos. Na sua avaliação, a decisão de lançar uma candidatura própria envolve, portanto, não apenas a tentativa de conquistar o comando do Senado, mas também o risco de perder influência na administração interna da instituição.</p>
<p>&#8220;E a grande dúvida é: o PL vai pagar para ver e ficar de fora de uma mesa diretora tão importante no momento?&#8221;, questionou Tavares.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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		<title>Lula tem mais um trunfo, diz cientista político após avanço de pauta do governo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/lula-tem-mais-um-trunfo-diz-cientista-politico-apos-avanco-de-pauta-do-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 01:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA em Foco]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista ao VEJA em Foco, Elias Tavares analisa os desdobramentos de uma decisão importante do Senado e seus impactos na articulação política do presidente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública em dois turnos pelo Senado representa uma vitória política para o presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva e reforça os resultados de sua aproximação com o comando do Congresso. A avaliação é do cientista político Elias Tavares, que participou do programa <em>VEJA em Foco</em>, apresentado por Marcela Rahal. Para o especialista, o avanço de uma das principais apostas do governo mostra que a articulação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, começa a produzir resultados concretos. &#8220;Agora é evidente que o Lula tem mais um trunfo&#8221;, afirmou. <i>(este texto é um resumo do vídeo acima)</i></p>
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<h3>Os desafios do governo Lula 4</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Os desafios do governo Lula 4 | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/os-desafios-para-o-governo-lula-4/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
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<h3>Como a aprovação da PEC fortalece Lula?</h3>
<p>Na avaliação de Elias Tavares, a aprovação da proposta ganha relevância por ocorrer em um Senado no qual o governo enfrentava expectativas de dificuldades para avançar em suas prioridades. O cientista político considera que a votação demonstra a capacidade de articulação de Lula com parlamentares e dirigentes do Congresso.</p>
<p>&#8220;É evidente que é uma vitória importante para o presidente Lula nessa conjuntura&#8221;, afirmou. Segundo ele, o resultado também está associado à aproximação política construída entre Lula, Davi Alcolumbre e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, especialmente no período próximo ao segundo turno das eleições presidenciais.</p>
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<p>Para Tavares, o presidente do Senado tem desempenhado um papel importante nesse movimento. &#8220;Essa entrega de Davi Alcolumbre ao governo, essa aproximação que foi feita muito próxima ali do segundo turno entre Hugo Motta, Davi Alcolumbre, o presidente Lula está mostrando que tem esses frutos&#8221;, disse o especialista.</p>
<h3>Por que a segurança pública se tornou um trunfo para o governo?</h3>
<p>O cientista político destacou que a aprovação da PEC ocorre em um momento em que Lula busca ampliar o protagonismo do governo federal no debate sobre segurança pública. Segundo Tavares, a proposta se soma à reorganização da área no Executivo e oferece ao presidente mais um instrumento político para sustentar essa agenda.</p>
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<p>&#8220;Ele está trazendo a pauta para si&#8221;, avaliou. Para o especialista, o avanço da proposta permite ao governo reforçar sua atuação em um tema que deverá continuar ocupando espaço importante nas discussões políticas.</p>
<h3>Quais desafios ainda permanecem?</h3>
<p>Apesar de considerar a aprovação uma vitória política, Elias Tavares ponderou que a implementação da agenda de segurança pública deverá enfrentar resistências, especialmente na relação entre o governo federal e os estados.</p>
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</div>
<p>&#8220;A gente sabe que será ainda muito polêmico. Os governadores vão requerer ali o seu protagonismo&#8221;, afirmou o cientista político, ao mencionar as disputas sobre a atuação das forças de segurança.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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		<title>‘Oposição home office’ de Flávio Bolsonaro pode funcionar? O que diz cientista político</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/oposicao-home-office-de-flavio-bolsonaro-pode-funcionar-o-que-diz-cientista-politico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação VEJA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 00:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio Gomes de Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[VEJA em Foco]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista avalia que atuação dos irmãos Bolsonaro nos Estados Unidos pode abrir espaço para outras lideranças da direita]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tentativa de Flávio e Eduardo Bolsonaro de fazer oposição ao presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva a partir dos Estados Unidos pode enfrentar dificuldades e abrir espaço para outras lideranças da direita brasileira. A avaliação é do cientista político Elias Tavares, que participou do programa <em>VEJA em Foco</em>, apresentado por Marcela Rahal. Para o especialista, a ausência física dos irmãos compromete a capacidade de articulação política e de mobilização de apoiadores. &#8220;É uma oposição home office, à distância&#8221;, afirmou. <i>(este texto é um resumo do vídeo acima)</i></p>
<p>A análise ocorre às vésperas da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), prevista para acontecer entre os dias 4 e 7 de novembro, em Palm Beach, na Flórida. <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/eduardo-bolsonaro/">Eduardo Bolsonaro</a> tem participação confirmada como palestrante em um dos painéis, enquanto há expectativa de que Flávio acompanhe o irmão, embora sua presença não tenha sido oficialmente anunciada. O evento é apontado como uma oportunidade para os dois articularem uma atuação internacional coordenada contra o governo Lula.</p>
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<h3>Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/lula-flavio-surpresas-reviravoltas/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
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<h3>Por que a oposição à distância pode não funcionar?</h3>
<p>Segundo Elias Tavares, a presença física continua sendo fundamental para uma oposição que pretende conquistar protagonismo político. O cientista político destacou que a própria campanha de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> demonstrou a importância da mobilização nas ruas e do contato direto com os eleitores.</p>
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<p>&#8220;É muito difícil eles conseguirem ser de fato uma oposição&#8221;, afirmou. Para Tavares, os irmãos podem continuar alimentando o bolsonarismo entre os apoiadores que consideram correta a decisão de Flávio de deixar o país. Isso, entretanto, não significa que conseguirão exercer a mesma influência política de uma atuação presencial no Brasil.</p>
<p>O especialista considera que a estratégia pode funcionar como instrumento de comunicação e mobilização de uma parcela dos apoiadores, mas apresenta limitações práticas. &#8220;Serve para narrativa&#8221;, resumiu, ao avaliar o alcance da oposição conduzida dos Estados Unidos</p>
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<h3>Quem pode ocupar o espaço deixado por Flávio Bolsonaro?</h3>
<p>Na avaliação do cientista político, a ausência dos irmãos pode transferir o protagonismo da oposição para outras figuras da direita, especialmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e Michelle Bolsonaro.</p>
<p>O risco apontado por Elias Tavares é que a atuação no exterior acabe criando um espaço político que outras lideranças poderão ocupar. Na sua avaliação, a estratégia pode preservar o discurso de oposição entre os apoiadores dos irmãos, mas não necessariamente se traduzir em protagonismo nas articulações políticas dentro do Brasil.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos"><strong><em>VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.</em></strong></p>
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		<title>A estratégia que Trump adotará se os democratas conquistarem maioria no Congresso</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/a-estrategia-de-trump-se-os-democratas-conquistarem-maioria-no-congresso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Saad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 00:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[capitólio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições nos Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Partido Republicano]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisas indicam possíveis mudanças na Câmara e Senado, dominados pelos republicanos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto urnas fecham em diversos estados americanos nesta terça-feira, 3, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou a estratégia que usará caso os democratas consigam tirar os republicanos do controle do Congresso. A ideia, segundo o mandatário, é usar seu poder de veto para forçar que a oposição tente negociar.</p>
<p>“Historicamente, você veta por alguns meses e depois eles vêm e dizem: ‘Precisamos fazer um acordo’”, disse Trump em entrevista à CBS News no dia da eleição de meio de mandato, quando todos os assentos da Câmara dos Deputados e um terço do Senado são renovados.</p>
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<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/trump-chama-eleicoes-de-meio-de-mandato-de-mais-importantes-de-nossas-vidas/">+ Trump chama eleições de meio de mandato de ‘mais importantes de nossas vidas’</a></strong></p>
<p>O republicano já havia dado uma declaração semelhante um dia antes, em entrevista ao podcast &#8220;Pod Force One&#8221;, do New York Post.</p>
<p>&#8220;Acho que vamos nos sair muito bem, mas se não ganharmos, eu veto tudo. Vou vetar, vetar, aí eles vão aparecer e provavelmente faremos alguns acordos no meio do caminho, mas não será tão bom&#8221;, disse.</p>
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<p>As declarações seguem intensa mobilização do presidente americano para tentar preservar as maiorias republicanas no Congresso. <span>Nos últimos meses, ele percorreu diferentes estados em campanha por candidatos do partido, enquanto seus assessores trabalham nos bastidores para preparar o governo para um cenário político adverso.</span></p>
<p><span>Segundo informações publicadas pela agência Reuters, a Casa Branca vem elaborando, desde abril, estratégias para manter em andamento as principais iniciativas do governo mesmo se os democratas conquistarem o controle de uma ou das duas casas do Congresso. O planejamento também prevê como lidar com possíveis investigações parlamentares sobre a administração.</span></p>
<p><strong>Plano para governar sem o Congresso</strong></p>
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<p><span>Entre os responsáveis pelas discussões estão o vice-chefe de gabinete Stephen Miller, o diretor do Escritório de Gestão e Orçamento, Russell Vought, e integrantes da equipe jurídica da Casa Branca. O grupo avalia quais medidas Trump poderia implementar por meio de decretos e outras ações executivas, sem precisar de aprovação dos parlamentares.</span></p>
<p><span>As propostas envolvem áreas como imigração, tarifas comerciais, custos de moradia e gastos federais. Entre as possibilidades estão novas tarifas sobre minerais críticos e turbinas eólicas, restrições adicionais a vistos para estudantes estrangeiros e trabalhadores temporários e mudanças nas regras de distribuição de recursos públicos.</span></p>
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<p><span>Vought também estuda como utilizar verbas já autorizadas pelo Congresso para financiar prioridades do governo e alterar critérios de concessão de subsídios federais, ampliando a influência de indicados políticos sobre a distribuição dos recursos.</span></p>
<p><span>Trump foi informado sobre os preparativos e participou das discussões, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Em entrevista ao podcast Pod Force One, do New York Post, o presidente chegou a antecipar como pretende reagir caso os republicanos percam o controle do Legislativo.</span></p>
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<p><span>“Acho que vou me tornar o senhor do veto”, afirmou, acrescentando que poderia passar um ou dois meses barrando propostas democratas antes de negociar acordos com a oposição.</span></p>
<p><strong>O que muda se os democratas vencerem</strong></p>
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<p><span>Atualmente, os republicanos têm maioria apertada nas duas casas do Congresso: 218 cadeiras contra 214 na Câmara dos Representantes e 53 contra 47 no Senado. Para assumir o controle de ambos os plenários, os democratas precisam conquistar um saldo líquido de quatro assentos em cada Casa.</span></p>
<p><span>Pesquisas de intenção de voto apontam vantagem democrata na disputa pela Câmara, enquanto a corrida pelo Senado permanece mais indefinida. Uma eventual mudança de comando daria à oposição instrumentos para bloquear projetos de lei, dificultar a aprovação de indicações do presidente e abrir investigações sobre o governo.</span></p>
<p><span>Nesse cenário, Trump ainda conservaria poderes executivos importantes, especialmente nas áreas de comércio exterior, política migratória e política externa. O presidente também poderia vetar projetos aprovados pelos democratas, embora suas decisões unilaterais continuassem sujeitas à análise da Justiça.</span></p>
<p><span>A principal preocupação da Casa Branca, segundo a Reuters, são as investigações parlamentares. Advogados do governo já orientaram integrantes da administração sobre como responder a intimações, pedidos de documentos e convocações de comissões do Congresso. A equipe jurídica também avalia mecanismos legais que poderiam proteger determinadas comunicações internas de questionamentos dos parlamentares.</span></p>
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