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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
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		<title>Filhote de hipopótamo da colônia de Pablo Escobar é resgatado desnutrido na Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Júlia Sofia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Narcotráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Escobar]]></category>
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		<category><![CDATA[Tráfico de Drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[Animal integra população de cerca de 200 hipopótamos descendentes dos levados pelo narcotraficante à Colômbia nos anos 1980]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Um filhote de hipopótamo foi resgatado na região de Antioquia, no noroeste da Colômbia, após ser encontrado sozinho e em estado de desnutrição às margens de um rio. O animal, descendente da população de hipopótamos introduzida no país pelo narcotraficante Pablo Escobar nos anos 1980, foi localizado por pescadores escondido entre arbustos em uma área rural do município de Puerto Nare.</span></p>
<p><span>De acordo com a Corporação Autônoma Regional de Antioquia, veterinários constataram um quadro avançado de desidratação e desnutrição. Após receber os primeiros atendimentos e ser estabilizado, o filhote foi encaminhado para o santuário de hipopótamos instalado na antiga Fazenda Nápoles, propriedade que era de Escobar e hoje funciona como parque temático.</span></p>
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</div>
<p><span>Segundo Javier Valencia, diretor da autoridade ambiental da região, não havia sinais da mãe do animal quando ele foi encontrado.</span></p>
<p><span>A Colômbia estima que existam atualmente cerca de 200 hipopótamos vivendo em áreas naturais do país. Todos descendem de quatro exemplares importados por Escobar para o zoológico particular de sua propriedade na década de 1980.</span></p>
<p><span>Após a morte do narcotraficante, em 1993, os animais escaparam da fazenda e passaram a se reproduzir livremente na bacia do rio Magdalena. Sem predadores naturais, a população cresceu rapidamente, tornando-se a maior colônia de hipopótamos fora da África.</span></p>
<p><span>Os animais, no entanto, são considerados uma espécie invasora. Além de competir com a fauna local e alterar o equilíbrio dos ecossistemas, já estiveram envolvidos em ataques a moradores. Diante da expansão da população, o governo colombiano aprovou neste ano um plano para abater cerca de 80 hipopótamos, após sucessivas tentativas de controle por meio de esterilizações não conseguirem conter o crescimento do grupo.</span></p>
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		<title>Salário mínimo de 2027 tem reajuste estimado pelo governo; veja o que mudaria</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/salario-minimo-de-2027-tem-reajuste-estimado-pelo-governo-veja-o-que-mudaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Erlich]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa enviada ao Congresso aponta reajuste de 5,92%, que poderá subir R$ 96 caso projeções econômicas sejam confirmadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal projeta elevar o<strong> <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/salario-minimo/">salário mínimo</a></strong> para <strong>1.717 reais em 2027</strong>, conforme estimativa apresentada no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (<strong>PLDO</strong>) encaminhado ao Congresso Nacional em abril. Se a previsão for confirmada, o piso nacional subirá 96 reais em relação aos atuais 1.621 reais, o que representa um <strong>reajuste nominal de 5,92%</strong>.</p>
<p>A estimativa, no entanto, ainda poderá ser alterada. O valor definitivo depende da <strong>inflação</strong> acumulada até novembro de 2026, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além dos demais parâmetros previstos na legislação. Após a divulgação do índice pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o governo editará o decreto que oficializará o novo salário mínimo, válido a partir de 1º de janeiro de 2027.</p>
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</div>
<p>Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a projeção considera um <strong>ganho real de 2,5%</strong>, portanto acima da inflação, preservando a política de valorização do piso nacional e ampliando o poder de compra dos trabalhadores que recebem o salário mínimo.</p>
<p>O processo de definição começa com a estimativa incluída no PLDO, que orienta a elaboração do Orçamento da União. Em seguida, o valor é incorporado ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), enviado ao Congresso no<strong> segundo semestre</strong>. Somente após a divulgação do INPC de novembro e a publicação de decreto presidencial é que o montante oficial é definido.</p>
<p>A política permanente de valorização do salário mínimo foi restabelecida pela <strong>Lei nº 14.663/2023</strong>. Pela regra, o reajuste combina a variação do INPC acumulada nos 12 meses encerrados em novembro do ano anterior, responsável por recompor a inflação, com o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, que garante aumento acima da inflação quando a economia apresenta expansão.</p>
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<p>No caso do piso previsto para 2027, será considerado o desempenho da economia em 2025. Ainda assim, o ganho real está <strong>limitado</strong> a 2,5% ao ano, conforme <strong>determina o arcabouço fiscal</strong>, mesmo que o crescimento do PIB supere esse percentual.</p>
<p>O salário mínimo serve de referência para trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (<strong>CLT</strong>) e para uma série de benefícios vinculados ao piso nacional, entre eles <strong>aposentadorias</strong> e <strong>auxílios</strong> do Instituto Nacional do Seguro Social (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/inss/">INSS</a>), seguro-desemprego, abono salarial PIS/Pasep e Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>Depois de aprovado pelo Congresso, o PLDO se transforma na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que orienta a elaboração do Orçamento federal. Posteriormente, o valor definitivo do salário mínimo será incorporado à Lei Orçamentária Anual (LOA), responsável por autorizar os gastos do governo no exercício seguinte.</p>
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			<media:title type="html">Dinheiro - reais - moeda - notas</media:title>
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		<item>
		<title>A justificativa do Senado para não instalar Conselho de Ética</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/a-justificativa-do-senado-para-nao-instalar-conselho-de-etica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Advocacia do órgão respondeu mandado de segurança do Novo no STF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia do Senado apresentou ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a> uma resposta ao <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/novo-aciona-stf-para-instalar-conselho-de-etica-do-senado/">mandado de segurança apresentado pelo partido Novo pedindo a instalação</a> do Conselho de Ética da Casa.</p>
<p>A última reunião do colegiado foi em julho de 2024. Não houve nenhuma sessão em 2025 e 2026.</p>
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</div>
<p>A defesa do Senado alegou, contudo, que a instalação do conselho &#8220;não decorre de ato isolado, automático e instantâneo da Mesa&#8221;, mas sim &#8220;do encadeamento de providências institucionais sucessivas, muitas das quais alheias à esfera de disposição da própria Mesa ou da Presidência&#8221;.</p>
<p>Entre as etapas listadas estão a indicação dos membros por cada partido, respeitando a proporcionalidade, e a &#8220;compatibilização dessas providências com a agenda legislativa e com as demais prioridades deliberativas da Casa&#8221;.</p>
<p>A Advocacia argumenta que, para checar se esses requisitos já foram cumpridos, seria necessário autorizar a produção de provas, o que não é possível em um mandado de segurança.</p>
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</div>
<p>&#8220;A definição do momento adequado para a instalação de tal colegiado não é ato isolado e mecânico, mas depende de atos internos de coordenação institucional, de negociação entre as bancadas e de compatibilização com o conjunto das atividades da Casa&#8221;, diz a petição.</p>
<p>O órgão também alegou que o longo período sem instalação não significa, automaticamente, uma omissão. &#8220;A demora na conclusão de processo complexo e articulado não equivale a recusa deliberada de cumprimento de dever jurídico, muito menos que tal decorra de desvio de finalidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>A relatora do mandado de segurança é a ministra <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/carmen-lucia/">Cármen Lúcia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Entenda por que a Justiça bloqueou 30% do salário de Romário como senador</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/entenda-por-que-a-justica-bloqueou-30-do-salario-de-romario-como-senador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Villela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:25:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Romário]]></category>
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					<description><![CDATA[Dívida tem origens em processo de 2013, movido por Marco Del Nero, ex-presidente da CBF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de 30% do salário que o senador Romário (PL) recebe no Congresso para o abatimento de uma dívida de 34 400 reais com o ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero. O senador contestou a decisão, alegando que a medida provoca um &#8220;impacto material irreversível&#8221;.</span></p>
<p>Trata-se de um aumento no percentual do bloqueio. A Justiça já havia determinado, em julho, a penhora de 5% do salário de Romário.</p>
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</div>
<p><span>A dívida tem origens em um processo movido em 2013, quando Del Nero, então vice-presidente da CBF, alegou danos morais em razão de uma entrevista de Romário ao SporTV. Na entrevista, o então deputado disse que Del Nero deveria &#8220;ser preso&#8221; e &#8220;passar cem anos na cadeia&#8221;.</span></p>
<p><span>Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente, porque a Justiça entendeu que as declarações de Romário estariam protegidas pela imunidade parlamentar. A decisão, porém, foi reformada, e a 4ª Câmara de Direito Privado condenou o deputado a indenizar Del Nero. A defesa tentou recorrer em 2022, mas não teve sucesso e, no ano seguinte, a condenação se tornou definitiva.</span></p>
<p><span>As falas de Romário em 2013 marcaram uma sequência de críticas feitas pelo ex-jogador à gestão da CBF, da Conmebol e da Fifa. Em setembro daquele ano, o então deputado afirmou: &#8220;Eu não imaginava que existisse uma instituição mais corrupta que Fifa e CBF. Consegui encontrar&#8221;, se referindo a Conmebol. &#8220;A CBF, Fifa e Conmebol têm um nome em comum: Marco Polo Del Nero&#8221;, completou Romário, na mesma ocasião.</span></p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Influenciador mexicano com 600.000 seguidores é morto a tiros durante ‘live’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/influenciador-mexicano-com-600-000-seguidores-e-morto-a-tiros-durante-live/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/mundo/influenciador-mexicano-com-600-000-seguidores-e-morto-a-tiros-durante-live/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Zubelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[cartel]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Influencers]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Narcotráfico]]></category>
		<category><![CDATA[TikTok]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão]]></category>
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					<description><![CDATA[Cesar Gastelum foi baleado na cidade de Culiacán, no México; autoridades investigam ligação com crime organizado local]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Um criador de conteúdo mexicano foi morto a tiros na terça-feira, 4, enquanto fazia uma transmissão ao vivo em frente a um restaurante de fast-food na cidade de <strong>Culiacán</strong>, capital do estado de <strong>Sinaloa</strong>, no <strong>México</strong>. </span></p>
<p><span><strong>Cesar Gastelum</strong> foi baleado depois de ser abordado por duas pessoas de capacete em uma moto, de acordo com imagens obtidas pela agência de notícias Reuters. O influenciador colecionava mais de 600 mil seguidores no TikTok.  </span></p>
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</div>
<p>Nesta quarta-feira, 5, o Gabinete de Segurança Federal do México informou que as autoridades investigam se o ataque tem relação com as postagens de Gastelum nas redes sociais. Segundo o órgão, o jovem fez referência a um cartel mexicano em algumas das publicações.</p>
<p><span>Além disso, o Gabinete de Segurança acrescentou que câmeras de vigilância e outras evidências estão sendo analisadas para identificar e prender os responsáveis pelo crime.</span></p>
<p data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cmsg81tu5003m3b6rnosw1ann@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true"><span>“Os verdadeiros autores — e, se for o caso, o mentor intelectual — devem ser presos, e o motivo por trás desse homicídio trágico deve ser descoberto”, disse a presidente do México, <strong>Cláudia Sheinbaum</strong>, durante uma coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira.</span></p>
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<h3 data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cmsg81tu5003m3b6rnosw1ann@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">Crime organizado</h3>
<p><span>O México tem enfrentado dificuldades com a propagação do crime organizado no país ultimamente. O estado de Sinaloa, em particular, vive um conflito desde setembro de 2024 entre duas facções:<strong> Los Mayos</strong> e <strong>Los Chapitos</strong>. De acordo com um relatório recente do centro de pesquisas International Crisis Group, os dois grupos querem ganhar território nas principais cidades de Sinaloa — Culiacán e Mazatlán — bem como em outras partes do estado.</span></p>
<p><span>O relatório revela que os grupos criminosos utilizam tecnologias avançadas para dominar territórios. Armas de fogo, veículos blindados e até drones elevaram os níveis de violência no estado de Sinaloa e levaram e à perturbação da vida cotidiana em diversas regiões. </span></p>
<p>As duas facções pertencem ao Cartel de Sinaloa e<span> seus nomes fazem referência aos cofundadores da organização criminosa, <strong>Ismael “Mayo” Zambada</strong> e <strong>Joaquín “Chapo” Guzmán</strong>. Os dois se tornaram rivais por causa de brigas relacionadas a quem obteria o controle do cartel após ambos serem presos, em 2024. Atualmente, eles cumprem prisão perpétua nos <strong>Estados Unidos</strong> por tráfico de drogas.</span></p>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Reação de Neymar após classificação do Santos divide as redes e repercute na imprensa internacional</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/internet-divide-opinioes-sobre-reacao-de-neymar-apos-classificacao-do-santos/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/internet-divide-opinioes-sobre-reacao-de-neymar-apos-classificacao-do-santos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[#VirouViral]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Neymar]]></category>
		<category><![CDATA[Santos FC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6322867</guid>

					<description><![CDATA[Comemoração do atacante gerou discussão e reacendeu o debate sobre seu comportamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A vitória do <strong>Santos</strong> sobre o <strong>Remo</strong> pela <strong>Copa do Brasil</strong> vem repercutindo intensamente nas redes sociais, mas não apenas pelo resultado. Após a partida, <strong>Neymar</strong> comemorou a classificação de forma efusiva, fazendo gestos que foram interpretados por torcedores e integrantes da equipe paraense como uma provocação. A situação rapidamente evoluiu para um bate-boca e uma troca de xingamentos.</span></p>
<p><span>O episódio repercutiu até mesmo na imprensa internacional. O jornal francês <em>L&#8217;Équipe</em> destacou que o atleta &#8220;perdeu a cabeça&#8221;. Já o jornal espanhol <em>Marca</em> seguiu a mesma linha, afirmando que o craque &#8220;perdeu a cabeça e descarregou toda a sua raiva contra o Remo&#8221;.</span></p>
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<h3>Futebol: as contratações de peso na temporada</h3>
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<iframe class="abril-web-story-iframe" title="Futebol: as contratações de peso na temporada | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/mercado-da-bola-novas-contratacoes-futebol/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="Futebol: as contratações de peso na temporada | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/mercado-da-bola-novas-contratacoes-futebol/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
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</div>
<p><span>Nas redes sociais, os internautas se dividiram. Enquanto muitos defendem que a reação do jogador faz parte da cultura do &#8220;futebol raiz&#8221; e que a atitude não teve nada de mais, outros acreditam que o episódio é apenas mais um capítulo da sequência de polêmicas envolvendo o craque nos últimos anos.</span></p>
<p>Veja algumas das reações:</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">É muito bom o Neymar falando eliminado como um torcedor faria hahahahah <a href="https://t.co/0zcRHsHQnT">https://t.co/0zcRHsHQnT</a></p>
<p>&mdash; jornalista Lucas (@lucas02sanches) <a href="https://x.com/lucas02sanches/status/2085078102233788439?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">gente o neymar tá coringando, só não vê quem não quer <a href="https://t.co/hSL2SMgkzY">https://t.co/hSL2SMgkzY</a></p>
<p>&mdash; Sheylla Buarque (@sheyllabuarque1) <a href="https://x.com/sheyllabuarque1/status/2085078795212484700?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Neymar gritando com a torcida do Remo e Gabigol chocado: o Oscar de melhor roteiro de fim de carreira.</p>
<p>&mdash; Mลriลnล Alcลntลrล (@maryalcantaras) <a href="https://x.com/maryalcantaras/status/2085074647645577684?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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</div>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Tudo que eu vejo sobre o Neymar é contra minha vontade</p>
<p>&mdash; . (@rscoments) <a href="https://x.com/rscoments/status/2085074292199338035?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">nao sei quem é pior, o neymar ou os fãs do neymar que batem palma pra esse maluco</p>
<p>&mdash; isLa☆ (@isLaholi) <a href="https://x.com/isLaholi/status/2085074222930358477?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Esse crítica ao Neymar é só coisa de hater mesmo.</p>
<p>O estádio todo estava ofendendo o Neymar, os dirigentes do Remo também estavam no vestiário. Aí o Neymar provoca eles de volta e sai como &quot;mimado&quot; na história. Ninguém tem sangue de barata. Encheram o saco dele, aí ele foi lá os…</p>
<p>&mdash; Guilherme ˢᶜⁱ (@Gui16Fauth) <a href="https://x.com/Gui16Fauth/status/2085073961197457809?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Tonhão: O Neymar é um vagabundo</p>
<p>O Neymar junto com os parças: <a href="https://t.co/Loh1s6vOe7">pic.twitter.com/Loh1s6vOe7</a></p>
<p>&mdash; Rony サントス (@RonySantos_CRF) <a href="https://x.com/RonySantos_CRF/status/2085073888740802565?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Tudo que estou vendo sobre Neymar hoje é contra minha vontade. </p>
<p>Patético!</p>
<p>&mdash; JLo (@juuliamlopes) <a href="https://x.com/juuliamlopes/status/2085073789071634485?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Neymar é único, o azar dele foi ter pegado a pior geração de todas. <br />Se tivesse nascido antes já teria uma copa</p>
<p>&mdash; víctor hugo (@vhwally) <a href="https://x.com/vhwally/status/2085073274388762846?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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</div>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Uma coisa todo mundo tem que concordar: o Neymar gera MUITO entretenimento! <a href="https://t.co/586IhgXc4a">pic.twitter.com/586IhgXc4a</a></p>
<p>&mdash; Ana P (@Anaxcomenta) <a href="https://x.com/Anaxcomenta/status/2085072585126011099?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">agora um mico: remista fã de neymar</p>
<p>&mdash; ana <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f498.png" alt="💘" class="wp-smiley" /> (@awwabarroso) <a href="https://x.com/awwabarroso/status/2085072230153662837?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">os cara c a camisa do remo, na arquibancada do remo postando que é um prazer ver o neymar jogar, ai não da rapaziada!</p>
<p>&mdash; daphne <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f31e.png" alt="🌞" class="wp-smiley" /> (@daphzr) <a href="https://x.com/daphzr/status/2085068489413349767?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Aqui todo mundo critica o Neymar, no insta todo mundo defende.<br />Rapaz…</p>
<p>&mdash; Pedrinho (@The_Lostinhoo) <a href="https://x.com/The_Lostinhoo/status/2085068255723454815?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<item>
		<title>Ecopetrol garante controle da Brava após OPA atrair mais que o dobro das ações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/ecopetrol-garante-controle-da-brava-apos-opa-atrair-mais-que-o-dobro-das-acoes/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/ecopetrol-garante-controle-da-brava-apos-opa-atrair-mais-que-o-dobro-das-acoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ações (finanças)]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
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					<description><![CDATA[Leilão recebeu cerca de 248 milhões de papéis para uma oferta limitada a 116 milhões; estatal colombiana desembolsará R$ 2,67 bilhões nessa etapa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ecopetrol garantiu o controle da Brava Energia após a oferta pública realizada nesta quarta-feira atrair mais que o dobro das ações procuradas pela estatal colombiana. Dados preliminares do leilão indicam que cerca de 247,9 milhões de papéis foram apresentados à venda, diante de uma oferta limitada a 116,1 milhões.</p>
<p>Com a procura elevada, apenas aproximadamente 46,84% das ações oferecidas por cada investidor serão compradas. A Ecopetrol pagará R$ 23 por papel e desembolsará R$ 2,67 bilhões nessa etapa da aquisição.</p>
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</div>
<p>O sucesso da OPA era uma condição indispensável para a operação. A oferta seguia o modelo “tudo ou nada”: se não alcançasse os 116,1 milhões de papéis necessários para completar 51% do capital, nenhuma ação seria adquirida.</p>
<p>Os 25% comprados no leilão serão somados a outros 26% negociados diretamente com acionistas da Brava por R$ 24 por ação. Consideradas as duas frentes, a Ecopetrol investirá cerca de R$ 5,6 bilhões para assumir o comando da companhia brasileira.</p>
<p>A demanda registrada no leilão correspondeu a aproximadamente R$ 5,7 bilhões e mostrou que uma parcela expressiva dos acionistas estava disposta a deixar a empresa. O volume oferecido representou mais da metade de todas as ações da Brava, embora a Ecopetrol tenha se comprometido a comprar somente 25%.</p>
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</div>
<p>Formada pela combinação entre 3R Petroleum e Enauta, a Brava é uma das maiores produtoras independentes de petróleo e gás do Brasil. Com a aquisição, seu controle passará para a estatal da Colômbia, que amplia de forma relevante sua presença no mercado brasileiro.</p>
<p>Os números ainda dependem da confirmação oficial da B3. Pelo resultado preliminar, porém, a condição mínima prevista para a aquisição foi superada com ampla margem.</p>
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		<title>A verdadeira porta de saída dos programas sociais, segundo ‘arquiteto’ do Bolsa Família</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/a-verdadeira-porta-de-saida-dos-programas-sociais-segundo-arquiteto-do-bolsa-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Schelp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Em novo livro, Ricardo Henriques diz que é possível melhorar a eficiência das políticas sociais sem gastar mais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o economista Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, é considerado o “arquiteto” do Bolsa Família. Em 2003, no início do primeiro mandato de <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> como presidente, ele atuava no Ministério da Educação e chefiou o desenho e a implantação do programa que incorporava outras ações sociais do Estado. Nesses mais de 20 anos, diz Henriques, o programa cumpriu bem a missão de aliviar a pobreza para milhões de brasileiros, mas ainda falta <a href="https://veja.abril.com.br/economia/bolsa-familia-4-0-o-desafio-para-transformar-auxilio-em-mobilidade-social/">derrubar os obstáculos</a> que dificultam enormemente que uma família pobre consiga ascender socialmente apenas pelo próprio esforço. O tema já começou a entrar na pauta das discussões da campanha presidencial deste ano, com alguns aspirantes ao cargo aventando teorias e soluções, algumas notadamente improvisadas, para fazer com que beneficiários do Bolsa Família deixem de ser dependentes do programa.</p>
<p>Henriques, com credibilidade de quem esteve na origem do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/bolsa-familia/">Bolsa Família</a> e continua estudando o assunto desde então, diz que é possível melhorar muito a eficiência dos programas sociais sem precisar aumentar seus orçamentos. Este ano, ele lançou o livro “Utopia Pragmática” (Editora Jandaíra), em que defende justamente a modernização das políticas sociais para acelerar o desenvolvimento humano no Brasil. Henriques concedeu a seguinte entrevista exclusiva a VEJA NEGÓCIOS:</p>
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</div>
<p><b>O Bolsa Família é um dos programas sociais mais estudados do mundo. Depois de mais de 20 anos de experiência, ele ainda cumpre bem seu papel? Em que precisa melhorar? </b>O Bolsa Família é, de fato, um dos programas mais avaliados que temos no Brasil e no mundo. Do ponto de vista de dois objetivos centrais — reduzir a pobreza e criar condições para que crianças tenham mais oportunidades, via condicionalidades de educação e de saúde — os resultados são muito contundentes. Vemos tanto o alívio imediato da pobreza quanto evidências de mobilidade geracional: muitas pessoas passam alguns anos no programa e depois saem dele, e jovens que cresceram em famílias beneficiárias conseguem fazer a sua transição. Portanto, como instrumento para aliviar a pobreza e atacar causas estruturais de exclusão, sobretudo em educação e saúde, o programa funciona. Dito isso, ele precisa de ajustes para tornar sua função objetiva mais precisa, aproveitando os 20 anos de aprendizado para redesenhar a política social como um todo. <span></span></p>
<p><b>Que tipo de ajustes são esses? </b>A primeira frente é aprimorar a qualidade dos dados. Hoje a tecnologia é uma aliada poderosa, em um patamar completamente distinto daquele de quando desenhei o Bolsa Família, há mais de vinte anos. É possível ter um cadastro muito mais preciso, mas não se trata apenas de tecnologia: é também qualificação da área de assistência social, responsável pela coleta. As melhores experiências mostram que dá para melhorar muito a qualidade dessas informações. “Melhor” quer dizer mais precisão na identificação das condições de vulnerabilidade da população que está sendo mapeada, tanto das famílias que hoje recebem o benefício quanto daquelas que podem vir a ser elegíveis. <span></span></p>
<p><b>O que é, na prática, um cadastro mais preciso? </b>Não é só saber se a mãe está empregada ou desempregada, nem apenas as características da habitação. É identificar o grau de complexidade da família. Uma situação é a de uma família cuja renda básica vinha da aposentadoria de uma idosa que faleceu; outra, a de uma família com três filhos, dois deles dependentes de drogas; outra, ainda, a de uma mulher que sofre violência física recorrente e não consegue manter um trabalho; e, por fim, a da família em que a filha mais velha abandona a escola para cuidar da irmã pequena e ambas ficam fora da sala de aula. Todas são vulnerabilidades, mas de naturezas completamente diferentes. O mesmo vale para o território: temos uma visão binária, favela versus asfalto, mas, quando se entra numa favela, o grau de heterogeneidade é enorme. Um bom cadastro, com uma boa taxonomia, identifica zonas de prosperidade e vulnerabilidade distintas dentro do mesmo território. <span></span></p>
<p><b>Esse tipo de refinamento não torna o processo mais caro e complexo? </b>Não necessariamente. É basicamente o mesmo esforço de visitação, só que com uma lente mais precisa. Você consegue saber se as pessoas que deveriam estar no cadastro, de fato, estão; retirar quem já não precisa; manter quem tem de ficar; e incluir quem ficou de fora. Isso depende de qualificação técnica da rede de assistência e de uso inteligente de tecnologia para tornar o cadastro muito melhor. <span></span></p>
<p><b>Durante a pandemia, o benefício básico foi elevado, e as variáveis associadas a diferentes vulnerabilidades perderam peso. Com um cadastro mais complexo, seria o caso de diferenciar novamente os valores? </b>A função do cadastro complexo, para mim, não é segmentar faixas de renda na transferência. De fato, quando você salta de um benefício na casa de 230 ou 240 reais para algo em torno de 600, há um aumento significativo. Esse valor maior pode ser encarado, em certos parâmetros da realidade brasileira, como uma espécie de renda mínima ou renda básica de cidadania. Para a função específica de alívio de pobreza, esse patamar atual poderia ser suficiente. Nesse cenário, uma vez identificado quem é pobre, você poderia dar um valor único para todos, sem precisar aferir tantas condições específicas de vulnerabilidade. <span></span></p>
<p><b>Isso muda a lógica do programa? </b>Em parte. O Bolsa Família, felizmente, não exige condicionalidades de tipo punitivo ou de fiscalização do gasto. Essa visão, de provar o uso do recurso, é coisa do passado. O argumento de que um valor mínimo razoável simplifica a gestão está correto até certo ponto, mas subestima o grau de desigualdade e a complexidade das vulnerabilidades no Brasil. É por isso que o olhar precisa ir além da pobreza monetária e usar um bom cadastro para outras funções. <span></span></p>
<p><b>Quais seriam essas outras funções? </b>A grande vantagem de um cadastro bem feito é servir como plataforma para articular políticas sociais. A pobreza é multidimensional e multifatorial: há trajetórias de vida muito diferentes que levam à mesma condição de renda baixa. Uma pessoa pode empobrecer porque perdeu o emprego formal e foi para a informalidade; outra, porque convive com um nível altíssimo de drogadição entre os responsáveis pela família. Se o foco é promover mobilidade social — não só aliviar a pobreza —, é preciso mapear essa complexidade para desenhar respostas específicas. <span></span></p>
<p><b>O que significa, na prática, respostas específicas? </b>Quer dizer que, para uma família, talvez seja preciso combinar alívio de pobreza com ações na área de saúde mental; para outra, saneamento básico; para outra, reforço escolar. A tecnologia permite segmentar a decisão sobre a oferta de política pública. Segmentar aqui não é fragmentar de forma caótica, mas especializar a resposta. Com um bom cadastro, é possível enxergar pessoas concretas, em lugares concretos, com combinações específicas de necessidades, e alinhar a oferta municipal, estadual e federal a esses perfis. <span></span></p>
<p><b>Isso exige uma grande coordenação entre União, estados e municípios, algo raro no Brasil. </b>Exige, mas não é uma utopia. O próprio Bolsa Família já é um exemplo de que isso é possível: o cadastro é municipal e o desenho do programa passa por comissões bipartites ou tripartites de assistência. O que falta é ir além e produzir mais alinhamento entre governo federal, estados e municípios, para decidir com precisão de que tipo de atendimento cada família precisa. <span></span></p>
<p><b>Mas aí entra a política, cada secretário querendo ser dono da solução. </b>Exatamente. A política gera um desincentivo à coordenação, porque cada responsável setorial quer ser autor da solução. O que se impõe é uma visão matricial da oferta de política pública. Ela continua setorial no conteúdo, mas a oferta deixa de ser pensada a partir do setor e passa a ser pensada a partir do beneficiário, que precisa de uma composição de políticas ao mesmo tempo. <span></span></p>
<p><b>O senhor fala em coordenar também a demanda. Em que sentido? </b>Demanda, aqui, é o perfil de necessidades em territórios concretos. O cadastro deve organizar essa demanda potencial por unidade familiar, bairro e município. Se o poder público conhece melhor essas necessidades, consegue planejar ações mais efetivas com os recursos que já existem, sem necessariamente ampliar o orçamento. Trata-se de melhorar a governança e a interoperabilidade dos sistemas. <span></span></p>
<p><b>Que tipo de ganho se obtém apenas integrando cadastros? </b>Só de colocar tudo em uma única plataforma e permitir a migração de dados, já se aumenta muito a eficiência da política. É, basicamente, um problema de interoperabilidade. A rede de assistência social e de saúde já é grande; o que falta é qualificar tecnicamente esses profissionais e usar melhor a informação. <span></span></p>
<p><b>Quais são, hoje, as principais barreiras à mobilidade social de um beneficiário típico do Bolsa Família? </b>Há várias. Uma delas é a baixa qualidade do emprego disponível. Outra é o capital social — a rede de relações que ajuda a classe média a alavancar a mobilidade dos filhos. A família pobre, em geral, não tem esse capital relacional. Mesmo quando o jovem chega à universidade, muitas vezes o primeiro emprego é precário porque ele não tem acesso a ninguém que o indique ou abra portas. <span></span></p>
<p><b>E quanto às condições de vida fora do trabalho? </b>Os efeitos conexos do bem-estar precário são enormes. Saneamento ruim, moradia precária e tempo excessivo de deslocamento entre casa e trabalho pesam muito. Em uma metrópole, gastar três horas na ida e três na volta transforma profundamente as possibilidades de estudo, trabalho e cuidado familiar. Mesmo condições mínimas dentro de casa, como um ambiente salubre e iluminado para as crianças estudarem, ainda faltam para muita gente. <span></span></p>
<p><b>Há casos em que a política social, sozinha, não dá conta? </b>Sim. Pense em famílias muito vulneráveis em áreas economicamente esvaziadas. Quando um arranjo produtivo inteiro entra em declínio, o território inteiro se precariza. Não se resolve mobilidade social apenas com política social nesse tipo de situação; é preciso combinar ações sociais com uma agenda econômica e de infraestrutura urbana. <span></span></p>
<p><b>Os programas já existentes de inserção no mercado de trabalho são suficientes? </b>Suficiência é uma palavra difícil. O que se pode dizer é que esses programas são usados com muito menos efetividade e intensidade do que poderiam. Antes de discutir se são suficientes, é preciso melhorar muito a qualidade do uso. <span></span></p>
<p><b>O que está faltando para isso? </b>Falta, por exemplo, vincular programas de qualificação profissional e de inserção produtiva a arranjos produtivos locais. Em muitos estados, esses arranjos são mal desenhados, embora haja experiências interessantes nessa direção. A oferta de ensino técnico e profissionalizante precisa ser desenhada a partir das vocações econômicas reais de cada território. <span></span></p>
<p><b>O senhor tem exemplos de desalinhamento entre formação e vocação local? </b>Um caso extremo, visto quando eu estava no <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/ministerio-da-educacao/">Ministério da Educação</a>, foi o de uma escola técnica em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. A principal oferta de curso era em pecuária, embora a população fosse maioritariamente indígena e a vocação local não tivesse nada a ver com isso. A explicação era simples: os professores sabiam dar formação em pecuária, então foi isso que ofereceram. É um exemplo didático de desalinhamento completo entre vocação local e formação oferecida. </p>
<p><b>E quando esse alinhamento dá certo? </b>Quando a vocação local é bem identificada, a história é outra. Veja o crescimento das energias renováveis no Nordeste. Há demanda por técnicos em manutenção de parques eólicos e solares. Se a formação técnica se organiza nessa direção, articulada ao arranjo produtivo, cria-se um caminho real de mobilidade para muitos jovens. <span></span></p>
<p><b>Em resumo, qual deve ser o próximo passo do Bolsa Família? </b>O programa já provou que consegue tirar pessoas da extrema pobreza, dar um mínimo de dignidade e abrir portas. O desafio agora é acelerar a mobilidade social. Isso significa otimizar políticas públicas que já existem, aprimorando-as continuamente, e coordenar melhor oferta e demanda. A palavra-chave é coordenação: entre União, estados, municípios e setores das políticas públicas; e entre as necessidades concretas das famílias e o que o Estado efetivamente entrega.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mercado de cerveja movimenta R$ 13 bilhões no Brasil, mesmo com queda no número de compras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
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					<description><![CDATA[Categoria cresceu 17% em valor nos últimos 12 meses até junho de 2026, enquanto o volume de transações recuou 3%, segundo o Instituto Foodservice Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="495" data-end="817">O mercado de cerveja segue entre os mais relevantes do consumo fora do lar no Brasil. Segundo levantamento da CREST e WISE SALES, do Instituto Foodservice Brasil (IFB), a categoria movimentou cerca de 13 bilhões de reais no acumulado de 12 meses até junho de 2026, crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior.<span class="PDq2pG_selectionAnchor" aria-hidden="true"></span></p>
<p data-start="819" data-end="1181">Apesar da alta no faturamento, o número de ocasiões de compra diminuiu. Foram registradas mais de 369,2 milhões de transações no período, uma retração de 3% frente ao acumulado até junho de 2025. Os dados indicam que a cerveja continua fortemente ligada aos momentos de socialização e alimentação, com as refeições noturnas concentrando 60% do consumo da bebida. O estudo também mostra que o consumo está concentrado entre pessoas de 35 a 59 anos, responsáveis por 66% das compras, enquanto os homens representam mais de 61% do público consumidor. Os bares seguem como principal canal de consumo, respondendo por cerca de 33% das ocasiões, à frente de supermercados e hipermercados, com 15%.</p>
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</div>
<p data-start="1513" data-end="1759">Entre os fatores que influenciam a escolha pela bebida, a conveniência aparece em 54% das respostas, seguida pelo hábito, citado por 53% dos consumidores. Esse último registrou crescimento de 14% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A presença da cerveja também permanece relevante nos estabelecimentos de alimentação. Segundo a WISE SALES, a categoria está presente em 11% dos cardápios do foodservice brasileiro. A região Sul lidera a oferta, com cervejas em 14% dos cardápios, seguida pelo Sudeste (13%), Centro-Oeste (9%), Nordeste (7%) e Norte (5%).</p>
<p data-start="2084" data-end="2488">Pubs e cervejarias concentram a maior presença da bebida, com participação em 43% dos cardápios, seguidos por bares (31%) e restaurantes mexicanos e latinos (30%). Restaurantes alemães (29%), pizzarias gastronômicas (28%), restaurantes portugueses (26%), culinária árabe (23%), churrascarias (17%), pizzarias (12%) e hamburguerias (12%) também figuram entre os estabelecimentos que mais oferecem cerveja. &#8220;Os dados reforçam o papel da cerveja como uma das bebidas mais associadas à socialização e às experiências gastronômicas, especialmente em ambientes fora do lar, onde combina tradição, conveniência e diferentes ocasiões de consumo&#8221;, afirma Ingrid Devisate, vice-presidente executiva do Instituto Foodservice Brasil (IFB).</p>
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		<title>Lula diz que Estado foi ‘aprisionado’ pela Faria Lima, mas reconhece autonomia do BC</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/economia/lula-diz-que-estado-foi-aprisionado-pela-faria-lima-mas-reconhece-autonomia-do-bc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Erlich]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[Política Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente candidato à reeleição não vê problema em emissão de dívidas para custear obras de infraestrutura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente<strong> Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva</strong> deu declarações mistas nesta quarta-feira, 5, sobre a condução da <strong>política fiscal</strong>. Por um lado, o mandatário defendeu uma política fiscal séria para que o<strong> Banco Central</strong> (BC) possa reduzir a taxa <strong>Selic</strong>, hoje fixada em 14,25% ao ano. A emissão de novas <strong>dívidas</strong> para custear investimentos do governo, no entanto, também é defendida pelo petista.</p>
<p>“Se o Estado tiver que fazer uma dívida por isso (investimentos em obras), pode fazer. Aqui no Brasil, o Estado foi aprisionado pela Faria Lima&#8221;, disse Lula em entrevista aos podcasts <em>Meteoro Brasil</em> e <em>Os 3 Elementos</em>. As declarações do presidente ocorreram horas antes de o <strong>Comitê de Política Monetária</strong> do BC (Copom) decidir sobre os rumos da Selic, em decisão marcada para às 18h30.</p>
<p>Lula disse que o governo não deve gastar mais dinheiro do que tem disponível, sugerindo que a política fiscal deve ser equilibrada em face de um <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">Banco Central</a> <strong>autônomo</strong> e que fixa juros elevados. “O Banco Central é autônomo, ele tem autonomia. Nós temos que cuidar para que, do ponto de vista econômico, a gente tenha bastante seriedade fiscal para não gastar aquilo que a gente não tem e, ao mesmo tempo, trabalhar para reduzir a taxa de juros”, disse o petista.</p>
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		<item>
		<title>Vice-líder de comitê do Senado dos EUA critica revogação do visto de embaixadora do Brasil</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/vice-lider-de-comite-do-senado-dos-eua-critica-revogacao-do-visto-de-embaixadora-do-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Embaixada]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Visto Americano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6322782</guid>

					<description><![CDATA[Democrata Jeanne Shaheen afirma que a medida contraria interesses americanos e prejudica relação bilateral com país 'parceiro']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A vice-líder do comitê de Relações Exteriores do Senado Estados Unidos, a democrata <strong>Jeanne Shaheen</strong>, de New Hampshire, criticou a decisão do governo do presidente <strong>Donald Trump</strong> de <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/governo-trump-diz-ter-revogado-visto-da-embaixadora-do-brasil-nos-eua/">revogar o </a></span><a href="https://veja.abril.com.br/brasil/governo-trump-diz-ter-revogado-visto-da-embaixadora-do-brasil-nos-eua/">visto da embaixadora do Brasil</a> em Washington, <strong>Maria</strong> <strong>Luiza Ribeiro Viotti</strong>.</p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"><span>A parlamentar, que foi primeira mulher na história americana a ser eleita tanto governadora quanto senadora,</span> afirmou que a medida contraria os interesses americanos e prejudica a relação bilateral com um país &#8220;parceiro&#8221;.</span></p>
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</div>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">&#8220;Nada representa melhor o avanço dos interesses dos Estados Unidos do que revogar o visto da principal diplomata de um de nossos parceiros&#8221;, disse Shaheen, de maneira irônica, em uma publicação nas redes sociais. &#8220;Mais uma vez, este governo desperdiçou a diplomacia, em prejuízo dos povos americano e brasileiro.&#8221;</span></p>
<p>O anúncio da revogação do visto de Viotti aconteceu na terça-feira 4. A medida do governo Trump está conectada ao fato do governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> não ter concedido o aval diplomático para que <strong>Daniel Perez</strong> assuma a embaixada americana no Brasil.</p>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/quem-e-daniel-perez-pivo-da-crise-diplomatica-que-levou-a-revogacao-do-visto-de-embaixadora-nos-eua/">+ Quem é Daniel Perez, pivô da crise diplomática que levou à revogação do visto de embaixadora nos EUA</a></strong></p>
<h3>Reação do governo brasileiro</h3>
<p>O governo do presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Luiz Inácio Lula da Silva</a> (PT) <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/brasil-decide-adotar-reciprocidade-contra-os-eua-apos-revogacao-do-visto-de-embaixadora/">decidiu que adotará o princípio de reciprocidade diplomática contra os Estados Unidos</a> em resposta à revogação do visto da embaixadora.</p>
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</div>
<p>Em nota oficial, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República classificou a medida como parte de uma “escalada deliberada de medidas hostis” contra o Brasil e rejeitou os argumentos apresentados pelo governo norte-americano para justificar a decisão.</p>
<p><strong><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/apos-crise-diplomatica-com-brasil-embaixada-da-franca-entra-na-mira-de-trump/">+ Após crise diplomática com Brasil, embaixada da França entra na mira de Trump</a></strong></p>
<p>No comunicado, o Palácio do Planalto afirma ainda que as duas justificativas apresentadas pelos Estados Unidos são “falsas”. O governo sustenta que o processo de concessão de <em>agrément</em> para embaixadores é confidencial, conforme estabelece o artigo 4 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, e argumenta que Washington tornou público o nome de seu indicado antes mesmo de formalizar o pedido de anuência ao governo brasileiro.</p>
<p>Brasil e Estados Unidos vivem uma fase de conflitos e de distanciamento, depois que o governo Trump decidiu aplicar <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/tarifaco-aumenta-tensao-entre-governo-lula-e-auxiliar-bolsonarista-de-trump/">duas rodadas de tarifas</a> contra o setor produtivo brasileiro. Recentemente, o <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/a-reacao-dos-eua-apos-governo-lula-negar-vistos-a-dois-funcionarios-de-trump/">governo brasileiro negou visto a dois integrantes do governo americano</a> que viriam ao Brasil para supostamente questionar o sistema eleitoral brasileiro.</p>
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		<title>A nova cobrança de Alexandre de Moraes contra o Telegram</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/a-nova-cobranca-de-alexandre-de-moraes-contra-o-telegram/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6321970</guid>

					<description><![CDATA[Ministro do STF determinou apresentação de dados e ameaçou imposição de multa diária de R$ 100 mil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, do STF, voltou a escalar as cobranças ao Telegram, aplicativo com o qual ele já teve diversos embates, inclusive determinando a suspensão, em 2022.</p>
<p>Nos últimos dias, Moraes cobrou, em quatro processos diferentes, que a plataforma apresente em 48 horas dados relacionados a investigações que tramitam na Corte. Em caso de descumprimento, será imposta uma multa de 100. 000 reais por dia.</p>
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</div>
<p>Em uma dessas ações, Moraes já havia cobrado informações sobre canais ou grupos que teriam divulgado conteúdo antidemocrático, com questionamento à lisura das eleições e incentivo a um golpe militar.</p>
<p>Com a falta de resposta, a PGR sugeriu a reiteração da ordem, com aumento da multa em caso de descumprimento, o que foi aceito pelo ministro.</p>
<p>&#8220;Acolho a manifestação da Procuradoria-Geral da República e determino a intimação da plataforma Telegram, para que forneça no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, sob pena de multa diária de R$ 100. 000,00 (cem mil reais), os dados cadastrais vinculados aos canais e grupos e os conteúdos divulgados&#8221;, determinou Moraes.</p>
<p>Decisões semelhantes foram proferidas em três outros casos que tramitam em sigilo, um deles envolvendo o blogueiro Paulo Figueiredo Filho, já denunciado duas vezes pela PGR.</p>
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		<title>Após crise diplomática com Brasil, Trump mira embaixada da França</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/apos-crise-diplomatica-com-brasil-embaixada-da-franca-entra-na-mira-de-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Júlia Sofia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6322754</guid>

					<description><![CDATA[Segundo jornal francês, Washington ameaça barrar novo embaixador em represália a críticas de Paris na ONU]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>A pressão diplomática exercida pelo governo de <strong>Donald Trump</strong> sobre o <strong>Brasil</strong> também se estende pela <strong>Europa</strong>. Segundo o jornal francês </span><i><span>Le Figaro</span></i><span>, os Estados Unidos ameaçam bloquear a nomeação do novo embaixador da França em Washington, <strong>Aurélien Lechevallier</strong>, como forma de retaliação às críticas feitas pela diplomacia francesa contra a posição americana no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.</span></p>
<p><span>A informação, divulgada nesta quarta-feira, 5, surge um dia após <a href="https://veja.abril.com.br/brasil/governo-trump-diz-ter-revogado-visto-da-embaixadora-do-brasil-nos-eua/">Washington revogar o visto da embaixadora brasileira</a> nos Estados Unidos, <strong>Maria Luiza Ribeiro Viotti</strong>, em mais um capítulo da crise entre os dois países. Embora os casos tenham motivações distintas, ambos sinalizam a estratégia da Casa Branca de utilizar instrumentos diplomáticos para pressionar governos considerados hostis à política externa americana.</span></p>
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</div>
<h3>Impasse na ONU</h3>
<p><span>De acordo com o </span><i><span>Figaro</span></i><span>, Lechevallier deveria assumir a embaixada francesa em setembro, mas o Departamento de Estado americano ainda não concedeu o </span><i><span>agrément</span></i><span> — o aval diplomático indispensável para que um embaixador tome posse no país anfitrião.</span></p>
<p><span>O impasse teria sido provocado por uma manifestação da representação francesa em Genebra que criticou a decisão dos Estados Unidos de se opor à renovação do mandato de <strong>Volker Türk</strong>, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Na ocasião, diplomatas franceses afirmaram que Washington deixou de ser um &#8220;farol dos direitos humanos&#8221; e passou a se alinhar a países como Rússia, Coreia do Norte e Nicarágua.</span></p>
<p><span>Segundo o jornal, autoridades americanas classificaram a declaração como &#8220;irresponsável&#8221;, &#8220;desrespeitosa&#8221; e &#8220;arrogante&#8221;, o que levou ao congelamento, ao menos temporário, da nomeação do diplomata francês.</span></p>
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<h3>As polêmicas medidas de Donald Trump</h3>
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<div class="abril-web-story-loader" aria-hidden="true"><span class="abril-web-story-loader-spinner"></span></div>
<iframe class="abril-web-story-iframe" title="As polêmicas medidas de Donald Trump | VEJA" data-web-story-src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/as-polemicas-medidas-de-donald-trump/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe>
<noscript><iframe class="abril-web-story-iframe" title="As polêmicas medidas de Donald Trump | VEJA" src="https://veja.abril.com.br/web-stories-abril/as-polemicas-medidas-de-donald-trump/" width="100%" height="600" sandbox="allow-scripts allow-popups allow-top-navigation allow-same-origin" data-web-stories-embed="true" loading="lazy"></iframe></noscript>
</div>
</div>
<h3>Atritos</h3>
<p><span>O episódio é apenas o mais recente de uma série de atritos entre Paris e Washington, que nos últimos meses divergiram sobre direitos humanos, tarifas comerciais, segurança no <strong>Oriente Médio</strong>, <strong>Groenlândia</strong> e supostas interferências em processos eleitorais europeus. Em um desses episódios, a delegação americana chegou a deixar uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas durante um discurso da França.</span></p>
<p>Os jornais franceses <i>Le Figaro</i> e <i>Le Monde</i> também destacaram a recente decisão de Washington de revogar o visto de Viotti. Segundo as publicações, a medida contra a embaixadora brasileira representa uma rara demonstração de pressão diplomática, ligada ao atraso do governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> em conceder o <i>agrément</i> ao <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/quem-e-daniel-perez-pivo-da-crise-diplomatica-que-levou-a-revogacao-do-visto-de-embaixadora-nos-eua/">indicado de Trump para comandar a embaixada americana em Brasília, Daniel Perez</a>.</p>
<p><span>Os Estados Unidos afirmaram que a revogação do visto poderá ser revertida caso o Brasil aprove a nomeação do diplomata. O Planalto reagiu classificando a decisão como parte de uma &#8220;escalada deliberada de medidas hostis&#8221; contra o país.</span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Ambipar põe R$ 1,2 bilhão em créditos na mesa para amarrar apoio ao plano</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/ambipar-poe-r-12-bilhao-em-creditos-na-mesa-para-amarrar-apoio-ao-plano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Machado da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordo reserva US$ 25 milhões ao comitê que negociou a reestruturação e entrega o valor excedente da venda dos ativos aos bondholders que aderirem dentro do prazo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ambipar colocou uma carteira de créditos judiciais com valor de face de R$ 1,2 bilhão no centro da negociação para aprovar seu plano de recuperação judicial. O acordo firmado com detentores de títulos no exterior reserva pagamentos e todo o eventual excedente da venda desses ativos aos bondholders que se comprometerem a apoiar a reestruturação.</p>
<p>A engenharia identificada pelo Radar Econômico vai além dos US$ 50 milhões inicialmente destacados no acordo. Os primeiros US$ 25 milhões serão pagos exclusivamente aos integrantes do comitê que negociou com a Ambipar. Outros US$ 25 milhões serão divididos entre os detentores de bonds que aderirem ao compromisso de apoio ao plano.</p>
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</div>
<p>Se a venda dos chamados pré-precatórios render mais de US$ 50 milhões líquidos, todo o excedente também ficará com os bondholders aderentes. Na prática, o acordo dá a esse grupo prioridade econômica sobre uma carteira contabilizada pela Ambipar por R$ 1,219 bilhão.</p>
<p>Em contrapartida, os credores que assinarem o acordo ficam obrigados a votar a favor do plano. A companhia já obteve o compromisso de investidores que representam 53,8% dos US$ 1,043 bilhão em green bonds, mas tenta ampliar a adesão antes da assembleia de credores.</p>
<p>A primeira convocação está marcada para 25 de agosto. Se não houver quórum, a votação ocorrerá em 1º de setembro. A proteção judicial contra execuções termina em 19 de setembro, deixando uma janela de apenas 18 dias entre a segunda convocação e o fim do prazo.</p>
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</div>
<p>A venda dos créditos não precisa ocorrer antes da assembleia. Pelo acordo, a Ambipar terá até 180 dias para pagar a primeira parcela de US$ 25 milhões e até 365 dias para desembolsar a segunda. Caso os ativos sejam vendidos antes, porém, o dinheiro deverá ser repassado aos credores praticamente de imediato.</p>
<p>Os créditos judiciais também carregam um capítulo ainda pouco explicado da crise. A Ambipar mantinha cerca de R$ 700 milhões aplicados em CDBs do Banco Master e trocou esses papéis pelos pré-precatórios antes do agravamento de sua situação financeira e da liquidação do banco, segundo informações divulgadas pelo Broadcast.</p>
<p>A companhia não informou quais processos deram origem aos créditos, quanto pagou por eles, quem realizou a cessão nem por qual valor poderiam ser vendidos. A cifra de R$ 1,2 bilhão representa o valor de face da carteira e não necessariamente o dinheiro que a Ambipar conseguirá levantar. O tamanho do desconto será decisivo para saber quanto os bondholders receberão pelo apoio ao plano.</p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Suzana Alves, ex-Tiazinha, detalha momento que sentiu ‘traição’ de Luciano Huck</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/suzana-alves-ex-tiazinha-detalha-momento-que-sentiu-traicao-de-luciano-huck/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Huck]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6322783</guid>

					<description><![CDATA[Musa dos anos 90 relembrou período na TV e negou rivalidade com a 'Feiticeira' Joana Prado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-id="948p3i">A atriz <strong>Suzana Alves</strong>, mais conhecida por interpretar o papel de <strong>Tiazinha</strong> nos anos 90, revelou ter se sentido &#8220;traída&#8221; por <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/luciano-huck-comemora-aprovacao-do-filho-na-faculdade-saiba-mensalidade/"><strong>Luciano Huck</strong></a> durante o período em que os dois trabalharam juntos no <em>Programa H</em>, da Band. Na época, Suzana era um dos destaques da TV brasileira, mas viu o apresentador e a direção do programa optando por lançar uma nova personagem, a <strong>Feiticeira,</strong> de <strong><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/evangelica-ex-musa-do-carnaval-joana-prado-cultura-da-macumba/">Joana Prado</a>,</strong> sem informá-la.</p>
<p data-id="948p3i">(<i>Agora a</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
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</div>
<p data-id="XNbCWD">&#8220;Me chamaram no camarim cinco minutos antes dela entrar no programa ao vivo. Só lembro que fiquei triste, fui chorar. Chorei só porque me senti traída. Nada a ver com a Joana, mas com a direção e com o Luciano&#8221;, disse ela, em entrevista ao programa Sensacional, da RedeTV.</p>
<p data-id="2qD5K3">Suzana também afirmou que nunca teve problemas pessoais com Joana Prado e que a rivalidade entre as duas foi alimentada pela imprensa. &#8220;A gente não se falava, mas não que a gente tenha discutido&#8221;, revelou. Ao relembrar o período em que viveu a personagem Tiazinha, a atriz disse ainda que precisou lidar com estereótipos e comentários negativos que afetaram sua saúde emocional.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Edwin Luisi fala de temática LGBT+, influencers na TV e detalha adoção tardia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vJ2uZ6hGhSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Um quarto do PIB do Brasil passa por aqui, diz diretor-presidente da Anvisa</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/saude/um-quarto-do-pib-do-brasil-passa-por-aqui-diz-diretor-presidente-da-anvisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Sponchiato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Ilegalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva no Dia Nacional da Vigilância Sanitária, Leandro Pinheiro Safatle fala sobre canetas emagrecedoras, polilaminina e onda de fiscalizações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cidadão pode até não perceber, mas a <strong>vigilância sanitária</strong> está ao redor dele 24 horas por dia. Sem exagero. Cerca de um quarto do produto interno bruto (PIB) do país passa pelo escrutínio da <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a>, que regula de <strong>alimentos</strong> a <strong>medicamentos</strong> e<strong> produtos de limpeza</strong> no país.</p>
<p>Recentemente, as ações de fiscalização do órgão se intensificaram e ganharam repercussão nacional, como ocorreu com a suspensão de<strong> produtos da Ypê</strong> e de remédios por falhas de qualidade na fabricação.</p>
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<p>Por outro lado, alguns desafios persistem, como a ampla propaganda irregular de suplementos e o mercado paralelo das <strong>canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai</strong>.</p>
<p>A Anvisa atua ainda em temas sensíveis, que protagonizam debates acalorados nas redes sociais, caso da <strong>polilaminina</strong>, medicamento ainda experimental para lesões medulares que tem sido liberado para uso compassivo.</p>
<p>No Dia Nacional da Vigilância Sanitária, <strong>Leandro Pinheiro Safatle</strong>, o diretor-presidente da entidade, fala a VEJA sobre essas e outras questões que ganham o debate público e a rotina da população.</p>
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<p><strong>O senhor completa em agosto um ano no comando da Anvisa. Pode fazer um balanço da atuação da agência nesse período? </strong>Quando assumimos, havia filas muito grandes de medicamentos, produtos e equipamentos aguardando avaliação da agência. Isso é crítico porque regulamos um quarto do PIB do país por aqui – medicamentos, agrotóxicos, serviços hospitalares, cosméticos, alimentos… Então fizemos uma coisa inédita na história da Anvisa para lidar com esse problema: um conjunto de 125 iniciativas diferentes e a instauração de uma sala de situação que monitora diariamente o status das filas.</p>
<p><strong>E qual foi o resultado? </strong>O efeito disso foi um primeiro semestre recorde na agência. Em todas as filas nós batemos recordes de avaliação e de produtividade. Algumas filas foram eliminadas e nosso foco é zerar todas até o fim do ano.</p>
<p><strong>E o que ainda falta ser resolvido? </strong>Um grande desafio é regular a inovação em saúde, que é um dos setores mais disruptivos atualmente. Estamos lançando medicamentos e dispositivos personalizados, de altíssimo custo, que curam doenças antes incuráveis. Só que esses produtos borram as fronteiras das “caixinhas” de avaliação que usamos hoje, então é preciso preparar a agência para essa nova realidade. E há ainda outro fato novo acontecendo, que são as empresas farmacêuticas nacionais inovando.</p>
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</div>
<p><strong>Como assim? </strong>A indústria cresceu com os genéricos, agora já está fazendo biossimilares, que são moléculas complexas, e inclusive apresentando inovações radicais <em>[produtos totalmente novos não lançados por empresas de outros países]. </em></p>
<p><strong>Falando nisso, um caso que chamou a atenção recentemente foi o da polilaminina. Qual a visão da agência sobre as polêmicas em torno do medicamento e os pedidos de uso compassivo? </strong>É uma questão que preocupa um pouco a gente pelo número de pedidos do uso compassivo. Por um lado, é a população querendo ter acesso a algo que promete resultados muito importantes em termos de saúde. Por outro, o processo para esse acesso deve seguir o rito regulatório e o uso compassivo não substitui o estudo clínico. O produto já tem a aprovação para começar a fase 1 das pesquisas, e deverá passar também pelas fases 2 e 3 para que haja toda a segurança possível para o lançamento do produto, caso ele se mostre efetivo.</p>
<p><strong>A Anvisa proibiu a manipulação de semaglutida, princípio ativo do Ozempic, mas as farmácias de manipulação seguem oferecendo tirzepatida, substância do Mounjaro, além de implantes hormonais. São práticas que, embora não ilegais, recebem críticas da comunidade científica. Como a Anvisa encara essa questão? Há alguma intenção de aprimorar a regulação das farmácias de manipulação? </strong>No semestre passado, tivemos o maior número de fiscalizações de farmácias de manipulação já registrado na história da Anvisa. As que não seguem boas práticas estão sendo autuadas e muitas foram fechadas, inclusive. E vamos continuar nessa toada para o semestre atual. Também estamos discutindo novas normas para a manipulação. Ao mesmo tempo, há a questão da importação irregular dessas canetas, vindas especialmente do Paraguai. Estamos atuando junto à <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a> na identificação do que está sendo importado, e temos identificado uma série de problemas dentro desses produtos.</p>
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<p><strong>Que tipos de problema? </strong>Algumas têm apenas traços de tirzepatida, ou uma quantidade inadequada, ou ainda outros componentes com problemas na fórmula. Isso é muito grave e reforça veemente a preocupação com o uso de produtos irregulares no país.</p>
<p><strong>Alguns desses produtos são aprovados pela Dinavisa, a agência regulatória do Paraguai, mesmo que sejam feitos com princípios ativos protegidos por patente. Há algum diálogo com a agência paraguaia sobre o assunto? </strong>Estamos trabalhando num memorando de entendimento com o governo paraguaio, que deve ser anunciado em breve, para ajudar nesse processo de fiscalização. A Dinavisa tem regras diferentes da nossa, especialmente na questão das patentes, mas há produtos sendo importados que não são sequer aprovados no próprio Paraguai. Estamos em diálogo com eles para aprimorar a fiscalização, mas, de qualquer forma, não autorizamos a comercialização de produtos sem registro no Brasil.</p>
<p><strong>Nos últimos anos, a imprensa registrou uma queda no número de funcionários da Anvisa. A agência tem pessoal para lidar com tantas demandas?</strong> De fato, não temos o quadro de funcionários ideal, mas isso é normal para toda a administração pública. Mas estamos trabalhando com o que temos e isso tem dado resultado. Agora, conseguimos um reforço importante com o Governo Federal: 100 servidores chegaram esse ano, maior entrada de servidores nos últimos 10 anos. Depois, tivemos mais um concurso para 14 colaboradores. Nosso quadro ainda é bastante limitado, mas estamos melhorando.</p>
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<p><strong>A Anvisa lida com temas técnicos que viram pautas emocionais e políticas. Como vocês conciliam o rigor científico com a pressão da opinião pública nesses casos? </strong>Esse é um trabalho bastante difícil aqui, mas, de fato, é nossa função usar o rigor metodológico e científico, que é  necessário para nossas tomadas de decisões. Isso é o que dá segurança para a gente não entrar nesse embate político. Todas as nossas decisões são baseadas em evidências científicas, e também temos trabalhado muito na questão da comunicação, para que o cidadão também entenda isso.</p>
<p><em><strong>Esta entrevista será publicada na íntegra na revista VEJA SAÚDE</strong></em></p>
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		<title>A atitude de Gabigol após confusão gerada por Neymar em jogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Gabigol]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Neymar]]></category>
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					<description><![CDATA[Camisa 9 do Santos reagiu à briga com dirigentes do Remo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-id="nL8SeF">Depois de uma classificação difícil contra o Remo na Copa do Brasil, <strong><a href="https://veja.abril.com.br/esporte/neymar-faz-dancinha-xinga-e-provoca-torcida-do-remo-em-vitoria-do-santos/">Neymar</a></strong> chamou a atenção ao se envolver em uma <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/neymar-faz-dancinha-xinga-e-provoca-torcida-do-remo-em-vitoria-do-santos/#google_vignette">confusão generalizada com dirigentes e torcedores</a>. No túnel que dá acesso aos vestiários, o camisa 10 comemorou a vitória de forma efusiva e provocou os rivais, dando início a um bate-boca repleto de xingamentos.</p>
<p data-id="nL8SeF">Enquanto um clima de guerra se alastrava no Mangueirão, o atacante <strong>Gabigol</strong> foi flagrado pelas câmeras incrédulo ao ver o cenário armado pelo ex-craque da Seleção Brasileira. Ao ser questionado pelos repórteres presentes, ele rapidamente se isentou de responsabilidade: &#8220;Eu não fiz nada&#8221;.</p>
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</div>
<p data-id="nL8SeF">(<i>Agora a</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
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			<media:title type="html">Neymar e Gabigol durante treino do Santos no CT Rei Pelé</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Irã anuncia acordo com Omã para gestão conjunta do Estreito de Ormuz</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/ira-anuncia-acordo-com-oma-para-gestao-conjunta-do-estreito-de-ormuz/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/mundo/ira-anuncia-acordo-com-oma-para-gestao-conjunta-do-estreito-de-ormuz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta estabelece um novo sistema de navegação, diferente do adotado antes da guerra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O <strong>Irã</strong> anunciou nesta quarta-feira, 5, que chegou a um acordo com o <strong>Omã</strong> sobre a divisão e administração do <strong>Estreito de Ormuz</strong>, rota por onde passa um quinto do petróleo e gás consumidos no planeta.</span></p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O ministério de Relações Exteriores iraniano informou que os negociadores de ambos os países estão finalizando os detalhes da administração conjunta da passagem e do controle do tráfego de embarcações.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">&#8220;As coordenadas geográficas da rota proposta pelos dois países já foram definidas. Se não houver interferência de terceiros, a declaração conjunta, que reunirá os principais pontos de consenso e as considerações acordadas, também está em fase final de revisão e redação&#8221;, disse o porta-voz do ministério, Esmaeil Baqaei.</span></p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A proposta estabelece um novo sistema de navegação, diferente do adotado antes da guerra. Pelo acordo, os navios entrarão no Golfo Pérsico por uma rota sob controle do Irã e deixarão a região por uma passagem administrada por Omã, em uma tentativa de reorganizar o fluxo marítimo na área.</span></p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Apesar do avanço nas negociações, Baqaei ressaltou que o entendimento bilateral, por si só, não será suficiente para garantir a segurança no estreito. Segundo ele, o impasse permanece ligado ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos a portos iranianos e à oposição de Washington à cobrança de pedágios ou à exigência de autorizações por parte do Irã para a navegação.</span></p>
<h3>Ponto de atrito</h3>
<p>Estratégica rota marítima no centro das tensões no <strong>Oriente Médio</strong>, Ormuz tem sido um dos principais pontos de atrito ao longo das tentativas diplomáticas para encerrar o conflito e foi o estopim das novas <span> ofensivas entre Irã e <strong>Estados Unidos</strong> após os dois acordos de cessar-fogo (de abril e junho).</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O novo acordo foi firmado poucas horas após o presidente americano <strong>Donald Trump</strong> <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/a-nova-ameaca-de-trump-ao-ira-se-estreito-de-ormuz-nao-for-aberto-nesta-quarta-feira/">afirmar que o Irã seria “duramente atingido” caso as negociações para reabrir o estreito fracassem</a>.</span></p>
<div>
<div>O Irã expressou intenção de ampliar seu controle sobre a rota e cobrar pedágios, algo que não fazia antes da guerra, medidas às quais os Estados Unidos se opõem. Além disso, o Ministério das Relações Exteriores iraniano negou estar negociando com Washington, apesar de Trump insistir que as conversas estão em andamento. Já o <strong>Catar</strong>, mediador nas conversas, afirmou que os contatos diplomáticos continuavam em andamento, mas que não estavam previstas reuniões diretas entre as partes.</div>
<div>Possíveis termos do acordo</div>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<div>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O portal de notícias Axios citou, sob condição de anonimato, autoridades regionais e um funcionário americano sobre um possível arranjo de 60 dias para a passagem segura pelo estreito — período durante o qual não seria cobrado nenhum pedágio. Segundo a apuração, o trato, que vinha sendo negociado há várias semanas, visa retomar o cessar-fogo e reiniciar o processo diplomático mais amplo, com intuito de chegar a um acordo nuclear.</span></p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Essas tratativas envolveram conversas diretas entre Omã e Irã, e mediadores do Catar, do <strong>Paquistão</strong> e da <strong>Arábia Saudita</strong>. A Casa Branca também participou ativamente: segundo o Axios, houve várias conversas telefônicas entre o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, os chanceleres do Irã, Abbas Araghchi, e de Omã, Badr al-Busaidi.</span></p>
<h3><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Ataque no Mar Vermelho</span></h3>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">As perturbações no fluxo de navegação em Ormuz aumentaram a importância das rotas marítimas pelo <strong>Mar Vermelho</strong>, onde os rebeldes <strong>hutis</strong>, grupo apoiado pelo Irã que controla amplos territórios no <strong>Iêmen</strong>, declararam em 20 de julho um bloqueio marítimo à Arábia Saudita, aliada próxima de Washington, e atacaram infraestruturas petrolíferas do reino.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O porto saudita de Yanbu, no Mar Vermelho, permitiu a Riad manter seus envios aos mercados globais, contornando completamente Ormuz, mas desde que os hutis anunciaram seu bloqueio, reivindicaram ataques contra vários navios. Na terça-feira, a embarcação indiana MSV Faize Noore Oliya afundou em local próximo à costa do Iêmen após ter sido bombardeado. Autoridades da Índia informaram que os 14 tripulantes foram resgatados, enquanto o governo iemenita atribuiu a incursão aos rebeldes.</span></p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Também na terça-feira, um aeroporto no sudoeste da Arábia Saudita, perto da fronteira com o Iêmen, suspendeu suas operações depois de um ataque huti.</span></p>
</div>
</div>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A medida de Flávio Bolsonaro para facilitar registro de candidatura</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/a-medida-de-flavio-bolsonaro-para-facilitar-registro-de-candidatura/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/a-medida-de-flavio-bolsonaro-para-facilitar-registro-de-candidatura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gullino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior Eleitoral (TSE)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6320239</guid>

					<description><![CDATA[Senador antecipou pagamento de multa pendente de 2022 para conseguir certidão de quitação eleitoral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/flavio-bolsonaro/">Flávio Bolsonaro</a> (PL-RJ) antecipou o pagamento de uma multa de 25. 000 reais, referente às eleições de 2022, para conseguir sua certidão de quitação eleitoral, necessária para o registro de candidatura.</p>
<p>Flávio fez o pagamento espontaneamente, antes de ser intimado, para acelerar o processo.</p>
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</div>
<p>A punição foi imposta em 2024, devido a uma publicação de dois anos antes na qual Flávio acusou o então candidato <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> de ser favorável ao aborto.</p>
<p>Em junho deste ano, o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a> rejeitou um recurso do senador e manteve a decisão. O próximo passo era transformar o processo em um cumprimento de sentença, quando ocorreria a cobrança, mas Flávio antecipou-se a isso.</p>
<p>O prazo para registro de candidaturas termina no dia 16 de agosto.</p>
<p>A estratégia deu certo, e o pagamento já foi reconhecido, levando ao encerramento do processo.</p>
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		<title>Irmão de Bruno Gagliasso debocha de ator após reclamação contra McDonald’s</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Gagliasso]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputado Estadual no Rio, Thiago Gagliasso afirmou que irá propor o 'PL Bruno Gagliasso' para garantir unidades do fast food abertas 24h]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após o ator <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/bruno-gagliasso-e-criticado-por-descuido-em-festival/"><strong>Bruno Gagliasso</strong></a> ser duramente criticado por &#8216;denunciar&#8217; o fato de uma unidade do McDonald&#8217;s em Petrópolis fechar 10 minutos mais cedo, seu irmão <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/bruno-gagliasso-e-atacado-pelo-irmao-em-nova-rusga-politica-vira-homem/"><strong>Thiago</strong></a> fez uma publicação sobre o episódio, ironizando o comportamento do artista. Em um vídeo compartilhado no Instagram, ele debocha de posicionamentos políticos do artista, afirmando que o irmão está no direito dele de comer um &#8220;McPicanha&#8221; por ter votado no presidente <strong>Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva</strong> e que o global &#8220;reclama tanto&#8221; da escala 6&#215;1 por preferir a &#8220;escala 7&#215;0&#8221;. Além disso, Thiago, que é deputado estadual pelo PL-RJ, afirmou que irá propor o &#8220;PL Bruno Gagliasso&#8221;, para deixar todos os McDonald&#8217;s abertos 24 horas por dia.</p>
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<div class="noreadme-audima abril-web-story-embed" data-web-story-lazy="1" data-web-story-state="idle">
<h3>As ações de indenização que deram o que falar em 2026</h3>
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<p>(<i>Agora a</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>coluna GENTE</i></a><i> também está no</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>Instagram</i></a><i>. Siga o perfil</i><a href="https://www.instagram.com/veja.gente/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/veja.gente/&amp;source=gmail&amp;ust=1786018016185000&amp;usg=AOvVaw3v7iQUwkBJD-nR2hnBwIYX"><i> </i><i>@veja.gente</i></a>)</p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Edwin Luisi fala de temática LGBT+, influencers na TV e detalha adoção tardia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vJ2uZ6hGhSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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