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	<title>VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos</title>
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	<description>A maior revista semanal de informação do Brasil. Informações exclusivas e notícias diárias, além de especiais inéditos on-line e colunistas exclusivos. Versão integral de VEJA e arquivo de edições anteriores.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Apr 2026 19:35:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>VEJA</title>
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		<title>STF desfalcado poderia ser desculpa perfeita para Lula fazer nova indicação, avaliam aliados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo está dividido e uma ala do Executivo defende que presidente espera a poeira baixar antes de considerar lançar novo nome para a Corte ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aliados do presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva avaliam que a atual composição do STF &#8211; desfalcado desde o ano passado após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso &#8211; pode ser a desculpa perfeita para que o petista faça uma nova indicação para a Corte nas próximas semanas.</p>
<p>Apesar dos abalos em função da rejeição do nome de Jorge Messias pelos senadores, a possibilidade de o petista fazer uma nova escolha para a Corte divide opiniões dos aliados de Lula.</p>
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</div>
<p>Enquanto uma ala avalia que Lula deveria lançar um novo nome para o Supremo e despachá-lo para análise do Congresso para reforçar que é ele quem tem a prerrogativa de fazer a indicação, outro grupo acredita que o momento é de cautela, de esperar a poeira baixar e de não fazer nada que possa representar uma declaração de guerra à cúpula do Congresso.</p>
<p>Horas após a derrota acachapante de Messias, interlocutores de Lula descartavam completamente a possibilidade de o presidente encaminhar um novo nome no curto prazo e apostavam que o assunto seria retomado somente depois das eleições.</p>
<p>Um dia depois, porém, um grupo já aderiu à tese de que a atual situação da Corte, com 10 membros, deveria ser levada em consideração para antecipar a indicação.</p>
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</div>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">O presidente Lula</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>PL da Dosimetria: Veja como votaram os deputados e senadores para derrubar o veto de Lula</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/pl-da-dosimetria-veja-como-votaram-os-deputados-e-senadores-para-derrubar-o-veto-de-lula/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna Satie]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[atentado de 8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136156</guid>

					<description><![CDATA[Entre os deputados, o placar foi de 318 a 144 pela derrubada; no Senado, de 49 a 24]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional <a href="https://veja.abril.com.br/politica/em-nova-derrota-a-lula-congresso-derruba-veto-ao-pl-da-dosimetria/">derrubou na tarde desta quinta-feira</a>, 30, o veto do presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva (PT) ao PL da Dosimetria, que pode reduzir as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado após a última eleição presidencial.</p>
<p>Votaram pela derrubada 318 deputados e 49 senadores, impondo ao governo outra <a href="https://veja.abril.com.br/politica/o-recado-de-messias-no-instagram-apos-derrota-historica-no-senado/">derrota um dia após a rejeição da indicação de Jorge Messias</a> ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>.</p>
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</div>
<p>A redução da pena não é automática: o juiz de cada caso vai analisar e recalcular os dias restantes, caso solicitado. Entretanto, antes mesmo da votação do veto, o PT já havia sinalizado que vai judicializar a decisão dos parlamentares.</p>
<p><strong>Veja como votaram os parlamentares (sim é pela manutenção do veto; não, pela derrubada):</strong></p>
<h3>Câmara dos Deputados</h3>
<p>Acácio Favacho (MDB-AP): Não<br />
Adail Filho (MDB-AM): Não<br />
Adilson Barroso (PL-SP): Não<br />
Adolfo Viana (PSDB-BA): Não<br />
Adriana Ventura (Novo-SP): Não<br />
Adriano do Baldy (PP-GO): Não<br />
Aécio Neves (PSDB-MG): Não<br />
Afonso Florence (PT-BA): Sim<br />
Afonso Hamm (PP-RS): Não<br />
Afonso Motta (PDT-RS): Sim<br />
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB): Não<br />
Airton Faleiro (PT-PA): Sim<br />
AJ Albuquerque (PP-CE): Não<br />
Alberto Fraga (PL-DF): Não<br />
Albuquerque (Republican-RR): Não<br />
Alceu Moreira (MDB-RS): Não<br />
Alencar Santana (PT-SP): Sim<br />
Alex Manente (Cidadania-SP): Não<br />
Alexandre Guimarães (MDB-TO): Não<br />
Alexandre Leite (União-SP): Não<br />
Alexandre Lindenmeyer (PT-RS): Sim<br />
Alice Portugal (PCdoB-BA): Sim<br />
Aliel Machado (PV-PR): Sim<br />
Aline Gurgel (União-AP): Não<br />
Alfredinho (PT-SP): Sim<br />
Alfredo Gaspar (PL-AL): Não<br />
Altineu Côrtes (PL-RJ): Não<br />
Aluisio Mendes (Republican-MA): Não<br />
Amaro Neto (PP-ES): Não<br />
Amanda Gentil (PP-MA): Não<br />
Ana Paula Leão (PP-MG): Não<br />
Ana Paula Lima (PT-SC): Sim<br />
Ana Paula Lobato (PSB-MA): Sim<br />
Ana Pimentel (PT-MG): Sim<br />
André Abdon (PP-AP): Não<br />
André Ferreira (PL-PE): Não<br />
André Fernandes (PL-CE): Não<br />
André Figueiredo (PDT-CE): Sim<br />
André Fufuca (PP-MA): Sim<br />
André Janones (Rede-MG): Sim<br />
Antônia Lúcia (MDB-AC): Não<br />
Antonio Andrade (PSDB-TO): Não<br />
Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP): Não<br />
Antônio Doido (MDB-PA): Não<br />
Arlindo Chinaglia (PT-SP): Sim<br />
Arnaldo Jardim (Cidadania-SP): Não<br />
Arthur Lira (PP-AL): Não<br />
Arthur Oliveira Maia (União-BA): Não<br />
Átila Lira (PP-PI): Não<br />
Aureo Ribeiro (Solidaried-RJ): Não<br />
Bacelar (PV-BA): Sim<br />
Baleia Rossi (MDB-SP): Não<br />
Bandeira de Mello (PV-RJ): Sim<br />
Benes Leocádio (União-RN): Não<br />
Benedita da Silva (PT-RJ): Sim<br />
Beto Pereira (Republican-MS): Não<br />
Beto Preto (PSD-PR): Abstenção<br />
Beto Richa (PSDB-PR): Não<br />
Bia Kicis (PL-DF): Não<br />
Bibo Nunes (PL-RS): Não<br />
Bohn Gass (PT-RS): Sim<br />
Bruno Farias (Republican-MG): Não<br />
Bruno Ganem (Podemos-SP): Não<br />
Cabo Gilberto Silva (PL-PB): Não<br />
Camila Jara (PT-MS): Sim<br />
Capitão Alberto Neto (PL-AM): Não<br />
Capitão Alden (PL-BA): Não<br />
Capitão Augusto (PL-SP): Não<br />
Carla Dickson (PL-RN): Não<br />
Carlos Chiodini (MDB-SC): Não<br />
Carlos Gomes (Republican-RS): Não<br />
Carlos Henrique Gaguim (União-TO): Não<br />
Carlos Jordy (PL-RJ): Não<br />
Carlos Sampaio (PSD-SP): Não<br />
Carlos Veras (PT-PE): Sim<br />
Carlos Zarattini (PT-SP): Sim<br />
Carol Dartora (PT-PR): Sim<br />
Caroline de Toni (PL-SC): Não<br />
Castro Neto (MDB-PI): Sim<br />
Célia Xakriabá (PSOL-MG): Sim<br />
Célio Silveira (MDB-GO): Não<br />
Célio Studart (PSD-CE): Sim<br />
Celso Russomanno (Republican-SP): Não<br />
Celso Sabino (PDT-PA): Sim<br />
Cezinha de Madureira (PL-SP): Não<br />
Chico Alencar (PSOL-RJ): Sim<br />
Clarissa Tércio (PP-PE): Não<br />
Claudio Cajado (PP-BA): Não<br />
Cleber Verde (MDB-MA): Não<br />
Cleitinho (Republican-MG): Não<br />
Clodoaldo Magalhães (PV-PE): Sim<br />
Cobalchini (MDB-SC): Não<br />
Coronel Assis (PL-MT): Não<br />
Coronel Chrisóstomo (PL-RO): Não<br />
Coronel Fernanda (PL-MT): Não<br />
Coronel Meira (PL-PE): Não<br />
Coronel Ulysses (União-AC): Não<br />
Cristiane Lopes (Podemos-RO): Não<br />
Daiana Santos (PCdoB-RS): Sim<br />
Da Vitoria (PP-ES): Não<br />
Damares Alves (Republicanos-DF): Não<br />
Dandara (PT-MG): Sim<br />
Daniel Agrobom (PSD-GO): Não<br />
Daniel Almeida (PCdoB-BA): Sim<br />
Daniel Barbosa (PP-AL): Sim<br />
Daniel Freitas (PL-SC): Não<br />
Daniel Trzeciak (PSDB-RS): Não<br />
Daniela do Waguinho (Republican-RJ): Sim<br />
Daniela Reinehr (PL-SC): Não<br />
Danilo Forte (PP-CE): Não<br />
Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS): Não<br />
David Soares (Podemos-SP): Não<br />
Delegada Adriana Accorsi (PT-GO): Sim<br />
Delegada Ione (Avante-MG): Não<br />
Delegada Katarina (PSD-SE): Sim<br />
Delegado Caveira (PL-PA): Não<br />
Delegado da Cunha (União-SP): Não<br />
Delegado Éder Mauro (PL-PA): Não<br />
Delegado Fabio Costa (PP-AL): Não<br />
Delegado Marcelo Freitas (União-MG): Não<br />
Delegado Matheus Laiola (União-PR): Não<br />
Delegado Palumbo (Podemos-SP): Não<br />
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP): Não<br />
Denise Pessôa (PT-RS): Sim<br />
Diego Andrade (PSD-MG): Não<br />
Diego Coronel (Republican-BA): Não<br />
Diego Garcia (União-PR): Não<br />
Dilceu Sperafico (PP-PR): Não<br />
Dilvanda Faro (PT-PA): Sim<br />
Dimas Fabiano (PP-MG): Não<br />
Dimas Gadelha (PT-RJ): Sim<br />
Domingos Neto (PSD-CE): Sim<br />
Domingos Sávio (PL-MG): Não<br />
Dorinaldo Malafaia (PDT-AP): Sim<br />
Dr Flávio (PL-RJ): Não<br />
Dr. Daniel Soranz (PSD-RJ): Sim<br />
Dr. Fernando Máximo (PL-RO): Não<br />
Dr. Francisco (PT-PI): Sim<br />
Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO): Não<br />
Dr. Jaziel (PL-CE): Não<br />
Dr. Luiz Ovando (PP-MS): Não<br />
Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES): Não<br />
Dr. Zacharias Calil (MDB-GO): Não<br />
Dra. Alessandra Haber (Podemos-PA): Não<br />
Doutor Luizinho (PP-RJ): Não<br />
Duarte Jr. (Avante-MA): Não<br />
Duda Salabert (PSOL-MG): Sim<br />
Eduardo da Fonte (PP-PE): Não<br />
Eduardo Velloso (Solidaried-AC): Não<br />
Elcione Barbalho (MDB-PA): Sim<br />
Eli Borges (Republican-TO): Não<br />
Elmar Nascimento (União-BA): Não<br />
Emanuel Pinheiro Neto (PSD-MT): Sim<br />
Emidinho Madeira (PL-MG): Não<br />
Erika Hilton (PSOL-SP): Sim<br />
Erika Kokay (PT-DF): Sim<br />
Eros Biondini (PL-MG): Não<br />
Eunício Oliveira (MDB-CE): Sim<br />
Fabio Garcia (União-MT): Não<br />
Fabio Reis (PSD-SE): Não<br />
Fabio Schiochet (União-SC): Não<br />
Fábio Macedo (Podemos-MA): Sim<br />
Fábio Teruel (MDB-SP): Não<br />
Fausto Jr. (União-AM): Não<br />
Fausto Pinato (União-SP): Não<br />
Felipe Becari (Podemos-SP): Não<br />
Felipe Carreras (PSB-PE): Sim<br />
Felipe Francischini (Podemos-PR): Não<br />
Félix Mendonça Júnior (PDT-BA): Sim<br />
Fernanda Melchionna (PSOL-RS): Sim<br />
Fernanda Pessoa (PSD-CE): Sim<br />
Fernando Coelho Filho (União-PE): Não<br />
Fernando Mineiro (PT-RN): Sim<br />
Fernando Monteiro (PSD-PE): Sim<br />
Fernando Rodolfo (PRD-PE): Não<br />
Filipe Barros (PL-PR): Não<br />
Filipe Martins (PL-TO): Não<br />
Flávio Nogueira (PT-PI): Sim<br />
Florentino Neto (PT-PI): Sim<br />
Franciane Bayer (Republican-RS): Não<br />
Fred Costa (PRD-MG): Não<br />
Fred Linhares (Republican-DF): Não<br />
Gabriel Mota (União-RR): Não<br />
Gabriel Nunes (PSD-BA): Sim<br />
Geovania de Sá (Republican-SC): Não<br />
Geraldo Mendes (União-PR): Não<br />
Geraldo Resende (União-MS): Sim<br />
Gervásio Maia (PCdoB-PB): Sim<br />
Giacobo (PSD-PR): Não<br />
Gilberto Abramo (Republican-MG): Não<br />
Gilberto Nascimento (Podemos-SP): Não<br />
Gilson Daniel (Podemos-ES): Não<br />
Gilson Marques (Novo-SC): Não<br />
Gilvan da Federal (PL-ES): Não<br />
Glaustin da Fokus (Podemos-GO): Não<br />
Gleisi Hoffmann (PT-PR): Sim<br />
Greyce Elias (PL-MG): Não<br />
Guilherme Derrite (PP-SP): Não<br />
Gutemberg Reis (MDB-RJ): Não<br />
Gustavo Gayer (PL-GO): Não<br />
Gustinho Ribeiro (PP-SE): Não<br />
Helio Lopes (PL-RJ): Não<br />
Heitor Schuch (PSD-RS): Não<br />
Heloísa Helena (Rede-RJ): Sim<br />
Henderson Pinto (União-PA): Não<br />
Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG): Não<br />
Hugo Leal (PSD-RJ): Não<br />
Icaro de Valmir (Republican-SE): Não<br />
Idilvan Alencar (PSB-CE): Sim<br />
Igor Timo (União-MG): Não<br />
Ilacir Bicalho (Republican-MG): Não<br />
Inácio Arruda (PCdoB-CE): Sim<br />
Ismael (PL-SC): Não<br />
Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL): Sim<br />
Ivoneide Caetano (PT-BA): Sim<br />
Iza Arruda (MDB-PE): Sim<br />
Jack Rocha (PT-ES): Sim<br />
Jadyel Alencar (Republican-PI): Não<br />
Jandira Feghali (PCdoB-RJ): Sim<br />
Jefferson Campos (PL-SP): Não<br />
Jeferson Rodrigues (PSDB-GO): Não<br />
Jilmar Tatto (PT-SP): Sim<br />
João Carlos (Republican-AM): Não<br />
João Carlos Bacelar (PL-BA): Não<br />
João Cury (MDB-SP): Não<br />
João Daniel (PT-SE): Sim<br />
João Maia (PP-RN): Não<br />
Joaquim Passarinho (PL-PA): Não<br />
Jorge Araújo (PP-BA): Não<br />
Jorge Braz (Republican-RJ): Não<br />
Jorge Goetten (Republican-SC): Não<br />
Jorge Solla (PT-BA): Sim<br />
Josenildo (PDT-AP): Sim<br />
José Airton Félix Cirilo (PT-CE): Sim<br />
José Medeiros (PL-MT): Não<br />
José Rocha (União-BA): Não<br />
Joseildo Ramos (PT-BA): Sim<br />
Josivaldo JP (União-MA): Não<br />
Julia Zanatta (PL-SC): Não<br />
Juliana Cardoso (PT-SP): Sim<br />
Julio Arcoverde (PP-PI): Não<br />
Julio Cesar Ribeiro (Republican-DF): Não<br />
Julio Lopes (PP-RJ): Não<br />
Júlio Cesar (PSD-PI): Sim<br />
Júnior Ferrari (PSD-PA): Não<br />
Júnior Mano (PSB-CE): Sim<br />
Juninho do Pneu (PSDB-RJ): Não<br />
Junio Amaral (PL-MG): Não<br />
Keniston Braga (MDB-PA): Não<br />
Kiko Celeguim (PT-SP): Sim<br />
Kim Kataguiri (Missão-SP): Não<br />
Lafayette de Andrada (PL-MG): Não<br />
Laura Carneiro (PSD-RJ): Sim<br />
Leandre (PSD-PR): Não<br />
Leonardo Monteiro (PT-MG): Sim<br />
Lêda Borges (Republican-GO): Não<br />
Leur Lomanto Júnior (União-BA): Não<br />
Lídice da Mata (PSB-BA): Sim<br />
Lindbergh Farias (PT-RJ): Sim<br />
Luciano Bivar (MDB-PE): Sim<br />
Luciano Vieira (PSDB-RJ): Não<br />
Lucio Mosquini (PL-RO): Não<br />
Lucas Ramos (PSB-PE): Sim<br />
Lucas Redecker (PSD-RS): Não<br />
Luisa Canziani (União-PR): Não<br />
Luiz Carlos Busato (União-RS): Não<br />
Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR): Não<br />
Luiz Carlos Motta (PL-SP): Não<br />
Luiz Couto (PT-PB): Sim<br />
Luiz Gastão (PSD-CE): Não<br />
Luiz Lima (Novo-RJ): Não<br />
Luiz Nishimori (PSD-PR): Não<br />
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP): Não<br />
Luizianne Lins (Rede-CE): Sim<br />
Luiza Erundina (PSOL-SP): Sim<br />
Magda Mofatto (PL-GO): Não<br />
Marangoni (Podemos-SP): Não<br />
Marcel van Hattem (Novo-RS): Não<br />
Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG): Não<br />
Marcelo Crivella (Republican-RJ): Não<br />
Marcelo Moraes (PL-RS): Não<br />
Marcelo Nilo (Republican-BA): Não<br />
Marcio Alvino (PL-SP): Não<br />
Márcio Biolchi (MDB-RS): Não<br />
Márcio Honaiser (Solidaried-MA): Não<br />
Márcio Jerry (PCdoB-MA): Sim<br />
Márcio Marinho (Republican-BA): Não<br />
Marcos Aurélio Sampaio (MDB-PI): Não<br />
Marcos Pollon (PL-MS): Não<br />
Marcos Tavares (PDT-RJ): Não<br />
Maria Arraes (PSB-PE): Sim<br />
Maria do Rosário (PT-RS): Sim<br />
Maria Rosas (Republican-SP): Não<br />
Marina Silva (Rede-SP): Sim<br />
Marussa Boldrin (Republican-GO): Não<br />
Mário Frias (PL-SP): Não<br />
Mário Heringer (PDT-MG): Sim<br />
Mário Negromonte Jr. (PSB-BA): Sim<br />
Marx Beltrão (União-AL): Não<br />
Matheus Noronha (PL-CE): Não<br />
Mauro Benevides Filho (União-CE): Sim<br />
Mauricio do Vôlei (PL-MG): Não<br />
Mauricio Marcon (PL-RS): Não<br />
Maurício Carvalho (União-RO): Não<br />
Mauricio Neves (PP-SP): Não<br />
Max Lemos (PDT-RJ): Não<br />
Meire Serafim (União-AC): Sim<br />
Mendonça Filho (PL-PE): Não<br />
Merlong Solano (PT-PI): Sim<br />
Mersinho Lucena (PSD-PB): Não<br />
Messias Donato (União-ES): Não<br />
Miguel Ângelo (PT-MG): Sim<br />
Miguel Lombardi (PL-SP): Não<br />
Milton Vieira (Republican-SP): Não<br />
Misael Varella (PSD-MG): Não<br />
Missionário José Olimpio (PL-SP): Não<br />
Natália Bonavides (PT-RN): Sim<br />
Nelson Barbudo (Podemos-MT): Não<br />
Nely Aquino (Podemos-MG): Não<br />
Nicoletti (PL-RR): Não<br />
Nikolas Ferreira (PL-MG): Não<br />
Nilto Tatto (PT-SP): Sim<br />
Odair Cunha (PT-MG): Sim<br />
Olival Marques (Podemos-PA): Não<br />
Orlando Silva (PCdoB-SP): Sim<br />
Osmar Terra (PL-RS): Não<br />
Otoni de Paula (PSD-RJ): Não<br />
Padovani (PP-PR): Não<br />
Padre João (PT-MG): Sim<br />
Pastor Diniz (União-RR): Não<br />
Pastor Eurico (PSDB-PE): Não<br />
Pastor Gil (PL-MA): Não<br />
Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ): Sim<br />
Pastor Sargento Isidório (Avante-BA): Não<br />
Patrus Ananias (PT-MG): Sim<br />
Paulinho da Força (Solidaried-SP): Não<br />
Paulão (PT-AL): Sim<br />
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG): Não<br />
Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP): Não<br />
Paulo Azi (União-BA): Não<br />
Paulo Folletto (PSB-ES): Não<br />
Paulo Freire Costa (PL-SP): Não<br />
Paulo Guedes (PT-MG): Sim<br />
Paulo Lemos (PT-AP): Sim<br />
Paulo Litro (União-PR): Não<br />
Paulo Marinho Jr (PL-MA): Não<br />
Paulo Pimenta (PT-RS): Sim<br />
Paulo Teixeira (PT-SP): Sim<br />
Pedro Aihara (PP-MG): Não<br />
Pedro Campos (PSB-PE): Sim<br />
Pedro Lucas Fernandes (União-MA): Não<br />
Pedro Lupion (Republican-PR): Não<br />
Pedro Paulo (PSD-RJ): Sim<br />
Pedro Uczai (PT-SC): Sim<br />
Pedro Westphalen (PP-RS): Não<br />
Pezenti (MDB-SC): Não<br />
Pompeo de Mattos (PDT-RS): Sim<br />
Pr. Marco Feliciano (PL-SP): Não<br />
Prof. Reginaldo Veras (PV-DF): Sim<br />
Professor Alcides (PSDB-GO): Não<br />
Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP): Sim<br />
Professora Marcivania (PCdoB-AP): Sim<br />
Rafael Brito (MDB-AL): Sim<br />
Rafael Fera (Podemos-RO): Não<br />
Rafael Prudente (MDB-DF): Não<br />
Rafael Simoes (União-MG): Não<br />
Raimundo Santos (PSD-PA): Não<br />
Reginaldo Lopes (PT-MG): Sim<br />
Reimont (PT-RJ): Sim<br />
Renata Abreu (Podemos-SP): Não<br />
Renildo Calheiros (PCdoB-PE): Sim<br />
Ribeiro Neto (Solidaried-MA): Abstenção<br />
Ribamar Silva (Podemos-SP): Não<br />
Ricardo Abrão (PSDB-RJ): Não<br />
Ricardo Ayres (Republican-TO): Sim<br />
Ricardo Barros (PP-PR): Não<br />
Ricardo Guidi (PL-SC): Não<br />
Ricardo Maia (MDB-BA): Sim<br />
Ricardo Salles (Novo-SP): Não<br />
Roberta Roma (PL-BA): Não<br />
Robério Monteiro (PSB-CE): Sim<br />
Roberto Duarte (Republican-AC): Não<br />
Roberto Monteiro Pai (PL-RJ): Não<br />
Rodrigo da Zaeli (PL-MT): Não<br />
Rodrigo de Castro (União-MG): Não<br />
Rodrigo Gambale (Podemos-SP): Não<br />
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF): Sim<br />
Rodrigo Valadares (PL-SE): Não<br />
Rodolfo Nogueira (PL-MS): Não<br />
Rogéria Santos (Republican-BA): Não<br />
Rogério Correia (PT-MG): Sim<br />
Romero Rodrigues (Podemos-PB): Não<br />
Rosana Valle (PL-SP): Não<br />
Rosangela Gomes (Republican-RJ): Não<br />
Rosangela Moro (PL-SP): Não<br />
Rosângela Reis (PL-MG): Não<br />
Rubens Otoni (PT-GO): Sim<br />
Rubens Pereira Júnior (PT-MA): Sim<br />
Rui Falcão (PT-SP): Sim<br />
Saullo Vianna (MDB-AM): Não<br />
Samuel Viana (União-MG): Não<br />
Sâmia Bomfim (PSOL-SP): Sim<br />
Sandro Alex (PSD-PR): Não<br />
Sanderson (PL-RS): Não<br />
Sargento Fahur (PL-PR): Não<br />
Sargento Gonçalves (PL-RN): Não<br />
Sargento Portugal (Podemos-RJ): Não<br />
Saulo Pedroso (PSD-SP): Não<br />
Sérgio Brito (PSD-BA): Não<br />
Sérgio Souza (MDB-PR): Não<br />
Sérgio Turra (PP-RS): Não<br />
Sidney Leite (PSD-AM): Abstenção<br />
Silvia Cristina (PP-RO): Não<br />
Silvio Antonio (PL-MA): Não<br />
Simone Marquetto (PP-SP): Não<br />
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ): Não<br />
Socorro Neri (PP-AC): Abstenção<br />
Sônia Guajajara (PSOL-SP): Sim<br />
Soraya Santos (PL-RJ): Não<br />
Stefano Aguiar (PSD-MG): Não<br />
Tabata Amaral (PSB-SP): Sim<br />
Tadeu Veneri (PT-PR): Sim<br />
Talíria Petrone (PSOL-RJ): Sim<br />
Tarcísio Motta (PSOL-RJ): Sim<br />
Thiago de Joaldo (Republican-SE): Não<br />
Thiago Flores (União-RO): Não<br />
Tiago Dimas (Podemos-TO): Não<br />
Tião Medeiros (PP-PR): Não<br />
Tiririca (PSD-SP): Não<br />
Toninho Wandscheer (PP-PR): Não<br />
Túlio Gadêlha (PSD-PE): Sim<br />
Valmir Assunção (PT-BA): Sim<br />
Vanderlan Alves (Solidaried-CE): Não<br />
Vander Loubet (PT-MS): Sim<br />
Vavá (Avante-MG): Não<br />
Vicentinho Júnior (PSDB-TO): Não<br />
Vinicius Carvalho (PL-SP): Não<br />
Vinicius Gurgel (PL-AP): Não<br />
Vitor Lippi (PSD-SP): Não<br />
Waldenor Pereira (PT-BA): Sim<br />
Waldemar Oliveira (Avante-PE): Não<br />
Weliton Prado (Solidaried-MG): Não<br />
Wellington Roberto (PSD-PB): Não<br />
Welter (PT-PR): Sim<br />
Zé Adriano (PP-AC): Não<br />
Zé Haroldo Cathedral (União-RR): Não<br />
Zé Neto (PT-BA): Sim<br />
Zé Silva (União-MG): Não<br />
Zé Trovão (PL-SC): Não<br />
Zé Vitor (PL-MG): Não<br />
Zeca Dirceu (PT-PR): Sim<br />
Zezinho Barbary (PP-AC): Não<br />
Zucco (PL-RS): Não</p>
<h3>Senado Federal</h3>
<p>Alessandro Vieira (MDB-SE): Não<br />
Alan Rick (Republicanos-AC): Não<br />
Ana Paula Lobato (PSB-MA): Sim<br />
Ângelo Coronel (Republicanos-BA): Não<br />
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP): Não<br />
Beto Faro (PT-PA): Sim<br />
Camilo Santana (PT-CE): Sim<br />
Carlos Fávaro (PSD-MT): Sim<br />
Carlos Portinho (PL-RJ): Não<br />
Carlos Viana (PSD-MG): Não<br />
Chico Rodrigues (PSB-RR): Não<br />
Ciro Nogueira (PP-PI): Não<br />
Cleitinho (Republicanos-MG): Não<br />
Confúcio Moura (MDB-RO): Sim<br />
Damares Alves (Republicanos-DF): Não<br />
Daniella Ribeiro (PP-PB): Sim<br />
Davi Alcolumbre (União-AP): Art. 51<br />
Dr. Hiran (PP-RR): Não<br />
Dra. Eudócia Caldas (PSDB-AL): Não<br />
Eduardo Braga (MDB-AM): Não<br />
Eduardo Girão (Novo-CE): Não<br />
Eduardo Gomes (PL-TO): Não<br />
Efraim Filho (PL-PB): Não<br />
Eliziane Gama (PSD-MA): Sim<br />
Esperidião Amin (PP-SC): Não<br />
Fabiano Contarato (PT-ES): Sim<br />
Fernando Dueire (PSD-PE): Não<br />
Flávio Bolsonaro (PL-RJ): Não<br />
Flavio Arns (PSB-PR): Não<br />
Humberto Costa (PT-PE): Sim<br />
Irajá (PSD-TO): Sim<br />
Ivete da Silveira (MDB-SC): Não<br />
Izalci Lucas (PL-DF): Não<br />
Jaime Bagattoli (PL-RO): Não<br />
Jayme Campos (União-MT): Não<br />
Jorge Kajuru (PSB-GO): Não<br />
Jorge Seif (PL-SC): Não<br />
Laércio Oliveira (PP-SE): Não<br />
Leila Barros (PDT-DF): Sim<br />
Lucas Barreto (PSD-AP): Não<br />
Luis Carlos Heinze (PP-RS): Não<br />
Magno Malta (PL-ES): Não<br />
Marcelo Castro (MDB-PI): Sim<br />
Marcos do Val (Avante-ES): Não<br />
Marcos Rogério (PL-RO): Não<br />
Márcio Bitar (PL-AC): Não<br />
Nelsinho Trad (PSD-MS): Não<br />
Omar Aziz (PSD-AM): Não<br />
Oriovisto Guimarães (PSDB-PR): Não<br />
Otto Alencar (PSD-BA): Sim<br />
Paulo Paim (PT-RS): Sim<br />
Plínio Valério (PSDB-AM): Não<br />
Professora Dorinha Seabra (União-TO): Não<br />
Randolfe Rodrigues (PT-AP): Sim<br />
Renan Calheiros (MDB-AL): Sim<br />
Renan Filho (MDB-AL): Sim<br />
Roberta Acioly (Republicanos-RR): Não<br />
Rogério Carvalho (PT-SE): Sim<br />
Rogério Marinho (PL-RN): Não<br />
Romário (PL-RJ): Não<br />
Sergio Moro (PL-PR): Não<br />
Sérgio Petecão (PSD-AC): Não<br />
Soraya Thronicke (PSB-MS): Sim<br />
Styvenson Valentim (Podemos-RN): Não<br />
Teresa Leitão (PT-PE): Sim<br />
Tereza Cristina (PP-MS): Não<br />
Vanderlan Cardoso (PSD-GO): Não<br />
Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB): Sim<br />
Weverton (PDT-MA): Sim<br />
Wellington Dias (PT-PI): Sim<br />
Wellington Fagundes (PL-MT): Não<br />
Wilder Morais (PL-GO): Não<br />
Zenaide Maia (PSD-RN): Sim<br />
Zequinha Marinho (Podemos-PA): Não</p>
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			<media:title type="html">Sessão conjunta do Congresso</media:title>
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		<item>
		<title>Quatro brasileiros estão entre ativistas capturados por Israel em flotilha humanitária</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/quatro-brasileiros-estao-entre-ativistas-capturados-por-israel-em-flotilha-humanitaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo com mais de 200 pessoas tentava levar ajuda humanitária para a Faixa de Gaza]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Quatro brasileiros estão entre os pelo menos 211 ativistas que participavam de uma flotilha internacional com destino à <strong>Faixa de Gaza</strong> interceptada por <strong>Israel</strong> em águas internacionais próximas à costa da <strong>Grécia</strong>, informaram os organizadores da iniciativa nesta quinta-feira, 29. O grupo, a bordo de mais de 20 embarcações, pretendia levar ajuda humanitária ao território palestino.</span></p>
<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Entre os brasileiros detidos está o ativista <strong>Thiago Ávila</strong>, que já havia sido preso por forças israelenses em duas ações anteriores semelhantes. Em uma dessas ocasiões, familiares relataram maus-tratos, dizendo que ele teria sofrido ameaças e sido mantido em isolamento. Na viagem mais recente, segundo a organização, Ávila integrava o comitê diretor internacional da flotilha.</span></p>
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</div>
<p>Também fazem parte do grupo <strong>Amanda Coelho Marzall</strong>, conhecida como Mandi Coelho, militante do PSTU, integrante da Liga Internacional dos Trabalhadores e pré-candidata a deputada federal por São Paulo; <strong>Leandro Lanfredi de Andrade</strong>, petroleiro da Petrobras Transporte, diretor do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros; e <strong>Thainara Rogério</strong>.</p>
<p>Os organizadores foram informados de que os brasileiros estavam sendo transportados em um navio da Marinha israelense para o porto de Ashdod, no sul de Israel. O governo israelense, no entanto, disse que eles serão levados à Grécia.</p>
<h3><span>Flotilha para Gaza</span></h3>
<p>Hélène Coron, representante da seção francesa da Global Sumud, cujo objetivo é romper o bloqueio imposto por Israel ao território palestino, informou que ao menos <span>211 ativistas foram detidos</span>. Anteriormente, o Ministério das Relações Exteriores de Israel havia indicado que chegava a 175.</p>
<p><span>De acordo com o grupo, agentes apontaram armas de assalto para os tripulantes e ordenaram que se deslocassem para a parte dianteira das embarcações. </span>Coron afirmou por videoconferência que a operação de interceptação ocorreu perto da Ilha de Creta, a uma distância “sem precedentes” de Israel.</p>
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</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="53">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já o Ministério das Relações Exteriores israelense afirmou que abordou o que chamou de uma “flotilha de propaganda” e alegou ter encontrado “preservativos e drogas” a bordo. A afirmação foi contestada pelo porta-voz do grupo, que classificou a declaração como “desinformação”.</p>
</div>
</div>
<p>Dois comboios internacionais anteriores, com ativistas como Greta Thunberg e algumas figuras de países latino-americanos, incluindo Thiago Ávila, foram interceptados pela Marinha israelense em frente às costas do Egito e de Gaza no verão e no outono europeus de 2025.</p>
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</div>
<h3>Condenação internacional</h3>
<p>A abordagem desses barcos por parte das forças israelenses foi considerada ilegal pelos organizadores e pela Anistia Internacional, e gerou condenações em nível internacional. Os membros da tripulação foram presos e expulsos por Israel.</p>
<p>As autoridades israelenses controlam todos os pontos de entrada em Gaza e foram acusadas pela ONU e por ONGs de impedir a entrada de bens no território, o que resultou em uma grave escassez desde o início da guerra no território palestino, em outubro de 2023.</p>
<p>Além do bloqueio, um relatório divulgado nesta semana pela organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) acusa <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/israel-usa-privacao-de-agua-como-arma-contra-palestinos-em-gaza-denuncia-msf/">autoridades de Israel de utilizarem “a privação deliberada de água” como arma</a> contra a população palestina. A prática ocorre em paralelo à destruição de instalações de saúde, casas e à morte de civis, além de deslocamentos forçados em massa.</p>
<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">A água é um direito humano básico e negar esse direito viola o Direito Internacional Humanitário e as convenções de Genebra, constituindo um crime de guerra, de acordo com especialistas das Nações Unidas. </span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>“As autoridades israelenses sabem que sem água a vida acaba, mas, mesmo assim, destruíram deliberada e sistematicamente a infraestrutura hídrica em Gaza, ao mesmo tempo em que bloqueiam consistentemente a entrada de suprimentos relacionados ao [abastecimento de] água”, alertou Claire San Filippo, coordenadora de emergência de MSF.</p>
<p>No início do mês, as Nações Unidas e a União Europeia informaram que serão necessários US$ 71,4 bilhões (cerca de R$ 355 bilhões, na cotação atual) para reconstruir a devastada Faixa de Gaza durante a próxima década, de acordo com estimativas de um estudo realizado com o Banco Mundial.</p>
<p><span>O levantamento considera os danos materiais, as perdas econômicas e as necessidades de recuperação e reconstrução de Gaza após dois anos da guerra entre Israel e Hamas. Nos primeiros 18 meses, a previsão é de que sejam necessários US$ 26,3 bilhões (R$ 130,7 bilhões) para “restabelecer serviços essenciais, reconstruir infraestruturas básicas e impulsionar a recuperação econômica.”</span></p>
<p><span>O relatório aponta ainda que os prejuízos diretos à infraestrutura somam cerca de US$ 35,2 bilhões, enquanto as perdas econômicas e sociais chegam a US$ 22,7 bilhões. Os setores mais afetados </span>são “a habitação, a saúde, a educação, o comércio e a agricultura”.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p><span>O estudo também destaca que mais de 371 mil residências foram danificadas ou destruídas, assim como quase todas as escolas palestinas. Mais da metade dos hospitais está fora de funcionamento, e a economia do território sofreu retração de 84%.</span></p>
<p><span>Além disso, cerca de 1,9 milhão de pessoas foram deslocadas e mais de 60% da população perdeu suas casas, agravando a crise humanitária na região. Segundo fontes médicas, citadas pelas Nações Unidas, ao menos 72.000 palestinos morreram, e outros 172.000 ficaram feridos, desde 7 de outubro de 2023, data dos ataques do grupo militante Hamas contra território israelense. </span></p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Juliano Cazarré rebate Porchat após ironia sobre ‘curso para homens’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/juliano-cazarre-rebate-porchat-apos-ironia-sobre-curso-para-homens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Porchat]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6136082</guid>

					<description><![CDATA[Evento de ator gerou críticas no meio artístico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ator <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/juliano-cazarre-ganhou-nova-chance-na-globo-antes-de-recentes-polemicas/"><strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Juliano Cazarré</span></span> </strong></a>decidiu rebater publicamente as críticas ao <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/pior-da-semana-o-evento-de-juliano-cazarre-que-resvala-no-machismo/">polêmico evento <em>O Farol e a Forja</em></a> e mirou diretamente no humorista <strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fábio Porchat</span></span></strong>, que havia ironizado a iniciativa em vídeo nas redes sociais. Durante uma live, Cazarré classificou como contraditório o tom das críticas e acusou Porchat de usar insinuações homofóbicas como forma de ataque.</p>
<p><span>&#8220;O Fábio Porchat foi lá e fez um vídeo me zoando. Cara, anos atrás, na última vez que fui cancelado, o que aconteceu: o Felipe Neto foi fazer a mesma coisa que o Porchat, né? Foi me zoar. Me zoou com isso, tentando dizer que sou homossexual enrustido, um gay enrustido&#8221;, disparou.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p>O ator também disse estar sendo alvo de ataques nas redes sociais desde a repercussão do evento, chamado por ele de &#8220;o maior encontro para homens do Brasil&#8221; e questionou quem seriam, de fato, os “radicais” na discussão. &#8220;<span>Quem são os fanáticos? Os fanáticos são os que entram no meu perfil para me xingar. Nunca entrei no perfil de ninguém para xingar ninguém na minha vida”, afirmou.</span></p>
<p>As alfinetadas não ficaram restritas ao Porchat. Na live, Cazarré também criticou <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/os-atores-da-globo-que-se-revoltaram-com-juliano-cazarre-devido-a-encontro/"><strong>Paulo Betti</strong></a>, questionando a reação do colega ao caso. &#8220;<span>Muitas dessas pessoas que foram no meu perfil, me conhecem, trabalharam comigo. O Paulo Betti não tinha o que falar. Tem um debate meu com o Paulo Betti em que ele foi perdendo a linha porque ele nunca tinha debatido com uma pessoa tão preparada, em política e economia. E eu fui cordial com ele o tempo todo”, disse.</span></p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe title="Hugo Bonemer: ‘Já me envolvi com sociopatas’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kN2VWZDgfVM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
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</div>
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			<media:title type="html">cazarre-porchat</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>PL da Dosimetria pode colocar ex-presidente Bolsonaro nas ruas antes da eleição de 2030</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/pl-da-dosimetria-pode-colocar-ex-presidente-bolsonaro-nas-ruas-antes-da-eleicao-de-2030/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/pl-da-dosimetria-pode-colocar-ex-presidente-bolsonaro-nas-ruas-antes-da-eleicao-de-2030/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136087</guid>

					<description><![CDATA[Congresso derrubou, com ampla maioria, o veto do presidente Lula ao projeto de lei que reduz as penas dos envolvidos com a trama golpista ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://veja.abril.com.br/politica/em-nova-derrota-a-lula-congresso-derruba-veto-ao-pl-da-dosimetria/">derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da Dosimetria</a> pode colocar o ex-presidente <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/jair-bolsonaro/"><strong>Jair Bolsonaro</strong></a> nas ruas em pouco mais de dois anos, antes das eleições presidenciais de 2030. Isso porque o texto da proposta, que foi restabelecido nesta quinta-feira, 30, reduz as penas de todos os envolvidos com a trama golpista, tanto os que estão no núcleo de organização quanto os executores.</p>
<p>Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio público &#8212; mesmos crimes que foram atribuídos aos demais envolvidos com a trama golpista.</p>
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</div>
<h3>O que diz o PL da Dosimetria?</h3>
<p>O PL da Dosimetria age em duas principais frentes. Primeiro, ele unifica as penas dos crimes de golpe de estado e de abolição violenta do estado democrático de direito, que hoje são somadas. Segundo, cria novas regras para a progressão de regime, permitindo que, em alguns casos, o condenado cumpra apenas 20% (1/5) da pena a que foi condenado antes de passar para o semiaberto.</p>
<p>Na época em que o PL da Dosimetria foi aprovado, <a href="https://veja.abril.com.br/politica/pena-de-bolsonaro-vai-cair-para-dois-anos-os-efeitos-da-aprovacao-de-projeto-da-camara/">o seu relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), previa que Bolsonaro poderia obter uma progressão de regime em cerca de dois anos</a> (ele já está cumprindo pena há pouco mais de 6 meses). Isso porque ele teria a sua condenação reduzida em um tempo considerável, além de preencher mais cedo os requisitos para mudar para o semiaberto.</p>
<h3>Bolsonaro poderá disputar a eleição de 2030?</h3>
<p>Isso não significa, contudo, que Bolsonaro possa ser candidato. Ele continua inelegível, tanto por conta da condenação criminal no caso do golpe de estado quanto por causa das duas condenações à inelegibilidade na Justiça Eleitoral. O fato de o ex-presidente ir ao semiaberto permitiria que ele tivesse acesso às ruas, pelo menos durante o dia, podendo conversar com eleitores e estar outra vez na cena política.</p>
<p>Apesar do veto do presidente Lula ter sido derrubado nesta quinta, a movimentação do Congresso não põe uma pá de cal sobre a situação. O governo ainda tem a possibilidade de judicializar a questão, levando-a ao Supremo Tribunal Federal (STF), e, ainda que o PL da Dosimetria seja mantido, Bolsonaro só pode ser beneficiado depois de uma decisão dada pelo ministro <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/alexandre-de-moraes/">Alexandre de Moraes</a>, relator do seu caso, na sua ação de execução penal.</p>
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		<title>TSE mantém cassação de Silvia Waiãpi por usar verba pública em harmonização facial</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/tse-mantem-cassacao-de-silvia-waiapi-por-usar-verba-publica-em-harmonizacao-facial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Heitor Mazzoco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
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					<description><![CDATA[Procedimento estético com dinheiro de campanha custou 9.000 reais ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tse/">TSE</a>)</strong> manteve, nesta quinta-feira, 30, cassação da já ex-deputada federal <strong>Silvia Waiãpi (PL-AP)</strong> por ter utilizado verba pública para realizar harmonização facial durante as eleições de 2022. Em junho de 2024, o <strong>Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá</strong> havia determinado a perda do mandato da parlamentar, que apresentou recurso à Corte Superior. Ela tinha sido afastada pela Câmara.</p>
<p><span>&#8220;O TRE determinou a nulidade da votação recebida por Silvia Waiãpi, a retotalização dos votos e novos cálculos dos quocientes eleitoral e partidário para o cargo&#8221;, informou o TSE na tarde desta quinta. &#8220;</span><span>O plenário constatou que para encobrir o procedimento estético (harmonização facial) pago com dinheiro público, a deputada falsificou nota fiscal para simular um gasto eleitoral inexistente, a fim de frustrar a atividade de fiscalização da Justiça Eleitoral. Isso levou a Procuradoria-Geral da República a propor uma representação contra a política por gasto ilícito de campanha.&#8221; </span></p>
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</div>
<p><span> O valor gasto com o procedimento foi de 9.000 reais. “Tal conduta evidencia a não adequação da gestão de recursos públicos, cuja administração responsável e orientada à finalidade legal deve constituir atributo inerente ao exercício de qualquer função pública, especialmente a parlamentar”, comentou durante o voto o relator André Mendonça. O dinheiro utilizado pela parlamentar era oriundo do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas. </span></p>
<p>Waiãpi é uma das apoiadoras mais fiéis de Jair Bolsonaro. A deputada, que é indígena, fez parte do governo de transição do ex-presidente em 2018 e é a primeira militar brasileira da sua etnia. Ela foi investigada também por causa dos ataques antidemocráticos do 8 de Janeiro. Na ocasião, Waiãpi publicou nas redes sociais um vídeo da invasão à sede dos Três Poderes elogiando a ação dos radicais. A deputada chegou a ser indiciada pela <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/pf/">Polícia Federal</a>, mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) não ofereceu denúncia.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/silvia-waiapi-e-cassada-por-usar-verba-publica-em-harmonizacao-facial/">À época da decisão do TRE-AP, a parlamentar, por meio de sua assessoria, divulgou nota afirmando que ficou sabendo da cassação &#8220;através da imprensa&#8221;, que teve suas contas de campanha aprovadas e que nem ela nem seus advogados teriam sido intimados no julgamento no TRE-AP.</a> &#8220;A deputada Silvia Waiãpi soube pela imprensa que seu mandato havia sido &#8216;cassado&#8217;. Porém, as contas já haviam sido julgadas e as mesmas aprovadas pelo mesmo tribunal.</p>
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			<media:title type="html">A deputada bolsonarista cassada Silvia Waiãpi (PL - AP)</media:title>
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		<title>Herdeiro da Cartier é condenado à prisão por esquema com criptomoedas</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/herdeiro-da-cartier-e-condenado-a-prisao-por-esquema-com-criptomoedas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
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					<description><![CDATA[Maximilien de Hoop Cartier movimentou mais de 470 milhões de dólares, segundo investigação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um nome ligado a uma das joalherias mais tradicionais do mundo terminou no centro de um esquema internacional de lavagem de dinheiro. O herdeiro da Cartier, <strong>Maximilien de Hoop Cartier</strong>, 58 anos, foi condenado a oito anos de prisão nos Estados Unidos após investigação conduzida pelo FBI.</p>
<p>Segundo as autoridades, ele operava uma corretora de criptomoedas sem licença e movimentou mais de 470 milhões de dólares, equivalente a cerca de 2,3 bilhões de reais, provenientes do tráfico de drogas. O esquema, apelidado de &#8220;Célula Cartier&#8221;, remonta pelo menos a 2018 e funcionava por meio de empresas de fachada registradas nos EUA, que simulavam serviços de tecnologia para dar aparência legal às transações.</p>
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<p>As investigações apontam que os valores eram convertidos de criptomoedas em dinheiro tradicional e enviados principalmente para a Colômbia. Para evitar suspeitas, Cartier usava contratos falsos e fragmentava as operações financeiras.</p>
<p>O caso ganhou força após uma operação secreta em 2021, quando agentes apreenderam cerca de 940 mil de dólares ligados ao esquema. Ainda assim, o herdeiro tentou recuperar parte do valor apresentando documentos falsificados às autoridades. Além da pena de prisão, a Justiça determinou o confisco de cerca de 2,36 milhões de dólares e de contas bancárias associadas às empresas usadas na fraude.</p>
<p>Descendente direto de uma dinastia símbolo do luxo global, Cartier levava uma vida paralela como cantor, sob o nome artístico Max Cartier. Nas redes sociais, costumava a divulgar seus trabalhos musicais.</p>
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<div class="fit-video"><iframe title="Hugo Bonemer: ‘Já me envolvi com sociopatas’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kN2VWZDgfVM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">cartier</media:title>
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		<item>
		<title>Entenda os pontos-chave da cúpula na Colômbia sobre a transição para longe do petróleo</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/agenda-verde/entenda-os-pontos-chave-da-cupula-na-colombia-sobre-a-transicao-para-longe-do-petroleo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro inédito em Santa Marta propõe planos nacionais, revisão de subsídios e nova governança científica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="readme-audima text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:6e597e40-9922-4053-bef4-c34c82cff4b8-4" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<p data-start="281" data-end="610">A primeira conferência internacional dedicada exclusivamente à transição para fora dos combustíveis fósseis terminou nesta semana em Santa Marta, na Colômbia, com a adesão de 57 países e a promessa de estruturar, nos próximos anos, um conjunto de instrumentos práticos para reduzir a dependência global de carvão, petróleo e gás.</p>
<p data-start="612" data-end="1035">Realizado entre 24 e 29 de abril, o encontro reuniu nações que representam cerca de um terço da economia mundial.</p>
<p data-start="612" data-end="1035">A proposta, liderada pela Colômbia e pela Holanda, foi evitar o formato tradicional das negociações climáticas e apostar em discussões mais diretas sobre como implementar a transição energética em meio a crises geopolíticas, volatilidade nos preços do petróleo e intensificação de eventos climáticos extremos.</p>
<p data-start="1037" data-end="1193">Apesar do avanço na articulação política e técnica, a ausência de grandes emissores como Estados Unidos, China e Rússia evidenciou os limites da iniciativa.</p>
<h3 data-section-id="18axulm" data-start="1195" data-end="1229">Um fórum fora do padrão da ONU</h3>
<p data-start="1231" data-end="1477">A conferência surgiu como desdobramento das tensões da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">COP30</span></span>, realizada em Belém, quando países não chegaram a um consenso sobre a inclusão de um “roteiro” para abandono dos combustíveis fósseis no documento final.</p>
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</div>
<p data-start="1479" data-end="1691">Diante do impasse, Colômbia e Holanda decidiram criar um espaço paralelo, fora da estrutura formal da ONU, voltado menos à negociação diplomática e mais à troca de experiências e construção de soluções concretas.</p>
<p data-start="1693" data-end="1996">O formato foi elogiado por participantes, que destacaram a possibilidade de debates mais francos em reuniões fechadas, sem a rigidez típica das conferências climáticas.</p>
<p data-start="1693" data-end="1996">Ministros e enviados climáticos discutiram desde o fechamento planejado de atividades fósseis até os entraves financeiros à transição.</p>
<h3 data-section-id="1yckdwa" data-start="1998" data-end="2044">Planos nacionais e pressão sobre subsídios</h3>
<p data-start="2046" data-end="2156">Entre os principais resultados está a criação de três frentes de trabalho que devem orientar os próximos anos.</p>
<p data-start="2158" data-end="2423">A primeira prevê o desenvolvimento de roteiros nacionais e regionais para a transição energética, alinhados às metas climáticas de cada país.</p>
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</div>
<p data-start="2158" data-end="2423">A ideia é tornar mais explícito como e em que ritmo cada economia pretende reduzir sua dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p data-start="2425" data-end="2656">A segunda frente mira o sistema financeiro, com foco na identificação e redução de subsídios a combustíveis fósseis e na busca de soluções para países presos em ciclos de endividamento que dificultam investimentos em energia limpa.</p>
<p data-start="2658" data-end="2862">Já a terceira aborda o comércio internacional, propondo mecanismos para reduzir a intensidade de carbono nas cadeias globais e avançar rumo a um sistema comercial menos dependente de combustíveis fósseis.</p>
<h3 data-section-id="tzaw44" data-start="2864" data-end="2903">Segurança energética e crise global</h3>
<p data-start="2905" data-end="3041">Durante o encontro, diferentes países associaram a transição energética não apenas à agenda climática, mas também à segurança econômica.</p>
<p data-start="3043" data-end="3233">Representantes destacaram que a volatilidade dos preços do petróleo e as recentes crises energéticas tornaram mais evidente a vulnerabilidade de economias dependentes de importações fósseis.</p>
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</div>
<p data-start="3235" data-end="3480">A avaliação é que investir em energia limpa pode reduzir riscos macroeconômicos e aumentar a resiliência diante de choques externos, argumento que tem ganhado força em meio a conflitos internacionais e instabilidade no mercado global.</p>
<h3 data-section-id="tflvtw" data-start="3482" data-end="3512">Ciência ganha protagonismo</h3>
<p data-start="3514" data-end="3623">Um dos eixos centrais da conferência foi a tentativa de aproximar ciência e formulação de políticas públicas.</p>
<p data-start="3625" data-end="3938">O evento lançou um novo painel científico internacional dedicado à transição energética, com participação de dezenas de pesquisadores e base institucional na Universidade de São Paulo.</p>
<p data-start="3625" data-end="3938">A proposta é produzir análises mais rápidas e aplicáveis do que os ciclos tradicionais do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">IPCC</span></span>.</p>
<p data-start="3940" data-end="4167">Além disso, um relatório preliminar elaborado por cientistas recomendou medidas diretas, como interromper a expansão de novos projetos fósseis e restringir a publicidade desses combustíveis, reforçando a pressão sobre governos.</p>
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</div>
<h3 data-section-id="1ulgt8e" data-start="4169" data-end="4190">O caso colombiano</h3>
<p data-start="4192" data-end="4352">A Colômbia apresentou seu próprio roteiro de transição, que prevê reduzir em até 90% as emissões do setor de energia até 2050, em comparação aos níveis de 2015.</p>
<p data-start="4354" data-end="4625">O plano exige investimentos adicionais estimados em cerca de US$ 10 bilhões por ano (aproximadamente R$ 50 bilhões), mas projeta ganhos econômicos no longo prazo, com economia líquida que pode chegar a US$ 23 bilhões anuais (cerca de R$ 115 bilhões) até meados do século.</p>
<p data-start="4627" data-end="4781">A estratégia inclui eletrificação do transporte e redução progressiva da exploração de combustíveis fósseis, hoje ainda relevante para a economia do país.</p>
<h3 data-section-id="1sbbvhg" data-start="4783" data-end="4807">Exclusões e críticas</h3>
<p data-start="4809" data-end="4970">A decisão de limitar o número de participantes gerou controvérsia.</p>
<p data-start="4809" data-end="4970">Países-chave para o futuro das emissões globais, como Estados Unidos e China, ficaram de fora.</p>
<p data-start="4972" data-end="5186">Enquanto alguns diplomatas defenderam a escolha como forma de evitar bloqueios e avançar com uma “coalizão dos dispostos”, outros apontaram que qualquer esforço global sem esses atores tende a ter impacto limitado.</p>
<p data-start="5188" data-end="5303">A própria organização do próximo encontro, previsto para 2027 em Tuvalu, deve revisar os critérios de participação.</p>
<h3 data-section-id="12p9wx" data-start="5305" data-end="5343">Pressão social e justiça climática</h3>
<p data-start="5345" data-end="5497">Além dos governos, o encontro abriu espaço para organizações da sociedade civil e povos indígenas, que cobraram uma transição baseada em justiça social.</p>
<p data-start="5499" data-end="5673">Demandas incluem o fim da exploração em territórios tradicionais, financiamento adequado para países em desenvolvimento e participação efetiva dessas populações nas decisões.</p>
<p data-start="5675" data-end="5830">A presença desses grupos, inclusive em sessões com ministros, foi apontada como uma diferença relevante em relação às conferências climáticas tradicionais.</p>
<h3 data-section-id="1plio4a" data-start="5832" data-end="5851">Próximos passos</h3>
<p data-start="5853" data-end="6006">Os resultados da conferência devem alimentar a construção de um roteiro global informal a ser apresentado nas próximas rodadas climáticas internacionais.</p>
<p data-start="6008" data-end="6252">A expectativa é que o encontro de Santa Marta funcione como laboratório político e técnico para destravar um dos temas mais sensíveis da agenda climática: como, quando e em que condições o mundo reduzirá sua dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p data-start="6254" data-end="6481" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Mesmo sem consenso global, o evento sinaliza uma mudança de abordagem. Em vez de discutir apenas metas, países começam a detalhar caminhos concretos para a transição, ainda que em ritmo desigual e sob forte tensão geopolítica.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"></div>
<div class="mt-3 w-full empty:hidden">
<div class="text-center"></div>
</div>
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</div>
</section>
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			<media:title type="html">Refinaria de petróleo</media:title>
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		<item>
		<title>Conectividade vira peça-chave para produtividade e sustentabilidade</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/conectividade-vira-peca-chave-para-produtividade-e-sustentabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Veruska Costa Donato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Econômico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?post_type=blog_post&amp;p=6134920</guid>

					<description><![CDATA[Agronegócio brasileiro já ocupa posição de liderança quando o assunto é tecnologia no campo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Máquinas e carros que só faltam falar tamanha a tecnologia empregada na produção. Drones, investimento em energia renovável, robôs no campo. A Agrishow é uma vitrine do que há de momento quando se trata de tecnologia no campo. Diretamente da Feira em Ribeirão Preto, uma das maiores do mundo, Paulo Humberto Gouveia, diretor de vendas B2B da TIM Brasil, destacou durante entrevista ao Programa Mercado, da  VEJA+TV, que o agronegócio brasileiro já ocupa posição de liderança quando o assunto é tecnologia no campo. Segundo ele, a feira reúne tudo o que há de mais moderno para ganho de produtividade e eficiência, mostrando que o Brasil está na vanguarda desse processo. Para o executivo, a conectividade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para sustentar essa transformação digital no agro.</p>
<p>Paulo lembrou que o maior desafio não era exatamente a tecnologia disponível, mas sim levar conexão para um país com dimensões continentais. Hoje, segundo ele, já são 26,2 milhões de hectares cobertos com conectividade no agronegócio, o equivalente a quase um terço da área agrícola nacional. Além do impacto produtivo, ele destaca também o alcance social desse avanço: mais de 348 mil pequenas propriedades foram beneficiadas, alcançando cerca de 2,6 milhões de pessoas em projetos de inclusão social e digital no campo.</p>
<p>Os resultados práticos aparecem no dia a dia das fazendas. No projeto Fazenda Conectada, áreas com acesso à tecnologia registraram produtividade 27% maior, redução de 32% no consumo de combustível e queda de 23,6% na pegada de carbono. Para Paulo Humberto Gouveia, a transformação digital é uma jornada sem volta e se torna ainda mais importante em momentos de instabilidade internacional, como a alta dos insumos e do diesel provocada por conflitos externos. Na prática, investir em tecnologia significa proteger a rentabilidade e dar mais fôlego ao produtor rural.</p>
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			<media:title type="html">Agrishow 2</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Por trás da briga entre Virginia e Luana Piovani há um alerta sobre saúde mental e financeira</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/saude/por-tras-da-briga-entre-virginia-e-luana-piovani-ha-um-alerta-sobre-saude-mental-e-financeira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Sponchiato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136091</guid>

					<description><![CDATA[Em artigo para VEJA, psicóloga examina cenário preocupante impulsionado pelas plataformas de apostas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente <a href="https://veja.abril.com.br/cultura/entenda-a-briga-entre-luana-piovani-e-virginia-fonseca-por-causa-de-casas-de-aposta/">troca de críticas</a> entre duas influenciadoras conhecidas no mundo da internet &#8211; Virginia Fonseca e Luana Piovani &#8211; ultrapassa o ruído típico das redes sociais para iluminar uma transformação silenciosa (e preocupante) no comportamento financeiro dos brasileiros.</p>
<p>O crescimento acelerado das chamadas<strong> “bets</strong>” não é apenas um fenômeno econômico ou tecnológico. Trata-se, sobretudo, de uma mudança cultural, impulsionada pela naturalização da aposta como entretenimento cotidiano e, em muitos casos, como promessa implícita de solução financeira.</p>
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<p>Os dados recentes da Confederação Nacional do Comércio são contundentes: em pouco mais de três anos, os gastos mensais com apostas saltaram para além de R$ 30 bilhões, em paralelo à deterioração de indicadores de inadimplência.</p>
<p>Essa coincidência não parece trivial. Ao contrário, sugere um deslocamento relevante no uso da renda, especialmente em contextos de vulnerabilidade econômica. Quando a aposta deixa de ocupar um espaço marginal e passa a competir com despesas essenciais, o que está em jogo não é apenas o orçamento, mas a própria percepção de risco.</p>
<p>Do ponto de vista psicológico, esse movimento é ainda mais sensível. A exposição constante a conteúdos de apostas, frequentemente mediados por influenciadores, contribui para reduzir barreiras cognitivas e emocionais. Ao ver figuras públicas associando ganhos rápidos a experiências positivas, o indivíduo tende a reinterpretar a aposta não como um jogo de probabilidade desfavorável, mas como uma alternativa viável diante de dificuldades financeiras.</p>
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<p>Esse processo pode transformar o ato de apostar em uma estratégia ilusória de enfrentamento, especialmente em momentos de pressão econômica.</p>
<p>O impacto se materializa de forma concreta. O aumento significativo no número de famílias incapazes de pagar suas dívidas entre apostadores revela que o problema não se limita a excessos pontuais, mas indica um padrão de comportamento. Mais do que isso, o prolongamento do tempo de atraso das contas sugere uma inversão de prioridades: antes de quitar compromissos básicos, parte da renda é direcionada às plataformas de aposta. Esse dado é particularmente relevante porque aponta para a persistência da inadimplência, e não apenas para episódios isolados.</p>
<p>Outro aspecto que desafia leituras simplistas é o perfil dos afetados, pois embora famílias de menor renda permaneçam mais vulneráveis, o avanço entre adultos acima de 35 anos e indivíduos com maior escolaridade evidencia que o fenômeno atravessa diferentes camadas sociais.</p>
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<p>A maior familiaridade com o ambiente digital e o acesso facilitado a serviços financeiros ampliam não apenas a entrada, mas a recorrência no consumo. Entre os mais ricos, o efeito assume outra forma: a chamada “despoupança”, na qual recursos próprios são direcionados às apostas, comprometendo a estabilidade financeira no médio prazo.</p>
<p>Diante desse cenário, a discussão sobre regulação e publicidade se torna inevitável, mas insuficiente se isolada. É preciso reconhecer que estamos diante de um fenômeno que combina tecnologia, comportamento e contexto socioeconômico. A forma como as apostas são comunicadas (muitas vezes dissociadas de seus riscos reais) contribui para distorcer a tomada de decisão.</p>
<p>Mais do que proibir ou restringir, o desafio está em reconstruir a percepção de risco e fortalecer a educação financeira e emocional da população. Porque, no fim, a linha que separa o entretenimento do prejuízo não é definida pela plataforma, mas pela forma como cada indivíduo percebe, ou deixa de perceber, o que está realmente em jogo.</p>
<p><em>* Karen Scavacini é doutora em psicologia pela USP e fundadora do instituto de pesquisa em saúde mental Vita Alere</em></p>
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			<media:title type="html">Virgínia Fonseca</media:title>
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		<title>Endrick surpreende ao falar do filho e expõe lado duro do futebol</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/endrick-surpreende-ao-falar-do-filho-e-expoe-lado-duro-do-futebol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Boechat]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
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					<description><![CDATA[Jogador espera o primeiro filho com a mulher, Gabriely Miranda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-(--header-height)" dir="auto" data-turn-id="0593c369-d9da-4f6f-af65-858e65b8cde4" data-testid="conversation-turn-15" data-scroll-anchor="false" data-turn="user"></section>
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<p data-start="0" data-end="200">À espera do primeiro filho com a mulher, <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/gravida-de-endrick-gabriely-miranda-alfineta-e-cita-mae-silenciosa/"><strong>Gabriely Miranda</strong></a>, <strong>Endrick</strong> surpreendeu ao falar sobre o futuro do herdeiro, descartando qualquer pressão para que siga no futebol. Em entrevista ao <em data-start="219" data-end="233">The Guardian</em>, o atacante de 19 anos afirmou que não espera ver o filho na mesma carreira &#8220;para que ele possa ter uma vida tranquila&#8221;.</p>
</div>
<p data-start="0" data-end="200"><span>&#8220;Espero que ele ou ela se torne uma grande pessoa, um grande ser humano. E que me veja fora de campo como uma pessoa normal, não como Endrick, o jogador de futebol. O futebol não é um lugar agradável. É um ambiente muito difícil. Espero que ele ou ela se torne um advogado, um médico ou qualquer outra coisa, e que possa ser feliz em seu próprio mundo&#8221;, afirmou o atleta.</span></p>
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		<title>Spotify lança função para diferenciar artistas humanos de conteúdo feito por IA</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/tecnologia/spotify-lanca-funcao-para-diferenciar-artistas-humanos-de-conteudo-feito-por-ia/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/tecnologia/spotify-lanca-funcao-para-diferenciar-artistas-humanos-de-conteudo-feito-por-ia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorenzo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligencia Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Spotify]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136041</guid>

					<description><![CDATA[Novo selo de verificação serve para confirmar a autenticidade de um artista e outros critérios da plataforma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com os avanços das ferramentas de Inteligência Artificial (IA), pode se tornar cada vez mais difícil distinguir o que é real e o que foi feito por uma máquina, especialmente no cenário musical. Esse é um dos fatores que levaram o Spotify a anunciar nesta quinta-feira, 30, uma nova função para verificar a autenticidade de artistas.</p>
<p>De acordo com a empresa, o selo de <a href="https://newsroom.spotify.com/2026-04-30/verified-by-spotify-badge-artist-details/">&#8220;Verificado pelo Spotify&#8221;</a> vai trazer mais transparência para as músicas e artistas que o usuário consumir. Além disso, uma função para descobrir mais detalhes da atividade dos artistas está em fase beta.</p>
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</div>
<p>O selo será disponibilizado para artistas que tiveram seu perfil revisado e que atendem todos os novos critérios do Spotify. Para recebê-lo, a pessoa deve ter um grupo consistente de ouvintes e engajamento, estar de acordo com as políticas da plataforma e ter os sinais necessários para confirmar que o artista por trás do perfil é uma pessoa real, como datas de shows, produtos à venda e redes sociais disponíveis. Esses critérios serão revisados e julgados por humanos.</p>
<p>O Spotify deixou claro que os perfis que inicialmente pareçam ter conteúdo gerado por IA ou feito por uma persona gerada por IA não receberão esse selo. No comunicado, a plataforma disse que &#8220;no cenário musical atual, o conceito de autenticidade para um artista tornou-se complexo e está evoluindo rapidamente&#8221;.</p>
<p>A função vai começar a aparecer na plataforma durante as próximas semanas, ao lado dos perfis e dos nomes dos artistas. Dado o grande número de pessoas contribuindo para a música no Spotify, as revisões e verificações dos perfis vão acontecer regularmente.</p>
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			<media:title type="html">In this photo illustration, a silhouetted individual is seen</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Em nova derrota a Lula, Congresso derruba veto ao PL da Dosimetria</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/em-nova-derrota-a-lula-congresso-derruba-veto-ao-pl-da-dosimetria/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/politica/em-nova-derrota-a-lula-congresso-derruba-veto-ao-pl-da-dosimetria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
		<category><![CDATA[Veto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136009</guid>

					<description><![CDATA[Parlamentares do Centrão e da oposição votaram para derrubar decisão do presidente sobre projeto que prevê redução de penas de participantes dos atos golpistas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso impôs uma nova derrota ao governo <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> e derrubou nesta quinta-feira o veto do presidente ao projeto que reduz a pena de condenados por atos golpistas, entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>318 deputados votaram pela derrubada do veto, enquanto 144 queriam a manutenção e cinco se abstiveram. 49 senadores apoiaram a derrubada e 24 votaram pela manutenção.</p>
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</div>
<p>Parlamentares do Centrão e da oposição se mobilizaram para garantir a derrubada do veto nesta quinta-feira. Nos bastidores, é crescente a desconfiança de que os parlamentares de centro aceitaram apoiar a iniciativa desde que os opositores abrissem mão de pressionar pela instalação de uma CPMI para apurar o escândalo do Banco Master.</p>
<p>O resultado representa o segundo revés do petista dentro do Legislativo em apenas uma semana. Ontem, os senadores rejeitaram a indicação de Jorge Messias ao <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>, em um resultado que comprovou a fragilidade do Executivo no Congresso.</p>
<p>A votação foi marcada por uma manobra inovadora encabeçada pelo presidente do Congresso Davi Alcolumbre, que teve amplo apoiado Centrão e da oposição, para desmembrar o texto vetado por Lula, garantindo que as penas de participantes dos atos golpistas fossem reduzidas, mas sem mudar as punições de condenados por crimes hediondos.</p>
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</div>
<p>O procedimento não é comum, já que um veto integral costuma ser apreciado em votação única, sem espaço para fatiamentos.</p>
<p>Antes mesmo da derrubada do veto, o PT, de Lula, já indicava que iria ao STF e judicializaria a decisão do Congresso.</p>
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<div class="abrAD" data-format="aftertext" data-mapping="intext"></div>
</div>
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			<media:title type="html">Davi Alcolumbre</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Câmara derruba veto de Lula e restabelece PL da Dosimetria</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/politica/camara-derruba-veto-de-lula-e-restabelece-pl-da-dosimetria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabella Alonso Panho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136042</guid>

					<description><![CDATA[Texto agora segue para análise dos senadores; placar entre os deputados foi de 318 a 144]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados derrubou nesta quinta-feira, 30, o veto do presidente Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/">Lula</a> da Silva ao PL da Dosimetria, restabelecendo a lei que reduziu as penas dos condenados por invadir e depredar as sedes dos Três Poderes em Brasília e também dos que compuseram o núcleo da trama golpista. O texto agora segue para análise do Senado, que tende a impor mais essa derrota ao governo petista &#8212; na quarta, 29, a Casa barrou a indicação de Jorge Messias para a cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A votação na Câmara teve um placar com folga contra o governo: foram 318 votos para derrubar o veto de Lula contra 144 para mantê-lo. O quórum da votação é maioria absoluta, ou seja, metade mais um do número de cadeiras na casa. Na Câmara eram necessários 257 votos, mas a derrubada do veto teve 61 votos a mais do que esse mínimo necessário. Já no Senado, que tem 81 cadeiras, são necessários 41 votos contra o veto de Lula para que ele seha derrubado.</p>
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</div>
<p>O PL da Dosimetria surgiu como uma alternativa à anistia que os bolsonaristas pretendiam. Ao invés de conceder um perdão &#8220;amplo, geral e irrestrito&#8221; a todos os envolvidos com a tentativa de golpe de estado entre o fim de 2022 e o 8 de janeiro de 2023, o texto propôs, como alternativa, a redução das penas dos condenados pelo episódio.</p>
<p>O texto do PL da Dosimetria foi aprovado nas duas Casas do Congresso ao apagar das luzes do ano de 2025, no dia 17 de dezembro e atua em duas frentes: ele reduz a pena final dos condenados por unificar alguns crimes e cria nova regras para a progressão de regime ser obtida mais cedo.</p>
<p>No dia 8 de janeiro deste ano, data em que se completaram 3 anos dos ataques golpistas, o presidente Lula vetou integralmente o PL. Agora, o Congresso analisa esse veto e pode derrubá-lo, restabelecendo o PL na sua totalidade.</p>
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			<media:title type="html">Deputados analisam derrubada do veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Filho de Donald Trump é cotado para comandar nova versão de ‘O Aprendiz’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/filho-de-donald-trump-e-cotado-para-comandar-nova-versao-de-o-aprendiz/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/filho-de-donald-trump-e-cotado-para-comandar-nova-versao-de-o-aprendiz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
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					<description><![CDATA[Reality foi responsável por tornar o presidente dos Estados Unidos popular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Amazon</span></span> avalia internamente a possibilidade de ressuscitar o reality O Aprendiz, desta vez sob o comando de <strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Donald Trump Jr.</span></span></strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">, filho do presidente dos Estados Unidos. </span></span>A informação foi publicada pelo <em data-start="238" data-end="259">Wall Street Journal</em> e confirmada por outros veículos internacionais. A ideia ainda está em estágio inicial. Segundo a empresa, o projeto não está em desenvolvimento ativo e qualquer detalhe, incluindo o nome do apresentador, é tratado como especulação.</p>
<p>O interesse surge após a Amazon assumir os direitos do programa com a compra da MGM, em 2022. O reality, exibido entre 2004 e 2017, foi um dos principais responsáveis por transformar <strong><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/como-trump-e-ridicularizado-em-exposicao-na-espanha/"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Donald Trump</span></span></a></strong> em figura popular na TV, com o bordão “You’re fired” (&#8220;Está demitido&#8221;, em tradução livre).</p>
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</div>
<p><em>O Aprendiz</em> tem o objetivo de fazer executivos competirem por um espaço dentro das empresas do bilionário. Nos bastidores, a eventual retomada é vista como parte de uma estratégia da empresa para atrair público conservador e ampliar o alcance do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Prime Video</span></span>. Além disso, os rumores aumentam com a recente aproximação da marca de <strong>Jeff Bezos</strong> com a família Trump. Em janeiro deste ano, o documentário sobre <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/melania-trump-quebra-silencio-e-nega-relacao-com-jeffrey-epstein/"><strong>Melania Trump</strong></a> estreou na plataforma. A recepção não foi como os produtores esperavam, apesar de terem lucrado com o projeto, as críticas foram muito negativas.</p>
<div class="article-video-content">
<div class="fit-video"><iframe loading="lazy" title="Hugo Bonemer: ‘Já me envolvi com sociopatas’ | VEJA Gente" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kN2VWZDgfVM?list=PLajCBhJNR2qJM4Neu7PcN2Hawiq4wAv6P" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<media:title type="html">Donald Trump e Donald Jr.</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Infantino confirma que Irã disputará Copa do Mundo nos Estados Unidos</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/infantino-confirma-que-ira-disputara-copa-do-mundo-nos-estados-unidos/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/infantino-confirma-que-ira-disputara-copa-do-mundo-nos-estados-unidos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natalia Tiemi Hanada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6136028</guid>

					<description><![CDATA[Presidente da Fifa deu veredito em congresso nesta quinta, 30]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Fifa, Gianni Infantino, reiterou que o Irã participará da Copa do Mundo de 2026 durante seu discurso no congresso da entidade máxima do futebol mundial, realizado nesta quinta-feira (30) em Vancouver, no Canadá.</p>
<p>A participação do Irã no torneio, organizado conjuntamente pelos Estados Unidos, México e Canadá, tem estado envolta em incertezas desde a eclosão da guerra no Oriente Médio, deflagrada em 28 de fevereiro por ataques americanos e israelenses contra Teerã.</p>
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</div>
<p>Infantino, que tem afirmado reiteradamente que o Irã estará presente no principal evento do futebol mundial, reafirmou essa posição ao iniciar seu discurso aos delegados em Vancouver.</p>
<p>&#8220;Permitam-me começar confirmando, logo de início, que, evidentemente, o Irã participará da Copa do Mundo da Fifa de 2026&#8221;, disse Infantino ao abrir seu discurso aos delegados. &#8220;E, é claro, o Irã jogará nos Estados Unidos da América&#8221;.</p>
<p>As autoridades iranianas haviam cogitado a ideia de transferir seus jogos da fase de grupos dos Estados Unidos para o México, uma proposta que já havia sido descartada por Infantino.</p>
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<p>Em uma nova reviravolta, foi noticiado na semana passada que um enviado especial dos Estados Unidos levantou a possibilidade de a Itália ocupar a vaga do Irã na Copa do Mundo.</p>
<p>Posteriormente, o governo americano se distanciou dessa proposta, e o Secretário de Estado Marco Rubio afirmou que os jogadores iranianos seriam bem-vindos.</p>
<p>O Irã, que deverá ter sua base de treinamento em Tucson, no Arizona, durante a Copa do Mundo, está no Grupo G ao lado de Nova Zelândia, Bélgica e Egito.</p>
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</div>
<p>A estreia dos iranianos está marcada para o dia 15 de junho, contra a Nova Zelândia, em Los Angeles.</p>
<h3>Copa em meio a guerra</h3>
<p>A seleção iraniana se classificou com antecedência nas Eliminatórias da Ásia, em março de 2025. No sorteio dos grupos em dezembro, a equipe foi sorteada no grupo G, com Nova Zelândia, Bélgica e Egito, com jogos nas cidades americanas de Los Angeles e Seattle.</p>
<p>Com o início do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã em fevereiro deste ano, a participação do time foi colocada em dúvida. No mês seguinte, o Ministro dos Esportes do Irã, Ahamad Donyamali, chegou a afirmar que <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/ira-diz-que-nao-vai-a-copa-do-mundo-de-2026/">a seleção do país não iria ao mundial</a>. A Federação também chegou a <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/ira-pede-a-fifa-mudancas-em-sua-participacao-na-copa-do-mundo/">pedir a mudança do local dos jogos para o México</a>.</p>
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</div>
<p>O presidente dos Estados Unidos Donald Trump também colocou lenha na discussão. Em um primeiro momento, chegou a afirmar que a <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/trump-reiterou-que-selecao-do-ira-e-bem-vinda-na-copa-do-mundo-diz-infantino/">seleção iraniana seria &#8220;bem-vinda&#8221; para disputar a competição</a>. No entanto, ele depois disse que não recomendava a vinda da equipe <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/trump-diz-que-ira-nao-deveria-ir-a-copa-do-mundo-para-sua-propria-seguranca/">&#8220;por sua própria segurança&#8221;</a>. O Team Melli, apelido da seleção iraniana, <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/selecao-do-ira-rebate-trump-sobre-copa-do-mundo-nao-podemos-ser-excluidos/">rebateu o chefe do executivo americano</a> : &#8220;Não podemos ser excluídos&#8221;.</p>
<p>A mais recente troca de farpas, foi com a <a href="https://veja.abril.com.br/esporte/estados-unidos-sugerem-substituir-o-ira-pela-italia-na-copa/">sugestão de um enviado especial americano da troca da seleção do Irã pela da Itália na Copa do Mundo</a>. Os italianos não se classificaram para o seu terceiro mundial consecutivo, após eliminação na repescagem para a Bósnia. A <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/fifa-nao-pretende-trocar-ira-por-italia-na-copa-a-pedido-dos-eua-diz-emissora/">Fifa descartou a possibilidade</a>.</p>
<p><em>(Com AFP)</em></p>
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			<media:title type="html">2025 Global Citizen Festival</media:title>
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		<item>
		<title>Mesmo após derrota de Messias, oposição quer encampar ‘PEC do Voto Aberto’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/brasil/mesmo-apos-derrota-de-messias-oposicao-quer-encampar-pec-do-voto-aberto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Laísa Dall'Agnol]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Maquiavel]]></category>
		<category><![CDATA[mario frias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal - STF]]></category>
		<category><![CDATA[Voto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6135938</guid>

					<description><![CDATA[Proposta do deputado Mário Frias (PL-SP) quer tornar obrigatório o voto aberto e nominal em aprovação de autoridades, entre elas a de ministros do Supremo
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rejeição do advogado-geral da União <strong>Jorge Messias </strong>para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmada na última quarta-feira, 29, não deve ser o capítulo final do avanço da oposição sobre o governo Luiz Inácio <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/luiz-inacio-lula-da-silva/"><strong>Lula</strong></a> da Silva.</p>
<p>Parlamentares do Partido Liberal (PL) e legendas aliadas se articulam, agora, em torno de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende estabelecer a obrigatoriedade de <strong>voto aberto</strong> e nominal nas deliberações do Senado relativas à aprovação de autoridades, entre elas a de ministros do Supremo.</p>
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</div>
<p>De autoria do deputado federal <strong>Mário Frias</strong> (PL-SP), o texto foi apresentado na própria quarta-feira, 29, antes da votação em Plenário sobre a ida de Messias para o <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>.</p>
<p>Antes do resultado final, o líder da bancada da oposição na Câmara, deputado <strong>Cabo Gilberto Silva</strong> (PL-PB), chegou a convocar uma coletiva para explicar a proposta e anunciar o protocolo do requerimento de urgência à PEC &#8212; mecanismo que dá celeridade de tramitação ao texto &#8211;, mas que acabou cancelada após a confirmação da derrota de Messias no Senado. De forma inesperada até mesmo para a oposição, a indicação do advogado-geral da União foi rejeitada por 42 votos a 34.</p>
<ul>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/politica/flavio-bolsonaro-diz-que-derrota-de-lula-marca-fim-do-governo-e-faz-promessa-sobre-anistia/"><strong>Derrota de Messias representa &#8216;fim do governo Lula&#8217;, diz Flávio Bolsonaro a VEJA</strong></a></li>
</ul>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O texto de Frias pretende alterar a Constituição Federal, tornando obrigatória a votação por voto nominal e aberto, pelo Senado, de cargos como magistrados, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), presidente e diretores do <a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/banco-central/">Banco Central</a> e Procurador-Geral da República.</p>
<p>Segundo o parlamentar, a proposta tem como objetivo &#8220;corrigir uma incongruência institucional&#8221; no ordenamento constitucional brasileiro.</p>
<p>&#8220;Apesar da natureza pública, política e altamente sensível dessas decisões, o modelo atualmente praticado admite o voto secreto, o que fragiliza princípios estruturantes do Estado Democrático de Direito, notadamente o princípio da publicidade (art. 37, caput), o princípio republicano e o dever de responsabilização política dos agentes públicos&#8221;, diz a justificativa da PEC.</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>A emenda defende, ainda, que a escolha de autoridades que exercerão funções de Estado, &#8220;muitas vezes com mandatos longos ou vitalícios&#8221;, exige &#8220;transparência plena&#8221;. &#8220;O voto secreto, nesse contexto, impede o controle social e obscurece a atuação parlamentar, afastando o cidadão do processo decisório&#8221;, diz.</p>
<p>O texto apresentado também cita o próprio processo de aprovação de Jorge Messias, o qual, defende, expôs a &#8220;necessidade de transparência absoluta nesse tipo de votação, dada a magnitude da função e seus reflexos diretos sobre a vida política, jurídica e social do País&#8221;.</p>
<h3>Requerimento de urgência</h3>
<p>Segundo a bancada do PL, o texto da PEC passará agora para a fase de colhimento de assinaturas para o protocolo do requerimento de urgência &#8212; são necessárias 257 assinaturas.</p>
<p>&#8220;Esse projeto de PEC vem para acabar com essa questão do voto secreto. Não é justo o povo fazer a votação, escolher os seus representantes, e os representantes se esconderem atrás do voto secreto. Mas o mais importante hoje é a volta, pelo menos nesse momento, do equilíbrio entre os poderes, que é o mais importante&#8221;, diz o deputado Mário Frias.</p>
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</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Trump rebate críticas de Merz e diz que chanceler alemão deveria ‘consertar país quebrado’</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/mundo/trump-rebate-criticas-de-merz-e-diz-que-chanceler-alemao-deveria-consertar-pais-quebrado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Salbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veja.abril.com.br/?p=6135884</guid>

					<description><![CDATA[Declaração ocorre após Friedrich Merz afirmar que Teerã está 'humilhando' os EUA nas negociações para o fim da guerra no Oriente Médio
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O presidente dos <strong>Estados Unidos</strong>, <strong>Donald Trump</strong>, afirmou nesta quinta-feira, 30, que o chanceler da Alemanha, <strong>Friedrich Merz</strong>, deveria se concentrar em “<span class="_aupe copyable-text xkrh14z">consertar seu país quebrado”, após o líder europeu </span></span>dizer que o <strong>Irã</strong> <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/chanceler-da-alemanha-diz-que-eua-estao-sendo-humilhados-pelo-ira/">está “humilhando” Washington</a> nas negociações para o fim da guerra no <strong>Oriente Médio</strong>.<span><span class="_aupe copyable-text xkrh14z"> </span></span><span class="_aupe copyable-text xkrh14z"> </span></p>
<p><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">“O chanceler alemão deveria dedicar mais tempo para acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia (onde ele tem sido totalmente ineficaz!), e consertar seu país quebrado, especialmente imigração e energia, e menos tempo para interferir com aqueles que estão se livrando da ameaça nuclear do Irã, tornando assim o mundo, incluindo a Alemanha, um lugar mais seguro!”, escreveu Trump <span>em uma postagem na Truth Social</span>.</span></p>
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<div class="abrAD" data-format="intext_video"></div>
</div>
<p><span>Trump e Merz tem tido divergências sobre a guerra no Irã nos últimos dias, mas o <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/chanceler-alemao-minimiza-conflito-com-trump-apos-dizer-que-ira-humilha-os-eua/">chanceler alemão insiste que ainda mantêm boas relações com o presidente americano</a>. </span>“Do meu ponto de vista, a relação pessoal entre o presidente americano e eu continua tão boa quanto antes”, disse ele em uma coletiva de imprensa em Berlim na quarta-feira.</p>
<p>O líder alemão afirmou que expressou suas dúvidas sobre a serventia da guerra dos Estados Unidos e <strong>Israel</strong> contra o Irã “desde o início”.</p>
<p>“Nós, na Alemanha e na Europa, estamos sofrendo consideravelmente com as consequências”, disse Merz. “O fechamento do Estreito de Ormuz tem um impacto direto em nosso fornecimento de energia, com repercussões enormes em nosso desempenho econômico. E, nesse sentido, estou fazendo pressão para que esse conflito seja resolvido.”</p>
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<div class="abrAD" data-format="intext"></div>
</div>
<p>O chanceler acrescentou que ele e Trump “continuam mantendo boas conversas”.</p>
<h3>A briga</h3>
<p>Durante uma visita a uma escola no oeste da Alemanha no início desta semana, Merz disse que não conseguia ver “qual saída estratégica os americanos escolherão, especialmente porque os iranianos estão obviamente negociando com muita habilidade — ou com muita habilidade para não negociar”.</p>
<p>“Uma nação inteira está sendo humilhada pela liderança iraniana, sobretudo por essa tal Guarda Revolucionária Islâmica”, disse ele.</p>
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<p>Em resposta, Trump <a href="https://veja.abril.com.br/mundo/trump-ataca-alemanha-apos-chanceler-dizer-que-eua-estao-sendo-humilhados-pelo-ira/">atacou diretamente a situação econômica do país</a>. “Não é à toa que a Alemanha está indo tão mal, tanto economicamente quanto em outros aspectos”, escreveu em publicação na rede social Truth Social.</p>
<p>O presidente americano também acusou Merz, sem evidências, de considerar aceitável que o Irã desenvolva armas nucleares. “Se o Irã tivesse uma arma nuclear, o mundo inteiro ficaria refém. Estou fazendo algo com o Irã, neste momento, que outras nações ou presidentes deveriam ter feito há muito tempo”, afirmou o republicano.</p>
<p>A declaração distorce a posição oficial do chanceler alemão. Em 16 de abril, Merz defendeu publicamente o encerramento do programa nuclear militar iraniano. A Alemanha segue entre os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (<strong>Otan</strong>) que autorizaram o uso de bases militares americanas em seu território para operações ligadas ao conflito.</p>
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			<media:title type="html">President Donald Trump Meets With German Chancellor Friedrich Merz At The White House</media:title>
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		<title>RB Bragantino x River Plate: onde assistir, horário e escalações</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/esporte/rb-bragantino-x-river-plate-onde-assistir-horario-e-escalacoes/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/esporte/rb-bragantino-x-river-plate-onde-assistir-horario-e-escalacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Bragantino]]></category>
		<category><![CDATA[Copa Sul-Americana]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol: onde assistir]]></category>
		<category><![CDATA[River Plate]]></category>
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					<description><![CDATA[Partida desta quinta, 30, é válida pela 3ª rodada do Grupo H da competição]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Red Bull Bragantino</strong> recebe o <strong>River Plate</strong> nesta quinta-feira, 30, às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista, pela terceira rodada do Grupo H da <strong>Copa Sul-Americana</strong>.</p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/esporte/jogos-de-hoje-quinta-30-de-abril-onde-assistir-futebol-ao-vivo-e-horarios/"><strong>+ Saiba horários e onde assistir a todos os jogos desta quinta, 30.</strong></a></p>
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<p>A equipe paulista venceu o Blooming na última rodada da Sul-Americana, mas vem de derrota por 1 a 0 para o Palmeiras no Brasileirão. O Bragantino está na terceira colocação do grupo, com três pontos. Caso vença a partida de mais tarde, o Massa Bruta ultrapassa o rival argentino, que está com quatro pontos.</p>
<p>O River Plate, comandado por Eduardo Coudet, chega a Bragança Paulista tentando consolidar a liderança. Os argentinos venceram o Carabobo na rodada anterior da Sul-Americana e devem ter poucas alterações em relação ao time que derrotou o Aldosivi no fim de semana. A dúvida está no setor ofensivo: Kendry Páez pode ser mantido entre os titulares, mas Ian Subiabre também disputa a vaga.</p>
<h3>Como assistir ao jogo entre Bragantino e River Plate hoje?</h3>
<p>Red Bull Bragantino e River Plate vão se enfrentar nesta quinta-feira, 30, às 21h30 (horário de Brasília), em partida válida pela 3ª rodada do Grupo H da Copa Sul-Americana, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista. <strong>A partida terá transmissão</strong><strong> exclusiva do Paramount+.</strong></p>
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<h3>Prováveis escalações:</h3>
<p><strong data-start="1618" data-end="1633">Bragantino:</strong> Volpi; Andres Hurtado, Alix Vinícius, Gustavo Marques e Juninho Capixaba; Gabriel, Matheus Fernandes e Eduardo Sasha; Lucas Barbosa, Henry Mosquera e Isidro Pitta. <strong>Técnico:</strong> Vagner Mancini.</p>
<p><strong data-start="1862" data-end="1878">River Plate:</strong> Lucas Beltrán; Gonzalo Montiel, Lucas Martínez Quarta, Lautaro Rivero e Marcos Acuña; Aníbal Moreno e Giuliano Galoppo; Tomás Galván e Kendry Páez (Ian Subiabre); Maximiliano Salas e Facundo Colidio. <strong>Técnico:</strong> Eduardo Coudet.</p>
<h3>Odds para Bragantino x River Plate:</h3>
<p><strong>Resultado final</strong></p>
<p>Betano: Bragantino (2.62) &#8211; Empate (2.92) &#8211; River Plate (3.05)</p>
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<p>Bet365: Bragantino (2.62) &#8211; Empate (3.00) &#8211; River Plate (2.90)</p>
<h3 data-section-id="13ur18p" data-start="2389" data-end="2416"><span><strong data-start="2392" data-end="2416">Arbitragem:</strong></span></h3>
<ul>
<li data-section-id="1fi0mcc" data-start="2463" data-end="2503"><strong data-start="2465" data-end="2477">Árbitro:</strong> Wilmar Roldán (Colômbia);</li>
<li data-section-id="1qpw2dh" data-start="2504" data-end="2553"><strong data-start="2506" data-end="2531">Assistentes:</strong> Jhon Leon (Colômbia) e Jhon Gallego (Colômbia);</li>
<li data-section-id="1fzv1vw" data-start="2607" data-end="2654"><strong data-start="2609" data-end="2628">Quarto árbitro:</strong> Carlos Ortega (Colômbia);</li>
<li data-section-id="1rlviwy" data-start="2655" data-end="2694"><strong data-start="2657" data-end="2665">VAR:</strong> Leonard Mosquera (Colômbia);</li>
<li data-section-id="ib8r79" data-start="2695" data-end="2733"><strong data-start="2697" data-end="2706">AVAR:</strong> Sebastián Vela (Colômbia).</li>
</ul>
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	<source url="https://veja.abril.com.br">VEJA</source>

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			<media:title type="html">Bragantino v Palmeiras - Brasileirao 2025</media:title>
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	</item>
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		<title>Banksy reivindica estátua instalada na calada da noite em Londres</title>
		<link>https://veja.abril.com.br/cultura/banksy-reivindica-estatua-instalada-na-calada-da-noite-em-londres/</link>
					<comments>https://veja.abril.com.br/cultura/banksy-reivindica-estatua-instalada-na-calada-da-noite-em-londres/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Capuano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 17:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista de rua publicou vídeo que mostra o transporte da obra para o local de exposição]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Uma nova estátua de <strong>Banksy</strong>, representando um homem com o rosto coberto por uma bandeira, foi erguida esta semana em plena madrugada no centro de<span> </span></span><span>Londres</span><span>. A</span><span> obra foi vista pela primeira vez na quarta-feira, 28, e o artista reivindicou sua autoria no dia seguinte, com um vídeo publico do Instagram que revela o processo de transporte da peça. </span></p>
<p><span>Conhecido por seus grafites provocativos, com altas cargas de crítica política e social, o artista misterioso rebocou para o centro da capital inglesa a imagem em posição de marcha </span><span>enquanto carrega uma bandeira esvoaçante que lhe cobre o rosto. <span>A peça está localizada em Waterloo Place, na área de St. James, em Westminster, perto das estátuas de Eduardo VII e Florence Nightingale e do memorial da Guerra da Crimeia.</span></span></p>
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<figure><img alt="." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GettyImages-2273856093.jpg" /><figcaption>Estátua de Banksy em Londres<span class="copyright">Dan Kitwood/Getty Images</span></figcaption></figure>
<figure><img alt="." decoding="async" src="https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GettyImages-2273228999.jpg" /><figcaption>Assinatura de Banksy em estátua de Londres<span class="copyright">Rasid Necati Aslim/Anadolu/Getty Images</span></figcaption></figure>
<p><span>Apesar de ser mais conhecido por suas pinturas em muros, Banksy já fez outras estátuas durante a carreira, incluindo peças como<span> </span></span><span><em>O Bêbado</em></span><span>, que foi instalada no West End de Londres, em 2004, mas acabou removida pouco depois de ser erguida. Misterioso, ele nunca revelou sua identidade publicamente, mas uma investigação recente da<span> agência Reuters apontou que o artista seria o morador de Bristol </span><span>Robin Gunningham, que já havia sido apontado como um dos possíveis suspeitos por trás de Banksy pelo <em>Mail on Sunday</em> em 2008. Gunningham, no entanto, negou a acusação.</span></span></p>
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<div> <a href="https://www.instagram.com/reel/DXwf7pis6KT/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank"> </p>
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<h3>Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:</h3>
<ul>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/tela-plana/" target="_blank" rel="noopener">Tela Plana</a> para novidades da TV e do streaming</li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/som-e-furia/" target="_blank" rel="noopener">O Som e a Fúria</a> sobre artistas e lançamentos musicais<br />
<a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/" target="_blank" rel="noopener"></a></li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/em-cartaz/" target="_blank" rel="noopener">Em Cartaz</a> traz dicas de filmes no cinema e no streaming</li>
<li><a href="https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/livro" target="_blank" rel="noopener">Livros</a> para notícias sobre literatura e mercado editorial</li>
</ul>
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			<media:title type="html">An artwork believed to be by Banksy spotted in London</media:title>
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			<media:title type="html">New Artwork Rumoured To Be Banksy Appears In Central London</media:title>
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			<media:title type="html">An artwork believed to be by Banksy spotted in London</media:title>
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