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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174</atom:id><lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 14:40:55 +0000</lastBuildDate><category>Reflexão</category><category>Séries</category><category>Limão em Limonada</category><category>Escrito nas estrelas</category><category>Malhação</category><category>Cordel Encantado</category><category>SBT</category><category>Caminho das Índias</category><category>Ponto de Vista</category><category>Uma Rosa com Amor</category><category>Insensato Coração</category><category>Tititi</category><category>Rebelde</category><category>Passione</category><category>Paraíso</category><category>Tempos Modernos</category><category>Viver a Vida</category><category>Ribeirão do Tempo</category><category>Morde e Assopra</category><category>Notícias</category><category>O Astro</category><category>Reflexões</category><category>Caras e Bocas</category><category>Record</category><category>Globo</category><category>Amor e Revolução</category><category>Cama de Gato</category><title>Novelando</title><description /><link>http://www.novelando.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>130</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/novelandoblog" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="novelandoblog" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">novelandoblog</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-5932959100148957474</guid><pubDate>Sun, 25 Sep 2011 14:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-25T08:02:42.303-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cordel Encantado</category><title>Cordel Encantado: O último capítulo da trama que fez o telespectador sonhar.</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Amado e odiado em igual proporção, a telenovela desperta reações apaixonadas por todos os lados. Porém, nos últimos anos, o gênero tem sido alvo de problemas decorrentes de seu tempo e de existência e, acima de tudo, de sua própria grandeza.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-yvuvpcXlbjE/Tn9Cf8fC-9I/AAAAAAAACYE/KMATGrOoVAg/s1600-h/cordel-encantado%25255B1%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="cordel-encantado" border="0" alt="cordel-encantado" src="http://lh5.ggpht.com/-ZbyIJfcMSDw/Tn9Cg4oqt7I/AAAAAAAACYI/GMBErSfxXLU/cordel-encantado_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="342" height="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando Cordel Encantado começou, foi tida como um verdadeiro oásis em meio ao deserto do que chamavam de mesmice. A obra de Thelma Guedes e Duca Rachid era atemporal, ágil, com uma história inocente, bom elenco, uma fotografia extraordinária. Não que fugisse dos clichês – inevitáveis a certa altura do campeonato – apenas os transformava em algo mais e compensava seu peso com algo mais interessante. E claro, foi se tornando unanimidade entre os telespectadores, que de início pareceram estranhar a mistura entre reinados fictícios e sertões, mas logo foram conquistados pela história cuja audiência recuperou o fôlego do horário das 18h. E claro, mais do que números para manter a alta cúpula satisfeita, o telespectador também deixou a sua mensagem de maneira simbólica assim como a própria trama o fez em seu desfecho.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-beEU8w32ZNY/Tn9ChiKE-VI/AAAAAAAACYM/rEHtohiIFSE/s1600-h/wide_casorio%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="wide_casorio" border="0" alt="wide_casorio" src="http://lh6.ggpht.com/-41yWgL17veI/Tn9CiqNwG0I/AAAAAAAACYQ/JchEMIpoNmQ/wide_casorio_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O seu final não foi exatamente a típica overdose de felicidade e com isso as palavras na voz do profeta vivido por Matheus Nachtegaele foram enfáticas: “Isso é para que não nos esqueçamos que a maldade sempre vai existir.” Os telespectadores também tiveram uma atitude, afirmando com sua audiência que desejam ver além do modelo típico adotado pela telenovela nos últimos anos, que privilegiava o tal do realismo. Afinal Cordel Encantado não primava exatamente por isso, pelo contrário: era pura fantasia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-I04bSosarT0/Tn9CjeKoAaI/AAAAAAAACYU/1garG76mzPs/s1600-h/timoteo_cordel%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="timoteo_cordel" border="0" alt="timoteo_cordel" src="http://lh3.ggpht.com/-Z7rC58lGVkw/Tn9CkC9_g8I/AAAAAAAACYY/I8jzL0GUcqk/timoteo_cordel_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="367" height="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Falhas? Sim. Nenhuma trama está livre disso e não foi diferente em Cordel Encantado, porém talvez mais sentida pelos telespectadores. Quem já havia se acostumado com o fluxo ágil dos acontecimentos acabou sentindo os efeitos das famosas e temidas barrigas, especialmente nas overdoses de sequestros e embates entre mocinhos e vilões dignos de Tom e Jerry. Porém nada que desmerecesse o trabalho afinado das autoras, elenco e produção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Saldo? Positivo com certeza. Cordel Encantado é uma daquelas tramas que inevitavelmente deixam saudade. Afinal ela foi capaz de fazer aquilo que nos últimos anos parecia ser impossível para os telespectadores: sonhar.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-5932959100148957474?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/09/cordel-encantado-o-ultimo-capitulo-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-ZbyIJfcMSDw/Tn9Cg4oqt7I/AAAAAAAACYI/GMBErSfxXLU/s72-c/cordel-encantado_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-2962458710425393132</guid><pubDate>Sun, 21 Aug 2011 00:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-20T17:09:18.719-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insensato Coração</category><title>Insensato Coração: os mocinhos hors concours da teledramaturgia e uma discussão de cidadania</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" border="0" src="http://www.clickgratis.com.br/novelas/imagens/insensato-coracao.jpg" width="282" height="217" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E eis que temos mais uma trama chegando ao fim. Para alívio geral da nação – ou não – Insensato Coração chegou ao seu fim. Alívio para muita gente que não aguentava mais certos personagens, para quem estava curioso para ver seus mistérios solucionados e o tal dos fins “crime e castigo” para os vilões – e olha que não faltou castigo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ok, o mistério não teve muito tempo para durar, mas gerou buzz da mesma forma. Tudo bem que foi triste ver Norma (Glória Pires) morrer, porém talvez ela tivesse ido longe demais para ser definida por algum outro fim nesse mundo de ficção que exige realismo. Certamente sua trajetória valeu para mostrar que nem sempre tudo deve ser dividido entre o bem e o mal e nem todas as pessoas são enquadradas como mocinhos ou vilões. Porém, humanidade por humanidade, as coisas tenham parado por aí. Os outros personagens afetados pelo efeito bumerangue certamente tinham muitos erros pelo qual pagar, de uma forma ou de outra, como Léo (Gabriel Braga Nunes) que foi alvo da vingança de Norma mesmo que sua algoz estivesse morta, Cortez (Herson Capri), Vinícius (Thiago Martins) e Ismael (Juliano Cazarré). Crime e castigo é praxe, mas dessa vez a tal da justiça pareceu ser certeira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-VKKw56fgG2Q/TlBMqIqizhI/AAAAAAAACXg/NKTM40JWgns/s1600-h/norma-morta-insensato-coracao-620-div-size-598-horz%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="norma-morta-insensato-coracao-620-div-size-598-horz" border="0" alt="norma-morta-insensato-coracao-620-div-size-598-horz" src="http://lh6.ggpht.com/-OTJoyvjErto/TlBMrBrlR6I/AAAAAAAACXk/dbGBpgSKOO0/norma-morta-insensato-coracao-620-div-size-598-horz_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="591" height="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Da mesma forma como citou Ale Rocha em &lt;a href="http://colunistas.yahoo.net/posts/13060.html" target="_blank"&gt;sua coluna do Yahoo&lt;/a&gt;, a trama teve momentos&amp;#160; de puro flerte com o tédio e com o insosso, além ainda de belas barrigas, porém certamente há coisas boas a se lembrar. Discussões a respeito de ética, justiça e também a diversidade sexual e a homofobia. Mesmo limitada pela alta cúpula da emissora, os autores conseguiram instaurar &lt;a href="http://www.novelando.com.br/2011/08/ponto-de-vista-insensato-coracao-traz.html" target="_blank"&gt;discussões muito maiores que o beijo gay&lt;/a&gt;: um ponto a ser louvado e lembrado em Insensato. Dentro deste saldo positivo também houve atores que soaram muito bem em seus papéis, como Marcelo Valle, Ricardo Tozzi, Tainá Müller, Thiago Martins, Rosi Campos, Miguel Roncato, Ana Beatriz Nogueira, Cristiana Oliveira, Gabriel Braga Nunes, Herson Capri, Ana Lúcia Torre e claro, Glória Pires. Independente do tamanho de seus personagens e de suas participações, de serem vilões ou algo mais parecido com gente do bem, estes profissionais fizeram valer a pena o tempo investido em assisti-la e aturar certos desafetos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sim, desafetos. É que &lt;em&gt;Insensato Coração&lt;/em&gt; também entra para a história por ter o casal de mocinhos mais odiado da história da teledramaturgia brasileira: Pedro (Eriberto Leão) e Marina (Paola Oliveira). Malas, chatos, com texto e situações de dar sono até mesmo no telespectador mais tolerante do mundo, tiveram uma grande torcida para um desaparecimento definitivo. Isso sem contar as toneladas de piadas a respeito do tédio e do marasmo que causavam a cada indesejada aparição. Claro, eles nem entram na lista de personagens que geraram mais piadas do que identificação pois já figuram em uma seleção &lt;em&gt;hors concours. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-tb020uKle4g/Tj8Ms88TSHI/AAAAAAAAECg/EY0cSsbSh_4/s1600/sitemundonovelaspedro_marina.jpg" width="397" height="298" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De qualquer modo, provavelmente não vale tocar no nome daqueles que não despertaram empatia no público ou de atores que estavam novamente interpretando os tipos que parecem ser a especialidade. Trata-se de uma situação absolutamente normal em qualquer tipo de obra de ficção e que nem chegam perto da ideia do ódio geral, irrestrito e absoluto causado pelos mocinhos. De mais a mais, cada um que puxe pela memória e fique com seu pequeno riso cínico guardado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E agora, mais uma trama pela frente. Vem aí “Fina Estampa” de Aguinaldo Silva, que finalmente largou a chatíssima “&lt;a href="http://www.novelando.com.br/2011/06/lara-com-zzzzzzz-e-perguntas-nao-tao.html" target="_blank"&gt;Lara com Z&lt;/a&gt;” (aleluia, irmão) para lidar com algo que promete ser mais interessante. O que esperar? Só assistindo – e tendo paciência – para descobrir.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-2962458710425393132?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/08/insensato-coracao-os-mocinhos-hors.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-OTJoyvjErto/TlBMrBrlR6I/AAAAAAAACXk/dbGBpgSKOO0/s72-c/norma-morta-insensato-coracao-620-div-size-598-horz_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-1628840799125259925</guid><pubDate>Sat, 06 Aug 2011 22:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-06T15:51:24.991-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insensato Coração</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>Ponto de Vista: Insensato Coração traz discussões e polêmicas muito maiores do que o beijo gay</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-K7OTI6-FCtY/Tj3FYNcvlkI/AAAAAAAACW8/u3eBYRt3uZI/s1600-h/viniciusmatagilvan%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="viniciusmatagilvan" border="0" alt="viniciusmatagilvan" src="http://lh5.ggpht.com/-Ximotahlc_w/Tj3FZLInI9I/AAAAAAAACXA/1y7nGmC0w4Y/viniciusmatagilvan_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="530" height="245" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Há algum tempo a pauta da diversidade sexual tem sido discutida em nossa teledramaturgia. Embora nem sempre da maneira desejada, aos poucos a ideia vem ganhando força e contornos de que ela está sendo efetiva e servindo para algo mais além de críticas e buchichos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se há poucos meses estávamos celebrando TiTiTi devido a sua abordagem com a história de Julinho (André Arteche) e Thales (Armando Babaioff), agora podemos fazer o mesmo com Insensato Coração, que de longe mexeu com muito mais feridas do que se poderia imaginar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esqueça as barrigas homéricas em sua trama principal e de mocinhos insonsos. Esqueça também a polêmica do beijo gay que acabou se tornando mais um verdadeiro carnaval sem razao do que um simples gesto de afeto. Exercite também sua memória seletiva em prol do bem e, por um minuto, esqueça as sequências escritas pelo autor porém cortadas pela alta-cúpula diante de um público terrivelmente &lt;s&gt;hipócrita&lt;/s&gt; conservador. Insensato Coração traz à tona discussões muito mais efetivas e pontuais em torno das descobertas e do preconceito.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-DWsWThGfNTk/Tj3FZ21Jy-I/AAAAAAAACXE/w6UVDVUxfnQ/s1600-h/eduardo-hugo-insensato-coracao-2011%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="eduardo-hugo-insensato-coracao-2011" border="0" alt="eduardo-hugo-insensato-coracao-2011" src="http://lh5.ggpht.com/-oZk5X79ltsA/Tj3FaypkUAI/AAAAAAAACXI/YmmIr-jGwyw/eduardo-hugo-insensato-coracao-2011_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="490" height="261" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Descobertas, diante do relacionamento de Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo), muito atribulado em seu início por Eduardo relutar o fato de sentir desejo por alguém do mesmo sexo. Preconceito, diante da homofobia expressa por diversos personagens, sendo os mais frequentes o jornalista Kléber (Cassio Gabus Mendes) e o bad boy Vinícius (Thiago Martins) e que chegou ao cúmulo essa semana com a morte de Gilvan (Miguel Roncato).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gilvan era um personagem que estava além de qualquer suposição que se possa fazer a respeito da não confiabilidade dos crimes praticados contra homossexuais – muito alegada para quem ignora qualquer menção a criminalização da homofobia. Era apenas um menino do bem lutando contra o preconceito seja ele moral ou físico que infelizmente significou o fim, através da mão pesada e dos punhos cerrados de gente que não aceita a diferença. Um crime abordado de um modo que se torna muito maior do que a novela em si e uma polêmica com efeito muito maior do que a simples espera incessante por um beijo. Os números provam o quanto o assunto deve ser discutido: um &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/04/04/estudo-aponta-que-260-homossexuais-travestis-e-lesbicas-foram-assassinados-no-brasil-em-2010.jhtm"&gt;estudo divulgado em abril pelo GGB&lt;/a&gt; (Grupo Gay da Bahia) revelou que 260 gays, lésbicas e travestis foram assassinados no Brasil em 2010. Com relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 31,3% (198 mortes violentas) e a situação fica ainda pior em comparação aos últimos cinco anos, com o aumento de 113%.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na ficção, a probabilidade é de que Gilvan não seja mais um naquilo que diga respeito a impunidade. Ainda mais quando até Kleber vai deixar sua “macheza” de lado em prol de justiça ao denunciar e pressionar autoridades a respeito do caso. Na vida real, temos apenas a esperança de que algo possa mudar e de diferenças possam ser aceitas, e não esmagadas por gente intolerante ou indiferente ao que acontece do lado de fora. Ver uma história exposta dessa forma apenas ressalta o fato de que ainda podemos ter fé neste futuro de paz e com um mínimo de civilidade: um dia ainda poderemos assistir um beijo gay, mas antes com certeza preferimos ver o fim da violência e da hipocrisia desmedida.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-1628840799125259925?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/08/ponto-de-vista-insensato-coracao-traz.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-Ximotahlc_w/Tj3FZLInI9I/AAAAAAAACXA/1y7nGmC0w4Y/s72-c/viniciusmatagilvan_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-7152290112624548807</guid><pubDate>Sun, 31 Jul 2011 18:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-31T11:45:24.307-07:00</atom:updated><title>Morde e Assopra e um velho complexo de idade média</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fu_sZsahU0k/TjWiWlYGfbI/AAAAAAAACWc/0U6GA0EMtMg/s1600/melissa-francisco-mordeeassopra.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-fu_sZsahU0k/TjWiWlYGfbI/AAAAAAAACWc/0U6GA0EMtMg/s320/melissa-francisco-mordeeassopra.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fu_sZsahU0k/TjWiWlYGfbI/AAAAAAAACWc/0U6GA0EMtMg/s1600/melissa-francisco-mordeeassopra.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;Ok, confesso que não tenho sido uma telespectadora das mais assíduas no que diz respeito as novelas, mas a verdade é que eu não as deixei de lado. E foi em um destes esforços que acabei assistindo uma cena de Morde e Assopra que me deixou desgostosa com relação a vida, juro!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fu_sZsahU0k/TjWiWlYGfbI/AAAAAAAACWc/0U6GA0EMtMg/s1600/melissa-francisco-mordeeassopra.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;A cena em questão? Este diálogo entre Padre Francisco (Erom Cordeiro) e Melissa (Marisol Ribeiro):&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" height="360" type="application/x-shockwave-flash" width="480"&gt;&lt;param value="true" name="allowFullScreen"&gt;  &lt;param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /&gt;  &lt;param value="high" name="quality" /&gt;  &lt;param value="midiaId=1578279&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=360" name="FlashVars" /&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, eu sei que deveria ser uma história interessante, que é uma trama delicada, com um tema super arriscado de lidar, mas caramba. Não sei se é alguma espécie de implicância minha, mas os dois personagens são chatos ao extremo. O texto parece tão burocrático, e a atriz Marisol Ribeiro tem um ar tão... tão... donzela-de-idade-média-a-beira-da-morte que chega a dar nojinho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já é conhecida a tendência de Walcyr Carrasco com histórias de época, afinal não dá para negar o quanto &lt;i&gt;O Cravo e a Rosa &lt;/i&gt;foi interessante e deliciosa de assistir. O problema é que desde suas tramas alcançaram os novos tempos, as histórias parecem não ter acompanhado a temática. Algumas situações se arrastam em dramas que parecem indeléveis: coisas que podem até acontecer, mas não durando tanto tempo ou sendo daquele jeito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Suas histórias continuam sendo do mesmo estilo das tramas das seis, sendo semelhante a &lt;i&gt;O Cravo e a Rosa, Chocolate com Pimenta &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;Alma Gêmea.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;E &lt;i&gt;Morde e Assopra&lt;/i&gt;, embora esteja de volta aos trilhos quanto à audiência, mas é inegável que sua história seja um pastiche de seus antigos sucessos. Algumas histórias estão encaminhadas, a despeito do que pareça estar no caminho, mas outras parecem estacionadas. Alguns personagens até acabaram saindo da novela, e provavelmente este casal Padre Francisco e Melissa deveria ter sido um deles.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deveria, mas é apenas a minha opinião. Não posso afirmar nada quanto ao gosto público neste caso, mas entendo que não tenham partido desta para uma melhor (nem tão melhor assim). Pelo tamanho de sua polêmica ela precisaria - e mereceria - um desfecho no mínimo digno, o que não talvez não pudesse acontecer caso esta história perdesse muito espaço ou fosse&amp;nbsp;abruptamente interrompida. O problema é que até mesmo este decorrer tem passado longe desta tal dignidade...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-7152290112624548807?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/07/morde-e-assopra-e-um-velho-complexo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-fu_sZsahU0k/TjWiWlYGfbI/AAAAAAAACWc/0U6GA0EMtMg/s72-c/melissa-francisco-mordeeassopra.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-672423021479498839</guid><pubDate>Sun, 31 Jul 2011 01:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-30T18:53:36.852-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Globo</category><title>Sangue novo: a corrida em busca dos autores perdidos</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="966154_78155235" border="0" alt="966154_78155235" src="http://lh5.ggpht.com/-yNmLBSN6ol4/TjS1n3rleaI/AAAAAAAACWY/6tgbY7EbeAg/966154_78155235%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="279" height="209" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="2"&gt;Imagem: &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.sxc.hu/profile/abcdz2000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="2"&gt;abcdz2000&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="2"&gt; / Stock.xchng&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para quem está carente de novas histórias na teledramaturgia, parece que estão agindo para que as coisas mudem. Não é segredo para ninguém que estamos vivendo uma verdadeira overdose de remakes, parece que a Globo resolveu agir. As informações são do &lt;a href="http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/ricardofeltrin/951092-tv-globo-faz-arrastao-para-descobrir-novos-autores.shtml" target="_blank"&gt;F5, site de entretenimento da Folha&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;TV Globo faz &amp;quot;arrastão&amp;quot; para descobrir novos autores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Pressionada pela falta de novos e talentosos novelistas, e por uma crescente dependência de remakes de antigos sucessos, a TV Globo iniciou uma operação de &amp;quot;caça ao autor&amp;quot;. Segundo o &lt;b&gt;F5 &lt;/b&gt;apurou, a tarefa esteve a cargo do núcleo de Roberto Talma.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Procurada, a CGCom informou que a informação &amp;quot;não procede&amp;quot;. O &lt;b&gt;F5&lt;/b&gt; teve acesso a um email enviado por colaborador de Talma, instando o envio de material não publicado. O núcleo do diretor é responsável pelo atual remake &amp;quot;O Astro&amp;quot;.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Recentemente, a Globo já refez &amp;quot;Ti-Ti-Ti&amp;quot;, e já anunciou a refilmagem de &amp;quot;Cambalacho&amp;quot;, ao mesmo tempo que adiou o remake previsto de &amp;quot;Guerra dos Sexos&amp;quot;. Somado à necessidade de sempre reprisar outro sucesso vespirtino, no &amp;quot;Vale a Pena Ver de Novo&amp;quot;, a Globo se vê hoje obrigada a encontrar novos fornecedores do seu conteúdo de maior sucesso, tradição e preço de espaço publicitário: a dramaturgia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O mail ao qual esta coluna teve acesso é copiado para mais de um escritor; o signatário avisa que a Globo não está procurando apenas criadores de novelas, mas quer também sugestões ou sinopses de minissérie, seriado e até filmes --desde que sejam roteiros inéditos. &lt;a href="http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/ricardofeltrin/951092-tv-globo-faz-arrastao-para-descobrir-novos-autores.shtml" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;As informações dão conta de que essa busca não está aberta a quem está de fora. Isso quer dizer que escritores de gaveta muito provavelmente não serão beneficiados ao enviarem material para a emissora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Bom, já não era mesmo sem tempo. É preciso de sangue novo. Há algum tempo já estamos sofrendo com as velhas novas histórias, sem qualquer vislumbre de algo novo. Na maior parte do tempo – salvo raras exceções – não estamos assistindo uma trama com simples elementos clichês, mas sim um punhado de clichês sem vida e sem graça. Ok, será algo que provavelmente dará resultados somente à longo prazo já que é preciso o encaixe em um padrão, mas quem sabe isso não represente a saída deste marasmo?&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-672423021479498839?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/07/sangue-novo-corrida-em-busca-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-yNmLBSN6ol4/TjS1n3rleaI/AAAAAAAACWY/6tgbY7EbeAg/s72-c/966154_78155235%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-7926199344044842024</guid><pubDate>Sun, 24 Jul 2011 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T05:00:02.697-07:00</atom:updated><title>Morde e Assopra: censura ou balela?</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FxOO2pOWbsc/TiuaRlzWS_I/AAAAAAAACWA/Epnq96ko-6o/s1600/logo-morde-e-assopra.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-FxOO2pOWbsc/TiuaRlzWS_I/AAAAAAAACWA/Epnq96ko-6o/s400/logo-morde-e-assopra.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Morde e Assopra tem sido alvo de atenção há algum tempo, todo mundo já sabe. Sabemos que ela teve os seus contratempos, mas voltou a andar nos trilhos - e nas graças - quanto à sua audiência. E agora parece que ela pode voltar para a boca do povo, mas como antes não exatamente por sua história, mas por aquilo que acontece em seus bastidores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há poucos dias, estava rolando uma fofoca a respeito da saída dos personagens Fernando (Rodrigo Hilbert) e Lavínia (Nívea Stelman). A razão seria que o autor da trama, Walcyr Carrasco, estivesse sofrendo pressões do Ministério da Justiça por uma história pesada demais em função do horário, já que Lavínia é uma ex garota de programa que apanha do marido. Essa versão circulou em vários sites e foi dita pela própria atriz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-q4gBPRouROA/TiuXPJeFj_I/AAAAAAAACV8/S8EBa0PuH6c/s1600/lavinia-danca-fernando.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-q4gBPRouROA/TiuXPJeFj_I/AAAAAAAACV8/S8EBa0PuH6c/s400/lavinia-danca-fernando.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O casal da discórdia em uma cena muito expressiva #NOT&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, problemas com classificação indicativa são normais e até de praxe em novelas, mesmo que as cenas protagonizadas por ela não tivessem nada demais. O problema é que isso pode ser uma desculpa: de acordo com &lt;a href="http://outrocanal.folha.blog.uol.com.br/arch2011-07-17_2011-07-23.html#2011_07-22_09_51_44-158799918-0"&gt;informações da colunista Keila Jimenez&lt;/a&gt; do blog Outro Canal, não houve nenhuma pressão por parte do MJ e que a saida dos personagens foi uma decisão do próprio autor:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Assim como outros personagens de "Morde &amp;amp; Assopra" (Globo), Nívea Stelman e Rodrigo Hilbert deixaram a novela bem antes do previsto.&lt;br /&gt;Até ai tudo bem, se a Nívea não tivesse colocado no Twitter que sua personagem deixou a trama por pressão do Ministério da Justiça, porque suas cenas eram fortes demais. A personagem dela apanhava do marido na trama.&lt;br /&gt;Acontece que nem o MJ nem a Globo têm nada a ver com isso. Não houve pressão de nenhuma das partes. Todo mundo estranhou essa história de MJ.&lt;br /&gt;Walcyr Carrasco, autor da novela, foi quem decidiu antecipar o desfecho dos personagens, alegando que algumas histórias deveriam ser resolvidas antes para não deixar tudo para os últimos capítulos.&lt;br /&gt;De onde então a atriz tirou isso? Ninguém sabe. &lt;a href="http://outrocanal.folha.blog.uol.com.br/arch2011-07-17_2011-07-23.html#2011_07-22_09_51_44-158799918-0"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;De acordo com a coluna, para os bastidores era fato que os atores simplesmente não tinham química juntos. Alguns colocando a responsabilidade para Nívea - por não estar concentrada na personagem, twittando durante horas e em crise em seu relacionamento amoroso - e outros em Rodrigo - que não estaria preparado para um papel tão dramático. Também afirma que a dupla já levou broncas da direção e o clima não era exatamente dos melhores, sendo assim a decisão de Walcyr teria sido realmente sábia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Bom, duvido que um dia saberemos qual a versão, mas que ambas se mostram cabíveis, essa é certeza, principalmente no que diz respeito ao desempenho dos dois atores. Rodrigo Hilbert realmente precisa de amadurecimento antes de ter um personagem mais denso em mãos, e pelo que me lembro a respeito de Nívea, ela sempre soou mediana em seus trabalhos - salvo algumas exceções - e em &lt;i&gt;Morde e Assopra&lt;/i&gt; especialmente a atuação não fluia lá muito bem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Bom, entre versões e versões, escolha a sua preferida. Quem sabe um dia a verdade não aparece?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-7926199344044842024?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/07/morde-e-assopra-censura-ou-balela.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-FxOO2pOWbsc/TiuaRlzWS_I/AAAAAAAACWA/Epnq96ko-6o/s72-c/logo-morde-e-assopra.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-4915820763697698383</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 01:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-17T18:02:28.866-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O Astro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Globo</category><title>O Astro e as consequências de um experimento que pode dar certo</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-gA5Xodc38rw/TiOGGUweWcI/AAAAAAAACVk/N2N60ncUELc/s1600-h/O-Astro-2011%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="O-Astro-2011" border="0" alt="O-Astro-2011" src="http://lh4.ggpht.com/-LJbo4KDlFQM/TiOGHA3AKaI/AAAAAAAACVo/Fhx7cazudtQ/O-Astro-2011_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="268" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O dia 12 de julho foi especial para aqueles que de alguma forma gostam de teledramaturgia, seja os nostálgicos de uma era que parecia ser dourada comparada a de agora ou para aquelas pessoas simplesmente ávidas por novidades em meio a uma programação sofrível. Na comemoração de 60 anos de telenovela no Brasil, o remake de “O Astro”, sucesso de Janete Clair estreou com todas as honras da casa com status de novela das 11h embora seu formato fosse o de macrossérie. Isso parece sinalizar um possível plano de revitalizar a grade com quem sabe mudanças drásticas?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ok, aparentemente isso pode ser algo distante em função da necessidade de um maior planejamento, porém a obra se mostra como mais que um remake ou uma homenagem a uma data especial: significa também a experimentação de algo que ainda possa render muitos frutos mais tarde. Um plano relativamente seguro, sem grandes chances de falha em termos de audiência embora os riscos pudessem ser outros. Sendo um remake, automaticamente isso poderia representar um choque para os saudosistas ou os velhos adeptos da máxima “deixem os clássicos em paz” e esse é um aspecto que francamente faltará neste post em termos de uma análise detalhada, porém o público pareceu aceitar sem grandes observações furiosas além do que seria usual. A audiência também está ajudando, portanto as coisas parecem caminhar bem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-FZjqkiSNIPI/TiOGHyW51PI/AAAAAAAACVs/I4QlMYWHGvU/s1600-h/img20110712141132%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="img20110712141132" border="0" alt="img20110712141132" src="http://lh6.ggpht.com/-7yTAsXEEb8A/TiOGIxSb4bI/AAAAAAAACVw/HN1sRKprqkg/img20110712141132_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="314" height="264" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A história é&amp;#160; promissora, mesmo que seus caminhos possam ser revelados além do que possa ser considerado um spoiler normal. Seu elenco é bom, embora dois ou três nomes possam ser alvo de alguma estranheza. A história é ágil, tão ágil a ponto de não haver continuidade e algumas cenas ficarem por isso mesmo por mais impactantes que sejam. Ok, fruto da necessidade de se resumir ao máximo uma história em se estivesse em um horário mais acessível seria melhor contada, porém poderia ter sido mais pensada naquilo que diz respeito a compreensão e ao conforto de um telespectador nem sempre tão veloz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que mais dizer? Não sei. De minha parte espero que “O Astro” seja o primeiro de uma série de experimentos que possam ir a frente e deem ao telespectador carente a chance e o benefício da memória de um algo bom mais recente do que memórias empoeiradas.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-4915820763697698383?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/07/o-astro-e-as-consequencias-de-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-LJbo4KDlFQM/TiOGHA3AKaI/AAAAAAAACVo/Fhx7cazudtQ/s72-c/O-Astro-2011_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-7068036746161704259</guid><pubDate>Sat, 09 Jul 2011 23:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-09T16:28:42.925-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Morde e Assopra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor e Revolução</category><title>Telenovelas: entre sucessos e fracassos há também o exercício do ego e da humildade</title><description>&lt;p align="justify"&gt;O assunto pode parecer algo vindo de um repentino deja vú, mas a verdade é que se quisermos falar de televisão e sobretudo de teledramaturgia, ele será uma constante. Trata-se daquela que é o maior atributo das telenovelas e ao mesmo tempo aquilo que representa seu maior perigo: sua qualidade de obra aberta, pela qual o público pode ser facilmente o seu coautor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="966154_78155235" border="0" alt="966154_78155235" src="http://lh4.ggpht.com/-4YBkIRNpmi8/Thjjcy5g0UI/AAAAAAAACVY/-eX8X7RRiEs/966154_78155235%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="376" height="282" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Imagem: &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.sxc.hu/profile/abcdz2000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;abcdz2000&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt; / Stock.xchng&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Falar em uma novela como obra aberta, significa dizer que, a grosso modo, nada é definitivo. O decorrer da história pode mudar em função de motivos fortes e variados, sendo que o mais forte deles diz respeito a audiência e a rejeição do público. Embora a autoria de qualquer obra seja motivo de orgulho para um alguém, a verdade é que escrever uma telenovela é um exercício para o ego e para a humildade, para o bem ou para o mal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não é novidade que algumas novelas desandem frente ao público e a salvação seja uma operação tremendamente arriscada. O último exemplo emblemático disso foi &lt;i&gt;Tempos Modernos, &lt;/i&gt;escrito por Bosco Brasil. A trama passou por grandes mudanças, não somente na história quanto na personalidade dos personagens, tornando-se outro folhetim, mas no fim houve o naufrágio definitivo. Esse exemplo, aliás, foi o mais usado nos últimos tempos para falar no assunto, porém surgiram mais outros para que o tema continue a ter o status de atual. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Recentemente, “&lt;i&gt;Morde e Assopra”&lt;/i&gt;, de Walcyr Carrasco e “&lt;i&gt;Amor e Revolução&lt;/i&gt;” de Tiago Santiago passaram pelo mesmo dissabor. Cada uma com suas peculiaridades, muito além das emissoras onde são exibidas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma se dispunha a ser uma história leve em um horário onde isso é o esperado, sem responsabilidades maiores que a de manter o seu público e ter audiência o bastante para deixar a alta cúpula satisfeita. A outra tinha a responsabilidade de ser grande, de ser sucesso, estando em um horário nobre e estreando com pompa e circunstância para dar destaque a uma emissora que agora tem a obrigação de lutar por seu espaço. Ambas tiveram de enfrentar baixos índices, tiveram de lutar em busca do público, mas obtiveram um resultado bem diferente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-AmOaFrzlvJY/Thjjd5FyalI/AAAAAAAACVc/0moUVg-YVcM/s1600-h/252165594-horz2%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="252165594-horz2" border="0" alt="252165594-horz2" src="http://lh6.ggpht.com/-0sUm5gRlpU0/ThjjgDDl1mI/AAAAAAAACVg/loCdmXyM-ro/252165594-horz2_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="501" height="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Morde e Assopra”&lt;/em&gt; retirou alguns personagens de circulação, deu destaque para outras histórias, deu margem ao que o seu autor sabia fazer de melhor, ainda que isso signifique seja o&lt;em&gt; mashup&lt;/em&gt; de sucessos e formulas antigas. E deu certo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já &lt;i&gt;Amor e Revolução &lt;/i&gt;agoniza a céu aberto. Ok, pode parecer um panorama dramático demais para ser descrito de tal forma, mas de qualquer modo a expressão serve bem ao propósito. A trama tinha tudo para ser boa e para se sobressair, desde o pleno destaque até uma época boa para que certas histórias fossem contadas: tudo isso, mas não rolou. Os diálogos entre os personagens pareciam ser inspirados em uma cartilha para a 4ª série e aparentemente qualquer medida que pudesse salvar o barco na hora certa acabou ficando pelo meio do caminho. A insistência no didatismo continuou, como se fosse pirraça de quem não quer dar o braço a torcer, restando apenas o óbvio ululante e a armadilha típica para todo e qualquer ator de ficção: erotismo e violência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Certo, a violência tinha lá o seu contexto, mas não funcionou porque o recurso saiu um pouco da medida. Já o erotismo parece estar em cena definitivamente: a polêmica de outro beijo gay, agora entre homens, foi vetado por Sílvio Santos em função de um público mais conservador que seria o perfil dos que ainda assistiam Amor e Revolução. Em contrapartida, o clima do amor livre pareceu ter tomado conta já que muito se especulou a respeito da &lt;a href="http://br.omg.yahoo.com/noticias/novela-do-sbt-investe-em-descamisados.html"&gt;entrada dos descamisados&lt;/a&gt;, que aliás não tem nada a ver com algum tipo de serviço social. Embora tudo isso esteja na mídia, outra informação interessante que veio através da coluna de Flávio Ricco no Uol é a de que foi dado início &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/07/07/sbt-faz-operacao-pente-fino-em-amor-e-revolucao.jhtm"&gt;a uma operação pente-fino&lt;/a&gt; para filtrar cenas julgadas como inadequadas, seja por sexo, violência ou até palavrões. E mesmo assim, o ritmo de gravações está acelerado para que a trama acabe o quanto antes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Triste panorama, mas é parte do jogo. Muitas vezes devo ter citado o público como tendo aquele quê de tirania, mas pensar em agradá-lo é uma necessidade. As vezes funciona, outras não. O fato de uma história não funcionar não é demérito de ninguém, pode acontecer com qualquer autor. Lutar para que o barco volte a navegar em bons mares não é vergonha. Perder também não. O triste é ver naufrágios acontecendo por pura teimosia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Que ninguém se engane: escrever novelas é uma experiência que poderia resultar em um excelente estudo, digna de palestras de best-sellers de autoajuda. Exercer a humildade não tá fácil pra ninguém. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-7068036746161704259?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/07/telenovelas-entre-sucessos-e-fracassos.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-4YBkIRNpmi8/Thjjcy5g0UI/AAAAAAAACVY/-eX8X7RRiEs/s72-c/966154_78155235%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-1407078423071499371</guid><pubDate>Fri, 01 Jul 2011 00:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-30T17:57:50.816-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor e Revolução</category><title>Amor e Revolução: o fim das utopias?</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-autqRsXK2xM/Tg0biDBbchI/AAAAAAAACUU/XizH3-RSd38/s1600-h/amor-e-revoluc3a7c3a3o%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="amor-e-revoluc3a7c3a3o" border="0" alt="amor-e-revoluc3a7c3a3o" src="http://lh6.ggpht.com/-wcJd-sgyKYY/Tg0bjNGU-bI/AAAAAAAACUY/KuYOgT1Meus/amor-e-revoluc3a7c3a3o_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="359" height="202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Amor e Revolução&lt;/em&gt; chegou em nossas telas de televisão com uma missão muito clara: além de pretender ser o resgate dos investimentos em teledramaturgia do SBT, a trama escrita por Tiago Santiago tinha a missão de fazer a emissora voltar à briga pela audiência. O assunto da ditadura militar estava em voga e as polêmicas prometidas por seu autor atrairam a atenção de todos, assim como também os ares de superprodução.&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O tempo passou, a novela entrou no ar e o que vimos foi um texto excessivamente didático, atores pronunciando suas falas com tanta emoção que mais pareciam crianças lendo uma cartilha de 4ª série e cenários dignos de uma nova geração de Chaves. Tudo isso em uma conjunção que resultou em um balde de água fria em termos de ibope a ponto de fazer Sílvio Santos pedir por &lt;a href="http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/0,,OI5132006-EI17517,00-Amor+e+Revolucao+autor+reduz+tortura+e+investe+em+romance.html" target="_blank"&gt;“mais amor e menos revolução”&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre as promessas, apenas as polêmicas compareceram: houve a ameaça de uma &lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/13/militares-da-reserva-querem-tirar-do-ar-novela-do-sbt-sobre-ditadura-924233922.asp" target="_blank"&gt;intervenção de militares insatisfeitos&lt;/a&gt; com o que era mostrado, houve o &lt;a href="http://www.novelando.com.br/2011/05/amor-e-revolucao-e-o-beijo-gay-olha-o.html" target="_blank"&gt;beijo lésbico&lt;/a&gt; entre duas personagens e ainda a ideia de ousar mais. Só que, de acordo com a coluna Zapping, esta última teve um triste fim.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;Previsto para 7 de julho, o beijo gay entre Jeová (Lui Mendes) e Chico (Carlos Artur Thiré) foi cortado da novela &amp;quot;Amor e Revolução&amp;quot;. Segundo o autor, Tiago Santiago, a decisão partiu da direção do SBT e ele teve de acatar. &amp;quot;Há uma preocupação com a audiência mais conservadora&amp;quot;, disse ele à coluna. Em maio, o folhetim exibiu um beijão entre Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Gisele Tigre). &amp;quot;O beijo entre os dois rapazes seria um passo além do beijo lésbico&amp;quot;, lamenta. Santiago diz que contará a história do casal gay como a Globo, apenas sugerindo as carícias. Anunciado com grande alarde, o beijo lésbico não alterou o ibope de &amp;quot;Amor e Revolução&amp;quot;, que segue na casa dos 5 pontos.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;MENOS GAY&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Além de não exibir o beijo entre dois homens, após pressão, Tiago Santiago teve de cortar de &amp;quot;Amor &amp;amp; Revolução&amp;quot; a homossexualidade do padre Bento (Diogo Savala Picchi).&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;MENOS GAY 2&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Na história, o sacerdote declararia estar apaixonado pelo padre Inácio (Pedro Lemos).&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Triste caminho para quem entrou no ar com tantas responsabilidades e expectativas. A verdade é que não faltaram avisos e sinais de que o resultado não seria o desejado. Talvez a teimosia em enxergar e dar o braço a torcer tenha feito com que a ideia de um sucesso tenha se tornado uma utopia assim como a paz parece longe&amp;#160; para os personagens da novela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aparentemente além da tão importante qualidade de ouvir e aceitar críticas ainda falta a tal da percepção. Por mais que seja importante falar e mostrar certos assuntos, a polêmica não é um propulsor de audiência. Ele pode sim turbinar os números, mas quando falamos em uma novela os planos devem ser feitos a longo prazo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tudo bem se &lt;em&gt;Amor e Revolução&lt;/em&gt; fosse uma minissérie: as liberdades e polêmicas poderiam ser mais bem vistas assim como seu autor poderia trabalhar verdadeiramente em paz . Já as telenovelas exigem mais jeitinho, mais malevolência e menos ego. As experiências em novelas globais já mostraram o quanto é preciso abrir mão quando as coisas vão mal. Um exercício de desprendimento para o qual nem todo mundo está preparado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os procedimentos de salvar o que está dando certo – se é que algo se enquadra nessa categoria – já está sendo feita. Estão aumentando as cenas de romance e comédia, diminuindo a violência e também acelerando o ritmo das gravações. No que isso vai dar a curto prazo, creio que todos sabemos. Agora, o que será a longo prazo? Um aprendizado sobre como fazer telenovelas? Ensinamentos valiosos a respeito de seriedade? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Talvez sim, talvez não. O SBT não é lá muito conhecido por aprender com os próprios erros. Será que dessa vez a ficha cai? Não custa torcer…&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-1407078423071499371?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/amor-e-revolucao-o-fim-das-utopias.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-wcJd-sgyKYY/Tg0bjNGU-bI/AAAAAAAACUY/KuYOgT1Meus/s72-c/amor-e-revoluc3a7c3a3o_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-8961677969514164624</guid><pubDate>Sun, 26 Jun 2011 00:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-25T17:45:46.642-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>Lara com Zzzzzzz e perguntas não tão sem respostas assim</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Cvref9r11cA/TgaBLI9YI3I/AAAAAAAACTY/S-Bu-9tNMj0/s1600-h/tn_Lara-com-Z--20114.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="tn_Lara com Z  (2011)" border="0" alt="tn_Lara com Z  (2011)" src="http://lh4.ggpht.com/-Tr_5WtV86RU/TgaBL8tyEeI/AAAAAAAACTc/0HYHMeozKp8/tn_Lara-com-Z--2011_thumb2.jpg?imgmax=800" width="327" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos últimos tempos estive falando bastante nas novas séries brasileiras, não é mesmo? Ok, mas toda essa falação tem um motivo. É que não dá para negar a importância do assunto, afinal &lt;a href="http://www.novelando.com.br/2011/06/e-quem-disse-que-brasileiro-nao-sabe.html" target="_blank"&gt;o investimento&lt;/a&gt; neste gênero é notável. A nova safra não foi tímida como as anteriores e os resultados desta ousadia estão chegando aos poucos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Algumas séries já deram o sinal de que ficarão tempo o bastante no ar para despertar a memória do telespectador, como &lt;em&gt;Tapas e Beijos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Macho Man&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Mulher Invisível&lt;/em&gt;. Outras já passaram pela tesoura, dando seu adeus sem sequer deixar algo digno de menção, como foi o caso de &lt;em&gt;Batendo o Ponto. &lt;/em&gt;Mas você pensa que acabou? Não acabou não: que tal aquelas que merecem a tesourada mas permanecem no ar?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um claro exemplo disso é &lt;em&gt;Lara com Z, &lt;/em&gt;escrita por Aguinaldo Silva e estrelada por Suzana Vieira. Aliás, estrelada mesmo, porque aparentemente este é o único propósito da existência da série. Não que haja uma história, muito menos um texto ou simples pretexto para um riso, ou no mínimo algo maior que um bocejo. É uma obra que pelo jeito serve apenas para exercitar o ego de sua atriz. Uma oportunidade para que Suzana seja diva, porém nem para isso rende. Nem mesmo ela, que ultimamente vem sendo mais conhecida por seu ego do que por seu trabalho, vem fazendo algo digno de memória. Um desperdício de elenco, incluindo até mesmo Suzana. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-QRyqA4LDzpY/TgaBNDJPElI/AAAAAAAACTg/nriymsv0qjc/s1600-h/Susana-Vieira-Jo%2525C3%2525A3o-Miguel-Jr.1%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Lara com Z" border="0" alt="Lara com Z" src="http://lh5.ggpht.com/-zdqRG5dFp4Q/TgaBONlaoYI/AAAAAAAACTk/C0wSKCWn7wo/Susana-Vieira-Jo%2525C3%2525A3o-Miguel-Jr.1_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="320" height="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Agora, o tal mistério: sendo algo tão ruim, por que ainda está no ar? Alguém gosta? Provavelmente temos razões muito mais plausíveis do que alguém assistindo aquilo por vontade própria. Deve haver alguma razão muito forte já que a corrida insana pela audiência leva muita coisa que está no meio do caminho, e no fundo a resposta talvez nem seja tão misteriosa assim: afinal, quem vai querer aborrecer o autor da próxima novela do horário nobre? Fina Estampa já está a todo vapor em sua produção, capítulos adiantados e inclusive com notáveis problemas quanto ao elenco pelo menos em um passado recente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O jeito é mudar o canal, desligar a TV e esperar ansiosamente pelo dia em que &lt;em&gt;Fina Estampa&lt;/em&gt; começar, e torcer para que esse &lt;em&gt;Lara com Z&lt;/em&gt; não surja no futuro com mais uma temporada. Sabe-se lá se um dia certos programas não acabam ressuscitando… &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-8961677969514164624?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/lara-com-zzzzzzz-e-perguntas-nao-tao.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-Tr_5WtV86RU/TgaBL8tyEeI/AAAAAAAACTc/0HYHMeozKp8/s72-c/tn_Lara-com-Z--2011_thumb2.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-8654762084699650895</guid><pubDate>Sat, 18 Jun 2011 21:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-18T14:12:55.594-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Globo e Dias Gomes: Uma novela a parte</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Quem se liga em telenovelas certamente tem algumas obras antigas na memória: Roque Santeiro, O Bem Amado, Saramandaia... essas antigas e memoráveis tramas tem uma coisa em comum: ganharam vida nas mãos de Dias Gomes, que é um dos mais lembrados autores do Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-WbFMzM8EHng/Tf0U0jaNTLI/AAAAAAAACSo/BdLI8GwZD_k/s1600-h/personalidades-dramaturgos-brasil-dias-gomes-01%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="personalidades-dramaturgos-brasil-dias-gomes-01" border="0" alt="personalidades-dramaturgos-brasil-dias-gomes-01" src="http://lh5.ggpht.com/-NMHlV7DFCpE/Tf0U1amqFzI/AAAAAAAACSs/XSNA_Zj4hUM/personalidades-dramaturgos-brasil-dias-gomes-01_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="157" height="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Bom, o atual imbróglio é uma novela a parte mesmo. É que a Globo perdeu os direitos sobre todas as obras do autor. A informação foi publicada no &lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/daniel-castro/2011/06/17/globo-perde-direitos-das-novelas-roque-santeiro-e-o-bem-amado/" target="_blank"&gt;blog de Daniel Castro&lt;/a&gt;: &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;A Globo perdeu os direitos dos textos de todas as novelas escritas por Dias Gomes (1922-1999), um dos principais nomes da teledramaturgia nacional. Os direitos agora pertencem aos cinco filhos do autor.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Isso quer dizer que a Globo não pode, sem autorização da família, gravar uma nova versão de novelas e minisséries do escritor, como &lt;em&gt;Roque Santeiro&lt;/em&gt; (1985),&amp;#160; &lt;em&gt;O Bem-Amado &lt;/em&gt;(1973),&lt;em&gt; Saramandaia &lt;/em&gt;(1976)&lt;em&gt;, O Pagador de Promessas&lt;/em&gt; (1988)&lt;em&gt;, Araponga&lt;/em&gt;(1990)&lt;em&gt; &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;As Noivas de Copacabana&lt;/em&gt; (1992).&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Mas a emissora pode, sim, reprisar essas obras, porque detém os direitos de produção delas. Tanto que o canal Viva, da Globo, reprisará &lt;em&gt;Roque Santeiro&lt;/em&gt; a partir de julho.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Os direitos sobre os textos das obras expiraram há mais de dois anos, mas só agora voltaram para as mãos dos herdeiros, porque só em maio último ficou pronto o inventário da morte do escritor. &lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/daniel-castro/2011/06/17/globo-perde-direitos-das-novelas-roque-santeiro-e-o-bem-amado/" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;E a pendenga de qualquer forma promete ser bem pior do que se imagina já que os herdeiros parecem bem chateados com a postura da Vênus Platinada frente às obras. Um ponto que pode contar bastante já que estes estão dispostos a negociar com outras emissoras. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Ao &lt;strong&gt;R7&lt;/strong&gt;, Alfredo Dias Gomes, filho do dramaturgo e um dos herdeiros, confirmou as negociações e disse estar chateado com a Globo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;“Estamos, sim, negociando com outras emissoras, porque é uma falta de respeito o que a Globo vem fazendo com as obras do meu pai. Em dez anos, o que eles fizeram com as novelas que tinham direito? Nada”, conta Alfredo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;[…] Alfredo diz que o valor oferecido pela Globo para manter os direitos sobre os textos foi “irrisório”.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;“Eles ofereçam um valor muito abaixo do que o mercado pode pagar. Estão fazendo o mesmo que fizeram com as novelas radiofônicas da minha mãe, que acabamos vendendo para o SBT”, desabafa.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A mágoa parece mesmo imensa e aparentemente há bons interessados: segundo os herdeiros, a emissora mexicana Televisa demostrou interesse. Quanto à outras obras, uma produtora independente norte-americana para fazer um filme baseado na peça de teatro &lt;em&gt;Santo Inquérito&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como vai terminar, parece longe de uma resolução, mas imagine outras emissoras podendo tirar proveito de grandes sucessos já consagrados? Não que seja garantia de empreendimento bem sucedido, mas que isso vai doer com certeza, vai. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-8654762084699650895?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/globo-e-dias-gomes-uma-novela-parte.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-NMHlV7DFCpE/Tf0U1amqFzI/AAAAAAAACSs/XSNA_Zj4hUM/s72-c/personalidades-dramaturgos-brasil-dias-gomes-01_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-1760700204539183490</guid><pubDate>Sat, 11 Jun 2011 19:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-11T12:30:00.149-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>E quem disse que brasileiro não sabe fazer séries?</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Durante muito tempo e muitas tentativas, um dos mitos populares praticamente consolidados a respeito da TV era a de que brasileiro não sabe fazer séries. Tudo bem quanto às minisséries, tudo ótimo quanto às novelas, embora atualmente haja lá as suas ressalvas, mas de fato as séries nunca foram mesmo o nosso forte, porém as coisas parecem ter começado a mudar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Há algum tempo há um nítido esforço em fazer com que elas aconteçam, mesmo que não sejam o carro-chefe da programação. O lançamento da atual safra de séries veio com direito a honra e destaques. Muitas estreias e expectativas, algumas baixas e algumas consagrações. Quanto as baixas – justas ou não – não há grande serventia em chorar pelo leite derramado, mesmo porque as consagrações parecem superar a sensação de injustiça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Zwe9cfXe-Oo/TfO_qAanm3I/AAAAAAAACSI/Stm0xFK1ieI/s1600-h/topo_diva_01%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="topo_diva_01" border="0" alt="topo_diva_01" src="http://lh6.ggpht.com/-HNY1kaYrmTY/TfO_qyXLoUI/AAAAAAAACSM/Haezdc5wwXU/topo_diva_01_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="379" height="128" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A respeito da nova safra, &lt;em&gt;Divã&lt;/em&gt; foi realmente um bálsamo em meio as boas e más estreias que tivemos por aqui. Uma boa promessa recente é “&lt;em&gt;A mulher invisível&lt;/em&gt;” que ainda merece o benefício da dúvida por até esse momento ter sido exibida apenas um episódio, porém apresentou um texto muito interessante, o que é um grande diferencial.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Parece pouco, mas apelando para a memória podemos perceber um novo modo de fazer. Se antes as séries globais eram exibidas o ano todo, agora estamos falando em temporadas: um jeito mais econômico e seguro de sentir a repercussão do telespectador e cuja tesourada em caso de baixa não deixa tantos ranços, mágoas e memórias. Talvez por isso agora seja possível falar em sucessos e acertos afinal esse modus operandi é bem próximo ao molde americano, onde as séries realmente fazem sucesso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Da última safra, &lt;em&gt;Tapas &amp;amp; Beijos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Divã&lt;/em&gt; com certeza são o que há de melhor e tem tudo para se juntar a galeria daquilo que deu certo: &lt;em&gt;Sai de Baixo, Mulher, A Grande Família, Os Normais, Força Tarefa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Cura&lt;/em&gt;, que recentes ou não, permanecem na memória do público. E a torcida é para que esse hall possa aumentar, afinal a carência e a fome de ficção e fantasia do telespectador é imensa, mesmo que este não assuma e se diga contra qualquer coisa que haja além do telejornal e dos documentários. E quer saber? Gente nesse time é o que não falta...&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;__________________________________________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Observação:&lt;/strong&gt; Este artigo faz parte da coluna &lt;strong&gt;Ponto de Vista&lt;/strong&gt; publicada todos os sábados no blog &lt;a href="http://www.cenaaberta.com/"&gt;Cena Aberta&lt;/a&gt;, em que três jornalistas publicam um texto sobre sua opinião sobre um mesmo assunto. Todos os sábados você pode conferir textos escritos por Endrigo Annyston, Wander Veroni e por mim, Emanuelle Najjar.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-1760700204539183490?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/e-quem-disse-que-brasileiro-nao-sabe.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-HNY1kaYrmTY/TfO_qyXLoUI/AAAAAAAACSM/Haezdc5wwXU/s72-c/topo_diva_01_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-8638094735228625293</guid><pubDate>Mon, 06 Jun 2011 04:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-05T21:16:20.042-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insensato Coração</category><title>Insensato Coração: Agora que a história começou temos alguns destaques</title><description>&lt;div style="text-align: justify"&gt;Insensato Coração foi uma novela que demorou a acontecer. Não é uma novidade para ninguém. E depois de meses esperando, ela finalmente começou e se tornou eletrizante, mas embora o trabalho de certos atores sejam indiscutíveis, como o caso de Gabriel Braga Nunes, como Léo e de Glória Pires como Norma, outra pessoa vem me chamando a atenção: é Bruna Linzmeyer, como Leila. &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: center; clear: both" class="separator"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em" href="http://4.bp.blogspot.com/-4i_sN5RT4TA/TexT6dSZHdI/AAAAAAAACR4/PFCu1MAv1nQ/s1600/leila.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-4i_sN5RT4TA/TexT6dSZHdI/AAAAAAAACR4/PFCu1MAv1nQ/s400/leila.jpg" width="400" height="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;No início da trama confesso que Leila era uma personagem que me irritava. Talvez por ainda não ter uma história, porém depois de sua viagem para a Inglaterra, ela voltou com tudo: com uma história, com uma personalidade e acima de tudo, com voz. Talvez sua chatice tenha ido junto com seus cabelos, vai saber. Agora ela vai para o enfrentamento com o uso de argumentos, defendendo sua postura e suas atitudes. Ela já tem uma história em tanto quanto a sua sexualidade, e agora entra como voz ativa aos desmandos maternos, afinal Eunice (Deborah Evelyn) precisa de um freio e um puxão de volta para a realidade com seus sonhos de fazer parte da elite carioca.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;object width="480" height="392"&gt;&lt;param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=1527728&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392" name="FlashVars" /&gt;&lt;embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1527728&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Vejamos agora o que acontece, afinal no momento estamos vivendo um momento raro: as três novelas globais estão indo muito bem. Será que o ritmo continua sendo mantido? &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Mistéeeerios. &lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-8638094735228625293?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/insensato-coracao-agora-que-historia.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-4i_sN5RT4TA/TexT6dSZHdI/AAAAAAAACR4/PFCu1MAv1nQ/s72-c/leila.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-7816618367818605029</guid><pubDate>Sun, 05 Jun 2011 01:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-04T18:45:05.502-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SBT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>Os enlatados do SBT e a alegria nossa de cada dia</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-0rnpsd7NJVw/TerfnHwAznI/AAAAAAAACRU/CxdhLTdYosE/s1600-h/sbt1%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="sbt1" border="0" alt="sbt1" src="http://lh6.ggpht.com/-li8BCqXls-0/TerfoBSXUbI/AAAAAAAACRY/kCTgpYOhpH0/sbt1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="182" height="180" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde que me entendo por gente, conheci o SBT como uma emissora com a qual eu poderia contar se o assunto era diversão. Por mais que houvessem desenhos animados nas outras emissoras assim como os seriados de super heróis na Manchete, eu estava sempre de volta para assistir &lt;em&gt;Chaves, Chapolin, Tom e Jerry&lt;/em&gt; e outros mais: programas que para aquela época já poderiam ser considerados antigos. E agora, uma porrada de anos depois, parece que o panorama não mudou em nada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;Maiores audiências do SBT são enlatados e reprises&lt;/b&gt;     &lt;p&gt;As maiores audiências do SBT são programas enlatados e reprises.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Na segunda-feira, por exemplo, a maior audiência da emissora foi &amp;quot;Um Maluco no Pedaço&amp;quot;. A série de 1990 teve média de nove pontos --cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo--, três vezes superior à do &amp;quot;Topa ou Não Topa&amp;quot;, de Roberto Justus.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Já as reprises das novelas &amp;quot;Cristal&amp;quot; e &amp;quot;Maria Esperança&amp;quot; marcaram seis pontos, enquanto o novo folhetim do canal, &amp;quot;Amor &amp;amp; Revolução&amp;quot;, registrou 4,3 pontos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Na terça-feira, &amp;quot;Tom &amp;amp; Jerry&amp;quot; e &amp;quot;Chapolin&amp;quot; foram os campeões do canal, com oito pontos cada.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Enquanto isso, o &amp;quot;SBT Brasil&amp;quot; viu sua audiência cair de seis pontos (na estreia de Rachel Sheherazade) para 4,5 pontos. &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/924138-maiores-audiencias-do-sbt-sao-enlatados-e-reprises.shtml" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O panorama sinceramente não me surpreende em nada. Enlatados são baratos e dão audiência e pelo que consta o interesse de Sílvio Santos em fazer o SBT mais do que um hobby ou um investimento barato e lucrativo veio somente agora, com a crise recente em seus negócios. Digam o que quiserem a respeito do assunto, sobre como ele leva pouco a sério o jornalismo, teledramaturgia ou a produção de programas nacionais, o negócio é que francamente: existe opção muito melhor do que isso?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De minha parte, posso dizer que se eu ainda tivesse tempo para assistir &lt;em&gt;Chaves&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Chapolin&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Um Maluco no Pedaço&lt;/em&gt; , assistiria sem me cansar e olha que cheguei a decorar trechos de alguns episódios de tanto que os assisti. Não que eu vá dizer como muitos outros comentaristas, que trocaria qualquer novela da Globo por eles, porém francamente é muito melhor do que ter de encarar &lt;em&gt;Zorra Total, Domingo Legal, Tudo é Possível, Domingão do Faustão&lt;/em&gt; e qualquer espécime de programa do tipo jornalismo de apelo humano, ou seja, sangrento. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para mim, as madrugadas do SBT então são as que reservam as melhores promessas justamente por seus enlatados: assisto Dois Homens e Meio e trocentas outras séries pelo tempo em que consigo ficar acordada. Admito que acompanho as notícias referentes ao interesse das igrejas em comprar estes horários para a exibição dos seus programas e torço para que não aconteça. Muita gente perderia o seu único refúgio, mesmo a emissora não primando pelo requisito mais básico que é o respeito ao telespectador.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quanto a situação do SBT, digo que não necessariamente sua particularidade quanto aos enlatados e reprises seja algo ruim. Questão de perspectiva: sabe como é. Depende dos nossos padrões… copo meio vazio ou meio cheio?&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-7816618367818605029?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/os-enlatados-do-sbt-e-alegria-nossa-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-li8BCqXls-0/TerfoBSXUbI/AAAAAAAACRY/kCTgpYOhpH0/s72-c/sbt1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-1856026087782843718</guid><pubDate>Wed, 01 Jun 2011 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-01T08:56:10.988-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>Séries brasileiras: vai entender...</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos meses estão estreando algumas séries nas principais emissoras do país. Suas&lt;a href="http://www.novelando.com.br/2011/04/overdose-televisiva-e-as-novas-series.html"&gt; estreias foram destaque&lt;/a&gt; na programação, porém &lt;a href="http://www.novelando.com.br/2011/05/batendo-ao-ponto-chega-ao-fim.html"&gt;as baixas já começaram a acontecer&lt;/a&gt;. Algumas outras já estão surgindo para tomar o lugar, e assistindo uma dessas estreias algo acabou chamando minha atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lsX7DGdnQaU/TeZd5ZiYWqI/AAAAAAAACQ8/hIyLbi3dsh0/s1600/Photoxpress_319592.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://3.bp.blogspot.com/-lsX7DGdnQaU/TeZd5ZiYWqI/AAAAAAAACQ8/hIyLbi3dsh0/s320/Photoxpress_319592.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: Matthew Antonino / Photoxpress&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;É estranha a forma que as emissoras costumam tratar essas produções. Soa como se fosse uma espécie de bico, algo não muito sério. Um produto descartável para que eventuais fracassos não envolvam mais desgaste que a perda de um investimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos costumam dizer que o Brasil não sabe produzir séries, que o negócio de brasileiro é mesmo a novela. Bom, eu mesma não tenho lá grandes parâmetros de comparação no momento. Assisti poucas séries norte-americanas e ainda assim de forma espaçada. Coisas de quem não tem TV paga e nem grande paciência para assistir as coisas pela internet mas dá para perceber algumas diferenças fundamentais especialmente no que diz respeito ao investimento e talvez quanto às histórias. Desculpe se a observação pode soar amadora, mas em termos de liberdade na escrita não há o que se compare ao que é produzido lá fora, não?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com raras exceções o que se produz aqui mal tem uma história digna de ser lembrada. Tudo bem que algumas possam ter uma duração prolongada, mas poucas entre essas podem ser consideradas como donas de uma boa história. Questão de investimento? Seriedade? Público? Filosofia das emissoras? Sinceramente não sei. A tese de que o Brasil não sabe produzir boas séries creio ter caído por terra. Pode não ser o forte do brasileiro, mas quando vejo algo como "Divã" volto a ter esperanças de encontrar algo que valha a pena assistir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-1856026087782843718?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/06/series-brasileiras-vai-entender.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-lsX7DGdnQaU/TeZd5ZiYWqI/AAAAAAAACQ8/hIyLbi3dsh0/s72-c/Photoxpress_319592.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-307689938135187669</guid><pubDate>Wed, 01 Jun 2011 04:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-31T21:18:20.439-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Morde e Assopra</category><title>Morde e Assopra: A hora da verdade e da consagração</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o seu início, Morde e Assopra passou por momentos turbulentos. Sua audiência não era das melhores e logo passou a haver a tão conhecida corrida em busca dos números perdidos. Mudanças aqui ou lá, as alterações parecem estar dando resultado e a despeito de toda essa movimentação estive ligada no capítulo de ontem e de hoje.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zL8A8uVxwbo/TeW9SWCZl3I/AAAAAAAACQ0/Bmcf0-gmj8U/s1600/dsc08693.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-zL8A8uVxwbo/TeW9SWCZl3I/AAAAAAAACQ0/Bmcf0-gmj8U/s320/dsc08693.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-beVG7c82Rag/TeW9S6yR7-I/AAAAAAAACQ4/tEmhRabsp9Y/s1600/dsc08752.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-beVG7c82Rag/TeW9S6yR7-I/AAAAAAAACQ4/tEmhRabsp9Y/s320/dsc08752.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A razão? O fim da farsa de Guilherme (Klebber Toledo). A farsa terminou em todos os sentidos, tanto sua origem humilde como filho da faxineira Dulce (Cássia Kiss) quanto o fato de não ter se formado em medicina. Tudo isso tendo o altar como palco, e ao invés de uma costumeira guerra de doces e tortas ou uma competição de salto à distância no chiqueiro tivemos uma noiva flamejante. Ok, esse trecho do texto foi péssimo mas não encontrei modo melhor de falar nisso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GhI_CLyEIxI/TeW8Lesx68I/AAAAAAAACQs/Q5IWhrBnzmA/s1600/109475_36.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://2.bp.blogspot.com/-GhI_CLyEIxI/TeW8Lesx68I/AAAAAAAACQs/Q5IWhrBnzmA/s320/109475_36.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No capítulo de hoje o rapaz teve de encarar novamente a mãe. Dulce, que finalmente saiu do seu estado de inércia ou de conformismo finalmente mostrou a fibra a que a personagem tinha direito. Sob uma atuação incrível de Cássia Kiss a cena foi de tirar o fôlego ainda que todo o clima fosse de simplicidade material. A entonação das palavras de sua personagem ou a força com que aquela mãe finalmente descarregou tudo o que havia a ser dito. Sem contar a sessão de nocautes que foi um show a parte. #porrada&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WowPIf-NdHg/TeW7oo1S2OI/AAAAAAAACQo/oyOtDiRWLQI/s1600/310511dulce.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://1.bp.blogspot.com/-WowPIf-NdHg/TeW7oo1S2OI/AAAAAAAACQo/oyOtDiRWLQI/s320/310511dulce.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sinceramente era uma das que não via lá grandes problemas quanto a trama. Não via muito contra nem grandes coisas a favor. A história era gostosinha mas também não era essa coca-cola toda, mas com certeza agora há algo bastante interessante para lembrar. E tomara que Morde e Assopra continue acontecendo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-307689938135187669?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/05/morde-e-assopra-hora-da-verdade-e-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-zL8A8uVxwbo/TeW9SWCZl3I/AAAAAAAACQ0/Bmcf0-gmj8U/s72-c/dsc08693.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-5424084833513202707</guid><pubDate>Mon, 23 May 2011 13:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-23T06:59:29.266-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Morde e Assopra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insensato Coração</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Globo</category><title>A novela é minha e eu faço o que eu quiser com ela!</title><description>&lt;p&gt;Nos últimos tempos, a ideia da telenovela como uma obra aberta vem chamando cada vez mais a atenção. Em termos mais recentes, um bom exemplo disso tem sido &amp;quot;Morde e Assopra&amp;quot; que tem sido &lt;a href="http://natelinha.uol.com.br/noticias/2011/05/05/081427.php" target="_blank"&gt;mexida e remexida&lt;/a&gt; para agradar o telespectador não muito contente. O enfoque já foi mudado, alguns personagens já saíram de cena e a trama está cada vez mais assumindo ares de antigos e repetitivos sucessos como &amp;quot;O Cravo e a Rosa&amp;quot; ou &amp;quot;Caras e Bocas&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_OaId1daF6us/TdpoPPGDYdI/AAAAAAAACQM/5Wci-3vUUF4/s1600-h/1207293_52378690%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="1207293_52378690" border="0" alt="1207293_52378690" src="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TdpoP9f-ySI/AAAAAAAACQQ/TZ9iqpHBEzA/1207293_52378690_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="345" height="285" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;Imagem: Billy Frank Alexander / Stock.xchng&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tudo bem que essa é uma das características mais interessantes na telenovela, afinal a interatividade em seu desenvolvimento é muito atraente, mas claro que dá pra sentir uma certa pena do autor em ver como sua história original tem sido sacrificada em prol do gosto popular e tendo que responder a esse respeito perante o público. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje, 23 de maio a Folha.com por meio da coluna Zapping publicou uma nota referente a Insensato Coração. Confira:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;Autor justifica mortes em &amp;quot;Insensato Coração&amp;quot;&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&amp;quot;Insensato Coração&amp;quot; tem chamado a atenção do telespectador pelo excesso de mortes. Araci (Cristiana Oliveira), Clarice (Ana Beatriz Nogueira) e Henrique (Ricardo Pereira) foram alguns dos personagens que já morreram. Em breve, Irene (Fernanda Paes Leme) será atropelada. Ricardo Linhares, um dos autores, justifica. &amp;quot;A trama retrata a realidade, o cotidiano das grandes cidades.&amp;quot; Sobre as críticas quanto ao excesso de maldade, diz: &amp;quot;Os picos de audiência da novela correspondem aos capítulos em que houve morte, armação, crime. Não é estranho que algumas pessoas digam que há muita maldade na novela e que o público não desejaria ver isso?&amp;quot; &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/zapping/919430-autor-justifica-mortes-em-insensato-coracao.shtml"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sinceridade? Já estou esperando o momento em que um desses autores vai ligar o foda-se e finalmente dirá: &amp;quot;A p**** da novela é minha e eu mato quem eu quiser!&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Claro que não vai acontecer nunca, ou será um evento tão raro que este estará se metendo em maus lençóis, mas que a pressão existe, existe sim... &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-5424084833513202707?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/05/novela-e-minha-e-eu-faco-o-que-eu.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TdpoP9f-ySI/AAAAAAAACQQ/TZ9iqpHBEzA/s72-c/1207293_52378690_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-7487536291589734613</guid><pubDate>Sun, 22 May 2011 00:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-21T17:30:00.111-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>Canal Viva: um ano fazendo a alegria dos telespectadores nostálgicos</title><description>&lt;p&gt;Temos um aniversário ilustre no ar! Tudo bem que a data em si tenha passado mas quem disse que aniversário só se comemora na data certa? O canal Viva, da TV paga está completando um ano no ar e o motivo pelo qual um canal que não tem seu sinal aberto seria tão importante é justamente o diferencial de sua programação. Não se trata de algo qualquer, mas sim de algo que mexe com a memória afetiva do seu público: é um canal que era o sonho de consumo de qualquer telemaníaco saudosista, que tivesse saudade dos grandes sucessos e de programas que há muito tempo fazem falta na TV aberta. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TdhPw8ykZrI/AAAAAAAACP4/_zXBdskEpKE/s1600-h/canal-viva-logotipo5b15d%5B3%5D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="canal-viva-logotipo5b15d" border="0" alt="canal-viva-logotipo5b15d" src="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TdhPzrW5coI/AAAAAAAACP8/01h7-pp5OvI/canal-viva-logotipo5b15d_thumb%5B1%5D.png?imgmax=800" width="240" height="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O canal Viva, da Globosat nasceu no dia 18 de maio de 2010 para reprisar o que há de melhor no acervo da TV Globo e do GNT, desde programas recentes em horários alternativos até atrações como o humorístico “Sai de Baixo” ou novelas como “Vale Tudo”. E se alguém pensa que reprise não faz sucesso, os números desmentem essa ideia: com poucos meses de vida o canal já estava nos top 20 dos mais assistidos da TV paga e de lá não saiu mais. Um sucesso que embora fosse imaginado pela alta cúpula, não julgavam que seria tão rápido, como &lt;a href="http://jovempan.uol.com.br/videos/canal-viva-completa-1-ano-com-resultados-positivos-57004,1,0"&gt;declarou o gerente do Viva, Fernando Schiavo em entrevista&lt;/a&gt; para a Jovem Pan. Atualmente ele é o terceiro mais assistido perdendo apenas para o Discovery Kids e o SportTV. Isso tudo a despeito de qualidade técnica de produção, como é o caso de atrações que foram ao ar originalmente há mais de 20 anos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns chamaram o Viva de “Refugo de Luxo”, talvez outros possam crer como um Vale a Pena Ver de Novo ambulante, mas de modo algum esse é um rótulo negativo. Pelo contrário. Embora algumas de suas melhores atrações estejam sendo veiculadas em horários ingratos – afinal novelas indo ao ar a meia noite é algo triste – ele continua fazendo a alegria de quem sente falta das boas histórias e da qualidade. E ainda pretendem ir mais longe, já que no momento estão transmitindo atrações produzidas na década de 1980. Há pretensões de explorar conteúdos mais antigos, porém estes necessitam de mais ajustes para que estejam em condições: é preciso remasterizar o som, restaurar a qualidade de imagem o quanto for possível. Isso vai dar um pouco de trabalho, mas o fato é que ainda tem muita memória para rolar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E que venha mais memória. Telespectador saudosista é o que não falta especialmente quando a ficção atual deixa tanto a desejar... &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;__________________________________________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Observação:&lt;/strong&gt; Este artigo faz parte da coluna &lt;strong&gt;Ponto de Vista&lt;/strong&gt; publicada todos os sábados no blog &lt;a href="http://www.cenaaberta.com/"&gt;Cena Aberta&lt;/a&gt;, em que três jornalistas publicam um texto sobre sua opinião sobre um mesmo assunto. Todos os sábados você pode conferir textos escritos por Endrigo Annyston, Wander Veroni e por mim, Emanuelle Najjar.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-7487536291589734613?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/05/canal-viva-um-ano-fazendo-alegria-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TdhPzrW5coI/AAAAAAAACP8/01h7-pp5OvI/s72-c/canal-viva-logotipo5b15d_thumb%5B1%5D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-1747054849969592729</guid><pubDate>Sat, 14 May 2011 23:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-14T16:06:38.128-07:00</atom:updated><title>Batendo ao ponto chega ao fim</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem gosta de televisão, uma opção a menos de programa embora não necessariamente fosse uma opção que costumasse ser levada em conta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZEwL_KNBLt8/Tc8KbfpyBcI/AAAAAAAACPk/I0-UwgKzG-4/s1600/audienciadetv2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="121" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZEwL_KNBLt8/Tc8KbfpyBcI/AAAAAAAACPk/I0-UwgKzG-4/s320/audienciadetv2011.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sitcom &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/05/13/a-gente-nao-conseguiu-acertar-diz-diretor-de-batendo-o-ponto-que-encerra-temporada-neste-domingo.jhtm"&gt;Batendo o Ponto foi cancelado&lt;/a&gt;&amp;nbsp;depois de seis episódios de uma temporada única. Já não era uma novidade que o programa não estava agradando. Pelo menos não o suficiente para garantir sua permanência na grade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;O diretor de "Batendo o Ponto", José Lavigne", disse em entrevista ao&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;strong&gt;UOL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;, por telefone, que foi informado oficialmente que o programa iria acabar nesta sexta-feira (13). Mas a decisão não o pegou de surpresa porque ele já havia se reunido com o diretor-geral de entretenimento da Globo, Manoel Martins, e com o autor da série, Guel Arraes. "A gente não conseguiu acertar. É um horário muito difícil. O elenco foi muito esforçado, principalmente a Ingrid Guimarães, mas não deu. Se você pegar o primeiro episódio, vai ver que ele está muito diferente deste que vai ao ar no próximo domingo (15). A gente ficou tentando ajustar para acertar, mas não deu. Ninguém gosta de perder. Nem a Globo, nem eu. Mas não ia adiantar ficar protelando esse fim", disse o diretor.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://televisao.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/05/13/a-gente-nao-conseguiu-acertar-diz-diretor-de-batendo-o-ponto-que-encerra-temporada-neste-domingo.jhtm"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao que vai assumir o horário, pelo menos por enquanto serão os filmes. O "&lt;i&gt;Domingo Maior&lt;/i&gt;" passa a ir ao ar após ao &lt;i&gt;Fantástico&lt;/i&gt;. Não que seja uma tragédia. Prejuízo de menos para a emissora já que de acordo com o &lt;a href="http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2011/05/13/facil-de-fazer-facil-de-descartar-o-cancelamento-de-%E2%80%9Cbatendo-ponto%E2%80%9D/"&gt;jornalista Mauricio Stycer&lt;/a&gt;&amp;nbsp;trata-se de um programa em que tanto produção quanto descarte são fáceis. Para o descarte mais ainda, afinal parece que nem duram muito na memória do telespectador. Não sei se &lt;i&gt;Batendo o Ponto &lt;/i&gt;permaneceria por muito tempo de qualquer modo. Telespectador no domingo permanecendo atento após a musiquinha do &lt;i&gt;Fantástico&amp;nbsp;&lt;/i&gt;parece coisa tão rara...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-1747054849969592729?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/05/batendo-ao-ponto-chega-ao-fim.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-ZEwL_KNBLt8/Tc8KbfpyBcI/AAAAAAAACPk/I0-UwgKzG-4/s72-c/audienciadetv2011.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-2457400211937283353</guid><pubDate>Sat, 14 May 2011 20:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-14T13:00:01.087-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SBT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor e Revolução</category><title>Beijo gay: um tabu a menos em uma sociedade repleta de preconceitos</title><description>&lt;p&gt;Na última quinta-feira tivemos o que deu para chamar de momento histórico da TV brasileira. Refiro-me a isso porque aconteceu o que consideram ser “o primeiro beijo gay em novela”. Controvérsias cá ou lá mediante datas e tentativas, ele finalmente aconteceu em “Amor e Revolução” escrita por Tiago Santiago, e a via crúcis a enfrentar para assistí-lo também foi digna de uma novela a parte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/36362/Primeiro-beijo-gay-de-uma-novela-brasileira-sera-de-Amor-e-Revolucao-do-SBT-620--size-598.jpg?1304524989" width="498" height="280" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em primeiro lugar quero declarar que tio Sílvio Santos me fez passar uma tremenda raiva por ter me obrigado a assistir o capítulo no dia 11, para quando a cena estava prometida para descobrir que acabou sendo adiada para o dia seguinte como estratégia de audiência. Não que querer segurar seu público seja algo a ser condenável, mas o problema é a forma como tais estratégias são executadas. Mas tudo bem, tentarei esquecer essa parte da presepada e ir direto ao que interessa. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O beijo entre Marcela (Luciana Vendramini) e Mariana (Gisele Tigre) finalmente foi aquele que o telespectador quis ver e esperou por tanto tempo. Não foi bitoquinha, do qual temos aos montes e o suficiente para fazer clipes sobre o assunto e que tanto nos frustra. Foi um beijo com vontade, embora algo do texto e da interpretação que o antecipou e que o seguiu pudesse causar constrangimentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:6d1c33a5-d969-4476-94d2-9d7285b0422a" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="1cddd337-7003-4163-9f3c-c579fc8d0397" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0Tp8O3Lg61A" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/Tc7WF4CGDFI/AAAAAAAACPg/2v8y3qWnEyw/video6a09e4edfe4e%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('1cddd337-7003-4163-9f3c-c579fc8d0397'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;349\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/0Tp8O3Lg61A?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/0Tp8O3Lg61A?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;349\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Foi uma bela jogada do SBT, que tinha mais a seu favor para lançar mão da quebra de tabus do que a Globo. &lt;i&gt;Amor e Revolução&lt;/i&gt; é exibida em um horário que traz mais liberdade, em uma emissora onde o que mais se quer realmente é alavancar a audiência pois não há exatamente o que se possa chamar de um público fiel com é o caso da emissora líder. Também usou do recurso do fetiche por ter começado com o beijo de duas mulheres onde a rejeição não fala assim tão alto, embora haja a promessa também do beijo masculino. E assim começamos a quebrar mais alguns preconceitos. Tabus a menos, assim como alguns outros já foram quebrados recentemente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em termos de ficção, tivemos Tititi e o relacionamento de Thales e Julinho em que o amor foi mostrado por um outro prisma, de outras formas, com direito a declarações e gestos de carinho e que ainda teve o apoio do público. Na vida real, a união homoafetiva foi finalmente reconhecida com o status de união estável e, portanto tendo seus direitos e responsabilidades reconhecidas e estabelecidas. Tremendos avanços em uma sociedade civil embora a mentalidade de alguns possa ainda ser de uma estagnação ímpar. Não acho que seja preciso entrar em detalhes a respeito de políticos que julgam a Bíblia como sendo acima da Constituição, não é?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Seja onde for que tenha acontecido ou a forma como tenha acontecido esse beijo, é mais um passo na caminhada em favor do amor e da diversidade. Quem sabe possamos sonhar com um Brasil menos preconceituoso e mais justo? Afinal, uma parte do que se tinha como impossível aconteceu, não é mesmo? &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;__________________________________________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Observação:&lt;/strong&gt; Este artigo faz parte da coluna &lt;strong&gt;Ponto de Vista&lt;/strong&gt; publicada todos os sábados no blog &lt;a href="http://www.cenaaberta.com/"&gt;Cena Aberta&lt;/a&gt;, em que três jornalistas publicam um texto sobre sua opinião sobre um mesmo assunto. Todos os sábados você pode conferir textos escritos por Endrigo Annyston, Wander Veroni e por mim, Emanuelle Najjar.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-2457400211937283353?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/05/beijo-gay-um-tabu-menos-em-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/Tc7WF4CGDFI/AAAAAAAACPg/2v8y3qWnEyw/s72-c/video6a09e4edfe4e%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-3643471810216642838</guid><pubDate>Wed, 04 May 2011 15:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-04T08:07:57.091-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SBT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor e Revolução</category><title>Amor e Revolução e o beijo gay: Olha o SBT passando a frente!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, parece que o SBT vai mesmo dar um passo a frente em relação a Globo. É que dessa vez parece que vai sair o tão falado beijo gay.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cena está prevista para acontecer em "Amor e Revolução" no dia 11 de maio, sexta-feira. No caso, as duas personagens envolvidas são Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Giselle Tigre)&lt;/div&gt;&lt;div class="divNoticia" id="divTexto" style="float: left; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; padding-top: 10px; text-decoration: none; vertical-align: middle; width: 600px;"&gt;&lt;blockquote style="color: #003d59;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vai ao ar no capítulo do dia 11 deste mês o primeiro beijo gay em uma novela brasileira. A cena será exibida na trama "Amor e Revolução", de Tiago Santiago, no SBT.&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Marcela (Luciana Vendramini/foto/esquerda) vai consolar Marina (Giselle Tigre/foto/direita), dona do jornal O Brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br style="list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; text-decoration: none; vertical-align: middle;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Marina está triste porque Tiago (Mario Cardoso) não dá bola para ela. A advogada então se aproveita da situação e afirma que conhece uma pessoa homossexual que gosta dela. "Desconfio que essa amiga seja você", retruca Marina.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br style="list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; text-decoration: none; vertical-align: middle;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Marcela dispara que realmente é apaixonada por ela e as duas se beijam. As cenas entre as duas vão se tornar frequentes na novela do SBT. (&lt;a href="http://natelinha.uol.com.br/noticias/2011/05/04/082626.php"&gt;continue lendo&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: #003d59;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A promessa é antiga e já estava circulando há algum tempo que a trama escrita por Tiago Santiago teria essas cenas, não se limitando a personagens femininas. Um tremendo avanço no panorama que acontece com um certo atraso, visto que em outros países o público já parece lidar com mais naturalidade quanto ao assunto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil o preconceito acontece a olhos vistos, e talvez seja melhor mesmo que o primeiro beijo gay em uma telenovela brasileira aconteça mesmo em uma emissora que não seja a líder. Aparentemente o SBT não tem que lidar com os mesmos ranços quanto ao seu público e possui um horário que permite outros tipos de liberdades, visto que uma das reclamações contra a veiculação desse tipo de cena é que "ainda tem muita criança acordada" nos horários padrões da emissora líder.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Francamente? Que seja o primeiro de muitos para ajudar a acabar com tantos rancores não demonstrados. Se tantos insistem em dizer que a telenovela deveria exclusivamente educar seu público, espero que ela possa mostrar aos telespectadores que preconceito é algo que deve ser combatido e que todos são iguais perante a sociedade, não importando os livros sagrados de sua crença ou com quem ela viva ou deixe de viver.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bannerNot" style="color: #003d59; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-decoration: none; vertical-align: middle;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-3643471810216642838?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/05/amor-e-revolucao-e-o-beijo-gay-olha-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-8692759287514688584</guid><pubDate>Sat, 23 Apr 2011 20:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-23T13:32:43.305-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><title>Telenovelas: Círculo vicioso impede autores de inovar</title><description>&lt;p align="justify"&gt;A vida dos autores de novelas nunca pareceu tão difícil quanto nos últimos tempos. Não que ela tenha sido fácil algum dia, mas nos últimos anos ela bem que poderia ter sido inclusa em um ranking de profissões mais estressantes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Creio que qualquer um minimamente interessado no tema sabe que uma das principais características da telenovela é justamente o fato de ser uma obra aberta, ou seja: não há acontecimento ou história que não possa ser mudado, nem personagens com destinos pré-estabelecidos. Tudo pode mudar num piscar de olhos conforme a vontade do público. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não, não estamos falando do finado “Você Decide”, mas sim de algo pouco mais complexo. Trata-se de mais do que decidir o final. A grosso modo, significa que o autor da trama apresenta os seus personagens, faz uma proposta de história e depois disso ele não será mais que alguém agindo por pauta. Para agradar seu público e alavancar os números de audiência (ou salvá-los) talvez ceda a pressões inúmeras e escreve uma nova novela usando minimamente a base de sua própria história. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Isso já aconteceu com muitas novelas que não caíram no gosto do telespectador. Um caso emblemático foi &lt;a href="http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/posts/2010/05/11/terremoto-salva-anastacia-mulher-sem-destino-290034.asp"&gt;“Anastácia, a mulher sem destino”&lt;/a&gt; escrita por Emiliano Queiroz e exibida pela Globo em 1967. A trama passava por um grande inchaço de personagens e não tinha repercussão junto a audiência, e quando a autora Janete Clair foi chamada para assumir a história e dar um jeito na situação, ela escreveu &lt;a href="http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/posts/2010/05/11/terremoto-salva-anastacia-mulher-sem-destino-290034.asp"&gt;um terremoto que matou quase todos os personagens&lt;/a&gt;, uma passagem de tempo de vinte anos e começou praticamente do zero. Em Torre de Babel, de Sílvio de Abreu e transmitida em 1998, a explosão do shopping Tropical Tower – um dos principais cenários da história – serviu também para eliminar personagens rejeitados pelo público. Em &lt;i&gt;Bang Bang &lt;/i&gt;(2009), escrita por Mário Prata, os capítulos acabaram apelando para o humor pastelão e a duração dos capítulos chegou a ser encurtada. Já em &lt;i&gt;Tempos Modernos (2010)&lt;/i&gt;, a tecnologia que era um dos motes da novela de Bosco Brasil foi deixada de lado em prol de um romance choroso. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_OaId1daF6us/TbM3XtL9j7I/AAAAAAAACPA/-vLCbZw-TwU/s1600-h/image%5B5%5D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TbM3ZI4U5_I/AAAAAAAACPE/NxJKoVHO2m4/image_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" width="571" height="90" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como deu para perceber, os exemplos não faltam. E mais recentemente pode ser que algo do gênero volte a acontecer com &lt;i&gt;“Morde e Assopra” &lt;/i&gt;de Walcyr Carrasco. Alguns colunistas de televisão já afirmaram que tais mudanças estão em curso, como por exemplo a volta de Naomi (Flávia Alessandra) como humana e o fim de sua personagem como robô, além do aumento das cenas de comédia e de romance. Mudanças que foram julgadas como sendo &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/04/19/uma-nova-novela-vai-comecar-em-morde--assopra-saiba-o-que-vai-acontecer.jhtm#showdotom" target="_blank"&gt;tão grandes que chamaram de uma “nova novela”.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" border="0" src="http://omcjomelhordecampos.files.wordpress.com/2011/02/flavia-alessandra-em-cena-de-morde-assopra-fevereiro2011-1298674881434_560x400.jpg" width="302" height="216" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que dizer? Bom, de minha parte digo que lamento por ver histórias interessantes se perderem pelo desespero. Claro que gosto é gosto, que audiência e repercussão são importantes, mas a cobrança por resultados rápidos tem sido devastadora em casos em que um pouco de paciência seria adequada. Sem contar ainda as condições em que esse gosto atribuído ao público em geral é levado a sério, afinal quando falamos em audiência os números divulgados sempre dizem respeito a Grande São Paulo. Até que ponto a rejeição é verdadeira?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além disso, o que está faltando? O público está cada vez mais exigente, cobrando inovações, ao mesmo tempo rejeitando a maior parte delas de forma sistemática e alegando que as tramas antigas que eram boas. Escritores tem medo de inovar, e quando o tentam costumam ser barrados pelas emissoras. Um tremendo circulo vicioso de contradições e trapalhadas digno de pastelão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Talvez escrever novelas seja a nova “missão impossível”. Alguém duvida disso?&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-8692759287514688584?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/04/telenovelas-circulo-vicioso-impede.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_OaId1daF6us/TbM3ZI4U5_I/AAAAAAAACPE/NxJKoVHO2m4/s72-c/image_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-2211119662952390332</guid><pubDate>Fri, 22 Apr 2011 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-22T15:28:31.721-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><title>A teledramaturgia e a hipocrisia dos valores morais</title><description>&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_OaId1daF6us/TbIBC_w8G_I/AAAAAAAACOA/NuGB9vEmcqc/s1600-h/tv%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="tv" border="0" alt="tv" src="http://lh3.ggpht.com/_OaId1daF6us/TbIBDmH68JI/AAAAAAAACOE/8eyhgrIAA9E/tv_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="219" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se há uma coisa que costuma irritar quando falam a respeito de televisão, eu diria ser a velha exigência da moralidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sim, porque de uma forma muito repentina todos os personagens da ficção devem pertencer a uma dimensão paralela de ética e retidão enquanto na prática vivemos em um mundo muito diferente disso. Séries e novelas devem ter seus personagens sem qualquer tipo de dualidade ou caso contrário serão acusados de incentivar a imoralidade e ensinar coisas ruins e erradas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Velho panorama, não? Isso está presente em toda espécie de ficção televisiva. Não sei como é o cenário em outros países, mas aqui no Brasil a coisa é feia. Não sei se seria o caso de colocar as coisas dessa forma, mas a ficção de uma certa forma parece servir como válvula de escape da realidade ao mesmo tempo em que a verossimilhança é exigida a todo custo, como se isso se tratasse de um caso relativo aos direitos do consumidor. Queremos um mundo de sonhos onde a perfeição seja refletida como se fosse real, mas quem disse que essa tal de perfeição existe? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Filosófico esse post, não? Dizem que, de certa forma a mídia é um espelho de seu público. Seria certo dizer também que a ficção é espelho dos nossos anseios? Isso soa particular demais para ser levado a sério a ferro e fogo, porém a telenovela poderia se encaixar em tais quesitos caso os pensamentos sejam organizados em outro prisma. A história do autor não é mais válida, tendo que se adequar a parâmetros estabelecidos por um público ávido, indeciso e impiedoso, incapaz de ser contrariado até mesmo em sonhos. O que deveria ser uma característica para agregar qualidade – a novela como uma obra aberta – acaba sendo apenas um pretexto para exigir o fim de seus próprios recalques por meio de um subterfúgio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Adoram dizer que TV forma assassinos, monstros e degenerados… que engraçado. É fácil jogar a reponsabilidade para longe e esquecer que a postura da sociedade propicia que tudo isso se crie. Uma forma de nos sentirmos menos miseráveis.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Verossimilhança? Esqueça: o que queremos é apenas uma sessão de descarrego. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-2211119662952390332?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/04/teledramaturgia-e-hipocrisia-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/_OaId1daF6us/TbIBDmH68JI/AAAAAAAACOE/8eyhgrIAA9E/s72-c/tv_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-1691300230240255644</guid><pubDate>Tue, 19 Apr 2011 23:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-19T16:37:20.028-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SBT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor e Revolução</category><title>Amor e Revolução: fonte de pérolas inesgotáveis?</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Sabe, não consegui levar muito a diante a ideia de assistir &lt;em&gt;Amor e Revolução&lt;/em&gt;: estou falando sobre fatores como tempo e preferência pessoal. Tempo porque tenho trabalhado tempo suficiente para andar afastada da caixinha mágica que é a televisão. Preferência pessoal porque aqui em casa a maioria prefere assistir qualquer outra coisa. Tudo bem, dá para assistir pela internet mas aí tem taaaanta coisa mais interessante… &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O fato é que ando ausente. No máximo assisto algumas cenas esporádicas mas que nem precisam ter muita noção para compreender a história afinal são as cenas de tortura. Nesse caso não estou apta a discorrer sobre qualquer coisa da trama neste período. Estou escrevendo hoje por um outro motivo: eu precisava compartilhar isso, foi irresistível. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Você conhece o &lt;a href="http://amortemdevolucao.tumblr.com/" target="_blank"&gt;“Amor, Tem Devolução?”&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://amortemdevolucao.tumblr.com/"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/_OaId1daF6us/Ta4crH2TGXI/AAAAAAAACN0/advHoWcbmc0/image%5B7%5D.png?imgmax=800" width="369" height="77" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É um Tumblr que tem como objetivo reunir o que se pode chamar de “pérolas” do texto do autor da trama, Tiago Santiago. Ele ainda está no começo, mas pelo que andei lendo no Twitter, ele ainda vai render muito!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Acesse e divirta-se!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-1691300230240255644?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/04/amor-e-revolucao-fonte-de-perolas.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_OaId1daF6us/Ta4crH2TGXI/AAAAAAAACN0/advHoWcbmc0/s72-c/image%5B7%5D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5037103978615789174.post-2778226918752269846</guid><pubDate>Sat, 16 Apr 2011 19:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-16T12:53:08.253-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cordel Encantado</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor e Revolução</category><title>Amor e Revolução e Cordel Encantado: a importância de uma história bem contada.</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Recentemente tivemos grandes estreias na TV aberta: duas novelas que vieram à público carregando em si as maiores expectativas, cada um por seus motivos. Partindo da emissora líder do mercado, veio &lt;i&gt;Cordel Encantado&lt;/i&gt;. Uma fábula, um conto de fadas que provavelmente nenhum dos mais criativos autores de histórias infantis ousaram contar. Da emissora “&lt;i&gt;mais feliz do Brasil&lt;/i&gt;” temos &lt;i&gt;Amor e Revolução&lt;/i&gt;, que simboliza um momento pontual sobre as discussões referentes ao período de ditadura militar e também um momento de ousadia do SBT por levar alguma coisa a sério em sua programação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Resultados? Ambos apresentam um bom tema, porém tem resultados completamente diferentes para o telespectador.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_OaId1daF6us/Tanznolla1I/AAAAAAAACNk/pr66dFoKiDQ/s1600-h/Untitled-1%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Untitled-1" border="0" alt="Untitled-1" src="http://lh5.ggpht.com/_OaId1daF6us/Tanzooe9jPI/AAAAAAAACNo/CYCMqcQaFUo/Untitled-1_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="465" height="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora parta de uma perspectiva histórica muito promissora,&lt;i&gt; Amor e Revolução&lt;/i&gt; parece perdida em meio a problemas estruturais. Esqueça os problemas de fotografia e outros tipos de “porém”. Quando texto e direção são bons, certas coisas ficam de lado como se fossem meros detalhes, e as vezes podem até vir ser um toque excêntrico na memória. Só que esse não aparenta ser o caso: o texto de Tiago Santiago é didático ao extremo e tem diálogos muito semelhantes a cartilhas escolares e panfletos e se ela chama a atenção, isso acontece pelos burburinhos ao seu redor, como o abaixo-assinado vindo da Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica (ABMIGAer) requerendo que a novela saia do ar. O motivo alegado é de o folhetim pode colocar a população contra as Forças Armadas. Um pretexto falho e que pode ser associado à censura: um mote em potencial para que o panorama árido mude e&lt;i&gt; Amor e Revolução &lt;/i&gt;possa finalmente manter o telespectador atento. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já Cordel Encantado revelou-se uma obra de arte. Texto ágil e natural, fotografia impecável visto somente em minisséries ou em cinema: tudo isso em uma trama tão delicada que faz o espectador embarcar sem questionar muito a mistura entre reinos fictícios e sertão nordestino. Tudo bem que o telespectador ainda não descobriu a trama de Thelma Guedes e Duca Rachid, sua audiência ainda não é exatamente expressiva, porém representa um oásis em meio a mesmice. Um modo de mostrar que uma novela pode sim ter qualidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A lição é de que uma boa história é importante, mas não basta. É preciso que ela seja bem contada: um bom texto é capaz de salvar até mesmo as tramas mais estapafúrdias. A memória do telespectador fisgado tende a ser generosa e indulgente com aquilo que gosta, indo além do considerado lógico ou racional. Estamos falando em fantasia, realidade, brincar de sonhos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É preciso saber conduzir esse sonho. Espero que autores e roteiristas possam se dar conta disso. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;__________________________________________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Observação:&lt;/strong&gt; Este artigo faz parte da coluna &lt;strong&gt;Ponto de Vista&lt;/strong&gt; publicada todos os sábados no blog &lt;a href="http://www.cenaaberta.com" target="_blank"&gt;Cena Aberta&lt;/a&gt;, em que três jornalistas publicam um texto sobre sua opinião sobre um mesmo assunto. Todos os sábados você pode conferir textos escritos por Endrigo Annyston, Wander Veroni e por mim, Emanuelle Najjar. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5037103978615789174-2778226918752269846?l=www.novelando.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.novelando.com.br/2011/04/amor-e-revolucao-e-cordel-encantado.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_OaId1daF6us/Tanzooe9jPI/AAAAAAAACNo/CYCMqcQaFUo/s72-c/Untitled-1_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item></channel></rss>

