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	<title>Noxion - Criação de Sites e Webdesign</title>
	
	<link>http://www.noxion.com.br</link>
	<description>Empresa especializada em criação de sites, webdesign, marketing digital, consultoria e desenvolvimento ágil de software para a internet</description>
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		<title>A TV Interativa chegou, mas pra que ela serve mesmo?</title>
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		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/a-tv-interativa-chegou-mas-pra-que-ela-serve-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 13:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Testamos o Ginga com as três emissoras que já oferecem aplicativos para TV em São Paulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/felipecn/tags/ginga"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4101/4737283248_3dd2275a19.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Há algumas semanas, a Sony liberou uma <a href="http://esupport.sony.com/BR/perl/swu-download.pl?upd_id=5764&amp;mdl=KDL32EX305">atualização</a> habilitando o Ginga (ou seja, o Middleware usado para interatividade na TV Digital brasileira) nas suas TVs da &#8220;linha 2010&#8243;. Como tenho uma dessas TVs, logo atualizei para ver como é a tal TV Interativa.</p>
<p>No <a href="http://www.fiascoawards.com/continguts/general/fitxa.php?id=23" >exterior</a>, ela é considerada um fiasco, mas será que por aqui a história se repete?</p>
<p><span id="more-69097"></span></p>
<p>Uma curiosidade: logo após a atualização, o Ginga estava desativado. Primeiro era necessário ir nas configurações da TV e ativá-lo. Além da opção de ativar/desativar a interatividade, é possível escolher se os aplicativos serão iniciados automaticamente ou não. Caso o &#8220;auto-início&#8221; não esteja habilitado, ainda é necessário, ir no menu de opções, selecionar &#8220;Aplicações Interativas&#8221; e então escolher qual aplicativo você quer iniciar. E depois disso você tem que esperar, esperar, esperar&#8230;. Como os aplicativos são transmitidos &#8220;em carrossel&#8221; junto com o sinal da emissora, a TV tem que esperar até que ele seja transmitido novamente para conseguir iniciá-lo.</p>
<p>Então aparece algum ícone na tela, convidando o espectador a apertar o botão central (geralmente chamado &#8220;Ok&#8221;) do controle para iniciar a aplicação. Acho que para o <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2005/12/13/imprensa6721.shtml">&#8220;Homer Simpson&#8221;</a>, toda essa via sacra é bem complicada. Se esse for o padrão para as TVs assim que saem da caixa muita gente nem saberá o que é interatividade&#8230;</p>
<p>Aqui em São Paulo, três emissoras estão com a interatividade habilitada: SBT, Globo e Band.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/felipecn/tags/ginga"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4134/4736638963_0ab717714b.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>De todos, o do SBT é o mais simples: mostra algumas manchetes, destaques da programação e promoções (estes dois últimos ainda aparecem em branco). Além disso, oferece uma enquete.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/felipecn/tags/ginga"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4140/4737281748_972064ab2c.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O da Globo, que tem a Copa do Mundo como tema, é mais elaborado. Mostra a tabela de jogos, a escalação das seleções que jogam no dia e a tabela de classificação. Também oferece uma enquete e um &#8220;bolão interativo&#8221;, que supostamente premia quem acertar o placar do próximo jogo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/felipecn/tags/ginga/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4116/4737277146_41df062c71.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O da Band, também da Copa do Mundo, é o mais completo: Mostra dados da seleção brasileira (estatísticas, história e jogadores) e da Copa no geral &mdash; essa com informações da rodada, das seleções (inclusive o perfil de todos os jogadores) e dos estádios. É o único a não oferecer nenhuma enquete ou algo do gênero, mas traz bastante informação, o que pode ser útil para sanar alguma dúvida sobre a Copa sem sair do sofá.</p>
<p>E um pequeno detalhe da TV Interativa: como não é possível enviar dados pelo sinal da TV, para algumas funções, como enquetes, você precisa de um canal de retorno. Atualmente, o único canal de retorno possivel é usando uma conexão com a internet, via banda larga, já que as TVs e settop boxes só possuem entrada para cabo de rede (ou WiFi). Então, para usufruir completamente da TV Interativa, é necessário também possuir banda larga em casa e compartilhar a conexão com a TV. Algo que pode não ser trivial para o &#8220;Homer Simpson&#8221;.</p>
<p>Quando a TV Digital começou a ser implementada, o governo falava muito em usar a interatividade para inclusão digital, aproveitando que a TV está presente em mais de 90% dos lares brasileiros.  A intenção era levar os serviços do &#8220;governo eletrônico&#8221; para a TV e facilitar o acesso à maioria. Só que esses serviços prcisam enviar dados para os servidores do governo, exigindo um canal de retorno. Hoje, estariam limitados aos que já possuem banda larga em casa &mdash; e que certamente já possuem computador em casa, diminuindo bastante a utilidade desses serviços.</p>
<p>Para atingir às massas, o ideal seria um canal de retorno gratuito, mas é algo bastante difícil de se concretizar&#8230; Afinal, quem vai arcar com os custos da transmissão? Emissoras? Fabricantes de TV? Governo? O mais próximo da realidade seria alguma TV com 3G integrado e um plano gratuito que desse acesso apenas aos servidores das emissoras, algo como o Amazon <span class='wp_keywordlink_affiliate'><a href="http://ofertas.todaoferta.uol.com.br/?q=amazon+kindle#aff=meiobit" title="kindle" >kindle</a></span>. Mas a Amazon paga a conta do 3G com as vendas de e-books; como ficaria isso nas TVs?</p>
<p>Mas acho que ainda assim a interatividade pode se tornar bem útil se as emissoras souberem explorar bem as possibilidades dela. Guias de programação e aplicativos sobre determinado programa (um sobre novelas seria ideal pra muita gente) podem ser interessantes mesmo sem um canal de retorno. Serviços mais elaborados acabam ficando de fora, ao menos por enquanto.</p>
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		<title>Astrônomos detectam tempestade em planeta a 150 anos-luz da Terra</title>
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		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/astronomos-detectam-tempestade-em-planeta-a-150-anos-luz-da-terra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo feito com o Very Large Telescope, do European Southern Observatory, indicou um fluxo de gases do lado diurno para o escuro com velocidade de 5000 a 10000 km/h.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68940" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><a href="http://meiobit.com/wp-content/uploads/250px-Very_Large_Telescope_Array.aerial_view.jpg"><img class="size-full wp-image-68940" title="250px-Very_Large_Telescope_Array.aerial_view" src="http://meiobit.com/wp-content/uploads/250px-Very_Large_Telescope_Array.aerial_view.jpg" alt="" width="250" height="232" /></a>
<p class="wp-caption-text">Very Large Telescope &#8211; Atacama &#8211; Chile</p>
</div>
<p>Chamado não oficialmente de Osiris, o planeta conhecido como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/HD209458b">HD209458b</a> orbita uma estrela na constelação de Pégasus. É um gigante gasoso com 70% da massa de Júpiter e 2,5x seu volume. A órbita é insana, meros 7 milhões de quilômetros de raio. Está 20x mais próximo da estrela do que a Terra está do Sol.</p>
<p>Os anos em HD209458b duram 3,5 dias terrestres, a temperatura da superfície do lado iluminado é de 1000 graus Célsius, o lado negro é mais frio até porque Lord Vader tem ar-condicionado naquela roupa.<span id="more-68939"></span></p>
<p>Foi o primeiro exoplaneta a ser descoberto por observação direta. Análises de espectro indicam a presença de monóxido de carbono e vapor d&#8217;água em sua atmosfera. Agora, um estudo feito com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Very_Large_Telescope">Very Large Telescope</a>, do European Southern Observatory, <a href="http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2010/06/1st-mega-storm-observed-on-an-exoplanet.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+TheDailyGalaxyNewsFromPlanetEarthBeyond+%28The+Daily+Galaxy%3A+News+from+Planet+Earth+%26+Beyond%29">indicou um fluxo de gases</a> do lado diurno para o escuro com velocidade de 5000 a 10000 km/h.</p>
<p>Foi possível detectar isso graças a um espectrógrafo chamado CRIRES. O equipamento é sensível o suficiente para detectar a assinatura de elementos em partes da atmosfera do planeta. A velocidade foi calculada medindo-se o desvio Doppler da assinatura espectral do Monóxido de Carbono.</p>
<p>Isso é fascinante. Não temos uma tecnologia de Star Trek, não usamos equipamento alienígena estudado na Área 52 (a Área 51 é só para despistar). É tecnologia humana, do Século XX/XXI, usando princípios e equipamentos do princípio do Século XIX, apenas aperfeiçoados. Mesmo assim até em um filme de ficção científica. <em>&#8220;Capitão, estamos detectando uma tempestade em um planeta a 140 anos-luz de distância&#8221;</em> soa implausível.</p>
<p>Vivemos tempos fascinantes — perdoem o uso exagerado do termo, mas é pertinente quando o mundo real fica par-a-par com a ficção. E no bom sentido.</p>
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		<title>OCR para PDF e imagens no Google Docs</title>
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		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/ocr-para-pdf-e-imagens-no-google-docs/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 11:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Google libera oficialmente recurso que incorpora OCR a arquivos PDF e de imagens submetidos ao Google Docs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Digitar conteúdo de arquivos <code>*.pdf</code> ou imagens, ou mesmo ficar no tedioso <em>Control + C, Control + V</em>, não é mais necessário para quem usa o <a title="Google Docs" href="http://docs.google.com">Google Docs</a>. Um experimento, há mais de um ano no ar em caráter beta (da espécie &#8220;beta pra valer mesmo&#8221;), finalmente foi convertido pela gigante de Mountain View em recurso nativo do Docs.</p>
<div id="attachment_68786" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-68786" title="OCR no upload de PDF e imagens para o Google Docs." src="http://meiobit.com/wp-content/uploads/ocr-pdf-imagens-google-docs.gif" alt="OCR no upload de PDF e imagens para o Google Docs." width="640" height="497" />
<p class="wp-caption-text">OCR no upload de PDF e imagens para o Google Docs.</p>
</div>
<p><a title="Optical character recognition (OCR) in Google Docs" href="http://googledocs.blogspot.com/2010/06/optical-character-recognition-ocr-in.html">O blog oficial reitera</a> que o recurso, <em>a priori</em>, só funciona nos idiomas inglês, francês, italiano, alemão e espanhol, mas como sou curioso com essas coisas, decidi fazer um teste usando um documento redigido em nosso vernáculo.<span id="more-68785"></span></p>
<p>O resultado foi meio&#8230; desastroso. Embora o software de OCR tenha conseguido decifrar todas as palavras do texto de uma página que enviei (diretrizes do meu trabalho de sistemas operacionais rs), a formatação foi totalmente perdida. E &#8220;totalmente&#8221;, nesse caso, não é força de expressão. Dá uma olhada:</p>
<div id="attachment_68787" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a href="http://meiobit.com/wp-content/uploads/comparativo-google-docs-ocr.jpg"><img class="size-large wp-image-68787" title="Comparativo: Google Docs (OCR) e original em PDF." src="http://meiobit.com/wp-content/uploads/comparativo-google-docs-ocr-650x365.jpg" alt="Comparativo: Google Docs (OCR) e original em PDF." width="650" height="365" /></a>
<p class="wp-caption-text">Comparativo: Google Docs (OCR) e original em PDF. (clique para ampliar)</p>
</div>
<p>O blog Google Operating System também realizou o mesmo teste, com um documento escrito em inglês, e lá <a title="Google Adds OCR for PDF Files and Images" href="http://googlesystem.blogspot.com/2010/06/google-adds-ocr-for-pdf-files-and.html">o resultado foi ruim</a>, mas por motivo diverso: cerca de 10% das palavras foram interpretadas incorretamente. Se serve de consolo, ao testarem o mesmo documento com <a title="ABBYY Online" href="http://www.abbyyonline.com/">outra solução online</a> dedicada a esse fim, o resultado foi similar.</p>
<p>É uma tecnologia interessante e que economiza muito tempo, porém, no estado atual, o tempo ganho na transposição automática para o formato digital acaba diluído no destinado a correções e/ou formatação. Tal qual o <a title="YouTube ganha editor de vídeo online" href="http://meiobit.com/68520/youtube-editor-video-gratuito-online/">editor de vídeos &#8220;super avançado&#8221; do YouTube</a>, esse parece ser um recurso ainda muito &#8220;verde&#8221;, mas que, futuramente, poderá atingir um nível mínimo de qualidade para ser usado em situações reais.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=Rm-wFZx1tso:GQLo8JbR0Zg:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=Rm-wFZx1tso:GQLo8JbR0Zg:ACf-c_HutVc"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?d=ACf-c_HutVc" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=Rm-wFZx1tso:GQLo8JbR0Zg:D7DqB2pKExk"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?i=Rm-wFZx1tso:GQLo8JbR0Zg:D7DqB2pKExk" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?a=Rm-wFZx1tso:GQLo8JbR0Zg:-BTjWOF_DHI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/meiobit?i=Rm-wFZx1tso:GQLo8JbR0Zg:-BTjWOF_DHI" border="0"></img></a>
</div>
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		<item>
		<title>Blackberry Tablet confirmado</title>
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		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/blackberry-tablet-confirmado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 12:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[RIM confirma, indiretamente, lançamento de seu tablet para o final do ano. Ação gera descontentamente mesmo dentro da empresa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 275px"><img class=" " src="http://www.blackberrycool.com/wp-content/uploads/2010/01/bPAD-storm2.jpg" alt="" width="265" height="300" />
<p class="wp-caption-text">imagem: divulgação (nâo oficial)</p>
</div>
<p>De acordo com relatórios lançados aos montes pela Web nessa terça e quarta-feira, a <abbr title="Research in Motion">RIM</abbr> definitvamente não quer que o Blackberry seja um mero espectador na mania de pad-gadgets que vem se instalando. O mais curioso é que segundo o Gizmodo, fontes internas indicaram que até mesmo funcionários da empresa estão um bocado frustrados com a empreitada da marca em lançar seu modelo até o final desse ano.</p>
<p>A matéria mais mencionada saiu no <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704324304575307142201727232.html?mod=WSJ_hps_MIDDLESecondNews">The Wall Street Journal</a> e muitos acham que é um grande erro, uma vez que a marca ainda é líder de venda de <span class='wp_keywordlink_affiliate'><a href="http://shopping.uol.com.br/celular-e-smartphone.html#aff=meiobit" title="smartphones" >smartphones</a></span> e nunca teve um foco consistente nas mídias mais cobertas pelos novos devices (videos, photos, etc&#8230;).</p>
<p>De qualquer maneira, o ponto focal destes novos aparelhos vai severamente segregando o mercado entre os que fazem muito bem &#8216;o mais necessário&#8217; e os que estão apenas nadando com o nariz para fora d&#8217;água. E esse &#8216;necessário&#8217; chama-se: experiência de Web.</p>
<p>Se tem uma coisa para qual os tablets serão inevitavelmente MUITO úteis é o fato de que com suas grandes telas são capazes de tornar virtualmente qualquer interação 2.0/3.0 entre o usuário, a rede mundial ou suas milhares de nuvens algo realmente prático.</p>
<p>Como não se sabe nada além de que o Blackberry OS 6.0 <a title="RIM previews BlackBerry OS 6 -- Tuesday, Apr 27, 2010" href="http://www.cnet.com/8301-17918_1-20003500-85.html">(demo feita este ano)</a> será o mais pimpado possível para atingir esse alvo, não se pode dizer se o tablet da RIM vem para deixar uma boa marca, ou se não passa de mais um assassino de iPads que na hora da execução, falhou e morreu.</p>
<p>A RIM ainda lidera o mercado de smartphones e detem um percentual de 35% dos despachos para os Estados Unidos de acordo com o último relatório da Nielsen. A Apple vem logo atrás com 28% dos smartphones americanos, seguida por aparelhos Windows Mobile (19%) e aparelhos rodando Android (9%).</p>
<p>Que pedreira pela frente&#8230; quero dizer, tirar (pelo menos casca) de todo o <i>momentum</i> que a Apple conseguiu gerar (de novo) com seus últimos lançamentos. Especialmente o competidor-alvo da RIM para este produto.</p>
<div class="feedflare">
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		<title>Magnífico xadrez com LEGO</title>
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		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/magnifico-xadrez-com-lego/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 21:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Tabuleiro de xadrez automatizado construído com LEGO MINDSTORMS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o História do Mundo, com Mel Brooks, que não surge um tabuleiro de xadrez tão impressionante. Sério, é um triunfo da geekitude, o grupo que criou está de parabéns. Primeiro, é enorme. Segundo, utiliza o brinquedo mais geek que existe, <a href="http://mindstorms.lego.com/en-us/Default.aspx">LEGO MINDSTORMS</a>.</p>
<p>O conjunto é controlado por um PC com touchscreen, o software cuida de tudo. Peças comidas saem do tabuleiro, peças com movimentos especiais como cavalos fazem com que outras saiam automaticamente do caminho. Ao final do jogo o tabuleiro até se arruma sozinho.</p>
<p>A brincadeira custou US$30 mil e conta com mais de 100 mil peças, mas sinceramente só de ter construído o negócio os caras devem achar que valeu cada centavo. Babem:</p>
<p class="aligncenter"><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/THGtbBz1sQo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/THGtbBz1sQo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.toplessrobot.com/2010/06/the_most.php">Topless Robot</a></p>
<div class="feedflare">
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		<title>Internet e Televisão: cada vez mais parceiros</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/noxion/~3/JxnKb005-kI/</link>
		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/internet-e-televisao-cada-vez-mais-parceiros/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 10:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imasters.uol.com.br/artigo/17191</guid>
		<description><![CDATA[<p>A Internet e a TV são hoje as duas maiores mídias de massa no Brasil, aliás, no mundo. Ao passo que a Internet é a mídia que mais cresce em investimentos e acesso, a TV ainda é a "rainha" das mídias de massa, em termos de investimentos das marcas, mas não acredito que por muito tempo, pois tem acontecido uma forte migração das pessoas da TV para a web.</p>


<p>Se analisarmos os últimos estudos, que são publicados em diversos sites do mercado, podemos fazer uma pequena comparação entre as duas mídias, no quesito audiência: enquanto a web cresce, a TV cai. Enquanto o Twitter cresce, de 550 mil usuários para 10 milhões, em 2009, a audiência da novela "Viver a Vida" foi a pior da história, lembrando que a audiência da novela das 20h da Rede Globo é a 2ª maior da TV brasileira (atrás apenas do Jornal Nacional); mesmo assim, a novela teve recorde em venda de merchandising.<br /><br />A audiência da novela e do Jornal Nacional tem sido menor do que a audiência diária dos megaportais; entretanto, a audiência desses programas é concentrada em menos tempo que no portal, ou seja, para que o UOL atinja 5 milhões de usuários únicos no dia, é necessário as 24h do dia, ao passo que os 4 milhões de telespectadores (dados do Ibope) do Jornal Nacional são concentrados nos 45 minutos de duração do programa. Mas, em termos de mídia, o custo de 30 segundos no JN é de aproximadamente 500 mil reais, uma diária de DHTML no UOL pode ser comprada por 80 mil reais. </p>


<p>A conta tem que ser feita pelos gestores das marcas: vale mais atingir 3,2 milhões de pessoas por 30 segundos na Globo (estima-se que a audiência dos programas caem 20% na hora do intervalo) ou 5 milhões em 24h em um grande portal? Vai da estratégia e cabeça de cada gestor.</p>


<h4>Por quê?</h4>


<p><strong>Esses números se devem a vários fatores, entre eles a penetração da TV</strong> <em><strong>versus</strong></em><strong> Internet no Brasil.</strong> </p>


<p>Mesmo que em 2008 e 2009 a venda de PCs tenha sido maior que a de TVs no País, ainda é necessário vender muito mais PCs para chegar ao patamar que a TV já atingiu há tempos e, por isso, a TV <em>ainda</em> é a rainha das mídias de massa no Brasil. Digo <em>ainda,</em> pois acredito que nos próximos 10 anos a Internet irá superar a TV, em audiência e investimentos; mas isso, no momento, é apenas um sonho de um profissional de planejamento estratégico digital.</p>


<p>Outro fator é que a Internet no Brasil ainda é cara, apenas as classes mais têm condições de ter em casa Internet banda larga. A classe C começou, em 2009, a ter esse "luxo" em suas casas, mas ainda o grande acesso  dessa classe  vem de lugares públicos como lan houses, bibliotecas, escolas e faculdades. <br /><br />A classe D começa a seguir o mesmo caminho e passa a acessar a web de lugares públicos. Mas a população de menor renda está na expectativa do governo a respeito da banda larga popular, a R$ 15,00 por mês; certamente isso vai ajudar na disseminação e popularização da web, mas ainda assim vai demorar muito para que a internet passe a TV em acessos. </p>


<p>Ainda falando do porquê de a Internet estar em 2º lugar - e de permanecer por muito tempo assim - está o fato de que grande parte da população brasileira está acima dos 50 anos, um público que tem pouca participação na web. E credita-se também a isso os baixos investimentos na web. Em muitas discussões que tenho com profissionais do mercado digital, entendemos que os diretores das grandes marcas, que já estão acima dos 50 anos, acreditam que web não faz parte do seu universo, logo, do universo das suas marcas, o que leva ao pouco investimento e à pouca crença deles de que a web pode ser um bom negócio. </p>


<h4>TV e web: tão longe, tão perto</h4>


<p>Mesmo se tratando de duas mídias tão distantes, como ambas podem estar cada dia mais parceiras? Como entender que as pessoas estão cada vez menos na TV e mais na web e ver que, mesmo assim, elas caminham juntas na interação desse mesmo usuário? </p>


<p>Vejamos o exemplo dos Trending Topics do Twitter. Se você observar essa métrica do microblog em um domingo, por volta das 22h, verá que os assuntos que estão na lista brasileira (TTBr) são, em muitos casos, relacionados com a TV. Fiz essa avaliação por três domingos e, dos 10 assuntos listados no TTBr, ao menos cinco estavam ligados à programação da TV naquele momento, como o quadro do Amaury Dymbo, do programa humorístico Pânico (Rede TV). </p>


<p>Pode ser que a Rede TV não seja líder de audiência na TV, que ainda é dominada pela Globo, mas ao menos no Twitter, no domingo à noite, existe uma boa audiência, e arrisco dizer que os pontos de Ibope do programa aumentam quando os quadros aparecem no TTBr.</p>


<p>Já não é de hoje que somos muito mais influenciados pelos nossos amigos do que pela TV; em minhas palestras, eu sempre abordo esse tema para reflexão de todos: se eu pretendo comprar um carro e sou impactado pela propaganda do Toyota Corolla, existe uma possibilidade de eu ir até a concessionária da Toyota. Entretanto, se converso com meu pai, meu avô, um primo ou amigo, que são referências para mim na compra de carros, e eles me convencerem de que o New Honda Civic é uma opção melhor, posso até comprar o Corolla, mas aumentam bastante as chances de eu trocar de ideia e de o Honda aparecer em minha garagem.</p>


<p>Com base no exemplo acima, justifico o motivo de acreditar que os comentários feitos no Twitter sobre um programa de TV podem gerar aumento na sua audiência, e se falando do programa Pânico onde a audiência é basicamente de jovens, a mesma da web no Brasil, não é difícil acreditar como o programa pode se beneficiar dos mais de 10 milhões de usuários do Twitter no Brasil. Não por acaso, o programa chega a ser 2º na audiência do domingo, ganhando de emissoras mais antigas e tradicionais como SBT, Bandeirantes e Rede Record.</p>


<p>O caminho inverso também acontece. Dois meses após seu lançamento, o R7, portal de notícias da Rede Record, atingiu quase 4,6 milhões de usuários únicos por mês, um resultado excelente para um portal que tinha tão pouco tempo de vida. </p>


<p>Muitos desses acessos se devem à estratégia simples, mas eficaz, de colocar a URL do portal em todos os programas da emissora. Além disso, em alguns programas os apresentadores mencionavam o portal, informando que o público poderia ver mais informações e notícias ali. Ou seja, integravam a TV à ferramenta web.</p>


<p><strong>IPTV é outro conceito que chega para dar mais força a essa parceria.</strong> </p>


<p>Não é ainda tão comum, no Brasil, assistir TV pela web, pois os grandes veículos, como Globo e Record, não têm ainda uma grande produção e nem divulgação de conteúdo para a web, e também não disponibilizam seus programas total e diretamente via internet. Bem, os próprios usuários acabaram por dar jeito nisso, disponibilizando uma grande quantidade de programas no YouTube, que pode ser acessado por praticamente todos os telefones do tipo smartphone. </p>


<p>Mas já existem veículos que produzem conteúdo apenas para a web, como o caso da TV Lance, do portal Lancenet. O veículo ganhou uma versão digital após o grande sucesso do jornal Lance. A AllTV, canal 100% digital também mostra altos índices de crescimento. Veremos na Copa de 2010 um alto crescimento das IPTVs, pois a Copa ocorrerá em dias úteis, no horário comercial, e com certeza alguns milhares de computadores estarão ligados em portais para assistir ao vivo os jogos. A Copa também é uma ótima oportunidade para que as emissoras de TV abram seus canais na web e liberem os vídeos não só para assinantes.<br /><br />Não acredito que a IPTV seja o futuro. Não acho que a Internet vá "matar" a TV, por mais que a tendência seja que a web passe a TV em audiência, mas tenho certeza de que essa parceria só tende a crescer ainda mais com a chegada, com força, da TV Digital ou melhor, da interação que a TV permitirá no quesito vendas online via TV. Aí poderei começar a sonhar em uma parceria entre uma loja de e-commerce e uma emissora de televisão, para oferecer produtos durante a novela, não só como merchandising, mas com a real oportunidade de compra.</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet e a TV são hoje as duas maiores mídias de massa no Brasil, aliás, no mundo. Ao passo que a Internet é a mídia que mais cresce em investimentos e acesso, a TV ainda é a &#8220;rainha&#8221; das mídias de massa, em termos de investimentos das marcas, mas não acredito que por muito tempo, pois tem acontecido uma forte migração das pessoas da TV para a web.</p>
<p>Se analisarmos os últimos estudos, que são publicados em diversos sites do mercado, podemos fazer uma pequena comparação entre as duas mídias, no quesito audiência: enquanto a web cresce, a TV cai. Enquanto o Twitter cresce, de 550 mil usuários para 10 milhões, em 2009, a audiência da novela &#8220;Viver a Vida&#8221; foi a pior da história, lembrando que a audiência da novela das 20h da Rede Globo é a 2ª maior da TV brasileira (atrás apenas do Jornal Nacional); mesmo assim, a novela teve recorde em venda de merchandising.</p>
<p>A audiência da novela e do Jornal Nacional tem sido menor do que a audiência diária dos megaportais; entretanto, a audiência desses programas é concentrada em menos tempo que no portal, ou seja, para que o UOL atinja 5 milhões de usuários únicos no dia, é necessário as 24h do dia, ao passo que os 4 milhões de telespectadores (dados do Ibope) do Jornal Nacional são concentrados nos 45 minutos de duração do programa. Mas, em termos de mídia, o custo de 30 segundos no JN é de aproximadamente 500 mil reais, uma diária de DHTML no UOL pode ser comprada por 80 mil reais. </p>
<p>A conta tem que ser feita pelos gestores das marcas: vale mais atingir 3,2 milhões de pessoas por 30 segundos na Globo (estima-se que a audiência dos programas caem 20% na hora do intervalo) ou 5 milhões em 24h em um grande portal? Vai da estratégia e cabeça de cada gestor.</p>
<h4>Por quê?</h4>
<p><strong>Esses números se devem a vários fatores, entre eles a penetração da TV</strong> <em><strong>versus</strong></em><strong> Internet no Brasil.</strong> </p>
<p>Mesmo que em 2008 e 2009 a venda de PCs tenha sido maior que a de TVs no País, ainda é necessário vender muito mais PCs para chegar ao patamar que a TV já atingiu há tempos e, por isso, a TV <em>ainda</em> é a rainha das mídias de massa no Brasil. Digo <em>ainda,</em> pois acredito que nos próximos 10 anos a Internet irá superar a TV, em audiência e investimentos; mas isso, no momento, é apenas um sonho de um profissional de planejamento estratégico digital.</p>
<p>Outro fator é que a Internet no Brasil ainda é cara, apenas as classes mais têm condições de ter em casa Internet banda larga. A classe C começou, em 2009, a ter esse &#8220;luxo&#8221; em suas casas, mas ainda o grande acesso  dessa classe  vem de lugares públicos como lan houses, bibliotecas, escolas e faculdades. </p>
<p>A classe D começa a seguir o mesmo caminho e passa a acessar a web de lugares públicos. Mas a população de menor renda está na expectativa do governo a respeito da banda larga popular, a R$ 15,00 por mês; certamente isso vai ajudar na disseminação e popularização da web, mas ainda assim vai demorar muito para que a internet passe a TV em acessos. </p>
<p>Ainda falando do porquê de a Internet estar em 2º lugar &#8211; e de permanecer por muito tempo assim &#8211; está o fato de que grande parte da população brasileira está acima dos 50 anos, um público que tem pouca participação na web. E credita-se também a isso os baixos investimentos na web. Em muitas discussões que tenho com profissionais do mercado digital, entendemos que os diretores das grandes marcas, que já estão acima dos 50 anos, acreditam que web não faz parte do seu universo, logo, do universo das suas marcas, o que leva ao pouco investimento e à pouca crença deles de que a web pode ser um bom negócio. </p>
<h4>TV e web: tão longe, tão perto</h4>
<p>Mesmo se tratando de duas mídias tão distantes, como ambas podem estar cada dia mais parceiras? Como entender que as pessoas estão cada vez menos na TV e mais na web e ver que, mesmo assim, elas caminham juntas na interação desse mesmo usuário? </p>
<p>Vejamos o exemplo dos Trending Topics do Twitter. Se você observar essa métrica do microblog em um domingo, por volta das 22h, verá que os assuntos que estão na lista brasileira (TTBr) são, em muitos casos, relacionados com a TV. Fiz essa avaliação por três domingos e, dos 10 assuntos listados no TTBr, ao menos cinco estavam ligados à programação da TV naquele momento, como o quadro do Amaury Dymbo, do programa humorístico Pânico (Rede TV). </p>
<p>Pode ser que a Rede TV não seja líder de audiência na TV, que ainda é dominada pela Globo, mas ao menos no Twitter, no domingo à noite, existe uma boa audiência, e arrisco dizer que os pontos de Ibope do programa aumentam quando os quadros aparecem no TTBr.</p>
<p>Já não é de hoje que somos muito mais influenciados pelos nossos amigos do que pela TV; em minhas palestras, eu sempre abordo esse tema para reflexão de todos: se eu pretendo comprar um carro e sou impactado pela propaganda do Toyota Corolla, existe uma possibilidade de eu ir até a concessionária da Toyota. Entretanto, se converso com meu pai, meu avô, um primo ou amigo, que são referências para mim na compra de carros, e eles me convencerem de que o New Honda Civic é uma opção melhor, posso até comprar o Corolla, mas aumentam bastante as chances de eu trocar de ideia e de o Honda aparecer em minha garagem.</p>
<p>Com base no exemplo acima, justifico o motivo de acreditar que os comentários feitos no Twitter sobre um programa de TV podem gerar aumento na sua audiência, e se falando do programa Pânico onde a audiência é basicamente de jovens, a mesma da web no Brasil, não é difícil acreditar como o programa pode se beneficiar dos mais de 10 milhões de usuários do Twitter no Brasil. Não por acaso, o programa chega a ser 2º na audiência do domingo, ganhando de emissoras mais antigas e tradicionais como SBT, Bandeirantes e Rede Record.</p>
<p>O caminho inverso também acontece. Dois meses após seu lançamento, o R7, portal de notícias da Rede Record, atingiu quase 4,6 milhões de usuários únicos por mês, um resultado excelente para um portal que tinha tão pouco tempo de vida. </p>
<p>Muitos desses acessos se devem à estratégia simples, mas eficaz, de colocar a URL do portal em todos os programas da emissora. Além disso, em alguns programas os apresentadores mencionavam o portal, informando que o público poderia ver mais informações e notícias ali. Ou seja, integravam a TV à ferramenta web.</p>
<p><strong>IPTV é outro conceito que chega para dar mais força a essa parceria.</strong> </p>
<p>Não é ainda tão comum, no Brasil, assistir TV pela web, pois os grandes veículos, como Globo e Record, não têm ainda uma grande produção e nem divulgação de conteúdo para a web, e também não disponibilizam seus programas total e diretamente via internet. Bem, os próprios usuários acabaram por dar jeito nisso, disponibilizando uma grande quantidade de programas no YouTube, que pode ser acessado por praticamente todos os telefones do tipo smartphone. </p>
<p>Mas já existem veículos que produzem conteúdo apenas para a web, como o caso da TV Lance, do portal Lancenet. O veículo ganhou uma versão digital após o grande sucesso do jornal Lance. A AllTV, canal 100% digital também mostra altos índices de crescimento. Veremos na Copa de 2010 um alto crescimento das IPTVs, pois a Copa ocorrerá em dias úteis, no horário comercial, e com certeza alguns milhares de computadores estarão ligados em portais para assistir ao vivo os jogos. A Copa também é uma ótima oportunidade para que as emissoras de TV abram seus canais na web e liberem os vídeos não só para assinantes.</p>
<p>Não acredito que a IPTV seja o futuro. Não acho que a Internet vá &#8220;matar&#8221; a TV, por mais que a tendência seja que a web passe a TV em audiência, mas tenho certeza de que essa parceria só tende a crescer ainda mais com a chegada, com força, da TV Digital ou melhor, da interação que a TV permitirá no quesito vendas online via TV. Aí poderei começar a sonhar em uma parceria entre uma loja de e-commerce e uma emissora de televisão, para oferecer produtos durante a novela, não só como merchandising, mas com a real oportunidade de compra.</p>
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		<item>
		<title>A importância da escalabilidade para o crescimento da sua empresa</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/noxion/~3/kdbRcQp4XpM/</link>
		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/a-importancia-da-escalabilidade-para-o-crescimento-da-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 10:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imasters.uol.com.br/artigo/17099</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sua empresa apresenta
uma estrutura de TI escalável? Se você não consegue responder a
essa pergunta com 100% de certeza, ou se você não sabe direito o
que escalabilidade quer dizer, preste atenção nestes dois exemplos:
</p>

<ol><li>"Bad, bad
	server! No donuts for you!". Quem se lembra dessa mensagem
	que aparecia no Orkut com bastante frequência, no início da rede
	social? O problema acontecia porque o número de
	acessos simultâneos no site era muito maior do que ele podia
	suportar. 
	
	</li>

<li>Outro
	exemplo bem prático, que aconteceu há relativamente pouco tempo e
	gerou uma certa discussão sobre escalabilidade na web, foi o
	Twitter. Lentidão, bugs e a famigerada Baleia aparecendo a toda
	hora. Tudo isso devido à pouca escalabilidade que a infraestrutura
	de TI
	do site tinha. O problema foi resolvido e hoje a situação está
	mais tranqüila. 
	
</li>

</ol><p>Duas
empresas diferentes, duas épocas diferentes, um mesmo problema:
escalabilidade. Mas afinal, o que é isso? Apesar do nome um pouco
complicado, a explicação é bastante simples:</p>

<blockquote>"Escalabilidade é a característica de um sistema que indica sua habilidade de
manipular uma porção crescente de trabalho de forma uniforme, ou
estar preparado para crescer."(Wikipedia -
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabilidade" class="ext">http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabilidade</a>)</blockquote>

<p>Ou
seja, escalabilidade é a capacidade da infraestrutura
de atender a uma demanda crescente de uso. Isso se alcança através
da otimização dos recursos de infraestrutura, de forma a extrair o
máximo possível das máquinas, com alta performance.</p>

<p>E
não pense que apenas as grandes companhias devem se preocupar com
essa questão. Mesmo pequenas e médias empresas precisam ter isso
como parte de seu objetivo de crescimento. Sistemas
modulares e escaláveis
oferecem os benefícios da maior agilidade  e a habilidade de
implantar os recursos necessários quando novas oportunidades
aparecem e as condições são alteradas. Certamente isso independe
do tamanho da organização. 
</p>

<p>Além
de ter sistemas virtualizados e trabalhar com modelos de cloud
computing - e tudo isso pensando, claro, no custo e nos benefícios
para a empresa -, uma forte tendência que deve ser levada em conta
é a de construir a infraestrutura
de
tecnologia
pensando em escalabilidade. Sem isso, a empresa certamente perderá
vantagens competitivas. Imagine que seja necessário ampliar os seus
negócios. Se você não puder fazer isso rápido e eficientemente,
pode perder grandes oportunidades e ter que dispor de caros recursos
de TI não utilizados.</p>

<p>Para
ajudar organizações de todos os tamanhos a enfrentar os desafios da
era da informação, o mercado oferece diversas soluções que
oferecem níveis de escalabilidade adequados às diferentes demandas.
Aliar
uma solução de Grid Storage em ambientes com servidores
virtualizados à sua estratégia de negócio pode ser a resposta para
a crescente necessidade de armazenamento da sua empresa, oferecendo
um investimento que durará por um longo tempo.</p>

<p>Um
bom exemplo dessa solução é a <a href="https://h41268.www4.hp.com/live/index.aspx?qid=7912&#38;utm_source=imasters&#38;utm_medium=publieditorial&#38;utm_campaign=hplefthand" class="ext">linha P4000 SAN, da HP</a>, otimizada
para aplicações de banco de dados e e-mail, bem como servidores
virtualizados. Baseada em uma arquitetura de Grid Storage, o HP P4000
SAN permite aumentar a capacidade e o desempenho, linearmente,
sem incorrer em inatividade ou em gargalos de desempenho ou forçar
atualizações caras. 
</p>

<p>Além
disso, é possível crescer aos poucos, evitando custos adicionais e
restrições potenciais de desempenho. As soluções HP P4000 deixam
sua empresa preparada para crescer, de acordo com suas necessidades.</p>

<p>Voltando
ao início, refaço a pergunta, acrescentando uma provocação: sua
empresa tem uma estrutura de TI escalável ou você ainda vai esperar
a oportunidade passar e seguir para uma companhia mais bem preparada?</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua empresa apresenta<br />
uma estrutura de TI escalável? Se você não consegue responder a<br />
essa pergunta com 100% de certeza, ou se você não sabe direito o<br />
que escalabilidade quer dizer, preste atenção nestes dois exemplos:
</p>
<ol>
<li>&#8220;Bad, bad<br />
	server! No donuts for you!&#8221;. Quem se lembra dessa mensagem<br />
	que aparecia no Orkut com bastante frequência, no início da rede<br />
	social? O problema acontecia porque o número de<br />
	acessos simultâneos no site era muito maior do que ele podia<br />
	suportar. </p>
</li>
<li>Outro<br />
	exemplo bem prático, que aconteceu há relativamente pouco tempo e<br />
	gerou uma certa discussão sobre escalabilidade na web, foi o<br />
	Twitter. Lentidão, bugs e a famigerada Baleia aparecendo a toda<br />
	hora. Tudo isso devido à pouca escalabilidade que a infraestrutura<br />
	de TI<br />
	do site tinha. O problema foi resolvido e hoje a situação está<br />
	mais tranqüila. </p>
</li>
</ol>
<p>Duas<br />
empresas diferentes, duas épocas diferentes, um mesmo problema:<br />
escalabilidade. Mas afinal, o que é isso? Apesar do nome um pouco<br />
complicado, a explicação é bastante simples:</p>
<blockquote><p>&#8220;Escalabilidade é a característica de um sistema que indica sua habilidade de<br />
manipular uma porção crescente de trabalho de forma uniforme, ou<br />
estar preparado para crescer.&#8221;(Wikipedia -<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabilidade" class="ext">http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabilidade</a>)</p></blockquote>
<p>Ou<br />
seja, escalabilidade é a capacidade da infraestrutura<br />
de atender a uma demanda crescente de uso. Isso se alcança através<br />
da otimização dos recursos de infraestrutura, de forma a extrair o<br />
máximo possível das máquinas, com alta performance.</p>
<p>E<br />
não pense que apenas as grandes companhias devem se preocupar com<br />
essa questão. Mesmo pequenas e médias empresas precisam ter isso<br />
como parte de seu objetivo de crescimento. Sistemas<br />
modulares e escaláveis<br />
oferecem os benefícios da maior agilidade  e a habilidade de<br />
implantar os recursos necessários quando novas oportunidades<br />
aparecem e as condições são alteradas. Certamente isso independe<br />
do tamanho da organização.
</p>
<p>Além<br />
de ter sistemas virtualizados e trabalhar com modelos de cloud<br />
computing &#8211; e tudo isso pensando, claro, no custo e nos benefícios<br />
para a empresa -, uma forte tendência que deve ser levada em conta<br />
é a de construir a infraestrutura<br />
de<br />
tecnologia<br />
pensando em escalabilidade. Sem isso, a empresa certamente perderá<br />
vantagens competitivas. Imagine que seja necessário ampliar os seus<br />
negócios. Se você não puder fazer isso rápido e eficientemente,<br />
pode perder grandes oportunidades e ter que dispor de caros recursos<br />
de TI não utilizados.</p>
<p>Para<br />
ajudar organizações de todos os tamanhos a enfrentar os desafios da<br />
era da informação, o mercado oferece diversas soluções que<br />
oferecem níveis de escalabilidade adequados às diferentes demandas.<br />
Aliar<br />
uma solução de Grid Storage em ambientes com servidores<br />
virtualizados à sua estratégia de negócio pode ser a resposta para<br />
a crescente necessidade de armazenamento da sua empresa, oferecendo<br />
um investimento que durará por um longo tempo.</p>
<p>Um<br />
bom exemplo dessa solução é a <a href="https://h41268.www4.hp.com/live/index.aspx?qid=7912&amp;utm_source=imasters&amp;utm_medium=publieditorial&amp;utm_campaign=hplefthand" class="ext">linha P4000 SAN, da HP</a>, otimizada<br />
para aplicações de banco de dados e e-mail, bem como servidores<br />
virtualizados. Baseada em uma arquitetura de Grid Storage, o HP P4000<br />
SAN permite aumentar a capacidade e o desempenho, linearmente,<br />
sem incorrer em inatividade ou em gargalos de desempenho ou forçar<br />
atualizações caras.
</p>
<p>Além<br />
disso, é possível crescer aos poucos, evitando custos adicionais e<br />
restrições potenciais de desempenho. As soluções HP P4000 deixam<br />
sua empresa preparada para crescer, de acordo com suas necessidades.</p>
<p>Voltando<br />
ao início, refaço a pergunta, acrescentando uma provocação: sua<br />
empresa tem uma estrutura de TI escalável ou você ainda vai esperar<br />
a oportunidade passar e seguir para uma companhia mais bem preparada?</p>
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		<title>Adobe mostra tablet rodando Android e Flash</title>
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		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/adobe-mostra-tablet-rodando-android-e-flash/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 14:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Enquanto a Apple segue firme com sua resolução de manter as mãos da Adobe distantes de seus intocados iPod, iPhone e iPad, a empresa do Photoshop mostra que está dando seus pulinhos e mostrou, nesta terça-feira, um protótipo de tablet rodando o sistema operacional Android 2.2 com plugins para o Flash e AIR.<br /><br />O modelo foi mostrado durante a convenção Web 2.0, que está sendo realizada em San Francisco, e não teve qualquer outra de suas especificações técnicas reveladas. <br /><br />O (desconhecido) blog <a href="http://zedomax.com/blog/" class="ext">Zedomax</a> fez algumas imagens do aparelho acessando a página do YouTube. Até o momento, o resultado não é dos mais animadores, mas deve-se reconhecer que é melhor do que nada. Confira:</p>

<p><br /><br /><strong>Por</strong> <a href="http://tecnoblog.net/23051/adobe-mostra-tablet-rodando-android-e-flash-assista/" class="ext">João Brunelli Moreno</a> </p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a Apple segue firme com sua resolução de manter as mãos da Adobe distantes de seus intocados iPod, iPhone e iPad, a empresa do Photoshop mostra que está dando seus pulinhos e mostrou, nesta terça-feira, um protótipo de tablet rodando o sistema operacional Android 2.2 com plugins para o Flash e AIR.</p>
<p>O modelo foi mostrado durante a convenção Web 2.0, que está sendo realizada em San Francisco, e não teve qualquer outra de suas especificações técnicas reveladas. </p>
<p>O (desconhecido) blog <a href="http://zedomax.com/blog/" class="ext">Zedomax</a> fez algumas imagens do aparelho acessando a página do YouTube. Até o momento, o resultado não é dos mais animadores, mas deve-se reconhecer que é melhor do que nada. Confira:</p>
<p><object data="http://www.youtube.com/v/ttn1G0Kw62o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" height="398" width="530" type="application/x-shockwave-flash"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ttn1G0Kw62o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowNetworking" value="internal" /></object></p>
<p><strong>Por</strong> <a href="http://tecnoblog.net/23051/adobe-mostra-tablet-rodando-android-e-flash-assista/" class="ext">João Brunelli Moreno</a> </p>
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		<title>Só pras meninas! Roupas em promoção na Luna Boutique com banner especial de Dia das Mães</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 13:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Ontem criamos a campanha para o Dia das Mães no site da Luna Boutique, uma de nossas mais recentes clientes. Para fugir do usual e posicionar apenas um banner na home do site, colocamos uma &#8220;etiqueta&#8221; no topo do site à esquerda enviando o usuário para um artigo com o banner que mostramos ao lado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.noxion.com.br/wp-content/uploads/2010/05/banner-promocao.jpg"><img src="http://www.noxion.com.br/wp-content/uploads/2010/05/banner-promocao-185x300.jpg" alt="" title="banner-promocao" width="185" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-3546" /></a><br />
Ontem criamos a campanha para o Dia das Mães no site da <a href="http://www.lunaboutique.com.br">Luna Boutique</a>, uma de nossas mais recentes clientes. Para fugir do usual e posicionar apenas um banner na home do site, colocamos uma &#8220;etiqueta&#8221; no topo do site à esquerda enviando o usuário para um artigo com o banner que mostramos ao lado. Tudo está bonito e lindo para que mais um de nossos clientes consiga aumentar as suas vendas através de atividades simples de marketing digital.</p>
<p>Em tempo: o <a href="http://twitter.com/lunacuritiba">twitter da Luna Boutique</a> já começou a bombar com 250 seguidores fiéis que acompanham as notícias e as promoções da loja.</p>
<p>.<br />
.<br />
.<br />
.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>SkypeCallRecorder – solução para gravar ligações de skype de graça</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/noxion/~3/HbrabYgmgh8/</link>
		<comments>http://www.noxion.com.br/blog/diario-de-bordo/skypecallrecorder-solucao-para-gravar-ligacoes-de-skype-de-graca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 14:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos.rezende@noxion.com.br (Noxion Talentos da Informação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[free]]></category>
		<category><![CDATA[gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[gravação]]></category>
		<category><![CDATA[skype]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevistas, podcasts e tudo o mais que se possa imaginar. Há tempos estávamos procurando uma alternativa para os programas pagos que fazem gravação das ligações realizadas com skype e hoje encontramos.
O software se chama SkypeCallRecorder e grava todas as ligações, até mesmo aquelas feitas para celular. Resolvi compartilhar porque, assim como nós, deve existir bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevistas, podcasts e tudo o mais que se possa imaginar. Há tempos estávamos procurando uma alternativa para os programas pagos que fazem gravação das ligações realizadas com skype e hoje encontramos.</p>
<p>O software se chama <a href="http://voipcallrecording.com/">SkypeCallRecorder</a> e grava todas as ligações, até mesmo aquelas feitas para celular. Resolvi compartilhar porque, assim como nós, deve existir bastante gente correndo atrás de algo eficiente para produzir suas próprias publicações em áudio.</p>
<p>Bons aúdios!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.noxion.com.br/blog/diario-de-bordo/skypecallrecorder-solucao-para-gravar-ligacoes-de-skype-de-graca/feed/</wfw:commentRss>
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	<copyright>2009 - Todos os direitos reservados</copyright><media:credit role="author">Noxion Talentos da Informação</media:credit><media:rating>nonadult</media:rating></channel>
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