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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Nutrição Virtual - Últimas Notícias</title><link>http://www.nutricaovirtual.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>30/05/2012 05:25:22</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/nutricao" /><feedburner:info uri="nutricao" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Azeite de oliva ajuda a blindar os neurônios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/KB5Yb6ENkPU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Guarde bem este nome: hidroxitirosol. Ele é um dos mais nobres compostos do óleo de oliva e, no futuro, pode ser usado na fabricação de remédios para doenças como o Alzheimer e o Parkinson. Essa é a projeção feita por um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Frankfurt, na Alemanha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores da instituição acabaram de divulgar que o hidroxitirosol impede a degeneração dos neurônios, retardando o processo de envelhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Ele é antioxidante e evita que os radicais livres ataquem as células nervosas, processo envolvido no aparecimento de males neurodegenerativos", explica a farmacêutica Jane Mara Block, da Universidade Federal de Santa Catarina, em entrevista à revista SAÚDE!.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além desta nova função relacionada aos neurônios, o azeite de oliva já tem fama de alimento funcional por outro motivo: seu consumo auxilia na redução do LDL, popularmente conhecido como "colesterol ruim". Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E atenção: para usufruir dos benefícios deste óleo extraído das azeitonas, bastam consumir duas colheres sobremesa por dia.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/KB5Yb6ENkPU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>29/05/2012 00:00:00 17:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53508</feedburner:origLink></item><item><title>Conheça todos os benefícios do suco verde para a saúde</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/54oKXwFP3_o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A moda de beber um copo de suco verde pela manhã tem conquistado cada vez mais adeptos. Isso porque num mesmo copo, o suco concentra uma dose surpreendente de nutrientes, com destaque para a clorofila. Em nosso organismo, ela ajuda a desintoxicar, melhorar a digestão, fortalecer o sistema imunológico e aumentar a energia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saúde concentrada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Principais ingredientes do suco, as folhas verde-escuras (couve, rúcula, espinafre) são ricas em substâncias antioxidantes, famosas por combaterem os radicais livres, que, em excesso, aceleram o envelhecimento da pele e do organismo como um todo. "Outro componente valioso dos vegetais é o ácido fólico, vitamina do complexo B necessária para a manutenção do sistema nervoso e dos glóbulos vermelhos", explica Roseli Rossi, nutricionista da Clínica Equilíbrio Nutricional, em SP.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Dependendo da receita, também oferece cálcio (importante para os ossos), magnésio (indispensável para as reações orgânicas) e ferro (diminui o risco de anemia). Acrescente água de coco ou chá (verde, branco, de cavalinha ou cidreira) à receita, e o suco ganha mais poderes: desincha e ajuda a queimar gordurinhas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estrela da culinária viva -&lt;/strong&gt; tendência alimentar que prioriza o consumo de alimentos crus e orgânicos -, o suco verde ainda pode ser feito com brotos. Eles são ricos em enzimas capazes de eliminar de forma eficaz resíduos e toxinas acumulados em nosso organismo.  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As sementes (linhaça, girassol e gergelim) e frutas oleaginosas (amêndoa, castanha-do-pará) germinadas também são altamente nutritivas e, por isso, reforçam as defesas do organismo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/54oKXwFP3_o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>29/05/2012 00:00:00 17:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53505</feedburner:origLink></item><item><title>Conheça os benefícios do cogumelo na alimentação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/2vwevLTmFAw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O cogumelo chegou ao Brasil na década de 1950, mas é cultivado há centenas de anos por várias civilizações ao redor do mundo. Para os egípcios, o alimento era considerado um presente divino oferecido aos faraós. Os guerreiros romanos consumiam o cogumelo para ter mais força e coragem para enfrentar as batalhas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Não demorou muito para que as suas propriedades medicinais fossem pesquisadas. "Os diferentes tipos de cogumelo ajudam a emagrecer, previnem doenças cardiovasculares e ainda controlam o colesterol", revela a nutróloga Cristiane Coelho, da Associação Brasileira de Nutrologia. Altamente nutritivos e com pouca gordura, eles são ricos em vitaminas, proteínas, fósforo, vitaminas do complexo B, ácido fólico, fibras e outros elementos essenciais à saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Da natureza para a cozinha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Os cogumelos não são vegetais, verduras ou legumes. Eles pertencem à família dos fungos e, por agregar sabor especial aos pratos, vêm conquistando mais espaço na mesa dos brasileiros. Existem cerca de 4,5 mil espécies de cogumelos comestíveis no mundo. Entre os mais conhecidos estão:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Shiitake:&lt;/strong&gt; apresenta coloração escura e píleo (aquele "chapeuzinho") largo. Bom para saladas, massas, molhos e risotos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Shimeji&lt;/strong&gt;: nas cores preto e branco, tem um píleo menor. Delicioso quando grelhado e como acompanhamento de carnes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Funghi:&lt;/strong&gt; de origem italiana, esse tipo é bastante utilizado em massas, risotos e molhos. O termo significa cogumelo em português e é popularmente conhecido como funghi secchi ou cogumelo seco.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Champignon de Paris:&lt;/strong&gt; o tipo mais consumido no mundo é também o mais popular no Brasil. Pode ser ingerido fresco ou em conserva. Apresenta coloração branca e fica perfeito em estrogonofes e saladas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Portobello:&lt;/strong&gt; de cor parda, tem textura mais rígida que o champignon e aroma levemente pronunciado. Bom consumido fresco e com o chapéu aberto em massas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Amigo da saúde&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O cogumelo contém vitaminas do complexo B, essenciais na saúde mental e emocional; proteínas, que ajudam na manutenção dos tecidos; e fósforo, fundamental para os ossos e os dentes. "O alimento também é fonte de fibras, que auxiliam no funcionamento do intestino, controlam o colesterol e favorecem o emagrecimento, pois reduzem a absorção de gordura e promovem saciedade", explica Cristiane.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por apresentarem altos teores de ácido fólico, os cogumelos previnem doenças cardiovasculares e degenerativas, como mal de Alzheimer, e são importantes no tratamento complementar de câncer, lúpus, hepatite e HPV. E mais: os cogumelos podem ser consumidos por todos, sem exceção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Compra esperta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Para acertar na escolha, verifique se o cogumelo está firme e com coloração forte, sem manchas escuras na superfície. "Em casa, o fresco deve ser guardado na geladeira por até dez dias, mas é aconselhável consumi-lo em até cinco", alerta Cristiane.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na hora de lavar, esfregue-o levemente com uma toalha de papel umedecida, enxágue e não o deixe de molho em água, pois fica encharcado e sem sabor. Ao cozinhar, corte os talos. "O seco pode ser armazenado por até dois anos em local fresco e livre de umidade", ensina Cristiane. Após aberto, o cogumelo em conserva pode ficar na geladeira até o término do seu prazo de validade.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/2vwevLTmFAw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>29/05/2012 00:00:00 17:17:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53504</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba tudo sobre a intolerância ao glúten e veja como substituí-lo na rotina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/uR8Z0KjmWVE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As inscrições "contém glúten" ou "não contém glúten" impressas nas embalagens de alimentos não estão lá à toa. Elas são fruto de uma lei que obriga as indústrias a identificarem a presença ou a ausência dessa proteína. Isso porque sua ingestão pode causar problemas aos celíacos, ou seja, pessoas que têm intolerância ao glúten. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), estima-se que, no Brasil, existam quase 4 milhões de portadores da doença &amp;#150; a maioria sequer desconfia de sua existência. E esse número merece atenção redobrada, já que o problema pode causar vários males, como desnutrição, perda de peso, osteoporose e até câncer de intestino. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Como os sintomas são comuns a diversos outros males, muitas vezes a pessoa não desconfia que tenha intolerância ao glúten e passa anos enfrentando os incômodos que poderiam ser evitados com o tratamento correto", explica a médica Vera Lúcia Sdepanian, especialista em doença celíaca e pesquisadora da Unifesp. Saiba identificar os princi- pais sintomas desse mal e como ficar livre deles.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Onde está o glúten?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ele está presente no trigo, aveia, centeio, cevada, malte e nos derivados de cada um deles: pães, massas, bolos, bolachas, pizzas, bebidas (como cerveja e uísque) e em inúmeros produtos industrializados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os principais sintomas da doença celíaca?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O sintoma mais recorrente é a diarreia crônica, muitas vezes desencadeada pela não absorção dos nutrientes pelas paredes do intestino - uma das consequências da doença celíaca. Outros indícios são: perda de apetite, distensão abdominal (estufamento), anemia, alterações de humor, apatia e até distúrbios neurológicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É possível tratar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O único tratamento é eliminar o glúten do cardápio. Poucos dias após cortar essa proteína da alimentação, os sintomas desaparecem e, em um ano, a mucosa intestinal se normaliza. Para facilitar o tratamento e a adaptação à nova dieta, recomenda-se substituir os alimentos à base de trigo, aveia ou centeio por outros como os derivados de milho (amido, fubá e farinha de milho), os de arroz (farinha de arroz) e os de batata (fécula de batata).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fique de olho:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Tão importante quanto abolir o glúten é prestar atenção nos alimentos possivelmente "contaminados" por ele. Por exemplo, uma batata frita, que poderia ser consumida por um celíaco, se torna perigosa se, no mesmo óleo, já tiverem sido preparados pastéis e croquetes.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/uR8Z0KjmWVE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>29/05/2012 00:00:00 17:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53503</feedburner:origLink></item><item><title>Calorias ingeridas pela manhã se transformam rapidamente em gordura abdominal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/H2j7Fykh4_A/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;ldquo;O caf&amp;eacute; da manh&amp;atilde; &amp;eacute; a refei&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais importante do dia&amp;rdquo; &amp;ndash; se voc&amp;ecirc; acredita nessa m&amp;aacute;xima e capricha (at&amp;eacute; demais) no desjejum, saiba que pode estar transformando calorias em gordura mais r&amp;aacute;pido do que o normal. Na verdade, cientistas at&amp;eacute; descobriram o per&amp;iacute;odo exato em que essa convers&amp;atilde;o acontece: tr&amp;ecirc;s horas, se voc&amp;ecirc; comer muita gordura pela manh&amp;atilde;. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para chegar a essa conclus&amp;atilde;o, pesquisadores da Universidade de Oxford pediram que volunt&amp;aacute;rios comessem alimentos gordurosos que possu&amp;iacute;am um is&amp;oacute;topo identific&amp;aacute;vel &amp;ndash; assim eles conseguiriam descobrir &amp;lsquo;rastros&amp;rsquo; da comida no organismo. A gordura ent&amp;atilde;o era rastreada pelo corpo. Logo de cara, foi descoberto que em at&amp;eacute; uma hora o alimento que est&amp;aacute; sendo digerido j&amp;aacute; envia gordura atrav&amp;eacute;s do sangue. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Depois de tr&amp;ecirc;s horas, a maior parte da gordura j&amp;aacute; foi incorporada pelo sistema adiposo, na sua maior parte em gordura em volta da cintura. Esse tipo de gordura pode ser queimada facilmente ao longo do dia, mas quando continuamos a comer em excesso ela vai se deslocando pelo corpo, encontrando locais mais permanentes, como as coxas, costas e gl&amp;uacute;teos. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/H2j7Fykh4_A" height="1" width="1"/&gt;</description><author>revistagalileu.globo.com</author><pubDate>28/05/2012 00:00:00 15:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53391</feedburner:origLink></item><item><title>Intoxicação alimentar acontece mais em casa que em restaurantes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/GYyLkCJHz9w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma das primeiras recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es de m&amp;eacute;dicos e nutricionistas no ver&amp;atilde;o &amp;eacute; que as pessoas tomem cuidado ao ingerir alimentos fora de casa. As f&amp;eacute;rias e as altas temperaturas aumentam a frequ&amp;ecirc;ncia das refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es fora e o perigo da ingest&amp;atilde;o de alimentos estragados. Mas o risco de intoxica&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; em casa. Ao todo, 27% dos casos de intoxica&amp;ccedil;&amp;atilde;o alimentar registrados pela a Secretaria de Sa&amp;uacute;de do Estado de S&amp;atilde;o Paulo entre os anos de 1998 e 2008 foram causados por alimentos preparados em casa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
J&amp;aacute; porcentagem de casos causados por comida de restaurantes e outros estabelecimentos comerciais &amp;eacute; de 24%. A maior incid&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; em escolas, creches e asilos, com 39% dos casos. A Secretaria contabilizou 76.800 casos de intoxica&amp;ccedil;&amp;atilde;o por &amp;aacute;gua e alimentos neste per&amp;iacute;odo. A maior parte 72.500 deles (94,4%) teve diarreia aguda provocada por bact&amp;eacute;rias, principalmente a Salmonella. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os alimentos mais contaminados com a Salmonella, est&amp;atilde;o ovos mal cozidos e outras prepara&amp;ccedil;&amp;otilde;es a base de ovos, como a maionese. &amp;Eacute; importante lembrar que alimentos crus e mal cozidos s&amp;atilde;o mais suscet&amp;iacute;veis &amp;agrave; contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Fora de casa &amp;eacute; bom evit&amp;aacute;-los e prestar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na higiene do restaurante e de seus funcion&amp;aacute;rios. E, como n&amp;atilde;o estamos livres nem em nossas casas, a Secret&amp;aacute;ria divulgou algumas dicas para a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos: &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Cozinhe, frite ou asse bem os alimentos de origem animal; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Separe os alimentos limpos e descascados dos demais na hora da prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E sempre lave a faca quando mudar de alimento; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Lave bem as m&amp;atilde;os e utens&amp;iacute;lios de cozinha (inclusive a pia); &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Lave e seque bem utens&amp;iacute;lios de madeira. Eles s&amp;atilde;o proibidos em restaurantes; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Lave bem as m&amp;atilde;os ap&amp;oacute;s chegar da rua, trocar fralda de beb&amp;ecirc;s e pegar animais de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- N&amp;atilde;o compre alimentos de origem clandestina. Carnes e vegetais de origem clandestina ou caseira podem conter botulismo; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Reaque&amp;ccedil;a os alimentos antes de ingeri-los; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Guarde sobras de alimentos em potes com tampa na geladeira; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Lave latas e garrafas com &amp;aacute;gua e sab&amp;atilde;o; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Evite preparar alimentos, se estiver doente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os principais sintomas da intoxica&amp;ccedil;&amp;atilde;o alimentar s&amp;atilde;o: febre, v&amp;ocirc;mito, dores de barriga, diarr&amp;eacute;ia. Em casos mais graves ocorrem dist&amp;uacute;rbios al&amp;eacute;rgicos e at&amp;eacute; neurol&amp;oacute;gicos que podem levar &amp;agrave; morte. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/GYyLkCJHz9w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>28/05/2012 00:00:00 15:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53390</feedburner:origLink></item><item><title>Temperatura do alimento muda seu sabor</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/iPvIhQGPYgI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; conheceu algu&amp;eacute;m que gosta de caf&amp;eacute; frio? Ou que prefere pizza gelada? Todos j&amp;aacute; viram pessoas que t&amp;ecirc;m gostos diferentes do padr&amp;atilde;o, mas s&amp;atilde;o exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Agora um estudo explicou porque &amp;eacute; que n&amp;oacute;s temos essas prefer&amp;ecirc;ncias por algumas comidas e bebidas em determinadas temperaturas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o: alguns alimentos sofrem modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos quesitos &amp;ldquo;azedo&amp;rdquo;, &amp;ldquo;amargo&amp;rdquo; e &amp;ldquo;adstringente&amp;rdquo; de acordo com a temperatura. Inclusive, na minha experi&amp;ecirc;ncia, esses alimentos s&amp;atilde;o os que geram mais opini&amp;otilde;es diversas &amp;ndash; ou voc&amp;ecirc; gosta, ou n&amp;atilde;o gosta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Para alguns indiv&amp;iacute;duos, a temperatura pode aumentar a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alguns gostos. Esses parecem ser mais sens&amp;iacute;veis para alimentos no geral. O que nosso trabalho mostra &amp;eacute; que a temperatura de um gosto espec&amp;iacute;fico pode afetar a intensidade dele&amp;rdquo;, afirmam os autores do estudo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores comentam tamb&amp;eacute;m que cerca de 20 a 30% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o possui uma sensibilidade muito maior &amp;agrave; temperatura na l&amp;iacute;ngua. Isso faz com que apenas uma mudan&amp;ccedil;a de &amp;ldquo;graus Celsius&amp;rdquo; gere um gosto espec&amp;iacute;fico, mesmo que sem a presen&amp;ccedil;a de uma bebida ou comida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quer fazer o teste por conta pr&amp;oacute;pria? S&amp;oacute; n&amp;atilde;o valem as subst&amp;acirc;ncias doces, pois parece que essas n&amp;atilde;o sofrem altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, apenas uma pequena acentua&amp;ccedil;&amp;atilde;o na intensidade quando o doce est&amp;aacute; quente. O estudo mostrou que a adstring&amp;ecirc;ncia e o amargor ficam mais intensos com o calor, e a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m dura mais. No caso do azedo, ele fica mais intenso conforme o alimento esfria.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/iPvIhQGPYgI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>28/05/2012 00:00:00 15:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53389</feedburner:origLink></item><item><title>Alimentos que prejudicam o coração também são ruins para o cérebro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/b7D6YXvt1UU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma nova pesquisa sugere que aquilo que consideramos prejudicial e benéfico ao coração pode surtir os mesmos efeitos no cérebro. De acordo com o estudo, que foi publicado nesta sexta-feira no periódico Annals of Neurology, revista médica da Associação Americana de Neurologia, as gorduras saturadas, que aumentam os riscos de doenças cardíacas, podem também danificar a função cognitiva. Por outro lado, as gorduras boas, ou as insaturadas, além de ajudarem na função cardiovascular, são associadas a uma melhor memória. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essas conclusões se basearam em dados de mulheres idosas. O trabalho foi feito no Hospital Brigham and Women (BWH, na sigla em inglês), que é ligado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores observaram dados de 6.000 mulheres com mais de 65 anos inscritas no Estudo da Saúde da Mulher, desenvolvido pelo governo americano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além das informações disponibilizadas por esse levantamento, a equipe realizou, a cada dois anos, testes que avaliaram as funções cognitivas das participantes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As mulheres que relataram ingerir maiores quantidades de gordura saturada, que podem vir do consumo de carne vermelha e manteiga, por exemplo, tiveram piores resultados nos testes de função cognitiva geral e memória do que aquelas que consumiam menos quantidades do alimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, segundo a pesquisa, as participantes que comiam mais gordura monoinsaturada, que pode vir do azeite de oliva, por exemplo, em relação àquelas que consumiam menos, tinham cognição e memória melhores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Quando olhamos para a função cognitiva, o que parece importar não é a quantidade de gordura consumida, mas sim qual é o tipo de gordura que estamos ingerindo&amp;rdquo;, diz Olivia Okereke, especialista do Departamento de Psiquiatria do BWH e coordenadora do estudo. "Substituir a boa gordura no lugar da má é uma mudança dietética bastante simples que pode ajudar a prevenir o declínio na memória".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa alteração pode ser feita com a troca de manteiga por azeite de oliva na hora de fritar algum alimento, por exemplo.  Para a pesquisadora, essas medidas são fundamentais para a saúde do idoso e pode diminuir o risco de doenças como o Alzheimer, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GORDURA SATURADA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Aumenta o LDL no organismo, que se deposita nas artérias e eleva o risco de problemas cardíacos. Pode ser encontrada em frituras, carne vermelha e em laticínios em geral. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GORDURA INSATURADA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ajuda a reduzir os triglicerídeos, um tipo de gordura que em alta concentração é prejudicial, e a pressão arterial. Pode ser monoinsaturada ou poli-insaturada. Essa última pode ser, por exemplo, Ômega 3 e 6, que são os chamados ácidos graxos essenciais e são as gorduras encontradas em peixes, linhaça, castanhas e azeite de oliva. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;COGNIÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Conjunto de processos mentais usados no pensamento, na percepção, na classificação, no reconhecimento, na memória, no juízo, na imaginação e na linguagem. O comprometimento cognitivo é uma das características mais importantes da demência, como na doença de Alzheimer. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/b7D6YXvt1UU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 19:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53240</feedburner:origLink></item><item><title>Cafeína pode impedir perda de memória em pessoas com diabetes </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/ykiwHmDuAh4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Segundo o autor do estudo, Rodrigo Cunha, a demência causada por diabetes é a mesma que ocorre nos primeiros estágios de várias doenças neurodegenerativas, incluindo Alzheimer e Parkinson, sugerindo que a cafeína (ou fármacos com mecanismo semelhante) poderiam ajudar a tratar essas doenças também. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diabetes é causado por níveis elevados de açúcar no sangue. No tipo 2 isto ocorre porque o corpo torna-se cada vez mais resistente à insulina, o que permite que as células usem o açúcar do sangue como &amp;ldquo;combustível&amp;rdquo;, resultando em níveis de açúcar altos e tóxicos no sangue, o que danifica os nervos e vasos sanguíneos e, com o tempo, causa complicações graves. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No novo estudo publicado na periódico PLoS, Cunha e seus colegas tiraram proveito de um modelo animal com diabetes tipo 2, que, como seres humanos, desenvolvem a doença como resultado de uma dieta rica em gordura. Eles estudaram pelo menos uma complicação do diabetes, o efeito da doença sobre o cérebro, mais especificamente sobre a memória.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles também investigaram um possível efeito protetor da cafeína para evitar a perda de memória em uma série de doenças neurodegenerativas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com esse objetivo, os pesquisadores compararam quatro grupos de ratos, animais diabéticos ou saudáveis que consumiam ou não cafeína.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Primeiros resultados&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Os resultados mostraram que o consumo de longo prazo da cafeína não só diminui o ganho de peso e os altos níveis de açúcar no sangue típico do diabetes, mas também evitou a perda de memória dos ratos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores, o estudo confirmou que a cafeína pode proteger contra o diabetes, bem como evitar perda de memória. A hipótese para isso seria a de que a cafeína provavelmente interfere na neurodegeneração causada por níveis tóxicos de açúcar no sangue. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para investigar esta teoria os pesquisadores analisaram uma região do cérebro ligada à memória e aprendizagem chamada hipocampo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles descobriram que ratos diabéticos tinham alterações nesta área mostrando degeneração sináptica e astrogliose. Ambos os fenômenos são conhecidos por afetar memória e o consumo de cafeína impediu essas anormalidades. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para tornar possível a criação de drogas com base no efeito protetor da cafeína, foi necessário compreender os seus mecanismos moleculares. Assim, os pesquisadores analisaram as únicas moléculas do cérebro conhecidas por responder à cafeína, os receptores de adenosina A1R e A2AR, no hipocampo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo os resultados, o A2AR parece ser a chave para o resgate da memória pela cafeína, já que sua densidade foi elevada em animais diabéticos, mas normal em doentes tratados com cafeína. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em conclusão, a pesquisa sugere que o diabetes afeta a memória, causando degeneração sináptica, astrogliose e aumento dos níveis de A2AR. O estudo indica também que o consumo crônico de cafeína pode impedir a neurodegeneração e a perda de memória. E isto não só no diabetes, uma vez que a degeneração sináptica e astrogliose são eventos comuns a várias doenças neurodegenerativas, isso implica que a cafeína (ou drogas semelhantes) poderiam ajudar também nessas condições.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
Mas nada de beber oito xícaras de café por dia a partir de agora&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Na realidade, explica Cunha, a dose de cafeína usada neste experimento e que demonstrou ser eficaz é muito alta. &amp;ldquo;O que podemos concluir disso tudo é que um consumo moderado de cafeína deve proporcionar um benefício moderado, mas ainda assim um benefício.&amp;rdquo; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, testar altas doses de uma determinada substância é comum em estudos pré-clínicos, a fim de destacar um benefício claro. &amp;ldquo;Nosso objetivo final é a criação de uma droga mais potente e seletiva (isto é, com menos efeitos colaterais) do que a cafeína em si; estudos com animais nos permitem identificar o alvo provável de cafeína com os benefícios de protecção em diabetes tipo 2. Então agora vamos testar derivados químicos da cafeína, que atuam como antagonistas seletivos de receptores de adenosina A2A, para tentar evitar a perda de memória diabética. E esse pode ser um avanço terapêutico para esta doença devastadora&amp;rdquo;, finaliza. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/ykiwHmDuAh4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 19:01:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53239</feedburner:origLink></item><item><title>Ingrediente da pimenta pode ajudar no controle da obesidade </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/LsPBFG5F_Nc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;É o que sugere uma pesquisa feita nos EUA, por pesquisadores ligados à Faculdade de Medicina de Harvard. De acordo com os especialistas liderados por Ali Tavakkolizadeh, um dos autores da pesquisa, a capsaicina altera o funcionamento de células nervosas associadas ao acúmulo de gordura. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas não ache que consumir grandes quantidades de pimenta vá fazer suas gorduras &amp;ldquo;derreterem&amp;rdquo;. Primeiro, óbvio, gordura visceral não derrete, ela é consumida &amp;ndash; com exercícios físicos que usam a gordura em excesso como energia para a atividade &amp;ndash; ou retirada do organismo através de cirurgias plásticas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo, a pimenta é um poderoso termogênico natural, ou seja, aumenta a temperatura do corpo e a disposição e isto faz com que seu organismo até mesmo aumente o gasto calórico, mas não o suficiente para neutralizar uma alimentação inadequada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E, finalmente, a capsaicina não chega naturalmente até as células nervosas, como você deve ter imaginado. Ela é usada em uma cirurgia extremamente avançada e que em alguns anos provavelmente vai estar disponível para um público amplo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados, publicados pelos pesquisadores no periódico Digestive Diseases and Sciences, são de uma cirurgia minimamente invasiva em que a capsaicina é usada para &amp;ldquo;corroer&amp;rdquo; certas fibras nervosas que fazem parte do conjunto do nervo vago (a vagotomia, um procedimento que vem sendo testado como opção à outras cirurgias, como a de redução do estômago). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com o aumento de cirurgias que façam a redução do peso e diminuam os efeitos da obesidade, procedimentos cada vez menos invasivos vão estar disponíveis. &amp;ldquo;Esta opção cirúrgica é uma técnica que, em um futuro próximo, vai auxiliar no combate do sobrepeso e, consequentemente, ajudar no controle do diabetes, síndrome metabólica e coutras condições associadas à obesidade&amp;rdquo;, finaliza Tavakkolizadeh. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/LsPBFG5F_Nc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 19:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53238</feedburner:origLink></item><item><title>Água e frutas protegem o organismo em dias quentes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/mMOF5L-v9cc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O calor não tem dado trégua. Em períodos quentes como o atual, a velha recomendação continua valendo: a hidratação tem de ser intensificada. A dica pode parecer banal, mas colabora, e muito, com a saúde. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A desidratação pode trazer prejuízos graves e até levar à morte. "Se a falta de água chegar ao cérebro, uma pessoa pode entrar em coma ou morrer. Casos graves também podem prejudicar o funcionamento dos rins, cuja função é excretar a urina. Quando isso ocorre, o volume urinário pode ficar perigosamente baixo ou simplesmente chegar a zero", afirma a nutricionista Alessandra Paula Nunes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre os problemas também estão o aceleramento do processo de envelhecimento da pele, fraqueza e sensação de corpo pesado. "Pessoas desidratadas apresentam taquicardia, porque possuem um volume de sangue menor que o normal, o que força o coração a aumentar o ritmo de seus batimentos", complementa Alessandra. E isso principalmente se a pessoa realizar alguma atividade física intensa. Em casos extremos, pode levar até a um enfarte. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após essa lista de malefícios, é impossível não se convencer da importância de manter-se hidratado. Uma dica para constatar se o nível de água do corpo está satisfatório é prestar atenção na urina. "Urina clara é sinal de boa hidratação", conta a nutricionista. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Água e sucos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não há dúvidas de que a melhor maneira de se cuidar é ingerir água. "Em geral, a recomendação fica em torno de dois litros de líquido por dia. Em medidas caseiras, seria o equivalente a oito copos. Quatro deles devem ser de água e o restante de outros líquidos." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Aposte em sucos de frutas, água de coco, chás claros e leite (contém, em média, 85% de água em sua composição). "Sucos de frutas são fontes de potássio, mineral importante que deve ser reposto em situações em que há grande produção de suor. Contêm também uma parte de sódio, que é perdido pelo suor", enfatiza a especialista. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Alimentação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Alguns alimentos também devem fazer parte do cardápio dos precavidos. Frutas, legumes e verduras colaboram com a hidratação por apresentarem alto teor de água na composição. "As principais frutas são melancia, melão, pêra, carambola e morango. Oferecem, também, minerais, vitaminas e fibras." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em média, são recomendadas de três a cinco porções diárias de frutas e vegetais, mas há casos específicos em que são necessárias outras quantidades. Sopas frias são boas alternativas para aumentar a hidratação com as hortaliças, por exemplo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quer dar um toque doce ao cardápio da hidratação? Então, inclua na lista gelatinas e picolés de frutas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Evite&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Engana-se quem pensa que todos os líquidos colaboram com a hidratação. Bebidas alcoólicas, principalmente cervejas e destilados, têm efeito contrário. "Não satisfazem a necessidade de água do organismo e provocam a sua perda por meio da urina, o que aumenta a carência de água, e, portanto, a sede", diz Alessandra. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quem não abre mão dessas bebidas deve consumi-las com moderação. "Intercale com água e sucos naturais, que auxiliam na hidratação". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outras bebidas devem ser evitadas em dias quentes, de acordo com a nutricionista Alessandra. É o caso do café, do chá-mate e dos refrigerantes. "Contêm cafeína, substância com grande efeito diurético." &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/mMOF5L-v9cc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:58:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53131</feedburner:origLink></item><item><title>Trocar bife por peixe diminui os riscos de doenças cardíacas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/6iXKd3GzobE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Segundo um novo estudo, alimentos ricos em proteína, como peixe ou frango, devem ser priorizados e mais consumidos do que aquele belo bife acebolado, pois eles podem reduzir o risco de doenças cardíacas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo mostra que substituir a carne vermelha ou minimizar a quantidade dela na sua dieta traz benefícios importantes para a saúde. Os resultados demonstraram que comer mais carne vermelha cozida ou processada e laticínios ricos em gordura aumenta os riscos de doença cardíaca.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa compilou dados de questionários aplicados a 84.136 mulheres com idade entre 30 e 55 anos. Comparado com as mulheres que comiam, em média, meia porção de carne vermelha por dia, as mulheres que comiam duas porções tiveram um risco 30% maior de desenvolver doença cardíaca coronária. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de reduzir as porções de carne vermelha, o resultado mostrou que comer mais peixe, frango e nozes diminui o risco de doença cardíaca coronária. Trocando a carne vermelha por uma porção de nozes ao dia, o risco cai 30%; trocando a carne vermelha por uma porção de peixe ao dia, o risco cai 24%; trocando por uma porção carne de ave ao dia, o risco cai 19% e trocando por uma porção de produtos lácteos com baixo teor de gordura por dia, o risco cai 13%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora o estudo tenha sido realizado somente com mulheres, os pesquisadores disseram que é muito provável que os resultados também se apliquem aos homens. Sendo assim, o conselho para melhorar a saúde é aproveitar os produtos citados e fazer substituições da carne vermelha em sua dieta.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/6iXKd3GzobE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53127</feedburner:origLink></item><item><title>Carne processada pode causar câncer de pâncreas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/5TrjBmilP-g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores da Suécia sugerem que comer carne processada, como bacon e salsichas, pode estar relacionado com o câncer de pâncreas. Eles afirmam que comer 50g de carne processada &amp;ndash; cerca de uma salsicha &amp;ndash; todos os dias, pode aumentar o risco de câncer em 19%. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Comer carne vermelha e processada já foi ligado ao câncer de intestino. Como resultado da pesquisa, o governo do Reino Unido recomendou em 2011 que as pessoas não comam mais do que 70g por dia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Susanna Larsson, que conduziu o estudo do Instituto Karolinska, disse que a ligação da carne com outros tipos de câncer foi algo bastante controverso. &amp;ldquo;Sabemos que comer carne aumenta o risco de câncer colorretal, mas não é muito conhecida a ligação com outros tipos de câncer&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O novo estudo analisou informações de 11 outras pesquisas e 6.643 pacientes com câncer de pâncreas. Ele sugere que o risco de câncer de pâncreas aumenta 19% para cada 50g adicionados a dieta diária. Ter 100g extras aumentaria o risco em 38%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O risco de desenvolver câncer de pâncreas em toda a vida é &amp;ldquo;relativamente pequeno&amp;rdquo;, de acordo com um instituto de estudo de câncer britânico &amp;ndash; um em cada 77 homens e uma em cada 79 mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Ainda não sabemos se a carne é um fator de risco definido para o câncer de pâncreas e outros grandes estudos são necessários para confirmar isso, mas essa nova análise sugere que a carne processada pode estar desempenhando um papel&amp;rdquo;, afirma Sara Hiom, diretora do instituto. No entanto, ela ressaltou que o fumo é um fator de risco muito maior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Fundo Mundial para a Pesquisa em Câncer alertou as pessoas para que evitem comer carne processada. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O pesquisador Rachel Thompson disse: &amp;ldquo;Vamos re-examinar os fatores por trás do câncer pancreático no final deste ano como parte do nosso projeto de atualização contínua, que deve nos dizer mais sobre a relação entre o câncer de pâncreas e carne processada. Há fortes evidências de que estar acima do peso ou obeso aumenta o risco de câncer de pâncreas, e este estudo pode ser uma indicação de outro fator por trás da doença.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/5TrjBmilP-g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53125</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo reforça que comer à noite contribui para a obesidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/gWSU0zie9-o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Todo mundo sabe que comer alimentos gordurosos é o caminho principal para o ganho de quilinhos indesejáveis, mas uma nova pesquisa sugere que a hora em que os ingerimos pode ter um peso fundamental nessa conta. Alimentar-se durante a noite pode ser uma péssima ideia para quem quer entrar em forma. As informações são do jornal britânico Daily Mail.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O alerta veio após alguns testes feitos com camundongos. Um grupo de animais foi conduzido a comer apenas durante um  período de oito horas, enquanto um segundo grupo pôde se esbaldar de comer na hora em que sentissem vontade - de noite ou de dia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores americanos descobriram que apesar de os dois grupos ingerirem uma quantidade de calorias semelhante, os que comeram em horários durante o dia não se tornaram obesos. Eles acreditam que os animais que se alimentaram à vontade ganharam peso porque interromperam seus relógios biológicos. Eles acreditam ainda que o mesmo princípio pode ser aplicado aos seres humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O líder do estudo, Dr. Satchidananda Panda, disse que em certos horários do dia, o fígado, o intestino e os músculos atingem o pico de sua eficiência, enquanto em outros momentos eles estão "dormindo". "Todo órgão tem um relógio. Estes ciclos metabólicos são críticos", acrescentou, explicando que quando os camundongos comem ao longo do dia e da noite podem acabar interferindo nestes ciclos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao final do estudo, os ratinhos que comeram durante todo dia e a noite apresentaram 70% a mais de gordura do que o grupo que teve sua alimentação limitada ao dia. Satchidananda reforçou que restringir a quantidade de refeições pode diminuir os níveis de obesidade.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/gWSU0zie9-o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 18:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53024</feedburner:origLink></item><item><title>Fazer refeições na mesa de trabalho pode dobrar risco de coágulo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/EsxG8TgZzvQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Comer um lanche rápido na mesa de trabalho pode dobrar o risco de trombose venosa profunda, uma doença potencialmente grave causada pela formação de coágulos em veias profundas, mais frequentemente nas pernas. Essa é a descoberta de uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia. Os dados são do jornal Daily Mail.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O levantamento avaliou 400 trabalhadores. &amp;ldquo;As pessoas sabem que uma vida sedentária aumenta o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares na vida adulta. No entanto, poucos estão cientes do fato de que imobilidade prolongada no local de trabalho também representa uma ameaça imediata&amp;rdquo;, disse Richard Beasley, diretor do Instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro estudo constatou que três em cada quatro jovens que trabalham em escritórios deixam de lado a pausa do almoço, que faz com que se levantem, para comer em frente ao computador. E após 90 minutos de imobilidade, o fluxo de sangue para a veia atrás do joelho cai em 50%.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/EsxG8TgZzvQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 18:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=53023</feedburner:origLink></item><item><title>Excesso de açúcar pode afetar o cérebro, sugere estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/HukNw2sNIX0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Comer açúcar demais pode consumir toda a sua energia cerebral, revelaram cientistas americanos que publicaram um estudo nesta terça-feira (15) no "Journal of Physiology", demonstrando como uma dieta com base em xarope de milho rico em frutose afetou a memória de cobaias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) alimentaram dois grupos de ratos com uma solução contendo xarope de milho rico em frutose -- um ingrediente comum em alimentos processados -- e água potável durante seis meses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um grupo de ratos tomou também um suplemento de ácidos-graxos ômega-3, que estimula a memória, na forma de óleo de linhaça ou ácido docosahexaenóico (DHA), enquanto o outro grupo não fez o mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Antes do início da ingestão de açúcar, os ratos passaram por um treinamento de cinco dias em um complexo labirinto. Os roedores foram colocados novamente no labirinto seis semanas depois de ingerirem a solução doce para ver como se saíam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os animais que não tomaram DHA foram mais lentos e seus cérebros demonstraram um declínio na atividade sináptica", afirmou Fernando Gomez-Pinilla, professor de neurocirurgia na Escola de Medicina David Geffen, na UCLA.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Suas células cerebrais tiveram dificuldade em enviar sinais entre si, prejudicando sua capacidade de pensar com clareza e lembrar o caminho que tinham aprendido seis semanas antes", acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma análise mais detalhada nos cérebros dos ratos revelou que aqueles que não foram alimentados com suplementos de DHA também desenvolveram sinais de resistência à insulina, hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue e regula a função cerebral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Uma vez que a insulina consegue penetrar a barreira sangue-cérebro, o hormônio pode sinalizar os neurônios, gerando reações que comprometem o aprendizado e causam perda de memória", disse Gomez-Pinilla.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em outras palavras, comer frutose demais pode interferir na capacidade da insulina de regular como as células usam e armazenam açúcar, o que é necessário para o processamento de pensamentos e emoções.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A insulina é importante no corpo para controlar o açúcar no sangue, mas pode desempenhar um papel diferente no cérebro, onde parece afetar a memória e o aprendizado", disse Gomez-Pinilla.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nosso estudo demonstra que uma dieta rica em frutose afeta tanto o cérebro quanto o corpo. Isto é algo novo", acrescentou.&lt;br /&gt;
"Nossas descobertas mostram que o que você come afeta como você pensa", emendou Gomez-Pinilla.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Ingerir uma dieta rica em frutose a longo prazo altera a capacidade do cérebro de aprender e lembrar informações. Mas adicionar ácidos-graxos ômega-3 nas refeições pode ajudar a minimizar os danos", acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O xarope de milho rico em frutose é comumente encontrado em refrigerantes, condimentos, comida de bebê e lanches processados.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/HukNw2sNIX0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 19:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52948</feedburner:origLink></item><item><title>Beliscar demais entre as refeições põe em risco a reeducação alimentar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/rAh8SIyYb_w/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Muita gente tem o hábito de beliscar entre uma refeição e outra. Pega uma coisinha aqui, outra ali &amp;ndash; e, no fim do dia, a contagem calórica dispara.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti e o endocrinologista Alfredo Halpern, uma coxinha de frango, por exemplo, chega a ter o mesmo valor energético de um prato equilibrado de comida. Por isso, é importante prestar atenção em tudo o que você come.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se de ingerir algo a cada três horas, mas sem apelar para os doces, salgadinhos e biscoitos recheados. Frutas, legumes picados, iogurte e castanhas são opções mais saudáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 Quando estiver montando um sanduíche, evite ficar beliscando queijo, presunto ou peito de peru. Uma fatia de queijo amarelo equivale, em calorias, a uma fatia de pão de forma normal ou integral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, esse tipo de queijo contém muita gordura. E o que realmente engorda em um sanduíche é a quantidade de recheio, não o pão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O biscoito água e sal e o pão de queijo também são alimentos calóricos, que não devem ser consumidos em excesso. No segundo caso, quem tem colesterol alto deve redobrar os cuidados. No lanche, opte por um pão de queijo pequeno ou integral, acompanhado de um suco de fruta natural.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa pode ser uma opção de café da manhã, para aquelas pessoas que vivem com pressa e acabam beliscando na padaria ou na lanchonete.&lt;br /&gt;
Você também pode trocar o suco por um copo de leite, para ter uma fonte de alimento rica em proteínas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao preparar o almoço ou o jantar, evite deixar muito perto e à disposição potes de sementes, como castanha-do-pará e de caju. As castanhas são fonte de gorduras insaturadas, substâncias muito saudáveis, mas que, se consumidas em excesso, podem engordar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A melhor hora para comer castanhas é no lanche da tarde. Opte por um mix, mas não ultrapasse meia xícara. Se quiser, beba um suco natural (limonada ou de maracujá) para acompanhar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Índice glicêmico&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Quando comemos carboidratos de rápida absorção, como pão branco e bolacha de água e sal, o índice glicêmico aumenta rapidamente. Isso ocorre da seguinte forma: o açúcar do alimento entra na circulação sanguínea e libera insulina, que transporta o açúcar para dentro das células.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O açúcar, então, gera energia para o corpo. Os alimentos de rápida absorção são digeridos pelo organismo em pouco tempo, ou seja, não dão muita saciedade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, quando comemos carboidrato e proteína ao mesmo tempo, o índice glicêmico se mantém baixo, deixando a digestão mais lenta e gradual.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/rAh8SIyYb_w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 19:18:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52947</feedburner:origLink></item><item><title>Artigo sugere sobretaxa para junk food</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/34wQrsi_mV0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Em artigos publicados ontem no &amp;quot;British Medical Jornal&amp;quot;, especialistas em sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica da Universidade de Oxford e da City University de Londres sugerem um imposto de no m&amp;iacute;nimo 20% para reduzir o consumo de comida com alto teor de gordura, a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e sal e refrigerantes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A medida deveria ser acompanhada de subs&amp;iacute;dios para baixar pre&amp;ccedil;os de alimentos saud&amp;aacute;veis ou de acordos para que as empresas reduzissem os teores de s&amp;oacute;dio e gordura saturada da comida. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ideia foi divulgada como parte dos preparativos da assembleia da OMS (Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial da Sa&amp;uacute;de), que ocorre na semana que vem. &lt;br /&gt;
Pa&amp;iacute;ses da Europa j&amp;aacute; come&amp;ccedil;aram a criar impostos espec&amp;iacute;ficos para esse tipo de produto. Na Dinamarca, o alvo foram os alimentos com muita gordura saturada. Na Hungria, a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e sal tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o na mira, al&amp;eacute;m dos refrigerantes, que s&amp;atilde;o sobretaxados na Fran&amp;ccedil;a e em algumas regi&amp;otilde;es dos Estados Unidos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos feitos com base em modelos econ&amp;ocirc;micos preveem que o aumento de pre&amp;ccedil;os dos refrigerantes em 20% resultaria em at&amp;eacute; 50 calorias a menos por pessoa a cada dia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso levaria a uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 3,5% na preval&amp;ecirc;ncia de obesidade nos EUA. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TODAS AS ARMAS &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Lisa Gunn, coordenadora-executiva do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), afirma que, apesar de uma medida como essa levar a um aumento no pre&amp;ccedil;o de alguns alimentos, a sobretaxa pode ser &amp;uacute;til. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;As &amp;uacute;ltimas pesquisas do Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de mostram que quase metade da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; acima do peso. A obesidade &amp;eacute; um problema de sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica, e o custo ser&amp;aacute; coberto pelos nossos impostos. Todas as estrat&amp;eacute;gias devem ser discutidas.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Gunn diz, no entanto, que o pa&amp;iacute;s tem provid&amp;ecirc;ncias mais simples a tomar antes disso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;&amp;Eacute; preciso garantir informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es nutricionais claras ao consumidor e restringir a publicidade desses alimentos.&amp;quot; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Anvisa (Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria) publicada em 2010, que previa alertas em an&amp;uacute;ncios de comida com muita gordura, a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e sal, foi barrada na Justi&amp;ccedil;a e n&amp;atilde;o entrou em vigor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Abia (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira das Ind&amp;uacute;strias da Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o) disse, em nota, que uma sobretaxa teria impacto negativo. De acordo com a entidade, refrigerantes, por exemplo, s&amp;atilde;o tributados em 47% no pa&amp;iacute;s, enquanto na Inglaterra a taxa &amp;eacute; zero. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a ind&amp;uacute;stria, a melhor forma de combater a obesidade e as doen&amp;ccedil;as card&amp;iacute;acas &amp;eacute; reduzir os teores de nutrientes que fazem mal &amp;agrave; sa&amp;uacute;de. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Abia destaca que, em parceria com o Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de, cortou 230 mil toneladas de gorduras trans de alimentos e vai reduzir o s&amp;oacute;dio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;NO MUNDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pa&amp;iacute;ses onde j&amp;aacute; existem taxas sobre alguns alimentos e bebidas n&amp;atilde;o saud&amp;aacute;veis &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hungria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Alimentos com alto teor de gordura, sal, a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e cafe&amp;iacute;na&lt;br /&gt;
Refrigerantes&lt;br /&gt;
&amp;Aacute;lcool&lt;br /&gt;
Energ&amp;eacute;ticos &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fran&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Refrigerantes &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dinamarca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Alimentos com alto teor de gordura saturada (o imposto aumenta segundo a quantidade de gramas de gordura) &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estados Unidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Alguns Estados taxam refrigerantes &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;EFEITOS ESPERADOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Refrigerantes 20% mais caros resultariam em at&amp;eacute; 50 calorias a menos por pessoa e queda de 3,5% nos n&amp;iacute;veis de obesidade nos EUA &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/34wQrsi_mV0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 19:15:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52945</feedburner:origLink></item><item><title>'Miojo milagroso' com apenas dez calorias vira dieta da moda</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/txTItaqdKQ4/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Aos 51, Nigella Lawson &amp;eacute; linda, tem uma pele incr&amp;iacute;vel e &amp;eacute; famosa por suas receitas e seus h&amp;aacute;bitos em extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como fumar, beber e comer sem culpa, sempre provando pratos cal&amp;oacute;ricos na TV e lambendo os dedos de satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chef e apresentadora inglesa (GNT, quinta, 18h) age como se manteiga, vinho e chocolate fossem entidades sagradas, nunca antes difamadas por m&amp;eacute;dicos e entusiastas da magreza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parecia teletransportada de um tempo em que sa&amp;uacute;de e corpinho n&amp;atilde;o eram sin&amp;ocirc;nimos e press&amp;otilde;es por &amp;quot;vida saud&amp;aacute;vel&amp;quot; eram mais flex&amp;iacute;veis. &lt;br /&gt;
Eram. Nigella emagreceu. Do dia para a noite, a sex symbol do orgulho gordo surgiu menos corpulenta. Ela n&amp;atilde;o diz quantos quilos perdeu, mas atribui o feito ao macarr&amp;atilde;o &amp;quot;konjac&amp;quot; (tub&amp;eacute;rculo usado na mesa japonesa). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Nigella quis perder alguns quilos, mas seu desejo nunca foi ficar muito magra. Ela valoriza o prazer de comer e n&amp;atilde;o acha que as mulheres precisam ser magras para serem bonitas e saud&amp;aacute;veis&amp;quot;, informou a assessoria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um m&amp;ecirc;s antes de a musa do &amp;quot;food porn&amp;quot; (movimento de fetichiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comida) ter aparecido mais magra, seu site falava do ingrediente: &amp;quot;Estamos empolgadas por termos descoberto o miojo milagroso, um tipo de massa livre de carboidratos&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em abril, Nigella dizia &amp;agrave; revista &amp;quot;Australia's Woman's Weekly&amp;quot; que pareceria mais velha se emagrecesse: &amp;quot;Mas tenho momentos de d&amp;uacute;vida. Todas as mulheres &amp;agrave;s vezes pensam 'meu Deus, n&amp;atilde;o posso sair, meus quadris est&amp;atilde;o muito grandes'. Mas h&amp;aacute; uma faixa na qual cada um se sente bem, eu n&amp;atilde;o posso passar dela&amp;quot;. Duas semanas atr&amp;aacute;s, o &amp;quot;Daily Mail&amp;quot; mostrava a apresentadora mais magra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fen&amp;ocirc;meno do miojo da Nigella repete o padr&amp;atilde;o de celebridades: surgem magras, indicam o produto respons&amp;aacute;vel, a&amp;iacute; consumidoras enlouquecidas movem montanhas atr&amp;aacute;s do emagrecedor da vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, o miojo atende pelo nome de &amp;quot;itokonnyaku&amp;quot; e &amp;eacute; encontrado na Liberdade.Em outros pa&amp;iacute;ses, o santo &amp;eacute; chamado de &amp;quot;konnyaku&amp;quot;, &amp;quot;shirataki&amp;quot;, &amp;quot;konjac&amp;quot;. Os americanos criaram um nome que vende: &amp;quot;miracle noodle&amp;quot; (miojo milagroso). Dezenas de sites oferecem o produto, incluindo o Amazon. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O macarr&amp;atilde;o de Nigella &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de melancia das massas. Cont&amp;eacute;m 97% de &amp;aacute;gua e 3% de fibras -na forma de uma subst&amp;acirc;ncia viscosa chamada glucomanan. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;Eacute; ela que faz o alimento ser usado no emagrecimento e no controle de colesterol, glicose, triglic&amp;eacute;rides, press&amp;atilde;o. No Jap&amp;atilde;o, &amp;eacute; conhecido como &amp;quot;vassoura para o est&amp;ocirc;mago&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Em contato com a &amp;aacute;gua, o glucomanan se expande, criando grande volume no est&amp;ocirc;mago. A pessoa se sente satisfeita&amp;quot;, diz a nutricionista Fernanda Pisciolaro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O macarr&amp;atilde;ozinho age como uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de est&amp;ocirc;mago tempor&amp;aacute;ria, explica o nutr&amp;oacute;logo Eric Slywitch: &amp;quot;O est&amp;ocirc;mago comporta 1,5 litro. Esse alimento preenche cerca de 300 ml quando consumido sem exagero. Isso ajuda a emagrecer sem sentir fome&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele lembra, no entanto, que o miojo milagroso tem poucos nutrientes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;L&amp;Iacute;NGUA DO DIABO &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No Jap&amp;atilde;o, o miojo emagrecedor tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; conhecido como &amp;quot;l&amp;iacute;ngua do diabo&amp;quot;. Al&amp;eacute;m de ser vendido em forma de macarr&amp;atilde;o &amp;eacute; encontrado em um bloco que lembra goiabada casc&amp;atilde;o. Nessa forma, tem cheiro forte, textura gelatinosa e &amp;eacute; chamado de &amp;quot;konnyaku&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Diogo Celente, cozinheiro do Prana Sushi, delivery de Porto Alegre que serve o alimento nessa forma de bloco, o m&amp;eacute;rito do ingrediente insosso &amp;eacute; incorporar os temperos: &amp;quot;&amp;Eacute; como chuchu&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande bloco de &amp;quot;konnyaku&amp;quot; tem apenas dez calorias e provoca grande sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de saciedade por conta das fibras sol&amp;uacute;veis. No Prana Sushi, esse bloco &amp;eacute; fatiado e grelhado com shoyo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Jap&amp;atilde;o, h&amp;aacute; quem compre o bloco e o transforme em macarr&amp;atilde;o em casa. Segundo o chef Dylan Koishi, isso &amp;eacute; muito dif&amp;iacute;cil: &amp;quot;Eu nunca fiz, mas minha av&amp;oacute; fazia&amp;quot;. Por conta do gosto sem gra&amp;ccedil;a, ele sugere o uso em sopas e cozidos, para absorver o sabor dos caldos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando recebe forma de macarr&amp;atilde;o, o alimento pode se transformar em &amp;quot;shirataki&amp;quot; ou em &amp;quot;itokonnyaku&amp;quot;. A diferen&amp;ccedil;a entre os dois &amp;eacute; a espessura e a textura, mas levam os mesmos ingredientes (&amp;quot;konjac&amp;quot; e &amp;aacute;gua).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &amp;quot;shirataki&amp;quot; (cachoeira branca, em japon&amp;ecirc;s) &amp;eacute; mais fininho e dif&amp;iacute;cil de ser achado no Brasil. &amp;Eacute; vendido nos EUA em embalagens que incluem temperos prontos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
H&amp;aacute; outras op&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como miojos feitos de tofu levemente mais cal&amp;oacute;ricos (cinco calorias para cem gramas) e menos tradicionais no Jap&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &amp;quot;shiratakis&amp;quot; de tofu foram popularizados em Nova York em 2008, quando a ent&amp;atilde;o executiva da Warner Brothers e autora de livros gastron&amp;ocirc;micos Lisa Lillien passou meses escrevendo sobre as vantagens dessa massa em seu site. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na &amp;eacute;poca, uma marca de &amp;quot;shirataki&amp;quot; chegou a incluir em suas embalagens selos dizendo que o produto havia sido recomendado por Lillien.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lillien permanece fiel ao &amp;quot;shirataki&amp;quot; de tofu. Ela conta que j&amp;aacute; provou a vers&amp;atilde;o da moda, feita com &amp;quot;konjac&amp;quot;: &amp;quot;Muita gente tem comprado essa vers&amp;atilde;o por ter menos calorias que o miojo de tofu, mas acho que n&amp;atilde;o vale a pena. O macarr&amp;atilde;o com tofu tem s&amp;oacute; 20 calorias por pacote e a textura &amp;eacute; bem mais parecida com que o que conhecemos por massa.&amp;quot; &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/txTItaqdKQ4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 16:06:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52845</feedburner:origLink></item><item><title>'Novo IMC' compara cintura com altura </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/YYFRKXqOZqc/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;&amp;Eacute; hora de dizer adeus ao IMC (&amp;iacute;ndice de massa corporal). A proposta &amp;eacute; de pesquisadores brit&amp;acirc;nicos, que apresentam neste s&amp;aacute;bado (12) em Lyon, na Fran&amp;ccedil;a, uma revis&amp;atilde;o de estudos mostrando que a propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a cintura e a altura prev&amp;ecirc; melhor o risco card&amp;iacute;aco e de diabetes do que a velha escala do IMC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &amp;iacute;ndice de massa corporal &amp;eacute; calculado dividindo o peso em quilos pela altura, em metros, ao quadrado. A conta sugerida pela pesquisa da m&amp;eacute;dica Margaret Ashwell, da Universidade Oxford Brookes, &amp;eacute; ainda mais f&amp;aacute;cil: a circunfer&amp;ecirc;ncia da cintura deve ser, no m&amp;aacute;ximo, a metade da altura. Se uma pessoa tiver 1,60 m de altura, sua cintura deve ter at&amp;eacute; 80 cm. Mais do que isso &amp;eacute; sinal de risco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
GORDURA ABDOMINAL &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Medir a cintura para ver risco card&amp;iacute;aco n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma ideia nova. Mas, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, os padr&amp;otilde;es usados hoje (102 cm para homens e 88 cm para mulheres como limite m&amp;aacute;ximo) n&amp;atilde;o levam em conta a altura. &amp;quot;Claro que uma pessoa de 1,90 m com cintura de 94 cm n&amp;atilde;o tem o mesmo risco de uma com 1,50 m e a mesma circunfer&amp;ecirc;ncia.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que faltava era a comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que uma cintura medindo 50% da altura &amp;eacute; um indicador fiel da maior probabilidade de ter problemas card&amp;iacute;acos e metab&amp;oacute;licos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A revis&amp;atilde;o de estudos feita pelos brit&amp;acirc;nicos analisou 31 trabalhos, envolvendo um total de 300 mil pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa tamb&amp;eacute;m levou em conta diferentes etnias para encontrar a propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;aacute;xima da cintura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso &amp;eacute; importante porque um dos pontos fracos do IMC &amp;eacute; que ele tem significados diferentes para cada etnia. De acordo com Halpern, indianos e japoneses j&amp;aacute; apresentam risco de diabetes com valores de IMC considerados normais (entre 20 e 25). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O IMC tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o discrimina entre massa muscular e gordura na hora da conta. Por isso &amp;eacute; que a cintura come&amp;ccedil;ou a ganhar import&amp;acirc;ncia. &lt;br /&gt;
De acordo com o m&amp;eacute;dico da USP, o risco para a sa&amp;uacute;de &amp;eacute; maior quando a pessoa tem mais gordura entre as v&amp;iacute;sceras. Essa gordura &amp;eacute; mais perigosa do que a localizada logo abaixo da pele. A medida da circunfer&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o diferencia entre as duas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Por isso tamb&amp;eacute;m essa medida pode ser falha. Mas, quanto maior &amp;eacute; a circunfer&amp;ecirc;ncia, mais gordura h&amp;aacute; dentro e fora das v&amp;iacute;sceras. Com a altura, a precis&amp;atilde;o aumenta.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a autora do estudo, a propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre altura e cintura, al&amp;eacute;m de servir para pessoas com qualquer ascend&amp;ecirc;ncia, tamb&amp;eacute;m vale para crian&amp;ccedil;as -- a vers&amp;atilde;o infantil do &amp;iacute;ndice de massa corporal tem uma escala que varia de acordo com a idade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Ashwell, a nova medida j&amp;aacute; est&amp;aacute; ganhando apoio em pa&amp;iacute;ses como EUA, Austr&amp;aacute;lia, Jap&amp;atilde;o, &amp;Iacute;ndia, Ir&amp;atilde; e tamb&amp;eacute;m no Brasil. &lt;br /&gt;
Pesquisadores da City University de Londres estimaram que um n&amp;atilde;o fumante de 30 anos reduz sua expectativa de vida em at&amp;eacute; 33% se a medida de sua cintura corresponder a 80% de sua altura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Manter a circunfer&amp;ecirc;ncia da cintura no ponto certo aumenta a expectativa de vida para todas as pessoas do mundo&amp;quot;, disse Ashwell. &lt;br /&gt;
Halpern lembra, no entanto, que, como todo estudo epidemiol&amp;oacute;gico, esse tamb&amp;eacute;m vai se deparar com casos que fogem &amp;agrave; regra. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/YYFRKXqOZqc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 16:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52843</feedburner:origLink></item><item><title>Café pode atuar contra depressão e doenças do coração</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/178e3Cxg_S4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O caf&amp;eacute; &amp;eacute; uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo. S&amp;oacute; no Brasil seu consumo chega a 6,10 quilos por pessoa durante o ano. Por&amp;eacute;m, o que muitos n&amp;atilde;o sabem &amp;eacute; qu&amp;atilde;o ben&amp;eacute;fico ele pode ser para a sa&amp;uacute;de. A bebida n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas composta de cafe&amp;iacute;na, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; rica em sais minerais, como ferro, zinco, pot&amp;aacute;ssio, magn&amp;eacute;sio, vitamina B, c&amp;aacute;lcio, al&amp;eacute;m de uma grande quantidade de &amp;aacute;cidos clorog&amp;ecirc;nicos, antioxidantes naturais que auxiliam no combate &amp;agrave; celulite. Especialistas consideram o caf&amp;eacute; um alimento funcional que pode prevenir doen&amp;ccedil;as.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A cafe&amp;iacute;na j&amp;aacute; tem sido usada na &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para tratar dores de cabe&amp;ccedil;a e crises de enxaqueca, combater alergias, melhorar o estado de alerta, auxiliar na respira&amp;ccedil;&amp;atilde;o e est&amp;aacute; presente em alguns rem&amp;eacute;dios para dor. Pode auxiliar, tamb&amp;eacute;m, no controle do peso, uma vez que mobiliza a gordura armazenada no corpo e a leva para o sangue para ser usada como fonte de energia. Para que seja poss&amp;iacute;vel sentir os benef&amp;iacute;cios do caf&amp;eacute; no organismo os especialistas indicam o consumo m&amp;eacute;dio de tr&amp;ecirc;s a quatro x&amp;iacute;caras di&amp;aacute;rias &amp;mdash; n&amp;atilde;o mais do que isso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Como tudo o que consumimos no nosso dia a dia, o caf&amp;eacute; tamb&amp;eacute;m deve ser ingerido com modera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, s&amp;oacute; assim poderemos sentir os benef&amp;iacute;cios trazidos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de. Outro ponto importante a ser ressaltado &amp;eacute; o fato do caf&amp;eacute; ter se tornado um h&amp;aacute;bito cultural, que passou a ser uma forma de aproximar as pessoas&amp;rdquo;, afirma M&amp;ocirc;nica Leonardi, especialista em caf&amp;eacute; e diretora executiva da La Spaziale Brasil e Am&amp;eacute;rica Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O consumo di&amp;aacute;rio da bebida pode prevenir e auxiliar no combate &amp;agrave; depress&amp;atilde;o, doen&amp;ccedil;as coron&amp;aacute;rias e reduzir o colesterol. Segundo pesquisadores de Harvard, o consumo de seis x&amp;iacute;caras di&amp;aacute;rias de caf&amp;eacute; pode diminuir os riscos do desenvolvimento do diabetes tipo dois, devido aos benef&amp;iacute;cios dos antioxidantes &amp;agrave;s c&amp;eacute;lulas. Um estudo realizado pela Universidade de Vanderbilt comprovou que a bebida inibe em 80% o desenvolvimento do Mal de Parkinson em homens que bebem caf&amp;eacute; regularmente. Al&amp;eacute;m disso, de acordo com a revista m&amp;eacute;dica norte-americana Neurology, a cafe&amp;iacute;na estimula o sistema nervoso central atuando positivamente sobre a mem&amp;oacute;ria de portadores de doen&amp;ccedil;as degenerativas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dica: procure ingerir a bebida em at&amp;eacute; 15 minutos depois de coado, sen&amp;atilde;o o caf&amp;eacute; oxida e perde alguns de seus nutrientes.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/178e3Cxg_S4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:49:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52842</feedburner:origLink></item><item><title>O Índice de Massa Corporal é simplista demais para determinar se alguém é obeso?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/hnanBa4ezK0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Médicos e outros funcionários da saúde já discutem há décadas o índice de massa corporal (IMC), uma relação entre a altura e peso que pode classificar pessoas em acima do peso ou obesas. Qualquer pessoa pode fazer o cálculo facilmente com uma calculadora, sem precisar ir ao médico para ouvir se está realmente saudável ou não.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Simples, não é? Até demais. Um novo estudo sugere que o uso do IMC pode fazer com que as pessoas subestimem a taxa de obesidade, mesmo que já esteja muito alta. O IMC é uma medida simplista que muitas vezes deturpa a visão sobre a aptidão física e a saúde em geral, especialmente entre as mulheres mais velhas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quase 4 em cada 10 adultos com IMC que os enquadra na categoria &amp;ldquo;acima do peso&amp;rdquo; seriam considerados obesos se o percentual de gordura corporal fosse levado em consideração, de acordo com o estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadores americanos dizem que o indicador de obesidade a partir do IMC, que agora está em 30, deve ser reduzido para 24 para mulheres e 28 para homens. Se guiar apenas pelo IMC é incerto e arriscado, já que existe grande discrepância entre o índice e as medidas de gordura corporal. Muitas pessoas que não são diagnosticadas como obesas pelo IMC pensam que não correm o risco da condição e doenças relacionadas, quando na realidade apresentam um quadro de obesidade.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/hnanBa4ezK0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52740</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo prevê que 42% dos americanos serão obesos em 2030</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/kOfA0qw4MN4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Em 2030, 42% dos adultos norte-americanos serão obesos, e cerca de um quarto desse grupo estará com níveis alarmantes de obesidade, uma condição que reduz a vida e resulta em grandes despesas médicas. A perspectiva faz parte de um estudo publicado no jornal The Washington Post que é até melhor do que a divulgada há quatro anos, de 51%, mas ainda é preocupante. "Se não fizermos nada, isso vai realmente prejudicar os esforços para conter futuros custos de saúde", disse Justin G. Trogdon, um economista e um dos autores do projeto Peso da Nação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, se a obesidade permanecer como está, em 34%, e não aumentar, as economias em projeções dos custos de saúde serão consideráveis, cerca de US $ 550 bilhões, disseram os autores. "Independentemente dos números, ainda temos um problema muito sério", William H. Dietz, chefe do Centro de Controle de Doenças e Programa de Prevenção de obesidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os profissionais também relacionaram alguns fatores que afetam a taxa de obesidade no país. Entre eles, o baixo preço da gasolina, o que desestimula a andar pé, o acesso à Internet (e outras tecnologias), que incentiva o comportamento sedentário e o consumo de comida de restaurante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A razão para a manutenção dos níveis de a prevalência da obesidade é indeterminada. De acordo com o estudo, é quase certo que ele reflete muitos fatores, incluindo a abordagem de um limite natural da epidemia e esforços para combatê-la com sucesso, como incentivar o exercício e educar as pessoas sobre melhores hábitos alimentares.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/kOfA0qw4MN4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:52:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52739</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo: comer lentamente poderia reduzir o risco de diabetes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/Eld2DbLdcnY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As pessoas que mastigam cuidadosamente os alimentos não só evitam a má digestão, mas também se previvem da diabetes, conforme os cientistas afirmaram ao site do jornal Daily Mail. Eles descobriram que aqueles que comem com pressa estão mais propensos a adquirir o distúrbio. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas da Lituânia estudaram 702 pessoas, incluindo 234 que haviam sido diagnosticadas com diabetes tipo 2. Todas elas preencheram um questionário detalhado sobre seus estilos de vida. Uma das questões era sobre como elas comiam. O grupo também foi pesado para calcular o seu índice de massa corporal. Os pesquisadores descobriram que aqueles que admitiram que comeram mais rapidamente do que a maioria das pessoas tinham duas vezes e meia mais chances de desenvolver diabetes tipo 2.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Eles afirmaram que esta tendência já existia, uma vez que foram responsáveis por outras causas, tais como obesidade, tabagismo, dieta e um histórico familiar da doença. "É importante identificar os fatores de risco modificáveis que podem ajudar as pessoas a reduzir suas chances de desenvolver a doença", declarou o pesquisador chefe, Lina Radzeviciene da Universidade de Ciências da Saúde da Lituânia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas, que apresentaram seu estudo no Congresso Internacional de Endocrinologia e Congresso Europeu de Endocrinologia, em Florença, Itália - não explicaram a relação de comer rápido à diabetes tipo 2. Mas a obesidade tem sido reconhecida como uma das principais causas das doenças. Estudos anteriores descobriram que pessoas que comem rapidamente também comem mais e, consequentemente, correm mais risco de terem excesso de peso.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/Eld2DbLdcnY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 14:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52738</feedburner:origLink></item><item><title>Prato colorido é arma no combate ao ganho de peso</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/bVebINXZ9m8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A velha dica de sempre fazer um prato colorido n&amp;atilde;o poderia ser mais atual. A mistura de alimentos com cores deiferentes torna o prato um conjunto incr&amp;iacute;vel de compostos antioxidantes, vitaminas e minerais que o corpo precisa para funcionar e combater o excesso de radicais livres. Os radicais s&amp;atilde;o respons&amp;aacute;veis por uma s&amp;eacute;rie de doen&amp;ccedil;as como o c&amp;acirc;ncer e o envelhecimento precoce. De acordo com a nutricionista Patricia Davidson Haiat, as cores devem ser mescladas a partir de alimentos naturais, como legumes, verduras e frutas. A seguir, conhe&amp;ccedil;a os benef&amp;iacute;cios das diferentes cores nos alimentos: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Verde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Alimentos de colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o verde (todas as folhas verdes, em especial, o espinafre), cont&amp;eacute;m lute&amp;iacute;na e zeaxantina. Estas subst&amp;acirc;ncias blindam o organismo contra o c&amp;acirc;ncer de c&amp;oacute;lon e problemas oftalmol&amp;oacute;gicos como a degenera&amp;ccedil;&amp;atilde;o macular, que vem atingindo cada vez mais pessoas em idade avan&amp;ccedil;ada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Vermelho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os vermelhos (tomate, melancia, morangoe, entre outros) s&amp;atilde;o ricos em licopeno. In&amp;uacute;meros estudos j&amp;aacute; mostram a atividade desse antioxidante da diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos ricos de tumores de pr&amp;oacute;stata e pulm&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Roxo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nos alimentos de colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o roxa, como beterraba, repolho roxo e alface roxa etc, temos em &amp;oacute;timas quantidades as antocianinas, um antioxidante que combate doen&amp;ccedil;as cardiovasculares e c&amp;acirc;ncer.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Laranja&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Cenoura, ab&amp;oacute;bora, entre outros alimentos de cor alanrajada, esbanjam caroten&amp;oacute;ides, subst&amp;acirc;ncias que s&amp;atilde;o convertidas em vitamina A no corpo e ajudam na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do c&amp;acirc;ncer e na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/bVebINXZ9m8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>gnt.globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52597</feedburner:origLink></item><item><title>Picolinato de cromo: entenda como ele pode reduzir o apetite por doces</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/3RBB8NQpYK0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Voc&amp;ecirc; acredita que conseguiria manter a linha na dieta se n&amp;atilde;o sentisse aquela necessidade de atacar um brigadeiro? Estudos recentes apontam que o picolinato de cromo poderia inibir a vontade de comer doces, al&amp;eacute;m de ajudar na perda de peso. De acordo com a nutricionista Andr&amp;eacute;a Uzeda, da Cl&amp;iacute;nica Dicorp, &amp;ldquo;a principal fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cromo no organismo &amp;eacute; potencializar os efeitos da insulina, o que promove a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos n&amp;iacute;veis de gordura corporal, a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de saciedade e diminui o apetite voraz por doces&amp;rdquo;. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Subst&amp;acirc;ncia ameniza a vontade de comer carboidratos em geral&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a nutricionista funcional Gabriela Maia, &amp;ldquo;o picolinato de cromo &amp;eacute; a forma mais bem absorvida pelo organismo do mineral cromo. A subst&amp;acirc;ncia atua em enzimas ligadas ao metabolismo energ&amp;eacute;tico e age diretamente na regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos n&amp;iacute;veis de glicose sangu&amp;iacute;nea. Ele estabiliza os n&amp;iacute;veis de glicose, ameniza a fome e a necessidade de consumir alimentos ricos em carboidratos, como os doces&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Excesso pode prejudicar funcionamento dos rins&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Antes de sair correndo para comprar um potinho de picolinato de cromo na &lt;a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;farm&amp;aacute;cia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; saiba que o excesso deste mineral no organismo pode ser nocivo &amp;agrave; sa&amp;uacute;de. &amp;ldquo;Os efeitos colaterais incluem dores de cabe&amp;ccedil;a, ins&amp;ocirc;nia, diarreia e v&amp;ocirc;mitos. Em casos graves pode levar a s&amp;eacute;rios danos hep&amp;aacute;ticos, anemia profunda e insufici&amp;ecirc;ncia renal&amp;rdquo;, explica Andr&amp;eacute;a. Gabriela Maia completa: &amp;ldquo;Foram encontradas muta&amp;ccedil;&amp;otilde;es gen&amp;eacute;ticas e danos ao DNA de ratos que ingeriram altas doses de cromo. Os estudos s&amp;atilde;o preliminares, mas apontam a necessidade de acompanhamento de profissionais especializados no consumo e na suplementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da subst&amp;acirc;ncia&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Br&amp;oacute;colis e ma&amp;ccedil;&amp;atilde; s&amp;atilde;o fontes ricas em cromo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mas &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel encontrar o cromo na natureza? Sim! &amp;ldquo;Br&amp;oacute;colis, nozes, f&amp;iacute;gado, ameixa, nozes, ma&amp;ccedil;&amp;atilde; com casca, levedo de cerveja, cereais integrais, queijos, cogumelos, espinafre e vinho s&amp;atilde;o fontes ricas em cromo&amp;rdquo;, diz a nutricionista Andr&amp;eacute;a Uzeda. Ela explica que os estudos sobre a dosagem recomendada de picolinato de cromo ainda s&amp;atilde;o controversos, mas ela n&amp;atilde;o recomenda a ingest&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria superior a 200mcg da subst&amp;acirc;ncia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nutricionista Gabriela Maia explica que a defici&amp;ecirc;ncia de cromo no organismo &amp;eacute; rara, j&amp;aacute; que precisamos apenas de pequenas doses di&amp;aacute;rias. &amp;ldquo;O uso isolado de nenhum suplemento vai garantir o milagre do emagrecimento. A pr&amp;aacute;tica regular de exerc&amp;iacute;cios f&amp;iacute;sicos e a reeduca&amp;ccedil;&amp;atilde;o alimentar s&amp;atilde;o fundamentais para a perda de peso&amp;rdquo;, conclui a nutricionista funcional Gabriela Maia. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/3RBB8NQpYK0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>gnt.globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:22:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52596</feedburner:origLink></item><item><title>Curry pode combater células de câncer no intestino</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/I0jImYI6ZOA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Al&amp;eacute;m de saboroso, o curry &amp;eacute; um tempero muito saud&amp;aacute;vel. De acordo com novas pesquisas, a curcumina, uma subst&amp;acirc;ncia encontrada no curry, pode combater c&amp;acirc;ncer no intestino, al&amp;eacute;m de trazer uma s&amp;eacute;rie de benef&amp;iacute;cios para a sa&amp;uacute;de. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o do site da BBC.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisas j&amp;aacute; comprovaram que o curry &amp;eacute; eficaz contra c&amp;eacute;lulas cancer&amp;iacute;genas desenvolvidas em laborat&amp;oacute;rio. Agora, um hospital de Leicester, na Gr&amp;atilde;-Bretanha, vai estudar o uso da subst&amp;acirc;ncia acompanhada de tratamentos quimioter&amp;aacute;picos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se a doen&amp;ccedil;a se espalha pelo corpo, os pacientes normalmente recebem uma combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;ecirc;s rem&amp;eacute;dios de quimioterapia, mas cerca de metade n&amp;atilde;o reagem ao c&amp;acirc;ncer. A expectativa &amp;eacute; que o efeito dos medicamentos melhore com a curcumina, que ser&amp;aacute; administrada sete dias antes do in&amp;iacute;cio do tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;A perspectiva de que a curcumina aumente a sensibilidade das c&amp;eacute;lulas cancer&amp;iacute;genas &amp;agrave; quimioterapia &amp;eacute; interessante porque pode significar uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas doses, o que permitiria aos pacientes manter o tratamento por mais tempo e com menos efeitos colaterais&amp;quot;, explica o professor William Steward, respons&amp;aacute;vel pelo estudo.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/I0jImYI6ZOA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 17:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52595</feedburner:origLink></item><item><title>O consumo suco de fruta pode substituir o de água?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/2EZJJvsclIg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Existem pessoas que fazem o que for preciso para substituir a água por outra bebida, principalmente, pelo suco. Entretanto, segundo a nutricionista Tatiana Ossola, em entrevista à revista ANAMARIA, apesar dos sucos de fruta hidratarem e serem gostosos, eles possuem calorias. &amp;ldquo;Se o seu objetivo for emagrecer ou manter o peso, o ideal é optar pela água mesmo.&amp;rdquo;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A dica de Tatiana para favorecer o consumo é pingar algumas gotinhas de limão e adoçante na água para dar mais sabor. Mas jamais deixe de consumi-la.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tomar água ajuda na liberação de toxinas do intestino, auxilia na hidratação da pele e tecidos e ainda evita a prisão de ventre. &amp;ldquo;Sua falta pode provocar o ressecamento das fezes; já o aumento do seu consumo deixa as fezes líquidas, o que auxilia na diminuição do inchaço na região abdominal&amp;rdquo;, explica Tatiana.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/2EZJJvsclIg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52500</feedburner:origLink></item><item><title>É melhor tomar suco de polpa ou natural?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/bA6IAjqrXC4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;No fundo, nenhuma versão de suco substitui o natural consumido na sequência do preparo. Afinal, &amp;ldquo;quanto mais industrializado o suco for, a quantidade de aromatizantes e conservantes será maior, e há grandes possibilidades de conter mais sódio e menos nutrientes&amp;rdquo;, diz a nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria, à revista WOMEN&amp;rsquo;S HEALTH.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Agora, quando é preciso escolher uma alternativa para o natural, a polpa é considerada a melhor opção. Ela é feita após a extração e congelamento da polpa de fruta e, por ser quase livre de conservantes e aromatizantes, ela costuma manter a maior parte das propriedades nutricionais da fruta. Além disso, &amp;ldquo;não existe nenhum problema no fato dela ficar dias no congelador. O que não pode ser feito é congelar e descongelar, pois, assim, as propriedades da fruta serão perdidas&amp;rdquo;, explica Tatiana Ossola, nutricionista do Emagrecentro Grande Rio em entrevista à revista ANAMARIA.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma dica é bater a polpa com pouca água. Do contrário, as vitaminas e os minerais dissolvidos estarão em menor quantidade no suco. &amp;ldquo;Seja qual for a sua escolha, o importante é evitar tomar mais de 3 copos por dia, já que muitas frutas podem conter taxas consideráveis de açúcar e carboidratos&amp;rdquo;, completa Beatriz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quanto às versões néctar e pó, vale evitar! A primeira costuma conter uma grande quantidade de açúcar, que aumenta bastante o valor calórico. Já a segunda é a versão menos próxima do suco natural por conter pouquíssima quantidade de fibras, vitaminas e minerais.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/bA6IAjqrXC4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52499</feedburner:origLink></item><item><title>Pular o café da manha aumenta o risco de diabetes?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/ZOV1Ymu9Voc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um novo estudo descobriu que pessoas que não tomam café da manhã regularmente têm um risco 21% maior de desenvolver diabetes, mesmo levando em conta fatores como índice de massa corporal e qualidade do café da manhã.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo uma campanha nacional do Ministério da Saúde para detectar a doença no Brasil, pelo menos 14,67% da população com mais de 40 anos pode ser diabética. Isso significa que 3 milhões dos quase 20 milhões de brasileiros testados nos centros de saúde de todo o país apresentam níveis de açúcar acima do recomendável no sangue.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estimativas indicam que, nos próximos 25 anos, o número de diabéticos pode dobrar em todo o mundo: serão 300 milhões de pacientes.&lt;br /&gt;
Em face desses números devastadores, e do fato de que a diabetes é uma doença crônica que não tem cura, embora possa ser controlada, é necessário cada vez mais olhar para seu estilo de vida e alimentação para evitar desenvolver a condição.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nova pesquisa, publicada no periódico The American Journal of Clinical Nutrition, seguiu 29.000 homens por 16 anos e mostrou que pular o café da manhã aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 (que 2.000 dos participantes desenvolveram).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros estudos que também mostram essa ligação sugerem que comer bem de manhã estabiliza o nível de açúcar no sangue durante o dia, ou que consumir muitas calorias à noite aumenta os níveis de açúcar no sangue, que tem tudo a ver com a doença, caracterizada por altos níveis de açúcar no sangue.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os benefícios do café da manhã&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nutricionista Daniela Jobst explica que, apesar de muitas pessoas acharem que não comer de manhã pode ajudar na dieta, o oposto ocorre. Ter uma alimentação balanceada que leva a perda de peso significa comer a cada 4 horas, e começar pelo café da manhã é imprescindível.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo estudos, entre os benefícios do café da manhã, podemos citar:&lt;br /&gt;
&amp;bull;Melhoras no humor, memória e energia para gastarmos ao longo do dia (o café da manhã nos dá mais força e resistência para nos envolvermos em atividade física, e melhora nosso humor e memória);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Evita a perda de massa muscular e o ganho de peso, e garante refeições mais balanceadas (principalmente porque nos faz comer menos em outros horários, como no almoço, já que comemos bem de manhã);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Diminui a fome durante o dia e os níveis de colesterol;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Ativa o metabolismo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Evita o depósito de gordura localizada;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Ajuda nas atividades intelectuais (o café da manha ajuda na concentração e desempenho em sala de aula ou reuniões de trabalho, inclusive dando a adolescentes mais estímulo para resolver problemas);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Ajuda as pessoas a terem uma dieta nutricionalmente mais completa, com nutrientes, vitaminas e minerais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;Diminui os riscos de desenvolver diabetes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Não está convencido ainda? Então simplesmente tome café da manhã porque ele é muito gostoso!&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/ZOV1Ymu9Voc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 16:04:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52498</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/96CFrYUuJC0/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/96CFrYUuJC0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Uva pode proteger contra câncer de pele e envelhecimento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/DaLTU8GWJ5I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A uva não é só saborosa. Também pode proteger contra o câncer de pele e prevenir o envelhecimento prematuro, de acordo com um estudo da Universidade de Barcelona e do Conselho Nacional de Pesquisa, ambos da Espanha. Os dados são do jornal Daily Mail.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os responsáveis pelos benefícios são os flavonoides extraídos da fruta. Esses compostos defendem as células da radiação ultravioleta emitida pelo sol, relacionada aos problemas de pele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Esses resultados encorajadores devem ser levados em consideração para desenvolver novos produtos fotoprotetores para pele", disse a bioquímica Marta Cascante, diretora do projeto de pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/DaLTU8GWJ5I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 18:33:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52287</feedburner:origLink></item><item><title>Veja como as frutas podem tornar-se inimigas da dieta</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/dd8iWU7tsek/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Embora muitas dietas limitem a quantidade de ingestão diária de frutas devido aos níveis de açúcar e carboidratos, as opções mais frescas são fontes de baixas-calorias, vitaminas e fibras. Para não errar no tamanho das porções, confira algumas dicas do site Fit Sugar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sucos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Uma laranja média tem cerca de 62 calorias e 3,1 g de fibras. O suco talvez seja uma maneira fácil de ingerir vitaminas e minerais, mas há alto índice de calorias. Então, se você não abre mão de tomar um copo por dia, esqueça do açúcar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Frutas secas&lt;br /&gt;
Passas, ameixas e damascos secos são ótimas fontes de fibras, porém, ao serem desidratadas, perdem muito líquido e retém açúcar. Por isso, é importante controlar as porções antes de ingerí-las.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Armadilhas&lt;br /&gt;
Não pense que a sobremesa feita com frutas é boa para quem está de dieta. Sempre desconfie de no preparo foi usado ingredientes como manteiga ou leite condensado. Nesse caso, prefira a fruta fresca.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/dd8iWU7tsek" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 18:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52286</feedburner:origLink></item><item><title>Pais continuam comendo mal mesmo depois de ter filhos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/a2DUzLyN7gM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ao que parece, os pais não seguem seus próprios conselhos. Um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, mostrou que, apesar de incentivar os filhos a terem uma alimentação equilibrada e saudável, os pais continuam a comer mal. As informações são do site Daily Mail.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a autora da pesquisa, Helena Laroche, a paternidade não necessariamente piora a dieta dos pais, mas com certeza não a melhora. "Na verdade os pais ficam atrás da dieta dos filhos, mantendo uma alimentação pobre", disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo avaliou a alimentação de 2563 adultos inscritos em uma pesquisa de fatores de risco para doenças no coração. Foram medidas as diferenças na dieta do primeiro ano e de 7 anos depois. Nenhum deles tinha filhos no ano base do começo do experimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O consumo de gordura saturada diminuiu, mas apenas 1,6% entre os que se tornaram pais, contra 2,1% nos ainda sem filhos. Quanto a calorias, frutas, vegetais, açúcar e fast food, não houve mudanças de comportamento antes e depois de terem filhos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a pesquisadora Helena, alguns fatores podem influenciar essa mudança de comportamento. O primeiro é a preocupação em achar uma comida que as crianças gostem, o que implica um grupo de alimentos com muita gordura e muito açúcar. Há também o problema de agenda, estresse financeiro e falta de tempo por ter que cuidar das crianças e da "bagunça".&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/a2DUzLyN7gM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 18:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52285</feedburner:origLink></item><item><title>Chocolate amargo faz bem ao sangue; veja mais 10 benefícios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/b4vvI1Mab_E/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores da universidade de São Diego conduziram um pequeno estudo e demonstraram que comer chocolate amargo traz efeitos positivos à saúde, contribuindo para a diminuição dos níveis de açúcar no sangue e do mau colesterol, aumentando os níveis do bom colesterol - tudo o que o coração precisa para ter saúde. As informações são do jornal Huffington Post.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo foi apresentado no Encontro de Biologia Experimental. Foram analisadas 31 pessoas, que comeram 50 gramas de chocolate escuro (com 70% de cacau), e chocolate escuro (com 70% de cacau) aquecido com chocolate branco (0% de cacau). Os participantes participaram do experimento por 15 dias. A glicose no sangue, a pressão do sangue e o fluxo sanguíneo seriam medidos depois deste período.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados ligados ao chocolate escuro foram bastante positivos, mas os especialistas reiteram que o alimento é rico em gordura saturada e calorias, por isso, deve ser ingerido com moderação. Veja alguns benefícios à saúde que estão relacionados ao consumo de chocolate.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Diminui o risco de ataque cardíaco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um estudo feito em 2011 na Suíça mostrou que mulheres que comeram mais de 45 gramas de chocolate pro semana têm 20% a menos de chance de ter um ataque cardíaco, quando comparadas quando às que comem menos que 9 gramas por semana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aumenta a saúde do coração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pessoas que consomem chocolate regularmente podem ver sua pressão sanguínea diminuída, menor risco de doenças do coração e até mesmo de doenças cardiovasculares, uma vez que o chocolate amargo tem propriedades antiinflamatórias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aumenta a sensação de saciedade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Rico em fibras, o chocolate amargo pode trazer a sensação de saciedade. De acordo com um estudo conduzido pela universidade de Copenhagen, comer chocolate pode até mesmo diminuir o desejo por alimentos doces, muito salgados ou gordurosos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pode combater a diabete&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um pequeno estudo italiano de 2005 mostrou que comer chocolate regularmente pode aumentar a sensibilidade à insulina, reduzindo o risco de diabetes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Protege a pele&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao contrário do que muita gente pensa, o chocolate pode sim fazer bem para a pele. O chocolate escuro contém antioxidantes chamados flavonoides, que oferecem proteção contra os raios UV.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ameniza a tosse&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um ingrediente presente no chocolate chamado teobramina parece reduzir a atividade da parte do cérebro responsável por desencadear a tosse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Melhora o humor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pessoas que comem chocolate se mostram menos estressadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Melhora o fluxo sanguíneo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O cacau tem propriedades anticoagulantes que trabalham de forma semelhante à aspirina, podendo atuar na melhora da circulação e do fluxo sanguíneo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O chocolate melhora a visão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Devido à capacidade de melhorar o fluxo sanguíneo, especialmente no cérebro, pesquisadores da University of Reading concluíram, a partir de um pequeno estudo de 2011, que o chocolate também pode aumentar o fluxo de sangue para a retina, e, dessa forma, melhorar a visão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pode aumentar a inteligência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O aumento do fluxo sanguíneo no cérebro criado pelos flavonoides do cacau aparentemente mantém as pessoas mais alertas e acordas, de acordo com um estudo britânico, colaborando para o melhor desempenho em tarefas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/b4vvI1Mab_E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 18:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52284</feedburner:origLink></item><item><title>Carne vermelha nos deixa mais felizes </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/EEMNCdT_tlQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A carne vermelha pode já ter sido apontada como vilã em um vasto número de estudos, mas pesquisadores australianos atribuem a ela um ponto positivo. Segundo a nova pesquisa, mulheres que diminuem o consumo de carne de vaca e carneiro estão mais sujeitas a sofrer de depressão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa foi feita pela Universidade Deakin, em Victoria (Austrália). Os cientistas acompanharam 1.000 mulheres australianas e as colocaram em uma escala de quantia &amp;ldquo;recomedável&amp;rdquo; de carne ingerida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O valor era entre 60 e 100 gramas por dia, de três a quatro vezes por semana. Aquelas cujo consumo ficou abaixo da linha aconselhável eram mais propensas a ter sintomas depressivos e de ansiedade. Ultrapassar essa quantia, no entanto, também não era bom.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para evitar conclusões precipitadas, foram analisados indicadores como estado socioeconômico, atividades físicas, uso de tabaco, peso e idade. Mesmo levando estes fatores em conta, foi verificado o risco direto entre depressão e consumo de carne.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma possível justificativa para isso é o pasto que as vacas e carneiros australianos consomem. Rica em componentes como os ácidos graxos ômega-3, que favorecem a boa saúde mental, a carne que chega à mesa dos australianos pode realmente fazer a diferença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Este dado revela, segundo os cientistas, o motivo dos efeitos se aplicarem apenas à carne vermelha. Não se observaram as mesmas relações com depressão na ingestão de carne de frango, peixe, porco, ou carnes de origem vegetal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar disso, o motivo também não é o vegetarianismo: 19% das pesquisadas eram contrárias a qualquer consumo de carne. Quando seus índices foram desconsiderados na pesquisa, os resultados gerais permaneceram.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/EEMNCdT_tlQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 18:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52283</feedburner:origLink></item><item><title>Dieta de pouco carboidrato e intervalos pode ser a melhor opção</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/46RmhwEnEt4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Em um novo estudo, uma dieta com baixa ingestão de carboidratos e intermitente mostrou-se mais efetiva do que uma dieta comum, de restrição de calorias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadores ingleses descobriram que restringir carboidratos dois dias por semana pode ser melhor do que as típicas dietas de restrição de calorias, usadas na prevenção de câncer de mama e outras doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Perda de peso e redução dos níveis de insulina são exigidos na prevenção do câncer de mama, mas esses níveis são complicados de atingir e manter com dietas convencionais&amp;rdquo;, afirma Michelle Harvie, uma das pesquisadoras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Harvie seus colegas compararam três dietas durante quatro meses, avaliando os efeitos na perda de peso e no risco de câncer de mama entre 115 mulheres com histórico familiar desse tipo de doença. Eles aplicaram aleatoriamente uma das dietas para cada participante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma delas era de restrição de calorias, com pouca ingestão de carboidratos dois dias por semana; outra sem restrição de quantidade, desde que fossem alimentos com proteínas e gorduras saudáveis, como carnes brancas, azeite e castanhas, também por dois dias na semana; e uma comum, de restrição diária de calorias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os dados revelaram que ambas as deitas intermitentes (com intervalos de apenas dois dias) foram superiores à comum, tanto na redução do peso quanto de gordura e insulina. A média de perda foi de 4 quilogramas nas primeiras, e 2,4 na segunda. A resistência à insulina foi reduzida em 22% na primeira, 14% na segunda e 4% na terceira &amp;ndash; a comum.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É interessante que a dieta que apenas restringe carboidratos, mas permite proteína e gorduras, é tão efetiva quanto a de restrição calórica, com pouco carboidrato&amp;rdquo;, finaliza Harvie.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/46RmhwEnEt4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 18:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52282</feedburner:origLink></item><item><title>Arroz integral e leguminosas podem prevenir câncer intestinal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/qdWqKDWLA74/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Grãos de leguminosas, arroz integral, hortaliças verdes e frutas secas têm algo em comum. De acordo com uma pesquisa da Universidade Loma Linda, dos Estados Unidos, podem ajudar a reduzir o risco de câncer de intestino. As informações são do jornal Daily Mail. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo contou com dados de um levantamento feito há 25 anos com quase três mil pessoas, que descreveram com que frequência comiam certos alimentos. Agora, os voluntários contaram se desenvolveram pólipos (crescimento anormal dentro do intestino), que podem se transformar em câncer. Na análise, os cientistas levaram em conta possíveis condições hereditárias, tabagismo, excesso de bebidas alcoólicas e sedentarismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constatou-se que quem consome leguminosas, como feijão-roxo ou lentilha, pelo menos três vezes por semana, reduz a chance de pólipos em um terço. Arroz integral uma vez por semana diminui a probabilidade em dois quintos e, hortaliças verdes cozidas, ao menos uma vez por dia, em um quarto. Frutas secas três vezes por semana também abaixam as taxas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O alto teor de fibras dessas iguarias é o responsável pelos benefícios. "Além disso, vegetais crucíferos, como brócolis, contêm compostos de desintoxicação, o que melhora sua função protetora", acrescentou o autor do estudo, Yessenia Tantamango. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/qdWqKDWLA74" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52179</feedburner:origLink></item><item><title>Dieta para crianças desafia os pais </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/chuT932GPv4/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Ao descobrir que a filha havia consumido 800 calorias de queijos, baguetes e chocolates em uma atividade na escola sobre a França, a mãe não teve dúvidas: repreendeu-a e a deixou sem jantar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em festas, quando a pequena queria biscoitos e bolo, a mãe começava a brigar com ela na frente de todos. E, às vezes, o jantar era um ovo cozido ou uma sopa light. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É assim que Dara-Lynn Weiss descreveu na revista "Vogue" dos EUA deste mês os métodos que usou para a filha Bea, 7, emagrecer. A garota foi classificada como obesa pelo pediatra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Críticas e comentários ao texto da socialite choveram em blogs e jornais. Muitos acusaram Weiss de dar o pontapé inicial a um transtorno alimentar no futuro de Bea. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artigo levantou a discussão sobre como tratar a obesidade infantil, problema que tem crescido cada vez mais no mundo todo. &lt;br /&gt;
No Brasil, a Pesquisa de Orçamento Familiar, realizada em 2008 e 2009 pelo IBGE, mostrou um salto no número de crianças de cinco a nove anos com excesso de peso ao longo de 34 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2008, 34,8% dos meninos estavam acima do peso saudável. Em 1989, esse índice era de 15%, contra 10,9% em 1974. Entre as meninas e em outras faixas de idade, os dados são semelhantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Zuleika Halpern, endocrinologista do departamento de obesidade infantil da Abeso (Associação Brasileira de Obesidade), isso ocorre porque as crianças se exercitam menos e comem mais de forma inadequada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela lembra que o peso e a altura da criança devem ser acompanhados. Se saírem muito fora da curva para a idade, é hora de procurar um especialista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;POLICIAMENTO&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Outro ponto discutido a respeito do caso da americana Bea são os exageros dos pais na hora de mudar os hábitos alimentares dos filhos. &lt;br /&gt;
E os especialistas concordam: punir o filho, como Weiss fez, só traz problemas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Há pais que viram policiais do filho. A família tem de ter disciplina, não terrorismo", diz Halpern. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Sophie Deram, pesquisadora e nutricionista dos ambulatórios de obesidade infantil e transtornos alimentares do Hospital das Clínicas da USP, um grande número de jovens que desenvolve esses transtornos tem histórico de obesidade infantil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Isso acontece por fatores como dietas restritivas e vontade de fugir da obesidade, quando ela é vista como um peso na infância." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deram ensina crianças a aprender as sensações de fome e saciedade. "Já o papel dos pais é oferecer um ambiente bastante saudável." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ela, só a estabilização do peso é um sucesso, já que a criança está crescendo. E o foco deve ser na saúde, e não na imagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O importante é que haja cooperação da família. Afinal, os pais sempre são exemplo a ser seguido pelos filhos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, não adianta o pai incentivar o filho a praticar esportes se ele mesmo passa o dia todo sentado no sofá. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
SOFRIMENTO EM FAMÍLIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Márcia Thomaz, 31, mãe de Marcelle, 10, conta como lidou com o problema da filha. "De seis meses para cá a Marcelle engordou uns 10 kg. Acho que foi por causa das férias e da ansiedade para as provas, porque a alimentação em casa sempre foi saudável. Fiquei preocupada e vi que ela estava sofrendo. Tinha medo de que ela brigasse sempre com a balança", conta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menina agora segue as recomendações de um endocrinologista e faz a reeducação alimentar com a dieta dos pontos. "(Ela) aprendeu a fazer escolhas melhores na escola. Pode comer de tudo, mas de forma equilibrada. Também está fazendo basquete e tênis e já perdeu 4 kg em um mês", diz a mãe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A funcionária pública Danielle Santana Neves, 31, mãe de Gabriel, 8, também passou por situação semelhante. "Quando a médica disse que meu filho tinha obesidade, colesterol alto e gordura no fígado, chorei e senti culpa. Pensei: 'Como deixei chegar nesse ponto?'." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2011, Danielle eu estava com 116 kg. Como corria risco de morte, fez uma cirurgia bariátrica e desde então, perdeu 40 kg. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Agora o Gabriel quer seguir meu exemplo, está fazendo a reeducação alimentar, comendo melhor e praticando esportes. Já perdeu 3 kg. A família toda mudou. Até corremos uma prova juntos", disse a mãe. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/chuT932GPv4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:33:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52177</feedburner:origLink></item><item><title>Entidade propõe regras para publicidade de "junk food" </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/MFKzxTz4bc4/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;A Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), braço da OMS para as Américas, quer apertar o cerco à publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas -especialmente as supercalóricas e com baixo valor nutricional- para crianças. A entidade apresentou ontem, no Rio, suas diretrizes para promoção desses produtos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entidade pede uma integração de várias instâncias para a criação de políticas restritivas, controlando inclusive a divulgação de marcas e alimentos "disfarçada" de conteúdo educacional em escolas, como apresentações teatrais e palestras promovidas por empresas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Já existem evidências da ligação entre a publicidade de alimentos e a obesidade infantil. Chegou a hora de fazermos alguma coisa", diz Corinna Hawkes, consultora da Opas e da OMS e pesquisadora da área. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisas recentes no Brasil mostram que 15% das crianças são obesas. &lt;br /&gt;
"E não faltam estudos que mostrem que as crianças obesas têm grande probabilidade de serem adultos obesos, com todos os problemas de saúde e sociais associados a isso", completa Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana, ONG que participou da elaboração das diretrizes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A sociedade civil está fazendo muitas coisas positivas. Quisemos agregar essas experiências", disse Hawkes durante o World Nutrition, maior congresso de &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutrição&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em saúde pública do mundo. O evento, no Rio, acaba hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos principais pontos das orientações é a necessidade de discutir as políticas restritivas entre as várias instâncias do governo e também a indústria alimentícia. Isso evitaria que, depois da criação das regras em cada país, houvesse contestação judicial por alguma parte, como já aconteceu no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução que previa alertas em anúncios de alimentos com com alto teor de sódio, açúcar e gordura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a publicação, a medida foi contestada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentação, que conseguiu, na Justiça, suspender sua entrada em vigor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a indústria, a agência não tem a função de criar regras para a publicidade de alimentos, papel desempenhado pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Hawkes, a autorregulamentação não é suficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A quantidade de dinheiro gasto pela indústria com propaganda é muito maior do que a verba para a educação sobre a alimentação. É uma briga desigual", diz Enrique Jacoby, consultor da Opas. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/MFKzxTz4bc4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52176</feedburner:origLink></item><item><title>Dormiu mal, comeu mais: falta de sono torna alimentos calóricos mais tentadores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/i9m2VIpJM54/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Atenção, mulheres! Melhor dormir bem. Um novo estudo diz que o sono pode tornar mais difícil para você resistir a guloseimas e alimentos gordurosos. Não dormir direito e se sentir sonolento durante o dia pode tornar mais fácil para você ceder à tentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12 adultos saudáveis, com idades entre 19 e 45 anos, participaram da pesquisa. Eles viram fotografias de alimentos com baixo ou alto teor calórico durante um período de quatro minutos enquanto seus cérebros eram escaneados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas disseram a eles que mais tarde receberiam um teste de memória (por isso tinham que se concentrar nas fotos). A cada poucos segundos novas imagens surgiam, incluindo pratos saudáveis como saladas, peixes frescos, maçã ou laranja. Os voluntários também viram bolos, batata frita, cheeseburgers, etc. Como controle, haviam imagens de árvores, pedras e flores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os participantes também responderam questionários sobre quão sonolentos se sentiam durante o dia, bem como seus gostos e hábitos alimentares típicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas descobriram que quanto mais sonolento alguém está, menos o córtex pré-frontal &amp;ndash; a área inibitória do cérebro &amp;ndash; é ativado quando esse alguém vê alimentos altamente calóricos. Em outras palavras, se você estiver com sono, estará menos propenso a resistir a alimentos calóricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na pesquisa, os participantes não estavam cronicamente privados de sono. Eles tinham o cansaço costumeiro de ficar acordado até tarde, ou por uma ou duas horas por noite. Mesmo isso foi fortemente correlacionado com menos ativação nas áreas inibidoras do cérebro quando a frente de alimentos ricos em calorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Mesmo as mudanças sutis no sono poderiam ter efeitos maiores, como no apetite, no peso corporal e nas escolhas alimentares&amp;rdquo;, explica William Killgore, psicólogo americano. &amp;ldquo;Um pouco de perda de sono pode influenciar a sua forma corporal&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o cansaço pode estender-se ao lado de comportamentos alimentares. Outros estudos têm sugerido que a privação de sono afeta a habilidade de uma pessoa de planejar e pensar à frente, e seu julgamento na avaliação de riscos.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/i9m2VIpJM54" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 15:28:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52140</feedburner:origLink></item><item><title>Mito: Frituras levam a problemas do coração</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/nutricao/~3/OY5hzmQ8RDo/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Você não precisa mais parar de comer as batatas fritas que tanto ama. Segundo uma nova pesquisa, a ingestão regular de alimentos fritos não provoca ataques cardíacos, contanto que você use azeite de oliva ou óleo de girassol para fritá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, os cientistas disseram que o tipo de óleo usado, e se ele foi ou não utilizado antes, realmente importa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores espanhóis acompanharam mais de 40.000 pessoas, dois terços dos quais eram mulheres, a partir de meados dos anos 1990 a 2004.&lt;br /&gt;
Os participantes contaram quantas vezes comiam alimentos fritos, seja em casa ou fora de casa. Em seguida, os pesquisadores verificaram se a ingestão de alimentos fritos regularmente aumentou a probabilidade de algum participante ter doença cardíaca, como um ataque cardíaco ou angina que requeira cirurgia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo não encontrou nenhuma associação entre a frequência de consumo de alimentos fritos na Espanha &amp;ndash; onde óleos de oliva e de girassol são principalmente usados nas frituras &amp;ndash; e a incidência de doença cardíaca grave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a Fundação Britânica do Coração alertou os britânicos para não recorrer a frigideira tão rápido, pois a dieta mediterrânica como um todo ainda é mais saudável que a do Reino Unido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores dividiram os participantes do estudo em quatro grupos, de menor ingestão de alimentos fritos a maior, e não encontraram nenhuma diferença significativa no risco de doença cardíaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No total, houve 606 incidentes relacionados a doenças do coração, mas eles foram divididos de modo relativamente uniforme entre os quatro grupos.&lt;br /&gt;
Os autores concluíram que, em um país mediterrâneo, onde o azeite e o óleo de girassol são as gorduras mais comumente usadas para fritar, e onde grandes quantidades de alimentos fritos são consumidas tanto fora como dentro de casa, não foi observada associação entre o consumo de frituras e os riscos de doença cardíaca coronária ou morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, no seu conjunto, o mito de que alimentos fritos são geralmente ruins para o coração não é suportado por evidências científicas. No entanto, isso não significa que refeições frequentes de frituras não terão consequências para a saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentos fritos contêm mais calorias, o que também é ligado à pressão alta e obesidade. Os autores do estudo espanhol observam que os resultados só poderiam realmente ser extrapolados para outros países mediterrâneos com dietas semelhantes, cujo povo tende a fritar com azeite e óleo de girassol &amp;ldquo;frescos&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frituras do estilo norte-americano (fast-foods e comidas pra entrega) são diferentes, porque tendem a ser fritas em óleos reutilizados, com mais gordura trans, além de ter muito mais sal, que aumenta a pressão arterial e o risco de doença cardíaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dieta nos outros lugares do mundo é diferente da da Espanha, por isso não podemos dizer que o resultado seria o mesmo para nós também.&lt;br /&gt;
A recomendação dos pesquisadores é trocar gorduras saturadas, como manteiga, banha ou óleo de palma por gorduras insaturadas, como forma de manter seu colesterol baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, independentemente dos métodos de fritura utilizados, consumir alimentos com alto teor de gordura significa um elevado teor calórico, que pode levar a ganho de peso e obesidade, fatores de risco para doenças cardíacas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma dieta bem equilibrada, com bastante frutas e vegetais e apenas uma pequena quantidade de alimentos ricos em gordura é melhor para um coração saudável.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/nutricao/~4/OY5hzmQ8RDo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 15:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/noticia_view.asp?id=52139</feedburner:origLink></item></channel></rss>

