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	<title>Octopus</title>
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	<lastBuildDate>Sun, 08 Mar 2026 13:43:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Octopus</title>
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		<title>O que nos falta está no topo</title>
		<link>https://octopus.com.br/lideranca-feminina-e-ciclos-de-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Ferrari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 13:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O preço da invisibilidade: como a escassez de liderança feminina alimenta os ciclos de violência contra a mulher 8 de março de 2026. Todo ano, nós, mulheres, pensamos: o próximo será melhor. Mas neste dia os dados relacionados à violência contra a mulher indicam um cenário de alerta contínuo, com recordes estatísticos. E o que&#8230;</p>
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<p><em>O preço da invisibilidade: como a escassez de liderança feminina alimenta os ciclos de violência contra a mulher</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="404" src="https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem1.png" alt="" class="wp-image-2965" srcset="https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem1.png 720w, https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem1-300x168.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>8 de março de 2026. Todo ano, nós, mulheres, pensamos: o próximo será melhor. Mas neste dia os dados relacionados à violência contra a mulher indicam um cenário de alerta contínuo, com recordes estatísticos. E o que me cabe nesse artigo não é celebrar conquistas, apesar de celebrá-las e sustentá-las sempre que acontecem, mas cumprir o que devo, <strong>como uma mulher em posição de liderança, contribuindo com o enfrentamento do problema. </strong>Precisamos entender, como sociedade, quão eficiente pode ser o combate aos ciclos de violência quando alimentamos o protagonismo feminino em cargos decisórios.</p>



<p>Além de todos os percalços já relacionados ao tema, os altos índices de violência no Brasil ganham eco e legitimidade em narrativas retrógradas e insistentes que colocam a mulher na subserviência, produzindo dependências financeiras, emocionais e sociais que tecem a prisão da insegurança, da crença na incapacidade e da inação. As redes sociais têm pulverizado essas narrativas altamente e comprovadamente perigosas, mas o contraponto pode e deve ser construído. <strong>Esse espaço precisa ser ocupado por mulheres que compreendam o poder transformador de sua voz; e por homens conscientes que assumam posição digna ao lado delas.</strong></p>



<p>O que nos falta está no topo. No poder de decisão, na participação ativa e efetiva nos lugares que movem a sociedade, do ponto que cada mulher escolher ocupar. Precisamos de ações concretas. Não há mais tempo para debates que não resultam em atitudes. Como ampliar recursos e garantias para avanços urgentes?</p>



<p><strong>Representatividade feminina e políticas públicas são centrais. </strong>Menos mulheres em posições de poder significa menor prioridade, menos orçamento, menos políticas específicas de prevenção, proteção e assistência; e impunidade institucional. Quando mulheres ocupam cargos decisórios, há mais atenção às violências, redes de acolhimento e integridade das leis. O Brasil tem marcos legais importantes, como a Lei Maria da Penha, mas a ausência feminina nas instâncias de decisão e fiscalização fragiliza implementação, articulação interinstitucional e inovação, e torna as respostas públicas fragmentadas. O caminho, já longo, fica ainda mais cheio de entraves quando somado ao peso das narrativas retrógradas espalhadas nos porões e à luz do dia, no meio digital.</p>



<p><strong>Cargos de liderança ocupados por mulheres nos ambientes de trabalho: essencial. </strong>Seja no cenário corporativo, acadêmico, governamental, industrial, no comércio, no empreendedorismo, nas áreas da saúde, no terceiro setor, nas cooperativas, nas forças de segurança. Em qualquer frente, liderança feminina promove autonomia, abre caminhos para outras mulheres, transforma culturas frágeis e impacta diretamente a segurança do ambiente, reduzindo dependências.</p>



<p>Liderança feminina traz clareza sobre os problemas, orienta políticas e processos sensíveis aos ciclos de violência, assume prevenção e suporte como compromisso e amplia, gradualmente, a representatividade: <strong>ou seja, amplia presença e visibilidade reais.</strong></p>



<p>Os dados deveriam falar mais alto, apesar de gritarem por si só: mulheres ocupam cerca de 38,8% dos cargos de gestão no Brasil (3º no G20 em 2025), mas apenas 17,4% das empresas têm mulheres na presidência (2025). Entre empresas pesquisadas, 8 a 9% não têm nenhuma mulher na alta gestão. E, em cargos de gerência e diretoria, mulheres ainda recebem cerca de 27% menos que homens (2024). Apesar de o país superar a média global em participação feminina, a paridade plena segue distante. <strong>Estimativas apontam que, no ritmo atual, levará mais de um século para igualar oportunidades entre gêneros.</strong></p>



<p>E encarar isso nos direciona (ou deveria direcionar) a considerar, com inteligência e lucidez, um argumento econômico e institucional poderoso, que precisa ser compreendido por todos: <strong>empresas com maior diversidade de gênero na liderança têm até 25% mais probabilidade de superar a média de mercado.</strong> Diversidade melhora decisões, inovação e resultados. Empresas com mulheres na alta gestão demonstram maior rentabilidade, melhor retenção de talentos, maior foco em sustentabilidade e melhor capacidade de adaptação a mudanças no mercado, resultando em um crescimento mais sustentável e competitivo.</p>



<p><strong>Nós, mulheres em posições de liderança, temos que utilizar das condições de moldar rumos e abrir frentes para ampliar participação feminina nos espaços decisórios. </strong>E essa responsabilidade também recai, obviamente, sobre homens em posições de poder: equidade é força. Gera visão ampla, integração, identificação com diversos públicos, criatividade, eficiência institucional e justiça social. É sobre liderança com propósito e legado. Fazer parte da transformação gera impacto onde mais precisamos: no agora e no futuro. </p>



<p><strong>O que nos falta está no topo. Por isso vamos continuar subindo.</strong></p>



<p><em>Por Larissa Ferrari, co-CEO da Octopus</em></p>



<p></p>
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		<title>O papel essencial do Atendimento Publicitário em uma agência</title>
		<link>https://octopus.com.br/o-papel-essencial-do-atendimento-publicitario-em-uma-agencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucas Piovesan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia a dia de uma agência de comunicação, cada área contribui para transformar ideias em resultados. Entre elas, o Atendimento Publicitário ocupa uma posição estratégica, conectando o cliente às equipes internas e garantindo que cada entrega seja alinhada às expectativas e ao posicionamento da marca. A ponte entre cliente e agência O atendimento é&#8230;</p>
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<p>No dia a dia de uma agência de comunicação, cada área contribui para transformar ideias em resultados. Entre elas, o <strong>Atendimento Publicitário</strong> ocupa uma posição estratégica, conectando o cliente às equipes internas e garantindo que cada entrega seja alinhada às expectativas e ao posicionamento da marca.</p>



<p><strong>A ponte entre cliente e agência</strong></p>



<p>O atendimento é o principal ponto de contato do cliente com a agência. Mais do que repassar informações, esse profissional atua como um <strong>parceiro estratégico</strong>, capaz de compreender os objetivos de negócio, interpretar necessidades e traduzir tudo isso em soluções criativas e eficazes.</p>



<p>Dentro da agência, o atendimento é responsável por manter o <strong>fluxo de jobs organizado e eficiente</strong>. É ele quem estrutura os briefings, gerencia budgets, acompanha prazos, garante a clareza das demandas e facilita a integração entre criação, mídia, planejamento e produção. Assim, reduz ruídos de comunicação, evita retrabalhos e assegura entregas mais ágeis e consistentes.</p>



<p><strong>Relacionamento e confiança</strong></p>



<p>O profissional também é o <strong>guardião da relação com o cliente</strong>. Com empatia, transparência e visão estratégica, constrói vínculos de confiança que fortalecem parcerias de longo prazo. Esse relacionamento sólido contribui não só para a satisfação, mas também para a fidelização de clientes.</p>



<p><strong>A imagem da agência no mercado</strong></p>



<p>Um bom Executivo de Contas representa a agência diante do mercado. Sua postura, agilidade e capacidade de resolver demandas refletem diretamente na forma como a agência é percebida. Quando esse papel é bem exercido, a imagem transmitida é de uma agência comprometida, criativa e confiável.</p>



<p><strong>O elo que conecta</strong></p>



<p>Então, em meio a inovações e mudanças no cenário da comunicação e da tecnologia, vale frisar o peso e o valor da relação humana: o Atendimento Publicitário vai muito além de intermediar demandas, ele é o <strong>elo que conecta pessoas, processos e resultados</strong>. Ao organizar o fluxo interno, cuidar do relacionamento e fortalecer a imagem da agência, esse profissional se torna peça-chave para o sucesso e a diferenciação em um mercado cada vez mais competitivo.</p>
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		<title>Como a comunicação pública é capaz de transformar cidadania</title>
		<link>https://octopus.com.br/como-a-comunicacao-publica-e-capaz-de-transformar-cidadania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Ferrari]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 21:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comunicação não é apenas um recurso estratégico, mas uma necessidade coletiva. E, claro, com a comunicação pública não é e nem pode ser diferente. Além de ser um direito de todos os cidadãos, ela gera impacto informativo e espaço de engajamento com temas de interesse coletivo. Não apenas apresenta projetos e serviços, como também&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comunicação não é apenas um recurso estratégico, mas uma necessidade coletiva. E, claro, com a comunicação pública não é e nem pode ser diferente. Além de ser um direito de todos os cidadãos, ela gera impacto informativo e espaço de engajamento com temas de interesse coletivo. Não apenas apresenta projetos e serviços, como também fortalece laços entre instituições e a população, ampliando o alcance de conteúdos que podem mudar vidas.</p>



<p>Para Larissa Ferrari, publicitária, formada também em Gestão Pública, e Diretora de Planejamento e Mídia da Octopus,</p>



<p>agência consagrada no mercado de marketing e publicidade, com forte atuação em comunicação pública também no meio digital, esse segmento é um instrumento de cidadania. “Acreditamos que comunicar é abrir portas, aproximar pessoas e fazer com que cada ação ou serviço ultrapasse fronteiras e chegue a quem realmente importa. O nosso propósito aqui na Octopus é claro: impactar positivamente a vida das pessoas por meio das nossas ideias, contribuindo, com informações úteis e valiosas, nas suas tomadas de decisões”, comenta.</p>



<p>Segundo a especialista, existem 4 motivos centrais que explicam a relevância da comunicação pública:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acesso democrático à informação&nbsp;– quando a mensagem é clara e acessível, todos, independentemente da idade ou condição social, têm as mesmas oportunidades de se beneficiar de projetos e serviços.</li>



<li>Engajamento social&nbsp;– uma comunicação clara incentiva a participação da população em ações, eventos e programas, tornando o cidadão parte ativa das transformações ao seu redor.</li>



<li>Impacto direto na qualidade de vida&nbsp;– comunicar o que é de direito público é garantir que serviços e benefícios cheguem a quem realmente precisa.</li>



<li>Retorno positivo para todos – quando bem estruturada, a comunicação pública cria uma rede de fortalecimento entre poder público, empresas e cidadãos, gerando resultados expressivos em alcance, adesão e impacto social.</li>
</ul>



<p>Um exemplo recente é o trabalho desenvolvido para a Câmara Municipal de São Paulo, cliente da Octopus, que conquistou posições de destaque entre todos os Legislativos municipais do Brasil, com números importantes de alcance e engajamento nas redes sociais. Entre janeiro e maio deste ano, o perfil da Câmara no Instagram, entre as Câmaras de todo o país, liderou em número de visualizações e comentários nas redes sociais, segundo dados da Social Media Gov. “Foi o legislativo municipal com maior envolvimento no período com conteúdos que estimulam a participação cidadã de forma acessível e direta”, pontua Larissa.</p>



<p>Projetos como Câmara na Rua e Câmara Aberta também ganharam visibilidade a partir da comunicação efetiva. A Câmara na Rua, por exemplo, abre espaço para os moradores locais falarem sobre as necessidades da região onde moram, alcançando liderança em visualizações e engajamento no Instagram e 2º lugar geral no Brasil. Já a Câmara Aberta, que oferece visita guiada aos fins de semana ao Palácio Anchieta (sede da Câmara Municipal de São Paulo), figurou entre os conteúdos mais acessados e comentados nas redes sociais.</p>



<p>“Com clientes públicos regionais, como nosso caso da Câmara Municipal de São Paulo e com clientes públicos nacionais, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nosso foco é sempre o mesmo: transformar cada oportunidade de comunicação em um convite ao pertencimento, à responsabilidade e ao respeito mútuo entre os brasileiros.”, finaliza Larissa.</p>


<figure class="wp-block-post-featured-image"><img decoding="async" width="800" height="520" src="https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem_curso_924-1.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" style="object-fit:cover;" srcset="https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem_curso_924-1.png 800w, https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem_curso_924-1-300x195.png 300w, https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem_curso_924-1-768x499.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>


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<div class="taxonomy-category wp-block-post-terms"><a href="https://octopus.com.br/category/redacao/" rel="tag">redação</a></div>


<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que a Lacoste prova ao transformar seu crocodilo em cabra</title>
		<link>https://octopus.com.br/o-que-a-lacoste-prova-ao-transformar-seu-crocodilo-em-cabra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Caroline Ferrari]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 16:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento de rebranding temporário mostra como marcas utilizam a flexibilidade para gerar relevância cultural e reforçar seu valor de mercado. Poucas marcas no mundo podem arriscar mexer em seu logo sem comprometer reconhecimento ou prestígio. A Lacoste mostrou, mais uma vez, que é uma delas. Ao substituir temporariamente seu icônico crocodilo por uma cabra, a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Movimento de rebranding temporário mostra como marcas utilizam a flexibilidade para gerar relevância cultural e reforçar seu valor de mercado.</em></p>



<p>Poucas marcas no mundo podem arriscar mexer em seu logo sem comprometer reconhecimento ou prestígio. A Lacoste mostrou, mais uma vez, que é uma delas. Ao substituir temporariamente seu icônico crocodilo por uma cabra, a grife francesa não apenas surpreendeu o mercado, como também assinou um dos exemplos mais emblemáticos de rebranding contemporâneo, convertendo um ativo simbólico em ferramenta de diálogo intergeracional.</p>



<p>A ação homenageia o tenista Novak Djokovic e faz referência ao termo GOAT (Greatest of All Time), usado para definir o maior de todos os tempos. O tenista sérvio, que coleciona títulos e recordes, é considerado por muitos como o verdadeiro GOAT do esporte. A conexão entre o tenista e a marca extrapola o universo esportivo, reforçando a relevância cultural da Lacoste em um mercado saturado de estímulos.</p>



<p>Segundo Caroline Ferrari, que está como Diretora de Atendimento e Novos Negócios Corporativos, o reposicionamento temporário revela que o maior patrimônio da marca está em seu equity simbólico raríssimo, capaz de permitir ousadia criativa sem comprometer sua essência. “Trocar esse símbolo, ainda que por tempo limitado, é um movimento de risco calculado, e justamente por isso tão poderoso. Isso mostra a força e perenidade da marca, sendo capaz de criar novos comportamentos e públicos”, afirma.</p>



<p>A iniciativa da Lacoste, segundo Caroline, reflete uma tendência global de rebranding temporário, usada para gerar impacto, mídia espontânea e engajamento em mercados saturados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando uma marca como a Lacoste altera seu logo, ela provoca o consumidor a olhar de novo para algo que já conhece. Esse estranhamento gera curiosidade, conversa social e, principalmente, reforça a mensagem de que a marca é viva e adaptável. É um recurso de storytelling que transforma um simples logo em narrativa cultural”, explica.</p>
</blockquote>



<p>Mais do que gerar buzz, esse movimento da Lacoste exemplifica a lógica das ‘marcas líquidas’, conceito muito usado no marketing contemporâneo, que são identidades visuais que se moldam a contextos, parcerias e causas, sem perder a essência central. “É sobre reinterpretar a marca, mostrar que ela pode se conectar com outros códigos culturais e, ao mesmo tempo, despertar o desejo do consumidor por algo exclusivo, como essa coleção em homenagem ao tenista”, conclui.</p>



<p>Por Caroline Ferrari &#8211; Diretora de Atendimento e Novos Negócios Corporativos</p>


<figure class="wp-block-post-featured-image"><img decoding="async" width="1200" height="900" src="https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/LACOSTE-GOAT-FANS-5.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" style="object-fit:cover;" srcset="https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/LACOSTE-GOAT-FANS-5.webp 1200w, https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/LACOSTE-GOAT-FANS-5-300x225.webp 300w, https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/LACOSTE-GOAT-FANS-5-1024x768.webp 1024w, https://octopus.com.br/wp-content/uploads/2025/09/LACOSTE-GOAT-FANS-5-768x576.webp 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure><p>O post <a href="https://octopus.com.br/o-que-a-lacoste-prova-ao-transformar-seu-crocodilo-em-cabra/">O que a Lacoste prova ao transformar seu crocodilo em cabra</a> apareceu primeiro em <a href="https://octopus.com.br">Octopus</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A tarefa de defender a democracia é contínua</title>
		<link>https://octopus.com.br/a-tarefa-de-defender-a-democracia-e-continua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olavo Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 12:57:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disseminação de fake news e um ambiente político instável são dois exemplos ilustrativos desses fenômenos, que encontram justamente na comunicação um contraponto fundamental.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A disseminação de fake news e um ambiente político instável são dois exemplos ilustrativos desses fenômenos, que encontram justamente na comunicação um contraponto fundamental.</p>
<p>O post <a href="https://octopus.com.br/a-tarefa-de-defender-a-democracia-e-continua/">A tarefa de defender a democracia é contínua</a> apareceu primeiro em <a href="https://octopus.com.br">Octopus</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segmentação em Campanhas Digitais </title>
		<link>https://octopus.com.br/segmentacao-campanhas-digitai/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Olavo Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma boa estratégia digital conta com um bom planejamento de segmentação.&#160; Cada clique, curtida e compartilhamento conta. E, para isso, é importante construir um bom público para então gerar essas ações.&#160; E aí entra o papel de uma boa segmentação &#8211; um processo que vai além das informações demográficas. Trata-se de ir a fundo em&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Uma boa estratégia digital conta com um bom planejamento de segmentação</em></strong>.&nbsp;</p>



<p>Cada clique, curtida e compartilhamento conta. E, para isso, é importante construir um bom público para então gerar essas ações.&nbsp;</p>



<p>E aí entra o papel de uma boa segmentação &#8211; um processo que vai além das informações demográficas. Trata-se de ir a fundo em dados para descobrir insights que definem o comportamento do consumidor, suas preferências e pontos de dor. Isso é o que potencializa conteúdos e campanhas que não apenas capturam a atenção, mas também inspiram ação.</p>



<p>Não se trata de alcançar todos, trata-se de alcançar os certos. Isso independentemente do canal, seja em redes sociais, e-mail marketing ou anúncios. O objetivo é estabelecer conexões significativas ao falar diretamente às necessidades e desejos de cada um. Abordagens genéricas não são eficazes.&nbsp;</p>



<p>É sempre bom ter em mente: dados são o norte. A análise das métricas, o estudo dos padrões de engajamento e a adaptação de estratégias. Essa abordagem, orientada por dados, garante que campanhas evoluam de acordo com a mudança da audiência, o que garante crescimento de qualidade e engajamento.&nbsp;</p>



<p>O cenário digital está em constante mudança e é isso que o torna empolgante. Desde explorar algoritmos avançados de IA para segmentação refinada até a personalização em larga escala, são técnicas inovadoras que remodelam a maneira como nos conectamos com nossas audiências.&nbsp;</p>



<p>Além disso, não se pode deixar de lado as parcerias de sucesso, principalmente com outros setores para reunir insights, ter um novo ponto de vista e construir estratégias. Designers, analistas de dados, todos os profissionais do marketing contribuem para a criação de campanhas impactantes e que fazem a diferença.&nbsp;</p>



<p>Por Aglaupe Gebara</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejamento Estratégico tem tudo a ver com Branding e eu vou contar uma experiência prática</title>
		<link>https://octopus.com.br/planejamento-estrategico/</link>
					<comments>https://octopus.com.br/planejamento-estrategico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olavo Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 19:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada fiquei imerso, por dois dias, na construção do planejamento estratégico para o Sistema que representa o Cooperativismo Paulista. Isso me trouxe insights, aprendizados e muita conexão com algo que tem tudo a ver comigo: branding. “Então, senta que lá vem história” (calma, a leitura é rápida). Primeiro, uma série de encontros foi&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na semana passada fiquei imerso, por dois dias, na construção do planejamento estratégico para o Sistema que representa o Cooperativismo Paulista. Isso me trouxe insights, aprendizados e muita conexão com algo que tem tudo a ver comigo: branding.</p>



<p><em>“Então, senta que lá vem história” (calma, a leitura é rápida).</em></p>



<p>Primeiro, uma série de encontros foi realizada para o Sistema Ocesp ouvir cada um dos ramos de negócios pertencentes ao modelo cooperativista. Depois, toda a aprendizagem desses encontros foi organizada, formando um panorama mais completo do cooperativismo paulista. Me reuni, então, com representantes de todas as áreas da instituição e alguns outros parceiros estratégicos. Juntos, estabelecemos o caminho de soluções para os anseios e desafios apurados.</p>



<p>Assim foi o processo e esta é a explicação básica da coisa toda. <strong>Mas observei com olhar de branding!</strong></p>



<p>Vi áreas distintas se conectarem para resolver assuntos que, no dia a dia, nem sempre aparentam ter a ver com elas. Certamente, saíram do evento percebendo o quanto impactam no todo. Isso é Design Thinking abrindo espaço para um melhor Design de Serviços. <strong>Diferentes backgrounds, juntos, chegam a ideias novas e decisões compartilhadas.</strong></p>



<p>Como profissional de branding e marketing, claro que procurei a presença da cultura organizacional e a conexão daquilo tudo com a marca. Aí meus olhos brilharam!</p>



<p>Vi uma instituição inteira voltando a atenção de seu time para os seus valores e porquês. Crachás bem guardadinhos, restrições hierárquicas do lado de fora, respeito e diferenças entrando em cena. Permissão concedida à inovação. <strong>O propósito tomou a dianteira neste processo denso, porém, recompensador. </strong>E o mais legal é que não vi isso tudo como discurso, mas temperando as discussões e alinhamentos que construíram a jornada prática do Sistema Ocesp para os próximos anos.</p>



<p>Em resumo, nosso lance ali era compor um Planejamento Estratégico. Só que na prática, vivemos experiência e pertencimento em um processo que envolveu:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cocriação</strong>, ao ser construído em conjunto com cooperativistas de cada ramo;</li>



<li>Visão<strong> Customer Centric</strong>, ao colocarmos as cooperativas no centro das estratégias;</li>



<li>Construção de <strong>Comunidade</strong>, ao olharmos para as relações das cooperativas entre si e o Sistema Ocesp, impulsionando o ecossistema cooperativista;</li>



<li>Prática do <strong>Propósito</strong>, ao focarmos ações que, lá na ponta da linha, resultarão nas sociedades paulistas percebendo melhor o valor do cooperativismo.</li>
</ul>



<p><strong>Por mais processos participativos. Por mais movimentos que colaborem, cocriem, cooperem e coloquem pessoas acima de negócios.</strong> <strong>Por mais visões de branding no comando!</strong></p>



<p class="has-small-font-size"><strong><em>por Liu Ferrari</em></strong></p>
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		<title>Processo criativo. Do propósito à solução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olavo Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 18:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu crio.&#160; Tu crias.&#160; Eles criam.&#160; Nós criamos, de forma diferente uns dos outros. Cada um tem o processo criativo que julga ideal, seja escutando aquela música nova para buscar inspiração interna ou, como muitos criativos aqui da Octopus costumam fazer, cavucando a internet para juntar o máximo de referências possíveis e conseguir nortear, de&#8230;</p>
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<p>Eu crio.&nbsp;</p>



<p>Tu crias.&nbsp;</p>



<p>Eles criam.&nbsp;</p>



<p>Nós criamos, de forma diferente uns dos outros. Cada um tem o processo criativo que julga ideal, seja escutando aquela música nova para buscar inspiração interna ou, como muitos criativos aqui da Octopus costumam fazer, cavucando a internet para juntar o máximo de referências possíveis e conseguir nortear, de alguma forma, as ideias (eu sei que você também faz isso!).</p>



<p>Porque criatividade é isto: a nossa capacidade de desenvolver algo inovador, original… Mesmo quando recorremos às referências usuais, porque esse também é um caminho que pode levar ao pensamento disruptivo. Claro que, dentro da área de publicidade, a criatividade precisa ter um propósito. Que seja livre, mas que possua foco e que solucione desafios. E, mesmo com estas escolhas particulares, existem algumas boas práticas que podem ajudar a tornar o processo ainda mais eficaz.</p>



<p>As boas práticas podem ser resumidas em três. Pedra, fogo, ar… não, isto é o Capitão Planeta. &#8220;Atenção&#8221;, &#8220;Fuga&#8221; e &#8220;Movimento&#8221; é a resposta que buscamos. &#8220;Atenção&#8221; é quando nos deparamos com o desafio ou oportunidade. Na &#8220;Fuga&#8221; deixamos de imaginar apenas dentro de nossa realidade e procuramos abrir a mente para novas conexões. E, no “Movimento&#8221;, buscamos explorar a imaginação, gerando novas ideias e buscando desenvolver conexões inéditas.</p>



<p>Pode notar que estas três ações acontecem com certa frequência na nossa rotina, quando enfrentamos desafios e refletimos sobre eles. Paramos para pensar a respeito, e geralmente encontramos uma solução expandindo nossa consciência e pensando em outras situações. Outro exemplo é quando estamos fazendo alguma atividade física, e nossa mente se sente estimulada com a situação e acaba encontrando aquela solução que antes não havia ocorrido.</p>



<p>Sabendo que esses processos são naturais e identificando no seu dia-a-dia momentos em que eles acontecem, aumentam as chances de você conseguir desenvolver um processo criativo próprio. Que você conseguirá acionar sempre que existir a necessidade, para que encontre com maior agilidade a solução criativa que necessita.</p>



<p>Além disto, buscar aumentar repertório te ajuda a estar melhor preparado. Assista filmes de temas diversos, leia mais, assista a séries diferentes, visite exposições, troque experiências… Enfim, expanda teus horizontes. Procure realizar alguma tarefa diferente diariamente, nem que seja apenas mudar tua rota para voltar para casa ou dar play no Spotify naquele artista que você nunca ouviu falar e que a plataforma insiste em te recomendar. Faça brainstorms, este toró de ideias sempre gera caminhos novos e, a partir dele, outras pessoas complementam ideias e a criatividade acontece de forma conjunta. Se esforce em encontrar a solução, tenha ímpeto em encontrar algo novo, oferecer uma solução diferenciada. Sabe aquela máxima? &#8220;Tenha olhar de dono&#8221;, tenha mesmo… Mas dono da tua carreira, e por isto todo o esforço em oferecer soluções incríveis, mesmo para aqueles clientes menos exigentes, é importante. Permita-se surpreender, inclusive surpreender a você mesmo.</p>



<p>Bora!?</p>



<p class="has-small-font-size"><strong><em>Por Bruno Grigoleto</em></strong></p>



<p></p>
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		<title>A comunicação como ferramenta da Democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olavo Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 18:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, depois de conquistar a conta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Octopus ficou responsável por planejar, criar e levar a público as campanhas de comunicação das Eleições 2022 no Brasil. Essa tarefa já seria desafiadora o bastante em um processo eleitoral comum. Mas sua importância foi multiplicada exponencialmente graças a uma série&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No ano passado, depois de conquistar a conta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Octopus ficou responsável por planejar, criar e levar a público as campanhas de comunicação das Eleições 2022 no Brasil. Essa tarefa já seria desafiadora o bastante em um processo eleitoral comum. Mas sua importância foi multiplicada exponencialmente graças a uma série de fenômenos que se intensificaram nos últimos anos, e que vêm preocupando as democracias mundo afora – ou, no mínimo, fazendo-as levantar uma sobrancelha desconfiada. A disseminação de <em>fake news</em> e um ambiente político instável são dois exemplos ilustrativos desses fenômenos, que encontram justamente na comunicação um contraponto fundamental.</p>



<p>Esse cenário tornou bem mais complexo o trabalho que tínhamos a realizar junto à Justiça Eleitoral, mas ao mesmo tempo nos deixou ainda mais envolvidos e conscientes – para não dizer apaixonados – em relação ao nosso papel. (Impressão minha ou rola uma liberação extra de endorfina quando se trabalha em prol da democracia?)</p>



<p>Havia uma quantidade imensa de conteúdos que era preciso divulgar, não apenas incentivando os cidadãos a participarem do processo eleitoral, mas também informando e orientando a população em relação a um sem-fim de questões práticas. Por exemplo: quando e onde votar, o que era permitido ou proibido no dia da votação, a chegada das novas urnas eletrônicas, como votar em trânsito, e assim por diante.</p>



<p>Tudo isso é imprescindível ao bom andamento das eleições, mas nada disso fará sentido se as pessoas não estiverem cientes de alguns princípios básicos, que fundamentam a própria lógica da democracia representativa. Era preciso informar, mas era ainda mais importante realizar um esforço de formação: cívico, democrático, cidadão. Tudo ao mesmo tempo.</p>



<p>Na prática, o que buscamos foi aproveitar toda e qualquer oportunidade de comunicação para valorizar os alicerces da democracia, como a igualdade, a tolerância, a liberdade, o respeito à diversidade e a paz. Trabalhamos em sintonia com o cliente para adicionar, em cada campanha, conteúdos ou elementos que contribuíssem para construir um sentido de pertencimento, de responsabilidade e de respeito mútuo entre os brasileiros.</p>



<p>Nesse processo, cada decisão adquiriu uma importância redobrada. Os ganchos criativos das campanhas. Cada palavra de cada roteiro. A escolha dos <em>castings</em>, que deveriam necessariamente representar a força e a riqueza étnica e cultural do povo brasileiro. As trilhas musicais, o design de som, as cores, a fotografia, cada gesto e cada expressão dos atores e cidadãos que protagonizaram os comerciais. Nada na comunicação seria visto como um mero detalhe. Porque, afinal de contas, estávamos sempre falando em preservar algo que tem um valor transcendente e inestimável.</p>



<p>Passado o ciclo eleitoral, o que fica é um grande orgulho e uma grande felicidade em ter participado desse trabalho, que – todos sabemos – nunca estará plenamente concluído. A tarefa de defender e preservar a democracia brasileira é contínua, diária. E, para isso, cada um de nós deve usar as ferramentas que domina.</p>



<p class="has-small-font-size"><strong><em>Por Olávo Rocha</em></strong></p>



<p></p>
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		<title>Marcas poderosas produzem cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olavo Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 18:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, li uma coluna muito interessante, no Meio &#38; Mensagem, de Fiamma Zarife (Diretora Geral do Twitter Brasil), intitulada “O poder cultural das marcas”. Confesso que o tema mexe comigo desde que comecei a trabalhar com comunicação e, até por consequência, os Estudos Culturais, sobretudo os autores da Escola de Birmingham, formaram grande parte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta semana, li uma coluna muito interessante, no Meio &amp; Mensagem, de Fiamma Zarife (Diretora Geral do Twitter Brasil), intitulada “O poder cultural das marcas”.</p>



<p>Confesso que o tema mexe comigo desde que comecei a trabalhar com comunicação e, até por consequência, os Estudos Culturais, sobretudo os autores da Escola de Birmingham, formaram grande parte da base teórica dos meus trabalhos de Mestrado e Doutorado.</p>



<p>Mas juro que não vou mergulhar nas referências. Só vou deixar como sugestão a leitura de Stuart Hall. Minha ideia aqui é dar um passo adiante na conversa iniciada no texto citado e dizer que as marcas atuam também como produtoras e mediadoras culturais.</p>



<p>Obviamente, aqui estamos tratando de cultura em uma perspectiva mais ampla, partindo do entendimento de que ela se faz presente nas representações que extrapolam as formas convencionais (música, dança, literatura etc.) e que, em resumo, compõem tudo aqui que produz sentido para um grupo social.</p>



<p>Com este olhar, podemos entender que a cada vez que uma marca se comunica com a sociedade ela está “interferindo” na forma como este público compreende situações específicas (mediação) e, frequentemente, produzindo novos entendimentos para a audiência. Naturalmente, as estratégias comunicacionais das marcas são elaboradas por pessoas que também sofrem estas influências culturais em um processo de retroalimentação contínuo em que a comunicação confirma uma percepção criada, também, na comunicação.</p>



<p>Simplificando.</p>



<p>Quando a Nike, em ano de Copa do Mundo,&nbsp; adota um discurso de capacidade de superação das adversidades com alegria e criatividade como característica do brasileiro, quando ela desloca o cenário dos seus filmes para a periferia e usa trilhas sonoras em ritmo de funk, ela está incorporando uma suposta brasilidade que reafirma nos brasileiros a ideia de que somos batalhadores, alegres, criativos e que a nossa alma é periférica e representada pelo funk.</p>



<p>E o resultado é: a gente se identifica porque sente estes valores. Existe uma conexão emocional muito forte neste processo de assimilação das mensagens.</p>



<p>E, antes que pareça uma crítica generalizada, eu preciso dizer que acho muito bom quando as marcas ajudam a produzir entendimentos trazendo discussões que são importantes para a sociedade. Poderia citar toda a trajetória de Dove com a valorização da beleza real, as maravilhosas campanhas da Avon que empoderam a mulher preta da periferia, o Boticário que valoriza as múltiplas formas de famílias e assim vai.</p>



<p>Quando estas discussões se colocam na sociedade com o apoio de vozes poderosas como as marcas, elas acabam por transformar a própria sociedade.</p>



<p>É claro que o resultado importa, e a coluna do Meio &amp; Mensagem (que você pode ler <a href="http://www.meioemensagem.com.br/opiniao/o-poder-cultural-das-marcas">aqui</a>) trata também disso. Mas este resultado, conforme é apontado, tem direta relação com a percepção que as pessoas têm da marca enquanto agente que reflete os seus interesses. As grandes marcas sabem disso e apostam alto para mostrar que estão do lado certo da história em todos os temas socialmente relevantes.</p>



<p>A reflexão que eu deixo é: será que uma marca precisa ser gigante para isso? Ou todas deveriam se preocupar em produzir impactos socioculturais em suas comunidades, ganhando poder de conexão com a sociedade?</p>



<p>O que eu acho? A resposta está lá no título.</p>



<p class="has-small-font-size"><strong><em>Por Fábio Eloi</em></strong></p>
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