<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 06:45:22 +0000</lastBuildDate><category>VIDEO DA SEMANA</category><category>CHARGE DA SEMANA</category><category>Livros</category><category>AUDIO DA SEMANA</category><category>Artigos</category><category>Revistas</category><category>Homenagens</category><category>Revistas Estetica</category><category>Podcast</category><category>ODONTO-FCRS na NET</category><category>REVISTAS ORTODONTIA</category><category>PL 3.734/2008</category><category>Congressos</category><category>Encontros e etc</category><category>Jornadas</category><category>SELOS e PREMIOS</category><category>CD</category><title>:::::ØÐØN†Ø-F©®§:::::</title><description>por MARCELO BARREIRA</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>521</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-7071375532194388084</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-03T15:52:33.017-03:00</atom:updated><title>Material derivado do cimento é usado em canal dentário</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoCa_N-hsou_Lamksw_0-4BPHuH-XCNtaS9Qq5tsTDNkLhO8oREGYzn_kF0oEYFnn7GR69MhoGURR4JXpIt8fDadmegg-2m9CcLGDYN9KUZpM8SNmBhqQT2e1JTykZLOr_tWiufU8RI8GD/s1600/endobinder.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoCa_N-hsou_Lamksw_0-4BPHuH-XCNtaS9Qq5tsTDNkLhO8oREGYzn_kF0oEYFnn7GR69MhoGURR4JXpIt8fDadmegg-2m9CcLGDYN9KUZpM8SNmBhqQT2e1JTykZLOr_tWiufU8RI8GD/s640/endobinder.jpg&quot; width=&quot;384&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um produto derivado do cimento usado na construção civil mostrou-se   eficiente em área bem mais delicada: o tratamento de canal dentário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os resultados iniciais mostram que ele é mais resistente, mais  barato,  causa menos inflamação e mancha menos o dente do que o produto   disponível no mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A pesquisa, coordenada pela USP de Ribeirão Preto, foi publicada na revista &quot;Journal of Endodontics&quot;.&lt;br /&gt;
Os pesquisadores testaram o EndoBinder, material desenvolvido e   patenteado pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), que já   mostrou potencial como adesivo para ossos fraturados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O produto, que está licenciado para uma empresa privada, ainda  aguarda  aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para  estar no  mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No primeiro teste, as amostras foram submetidas a compressão. Depois,  o  produto e o similar foram aplicados no dorso de ratos, região com   tecidos semelhantes aos dos nervos dos dentes humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Constatamos que o EndoBinder produziu menos inflamação&quot;, disse a   professora Fernanda de Carvalho Panzeri Pires de Souza, coordenadora da   pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O produto foi aplicado também em dentes de porcos, cujo efeito ainda   está sendo analisado, para então ser utilizado em pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há também o aspecto estético. Os dois materiais foram aplicados no   interior de dentes bovinos, utilizados em estudos pela semelhança com o   de humanos. O produto comercial deixou mais manchas acinzentadas do que  o  material testado no estudo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A diferença também se vê no bolso: um grama do selante comercial é vendido por R$ 250. O novo produto pode custar até 50% menos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo Victor Pandolfelli, um dos inventores do EndoBinder, o  produto  tem princípio ativo similar ao do cimento convencional, mas  grau de  pureza compatível com o organismo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Folha S. Paulo &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/07/material-derivado-do-cimento-e-usado-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoCa_N-hsou_Lamksw_0-4BPHuH-XCNtaS9Qq5tsTDNkLhO8oREGYzn_kF0oEYFnn7GR69MhoGURR4JXpIt8fDadmegg-2m9CcLGDYN9KUZpM8SNmBhqQT2e1JTykZLOr_tWiufU8RI8GD/s72-c/endobinder.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-7431123168765449111</guid><pubDate>Fri, 24 Jun 2011 14:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-24T11:15:06.266-03:00</atom:updated><title>Medição de dentes superiores auxilia na identificação de ossadas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij05zAmljbO4OgUPqIzT_325c9n9NANlycT1Ql_6-ezDOYbbEid_aQdPHs2Sms3HxJp2XxDFiLlS696qffz9E8XqA9zEoathtVHhMATlhH4ltzb7lcwIsyILgZV1V7o9h9Q-IL0JhBAcgI/s1600/pesquisa.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij05zAmljbO4OgUPqIzT_325c9n9NANlycT1Ql_6-ezDOYbbEid_aQdPHs2Sms3HxJp2XxDFiLlS696qffz9E8XqA9zEoathtVHhMATlhH4ltzb7lcwIsyILgZV1V7o9h9Q-IL0JhBAcgI/s1600/pesquisa.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;textos&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estimar a estatura humana a partir da medição de  dentes superiores em ossadas já é possível com estudo conduzido na  Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), pela cirurgiã-dentista  Laíse Nascimento Correia Lima. Na verdade, Laíse testou um novo  denominador no índice de Carrea, recurso já utilizado para este fim com  eficiência, só que como base é feito a partir das medidas da arcada  dentária inferior, cujas características são diferenciadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;textos&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Em casos nos quais a mandíbula é acometida por um  trauma, uma patologia ou outras situações, o uso da técnica torna-se  inviável. Por isso, a iniciativa de se ampliar a utilização do índice de  Carrea no intuito de aumentar as chances de identificação de ossadas  quando apenas o crânio é encontrado, pois toda e qualquer informação  extraída é de fundamental importância para a resolução do caso”, explica  a cirurgiã-dentista, cuja orientação do trabalho foi do professor  Eduardo Daruge Junior.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;textos&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A cirurgiã-dentista destaca que existem inúmeros  métodos para estimar a estatura por meio dos ossos longos, mas a grande  maioria é antiga, sem contar que não há dados nacionais. A inovação do  trabalho está justamente em tentar mensurar a estatura por meio dos  dentes. “Trata-se de um assunto inovador e pouquíssimo estudado e  referenciado”, argumenta.&lt;br /&gt;
Os testes foram feitos em 378 modelos de  gesso, com idades entre 18 e 30 anos. Dos modelos analisados, 189 eram  correspondentes a elementos dentários superiores e, outros 189 aos  inferiores, todos eles pertencentes aos alunos do curso de Odontologia  da Universidade Federal da Paraíba.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;textos&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um novo denominador para o índice Carrea foi  descoberto depois da&amp;nbsp;cirurgiã&amp;nbsp;estimar a estatura dos modelos a partir da  mensuração dos incisivos central, lateral e canino dos arcos tanto  superior, como inferior. A partir daí, foram muitas fórmulas matemáticas  até se conseguir um denominador apropriado que permitisse chegar aos  valores de referência adequados às medidas dos dentes superiores. Os  valores obtidos com o novo índice foram comparados à estatura real  previamente mensurada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo Laíse, os números de acertos foram  satisfatórios, ainda que seja necessário realizar outros estudos na  área. De qualquer modo, ela acredita ser um importante subsídio de  estudo para a odontologia legal, pois existem inúmeras ossadas nos  diversos IMLs do país que não são identificadas. “É necessário extrair  dessas ossadas todas as informações possíveis para reconstruir o perfil  biológico do indivíduo em questão e assim poder prosseguir com trâmites  legais da documentação pós-morte”, relata.&lt;br /&gt;
A pesquisadora lembra que devido à falta de  infraestrutura do sistema pericial brasileiro há uma demanda para que se  realizem técnicas mais simples e de baixo custo, mas que sejam  precisas. Um próximo passo do estudo, explica Laíse, será encontrar uma  fórmula diferenciada para os diferentes tipos de arcos dentais –  normais, apinhados e com diastema –, modelos que estão presentes na  população de forma geral, mas que possuem medidas específicas para cada  tipo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;Foram feitos testes em 378 modelos de gesso por Laise Nascimento C. Lima, autora do trabalho. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Jornal da Unicamp&amp;nbsp;    &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/06/medicao-de-dentes-superiores-auxilia-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij05zAmljbO4OgUPqIzT_325c9n9NANlycT1Ql_6-ezDOYbbEid_aQdPHs2Sms3HxJp2XxDFiLlS696qffz9E8XqA9zEoathtVHhMATlhH4ltzb7lcwIsyILgZV1V7o9h9Q-IL0JhBAcgI/s72-c/pesquisa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-7374623766973312214</guid><pubDate>Fri, 24 Jun 2011 14:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-24T11:11:08.797-03:00</atom:updated><title>Escudo contra a superinfecção</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0LPTvh3b3UtM1slgAqotitZg1bswNZMsRndOj4OAFRZO6j8r7H4FQ-nuDWmG_j7r8jSuUcPEfHRQqO5xBSIgesAA_3L17I4NbxuLu43otNH2W7X0Gy5g152iz38IOaqyCq4koHZhOsSEI/s1600/malaria.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;247&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0LPTvh3b3UtM1slgAqotitZg1bswNZMsRndOj4OAFRZO6j8r7H4FQ-nuDWmG_j7r8jSuUcPEfHRQqO5xBSIgesAA_3L17I4NbxuLu43otNH2W7X0Gy5g152iz38IOaqyCq4koHZhOsSEI/s320/malaria.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em áreas endêmicas de malária é comum que as pessoas sejam picadas  diversas vezes pelo mosquito que transmite a doença. Mas, graças à  restrição de ferro causada no fígado do hospedeiro, a própria infecção  pelo parasita da malária previne a ocorrência de uma segunda infecção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A conclusão é de um estudo realizado por um grupo internacional de  cientistas, com participação brasileira. Os resultados do trabalho foram  publicados em maio na revista &lt;em&gt;Nature Medicine&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com os autores, o estudo poderá ter impacto nas políticas  mundiais de saúde que indicam suplementação de ferro para crianças  anêmicas. Em áreas endêmicas para malária, a administração de ferro pode  ocasionar, segundo o estudo, superinfecções.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O trabalho foi realizado no Instituto de Medicina Molecular (IMM), em  Lisboa (Portugal), com participação de cientistas da Universidade de  Oxford (Reino Unido). A pesquisa foi coordenada por Maria Mota, diretora  da Unidade de Malária do IMM, e teve colaboração de Sabrina Epiphanio,  do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal de São  Paulo (Unifesp).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Epiphanio colaborou com o estudo durante seu pós-doutorado, realizado  entre 2005 e 2008 no laboratório de Mota no IMM. A primeira autora do  estudo, Silvia Portugal – atualmente pesquisadora do National Institutes  of Health (NIH), nos Estados Unidos, trabalhou por três meses no  laboratório de Epiphanio, na Unifesp, como pesquisadora visitante.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Atualmente a cientista brasileira realiza na Unifesp uma&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-jovens-pesquisadores/6610/identificacao-caracterizacao-sindrome-respiratoria-aguda&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;pesquisa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;sobre  síndrome respiratória associada à malária, com apoio da FAPESP por meio  do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com Epiphanio, que trabalha há nove anos com temas  relacionados à malária, o trabalho publicado pelo grupo internacional é  um dos raros que aborda simultaneamente as fases hepática e sanguínea da  malária, simulando a situação de uma área endêmica na qual as vítimas  podem ser picadas diversas vezes pelos insetos transmissores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Utilizamos modelos de camundongos infectados pela malária já na fase  sanguínea e os infectamos pela segunda vez com a fase hepática. Quando  medimos a infecção no fígado dos animais, observamos que a resposta da  segunda infecção era muito mais baixa do que a primeira. Isso talvez  explique por que nem todos que contraem a doença em áreas endêmicas vão a  óbito”, disse à&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Agência FAPESP&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O próprio sistema funciona como um mecanismo de controle. Se a  resposta da segunda infecção fosse tão intensa como a primeira, o  hospedeiro teria uma superinfecção, desenvolvendo uma forma mais severa  da doença, como uma malária cerebral, uma anemia severa, ou uma síndrome  respiratória. Nesses casos, o índice de mortalidade é muito mais alto e  a reversão do quadro clínico se torna muito difícil.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Nossa primeira suspeita foi que a proteção proporcionada pela  segunda infecção estaria relacionada a uma resposta do sistema imune.  Mas realizamos uma série de experimentos com insetos deficientes para  linfóticos e verificamos que isso não afetava o fenótipo:  independentemente da resposta imunológica, o impacto da segunda infecção  era sempre menor”, disse a pesquisadora.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Suplementação de ferro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a hipótese da resposta imunológica descartada, o grupo prosseguiu  com os testes e descobriu que a proteção produzida pela segunda  infecção estava relacionada ao aumento da hepcidina – um hormônio  produzido pelo fígado que se encarrega de redistribuir pelo resto  do&amp;nbsp;organismo a quantidade de ferro presente no órgão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“O parasita precisa do ferro para se desenvolver e, com a primeira  infecção, retira o ferro da circulação sanguínea, diminuindo também sua  abundância no fígado. Na segunda infecção, o fígado tem pouco ferro  disponível e o parasita não consegue se multiplicar, evitando a  superinfecção”, explicou Sabrina Epiphanio.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O trabalho mostrou que, quanto mais células eram infectadas na  circulação, mais aumenta a concentração de hepcidina, que se encarrega  de retirar ferro da circulação, tornando as células hepáticas carentes  em ferro e impedindo a superinfecção.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Quando utilizamos drogas que bloqueavam a produção da hepcidina – tanto&amp;nbsp;&lt;em&gt;in vivo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;como&amp;nbsp;&lt;em&gt;in vitro&lt;/em&gt;–,  o fenótipo era revertido, isto é, os níveis de ferro se mantinham e a  segunda infecção se tornava tão severa como a primeira”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A principal contribuição do trabalho, segundo Epiphanio, poderá ser o  seu impacto nas políticas públicas mundiais de suplementação de ferro  em áreas onde há grande incidência de anemia. Em muitos casos, essas  áreas coincidem com as zonas endêmicas de malária.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“A administração de ferro em crianças anêmicas nessas regiões pode  contribuir para a incidência de superinfecção de malária nas áreas  endêmicas. A literatura registra que em Zanzibar, na África, programas  de prevenção da anemia que contavam com a suplementação de ferro foram  seguidos de aumento dos índices de malária”, disse Epiphanio.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Agência Fapesp&lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/06/escudo-contra-superinfeccao.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0LPTvh3b3UtM1slgAqotitZg1bswNZMsRndOj4OAFRZO6j8r7H4FQ-nuDWmG_j7r8jSuUcPEfHRQqO5xBSIgesAA_3L17I4NbxuLu43otNH2W7X0Gy5g152iz38IOaqyCq4koHZhOsSEI/s72-c/malaria.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-420076549643545327</guid><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 19:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-19T16:05:02.337-03:00</atom:updated><title>Calor excessivo nas paredes ósseas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2SypnpL5dRYIb0kv5pWt7VHr2ZWBeYeFw_DJCRv5djR8PZwz0YRyqRoBFHwmzFTkBRlkeQ6pPs2FySvHf_JcI9lzp-8JCsFM5e3-kpgXNVnSPnzPVROVq9b9dfzlAhRDkCabeeyavx_w5/s1600/implante-dental.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;295&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2SypnpL5dRYIb0kv5pWt7VHr2ZWBeYeFw_DJCRv5djR8PZwz0YRyqRoBFHwmzFTkBRlkeQ6pPs2FySvHf_JcI9lzp-8JCsFM5e3-kpgXNVnSPnzPVROVq9b9dfzlAhRDkCabeeyavx_w5/s320/implante-dental.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Revista Dental Press de Periodontia e Implantologia - volume 5 número 2&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Abril/maio/junho de 2011. Pg. 22&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Explicações e Aplicações: &quot;Calor excessivo nas paredes ósseas: a osseointegração não ocorre&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;Autor: Alberto Consolar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Leia um trecho:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;Em muitas situações questiona-se:  Por que depois de algumas semanas da colocação de um implante dentário,  ao manipulá-lo para testar a sua fixação decorrente da osseointegração, o  mesmo sai facilmente e revela-se “solto”, sem qualquer ligação com o  leito cirúrgico onde foi colocado? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;No presente trabalho procurou-se  explicar como o calor excessivo gerado pelos instrumentos rotatórios —  utilizados inadequadamente na hora da confecção do loja óssea cirúrgica  que irá receber o implante — pode ser a causa desse insucesso clínico.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os conceitos de necrose e apoptose&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;A viabilidade de uma célula está na &lt;/em&gt;&lt;em&gt;é possível de ser visualizado morfologicamente1,2,3.  Quando a morte celular for detectada na microscopia óptica, a sua  ocorrência se deu em períodos anteriores, pois inicialmente as lesões  são bioquímicas ou moleculares. A morte celular ocorre no organismo vivo  de d&lt;/em&gt;&lt;em&gt;dependência da manutenção  de suas quatro funções vitais: a respiração; a síntese proteica,  estrutural e enzimática; o equilíbrio osmótico nas membranas; e a  reprodução.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;A morte celular representa a parada definitiva de uma ou mais  funções vitais; mas, em seus estágios iniciais, esse comprometimento  celular nem sempre &lt;/em&gt;&lt;em&gt;uas formas bem distintas: necrose e apoptose. Quando a morte  celular ocorre em organismo sem vida, tem-se a morte somática.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Consideração final &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Nas lojas  ósseas cirúrgicas, a qualidade de suas paredes está relacionada com a  desobstrução dos espaços medulares expostos aos cortes dos instrumentos  com ampla exposição do tecido medular e do endósteo. As janelas entre as  trabéculas expostas diretamente na loja cirúrgica permitem que células  jovens e indiferenciadas proliferem e migrem em direção ao coágulo, para  colonizar e sintetizar a matriz extracelular óssea no contexto do  tecido de granulação. Quando na interface implante-osso esse processo  resulta na síntese de osso sobre a superfície, implica em dizer que  houve a osseointegração. O calor excessivo de instrumentos rotatórios  nas margens cirúrgicas pode promover uma faixa de tecido com necrose por  coagulação, com fechamento das janelas do trabeculado ósseo, impedindo,  como uma barreira física, que ocorra a migração de células para o  coágulo sanguíneo, a formação de tecido de granulação e a  osseointegração. À menor manipulação, esse implante, depois de alguns  dias ou semanas, pode se soltar nas mãos do operador, indicando falha na  osseointegração. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dentalpress.com.br/revista/home.php?cat=49&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conheça&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;mais sobre a Revista Dental Press de Periodontia e Implantologia e&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.dentalcompras.com.br/revistas/assinaturas/perioimplanteassinatura.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;assine&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;aqui também!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Revista Dental Press de Periodontia e Implantologia    &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/06/calor-excessivo-nas-paredes-osseas.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2SypnpL5dRYIb0kv5pWt7VHr2ZWBeYeFw_DJCRv5djR8PZwz0YRyqRoBFHwmzFTkBRlkeQ6pPs2FySvHf_JcI9lzp-8JCsFM5e3-kpgXNVnSPnzPVROVq9b9dfzlAhRDkCabeeyavx_w5/s72-c/implante-dental.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-5123789700027390714</guid><pubDate>Sat, 11 Jun 2011 17:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-11T14:45:28.532-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Podcast</category><title>PODCAST - &quot;A vida é feita de escolhas&quot; - Pe. Fábio de Melo</title><description>&lt;object classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0&quot; width=&quot;303&quot; height=&quot;54&quot; id=&quot;PodPlayerCN&quot;&gt;&lt;param name=&quot;flashVars&quot; value=&quot;podcast=3405&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://podcast.cancaonova.com/cn_player.swf?5904&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;embed src=&quot;http://podcast.cancaonova.com/cn_player.swf?2424&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; name=&quot;PodPlayerCN&quot; width=&quot;303&quot; height=&quot;54&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; flashVars=&quot;podcast=3405&quot;/&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/06/podcast-vida-e-feita-de-escolhas-pe.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-8440007918642114496</guid><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 16:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-10T13:10:20.388-03:00</atom:updated><title>Prevenção de cárie com uso de laser é mais duradoura</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiUsvTrtj0kn0sLIF2xgfExfJPaNR93IAO133aMItAPas_UMlGyn_0XGyGgykDnuhykQ5udgGSusuvjUDniexQGj0nie5u4odvJGV2hCjlFO7pxHiV5EKoxNRSq_rkaA1wLv8VmEDgGatt/s1600/crian%25C3%25A7a+sorrindo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiUsvTrtj0kn0sLIF2xgfExfJPaNR93IAO133aMItAPas_UMlGyn_0XGyGgykDnuhykQ5udgGSusuvjUDniexQGj0nie5u4odvJGV2hCjlFO7pxHiV5EKoxNRSq_rkaA1wLv8VmEDgGatt/s320/crian%25C3%25A7a+sorrindo.jpg&quot; width=&quot;249&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Desde 1994, uma equipe de pesquisadores desenvolve protótipos  de laser para aplicação na área de Dentística, obtendo resultados  inéditos no mundo. O projeto é coordenado pela bolsista de produtividade  em pesquisa do CNPq e pesquisadora do Instituto de Pesquisas  Energéticas e Nucleares (IPEN), Denise Maria Zezell.&lt;br /&gt;
Os primeiros  trabalhos in vitro mostraram a habilidade do protótipo para remover a  cárie. O esmalte dental irradiado, dentro da cavidade ablacionada a  laser, passava a ter propriedades diferentes. Esse foi o início do  projeto que vem investigando os efeitos potenciais de vários  comprimentos de onda na prevenção da cárie a laser. &lt;br /&gt;
Crianças e  adolescentes tratados por um ano com o laser associado à aplicação de  flúor, tiveram uma redução 40% maior na incidência da cárie, do que a  obtida apenas com a aplicação do flúor. O estudo é feito de forma  multidisciplinar, com uma equipe composta por Físicos,  Cirurgiões-Dentistas e Engenheiros de diferentes especialidades. Uma das  razões físicas pelas quais a irradiação a laser associada ao flúor  inibe a progressão da cárie radicular é o aumento do diâmetro dos  cristais de hidroxiapatita, que compõe o esmalte e dentina, após o  procedimento.&lt;br /&gt;
O tratamento só com o flúor atinge em média 21% de  prevenção de cáries com o uso de flúor gel, comparado a placebo aplicado  em crianças que estavam expostas a outras fontes da substância de forma  cotidiana, como água fluoretada, sal fluoretado ou creme dental com  flúor. Nos estudos a associação da irradiação laser com aplicação de  flúoreto resultou num total de 60,2% de prevenção. O único estudo  clínico sobre o assunto, publicado pelo grupo, sugere a necessidade de  repetir o tratamento a cada ano para manter os efeitos.&lt;br /&gt;
Se tudo  der certo, a novidade poderá ser incorporada pelo Sistema Único de Saúde  (SUS). O tratamento não requer anestesia e é relativamente rápido,  indicando um potencial de atendimento em larga escala. Além disso,  deve-se levar em consideração que a irradiação laser promove efeitos  mais duradouros do que a aplicação tópica de flúor isoladamente, o que  leva à menor necessidade de consultas periodicas preventivas. Se houver  uma política de inclusão de alta tecnologia em postos de atendimento do  SUS, o custo do equipamento poderá ser rapidamente compensado.&lt;br /&gt;
Atualmente  um laser comercial de neodímio para Odontologia custa aproximadamente  US$ 25 mil. Considerando que o tratamento também propicia uma maior  retenção de flúor no elemento dental, acredita-se que o investimento no  equipamento seja diluído, sobretudo quando utilizado em larga escala. O  Brasil possui várias empresas com potencial para fabricar lasers de alta  potência na área médica e odontológica, em sua maioria, pertencentes a  grupos de pesquisa como o próprio Centro de Lasers e Aplicações do IPEN e  os Institutos de Física da Unicamp e da USP de São Carlos, entre  outras.&lt;br /&gt;
Inicialmente o projeto obteve financiamento para o  desenvolver o protótipo do laser da então Secretaria de Ciência,  Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do estado de São Paulo. A partir  de 2000, participa de um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão da  FAPESP, o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica, coordenado pela  UNICAMP. De 2005 a 2008 integrou os Institutos do Milênios, do CNPq, o  Instituto de Óptica Não Linear, Fotônica e Bio-Fotônica. Atualmente  pertence ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Fotônica  (INFO), do CNPq, coordenado pela UFPE. Além de bolsas do CNPq, Capes e  FAPESP.&lt;br /&gt;
Também participaram do projeto pesquisadores da Faculdade  de Odontologia da Universidade de São Paulo (FOUSP), Faculdade de  Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP),  Universidade Federal do ABC (UFABC), Faculdade de Odontologia de  Piracicaba (FOP/Unicamp), além de outros integrantes do IPEN.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Portal APCD</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/06/prevencao-de-carie-com-uso-de-laser-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiUsvTrtj0kn0sLIF2xgfExfJPaNR93IAO133aMItAPas_UMlGyn_0XGyGgykDnuhykQ5udgGSusuvjUDniexQGj0nie5u4odvJGV2hCjlFO7pxHiV5EKoxNRSq_rkaA1wLv8VmEDgGatt/s72-c/crian%25C3%25A7a+sorrindo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-5639716621826898801</guid><pubDate>Thu, 26 May 2011 23:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-26T20:26:03.062-03:00</atom:updated><title>Câncer de boca causado por sexo oral avança no Brasil</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Em uma década, dispararam no país os casos de câncer de boca e  orofaringe relacionados à infecção por HPV (papilomavírus humano),  transmitidos por sexo oral. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; O índice de tumores provocados pelo vírus é três vezes superior ao  registrado no fim da década de 1990. Não há um aumento do número total  de casos, mas sim uma mudança no perfil da doença. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Antes, cânceres de boca e da orofaringe (região atrás da língua, o  palato e as amígdalas) afetavam homens acima de 50 anos, tabagistas e/ou  alcoólatras. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Hoje, atingem os mais jovens (entre 30 e 45 anos), que não fumam e nem bebem em excesso, mas praticam sexo oral desprotegido. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Uma recente análise publicada no periódico &quot;International Journal of  Epidemiology&quot; mostra que, quanto maior o número de parceiras com as  quais pratica sexo oral e quanto mais precoce for o início da vida  sexual, mais risco o homem terá de desenvolver câncer causado pelo HPV. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;b&gt;MAIS CASOS&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; No Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, 80% dos tumores de orofaringe  têm associação com o papilomavírus. Há dez anos, essa associação existia  em 25% dos casos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; O HPV já está presente em 32% dos tumores de boca em pacientes abaixo  dos 45 anos &quot;&quot;antes, o índice era de 5%. Por ano, o hospital atende 160  casos desses tumores. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &quot;O aumento dos tumores por HPV é real, e não porque houve melhora do  diagnóstico. Os casos relacionados ao tabaco vêm caindo, mas o HPV está  ocupando o lugar&quot;, diz o cirurgião Luiz Paulo Kowalski, do A.C. Camargo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; No Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de  Oliveira), 60% dos 96 casos de câncer de orofaringe atendidos em 2010  tinham relação com o HPV. As mulheres respondem por 20% dos casos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &quot;Começa-se a notar um maior número de mulheres com esse câncer, por  causa do sexo oral desprotegido&quot;, diz o oncologista Gilberto de Castro  Júnior, do Icesp. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; No Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista, casos ligados  ao HPV respondem por 30% dos cânceres da orofaringe, um aumento de 50%  em relação à década passada, segundo o cirurgião André Lopes Carvalho. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &quot;A maioria dos nossos pacientes tem o perfil clássico, de homens mais  velhos que bebem e fumam. Mas estamos percebendo uma virada.&quot; O Inca  (Instituto Nacional de Câncer) desenvolve seu primeiro estudo sobre o  impacto do HPV nos tumores orais. Segundo o cirurgião Fernando Dias,  coordenador da área de cabeça e pescoço do instituto, o HPV de subtipo  16 é o que mais provoca câncer da orofaringe. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &quot;O HPV está criando um novo grupo de pacientes. Por isso, é preciso  reforçar a necessidade de fazer sexo oral com preservativo.&quot; O Inca  estima que, por ano, o país registre 14 mil novos casos de câncer de  boca. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Segundo os especialistas, a boa notícia é que os tumores de orofaringe  relacionados ao HPV têm um melhor prognóstico em relação àqueles  provocados pelo fumo.&lt;br /&gt;
Paulo Kowalski afirma que eles respondem melhor à quimioterapia e à  radioterapia e, muitas vezes, não há necessidade de cirurgia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;b&gt;VACINA&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; A vacina contra o HPV não é aprovada para homens no Brasil. Nos EUA,  onde foi liberada, a imunização masculina não protege contra o HPV 16, o  tipo que mais causa câncer de boca e de orofaringe. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; No Brasil, só mulheres entre 9 e 26 anos têm indicação para a vacina  contra quatro tipos de HPV, entre eles o 16. Mas a imunização só existe  na rede privada, ao custo médio de R$ 900.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvAIM40iVsSUtiSBKGjHO-7OayN0KlgfwbYSIFbDhxMscq9wzgmKHwj697OSoP0vfn4IZwI0ot0nr2LMm3Lruw7Zp0psgYWFqBhVwXCxJDMzGzVRJoaOBX3Hi4lL_wLt59uo256kdQJCjT/s1600/c%25C3%25A2ncer+de+boca+associado+ao+hpv.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvAIM40iVsSUtiSBKGjHO-7OayN0KlgfwbYSIFbDhxMscq9wzgmKHwj697OSoP0vfn4IZwI0ot0nr2LMm3Lruw7Zp0psgYWFqBhVwXCxJDMzGzVRJoaOBX3Hi4lL_wLt59uo256kdQJCjT/s1600/c%25C3%25A2ncer+de+boca+associado+ao+hpv.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: Folha.com</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/05/cancer-de-boca-causado-por-sexo-oral.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvAIM40iVsSUtiSBKGjHO-7OayN0KlgfwbYSIFbDhxMscq9wzgmKHwj697OSoP0vfn4IZwI0ot0nr2LMm3Lruw7Zp0psgYWFqBhVwXCxJDMzGzVRJoaOBX3Hi4lL_wLt59uo256kdQJCjT/s72-c/c%25C3%25A2ncer+de+boca+associado+ao+hpv.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-2215596398774394409</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 22:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-05T19:41:24.355-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">AUDIO DA SEMANA</category><title>ÁUDIO DA SEMANA - Max Gehringer - &#39;Devo relatar o comportamento antiético de colegas após pedir demissão?&#39;</title><description>&lt;iframe src=&#39;http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2011/colunas/max_110427&amp;OAS_sitepage=cbn/comentarios/maxgehringer&#39; width=&#39;475&#39; height=&#39;193&#39; marginheight=&#39;0&#39; marginwidth=&#39;0&#39; frameborder=&#39;0&#39; scrolling=&#39;no&#39; bgcolor=&#39;#CCCCCC&#39;/&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/05/audio-da-semana-max-gehringer-devo.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-2263481228350022560</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 22:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-05T19:38:33.837-03:00</atom:updated><title>O tártaro nos dentes dos neandertais</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNwmzYoSWdr7MLjXxSqzUyr2oRwct73Ja6dLejfqESefDGVtexmiZzJ6-Dq4ROJ5fpSBYc_ucT5-0qgNZKAIdl7_KDHMloI5MEPOYrZiJh5JzNWvx3qCc4FcFSsVrg6m6IIUh4MZrLrwcu/s1600/neandertal.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNwmzYoSWdr7MLjXxSqzUyr2oRwct73Ja6dLejfqESefDGVtexmiZzJ6-Dq4ROJ5fpSBYc_ucT5-0qgNZKAIdl7_KDHMloI5MEPOYrZiJh5JzNWvx3qCc4FcFSsVrg6m6IIUh4MZrLrwcu/s320/neandertal.jpg&quot; width=&quot;236&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muitas criancas, assim como os extintos homens de Neanderthal, não  gostam de escovar os dentes. Enquanto nos desesperamos com o acúmulo de  tártaro (cálculo dental) nos dentes de nossos filhos, cientistas se  deliciam com a falta de higiene bucal dos neandertais. Analisando os  depósitos de tártaro nos dentes fossilizados, eles descartaram uma das  possíveis razões para sua extinção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O homem de Neanderthal (Homo neanderthalensis) foi um parente  distante do Homo sapiens que surgiu na Europa e na Ásia aproximadamente  500 mil anos atrás. Eles habitavam esses continentes até 30 mil anos  atrás.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sua extinção coincidiu com a expansão de nossa espécie, que, vindo da  África, se espalhou pela Europa e Ásia. As razões da extinção ainda não  estão claras. Muitos acreditam que foram mortos por nossos ancestrais.  Hoje sabemos que sua relação com nossos ancestrais foi íntima. Os 2% de  genes de origem neandertal que sobrevivem em nosso genoma demonstram  que, além de brigas, houve cruzamento entre as espécies.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma das teorias para a extinção dos neandertais é de que eles somente  se alimentavam da carne de grandes animais e tiveram dificuldade de  competir com o Homo sapiens, que, mesmo antes de desenvolver a  agricultura, já incluía vegetais na sua dieta. Restos de vegetais foram  encontrados juntos aos ossos de neandertais, mas como saber se eles  faziam parte da dieta? Foi aí que três pesquisadoras tiveram a ideia de  examinar o tártaro acumulado nos dentes. É bem conhecido que o tártaro,  que se forma pelo acúmulo de sais de cálcio na superfície dos dentes,  pode conter restos de comida preservados no seu interior.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foram analisados sete dentes, três deles coletados na caverna de  Shanidar, nas montanhas Zagros, no atual Iraque, e quatro coletados na  caverna de Spy, em Jemeppe-sur-Sambre, na atual Bélgica. A caverna no  Iraque foi escavada entre 1952 e 1957 e os dentes são de aproximadamente  50 mil anos atrás. Na Bélgica, os esqueletos de neandertais foram  descobertos em 1885 e os dentes datam de aproximadamente 34 mil anos  atrás. O tártaro foi removido com uma cureta, semelhante à que os  dentistas limpam nossos dentes, e o pó resultante, examinado em um  microscópio. Entre os cristais inorgânicos foi possível encontrar grãos  de amido fossilizados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esses grãos são arredondados e sua forma e tamanho, típicos de cada  planta. Da mesma maneira que podemos separar grãos de milho, arroz, soja  e centeio, é possível identificar a origem das pequenas partículas de  amido no microscópio. Essas partículas, que medem por volta de 10  micrômetros, foram separadas por tipo e classificadas, comparando sua  forma com grãos de amido coletados de plantas que existem hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No total, foram isoladas 93 partículas de amido do tártaro dos dentes  coletados no Iraque e 136 partículas dos dentes belgas. Foram  identificados grãos de amido provenientes de coquinhos de palmeiras, de  diversos legumes e de gramíneas, indicando que em ambas as regiões os  neandertais se alimentavam de diversos vegetais. Mas o mais interessante  é que muitos desses grãos de amido apresentavam uma forma típica dos  grãos de amido quando eles são cozidos, o que sugere que parte desses  vegetais era consumida após ser cozida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tudo isso sugere que os neandertais já se alimentavam de vegetais,  possuíam uma dieta variada e haviam desenvolvido os rudimentos da  culinária. Essa descoberta vai contra a teoria de que eles somente se  alimentavam de grandes animais e a diminuição do número desses animais  talvez estivesse relacionada à sua extinção.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Estadão     &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/05/o-tartaro-nos-dentes-dos-neandertais.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNwmzYoSWdr7MLjXxSqzUyr2oRwct73Ja6dLejfqESefDGVtexmiZzJ6-Dq4ROJ5fpSBYc_ucT5-0qgNZKAIdl7_KDHMloI5MEPOYrZiJh5JzNWvx3qCc4FcFSsVrg6m6IIUh4MZrLrwcu/s72-c/neandertal.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-711450767247102264</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 22:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-05T19:35:46.671-03:00</atom:updated><title>Cientistas brasileiros fazem cópia fiel de dente humano</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq0L2gXL24MjAImQ4SqhDOCJSqvDLBJUhofJaRR3PJVHXrqfx5VNLumI1SKM4sTFUPiztK0PqLGfmhARTmtkBKBZ0YqMA-gN2LSAMx9WcdiEnqP2Ph_gTpwh1xIP8BIw9tfHIMpvjuS1RP/s1600/cientistas.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq0L2gXL24MjAImQ4SqhDOCJSqvDLBJUhofJaRR3PJVHXrqfx5VNLumI1SKM4sTFUPiztK0PqLGfmhARTmtkBKBZ0YqMA-gN2LSAMx9WcdiEnqP2Ph_gTpwh1xIP8BIw9tfHIMpvjuS1RP/s320/cientistas.jpg&quot; width=&quot;275&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dois cientistas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo)  avançaram nas pesquisas em busca da terceira dentição que é realizada em  parceria com institutos e centros de pesquisas brasileiros e  norte-americanos, reproduzindo com êxito um molde de dente humano em  formato e tamanho igual ao gerado no corpo humano.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eles já tinham desenvolvido coroas completas com dentina, esmalte,  polpa e ligamento periodontal na mandíbula e no abdome de ratos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A novidade agora foi alcançar uma cópia exata de toda a estrutura de  um dente normal por meio da técnica tridimensional a partir de dados  obtidos em tomografias ou ressonâncias magnéticas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pesquisadora do Centro de Terapia Celular e Molecular (CTCmol) da  Unifesp e professora da disciplina de cirurgia plástica nesta mesma  instituição, Mônica Talarico Duailibi conta que há 11 anos ela e o  marido, o também cirurgião-dentista e professor da Unifesp Silvio  Duailibi, foram convidados a participar das experiências do cientista  Joseph Vacanti, do Massachusetts General Hospital e Harvard Medical  School.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em ratos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O casal conseguiu, em 2004, construir coroas dentais no abdome de ratos com o uso da engenharia tecidual.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quatro anos mais tarde, desenvolveram essas coroas nas mandíbulas dos  animais a partir de células-tronco adultas retiradas de dentes da mesma  espécie.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para avançar nessas pesquisas, faltava, porém, estabelecer o tamanho  ideal e individualizado do que uma pessoa precisa. Por meio dessa  técnica, a dupla pôde começar a construir por computador a forma  individualizada de caninos e pré-molares.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com Mônica, atualmente a pesquisa está na fase pré-clínica e  ela acredita que essa etapa seja concluída dentro de cinco anos para  que então sejam realizados os testes em humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A ideia é a de que se tenha um mesmo doador e receptor. E a grande  vantagem disso, esclarece Silvio Duailibi, á de que a pessoa que for  fazer uso do resultado dessa técnica não precisará de medicamentos para  diminuir a imunidade e para evitar rejeição, como ocorre hoje no caso de  transplantes de órgãos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ele reconhece que os implantes são hoje a melhor alternativa  terapêutica, mas defende que eles apenas reparam o órgão. &quot;Os dentes têm  um ligamento em volta dele que une ao osso. Esses ligamentos têm  terminações nervosas que estão ligadas ao cérebro e a todo o sistema  nervoso e elas servem para orientar a força de mastigação. O implante  metálico não tem isso, então, ele entra no conceito de reparação. Nós  estamos visando uma nova saída em que se poderá regenerar e não apenas  fazer a reparação de algo que está estragado.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O pesquisador salientou que essa técnica não serve só para dentes.  Por meio dela, segundo observou, no futuro, poderão ser construídos  ossos, cartilagens, mucosa, pele e outros órgãos como fígado e rim.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Correio do Estado&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;(imagem meramente ilustrativa) &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/05/cientistas-brasileiros-fazem-copia-fiel.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq0L2gXL24MjAImQ4SqhDOCJSqvDLBJUhofJaRR3PJVHXrqfx5VNLumI1SKM4sTFUPiztK0PqLGfmhARTmtkBKBZ0YqMA-gN2LSAMx9WcdiEnqP2Ph_gTpwh1xIP8BIw9tfHIMpvjuS1RP/s72-c/cientistas.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-8961880443962567382</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 22:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-05T19:33:06.219-03:00</atom:updated><title>Governo vai oferecer aparelho ortodôntico e implante dentário</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_jOxR1KCUbdLa0mpb9xvWE6ioJVB-DoGzRFJilrt1lOHDq0wJJxEGV56JMOqzquwxkdMmBQEH2V8yqvxt_BBDxFqUJ57VuG7WnS7E0_sn9xP8pd46Bnau3rH8s4ICgurWaqMfiUjffmq8/s1600/atendimento+odontol%25C3%25B3gico.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_jOxR1KCUbdLa0mpb9xvWE6ioJVB-DoGzRFJilrt1lOHDq0wJJxEGV56JMOqzquwxkdMmBQEH2V8yqvxt_BBDxFqUJ57VuG7WnS7E0_sn9xP8pd46Bnau3rH8s4ICgurWaqMfiUjffmq8/s1600/atendimento+odontol%25C3%25B3gico.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Brasília - Aparelhos bucais para corrigir a posição dos dentes e a  mordida, os chamados aparelhos ortodônticos, e implante dentário  passarão a ser ofertados pelo programa governamental Brasil Sorridente.  Os novos serviços devem ser incluídos pelas secretarias estaduais e  municipais de Saúde, segundo o Ministério da Saúde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com os dois novos tratamentos, o governo federal estima atender mais  de 1,15 milhão de brasileiros neste ano. Em 2010, foram 25 milhões de  atendimentos nos centros de odontologia do programa em todo o país.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O ministério estima um aumento de R$ 134 milhões no orçamento total  do programa para este ano com a inclusão dos serviços. O dinheiro será  repassado aos estados e municípios conforme os atendimentos. No ano  passado, as ações na área de saúde bucal somaram R$ 710 milhões.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os centros do programa já fazem tratamento de canal, gengiva,  cirurgias corretivas e estéticas, além de exames para diagnosticar o  câncer bucal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Agência Brasil    &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/05/governo-vai-oferecer-aparelho.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_jOxR1KCUbdLa0mpb9xvWE6ioJVB-DoGzRFJilrt1lOHDq0wJJxEGV56JMOqzquwxkdMmBQEH2V8yqvxt_BBDxFqUJ57VuG7WnS7E0_sn9xP8pd46Bnau3rH8s4ICgurWaqMfiUjffmq8/s72-c/atendimento+odontol%25C3%25B3gico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-8265526390543238929</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 22:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-05T19:32:16.099-03:00</atom:updated><title>Micróbios poderão prevenir cáries e diminuir colesterol no futuro</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-n4HmAphxyXfcCiWLtidr4E3DCgBFajem6Ijnhbo2Tyo_5GnyPG7pUkb7M7sGrFzzHQ_FZIYbdcsrZYx4ejdYp4f2KcaR48mJECTUA6SWn6X9-aefcGTSGa1fwpnuqiOnk7xgx62Ft46d/s1600/microrganismos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-n4HmAphxyXfcCiWLtidr4E3DCgBFajem6Ijnhbo2Tyo_5GnyPG7pUkb7M7sGrFzzHQ_FZIYbdcsrZYx4ejdYp4f2KcaR48mJECTUA6SWn6X9-aefcGTSGa1fwpnuqiOnk7xgx62Ft46d/s1600/microrganismos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;WASHINGTON - Os micróbios que vivem em nosso organismo podem ser, no  futuro, o principal ingrediente de uma pasta de dentes que ajudará a  prevenir cáries ou de comprimidos para diminuir o colesterol, segundo um  estudo publicado nesta quarta-feira, 14,&amp;nbsp;pela revista americana&amp;nbsp;&lt;em&gt;Science&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os probióticos, como são denominados os alimentos, bebidas e  suplementos dietéticos que contêm micróbios vivos procedentes do corpo  humano, ajudarão em um futuro a diagnosticar e tratar doenças, e os  complexos a base de bactérias serão objeto de receita em consultas  médicas de todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É o prognóstico que fazem o cientista da Universidade de Stanford, da  Califórnia, J.L. Sonnenburg, e o da Universidade da Califórnia, M.A.  Fischbach.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estudo, intitulado&amp;nbsp;&lt;em&gt;Saúde comunitária: oportunidades terapêuticas no microbioma humano&lt;/em&gt;,  prevê um futuro no qual os probióticos serão desenvolvidos e  modificados pelas companhias farmacêuticas e biotecnológicas e regulados  pelo Escritório de Alimentos e Remédios (FDA) dos EUA.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os autores do texto convidam a comunidade científica dar sequência ao  estudo das propriedades beneficentes dos micróbios vivos para a flora  intestinal, que atualmente é o objeto da maioria dos produtos com esses  organismos, protagonizados pelos iogurtes que permitem a sobrevivência  das bactérias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;O conceito (dos probióticos) pode ser aplicado também a outras  comunidades microbianas do corpo humano&quot;, indicam os pesquisadores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Os cremes para a pele e pastas de dentes do futuro poderão conter  organismos vivos ou prebióticos que ajudem a tratar a dermatite atópica e  prevenir cáries dentais&quot;, acrescentam.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo Sonnenburg e Fischbach, os micróbios vivos não só ajudarão a tratar as disfunções e doenças, mas também a preveni-las.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Os componentes microbianos dos sedimentos, a urina, o cuspe e as  mucosidades atendem às duas virtudes de uma mostra diagnóstica: são  fáceis de obter e sustentam uma quantidade de informação molecular  relevante para as doenças&quot;, afirma o estudo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de sua popularidade crescente, os produtos probióticos não  foram até agora estudados com rigor e, nos EUA, não estão regulados pela  FDA.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Embora pareçam ter um potencial claro como agentes terapêuticos,  existem desafios no momento de estabelecer padrões claros que permitam  uma pesquisa mais aprofundada, segundo adverte o estudo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As influências &quot;antinaturais&quot; sobre o organismo, como o consumo de  antibióticos ou a administração de vacinas, modificam e transformam a  estrutura microbiana, que pode variar de pessoa para pessoa e de país  para país.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;As diferenças marcadas entre os micróbios fecais de uma criança de  Burkina Fasso e das crianças do norte da Itália dão uma ideia dos  problemas de definir uma linha de base para a microbiota&quot;, aponta o  estudo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso transforma às comunidades microbianas dos humanos em um &quot;alvo  móvel&quot;, que impõe um desafio considerável no momento de definir o que é  &quot;normal&quot; ou &quot;saudável&quot;, concluem os autores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Estadão     &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/05/microbios-poderao-prevenir-caries-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-n4HmAphxyXfcCiWLtidr4E3DCgBFajem6Ijnhbo2Tyo_5GnyPG7pUkb7M7sGrFzzHQ_FZIYbdcsrZYx4ejdYp4f2KcaR48mJECTUA6SWn6X9-aefcGTSGa1fwpnuqiOnk7xgx62Ft46d/s72-c/microrganismos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-6836043907968323496</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-25T15:21:58.087-03:00</atom:updated><title>Réptil é prova de que cárie existe há 275 milhões de anos</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ7NckJ5LgdsY7H0D-XZ1ZlAz5rX6KcOoTI4F6LOSoOgPGxPlTQSdU6FkS7KXgCEfRx1CHUyyEki_SZVv7nT5xAQULiN63Vij4GkBGiMFajvypl3PjOQ9mhiPrfJBTduCh1MrhBfO4QYZ8/s1600/mand%25C3%25ADbula+de+r%25C3%25A9ptil.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ7NckJ5LgdsY7H0D-XZ1ZlAz5rX6KcOoTI4F6LOSoOgPGxPlTQSdU6FkS7KXgCEfRx1CHUyyEki_SZVv7nT5xAQULiN63Vij4GkBGiMFajvypl3PjOQ9mhiPrfJBTduCh1MrhBfO4QYZ8/s1600/mand%25C3%25ADbula+de+r%25C3%25A9ptil.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As primeiras evidências de cárie datam de pelo menos 200 milhões de  anos, mas a mandíbula de um réptil pré-histórico com idade superior  indica que esse mal existiu bem antes do que os cientistas pensavam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O fóssil estudado é de um réptil onívoro com 275 milhões de anos de  idade, o Labidosaurus hamatus, que mediria cerca de 75 centímetros.&lt;br /&gt;
A equipe liderada pelo professor da Universidade de Toronto (Canadá),  Robert Reisz, ao analisar com um scanner uma mandíbula bem-preservada  de um fóssil encontrado em Coffee Creek, no Texas, encontrou uma  infecção considerável provocada pela perda de vários dentes e destruição  da arcada dentária por abscessos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com dentes fixos que não cresciam de novo depois da perda de um  deles, o animal consumia mais propriamente plantas fibrosas e caules,  além de insetos voadores e rastejantes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas essa estrutura também se mostrou um &quot;calcanhar de Aquiles&quot; do  réptil por torná-lo vulnerável a um mesmo tipo de bactéria dentária,  também encontrada na boca humana.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Nossas descobertas permitem que especulemos sobre como o próprio  sistema humano de ter apenas dois conjuntos de dentes [permanentes e não  permanentes], embora seja vantajosos para mascar e processar diferentes  tipos de comida&quot;, diz Reisz, &quot;é mais suscetível a inflamações&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;The Associated Press&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/04/reptil-e-prova-de-que-carie-existe-ha.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ7NckJ5LgdsY7H0D-XZ1ZlAz5rX6KcOoTI4F6LOSoOgPGxPlTQSdU6FkS7KXgCEfRx1CHUyyEki_SZVv7nT5xAQULiN63Vij4GkBGiMFajvypl3PjOQ9mhiPrfJBTduCh1MrhBfO4QYZ8/s72-c/mand%25C3%25ADbula+de+r%25C3%25A9ptil.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-7929387828008893410</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-25T15:18:34.432-03:00</atom:updated><title>Pesquisa da FOP revela ação antimicrobiana do alho</title><description>&lt;div id=&quot;texto&quot;&gt;       &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgudFwUVl5Ao5w5rou5OyQbfJ5xKOpCLuabeErWGPcx9UVtxnu80OPD_5dESjmJmF0S36xai-srPnpWxADrak80bvBJCAtt4-p7nK0Z4q9N6kneg2vkhrRRDDCQoEUdBSbMv0saDQkrxs_P/s1600/alho.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgudFwUVl5Ao5w5rou5OyQbfJ5xKOpCLuabeErWGPcx9UVtxnu80OPD_5dESjmJmF0S36xai-srPnpWxADrak80bvBJCAtt4-p7nK0Z4q9N6kneg2vkhrRRDDCQoEUdBSbMv0saDQkrxs_P/s1600/alho.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um estudo feito pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba  (FOP-Unicamp) avaliou as propriedades antimicrobianas do alho. O  trabalho foi orientado na busca de uma alternativa para combater as  infecções bacterianas mais incidentes hoje. O próximo passo da pesquisa,  encabeçada pelo professor do Colégio Técnico de Limeira da Unicamp,  Paulo César Venâncio, é testar a erva no combate às bactérias  resistentes à amoxicilina.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Orientado pelo professor Francisco  Carlos Groppo, Venâncio testou diversas plantas que apresentavam  eficácia contra infecções, até chegar ao alho. O autor do trabalho  utilizou duas espécies da erva: Allium sativum, o mais consumido no  Brasil, e Allium tuberosum, conhecido com alho nirá, muito utilizado na  culinária japonesa. Os resultados mostraram que, depois de 24 horas, os  dois alhos levaram a resultados muito parecidos aos da amoxicilina.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Os antibióticos utilizados são  específicos para cada tipo de cepa de bactérias,observando-se cada vez  mais o aumento de suas resistências a eles. A ideia foi então a de  buscar alternativas junto à natureza que possam vir a somar como  possibilidades a mais no controle das infecções bacterianas&quot;, disse o  pesquisador em entrevista ao Jornal da Unicamp.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os testes realizados em ratos  demonstraram que além de exercer ação antimicrobiana, o alho também  poderia atuar como um estimulador do sistema imunológico, conforme  hipótese levantada pelo pesquisador. Em maio, serão feitos experimentos  in vitro para estudar a reação do alho com as bactérias resistentes ao  antibiótico amoxilina.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Venâncio explicou que o alho aquecido,  utilizado como tempero, perde as propriedades ativas observadas no  estudo, portanto, não pode ser cozido ou frito. A forma ideal de se  consumir a erva é amassando um dente de alho de tamanho médio e misturar  em uma xícara com água pela metade, ingerindo em seguida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Odonto     &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/04/pesquisa-da-fop-revela-acao.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgudFwUVl5Ao5w5rou5OyQbfJ5xKOpCLuabeErWGPcx9UVtxnu80OPD_5dESjmJmF0S36xai-srPnpWxADrak80bvBJCAtt4-p7nK0Z4q9N6kneg2vkhrRRDDCQoEUdBSbMv0saDQkrxs_P/s72-c/alho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-8786420064232230878</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-25T15:13:34.722-03:00</atom:updated><title>O cuidado com os dentes durante a Páscoa</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTrAtcwxG82tYqZZej6F0s-tg0GYC4u96xJLHA59wFzMECArA0mHnHbpMIbqapzs9j5Sdze2XywlRXYIUlVQ57_-830FhKU7VJurHkbpjSBNW_oJrN1MFHHVd5LyTALTVKOUwWpfdK_Kg8/s1600/ovo+de+p%25C3%25A1scoa.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTrAtcwxG82tYqZZej6F0s-tg0GYC4u96xJLHA59wFzMECArA0mHnHbpMIbqapzs9j5Sdze2XywlRXYIUlVQ57_-830FhKU7VJurHkbpjSBNW_oJrN1MFHHVd5LyTALTVKOUwWpfdK_Kg8/s320/ovo+de+p%25C3%25A1scoa.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Durante a Páscoa, período onde o consumo de chocolate aumenta entre  as  pessoas, principalmente as crianças, devemos cuidar mais da higiene  oral  , para que as guloseimas consumidas em excesso não desvirtuam o   verdadeiro sentido da ocasião: a celebração da vida.&lt;br /&gt;
Qualquer  ingestão de alimento precedida de mastigação, especialmente  as de  produtos ricos em sacarose, aumenta o risco de cárie ,  principalmente  se não for acompanhada da escovação dos dentes e do uso  de fio dental.&lt;br /&gt;
A  placa bacteriana , película considerada a principal causadora das   cáries dentais, não leva mais do que 15 minutos para começar a agir.&lt;br /&gt;
Este   alerta ganha maiores proporções se a mastigação for feita antes de   dormir, já que o fluxo salivar, que ajuda na limpeza, diminui durante o   sono.&lt;br /&gt;
Os chocolates meio amargos e ao leite têm menos açúcar e  oferecem  menos risco para a formação das cáries , porém os cuidados não  podem se  negligenciados.&lt;br /&gt;
A escolha do tipo de chocolate também ajuda na manutenção da saúde bucal.&lt;br /&gt;
Chocolates  meio amargos e ao leite têm menos açúcar e oferecem menos   “matéria-prima” para as bactérias da boca produzirem o ácido que causa a   cárie. “Chocolates sem recheio também podem ser menos prejudiciais,   pois grudam menos no dente e são mais fáceis de serem removidos. Mas   todos precisam ter seus restos removidos dos dentes pela escovação e   pelo fio dental”, orienta Rodrigo Bueno, consultor da ABO (Associacao   Brasileira de Odontologia).&lt;br /&gt;
O consultor da ABO lembra, ainda,  que chocolates grudentos são um  problema especialmente para quem  usaaparelho ortodôntico. A higiene  bucal é mais difícil devido às peças  coladas nos dentes, os anéis  cimentados nos posteriores, fios e demais  acessórios, que fazem com que  aumentem as áreas de retenção dos  alimentos, provocando, assim, maior  acúmulo de placa bacteriana. “Ao  ser mastigado, o chocolate fica pastoso  e mais fácil de se impregnar na  estrutura do aparelho, dando mais  condições para que as bactérias da  boca metabolizem o açúcar”, explica.  Para esses casos, há técnicas de  escovação que devem ser ajustadas  individualmente pelo  cirurgião-dentista. A escovação em “vai e vem” deve  ser evitada, pois  machuca a gengiva e provoca erosão nos dentes. Já os  movimentos no  sentido da gengiva para os dentes ajudam a remover a placa  e a manter a  gengiva saudável.&lt;br /&gt;
Apesar dos riscos que seu consumo exagerado  acarreta à saúde bucal e  a qualquer dieta, o consultor da ABO Rodrigo  Bueno lembra que o  chocolate também proporciona benefícios ao  organismo. “O cacau tem alto  poder oxidante, e, ao estimular a produção  do neurotransmissor  feniletilamina, combate a insônia e dá sensação de  bem-estar. A tradição  de comer chocolate durante a Páscoa pode ser  algo saudável, mas é  importante não descuidar”, aconselha.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Chocolate faz bem!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Segundo  a pesquisa, compostos conhecidos  como flavonóides, presentes no cacau,  principal ingrediente do  chocolate, seriam os responsáveis pela ação  benéfica do alimento.&lt;br /&gt;
Isso  porque os flavonóides impulsionam o  aumento da produção de óxido  nítrico - uma substância química produzida  pelo corpo que atua no  relaxamento e dilatação das artérias.&lt;br /&gt;
O  consumo de chocolate enriquecido com os compostos ajudaria na  redução  da pressão sangüínea e da resistência à insulina – fatores que   contribuem para diminuir o risco de doenças cardíacas.&lt;br /&gt;
&quot;Nossa   descoberta sugere que uma dieta com alimentos à base de cacau ricos em   flavonóides e pouco calóricos podem ter um impacto positivo nos fatores   de risco das doenças cardíacas&quot;, diz o estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Impacto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A  pesquisa das universidades de L&#39;Aquila, na Itália, e  Tufts, em Boston,  foi feita com base nas informações de 11 homens e  oito mulheres que  apresentavam problemas de pressão alta e resistência à  insulina.&lt;br /&gt;
As  pessoas foram divididas em dois grupos: o primeiro teve direito a   comer 100 g diárias de chocolate meio-amargo diariamente durante duas   semanas; o segundo, a mesma quantidade de chocolate branco.&lt;br /&gt;
Depois   de 15 dias, os pesquisadores observaram que a pressão sangüínea dos   primeiros caiu de maneira significativa, enquanto entre os segundos   nenhuma mudança foi verificada.&lt;br /&gt;
Pesquisas anteriores já haviam  indicado os benefícios do cacau  enriquecido com flavonóides na redução  do risco de problemas cardíacos.&lt;br /&gt;
No  entanto, os pesquisadores  ressaltam que a pesquisa atual demonstra os  efeitos a curto prazo do  consumo dessas substâncias na prevenção de  doenças cardíacas.&lt;br /&gt;
Mas  June Davison, especialista da British Heart Foundation (BHF),  que  trabalha para combater doenças cardíacas, afirmou que é preciso ter   cautela com a dieta.&lt;br /&gt;
&quot;É importante lembrar que o chocolate é normalmente parte do problema de saúde cardíaca, não a solução&quot;, disse.&lt;br /&gt;
&quot;Todo  mundo pode aproveitar um chocolate de vez em quando. No  entanto, comer  cinco porções de frutas e vegetais é a melhor maneira de  consumir  antioxidantes sem ter que se preocupar com a gordura e o açúcar  do  chocolate&quot;, concluiu.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Dental Press e BBC</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/04/o-cuidado-com-os-dentes-durante-pascoa.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTrAtcwxG82tYqZZej6F0s-tg0GYC4u96xJLHA59wFzMECArA0mHnHbpMIbqapzs9j5Sdze2XywlRXYIUlVQ57_-830FhKU7VJurHkbpjSBNW_oJrN1MFHHVd5LyTALTVKOUwWpfdK_Kg8/s72-c/ovo+de+p%25C3%25A1scoa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-6534131197321168817</guid><pubDate>Sun, 17 Apr 2011 12:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-17T09:41:55.166-03:00</atom:updated><title>Especialista defende conscientização contra o câncer de boca</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIs8sPuRO-Y6ru27Gme8-0uKxhrk0oI0zVEt4E47NcQsJss0LK5CnRujzvPnpVZIWiXj47L0XAZCjGua__G_Jsp4TBTufAz2a12BjMSBtBdnFIZ7cvfl1vU084x8slwrX7zz2OU0HCd_gI/s1600/sorriso+bonito.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIs8sPuRO-Y6ru27Gme8-0uKxhrk0oI0zVEt4E47NcQsJss0LK5CnRujzvPnpVZIWiXj47L0XAZCjGua__G_Jsp4TBTufAz2a12BjMSBtBdnFIZ7cvfl1vU084x8slwrX7zz2OU0HCd_gI/s1600/sorriso+bonito.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hábitos considerados inadequados colocam o Brasil como um dos países  de maior incidência de câncer de boca em todo o mundo. Os principais  fatores de risco estão no uso do tabaco, consumo de bebidas alcoólicas e  a exposição excessiva ao sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para o professor da Faculdade de Odontologia de Piracicaba  (FOP/Unicamp), Osley Paes de Almeida, o número de casos entre  brasileiros justifica a adoção de políticas públicas que resultem em  conscientização dos pacientes e rapidez na identificação da doença. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os dados sobre a incidência não são ainda totalmente exatos, de  acordo com o professor. Ele cita números recentes que se referem ao  universo de sua prática e estudos, em Piracicaba, município do interior  paulista de 380 mil habitantes. Lá são registrados cinco casos semanais,  o que corresponde a 300 novos casos de câncer bucal/ano. &quot;Isto implica  pensar que teríamos, em tese, o dobro disso em Londrina, o que é número  significante&quot;, afirma o professor.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre os problemas para o tratamento está o diagnóstico tardio.  Culturalmente a falta de identificação da doença em tempo hábil acaba  elevando a taxa de mortalidade em pacientes atingidos. Ele defende uma  intervenção preventiva, que esclareça à população que o câncer bucal  precisa ser considerado. Da mesma forma, cirurgiães-dentistas têm de  atentar para a importância do diagnóstico mais precoce.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O professor explica que a população mais atingida são homens entre 40  e 60 anos. O tabagismo acaba respondendo por 90% dos casos, seguido  pelo consumo do álcool. Os sintomas são representados por feridas,  ulcerações ou lesões internas ou nos lábios. De acordo com o professor,  qualquer alteração no interior da boca que incomode por mais de 10 dias  deve ser comunicada a um cirurgião-dentista. O diagnóstico rápido pode  significar as chances do paciente, já que a expectativa de cura varia de  85% a 100% quando o câncer é diagnosticado e tratado na fase inicial.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;O Diario/Dental Press    &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/04/especialista-defende-conscientizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIs8sPuRO-Y6ru27Gme8-0uKxhrk0oI0zVEt4E47NcQsJss0LK5CnRujzvPnpVZIWiXj47L0XAZCjGua__G_Jsp4TBTufAz2a12BjMSBtBdnFIZ7cvfl1vU084x8slwrX7zz2OU0HCd_gI/s72-c/sorriso+bonito.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-6393431020716222764</guid><pubDate>Sun, 17 Apr 2011 12:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-17T09:40:42.965-03:00</atom:updated><title>Odontopediatras investem em recursos para motivar as crianças</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbBMq7qSaruhYGrQrFpAMw4dCQcYbZ8T4H4veg1MKmPLHVByp4arLWRTATVKTnASZR5-KYqMc9fI9VajP0-X0Lc_37UBTyC3grlDbQ7DtczTSRAqjzZ45bF8HgTqkGdHfZoJe06MsE0Z15/s1600/crian%25C3%25A7as+no+consult%25C3%25B3rio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbBMq7qSaruhYGrQrFpAMw4dCQcYbZ8T4H4veg1MKmPLHVByp4arLWRTATVKTnASZR5-KYqMc9fI9VajP0-X0Lc_37UBTyC3grlDbQ7DtczTSRAqjzZ45bF8HgTqkGdHfZoJe06MsE0Z15/s1600/crian%25C3%25A7as+no+consult%25C3%25B3rio.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nem sempre, as primeiras consultas de uma criança ao dentista são  tranquilas ou amistosas. Meninos e meninas resistem e, às vezes, choram  assustados. É natural que não se sintam à vontade em um ambiente  estranho e com pessoas que jamais viram. Mas a relação do dentista com  os novos pacientes pode ser bem diferente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Campanhas educativas e propagandas na  mídia reforçam a importância do cuidado com a boca e com os dentes. A  prevenção é fundamental, por meio de uma escovação eficiente, de  consultas regulares ao dentista e da utilização de produtos que  higienizam a boca.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Odontólogos que optaram por atender  apenas crianças, investem em recursos para atraí-las, desmistificando a  figura do dentista e afastando o medo ainda presente em algumas. Os  consultórios são cada vez mais modernos, coloridos, com brinquedos e  recursos de áudio e vídeo, que possibilitam maior interação entre o  profissional e o paciente. A descrição didática do dentista à criança  sobre os procedimentos que estão sendo feitos acaba fazendo com que elas  não achem as explicações cansativas e aprendam melhor sobre a  importância e os cuidados que devem ter com os dentes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A odontopediatra Betinne Erdmann Severo,  que atende em seu consultório no centro de Porto Alegre, conta que  motivar a criança a cuidar da boca e dos dentes é um processo  multiplicador, pois ela leva os ensinamentos para o resto da vida e os  dissemina entre os familiares.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vice-diretora da Faculdade de  Odontologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul  (PUCRS) e coordenadora do curso de especialização em Odontopediatria da  mesma instituição, a professora Angélica Maria Fritscher ressalta o peso  da família na conscientização das crianças:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;— A educação do paciente é um dos pontos  principais dentro do quadro de prevenção. Despertar o interesse da  família para os cuidados com a saúde promove um impacto enorme na vida  das crianças.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre os avanços da odontologia e da  odontopediatria em especial, pode ser destacada a educação do paciente  como princípio da prevenção. No entanto ações já foram tomadas em larga  escala — e ainda são aproveitadas —, como a adição de flúor na água de  abastecimento. A cárie, uma doença infectocontagiosa, necessita para se  desenvolver da bactéria, de uma dieta rica em sacarose e do dente. Boa  higienização bucal após as refeições, alimentação regrada e utilização  de flúor são três medidas simples que afastam a cárie e garantem uma  boca saudável e o sorriso perfeito que os pais sonham para seus filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O controle alimentar e a rotina nos  horários de alimentação, com posterior escovação, garantem saúde bucal  para o resto da vida — enfatiza Betinne.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Zero Hora/Dental Press    &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/04/odontopediatras-investem-em-recursos.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbBMq7qSaruhYGrQrFpAMw4dCQcYbZ8T4H4veg1MKmPLHVByp4arLWRTATVKTnASZR5-KYqMc9fI9VajP0-X0Lc_37UBTyC3grlDbQ7DtczTSRAqjzZ45bF8HgTqkGdHfZoJe06MsE0Z15/s72-c/crian%25C3%25A7as+no+consult%25C3%25B3rio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-4792622087768472728</guid><pubDate>Sun, 20 Mar 2011 16:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-20T13:42:34.825-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Podcast</category><title>PODCAST - Pedro Roberto - Não se deixe abater por nada!</title><description>&lt;object classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0&quot; width=&quot;303&quot; height=&quot;54&quot; id=&quot;PodPlayerCN&quot;&gt;&lt;param name=&quot;flashVars&quot; value=&quot;podcast=2616&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://podcast.cancaonova.com/cn_player.swf?8407&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;embed src=&quot;http://podcast.cancaonova.com/cn_player.swf?8940&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; name=&quot;PodPlayerCN&quot; width=&quot;303&quot; height=&quot;54&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; flashVars=&quot;podcast=2616&quot;/&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/03/podcast-pedro-roberto-nao-se-deixe.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-5493367465034820884</guid><pubDate>Sun, 20 Mar 2011 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-20T09:00:18.776-03:00</atom:updated><title>Comunidades virtuais beneficiam a relação médico paciente</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyGXvK7l4wQQPgvty2tmeUX8PYwLwzAmLaiNdz2D7LY_2uQasA25zcQcOVOxOju4FrhwaleCWUA8cbZlx8QbYJXH3tGRMminLAxpT6TONGSD2v2VKyIz9DpC8Z9c2lWnsZraRkFV3zA4GL/s1600/PACIENTE+EM+CONSULT%25C3%2593RIO+M%25C3%2589DICO.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;112&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyGXvK7l4wQQPgvty2tmeUX8PYwLwzAmLaiNdz2D7LY_2uQasA25zcQcOVOxOju4FrhwaleCWUA8cbZlx8QbYJXH3tGRMminLAxpT6TONGSD2v2VKyIz9DpC8Z9c2lWnsZraRkFV3zA4GL/s200/PACIENTE+EM+CONSULT%25C3%2593RIO+M%25C3%2589DICO.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi se o tempo em que um paciente apenas ouvia as recomendações do  médico e, com o receituário em mãos, adquiria o medicamento. Segundo a  pesquisadora Wilma Madeira, atualmente há maior interação nessa relação.  “Com a internet, além do acesso às informações, os pacientes participam  de comunidades virtuais. Isso os ajuda a estarem melhor preparados para  interagir com o médico”, afirma Wilma. Formada em Comunicação Social,  na área de comunicação e marketing, ela é autora de um estudo  apresentado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da  USP sobre o tema.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para realizar sua pesquisa, Wilma disponibilizou na internet um  questionário, com foco no paciente, sobre o acesso que tinham a  comunidades virtuais relacionadas a doenças. “O questionário foi  divulgado em telecentros e associações hospitalares. Posteriormente,  utilizei a análise de discurso para avaliar as respostas”, destaca a  pesquisadora, lembrando que seu estudo é qualitativo. Ao todo, segundo  Wilma, foram analisadas as respostas discursivas de 177 pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além das análises dos discursos, a pesquisadora também participou de  algumas comunidades virtuais na internet como observadora, analisando  também seus conteúdos. Ao todo foram três as comunidades em que Wilma  participou: uma composta de pessoas com hepatite C; a segunda, com  pacientes que possuíam transtornos da tireóide; e a terceira, de pessoas  saudáveis. “Foi importante observar o comportamento de pessoas  acometidas de doenças epidêmicas que levam à morte, como é o caso da  hepatite C. No caso da tireóide, trata-se de uma doença crônico  degenerativa”, conta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais tempo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com as observações de Wilma e pela análise das respostas nos  questionários, ela aponta o que, para o paciente, seria a consulta  ideal: “As pessoas querem que os profissionais dediquem mais tempo às  consultas e que as olhem diretamente nos olhos”, diz. Nas comunidades  virtuais, Wilma construiu uma escala de interação. Primeiro a entrada e  observação dos diálogos e, posteriormente, a troca de informações.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com a pesquisadora, uma atitude muito comum atualmente é a  pessoa, diante de um diagnóstico médico, consultar a internet. “Ao saber  que foi diagnosticado com hipertensão, por exemplo, é comum um paciente  digitar o termo em sites de busca”, observa Wilma. Outra atitude, que é  a participação em comunidades virtuais, acaba gerando a ajuda mútua  entre pessoas acometidas pela mesma doença. Todas estas informações, que  acabam por gerar conhecimento, costumam ser levadas ao médico pelo  próprio paciente, que terá mais interação com o profissional de saúde  durante a consulta. “A maior interação, somada a um maior conhecimento  sobre a sua doença, faz com que o paciente tenha maior participação em  seu tratamento, o que irá gerar mais saúde”, aponta Wilma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Direito ao prontuário&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Wilma lembra que o prontuário médico deve ser acessível ao paciente. E  isso está de acordo com o Constituição Brasileira. “Por lei,  instituições e médicos estão obrigados a disponibilizar aos pacientes  todas as informações sobre diagnósticos e tratamentos”, descreve. Porém,  como ressalta a pesquisadora, poucos pacientes têm essa informação.  Inclusive, de acordo com o novo Código de Ética Médica, como lembra a  pesquisadora, “os médicos admitem que o paciente tem direito a uma  segunda opinião.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ela conta que, a partir da década de 1990, algumas unidades de saúde  passaram a disponibilizar o prontuário no próprio atendimento. “Era o  chamado prontuário eletrônico”, lembra.&lt;br /&gt;
A internet, segundo a pesquisadora, facilitou mais ainda o acesso.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje, a maioria dos laboratório já disponibiliza resultados de exames  laboratoriais pela rede mundial de computadores, agilizando o acesso à  informação. Em relação à classe médica, Wilma acredita que os resultados  também têm sido positivos. “É mais saudável para o profissional de  medicina que o paciente também participe do processo de decisão sobre  sua doença. Apesar de boa parte dos médicos acreditarem que é válido o  acesso à internet, outros acham o procedimento desnecessário e isso  gerou alguns conflitos”, relata a pesquisadora.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estudo &lt;em&gt;Transformar é preciso: transformações na relação de  poder estabelecida entre médico e paciente (um estudo em comunidades  virtuais)&lt;/em&gt; foi apresentado no dia 3 de março de 2011, sob orientação  do professor Fernando  Lefèvre, do Departamento de Práticas em Saúde  Pública, da FSP.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Agência USP &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/03/comunidades-virtuais-beneficiam-relacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyGXvK7l4wQQPgvty2tmeUX8PYwLwzAmLaiNdz2D7LY_2uQasA25zcQcOVOxOju4FrhwaleCWUA8cbZlx8QbYJXH3tGRMminLAxpT6TONGSD2v2VKyIz9DpC8Z9c2lWnsZraRkFV3zA4GL/s72-c/PACIENTE+EM+CONSULT%25C3%2593RIO+M%25C3%2589DICO.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-3383060419325483776</guid><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 12:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-13T09:22:49.134-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">AUDIO DA SEMANA</category><title>ÁUDIO DA SEMANA - Max Gehringer - &#39;Como lidar com a concorrência?&#39;</title><description>&lt;iframe src=&#39;http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2011/colunas/max_110301&amp;OAS_sitepage=cbn/comentarios/maxgehringer&#39; width=&#39;475&#39; height=&#39;193&#39; marginheight=&#39;0&#39; marginwidth=&#39;0&#39; frameborder=&#39;0&#39; scrolling=&#39;no&#39; bgcolor=&#39;#CCCCCC&#39;/&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/03/audio-da-semana-max-gehringer-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-1088023254605855943</guid><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 12:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-13T09:19:40.644-03:00</atom:updated><title>Estudo aponta novos agentes causadores da ECC</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifJNOsOJ-3gydBXu9ZUz7pJQ4ch-_-DOg4vTeGfLvKjNV7ftBtFTJOKFD0nmtNdbAb8VbDXCMqZC4RdyTG9wUh7_2Vw7Uy9yJLDgu4q1ZMH6UW874rDLupuyI9Lz-pS8Kj94Gdt62JtVtf/s1600/crian%25C3%25A7a+no+dentista.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;211&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifJNOsOJ-3gydBXu9ZUz7pJQ4ch-_-DOg4vTeGfLvKjNV7ftBtFTJOKFD0nmtNdbAb8VbDXCMqZC4RdyTG9wUh7_2Vw7Uy9yJLDgu4q1ZMH6UW874rDLupuyI9Lz-pS8Kj94Gdt62JtVtf/s320/crian%25C3%25A7a+no+dentista.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pesquisas feitas pelo Forsyth Institute, em Boston (EUA),  descobriram um novo agente patológico relacionado à cárie precoce na  infância (ou Early Childhood Caries - ECC). &amp;nbsp;O estudo liderado por Anne  Tanner revelou que a bactéria Scardovia Wiggsiae estava presente em  crianças que apresentavam ECC, quando outro agente conhecido como  Streptococcus mutans não foi detectado.&lt;br /&gt;
A  Streptococcus mutans sempre foi reconhecida como o principal  microorganismo presente em casos de ECC. Entretanto, ela já foi  identificada em pacientes que não tinham a doença e não aparecia em  todos os casos de crianças com ECC. Esse fato indicava que outro agente  patológico estivesse causando a doença.&lt;br /&gt;
Outras  espécies foram identificadas com ECC com e sem a presença de  Streptococcus mutans, sendo elas Scardovia wiggsiae, Veillonella  parvula, Streptococcus cristatus e Actinomyces gerencseriae.&lt;br /&gt;
A ECC é a doença infecciosa mais comum nos Estados Unidos, podendo  destruir dentes primários e causar abscessos dolorosos. Sua causa  principal é um composto da presença bactéria, ambiente propício e uma  dieta a base de carboidratos que contem uma grande quantidade de açúcar.  Tanner já havia publicado com a colaboração da Doutora Carole Palmer  esse estudo sobre a formação de ECC no Journal of Dental Research em  2010. Esse estudo será publicada na edição de abril do Journal of  Clinical Microbiology.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Odonto /Dental Press    &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/03/estudo-aponta-novos-agentes-causadores.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifJNOsOJ-3gydBXu9ZUz7pJQ4ch-_-DOg4vTeGfLvKjNV7ftBtFTJOKFD0nmtNdbAb8VbDXCMqZC4RdyTG9wUh7_2Vw7Uy9yJLDgu4q1ZMH6UW874rDLupuyI9Lz-pS8Kj94Gdt62JtVtf/s72-c/crian%25C3%25A7a+no+dentista.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-2144553649625948578</guid><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 12:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-13T09:17:58.032-03:00</atom:updated><title>Pesquisa associa dificuldade de aprendizado a doenças bucais</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj223WmwbCknGvRXe28l4T-XGR8WAaWaaq5EtZL7BI9i92JV2RluIogePmYQynhJc48d54UvhTSQkE21lz2rnWIrrCW24L-XMsx0TqdjySABllbueNCgU3oQd2X3DV_uWxBPFMavV6Zp2Bw/s1600/adolescente-dificuldade-de-concentra%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj223WmwbCknGvRXe28l4T-XGR8WAaWaaq5EtZL7BI9i92JV2RluIogePmYQynhJc48d54UvhTSQkE21lz2rnWIrrCW24L-XMsx0TqdjySABllbueNCgU3oQd2X3DV_uWxBPFMavV6Zp2Bw/s320/adolescente-dificuldade-de-concentra%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A American Dental Hygienists Association (Adha) está chamando a  atenção de cirurgiões-dentistas e de autoridades para as consequências  dos problemas de saúde bucal no aprendizado das crianças. A entidade  enfatiza que a perda prematura de dentição acarreta problemas como baixa  auto-estima, incapacidade de se comunicar e de manter a concentração.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Representantes  da Adha aproveitaram o National Children´s Dental Health Month, evento  promovido pela entidade que acontece todo mês de fevereiro, para  divulgar dados do governo americano sobre o assunto. Segundo estudos do  Office of Disease Prevention and Health Promotion, uma saúde oral  deficiente está diretamente ligada à baixa performance escolar,  dificuldades no relacionamento social e fracassos na vida adulta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Adha ainda recomendou aos cirurgiões-dentistas presentes que  orientassem os pais quanto aos sintomas que podem surgir em seus filhos,  tais como ansiedade, cansaço, irritabilidade e depressão. A observação é  fundamental, pois crianças geralmente são incapazes de comunicar a dor  de forma específica. Para encorajá-las ao cuidado oral, a Adha recomenda  programas de reeducação em Saúde Bucal nas escolas e maior atenção  diante de pequenos sinais dados pela criança.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Odonto/Dental Press    &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/03/pesquisa-associa-dificuldade-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj223WmwbCknGvRXe28l4T-XGR8WAaWaaq5EtZL7BI9i92JV2RluIogePmYQynhJc48d54UvhTSQkE21lz2rnWIrrCW24L-XMsx0TqdjySABllbueNCgU3oQd2X3DV_uWxBPFMavV6Zp2Bw/s72-c/adolescente-dificuldade-de-concentra%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-6802450005356999612</guid><pubDate>Fri, 04 Mar 2011 19:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-04T16:01:20.547-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">VIDEO DA SEMANA</category><title>VÍDEO DA SEMANA - Aprenda os cuidados necessários para manter a gengiva saudável</title><description>&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; marginheight=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://www.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?play=true&amp;amp;idMedia=8c5366a87ef5a2febd114b43b30542a8&amp;amp;video=http%3A//webcast.sambatech.com.br/000482/account/8/3/8c5366a87ef5a2febd114b43b30542a8/ER7_RE_TV_CUIDADOSGENGIVA_452kbps_2011-03-03.mp4%3Fc593e66de0e460110dd967262e551f8e46fa359b8f2a93de9359377621aeca62b92f5cd1a61b314536cc5a478ba8971f615746346f261b0abf1298ccb9483f091e47266cc35ea2535a212f68b70fca9f&amp;amp;linkCallback=http%3A%2F%2Fvideos.r7.com%2Fveja-os-cuidados-necessarios-para-se-manter-a-gengiva-saudavel%2Fidmedia%2F8c5366a87ef5a2febd114b43b30542a8.html&amp;amp;thumbnail=http://webcast.sambatech.com.br/000482/account/8/3/thumbnail/media/8c5366a87ef5a2febd114b43b30542a8/ER7_RE_TV_CUIDADOSGENGIVA_452kbps_2011-03-030.2706572385504842.jpg?c593e66de0e460110dd9672728551f8e0b39f1fa8e06087f2309086b933f205a117ddcc71683b4a38657bc783cdbf5aa21fd24b9f80b79b34522fbe64a583cb088b869d795d7c1859ad39de22299159105cb739229182f712c893059e38b8663&amp;amp;idCategory=197&quot; width=&quot;445&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/03/video-da-semana-aprenda-os-cuidados.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-1002516630558235013</guid><pubDate>Mon, 28 Feb 2011 22:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-28T19:06:47.470-03:00</atom:updated><title>SUS não está pronto para atender o boom da população idosa</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMyFZ9875epiKRBGj6AF5ZOjO2-r6txU_S9eMvCK-LDaoCkK28yb6LaM28fVsFSfI1qRap-hI90dCf9Da54D4VBuyhe9TxQnYICVBHsbUtNDrMfZ8hCw-7xhroNWxmuPnUN5he8pJF5hvt/s1600/idoso+hospital.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMyFZ9875epiKRBGj6AF5ZOjO2-r6txU_S9eMvCK-LDaoCkK28yb6LaM28fVsFSfI1qRap-hI90dCf9Da54D4VBuyhe9TxQnYICVBHsbUtNDrMfZ8hCw-7xhroNWxmuPnUN5he8pJF5hvt/s320/idoso+hospital.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estimativas apontam que, em 40 anos, o número de idosos vai  triplicar, alcançando quase 30% da população brasileira, o que significa  uma maior demanda por recursos de saúde e medicamentos. No entanto,  para se assegurar o atendimento de saúde deste grupo em expansão será  necessário um aprimoramento nos serviços e uma alteração nas políticas  de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). É o que aponta o farmacêutico  André de Oliveira Baldoni, pesquisador responsável por um estudo que  analisou a realidade de 1000 idosos atendidos pelo SUS, de novembro de  2008 a maio de 2009, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Se hoje já temos enormes filas de espera e muitas vezes o mau  atendimento, a perspectiva para o setor de saúde nas próximas décadas,  caso não haja um planejamento imediato, para atender a demanda  crescente, só tende a piorar”, diagnostica o farmacêutico, que  apresentou sua pesquisa junto à Faculdade de Ciências Farmacêuticas de  Ribeirão Preto (FCFRP) da USP. Segundo dados de 2008 do Instituto  Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) existem no Brasil 21  milhões de pessoas com 60 anos ou mais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com  Baldoni os principais fatores responsáveis pelas  deficiências do SUS são a falta de padronização de medicamentos que  sejam seguros e com indicação específica para os pacientes idosos, a  falta de investimento e priorização da atenção primária e a carência de  políticas preventivas de doenças e de profissionais que atuem na  prevenção das complicações em saúde, tais como educadores físicos e  nutricionistas. Segundo o pesquisador, o investimento nessas áreas  poderia reduzir as complicações com o tratamento das morbidades típicas  da população idosa, e com isso diminuiria gastos do sistema público de  saúde. “O envelhecimento populacional deve ser enfrentado com uma  conquista e não como um problema social.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Baldoni aponta como opção melhorar e diversificar o acesso aos  medicamentos seguros. “Na atualidade observa-se que nas listas  padronizadas, seja de um hospital ou de um município, há poucas opções  de fármacos para o tratamento da mesma doença. E com isso quem prescreve  fica limitado a receitar  medicamentos padronizados, pois a renda per  capita do idoso geralmente é muito baixa e isso gera mais um fator  limitante. É importante ressaltar que a seleção dos medicamentos para  compor a lista padronizada fica a cargo dos municípios que tem autonomia  para isso. Esta padronização leva em consideração vários fatores dentre  eles, o perfil nosológico (doenças mais prevalentes), epidemiológico e  os recurso financeiros disponíveis, geralmente limitados.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso, deve-se oferecer treinamento e capacitação para as  equipes de saúde no intuito de melhor orientar os idosos sobre o uso  correto das medicações. “A capacitação profissional é fundamental para  orientar sobre os diferenciais da farmacoterapia para idosos e para  reduzir os efeitos adversos e o uso de medicamentos inapropriados”,  defende. “Atualmente, 44,2% dos idosos utilizam pelo menos um  medicamento inapropriado e 46% relataram pelo menos uma queixa de evento  adverso.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estudo revelou que 16,3% dos idosos que retiraram medicamentos pelo  SUS não receberam orientação sobre o seu uso correto por nenhum  profissional da saúde. “Dados como este refletem a carência de recursos  humanos enfrentada pelo setor”, afirma. Além disso, uma das grandes  causas das complicações encontradas no tratamento de idosos está  relacionada às doses inadequadas de medicamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Baldoni aponta ainda que o organismo de um idoso passa por alterações  fisiológicas que prolongam o efeito da maioria dos fármacos e, por  consequência, as chances de intoxicação aumentam. “Não se pode tratar  uma pessoa de 65 anos como um adulto de 25 anos”, completa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra política necessária é o investimento no que o pesquisador  denomina de “Atenção Primária”, ou seja, na conscientização e prevenção  de doenças comuns aos idosos e onerosas ao Estado, como hipertensão e  diabetes. Cerca de 73% dos idosos que fizeram parte do estudo relataram  possuir pressão alta. Além disso, 57,4% disseram não receber visitas dos  Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que são profissionais fundamentais  para a prevenção de doenças.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O investimento em políticas preventivas, e inserção de profissionais  que atuem na prevenção das doenças da população é um caminho que  reduziria substancialmente os custos futuros do SUS, diz Baldoni. “Entre  os entrevistados, 59% não praticavam atividades físicas regulares, o  que favorece o desenvolvimento da diabetes, por exemplo. Ao se prevenir  diabetes, evita-se procedimentos caros como a hemodiálise, o tratamento  com insulina e, em alguns casos, a amputação de membros”, exemplifica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para Baldoni, também é necessário investir em conscientização. “É  preciso acabar com a cultura da automedicação, responsável por grande  parte das complicações das doenças em idosos. Cerca de 31% dos  entrevistados se automedicam”, alerta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Acima de tudo a sociedade e os profissionais de saúde precisam mudar  a cara da saúde passando de uma medicina curativa para preventiva, como  preconiza a Organização Mundial de Saúde e o próprio SUS”, conclui.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: Agência USP &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/02/sus-nao-esta-pronto-para-atender-o-boom.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMyFZ9875epiKRBGj6AF5ZOjO2-r6txU_S9eMvCK-LDaoCkK28yb6LaM28fVsFSfI1qRap-hI90dCf9Da54D4VBuyhe9TxQnYICVBHsbUtNDrMfZ8hCw-7xhroNWxmuPnUN5he8pJF5hvt/s72-c/idoso+hospital.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2848646997226429732.post-2008792944682872765</guid><pubDate>Mon, 28 Feb 2011 22:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-28T19:04:50.120-03:00</atom:updated><title>Uso de células-tronco pretende acelerar regeneração óssea</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgB7zLRSGuDtbu-aNTj54rUaU3QpolBkK0BHsHjv8VyoKLMLYBIEPfkK8xSuHWqf6tHMcRumRk8m2L9_pxxaER2qz32UtJnUWA_Sx3vYUXG_23W5480jpifGZlepLFA087lUV4rLPu6F2FJ/s1600/c%25C3%25A9lulas.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgB7zLRSGuDtbu-aNTj54rUaU3QpolBkK0BHsHjv8VyoKLMLYBIEPfkK8xSuHWqf6tHMcRumRk8m2L9_pxxaER2qz32UtJnUWA_Sx3vYUXG_23W5480jpifGZlepLFA087lUV4rLPu6F2FJ/s320/c%25C3%25A9lulas.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A equipe do Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH) do Instituto de  Biociências (IB) da USP, liderada por Maria Rita-Passos Bueno e Mayana  Zatz, está testando diferentes fontes de células-tronco retiradas do  próprio organismo capazes de acelerar a reconstrução de ossos. A técnica  pretende aumentar a eficiência no tratamento de doenças de difícil  regeneração, como a osteosporose, que causa a perda da massa óssea e,  com isso, aumenta a fragilidade dos ossos e o risco de fraturas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com a pesquisadora Mayana Zatz, “o intuito da pesquisa é  utilizar células tronco para acelerar a reconstrução de ossos que  sofreram alguma fratura ou má-formação, como ocorre com bebês que nascem  com alterações craniofaciais”, afirma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estudo intitulado &lt;em&gt;Perspectiva de um futuro tratamento para osteoporose ou outras doenças ósseas com base em células tronco&lt;/em&gt;  foi desenvolvido pelas pesquisadoras do Centro do Genoma da USP Tatiana  Jazedje da Costa Silva e Daniela Franco Bueno, e recebeu o Prêmio  Saúde, da Editora Abril, na categoria Saúde da Mulher, em 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Variedade de Células-tronco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Durante o desenvolvimento do estudo foram colhidas&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt; &lt;/span&gt;amostras  de células-tronco provenientes de diversos tecidos humanos. Num  primeiro momento, foram coletadas células-tronco de tecidos extraídos do  organismo, como polpa de dente de leite, tecido adiposo — descartado em  cirurgias, principalmente em procedimentos de lipoaspiração — e tecido  muscular do lábio — descartado em cirurgias corretivas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Posteriormente, a equipe do CEGH testou o potencial de células-tronco  das trompas de falópio — canais que ligam os ovários ao útero — e  comprovou a alta concentração deste tipo de célula no órgão feminino. “A  vantagem desta descoberta é que como a osteosporose atinge  majoritariamente as mulheres idosas, devido às perdas hormonais da  menopausa, pode-se agora regenerar osso fraturado com os próprios  recursos físicos do paciente”, relata Mayana.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Procedimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Após retirar as células-tronco do organismo e mensurar seu potencial em regenerar osso, são realizados testes em laboratório (&lt;em&gt;in vitro&lt;/em&gt;) para determinar se estas células podem ou não formar tecido ósseo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após isso, para comprovar a eficiência do método, comparou-se a  evolução na reconstrução óssea de dois grupos distintos de ratos, um com  o implante de células-tronco e outro, sem implantes, em condições  normais. Por meio deste teste&lt;em&gt; in vivo&lt;/em&gt;, constatou-se que os  ratos que possuíam a membrana com células-tronco tiveram uma regeneração  muito mais acelerada do osso fraturado, do que os ratos que não  possuíam as células-tronco.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nos experimentos, além das células-tronco, também foram utilizados  moldes que servem como suporte para que as células-tronco se fixem antes  de serem aplicadas nos modelos animais e que auxiliam no processo de  ossificação. O próximo passo é submeter à aprovação dos órgãos de  regulamentação, como o Conselho Nacional de ética em pesquisas (CONEP),  para poder iniciar os teste em seres humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: Agência USP &lt;/div&gt;</description><link>http://odontofcrs.blogspot.com/2011/02/uso-de-celulas-tronco-pretende-acelerar.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcelo Barreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgB7zLRSGuDtbu-aNTj54rUaU3QpolBkK0BHsHjv8VyoKLMLYBIEPfkK8xSuHWqf6tHMcRumRk8m2L9_pxxaER2qz32UtJnUWA_Sx3vYUXG_23W5480jpifGZlepLFA087lUV4rLPu6F2FJ/s72-c/c%25C3%25A9lulas.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>