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	<title>Carreira Profissional</title>
	
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	<description>Dicas para crescimento na carreira profissional</description>
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		<title>Trabalhe na escuridão</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 12:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Paulo Sergio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo todo vejo gente jogando oportunidades profissionais pelo ralo. E isso tem acometido jovens profissionais e também os mais experientes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/trabalho-sucesso-competencia.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2921" alt="trabalho-sucesso-competencia" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/trabalho-sucesso-competencia.jpg" width="250" height="250" /></a>O tempo todo vejo gente jogando oportunidades profissionais pelo ralo. E isso tem acometido jovens profissionais e também os mais experientes.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Os jovens, pela ansiedade, imaginam que a empresa na qual trabalham tem a obrigação de recompensá-los no menor prazo possível, contudo, para alguns jovens, esse prazo é muito curto. O que acontece? Eles vão trocando de empresas, sem notar que o problema não está nas empresas em que trabalham, e sim, no excesso de ansiedade para crescer profissionalmente, o que, acaba acontecendo o contrário, ou seja, eles regridem.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Os mais experientes, boa parte deles, acaba tendo escassez de ansiedade. Como? Eles entram numa rotina em que desafios já não fazem parte dos seus planos, e, a rotina e a acomodação se tornam suas mais fieis companheiras. Também não se dão conta do quanto não progridem, e, pior, retrocedem.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Porém, o fator crucial, seja para jovens ou para quem já tem mais experiência profissional, não é ansiedade ou a falta de um pouco dela. Uma das coisas que mais prejudica a carreira de uma pessoa é o fato de ela achar que precisa receber mais dinheiro toda vez que ganha mais trabalho. A coisa não funciona exatamente nessa proporção. Aliás, na maioria das carreiras bem-sucedidas, acontece inversamente proporcional por um bom tempo, ou seja, muito trabalho e pouco rendimento financeiro.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Se quisermos ter sucesso profissional, devemos entender que, por um longo período, devemos trabalhar mais, aceitar responsabilidades, novas tarefas, sem sequer questionar a empresa sobre ganhar mais por isso. O importante é se tornar útil, visto, deixar claro que você aceita trabalho, novos desafios, mesmo que isso signifique ter que ficar até mais tarde na empresa.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Não é discurso de chefe, de empresário. Também sou empregado de todos os clientes, e, não meço esforços para dar a eles o que querem, e, no tempo certo, cobrar mais por entregar mais.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Um dia desses conversava com um profissional da área administrativa de uma empresa. Ele me dizia que tinha recebido muito mais tarefas do que fora contratado para fazer, e, conversando com sua esposa, acreditava que a empresa o estava explorando. Respondi: </span><i><span>“Cara, aceite o que estão lhe oferecendo na empresa. Se torne útil, fique em evidência, e deixe seu chefe ter a certeza de que pode contar com você. Não faça corpo mole, entre pra valer, faça mais que o combinado que sua carreira vai decolar rapidinho”.</span></i></span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Veja, raras são às vezes que uma carreira dá certo se você se dedicar a fazer apenas do que foi contratado. Tem gente que é contratado para ser supervisor e não quer mais se envolver com tarefas operacionais; outros, entram como Office-boy e se pesam para ajudar a zeladora a servir um cafezinho para os clientes.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Faça o que lhe derem para fazer na empresa, não se prenda a função. Eu ainda faço questão de, toda vez que vejo um papel jogado no chão do escritório, ir até lá e juntar, para dar o exemplo. Repetidamente assumo tarefas operacionais para ajudar a equipe, e incentivá-los a seguir o mesmo exemplo, afinal, sei que uma empresa é feita por mãos que trabalham, e não por mãos que se negam a fazer tarefas, só pelo fato de estarem nesta ou naquela função.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Perceba que sempre há alguém olhando o nosso serviço. Às vezes pensamos que estamos esquecidos lá num canto da sala, como aquela blusa velha que largamos no guarda-roupa, mas, isso raramente acontece. Os chefes, por piores que sejam, estão de todo olho em gente competente, pois quanto mais pessoas competentes, determinadas e aguerridas tiverem do lado, melhor para toda a equipe, e, sobretudo, para eles próprios.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Dê duro, vá com força no trabalho que está exercendo agora. Peça mais tarefas, mais responsabilidades, sem se importar, por um bom tempo, se vai receber a mais por isso. Não dê ouvido a quem diz que estão explorando você. Normalmente que fala isso é porque vive fazendo trabalhos medíocres, é alguém que não tem visão de futuro, que está amarrado nas teias da acomodação e da mediocridade, e não quer ver você alçar voo, ou, são tão medrosas, que, mesmo querendo seu bem, acabam atrapalhando sua evolução com conselhos errados.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Não jogue pelo ralo suas chances de se dar muito bem profissionalmente, pelo fato de imaginar que só deve cumprir sua função. Numa empresa não existe função, o que existe são resultados. Cada um faz sua parte, mas, também ajuda a fazer algo mais, senão, aí sim é que você se tornará aquela blusa velha esquecida lá no canto do armário que um dia a gente se lembra de jogar fora.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Trabalhe na escuridão, fique à noite trabalhando quando for solicitado, guarde um ou dois finais de semana para se doar mais à profissão, seja executando novas tarefas ou aprendendo coisas novas através de um curso, livro, dvd. Há tempo para se dedicar ferozmente ao trabalho, à sua carreira, e ainda sobra tempo para você ficar com que ama.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">O mundo hoje é pressão, competência, diferencial. Não há mais espaço para “fazer o combinado” no mercado de trabalho. Isso é o mínimo que se espera de quem está atuando profissionalmente.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Decida entrar nessa pressão, tenha fome de resultados, fome de crescimento, e, compreenda que para saciar essa fome, vai ter que se alimentar antes de garra, determinação, desafios e muito trabalho.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Torço por você, e, como sempre, fique com Deus, sucesso e felicidades!</span></p>
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		<title>Escolas de negócios medem a inteligência emocional dos alunos</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 11:59:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[MBA]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolas de negócios medem a inteligência emocional dos alunos - Exames de admissão incluem, além das provas de conhecimento técnico, testes de personalidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/escolas-de-negocios-inteligencia-emocional.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2917" alt="escolas-de-negocios-inteligencia-emocional" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/escolas-de-negocios-inteligencia-emocional.jpg" width="250" height="250" /></a>Esqueça o que você sabe. As escolas de negócios querem cada vez mais saber o que você sente. Para poder escolher dentre numerosos candidatos bem qualificados e ter uma ideia do ser humano por trás da papelada, as escolas americanas de negócios estão adicionando testes de personalidade e entrevistas padronizadas às suas tradicionais baterias de redações, currículos e cartas de recomendações. Agora, potenciais alunos de MBA precisam mostrar características emocionais como empatia, motivação, superação e muitas outras.</p>
<p>Medir o quociente de inteligência emocional, ou QE, é o método mais recente das escolas para identificar futuras estrelas. Como os alunos já começam sua procura por um emprego assim que chegam ao campus, as instituições têm pouco tempo para corrigir eventuais falhas. “Empresas selecionam os melhores talentos com avaliações como esta”, diz Andrew Sama, diretor associado de admissões do programa de MBA da Mendoza College of Business, da Universidade de Notre Dame. “Se estamos escolhendo futuros líderes empresariais, por que não usamos ferramentas semelhantes?”</p>
<p>Desde meados de 2010, os candidatos da Mendoza têm sido obrigados a preencher um questionário on-line de 206 itens chamado Inventário de Características Pessoais. O questionário avalia os inscritos baseado nas características que a escola encontrou nos estudantes e formandos mais bem-sucedidos, tais como liderança e capacidade de trabalhar em equipe.</p>
<p>É difícil determinar as respostas “certas”. Uma das perguntas, por exemplo, é a seguinte: “Quais são as suas fontes de novas ideias?” As respostas de múltipla escolha incluem “leitura”, “minhas próprias reflexões”, “especialistas no assunto”, “família e amigos” e “pessoas com quem trabalho”. Os melhores estudantes tendem a fornecer as mesmas respostas, afirma a Mendoza.</p>
<p>Paul Toboni, um aluno do primeiro ano de MBA da escola, disse que “não conseguiu ser vago ou dar uma resposta superficial” no teste on-line, ao contrário do que aconteceu na entrevista. Ainda assim, Toboni, de 23 anos, disse que estava satisfeito com o fato de a escola estar avaliando sua personalidade e não apenas o tamanho do seu currículo, porque ele tinha pouca experiência profissional.</p>
<p>Com base na avaliação, a Mendoza classifica os alunos como “recomendados” ou “não recomendados”, embora a escola possa acabar admitindo certos estudantes da segunda categoria e rejeitando outros da primeira. A escola planeja acompanhar de perto os formandos da turma atual, pois eles são os primeiros selecionados a partir de uma avaliação explícita do QE. A instituição afirma que os primeiros indícios mostram que aqueles que obtiveram uma boa pontuação na avaliação são altamente engajados nas atividades em sala de aula e nos clubes.</p>
<p>A Yale School of Management, escola de negócios da Universidade Yale, por sua vez, pretende experimentar, nas próximas semanas, o teste de inteligência emocional Mayer-Salovey-Caruso em voluntários do seu grupo atual de candidatos. Segundo Bruce DelMonico, vice-reitor e diretor de admissão de MBA, os resultados da autoavaliação on-line não vão afetar as decisões de admissão porque a instituição está apenas recolhendo dados das características que preveem o sucesso.</p>
<p>O teste de 141 itens – do qual o reitor da Universidade Yale, Peter Salovey, foi um dos criadores – mede a capacidade dos candidatos de administrar ou entender suas próprias emoções com perguntas sobre situações cotidianas. “A avaliação de talentos é uma ciência difícil,” diz DelMonico, embora acrescente que está ficando mais fácil quantificar, ou pelo menos entender, o que precisa ser avaliado.</p>
<p>A Tuck School of Business, escola de negócios da Universidade Dartmouth, atualizou o seu formulário de recomendações este ano, ajustando as perguntas para melhor avaliar o QE. A instituição pede às pessoas que indicaram um candidato que o classifique quanto à sua capacidade de lidar com pressão, curiosidade intelectual e outras características. Dawna Clarke, diretora de admissões, diz que ainda está procurando um teste que meça o QE com precisão e consistência.</p>
<p>Esse tipo de avaliação não é algo completamente novo. A Sloan School of Management, escola de negócios do MIT, introduziu seu “modelo de competência” em 2000, criando uma grade que mede o sucesso demonstrado, tais como os resultados dos testes, experiência profissional destacada e ainda atributos pessoais como a habilidade de se relacionar. A escola não aplica um teste, mas realiza entrevistas comportamentais que exigem que os candidatos apresentem exemplos de ocasiões em que demonstraram vários elementos de QE. “Você está avaliando um comportamento intrínseco”, diz Rod Garcia, diretor de admissões da Sloan.</p>
<p>Embora um QE baixo não descarte completamente alguém que seja muito bom nos outros requisitos, diz Garcia, um QE alto – pelo menos em certos casos – pode compensar um desempenho medíocre em outros testes. De acordo com ele, a Sloan é “um tanto flexível” quanto à pontuação no GMAT e as qualificações acadêmicas.</p>
<p><i> *Essa notícia foi publicada no site Valor Econômico, em 06/05/2013</i></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.valor.com.br/carreira/3111520/escolas-de-negocios-medem-inteligencia-emocional-dos-alunos">http://www.valor.com.br/carreira/3111520/escolas-de-negocios-medem-inteligencia-emocional-dos-alunos</a></p>
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		<title>O que é a felicidade?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Paulo Sergio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
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		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Para você, o que é a felicidade? É um pássaro que você só vê voando bem longe? Ou é como uma companhia para todos os momentos?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/felicidade-coragem-planejamento.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2912" alt="felicidade-coragem-planejamento" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/felicidade-coragem-planejamento.jpg" width="250" height="250" /></a>Infelizmente, algumas pessoas dizem que vão abrir mão de tudo para serem felizes, sem se dar conta de que isso é provocar infelicidade. Não precisamos abrir mão de nada para sermos felizes, simplesmente porque ser feliz é uma escolha que não requer renúncias e abandonos. Se você imagina que precisa abandonar a carreira para ser feliz em casa, você nunca será feliz, nem em casa nem no trabalho. O inverso também é verdadeiro. Ninguém que abandone a família para construir uma carreira de sucesso será feliz.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Então, para você, o que é a felicidade? É um pássaro que você só vê voando bem longe? Ou é como uma companhia para todos os momentos? A felicidade está onde a gente quer que ela esteja, e é o que a gente quer que ela seja.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">A felicidade não está noutro lugar que não seja onde você está. Se você vai a um lugar triste, melancólico, não significa que precisa assumir a mesma postura desse lugar. Sua função é mudar o ambiente, criando boas energias, levando luz, paz. Esse é um belo termômetro para saber se somos felizes ou não.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Ela também não está no passado nem no futuro. Se ela morar num desses lugares, você só poderá dizer que foi ou será feliz, mas, nunca que está feliz. Para ser feliz é preciso pisar no presente, com todas as suas alegrias e dores, derrotas e vitórias, coragem e medos. A pior das infelicidades é dizer “ah, como eu era feliz e não sabia”, ou “um dia serei feliz&#8230;”.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Colocar a felicidades apenas no amanhã, quando conquistarmos o carro ou a casa dos sonhos, a princesa ou o príncipe encantado é alimentar a infelicidade, e ser infeliz é uma opção de vida, que nos faz ver o mundo não como ele é, mas, como nós estamos nos sentindo. Imaginar que a felicidade está em tudo o que temos é se decepcionar lá na frente, porque sua irmã má, a infelicidade, também escolhe gente rica.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><b><i><span style="color: #000000;">Lembre-se: para ter sucesso precisamos de planejamento, metas, objetivos, pois ele requer que corramos atrás dele. Mas, para sermos felizes só precisamos decidir ser, independentemente do tamanho do sucesso que conquistamos.</span></i></b></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidade sempre.</span></p>
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		<title>Honre sua palavra</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Paulo Sergio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sempre ouve dizer que motivação, competência, determinação, garra, força de vontade são condutas essenciais para uma carreira de sucesso... e são mesmo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/sucesso-competencia-postura.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2908" alt="sucesso-competencia-postura" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/sucesso-competencia-postura.jpg" width="250" height="250" /></a>Você sempre ouve dizer que motivação, competência, determinação, garra, força de vontade são condutas essenciais para uma carreira de sucesso&#8230; e são mesmo. Raramente alguém sem essa postura profissional se sai bem no mercado de trabalho, seja um colaborador, empresário, autônomo.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Mas, há algo especial nas pessoas de sucesso. Alguma coisa que as destaca da multidão: </span><i><span>elas honram a palavra dada.</span></i></span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Lembro-me que meu pai ficava furioso quando alguém pedia para que ele assinasse um papel, para garantir que pagaria suas contas. Isso porque pra ele, o que valia era a palavra dada, e não uma assinatura num papel.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Ele sempre comprava fiado na mercearia do Seu Jaime. Como a grana era bem curta, quase toda semana íamos à mercearia fazer o rancho (compra). Lá, o proprietário apenas anotava o que meu pai havia comprado, sem qualquer assinatura. A primeira coisa que ele fazia logo após receber seu salário era pagar o Seu Jaime, e, com um aperto de mão, os negócios se selavam novamente.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Profissionalmente ele também cumpria o que dizia. Sempre que eu ia com ele ao trabalho, e ficava brincando na serragem da serraria que ele trabalhava, seus colegas zombavam dele, dizendo que era um “puxa saco”. Isso pelo fato de ele não brincar em serviço.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Infelizmente, hoje, vemos muitas pessoas jogando no ralo oportunidades que seriam de ouro se cumprissem o que combinaram. No dia da entrevista, os candidatos se dizem os melhores profissionais do planeta, que serão comprometidos, dedicados, mas, basta passar o período de experiência, que, boa parte começa a relaxar, chega atrasado, desperdiça tempo, matéria-prima.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Outros, vão pulando de galho em galho, e, repetidamente fazem corpo mole só para serem dispensados e viverem por um tempo do seguro-desemprego e do fundo de garantia, sem se darem conta de que essas verbas duram por um período, mas, as manchas deixadas na carreira durarão a vida inteira. Depois, vivem se lamentando a falta de sorte, sendo que, o maior problema é a falta de honra da palavra.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Gosto muito de ajudar gente que quer construir uma carreira bacana, pautada em posturas corretas, e fico triste quando alguém faz tudo errado imaginando que está levando vantagem por agir sem cumprir o que prometeu.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Por isso, você que quer construir uma carreira digna, bem-sucedida, a melhor dica que posso lhe dar é para honrar sua palavra dada.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Se disse que trabalharia à noite, sábados, domingos, até que aprendesse bem suas tarefas, não faça nada diferente disso, custe o que custar. Se combinou com a empresa que não receberia por essas noites trabalhadas, e sim, que receberia uma promoção em seis meses se se mostrasse capaz, exija nada mais que isso.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Se quebrarem a palavra com você, continue firme na sua conduta, afinal, não deve ser igual a quem desonrou o que disse. Ao notar que as pessoas na empresa, que lhe prometeram coisas, não estão cumprindo a parte delas, as chame para uma nova conversa, e, se persistirem na quebra da palavra, procure outro lugar para trabalhar, onde a honra da palavra dada seja mantida.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Eu varei dias, noites, feriados trabalhando e, na maioria das vezes, nunca recebi por elas. Sabe por quê? Por que foi o que combinei com meus chefes. Eles me dariam oportunidade de progresso e eu faria o meu melhor. Na imensa maioria das vezes deu tudo certo.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Eu sei que é difícil perceber que a gente está se matando de trabalhar, dando um duro danado para cumprir o que prometeu, e, a outra parte, insiste em não cumprir o que disse. Dá uma vontade de jogar tudo para o alto e desonrar nossa palavra também.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">No entanto, não faça isso. Prefira honrar o que prometeu, afinal, as recompensas são atraídas para as pessoas que transmitem honra em suas condutas. E, além de recompensas e crescimento profissional, o fato de honrar sua palavra também lhe dará boas noites de sono.</span></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre.</span></p>
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		<title>Como nasce um hábito</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 13:50:13 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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		<category><![CDATA[Resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto mais jovens somos mais nos abrimos às mudanças e quanto mais experientes nos tornamos mais nos prendemos à lei da inércia e às rotinas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/habitos-mudancas-comportamento.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2902" alt="habitos-mudancas-comportamento" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/habitos-mudancas-comportamento.jpg" width="250" height="250" /></a>Estudos realizados pelo cirurgião plástico americano Maxwell Maltz durante a década de 1960 revelaram que o cérebro de pessoas amputadas leva 21 dias para assimilar que seu corpo não possui mais o membro extirpado. É por isto que durante algum tempo elas continuam a cumprir alguns gestos corriqueiros, como estender a mão para tocar um objeto, mesmo não contando mais com esta parte do corpo.</p>
<p>Foi a partir daí que surgiu a chamada teoria ou princípio dos 21 dias na qual estudiosos defendem que se repetirmos um comportamento durante três semanas, ininterruptamente, ele acabará se tornando um hábito. Logo, a ideia básica é: quando precisar aderir a uma nova conduta, reproduza-a durante 21 dias a fim de que o seu cérebro desaprenda o antigo modus operandi e assimile o novo, concretizando o processo de mudança.</p>
<p>Mais recentemente, a psicóloga britânica Phillippa Lally conduziu um experimento na Universidade College, de Londres, na qual solicitou a 96 alunos que abraçassem um novo hábito diário – como comer uma fruta após o almoço ou praticar 15 minutos de exercícios físicos – e o repetissem durante doze semanas. Os resultados publicados na European Journal of Social Psychology revelam que a linha de automaticidade alcançou uma constante após 66 dias. Ou seja, após esse período as atividades que antes eram estranhas passaram a ser naturais para os voluntários.</p>
<p>Tais estudos provam o senso comum de que muitas pessoas não conseguem mudar hábitos simplesmente porque lhes falta tenacidade, desistindo antes que os resultados apareçam. É o caso de quem começa a frequentar uma academia e, diante dos precários resultados das primeiras semanas, acaba desistindo sem perceber que a mudança em seu corpo já estava em curso.</p>
<p>Portanto, a palavra-chave é consistência. Se você quer testemunhar transformações rápidas e fundamentadas apenas em euforia prepare-se para o fracasso, afinal a empolgação é um combustível de baixa octanagem e consumo rápido. As grandes mudanças que operamos na vida ocorrem sem alarde e são construídas por meio da melhoria contínua dia após dia.</p>
<p>Lembre-se das crianças de dez anos. Quando alguma delas começa a estudar um instrumento como o violão, mal consegue apoiá-lo em seus braços, no entanto seis meses depois já se sente confortável para tocar as primeiras canções e em dois anos algumas evoluem a olhos vistos. Enquanto isto, o adulto que iniciou as aulas ao lado dela desistiu após três meses e conserva o sentimento de “não nasci para isto”, se estiver na média da população.</p>
<p>Quanto mais jovens somos mais nos abrimos às mudanças e quanto mais experientes nos tornamos mais nos prendemos à lei da inércia e às rotinas. É por isto que respeito quem decide operar transformações sensíveis em suas vidas mesmo quando tudo está caminhando bem. Ele sabe que até para permanecer no mesmo lugar, é necessário se pôr em movimento e desafiar as verdades que carrega dentro de si.</p>
<p>Da mesma forma que os animais são orientados pelos seus instintos, somos dirigidos pelos nossos hábitos. Isto explica a dificuldade para realizar até mesmo pequenas transformações, como utilizar o relógio no outro pulso. O problema é que algumas práticas que carregamos podem ser extremamente danosas à carreira, à vida conjugal e aos relacionamentos com os outros e conosco mesmos.</p>
<p>Como vimos, a resistência à mudança de hábito advém das crenças pessoais e êxitos ou fracassos passados, mas é possível facilitar as coisas com a repetição diária da conduta desejada e ao correlacioná-la a uma meta clara e significante. Algum tempo atrás um amigo largou o cigarro após tragá-lo durante três décadas e, segundo ele, uma frase do seu médico foi decisiva: “Ou você para de fumar agora ou morrerá em dois anos”. Creio não haveria argumento mais sensível para quem tem filhos pequenos.</p>
<p><strong>Autor:</strong> Wellington Moreira – Palestrante e consultor empresarial nas áreas de <a rel="nofollow" target="_blank" title="Desenvolvimento" href="http://ogerente.com.br/rede/recursos-humanos/artigos/desenvolvimento/">Desenvolvimento</a> Gerencial e Gestão de Carreiras, também é professor universitário em cursos de pós-graduação. Mestre em Administração de Empresas, possui MBA em Gestão Estratégica de Pessoas e é especialista em <a title="Comunicação" href="http://ogerente.com.br/rede/recursos-humanos/artigos/comunicacao/">Comunicação</a> Empresaria. <a href="mailto:wellington@caputconsultoria.com.br" target="_blank" rel="nofollow">wellington@caputconsultoria.com.br</a><br />
<strong>Fonte:</strong> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.caputconsultoria.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">http://www.caputconsultoria.com.br</a></p>
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		<title>O que é o sucesso?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ogerente/ROGCarreira/~3/qTDHR-PwY1E/sucesso-resultados-metas</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 15:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Paulo Sergio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já pensou o que significa sucesso para você? Para muitas pessoas, o sucesso nunca vai chegar, sabia?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/sucesso-resultados-metas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2895" alt="sucesso-resultados-metas" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/05/sucesso-resultados-metas.jpg" width="250" height="250" /></a>Você já pensou o que significa sucesso para você? Para muitas pessoas, o sucesso nunca vai chegar, sabia? Isso acontece pelo simples fato de não definirmos o que ele representa em nossa vida.</p>
<p>Portanto, a primeira coisa que você tem de fazer para ter sucesso é defini-lo. E defina agora mesmo, exatamente da forma como está pensando. E, a melhor parte da definição de sucesso é que ela nunca estará errada, afinal, sucesso, em resumo, é o que você diz que é e pronto.</p>
<p>Não tenha vergonha de escrever que sucesso é ser fico, famoso, milionário, poder esbanjar dinheiro, pois isso também é sucesso. E, não se sinta constrangido, se, neste momento, sucesso para você significar apenas arranjar um emprego que lhe dê condições de manter suas necessidades, afinal, isso é sucesso também.</p>
<p>O sucesso é sempre mutável. O que hoje pode representá-lo, amanhã já não serve mais. O que ontem desprezávamos como sinônimo de sucesso, hoje podem ser as coisas mais valiosas do mundo.</p>
<p>Como uma casa, que você constrói e nota o quanto ela ficou como você queria, mas, com o passar dos anos, a gente sempre acha alguma coisa para mudar, assim é o sucesso, que também vai sendo construído e modificado, toda vez que já não estamos satisfeitos com os resultados.</p>
<p>Muitos acreditam que a satisfação é sinônimo de sucesso. Na realidade, a insatisfação é que nos possibilita correr atrás daquilo que queremos, pois, por mais bem que as coisas estejam, sempre podem ficar melhores. Claro que isso não significa vivermos insatisfeitos com tudo. Quando falo da insatisfação como combustível para o sucesso, me refiro ao fato de não nos acovardarmos com o que precisa ser modificado.</p>
<p>Sucesso é sempre um assunto delicado e pessoal. Como dica, todo início de ano, estabeleça algumas metas, como conseguir uma promoção, vender o dobro, produzir vinte por cento a mais, comprar ou trocar de carro, adquirir sua casa própria, viajar. Seja ousado ao criar essas metas, raramente alguém que é realista ao extremo consegue tirar os pés do chão, e, para atingirmos nossos objetivos, pelo menos, um pé a gente precisa tirar.</p>
<p>Avalie constantemente seus resultados em relação ao que estabeleceu. Tenha obsessão por atingi-los e aprenda a lidar com as prováveis falhas, pois quanto mais sabemos lidar com elas, mais bem preparados estaremos para fazer certo na próxima tentativa.</p>
<p>Lembre-se: para alcançar o sucesso que definiu, você precisa de metas, de objetivos.</p>
<p>Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre.</p>
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		<item>
		<title>A raiva nossa de cada dia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ogerente/ROGCarreira/~3/vFma9tNRqpk/raiva-solucao-calma</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 20:47:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Raiva]]></category>
		<category><![CDATA[Solução]]></category>

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		<description><![CDATA[Em algumas pessoas a raiva vem a tona com muita intensidade. Às vezes ela tem um poder de combustão que nos cega.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/raiva-solucao-calma.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2889" alt="raiva-solucao-calma" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/raiva-solucao-calma.jpg" width="250" height="250" /></a>Situações de aborrecimento, todos já vivemos.</p>
<p>Certamente em muitas destas ocasiões algo vem a tona.</p>
<p>Este algo que pode consumir uma pessoa de diferentes maneiras tem um nome, raiva.</p>
<p>Em algumas pessoas a raiva vem a tona com muita intensidade.</p>
<p>Às vezes ela tem um poder de combustão que nos cega.</p>
<p>Ah, também pode nos deixar surdos e mudos.</p>
<p>Há oportunidades em que os motivos parecem razoáveis.</p>
<p>Parecem?</p>
<p>Sim, cada um de nós sabe exatamente aquilo que nos afeta&#8230;e como nos afeta também.</p>
<p>Questões sempre muito particulares.</p>
<p>Algumas vezes até mesmo justas.</p>
<p>No entanto a forma como a raiva nos consome é a questão.</p>
<p>Será que realmente vale a pena.</p>
<p>Não, todos sabemos que não.</p>
<p>Mas ainda assim, o quanto é difícil nos controlar.</p>
<p>Algo muito próprio de cada um de nós.</p>
<p>Pois bem, não faz muito tempo estava no Metro e ouvi uma conversa entre uma senhora e um rapaz.</p>
<p>Ao que parecia, era apenas uma conversa entre uma estação e outra, isto é, eles não se conheciam previamente.</p>
<p>O rapaz parecia muito bravo (e não era com a senhorinha rs).</p>
<p>Ele tinha perdido o emprego, segundo ele, de forma injusta devido a algo que tinham “armado” com ele.</p>
<p>Ao que parecia, também tinha necessidades claras econômicas, com muitas contas para pagar.</p>
<p>A senhora começou a conversar com ele e perguntou:</p>
<p>- Se você ficar bravo conseguirá resolver esta situação?</p>
<p>Ele nem virou a cabeça para ela e ainda deu uma, pouco amistosa, “bufada”.</p>
<p>Parecia de saco cheio com a conversa da gentil senhora.</p>
<p>Como se nada tivesse acontecido, ela voltou a falar com ele:</p>
<p>- Meu menino, ao menos consegui fazer com que você tirasse, por poucos segundos que fosse, sua raiva pela situação e me colocasse como alvo. E este problema, no caso eu, será resolvido em minutos, pois chegarei a minha estação e sairei do vagão.</p>
<p>Ele, surpreso, não aguentou, deu outra “bufada” e uma gargalhada.</p>
<p>Mais do que isso, parecia renovado.</p>
<p>Deu um beijo na Senhora e a deixou na porta do vagão na estação de destino dela, que naquele momento já chegara.</p>
<p>Pois é, às vezes, mudar o foco de uma situação de extremo desconforto ou raiva pode ser parte da solução.</p>
<p><strong>Autor:</strong> José Renato Santiago<br />
<strong>Fonte: </strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.jrsantiago.com.br/">http://www.jrsantiago.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>A importância da autoestima</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ogerente/ROGCarreira/~3/XNvzT59V1G0/autoestima-qualidades-motivacao</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 20:04:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sofrimento]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida nos traz desafios constantes para os quais precisamos estar preparados. Talvez nossa maior aliada, ao lado da fé, seja a autoestima.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/autoestima-qualidades-motivacao.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2883" alt="autoestima-qualidades-motivacao" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/autoestima-qualidades-motivacao.jpg" width="250" height="250" /></a>A vida nos traz desafios constantes para os quais precisamos estar preparados. Talvez nossa maior aliada, ao lado da fé, seja a autoestima. Apreciação de si mesmo, não no sentido egoísta, mas amoroso do termo. Estimar a si mesmo é ter respeito pela pessoa que se é. Prezar o templo no qual o Senhor Deus decidiu colocar seu sopro vital. Ter consideração e carinho pela pessoa que nos tornamos com o passar dos anos, reconhecendo nossos defeitos e qualidades, procurando nos aprimorar a cada dia.</p>
<p>Muitos não dão o devido valor a si mesmos. Possuem histórias familiares complexas, em que foram depreciados, humilhados, menosprezados&#8230; Necessitam, muitas vezes, de auxílio para conseguirem enxergar quão valorosos são. Esse auxílio pode ser encontrado na psicoterapia, no aconselhamento psicológico, no tratamento com profissional habilitado para trabalhar com as dificuldades emocionais. É um investimento que vale a pena quando descobrimos quão preciosos somos; quanto um olhar incondicional e amoroso pode nos auxiliar.</p>
<p>Com quarenta e sete anos percebo que a vida poderia ter me soterrado não fosse a minha autoestima. Ela não nasceu comigo, mas foi desenvolvida ao longo dos anos e com o auxílio de pessoas mais experientes e profissionais da área psicológica. Faz toda diferença nos momentos difíceis. É preciso autoestima para não esfacelar, esmorecer ou sucumbir. Para fazer escolhas sensatas, agir com moderação, manter a calma diante de provocações e calúnias. É preciso autoestima para erguer a cabeça e continuar lutando diante de uma situação adversa, assim como sobreviver à culpa ou lidar com a revolta e a mágoa.</p>
<p>Enfim, são necessárias muita coragem e autoestima para tomar decisões sérias, em que outras pessoas estão envolvidas e podem igualmente sofrer e se traumatizar. Nem sempre temos condições de nos sacrificar por um ideal que não é compartilhado. O desgaste, a acomodação e a falta de interesse interferem demasiado em muitos de nossos sonhos e planos. Sacrifício unilateral conduz ao esgotamento e pode levar à morte. A autoestima faz toda diferença nesses momentos de crise e pode ser desenvolvida através de um processo psicoterapêutico. Não permita que lhe tirem aos poucos toda a alegria de viver. Enfrente. Lute. Mostre a todos que é possível vencer Golias com uma funda na mão quando se está alicerçado em Deus e com a consciência tranquila. Resgate sua autoestima e deixe de sofrer.</p>
<p><strong>Autora:</strong> Maria Regina Canhos &#8211; <a rel="nofollow" target="_blank" href="mailto:contato@mariaregina.com.br" target="_blank">contato@mariaregina.com.br</a></p>
<p><strong>Site da autora:</strong> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.mariaregina.com.br/" target="_blank">www.mariaregina.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Era uma vez na Tailândia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ogerente/ROGCarreira/~3/3KtYo52hHIw/competencia-conhecimento-desenvolvimento</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 16:32:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[O problema não é o problema em si, mas a maneira como enxergamos o problema e, principalmente, como lidamos com ele.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/competencia-conhecimento-desenvolvimento.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2877" alt="competencia-conhecimento-desenvolvimento" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/competencia-conhecimento-desenvolvimento.jpg" width="250" height="250" /></a>Em todos os treinamentos e palestras que ministro costumo usar a expressão “algumas coisas só acontecem na Tailândia”. A escolha do país foi aleatória. Nada contra a Tailândia, mas queria me referir a um lugar bem distante, afinal meu objetivo ao usar a expressão e suas variações é trazer para discussão situações vividas por aquele grupo sem me referir diretamente a ele.</p>
<p>A ideia não é deixar os problemas reais de lado, mas trata-los sob uma nova perspectiva. Afinal, parece sempre tão mais fácil resolver os problemas dos outros, certo? Assim, ao invés de apontar aquele “defeito” permito a critica à situação e a proposição de soluções como se aquele não fosse é um problema “nosso”.</p>
<p>O problema não é o problema em si, mas a maneira como enxergamos o problema e, principalmente, como lidamos com ele.</p>
<p>Um método muito interessante e muito utilizado na resolução de problemas recorrentes é o MASP (método de análise e solução de problemas). O MASP é um método prescritivo, racional, estruturado e sistemático para o desenvolvimento de um processo de melhoria num ambiente organizacional, visando solução de problemas e obtenção de resultados otimizados. O MASP se aplica aos problemas classificados como “estruturados” cujas causas comuns e soluções sejam desconhecidas, que envolvam reparação ou melhoria ou performance (e que aconteçam de forma crônica). Pode-se perceber que para serem caracterizados desta forma, os problemas precisam necessariamente possuir um comportamento histórico. Devido a esse fato, o MASP se vale de uma abordagem caracterizada como “reativa”, o que contrasta com a abordagem “proativa” necessária aos problemas de engenharia ou de concepção.</p>
<p>Minha ideia nesse artigo não é abordar o método, pois isso seria tema de um livro, mas promover reflexões sobre a maneira como o ser humano, de uma forma geral, lida com seus desafios. E, é claro, estou falando apenas dos habitantes da Tailândia&#8230;</p>
<p>Na Tailândia, as pessoas conseguem enxergar os defeitos dos outros e criticá-los muito facilmente. Lá, difícil mesmo é conseguir ver suas próprias zonas de oportunidade (um eufemismo clássico para falar de problemas) e agir de forma a corrigir rotas e promover melhorias necessárias ao autodesenvolvimento.</p>
<p>Um exemplo recente disso é o facebook. Quem não conhece alguém que se distancia (e muito) daquilo que costuma postar? São inúmeras as frases de efeito que remetem a pessoas fortes e bem resolvidas que, na verdade, não praticam um décimo daquilo que afirmam ser e fazer pelo face. Ainda bem que só gente da Tailândia age assim.</p>
<p>A falta de consciência em relação a si mesmo impede o crescimento. Se eu acredito que sou um excelente profissional, que os problemas são sempre meus chefes e minha empresa, que o mundo corporativo boicota profissionais de alta performance que não se dão ao trabalho de fazer “política”, por exemplo, será quase impossível que essa pessoa compreenda os motivos reais de não conseguir crescer profissionalmente. Ela acaba se apegando às suas desculpas verdadeiras e “perfeitas” para justificar o que lhe acontece e com isso não promove mudanças capazes de mudar seu status. Esse é um caso clássico da Tailândia.</p>
<p>Não é uma questão de apegar-se a sua “zona de conforto”, mas de uma falta de clareza em relação aos próprios desafios.</p>
<p>O processo de aprendizado e, consequentemente de desenvolvimento, pressupõe quatro etapas:</p>
<ul>
<li>I) Incompetência inconsciente: eu não sei aquilo não sei e, muito menos, o que deveria saber.</li>
<li>II) Incompetência consciente: eu sei o que não sei, ou, pelo menos, o que eu deveria saber.</li>
<li>III) Competência consciente: eu sei o que sei. Nessa etapa o indivíduo consegue colocar em prática seu conhecimento, porém ainda não possui habilidade necessária para agir de forma natural.</li>
<li>IV) Competência inconsciente: o conhecimento necessário aqui está internalizado, de forma que passa a ser um comportamento natural.</li>
</ul>
<p>Cada uma das fases possui grandes desafios. A minha proposta nesse artigo está em discutir a fase 1: falta de consciência da incompetência. Ao delimitar o termo competência me arriscarei a utilizar como referência o “conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes de uma pessoa que influenciam na qualidade do seu desempenho”. No entanto, o foco do que escrevo não é a competência em si, mas sim a consciência.</p>
<p>Nesse sentindo, temos dois tipos de situações: as pessoas que de fato não reconhecem sua incompetência e aquelas que preferem não as admitir.</p>
<p>Na década de 50, dois psicólogos americanos, Joseph Luft e Harrington Ingham criaram um modelo de autoconhecimento que ficou conhecido como a Janela de Johari. Ela é um instrumento precioso para compreender a importância de dar e receber feedback na missão de desenvolver competências.  O princípio da Janela de Johari é que toda relação interpessoal está baseada no autoconhecimento versus a predisposição de receber feedback. De maneira simplista, são quatro quadrantes que cruzam o que conhecemos sobre nós e o que os outros conhecem sobre nós, formando as zonas: cega (eu não conheço algo sobre mim, mas os outros conhecem), desconhecida (nem eu nem os outros conhecem algo sobre mim), oculta (eu conheço algo sobre mim que os outros não conhecem) e a zona livre ou pública (onde há transparência entre o que eu conheço e os outros conhecem sobre mim).</p>
<p>Trouxe aqui esse método, pois ele trata de feedback. Quando falamos da falta de consciência estamos nos referindo a algo que desconhecemos sobre nós mesmo, mas que muitas vezes outras pessoas conhecem (zona cega) e por vezes não (zona desconhecida).</p>
<p>Para ampliarmos nosso autoconhecimento precisamos trabalhar essas duas “zonas”.</p>
<p>No caso da ZONA DESCONHECIDA à ampliação da consciência pode ser possível através de processos terapêuticos e de auto desenvolvimento. Esse é o espaço onde está grande parte das nossas informações. Alguns teóricos afirmam em 99% de inconsciente versus 1% de consciente. No entanto, é muito comum que só partamos para um mergulho profundo nessa zona quando algo começa a incomodar e as respostas não estão ao nosso redor.</p>
<p>Já a outra zona inconsciente, a ZONA CEGA é mais fácil de ser trabalhada caso estejamos dispostos a receber feedback, afinal nela aquilo que desconhecemos está exposto e muitos ao nosso redor reconhecem. Receber feedback não é fácil, é incomodo, mas é necessário se desejamos evoluir como pessoas e profissionais. Costumo que dizer que a primeira vez que se recebe um feedback sobre algo é passível de avaliação, mas dois feedbacks sobre um mesmo assunto, vindo de pessoas diferentes merece consideração.</p>
<p>Tudo isso, é claro, se a mudança proposta for coerente com os objetivos de vida. Se a pessoa não quer crescer, está plenamente satisfeita com seus resultados talvez não haja porque mudar. Mas se os desejos são maiores, e o contexto pede uma atuação diferenciada, a mudança torna-se uma premissa.</p>
<p>Existe uma frase que circula na internet cuja autoria é atribuída ao teólogo William George Ward que diz o seguinte: “A vida é como um eco. Se você não está gostando do que está recebendo preste atenção no que está emitindo” que traduz muito bem o que estou querendo concluir com esse artigo.</p>
<p>Os resultados que obtemos são frutos daquilo que realizamos. Para agir de forma eficaz e eficiente é preciso ter clareza do que fazemos bem e do que precisamos corrigir, aprimorar, aprender etc. Para isso é preciso ter consciência do que se quer (objetivos), do que se é e do que é preciso tornar-se.</p>
<p>Muitos se apegam a valores que não passam de crenças limitantes para evitar mudanças. Muitos preferem gastar energia na elaboração de desculpas que confortam a fazer o que precisa ser feito. Muitos preferem acreditar naqueles que se tornam cumplices dos seus fracassos (os ombros amigos), mas que não inspiram o sucesso.  Muitos preferem fingir que são apenas pequenos deslizes, que não refletem a sua realidade. Alguns fazem isso de forma inconsciente, outros não, mas ainda bem que isso só acontece na Tailândia.</p>
<p>A pergunta é: quem está enganando quem?</p>
<p>Não é difícil reconhecer padrões. Analise suas histórias de sucesso e fracasso e verá como alguns comportamentos se repetem. Os processos de auto sabotagem precisam tornar-se conscientes para serem evitados, assim como os fatores críticos de sucesso precisam ser identificados a fim de calibrar expectativas de desempenho e disposição.</p>
<p>Parafraseando Carl Jung: “Quem olha para fora sonha, quem olha pra dentro desperta”. Sonhar é importante, mas não basta acreditar para tornar sonhos realidade. É preciso querer fazer, fazer e saber fazer, seja aqui ou na Tailândia.</p>
<p>Carolina Manciola é diretora da Triunfo Consultoria e Treinamento, consultora e palestrante.</p>
<p><strong>Autora:</strong> Carolina Manciola é sócia e Diretora da Triunfo Consultoria e Treinamento, consultora e palestrante.<br />
<strong>Fonte:</strong> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.consultoriatriunfo.com.br/">http://www.consultoriatriunfo.com.br</a></p>
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		<title>Pense três vezes antes de decidir e duas antes de executar</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 14:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evaldo Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tem o hábito de pensar o seu trabalho? Pensa sobre a sua vida? Sobre os seus sonhos? Na sua felicidade? Pensa no que já viveu e no que poderá viver?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/pensamento-resultados-felicidade.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2869" alt="pensamento-resultados-felicidade" src="http://ogerente.com.br/rede/carreira/files/2013/04/pensamento-resultados-felicidade.jpg" width="250" height="250" /></a>Você tem o hábito de pensar o seu trabalho? Pensa sobre a sua vida? Sobre os seus sonhos? Na sua felicidade? Pensa no que já viveu e no que poderá viver?</p>
<p>A palavra &#8220;pensar&#8221; é uma palavra fascinante. O dicionário diz que pensar é  “ponderar ou meditar, ter a mente ocupada em algum assunto, ter ideias, formar ou combinar ideias, refletir, raciocinar.”</p>
<p>Um problema comum é que vivemos com tanta presa que até esquecemos que devemos pensar muito, e antes de agir. Desejamos encontrar rapidamente solução para todos os problemas, como se ela fosse modelo pronto, como mercadorias expostas nas prateleiras do supermercado.</p>
<p>Apreciamos e priorizamos quase tudo que nos proporcionam resultados rápidos. Se, por exemplo, desejamos aprender um novo idioma, o curso que promete fluência em três meses, é o que provavelmente terá mais chances de ser selecionado. Claro, que se fizermos a matricula, será uma decisão impensada, pois sabemos que não é possível dominar um novo idioma em tão pouco tempo. No entanto, quando pensamos encontrar o que procuramos ou ouvimos o que mais desejamos, a decisão é mais pelo impulso do que pela razão.</p>
<p>Muitas vezes, a falta de hábito e de tempo para pensar, nos leva a decisões nada inteligentes. Do jeito que nos comportamos, até parece que a velocidade ganha da precisão. Em busca de nossas metas, preferimos fazer logo o que acreditamos ser necessário, do que parar para refletir e desenvolver um plano de ação eficiente.</p>
<p>Como não gostamos ou costumamos parar e pensar as nossas ações, acabamos não refletindo sobre o quanto tempo e dinheiro desperdiçamos com projetos iniciados por pura euforia, impulso e ilusão. Quantos cursos começamos e não concluímos? Quantas dietas já iniciamos para depois descobrir que não funciona como gostaríamos? Quantas poupanças foram iniciadas sem nunca alcançar o montante almejado? Quantos projetos iniciados e não acabados, não é mesmo?</p>
<p>Agimos sem pensar ou pensamos sem agir: assim frui a vida! Acreditamos que os bons alunos são bons pensadores, que os mais ricos são mais inteligentes, que os bem sucedidos são melhores do que nós. Na verdade poucos pensam sobre o que sabem, apenas aplicam quase que automaticamente a formula assimilada, e se os resultados não forem os desejados, ao invés de concentrarmos no que deu errado, saímos em disparada para encontrar culpados.</p>
<p>Somos seres apressados e tão direcionados ao fazer que raramente nos permitimos a pensar de forma organizada nas ações que devemos tomar, em quais ideias devemos desenvolver, ou que problema devemos priorizar. A minha experiência de muitos anos em consultoria, revela que a maioria dos gestores com quem eu tive contato ao longo de quarto décadas, estavam sempre muito ocupados, e passavam mais tempo executando tarefas do que planejando as suas ações.</p>
<p>Talvez devêssemos aprender com os verdadeiros carpinteiros que mede duas vezes e corta uma.</p>
<p>Pense nisso e sucesso!</p>
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