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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061</atom:id><lastBuildDate>Tue, 04 Oct 2011 23:02:28 +0000</lastBuildDate><title>Oriximiná e seus olhares</title><description>A região de Oriximiná aos olhos da UFF e de suas comunidades.</description><link>http://olharoriximina.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/olharoriximina" /><feedburner:info uri="olharoriximina" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-5799124881485502080</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 12:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-20T05:34:24.343-07:00</atom:updated><title>Mais futebol: São Raimundo, Macaé e meus parabéns</title><description>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.saoraimundotapajos.com.br/imagens_site/simbolos_escudo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 115px; height: 115px;" src="http://www.saoraimundotapajos.com.br/imagens_site/simbolos_escudo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;X&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.arquivodeclubes.com/rj/macaesports.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 128px; height: 118px;" src="http://www.arquivodeclubes.com/rj/macaesports.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Todos sabem que gosto de futebol. Que sou vascaíno, e talvez poucos de vocês saibam que sou macaense.&lt;br /&gt;Pois bem, assim como o São Raimundo, clube que é o orgulho de Santarém e de toda a região ali próxima, chamada de Tapajós, o time de minha cidade, chamado Macaé Esportes, teve uma ótima campanha na série D do Campeonato Brasileiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a próxima etapa na vida dos times é fazer uma final entre eles para decidir que foi o melhor time da temporada da série D. As partidas serão realizadas no próximo dia 25, com mando de campo do Macaé, e no dia 1º de novembro, com o mando do São Raimundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou dar palpites aqui sobre quem será o vencedor nem nada, pois um pedaço do meu coração macaense ficou em Oriximiná, e sempre que passava o São Raimundo na TV, todos prestavam atenção, e por isso, me apaixonei de leve pelo time do Tapajós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito esse espaço, um pouco niteroiense, um pouco macaense e um pouco oriximinaense, para deixar meus singelos parabéns pelo acesso aos dois clubes, e torço para que ambos tenham uma boa campanha na próxima série C e, principalmente, uma boa administração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-5799124881485502080?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/YkOOVvymy_o/mais-futebol-sao-raimundo-macae-e-meus.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/10/mais-futebol-sao-raimundo-macae-e-meus.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-2604648906803317067</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 12:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-15T05:55:27.263-07:00</atom:updated><title>O Debate - 26 de agosto de 2009</title><description>Mais uma reportagem sobre o projeto Oriximiná e seus Olhares, agora no jornal &lt;a href="http://www.odebateon.com.br/"&gt;O Debate&lt;/a&gt;, de Macaé/RJ. Meus agradecimentos especiais vão para a ótima assessoria de imprensa feita pelo jornalista Antonio Felipe Gonçalves (&lt;a href="http://www.twitter.com/antoniobander"&gt;@AntonioBander&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço parte do &lt;a href="http://www.escoteiros.org/"&gt;Movimento Escoteiro&lt;/a&gt; desde o ano de 1989 e a experiência com o ar livre que adquiri em todos esses anos me ajudou em muitas coisas na imersão junto às comunidades. No Movimento aprendi a me virar sozinho, aprendi um pouco sobre selva, sobrevivência, frescuras em algumas situações, respeitar e admirar a natureza, cuidar do próximo etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para ler a matéria completa clique sobre a imagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sq-NDRxRmkI/AAAAAAAAANU/6Bf7V8VMQM0/s1600-h/materia_odebate.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 160px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sq-NDRxRmkI/AAAAAAAAANU/6Bf7V8VMQM0/s400/materia_odebate.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381675167180233282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-2604648906803317067?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/CezJaaCA5vk/o-debate-26-de-agosto-de-2009.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sq-NDRxRmkI/AAAAAAAAANU/6Bf7V8VMQM0/s72-c/materia_odebate.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/09/o-debate-26-de-agosto-de-2009.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-8290262512223832330</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2009 13:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-09T06:42:30.561-07:00</atom:updated><title>Não Lugares</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SqewBwvhweI/AAAAAAAAANM/YrYspU8AA3Q/s1600-h/amazonia_aerea.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SqewBwvhweI/AAAAAAAAANM/YrYspU8AA3Q/s400/amazonia_aerea.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379461824227951074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fotografia aérea da região de Manaus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ontem eu estava na aula de Ficção Seriada, que tem por objeto de estudo a série televisiva de Lost, do professor Afonso Albuquerque, e estávamos debatendo o conceito de "não-lugar", de Marc Augé, aplicado à série. Mas foi inevitável não pensar nas comunidades quilombolas de Oriximiná (acredito que não se aplique a todas as comunidades do Brasil).&lt;br /&gt;Uma das características faladas foi a ausência da presença no mundo comunicativo. Aquelas comunidades estão muito isoladas comunicacionalmente, pois, o único meio de comunicação entre elas e, por assim dizer, o mundo, é um rádio amador, que em muitas comunidades encontra-se com defeito. Lá, também não é possível utilizar telefones celulares, somente equipamentos que se comuniquem com  satélites, como aparelhos GPS ou telefones via satélite. Percebi que em alguns pontos as comunidades quilombolas da região se configuram como experiências de não lugares. Afinal, também, não existe cartas disponíveis que os mostre como comunidades habitante um certo lugar no espaço e, ainda, não existe nem um conjunto de pontos de GPS (pelas minhas pesquisas e entrevistas no local) que indique o posicionamento delas no globo, assim como a ilha de Lost. Mas o principal que eu encontrei no conceito e que representou o espaço foi a nossa concepção de Amazônia, como uma floresta gigantesca, onde algumas tribos indígenas habitam alguns poucos lugares e outras são a mais crua natureza selvagem, o conceito de "não lugar" remete a esses espaços desabitados, vazios, espaços de trânsito. Mas desabitado, vazio, para quem, homem branco?&lt;br /&gt;Ok, foi bastante abstração o desenvolvimento desse conceito aplicado aos remanescentes de quilombo de Oriximiná, mas isso é somente um início de pensamento e de proposta, que deve ser aprofundado com a leitura do livro "Não Lugares" de Marc Augé e um estudo mais aprofundado sobre a região nesse sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-8290262512223832330?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/tE_I4Un_OZI/nao-lugares.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SqewBwvhweI/AAAAAAAAANM/YrYspU8AA3Q/s72-c/amazonia_aerea.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/09/nao-lugares.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-3140855684537032448</guid><pubDate>Tue, 18 Aug 2009 12:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-18T07:06:19.244-07:00</atom:updated><title>ARQMO, uma história de lutas</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyG7dbiXI/AAAAAAAAAMs/LuSIlA1AC-w/s1600-h/IMG_3386.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 223px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyG7dbiXI/AAAAAAAAAMs/LuSIlA1AC-w/s400/IMG_3386.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371301337702828402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os quilombolas de Oriximiná possuem um largo histórico de lutas. Desde que chegaram ao Brasil eles lutam, primeiro a luta pela fuga, depois a luta contra os índios, depois a luta pela sobrevivência na floresta, agora a luta pela demarcação de terras e pelos seus direitos constitucionais. A ARQMO (Associação dos Remanescentes Quilombolas do Municipio de Oriximiná) foi uma das primeiras organizações quilombolas do Brasil, tendo sido fundada em 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao observar a cultura dos negros de Oriximiná é possível notas que muito se parece com a cultura indígena, presente localmente com a tribo Uai Uai. Suas embarcações são muito parecidas, as antigas casas, feitas de palha, a estrutura social dentro da comunidade, a figura do Sacaca (semelhante ao Pajé), a culinária etc, eles possuem muitas coisas em comum, que denunciam como que os negros foram ajudados pelos índios em suas fugas. Parte de sua história também mostra que eles lutaram juntos durante a Cabanagem, revolta que aconteceu no Pará no século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyHWNNmgI/AAAAAAAAAM8/Ct4a32VGjio/s1600-h/IMG_2487.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyHWNNmgI/AAAAAAAAAM8/Ct4a32VGjio/s400/IMG_2487.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371301344882563586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A história recente mostra que Oriximiná é um dos maiores (senão o maior) pólos de lutas dos direitos dos quilombolas no Brasil. Através de suas lutas, os negros daqui tiveram a primeira titulação de terras no ano de 1995 e é no Pará que se encontra o maior número de terras quilombolas tituladas. Nas terras tituladas encontra-se mais de 3700 famílias e ainda existem diversas outras terras em processo de titulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyHPNlXJI/AAAAAAAAAM0/zZe049NjrNM/s1600-h/IMG_3396.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyHPNlXJI/AAAAAAAAAM0/zZe049NjrNM/s400/IMG_3396.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371301343005072530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu conversei durante horas com Daniel Souza, coordenador estadual dos movimentos quilombolas do Pará. Ele se mostrou uma pessoa bastante politizada, mas não partidariamente, ele luta pelos direitos dos negros do Pará e do Brasil, conhecendo movimentos quilombolas de vários estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um certo momento sentamos com o Daniel porque ele queria mostrar um site que a CPI (Comissão Pró-Índio) fez sobre os movimentos quilombolas do Brasil. Curioso que aparentemente ele não sabia ler muito bem, mas isso não se materializava como um empecilho para sua dedicação nas lutas. Muitos dos ativistas possuem formação acadêmica até o 6º ano somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cpisp.org.br/comunidades/"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 309px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Soqz0ZTd5dI/AAAAAAAAANE/Qu5pXGsEJZc/s400/site.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371303218319844818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como um interessado em mídias digitais eu perguntei para o Daniel como era a relação das lutas com a internet, e tive uma grande surpresa. A forma de luta se mostrou igual a forma com que o EZLN (Ejército Zapatista de Libertación Nacional) fazia na década de 90. As vezes eles enviam emails para seus contatos afim de obter uma mobilização digital para enviar emails para os órgãos e pessoas envolvidos no processo de demarcação de suas terras.&lt;br /&gt;Outra coisa que achei interessante é a preocupação de "mostrar" o movimento quilombola, por isso eles gostam que pesquisadores cheguem até suas comunidades, eles esperam que estes pesquisadores se solidarizem com a sua luta e mostrem para o mundo como eles merecem/precisam desta demarcação de terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esqueça de visitar o &lt;a href="http://www.cpisp.org.br/comunidades/"&gt;site sobre as comunidade quilombolas&lt;/a&gt; feito pela CPISP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-3140855684537032448?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/jnO0VNYyi4c/arqmo-uma-historia-de-lutas.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqyG7dbiXI/AAAAAAAAAMs/LuSIlA1AC-w/s72-c/IMG_3386.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/arqmo-uma-historia-de-lutas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-4316672416728174893</guid><pubDate>Tue, 18 Aug 2009 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-18T05:39:42.172-07:00</atom:updated><title>As visagens da UAJV</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqfmHHRb6I/AAAAAAAAAMk/reJWyxOehUc/s1600-h/IMG_3367.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqfmHHRb6I/AAAAAAAAAMk/reJWyxOehUc/s400/IMG_3367.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371280982686134178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não poderia deixar de dedicar um post às visagens da unidade. Todos que aqui chegam escutam rapidamente falar das visagens que rondam os corredores e quartos durante a noite. Quem conta são os próprios alunos que já estão há mais tempo ou pode-se ler nos estrados dos beliches nos quartos.&lt;br /&gt;Nos meu primeiros dias aqui eu dormia muito mal no quarto que estava, ouvia sons estranhíssimos durante toda a noite, agora, em um quarto bem maior que o antigo, os barulhos são piores ainda, e nessa última noite eu até vi uma visagem. Todos que estão na unidade, acreditando em qualquer coisa ou não, podem escutar os sons. Alguns dias atrás todos que estavam deitados vendo filme na TV escutaram claramente passos no corredor, mas não havia ninguém lá.&lt;br /&gt;Mas qual o motivo de tantas visagens por aqui? Assim como nos filmes de terror de hollywood, conta a lenda que aqui funcionava um hospital administrado por freiras, que cuidava dos índios com malária e outras doenças perigosíssimas.&lt;br /&gt;"Se é verdade eu não sei, só sei que foi assim."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-4316672416728174893?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/HYTiSyQNaB4/as-visagens-da-uajv.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoqfmHHRb6I/AAAAAAAAAMk/reJWyxOehUc/s72-c/IMG_3367.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/as-visagens-da-uajv.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-4243117841536833378</guid><pubDate>Mon, 17 Aug 2009 21:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-17T15:16:09.320-07:00</atom:updated><title>Futebol como facilitador social</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT4OBnBeI/AAAAAAAAAMc/1El13SCHLeM/s1600-h/IMG_3360.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT4OBnBeI/AAAAAAAAAMc/1El13SCHLeM/s400/IMG_3360.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371056993407010274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado do Pará é muito curioso com o fenômeno do futebol. Por aqui, são poucas as pessoas que torcem de verdade para o São Raimundo, Remo ou Paysandu, eles até torcem, mas o time principal é algum do eixo Rio-São Paulo. Assim que eu cheguei, me impressionei com a quantidade de camisas de clubes desse eixo, mas me impressionei principalmente com a quantidade de camisas do Vasco.&lt;br /&gt;Aconteceu um fato curioso em um certo dia. Fui com meu amigo Cauan na ARQMO para procurar um barco para subir para alguma comunidade. Eu vestia a camisa do Vasco nesse dia. O Cauan vestia a camisa do Botafogo e estava conversando com o Naco, quilombola que faz parte da coordenação da associação. Em toda a conversa entre os dois o Naco foi muito monossilábico, respondendo apenas com "hum hum", "sei", "isso", "quem sabe" e de forma bem séria, parecendo até que ele não estava afim de conversar naquele momento. Mas assim que terminou a conversa ele abriu um sorriso bem grande, olhou pra mim e começou a conversar sobre o nosso tão querido clube.&lt;br /&gt;Curioso como que a distância não afeta a forma com que as pessoas aqui torcem para os clubes das grandes capitais. Até mesmo nas comunidades quilombolas do interior. Lá, todos adoram jogar futebol no fim do dia e as vezes acontecem amistosos entre as comunidades, daí o nome do time da comunidade sempre faz menção a algum clube de fora do Pará. O time do Varre-Vento se chamava Cruzeiro, enquanto que ali por perto existiam algumas outras comunidades que o nome do clube era Vasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT3gi9TyI/AAAAAAAAAMM/ahNsBczWfi4/s1600-h/IMG_3314.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT3gi9TyI/AAAAAAAAAMM/ahNsBczWfi4/s400/IMG_3314.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371056981198851874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste momento está acontecendo o Campeonato da Primeira Divisão Oriximinaense de Futebol. A fim de experimentar os costumes do povo eu fui para o Estádio ver um jogo, que por sinal foi um clássico, Trombetas, base da Seleção de Oriximiná, contra o Olímpia, atual campeão municipal.&lt;br /&gt;A torcida não compareceu em grande número, mas os que estavam lá se demostraram muito interessados no jogo, conheciam o plantel das equipes, cornetavam o jogo todo, xingavam. Uma pena não ter muita luz no estádio ou eu não ter um equipamento fotográfico melhor. Havia um rapaz altamente alcoolizado, que era zagueiro do Trombetão, mas que estava suspenso, ele não parava de gritar, torcer, brincar com a torcida adversária.&lt;br /&gt;Eu e o Cauan escolhemos torcer para o Trombetas, que ganhou de 4x1, e contou com presenças ilustres, como atacante Camisinha, que lembra o atacante Washigton e também o outro atacante, Paulo Cachaça, que joga no Motoclube de Manaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT39O7y_I/AAAAAAAAAMU/dgcJPUjvqZs/s1600-h/IMG_3339.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 261px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT39O7y_I/AAAAAAAAAMU/dgcJPUjvqZs/s400/IMG_3339.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371056988899494898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem abriu o placar foi o Camisinha, com um belíssimo gol de falta. Todos os jogadores já tinham voltado para o seu campo e a bola já estava saindo quando me deparo com Camisinha no campo do adversário dando entrevista para a rádio local, dentro de campo, durante o jogo. Isso que é interatividade com o torcedor, que leva seus radinhos de pilha para o estádio para escutar a transmissão do jogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-4243117841536833378?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/WqzV1H84nYo/futebol-como-facilitador-social.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SonT4OBnBeI/AAAAAAAAAMc/1El13SCHLeM/s72-c/IMG_3360.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/futebol-como-facilitador-social.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-5895917045608155045</guid><pubDate>Sat, 15 Aug 2009 00:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T17:45:52.963-07:00</atom:updated><title>Unidade Avançada José Veríssimo</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYCHAoKLBI/AAAAAAAAAME/sqqGJ1zDlIg/s1600-h/IMG_3372.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYCHAoKLBI/AAAAAAAAAME/sqqGJ1zDlIg/s400/IMG_3372.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369981925136673810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como já falei em um outro post, a UAJV (Unidade Avançada José Veríssimo) está na cidade de Oriximiná desde o ano de 1975, sendo que ela veio para ao norte no ano de 1973, se estabelecendo primeiramente na cidade de Óbidos. Pelo que já pesquisei, a UFF é a única universidade do sudeste brasileiro que ainda mantém uma Unidade em funcionamento no norte do Brasil.&lt;br /&gt;Neste post eu vou mostrar um pouco das dependências da Unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA6HnV4sI/AAAAAAAAAL8/ZRrUHweunUQ/s1600-h/IMG_3370.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 236px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA6HnV4sI/AAAAAAAAAL8/ZRrUHweunUQ/s400/IMG_3370.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369980604162368194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a primeira área que eu ocupei. Cheguei cansado aqui e encontrei o Heitor e a Duda (ambos do PURO - Polo Universitário de Rio das Ostras) sentados ali conversando e acabei me sentando e ficando por um bom tempo até conhecer o quarto onde eu ficaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA5aUTpqI/AAAAAAAAAL0/ZT0BhmJEhh4/s1600-h/IMG_3367.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA5aUTpqI/AAAAAAAAAL0/ZT0BhmJEhh4/s400/IMG_3367.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369980592002934434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este é o corredor dos quartos, que leva até a cozinha, sala de TV, de computador e sala de jantar. Os quartos são equipado com ar condicionado, beliches e um chuveiro de água fria (não, ela não é fria).&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA5FTVasI/AAAAAAAAALs/zlnTB6Lw1bI/s1600-h/IMG_3366.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA5FTVasI/AAAAAAAAALs/zlnTB6Lw1bI/s400/IMG_3366.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369980586361711298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A TV é um lugar bem frequentado por todos da unidade, pelas tias da cozinha, por nós mesmos, por funcionários da unidade e várias outras pessoas. A unidade possui um tocador de DVD que pode ser pego emprestado para ver filmes.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA4oU3s0I/AAAAAAAAALk/JQPp57TbsPY/s1600-h/IMG_3365.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA4oU3s0I/AAAAAAAAALk/JQPp57TbsPY/s400/IMG_3365.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369980578583524162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Passando a área da televisão chega-se até a sala de jantar, onde ganhei boa parte dos meus 8Kg adquiridos no Norte. A culpa maior é das tias da cozinha, que adoram fazer comidas que pedimos e gostam quando elogiamos a comida delas, que, sinceramente, é ótima.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA3xk-GAI/AAAAAAAAALc/659Y0IKuvPg/s1600-h/IMG_3364.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYA3xk-GAI/AAAAAAAAALc/659Y0IKuvPg/s400/IMG_3364.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369980563887101954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E aqui é a última área da unidade, e uma das mais concorridas. É a sala onde acontecem as reuniões, palestras e onde usamos o único computador disponível para os alunos que estão alojados.&lt;br /&gt;Normalmente nós gastamos um bom tempo do dia aqui, enquanto um usa o computador, os outros ficam sentados nas cadeiras ou em colchões que trazemos, o ar condicionado da sala é ótimo e é um ambiente refrigerado diferente dos quartos.&lt;br /&gt;Bom, nesta última foto vocês descobriram o porque de eu escrever tão pouco (me desculpem). Mas é apenas um computador para todos da unidade e cada um tem que usar um tempinho para que o outro possa usar também e assim nos mantermos em uma comunidade agradável aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-5895917045608155045?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/Xw2dmYk7jfg/unidade-avancada-jose-verissimo.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoYCHAoKLBI/AAAAAAAAAME/sqqGJ1zDlIg/s72-c/IMG_3372.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/unidade-avancada-jose-verissimo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-7124347547245458354</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T10:30:28.722-07:00</atom:updated><title>A questão das marcas</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoWeXdRRJdI/AAAAAAAAALU/Nmu19RoEo8Q/s1600-h/IMG_3385.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoWeXdRRJdI/AAAAAAAAALU/Nmu19RoEo8Q/s400/IMG_3385.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369872256540419538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recentemente eu fui contribuir para a economia local e fui fazer uma compras na rua do comércio. Inspirado pelo belo comercial das Lojas Walfredo, apaixonada por você, eu resolvi comprar um All Star, que segundo eles estava saindo a $39,90. O diálogo com a vendedora foi mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Moça, eu queria um All Star preto, número 39.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Tem sim, tá aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Não, isso é Star Tech, eu queria All Star.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Mas isso é All Star sim, só é de outra marca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Ah, eu queria o All Star da outra marca mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Pois só tem All Star da marca Star Tech.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-Tá bom, eu levo ele mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, com meu lado publicitário aflorado tive que parar pra pensar sobre a questão da marca na região Norte do Brasil. Ao caminhar pela rua o que você mais vê são lojas (não camelôs, lojas mesmo) vendendo roupas com marcas como Tommy Hilfiger, Armani, Lacoste, Puma, Adidas, Nike, incluindo camisas de futebol de todos os clubes do eixo rio-sampa e alguns outros mais. Se você pensar na questão da identidade da marca, o que é vendido aqui com essas marcas estampadas não tem a mínima ligação com a identidade ou com o status que a marca em questão traz consigo. Você vê normalmente camisas da Armani com desenhos altamente coloridos e coisas assim. Se o criador das linhas de roupa ver o que fazem com a marca aqui eu acho que ele tem no mínimo um ataque do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essas quebras de identidade me fizeram refletir sobre o uso das marcas aqui e sobre o status da marca. Será que eles tem o conceito de marca aqui? Ou será que as pessoas veêm a marca somente como um símbolo que todos usam e ele também tem que usar, mas que não transcende o aspecto visual da logomarca?&lt;br /&gt;No meu diálogo com a vendedora na hora de comprar o tênis, ela tratou o All Star como um modelo de tênis, não como uma marca, que era o que eu queria. Mas tá certo, com a Gillete, BomBril e afins, aconteceu a mesma coisa. Mas ver as camisas de "marca" pela rua, principalmente da Armani, me fizeram ponderar a forma com que o Oriximinaenses, Paraenses ou até os Nortistas, lidam com as marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha hipótese inicial é de que aqui as pessoas não se importam com a marca em si, somente com a logomarca. As roupas aqui não pretendem ser cópias das roupas da marcas, elas não pretendem ser vestimentas genêricas que se utilizam do mesmo design dos grandes estilistas. Aqui os designs são totalmente novos, e apenas se apropriam daquela parte visual que constitui uma marca de sucesso, a logomarca, nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou tentar fazer um estudo preliminar sobre isso, preparar algumas questões e quem sabe entrevistar algumas pessoas. Mas enquanto isso espero que vocês levantem algumas questões relevantes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-7124347547245458354?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/b88L3PxYsdI/questao-das-marcas.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoWeXdRRJdI/AAAAAAAAALU/Nmu19RoEo8Q/s72-c/IMG_3385.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>12</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/questao-das-marcas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-9176437549330847487</guid><pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-12T08:59:59.634-07:00</atom:updated><title>O Projeto na Mídia</title><description>No dia 3 de agosto saiu uma notícia sobre o "Projeto Oriximiná e seus Olhares" no site da &lt;a href="http://www.proac.uff.br"&gt;Pró Reitoria de Assuntos Acadêmicos&lt;/a&gt;. Os agradecimentos por esta matéria vão para o aluno do curso de &lt;a href="http://www.uff.br/ecmidia"&gt;Estudos de Mídia&lt;/a&gt;, Thiago Petra, que me entrevistou. Também aproveito a oportunidade para elogiar o trabalho dele e da equipe de trabalham com o sistema do idUFF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;"Uma idéia de conclusão de curso tem virado uma grande aventura na Amazônia e uma experiência inesquecível na vida do aluno de Estudos de Mídia Diego Dacal Arsenio Bittencourt, 25 anos. Até meados de agosto o estudante ficará no campus da UFF em Oriximiná, no Estado do Pará."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Leia a &lt;a href="http://www.proac.uff.br/projeto-oriximina-e-seus-olhares-no-twitter"&gt;matéria completa&lt;/a&gt; no site da PROAC.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-9176437549330847487?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/skesCG06OAg/o-projeto-na-midia.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/o-projeto-na-midia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-8326189158867185804</guid><pubDate>Mon, 10 Aug 2009 22:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-10T16:39:35.549-07:00</atom:updated><title>Matadouro Municipal</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCog71QQfI/AAAAAAAAAKk/Il2ozt2i88A/s1600-h/IMG_2300.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCog71QQfI/AAAAAAAAAKk/Il2ozt2i88A/s400/IMG_2300.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368476039595966962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A convite da minha amiga Vanessa, aqui da unidade, que cursou o Colégio Agrícola da UFF em Pinheiral, fui visitá-la no Matadouro Municipal para conhecer como funciona o esquema de produção de carne em Oriximiná.&lt;br /&gt;Eu achei que fosse voltar com muito nojo de lá, que nunca mais fosse comer carne depois disso, mas foi bem tranquilo. As únicas coisas foram o cheiro de sangue, que me deixou um pouco enjoado o resto do dia, e o ambiente, que é muito estressante e barulhento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCohFCeh0I/AAAAAAAAAK0/5F4ZuunUTrs/s1600-h/IMG_2310.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCohFCeh0I/AAAAAAAAAK0/5F4ZuunUTrs/s400/IMG_2310.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368476042067347266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vou começar logo com a parte que todos gostam de saber: "como o boi é morto?" Bom, o boi entra em um pequeno cercado metálico e um profissional com uma pistola de ar comprimido, como você vê na foto, dá um "tiro" na testa do boi. Esse procedimento mata o cérebro do boi, assim ele não sente dor alguma para morrer, além de ser mais higiênico, evitar hemorragias internas e qualquer outra coisa que possa contaminar a carne, que será consumida por nós.&lt;br /&gt;Algumas vezes a pistola de ar comprimido não tem potência suficiente para perfurar o crânio do animal, principalmente dos búfalos, e o animal não morre de primeira.&lt;br /&gt;Enquanto eu estava nessa posição aí que fotografei os abates, os trabalhadores foram matar um búfalo, que desde o início já tentava subir no metal e o lugar que eu estava era assim: búfalo, eu (me cagando), parede. O búfalo recebeu o tiro e ficou bem atordoado, quando tiraram ele do cesto onde recebe o tiro ele ficou tentando se levantar e caía para todos os lados. Então, eles tiveram que usar o método tradicional e dar algumas marretadas na cabeça do animal, até que ele morresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCogg0p-mI/AAAAAAAAAKc/ZNWbX0opBng/s1600-h/IMG_2293.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCogg0p-mI/AAAAAAAAAKc/ZNWbX0opBng/s400/IMG_2293.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368476032345700962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesta foto você pode ver o cesto de metal onde os animais entram para serem abatidos. E eu estava do lado daquele homem de branco.&lt;br /&gt;O animal, depois de morto, é içado pela pata e continua na linha de produção.&lt;br /&gt;Com a modernização que a prefeitura está implantando no Matadouro (com previsão de conclusão para o próximo ano), o processo tem se tornado muito mais ágil, seguro e higiênico. No processo artesanal, além do boi ser morto a marretadas, ele poderia atingir algum funcionário que estivesse fazendo o abate, além do mais os reis (como são chamados os bovinos) eram dissecados no chão mesmo, causando problema de postura para os trabalhadores e falta de higiene para a carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCohGpKA9I/AAAAAAAAAKs/GU_fMrPcMiM/s1600-h/IMG_2301.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCohGpKA9I/AAAAAAAAAKs/GU_fMrPcMiM/s400/IMG_2301.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368476042498016210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os animais passam por diversas etapas onde suas patas, rabo e cabeça são retirados, seu couro também é retirado e tudo é enviado para a área de interesse. As vísceras brancas, as vermelhas, a pele, a cabeça, cada parte é tratada da melhor forma possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCohSDI4AI/AAAAAAAAAK8/-1Fsi-cOyFw/s1600-h/IMG_2315.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCohSDI4AI/AAAAAAAAAK8/-1Fsi-cOyFw/s400/IMG_2315.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368476045559783426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCvf-X0xjI/AAAAAAAAALE/rKmFBZeG92Q/s1600-h/IMG_2323.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCvf-X0xjI/AAAAAAAAALE/rKmFBZeG92Q/s400/IMG_2323.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368483719679362610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O matadouro conta também com profissionais que buscam por doenças em cada parte dos animais. A Vanessa (foto de baixo) trabalha procurando doenças nas vísceras vermelhas, existem outros profissionais que procuram por focos de tuberculose na cabeça e também nas vísceras brancas (foto de cima). Caso esteja em condições sanitárias ideais, tudo é limpo e enviado para os açougues da cidade.&lt;br /&gt;Toda a carne abatida no matadouro municipal é consumida dentro do próprio município. São abatidos em média 60 a 80 reis por dia, e o recorde agora para a época do círio foi algo em torno de 120 animais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-8326189158867185804?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/thzOZwDuY1U/matadouro-municipal.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SoCog71QQfI/AAAAAAAAAKk/Il2ozt2i88A/s72-c/IMG_2300.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/matadouro-municipal.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-6599453914356928744</guid><pubDate>Sun, 09 Aug 2009 15:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-09T09:05:16.128-07:00</atom:updated><title>Lendas: A Cobra do Erepecuru</title><description>A Partir de agora resolvi escrever alguns posts sobre as lendas que são contadas na cidade, que não são poucas. As pessoas realmente acreditam nas histórias que são contadas e a retransmitem para seus filhos, netos e até para os turistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sn7zoJEepVI/AAAAAAAAAKU/javvlqDWYw0/s1600-h/IMG_2344.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sn7zoJEepVI/AAAAAAAAAKU/javvlqDWYw0/s400/IMG_2344.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367995676827231570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A primeira lenda é sobre a Cobra do Erepecuru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Oriximiná existem dois rios, um chamado Erepecuru (que é o rio da comunidade Varre-Vento) e o rio Erepecu, que é subindo o Trombetas, caminho contrário do outro que fui. Contam as histórias que antigamente existia uma cobra em cada um destes rios, uma cobra grande, provavelmente maior que a Sucuriju.&lt;br /&gt;Um certo dia essas cobras brigaram e a cobra do Erepecu acabou por cegar a cobra do Erepecuru. Mas isso não a invalidou por completo. Ela teve uma filha, que neste exato momento está crescendo e tramando a vingança contra a cobra do rio Erepecu, que cegou a sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me contou esta lenda foi o meu guia Sandro, da comunidade Varre-Vento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-6599453914356928744?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/lk2xMr66nr0/lendas-cobra-do-erepecuru.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sn7zoJEepVI/AAAAAAAAAKU/javvlqDWYw0/s72-c/IMG_2344.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/lendas-cobra-do-erepecuru.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-5621309134374714186</guid><pubDate>Thu, 06 Aug 2009 12:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-06T10:10:58.258-07:00</atom:updated><title>O Círio de Santo Antonio</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdrMQQROI/AAAAAAAAAJM/42aeyFe4k_8/s1600-h/IMG_2789.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdrMQQROI/AAAAAAAAAJM/42aeyFe4k_8/s400/IMG_2789.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366845640058881250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No último dia 02, do mês de agosto, do ano de 2009, aconteceu o Círio de Santo Antônio na cidade de Oriximiná. Segundo os locais este é o maior Círio fluvial noturno do mundo. O evento acontece com uma procissão noturna fluvial, uma barca ornamentada vai na frente e diversos outros barcos, de todos os tamanhos, vão atrás, iluminados e soltando fogos, a procissão navega em frente a orla da cidade em meio a 14mil barquinhas com uma vela cada uma. As barquinhas, que foram construídas pelos alunos da cidade, são soltadas dentro do rio a favor da correnteza e criam um lençol de pontos luminosos, uma coisa linda.&lt;br /&gt;Em todo lugar que você parasse era possível escutar histórias de fé e devoção ao Santo e de vários acontecimentos que ligavam a ele. Uma das histórias dizia que em um Círio, durante todo o dia estava ventando muito, o que atrapalharia a soltura das barquinhas e faria com que elas navegassem muito rapido ou até mesmo afundassem, mas na hora que a procissão ia começar, quando as barquinhas foram sendo soltas, o vento parou e o Círio aconteceu. Logo após o evento fluvial, o vento voltou a soprar com sua força. Os fiéis dizem que foi o poder de Santo Antônio que parou o vento e deu passagem a sua imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdreRz3KI/AAAAAAAAAJU/Tee4GUf1g0U/s1600-h/IMG_2830.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdreRz3KI/AAAAAAAAAJU/Tee4GUf1g0U/s400/IMG_2830.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366845644897246370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As fotografias durante o evento foram bem difíceis. Eu tenho alguns bloqueios para o uso de flash, e além disso não tenho um flash legal, então foi bem difícil usar uma teleobjetiva com pouca luz. Mas consegui fazer algumas fotos boas e consegui registrar toda a iluminação da balsa que carregava o Santo.&lt;br /&gt;Já falei bastante aqui no blog e também no twitter do trabalho dos profissionais na construção da balsa. Deixo aqui meus singelos parabéns para o Meio-Quilo, Ari e toda a equipe que trabalhou na construção de todo o projeto de iluminação e na preparação da procissão.&lt;br /&gt;Como vocês podem ver na foto acima, a balsa foi iluminada por centenas de lâmpadas e uma máquina simples fazia a transição entre as imagens de cada cor de lâmpada. A máquina era apenas uma roda rodando e ligando vários contatos, e assim a balsa, de 16m de altura, apresentava toda a beleza de sua iluminação.&lt;br /&gt;Na frente da balsa iam componentes de uma banda, membros da igreja e os guardas do santo e no backstage iam os profissionais do suporte.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdrkQ4bWI/AAAAAAAAAJc/LbG6ZNvDVAs/s1600-h/IMG_2894.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdrkQ4bWI/AAAAAAAAAJc/LbG6ZNvDVAs/s400/IMG_2894.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366845646503964002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na orla era possível ver algumas embarcações ornamentadas e carregando os mais diversos tipos de Santo Antônio, grandes, pequenos, bonitos e feios. Mas o que importava era demostrar a fé e homenagear o Santo, tão querido na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snrdr21rHiI/AAAAAAAAAJk/mesYuoIZwv4/s1600-h/IMG_2952.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snrdr21rHiI/AAAAAAAAAJk/mesYuoIZwv4/s400/IMG_2952.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366845651490119202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não podia faltar. Em toda festa, principalmente de cidade pequena, os bêbados tem um papel muito importante. E esse moço aí de cima estava deitado no rio, muito próximo de onde a balsa atracou para continuar a procissão em terra até a igreja. Achei a pose dele muito curiosa, lembrando um ícone da igreja católica, em plena festividade católica. Uma pena que eu estava com uma tele e não consegui uma foto das pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdsBUrXlI/AAAAAAAAAJs/Y3EccLhwzFo/s1600-h/IMG_2990.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdsBUrXlI/AAAAAAAAAJs/Y3EccLhwzFo/s400/IMG_2990.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366845654304513618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Da orla da cidade eu me encaminhei para a igreja para esperar a chegada da imagem, assim como todos os fiéis que estavam acompanhando a procissão marítima. Eram apenas dois quarteirões, mas a quantidade de pessoas que estavam acompanhando o evento era algo um tanto inacreditável para uma cidade do porte de Oriximiná.&lt;br /&gt;Minha caminhada demorou alguns minutos acima do normal, até que cheguei à frente da igreja, onde centenas de cristãos se aglomeravam esperando a chegada do padroeiro da cidade. Muitas pessoas demostravam sua fé cantando os hinos junto com uma banda que tocava no palco, montado em frente a igreja, especialmente para o Círio. As pessoas tinham camisas com imagens do padroeiro e balançavam lenços brancos ao cantar emocionadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrfS6YqReI/AAAAAAAAAJ8/gvPMfuM6sgU/s1600-h/IMG_3115.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrfS6YqReI/AAAAAAAAAJ8/gvPMfuM6sgU/s400/IMG_3115.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366847421968696802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando a procissão com o Santo apontou na praça nem preciso falar da emoção. Até eu, que não sou católico, me comovi com o jeito como as pessoas comemoraram, aplaudiram e se emocionaram com a chegada.&lt;br /&gt;Os PMs fizeram um cordão de isolamento para que os fiéis não tentassem chegar até a imagem para beijá-la. Um dos guardas do santo (cargo na igreja de pessoas que acompanham a imagem cuidando dela a todo o momento) me contou que os católicos tentam beijar o manto do Santo, mas como ele é revestido em ouro, quando beija-se, o batom ou mesmo a saliva destroem lentamente a vestimenta da estátua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnsJEBVUJWI/AAAAAAAAAKE/Hme_7yPgW6k/s1600-h/IMG_3137.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnsJEBVUJWI/AAAAAAAAAKE/Hme_7yPgW6k/s400/IMG_3137.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366893345624040802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em meio a procissão eu pude ter a primeira visão do santo, em meio às bandeirinhas que todos carregavam. Foi uma imagem um tanto linda. Foi pura sorte que consegui registrá-la e mostrar aqui para vocês, e assim tentar compartilhar um pouco deste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrfShhnNZI/AAAAAAAAAJ0/1oOnoKki3gU/s1600-h/IMG_3185.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrfShhnNZI/AAAAAAAAAJ0/1oOnoKki3gU/s400/IMG_3185.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366847415295358354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Houve um momento que foi curioso. Eu estava em cima do palco, sem descolar o olho do visor da camera, portanto eu não via que estava do meu lado nem nada, via somente a imagem se aproximando. Uma hora percebi que haviam muitas pessoas passando em frente a minha lente e atrapalhando a fotografia. Quando tirei o olho do visor me dei conta que estava rodeado de velhinhos, algo em torno de 20 idosos. Todos com bandeirinhas, chorando de emoção, lindo.&lt;br /&gt;A foto acima eu consegui um angulo entre as bandeirinhas e fotografei o novo bispo da região de Óbidos e Oriximiná. Todos já tem um carinho muito grande por ele, que foi quem realizou a missa.&lt;br /&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnsJEGPQ5zI/AAAAAAAAAKM/mKaKFn0jfM8/s1600-h/IMG_3249.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnsJEGPQ5zI/AAAAAAAAAKM/mKaKFn0jfM8/s400/IMG_3249.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366893346940839730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi uma coisa única na minha vida, como tudo tem sido aqui. Nunca tinha visto tamanha devoção ao vivo, nunca tinha sentido milhares de pessoas demostrando sua fé, se emocionando e realmente acreditando naquilo.&lt;br /&gt;Mais uma linda experiência na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de novo eu falo: venham para a Amazônia, protejam a Amazônia, vivam a Amazônia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-5621309134374714186?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/pRGdVPJ_CBw/o-cirio-de-santo-antonio.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnrdrMQQROI/AAAAAAAAAJM/42aeyFe4k_8/s72-c/IMG_2789.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/o-cirio-de-santo-antonio.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-3695652030934557407</guid><pubDate>Wed, 05 Aug 2009 14:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-05T07:57:45.154-07:00</atom:updated><title>Em tempos de internet</title><description>Me surpreendia muito na comunidade que fui. Nós, na faculdade, na grande mídia, falamos tanto de internet, de twitter, de revolução 2.0 e de várias coisas altamente tecnológicas. Mas algumas vezes nos esquecemos de uma grande parte da população do Brasil, afinal, nosso país não é só o sul e o sudeste e não é só composto pelas classes média e alta. O Brasil é muito grande, tem muita gente.&lt;br /&gt;E lá na comunidade uma das principais fontes de informação é o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;rádio&lt;/span&gt;. Sim, o rádio! As pessoas mal tem energia elétrica, eles não tem nem como ligar uma TV direito. Eles escutam tudo por rádio.&lt;br /&gt;Na conversa com o Seu Salustiano achei incrível que conversamos sobre os acidentes de barco que houveram recentemente, e ele soube de tudo por rádio, e com profundidade.&lt;br /&gt;Eu sou um grande admirador da internet, minha vida profissional espero que seja pautada por este meio. Mas a viagem aqui me fez abrir os olhos para o antigo rádio, que para mim estava em plena decadência, e em alguns momentos na faculdade nós até pensamos isso mesmo.&lt;br /&gt;Dizemos que o rádio está mudando por causa da internet. Mas e os lugares onde as pessoas nem sabem o que é um computador?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-3695652030934557407?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/JpszH__lUIM/em-tempos-de-internet.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/em-tempos-de-internet.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-4001647231621639418</guid><pubDate>Tue, 04 Aug 2009 03:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-03T21:42:50.642-07:00</atom:updated><title>Comunidade Varre Vento</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnezqzjM-6I/AAAAAAAAAHk/gYW1syFvkOs/s1600-h/IMG_2330.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 228px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnezqzjM-6I/AAAAAAAAAHk/gYW1syFvkOs/s400/IMG_2330.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365955029008972706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na última semana, antes do Círio Fluvial de Santo Antônio (que vai receber um post em breve, pois foram 400 fotos e preciso selecionar bem), eu fui até a comunidade quilombola chamada Varre Vento, que fica no rio Erepecuru. A comunidade foi batizada com este nome pois aquela é uma região que venta muito e leva todas as folhas que estão caídas.&lt;br /&gt;Eu cheguei no porto bem cedinho para pegar o barco de nome "Dele Dela", onde já haviam redes penduradas e diversas pessoas da comunidade já estavam presentes. A minha chegada foi um pouco tímida, não interagi muito com quase ninguém e quase ninguém também interagiu comigo. No barco também estava um casal de baianos que estavam indo para a comunidade, mas tinham como destino a comunidade da Pancada, onde pretendo ir neste fim de semana. A viagem foi bem tranquila, só em um momento que foi um pouco mais tenso. Uma chuva MUITO forte caiu com ventos fortíssimos soprando, tivemos que baixar os toldos laterais do barco e segurá-los, por sorte estávamos atracados neste momento.&lt;br /&gt;Passada a tormenta, logo chegamos até a comunidade, já de noitinha, após 5h dentro do barco. O senso horário aqui é bem estranho. Uma viagem de 5h ou 6h é considerada rápida e o destino perto, bem diferente do nosso senso nas grandes capitais, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnezrDyhC5I/AAAAAAAAAHs/zCKT_jqgFho/s1600-h/IMG_2384.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnezrDyhC5I/AAAAAAAAAHs/zCKT_jqgFho/s400/IMG_2384.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365955033368169362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte eu quis conhecer um pouco da comunidade. Descobri que sua economia consiste basicamente na produção da farinha (e que farinha boa essa daqui) e do tucupi. E assim, com meu guia Sandro, de 12 anos, fomos até o que eles chamam de Roça. A roça é o local onde eles preparam tudo da farinha, eles plantam, colhem, moem, peneiram, escaldam, peneiram de novo, torram e peneiram de novo. O caminho foi feito de barco, sem motor de rabeta, só com um remo e com uma curta caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snezrb6HDNI/AAAAAAAAAH0/N8htl_rL4qM/s1600-h/IMG_2389.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snezrb6HDNI/AAAAAAAAAH0/N8htl_rL4qM/s400/IMG_2389.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365955039842471122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A caminhada teve um pequeno trecho por dentro da mata que foi muito agradável, e em alguns pontos mais abertos era possível ver toda a exuberância das castanheiras, de onde algumas comunidades tiram o seu sustento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snezrh8vGfI/AAAAAAAAAH8/GE-3iQtyHX8/s1600-h/IMG_2431.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snezrh8vGfI/AAAAAAAAAH8/GE-3iQtyHX8/s400/IMG_2431.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365955041464097266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na roça eu vi praticamente o processo de escaldar a farinha, onde pega-se uma massa e esquenta-se neste fogão. Tinham 2 e o calor ali dentro era tremendo! Eu me arrisquei em um momento e esta farinha que foi produzida neste dia teve uma mão mínima de alguém do Rio de Janeiro. Tomara que fiquei boa como todas as outras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snezr4WLXqI/AAAAAAAAAIE/_IOX7l8cVbo/s1600-h/IMG_2457.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Snezr4WLXqI/AAAAAAAAAIE/_IOX7l8cVbo/s400/IMG_2457.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365955047476387490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na volta passamos na casa do Seu Salustiano, avô do Sandro, meu guia e pai da Dona Legilda. Este homem foi um dos fundadores da comunidade e sempre viveu por ali. Ele me contou histórias de sua juventude e criticou as canoas que as pessoas andam e como andam super-lotadas. Falamos de alguns acidentes, como o acidente de Manaus, que alguns ficaram desesperados, principalmente minha mãe e minha namorada e também de um acidente que aconteceu dias atrás, numa noite, na Pancada, que matou 4 crianças.&lt;br /&gt;O Sandro sabia que Seu Salustiano adora falar e combinou um código comigo para quando ele fizesse eu desse um jeito de ir embora. E foi assim, ele assoviou e tentei me despedir dele, mas foi difícil. É sempre tão legal escutar histórias dos mais velhos, lembro das minha avós e do meu avô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne250-ylQI/AAAAAAAAAIs/XUWe5mqPxko/s1600-h/IMG_2464.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne250-ylQI/AAAAAAAAAIs/XUWe5mqPxko/s400/IMG_2464.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365958585626039554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na volta eu até ensaiei umas remadas em nossa canoa, que tinha sido regsatada do fundo do rio e meu guia tinha feito alguns remendos antes de usarmos. Uma hora chutei um remendo e a água começou a jorrar dentro do barco. Mas ele não se assustou e disse que conseguiriamos chegar até a comunidade. E foi assim. No outro dia a canoa estava de volta no fundo do rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne251KcdoI/AAAAAAAAAIk/8nk9fodeTQA/s1600-h/IMG_2489.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 196px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne251KcdoI/AAAAAAAAAIk/8nk9fodeTQA/s400/IMG_2489.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365958585674921602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na comunidade todos gostavam de ser fotografados, e até pediam por isso. Este rapaz pediu para eu fotografá-lo de alguns jeitos para ele enviar as fotos para sua mãe. Estas fotos eu vou revelar por aqui e enviar para a comunidade, como forma de agradecimento a todos, isto é o mínimo que posso fazer por tudo que aprendi com eles. Este rapaz, me contaram, ele sobe em açaizeiro sem a palha nos pés e colhe açaí como ninguem. Percebam, ele não tem um braço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne25a4zC8I/AAAAAAAAAIU/pqxCcK_vvCI/s1600-h/IMG_2581.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 281px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne25a4zC8I/AAAAAAAAAIU/pqxCcK_vvCI/s400/IMG_2581.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365958578621582274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne25jU0QDI/AAAAAAAAAIc/pNblP9rqgAg/s1600-h/IMG_2580.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne25jU0QDI/AAAAAAAAAIc/pNblP9rqgAg/s400/IMG_2580.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365958580886585394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne25OuGuDI/AAAAAAAAAIM/KBa4RFq6VHw/s1600-h/IMG_2584.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 254px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne25OuGuDI/AAAAAAAAAIM/KBa4RFq6VHw/s400/IMG_2584.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365958575355508786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estas três fotos acima representam muito do que o rio é para estas pessoas. O rio é lugar de banho, é lugar de diversão, é a água que eles bebem (me incluo nisso nestes 3 dias, mas eles colocam um remédio, às vezes, para consumir), é a sua rodovia, é a sua fonte de comida, o rio é tudo na vida destas pessoas tão simples e tão lindas. Este momento foi incrível, pois quase todos da comunidade estavam reunidos ali em baixo, as mães lavando roupa e dando banho nas crianças, outras lavando louças, os homens lavando o barco para o Círio e se "ariando" como disse o meu guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne5RsOzwkI/AAAAAAAAAJE/9W1EpPZlPXM/s1600-h/IMG_2598.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne5RsOzwkI/AAAAAAAAAJE/9W1EpPZlPXM/s400/IMG_2598.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365961194617422402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne5RUjlM_I/AAAAAAAAAI8/L7FN_xw8hng/s1600-h/IMG_2607.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne5RUjlM_I/AAAAAAAAAI8/L7FN_xw8hng/s400/IMG_2607.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365961188262097906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste dia que passei na comunidade foi incrível, pois toda hora vinha uma criança pedindo para ser fotografada, eles todos adoravam posar para uma foto. Fosse eu produzindo a foto, dizendo para cada um ficar de um jeito fosse pegando um objeto qualquer, como um abacaxi! O que importava ali era aparecer na foto e ficar bem nela, para depois receber tudo reveladinho e assim construir sua memória. Na comunidade achei muito curioso o fato de a Dona Legilda e Seu Manelão, que me receberam em sua casa, terem uma câmera digital. A câmera foi presente da Júlia, uma mestranda (creio que da UFF) que faz um trabalho incrível naquela comunidade e é verdadeiramente amada por todos lá. Aproveito e deixo aqui meus parabéns para esta pessoa tão linda de alma, pelo que TODOS na comunidade me falaram e contaram histórias, todos sentem muita falta dela, mas ela já volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne5RHX8_5I/AAAAAAAAAI0/L5scbUnAz3I/s1600-h/IMG_2629.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 252px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sne5RHX8_5I/AAAAAAAAAI0/L5scbUnAz3I/s400/IMG_2629.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365961184723664786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a foto final. A foto com Seu Manelão, Dona Legilda e meu guia e pequeno amigo Sandro. Deixo aqui meu grande agradecimento para eles, que foram tão bons ao abrir as portas para um estranho, que tinham conhecido há 1 minuto, quando disseram que poderia ficar em sua casa. Lá eu aprendi o que é uma comunidade de verdade, um lugar onde os filhos são criados por todos, um lugar onde entra-se na casa de qualquer um sem pedir licensa, bebe-se café, come-se a comida, onde não se bate nas crianças, onde todos se respeitam, onde todos trabalham pela comunidade, pescam o peixe e repartem sem tentar levar a melhor, onde recebem um estranho em casa sem achar que ele vai fazer mal para eles. Fiquei mesmo muito emocionado com esse visita e foi difícil dizer adeus para estas pessoas, lindas, simples, cheias de conhecimento. E por aqui eu não consigo dizer cada momento que passamos, cada pequena ação deles que tocou meu coração. Agora, mais que nunca, eu indico essa experiência para todos vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado Comunidade Varre Vento! Vocês mudaram minha vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-4001647231621639418?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/qfXyWLbQAA0/comunidade-varre-vento.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnezqzjM-6I/AAAAAAAAAHk/gYW1syFvkOs/s72-c/IMG_2330.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/comunidade-varre-vento.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-9196219892828949763</guid><pubDate>Sat, 01 Aug 2009 16:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-01T09:49:01.051-07:00</atom:updated><title>Lago do Iripixi</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRweH0KRCI/AAAAAAAAAHU/RXjgynlrpfs/s1600-h/IMG_2280.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRweH0KRCI/AAAAAAAAAHU/RXjgynlrpfs/s400/IMG_2280.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365036718901314594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Lago do Iripixi é um pedaço do Rio Trombetas, que banha Oriximiná, que as pessoas usam para se refrescar nos dias quentes, ou seja, usam bastante esse lago!&lt;br /&gt;Esta é a praia mais próxima a cidade e conta com bares e vendedores de Ituizinho (consulte o vocabulário ao lado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRwenlxt-I/AAAAAAAAAHc/X1kRDJmj1MI/s1600-h/IMG_2283.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRwenlxt-I/AAAAAAAAAHc/X1kRDJmj1MI/s400/IMG_2283.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365036727430920162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com a cheia do rio não é possível ver o fundo, mas os moradores da cidade contam que no período de seca, o lago exibe areias brancas e degraus para poder chegar até a beira da água.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-9196219892828949763?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/Y-7Vq69ju8w/lago-do-iripixi.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRweH0KRCI/AAAAAAAAAHU/RXjgynlrpfs/s72-c/IMG_2280.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/lago-do-iripixi.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-6126791700332486630</guid><pubDate>Sat, 01 Aug 2009 14:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-01T09:07:33.600-07:00</atom:updated><title>A Feira do Produtor Rural</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRcgTJmALI/AAAAAAAAAHM/FJM8rhN3F8s/s1600-h/IMG_2266.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRcgTJmALI/AAAAAAAAAHM/FJM8rhN3F8s/s400/IMG_2266.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365014766071185586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seu Altair e suas castanhas, colhidas de seu pedaço de terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu e os alunos de Produção Cultural do PURO/UFF fomos até a I Feira do Produtor Rural na estrada do BEC, quiilometro 9.&lt;br /&gt;Fiquei um pouco com pena do lugar, um ambiente meio árido em pleno coração da selva amazônica, é um tanto irônico, mas é uma coisa que todos convivemos aqui, o desmatamento para qualquer motivo (não só para criar pastos ou extrair madeira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR49sMixI/AAAAAAAAAGk/DgS-WZ11X54/s1600-h/IMG_2232.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR49sMixI/AAAAAAAAAGk/DgS-WZ11X54/s400/IMG_2232.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365003095179561746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR5nKWNGI/AAAAAAAAAG0/94DO6i-SKo0/s1600-h/IMG_2243.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR5nKWNGI/AAAAAAAAAG0/94DO6i-SKo0/s400/IMG_2243.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365003106311877730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os comerciantes lá eram pessoas simples, como a maioria dos locais. Eles acreditam no que você fala, te tratam super-bem e te recebem como se já nos conhecessem há anos.&lt;br /&gt;Tudo na feira era muito barato. Isso não quer dizer que é bom ou ruim. Lá na feira, a maior parte do público presente era de pessoas pertencentes às comunidades quilombolas vizinhas, e elas não possuem um poder aquisitivo muito grande, então, quem estava vendendo não poderia vender mais caro. Por exemplo o Seu Altair da primeira foto, ele vendia o cesto com as castanhas por R$2,00, dois reais. Para comprar um cesto daquele no Rio de Janeiro não é possível pensar em um valor abaixo dos R$10. Com as castanhas dentro o valor ultrapassa facilmente a marca de R$20.&lt;br /&gt;Infelizmente estas pessoas desconhecem o potencial de sua mercadoria e vendem muito barato por encontrar as castanhas na natureza e a produção dos cestos estar muito presente em seu cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR6KJwHtI/AAAAAAAAAHE/MiB1kux5ACU/s1600-h/IMG_2261.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR6KJwHtI/AAAAAAAAAHE/MiB1kux5ACU/s400/IMG_2261.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365003115704622802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tudo lá era muito barato (em torno de R$1,50) e algumas vezes faltava troco. Então as pessoas davam este vale. Para mim este vale representa tudo o que são estas pessoas, gente inocente, que acredita na boa vontade e na honestidade dos outros, gente que vive em comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR5GlJ7zI/AAAAAAAAAGs/LC7oJmig9hg/s1600-h/IMG_2249.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR5GlJ7zI/AAAAAAAAAGs/LC7oJmig9hg/s400/IMG_2249.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365003097565949746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As crianças, como sempre, estavam presente, rindo, brincando e se divertindo enquanto seus pais faziam suas transações nas barraquinhas. É comum ver o maior cuidando do menor e não se vê ninguém brigando, ou alguma criança chorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR5y4xIvI/AAAAAAAAAG8/1nk5A8nqtKU/s1600-h/IMG_2258.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRR5y4xIvI/AAAAAAAAAG8/1nk5A8nqtKU/s400/IMG_2258.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365003109459370738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E para fechar a tarde não poderia faltar a música, tão presente neste estado grandioso que é o Pará. Já estava tudo armado para receber a banda local de tecno-brega e animar o público, que rodopia sem parar desde que nasce.&lt;br /&gt;Não tive a oportunidade de ficar para o show, mas com certeza eles animaram todos.&lt;br /&gt;No meio da tarde voltamos de carona com uma equipe local da RedeTV! que estava cobrindo o evento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-6126791700332486630?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/4Q8IVf0RdT0/feira-do-produtor-rural.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SnRcgTJmALI/AAAAAAAAAHM/FJM8rhN3F8s/s72-c/IMG_2266.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/08/feira-do-produtor-rural.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-3076715010013744009</guid><pubDate>Mon, 27 Jul 2009 22:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-27T16:40:47.441-07:00</atom:updated><title>Óbidos, uma viagem no tempo</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yvrMobhI/AAAAAAAAAGE/pel5gNU-uGk/s1600-h/IMG_2192.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yvrMobhI/AAAAAAAAAGE/pel5gNU-uGk/s400/IMG_2192.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363280000875785746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;Forte Pauxis, ícone da cidade de Óbidos&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;A cidade de Óbidos foi fundada ainda no século XVII e o símbolo de sua fundação é o Forte de Pauxis. A região do rio amazonas onde se encontra o município é chamado de "garganta do amazonas" devido a sua grande profundidade, lá o rio tem a sua maior profundidade e as águas são muito turbulentas e perigosas. Escuta-se histórias de que um navio que estava atracado virou e todos seus passageiros morreram pois, segundo os locais, existe um fenômeno naquela curva do rio (o rio amazonas é como um L e lá está a sua curva) que se você entrar a 2m de profundidade não consegue-se voltar caminhando devido às correntes. Outra histórias são de tubarões e baleias que nadaram rio acima e chegaram até aquele ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4ywHcvNkI/AAAAAAAAAGc/9IpKoDZGvaE/s1600-h/IMG_2211.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4ywHcvNkI/AAAAAAAAAGc/9IpKoDZGvaE/s400/IMG_2211.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363280008459531842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;Casarios do século XVII e XVIII nas ruas da cidade&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;Ao caminhar pelas ruas da cidade eu me senti em uma antiga cidade mineira, como Ouro Preto ou Mariana. Mas infelizmente muitas das casas antigas que lá existem estão em ruínas, somente algumas estão em bom estado de conservação, principalmente as que estão próximo ao Forte Pauxis ou a Igreja Nossa Senhora de Sant'Ana.&lt;br /&gt;Mas essas construções antigas nos remetem a história de Óbidos, que é grandiosa. Um município tão pequeno destes foi berço de dois imortais fundadores da Academia Brasileira de Letras, José Veríssimo e Inglês de Souza. Outro grande escritor obidense foi Ildefonso Guimarães.  Lá também serviu no exército Leônidas Cardoso, pai de nosso ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Outro marco na história de Óbidos foi a Cabanagem, que aconteceu lá e marcou a história de todo o Brasil, como aprendemos nos colégios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yv2GKC4I/AAAAAAAAAGU/266FD-89Wjg/s1600-h/IMG_2207.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yv2GKC4I/AAAAAAAAAGU/266FD-89Wjg/s400/IMG_2207.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363280003801418626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hamílton foi nosso guia e nos contou toda a história da cidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Quem nos guiou foi Hamílton, que vive na cidade de Oriximiná, mas é um grande entusiasta da cultura da amazônia. Eu, como estudante de mídia, admirei muito esta pessoa, que criou um programa de rádio magnífico, de 2h, só sobre a cultura da amazônia, com músicas e curiosidades. Ele também cria propagandas, pesquisa por fotos antigas, cria uma memória da região, além de estudar a fundo e conhecer todos os nomes importantes daqui. Esta é A pessoa com quem alguém liga a mídia deve conversar. Estou levando para o Rio uma cópia do programa de rádio veiculado, mas ele também pode ser conferido através do site &lt;a href="http://www.ariuca.com/"&gt;Portal do Ariuca&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Uma conversa com ele com certeza abre caminhos para qualquer pessoa do meu curso vir para cá desenvolver algum projeto. Portanto, midiáticos, botem suas cabeças para funcionar! ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yvxWQa1I/AAAAAAAAAGM/NVWOJMd85pk/s1600-h/IMG_2196.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yvxWQa1I/AAAAAAAAAGM/NVWOJMd85pk/s400/IMG_2196.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363280002526767954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Igarapé em Óbidos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;Na hora do almoço fomos a um Igarapé, que é um rio com águas calmas e frias, próprias para tomar banho. A foto acima mostra tudo que era aquele local, um paraíso, impossível de descrever em palavras.&lt;br /&gt;Mais durante a noite fomos no show de uma banda espetacular chamada &lt;a href="http://www.arraialdopavulagem.com.br/"&gt;Arraial do Pavulagem&lt;/a&gt;, que toca ritmos amazônicos como o boi ou o carimbó, que aprendi a dançar um pouco. O ponto mais alto do show da banda foi quando houve uma queda de luz (comum por aqui) e os músicos, que são pessoas muito simpáticas e acessíveis, desceram do palco com seus instrumentos e tocaram como nossos ancestrais tocavam, com tambores e com nossa voz, sob um manto estrelado inesquecível. Este foi outro momento desta viagem que me emocionou bastante. Foi verdadeiramente lindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-3076715010013744009?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/t4VQ6Jnyl_U/obidos-uma-viagem-no-tempo_27.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4yvrMobhI/AAAAAAAAAGE/pel5gNU-uGk/s72-c/IMG_2192.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/obidos-uma-viagem-no-tempo_27.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-4518057920048728777</guid><pubDate>Mon, 27 Jul 2009 22:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-27T15:54:16.999-07:00</atom:updated><title>O Círio Fluvial</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uIXVkBVI/AAAAAAAAAFs/vpJCGR3yFs0/s1600-h/IMG_2170.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uIXVkBVI/AAAAAAAAAFs/vpJCGR3yFs0/s400/IMG_2170.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363274927483127122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aluna do PURO com o projeto da barca em mãos conversando com os trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assim que cheguei comecei a andar com uma turma de Produção Cultural do PURO (Polo Universitario de Rio das Ostras) da UFF, sob orientação da professora Adriana Russi. E logo tomei conhecimento do Círio Fluvial que acontecerá no dia 2 do próximo mês. Como eu já disse, esse é o maior Círio Fluvial que acontece no mundo e homenageia o Santo Antônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uI5paoKI/AAAAAAAAAF8/c46X8cDGfg4/s1600-h/IMG_2172.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uI5paoKI/AAAAAAAAAF8/c46X8cDGfg4/s400/IMG_2172.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363274936693203106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;Um dos trabalhadores contando sobre a barca e sobre as festividades.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a arrumação para o evento, a mobilização popular e dos profissionais que constroem a barca, é tudo muito bonito. A cidade é claramente muito católica. Uma coisa que emocionou a todos recentemente foi a visita da Nossa Senhora de Nazaré, que veio de Belém e passou por Oriximiná. A visita contou com uma carreata muito grande com centenas de fiéis querendo beijar o manto da imagem, que é bordado a ouro, assim contou uma pessoa que trabalha na construção da barca e que também é guardião do Santo Antônio. Ele também estava todo orgulhoso que pôde ficar perto da Santa e até encostar nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uIkT34II/AAAAAAAAAF0/3NB4rrSt5R8/s1600-h/IMG_2171.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uIkT34II/AAAAAAAAAF0/3NB4rrSt5R8/s400/IMG_2171.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363274930965700738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;Dois painéis laterais da barca e os profissionais trabalhando. Estas pessoas também trabalham em eventos como o do boi de parintins e o carnaval carioca.&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Uma barca está sendo ornamentada com painéis de luzes e uma frente, semelhante a um altar que terá 16m de altura e haverá uma banda tocando em volta do Santo. Todo o mecanismo é bastante simples, sem componentes eletrônicos e uma mística toda está envolvida, pois o Santo protege a barca e proporciona as melhores condições para o desenvolver das festividades. Até hoje houve apenas um acidente grave no Círio.&lt;br /&gt;Eu, pessoa de sorte, estarei dentro da barca no dia 2 de agosto vendo o trabalho destes profissionais, acompanhando todos os momentos e aflições dos que trabalham dentro do rio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-4518057920048728777?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/RIDA6j86wbU/obidos-uma-viagem-no-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/Sm4uIXVkBVI/AAAAAAAAAFs/vpJCGR3yFs0/s72-c/IMG_2170.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/obidos-uma-viagem-no-tempo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-1138320924463840933</guid><pubDate>Sun, 26 Jul 2009 17:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-26T10:32:17.035-07:00</atom:updated><title>Vocabulário local</title><description>Eu estou escrevendo um pequeno vocabulário de expressões locais. Todos sabemos que cada região ou até mesmo cidade possui suas peculiaridades linguisticas, e com esse intuito eu estou escrevendo as expressões que eu aprendo aqui.&lt;br /&gt;Você pode conferir ao lado esquerdo do blog uma sessão dedicada ao vocabulário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-1138320924463840933?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/hVd0en3BOIY/vocabulario-local.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/vocabulario-local.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-5810095413630301433</guid><pubDate>Sun, 26 Jul 2009 16:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-26T10:28:28.915-07:00</atom:updated><title>Oriximiná, enfim.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmyRWHvYSgI/AAAAAAAAAFk/CpOzSR4RZfc/s1600-h/IMG_2161.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 144px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmyRWHvYSgI/AAAAAAAAAFk/CpOzSR4RZfc/s400/IMG_2161.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362821065512339970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:130%;"  &gt;&lt;em class="style36"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;" &gt;"A paisagem à sua frente é de grande                                              beleza, seja pelo alargamento do rio, seja pela moldura                                              das margens de incontáveis verdes, seja pelas                                              palmeiras que se aldeiam e exibem&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;, acima das outras                                              árvores, suas palmas abertas como um esplendor." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: right;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="style36"&gt;João de Jesus Paes Loureiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma longa espera, mas que foi altamente produtiva em relação à experiência de vida, em Manaus e de uma viagem de barco, dormindo em rede, vendo o cotidiano de pessoas simples e humildes, que as algumas pessoas se assustaram com o acidente do barco Karolina do Norte, eu cheguei em Oriximiná.&lt;br /&gt;Antes de eu vir para cá, enquanto estava divulgando o projeto para algumas pessoas, muitos falavam "O que você vai fazer lá? Lá só tem índio". Em função destas perguntas eu resolvi escrever este post dando uma panorama sobre a cidade, suas caracteristicas e um pouco de sua história.&lt;br /&gt;O município de Oriximiná está situada ao Oeste do estado do Pará e tem uma área de mais de 100 mil Km², o que corresponde a mais de 8% do território do estado e o deixa com o status de segundo maior município do estado. Sua população é de mais de 50 mil pessoas, mas a concentração populacional é de apenas 0,5 habitante/Km².&lt;br /&gt;A cidade foi criada em 1877, sob a graça de Uruã-Tapera. Por motivos políticos o município de Oriximiná deixou de existir em 1900, tendo seu território anexado ao município de Óbidos. Somente em 1934 a cidade de Oriximiná voltou a existir, mas com um território menor do que o original. O nome Oriximiná vem do tupi, que significa "o macho da abelha", o zangão.&lt;br /&gt;A principal fonte econômica é a mineração, sendo o minério Bauxita, que serve como matéria prima do alumínio o principal metal extraído da região.&lt;br /&gt;Ao contrário do que normalmente se pensa, a região não possui muitas comunidades indígenas e sim uma grande quantidade de comunidades quilombolas.&lt;br /&gt;A Unidade Avançada José Veríssimo (UAJV) da UFF funciona na cidade desde o ano de 1975, tendo seus trabalhos iniciados em 1973 na cidade de Óbidos.&lt;br /&gt;José Veríssimo foi um escritor obidense, que morreu em 1916. O escritor foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras e é motivo de grande orgulho para a região.&lt;br /&gt;Um dos maiores eventos locais é o Círio Fluvial, um evento católico que homenageia São Francisco, e segundo locais, este é o maior Círio Fluvial do mundo. O Círio acontece no próximo dia 2, e uma barca com 16m de altura está sendo preparada com ornamentos, e pessoas que trabalham no carnaval carioca e no festival do boi de Parintins estão trabalhando duro no projeto. A cidade inteira está voltada e empolgada para o evento, a igreja foi repintada, os bancos da praça, os enfeites, as conversas, tudo tem girado em torno da festa do Círio. E eu estarei dentro da barca que carrega o santo através do rio fotografando o trabalho, a reação das pessoas e twittando o tempo todo sobre o acontecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-5810095413630301433?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/1ANUYDy8YhI/oriximina-enfim.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmyRWHvYSgI/AAAAAAAAAFk/CpOzSR4RZfc/s72-c/IMG_2161.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/oriximina-enfim.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-8902218370407864853</guid><pubDate>Fri, 24 Jul 2009 23:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-24T17:11:51.278-07:00</atom:updated><title>No barco, o desespero dos daí</title><description>Para chegar em Oriximiná você tem basicamente 2 formas, uma delas é através de um convênio firmado entre a UFF e a FAB, onde você pega uma "carona" no avião deles até aqui, outra é através de barco, e foi essa a forma de viagem que eu optei, por diversos motivos, mas principalmente por tempo.&lt;br /&gt;As embarcações que vêm para orixi saem todas as terças e quintas, ao meio dia, e as passagens custam em torno de 90 reais. Engraçado que antes de eu vir eu fui informado que haviam mais barcos que faziam o trajeto e o preço era mais barato. Quando a moça (vascaína, como muita gente de Manaus) me disse o preço e a frequência do barco, eu disse a ela que ele era mais barato e a frequência era maior. A resposta dela foi surpreendente, ela disse que como a outra empresa que fazia o trajeto desistiu, eles ficaram sozinhos fazendo a ligação Orixi x Manaus e por isso aumentaram o preço e diminuiram a frequência. Curioso, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmpIs7VwmvI/AAAAAAAAAFU/E_NDZtBxZTs/s1600-h/IMG_2083.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmpIs7VwmvI/AAAAAAAAAFU/E_NDZtBxZTs/s400/IMG_2083.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362178243018398450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Então tomei a embarcação de nome "A. Santos", com 3 andares, sendo 2 deles reservados para os passageiros montarem as redes e a cobertura tinha um bar tocava Michael Jackson e Forró o dia todo. As cores dentro do barco eram lindas, as redes sobrepostas, formando desenhos incriveis com as mais diversas cores, e nenhuma rede era igual a outra. Montei minha rede ao lado da rede de um senhor vascaíno, com o escudo do time pintado nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmpKoWQHqKI/AAAAAAAAAFc/wFPvAjRhwgQ/s1600-h/IMG_2105.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmpKoWQHqKI/AAAAAAAAAFc/wFPvAjRhwgQ/s400/IMG_2105.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362180363366410402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Algumas horas depois de sairmos recebemos a informação de que uma embarcação chamada "Karolina do Norte" tinha naufragado. Isso deu um susto enorme em todos que estavam no Rio e viram o Jornal Nacional naquela noite. Eu vi essa embarcação partir junto com a nossa e ela foi, durante alguns minutos, navegando ao nosso lado. Naquele momento que recebi a notícia não tinha sinal algum de celular e passei a madrugada inteira sem sinal, só pude avisar que estava tudo bem na manhã do outro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comida no barco era péssima, muito gordurosa. Mas a hora da comida era muito interessante, o servente apitava e todos iam para uma mesa, sentavam juntos e comiam. Aquele era o momento de maior integração dentro do barco, todos conversavam na mesa e se conheciam um pouco mais.&lt;br /&gt;Eu gostei demais de viajar de barco e passar aquele dia e meio lá, ver as crianças correndo de um lado para o outro, perceber como todos, sem falta, tomavam banho após as refeições. O cotidiano dentro do barco parece com aquela experiência de Behaviorismo de Pavlov, parece que todas as ações ali dentro são em resposta a alguma ação anterior.&lt;br /&gt;O trajeto foi repleto de mata e rio, de ambos os lados, dentro do Rio Amazonas, que é de uma largura incrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem seguiu e após alguns portos (Itacoatiara, Parintis, Juruti) aportamos a Oriximiná o destino final do barco. E a seguir um post sobre a cidade e o pouco que já vi deste município tão grande.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-8902218370407864853?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/UW5mCIHr1so/no-barco-o-desespero-dos-dai.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmpIs7VwmvI/AAAAAAAAAFU/E_NDZtBxZTs/s72-c/IMG_2083.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/no-barco-o-desespero-dos-dai.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-2661439893805808602</guid><pubDate>Fri, 24 Jul 2009 16:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-24T10:13:15.981-07:00</atom:updated><title>Os dias em Manaus</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmnrTVifUnI/AAAAAAAAAEs/xbA_V7UqvQs/s1600-h/IMG_2076.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmnrTVifUnI/AAAAAAAAAEs/xbA_V7UqvQs/s320/IMG_2076.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362075548793131634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias em Manaus foram bem legais. Conheci um pessoal que estava lá para o Congresso do SBPC (Sociedade Brasileira de Progresso Científico) e uma menina da Alemanha, todos universitários e engajados em seus projetos pessoais.&lt;br /&gt;Antes eu não recomendaria a ninguém ir até Manaus para visitar a cidade, ela é quente, muvucada, suja, feia e mal cuidada. A cidade tem um potencial incrível para turismo, mas é sub-aproveitada pois a população e nem mesmo a prefeitura parecem ver esse potencial e se organizar de forma a aproveitá-lo. Não existe um centro de informações turísticas que funcione ou seja fácil para um turista encontrar e a população não sabe dar uma informação correta, parece não conhecer a sua própria cidade.&lt;br /&gt;Mas, felizmente, descobri outros encantos da cidade, que não o centro históricos o Teatro Amazônia. Existe uma grandiosa floresta amazônica para ser explorada de forma consciente e sustentável.&lt;br /&gt;E foi o que fiz, comprei um pacote de um passeio na selva de dois dias por R$150 e fui. Os dias na selva foram incríveis e surpreendentes.&lt;br /&gt;No início do passeio pegamos o barco e fomos até o encontro das águas, que não estava tão bonito assim devido a cheia do rio, que segundo a população subiu 29m, sendo essa a maior cheia da história. Logo em seguida fomos ver as vitórias régias, onde aconteceu a coisa que mais me chocou. Enquanto estávamos lá chegaram dois barcos de ribeirinhos trazendo animais selvagens para os turistas fotografarem em troca de qualquer esmola que nós pudéssemos dar. O bicho preguiça era lindo, mas estava desesperado para sair dali, os filhotes de jacaré pareciam dopados e com suas bocas amarradas, assim como a cobra jibóia, eles mal conseguiam se mexer e pareciam a beira da morte. Não tive a coragem de segurar ou mesmo fotografar nenhum destes animais, pois pensei que estaria contribuindo para esta máquina que provavelmente maltrata animais para satisfazer as necessidades amazônicas dos turistas. Mas realmente, ver aquela preguiça fêmea com o seu filhote pendurado em seu ventre sendo passada de mão em mão, de todos com pena dela, querendo levar para casa, isso foi muito chocante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos em frente e fomos para o nosso hotel flutuante, que mais parecia um paraíso. Era uma pequena casa com barcos atracados e o Rio Negro passando por todos os lados e a floresta amazônica nos rodeando com toda sua beleza. Assim que chegamos almoçamos uma comida típica do norte, feijão, arroz, peixe e macaxeira. E não podia faltar a farinha, que quando eu voltar vou levar uns 5Kg para comer ela no bandejão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmnrTMCTFXI/AAAAAAAAAEk/9zw-6c1Y8CM/s1600-h/IMG_2031.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmnrTMCTFXI/AAAAAAAAAEk/9zw-6c1Y8CM/s320/IMG_2031.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362075546242192754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nosso guia local, que se chamava "Pelado", nos levou para a pesca de piranhas, que mal conseguimos pescar (apenas 3), mas as piadas vieram de sobra. E logo em seguida fomos ver o por do sol.&lt;br /&gt;Neste momento eu passei por algumas dificuldades técnicas, pois a teleobjetiva que eu levei para o passei está com um problema que só mais tarde identifiquei qual era, ela está apenas usando diafragma 4, se eu usar qualquer outro a câmera acusa uma falha de comunicação com a lente. Uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que escureceu, depois da janta no hotel, fomos fazer a focagem de jacaré. Nesse momento o nosso guiase mostrou uma pessoal incrível e com diversas habilidades nativas ou não. Primeiro ele nos levou até a sua casa para conhecermos uma moradia típica de populações ribeirinhas e pegar uma garrafa de cachaça que mais tarde viraria uma caipirinha. E logo depois fomos em busca dos jacarés. Após pilotar o barco na escuridão total e conseguir identificar os caminhos do rio, usando uma lanterna bem fraca ele encontrou um filhote de jacaré de papo amarelo, com uns 40cm de comprimento e nos explicou suas características, disse que era um animal em extinção e que infelizmente algumas pessoas ainda o caçam para pegar o seu couro. Ali ele também contou histórias de seus amigos que foram atacados e mortos por jacarés, pois alguns turistas não se contentam em ver filhores e querem ver grandes jacarés. O Pelado, além de um nativo de grandes habilidades, cursa pedagogia, mas falou que prefere se tornar agricultor, onde trabalha-se menos e ganha-se mais dinheiro. Também falou da miséria que os guias turísticos ganham e como este mercado é invadido por peruanos, bolivianos etc. Nosso guia também fala 5 idiomas, que aprendeu na prática da profissão e pode dar inveja a qualquer pessoa que goste de aprender idiomas.&lt;br /&gt;A noite foi ótima também, depois de algumas caipirinhas deitamos dentro de uma canoa e ficamos vendo a imensidão do céu estrelado e recheado de estrelas cadentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no outro dia levantamos cedinho e vimos o raiar do sol e logo após fomos caminhar na floresta. Terra firme, enfim. Lá, o Pelado nos mostrou diversas plantas e árvores e suas finalidades. Para chegar até a selva tivemos que passar por uma parte alagada de uma fazenda, cheia de curvas fechadas. Após a caminhada uma outra cena incomum. Um suiço vendendo cerveja e refrigerante no meio da floresta, por módicos 4 e 3 reais. Ele contou que veio conhecer a amazônia, gostou, e acabou ficando por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim terminou um passeio, ou melhor, uma experiência incrível e cheia de surpresas pela selva amazônica. O próximo post vai contar da vinda de barco para Oriximiná e da minha chegada aqui. Fiquem Ligados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-2661439893805808602?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/fEq8ehb71fk/os-dias-em-manaus.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_ucQBVGB10Ow/SmnrTVifUnI/AAAAAAAAAEs/xbA_V7UqvQs/s72-c/IMG_2076.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/os-dias-em-manaus.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-1424933584442210732</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2009 23:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-16T16:53:17.509-07:00</atom:updated><title>A chegada em Manaus</title><description>Cheguei hoje em Manaus.&lt;div&gt;Para chegar ate o Santos Dummond demanha foi bem tranquilo, quase engarrafamento nenhum e cheguei bem rapido ate la. Quando o aviao decollou eu nao tive a vista do Rio, mas sim de Niteroi, e vi todas as praias, Itacoatiara, Piratininga etc, que estavam com umacor de encher os olhos de qualquer um, deu vontade de mergulhar de la mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois da escala em Brasilia e de todos de terno sairem do aviao, segui para Manaus, a viagem foi bem rapida e tranquila.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao sobrevoar Manaus e a Amazonia foi impresionante. A floresta amazonica e absurdamente grande e linda, com todos seus rios. E o rio Amazonas e imponente. Curiosas as casa construidas dentro do rio, que num primeiro momento pensei que eram casas alagadas com a cheia do rio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim que cheguei vim direto ao albergue e fui procurar o barco para ir para Oriximina. Me deparei com uma coisa estranha, so existem barcos tercas e quintas, ao meio dia, pois como a empresa concorrente nao existe mais, eles diminuiram a frequencia e aumentaram o preco. Engracado, nao?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O calor que faz no norte do Brasil e absurdo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E assim tem inicio tudo, com o primeiro post daqui. Amanha conheco um pouco de Manaus enquanto espero pela minha conducao.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ate o proximo post.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-1424933584442210732?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/KWoS5crbdHQ/chegada-em-manaus.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/chegada-em-manaus.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-98687368338567950</guid><pubDate>Fri, 10 Jul 2009 14:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-10T07:27:49.190-07:00</atom:updated><title>Carlos Penteado, Oriximiná, 2003</title><description>Ando pesquisando sobre o assunto Oriximiná na internet, mas infelizmente existe pouquissima bibliografia disponível sobre o assunto. Mas pude encontrar um excelente fotógrafo, chamado Carlos Penteado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o site &lt;a href="http://www.imafotogaleria.com.br/exposicoes/exposicao.php?cdGaleria=10&amp;amp;cdFotografo=65"&gt;Imã Fotografia&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O trabalho do fotógrafo Carlos Penteado busca desvendar o mistério, revelando por meio das fotos quem são, onde e como vivem os quilombolas de Oriximiná.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A grande maioria da população desconhece a existência dessas comunidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O registro procura tornar vis­vel um desses grupos Ã©tnicos que se encontram por todo o território brasileiro. Visa lembrar e evidenciar que o Brasil é um paí­s plureÃ©tnico, onde se busca ainda a contrução de uma cidadania multicultural, que assegure aos grupos Ã©tnicos o direito de participar com igualdade por meio de mecanismos que reconheçam e respeitem suas especificidades sem os aprisonar em uma uniformidade estranha a sua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Identidade."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imafotogaleria.com.br/galeria/fotografo.php?cdFotografo=196&amp;amp;cdFoto=2543&amp;amp;cdGaleria="&gt;Neste link&lt;/a&gt; você pode conferir diversas fotos do profissional, que, sem dúvida, servem como referência e inspiração para o trabalho que pretendo realizar na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imafotogaleria.com.br/galeria/fotografo.php?cdFotografo=196&amp;amp;cdFoto=2530&amp;amp;cdGaleria="&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 483px; height: 322px;" src="http://www.imafotogaleria.com.br/img/fotonormal/2549_sononapalha.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imafotogaleria.com.br/galeria/fotografo.php?cdFotografo=196&amp;amp;cdFoto=2530&amp;amp;cdGaleria="&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 322px; height: 483px;" src="http://www.imafotogaleria.com.br/img/fotonormal/2530_Brilho.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-98687368338567950?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/bepvKPWbIos/carlos-penteado-oriximina-2003.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/07/carlos-penteado-oriximina-2003.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8408145141853496061.post-2453397114792767214</guid><pubDate>Tue, 19 May 2009 19:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-19T12:47:24.267-07:00</atom:updated><title>Em resumo…</title><description>&lt;p&gt;O Projeto “Oriximiná e seus olhares” pretende realizar um trabalho de memória fotográfica sobre Oriximiná/PA. O trabalho visa realizar fotografias sobre a cidade de Oriximiná e de outras comunidades próximas observando seu cotidiano e costumes, além de realizar uma oficina de “olhar fotográfico” com os moradores da região e fazer com que eles registrem imagens de suas localidades, captando assim também um olhar do próprio indivíduo sobre sua cidade, mostrando pontos de interesse para eles próprios. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O projeto contará com um suporte midiático online (criação de um &lt;a href="http://olharesoriximina.blogspot.com"&gt;blog&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://twitter.com/olharoriximina"&gt;twitter&lt;/a&gt;) para narrar o projeto durante seu decorrer e após sua realização pretende-se criar um portal que concentre trabalhos realizados pela UFF sobre a região.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8408145141853496061-2453397114792767214?l=olharoriximina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/olharoriximina/~3/gUQYL2TxZ_c/em-resumo.html</link><author>noreply@blogger.com (Diego Dacal)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://olharoriximina.blogspot.com/2009/05/em-resumo.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

