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	<title>O meu baú</title>
	
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		<title>Filosofia do aborto</title>
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		<comments>http://omeubau.net/filosofia-do-aborto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 11:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[10º ano]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<b>O embrião é um ser humano?</b> Se não, quando começa a sê-lo? 

Estas são as questões a partir das quais se há de discutir o problema do aborto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/aborto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4695" alt="aborto" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/aborto-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a></p>
<p><em>Se estivesse certa a afirmação dos antiabortistas militantes de que o embrião é um ser humano, seria verdade que todo o aborto é um delito. Nenhum argumento poderia justificar o assassinato de uma pessoa inocente. Mas é precisamente essa a afirmação que há que discutir. A argumentação dos nossos bispos e daqueles que os seguem aceita como pressuposto que um embrião goza da mesma dignidade que um pai de família. Ora, não se trata apenas de uma questão de tamanho, mas de diferenciar realidades qualitativamente distintas.</em></p>
<p><em>Ninguém nega que no embrião há vida. Até há num óvulo ou num espermatozóide, separadamente. Mas o conceito de &#8220;vida humana&#8221; exige outras condições, que não se limitam à sua definição biológica. No curso da evolução (filogénese), evoluiu-se de organismos unicelulares, como as bactérias, até aos atuais seres humanos, mediante um complexo processo que deu lugar ao aparecimento de novas espécies. Em que momento deste processo se pode falar de vida humana? É claro que não há uma resposta concreta: podem estabelecer-se características diversas como a bipedia, o aumento da capacidade craniana, a oposição do polegar, o uso de utensílios, o aparecimento da linguagem articulada. Todavia, na história evolutiva não existe um instante mágico no qual o que antes era um animal se converte num titular dos direitos humanos. O que não impede que hoje possamos afirmar que os seres humanos gozamos de tais direitos.</em></p>
<p><em>O mesmo acontece no processo da conceção (ontogénese). O encontro de duas células, o óvulo e o espermatozóide, inicia um processo de transformações onde vão aparecendo gradualmente as características específicas de um ser humano, sem que possa determinar-se o momento exato que nesse processo dá lugar a um homem ou uma mulher no sentido pleno da palavra. Parece abusivo, contudo, supor que nas primeiras semanas da gravidez, quando ainda não apareceram as notas morfológicas e funcionais próprias da humanidade, se possa falar de um ser humano titular de todos os direitos devidos à sua condição. Assim como também se não pode negar que, uma vez terminado esse processo, estamos em presença de uma pessoa que goza de tais direitos. O limite entre ambos os momentos não consiste num instante exato, mas antes num processo gradual. Partindo deste ponto de vista, uma lei de prazos [ver nota final] como a que temos, que vá outorgando maior proteção ao feto à medida que a gravidez avança e que nas primeiras semanas reserve à mãe o poder de decisão, parece a resposta jurídica mais adequada a esse processo biológico.</em></p>
<p><em>A oposição à lei de prazos, por parte dos setores que pretendem converter todo o aborto no assassinato de uma criança, não se preocupa em rebater estas ideias. Simplesmente, aceitam como pressuposto que desde a gravidez estamos em presença de um ser humano que goza em plenitude de todos os direitos dos demais cidadãos. E pretendem fundamentar esta afirmação em razões científicas, que despertam sempre um respeito reverencial entre os leigos. Mas, embora a ciência tenha instrumentos para caracterizar a vida, para a investigar, para descrever as suas funções, não os tem para definir a vida humana no sentido antropológico e ético da expressão, que é mais fruto de um consenso social do que de demonstrações científicas. Que laboratório pode determinar o momento em que um ser vivo começa a gozar da condição humana e por tanto ser sujeito de direitos? O facto de no embrião estar presente o código genético que dirigirá o futuro desenvolvimento do organismo não implica que possa ostentar a condição humana: se assim fosse, qualquer célula poderia exigir a mesma consideração.  Para que exista uma pessoa, é necessário que esse código se desenvolva e gere um organismo com as características morfológicas, funcionais e sociais que definem um ser humano. Um feto no útero não cumpre plenamente essas condições: não completou o seu desenvolvimento e não começou o seu processo de socialização, a sua participação na sociedade, que é a nota característica da espécie humana. Daí que a proteção jurídica que recebe seja menor que a de um recém-nascido, ainda que esta proteção aumente à medida que se aproxima o fim da gestação. Segundo a lei atual, enquanto que nas primeiras catorze semanas [ver nota final] a decisão de abortar depende apenas da vontade da mãe, nas últimas é necessário que existam malformações incompatíveis com a vida ou que o feto apresente doenças extremamente graves e incuráveis confirmadas por uma equipa clínica. Esta perspetiva gradual e progressiva constitui também uma defesa da vida, sempre que não se entenda a vida humana como uma realidade meramente biológica.</em></p>
<p><em>Quando a Igreja e os setores que a seguem se opõem a esta distinção entre vida e vida humana, não se atrevem a exprimir os seus verdadeiros argumentos, que são os seguintes. A teologia católica afirma que Deus infunde uma alma imortal no embrião no próprio momento da conceção (embora nem sempre os teólogos tenham defendido esta doutrina, até ao ponto de alguns pensadores antigos rejeitarem que a mulher tivesse alma). Esta alma consiste no que chamam uma &#8220;substância incompleta&#8221;, quer dizer, uma realidade que necessita de outra (o corpo) para formar um ser completo. Daí que não possam aceitar nenhuma gradação no aparecimento da vida humana: ou se tem alma ou não se tem. E, como afirmam que essa animação se produz no momento em  que o espermatozóide fecunda o óvulo, a conclusão inevitável é que todo o aborto é um assassinato. Mas, como este argumento se baseia em crenças indemonstráveis, preferem falar de um &#8220;direito à vida&#8221;, com o qual é difícil não estar de acordo: afirmar que se defende a vida soa melhor do que assegurar uma intervenção divina no momento da fecundação. Por trás desta teoria teológica está a tradicional penalização do sexo por parte da Igreja, com a consequente condenação da anticonceção, a masturbação ou a homossexualidade.</em></p>
<p><em>É lamentável que, tendo conseguido estabelecer uma <a title="Lei espanhola de 2010 sobre o aborto" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aborto_en_Espa%C3%B1a#Ley_Org.C3.A1nica_2.2F2010" target="_blank">legislação razoável sobre o aborto</a>, se volte atrás. E que esse retrocesso se baseie em crenças que podem ser respeitáveis na medida em que não se pretenda impô-las a quem não as partilha.</em></p>
<blockquote><p>Em 2010, em Espanha foi aprovada uma <a title="Lei espanhola de prazos" href="http://elpais.com/diario/2010/02/25/sociedad/1267052402_850215.html" target="_blank">lei que permitia o aborto provocado, com prazos</a>: a mulher poderia interromper a sua gravidez até à 14ª semana, sem qualquer justificação. No programa eleitoral com que se apresentou às eleições de novembro de 2011, o Partido Popular incluía a modificação desta lei. É no contexto do <a title="O debate sobre o aborto em Espanha" href="http://politica.elpais.com/politica/2012/08/25/actualidad/1345912112_356146.html" target="_blank">debate</a> sobre esta matéria que se inscreve o texto anterior, de Augusto Klappenbach, filósofo e escritor, traduzido do blogue <a title="Filosofía del aborto" href="http://blogs.publico.es/otrasmiradas/707/filosofia-del-aborto/" target="_blank"><em>Otras miradas</em></a>, de <em>El País</em>.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Dicas: descarregar vídeos Youtube em Linux</title>
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		<comments>http://omeubau.net/descarregar-videos-youtube-em-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux/Ubuntu/Android]]></category>

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		<description><![CDATA[Como <b>descarregar vídeos do Youtube</b>, usando a linha de comandos, em Linux.]]></description>
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									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/como-guardar-os-videos-do-youtube/youtube/" rel="attachment wp-att-3770"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3770" alt="Youtube" src="/wp-content/uploads/2013/01/youtube-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Já <a title="Como guardar os vídeos do Youtube" href="/como-guardar-os-videos-do-youtube/" target="_blank">aqui</a> expliquei como <strong>descarregar vídeos do Youtube</strong>, utilizando uma extensão para o &#8220;browser&#8221; Firefox. Há ferramentas diversas para obter o mesmo resultado; deixo a sugestão de uma (de uso facílimo) para Linux: <strong>youtube-dl</strong>, que funciona através da linha de comandos.</p>
<ul>
<li>Se não tem instalado o youtube-dl, instale-o com o comando <em>sudo apt-get install youtube-dl</em></li>
<li>Para descarregar um vídeo, use o comando <em>youtube-dl endereço_do_video</em>; por exemplo, se o endereço do vídeo for <em>http://www.youtube.com/watch?v=2_7JYfhnx8U</em>, o comando será <em>youtube-dl http://www.youtube.com/watch?v=2_7JYfhnx8U</em></li>
</ul>
<p>Assim simples!</p>
<blockquote><p>Algo não está claro? por favor, diga-o na caixa de comentários.</p>
<p>Descarrega vídeos de outro(s) modo(s)? partilhe-o(s) connosco.</p></blockquote>
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		<title>A verdade segundo “12 homens e uma sentença”</title>
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		<comments>http://omeubau.net/a-verdade-segundo-12-homens-e-uma-sentenca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 22:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[11º ano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria do conhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme <i>12 homens e uma sentença</i>, de Sidney Lumet,  e o <b>problema da verdade</b>. 

O que é a verdade? Como estar seguros de não nos enganarmos?
Quais as diferenças entre opinião, crença e certeza?
A dúvida, a ironia e outras figuras filosóficas...
]]></description>
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										</a>	
									</div></div><p><strong><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2011/11/12homens.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-721" title="12 homens e uma sentença" alt="" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2011/11/12homens.jpg" width="130" height="173" /></a></strong></p>
<p>Já <a title="Falácia Ad hominem" href="/ad-hominem/" target="_blank">aqui</a> referi o filme <a title="12 homens e uma sentença" href="http://www.cineplayers.com/comentario.php?id=23866" target="_blank"><strong><em>12 homens e uma sentença</em></strong></a>, propondo uma análise na perspetiva da <a title="Argumentar ad hominem" href="argumentar-ad-hominem/" target="_blank">argumentação <em>ad hominem</em></a>. O número 368 da revista francesa <em>L&#8217;Étudiant</em> (de junho de 2013) parte do filme para uma revisão do <strong>problema da verdade</strong> (a pensar nos estudantes do <a title="Bac" href="http://www.france.fr/pt/estudar-na-franca/o-sistema-escolar-frances-do-maternal-ao-liceu?back=%2Fpt%2Fpt-search%2Fpt-content%2Fbac" target="_blank"><em>bac</em></a>, &#8220;tratamento coloquial&#8221; do bacharelado).</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>O filme de Sidney Lumet apresenta 12 membros de um júri popular americano que deliberam, no final de um processo. Devem pronunciar-se sobre a culpabilidade de um jovem de 18 anos acusado de ter matado o próprio pai. A sua decisão deve ser unânime e, se o julgarem culpado, será condenado à cadeira elétrica. No início, todos os jurados, à exceção de um, estão convencidos da culpabilidade do acusado, de tal modo as provas são convincentes. À força de discussões, a dúvida instala-se pouco a pouco no espírito dos jurados.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>O que é a verdade? Como estar seguros de não enganarmos?</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>O filme coloca o problema fundamental da verdade: como posso estar seguro de não me enganar? como se pode saber que se está na verdade? E, finalmente, o que é a verdade? Podemos começar por nos perguntar: no início do filme, quais são as provas da culpabilidade do acusado? São numerosas: uma prova material, duas testemunhas do assassinato, o álibi do acusado que não se mantém de pé, etc.. Podemos aperceber-nos de que há todas as provas sobre as quais repousam as verdades científicas mais seguras: experiência, demonstração, unanimidade, etc.. Ou seja, não há nenhuma razão para duvidar &#8212; e, no entanto, o filme acaba por mostrar que nos podemos sempre enganar.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>Quais as diferenças entre opinião, crença e certeza?</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Qual a razão para cada jurado acabar por mudar de opinião? Ao responder a esta questão, apercebemo-nos de que a maior parte das nossas certezas estão bastante mal alicerçadas. Alguns não têm mais do que preconceitos, outros não se colocaram verdadeiramente qualquer questão ou contentam-se com seguir a opinião geral. O filme permite fazer a distinção entre opinião-crença-certeza e mostrar por que é que aquilo que parece evidente pode ser falso.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>A dúvida, a ironia e outras figuras filosóficas&#8230;</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>É possível procurar encontrar em cada jurado uma figura filosófica: o famoso jurado nº 8 (Henry Fonda) é o que duvida desde o início; permite compreender a filosofia dos céticos, bem como o modo como Descartes se serve da dúvida para descobrir a verdade. A ideia é simples: o melhor meio de saber se uma verdade é indiscutível é discuti-la. Depois, o &#8220;velho&#8221; é o primeiro a mudar o seu voto: por trás do seu ar de velho louco, encontramos a ironia socrática. Um banqueiro de óculos representa o espírito científico que não admita nada sem provas, e outros jurados são sofistas (o publicitário e o homem de chapéu mais preocupado com a partida de basebol).</em></p>
<p>O leitor já viu o filme? Partilhe as suas considerações, na caixa de comentários.</p>
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		<item>
		<title>Atualizar o L7 da LG para Android 4.1</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/v9yoDF0Nd9c/</link>
		<comments>http://omeubau.net/atualizar-o-l7-da-lg-para-android-4-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 18:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux/Ubuntu/Android]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=4652</guid>
		<description><![CDATA[O L7 vem, de fábrica, com a versão v4.0.3 do Android. Como o <b>atualizar para Android 4.1.</b> ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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										</a>	
									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/p700-200x150.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4654" alt="LG L7" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/p700-200x150.jpg" width="200" height="150" /></a></p>
<p>O <a title="L7 da LG" href="http://www.lg.com/pt/telemoveis/lg-P700-android" target="_blank">L7 da LG</a> vem, de fábrica, com a versão 4.0.3 (Ice Cream Sandwich) do Android. Recentemente, a LG lançou uma atualização para Android 4.1. Oficial, portanto!, sem necessidade de acesso root (se não sabe o que é isso, eu explico <a title="Dicas: “rootear” um tablet" href="/dicas-rootear-um-tablet/" target="_blank">aqui</a>) nem perda de qualquer garantia. Se quiser atualizar, faça assim (como é comum nestas circunstâncias, digo-lhe que fará os procedimentos por sua conta e risco; mas eu já os usei, com êxito):</p>
<p>Descarregue <a title="LG" href="http://www.lg.com/pt/suporte-telemovel/lg-LGP700" target="_blank">daqui</a> e <strong>instale</strong> o software prévio necessário:</p>
<ul>
<li><span style="line-height: 12.994791030883789px;">(clique no <em>link</em> <em>Update de Software &amp; Drivers</em>) <strong>Driver USB</strong> e </span><strong>Ferramenta de suporte LGMobile</strong>.</li>
<li>(clique no link <em>PC Sync</em>) <strong>LG PC Suite</strong>.</li>
</ul>
<p>Nestas &#8220;operações&#8221; impõe-se sempre uma <strong>cópia de segurança</strong>:</p>
<ul>
<li><span style="line-height: 12.994791030883789px;">Execute o programa <em>LG PC Suite</em>.</span></li>
<li>Ligue o telefone ao computador (através do cabo USB).</li>
<li>Se o restante processo não for intuitivo (eu penso que é), procure na Ajuda do <em>PC Suite</em> o item <em>Tutorial LG PC Suite</em> e depois <em>Criar e restaurar cópias de segurança</em>.</li>
</ul>
<p>Feita a cópia, faça a atualização:</p>
<ul>
<li><span style="line-height: 12.994791030883789px;">Execute o programa <em>LGMobile</em>.</span></li>
<li>Ligue o telefone ao computador (através do cabo USB).</li>
<li>(Se o telefone necessitar de ser atualizado, ficará disponível o botão <em>Iniciar Atualização</em>).
<p style="display: inline !important;">Clique em <em>Iniciar Atualização</em> e siga as indicações.</p>
</li>
</ul>
<blockquote><p>. Este é igualmente o processo para outras atualizações.</p>
<p>. Este &#8220;tutorial&#8221; não supõe nenhuma avaliação do L7 (nem qualquer incentivo à sua aquisição. É provável que haja equipamento melhor, com preço equivalente <img src='http://omeubau.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>. Fez a atualização do Android? Diga-nos se o L7 ficou melhor: use a caixa de comentários.</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/omeubau/Fwoo/~4/v9yoDF0Nd9c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://omeubau.net/atualizar-o-l7-da-lg-para-android-4-1/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Android: comunicar gratuitamente com o Mundo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/8QRcEBsRxNo/</link>
		<comments>http://omeubau.net/comunicar-gratuitamente-com-android/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 21:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linux/Ubuntu/Android]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=4630</guid>
		<description><![CDATA[Aplicações para fazer <b>chamadas</b> e enviar <b>sms</b> ou ficheiros,... gratuitamente, para qualquer parte do Mundo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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										</a>	
									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2014/05/viber.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4634" alt="viber" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2014/05/viber.jpg" width="225" height="225" /></a></p>
<p>Quem tem um telefone ou um tablet com Android (ou com outros sistemas operativos; refiro o Android por o conhecer melhor) dispõe de aplicações para <strong>comunicar com o Mundo gratuitamente</strong>. <em>Comunicar</em> significa fazer chamadas de voz e/ou vídeo-chamadas, enviar sms, ficheiros,&#8230;</p>
<p>As alternativas são várias, desde o &#8220;velhinho&#8221; <strong>Skype</strong>, até à líder <strong>WhatsApp</strong> (com 100 milhões de utilizadores, nas últimas vésperas de Ano Novo registou o número recorde de 18.000 milhões de mensagens), passando pelo emergente <strong>Line</strong>&#8230; Referirei algumas, como sugestão:</p>
<ul>
<li>De todas as que experimentei, gostei particularmente do <a title="Viber" href="http://www.viber.com/" target="_blank"><strong>Viber</strong></a>. Sobretudo para chamadas VoIP, mas igualmente para mensagens.  É multi-plataforma (há uma versão para PC, com opção &#8212; em fase beta &#8212; de vídeo-chamada); é 100% gratuito (incluindo a comunicação entre utilizadores, em 3G e wi-fi); e oferece um serviço estável. A instalação é super simples, tal como a &#8221;ativação&#8221;: não é necessário qualquer registo, palavra-passe ou convite a outros utilizadores; abre-se, a primeira vez, a aplicação, dá-se o número de telefone, recebe-se um código de ativação&#8230; e pronto! A aplicação procura a lista de contactos e identifica aqueles que têm Viber instalado. As chamadas (e o envio de sms) são feitas ao jeito das &#8220;normais&#8221;.<br />
Foi agradável verificar que bastantes dos meus contactos telefónicos o têm instalado. E continua a ser muito amigável ter a sensação de que o telemóvel funciona como se estivesse ligado a um operador &#8220;normal&#8221;.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="line-height: 12.994791030883789px;">O <strong><a title="Skype" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.skype.raider" target="_blank"><strong>Skype</strong></a></strong> tem a maior popularidade, reforçada com o próximo fim do também popular <em>Messenger</em>, já anunciado pela Microsoft, cujos utilizadores serão adicionados ao Skype. Permite chamadas gratuitas entre utilizadores (de voz, vídeo e mensagens instantâneas); ou pagas, para números de telefone &#8220;clássicos&#8221;.<br />
Não utilizo o Skype para chamadas pagas; prefiro, nesses casos, o <a title="Voipbuster" href="http://www.voipbuster.com/" target="_blank"><strong>Voipbuster</strong></a>, o qual oferece (utilizando um PC ou um telefone) chamadas gratuitas, para números fixos de mais de 30 países, e pagas, a preços mais atraentes que os do Skype (por exemplo, para a rede fixa do Brasil, €0,035/minuto).<br />
Ainda não experimentei o <a title="Skype WiFi" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.skype.android.access" target="_blank"><strong>Skype WiFi</strong></a> (alternativa ao roaming?); a &#8220;ideia&#8221; é interessante: pagar, com o crédito Skype e por minuto, a ligação à Net através de </span><span style="font-weight: normal;">pontos de acesso WiFi (&#8220;mais de 1 milhão&#8221;, em hotéis, aeroportos, estações de comboio, bares e restaurantes de todo o mundo).</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a title="Facebook Messenger" href="https://www.facebook.com/mobile/messenger" target="_blank">Facebook Messenger</a></strong>. É o <span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><em>chat</em> do Facebook, passado para os telemóveis, com a vantagem de o trabalho de inscrição estar feito e poder conversar (também) com alguém que esteja frente a um computador. Só </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">para contactos do Facebook, claro.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><a title="WhatsApp" href="http://www.whatsapp.com/faq/" target="_blank">WhatsApp</a></strong> é (ainda) a grande referência no envio de sms. Destacou-se, desde o início,  pela simplicidade: instala-se, introduz-se um código recebido no telefone&#8230; e já está! Ele encarrega-se de procurar na nossa lista de contactos quem usa a aplicação. Além de mensagens de texto, podem enviar-se imagens, vídeos e mensagens de áudio. Permite saber quando determinado contacto esteve ligado, a última vez&#8230;<br />
É multi-plataforma; a versão para Android é grátis, mas, após o primeiro ano de utilização, custa $0.99 USD/por ano. Ultimamente, têm sido referidos alguns problemas com o serviço: atraso no envio das mensagens, &#8220;quedas&#8221; dos servidores&#8230;</li>
</ul>
<ul>
<li><a title="Line" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=jp.naver.line.android" target="_blank"><strong>Line</strong></a> (que nasceu para superar as dificuldades de comunicação, aquando do terramoto de 2011 no Japão) ameaça destronar Whatsapp.<br />
O processo de instalação de Line é semelhante ao de Whatsapp, mas a interface da segunda (e a sua utilização) é bastante mais intuitiva (por não ter tantos extra?). Line consome mais memória RAM (e mais bateria) do que a sua &#8220;rival&#8221;; e tem menos utilizadores. Mas ganha na segurança e privacidade; no facto de permitir (ao contrário de Whatsapp) efetuar chamadas; também ao contrário de Whatsapp, funcionar no computador; e, também ao contrário de Whatsapp, ser gratuito. E possui uma <em>Timeline</em>, num estilo entre Facebook e Twitter. E conta com muitos extras&#8230;<br />
[<a title="Line" href="http://mimovilandroid.com/aplicaciones/line-para-android-guia-completa-en-espanol/" target="_blank">aqui</a>, está um guia claro (em espanhol) para instalar o Line]</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8230; e a lista poderia continuar, com outras aplicações, menos populares: Google Talk (em crescimento, devido à grande hegemonia da Google); Spotbros; <span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Yuilop; </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">ChatON; GroupMe; Joyn.</span></li>
</ul>
<blockquote><p>E o leitor&#8230; usa alguma destas opções? conte-nos a sua experiência. Quer acrescentar algo ao que escrevi? sirva-se da caixa de comentários&#8230;</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Hume, o grande cético</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/dXRaLZdluA0/</link>
		<comments>http://omeubau.net/hume-o-grande-cetico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 May 2013 11:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[11º ano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria do conhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<b>Teoria do conhecimento de David Hume</b>: algumas noções e teses.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/05/hume.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2668" alt="David Hume" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/05/hume.jpg" width="150" height="180" /></a>[David Hume]</p>
<p style="text-align: left;">Neste texto [construído a partir de tradução livre de parte de um mini-dossiê, sobre Hume, da revista <em>Filosofía Hoy</em>, nº 21] serão apresentadas algumas noções e teses, sobre o conhecimento, daquele filósofo escocês.</p>
<p><strong>CONHECIMENTO E IMPRESSÃO</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">Tudo o que um ser humano guarda na mente são perceções. &#8220;Todas as perceções da mente humana &#8212; explica Hume no <em>Tratado da Natureza Humana</em> &#8212; se dividem em duas espécies distintas, que chamarei <strong>impressões e ideias</strong>. <strong>A diferença entre essas consiste nos graus de força e vivacidade com que se imprimem na nossa mente</strong>&#8220;. Impressões [sensações, paixões e emoções] são as que aparecem à mente de modo preciso e vivaz; e ideias, as que aparecem de forma débil e evanescente. Novamente Hume: &#8220;Creio que não será necessário empregar muitas palavras na explicação dessa distinção. Qualquer um por si mesmo perceberá prontamente a diferença entre <strong>sentir e pensar</strong>. Os graus usuais de ambos são facilmente diferençados; embora não seja impossível que em casos particulares possam aproximar-se bastante. Assim, no sono, numa febre, na loucura ou em qualquer emoção violenta, as nossas ideias podem avizinhar-se das nossas impressões; tal como, por outro lado, acontece que as nossas impressões sejam tão fracas e subtis que não possamos distingui-las das nossas ideias. Mas, não obstante essa semelhança nuns poucos casos, elas são em geral tão diferentes que ninguém pode ter escrúpulos de elencá-las sob títulos diferentes e atribuir a cada uma um nome peculiar que marque a diferença.&#8221;</p>
<p style="padding-left: 30px;">As impressões chegam-nos através dos sentidos; as ideias, através de representações mentais &#8212; e, portanto, derivam das impressões. A divisão entre perceções origina dois tipos de conhecimento: o <strong>conhecimento procedente das ideias</strong> e suas relações, e o <strong>de factos</strong>, baseado em impressões, isto é, na experiência. Para saber se uma ideia é verdadeira, basta comprovar se procede de uma impressão ou não.</p>
<p> <strong>CAUSALIDADE</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">O método de remeter uma ideia para a sua impressão, para saber se é verdadeira ou não, levar-nos-á a concluir que apenas pode haver conhecimento de factos passados ou presentes, mas não de futuros. Uma ferramenta possível a que Hume lança mão para explicar o conhecimento de factos futuros &#8212; embora depois a lance por terra &#8212; é a <strong>inferência causal</strong>, uma relação causa-efeito dos acontecimentos dos quais se teve um prévio conhecimento. Por exemplo: o fogo queima e a água molha. Podemos arriscar dizer que esta relação se dá necessariamente &#8212; mas isso, na opinião de Hume, seria ir demasiado longe. <strong>Para ele, uma sucessão constante não tem que ser necessária</strong>. &#8220;Assim, não apenas a nossa razão nos falha na descoberta da conexão última de causas e efeitos, mas também, mesmo após a experiência nos ter informado da sua conjunção constante, é impossível satisfazer-nos, pela razão, por que devamos estender essa experiência para além dos casos particulares que caíram sob a nossa observação&#8221;.</p>
<p style="padding-left: 30px;">[pode ler aqui um texto sobre este assunto: <a title="A causalidade segundo Hume" href="/a-causalidade-segundo-hume/" target="_blank">a causalidade segundo Hume</a>]</p>
<p><strong>IDENTIDADE E MEMÓRIA</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">Para Hume, nem sequer a existência de nós próprios se pode justificar recorrendo à intuição de nós próprios, já que apenas intuímos ideias e impressões e estas não são permanentes, antes mudam constantemente. No seu <em>Tratado da Natureza Humana</em> afirmará: &#8220;Se houvesse alguma impressão que desse origem à ideia do eu, essa impressão deveria permanecer invariável em todo o curso da nossa existência, uma vez que se supõe que o eu existe dessa maneira. Contudo, não há impressões constantes e invariáveis. Dor e prazer, tristeza e alegria, paixões e sensações sucedem-se umas às outras e nunca existem todas ao mesmo tempo. Não podemos, portanto, derivar de nenhuma delas a ideia do eu. Por conseguinte, tal ideia não existe&#8221;.</p>
<p style="padding-left: 30px;">[Pode ler mais sobre este assunto, em <a title="O problema do eu em Hume" href="http://nucleotavola.com.br/revista/o-problema-do-eu-em-david-hume/" target="_blank">O Problema do eu em David Hume</a>]</p>
<p style="padding-left: 30px;">O facto de Hume pôr em dúvida a própria identidade do indivíduo colocou-o em apuros, na hora de explicar a ideia ou consciência de si próprios que os seres humanos possuem. Para oferecer uma explicação, recorreu à <strong>memória, pois graças a ela temos a perceção das relações que existem nas diversas impressões</strong>. &#8221;Quando uma determinada impressão esteve presente uma vez na mente, ela reaparece aí sob a forma de uma ideia, o que se pode dar de duas maneiras diferentes: ou ela retém, em sua nova aparição, um grau considerável de sua vividez original, constituindo-se em uma espécie de intermediário entre uma impressão e uma ideia; ou perde inteiramente aquela vividez, tornando-se completamente uma ideia. À faculdade pela qual reproduzimos as nossas impressões da primeira maneira chamamos memória, e à outra, imaginação&#8221;.</p>
<blockquote><p>Encontra <a title="Hume, David (Edimburgo, 1711-1776)" href="/hume/" target="_blank">aqui</a> um índice dos textos sobre Hume publicados n&#8217;<em>O meu baú</em>.</p></blockquote>
<blockquote><p>Este texto pode ser útil aos estudantes de filosofia do 11º ano (ano letivo 2012/13), designadamente para a rubrica <a title="11º ano" href="/ensino-da-filosofia/11-ano/" target="_blank"><em>Descrição e interpretação da actividade cognoscitiva</em></a>.</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/omeubau/Fwoo/~4/dXRaLZdluA0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Linux Mint, liberdade e elegância</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/f4sU1cWuTxA/</link>
		<comments>http://omeubau.net/linux-mint-liberdade-e-elegancia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 10:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linux/Ubuntu/Android]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=4574</guid>
		<description><![CDATA[Apontamentos sobre o Linux Mint, uma distribuição Linux irlandesa que faz questão de realçar, como marca distintiva, o seu “look and feel”. É uma das características que me atrai nele.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/linux-mint-14.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4588" alt="Linux Mint 14" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/linux-mint-14-300x220.jpg" width="300" height="220" /></a></p>
<p>O <strong>Linux Mint</strong> é uma distribuição Linux irlandesa. Possui duas versões: uma baseada em Ubuntu (com o qual é totalmente compatível e partilha os mesmos repositórios) e outra versão baseada em Debian (saiba mais na <a title="Linux Mint" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_Mint" target="_blank">Wikipédia</a>).</p>
<p>O Linux Mint faz questão de realçar, como marca distintiva, o seu “look and feel”. E é, de facto, uma das características que me atrai nele. Tive-o instalado, em tempos &#8212; mas depois desisti, para regressar ao Ubuntu. Após <a title="Chegou o Ubuntu 13.04 Raring Ringtail" href="/chegou-o-ubuntu-13-04-raring-ringtail/" target="_blank">ter instalado a última versão</a> da distribuição da Canonical (a 13.04 com nome de código <em>Raring Ringtail</em>), tive um ataque de saudades e voltei ao Mint. O mais recente lançamento é o <strong>Linux Mint 14</strong>, com o nome de código <em><strong>Nadia</strong></em> e pode ser <a title="Linux Mint" href="http://www.linuxmint.com.br/download" target="_blank">descarregado daqui</a>.</p>
<p>E depois da instalação&#8230;</p>
<ul>
<li><strong>Atualizei o sistema</strong>. Através do terminal, <em>sudo apt-get update &amp;&amp; sudo apt-get upgrade </em>(também pode ser feito com o Gestor de Atualizações: procurar o ícone respetivo no painel/barra, em princípio na margem inferior do ecrã);</li>
<li>Com o Mint, instalou-se o <strong><a title="LibreOffice" href="/libreoffice/" target="_blank">LibreOffice</a></strong>. Mas, não a última versão (a 4.0.2.2). Fui buscá-la, através do terminal, com os comandos
<ul>
<li><em>sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa</em></li>
<li><em>sudo apt-get update</em></li>
<li><em>sudo apt-get install libreoffice libreoffice-gnome</em></li>
</ul>
</li>
<li>Instalei o <a title="7-zip" href="/alternativa-linux/" target="_blank"><strong><em>7zip</em></strong></a>, o meu preferido (des)compacctador de ficheiros. Bastou o comando <em>sudo apt-get install p7zip-full</em></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/Classic.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4595" alt="Docky" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/05/Classic-300x25.png" width="300" height="25" /></a></p>
<ul>
<li>Iniciei a personalização do aspeto gráfico com a barra de atalhos e aplicações <strong><em><a title="Docky" href="http://wiki.go-docky.com/index.php?title=Welcome_to_the_Docky_wiki" target="_blank">Docky</a></em></strong>.<br />
<strong>Instalação</strong> com <em>sudo apt-get install docky</em><br />
e apressada <strong>personalização</strong>: clicando no ícone de <em>Docky</em> (depois de o ter <em>lançado</em>), abre-se a janela de configurações; decidi apenas que se ocultasse automaticamente (e aparecesse quando o ponteiro do rato se desloca para o sítio onde está oculto) e diminuí o tamanho dos ícones &#8212; deixo para depois os outros parâmetros (<a title="Configurar Docky" href="http://glatelier.wordpress.com/2009/06/11/configura-las-opciones-de-docky-en-ubuntu/" target="_blank">este tutorial</a>, em espanhol que se entende facilmente, ajudará&#8230;).</li>
<li>Como não tive tempo para mais, ficou à espera uma nova (próxima) personalização do aspeto gráfico, talvez com <strong><em>Conky</em></strong>, um monitor do sistema. Continuarei a dar notícias, aqui.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/omeubau/Fwoo/~4/f4sU1cWuTxA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Panteísmo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/5O4As9NkR-w/</link>
		<comments>http://omeubau.net/panteismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 11:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[10º ano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia da religião]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=4560</guid>
		<description><![CDATA[<b>O panteísmo</b> (e outras teorias filosóficas próximas -- mas distintas).]]></description>
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										</a>	
									</div></div><p>O panteísmo é uma teoria filosófica. Defende que <strong>Deus é tudo e tudo é Deus</strong>; Deus e o universo são um.</p>
<p>O panteísmo distingue-se</p>
<ul>
<li>do panpsiquismo, segundo o qual <strong>tudo é vivo ou pensante</strong>;</li>
<li>do penenteísmo, segundo o qual <strong>o mundo é Deus, mas Deus é mais do que meramente o mundo</strong>.</li>
</ul>
<p>Um dos filósofos &#8220;etiquetados&#8221; de panteísta é Avicena (980-1037). E, ainda mais, Espinosa (1632-1677).</p>
<p>Como escreve Nigel Warburton, em <em>Grandes Livros de Filosofia</em> (Lisboa: Edições 70, 2001, p. 72), Espinosa, enquanto panteísta, defende que</p>
<blockquote><p>&#8220;só pode haver uma substância (posição conhecida por monismo) e que essa substância é Deus. As consequências de tal conceção é que tudo o que existe, existe de alguma forma em Deus. Deus não criou a natureza, Ele <em>é</em> a natureza. Espinosa refere &#8220;Deus ou a Natureza&#8221;, equiparando, aparentemente, os dois. O pensamento e a extensão (a ocupação do espaço físico) são apenas dois dos infinitos atributos divinos, aqueles a que temos acesso&#8221;.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/04/avicenna-dubai.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4561" alt="Avicena" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/04/avicenna-dubai-198x300.jpg" width="198" height="300" /></a>[Avicena]</p>
<p><a title="Ary dos Santos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ary_dos_Santos" target="_blank">José Carlos Ary dos Santos</a> deu o título de <em>Panteísmo</em> a um dos seus poemas. Convido o leitor a analisá-lo e a justificar se esse título foi bem escolhido (por favor, use a caixa de comentários).</p>
<blockquote><p><strong><em>PANTEÍSMO</em></strong></p>
<p><em>De mãos postas adoro o temporal<br />
No altar do vento norte que assobia<br />
E ajoelho-me na frente da alegria<br />
Comungando a loucura do meu mal.</em></p>
<p><em>Rezo às colmeias e ao sabor do sal<br />
Desprezando os espinhos da agonia;<br />
Mordo a carne a sangrar do meio-dia,<br />
Numa fome de vida sem igual.</em></p>
<p><em>Que me importa a minha alma, só, perdida,<br />
Se nela tenho, alucinada e forte,<br />
A chama dum vivíssimo farol?</em></p>
<p><em>Se eu amo a vida hei de adorar a vida,<br />
O sonho, as ilusões, a própria morte,<br />
Tendo por Deus o resplendor do Sol!</em></p></blockquote>
<blockquote><p>Também as <em>Odes Modernas</em> de <a title="Antero de Quental" href="/antero-de-quental/" target="_blank">Antero de Quental</a> incluem um conjunto de poemas com o título geral de <em>Panteísmo</em>. Encontra-os <a title="Antero de Quental" href="http://comunidade.sol.pt/blogs/josecarreiro/archive/2012/10/11/panteismo.aspx" target="_blank">aqui</a>, com algumas &#8220;linhas de leitura&#8221;.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Chegou o Ubuntu 13.04 Raring Ringtail</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/R1koiPALMYk/</link>
		<comments>http://omeubau.net/chegou-o-ubuntu-13-04-raring-ringtail/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 11:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linux/Ubuntu/Android]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=4516</guid>
		<description><![CDATA[Como <b>instalar</b> (e aperfeiçoar a instalação) da <b>nova versão do Ubuntu</b>, a 13.04]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/04/ubuntu1304.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4518" alt="Ubuntu13.04" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/04/ubuntu1304.jpg" width="540" height="303" /></a></p>
<p>Está disponível a <strong>nova versão do Ubuntu</strong>. Já <a title="Ubuntu" href="/ubuntu/" target="_blank">aqui</a> escrevi: cada semestre, sai uma nova versão; como sempre, o número da versão indica, respetivamente e separados por um ponto, o ano e o mês: a atual é a 13.04 &#8212; a próxima, a 13.10 (a sair em Outubro).</p>
<p>Para quem se inicia neste mundo (de liberdade), deixo algumas ligações:</p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;"><a title="Ubuntu 13.04" href="http://ubuntued.info/links-para-download-do-ubuntu-13-04-raring-ringtail" target="_blank">Links para <strong>descarregar</strong> (e novidades principais) do Ubuntu 13.04 Raring Ringtail</a>.<br />
</span></li>
<li><a title="Instalação do Ubuntu" href="http://ubuntued.info/como-instalar-o-ubuntu-12-10-quantal-quetzal-e-algumas-recomendacoes" target="_blank"><strong>Como instalar</strong> o Ubuntu</a>: onde obter o Ubuntu, como ter o Ubuntu lado a lado com o Windows, como instalar o próprio Ubuntu, algumas utilidades importantes pós-instalação. O método explicado refere-se ao Ubuntu 12.10, mas&#8230; é só  adaptar ao 13.04.</li>
<li>Se as indicações anteriores não forem suficientes, conheça <a title="instalar o Ubuntu a partir duma pen" href="http://ubuntued.info/3-maneiras-de-instalar-o-ubuntu-atraves-duma-pen-usb" target="_blank">3 maneiras de <strong>instalar o Ubuntu através duma pen usb</strong></a>.</li>
<li>Se já tem o Ubuntu instalado com partição <em>/home</em>, pode <strong>atualizá-lo</strong> como <a title="Atualizar o Ubuntu" href="http://ubuntued.info/como-actualizar-a-versao-do-ubuntu-com-particao-home" target="_blank">aqui</a> se explica.</li>
<li>No final da instalação, pode ter interesse em aplicar <a title="Dicas para um Ubuntu perfeito" href="http://pplware.sapo.pt/linux/ubuntu-13-04-raring-ringtail-desktop-perfeito-i/" target="_blank">10 <strong>dicas</strong> para ter o Ubuntu 13.04 Raring Ringtail completo</a>. E <a title="Ubuntu perfeito" href="http://pplware.sapo.pt/pessoal/ubuntu-13-04-raring-ringtail-desktop-perfeito-ii/" target="_blank">outras 10</a>. Instalação de programas, codecs,&#8230; complementares.</li>
</ul>
<p>Curiosidades: seguindo a tradição do Ubuntu, o nome de código do 13.04 é <strong>Raring Ringtail</strong>,</p>
<blockquote><p>um <a title="Bassarisco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bassarisco" target="_blank">bassarisco</a> &#8211; <em>Bassariscus astutus</em> &#8211;, mamífero que vive na América do Norte, noturno e bom escalador de árvores. Alimenta-se de frutas, insetos e pequenos vertebrados. Mede de 30 a 45 centímetros de comprimento e sua cauda é semelhante a do guaxinim só que mais comprida e fina. Também é chamado de gato dos mineiros devido a sua semelhança com o felino.</p></blockquote>
<p>e o do Ubuntu 13.10, <em>Saucy Salamander</em>, algo como “Salamandra Atrevida”.</p>
<blockquote><p>Na nossa página <a title="Ubuntu" href="/ubuntu/" target="_blank">Ubuntu</a>, encontra outras informações. Partilhe connosco o que sabe sobre Ubuntu/Linux: use a caixa de comentários. Nós agradecemos.</p></blockquote>
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			<wfw:commentRss>http://omeubau.net/chegou-o-ubuntu-13-04-raring-ringtail/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Aplicações favoritas para Android – Atualização</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/omeubau/Fwoo/~3/KDuTMBhMzos/</link>
		<comments>http://omeubau.net/aplicacoes-favoritas-para-android/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 00:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linux/Ubuntu/Android]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=4070</guid>
		<description><![CDATA[As melhores aplicações para dispositivos com Android.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="fcbk_share"><div class="fcbk_button">
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										</a>	
									</div></div><p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2013/02/android-growth.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4071" alt="Android" src="http://omeubau.net/wp-content/uploads/2013/02/android-growth-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
<p>[atualização a 27/4/2013]</p>
<p>Para a <em>Micro Hebdo</em> nº 767 (21/fev/2013), as 5 aplicações favoritas para Android (&#8220;para utilizar o tablet como um PC&#8221;) são:</p>
<ul>
<li>antivírus: <a title="Avast" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.avast.android.mobilesecurity&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5hdmFzdC5hbmRyb2lkLm1vYmlsZXNlY3VyaXR5Il0." target="_blank"><strong>Avast</strong></a> (&#8220;muito eficaz e pouco exigente em recursos&#8221;);</li>
<li>retoque de imagens: <a title="Photo Editor" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.aviary.android.feather&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5hdmlhcnkuYW5kcm9pZC5mZWF0aGVyIl0." target="_blank"><strong>Aviary Photo Editor</strong></a>;</li>
<li>armazenamento desmaterializado: <a title="Dropbox" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.dropbox.android&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5kcm9wYm94LmFuZHJvaWQiXQ..http://" target="_blank"><strong>Dropbox</strong></a> (para sincronizar os ficheiros com os seus outros dispositivos);</li>
<li>música: <a title="PowerAmp" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.maxmpz.audioplayer&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5tYXhtcHouYXVkaW9wbGF5ZXIiXQ.." target="_blank"><strong>PowerAmp</strong></a>;</li>
<li><em>chat</em>: <a title="eBuddy" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.wEBuddyForAndroid&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS53RUJ1ZGR5Rm9yQW5kcm9pZCJdhttp://" target="_blank"><strong>eBuddy</strong></a> (&#8220;agregador&#8221; compatível com a maioria das mensagens instantâneas: MSN, Facebook, Gtalk).</li>
</ul>
<p>São ainda aconselhados, pela revista: para ver vídeos, <strong>MX Player</strong> ou <strong>BS Player</strong> (que lê, via rede Wi-Fi, os ficheiros do PC ou Mac); <strong>Skype</strong> ou <strong>Yahoo! Messenger</strong>, para <em>chat</em>; <strong>File Manager HD</strong> ou <strong>ES Explorador de Arquivos</strong>, para&#8230; explorar arquivos (no género do Explorador do Windows); <strong>Battery Booster Free</strong>, para gerir a bateria; Para retocar imagens (filtros e efeitos), <strong>Snapseed</strong>; para gerir a memória viva, <strong>Advanced Task Killer Free</strong>.</p>
<p>Da minha lista de preferidos, eu incluiria duas:</p>
<ul>
<li><strong><a title="Evernote" href="http://evernote.com/" target="_blank">Evernote</a></strong> (para sincronizar os apontamentos com o PC, onde também recomendo vivamente a instalação);</li>
<li><a title="Pulse News" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.alphonso.pulse" target="_blank"><strong>Pulse</strong> <strong>News</strong></a> (para ver, num único sítio, as novidades dos seus blogues/sítios preferidos).</li>
</ul>
<p>Outras opções (indicação minha):</p>
<ul>
<li><strong>Música</strong>: Se desconhecer o nome ou o intérprete de uma canção que esteja a ouvir, <a title="Shazam" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.shazam.android" target="_blank">Shazam</a> ou <a title="SoundHound" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.melodis.midomiMusicIdentifier&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5tZWxvZGlzLm1pZG9taU11c2ljSWRlbnRpZmllciJd" target="_blank">SoundHound</a> dar-lhe-ão essa informação: basta que lhe faça ouvir a música.</li>
<li>Reprodução de <strong>vídeos</strong>: <a title="MoboPlayer" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.clov4r.android.nil&amp;feature=nav_result#?t=W251bGwsMSwxLDMsImNvbS5jbG92NHIuYW5kcm9pZC5uaWwiXQ.." target="_blank">MoboPlayer</a>.</li>
<li><strong>Streaming</strong>: <span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><a title="Vevo" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.northpard.vevo&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5ub3J0aHBhcmQudmV2byJd" target="_blank">VEVO</a> localiza vídeos musicais e reprodu-los por streaming.</span></li>
<li><strong>Navegador</strong> para Web (<em>browser</em>): <span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><a title="Dolphin Browser" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=mobi.mgeek.TunnyBrowser&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsIm1vYmkubWdlZWsuVHVubnlCcm93c2VyIl0." target="_blank">Dolphin Browser</a> oferece funções alternativas ao navegador do </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Android. Há quem defenda que é o melhor navegador.</span></li>
<li><a title="3G Watchdog" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=net.rgruet.android.g3watchdog&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsIm5ldC5yZ3J1ZXQuYW5kcm9pZC5nM3dhdGNoZG9nIl0." target="_blank">3G Watchdog</a> controla a utilização 3G e pode mesmo prever a utilização no mês seguinte.</li>
</ul>
<blockquote><p>E o leitor? que aplicações acrescentaria à lista anterior? quais retiraria? Por favor, diga-nos as suas preferências, na caixa de comentários: partilhe!</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/omeubau/Fwoo/~4/KDuTMBhMzos" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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