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	<title>O meu baú</title>
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	<description>Filosofia, música, tecnologia... e outras artes</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Dec 2025 19:54:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Música gerada por IA no topo de vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 19:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Música gerada por IA no primeiro lugar da tabela de música country Billboard Country Digital Song Sales. </p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/musica-gerada-por-ia-no-topo-de-vendas/">Música gerada por IA no topo de vendas</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma música gerada por IA chamada “Walk My Walk” subiu ao primeiro lugar da tabela de música country <em>Billboard Country Digital Song Sales</em>. Foi a primeira canção country gerada por inteligência artificial (IA) a consegui-lo. Insisto: é uma canção gerada por IA; por outro lado, falamos da <em><a href="https://time.com/7333738/ai-country-song-breaking-rust-walk-my/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Billboard Country Digital Song Sales</a></em> &#8212; ao que sei, jamais esteve em disputa no Spotify e em outras plataformas de streaming (que são a maioria, hoje em dia).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/12/wal-my-walk.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="275" height="183" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/12/wal-my-walk.jpeg" alt="Música gerada por IA" class="wp-image-14002"/></a></figure>



<p>Foi fruto do &#8220;Breaking Rust&#8221;, um projeto de música country gerado por inteligência artificial (IA), criado em 2025 pelo compositor Aubierre Rivaldo Taylor. O projeto ganhou relevância com o lançamento do EP &#8220;Resilient&#8221; em outubro de 2025, com temas como «Walk My Walk» e «Livin&#8217; on Borrowed Time».<br>Breaking Rust já acumulou mais de 35 000 seguidores em Instagram, onde a personagem se apresentaa com uma personalidade de vaqueiro.<br>Breaking Rust desenvolveu-se utilizando ferramentas de inteligência artificial generativa para produzir vozes, instrumentação e letras, sem intérpretes humanos envolvidos.</p>



<p>Não se trata (digo eu) de uma obra-prima: isso transparece imediatamente, quando vemos o vídeo e apreciamos a sequência de imagens (particularmente quando o vaqueiro (não) finge tocar o instrumento que tem em mãos). Tão pouco se pode dizer que a música tenha uma qualidade (country) transcendental &#8212; mas não são mais transcendentais algumas das canções de artistas populares, bem populares, grandes êxitos de vendas).</p>



<p>Na edição de janeiro de 2026 da Linux Magazine USA, o editor escreve:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A música parece ser uma daquelas canções do tipo «eu contra o sistema», em que o protagonista proclama desafiadoramente que não será oprimido por (não fica claro por quem) algum tipo de opressor — o governo, o <em>establishment</em>, a tradição, as corporações, as massas politizadas. </p>



<p>A aparência do vídeo, com um camponês barbudo usando um grande chapéu de cowboy e o tom rouco de sua voz (pessoal, sou do Kansas, portanto não me acusem de ser contra o sotaque caipira), evoca imagens do clássico tema rural versus urbano &#8220;Country Boy Can Survive&#8221; («<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/A_Country_Boy_Can_Survive" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um rapaz do campo pode sobreviver</a>», que há uma geração tem sido popular entre políticos e produtores musicais.</p>



<p>A letra da canção, no entanto, é tão genérica que poderia  aplicar-se a qualquer coisa. «Podes chutar pedras se não gostas de como eu falo / eu vou continuar falando e seguindo meu caminho.» A música poderia facilmente ser cantada por um refugiado palestiniano, uma criança <em>trans</em> ou um imigrante sob interrogatório do ICE.</p>



<p>«Podes chutar pedras…» é uma parte assinalável. Acho que significa algo como «Podes saltar para um lago…» ou «Podes… (desculpem, não posso dizer)… a ti mesmo.» É o som de um computador a insultar-te. «Podes chutar pedras se não gostas da maneira como falo…» Sei que deveria sentir-me castigado, como se tivessem acabado de me apontar o dedo médio, mas na verdade estou a pensar: «Chutar pedras parece divertido — se forem suficientemente planas, ou se eu as chutar morro abaixo, ou em algum lugar onde elas rolem bem». </p>



<p>Não sei para onde vai este fenómeno da música gerada por IA, mas tenho a certeza de que esta não será a última faixa nas notícias. Não tenho dúvidas de que uma delas voltará a subir nas tabelas, mas, atenção!, sempre houve canções populares genéricas e insípidas &#8211; em todos os géneros &#8211; que foram escritas para cumprir os requisitos da popularidade, em vez de comunicar um significado original de uma forma que associamos à arte. Tenho a certeza de que o Al irá preencher muito bem este nicho, mas será que irá substituir os nossos tesouros musicais? Ao ouvir «Walk My Walk», estou mais confiante do que nunca de que os artistas humanos não irão desaparecer tão cedo.</p>



<p>Quando ouvi esta música, não pude deixar de pensar na discussão entre o Dr. Samuel Johnson e James Boswell sobre a teoria do idealismo subjetivo de George Berkeley, conforme relatado em <em><a href="https://www.grubstlodger.uk/2023/06/i-refute-it-thus-in-which-johnson-kicks.html">The Life of Samuel Johnson</a></em>, de Boswell.</p>
</blockquote>



<p>Pode apreciar-se o conjunto, aqui: <a href="https://youtu.be/FmnfixpA9Cs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/FmnfixpA9Cs</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Walk My Walk (Official Music Video) by Breaking Rust" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/FmnfixpA9Cs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<title>Instalar LibreOffice</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 12:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como instalar <b>LibreOffice</b> através do ficheiro .deb do site respetivo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A minha experiência diz-me que a melhor forma de instalar o <a href="/libreoffice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LibreOffice</a> é<strong> instalar o .deb do site</strong>. </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/11/libreoffice.jpeg"><img decoding="async" width="297" height="170" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/11/libreoffice.jpeg" alt="" class="wp-image-13991"/></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Para descarregar o Ficheiro DEB:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8230;aceda ao <a href="https://www.libreoffice.org/download/download-libreoffice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial do LibreOffice</a>;</li>



<li>na página de download, a sua arquitetura de sistema (no meu caso, Linux (64-bit) (deb)) deve ser automaticamente detetada ou pode selecioná-la manualmente na lista de opções (<em>Choose your operating system</em>);</li>



<li>escolha a versão desejada. Normalmente, estão disponíveis a versão &#8220;Still&#8221; (mais estável para produção) e a versão &#8220;Fresh&#8221; (mais recente, com as últimas funcionalidades);</li>



<li>clique no botão <em>Download</em> para descarregar o pacote principal do software. O ficheiro será um arquivo comprimido com a extensão .tar.gz, que contém os ficheiros .deb necessários;</li>



<li>opcionalmente, pode também descarregar a &#8220;Ajuda para uso offline&#8221; e o pacote de idiomas, se necessário.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Instalar LibreOffice (após a transferência):</h2>



<p>Após descarregar o ficheiro .tar.gz, siga estes passos para instalar o LibreOffice (fiz a instalação numa distribuição Linux &#8212; Ubuntu):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>extraia o conteúdo do ficheiro descarregado. Isso criará uma pasta que contém uma subpasta DEBS;</li>



<li>abra o terminal e navegue até à pasta DEBS utilizando o comando cd.</li>



<li>execute o seguinte comando para instalar todos os pacotes .deb contidos na pasta: <strong><em>sudo dpkg -i *.deb</em></strong></li>



<li>introduza a sua palavra-passe de administrador, se solicitada. </li>



<li>A instalação será iniciada e, no final, o LibreOffice estará disponível no menu de aplicações do seu sistema.</li>
</ul>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default"/>



<p>||| Tinha o LibreOffice instalado de outro modo, mas, entre outras características, não me agradava a lentidão do arranque; a diferença (para melhor) da instalação por este método é assinalável.</p>



<p>||| Instalei a versão 25.8.3. Tive o cuidado de, previamente, desinstalar a versão que tinha instalado.</p>



<p>||| O <em>Baú</em> tem outros textos com referências ao LibreOffice: é só procurá-los na caixa de pesquisa, na barra lateral.</p>
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		<title>Tempo musical</title>
		<link>https://omeubau.net/tempo-musical/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 15:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast "Clássica Mente"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>50º episódio de "Clássica Mente": o tempo é a matéria-prima da música; sem ele, não há som organizado nem vida musical. A música dá forma ao mistério do tempo.</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/tempo-musical/">Tempo musical</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tema do <strong>episódio nº 50</strong> do podcast <em><strong>Clássica Mente</strong></em>: o tempo musical.</p>



<p>O <a href="/tempo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tempo</a> é invisível: passa sem que o possamos agarrar. Na música, porém, ele torna-se, digamos… palpável: sente-se num ritmo, num compasso, numa duração. O tempo é a matéria-prima da música — sem tempo, não há som organizado, não há vida musical.</p>



<p>Neste episódio, ouvimos como a música transforma o tempo em experiência.</p>



<p>Porque a música ensina-nos a escutar o tempo. A saboreá-lo, a habitá-lo. Se a vida é feita de instantes que passam, a música mostra-nos que cada instante pode ser eterno. Talvez por isso a música seja tão próxima de nós: porque dá forma ao mistério do tempo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-medium is-resized"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/09/metronomo.webp"><img decoding="async" width="300" height="185" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/09/metronomo-300x185.webp" alt="Tempo musical: o metrónomo" class="wp-image-13962" style="width:454px;height:auto" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/09/metronomo-300x185.webp 300w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/09/metronomo-768x474.webp 768w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/09/metronomo.webp 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center">[imagem copiada <a href="https://woodandfirestudio.com/pt/tempo-musik/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">daqui</a>]</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde encontra <em>Tempo musical</em>?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em <a href="https://www.ivoox.com/podcast-classica-mente_sq_f11147147_1.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iVoox</a> e&#8230;</li>



<li>&#8230; em <a href="https://archive.org/details/@classicamente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Archive.org</a>.</li>
</ul>



<p>Coloquei em dois sítios diferentes, não vá o diabo tecê-las e apagá-lo em algum deles.</p>



<p>Não precisa de ir a nenhum desses sítios, se já adicionou o <em>Clássica Mente</em> ao seu leitor de podcasts preferido, aonde já deve ter chegado; a partir dele, pode ouvi-lo online ou descarregá-lo para o ouvir sem estar ligado à Internet.</p>



<p class="has-text-align-left">Se ainda não o fez e o quer adicionar, o <strong>endereço RSS do <em>Clássica Mente</em></strong> é: <br>https://www.ivoox.com/pt/ptpodcast-classica-mente_fg_f11147147_filtro_1.xml</p>



<p class="has-text-align-left">Necessita de <strong>ajuda</strong> para o adicionar? Encontra alguma nestes artigos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em><a href="/classica-mente-um-podcast-do-bau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Clássica Mente”, um podcast do Baú</a></em>: índice dos vários episódios de <em>Clássica Mente</em>. E indicações sobre como o adicionar ao seu leitor de podcasts preferido.</li>



<li><em><a href="/ouvir-podcasts-guia-rapido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ouvir podcasts</a></em>: exemplifico com AntennaPod, uma aplicação gratuita para Android, mas indico outras aplicações/programas. </li>
</ul>



<p>Se ainda não usa nenhum leitor de podcasts, sugiro que pense em usar: e não é só porque os podcasts estão na moda e a produção é enorme; é também e sobretudo porque há podcasts que vale a pena seguir. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Ilustração sonora deste episódio:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>“Take Five” (Dave Brubeck): https://youtu.be/vmDDOFXSgAs?si=xh5-QWupd3lkFZDy</li>



<li>“Marcha Turca” (Mozart): https://youtu.be/rrk-zuuc77U?si=io09xdrJVMSB2al8</li>



<li>“The Entertainer” (Scott Joplin): https://youtu.be/TSoXBkF832I?si=1J1KUwIduRSzFYuh</li>



<li>“In the Hall of the Mountain King” (Edvard Grieg): https://youtu.be/OqvHWUZZdP0?si=xkHW7aIOZhbPR7LP)</li>



<li>“Adagio for Strings” (Samuel Barber): https://youtu.be/WAoLJ8GbA4Y?si=9J-r0bWzP5VXJHUH</li>



<li>“Eine Kleine Nachtmusik” (Mozart): https://youtu.be/oy2zDJPIgwc?si=QWSIlrQpN_FQndp3</li>



<li>Abertura de “O Barbeiro de Sevilha” (Rossini): https://youtu.be/9W0tZ1F68pA?si=bLKyU9lgViWsyZ-i</li>



<li>“Solfeggietto (Prestissimo)” (C.P.E. Bach): https://youtu.be/mPG3MK55mAA?si=kWM8P1Y-sQ7QefXe</li>



<li>“Waltz No. 2# (Dmitri Shostakovich): https://youtu.be/O4gQEslOKjI?si=u7Pmk-2v4GJ4xZzI</li>



<li>“Radetzky March” (Johann Strauss): https://youtu.be/8_2oDRiLYlc?si=tNLtMDOReUYwm1qS</li>



<li>“Like A Virgin” (Madonna): https://youtu.be/s__rX_WL100?si=NbWhc-vGX8j6EKTG</li>



<li>“Money” (Pink Floyd): https://youtu.be/-0kcet4aPpQ?si=nsUYTWuufGMYdAbV</li>



<li>“Kashmir” (Led Zeppelin): https://youtu.be/PD-MdiUm1_Y?si=JiWE1bhF0cUnPDOB</li>



<li>“Prelúdio em Dó Maior” de “Cravo bem temperado” (Bach): https://youtu.be/ZbDqg4nBxxU?si=ovs5Gp4h-Lj3uSil</li>
</ul>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default"/>



<p><iframe src="https://www.ivoox.com/player_ej_156945479_6_1.html?c1=b57b2e" width="100%" height="200" frameborder="0" allowfullscreen="" scrolling="no" loading="lazy"></iframe></p>



<ul class="wp-block-list">
<p>||| Para reagir (comentar, acrescentar algo, criticar&#8230;), por favor, use a caixa dos comentários. Obrigado.</p>



<p>||| Lista de todos os episódios do podcast: <a href="/classica-mente-um-podcast-do-bau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
</ul>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/tempo-musical/">Tempo musical</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Instalar Docker num Raspberry Pi</title>
		<link>https://omeubau.net/instalar-docker-num-raspberry-pi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 10:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como instalar Docker num Raspberry Pi (RPi), de um modo muito simples. O RPi fica transformado num servidor muito capaz.</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/instalar-docker-num-raspberry-pi/">Instalar Docker num Raspberry Pi</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há motivos diversos para instalar <a href="https://www.docker.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Docker</a> num Raspberry Pi (RPi), mesmo não sendo especialista em Docker (eu estou muito longe disso); o RPi fica transformado num <a href="/instalar-wordpress-em-localhost-com-xampp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">servidor</a> muito capaz. Acresce que o processo é simples e feito através do terminal.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/08/docker.avif"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="499" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/08/docker.avif" alt="Instalar Docker num RPi" class="wp-image-13949"/></a></figure>



<p class="has-text-align-center">[Imagem copiada <a href="https://oneclick-cloud.com/en/blog/trends/docker/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">daqui</a>]</p>



<p><strong>Pré-requisitos</strong>? Eu instalei-o num RPi&#8230;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8230; com o sistema operativo Raspberry Pi OS (anteriormente conhecido como Raspbian) instalado e a funcionar;</li>



<li>&#8230; com ligação à Internet;</li>



<li>&#8230; com <a href="/aceder-ao-raspberry-pi-a-distancia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesso ao terminal do RPi</a> (seja diretamente com um monitor e teclado, ou remotamente via SSH).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O método mais simples para instalar Docker num RPi&#8230;</h2>



<p>&#8230;pareceu-me o que detalho a seguir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1: Atualizar o seu sistema</h3>



<p>Antes de instalar qualquer software novo, é sempre uma boa prática garantir que todos os pacotes do sistema estão atualizados. </p>



<p>Abri o terminal e executei os seguintes comandos:</p>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>sudo apt update</strong></li>



<li><strong>sudo apt upgrade -y</strong></li>
</ul>



<p><em>sudo apt update</em> atualiza a lista de pacotes disponíveis;<br><em>sudo apt upgrade -y</em> instala as atualizações pendentes sem pedir confirmação (-y)</p>



<h3 class="wp-block-heading">2: Executar o script de instalação do Docker</h3>



<p>A equipa do Docker fornece um script que deteta automaticamente o sistema operativo e arquitetura (que no caso do Pi é ARM) e instala a versão correta.</p>



<p>Executei o seguinte comando no terminal (ele irá descarregar e executar o script de instalação):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>curl -fsSL https://get.docker.com -o get-docker.sh<br>sudo sh get-docker.sh</strong></li>
</ul>



<p>Este processo pode demorar alguns minutos. Ele descarregará todos os pacotes necessários e configurará o Docker no seu sistema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3: Adicionar o seu utilizador ao grupo &#8220;docker&#8221;</h3>



<p> (<strong>Muito Importante!</strong>) Por defeito, o Docker precisa de permissões de administrador (sudo) para ser executado. Para evitar ter de escrever <em>sudo</em> sempre que usar o Docker, adicionei o meu utilizador atual (normalmente o utilizador pi) ao grupo docker, com o comando</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>sudo usermod -aG docker ${USER}</strong></li>
</ul>



<p><em>usermod</em> é o comando para modificar um utilizador;<br><em>-aG</em> significa &#8220;adicionar&#8221; (a) a um &#8220;grupo&#8221; (G);<br><em>${USER}</em> é uma variável que insere automaticamente o nome do utilizador atual.</p>



<p><strong>Atenção</strong>: Para que esta alteração tenha efeito, precisa de <strong>reiniciar o RPi</strong> ou, no mínimo, fazer <em>logout</em> e <em>login</em> novamente. A forma mais simples é reiniciar: usei o  o comando</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>sudo reboot</strong></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">4: Verificar se a instalação funcionou</h3>



<p>Após o RPi reiniciar, abri um novo terminal e executei:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>docker &#8211;version</strong></li>
</ul>



<p>Deverá aparecer a versão do Docker que foi instalada. </p>



<p>Agora, testei se consigo executar comandos Docker sem <em>sudo</em>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>docker ps</strong></li>
</ul>



<p>Se este comando for executado sem um erro de &#8220;permission denied&#8221; (permissão negada) e mostrar uma tabela vazia de contentores, significa que a instalação foi um sucesso!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Simples, instalar Docker num RPi&#8230; não?</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p>||| Para acrescentar algo, colocar alguma questão ou discordância ou outro modo de fazer, por favor, utilize a caixa de comentários. Eu (e os restantes leitores do Baú) agradeço.</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/instalar-docker-num-raspberry-pi/">Instalar Docker num Raspberry Pi</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
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		<title>Exame de filosofia 2025 (2ª fase)</title>
		<link>https://omeubau.net/exame-de-filosofia-2025-2a-fase/</link>
					<comments>https://omeubau.net/exame-de-filosofia-2025-2a-fase/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 16:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Testes/exames]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://omeubau.net/?p=13937</guid>

					<description><![CDATA[<p><b>A prova e os critérios oficiais de classificação</b> do exame nacional de filosofia 2025, 2ª fase (documentos em pdf, que podem ser descarregados). Ligações para provas de anos anteriores</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/exame-de-filosofia-2025-2a-fase/">Exame de filosofia 2025 (2ª fase)</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A segunda fase do exame de filosofia 2025 realizou-se a 22 de julho.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="205" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed-300x205.jpg" alt="Exame nacional de filosofia 2025" class="wp-image-2833" title="exame filosofia 2019" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed-300x205.jpg 300w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed.jpg 418w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>



<p>Em formato pdf, podem ser descarregados</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>as provas: <a href="https://pt.scribd.com/document/894158111/Exame-de-Filosofia-2025-2-Fase-Prova-Versao-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a versão 1</a>; a <a href="https://pt.scribd.com/document/894159473/Exame-de-Filosofia-2025-2-Fase-Prova-Versao-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">versão 2</a>; <a href="https://pt.scribd.com/document/894160908/Exame-de-Filosofia-2025-2%C2%AA-Fase-Prova-Versao-Adaptada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a versão adaptada</a></li>



<li><a href="https://pt.scribd.com/document/894162040/Exame-de-Filosofia-2025-2%C2%AA-Fase-Criterios-de-classificacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">os critérios de classificação (comum às duas provas</a><a href="https://pt.scribd.com/document/580180907/Exame-de-Filosofia-2022-1%C2%AA-fase-criterios-gerais-de-classificacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">)</a></li>
</ol>



<p class="has-text-align-center">*****</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O meu Baú</em> tem duas <strong>secções de apoio</strong> (com textos, testes,&#8230;)<strong> ao ensino da filosofia</strong>: ao <a href="/ensino-da-filosofia/10-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">10º ano</a> e ao <a href="/ensino-da-filosofia/11-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">11º ano</a>.</li>



<li>Veja <a title="Exames" href="/pagina-exames/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">outros exames</a> de Filosofia.</li>
</ul>



<p></p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/exame-de-filosofia-2025-2a-fase/">Exame de filosofia 2025 (2ª fase)</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Executar Kavita automaticamente</title>
		<link>https://omeubau.net/executar-kavita-automaticamente/</link>
					<comments>https://omeubau.net/executar-kavita-automaticamente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://omeubau.net/?p=13922</guid>

					<description><![CDATA[<p>Executar Kavita automaticamente evita ter de o fazer manualmente, sempre que o dispositivo onde está instalado reinicie. Como fazer...</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/executar-kavita-automaticamente/">Executar Kavita automaticamente</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O texto <em><a href="/kavita-para-gerir-a-sua-biblioteca-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kavita, para gerir a sua biblioteca digital</a></em> mostrei como <strong>instalar</strong> Kavita (muito resumidamente, um software para gerir bibliotecas digitais) numa Raspberry Pi (RPi). Aí, utilizei a execução manual de Kavita; esta não é a forma recomendada de o executar, porque quando o sistema é reiniciado por qualquer razão (como falha elétrica), é necessário iniciar Kavita manualmente. Detalharei aqui como fazer para executar Kavita automaticamente. Para isso, criei um serviço <em>systemd</em> (o <em>systemd</em> é o gestor de sistema e de serviços que controla o que arranca quando o Rpi liga).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/fullLibrary.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="489" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/fullLibrary.png" alt="Executar Kavita automaticamente" class="wp-image-13925" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/fullLibrary.png 1000w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/fullLibrary-300x147.png 300w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/fullLibrary-768x376.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center">[imagem copiada <a href="https://noted.lol/kavita/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">daqui</a>]</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para executar Kavita automaticamente&#8230;</h2>



<p>&#8230;primeiro, precisamos de saber </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o caminho completo para a pasta onde o Kavita está instalado: algo no género de <em>/home/pi/Kavita</em>;</li>



<li>o caminho completo para o executável: algo como <em>/home/pi/Kavita/Kavita</em>.</li>
</ul>



<p>Não tendo a certeza, </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pode localizá-lo com o comando <em>find</em>. A partir do terminal, execute <br><em>sudo find / -name &#8220;Kavita&#8221; -type f 2&gt;/dev/null</em> (este comando pode demorar um pouco);</li>



<li>anote o caminho completo para o executável (ex: <em>/home/pi/Kavita/Kavita</em>);</li>



<li>anote também o caminho para a pasta que o contém (ex: <em>/home/pi/Kavita</em>).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Criar o Ficheiro de Serviço</h2>



<p>Segundo passo: criar na pasta correta o ficheiro que define o serviço. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pode ser com o editor de texto <em>nano</em>: comando <br><em>sudo nano /etc/systemd/system/kavita.service</em></li>



<li>Este comando abrirá um editor de texto vazio. Copie e cole o seguinte texto<br><br>[Unit]<br>Description=Kavita Server<br>After=network.target<br><br>[Service]<br># Mude &#8216;pi&#8217; para o seu nome de utilizador, se for diferente.<br>User=pi<br><br># Mude este caminho para a pasta onde o Kavita está instalado.<br>WorkingDirectory=/home/pi/Kavita<br><br># Mude este caminho para o executável do Kavita.<br>ExecStart=/home/pi/Kavita/Kavita<br><br># Reinicia o serviço se ele falhar.<br>Restart=on-failure<br>RestartSec=5s<br>[Install]<br>WantedBy=multi-user.target<br> </li>



<li><strong>Atenção</strong>: Terá de ajustar três campos no texto que colou:
<ul class="wp-block-list">
<li><code><em>User=pi</em>: Se o seu <strong>nome de utilizador</strong> na Raspberry Pi não for <em>pi</em>, altere-o para o correto. </code></li>



<li><code><em>WorkingDirectory=/home/pi/Kavita</em>: Substitua <em>/home/pi/Kavita</em> pelo caminho da pasta onde Kavita se encontra (o caminho que anotou no início). </code></li>



<li><code><em>ExecStart=/home/pi/Kavita/Kavita</em>: Substitua <em>/home/pi/Kavita/Kavita</em> pelo caminho completo do executável de Kavita (também o que anotou no início).</code></li>
</ul>
</li>



<li>Depois de fazer as alterações, guarde o ficheiro (no Nano, pressione <em>Ctrl+O</em> e depois <em>Ctrl+X</em>, para sair).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Ativar e Iniciar o Serviço</h2>



<p>Criado o ficheiro de serviço, há que dizer ao <em>systemd</em> que o reconheça e o ative.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Recarregar o <em>systemd</em> para que ele leia o novo ficheiro de serviço:</strong><br><em>sudo systemctl daemon-reload</em></li>



<li><strong>Ativar o serviço para que ele arranque automaticamente no boot:</strong><br><em>sudo systemctl enable kavita.service</em><br>Deverá ver uma mensagem a confirmar que o &#8220;symlink&#8221; foi criado.</li>



<li><strong>Iniciar o serviço imediatamente (para não ter de reiniciar para testar):</strong><br><em>sudo systemctl start kavita.service</em></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Verificar o Estado do Serviço&#8230;</h2>



<p>&#8230;para confirmar que tudo está a funcionar corretamente: <em>sudo systemctl status kavita.service</em></p>



<p>Se tudo correu bem, deverá ver uma saída verde a dizer <em>active (running).</em> Algo assim:</p>



<p><em>● kavita.service &#8211; Kavita Server<br>Loaded: loaded (/etc/systemd/system/kavita.service; enabled; vendor preset: enabled)<br>Active: active (running) since Fri 2025-07-18 15:10:00 WEST; 5s ago<br>Main PID: 1234 (Kavita)<br>Tasks: 10 (limit: 4915)<br>Memory: 100.0M<br>CPU: 1.5s<br>CGroup: /system.slice/kavita.service<br>└─1234 /home/pi/Kavita/Kavita</em></p>



<p>Agora, aceda ao Kavita através do navegador web, como normalmente. Deverá estar a funcionar.</p>



<p>A partir de agora, sempre que a sua Raspberry Pi reiniciar, o <em>systemd</em> irá automaticamente iniciar o serviço do Kavita por si.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Depois de ter feito executar Kavita automaticamente&#8230;</h2>



<h3 class="wp-block-heading">&#8230;comandos úteis para a gestão do serviço</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para <strong>iniciar</strong> um serviço que está <strong>parado</strong> (comando para depois de ter usado <em>stop</em> deliberadamente): <br><em>sudo systemctl start kavita.service</em> (se o serviço já estiver a correr, este comando não fará nada).</li>



<li>Para <strong>parar</strong> manualmente o serviço que está a correr: <br><em>sudo systemctl stop kavita.service</em> (o estado do serviço passa a ser<em> inactive (dead)</em>).</li>



<li>Para <strong>reiniciar</strong> o serviço (<strong>quando o serviço está a correr</strong>, para o forçar a parar e a arrancar de novo, para executar um <em>stop</em> seguido de um <em>start</em>; por exemplo, após uma atualização de Kavita, para aplicar uma nova configuração ou porque o programa bloqueou): <br><em>sudo systemctl restart kavita.service</em></li>



<li>Para <strong>desativar</strong> o arranque automático: <br><em>sudo systemctl disable kavita.service</em></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li></li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>||| No artigo <em><a href="/atualizar-kavita/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atualizar Kavita</a></em>, como o título sugere, procurei mostrar como <strong>atualizar</strong> Kavita. </p>



<p>||| Para acrescentar algo, colocar alguma questão ou discordância ou outro modo de fazer, por favor, utilize a caixa de comentários. Eu (e os restantes leitores do Baú) agradeço.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/executar-kavita-automaticamente/">Executar Kavita automaticamente</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
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		<item>
		<title>Atualizar Kavita</title>
		<link>https://omeubau.net/atualizar-kavita/</link>
					<comments>https://omeubau.net/atualizar-kavita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 15:48:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://omeubau.net/?p=13825</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois de ter explicado como o instalar, explico aqui como atualizar Kavita, um software para gerir bibliotecas digitais.</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/atualizar-kavita/">Atualizar Kavita</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No texto <em><a href="/kavita-para-gerir-a-sua-biblioteca-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kavita, para gerir a sua biblioteca digital</a></em>, tentei uma introdução ao Kavita: o que é (muito resumidamente, um software para gerir bibliotecas digitais); como instalá-lo (em Linux; incluí ligações para a instalação em Windows e OSX); indicações básicas de uso. No texto presente, como o título sugere, procurarei mostrar como atualizar Kavita.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/kavita.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="564" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/kavita-1024x564.png" alt="Como atualizar Kavita" class="wp-image-13913" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/kavita-1024x564.png 1024w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/kavita-300x165.png 300w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/kavita-768x423.png 768w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/kavita.png 1348w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>O processo de atualização é simples, mas varia de acordo com a configuração de instalação: nativa no Windows, Linux ou através de Docker. No texto acima referido, ilustrei a &#8220;instalação nativa&#8221; e em Linux, a que eu fiz. </p>



<p>Nesta <a href="https://wiki.kavitareader.com/guides/updating/updating-native/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página</a> web da aplicação pode confirmar-se a simplicidade da atualização; aí há também notas importantes relativas a atualizações a partir de alguma versão muito antiga; reproduzo-as, traduzidas:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Se estiver a atualizar a partir de uma versão muito antiga, é necessário atualizar de 2 em 2 versões de cada vez. Caso contrário, corre o risco de ter de reiniciar com uma base de dados nova.</p>



<p>Se estiver na versão 0.7.6+, pode atualizar diretamente para a 0.7.14; caso contrário, terá de atualizar de forma incremental para evitar a perda de dados (v0.5.6 &gt; v0.7.1.4 &gt; v0.7.3.1 &gt; v0.7.6 &gt; v0.7.14)</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Atualizar Kavita</h2>



<p>No essencial, atualizar Kavita consiste em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>descarregar</strong> os ficheiros (compactados) da última versão, tal como se fez para o instalar;
<ul class="wp-block-list"></ul>
</li>



<li><strong>descompactar</strong> esses ficheiros para uma pasta temporária;</li>



<li><strong>apagar a pasta</strong> que tem as configurações do Kavita, com os dados de instalação e utilização já armazenados;</li>



<li><strong>interrompa a execução</strong> do programa/serviço Kavita;</li>



<li><strong>copiar os ficheiros</strong> descompactados para a pasta onde o Kavita está instalado;</li>



<li><strong>reiniciar</strong> o serviço kavita.</li>
</ul>



<p>Por passos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Descarregar e descompactar ficheiro de atualização</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fui <a href="https://github.com/Kareadita/Kavita/releases/latest" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>, para descarregar a última versão;
<ul class="wp-block-list">
<li>desloque-se para baixo até ver a secção “<strong>Assets</strong>”, onde existe uma lista de ficheiros que pode <strong>transferir</strong>: para mim, <em>Linux arm64</em> — escolha o adequado para si;</li>



<li>cliquei nele com o botão direito do rato e selecionei <em>Copiar endereço do link</em>;</li>



<li>transferi o ficheiro com a última versão para uma pasta temporária: abri essa pasta no terminal (do RPi!); na linha de comandos (do RPi!), escrevi <em>wget</em> e colei o endereço do link antes copiado. Ficará algo assim: <em>sudo wget https://github.com/Kareadita/Kavita/releases/download/v0.8.3.2/kavita-linux-arm64.tar.gz</em></li>
</ul>
</li>



<li> <strong>Descompactei</strong> o ficheiro transferido, com o comando <em>tar -xvzf kavita-linux-arm64.tar.gz</em> (substitua o nome do ficheiro  &#8212; <em>kavita-linux-arm64.tar.gz</em>  &#8212; pelo nome do ficheiro que descarregou).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Atualizar&#8230;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Apaguei</strong> a pasta que tem as configurações do Kavita, com os dados de instalação e utilização já armazenados (a pasta <em><strong>config</strong></em>).</li>



<li><strong>Interrompi a execução</strong> do programa/serviço Kavita.
<ul class="wp-block-list">
<li>A forma correta de parar o Kavita depende de como ele foi iniciado (como um serviço <em>systemd</em>, via Docker, ou manualmente). Como eu o instalei manualmente, utilizei este método:</li>



<li><strong>Se</strong> iniciou o Kavita simplesmente executando o ficheiro no terminal e deixou essa janela do terminal aberta, basta voltar a essa janela e pressionar Ctrl + C para parar o processo;</li>



<li><strong>Se</strong> o processo estiver a correr em segundo plano, terá de encontrar o seu ID de processo (PID) e &#8220;matá-lo&#8221;:
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Encontre o ID</strong> do processo (PID) do Kavita, com o comando <em>ps -ef | grep -i Kavita</em> <em>;</em></li>



<li>o comando anterior irá listar todos os processos que contêm a palavra &#8220;Kavita&#8221;. Procure uma linha que não seja o próprio comando grep. A saída será algo como: pi 1234 1 0 10:00 ? 00:00:15 /path/to/your/Kavita; o número na segunda coluna (neste exemplo, 1234) <strong>é o PID</strong>;</li>



<li>parei o processo usando o PID que encontrei; usei o comando <em><strong>kill</strong></em> com o PID: <em>kill 1234</em></li>



<li>se o processo se recusar a parar, um comando mais forte pode forçá-lo (mas use isto como último recurso; eu não precisei): <em>kill -9 1234</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Copiei os ficheiros</strong> descompactados para a pasta onde o Kavita está instalado: serão substituídos os ficheiros antigos pelos da atualização, mantendo-se no entanto a anterior pasta com as configurações anteriores.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Reiniciar o serviço</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reiniciei</strong> o serviço kavita:
<ul class="wp-block-list">
<li>Assim como para o parar, o comando para o iniciar <strong>depende</strong> de como o Kavita está configurado na Raspberry Pi. Use o método correspondente à forma como o parou;</li>



<li>se simplesmente parou o processo fechando um terminal ou usando o comando <em>kill</em>, terá de o iniciar manualmente outra vez. Fiz assim:</li>



<li>naveguei para a <strong>pasta de instalação</strong> do Kavita, com o comando <em>cd /caminho/para/sua/pasta/kavita</em> (adapte ao seu caso: por exemplo, <em>cd /opt/Kavita</em>);</li>



<li><strong>executei</strong> o programa, com o comando <em>./Kavita</em> (atenção às maiúsculas/minúsculas).</li>
</ul>
</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p>||| Para acrescentar algo, colocar alguma questão ou discordância ou outro modo de fazer, por favor, utilize a caixa de comentários. Eu (e os restantes leitores do Baú) agradeço.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/atualizar-kavita/">Atualizar Kavita</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Pássaros musicais</title>
		<link>https://omeubau.net/passaros-musicais/</link>
					<comments>https://omeubau.net/passaros-musicais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 13:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast "Clássica Mente"]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://omeubau.net/?p=13851</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tema 49º episódio do podcast <i>Clássica Mente</i>: os <b>pássaros musicais</b> (pintassilgo, rola, galinha… Destaque para o cuco). As aves na música.</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/passaros-musicais/">Pássaros musicais</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Gravado em finais da primavera e princípios do verão, o tema do episódio nº 49 do podcast “Clássica Mente” são os <strong>pássaros musicais</strong>. As aves na música. &#8220;Ouvir-se-ão&#8221; exemplares como o pintassilgo, a rola, a galinha… mas o destaque vai para o cuco. Nas notas musicais de Daquin, Vivaldi, Frescobaldi, Mozart,…</p>



<ul class="wp-block-list"></ul>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-medium is-resized"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/cuco-2-768x338-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="132" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/cuco-2-768x338-1-300x132.png" alt="&quot;Pássaros musicais&quot;: partitura com terceira descendente -- imitação do cuco." class="wp-image-13856" style="width:454px;height:auto" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/cuco-2-768x338-1-300x132.png 300w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/07/cuco-2-768x338-1.png 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center">[imagem copiada <a href="https://culturacientifica.com/2021/06/10/la-partitura-del-cuco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">daqui</a>]</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde encontra <em>Pássaros musicais</em>?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em <a href="https://www.ivoox.com/podcast-classica-mente_sq_f11147147_1.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iVoox</a> e&#8230;</li>



<li>&#8230; em <a href="https://archive.org/details/@classicamente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Archive.org</a>.</li>
</ul>



<p>Coloquei em dois sítios diferentes, não vá o diabo tecê-las e apagá-lo em algum deles.</p>



<p>Não precisa de ir a nenhum desses sítios, se já adicionou o <em>Clássica Mente</em> ao seu leitor de podcasts preferido, aonde já deve ter chegado; a partir dele, pode ouvi-lo online ou descarregá-lo para o ouvir sem estar ligado à Internet.</p>



<p class="has-text-align-left">Se ainda não o fez e o quer adicionar, o <strong>endereço RSS do <em>Clássica Mente</em></strong> é: <br>https://www.ivoox.com/pt/ptpodcast-classica-mente_fg_f11147147_filtro_1.xml</p>



<p class="has-text-align-left">Necessita de <strong>ajuda</strong> para o adicionar? Encontra alguma nestes artigos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em><a href="/classica-mente-um-podcast-do-bau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Clássica Mente”, um podcast do Baú</a></em>: índice dos vários episódios de <em>Clássica Mente</em>. E indicações sobre como o adicionar ao seu leitor de podcasts preferido.</li>



<li><em><a href="/ouvir-podcasts-guia-rapido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ouvir podcasts</a></em>: exemplifico com AntennaPod, uma aplicação gratuita para Android, mas indico outras aplicações/programas. </li>
</ul>



<p>Se ainda não usa nenhum leitor de podcasts, sugiro que pense em usar: e não é só porque os podcasts estão na moda e a produção é enorme; é também e sobretudo porque há podcasts que vale a pena seguir. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Ilustração sonora deste episódio:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Le Coucou </em>(Louis-Claude Daquin): <a href="https://youtu.be/gj1n1v_9e6M?si=-0tIAZe5uffwuQC-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/gj1n1v_9e6M?si=-0tIAZe5uffwuQC-</a></li>



<li><em>Quatro estações /Verão</em> (Vivaldi)…Verão: <a href="https://youtu.be/Sd95r8vPig8?si=CjEn0WC6H7U8NO2P" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/Sd95r8vPig8?si=CjEn0WC6H7U8NO2P</a></li>



<li><em>Capriccio sopra il cuccho</em> (Girolamo Frescobaldi): <a href="https://youtu.be/zpvqS2xmeig?si=oVGQ3wOiHiOE2uvu" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/zpvqS2xmeig?si=oVGQ3wOiHiOE2uvu</a></li>



<li><em>Sumer is Icumen in</em> (canção folclórica inglesa): <a href="https://youtu.be/sMCA9nYnLWo?si=gNmKVlSufeud0NPJ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/sMCA9nYnLWo?si=gNmKVlSufeud0NPJ</a></li>



<li><em>The Cuckoo</em> (canção folclórica inglesa): <a href="https://youtu.be/zPIC9-hGptw?si=F5BtzgUfrhzi6cSF" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/zPIC9-hGptw?si=F5BtzgUfrhzi6cSF</a></li>



<li><em>Ablösung im Sommer</em> (Mahler): <a href="https://youtu.be/yZ4Iq2KUt_Q?si=oicgwxYtB-kCHb3x" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/yZ4Iq2KUt_Q?si=oicgwxYtB-kCHb3x</a></li>



<li><em>Lob des Hohen Verstandes</em> (Mahler): <a href="https://youtu.be/qrAUpv3e2I4?si=bdsMBPrXZiYmmPR3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/qrAUpv3e2I4?si=bdsMBPrXZiYmmPR3</a></li>



<li><em>Sabiá</em> (Tom Jobim e Chico Buarque): <a href="https://youtu.be/AlYRPNf7su0?si=05flubAk0k3jlvWl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/AlYRPNf7su0?si=05flubAk0k3jlvWl</a></li>



<li><em>La poule, d&#8217;après Rameau</em> (Respighi): <a href="https://youtu.be/wWIVah5_VUc?si=iliEZmrHloeHN9us" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/wWIVah5_VUc?si=iliEZmrHloeHN9us</a></li>



<li><em>Ornithology</em> (Charlie Parker) <a href="https://youtu.be/fsAMAIaas94?si=8zXgnA58f-JlupTt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/fsAMAIaas94?si=8zXgnA58f-JlupTt</a></li>



<li><em>A Flauta Mágica / &#8216;Der Vogelfanger bin Ich já&#8217;</em>  (Mozart): <a href="https://youtu.be/U6S9cQNbENI?si=OwkykZYzq_NklaDv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/U6S9cQNbENI?si=OwkykZYzq_NklaDv</a></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list"></ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default"/>



<p><iframe src="https://www.ivoox.com/player_ej_151639063_6_1.html?c1=b57b2e" width="100%" height="200" frameborder="0" allowfullscreen="" scrolling="no" loading="lazy"></iframe></p>



<ul class="wp-block-list">
<p>||| Para reagir (comentar, acrescentar algo, criticar&#8230;), por favor, use a caixa dos comentários. Obrigado.</p>



<p>||| Lista de todos os episódios do podcast: <a href="/classica-mente-um-podcast-do-bau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
</ul>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/passaros-musicais/">Pássaros musicais</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Exame nacional de filosofia 2025 (1ª fase)</title>
		<link>https://omeubau.net/exame-nacional-de-filosofia-2025-1a-fase/</link>
					<comments>https://omeubau.net/exame-nacional-de-filosofia-2025-1a-fase/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 07:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[10º ano]]></category>
		<category><![CDATA[11º ano]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino da Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Testes/exames]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://omeubau.net/?p=13847</guid>

					<description><![CDATA[<p><b>A prova e os critérios oficiais de classificação</b> do exame nacional de filosofia 2025, 1ª fase (documentos em pdf, que podem ser descarregados). Ligações para provas de anos anteriores</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/exame-nacional-de-filosofia-2025-1a-fase/">Exame nacional de filosofia 2025 (1ª fase)</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A primeira fase do exame nacional de filosofia 2025 realizou-se a 27 de junho.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="205" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed-300x205.jpg" alt="exame filosofia 2019" class="wp-image-2833" title="exame filosofia 2019" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed-300x205.jpg 300w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2012/06/exames-ed.jpg 418w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>



<p>Em formato pdf, podem ser descarregados</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>as provas: <a href="https://pt.scribd.com/document/882007893/Exame-de-Filosofia-2025-1-Fase-Prova-Versao-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a versão 1</a>; a <a href="https://pt.scribd.com/document/882007890/Exame-de-Filosofia-2025-1-Fase-Prova-Versao-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">versão 2</a>; <a href="https://pt.scribd.com/document/882007892/Exame-de-Filosofia-2025-1%C2%AA-Fase-Prova-Versao-Adaptada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a versão adaptada</a></li>



<li><a href="https://pt.scribd.com/document/882007891/Exame-de-Filosofia-2025-1%C2%AA-Fase-Criterios-de-classificacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">os critérios de classificação (comum às duas provas</a><a href="https://pt.scribd.com/document/580180907/Exame-de-Filosofia-2022-1%C2%AA-fase-criterios-gerais-de-classificacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">)</a></li>
</ol>



<p class="has-text-align-center">*****</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O meu Baú</em> tem duas <strong>secções de apoio</strong> (com textos, testes,&#8230;)<strong> ao ensino da filosofia</strong>: ao <a href="/ensino-da-filosofia/10-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">10º ano</a> e ao <a href="/ensino-da-filosofia/11-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">11º ano</a>.</li>



<li>Veja <a title="Exames" href="/pagina-exames/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">outros exames</a> de Filosofia.</li>
</ul>



<p></p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/exame-nacional-de-filosofia-2025-1a-fase/">Exame nacional de filosofia 2025 (1ª fase)</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
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		<title>Byung-Chul Han</title>
		<link>https://omeubau.net/byung-chul-han/</link>
					<comments>https://omeubau.net/byung-chul-han/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[A. Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 13:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://omeubau.net/?p=13837</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há quem considere Byung-Chul Han, nascido em Seul, um dos filósofos mais influentes do pensamento contemporâneo, um dos mais lidos.</p>
<p>O post <a href="https://omeubau.net/byung-chul-han/">Byung-Chul Han</a> aparece primeiro no <a href="https://omeubau.net">O meu baú</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há quem considere Byung-Chul Han, nascido em Seul, um dos filósofos mais influentes do pensamento contemporâneo, um dos mais lidos.</p>



<div class="wp-block-uagb-image aligncenter uagb-block-10b578e0 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-center"><figure class="wp-block-uagb-image__figure"><a class="" href="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/05/Byung-Chul-Han-1.jpg" target="" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" srcset="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/05/Byung-Chul-Han-1-300x235.jpg ,https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/05/Byung-Chul-Han-1.jpg 780w, https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/05/Byung-Chul-Han-1.jpg 360w" sizes="auto, (max-width: 480px) 150px" src="https://omeubau.net/wp-content/uploads/2025/05/Byung-Chul-Han-1-300x235.jpg" alt="" class="uag-image-13841" width="300" height="235" title="Byung-Chul Han" loading="lazy" role="img"/></a></figure></div>



<p>Foi laureado com o Prémio Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades 2025, &#8220;pelo seu brilhantismo na interpretação dos desafios da sociedade tecnológica&#8221;.</p>



<p>Mais algumas informações, <a href="https://filco.es/byung-chul-han-premio-princesa-de-asturias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> (em espanhol).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas obras de Byung-Chul Han</h2>



<p>Das várias editadas, três, apenas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em><strong>Psicopolítica</strong></em>: 
<ul class="wp-block-list">
<li>&#8220;Num mundo onde achamos que somos livres, estamos cada vez mais presos. Han mostra que o poder hoje não reprime — seduz. O neoliberalismo transforma cada um em empreendedor de si mesmo, explorando a liberdade como forma de dominação.</li>



<li>Em vez de mandarem em nós, mandam-nos a trabalhar mais, a render mais, a sermos “positivos” — até ao esgotamento.</li>



<li>A vigilância agora é voluntária: damos os nossos dados com um clique.</li>



<li>A liberdade transformou-se em um mecanismo de controlo.</li>



<li>A positividade é tóxica: impede o pensamento crítico.</li>



<li>A solução? Desacelerar, contemplar, resistir à lógica da performance.&#8221;</li>
</ul>
</li>



<li><strong><em>A Salvação do Belo</em></strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li><em>Vivemos numa era do &#8220;belo liso&#8221;: tudo é polido, agradável, fácil de consumir — mas vazio.</em></li>



<li><em>O belo hoje perdeu a sua força crítica e deixou de provocar.</em></li>



<li><em>No lugar da arte que incomoda, temos imagens que agradam ao algoritmo.</em>
<ul class="wp-block-list">
<li><em>O belo tornou-se selfie, produto, mercadoria.</em></li>



<li><em>A arte deixou de nos confrontar com o outro — só confirma o mesmo.</em></li>



<li><em>O digital reforça essa estética lisa, sem rugosidades nem profundidade.</em></li>
</ul>
</li>



<li><em>Han pergunta: como salvar o belo?</em>
<ul class="wp-block-list">
<li><em>Redescobrindo a beleza do imperfeito, do estranho, do que resiste à lógica da transparência e do consumo.&#8221;</em></li>
</ul>
</li>



<li>Um amigo meu escreveu um comentário sobre ele. No Facebook, aqui: <a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=10157454397451371&amp;set=a.10150561580951371" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.facebook.com/photo?fbid=10157454397451371&amp;set=a.10150561580951371</a></li>
</ul>
</li>



<li><strong><em>A Sociedade do Cansaço</em></strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>O meu amigo já referido escreveu outro comentário sobre este. Aqui: <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=10157362140796371&amp;set=a.10150561580951371" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.facebook.com/photo/?fbid=10157362140796371&amp;set=a.10150561580951371</a></li>
</ul>
</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default"/>



<p>Este é um esboço de artigo sobre Byung-Chul Han. Querendo partilhar mais informação, por favor, use a caixa de comentários: eu e os restantes leitores agradecemos.Byung-Chul Han</p>



<p></p>
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