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	<title>Comentários para O meu baú</title>
	
	<link>http://omeubau.net</link>
	<description>Disto e daquilo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 May 2012 16:31:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário em SONS # 5 lied por Aires Almeida</title>
		<link>http://omeubau.net/sons-5-lied/#comment-588</link>
		<dc:creator>Aires Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 May 2012 16:31:49 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, neste caso trata-se de um excelente funcionário e, por vezes, vou à Fnac só para falar com ele sobre música (novidades, pechinchas discográficas, concertos, etc.). 

A página dele no FB é: https://www.facebook.com/people/Daniel-Cabrita/100001479288006

Mas a página dele tem sobretudo coisas sobre ciclismo (já correu na volta a Portugal). É pena não aproveitar o FB para dar também umas boas sugestões musicais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, neste caso trata-se de um excelente funcionário e, por vezes, vou à Fnac só para falar com ele sobre música (novidades, pechinchas discográficas, concertos, etc.). </p>
<p>A página dele no FB é: <a href="https://www.facebook.com/people/Daniel-Cabrita/100001479288006" rel="nofollow">https://www.facebook.com/people/Daniel-Cabrita/100001479288006</a></p>
<p>Mas a página dele tem sobretudo coisas sobre ciclismo (já correu na volta a Portugal). É pena não aproveitar o FB para dar também umas boas sugestões musicais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em ECOS: 9. A fé por Golias</title>
		<link>http://omeubau.net/ecos-9-a-fe/#comment-581</link>
		<dc:creator>Golias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2012 11:51:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=2801#comment-581</guid>
		<description>Não sei se a razão não criou tantos ou mais monstros que a superstição. Sobretudo a razão que se pretende absoluta, lógica, acima de tudo e de todos.
A religião não é um vício. Mas talvez mais, expressão do que há de mais profundo e complexo no ser humano: a sua predisposição para o sonho, a aventura, a fé. A fé que temos, por exemplo, que a amada nos continua a amar no fim do dia, ou no dia seguinte; na amizade do amigo apesar da ausência; a fé de que seremos capazes; a fé de que a vida vale a pena, apesar dos desgostos, etc, etc...
A razão, companheira da fé, seria a melhor arma contra o fanatismo de qualquer cor...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se a razão não criou tantos ou mais monstros que a superstição. Sobretudo a razão que se pretende absoluta, lógica, acima de tudo e de todos.<br />
A religião não é um vício. Mas talvez mais, expressão do que há de mais profundo e complexo no ser humano: a sua predisposição para o sonho, a aventura, a fé. A fé que temos, por exemplo, que a amada nos continua a amar no fim do dia, ou no dia seguinte; na amizade do amigo apesar da ausência; a fé de que seremos capazes; a fé de que a vida vale a pena, apesar dos desgostos, etc, etc&#8230;<br />
A razão, companheira da fé, seria a melhor arma contra o fanatismo de qualquer cor&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Dicas: Tratamento de imagens com Picasa por Isabel</title>
		<link>http://omeubau.net/tratamento-de-imagens-com-picasa/#comment-574</link>
		<dc:creator>Isabel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 16:15:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=2783#comment-574</guid>
		<description>:)Não gosto muito deste editor. Se não tivermos cuidado acho que deixa as fotos mais "esborratadas" do que as originais. Contudo, ultimamente melhorou a qualidade e alargou as funções. Às vezes uso-o para passar fotos a P&amp;B (Preto e Branco) e os resultados são visivelmente bons. Havia um editor que eu gostava muito mas foi encerrado. Era o Picnik do google. O básico deste editor passou para o google+. Agora descobri o pickMonkey que é muito divertido. Dá às fotos cores lindas e uma boa definição. É também um editor online. Tem vários filtros que geralmente não uso e tem uma função que é fazer "clonagem". Quando na foto tenho alguma coisa que quero tapar,disfarçadamente cubro-a com outra parte da foto, por exemplo,relva. Tinha uma foto/retrato da minha sobrinha com a expressão do rosto que me agradava. No entanto, por descuido meu no ato de clikar, ficou junto à cabeça um elemento distrativo: um pouco de madeira que desvirtuava o retrato. Suavemente tapei esse pedacito de madeira com outra parte da foto, (neste caso -relva - pois a foto era no jardim) e o resultado foi francamente positivo. Também é um editor muito bom para eliminar pequenas incorrecções na foto. Há dias tirei moscas pequeninas do focinho de um cavalo. A foto ficou óptima.  Não uso o photoschop porque é caro mas dizem ser o melhor editor que anda para aí! Também é muito utilizado o PhotoScape, já o usei mas depois que descobri o Picnik nunca mais gostei desse editor. Adoro fazer edição mas não perco muito tempo com isso, é só para dar um pouco mais de definição às fotos e reduzi-las para os sites/minhas galerias. Se nós soubéssemos calibrar bem as cores, a definição e a luminosidade quando fotografamos quase nem precisávamos de editores de imagem. Há máquinas já tão boas (mas caras)que as fotos tiradas por fotógrafos amadores, atentos e apaixonados pela fotografia, nem edição precisam.
Isabel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p> <img src='http://omeubau.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> Não gosto muito deste editor. Se não tivermos cuidado acho que deixa as fotos mais &#8220;esborratadas&#8221; do que as originais. Contudo, ultimamente melhorou a qualidade e alargou as funções. Às vezes uso-o para passar fotos a P&amp;B (Preto e Branco) e os resultados são visivelmente bons. Havia um editor que eu gostava muito mas foi encerrado. Era o Picnik do google. O básico deste editor passou para o google+. Agora descobri o pickMonkey que é muito divertido. Dá às fotos cores lindas e uma boa definição. É também um editor online. Tem vários filtros que geralmente não uso e tem uma função que é fazer &#8220;clonagem&#8221;. Quando na foto tenho alguma coisa que quero tapar,disfarçadamente cubro-a com outra parte da foto, por exemplo,relva. Tinha uma foto/retrato da minha sobrinha com a expressão do rosto que me agradava. No entanto, por descuido meu no ato de clikar, ficou junto à cabeça um elemento distrativo: um pouco de madeira que desvirtuava o retrato. Suavemente tapei esse pedacito de madeira com outra parte da foto, (neste caso -relva &#8211; pois a foto era no jardim) e o resultado foi francamente positivo. Também é um editor muito bom para eliminar pequenas incorrecções na foto. Há dias tirei moscas pequeninas do focinho de um cavalo. A foto ficou óptima.  Não uso o photoschop porque é caro mas dizem ser o melhor editor que anda para aí! Também é muito utilizado o PhotoScape, já o usei mas depois que descobri o Picnik nunca mais gostei desse editor. Adoro fazer edição mas não perco muito tempo com isso, é só para dar um pouco mais de definição às fotos e reduzi-las para os sites/minhas galerias. Se nós soubéssemos calibrar bem as cores, a definição e a luminosidade quando fotografamos quase nem precisávamos de editores de imagem. Há máquinas já tão boas (mas caras)que as fotos tiradas por fotógrafos amadores, atentos e apaixonados pela fotografia, nem edição precisam.<br />
Isabel</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em SONS # 5 lied por O meu baú</title>
		<link>http://omeubau.net/sons-5-lied/#comment-573</link>
		<dc:creator>O meu baú</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 11:25:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=2740#comment-573</guid>
		<description>Aires, reforças a minha ideia de que a Fnac tem, nessa área, funcionários competentes (por vezes, encontramos alguns que deixam a impressão de que estão a vender livros mas poderiam estar a vender frigoríficos, com a mesma falta de informação). Há (pelo menos) um "assim" na Fnac de Viseu e conheço um outro na do NorteShopping do Porto (encontrei um outro no Corte Inglés de Gaia, na secção dos vídeos).

Obrigado pela sugestão (que vou seguir, claro).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aires, reforças a minha ideia de que a Fnac tem, nessa área, funcionários competentes (por vezes, encontramos alguns que deixam a impressão de que estão a vender livros mas poderiam estar a vender frigoríficos, com a mesma falta de informação). Há (pelo menos) um &#8220;assim&#8221; na Fnac de Viseu e conheço um outro na do NorteShopping do Porto (encontrei um outro no Corte Inglés de Gaia, na secção dos vídeos).</p>
<p>Obrigado pela sugestão (que vou seguir, claro).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em SONS # 5 lied por Aires Almeida</title>
		<link>http://omeubau.net/sons-5-lied/#comment-570</link>
		<dc:creator>Aires Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 01:02:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=2740#comment-570</guid>
		<description>António, ao contrário do autor do texto acho que "canção" é uma tradução satisfatória do termo "lied". Por que não haveria de ser? Tal como o termo francês "chanson" se traduz satisfatoriamente da mesma maneira, quer estejamos a pensar nas chansons dos pioneiros longínquos Machaut e Dufay como de Poulenc ou ainda de Chevalier, Trenet, Piaf, Brel, Brassens e Aznavour, entre outros. O facto de as canções de Brassens, Poulenc e Dufay serem diferentes é irrelevante e seria estranho se não o fossem.

Quanto a Dichterliebe, de Schumann, deixa-me só sugerir a interpretação do barítono Christian Gerhaher, acompanhado ao piano por Gerold Huber (RCA Red Seal). Foi-me recomendado pelo meu amigo responsável pela secção de música clássica da Fnac Guia (um jovem ciclista e amante de boa música, com quem passo uns bons tempos a conversar sempre que lá vou) e já me fartei de lhe agradecer a sugestão. É dos discos que mais ouço. Simplesmente tocante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>António, ao contrário do autor do texto acho que &#8220;canção&#8221; é uma tradução satisfatória do termo &#8220;lied&#8221;. Por que não haveria de ser? Tal como o termo francês &#8220;chanson&#8221; se traduz satisfatoriamente da mesma maneira, quer estejamos a pensar nas chansons dos pioneiros longínquos Machaut e Dufay como de Poulenc ou ainda de Chevalier, Trenet, Piaf, Brel, Brassens e Aznavour, entre outros. O facto de as canções de Brassens, Poulenc e Dufay serem diferentes é irrelevante e seria estranho se não o fossem.</p>
<p>Quanto a Dichterliebe, de Schumann, deixa-me só sugerir a interpretação do barítono Christian Gerhaher, acompanhado ao piano por Gerold Huber (RCA Red Seal). Foi-me recomendado pelo meu amigo responsável pela secção de música clássica da Fnac Guia (um jovem ciclista e amante de boa música, com quem passo uns bons tempos a conversar sempre que lá vou) e já me fartei de lhe agradecer a sugestão. É dos discos que mais ouço. Simplesmente tocante.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em ECOS: 2. Wittgenstein e Heidegger por Procopio</title>
		<link>http://omeubau.net/ecos-wittgenstein-e-heidegger/#comment-556</link>
		<dc:creator>Procopio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 04:27:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=1892#comment-556</guid>
		<description>Povo que não sabe falar pouco. Wittgenstein foi um grande Iceberg filosofico o qual partiu a filosofia em partes assimétricas. O que é trivial, é apenas sua biografia, porquanto muitos, desconhecem a diferença entre um gênio e um intelectual. Darwin, Einstein, Wittgenstein foram gênios. Qual a diferença? certamente, o intelectual lê Aristóteles, o gênio nem sequer lê, seu saber é fruto de um talento imanente que pouco se nutri de leituras exaustivas. Charlatanismo acadêmico, ao meu juízo é "intelectualismo", gente que só sabe ler, falar sobre o que já foi inventado e lido. Não é preciso dizer sobre a filosofia clássica, espero, grande inutilidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Povo que não sabe falar pouco. Wittgenstein foi um grande Iceberg filosofico o qual partiu a filosofia em partes assimétricas. O que é trivial, é apenas sua biografia, porquanto muitos, desconhecem a diferença entre um gênio e um intelectual. Darwin, Einstein, Wittgenstein foram gênios. Qual a diferença? certamente, o intelectual lê Aristóteles, o gênio nem sequer lê, seu saber é fruto de um talento imanente que pouco se nutri de leituras exaustivas. Charlatanismo acadêmico, ao meu juízo é &#8220;intelectualismo&#8221;, gente que só sabe ler, falar sobre o que já foi inventado e lido. Não é preciso dizer sobre a filosofia clássica, espero, grande inutilidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em SONS # 3 os mistérios da voz por vm</title>
		<link>http://omeubau.net/sons-3-os-misterios-da-voz/#comment-543</link>
		<dc:creator>vm</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 21:30:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=2620#comment-543</guid>
		<description>Também não estiveram mal as vozes da Noruega que tive o privilégio de ouver à distância de um braço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também não estiveram mal as vozes da Noruega que tive o privilégio de ouver à distância de um braço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O apelo à emoção nos argumentos por Aires Almeida</title>
		<link>http://omeubau.net/apelo-a-emocao/#comment-539</link>
		<dc:creator>Aires Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:28:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=1373#comment-539</guid>
		<description>Sim, concordamos. Há casos em que os apelos à piedade são apelos a...  motivos, digamos assim, e casos em que se trata de apelos a razões. Isto porque, em certos casos, os sentimentos são, eles próprios, boas razões. 

Por exemplo, uma boa razão (mesmo que haja outras) para não expôr publicamente os vícios privados de alguém é o não envergonhar essa pessoa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, concordamos. Há casos em que os apelos à piedade são apelos a&#8230;  motivos, digamos assim, e casos em que se trata de apelos a razões. Isto porque, em certos casos, os sentimentos são, eles próprios, boas razões. </p>
<p>Por exemplo, uma boa razão (mesmo que haja outras) para não expôr publicamente os vícios privados de alguém é o não envergonhar essa pessoa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O apelo à emoção nos argumentos por A. Gomes</title>
		<link>http://omeubau.net/apelo-a-emocao/#comment-538</link>
		<dc:creator>A. Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 14:10:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=1373#comment-538</guid>
		<description>Aires, obrigado pelos esclarecimentos. Concordo com tudo o que escreveste. Ou antes, quase tudo ;-); talvez não nisto: parece-me que os teus comentários não estão em desacordo com o texto, embora admita que podem torná-lo mais claro e realçar as ideias principais.

1. É claro que "as emoções a que apelamos são as emoções do interlocutor que queremos que aceite a nossa conclusão"; nem poderia ser de outro modo, dado que é esse interlocutor (a "audiência", para usar um termo do texto e preferido por certa bibliografia) que queremos convencer;

2. assim, no exemplo da mãe que tenta convencer o filho, os sentimentos que interessam não são, de facto, os do pai, mas os do filho, embora não sejam os explicitamente referidos (e nem precisam de o ser, como tu sublinhas);

3. também estamos de acordo em relação ao 3º ponto. Uma das questões abordadas no texto é essa: "até que ponto os sentimentos podem apoiar validamente uma conclusão que pretendemos defender"; explicitamente formulada: "apelar aos sentimentos é errado?" E a resposta: a) "(...)é falacioso, sempre que (...)sempre que os sentimentos invocados não sejam relevantes para apoiar o que se quer defender"; b) "Há argumentos não falaciosos, ​​com base em apelos à piedade: (...)"

Que te parece? ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aires, obrigado pelos esclarecimentos. Concordo com tudo o que escreveste. Ou antes, quase tudo <img src='http://omeubau.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> ; talvez não nisto: parece-me que os teus comentários não estão em desacordo com o texto, embora admita que podem torná-lo mais claro e realçar as ideias principais.</p>
<p>1. É claro que &#8220;as emoções a que apelamos são as emoções do interlocutor que queremos que aceite a nossa conclusão&#8221;; nem poderia ser de outro modo, dado que é esse interlocutor (a &#8220;audiência&#8221;, para usar um termo do texto e preferido por certa bibliografia) que queremos convencer;</p>
<p>2. assim, no exemplo da mãe que tenta convencer o filho, os sentimentos que interessam não são, de facto, os do pai, mas os do filho, embora não sejam os explicitamente referidos (e nem precisam de o ser, como tu sublinhas);</p>
<p>3. também estamos de acordo em relação ao 3º ponto. Uma das questões abordadas no texto é essa: &#8220;até que ponto os sentimentos podem apoiar validamente uma conclusão que pretendemos defender&#8221;; explicitamente formulada: &#8220;apelar aos sentimentos é errado?&#8221; E a resposta: a) &#8220;(&#8230;)é falacioso, sempre que (&#8230;)sempre que os sentimentos invocados não sejam relevantes para apoiar o que se quer defender&#8221;; b) &#8220;Há argumentos não falaciosos, ​​com base em apelos à piedade: (&#8230;)&#8221;</p>
<p>Que te parece? <img src='http://omeubau.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O apelo à emoção nos argumentos por Aires Almeida</title>
		<link>http://omeubau.net/apelo-a-emocao/#comment-537</link>
		<dc:creator>Aires Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 23:29:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://omeubau.net/?p=1373#comment-537</guid>
		<description>Há algum tempo que era para deixar aqui um comentário, mas sempre é melhor tarde do que nunca, como se costuma dizer. 

Quanto aos apelos às emoções, tenho três coisas a dizer e que me parecem não ficar claras no que se diz acima.

A primeira é que as emoções a que apelamos são as emoções do interlocutor que queremos que aceite a nossa conclusão, o que não se passa nos exemplos dados sobre a mãe que diz ao filho para não fazer algo para o seu pai não ficar triste. A emoção aqui invocada é a do pai e não a da pessoa que queremos convencer, pelo que não se trata, em rigor, de um apelo às emoções, a não ser de forma indirecta (no caso em que é suposto o filho também ficar triste sempre que o pai fica triste). 

O segundo aspecto é que, para estarmos perante um apelo às emoções não precisamos sequer de referir ou de nomear qualquer emoção, pois basta suscitar a emoção do interlocutor de modo a aderir à conclusão com base nisso. Pense-se, por exemplo, no seguinte apelo à piedade: «O professor dê-me positiva, pois se não passar perco o subsídio da escola». Apela-se aqui ao sentimento de pena do professor, de modo a convencê-lo a dar positiva ao aluno. Ora, não há aqui qualquer referência a qualquer emoção. Quem argumenta (o aluno) apenas visa suscitar no seu interlocutor (o professor) o sentimento adequado às suas pretensões.

Em terceiro lugar, nem todos os apelos a emoções são falaciosas. Por exemplo: "Não digas aos meus amigos que estou gravemente doente, pois isso faz-me sentir muito mal».

O que vos parece?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo que era para deixar aqui um comentário, mas sempre é melhor tarde do que nunca, como se costuma dizer. </p>
<p>Quanto aos apelos às emoções, tenho três coisas a dizer e que me parecem não ficar claras no que se diz acima.</p>
<p>A primeira é que as emoções a que apelamos são as emoções do interlocutor que queremos que aceite a nossa conclusão, o que não se passa nos exemplos dados sobre a mãe que diz ao filho para não fazer algo para o seu pai não ficar triste. A emoção aqui invocada é a do pai e não a da pessoa que queremos convencer, pelo que não se trata, em rigor, de um apelo às emoções, a não ser de forma indirecta (no caso em que é suposto o filho também ficar triste sempre que o pai fica triste). </p>
<p>O segundo aspecto é que, para estarmos perante um apelo às emoções não precisamos sequer de referir ou de nomear qualquer emoção, pois basta suscitar a emoção do interlocutor de modo a aderir à conclusão com base nisso. Pense-se, por exemplo, no seguinte apelo à piedade: «O professor dê-me positiva, pois se não passar perco o subsídio da escola». Apela-se aqui ao sentimento de pena do professor, de modo a convencê-lo a dar positiva ao aluno. Ora, não há aqui qualquer referência a qualquer emoção. Quem argumenta (o aluno) apenas visa suscitar no seu interlocutor (o professor) o sentimento adequado às suas pretensões.</p>
<p>Em terceiro lugar, nem todos os apelos a emoções são falaciosas. Por exemplo: &#8220;Não digas aos meus amigos que estou gravemente doente, pois isso faz-me sentir muito mal».</p>
<p>O que vos parece?</p>
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<language>en-us</language><media:rating>nonadult</media:rating></channel>
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