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src="http://www.dailyrotation.com/rss-dr2.gif">Subscribe with Daily Rotation</feedburner:feedFlare><item><title>Santa Bárbara: incompetência administrativa transforma “aterro sanitário” em novo lixão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/0fH43qr4J8w/santa-barbara-incompetencia.html</link><category>Saúde Pública</category><category>GASB informa</category><category>GASB na imprensa</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:11:07 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-1870351790746947781</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;O último sábado era para ser um dia igual a todos os outros em Santa Bárbara/MG, se não fosse um pequeno detalhe: milhares de sacolas plásticas contendo lixo doméstico ainda não recolhidas permaneciam amontoadas próximas às diversas lixeiras da cidade. Tinha sacola de lixo pendurada nas grades dos portões, nos cantos dos muros, nos lotes vagos e, como era de se esperar, espalhados pelo chão. Este fato, que provavelmente passou despercebido por muitos cidadãos, foi apenas mais um dentre os vários acontecimentos lamentáveis que fazem parte da história de um sistema público de coleta de lixo urbano que há muito tempo clama por socorro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hoje apresentamos um estudo completo sobre a situação atual do aterro sanitário de Santa Bárbara, que diante das evidências transformou-se no novo lixão municipal. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Lixão do Cleves de Faria: infração gravíssima ao meio ambiente&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em novembro/2005, a Prefeitura Municipal de Santa Bárbara foi autuada pela prática de uma infração gravíssima ao meio ambiente. Segundo a FEAM (Fundação Estadual do Meio Ambiente), a Prefeitura causou poluição e degradação ambiental ao dispor resíduos sólidos urbanos em depósito a céu aberto. Naquela época, todo o lixo doméstico do município ainda era depositado no antigo lixão, localizado no final do bairro Cleves de Faria. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um ano depois, em junho/2006, a FEAM aplicou multa de R$10 mil à Prefeitura, uma vez que o Executivo Municipal ainda não tinha providenciado novo local “ecologicamente correto” para depositar o lixo doméstico. Nas vistorias realizadas em maio/2007 e maio/2008, os relatórios técnicos da FEAM continuavam indicando várias irregularidades. Dentre elas, que a Prefeitura ainda utilizava ilegalmente o lixão do bairro Cleves de Faria.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para se ter uma ideia da gravidade dos problemas apurados pela FEAM, Santa Bárbara foi classificada, naquela época, como a cidade mineira que abrigava o lixão de maior periculosidade ao meio ambiente e aos habitantes. O lixão do bairro Cleves de Faria recebeu a pior nota, uma vez que se encontra entre dois cursos d’água, em um local de alta declividade e muito próximo de núcleos urbanos. Segundo Gerson Freire, autor do relatório, haviam muitas condições negativas presentes em um único lugar. Atualmente, as irregularidades ainda permanecem no lixão do bairro Cleves de Farias, e estão sendo agravadas pela ocupação descontrolada do local contaminado por diversas famílias. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Aterro Sanitário: o que parecia a solução transformou-se em novo problema&lt;/u&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Construído às pressas, o Aterro Sanitário de Santa Bárbara foi inaugurado em meados de 2008. O terreno de 5 hectares, que seria suficiente para receber o lixo doméstico gerado pelo município durante 20 anos, foi doado pela CENIBRA. A construção dos vários sistemas de drenagem (chorume, gases e águas pluviais), bem como a instalação das camadas impermeáveis, custaram ao município mais de R$ 1,5 milhão. Entretanto, toda tentativa de enquadrar a cidade dentro das exigências da FEAM foram se perdendo ao longo dos anos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com quase quatro anos de funcionamento, o Aterro Sanitário é hoje exemplo de irresponsabilidade administrativa. O local, que deveria controlar de forma segura o descarte do lixo doméstico municipal, tornou-se um foco constante de risco à saúde pública. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O sistema de drenagem de chorume (líquido preto que escorre do lixo), construído acima da manta impermeabilizante, não está funcionando adequadamente. O material líquido, altamente contaminado, está vazando e contaminado o solo, atingindo diretamente o lençol freático. Como o chorume não está sendo devidamente direcionado para os reservatórios, a empresa contratada pela Prefeitura Municipal para dar o destino correto ao material estaria recolhendo somente parte do líquido. E a situação pode estar ainda pior – informações da própria Prefeitura dão conta de que o chorume poderia sequer estar sendo recolhido. O processo licitatório (pregão) para contratação da empresa responsável pela coleta e transporte do chorume deve acontecer, às pressas, esta semana. A habilitação de empresas interessadas estava marcada para o dia 17 de janeiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para piorar a situação, três nascentes – uma dentro do aterro e duas localizadas próximas à cerca que divide o terreno – teimam em verter água pura em meio ao lixo contaminado. Com o chorume vazando pelas encostas dos taludes, não é difícil presenciar a água clara e límpida se misturando ao líquido escuro. Segundo os critérios técnicos estabelecidos pela FEAM, a distância de um aterro sanitário para um curso de água deve ser de, no mínimo, 300 metros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As manilhas perfuradas, instaladas dentro das cavas do aterro sanitário, possuem a função de coletar os gases (metano, gás carbônico e vapor d’água), mas encontram-se, em sua maioria, soterradas. Na melhor das hipóteses, é possível observar alguns poucos suspiros obstruídos com lixo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O sistema de drenagem de águas pluviais, muito importante no período das chuvas, também mostra sinais de precariedade. A ausência de uma captação adequada da enxurrada chegou a paralisar uma das fases mais importantes do aterro, já que seria impossível compactar o lixo com lama. A plataforma acumulou considerável nível de água e teve que ser esgotada através de canais, levando a água contaminada para o córrego que corta o local.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E como já dizia o ditado popular, “problema pouco é bobagem”, nestes últimos meses a situação do Aterro Sanitário de Santa Bárbara chegou ao seu limite e o sistema simplesmente entrou em caos esta semana. A única máquina responsável pela compactação do lixo – um trator de esteira – pifou no final do ano passado. Como consequência, a tarefa diária de empilhar, compactar e cobrir o lixo com camadas de solo teve que ser paralisada. Para piorar, os resíduos sólidos continuaram a ser depositados diariamente, a céu aberto mesmo, atraindo urubus, recebendo chuva, liberando gases mal cheirosos e disseminando doenças. O alerta de que o lixo não recebia compactação há algum tempo, por incrível que pareça, foi dado por alguns pés de milho com mais de um metro de altura e por mudas de girassol que nasceram em meio ao lixo esquecido. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como o trator continuava estragado e o caminhão não conseguia atravessar as montanhas de lixo para depositá-lo devidamente na plataforma, a pior de todas as soluções foi tomada. A Prefeitura Municipal irresponsavelmente autorizou a descarga dos resíduos na estrada que dá acesso ao aterro sanitário, local inadequado, já que não continha os sistemas para drenagem do chorume, dos gases e das águas pluviais, tampouco a instalação de camadas impermeáveis – exatamente como acontece em um lixão. Não é difícil imaginar que este absurdo, que se estendeu da plataforma até a portaria do aterro, se transformou em um verdadeiro desastre ambiental – estava inaugurado um novo lixão em Santa Bárbara.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No final da semana passada, a precariedade do aterro sanitário atingiu diretamente a população santa-barbarense. Como a estrada que dá acesso ao aterro já estava tomada por montanhas de lixo – da plataforma até o início da portaria, os caminhões foram obrigados a diminuir as rotas de coleta do lixo doméstico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O mau cheiro que podia ser sentido da estrada que liga Santa Bárbara à BR381/João Monlevade, a quantidade significativa de urubus sobrevoando a área, bem como as constatações de que a coleta de lixo encontrava-se prejudicada, levaram o Grupo Ambiental de Santa Bárbara (ONG Gasb) a solicitar ao Ministério Público local a apuração dos fatos. Por sugestão do promotor Domingos Ventura de Miranda Júnior, a Polícia Militar Ambiental foi chamada para efetuar inspeção do aterro sanitário na última quinta. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além das várias irregularidades acima destacadas, os policiais também verificaram a presença de focos de lixo hospitalar misturados ao lixo doméstico. Foram encontrados cateteres, luvas e forros de leito sujos de sangue, além de bolsas de soro com identificação de nome de pacientes e data de atendimento. De acordo com a legislação brasileira, é proibido jogar os resíduos de serviços de saúde na rede de coleta do lixo comum, uma vez que esses possuem risco em função da presença de materiais biológicos capazes de causar infecção. Os riscos podem estar associados à objetos que podem cortar ou perfurar, potencial ou efetivamente contaminados; produtos químicos perigosos e rejeitos radioativos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O despejo inadequado de lixo hospitalar configura falta grave, uma vez que, além de contaminar o solo e o lençol freático, favorece a proliferação de vetores e de doenças, expondo ao risco não só a população, mas principalmente os trabalhadores que atuam no local. Para se ter uma ideia, os vigias do aterro sanitário – servidores municipais que desempenham um trabalho da mais alta importância – passam dia e noite em um abrigo improvisado, sem paredes, água potável ou sanitários. Para se deslocar da casa para o trabalho (cerca de quatro km) os funcionários vão a pé ou de bicicleta, já que a Prefeitura Municipal não fornece o transporte. As refeições, infelizmente, são realizadas dentro do aterro sanitário, em meio às moscas que tomam conta do local. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-2lMeiPPs5QE/TxdAYu-g1DI/AAAAAAAAAbk/t6b99sRryB4/s1600-h/DSC02446%25255B14%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02446" border="0" alt="DSC02446" src="http://lh4.ggpht.com/-0GKzJauZ6t4/TxdAaijWQhI/AAAAAAAAAbs/67pnlAgai0o/DSC02446_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Uma extensa montanha de lixo se espalha por um grande trecho do local que deveria ser um aterro controlado. Dezenas de urubus povoam o local, onde acham comida farta. A contaminação do solo, nascentes e cursos d’água pelo chorume produzido pelo lixo em decomposição ou pelo lixo que é levado pelas chuvas é visível. Até mesmo a estrada que dá acesso ao “aterro sanitário” se transformou em depósito de lixo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-wl1PFNZFRlY/TxdAdicbhTI/AAAAAAAAAb0/OWgW3odPm0w/s1600-h/DSC02435%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02435" border="0" alt="DSC02435" src="http://lh4.ggpht.com/-aRqtBKqmM9k/TxdAfbq_06I/AAAAAAAAAb8/6zKc3Ke8KXI/DSC02435_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Até mesmo os militares da Polícia Militar Ambiental (acionados pela ONG Grupo Ambiental de Santa Bárbara) tiveram dificuldades para locomover pelo local e se impressionaram pelo estado degradante que se encontra aquele que deveria ser um “aterro controlado”.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-P-wzdLembB0/TxdAlI-BYWI/AAAAAAAAAcE/XbZGphSBCTE/s1600-h/DSC02441%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02441" border="0" alt="DSC02441" src="http://lh5.ggpht.com/-uSJYnrDI7jw/TxdAnP0RhBI/AAAAAAAAAcM/HxC-ZJlrbMo/DSC02441_thumb%25255B10%25255D.jpg?imgmax=800" width="502" height="373" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Barraco improvisado para os vigilantes e trabalhadores do local. Ali os servidores fazem suas refeições.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-ONB1gaF9hxo/TxdAqPoGSlI/AAAAAAAAAcU/HgOqulz-Vwk/s1600-h/DSC02457%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02457" border="0" alt="DSC02457" src="http://lh5.ggpht.com/-WpW3YdBoGrs/TxdAtOhFyCI/AAAAAAAAAcc/-j8M46jiKT0/DSC02457_thumb%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800" width="480" height="392" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Na foto, desenvolvidos pés de milho e girassol, nascidos no meio das pilhas de lixo, denunciam que há muito tempo o local não recebe a devida manutenção.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-uoZv8nQNRwo/TxdAwgqSzdI/AAAAAAAAAck/ZFEuCmfuG30/s1600-h/DSC08799%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC08799" border="0" alt="DSC08799" src="http://lh5.ggpht.com/-6kvMz_uZ-as/TxdAyJeNDCI/AAAAAAAAAcs/f1_ExZaq-Lo/DSC08799_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-_XplECdbbaM/TxdA4Ns_WvI/AAAAAAAAAc0/XKq8YY28OQs/s1600-h/DSC02522%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02522" border="0" alt="DSC02522" src="http://lh6.ggpht.com/-hnPpw777ssM/TxdA5nlsWeI/AAAAAAAAAc8/bNgcg8TGnUo/DSC02522_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;A poucos metros do local onde está sendo depositado o lixo, nascentes podem estar contaminadas. Além da sujeira carregada pelas águas das chuvas, o chorume se mistura às águas das nascentes. Elas fazem divisa com o terreno onde foi instalado o aterro e denunciam que o local seria impróprio para o depósito de lixo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-YIBlbA9InIk/TxdA71cdfeI/AAAAAAAAAdE/Q5vk6lNmsAQ/s1600-h/DSC02357%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02357" border="0" alt="DSC02357" src="http://lh3.ggpht.com/-R0xNfcVREZU/TxdA9iz9FzI/AAAAAAAAAdM/_smJnObMN2g/DSC02357_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Além de estar próximo a nascentes e a cursos d’água, indiscriminadamente a prefeitura deposita lixo hospitalar (foto detalhe luvas e lençol de cama contaminados com sangue) no “aterro sanitário” de Santa Bárbara que virou um verdadeiro lixão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-CjYgMmnyKRY/TxdBADvbh7I/AAAAAAAAAdU/eOO9MGJKMUc/s1600-h/DSC02361%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02361" border="0" alt="DSC02361" src="http://lh4.ggpht.com/-5KnFfiDKAYg/TxdBBmQi8eI/AAAAAAAAAdc/Ue2y4g9d-2A/DSC02361_thumb%25255B11%25255D.jpg?imgmax=800" width="499" height="377" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-HuZ5sjim_hQ/TxdBDFnLAAI/AAAAAAAAAdk/-7omGlarpw8/s1600-h/DSC02472%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02472" border="0" alt="DSC02472" src="http://lh5.ggpht.com/-s9TqJSK8_g0/TxdBE76GiFI/AAAAAAAAAds/Vo0xk4Up5OE/DSC02472_thumb%25255B10%25255D.jpg?imgmax=800" width="520" height="361" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Cateteres, luvas cirúrgicas e forros de camas contaminados com sangue, recentemente jogados no local, permanecem descobertos, contaminado o solo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-wXuNDAxQAZw/TxdBHnOL6dI/AAAAAAAAAd0/KVZVKQcMRAU/s1600-h/DSC02407%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02407" border="0" alt="DSC02407" src="http://lh6.ggpht.com/-dz6Q7-OBSLU/TxdBJiTIujI/AAAAAAAAAd8/5sysP1NPAN4/DSC02407_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-IX3LKn_qohc/TxdBMVXmXaI/AAAAAAAAAeE/itHHPR4M2UA/s1600-h/DSC02411%25255B8%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="DSC02411" border="0" alt="DSC02411" src="http://lh4.ggpht.com/-2qyJtT0L53I/TxdBObSnGhI/AAAAAAAAAeM/ae4JBE8et1M/DSC02411_thumb%25255B16%25255D.jpg?imgmax=800" width="499" height="377" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Sacos velhos com lixo hospitalar denunciam que há muito tempo este tipo de lixo está sendo depositado no local.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Na microrregião, Santa Bárbara é a cidade que menos investe em Meio Ambiente&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com os últimos dados do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), Santa Bárbara é um dos municípios da microrregião de Itabira que menos investe em meio ambiente. Em 2010, Santa Bárbara gastou nessa área apenas R$ 1,56 por habitante. No mesmo período, Alvinópolis, município que arrecada menos da metade da arrecadação tributária santa-barbarense, investiu quinze vezes mais (R$ 23,97 por habitante). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E não é por acaso que o município de Barão de Cocais foi selecionado como primeiro lugar no II Prêmio Estadual de Sustentabilidade e Gestão Ambiental Municipal de Resíduos Sólidos Urbanos, promovido pelo programa Minas sem lixões, por meio da FEAM. O município, que possui quantidade populacional semelhante à de Santa Bárbara, investiu em meio ambiente, no ano de 2010, quarenta vezes mais do que Santa Bárbara (R$ 56,40 por habitante). Em termos de esforço orçamentário, enquanto Santa Bárbara gastou 0,1% do orçamento em meio ambiente, a vizinha Barão de Cocais investiu quase trinta vezes mais 2,8%.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Veja abaixo algumas fotos do Aterro Sanitário de Barão de Cocais&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-NXhXUG-dxgc/TxnKIjwGMDI/AAAAAAAAAfI/nYMQ6P6c2TY/s1600-h/DSC087001%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC08700" border="0" alt="DSC08700" src="http://lh6.ggpht.com/-PxKnd5OtEH0/TxdBSyS7KQI/AAAAAAAAAfQ/-JQZL1nRKC4/DSC087001_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-wWdF70qslOo/TxdBWOmv9mI/AAAAAAAAAfU/QTEJT2Wd6-A/s1600-h/DSC087041%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC08704" border="0" alt="DSC08704" src="http://lh3.ggpht.com/-s6oI3vrExS0/TxdBXwKMcUI/AAAAAAAAAfY/R7rA_83U83o/DSC087041_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-W5TA4yR7GTs/TxdBakK69YI/AAAAAAAAAfc/tX1Ow-iRBwA/s1600-h/DSC087081%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC08708" border="0" alt="DSC08708" src="http://lh5.ggpht.com/-ILA8SsJn3pQ/TxdBcPdhmeI/AAAAAAAAAfg/B5VYbbgfD4g/DSC087081_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font style="background-color: #cccccc"&gt;Fotos do aterro sanitário de Barão de Cocais: exemplo a ser seguido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Política Nacional de Resíduos Sólidos&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma lei sancionada em agosto de 2010 e regulamentada em dezembro do mesmo ano pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, estabelece as normas para a coleta, tratamento e destino final dos resíduos sólidos. O documento também instituiu o princípio de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, abrangendo dos fabricantes aos importadores, distribuidores, comerciantes e os responsáveis pelos serviços públicos de limpeza urbana. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A meta do governo federal é investir R$ 1,5 bilhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos, além da implantação da coleta seletiva e do financiamento de cooperativas de catadores. Segundo a lei, até 2014 – ano em que o Brasil irá sediar a Copa do Mundo – todos os lixões do país devem ser extintos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Jornal Impacto, Edição 171ª, 1ª Quinzena de Janeiro/2012.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;&lt;u&gt;Veja mais fotos no nosso Álbum do Facebook – Compartilhe!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&amp;#160; &lt;p align="center"&gt;&lt;!-- Facebook Badge START --&gt;&lt;a style="font-variant: normal; font-style: normal; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;,tahoma,verdana,arial,sans-serif; color: #3b5998; font-size: 11px; font-weight: normal; text-decoration: none" title="Ong Gasb" href="http://pt-br.facebook.com/onggasb" target="_TOP"&gt;Ong Gasb&lt;/a&gt;&lt;span style="font: 11px/16px &amp;quot;lucida grande&amp;quot;,tahoma,verdana,arial,sans-serif; color: #555555; text-decoration: none"&gt; | &lt;/span&gt;&lt;a style="font-variant: normal; font-style: normal; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;,tahoma,verdana,arial,sans-serif; color: #3b5998; font-size: 11px; font-weight: normal; text-decoration: none" title="Crie seu próprio atalho!" href="http://pt-br.facebook.com/badges/" target="_TOP"&gt;Criar seu atalho&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a title="Ong Gasb" href="http://pt-br.facebook.com/onggasb" target="_TOP"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" src="http://badge.facebook.com/badge/100000877602778.2284.1035358868.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!-- Facebook Badge END --&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-1870351790746947781?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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É uma confusão total. São muitas ruas que se encontram e, no meio disso tudo, pedestres e carros querendo atravessar. Para piorar, todo mundo quer fazer isso ao mesmo tempo. Aquele cruzamento está ficando perigoso!” &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa frase, dita por uma moradora do centro, reflete o sentimento de todos os cidadãos que precisam atravessar diariamente o entroncamento. Localizado bem no centro da cidade, o cruzamento recebe o trânsito de duas importantes avenidas (Castelo Branco e Antônio Pereira Rocha), bem como dá acesso a mais duas ruas. No total, são cinco vias que se encontram em frente ao Terminal Rodoviário. Por si só, o trânsito intenso destas vias já seria suficiente para que as autoridades públicas classificassem o local como preocupante e perigoso, e investissem em meios para diminuir os riscos para pedestres e motoristas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Só que não é isso que presenciamos diariamente ao transitar pelo local. Apesar de todo o perigo, não existem faixas de pedestres. A rotatória central, precariamente construída após a retirada de um poste que teimava em ficar no meio de toda essa bagunça, foi construída com meios fios aproveitados. Por sinal, é esse círculo improvisado que salva a vida dos pedestres – o abrigo improvisado representa a esperança de atravessar uma parte e aguardar o melhor momento para se arriscar a atravessar a segunda. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enquanto isso, ônibus, caminhões, carros e motos disputam a preferência – na sorte. São ônibus entrando e saindo da rodoviária, caminhões e carros tentando ganhar a preferência na marra, e motociclistas apressados “costurando” o trânsito. Infelizmente, também não existem semáforos por lá. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O caos se instala nos horários de pico: das 6 às 8 hs (manhã) e das 15 às 19 hs (tarde). Outro período que merece atenção redobrada são os feriados e épocas festivas, época em que a cidade recebe maior número de visitantes. O aumento do número de veículos piora significativamente o problema no local. Esporadicamente, vendo a confusão no local, os guardas municipais são chamados para tentar por ordem na confusão instalada. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O local, clássico gargalo no trânsito da cidade, é exemplo de descaso por parte da Administração Municipal. Apesar dos vários acidentes registrados, e dos incontáveis “quase aconteceu um acidente”, medidas não são tomadas para minimizar os riscos à vida de motoristas e pedestres.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;“Linha do Desenvolvimento”: caos no centro, problemas no Vista Alegre&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Anunciada pela Prefeitura Municipal em junho de 2008, a recuperação do trecho que liga o centro ao bairro Vista Alegre tem se tornado um problema: a chamada “Linha do Desenvolvimento” sofre com a lentidão das obras devido à falta de planejamento na execução. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A obra, orçada em torno de R$ 2 milhões, tinha término previsto para o início de 2010. Após quase dois anos, se arrasta devido à falha no planejamento. A qualidade também é contestável: foi anunciada que a via e os passeios seriam refeitos, que todo o percurso seria alargado e receberia nova rede de água pluvial. Até o momento, a maioria do prometido não foi cumprido. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Do final do Vista Alegre até o trevo do São Bernardo, apenas uma boca de lobo tenta dar vazão às águas de chuva. São mais de 1.000 metros sem nenhum bueiro. Com o asfaltamento e, consequentemente, impermeabilização do solo, o fluxo da água de chuva aumenta consideravelmente, trazendo problemas aos moradores. Agora, em pleno verão, onde a intensidade pluviométrica aumenta, a precária rede pluvial do trecho não aguentará a vazão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A obra nem foi inaugurada e já está sendo danificada. Basta andar 30 metros após o Terminal Rodoviário para ver uma vala aberta pela Copasa, na metade da pista recém pavimentada, e coberta pelas tradicionais pedras de calçamento. Aliás, a reforma de valas abertas em vias pavimentadas com pedras de calçamento já é praxe em Santa Bárbara – a Copasa, com autorização da Prefeitura Municipal, abre sem dó um asfalto em condições de tráfego e devolve ao local as famosas pedras.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-OTlSTD6XOLw/Tu6jwkG3meI/AAAAAAAAAbU/iJUf9fs-_Rs/s1600-h/3%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="3" border="0" alt="3" align="right" src="http://lh5.ggpht.com/-bCuRCvm9mdk/Tu6j0DDSQtI/AAAAAAAAAbc/wNO-nJW_Hnc/3_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="317" height="238" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;TORRE DE BABEL: No cruzamento sem sinalização, numa das ruas mais movimentadas de Santa Bárbara, em frente à rodoviária, adultos e crianças se arriscam entre os carros. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Na frenética luta pela passagem, pedestres entram na desleal disputa com os veículos, ficando, muitas vezes, espremidos entres eles.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Jornal Impacto, Edição 168ª, 2ª Quinzena de Novembro/2011.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-8856339867369683991?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MMi7zLcrqQBUXH312ve9mh0O3_I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MMi7zLcrqQBUXH312ve9mh0O3_I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/Dqmt0zv9q7Y" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-18T18:39:16.021-08:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/-x7bt66PVWDc/Tu6jnfBHs7I/AAAAAAAAAbM/Xv6T-hyl7Mk/s72-c/2_thumb%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/12/cruzamento-perigoso-no-centro-de-santa.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mapa do Parque Nacional da Serra do Gandarela</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/52LmjVciGK4/mais-didatico-impossivel.html</link><category>GASB informa</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 13:33:48 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-8888880097228572674</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;Mais didático, impossível. Este excelente mapa do Parque Nacional da Serra do Gandarela foi disponibilizado pelo &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001601275158" target="_blank"&gt;Rafael Bernardes&lt;/a&gt;, coordenador da Equipe Água do &lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Projeto-Manuelz%C3%A3o/181182661904320"&gt;Projeto Manuelzão&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-OQr5dRrlGEA/TsQsEduVOSI/AAAAAAAAAas/qH1k3jJTTbo/s1600-h/Mapa%252520Gandarela%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 10px auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Mapa Gandarela" border="0" alt="Mapa Gandarela" src="http://lh6.ggpht.com/-8gSPaNNe3fo/TsQsN8_m7oI/AAAAAAAAAa0/Uc0eg3Rlrr8/Mapa%252520Gandarela_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="550" height="610" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-8888880097228572674?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8QSLQ0OM4MtCNyueW435k6CbAFs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8QSLQ0OM4MtCNyueW435k6CbAFs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8QSLQ0OM4MtCNyueW435k6CbAFs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8QSLQ0OM4MtCNyueW435k6CbAFs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/52LmjVciGK4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-16T13:33:48.787-08:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/-8gSPaNNe3fo/TsQsN8_m7oI/AAAAAAAAAa0/Uc0eg3Rlrr8/s72-c/Mapa%252520Gandarela_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/11/mais-didatico-impossivel.html</feedburner:origLink></item><item><title>Ministério Público Federal quer agilizar criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/nymot1MavVk/e-pede-que-justica-obrigue-o-icmbio.html</link><category>GASB informa</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 13:06:39 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-249547218759075658</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;E pede que a Justiça obrigue o ICMBio a realizar as consultas públicas previstas em lei&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-mTPPJ9BHySI/TsQl1pzXogI/AAAAAAAAAac/MPdFT2ar2VQ/s1600-h/Gandarela%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Gandarela" border="0" alt="Gandarela" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/-oThtpt8Z6zQ/TsQl3OLZfpI/AAAAAAAAAak/z6WN-EXKRUk/Gandarela_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="185" height="185" /&gt;&lt;/a&gt;O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para obrigar o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) a realizar, até o final do primeiro semestre do ano que vem, consultas públicas para a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As consultas públicas, previstas pela Lei&amp;#160; 9.985/2000, devem obrigatoriamente preceder a criação das unidades de conservação. Elas funcionam como um instrumento de participação popular na discussão das questões ambientais, que, por sua natureza, envolvem&amp;#160; múltiplos interesses, privados e coletivos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No caso do Parque Nacional da Serra do Gandarela, esses interesses são acentuadamente conflituosos, porque a unidade deverá ser criada em pleno Quadrilátero Ferrífero, uma das mais importantes províncias minerais do mundo. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de ferro e cerca de 75% desse minério é extraído nessa região, que também produz ouro, alumínio e manganês. Situado na região central do Estado de Minas Gerais, o local conta com mais de 50 minas a céu aberto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A proposta de criação do parque nasceu de um documento produzido pelo Projeto Manuelzão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A partir dele, o ICMBio realizou estudos técnicos que apontaram a necessidade de criação de uma unidade de conservação de proteção integral para a área e definiram sua localização, dimensões e limites.&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Riquezas&lt;/strong&gt; - A Serra do Gandarela está localizada a sudeste da capital mineira, na Área de Proteção Ambiental Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e, segundo estudiosos, é a última área ainda bem preservada de toda a região do Quadrilátero Ferrífero. A proposta, apresentada pelo ICMBio em 2010, abrangia parte dos municípios de Caeté, Nova Lima, Raposos, Rio Acima, Barão de Cocais,&amp;#160; Itabirito, Ouro Preto e Santa Bárbara.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os estudos ressaltaram que, apesar de localizada em área próxima a grandes concentrações demográficas, a região apresenta baixa ocupação humana, com extensos e diversos ambientes naturais muito bem preservados, e apresentando feições de relevo de excepcional beleza, notáveis também sob o ponto de vista geomorfológico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Algumas das espécies, vegetais e animais, encontradas no local são endêmicas; outras estão ameaçadas de extinção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A região possui também sítios arqueológicos e várias cavidades naturais - 74 já foram identificadas e pelo menos quatro delas foram consideradas de relevância máxima. A Bacia do Gandarela possui fósseis de até 40 milhões de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A serra é também a mais importante área de recarga de aquíferos do Quadrilátero Ferrífero. Estima-se que 60% da água consumida em Belo Horizonte e 43% da água que abastece os municípios da região metropolitana provêm da Gandarela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Áreas de cangas&lt;/strong&gt; - Mas a sua principal característica está no fato de estar inserida na zona de transição de dois dos mais importantes biomas brasileiros, ambos ameaçados de extinção: a Mata Atlântica e o Cerrado. Estudiosos consideram-na uma área de importância biológica especial, única no Estado, porque ali podem ser encontrados os chamados campos rupestres ferruginosos, conhecidos também como vegetação de canga, um dos ecossistemas mais ameaçados e menos estudados do país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A formação de cangas é encontrada apenas em terrenos onde há afloramento de minério de ferro e boa parte das espécies vegetais e animais ali existentes ainda não foram estudadas pelos cientistas, o que, por si só, demanda maior atenção ao bioma&amp;quot;, afirma a procuradora da República Zani Cajueiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela lembra que a fauna e a flora locais são compostas por animais e vegetais com características especiais, visto que a área possui condições únicas, como por exemplo ambientes com ausência de luz e alta concentração de metais pesados no solo, deficiência de água e grandes variações de temperatura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A importância de se preservar essas espécies está no fato de que elas possibilitam a realização de estudos sobre a capacidade de adaptação a condições adversas como solos com altas concentrações de metais pesados ou a capacidade de resistir a ciclos de dessecação e reidratação. A perda dessa riqueza constitui uma das maiores ameaças à biodiversidade mundial, porque impede a própria obtenção do conhecimento&amp;quot;, sustenta a procuradora da República.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além disso, a região de cangas armazena 4 dos 5 bilhões de metros cúbicos de água existentes no Quadrilátero Ferrífero. No estudo feito pelo ICMBio, foram encontradas mais de mil nascentes na área em que se pretende criar o Parque Nacional. Essas nascentes formam o Rio das Velhas e o Rio Conceição, que deságuam, respectivamente, no Rio São Francisco e no Rio Doce.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para o MPF, &amp;quot;a criação do parque, como instrumento imprescindível para a preservação da Serra do Gandarela, interessa à sociedade como um todo, presentes e futuras gerações, ainda mais por estarem as cangas criticamente ameaçadas devido à sua associação com as jazidas de minério de ferro&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Degradação&lt;/strong&gt; - A atividade desenvolvida pelas mineradoras é o principal fator de degradação ambiental na região. O próprio Zoneamento Ecológico-Econômico, realizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) em parceria com o Instituto Estadual de Florestas (IEF) e com a Universidade Federal de Lavras (UFLA), apontou a vulnerabilidade da serra e sugeriu a criação de um parque nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Após a realização dos estudos técnicos preliminares, o ICMBio finalizou a proposta de criação da unidade de conservação, e, por lei, poderia ter baixado limitações administrativas impedindo o licenciamento de empreendimentos na área. Mas não o fez&amp;quot;, relata Zani Cajueiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Diante do fato de que a instalação de qualquer empreendimento na área é extremamente prejudicial ao ecossistema da região e incompatível com a possível criação de um Parque Nacional, o MPF e o Ministério Público Estadual expediram recomendações à SEMAD e ao Iphan pedindo a suspensão de licenciamentos e de pesquisas e resgates arqueológicos na área. As recomendações foram acatadas e as limitações administrativas vigoram desde então.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Mas é óbvio que essa paralisação é temporária e necessita de definição por parte do ICMBio acerca da efetiva criação do parque. Em maio deste ano, o presidente da autarquia oficiou ao MPF que as consultas públicas seriam realizadas no terceiro trimestre de 2011, o que acabou não acontecendo&amp;quot;, diz a procuradora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao invés disso, o ICMBio formou um grupo interno de trabalho com a SEMAD, algumas poucas ONGs e dois representantes de uma grande mineradora para discutir uma proposta de consenso para a conservação da serra e apresentar uma nova proposta para criação do parque.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo o MPF, a proposta original estava fundamentada em aspectos técnicos e qualquer alteração da&amp;#160; mesma deve ser levada a público para ampla discussão. &amp;quot;Não é razoável que um grupo de trabalho composto sem efetiva representação da sociedade formule uma nova proposta, com base em informações restritas, restringindo-se indevidamente a participação popular no processo de criação do parque. Essa situação afigura-se ainda mais grave diante dos evidentes e milionários interesses econômicos que envolvem a região&amp;quot;, lembra a procuradora da República.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pedidos&lt;/strong&gt; - Na ação, o MPF pede que o ICMBio apresente, no prazo de 30 dias, cronograma com as datas e locais das consultas públicas, que deverão ser realizadas até o fim do primeiro semestre de 2012.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pede ainda que, terminadas as consultas públicas, o ICMBio encaminhe, no prazo de 60 dias, a proposta final de criação&amp;#160; do Parque Nacional da Serra do Gandarela à Presidência da República.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Release da Assessoria de Comunicação Social do Ministério Público Federal em Minas Gerais, publicado no &lt;a href="http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_meio-ambiente-e-patrimonio-cultural/mpf-quer-agilizar-criacao-do-parque-nacional-da-serra-do-gandarela-em-minas-gerais" target="_blank"&gt;site da instituição&lt;/a&gt; dia 16 de novembro de 2011.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-249547218759075658?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/nymot1MavVk" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-16T13:06:39.891-08:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/-oThtpt8Z6zQ/TsQl3OLZfpI/AAAAAAAAAak/z6WN-EXKRUk/s72-c/Gandarela_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/11/e-pede-que-justica-obrigue-o-icmbio.html</feedburner:origLink></item><item><title>CGU investiga possíveis irregularidades na Prefeitura de Santa Bárbara</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/j7iSNPstgxU/cgu-investiga-possiveis-irregularidades.html</link><category>Executivo Municipal</category><category>Contas Públicas</category><category>GASB na imprensa</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Fri, 21 Oct 2011 11:52:42 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-3166628088779638852</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Representantes da Corregedoria-Geral da União (CGU) estiveram em Santa Bárbara para apurar possíveis irregularidades no aplicação de recursos públicos provenientes do Governo Federal. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-jlawOYUPbNY/TqG_cllatvI/AAAAAAAAAZ0/pvkH_Z2Le4c/s1600-h/1%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="1" border="0" alt="1" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/-3RD4ggVfP4c/TqG_eDtTB2I/AAAAAAAAAZ8/7D-8KxxJDzM/1_thumb%25255B10%25255D.jpg?imgmax=800" width="198" height="198" /&gt;&lt;/a&gt;Os trabalhos investigatórios, que aconteceram no período de 26 a 29 de setembro, foram realizados nas dependências da Prefeitura Municipal de Santa Bárbara. Os técnicos recolheram e analisaram diversos documentos, entre eles processos licitatórios e contratos firmados com empresas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na oportunidade, também foram ouvidas vários cidadãos santa-barbarenses, inclusive os representantes da organização não-governamental &amp;quot;&lt;a href="http://www.onggasb.com.br/" target="_blank"&gt;Grupo Ambiental de Santa Bárbara&lt;/a&gt;&amp;quot; (ONG GASB), autora da denúncia que motivou as investigações da CGU. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;: &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/prefeito-de-santa-barbara-e-investigado.html"&gt;Prefeito de Santa Bárbara é investigado por Ministério Público e Polícia Federal&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/05/ministerio-publica-investiga-mares-guia.html"&gt;Ministério Pública investiga Mares Guia e os gastos da Prefeitura Municipal de Santa Bárbara (MG)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Entenda o caso: &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em julho de 2009, a ONG Gasb protocolou pedido de investigação no Ministério Público Federal afim de averiguar suposto esquema de favorecimento de empresas ligadas ao ex-ministro do Turismo Walfrido Mares Guia em convênios liberados pelo Governo Federal ao município de Santa Bárbara (MG). Familiares e amigos do ex-ministro foram contratados como fornecedores da Prefeitura Municipal e da Associação das Cidades Históricas de Minas, na época também presidida por Toninho Timbira, através de processos licitatórios contestáveis. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Atualmente, quatro frentes de apuração investigam o caso. A Polícia Federal já ouviu os denunciantes e o Ministro Público Federal abriu investigação sigilosa sobre o caso. No Ministério Público Estadual, os supostos crimes estão sendo tratados em dois procedimentos administrativos em Belo Horizonte e as alegadas irregularidades administrativas apuradas pela Promotoria de Justiça do município de Santa Bárbara.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Jornal Impacto, Edição 165ª, 1ª Quinzena de Outubro/2011.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-3166628088779638852?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Br2FLPE6LH6uqFPFvm5xr5gaCtg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Br2FLPE6LH6uqFPFvm5xr5gaCtg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Br2FLPE6LH6uqFPFvm5xr5gaCtg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Br2FLPE6LH6uqFPFvm5xr5gaCtg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/j7iSNPstgxU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-21T11:52:42.540-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/-3RD4ggVfP4c/TqG_eDtTB2I/AAAAAAAAAZ8/7D-8KxxJDzM/s72-c/1_thumb%25255B10%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/10/cgu-investiga-possiveis-irregularidades.html</feedburner:origLink></item><item><title>Licença para Projeto Apolo não sai em 2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/bmXBT9Qn-Ko/licenca-para-projeto-apolo-nao-sai-em.html</link><category>GASB informa</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Tue, 11 Oct 2011 16:00:43 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-3612796555619861237</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Orçado em R$ 4 bilhões, projeto da maior mina da Vale em Minas Gerais esbarra em impasse na área ambiental.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-r2cNsvKkkBg/TpTKkmOFGZI/AAAAAAAAAZg/5MMunE9SWYc/s1600-h/DSC05637%25255B1%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC05637" border="0" alt="DSC05637" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/-8Sncdav8k8o/TpTKmaFd81I/AAAAAAAAAZo/b3asKojtba0/DSC05637_thumb%25255B8%25255D.jpg?imgmax=800" width="223" height="223" /&gt;&lt;/a&gt;A Vale deverá rever seu plano de investimentos, que estipula, ainda neste ano, aporte de R$ 377 milhões na primeira fase do projeto Apolo, no município de Caeté e região. O aporte total é de R$ 4 bilhões. Como existe um impasse envolvendo a área da mina de ferro com a demarcação do &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/04/por-que-e-tao-importante-criacao-do.html" target="_blank"&gt;Parque Nacional da Serra do Gandarela&lt;/a&gt;, o licenciamento ambiental não será concedido neste ano, assegurou o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desta forma, o início das operações da mina, projetado para o primeiro semestre de 2014, pode não se confirmar, comprometendo as previsões da empresa de aumento de oferta da matéria prima para os próximos anos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo Magalhães, o parque manterá sua área de 38 mil hectares, mas no total serão 90 mil hectares de área de proteção. “Estamos negociando com a empresa, o ICMBio e ambientalistas para traçar o melhor projeto de parque e mina”, afirmou. A região onde se pretende explorar o minério compreende os municípios de Caeté, Santa Bárbara, Rio Acima e Raposos, todos localizados dentro de uma Área de Proteção Ambiental (APA), onde as atividades econômicas podem ser liberadas mediante o devido licenciamento ambiental. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As negociações, atualmente, caminham no sentido de conciliar o parque e a mina. Mas já tiveram outra direção. O próprio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) apresentou projeto onde se posicionava de forma contrária à exploração mineral no local. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O documento do ICMBio, apresentado na proposta de criação do parque, afirmava que tratava-se “da escolha entre a produção de uma riqueza que, ainda que significativa, tem esgotamento previsto para daqui a alguns anos, deixando um rastro de danos irreversíveis nas imensuráveis riquezas naturais, científicas e históricas do Gandarela e a manutenção do tesouro para as presentes e futuras gerações, com seu aproveitamento em atividades que também geram riqueza para os municípios e suas populações, sem, no entanto, jamais esgotar sua fonte”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na Serra do Gandarela também estão as nascentes dos principais mananciais de água que abastecem a Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em Caeté, 85% do abastecimento de água provêm do Gandarela e, em Raposos, todo o fornecimento. Se a área for transformada em Parque, o turismo será a única atividade econômica permitida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O projeto Apolo é um dos maiores do setor de mineração no mundo. Orçado em R$ 4 bilhões, a expectativa é de produzir 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, a Vale possui, desde março de 2010, um relatório técnico que prevê o aumento da capacidade de produção da mina para 37,5 milhões de toneladas ao ano. Com isso, a mina Apolo poderá ser, em termos de produção, a maior da Vale em Minas Gerais e a segunda maior entre todos os ativos da companhia, atrás apenas da mina N5, no Complexo Carajás, no Pará, que produziu em 2009 (último dado) 39,7 milhões de toneladas. Procurada, a Vale não confirmou a revisão do plano de investimentos, mas informou, por meio da assessoria de imprensa, que o empreendimento está vinculado ao licenciamento ambiental.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 9 de outubro de 2009, a Vale formalizou o pedido de Licença Prévia (LP) no órgão ambiental. A LP, quando aprovada, atesta a viabilidade do empreendimento, mas ainda não permite intervenções na área. A construção do empreendimento é viabilizada após aprovação da Licença de Instalação (LI), que é concedida somente após a LP.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O projeto de criação do parque ainda tem um longo caminho. A primeira fase de consultas públicas sobre o projeto ainda não foi iniciada, e é um procedimento obrigatório. Ele ainda passará pela apreciação do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e da Casa Civil, antes de ir para decreto presidencial.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O coordenador regional substituto do ICMBio, Flávio Lúcio Braga Cerezo, informou que aguarda o alinhamento institucional entre as partes interessadas para iniciar as consultas públicas. “O desenho inicial do parque é uma proposta do ICMBio, mas pode sofrer alterações”, afirmou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no caderno Economia e Negócios do &lt;a href="http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/licenca-para-projeto-apolo-n-o-sai-em-2011-1.353388?localLinksEnabled=false" target="_blank"&gt;Jornal Hoje em Dia&lt;/a&gt;, de 11 de outubro de 2010. Repórter: Bruno Porto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-3612796555619861237?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d6PvhkKJCXKClV21o1Ta6VkAkwk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d6PvhkKJCXKClV21o1Ta6VkAkwk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/bmXBT9Qn-Ko" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-11T16:00:43.187-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/-8Sncdav8k8o/TpTKmaFd81I/AAAAAAAAAZo/b3asKojtba0/s72-c/DSC05637_thumb%25255B8%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/10/licenca-para-projeto-apolo-nao-sai-em.html</feedburner:origLink></item><item><title>Matadouro Municipal de Santa Bárbara: mais uma obra paralisada!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/XxRFnfu9V4U/matadouro-municipal-de-santa-barbara.html</link><category>Saúde Pública</category><category>Executivo Municipal</category><category>GASB informa</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Thu, 19 May 2011 18:08:36 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-3449345435943288346</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Obra paralisada: investimento público abandonado há vários anos. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Boa aplicação dos recursos públicos é um atributo que passa bem longe da inacabada obra do Matadouro    &lt;br /&gt;Municipal de Santa Bárbara. Do projeto inicial até hoje, seis anos se passaram. O que se vê atualmente no local é mato, lixo e abandono. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TdW--HqN5RI/AAAAAAAAAZY/sMNAflZ34cg/s1600-h/Matadouro-ao-lado--destruido6.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Matadouro ao lado  destruido" border="0" alt="Matadouro ao lado  destruido" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TdW_C5Uy8uI/AAAAAAAAAZc/4ihcPn6Xb84/Matadouro-ao-lado--destruido_thumb9.jpg?imgmax=800" width="200" height="199" /&gt;&lt;/a&gt;Com o intuito de fiscalizar e controlar a venda de carnes no município, a Prefeitura Municipal de Santa Bárbara desenvolveu um projeto de legalização do antigo Matadouro Municipal. Para dar início às obras, contratou a empresa “Esmail Alves Pereira” para elaborar o fluxograma do projeto (R$ 7.500,00 em agosto de 2005) e a empreiteira “Engenho Nove Engenharia Ambiental Ltda.” para elaborar o projeto hídrico (R$ 14 mil no final de 2006). Com o projeto em mãos, o Executivo Municipal abriu processo licitatório (Nº 021/2007) na modalidade tomada de preço para selecionar a empresa que iria executar a obra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tudo indicava que em breve a cidade contaria com um novo Matadouro Municipal. A Revista Institucional da Prefeitura Municipal, lançada no ano de 2007, prometia que a obra seria a garantia de mais “segurança à saúde do consumidor”. Mas não foi bem isso que aconteceu. Na fase inicial, o prédio que abrigava o antigo matadouro foi parcialmente destruído, ficando inutilizado. A construção do novo matadouro foi iniciada de forma precária, sem placa de identificação da obra e proteção contra roubo e vandalismo. Meses depois tudo já estava paralisado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 2008, mesmo diante do total abandono, o Executivo Municipal novamente publicou na Revista Institucional que a construção do Matadouro Municipal, projetado de acordo com as normas da Vigilância Sanitária, iria “garantir a boa procedência da carne consumida pela população santabarbarense”. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quase quatro anos depois, a obra ainda não foi entregue à população. O prédio do antigo matadouro está totalmente destruído, a construção que deveria abrigar o novo matadouro foi abandonada na fase inicial e as caixas de passagem servem de criatórios de mosquitos. Para piorar a situação, telhas, fios e outros materiais de construção foram saqueados. Apesar de o local estar em péssimo estado de conservação, sujo e tomado pelo mato, é possível encontrar, mesmo à luz do dia, usuários de drogas escondidos por entre os cômodos abandonados. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enquanto obras importantes, financiadas por recursos provenientes dos vários impostos pagos pela população, ficam abandonadas, aqueles que deveriam utilizar o Matadouro Municipal encontram locais clandestinos para abate e descarte de ossadas. É o caso da saída do bairro Vista Alegre, um lixão alternativo de restos de animais. O local, situado a poucos metros da avenida principal do bairro, é um verdadeiro cemitério a céu aberto. Situação parecida é encontrada na saída do esgoto doméstico, bem ao lado de onde deveria funcionar o Matadouro Municipal. Por lá são jogados no rio Santa Bárbara, sem qualquer tratamento, tripas e buchadas de animais abatidos nas redondezas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A situação do Matadouro Municipal engloba dois problemas críticos que merecem rápida atenção das autoridades públicas. Se por um lado o dinheiro público foi irresponsavelmente abandonado, por outro a população santabarbarense ainda permanece sem a devida fiscalização dos animais abatidos no município. Certo é que o término da obra, em uma rápida tentativa de aproveitar o investimento que já foi feito, seria a solução para ambos os problemas. &lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Galeria de Fotos - Matadouro Municipal de Santa Bárbara &lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;Clique nas imagens para ampliar.&lt;/p&gt; &lt;iframe height="900" src="http://onggasb.dominiotemporario.com/visuallightbox/matadouro_municipal.html" frameborder="0" width="590" name="fotosaterro" scrolling="no" align="center"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Irresponsabilidade, ingerência e desrespeito&lt;/strong&gt;. Enquanto a obra de construção do Matadouro Municipal está abandonada, a população de Santa Bárbara é obrigada a adquirir carnes de animais abatidos clandestinamente e sem qualquer inspeção de sanidade, colocando em risco a saúde pública. Será que o prefeito Timbira consome das carnes desses animais abatidos indiscriminadamente no meio do mato?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saúde Pública&lt;/strong&gt;: ossadas no meio do mato denunciam que carne vendida na cidade podem ser provenientes de animais abatidos indiscriminadamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Jornal Impacto, Edição 154, 1ª Quinzena de Abril/2011 – 03 a 17 de abril de 2011.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-3449345435943288346?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jXvnPXt-7X1WedEFwMWjShIzBbo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jXvnPXt-7X1WedEFwMWjShIzBbo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/XxRFnfu9V4U" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-19T18:08:36.700-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TdW_C5Uy8uI/AAAAAAAAAZc/4ihcPn6Xb84/s72-c/Matadouro-ao-lado--destruido_thumb9.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/05/matadouro-municipal-de-santa-barbara.html</feedburner:origLink></item><item><title>Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela discute proposta de Parque Nacional com presidente do ICMBio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/ThsOgKMnP-I/movimento-pela-preservacao-da-serra-do.html</link><category>GASB informa</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Tue, 17 May 2011 01:00:01 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-2725783500272493945</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Rômulo Mello, e o diretor de Unidades de Conservação de Proteção Integral, Ricardo Soavinski, receberam na tarde desta segunda-feira (16), na sede do Instituto, em Brasília, representantes do Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela, que fica na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O movimento apoia a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela, proposta pelo ICMBio em 2010 e ainda em estudos. Segundo Rômulo Mello, a mobilização da comunidade coincide com a preocupação do Instituto. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“Há patamares políticos e em níveis diferentes para discutir a criação do parque, mas existe a negociação e o diálogo. &lt;strong&gt;Para nós, a luta é pela conservação de áreas de relevância como esta&lt;/strong&gt;”, ressaltou o presidente.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TdHlDvTkfaI/AAAAAAAAAZQ/7H_toL0iHhE/s1600-h/Logo%20ICMBio%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Logo ICMBio" border="0" alt="Logo ICMBio" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TdHlH8eagrI/AAAAAAAAAZU/qUf7V-IsbGw/Logo%20ICMBio_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="230" height="241" /&gt;&lt;/a&gt;Para os representantes do movimento, é importante ter o ICMBio como parceiro. A expectativa do grupo é continuar o diálogo com outros setores que mantêm alguma relação com a criação do parque. Ainda nesta segunda-feira, eles se reuniram com dirigentes do Ministério do Meio Ambiente (MMA).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRICO&lt;/strong&gt; – Proposta em setembro de 2010,&amp;#160; a criação da unidade de conservação está fundamentada em estudos elaborados por técnicos do Instituto que consideraram como relevantes para a conservação os atributos biológicos, hidrológicos e geológicos da Serra do Gandarela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aproximadamente 20 mil hectares da área prevista para conservação estão no bioma da Mata Atlântica. O local é conhecido pela grande quantidade de nascentes que alimentam aquíferos. Além da preservação da flora e fauna, os representantes do movimento entendem que a criação do parque vai dar visibilidade à região e gerar desenvolvimento, principalmente por meio do ecoturismo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;GANDARELA&lt;/strong&gt; - A Serra do Gandarela está localizado a sudeste da capital mineira, na Área de Proteção Ambiental Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Situa-se entre as serras do Caraça e da Piedade e abrange os municípios de Barão de Cocais, Caeté, Santa Bárbara, Rio Acima, Raposos e Itabirito.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Formando um corredor natural com o Caraça, o Gandarela é uma das últimas áreas ainda bem preservadas de toda a região com significativa extensão de Mata Atlântica e campos rupestres sobre cangas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no &lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/comunicacao/noticias/4-geral/876-movimento-apoia-criacao-do-parque-nacional-da-serra-do-gandarela" target="_blank"&gt;Site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)&lt;/a&gt; em 16 de maio de 2011. Repórter: Thaís Alves. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-2725783500272493945?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e9JEvfZ11FBNvFKNun6Fphei8sg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e9JEvfZ11FBNvFKNun6Fphei8sg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e9JEvfZ11FBNvFKNun6Fphei8sg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e9JEvfZ11FBNvFKNun6Fphei8sg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ThsOgKMnP-I:dCQ3vuDZhK4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ThsOgKMnP-I:dCQ3vuDZhK4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ThsOgKMnP-I:dCQ3vuDZhK4:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=ThsOgKMnP-I:dCQ3vuDZhK4:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ThsOgKMnP-I:dCQ3vuDZhK4:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=ThsOgKMnP-I:dCQ3vuDZhK4:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/ThsOgKMnP-I" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-17T01:00:01.623-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TdHlH8eagrI/AAAAAAAAAZU/qUf7V-IsbGw/s72-c/Logo%20ICMBio_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/05/movimento-pela-preservacao-da-serra-do.html</feedburner:origLink></item><item><title>Em defesa da sustentabilidade e do Parque Nacional da Serra do Gandarela</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/0BDDPZs9TVY/em-defesa-da-sustentabilidade-e-do.html</link><category>GASB informa</category><category>Serra do Caraça</category><category>Notícias Regionais</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Mon, 16 May 2011 01:00:08 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-865306767710285314</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ambientalista fala em Fabriciano da luta para criação do Parque Nacional da Gandarela.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dos destaques do &lt;strong&gt;Seminário Metropolitano de Sustentabilidade Ambiental&lt;/strong&gt; realizado neste sábado, no Instituto Ethos de Educação em Fabriciano, foi a experiência do movimento em defesa da criação do Parque Nacional da Serra da Gandarela, entre os municípios de Santa Bárbara, Caeté, Rio Acima e Raposos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O parque abrangerá também os municípios de Nova Lima, Barão de Cocais, Itabirito e Ouro Preto, atingindo uma área total de 38,2 mil hectares. A iniciativa, porém, está ameaçada por um projeto da Vale para a instalação da mina Apolo, que ficaria localizada entre os municípios de Santa Bárbara, Caeté, Rio Acima e Raposos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/Tc_2F1j44sI/AAAAAAAAAZA/Pdcp3AnYykw/s1600-h/DSC05627%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC05627" border="0" alt="DSC05627" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/Tc_2HU5s-5I/AAAAAAAAAZE/ADtIqPjkYeg/DSC05627_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" width="216" height="217" /&gt;&lt;/a&gt;Educadora ambiental, Maria Teresa Viana de Freitas Corujo explica que a criação do parque é importante, não só para processo de sustentabilidade dos recursos hídricos, da fauna e da flora do local, mas principalmente da espécie humana. “A sustentabilidade hoje não é apenas da Ararinha Azul e do Lobo-Guará como se falava há 15 anos. Agora nós estamos falando da sustentabilidade da espécie humana junto, porque tem tudo a ver com o abastecimento de água para o uma região de cinco milhões de habitantes”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Maria Teresa destaca que a luta do movimento já dura quatro anos, desde quando começaram as movimentações de empresas e técnicos realizando estudos e análises do local. Quando posteriormente surgiram publicações na mídia sobre uma possível instalação de uma mina, que seria considerada a maior mineração a céu aberto do país, já havia a mobilização ambiental. “Ao mesmo tempo havia estudos que confirmando que aquele lugar tinha todas as características para se tornar uma unidade de preservação ambiental”, completou. Com a notícia surgiram vários movimentos paralelos em várias partes da região, em outros municípios e comunidades preocupadas com o futuro do complexo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Há quase dois anos os vários grupos se uniram em torno de pesquisas para comprovar a importância da preservação para toda a comunidade local. O pedido foi enviado ao Instituto Chico Mendes, e hoje existe uma proposta técnica concluída, provando que o Gandarela tem potencial e qualidades para se tornar uma unidade de proteção integral, ou seja, um parque de preservação. “Agora estamos na etapa consultiva, quando o instituto começa a visitar as comunidades do entorno, divulgando e participando do processo de orientação da população para a criação do parque”, explica à educadora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Grupo&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; - Maria Teresa explica que não é possível contabilizar o número de pessoas envolvidas no movimento para a preservação do Gandarela mas já existem mais de 12 mil assinaturas a favor da criação do parque. “Temos 50 pessoas ligadas no trabalho diário, mas o movimento é maior e isso tá chegando inclusive a outros Estados e, mesmo distantes, as pessoas estão divulgando e ajudando a multiplicar essa informação”, destacou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Promessa de luta permanente&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; - Sobre o tempo para a efetivação do Parque Nacional da Gandarela, Maria Teresa afirma que não há previsão, mas a luta não vai cessar. “Nós trabalhamos assim: Cada dia é um dia de continuar dizendo a importância desse lugar para o futuro de todos nós e esse é o movimento para preservação da serra do Gandarela”, considerou. Maria Teresa disse ainda que seja preciso uma posição do governo federal para decretar a criação da área de preservação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Impactos&lt;/u&gt; - &lt;/strong&gt;Sobre os impactos ambientais previstos, caso a mineração seja de fato instalada, Maria Teresa ressalta que os próprios estudos feitos pelas empresas comprovam a degradação. A abrangência dos impactos chegaria ao Vale do Aço de forma indireta, pois a área atingida tem influência na bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba, que corta a região. “Interfere na flora, fauna, recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Altera todo o sistema geomorfológico que possibilita aquela água, então aquelas nascentes que existiam ali deixam de existir”, explicou. A ambientalista lembra que os impactos sociais também são considerados agravantes, pois a chegada de quase dois mil profissionais previstos para a fase de implantação ameaça o funcionamento do sistema de transporte, saúde e habitação que até então não estarão preparados para receber a grande demanda.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/Tc_4AGYdoqI/AAAAAAAAAZI/_4pU_eUISak/s1600-h/DSC00832%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC00832" border="0" alt="DSC00832" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/Tc_4BknPBMI/AAAAAAAAAZM/qLysJS6-H8I/DSC00832_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="246" height="245" /&gt;&lt;/a&gt;Caraça&lt;/u&gt; - &lt;/strong&gt;A bióloga responsável pela gestão da Reserva Particular de Preservação Natural da Serra do Caraça, Aline Cristine Lopes de Abreu é taxativa. Ela avalia que o movimento do Gandarela foi importante na motivação para a luta que conquistou o bloqueio dos títulos minerários inseridos na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Santuário do Caraça, localizada nos municípios de Barão de Cocais, Santa Bárbara, Catas Altas, Mariana, Itabirito e Ouro Preto, decretada em abril deste ano. “O movimento do Gandarela serviu de impulso para que nós acreditássemos que não é preciso se conformar com os problemas trazidos ao meio ambiente pela mineração”, definiu. Quando criado, o Parque do Gandarela será conectado à unidade do Caraça, formando um corredor ecológico no Estado de Minas Gerais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no &lt;a href="http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=54500" target="_blank"&gt;Jornal Diário do Aço&lt;/a&gt; de 15 de maio de 2011. Repórter: Silvia Miranda. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-865306767710285314?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RgUY-nTYwnpK2LqCtBOJ6SADb2E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RgUY-nTYwnpK2LqCtBOJ6SADb2E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=0BDDPZs9TVY:ZWBmL_u1iws:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=0BDDPZs9TVY:ZWBmL_u1iws:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=0BDDPZs9TVY:ZWBmL_u1iws:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=0BDDPZs9TVY:ZWBmL_u1iws:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=0BDDPZs9TVY:ZWBmL_u1iws:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=0BDDPZs9TVY:ZWBmL_u1iws:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/0BDDPZs9TVY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-16T01:00:08.636-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/Tc_2HU5s-5I/AAAAAAAAAZE/ADtIqPjkYeg/s72-c/DSC05627_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/05/em-defesa-da-sustentabilidade-e-do.html</feedburner:origLink></item><item><title>Serra do Gandarela: as razões de Minas nos cobram mais inconformismo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/HjsWpu0K7ZY/serra-do-gandarela-as-razoes-de-minas.html</link><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 06:17:21 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-549563583833156502</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Serra do Gandarela: segunda maior área de mata atlântica e maior área de campos rupestres sobre cangas de Minas Gerais enfrenta o cinismo, a ideologia perdulária e os negócios de Minas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="center"&gt;“&lt;em&gt;As razões de Minas nos cobram mais inconformismo, mais inquietação e ousadia… ”&lt;/em&gt;Antonio Augusto Anastasia, 01/01/2011&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TZR-z46ljTI/AAAAAAAAAY4/GWz_JnbS8i4/s1600-h/DSC05638%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 5px 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC05638" border="0" alt="DSC05638" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TZR-3V6yKoI/AAAAAAAAAY8/-rQ6YW9k-ro/DSC05638_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="249" height="250" /&gt;&lt;/a&gt;É de se indignar o cinismo e a hipocrisia institucionalizados no Brasil, na sociedade brasileira e em Minas Gerais, em particular. As últimas hecatombes naturais, no Japão, na Serra do Mar ou no processo contínuo de desmatamento da Amazônia, do Cerrado, da Caatinga e da Mata Atlântica, parecem ser processos normais e desejáveis, como se nada tivéssemos a ver com isso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No caso das nossas montanhas e águas, o que se vê é uma política deliberada de deixar fazer ou, no sentido literal da expressão, deixar desfazer o que a natureza levou milhões e bilhões de anos para construir. O argumento é primário:&lt;em&gt; “minas está no nome”&lt;/em&gt;,&lt;em&gt;“usamos carros, computadores, relógios e geladeiras – você queria o quê?”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Poucos se dão conta de que apenas um pequeno percentual do minério de ferro extraído de Minas Gerais é reprocessado pela indústria mineira e brasileira. Temos visto figuras de proa, como o ex-ministro Paulo Haddad, falar que a atividade mineral traz “desenvolvimento”. Sua empresa, Phorum, contratada pela Vale, está tentando convencer municípios da APA-Sul de Belo Horizonte a proceder à reformulação de seus Planos Diretores, que objetivam um desenvolvimento efetivamente sustentável e baseado no ecoturismo e na proteção de mananciais. O alvo é facilitar a entrada da mineração, pretendida por sua cliente, na segunda área em tamanho de Mata Atlântica e na maior área de campos rupestres ferruginosos ou campos rupestres sobre cangas de Minas Gerais – a Serra do Gandarela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De outro modo, ONGs como a Amda e até a Biodiversitas, renderam-se aos apelos de seus parceiros mineradores, que financiam boa parte de suas atividades e obtêm em troca um silêncio parcimonioso, quando o assunto é a destruição de territórios vitais para a recarga hídrica de uma região metropolitana e da biodiversidade singular e rara. Este é exatamente o caso da Serra do Gandarela, com projeto de criação de um Parque Nacional pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Venhamos e convenhamos, a mineração tem um preço, e este é a destruição de ambientes naturais importantes e, muitas vezes, únicos. Se isso se desse de forma equilibrada, seria algo discutível e admissível apesar dos sacrifícios implicados. Mas o que está em curso é algo totalmente distinto. Em estudo recente, o biólogo Flávio Fonseca do Carmo, mostra que dos campos rupestres sobre cangas do Quadrilátero Ferrífero, 40% do que existia em 1960, foi já exterminado, e outros 55% são objeto de projetos minerários, de atividades em curso ou já autorizadas. Não há outra palavra para denominar tal barbárie, que “ecocídio”, termo que remete à expressão genocídio, que denomina a tentativa de extinção de etnias, enquanto no nosso caso a eliminação de ambientes naturais ou sistemas ecológicos restritos a poucos lugares no mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O fato de que autoridades e número significativo dos conselheiros de meio ambiente e de recursos hídricos julguem esse processo normal, inevitável e até benfazejo e tomem decisões para concretizá-lo é algo a merecer a censura da sociedade e a criminalização por parte da Justiça.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Costumamos empregar a expressão “perdulário” para denominar aquelas pessoas que gastam em pouco tempo a fortuna ou as economias feitas por seus pais, avós etc. Quando se percebe então o que está para acontecer com o minério de ferro de Minas Gerais, o adjetivo se encaixa na cumbuca pseudo-desenvolvimentista de muitos de nossos governantes e de segmentos da sociedade que com eles compactua. A extinção das principais jazidas de minério de ferro da região central do estado é coisa de poucas décadas – 30 ou 40 anos. A petulância das gerações atuais e dos nossos mandatários inclui a adivinhação de que tal patrimônio não terá utilidade e valor maior no futuro e pode ser transferido às reservas estratégicas dos chineses e outros povos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No caso da Serra do Gandarela, situada entre municípios do período colonial de Minas, é inaceitável que o governo do Estado e sua Secretaria de Meio Ambiente, venham a patrocinar sua destruição. E no entanto é o que parece estar prestes a ocorrer. É sabido dos encontros do governador Antônio Augusto Anastasia e do seu preposto na secretaria de Meio Ambiente, senhor Adriano Magalhães Chaves, com a empresa Vale, que deseja colocar uma cunha na área mais preservada da região metropolitana de BH e no mais significativo complexo hídrico e de cachoeiras da região, cercada de cidades e vilarejos históricos – Barão de Cocais, Caeté, Morro Vermelho, Raposos, Rio Acima, Itabirito, Santa Bárbara e Ouro Preto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde 2010, o Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela tenta um espaço na agenda do senhor governador, e desde janeiro, quando foi empossado o senhor Adriano, demandamos o mesmo a ele. Seus gabinetes ignoram nossos pedidos de reunião. Entendemos que tal assunto e as decisões relacionadas ultrapassam a cadeira do Secretário, por isso pedimos palestra com o governador, que é quem manda. Justiça seja feita, também aguardamos ser recebidos pelo Presidente Rômulo Mello, do ICMBio, e pela Ministra Izabella Teixeira, e iremos demandar o mesmo ao Planalto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos discursos de posse que fez, na Assembleia Legislativa e na sacada do Palácio da Liberdade, o governador Anastasia afirmou que estará “vigilante ao pleno exercício dos princípios republicanos”, que guardará “as razões de estado sob a segurança da ética e a claridade da transparência”, que buscará “a equidade, a igualdade, e a justiça como pontos de chegada desta nova caminhada”, e que, “mais que nunca”, Minas Gerais será “o Estado que ouve e dialoga”. Anastasia disse também: “não se tergiversa, quando está em jogo o interesse público, coletivo”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Declarando-se seguidor da legalidade e dos princípios do direito administrativo, de que é professor, Anastasia promulgou lei em 12 de janeiro de 2011 flexibilizando o uso das áreas de proteção especial para mananciais de abastecimento público. Sua lei veio permitir que as mesmas sejam consideradas de “desenvolvimento sustentável”, expressão que curiosamente permite que mananciais sejam passíveis de projetos de mineração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mais grave, no entanto, seria, como autoridade que defende o zelo pelo patrimônio coletivo, liderar o licenciamento de tal absurdo para, a título de qualquer pretexto que seja, atender a interesses eleitoreiros dele ou de Aécio Neves em 2014. Afinal, é mais do que conhecida a ação pró-mineradora e contra-ambiental da gestão Aécio-Anastasia, nos últimos oito anos de governo. Imaginemos que tal política pudesse ser feita de boa fé até determinado ponto. Porém, considerado o conjunto da obra – corporações mineradoras arrasando o meio ambiente, impactando águas e paisagens, violando direitos humanos básicos e auferindo enormes lucros às custas do sacrifício de uma área singular do nosso território – essa hipótese não mais é admissível.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É sabido que Aécio ama o mar, e que Anastasia os livros. Isso não lhes dá direito de ferir aquilo que muitos mineiros temos como bem mais precioso, nosso lugar, nossas paisagens, nossas montanhas, nossas águas e cachoeiras, nosso caráter e espírito de justiça.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se assim o fizerem, entenderemos que o Palácio Tiradentes, dependurado em estrutura de concreto na nova cidade administrativa sede do governo de Minas, simboliza muito acima da liberdade a força.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto de Gustavo T. Gazzinelli (Movimento pelas Serras e Águas de Minas) para o site &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2011/03/31/serra-do-gandarela-as-razoes-de-minas-nos-cobram-mais-inconformismo-artigo-de-gustavo-t-gazzinelli/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Eco Debate&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-549563583833156502?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Se as autorizações fossem concedidas, impactariam uma área de aproximadamente 1.800 hectares na Serra do Gandarela. A região possui, segundo especialistas, grande importância biológica, cultural e ambiental. O local também é considerado, nos âmbitos estadual e federal, como área prioritária para a conservação da Mata Atlântica e da biodiversidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As autorizações causariam ainda impacto em áreas incluídas na proposta do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para a criação do Parque Nacional do Gandarela. A região possui espécies da flora raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;No ano passado, já havíamos recomendado a suspensão de todos os processos que pudessem autorizar intervenções na Serra do Gandarela, especificamente na área delimitada para criação do Parque Nacional. O então secretário de Estado de Meio Ambiente, José Carlos Carvalho, acatou a Recomendação, o que garantiu a integridade da área até a definição final da ICMBio quanto aos limites da Unidade de Conservação&amp;quot;, esclarece Carlos Eduardo Ferreira Pinto, coordenador das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente da Bacia dos Rios das Velhas e Paraopeba.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com o promotor de Justiça, se a Copa autorizasse a supressão da vegetação, numa área de 32 hectares, conforme solicitado, a medida seria irregular, pois a região, que está em processo de regeneração, é protegida pela Lei da Mata Atlântica. &amp;quot;A lei determina que a vegetação em estágios médio e avançado de regeneração só pode ser suprimida, para fins de atividades minerárias, se houver autorização em processo de licenciamento ambiental, mediante apresentação de EIA/Rima [estudo e relatório de impacto ambiental]&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda segundo Carlos Eduardo Ferreira Pinto, em Minas Gerais, esse licenciamento é feito pelas Unidades Regionais Colegiadas do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam). &amp;quot;Se a Copa concedesse a autorização para a intervenção ambiental, estaria usurpando a competência legal do Copam&amp;quot;, afirmou o promotor de Justiça. A Recomendação para a retirada da pauta das autorizações foi assinada pelos promotores de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto, Marcos Paulo de Souza Miranda e Paulo César Vicente de Lima.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério Público de Minas Gerais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-4944419047032353801?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/55PQ0ruPS8pC6cpbjwBf9-MBexQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/55PQ0ruPS8pC6cpbjwBf9-MBexQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/UyguXeZfX_M" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-29T05:56:40.691-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TZHW_fSYOcI/AAAAAAAAAY0/9u0fgnKwLls/s72-c/logo%20MPMG-crop_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/03/recomendacao-do-mpe-ao-ief-impede-novas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Debate defende criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/drMYNr-i-fM/debate-defende-criacao-do-parque.html</link><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Tue, 29 Mar 2011 05:51:22 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-2786419751841039665</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Atividade promovida pelo SINDÁGUA e pela Secretaria de Meio Ambiente da CUT/MG reuniu ambientalistas, especialistas e sindicalistas na sede do Sindicato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TZHVvaZUTgI/AAAAAAAAAYg/v-5ThXtUrdY/s1600-h/CUT%20MG%20Gandarela%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 5px 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="CUT MG Gandarela" border="0" alt="CUT MG Gandarela" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TZHVxtOz-1I/AAAAAAAAAYk/Lq5dsmvCz80/CUT%20MG%20Gandarela_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" width="250" height="250" /&gt;&lt;/a&gt;Em defesa da criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela e em comemoração do Dia Mundial da Água, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Águas e Serviços de Minas Gerais (SINDAGUA-MG) e a Secretaria de Meio Ambiente da CUT/MG realizaram na quinta-feira (24) o debate “&lt;strong&gt;O Futuro das Águas na Região Metropolitana de Belo Horizonte&lt;/strong&gt;”, no auditório da sede do Sindicato, no Bairro Santo Antônio, na Região Centro-Sul da capital mineira. Participaram das discussões representantes do Movimento pelas Serras e Águas de Minas Gerais, a União Estadual dos Estudantes (UEE), do Projeto Manuelzão e dirigentes de entidades sindicais e ambientalistas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A mineradora Vale, que tenta construir na região da Serra do Gandarela a maior barragem de rejeitos do mundo, já instalou audiência pública com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente em Belo Horizonte, Nova Lima, Raposos, Rio Acima, Caeté e Santa Bárbara. A CUT participou de todas as audiências. Por enquanto, a mobilização do Movimento de Preservação do Gandarela e da Central, por intermédio da Secretaria de Meio Ambiente, tem mantido em suspenso o empreendimento da mineradora. O jornalista Gustavo Tostes Gazzinelli, do Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela, fez uma exposição sobre a história do abastecimento de água e saneamento em Minas Gerais e mostrou a importância da preservação da reserva ecológica da RMBH.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente do SINDÁGUA e secretário de Meio Ambiente da CUT/MG, José Maria dos Santos, que coordenou a mesa, lembrou do compromisso da Central em levar o debate sobre a preservação da natureza a sua base. “Nosso desejo é ampliar o debate, levando a discussão a toda classe trabalhadora. É uma forma de alargar a nossa plataforma e dialogar com a sociedade. Contamos com o apoio da Diretoria Executiva da Central para que a preservação da natureza e, principalmente, a preservação das águas, seja uma luta vitoriosa em Minas Gerais, um Estado cuja economia se baseia na exportação de minério, um setor que degrada o meio ambiente, com a poluição das nascentes. Por isso a luta pela preservação do santuário ecológico da Serra do Gandarela é essencial e o centro deste nosso debate.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para Carlos Magno de Freitas, secretário-geral da CUT/MG, associar o mundo do trabalho à causa ambientalista é um grande desafio da Central. “O meio ambiente tem ficado num plano secundário para os trabalhadores, num cenário de luta, de uma agenda pela redução da jornada de trabalho, pelo fim do fator previdenciário, que tem um plano emergencial. Mas, é sempre bom pensar nos efeitos causados pelo desrespeito à natureza, por causa de da ganância e a busca do lucro a qualquer custo. Temos o exemplo da tragédia do Rio de Janeiro. É sempre bom dar um primeiro passo para trazer o debate para o mundo do trabalho. Quero cumprimentar o companheiro José Maria pela iniciativa e parabenizar as mulheres presentes pelo seu mês.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sandro Albuquerque, do Projeto Manuelzão, do Instituto SOS Rio das Velhas e do Movimento de Preservação do Gandarela, defendeu a criação de um Fundo Social do Minério, a exemplo do Fundo Social do Pré-sal. “O fundo financiaria e tornaria de fato a UEMG uma universidade estadual, garantiria investimentos para as escolas técnicas agrícolas e para políticas de saúde também. A mineração, que é a principal atividade econômica de Minas Gerais, precisa fornecer maior contrapartida para a população. Mas, em primeiro lugar, temos que defender a Serra do Gandarela. Calcula-se que no Gandarela existam tem 2 bilhões de metros cúbicos de água. Volume que daria para abastecer por 20 anos a RMBH. Por isso a criação de um Parque Nacional é imprescindível para proteger uma área estratégica e essencial à sobrevivência da população. É a primeira vez que a população está propondo outra forma de desenvolvimento. O parque é turismo e não extrativismo, que vem sendo praticado desde o Brasil Colônia.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Benedito Pereira Rocha, do Movimento contra da Barragem de Rejeitos de Raposos e do Movimento pela Preservação do Gandarela, também parabenizou o SINDÁGUA e a CUT pela iniciativa. “Estou no saneamento há 36 anos e vi muitas nascentes acabarem. Sou de Raposos e sou traumatizado com mineração. Por causa da atividade e da falta de consciência e política ambientais, comíamos peixe contaminado com arsênico e cianeto. A Vale quer construir uma barragem de rejeitos com 128 metros de altura, levar para a Gandarela 141 bilhões de litros de lama, a maior quantidade do mundo. A expectativa é da degradação durar 17 anos, com todos os impactos sociais, como gravidez precoce, prostituição infantil, aumento da criminalidade. Não podemos deixar que isso aconteça.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no site da &lt;a href="http://www.cutmg.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=2339&amp;amp;Itemid=72" target="_blank"&gt;CUT/MG&lt;/a&gt; dia 28 de março de 2011. Escrito por Rogério Hilário. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-2786419751841039665?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Nunca admirei lugar mais grandiosamente pitoresco... O cruzeiro fulgurava em nossa frente e à esquerda Vênus faiscava quase sobre a montanha. Não posso descrever tanta beleza!&amp;quot;&lt;/p&gt;    &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Dom Pedro II.&lt;/em&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWaYB7FdOI/AAAAAAAAAXE/PpG0DeGqwyA/s1600-h/DSC00832%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="DSC00832" border="0" alt="DSC00832" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWaavRQe9I/AAAAAAAAAXI/3ANzR4lW3Ck/DSC00832_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="185" height="185" /&gt;&lt;/a&gt;Não é de hoje que noticiamos inúmeras tentativas de agressões ao patrimônio natural da Serra do Caraça e de seu entorno, principalmente por atividades mineradoras ambiciosas e predatórias. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Leia também: &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/secretario-de-meio-ambiente-suspende.html"&gt;&lt;strong&gt;Secretário de Meio Ambiente suspende autorização para mineração na Serra do Caraça&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/codema-pode-permitir-extracao-na-serra.html"&gt;&lt;strong&gt;Codema pode permitir extração na Serra do Caraça&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/09/mineradoras-msol-e-micon-tambem-estao.html"&gt;&lt;strong&gt;Mineradoras MSol e Micon também estão sob investigação do Ministério Público&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Várias dessas empreitadas contra o meio ambiente contam com a aquiescência ou omissão de diversos agentes públicos, curiosamente os mesmos que deveriam zelar pela integridade e preservação dessa importante região. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Preocupados com o futuro desse excepcional patrimônio cultural e ambiental de Minas Gerais, o Santuário do Caraça está coletando assinaturas em um &lt;a href="http://www.santuariodocaraca.com.br/cultura/abaixo_assinado_em_defesa_da_serra_do_caraca.php" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;abaixo-assinado &lt;em&gt;on line&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O principal objetivo do movimento é requerer das autoridades competentes, a adoção urgente de medidas cabíveis para a delimitação de toda a extensão da Serra do Caraça e de seu entorno, já declarada Monumento Natural e tombada pela Constituição do Estado de Minas Gerais (Art. 84 do ADCT), a fim de que seja efetivamente protegidas e preservadas todas as riquezas naturais (fauna, flora, recursos hídricos, paisagens notáveis etc.) e culturais (bens históricos, arqueológicos, espeleológicos, paleontológicos, tradições etc.) de um dos mais importantes patrimônios do povo mineiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Cidadãos ou entidades que quiserem ajudar, também &lt;a href="http://dl.dropbox.com/u/662747/ONG%20Gasb/Boletim%20Informativo/abaixo_assinado_impresso.pdf" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;podem imprimir o abaixo-assinado&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, coletar assinaturas e remeter os documentos para o seguinte endereço: Santuário do Caraça, Caixa Postal Nº 12, Santa Bárbara. Cep: 35.960-000. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;A Serra do Caraça agradece o seu apoio!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;   &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWapbsu8sI/AAAAAAAAAXM/7hUbsfKhTlo/s1600-h/DSC00902%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC00902" border="0" alt="DSC00902" src="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWasJSejxI/AAAAAAAAAXQ/cIERXe5uCec/DSC00902_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="179" height="134" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWjHfuZyJI/AAAAAAAAAXY/QGpm6mRzbF8/s1600-h/DSC01031%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC01031" border="0" alt="DSC01031" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWjJu7nXrI/AAAAAAAAAXc/HWn6VWVWXyc/DSC01031_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="179" height="134" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWt3GuYa6I/AAAAAAAAAXk/rgc1b1jjmgE/s1600-h/DSC00887%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="DSC00887" border="0" alt="DSC00887" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TTWt5efkIrI/AAAAAAAAAXo/UIsgFC9UsH8/DSC00887_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="179" height="134" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-8698419913233596004?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Nunca admirei lugar mais grandiosamente pitoresco... O cruzeiro fulgurava em nossa frente e à esquerda Vênus faiscava quase sobre a montanha. Não posso descrever tanta beleza!&amp;quot; Dom Pedro II. Não é de hoje que noticiamos inúmeras tentativas de agressões ao patrimônio natural da Serra do Caraça e de seu entorno, principalmente por atividades mineradoras ambiciosas e predatórias. Leia também: Secretário de Meio Ambiente suspende autorização para mineração na Serra do Caraça Codema pode permitir extração na Serra do Caraça Mineradoras MSol e Micon também estão sob investigação do Ministério Público Várias dessas empreitadas contra o meio ambiente contam com a aquiescência ou omissão de diversos agentes públicos, curiosamente os mesmos que deveriam zelar pela integridade e preservação dessa importante região. Preocupados com o futuro desse excepcional patrimônio cultural e ambiental de Minas Gerais, o Santuário do Caraça está coletando assinaturas em um abaixo-assinado on line. O principal objetivo do movimento é requerer das autoridades competentes, a adoção urgente de medidas cabíveis para a delimitação de toda a extensão da Serra do Caraça e de seu entorno, já declarada Monumento Natural e tombada pela Constituição do Estado de Minas Gerais (Art. 84 do ADCT), a fim de que seja efetivamente protegidas e preservadas todas as riquezas naturais (fauna, flora, recursos hídricos, paisagens notáveis etc.) e culturais (bens históricos, arqueológicos, espeleológicos, paleontológicos, tradições etc.) de um dos mais importantes patrimônios do povo mineiro. Cidadãos ou entidades que quiserem ajudar, também podem imprimir o abaixo-assinado, coletar assinaturas e remeter os documentos para o seguinte endereço: Santuário do Caraça, Caixa Postal Nº 12, Santa Bárbara. Cep: 35.960-000. A Serra do Caraça agradece o seu apoio! &amp;#160;&amp;#160; </itunes:summary><itunes:keywords>Patrimônio Histórico e Cultural, GASB informa, Serra do Caraça, Meio Ambiente</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2011/01/serra-do-caraca-precisa-de-seu-apoio.html</feedburner:origLink></item><item><title>Preservar e prosperar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/_Kk_5QScBrg/preservar-e-prosperar.html</link><category>GASB informa</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Wed, 03 Nov 2010 16:18:59 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-9031399863897402920</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TNHtfVpazjI/AAAAAAAAAW0/xLuNGX_QlsY/s1600-h/Petr%C3%B4nio%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Petrônio" border="0" alt="Petrônio" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TNHt3K0gKyI/AAAAAAAAAW4/DJX5Z-XQi_0/Petr%C3%B4nio_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="185" height="185" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enquanto o mundo todo se volta para a preservação da água e começa a discutir o futuro do planeta dentro de uma visão sustentável da existência humana na terra, o Brasil e Minas Gerais parecem ignorar essa tendência, acreditando ser possível a vida sem água. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Chega a ser constrangedor analisar o fato de que estamos trocando a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela - com suas mil nascentes identificadas, que abastecem cerca de 45% da Região Metropolitana de Belo Horizonte e de 60% da capital – pela implantação do Projeto Apolo, que pretende minerar na área delimitada pelo parque.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hoje, a Serra do Gandarela é responsável diretamente pela vida de aproximadamente 2 milhões de pessoas, que recebem água tratada em casa, além de ter direito ao saneamento básico. Ainda assim, querem tirar do povo mineiro mais esse direito. Há uma inversão de valores histórico e cultural nesta questão, pois o quadrilátero não é ferrífero, mas sim, aqüífero, pois o bem mais preciso para nós não é o minério, mas a água, e onde tem minério, tem água.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma tonelada de minério de ferro vale hoje R$ 250 no mercado internacional, enquanto que um litro de água mineral vale R$ 1,5 no mercado interno. Mil litros de água mineral valem então R$ 1.500,00, ou seja, 6 vezes mais que uma tonelada de minério, isso sem levar em consideração que a água é um bem natural renovável, ou seja, uma fonte que não seca. No entanto, querem, da forma mais tosca possível, matar a ‘galinha dos ovos de ouro’, para não ter direito ao tesouro que ela traz dentro de si. Isso se limitarmos ao questionamento de valores, sem, contudo, avaliarmos a vida presente e futura, que tem valor incalculável.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A criação do Parque Nacional do Gandarela, que abrange uma área em 8 municípios, bem no coração de Minas Gerais, o torna um bem de todos os brasileiros, de todo aquele que quer conhecer as suas belezas, andar por suas trilhas, estudar as suas espécies, pesquisar a sua fauna e flora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Assegura que daqui a centenas de anos, aquele pedaço privilegiado de terra estará preservado, com suas nascentes intactas, seus pássaros voando livremente pelo céu do Brasil, seus lobos-guarás procriando e a vida se multiplicando na terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A implantação do Projeto Apolo, com a atividade minerária, privatiza a área que deveria ser de todos, levantando cercas, desmatando árvores, destruindo tudo que está a sua volta. Onde rolava uma cachoeira, passará a escorre uma água negra, e no rio de águas cristalinas em que havia peixes, terá apenas esgoto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A criação do Parque Nacional do Gandarela possibilitará o turismo, que é a indústria limpa, com investimentos pequenos e uma vastíssima e integradora cadeia produtiva, fazendo a riqueza de muitos. A implantação do Projeto Apolo destruirá e poluirá o meio ambiente, trará problemas sociais para as populações que estão ao seu entorno, com aumento da criminalidade, do tráfico de drogas, e uma profunda mudança no comportamento e na vida das pequenas e modestas localidades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Fará apenas a riqueza de poucos, de muito poucos. Não podemos trocar a flora única existente na Serra do Gandarela, com sua fauna, seus rios, vales e cachoeiras, por um buraco que será deixado pela mineração.   &lt;br /&gt;A escolha entre a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela e da implantação do Projeto Apolo é emblemática para nós mineiros neste momento. É o sinal claro de qual modelo e valores de vida que adotaremos em tempos de mudanças de conceitos e atitudes mundo afora. Apontará qual a visão de mundo e sociedade que vamos ter daqui pra frente. Será que vamos optar por ganhar menos agora ou ganhar mais sempre, continuamente!&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Texto e foto do jornalista e escritor &lt;/em&gt;&lt;a href="http://colidernews.net/home/index.php?pg=noticia&amp;amp;id=4247" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Petrônio Souza Gonçalves&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-9031399863897402920?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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A empresa prevê investir R$ 4 bilhões na implantação de nova mina a partir do ano que vem, para início de produção em 2014.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A pedra no caminho da Vale é a proposta de criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela. O projeto de criação do parque acaba de ser finalizado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) - órgão do Governo federal -, e agora passará pelo crivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e da Casa Civil, antes de ir para decreto presidencial.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se for criado, o Parque Nacional da Serra do Gandarela abrangerá também Nova Lima, Barão de Cocais, Itabirito e Ouro Preto, em uma área total de 38.210 hectares. Dentro destes limites, o levantamento aponta para a incompatibilidade entre a área de proteção e a atividade mineradora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O documento do ICMBio afirma que na região que pode ser transformada em parque existem significativas reservas de minério de ferro. “Outro ponto importante é a existência na área de uma quantidade expressiva e em bom estado de conservação do geossistema Canga/Itabirito, uma das formações mais ameaçadas do Brasil por sua inevitável coincidência com áreas de interesse minerário”, diz o estudo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O levantamento ainda acrescenta que &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“trata-se da escolha entre a produção de uma riqueza que, ainda que significativa, tem esgotamento previsto para daqui a alguns anos, deixando um rastro de danos irreversíveis nas imensuráveis riquezas naturais, científicas e históricas do Gandarela e a manutenção do tesouro para as presentes e futuras gerações, com seu aproveitamento em atividades que também geram riqueza para os municípios e suas populações, sem, no entanto, jamais esgotar sua fonte”.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dos coordenadores do estudo que propõe a criação do parque, Bernardo Ferreira Alves de Brito, que também é diretor-geral do escritório regional do ICMBio em Lagoa Santa, afirma que o documento é uma percepção do Governo federal sobre o que deve ser feito na Serra do Gandarela. Ele explicou que, hoje, a região está situada dentro de uma Área de Proteção Ambiental (APA), onde as atividades econômicas podem ser liberadas mediante o devido licenciamento ambiental.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Caso a área seja transformada em parque, o turismo será a única atividade econômica permitida, e com várias restrições.Questionado sobre o projeto Apolo, Alves de Brito disse que o ICMBio não fechou as portas para a mineração e está aberto a negociações. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“Estamos no início da discussão de um documento que acabou de ser finalizado. Podemos conversar e receber propostas das mineradoras, mas dentro do parque a mineração fica inviável”, disse.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A justificativa apresentada para a criação do parque está em sua biodiversidade e, especialmente, na riqueza da Serra do Gandarela no que diz respeito aos recursos hídricos. O documento afirma que “ a região do Gandarela situa-se nas cabeceiras de importantes tributários de dois dos maiores rios nacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lá nascem grande parte das águas que formam o Rio das Velhas a oeste, que drena para o São Francisco, e o Conceição a leste, que corre para o Rio Doce. Levantamento feito por sensoreamento remoto indicou a existência de mais de mil nascentes dentro do polígono proposto para a criação do parque”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No município de Caeté, por exemplo, 85% das águas têm origem na área onde se pretende criar o parque. Os mananciais ainda asseguram o abastecimento de cerca de 45% da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e de 60% da capital.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Município calcula ganhos&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O início das operações do projeto Apolo está previsto para 2014, e a produção é estimada em 24 milhões de toneladas anuais de minério de ferro. Integram o projeto, além da cava, a instalação de uma usina de beneficiamento, oficinas, pilhas de estéril, pátio de produtos e outros. Será ainda construído um novo ramal ferroviário, com cerca de 20 quilômetros de extensão, para transportar o insumo siderúrgico. Apolo é parte de um pacote de investimentos da Vale que totaliza R$ 9,5 bilhões em Minas Gerais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O secretário de gestão e planejamento de Caeté, Elmer Starling Pessim, diz que a Prefeitura, desde o início do projeto, colocou na balança os fatores positivos e negativos do projeto. A avaliação do governo municipal é de que a implantação do complexo minerário no município será favorável. “Os impactos positivos são infinitamente maiores que os negativos”, disse. De acordo com ele, o orçamento anual do Executivo poderá saltar dos atuais R$ 40 milhões para até R$ 200 milhões.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A integrante do Movimento para Preservação da Serra do Gandarela, Maria Teresa Viana de Freitas Corujo, critica a forma como a mineração tem avançado no país e defende a criação do parque. “Na mineração, não há sequer preocupação com reservas estratégicas. As empresas privadas exploram, exportam e não fica nada. É importante salientar a importância econômica da biodiversidade, cada vez mais escassa no mundo”, afirmou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Vale emite nota&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Vale se manifestou sobre o projeto Apolo por meio de nota: &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“Sobre a implantação do Projeto Apolo, a Vale esclarece que o empreendimento está em fase de licenciamento, seguindo rigorosamente os trâmites legais. O projeto abrange os municípios de Caeté, Santa Bárbara, Raposos e Rio Acima. O Estudo de Impacto Ambiental já foi protocolado na Supram.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Cumprindo o processo de licenciamento, a previsão é iniciar a implantação em 2011 e começar as operações em 2014. Na fase de obras devem ser gerados cerca de 2 mil empregos e na operação aproximadamente 1 mil postos de trabalho. Seis Audiências Públicas para discutir o projeto com as comunidades já foram realizadas nos municípios de Caeté, Raposos, Nova Lima, Rio Acima, Santa Bárbara e Belo Horizonte.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;A Vale tem uma larga experiência na implantação de projetos de mineração e sempre esteve totalmente aberta tanto ao debate público, quanto com autoridades, entidades e instituições representativas da sociedade. A exemplo de todos os projetos anteriores, a Vale estuda a implantação de Unidades de Conservação na região de abrangência.”&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Preço impulsiona projetos&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O boom de investimentos no segmento de mineração está vinculado à forte valorização do minério de ferro no mercado internacional e ao quase insaciável apetite chinês pelo insumo siderúrgico. Praticamente todos os grandes players do setor estão com planos de expansão em andamento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Minas Gerais responde por 35% da produção minerária do país e por 70% da produção de minério de ferro. A mineração representa 4,85% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. A febre do minério de ferro é causada principalmente pela rápida recuperação dos preços no mercado após forte queda em virtude da crise financeira. No ano passado, em março, a tonelada do insumo chegou a US$ 57. Iniciou janeiro deste ano já em US$ 123 e, segundo estimativa do banco HSBC, vai encerrar o ano em US$ 133.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de setembro de 2008, quando os efeitos da crise começaram a ser mais severos, o preço do minério caiu, e as mineradoras congelaram projetos de investimento. Quando houve a retomada da economia, a curva da produção minerária estava muito próxima da curva da demanda, o que tornou a commodity escassa e turbinou seu preço.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A iniciativa da Vale na Serra do Gandarela se enquadra neste cenário. A mineradora já impulsionou sua produção, mas ainda existe mercado comprador. A produção de minério de ferro totalizou 82,6 milhões de toneladas no terceiro trimestre de 2010, alta de 8,9% em relação ao segundo trimestre de 2010.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no caderno Economia e Negócios do &lt;a href="http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/economia-e-negocios/gandarela-mina-ou-parque-nacional-1.193661" target="_blank"&gt;Jornal Hoje em Dia&lt;/a&gt;, de 28 de outubro de 2010. Repórter: Bruno Porto. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-1774327506508126072?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Segundo o documento técnico, a área de conservação ambiental da Serra do Gandarela abrangerá aproximadamente 38.000 ha (trinta e oito mil hectares) nos municípios de Barão de Cocais, Caeté, Itabirito, Nova Lima, Ouro Preto, Raposos, Rio Acima e Santa Bárbara, todos no estado de Minas Gerais. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para o ICMBio “é&lt;em&gt; importante ressaltar que, além dos importantíssimos atributos biológicos, paisagísticos, hidrológicos, históricos e paleontológicos encontrados na área proposta para o Parque, &lt;strong&gt;há um imenso potencial turístico&lt;/strong&gt;, tornado ainda maior pela proximidade de Belo Horizonte e de Outro Preto e região, que já detém ampla e diversificada infra-estrutura turística, e que tenderá a proporcionar desenvolvimento para todos os municípios diretamente envolvidos na proposta”.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para finalizar este artigo, torna-se importante reproduzir o alerta da presidente da ONG MACACA, Maria Tereza Viana de Freitas Corujo, publicado &lt;a href="http://aguasdogandarela.org/xn/detail/5309623:Note:4586?xg_source=activity" target="_blank"&gt;no site do Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela&lt;/a&gt;: &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“Alertamos a todos que, lamentavelmente, as prefeituras de Caeté e Santa Bárbara e vereadores desses municípios, ao tomarem conhecimento da possibilidade cada vez mais concreta da criação do Parque Nacional Águas da Serra do Gandarela, iniciaram uma campanha de apoio à Mina Apolo, da Vale, e contrários à criação do Parque. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Inverdades estão sendo usadas para colocar as comunidades contra a unidade de conservação&lt;/strong&gt;, como dizer que um parque nacional fica intocável e por isso não gerará nenhum benefício e que certas comunidades como Socorro, Cruz dos Peixotos e André do Mato Dentro estão inseridas na área proposta e serão todos desapropriados.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em comunicado oficial, o Movimento pelas Serras e Águas de Minas se diz certo que o Governo do Estado de Minas Gerais apoiará a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Downloads: &lt;a href="http://www.justicanostrilhos.org/sites/default/files/ofcirc03-10-2.JPG" target="_blank"&gt;Ofício de Encaminhamento&lt;/a&gt; – &lt;a href="http://www.sendspace.com/file/7k5mgm" target="_blank"&gt;Documento Técnico ICMBio&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-7496770351555584458?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/ygpURM7C15c" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-26T06:32:03.191-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TMXf-AqtT7I/AAAAAAAAAWo/WerSevUk8D0/s72-c/Logo%20ICMBio_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2010/10/instituto-chico-mendes-icmbio-finaliza.html</feedburner:origLink></item><item><title>Os dois lados da moeda: quem é contra e quem é a favor da Serra do Gandarela</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/uwAKcYSsbc4/os-dois-lados-da-moeda-quem-e-contra-e.html</link><category>GASB informa</category><category>Notícias Regionais</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Thu, 21 Oct 2010 07:57:46 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-2864997315552298789</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TMBU3ls6IPI/AAAAAAAAAWc/udN1D_2htLc/s1600-h/Eles%20lutam%20pela%20cria%C3%A7%C3%A3o%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Eles lutam pela criação" border="0" alt="Eles lutam pela criação" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TMBU5uPNMoI/AAAAAAAAAWg/xCSAhVUBEgk/Eles%20lutam%20pela%20cria%C3%A7%C3%A3o_thumb.jpg?imgmax=800" width="189" height="189" /&gt;&lt;/a&gt;Reproduzimos abaixo a íntegra da &lt;a href="http://macacaete.blogspot.com/2010/10/carta-para-o-presente-e-para-o-futuro.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Carta para o presente e futuro&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, publicada dia 14 de outubro de 2010 no jornal “Opinião” de Caeté/MG e reproduzida no site da &lt;a href="http://macacaete.blogspot.com" target="_blank"&gt;ONG MACACA&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;Comunidade de Caeté,&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Tomamos conhecimento das &lt;a href="http://vcnanet.com.br/site/especial-projeto-apolo/carta-do-internauta-beneficio-de-muitos-interesse-de-poucos.html" target="_blank"&gt;matérias de apoio à Mina Apolo, da Vale, e contrárias ao Parque Nacional da Serra do Gandarela,&lt;/a&gt; como se a criação deste fosse uma novidade. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Em todas as audiências públicas que trataram do Projeto Apolo, desde janeiro, a informação foi transmitida e vem sendo divulgada na mídia. Já são mais de 12.000 assinaturas e o assunto se propaga para outros Estados. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Parece, no entanto, que algumas pessoas não se dão conta de que, dada a importância da serra e do aqüífero Gandarela, a criação da unidade de conservação visa proteger um patrimônio de importância para muito além do municipal ou microrregional – e que representará em pouco tempo o principal insumo para o desenvolvimento deste e de municípios vizinhos, numa perspectiva muito mais duradoura. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;A água acumulada no aqüífero do Gandarela deverá ser fonte de renda muito maior do que a atividade da extração de ferro, que extermina a condição ambiental e natural da região, e sua capacidade de fornecimento de água naturalmente. A serra do Gandarela, como Parque Nacional, pode prestar serviços ambientais à imensa população consumidora (que na região metropolitana já são cinco milhões de habitantes) – acima de tudo de água de qualidade. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Tais pessoas, os antagonistas do parque, são na realidade defensores de um desenvolvimento míope, ao se contraporem à implantação do Parque Nacional – mais prestigiada modalidade de unidade de conservação no País – em uma das áreas ecologicamente mais significativas de Minas Gerais e do Brasil, justamente no Ano Internacional da Biodiversidade. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Será que desejam ver novamente seu município refém de uma grande empresa que, no dia em que decidir ir embora, deixará buracos, degradação irreversível dos mananciais, caos social e a memória de um passado e condição recente que a geração atual decidiu subtrair ao futuro?&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Está na hora de se ter compromisso com Caeté e com outros municípios desta região. Vamos deixar pôr tudo a perder pela voracidade da mineração e pela irresponsabilidade, incompetência e falta de compromisso dos que não sabem colocar Caeté onde Caeté merece estar?!! &lt;/p&gt;    &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;MACACA e Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-2864997315552298789?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N2WQnq73ucb-U0V_-BtFtlaQ3TA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N2WQnq73ucb-U0V_-BtFtlaQ3TA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N2WQnq73ucb-U0V_-BtFtlaQ3TA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N2WQnq73ucb-U0V_-BtFtlaQ3TA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/uwAKcYSsbc4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-21T07:57:46.337-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh4.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TMBU5uPNMoI/AAAAAAAAAWg/xCSAhVUBEgk/s72-c/Eles%20lutam%20pela%20cria%C3%A7%C3%A3o_thumb.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2010/10/os-dois-lados-da-moeda-quem-e-contra-e.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mineradoras MSol e Micon também estão sob investigação do Ministério Público</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/8BWkWUVUooQ/mineradoras-msol-e-micon-tambem-estao.html</link><category>GASB informa</category><category>MSol</category><category>Serra do Caraça</category><category>Notícias Regionais</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Fri, 03 Sep 2010 09:44:56 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-7084493308893654609</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Promotor abriu inquérito contra Msol e Micon, que exploram ouro em Santa Bárbara, na Região Central de Minas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TIEl9vVKSjI/AAAAAAAAAWU/vYdn8H3iJ0M/s1600-h/logo%20Msol%201%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="logo Msol 1" border="0" alt="logo Msol 1" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TIEl_nHW2tI/AAAAAAAAAWY/KwplZ2gFlyk/logo%20Msol%201_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="185" height="185" /&gt;&lt;/a&gt; Mais duas mineradoras estão no alvo do Ministério Público Estadual (MPE), que vai investigar o processo de concessão das licenças ambientais dos seus empreendimentos. A &lt;u&gt;Mineração Serras do Oeste (Msol)&lt;/u&gt;, subsidiária integral da canadense Jaguar Mining Inc, listada nas bolsas de valores de Toronto e Nova Iorque, explora ouro em Santa Bárbara, na Região Central de Minas Gerais, a partir de um modelo simplificado de licenciamento que levantou suspeitas do órgão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já a &lt;u&gt;Mineração Congonhas (Micon)&lt;/u&gt; teria dividido o processo de requisição de licenças como forma de não revelar o potencial de impacto ao meio ambiente que suas operações teriam em Catas Altas, na mesma região.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A modalidade simplificada de licenciamento é a Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF), modelo que só existe no Estado e exige contrapartidas ambientais de menor custo. A AngloGold Ashanti Mineração já se encontrava na mira do MPE, porque estaria “burlando a legislação”, utilizando-se indevidamente dessa concessão, conforme noticiamos ontem. Outras empresas menores também estão sendo investigadas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Leia também: &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/09/mpe-questiona-licenca-ambiental-da.html"&gt;MPE questiona licença ambiental da AngloGold&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No caso da Msol, o órgão instaurou inquérito civil e trabalha com duas linhas de investigação. Serão apurados os impactos causados a partir da operação da companhia no local. A mineradora, em um segundo momento, pediu a anulação da AAF em decorrência do deferimento da Licença de Operação (LO) pelo órgão ambiental competente. O objetivo seria substituir a AAF pela LO e, dessa forma, estar amparada pela legislação para elevar a produção na unidade. Todo esse procedimento também será apreciado pelo Ministério Público.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com o promotor Domingos Ventura de Miranda Júnior, da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Santa Bárbara, responsável pelo caso, o alvará de lavra expedido pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), que culminou na aprovação da LO, se refere a uma extensão que não é a mesma da AFF. “Se for confirmado que a área é diferente, a LO não substitui a AAF”, afirma.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outro inquérito civil foi aberto para investigar as operação da Micon. No local, a extração de minério de ferro ocorria mediante duas AAFs, uma para a exploração minerária e outra para a construção de uma estrada, por onde seria escoada a produção. Para o promotor Miranda Júnior, somente esse procedimento já caracterizaria irregularidade, uma vez que o licenciamento não pode ser fracionado. E tanto a mina quanto a estrada devem passar pelo mesmo licenciamento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além disso, &lt;strong&gt;a avaliação do MPE é que empreendimentos minerários não podem ser licenciados por AAF&lt;/strong&gt;. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) informou, nesta semana, que enviará ao Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) solicitação para exclusão da possibilidade dessa concessão para mineração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Leia também: &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/estado-vai-rever-autorizacao-ambiental.html"&gt;Estado vai rever autorização ambiental para mineradoras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Representantes das mineradoras reagem &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para o diretor de Assuntos Ambientais do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo Mancin, a decisão de acabar com a AAF onera o pequeno minerador, que deverá passar a desembolsar com o licenciamento clássico, pelo menos, R$ 300 mil em estudos de impacto ambiental.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente do Centro de Estudos Avançados em Mineração (Ceamin), José Mendo Mizael de Souza, ponderou que a AAF faz justiça, ao tratar de forma diferenciada empreendimentos de porte diferente. Quanto ao fato de grandes empresas utilizarem autorização, ele reforça o argumento do Ibram de que uma fiscalização mais rígida inibiria e penalizaria quem utilizasse esse recurso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no caderno Economia e Negócios do &lt;a href="http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/economia-e-negocios/mpe-questiona-licenca-ambiental-da-anglogold-1.166268" target="_blank"&gt;Jornal Hoje em Dia&lt;/a&gt;, de 03 de setembro de 2010. Repórter: Bruno Porto. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-7084493308893654609?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oazA5Y_e8iwZHovShZ1rI8T8EoY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oazA5Y_e8iwZHovShZ1rI8T8EoY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oazA5Y_e8iwZHovShZ1rI8T8EoY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oazA5Y_e8iwZHovShZ1rI8T8EoY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=8BWkWUVUooQ:FXS3Z2ZwaqY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=8BWkWUVUooQ:FXS3Z2ZwaqY:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=8BWkWUVUooQ:FXS3Z2ZwaqY:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=8BWkWUVUooQ:FXS3Z2ZwaqY:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=8BWkWUVUooQ:FXS3Z2ZwaqY:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=8BWkWUVUooQ:FXS3Z2ZwaqY:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/8BWkWUVUooQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-03T09:44:56.553-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TIEl_nHW2tI/AAAAAAAAAWY/KwplZ2gFlyk/s72-c/logo%20Msol%201_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2010/09/mineradoras-msol-e-micon-tambem-estao.html</feedburner:origLink></item><item><title>MPE questiona licença ambiental da AngloGold</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/ViXSJVy5FYA/mpe-questiona-licenca-ambiental-da.html</link><category>GASB informa</category><category>AngloGold Ashanti</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Wed, 01 Sep 2010 07:37:35 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-1339294177555921956</guid><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ministério Público vê tentativa de burla da legislação em mina de ouro em Santa Bárbara&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TH5kpMfkU4I/AAAAAAAAAV8/0e-E4G_lvEQ/s1600-h/AnglogoldLogomarca%5B6%5D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="AnglogoldLogomarca" border="0" alt="AnglogoldLogomarca" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TH5k9KTQH0I/AAAAAAAAAWA/VVk0LsMBn0Q/AnglogoldLogomarca_thumb%5B8%5D.gif?imgmax=800" width="200" height="200" /&gt;&lt;/a&gt; O Ministério Público Estadual (MPE) classificou como “manobra para burlar a legislação” o expediente utilizado pela AngloGold Ashanti Mineração para conseguir as licenças ambientais do &lt;u&gt;projeto Córrego do Sítio&lt;/u&gt;, em Santa Bárbara, a 120 quilômetros de Belo Horizonte.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A exploração de ouro no local foi viabilizada &lt;u&gt;por meio de um processo simplificado de licenciamento&lt;/u&gt; chamado Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF), que é concedido para empreendimentos considerados como de impacto não significativo. Ao operar mediante AAF, a empresa está liberada do pagamento da compensação ambiental, de 0,5% do valor do empreendimento, e dispensada de realizar estudos prévios de impacto ambiental e de promover audiências públicas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta modalidade de licença limita a extração em até 300 mil toneladas de minério ao ano, volume que não pode ser ultrapassado porque elevaria os impactos ambientais e exigiria o processo clássico de requisição de licenças . No caso da AngloGold, a empresa opera, segundo o MPE, com quatro AAF’s para a mesma área, o que possibilita a extração de 1,2 milhão de toneladas de minério anualmente. Para o MPE, &lt;strong&gt;a empresa fracionou o empreendimento no momento de solicitar as licenças como forma de “mascarar” o real impacto ambiental das operações.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O cálculo dos 0,5% do valor do empreendimento também incide sobre investimentos em expansão das operações. A AngloGold investiu no projeto R$ 70 milhões para aquisição de uma das minas e US$ 330 milhões para executar o projeto de ampliação da produção. A empresa não informou o valor investido desde o início das operações.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O promotor Domingos Ventura de Miranda Júnior, da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Santa Bárbara, que investiga o caso, vai solicitar uma perícia técnica no empreendimento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os dados da perícia serão utilizados pela promotoria para negociar junto à empresa um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), onde será estipulado que a empresa pague a compensação ambiental relativa a todos os investimentos realizados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em nota, a Anglo afirmou que “o Ministério Público vem verificando todas as AAFs concedidas às mineradoras do Estado de Minas Gerais, como forma preventiva de regularizar aquelas que não tenham observado a legislação vigente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Neste contexto, esclarecemos que a AngloGold Ashanti sempre pautou seus trabalhos em observância às normas vigentes possuindo, portanto, AAFs e licenças de operação conforme permissões legais. Estamos abertos - como sempre estivemos – a contatos com o Ministério Público para sanar qualquer dúvida por ventura existente, assim como já enviamos ao órgão ambiental os esclarecimentos que nos foram solicitados”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TH5lCB7CW8I/AAAAAAAAAWE/hgmW1p_EUdQ/s1600-h/AngloGold%20em%20Santa%20B%C3%A1rbara%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px auto; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px" title="AngloGold em Santa Bárbara" border="0" alt="AngloGold em Santa Bárbara" src="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TH5lKCDGZRI/AAAAAAAAAWI/35YjGYgjGrA/AngloGold%20em%20Santa%20B%C3%A1rbara_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="550" height="443" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mineração não terá AAF&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) informou ontem que vai encaminhar ao Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) um estudo onde solicita que a atividade minerária não possa ser licenciada por meio de Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Leia também: &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/estado-vai-rever-autorizacao-ambiental.html"&gt;Estado vai rever autorização ambiental para mineradoras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A decisão foi tomada após a constituição de um grupo de estudos para avaliar a aplicabilidade das AAF’s para empreendimentos mineradores. De acordo com a Semad, o resultado do estudo será encaminhado em caráter de urgência ao Copam, que deverá votar a solicitação da Secretaria em sua próxima reunião, que ainda não tem data definida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na prática, o Copam vai votar se altera ou não a Instrução Normativa nº 74/2004. Ela classificou as atividades e empreendimentos, em função de seu porte e de potencial poluidor, em dois grandes tipos: os que representam significativo impacto ambiental, para os quais, em cumprimento à Constituição Federal, exige-se licenciamento ambiental prévio dividido em três fases; e os que não representam significativo impacto ambiental, para os quais, a rigor, não haveria exigência de controle ambiental prévio, deixando-se aos municípios a decisão de licenciar ou não estas atividades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Semad cria Conselho do Parque da Serra Negra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, deu posse ontem aos 21 integrantes do Conselho Consultivo do Parque Estadual da Serra Negra, em Itamarandiba, na região do Vale do Rio Jequitinhonha. O Conselho discutirá as questões socioambientais da área de preservação e seu entorno.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no caderno Economia e Negócios do &lt;a href="http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/economia-e-negocios/mpe-questiona-licenca-ambiental-da-anglogold-1.166268" target="_blank"&gt;Jornal Hoje em Dia&lt;/a&gt;, de 01 de setembro de 2010. Repórter: Bruno Porto. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-1339294177555921956?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jZZgeO1J4CnutQvOwy1dKrhZCXk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jZZgeO1J4CnutQvOwy1dKrhZCXk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jZZgeO1J4CnutQvOwy1dKrhZCXk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jZZgeO1J4CnutQvOwy1dKrhZCXk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ViXSJVy5FYA:rLBWmQlchks:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ViXSJVy5FYA:rLBWmQlchks:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ViXSJVy5FYA:rLBWmQlchks:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=ViXSJVy5FYA:rLBWmQlchks:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=ViXSJVy5FYA:rLBWmQlchks:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=ViXSJVy5FYA:rLBWmQlchks:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/ViXSJVy5FYA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-01T07:37:35.393-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/TH5k9KTQH0I/AAAAAAAAAWA/VVk0LsMBn0Q/s72-c/AnglogoldLogomarca_thumb%5B8%5D.gif?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2010/09/mpe-questiona-licenca-ambiental-da.html</feedburner:origLink></item><item><title>Giro pela Internet #2 [Serra do Gandarela]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/Nyyf1nidGOU/giro-pela-internet-2-serra-do-gandarela.html</link><category>GASB informa</category><category>Notícias Regionais</category><category>Serra do Gandarela</category><category>Vale</category><category>Meio Ambiente</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:12:16 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-1452700678829615028</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;   &lt;hr /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Governo de Minas usa licença ambiental da Serra do Gandarela como moeda de troca&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZMRysVEI/AAAAAAAAAVk/lRgp-DAEVtM/s1600-h/Assim%20n%C3%A3o%20Vale%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Assim não Vale" border="0" alt="Assim não Vale" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZOV9V-5I/AAAAAAAAAVo/0OcYBtyw0K8/Assim%20n%C3%A3o%20Vale_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="185" height="185" /&gt;&lt;/a&gt; O &lt;a href="http://www.portaldoeconomista.org.br/noticias/municipio-pode-abrigar-siderurgica.html" target="_blank"&gt;Jornal Diário do Comércio, em sua edição do dia 19 de agosto de 2010&lt;/a&gt;, causou polêmica ao informar que de acordo com uma fonte ligada ao governo do Estado, o projeto de construção de uma usina siderúrgica em Governador Valadares, na região do Rio Doce, seria uma exigência feita pelo governo de Minas &lt;u&gt;para auxiliar a mineradora Vale S. A. na viabilização do projeto Apolo&lt;/u&gt; - um complexo minerador orçado em R$ 4 bilhões e produção estimada em 24 milhões de toneladas/ano nos municípios de Caeté e Santa Bárbara - que depende da liberação de licenças ambientais para sair do papel.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;O projeto Apolo tem um passivo ambiental gravíssimo, já que a área abriga uma reserva de mata atlântica. Será muito difícil a obtenção de licenças ambientais&amp;quot;, afirmou a fonte. Conforme já publicado pelo Diário do Comércio, o projeto Apolo pode mesmo ser inviabilizado devido à criação de uma unidade de conservação na região conhecida como Serra do Gandarela.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O projeto Apolo está em fase de obtenção de Licença Prévia (LP). Já foram realizadas seis audiências públicas para discutir o empreendimento na região Central. A solicitação permanece em análise pela Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Supram) Central Metropolitana. A votação sobre a concessão da licença será feita pela Unidade Regional do Copam Rio das Velhas e ainda não tem data definida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Parque ecológico&lt;/strong&gt; - A criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela já está em estudo pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). Em setembro do ano passado, o Movimento de Preservação do Gandarela, que é responsável pelo projeto de criação da unidade de conservação, enviou a proposta de criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela ao instituto federal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Conforme a entidade, o documento, que justifica a criação do parque nacional, está sendo finalizado com o apoio do ICMBio. Após esta etapa deverão ser realizadas audiências públicas para discutir o projeto. O Parque Nacional da Serra do Gandarela deverá ocupar uma área de 27 mil hectares. Do total, 900 hectares estão dentro do terreno pretendido pela Vale para a instalação da mina.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda de acordo com a entidade, a instalação do projeto Apolo é completamente prejudicial à região, e a criação do parque é uma alternativa para a geração de renda para os municípios da região, principalmente na área de turismo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;hr /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Leitora do Jornal Hoje em Dia reclama da instalação da barragem de rejeitos em Raposos&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZacrZo-I/AAAAAAAAAVs/PDGU3Zby0jA/s1600-h/DSC05669%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC05669" border="0" alt="DSC05669" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZcheL7XI/AAAAAAAAAVw/BRsIVKBbVmw/DSC05669_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="200" height="150" /&gt;&lt;/a&gt; Segue abaixo trecho da carta enviada pela Nancy Souto, do Projeto Manuelzão, para a &lt;a href="http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/colunas-artigos-e-blogs/blog-de-opini-o-1.10994/fala-leitor-1.147814 " target="_blank"&gt;Coluna Fala, leitor!&lt;/a&gt; do Jornal Hoje em Dia, publicado dia 21 de Julho de 2010:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“Em Raposos, a questão ambiental piora neste mandato político, com ações como a anuência para a Vale instalar parte de barragem de rejeitos de mineração, com sua vertente em nossas cabeças, além da ameaça da alteração na quantidade e qualidade das águas subterrâneas e superficiais da Serra da Gandarela (importante contribuinte do abastecimento de BH e região). E por que não dizer da degradação social que certamente ocorrerá com o número elevado de trabalhadores oriundos de todas as partes? &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Uma coisa é certa: não temos segurança suficiente nem para os problemas mais corriqueiros. O Estado não tem tido competência plena para fiscalizar e monitorar atividades que impactam o meio ambiente, e o que vai ser de nós? Sonhamos com uma cidade que possa chamar a atenção por suas belezas naturais, históricas, culturais e, principalmente, de pessoas hospitaleiras e de boa fé. Precisamos de políticas públicas que tragam melhoria para a coletividade, cabendo aos partidos políticos e aos eleitores mais seriedade na hora de escolher os candidatos ao governo.”     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nancy Souto também faz parte do Conexão Cidadã-Mão na Massa, do Coletivo Jovem de Raposos, do Movimento contra Barragem e do Movimento Águas da Gandarela. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;hr /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Requerimento de Audiência Pública na Câmara dos Deputados&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZfFCl3nI/AAAAAAAAAV0/sA3yXjSaet0/s1600-h/Balan%C3%A7o%20Social%5B6%5D.png"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Balanço Social" border="0" alt="Balanço Social" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZh2zleCI/AAAAAAAAAV4/WWy3lqyNskc/Balan%C3%A7o%20Social_thumb%5B9%5D.png?imgmax=800" width="173" height="169" /&gt;&lt;/a&gt; O deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG) apresentou à Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, o &lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=483506" target="_blank"&gt;Requerimento Nº 550/2010&lt;/a&gt;, onde solicitou a realização de audiência pública federal com o objetivo de discutir a instalação da Mina Apolo, empreendimento da empresa Vale S.A., na região da Serra do Gandarela (MG).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O requerimento, que foi protocolado dia 13 de julho, aguarda inclusão na pauta de discussão. &lt;a href="http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=789098" target="_blank"&gt;Confira aqui&lt;/a&gt; o inteiro teor do documento. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-1452700678829615028?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hY6E0U41YDd-w1Ggglkm01f_1tw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hY6E0U41YDd-w1Ggglkm01f_1tw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hY6E0U41YDd-w1Ggglkm01f_1tw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hY6E0U41YDd-w1Ggglkm01f_1tw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=Nyyf1nidGOU:6awnf0qkizI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=Nyyf1nidGOU:6awnf0qkizI:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=Nyyf1nidGOU:6awnf0qkizI:F7zBnMyn0Lo"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=Nyyf1nidGOU:6awnf0qkizI:F7zBnMyn0Lo" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?a=Nyyf1nidGOU:6awnf0qkizI:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/onggasb?i=Nyyf1nidGOU:6awnf0qkizI:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/onggasb/~4/Nyyf1nidGOU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-24T12:12:16.312-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THQZOV9V-5I/AAAAAAAAAVo/0OcYBtyw0K8/s72-c/Assim%20n%C3%A3o%20Vale_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure url="http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=789098" length="8785" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=789098" fileSize="8785" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Governo de Minas usa licença ambiental da Serra do Gandarela como moeda de troca O Jornal Diário do Comércio, em sua edição do dia 19 de agosto de 2010, causou polêmica ao informar que de acordo com uma fonte ligada ao governo do Estado, o projeto de con</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</itunes:author><itunes:summary> Governo de Minas usa licença ambiental da Serra do Gandarela como moeda de troca O Jornal Diário do Comércio, em sua edição do dia 19 de agosto de 2010, causou polêmica ao informar que de acordo com uma fonte ligada ao governo do Estado, o projeto de construção de uma usina siderúrgica em Governador Valadares, na região do Rio Doce, seria uma exigência feita pelo governo de Minas para auxiliar a mineradora Vale S. A. na viabilização do projeto Apolo - um complexo minerador orçado em R$ 4 bilhões e produção estimada em 24 milhões de toneladas/ano nos municípios de Caeté e Santa Bárbara - que depende da liberação de licenças ambientais para sair do papel. &amp;quot;O projeto Apolo tem um passivo ambiental gravíssimo, já que a área abriga uma reserva de mata atlântica. Será muito difícil a obtenção de licenças ambientais&amp;quot;, afirmou a fonte. Conforme já publicado pelo Diário do Comércio, o projeto Apolo pode mesmo ser inviabilizado devido à criação de uma unidade de conservação na região conhecida como Serra do Gandarela. O projeto Apolo está em fase de obtenção de Licença Prévia (LP). Já foram realizadas seis audiências públicas para discutir o empreendimento na região Central. A solicitação permanece em análise pela Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Supram) Central Metropolitana. A votação sobre a concessão da licença será feita pela Unidade Regional do Copam Rio das Velhas e ainda não tem data definida. Parque ecológico - A criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela já está em estudo pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). Em setembro do ano passado, o Movimento de Preservação do Gandarela, que é responsável pelo projeto de criação da unidade de conservação, enviou a proposta de criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela ao instituto federal. Conforme a entidade, o documento, que justifica a criação do parque nacional, está sendo finalizado com o apoio do ICMBio. Após esta etapa deverão ser realizadas audiências públicas para discutir o projeto. O Parque Nacional da Serra do Gandarela deverá ocupar uma área de 27 mil hectares. Do total, 900 hectares estão dentro do terreno pretendido pela Vale para a instalação da mina. Ainda de acordo com a entidade, a instalação do projeto Apolo é completamente prejudicial à região, e a criação do parque é uma alternativa para a geração de renda para os municípios da região, principalmente na área de turismo. Leitora do Jornal Hoje em Dia reclama da instalação da barragem de rejeitos em Raposos Segue abaixo trecho da carta enviada pela Nancy Souto, do Projeto Manuelzão, para a Coluna Fala, leitor! do Jornal Hoje em Dia, publicado dia 21 de Julho de 2010: “Em Raposos, a questão ambiental piora neste mandato político, com ações como a anuência para a Vale instalar parte de barragem de rejeitos de mineração, com sua vertente em nossas cabeças, além da ameaça da alteração na quantidade e qualidade das águas subterrâneas e superficiais da Serra da Gandarela (importante contribuinte do abastecimento de BH e região). E por que não dizer da degradação social que certamente ocorrerá com o número elevado de trabalhadores oriundos de todas as partes? Uma coisa é certa: não temos segurança suficiente nem para os problemas mais corriqueiros. O Estado não tem tido competência plena para fiscalizar e monitorar atividades que impactam o meio ambiente, e o que vai ser de nós? Sonhamos com uma cidade que possa chamar a atenção por suas belezas naturais, históricas, culturais e, principalmente, de pessoas hospitaleiras e de boa fé. Precisamos de políticas públicas que tragam melhoria para a coletividade, cabendo aos partidos políticos e aos eleitores mais seriedade na hora de escolher os candidatos ao governo.” Nancy Souto também faz parte do Conexão Cidadã-Mão na Massa, do Coletivo Jovem de Raposos, do Movimento contra Barragem e do Movimento Águas da Gandarela. Requerimento de Audiência Pública na Câmara dos Deputa</itunes:summary><itunes:keywords>GASB informa, Notícias Regionais, Serra do Gandarela, Vale, Meio Ambiente</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.onggasb.com.br/2010/08/giro-pela-internet-2-serra-do-gandarela.html</feedburner:origLink></item><item><title>Timbira vai oferecer secretaria para PT depois de renúncia do ex-vice Flávio Lúcio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/onggasb/~3/Iz5CJ2aumz0/timbira-vai-oferecer-secretaria-para-pt.html</link><category>Executivo Municipal</category><category>GASB informa</category><author>noreply@blogger.com (Grupo Ambiental de Santa Bárbara)</author><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 08:52:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1368033401721238139.post-459600010558332217</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THPqxkh3iOI/AAAAAAAAAVc/Cju0ddW-Zsk/s1600-h/Fl%C3%A1vio%20e%20Timbira%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Flávio e Timbira" border="0" alt="Flávio e Timbira" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_7dUEX3Sx_BU/THPqzcB8RvI/AAAAAAAAAVg/6ENQhUq7sNI/Fl%C3%A1vio%20e%20Timbira_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="182" height="181" /&gt;&lt;/a&gt;O prefeito de Santa Bárbara (MG), o “Toninho Timbira” (PTB), deverá se reunir com a cúpula do PT Municipal no domingo para discutir os rumos do partido no seu governo. Já está certo que a sigla continua fazendo parte da administração municipal. Uma pasta, no primeiro escalação, deve ser oferecida aos petistas. O encontro é motivado pela renúncia do vice-prefeito Flávio Lúcio Vieira (PT), que já tinha decidido deixar o cargo, e já está de volta a suas funções na Receita Estadual.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Leia também: &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/vice-prefeito-de-santa-barbara-pede.html"&gt;Vice-prefeito de Santa Bárbara pede afastamento do cargo&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/08/vice-prefeito-de-santa-barbara-renuncia.html"&gt;Vice-prefeito de Santa Bárbara renuncia ao cargo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com a renúncia de Flávio Vieira, o PT perdeu representatividade no governo. A decidiu agora força Toninho Timbira a mexer no primeiro escalão, apesar da pouca influência que o vice tinha administração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A informação sobre o encontro partiu do secretário municipal de Governo, Esporte e Juventude, Marcos Antônio Fonseca Ribeiro “Marquinhos”. De acordo com ele, o desligamento de Flávio Vieira, não muda a relação do governo com o partido. Esta é uma das causas para Toninho Timbira buscar novo posicionamento do PT.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Questionado sobre o impacto que a renúncia de Flávio Vieira teve no governo, Marquinhos foi diplomático, informando apenas que Toninho Timbira ficou “entristecido”, já que os dois caminharam juntos desde a campanha que culminou com a eleição.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Flávio Vieira decidiu renunciar depois que seu pedido de afastamento do cargo foi negado pelos vereadores.&amp;#160; Sobre o período em que ocupou o cargo, o ex-vice-prefeito disse ter sido atuante, e citou inclusive algumas realizações que foram possíveis com a sua influência. Liberações de verbas, inclusão em programas federais foram algumas das ações lembradas por ele.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;Mas as declarações do próprio Flávio Vieira eram controversas, já que mesmo se dizendo atuante, ele reclamava da falta de espaço dentro do governo. Segundo o petistas, muitas das solicitações que as pessoas lhe fazia nas ruas não eram possíveis de serem atendidas porque dependiam do chefe do Executivo.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O gabinete de vice-prefeito – que ele já desocupou desde o início do mês – ficava numa sala nas dependências a Escola Municipal Affonso Penna “Patronato”, onde também está localizada a Secretaria Municipal de Obras. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Caderno Política, do site Monlevade Online, do dia 19 de agosto de 2010.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-459600010558332217?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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O vice teria alegado motivos pessoais para abandonar o “barco”. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Leia também: &lt;a href="http://www.onggasb.com.br/2010/07/vice-prefeito-de-santa-barbara-pede.html"&gt;Vice-prefeito de Santa Bárbara pede afastamento do cargo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo informações, a atitude do vice pegou de surpresa até mesmo os próprios correligionários de partido que inicialmente não concordaram com a atitude de Flávio. O presidente do PT local, José Jorge, o Jorge Doido, lamentou a renúncia do vice-prefeito. Para Jorge, tal atitude causou um dano moral ao Partido. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ele também se mostrou insatisfeito pelo fato de que Flávio não teria discutido com a sigla suas decisões. Jorge disse que o vice teria vindo com as decisões, de pedir afastamento e em seguida, do pedido de renúncia, prontas. Mas, deixou claro que apoiou a decisão do agora, ex-vice-prefeito.O presidente do PT irá se reunir com os correligionários e deverá continuar apoiando o Executivo local. Para ele, o tempo irá dizer se o vice tinha ou não razão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Entrevista com Flávio Lúcio&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Qual o real motivo da sua renúncia ao cargo de vice-prefeito? &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: O cargo é muito limitado. Surgiram vários fatores, principalmente de ordem particular, não tendo como conciliar os dois cargos públicos, vice e funcionário do Estado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Os seus colegas de partido, o PT, foram comunicados e estão favoráveis á sua decisão?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: De imediato, ao tomar a decisão, falei pessoalmente com a maioria dos membros do partido e esses foram contrários à minha decisão.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Porque o Sr. pediu licença e após negativa dos parlamentares veio a pedir renúncia?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Por estarmos em período eleitoral e não havendo como se firmar novos convênios com os governos, tanto federal e estadual e por me sentir ocioso achei por bem renunciar.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; E a questão dos ônibus para levar nossos alunos para estudar nas cidades vizinhas; o que o Sr. tem a dizer, sabendo que esta foi uma das propostas da campanha da coligação que o Sr. fez parte?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Essa foi uma promessa feita pelos candidatos a vereador da coligação que combinaram e assinaram um documento que, se eleitos, após término da construção do prédio da câmara, devolveriam 1/8 do repasse do executivo para custear parte do transporte escolar, e que Barão de Cocais oferece esse serviço a comunidade pelo fato de ter uma arrecadação maior do que a de nossa cidade.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; O senhor, ao se juntar ao grupo Timbira, solicitou além do cargo de vice-prefeito mais algum cargo para companheiros do partido?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Não. No momento da coligação não foi solicitado cargo no Governo.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Toda sua carreira política foi marcada pela intensa fiscalização, sobre matérias vinculadas na imprensa falada e escrita sobre supostas irregularidades do governo Timbira, como o Sr. vê isso?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Algumas das denúncias são inverídicas, não procedem. As demais estão sendo apuradas pelo Ministério Público. E que, errado é que todo mundo se acha no direito de denunciar, o que causa um desconforto na família, tendo muitas das vezes que explicar aos filhos sobre se tem ou não algum envolvimento com o fato. Dessa forma, nome de todo mundo vai pro ralo e é ruim pra toda sociedade.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Sobre as próximas eleições municipais de 2012, quais candidatos o Sr. enumera como possíveis e qual o seu posicionamento?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Primeiramente, que a gente não deve votar em pessoas, o principal do eleitor é olhar sim os planos de governo, o partido e não apenas o candidato, porque as palavras voam se não estiverem escritas.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Ao sair o Sr. acha que o dever foi cumprido com a população de Santa Bárbara? &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Com certeza faltaram muitas coisas. Faltou essencialmente a participação da população, movimentos participativos e implantação do orçamento participativo.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; Quais são os seus planos futuros na política de Santa Bárbara?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: A minha saída está ainda muito recente e tenho que repensar e ver se vale a pena atuar em um partido político ou se como cidadão comum. Apesar das decisões serem através de políticos. O PT está forte e unido e ainda continuará dando apoio e sustentação política a atual administração, juntamente com o presidente Jorge Doido e outros membros partidários estarão agendando reunião com o prefeito neste sentido.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jornal Impacto:&lt;/strong&gt; O que o Sr. gostaria de dizer aos seus eleitores e à população de Santa Bárbara?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Flávio Lúcio: Peço publicamente desculpa aos meus eleitores e população da cidade. Estou saindo triste com uma dívida com a população em não encerrar o seu mandato de Vice.&lt;/em&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Jornal Impacto, Edição 141ª, 2ª Quinzena de Julho/2010. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-5690797939015045445?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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A Vale S. A. estima que o ramal movimente por dia cerca de oito composições vazias e oito composições carregadas, sendo cada uma delas com duas locomotivas e 168 vagões. Considerando que os vagões pesam cerca de 110 ton, espera-se o transporte de 18 mil ton de minério de ferro por composição. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com o projeto do ramal ferroviário apresentado pela empresa Vale S. A. ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), serão construídos 9.020m de linha férrea singela, um pátio de cruzamento em linha férrea dupla com 3.400m, um pátio de recebimento com 3.980m, três túneis (160, 3.071 e 789m), dois viadutos (405 e 325m) e 70m de muro de contenção, totalizando cerca de 25 km de ferrovia, construídos dentro do município de Caeté para uso exclusivo do Projeto Apolo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O edital da Audiência Pública foi publicado no Diário Oficial da União, página 117 da edição nº 145, de 30 de julho. No documento, o Núcleo de Licenciamento – NLA do Ibama-MG informa que disponibilizou o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), para cópia ou consulta dos interessados, nos seguintes locais:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;IBAMA/SUPES/MG - Avenida do Contorno 8.121 - Cidade Nova, Belo Horizonte/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Procuradoria da República em Minas Gerais, Av. Brasil, nº 1.877 - Funcionários, Belo Horizonte/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Ministério Público - Comarca de Caeté/MG, Praça João Pinheiro, 42 - Centro, Caeté/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Câmara Municipal de Caeté, Rua Mato Dentro, 48 - Centro, Caeté/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente de Caeté, Avenida Jair Danta, 216 - Bairro José Brandão, Caeté/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Caeté, Rua Monsenhor Domingos, 242 - Centro, Caeté/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Comitê Gestor da Área de Proteção Sul Região Metropolitana - APA Sul RMBH&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, Av. Montreal, s/n - Bairro Jardim Canadá, Nova Lima/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, Rua Januária, 130 - Centro, Belo Horizonte/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Alameda Drª Vilma Edelweiss, 115 - Bairro Lundicéia, Lagoa Santa/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/n. - Bairro Serra Verde, Belo Horizonte/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Superintendência da Região Central-Metropolitana de Belo Horizonte, Avenida Nossa Senhora do Carmo, 90 - Carmo Sion, Belo Horizonte/MG&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; A audiência pública é aberta à participação de qualquer pessoa ou entidade interessadas.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-1494986261186359713?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Segundo disse, se a população decidir pela não exploração da serra a prefeitura irá acatar a decisão e irá proibir as atividades da Maybac na localidade. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O jornal também ouviu a vice-presidente do CODEMA local, Sra. Simone. Segundo ela, aquele órgão pediu um parecer sobre eventualidade da instalação da mineradora Maybac na Serra de Catas Altas e que após consultar e ler os autos do processo deixou a cargo do Departamento Jurídico da Prefeitura Municipal, para que os mesmos dessem também o seu parecer, visto que achou melhor prevalecer a opinião daquele órgão municipal. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Entrevista com o prefeito Saulo &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Impacto:&lt;/strong&gt; Sr. Prefeito, hoje o que se ouve na cidade é da chegada de uma mineradora na Serra do Caraça em frente a Catas Altas; o que o Senhor tem a dizer?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Prefeito Saulo: A mineradora Maybac está tentando licenciamento para se instalar aqui.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Impacto:&lt;/strong&gt; Ouvimos que essa empresa já possui uma licença para exploração, isso é verdade?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Prefeito Saulo: Foi concedida uma certidão para iniciar processo e não para autorizar o funcionamento e especificamente nela consta que seja respeitada a Lei-179/2005, que é a do Plano Diretor do Município, que não permite a exploração no entorno da Serra na área do RPPN.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Impacto:&lt;/strong&gt; Como se explica essa empresa estar se mobilizando para executar a exploração? &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Prefeito Saulo: O processo de iniciação da mineradora tem também como compromisso da mesma da retirada de pilhas de minério num total de 235 mil/ton estocadas na cabeceira do Ribeirão Maquiné desde o ano 2000. Quando era prefeito o Sr. José Hosken e que com o tempo, assoreou o Rio Maquiné. Hoje é executado pela Vale o completo desassoreamento do rio. Passivo ambiental herdado da administração anterior.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Impacto:&lt;/strong&gt; A reportagem desse jornal, já participou de duas reuniões do CODEMA local e ficamos sabendo que em setembro haverá uma audiência pública para discutir o assunto. Sendo assim, o Sr. pode dizer que a população está viva e empenhada em não aceitar esse empreendimento; ela está do lado da cidade, do meio ambiente e defendendo a melhor qualidade de vida?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Prefeito Saulo: A população já se posicionou contrária e a câmara também, agora já está sendo cassada a certidão anteriormente concedida.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Impacto:&lt;/strong&gt; Então o Sr. pode assegurar e tranqüilizar a população de que não haverá exploração de nenhuma mineradora na Serra do Caraça e muito menos a Maybac?&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Prefeito Saulo: Se o povo não quer, Eu, como seu legítimo representante, também não vou aceitar.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Reportagem originalmente publicada no Jornal Impacto, Edição 141ª, 2ª Quinzena de Julho/2010. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1368033401721238139-2543492792852080146?l=www.onggasb.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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