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	<title>O Primo</title>
	
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	<description>Desde 2001 fazendo da internet um lugar mais sarcástico.</description>
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		<title>Projeções diversas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 01:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu entretenimento predileto em reuniões continua sendo acompanhar as formas que o datashow gera em cima das pessoas que entram na frente dele quando estão apresentando alguma coisa. Outro dia eu tive que segurar MESMO o riso ao ver meu chefe transformar-se instantaneamente em um SUPER-HERÓI MASCARADO ao ficar com a cara bem em frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu entretenimento predileto em reuniões continua sendo acompanhar as formas que o <em>datashow</em> gera em cima das pessoas que entram na frente dele quando estão apresentando alguma coisa. Outro dia eu tive que segurar MESMO o riso ao ver meu chefe transformar-se instantaneamente em um SUPER-HERÓI MASCARADO ao ficar com a cara bem em frente a um losango vermelho do fluxograma que estávamos projetando. </p>
<p>&#8211;</p>
<p>Domingo passado Bethania arrumou um filme que eu nunca havia ouvido falar chamado “Amantes” (Two Lovers) pra gente assistir. É a história de Leonard (Joaquim Phoenix), um cara com aquelas bicheiras psicológicas modernas (bipolar, <em>borderline</em>, sei lá) que se envolve com duas mulheres.</p>
<p><img title="twoloversalp6-29-09" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="315" alt="twoloversalp6-29-09" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/twoloversalp62909.jpg" width="535" border="0" /> </p>
<p>O filme vai indo super normal até que, no ÚLTIMO MINUTO, o tal Leonard – com apenas uma frase e um gesto – converte instantaneamente o filme de “draminha mediano” para “absolutamente genial”, daqueles que te deixam abobado por vários minutos olhando os créditos subirem, tentando absorver aquilo que acabou de ocorrer. Pelo nome e pela história, “Amantes” pode até parecer comédia romântica de locadora, mas não se engane: é um PUTA filme.</p>
<p>E não posso falar de Amantes sem relembrar a inacreditável entrevista que seu astro principal, Joaquim Phoenix, deu em estado absolutamente irreconhecível (tanto física quanto psicologicamente) para o David Letterman…</p>
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<div id="c378e449-8028-4b35-b1a2-c91e6220b076" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;">
<div><a href="http://youtube.com/watch?v=HXpYk7WGN5Y" target="_new"><img src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/video002cdaf0d3f1.jpg" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('c378e449-8028-4b35-b1a2-c91e6220b076'); downlevelDiv.innerHTML = &quot;&lt;div&gt;&lt;object width=\&quot;425\&quot; height=\&quot;355\&quot;&gt;&lt;param name=\&quot;movie\&quot; value=\&quot;http://www.youtube.com/v/HXpYk7WGN5Y&amp;hl=en\&quot;&gt;&lt;\/param&gt;&lt;embed src=\&quot;http://www.youtube.com/v/HXpYk7WGN5Y&amp;hl=en\&quot; type=\&quot;application/x-shockwave-flash\&quot; width=\&quot;425\&quot; height=\&quot;355\&quot;&gt;&lt;\/embed&gt;&lt;\/object&gt;&lt;\/div&gt;&quot;;" alt=""></a></div>
</div>
</div>
<p>&#8211;</p>
<p>Por sinal, na esmagadora maioria das vezes em que fui ver um filme sem saber absolutamente NADA sobre ele – sem sequer ler uma sinopse – eu me dei muito bem. Sinopses só servem pra estragar filmes. “Distrito 9”, por exemplo, que vi outro dia, foi bem marromenos porque ler a sinopse já entregou muito do que o filme tinha de melhor.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Ainda no âmbito cinematográfico, em 2002 eu <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2002/03/sem-mnima-condio-de-botar-ttulo-neste">postei aqui neste blog</a>, abobado, a seguinte frase:</p>
<blockquote><p>Quando me perguntarem qual o melhor filme que já vi, direi “Evangelion”. E quando me perguntarem “Qual dos três filmes?” eu direi: Evangelion é um filme de 26 episódios.</p>
</blockquote>
<p>E não é que outro dia um colega de trabalho de Bethania me avisou que estão fazendo um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rebuild_of_Evangelion">“rebuild” de Neon Genesis Evangelion</a> em – tchan tchan tchan tchaaan! &#8211; quatro longas-metragens?</p>
<p>Os dois primeiros filmes já foram feitos, e esta semana eu consegui tempo pra assistir o primeiro deles. Veredito até agora: <strong>WHOA</strong>.</p>
<p><img title="evangelionremake" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="187" alt="evangelionremake" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/evangelionremake.jpg" width="535" border="0" /> </p>
<p>Pelo que li os novos longas são bem fiéis ao original (como o “antes e depois” aí em cima está mostrando), embora incrementados com CG em 3D. E algumas cenas serão totalmente repaginadas pra ficar do jeito que o autor sempre quis.</p>
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		<title>O guarda-chuva amarelo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 00:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Interrompemos o hiato de vinte e um dias sem post para informá-los do momento surreal que vivi ontem no trabalho.
Eu e meu consultor-líder (chamemo-lo de Obi-Wan Kenobi) entramos em uma reunião às 11:30 da manhã para fazer uma apresentação com duração de uma hora. Acontece que slides de PowerPoint distorcem o espaço-tempo de tal maneira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interrompemos o hiato de vinte e um dias sem post para informá-los do momento surreal que vivi ontem no trabalho.</p>
<p>Eu e meu consultor-líder (chamemo-lo de Obi-Wan Kenobi) entramos em uma reunião às 11:30 da manhã para fazer uma apresentação com duração de uma hora. Acontece que slides de PowerPoint distorcem o espaço-tempo de tal maneira que a reunião foi acabar lá pras quinze pras duas da tarde, e na hora que nós dois, famigerados, botamos o pé na rua para ir almoçar, Brasília se dissolvia em chuva. “Ok, vamos dar um tempinho aqui que a chuva já deve passar”, combinamos. </p>
<p>Nem preciso dizer que ela não somente não passou como engrossou ainda mais, e as lombrigas do estômago lá, agonizando, enquanto eu olhava desconsolado o pessoal que era precavido e veio trabalhar com guarda-chuva voltando pra dentro do prédio, todo almoçadinho. “Putz, Obi-Wan, se pelo menos a gente tivesse um guarda-chuva…”, disse eu, desavisadamente.</p>
<p><img title="guardachuvamarelo" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="204" alt="guardachuvamarelo" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/guardachuvamarelo.jpg" width="535" border="0" /> </p>
<p>E então, sem a menor cerimônia, Obi-Wan aborda o <em>completo desconhecido</em> que está passando na nossa frente com um guarda-chuva amarelo na mão.</p>
<p>- Ei, onde você arrumou esse guarda-chuva?</p>
<p>O cara faz uma cara de absolutamente perplexo (igualzinha a minha) e responde, hesitante:</p>
<p>- Err… é meu, eu comprei e tal.</p>
<p>E aí segue-se um momento absolutamente surrealista, onde a situação é tão ridícula que, apesar de todo mundo saber a intenção de todo mundo, ninguém se dispõe a expressar o ridículo da situação em palavras, e então a coisa toda é combinada com frases pela metade, tipo:</p>
<p>- Mas vocês querem…?   <br />- É, tem problema se a gente…?    <br />- Não, eu acho… vocês trabalham aqui no…    <br />- Sim, você fica em qual andar?    <br />- Ah, no décimo, depois vocês podiam…    <br />- Claro, claro…</p>
<p>E então lá estávamos nós com o guarda-chuva do completo desconhecido em mãos. E eu lá, esperando pra ver como diabos Obi-Wan explicaria o que acabou de acontecer: pura e simples cara-de-pau? Foco no resultado? Um simples apelo à solidariedade humana? Fome em nível grande o suficiente para atravessar quaisquer inibições? E então ele diz:</p>
<p>- Putz, que coisa, achei que o guarda-chuva era de algum restaurante ou coisa assim…</p>
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		<item><title>O boné do negão [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/EH4styoDI3Q/223141095</link><category>wtf videos</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 06:06:17 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://eduardos.tumblr.com/post/223141095</guid><description>&amp;quot;Bonito boné, hein negão?&amp;quot;. Agora repare bem no boné...</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>Uma noite de cultura e diversão em Brasília (ou: FAIL)</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 03:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando chega a noite aqui em Brasília eu, às vezes, até me animo a tomar uma cerveja com o pessoal da minha equipe, ou saio pra jantar com amigos(as) brasilienses. Mas na esmagadora maioria das vezes meus programas noturnos envolvem apenas eu, meu computador e a internet lenta do hotel.
Mas hoje à noite foi diferente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando chega a noite aqui em Brasília eu, às vezes, até me animo a tomar uma cerveja com o pessoal da minha equipe, ou saio pra jantar com amigos(as) brasilienses. Mas na esmagadora maioria das vezes meus programas noturnos envolvem apenas eu, meu computador e a internet lenta do hotel.</p>
<p>Mas hoje à noite foi diferente de tudo que eu já havia feito antes: enquanto o resto da nação olhava para o Brasil vs. Uruguai vs. Argentina vs. Sei-lá-quem na tevê, eu me enfiava num táxi para, pela primeira vez, fazer um programa cultural em Brasília: <em>assistir um show do </em><a href="http://sataniquesambatrio.net"><em>Satanique Samba Trio</em></a><em>.</em></p>
<p><img title="Satanique Samba Trio e seus seis (?) integrantes" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="239" alt="Satanique Samba Trio e seus seis (?) integrantes" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/satanique.jpg" width="535" border="0" /> </p>
<p>Claro que tudo deu errado.</p>
<p>Os problemas começam no local do show, chamado “Cafetina” (que, <a href="http://twitter.com/cafetinabar">apesar de ter Twitter</a>, não tem site). Havia apenas um garçom pra atender o lugar inteiro, o cardápio não tinha quase nada para comer e, para ver o show, você precisava fechar sua conta do bar, comprar uma fitinha vermelha, botar no pulso e descer para o “porão” aonde seria o show. E o caixa não tinha troco. E você não podia incluir a fitinha vermelha na sua conta e pagar tudo com cartão. E o caixa do porão onde foi o show também não tinha troco e não aceitava cartão.</p>
<p>“Bom, mas que se dane, eu estou aqui é pelo show mesmo”. Acontece que o show era em conjunto com o lançamento de um livro, e o autor do livro declamava poemas entre uma e outra música. E o livro era chamado “Escarro”, e o autor era um tal Gustavo Lucas Footloose, e os poemas eram <a href="http://republicadopensamento.blogspot.com/">catastroficamente ruins</a>. E o show teve apenas seis músicas e durou apenas meia hora.</p>
<p>“Bom, mas que se dane, vou pedir um táxi e ir embora”. Aí eu ligo pro disque-táxi, espero MEIA HORA e… nada. Aí eu ligo de novo:</p>
<p>- Boa noite. Eu pedi um táxi aqui na 712 sul há MEIA HORA e ele não apareceu.   <br />- Qual seu nome?    <br />- José Carlos.</p>
<p>Cinco minutos depois a mulher volta pro telefone.</p>
<p>- Olha, o motorista teve aí mas pegou outra pessoa.   <br />- Porra, então manda outro!    <br />- Ah é? Vai ficar de xingamento aí? Mal educado!</p>
<p>E desligou na minha cara.</p>
<p>A minha sorte é que os telefones de disque-táxi que eu conheço aqui em BSB sempre terminam em 3030 e tem prefixos parecidos: 3321, 3323, 3325… então eu liguei para outro número e, pra não dar merda de novo, fui EXTRA-SIMPÁTICO com a atendente (que também era uma imbecil) e, finalmente consegui um táxi. E o motorista <em>também não tinha troco</em> quando cheguei no hotel.</p>
<p>“Bom, mas que se dane, já cheguei e vou dormir”. E no instante em que eu abro a porta do quarto, eis uma barata passeando pelo chão. A barata ficou me olhando enquanto eu dava um longo suspiro, paralisado na porta do quarto na mais completa DESCRENÇA de que tudo aquilo estava me acontecendo no mesmo dia. E na hora que eu vou matar a barata ela corre pra debaixo da cama. Nessa hora o sangue ferveu, eu ARREMESSEI A CAMA PARA CIMA, matei a barata e fui dormir.</p>
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		<item><title>piscq [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/tTWRAPxCUs4/</link><category>cersibon humor wtf</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 18:47:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://cersibon.interbarney.com/piscq/</guid><description>by Cersibon. &amp;quot;E agora, como fica minha psique?&amp;quot;.</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>Eu, insone</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 03:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Sabe, eu nunca esperava que fosse desaprender a dormir.
Começou há algum tempo, com um dia estressante de trabalho que ficou reverberando na cabeça, incessantemente, madrugada afora. É como se o apagar das luzes e o calar dos sons desse espaço extra no cérebro e ele simplesmente estourasse. Sinapses em fúria, alheias ao avançado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="insonia" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="300" alt="insonia" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/insonia.jpg" width="400" border="0" /> </p>
<p>Sabe, eu nunca esperava que fosse desaprender a dormir.</p>
<p>Começou há algum tempo, com um dia estressante de trabalho que ficou reverberando na cabeça, incessantemente, madrugada afora. É como se o apagar das luzes e o calar dos sons desse espaço extra no cérebro e ele simplesmente <em>estourasse</em>. Sinapses em fúria, alheias ao avançado da hora. E os pensamentos todos correm atrás do próprio rabo e não levam a conclusão nenhuma – a não ser a de que você não vai pegar no sono tão cedo.</p>
<p>O engraçado é que, revisitando anotações da minha infância feitas pela minha mãe (que, se viva, faria 67 anos ontem), eu supostamente era meio insone quando criança. De fato me lembro perfeitamente do teto e do lustre metálico do meu antigo quarto, que ela deixava à meia-luz quando eu não conseguia dormir, e que de tempos em tempos estalava por causa do calor da lâmpada (ainda incandescente, na época). Mas com o tempo isso parece ter passado de uma tal maneira que eu fui parar no outro extremo: na faculdade meus colegas achavam que eu trabalhava de guarda noturno porque eu dormia em praticamente TODAS as aulas. E hoje ao invés de aulas tenho reuniões, e não pega bem dormir em reunião – por razões óbvias.</p>
<p>A insônia de hoje está evidentemente amarrada ao trabalho. Em casa, com a esposa de um lado e o cachorro do outro, eu durmo o sono dos justos. Mas do domingo em diante a cabeça começa novamente a se ocupar de caraminholas sem sentido assim que eu coloco a cabeça no travesseiro. Esse é o momento crucial da noite: se eu começar a “dormir errado”, já era. Basta começar a pensar em qualquer coisa – nem precisa ser o trabalho, pode ser qualquer coisa MESMO – e o cérebro começa uma reação em cadeia onde um pensamento puxa outro e, minutos depois, eu estou com 457 coisas diferentes na cabeça. E totalmente desperto.</p>
<p>A coisa está tão feia que até desenvolvi uma técnica pra me ajudar a tirar o cérebro desses <em>loops</em> insones: lá pelas três da manhã, quando eu já estou em pânico de tanto fritar no colchão, eu ligo a tevê num canal bem sem graça (como a Globonews) e aciono o <em>sleep timer</em>, deixo tudo num volume bem baixo, fecho os olhos e presto atenção apenas no áudio. De alguma forma o blablablá contínuo do noticiário engana minha mente e “desamarra” o turbilhão de pensamentos, e eu consigo relaxar um pouco. Dali em diante &#8211; mas nunca sem mais uma meia hora de insistência &#8211; eu normalmente consigo pegar no sono.</p>
<p>Dias de trabalho depois de noites assim são um inferno. Eu tenho que lidar com a equipe, o chefe, o cliente, e eu mal estou aguentando lidar comigo mesmo. O que me consola é só o pensamento que, esgotado daquele jeito, não tem como não conseguir dormir na noite seguinte. Mas ADIVINHE. Às vezes eu chego a uns <em>two</em> ou <em>three-hit-combo</em> de noites maldormidas…</p>
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		<item><title>Good Night and Tough Luck - Abstract City Blog - NYTimes.com [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/FhPXRsH8WPc/</link><category>sleep illustration humor</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:45:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://niemann.blogs.nytimes.com/2009/09/14/good-night-and-tough-luck/</guid><description>&amp;quot;Uma boa noite de sono é mais complicada do que você pensa&amp;quot;. O fluxograma de quando aparece um pernilongo é absolutamente FANTÁSTICO. (Em inglês, via shareds da @s1mone)</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>O Primo NÃO recomenda: Hotel Sonesta Brasília</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 02:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[ Em seis anos de consultoria eu já dormi em tudo que é canto: cama de resort cinco estrelas, hotel de posto de gasolina do interior do Mato Grosso… já pernoitei até em guarita de porteiro de fábrica de armas (é sério!). Mas um hotel que não era pra decepcionar e que me surpreende – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="sonesta" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-right-width: 0px" height="273" alt="sonesta" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/sonesta.jpg" width="199" align="left" border="0" /> Em seis anos de consultoria eu já dormi em tudo que é canto: cama de <em>resort</em> cinco estrelas, hotel de posto de gasolina do interior do Mato Grosso… já pernoitei até em guarita de porteiro de fábrica de armas (é sério!). Mas um hotel que não era pra decepcionar e que me surpreende – no MAU sentido &#8211; a cada dia e há muito tempo é o Sonesta de Brasília – “Soneca”, para os íntimos, como eu e o <a href="http://esparroman.blogspot.com">Esparroman</a> (que também já pagou uns pecados por aqui).</p>
<p>Não é brincadeira quando digo que o Sonesta não era pra decepcionar: o prédio do hotel é novinho, deve ter uns 3 ou 4 anos de idade. Os quartos são super bem decorados &#8211; alguns tem até varanda. Todas as amenidades de um bom hotel estão aqui: internet, academia, restaurante, sauna, piscina, serviço de quarto 24 horas e tal.</p>
<p>Por fora, bela viola. Por dentro… pão bolorento, como diria o sábio Chaves. Olha a LISTA de coisas que já me aconteceram aqui:</p>
<ul>
<li>Comecemos pela <strong>internet, <em>simplesmente inutilizável</em> de tão lenta</strong>. Eu já usei internet de algumas DEZENAS de hotéis diferentes Brasil afora, e a do Sonesta é a pior de todas, de longe. É tipo o Rubinho Barrichelo num velocípede. Um absurdo para um hotel que se vende por aí como “hotel de negócios”. </li>
<li>Aí você pensa: “Ah, mas é só internet, não é a coisa mais importante de um hotel”. Concordo. Vamos então para algo um pouquinho mais sério: <strong>em vários quartos falta água quente no banho</strong>, especialmente de manhã. </li>
<li>Achou o problema da água quente no banho sério? Então engole essa: <strong>o problema da falta de água quente no banho acontece há no mínimo DOIS ANOS e até hoje não foi resolvido</strong>. </li>
<li>Além de torcer pra não pegar um quarto sem água quente, você precisa também evitar <strong>os quartos da lateral do prédio, que são <em>minúsculos</em></strong>, de não sobrar espaço pra passar pro outro lado da cama. E estes são justamente os que tem DUAS camas de solteiro. Isso sem contar os <strong>quartos que ficam exatamente atrás do elevador e que são <em>simplesmente inabitáveis</em> por causa do barulho</strong>.
<p>Estes são os problemas “crônicos” – ainda tem os esporádicos, como quarto com porta que não abre ou quarto com problema elétrico onde nenhuma luz ou tomada funciona. Peguei um destes essa semana, por sinal. </li>
<li>“Por favor” e “obrigado” não são muito usados pelo pessoal do hotel. A tosquice no atendimento chegou a um extremo na última sexta, quando fui fazer meu <em>checkout:</em> logo após puxar minha reserva no computador <strong>o cara da recepção começou a rir quando viu meu sobrenome</strong>. Na minha frente. Aí ele viu minha cara de furioso e disse:
<p>- Desculpe, senhor…       </p>
<p>E quando eu achei que ele ia complementar o pedido de desculpas, ele me manda um:       </p>
<p>- …mas é que tem o Tonico e Tinoco, a dupla sertaneja!       </p>
<p>E <em>continuou rindo</em>, o filho da puta. </li>
<li><strong>O restaurante é uma piada, tanto o serviço quanto a comida</strong>. <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2008/03/dilogos-no-telefone-do-hotel">Um dos exemplos eu já até postei aqui</a>. Atualmente o máximo que eu peço da cozinha é um prato e talheres pra não precisar usar talher de plástico ao comer comida de um delivery qualquer… <em>e até isso dá errado</em>. Pausa para pequena historinha:
<p>Semana passada eu liguei pro restaurante do hotel, pedi um prato e talheres. Depois (repare na sequência) liguei pro <a href="http://www.grandville.com.br">Grandville</a> e pedi um salmão grelhado com salada e cebolas empanadas pra acompanhar. “Previsão de entrega é 45 minutos, senhor”. Mais ou menos nesse tempo chega o motoboy com o salmão e a salada, mas sem a cebola empanada. Mais uns 10 minutos e ele ligou pro restaurante, confirmando que estava mesmo faltando. Daí ele saiu pra buscá-la e voltou uns 30 minutos depois. Eu comi o salmão, a salada e as cebolas (tudo muito bom, recomendo, tem em São Paulo inclusive) e já estava escornado na cama quando, <strong>DUAS HORAS DEPOIS, chega o cara do restaurante com meu prato e os talheres</strong>. Sim, DUAS HORAS, não tou brincando. </li>
<li><strong>Update</strong>: Outro dia achei <strong>uma barata no meu quarto</strong> (detalhes <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2009/10/uma-noite-de-cultura-e-diverso-em-braslia-ou-fail">neste post</a>).</li>
</ul>
<p>“Pô, você precisa reclamar dessas coisas com o gerente!”, você deve estar pensando. Eu comecei preenchendo os papeizinhos de “Fale Conosco” da recepção e, como não adiantava nada, acabei indo conversar com a Srta. Chananda Tubert, gerente de operações. Sobre a internet, ela disse que o hotel tem um link de 1 MBps (sim, UM MEGA, pro hotel INTEIRO) e que, se fosse pra aumentar, ela teria que começar a cobrar pelo uso. Ou seja, ela me mandou um “foda-se você” bem suave. E sobre a água quente ela ficou de verificar (versão suave do “tou cagando e andando”). Como alguns MESES depois nada mudou, eu fui no site global da rede Sonesta, escarafunchei até achar um email “global corporate” qualquer deles e caprichei no meu inglês em um email CABELUDO reclamando da incompetência da gerente. No dia seguinte ela me abordou no café da manhã e, toda simpatiquinha, me encheu de promessas de melhoria. Nenhuma delas cumprida. E isso foi há mais de um ano.</p>
<p>Então já sabe: ao visitar Brasília, para uma boa soneca, não fique no Sonesta: vá pro Mercure, pro Metropolitan, pro Naoum Express… mesmo que você pague um pouco mais caro.</p>
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		<title>Cthulhu Coathanger</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 12:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>

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		<description><![CDATA[ Hoje eu reparei que o ganchinho para pendurar ternos aqui do trabalho tem uma cara, digamos, familiar…

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			<content:encoded><![CDATA[<p> Hoje eu reparei que o ganchinho para pendurar ternos aqui do trabalho tem uma cara, digamos, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cthulhu">familiar</a>…</p>
<p><img title="cthulhu" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-left: 0px; margin-right: auto; border-bottom: 0px" height="400" alt="cthulhu" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/cthulhu.png" width="299" border="0" /></p>
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		<item><title>Moleque tocando Tchaikovsky no acordeon [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/j_XsJErDtaE/watch</link><category>music video</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Sun, 27 Sep 2009 13:16:39 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.youtube.com/watch?v=p79ucaj-nNg</guid><description>Seu queixo começará a cair aos 0:50 segundos (via videosift.com)</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>Twerk – A obra prima do Basement Jaxx</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 11:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas décadas produziu-se muita música eletrônica. Muita MESMO, especialmente a de variedade “dançante”. A esmagadora maioria deste universo foi feita, infelizmente, com o único objetivo de ganhar dinheiro e encher os sets de DJs de qualidade duvidosa por aí – o que resultou na dance music sendo taxada de boba e/ou comercial.
Mas se existe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas décadas produziu-se muita música eletrônica. Muita MESMO, especialmente a de variedade “dançante”<em>.</em> A esmagadora maioria deste universo foi feita, infelizmente, com o único objetivo de ganhar dinheiro e encher os sets de DJs de qualidade duvidosa por aí – o que resultou na <em>dance music</em> sendo taxada de boba e/ou comercial.</p>
<p>Mas se existe alguém que realmente <em>entendeu a dance music </em>e lhe tratou com o devido respeito, esse alguém é o <strong>Basement Jaxx</strong>. Suas produções podem até usar os mesmos modelos e estética do dance-farofa-de-rádio-FM, mas são feitos de forma TÃO superior que suas músicas são verdadeiramente geniais. É como se eles fossem o Cirque du Soleil da coisa.</p>
<p>Outro dia estava ouvindo pela primeira vez o “Scars”, seu quinto e mais recente disco, quando esbarrei com “Twerk”, aquela que talvez seja a obra-prima do Basement Jaxx – e talvez de toda a <em>dance music</em> da última década.</p>
<p>Mas estamos num universo taxado de bobo e comercial, então a genialidade de “Twerk” tem que ser melhor explicada para separarmos o joio do trigo. Por isso dê um clique no “play” do vídeo abaixo e continue lendo.</p>
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<div id="e616fa84-ab66-42e3-a394-79ca17753b16" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;">
<div><a href="http://www.youtube.com/watch?v=mgdlQ9XhUtc" target="_new"><img src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/video1653dd819acf.jpg" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('e616fa84-ab66-42e3-a394-79ca17753b16'); downlevelDiv.innerHTML = &quot;&lt;div&gt;&lt;object width=\&quot;425\&quot; height=\&quot;355\&quot;&gt;&lt;param name=\&quot;movie\&quot; value=\&quot;http://www.youtube.com/v/mgdlQ9XhUtc&amp;hl=en\&quot;&gt;&lt;\/param&gt;&lt;embed src=\&quot;http://www.youtube.com/v/mgdlQ9XhUtc&amp;hl=en\&quot; type=\&quot;application/x-shockwave-flash\&quot; width=\&quot;425\&quot; height=\&quot;355\&quot;&gt;&lt;\/embed&gt;&lt;\/object&gt;&lt;\/div&gt;&quot;;" alt=""></a></div>
</div>
</div>
<p>Twerp tem dois começos. A primeira é uma linha de <em>synths</em>, densa, única e tão boa que daria pra montar uma outra música <em>inteira</em> em cima dela – mas que acaba e não reaparece em mais <em>nenhum</em> momento da faixa. Isso são os produtores esfregando na sua cara o quanto eles são fodas: “sim, eu vou jogar fora isso aqui e levar a música pra um outro lado AINDA melhor”, dizem eles. E aí vem o começo <em>de verdade</em> da música: a introdução da batida e o baixo – e apenas deles. O Basement Jaxx sabe que 90% de uma boa música dançante está contido nestes dois elementos – e, de fato, mal se passaram 20 segundos de música e ela já está ESCORRENDO groove e dizendo a que veio: veio para fazer você mexer a sua bunda. Mesmo porque “twerk” significa exatamente isto, <a href="http://twerk.urbanup.com/87800">segundo o Urban Dictionary</a>:</p>
<blockquote><p>Twerk: Trabalhar o corpo através da dança, em especial a parte traseira.</p>
</blockquote>
<p>E os vocais de Yo Majesty entram para completar a bomba sonora, cantando sobre… sobre absolutamente nada. E é EXATAMENTE isso que o vocal de uma música dançante deve fazer: não é hora de contar histórias, é hora de mexer a bunda. A função dos vocais é puramente estética; servem para, ao mesmo tempo, emprestar um toque humano ao monte de sons sintéticos e – nas mãos de bons produtores como o Basement Jaxx – funcionarem como <em>um segundo instrumento percussivo</em>. Reparem bem como as sílabas e a fonética que Yo Majesty usa soam muito mais como <em>batidas</em> do que como palavras, especialmente no refrão (que parece música indiana mas que eu acho que é em inglês):</p>
<blockquote><p>Get bangin’ on     <br />Get down, get here, show me l[ow me l]ove</p>
</blockquote>
<p>Mas são os inúmeros detalhes sonoros e o esmero na produção que elevam “Twerk” de uma simples faixa 9 ao status de obra prima. Se você ouve sem prestar atenção acha que a faixa é apenas batida, baixo e vocais. Mas repare que tem no mínimo umas TRINTA coisas tocando ao mesmo tempo, e TODAS concordam entre si e somam para o conjunto ficar completo e rico, ao invés de confuso. Quem entende alguma coisa sobre produção musical ou já teve uma banda de garagem e sofreu pra fazer guitarra, baixo e bateria não soarem embolados sabe o quanto isto é difícil de conseguir.</p>
<p>E o mais legal é que estes detalhes contém um monte de referências, algumas mais técnicas – como o trechinho de TB-303 que toca lá pelo 1m15s –, outras mais óbvias, como o finalzinho dos versos onde Yo Majesty canta:</p>
<blockquote><p>She’s a maniac, maaaniac, on the dance floor (she’s on the dance floor!)     <br />She’s dancing like she’s never danced before</p>
</blockquote>
<p>Notou alguma coisa familiar? Sim, porque estes versos são emprestados da trilha sonora do filme <em>Flashdance </em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5x1K5UH2nek#t=1m00s">(relembre clicando aqui)</a>. Além da referência estar dentro do contexto da música (menina doidinha “trabalhando o corpo” na pista de dança), ainda tem o detalhe que Yo Majesty “canta” através do manjado efeito de <em>auto-tune </em>(<a href="http://www.youtube.com/watch?v=zpdRzpXR2QQ#t=1m00s">aquele, lembra?</a>)<em> -</em> assim, usando o que há de mais moderno na música dançante de hoje para reverenciar a música dançante de ontem.</p>
<p>E ainda sobram mais inúmeros detalhes pra mencionar: a maestria na dinâmica de construir/resolver tensão tonal entre os versos, o <em>high end</em> do espectro sonoro – que é diferente em todos os versos, o toque do <em>phazer</em> nos versos do finalzinho da faixa (“get crazy, get sick / i see you working it”) que deixa o vocal minuciosamente <em>crazy</em> e <em>sick</em>&#8230; Dava pra escrever uma tese de mestrado em cima dessa música, mas vou parar por aqui.</p>
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		<item><title>JACQUES [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/4SfpaAKgmyY/dscn2745.jpg</link><category>wtf</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Wed, 23 Sep 2009 18:29:46 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://img183.imageshack.us/img183/968/dscn2745.jpg</guid><description>&amp;quot;que após este golpe o declarante achou que teria dado cabo à vida de JACQUES, largando a picareta...&amp;quot; (via @renmero)</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>Brainstorming</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 04:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>

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		<description><![CDATA[“Igualzinho filme”, pensou. Havia lua e o reflexo dela nos paralelepípedos da rua deserta e úmida do sereno das duas da manhã e aquele silêncio solene que a cidade faz quando sonha e quando todos dormem. Era como se ele estivesse no sonho de todos os que dormiam. “Sim, igualzinho filme”. Mas era a noite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Igualzinho filme”, pensou. Havia lua e o reflexo dela nos paralelepípedos da rua deserta e úmida do sereno das duas da manhã e aquele silêncio solene que a cidade faz quando sonha e quando todos dormem. Era como se ele estivesse no sonho de todos os que dormiam. “Sim, igualzinho filme”. Mas era a noite real de uma quinta-feira de uma semana que (por uma questão de escala de plantão) não tinha sexta-feira útil e portanto foi bem gasta entre amigos, cervejas e uma ou outra tacada de sinuca. Aí os amigos se foram, as cervejas também e no fim só sobrou aquela cena de filme pintada no caminho de volta pra casa. Feito à pé, sem pressa.   </p>
<p>(e após alguns minutos de reflexão temos as seguintes opções para continuar a história):</p>
<p><strong><img title="brainstorm" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 0px 0px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="359" alt="brainstorm" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/brainstorm.jpg" width="300" align="right" border="0" /> 1.</strong> Ele encontra uma moça, sozinha, sentada no meio-fio, chorando. Segue-se uma breve descrição da moça e um longo diálogo que faz um paralelo entre o vazio de ambos os personagens e o vazio da madrugada.</p>
<p><strong>2.</strong> Ele chega a um cruzamento e, subitamente, percebe que esqueceu aonde mora. Esqueceu COMPLETAMENTE, e sem razão, e sem aviso. O texto vai ficando mais denso para demonstrar o pânico crescente do personagem. Progressivamente ele vai se esquecendo de cada vez mais coisas, como se suas memórias fossem se esfacelando de repente, até que o texto vai ficando cada vez mais truncado (indicando que ele está se esquecendo de como se fala e como se pensa), até acabar.</p>
<p><strong>3.</strong> Ele tropeça num cabo e percebe que o cabo é de um refletor e que o refletor é de um cenário de filme. E, sim, aquilo era mesmo um cenário de filme. A descrição do personagem muda para situá-lo como um ator num set, o texto descreve alguma coisa adicional do cenário do filme (o diretor dando ordens, as figurinistas correndo, etc.) e, quando o leitor está convencido de que na verdade ele é ator, o diretor grita: “alguém avisa pro faxineiro ali que ele está no meio do set”. E o texto passa a descrever o personagem como, de fato, um faxineiro divagando que é ator no meio do set e que após o grito do diretor é forçado a voltar a pensar na sua vida real, no salário ridículo, nos dois ônibus mais metrô que ele vai pegar daqui a pouco pra voltar pra casa, etc. Eu até poderia bolar mais uma mudança para o personagem, mas aí começo a cair nos clichês (ele estava sonhando, ou ele é MESMO um ator num filme representando um faxineiro que pensa que é ator que pensa que é um transeunte na madrugada), o que indica que é hora de parar.</p>
<p><strong>4.</strong> Eu reescrevo o primeiro parágrafo pra deixar o personagem ainda mais boêmio, farrista e beberrão. Na sequência ele conclui que quer aproveitar mais a noite e se envolve em mais alguma atividade ilegal/imoral (prostitutas, drogas, etc.) até a manhã chegar. A essa altura ele está totalmente de ressaca e moído pela noite desregrada, então corre para o chuveiro, se ajeita como pode e retoma sua rotina diária, aonde encontra algum colega que vira para ele e diz: “Bom dia, Padre Marcelo. Agendei pra hoje a gravação do programa do terço bizantino do próximo domingo, tá?”. Mas essa ideia eu já usei <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2005/08/fazia-dez-minutos-que-ela-olhava">nesse texto aqui</a>.</p>
<p><strong>5.</strong> O personagem se encontra com ninguém menos do que Paulo Coelho, que começa a lhe contar uma história (daquelas com moral zen) completamente sem sentido. Algo tipo: “Um monge plantava sementes de abóbora quando seu mestre vem e lhe diz: ‘sê como a semente, que se parte quando vê a luz do sol, mas se dobra quando sente o calor da mãe-terra’”, etc. Aí a história termina com o discípulo dizendo ao mestre:</p>
<p>- Mas, mestre, isso aqui não é uma plantação de abóboras, é uma sorveteria.   <br />- Sorveteria?    <br />- Sim.    <br />- Ah. Hmm… tem de creme?</p>
<p>E aí um link no final explica que o final do texto é uma homenagem aos <a href="http://dequejeito.com.br/?s=sorveteria&amp;x=0&amp;y=0">vários textos do Dequejeito que terminavam exatamente assim</a>.</p>
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		<item><title>What Is a Man - Characteristics of the Ideal Man [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/18xOSVG1d6Q/what-is-a-man-0509</link><category>men</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Wed, 16 Sep 2009 19:51:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.esquire.com/features/what-is-a-man-0509</guid><description>Texto da Esquire, longo, em inglês. E absolutamente perfeito. (via @renmero)</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>Das distâncias</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 04:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Primeiramente é bom deixar claro que não me refiro à distância geográfica, pois essa é patética. Sim, patética. Século XXI, globalização, yadda yadda, aperte uns dois ou três botões e você acessa praticamente tudo e todo mundo em qualquer lugar.
Aqui refiro-me à distâncias reais. Distâncias como a que um cego de nascença tem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="distancia" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="205" alt="distancia" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/distancia.jpg" width="535" border="0" /> </p>
<p>Primeiramente é bom deixar claro que não me refiro à distância geográfica, pois essa é patética. Sim, patética. Século XXI, globalização, <em>yadda yadda</em>, aperte uns dois ou três botões e você acessa praticamente tudo e todo mundo em qualquer lugar.</p>
<p>Aqui refiro-me à distâncias <em>reais</em>. Distâncias como a que um cego de nascença tem para entender algo como um pôr-do-sol, por exemplo. Por mais que se descreva em texto rimado, em música, em páginas e páginas de <em>braille</em>, sempre haverá uma distância entre o que você e eu vemos e o que ele (não) vê.</p>
<p>Alguns vão achar grosseiro ou preconceituoso esse meu último parágrafo, e aí há também uma distância, essa tão ou mais triste que a cegueira de nascença: a distância de entendimento. Pois, no meu, analogias não constituem ofensas. No de várias pessoas, sim. E assim, colocando-se o seu entendimento no centro de tudo, o dos outros vai ficando cada vez mais equidistante do seu próprio, e criam-se abismos entre irmãos ou cônjuges ou amigos. E alguns passam a vida toda vivendo longe e perto uns dos outros.</p>
<p>Às vezes é a própria conjuntura da vida que lhe envolve – não por mal, mas por circunstância – em um “mini-mundo” cheio de uma diversidade meio hipnótica e com presenças mais constantes que ausências e há a ilusão de proximidade. Mas se você se dispõe a andar um pouco pelo seu mini-mundo invariavelmente acaba chegando à margem dele, vendo um oceano e um horizonte cheio de nada e, concluindo que seu mundo é apenas uma ilha, se descobrindo distante. Senti isto com muita clareza na última sexta-feira, no aeroporto de Brasília, quando conheci uma senhora que <em>nunca havia usado uma escada rolante</em>. Ela vivia no interior do Piauí, estava seguindo para São Paulo para visitar os filhos no mesmo voo que eu e, portanto, passou a me acompanhar pela sala de embarque – até a hora em que eu subi numa escada rolante e ela parou, perplexa. E disse: “Como é isso? Nunca andei nisso”. A pobrezinha quase levou um tombo ao tentar subir nos degraus móveis. E, no meu mundinho, escadas rolantes são tão comuns que a idéia de alguém que nunca havia usado uma delas era inconcebível.</p>
<p>Era eu, olhando para o horizonte e vendo um monte de nada. E entendendo que a ilusão do nada era resultado de uma enorme distância. Todo o meu vasto conhecimento e experiência com escadas rolantes, e no fim eu só sabia que não sabia de nada. Talvez esteja aí a genialidade de Sócrates, que mediu o mundo observando suas distâncias.</p>
<p>Mas a melhor parte é que as distâncias reais &#8211; ao contrário das geográficas – são incrivelmente flexíveis, e podem ser encurtadas em instantes. Basta um pouco de boa vontade para que milhares de quilômetros transformem-se em centímetros. Mais um pouco e os centímetros viram milímetros. E aí opera-se no extremo oposto da distância, num lugar singular chamado <em>proximidade</em>.</p>
<p>Aqui refiro-me à proximidades <em>reais</em>. Raras e magníficas, e que devem ser usufruídas ao máximo, pois tendem a ser efêmeres no curto tempo de vida da vida.</p>
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		<item><title>YouTube - Biafra canta Voar Voar e quase voa! [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/VyIxHwUrdXw/watch</link><category>humor video biafra mpb</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 19:45:16 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.youtube.com/watch?v=r0yXBNkw16c</guid><description>Biafra, cara. Biafra. E um parapente. E havia uma câmera filmando. (via blablabra.net)</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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		<title>Cinco coisas legais que me aconteceram por causa do Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 02:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez disseram ao Evan Williams (um dos fundadores do serviço) que &#34;o Twitter é divertido, mas não é útil”. A resposta dele? “Sorvete também não”.
Mas eu digo que o Twitter não somente me foi útil como também divertido. Exemplos:
 1) Eu ganhei um livro do Tiago “El Rey” @bereteando quando ele esteve em SP. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez disseram ao Evan Williams (um dos fundadores do serviço) que &quot;o Twitter é divertido, mas não é útil”. A resposta dele? “Sorvete também não”.</p>
<p>Mas eu digo que o Twitter não somente me foi útil como também divertido. Exemplos:</p>
<p><img title="image" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="224" alt="image" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/image1.png" width="150" align="left" border="0" /> <strong>1)</strong> Eu <strong>ganhei um livro </strong>do Tiago “El Rey” <a href="http://twitter.com/bereteando" target="_blank">@bereteando</a> quando ele esteve em SP. O livro é o <a href="http://www.verbeat.org/oliviamaia/2009/07/operacao-p-2.html" target="_blank">Operação P-2</a>, escrito pela <a href="http://twiter.com/nyex" target="_blank">@nyex</a> e inspirado nas histórias da carreira policial do marido dela, o <a href="http://twitter.com/franchini" target="_blank">@franchini</a>. E tem dedicatória nerd legal, com “w00t” e tudo. </p>
<p>(P.s.: Review do livro em breve aqui no blog)</p>
<p><strong>2)</strong> <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/as-lembranas-que-trouxe-de-belm-do-par" target="_blank">Quando estive em Belém do Pará</a> <strong>o Twitter foi meu guia turístico</strong>. Não fosse por ele eu provavelmente ficaria assando no hotel por não ter tido tempo de pesquisar direito onde ir. O <a href="http://twitter.com/ianblack">@ianblack</a> deu a dica da sorveteria Cairu, com zilhões de sabores exóticos de frutas amazônicas, e o <a href="http://twitter.com/dodavilhena">@dodavilhena</a> me lembrou de não ir embora sem comprar bombons de cupuaçu.</p>
<p><strong>3)</strong> Graças ao Twitter eu <strong>comprei panelas super baratas</strong>. É sério: na época o <a href="http://twitter.com/ibere">@Ibere</a> estava de saída do Brasil (foi morar no Canadá, o sortudo) e fez um “mercadão persa” pra vender tudo que tinha na casa dele. Fomos lá pra buscar um Xbox que meu primo <a href="http://twitter.com/luizzz">@luizzz</a> comprou na mão dele e acabamos levando também um jogo de panelas novinho a preço de banana.</p>
<p>Mas o mais surreal foi conhecer o Iberê ao vivo. Tive que segurar o estranhamento na hora de apertar a mão de um cara que twitta coisas como <a href="http://twitter.com/ibere/status/1290844231">isto</a>.</p>
<p><strong>4)</strong> Várias vezes <strong>o Twitter já decidiu meu almoço</strong>, com o pessoal dando pitacos de o que ou onde eu deveria comer em momentos de (frequente) indecisão. Uma dica ótima que recebi desse jeito veio do <a href="http://twitter.com/gabrielouback">@gabrielouback</a>, que me apresentou a Padaria Real, no Sumaré, do lado da MTV: uma ótima opção quando você quer pagar pouco e comer bem.</p>
<p><strong>5)</strong> Apesar de odiar cerveja, <strong>minha mulher bebeu uma Guiness por causa do Twitter</strong>. Foi uma vez onde um bando de “arrobas” marcou de se encontrar numa Starbucks. Papo vai, papo vem, e uma das meninas menciona que nunca havia bebido uma Guiness. Após uma breve deliberação o grupo concluiu que aquele erro precisava ser reparado <em>imediatamente</em> e, instantes depois, todo mundo estava no bar.</p>
</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/sabineas/2343459610/in/photostream/"><img title="nob" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="267" alt="nob" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/nob.jpg" width="200" border="0" /></a> </p>
<p>E com tanta movimentação em volta da cerveja, minha esposa também resolveu experimentar. Não gostou – mas desde então parou de torcer o nariz pras cervejas e outro dia até achou uma Baden Baden gostosa… <img src='http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item><title>Pastor Pilão(lariat) / Guile Theme [del.icio.us]</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/oprimo/~3/f5vJKdSS0rA/watch</link><category>zangief streetfighter video religion brasil</category><dc:creator>oprimo</dc:creator><pubDate>Tue, 08 Sep 2009 19:06:40 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.youtube.com/watch?v=GeP6l3JDBrw</guid><description>Pastor evangélico recebe o Espírito Santo, a barrinha do especial enche na mesma hora, ele aperta os três botões de soco e sai dando o &amp;quot;pilão giratório&amp;quot; do Zangief enquanto grita: &amp;quot;SAI DA FREEENTE SATANÁÁÁÁÁÁS!!!&amp;quot;.</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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