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	<title>OqueROLA.com - BLOG</title>
	
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	<description>Agitos, baladas, cinema e diversão</description>
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		<title>Petisco “Mix Maravilha” é o vencedor do Comida di Buteco 2012</title>
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		<comments>http://www.oquerola.com/blog/admin/petisco-%e2%80%9cmix-maravilha%e2%80%9d-e-o-vencedor-do-comida-di-buteco-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 May 2012 12:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[AquiROLA]]></category>

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		<description><![CDATA[A premiação dos botecos vendedores do concurso gastronômico Comida di Buteco 2012, em Goiânia, foi realizada no dia 29 de maio, no espaço Green Place, com a presença de todos os donos de botecos participantes, patrocinadores e parceiros do evento, formadores de opinião e imprensa. O grande vencedor da noite, votado como o melhor boteco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5643" title="topo2" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topo21.jpg" alt="" width="580" height="80" /></p>
<p>A premiação dos botecos vendedores do concurso gastronômico Comida di Buteco 2012, em Goiânia, foi realizada no dia 29 de maio, no espaço Green Place, com a presença de todos os donos de botecos participantes, patrocinadores e parceiros do evento, formadores de opinião e imprensa. O grande vencedor da noite, votado como o melhor boteco da cidade, foi o Conversa de Buteco, que concorreu com o petisco “Mix Maravilha”.</p>
<p>Em segundo lugar ficou o Bar Dom Cirus, com o tira-gosto “Bolinho do Cerrado”. O terceiro colocado foi o Bistrô Chica Doida, com o “Bem Bistrô”. O quarto e o quinto lugar ficaram com o Bar do Chicão e com o Bar Du Marcelo, respectivamente. Ao todo foram contabilizados 19 mil votos, 19% a mais do que em 2011. A novidade para a edição do Comida di Buteco 2013 é que já foram selecionados os ingredientes convidados e serão os mesmos para todas as cidades que participam do concurso. São eles: a linguiça e a mandioca.</p>
<p><span id="more-5642"></span><strong>Votação</strong></p>
<p>Os petiscos concorrentes foram avaliados por meio de voto popular e de júri convidado. Além dos tira-gostos (peso de 70% na média final), os botecos foram analisados pelo atendimento (10% do peso), temperatura da bebida servida (10% do peso) e a higiene do estabelecimento (10% peso). O Instituto de Pesquisas Vox Populi é o responsável pela apuração dos votos, avaliando todos os quesitos. O resultado definido 50% pelo público e 50% pelo corpo de jurados, elege o MELHOR BOTECO DA CIDADE.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Premiações paralelas</strong></p>
<p>Além dos troféus que os cinco botecos vencedores receberam pelo concurso Comida di Boteco, outras premiações animaram a noite da Saideira.</p>
<p>- O boteco que obteve o maior número de votos dividido pela quantidade de garçons, foi o Bar do Mineiro. O Prêmio foi uma televisão de plasma de 32 polegadas.</p>
<p>- Desafio Doritos: a marca, patrocinadora do evento há três anos, entrou com um concurso paralelo (no qual somente o jurado vota). Todos os botecos participantes do Comida di Buteco, que criaram um outro petisco, utilizando o Snack Doritos, concorreram à premiação especial em dinheiro, no valor de R$1500,00. O vencedor de 2012 foi o Botequim Mercatto, com o petisco Lula a la Doritos.</p>
<p>- Hellmann’s: a maionese lançou para os botecos uma forma de premiação: quem utilizar maionese Hellmann’s no tira-gosto principal, também concorre à uma premiação em dinheiro. A Hellmann’s premiou os três melhores petiscos (que utilizaram a maionese). Considerado para essa avaliação o resultado final da votação do concurso. O resultado ficou assim:</p>
<ul>
<li>1º lugar - Conversa de Boteco- ganhou R$3.000,00</li>
<li>2º lugar - Bar Dom Cirus – ganhou R$ 2.000,00</li>
<li>3º lugar - Bistrô Chica Doida- ganhou R$ 1000,00</li>
</ul>
<p><strong>História</strong></p>
<p>O Comida di Buteco foi criado em 2000, com a intenção de resgatar a culinária dos botecos tradicionais da cidade de Belo Horizonte. O primeiro circuito contou com 10 bares participantes. Hoje, conta com 41 apenas na capital mineira. Em 2012, 16 cidades participaram do evento buscando a valorização dos traços da culinária regional, contando a história da gastronomia de raiz brasileira.</p>
<p>O processo de expansão do concurso pelo país teve início em 2008, quando Goiânia sediou a primeira edição do evento. Goiânia tem uma participação especial no circuito nacional já que os organizadores identificaram na cidade várias características similares a Belo Horizonte. Entre as peculiaridades estão o hábito e a preferência do goianiense em frequentar bares para beber a tradicional cerveja com um tira-gosto especial para acompanhar. Muitos frequentadores de bares procuram a oportunidade de degustar comida de qualidade com um toque regional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6 style="text-align: right;"><span style="color: #808080;">Texto da Assessoria de Comunicação</span></h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oquerola.com%2Fblog%2Fadmin%2Fpetisco-%25e2%2580%259cmix-maravilha%25e2%2580%259d-e-o-vencedor-do-comida-di-buteco-2012%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/oquerola/~4/O1-QS2Ajcmw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mariana a fora</title>
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		<comments>http://www.oquerola.com/blog/admin/mariana-a-fora/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 May 2012 20:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intercâmbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi, minha gente! Depois de um tempinho afastada, volto a escrever o blog World Study + Oquerola! E o momento do retorno não podia ser mais propício: em agosto, irei viajar pela Europa, em mais uma promoção super bacana com Oquerola e irei contar tu-di-nho aqui: os preparativos, a ansiedade (sim, até hoje fico ansiosa), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, minha gente!</p>
<p>Depois de um tempinho afastada, volto a escrever o blog World Study + Oquerola! E o momento do retorno não podia ser mais propício: em agosto, irei viajar pela Europa, em mais uma promoção super bacana com Oquerola e irei contar tu-di-nho aqui: os preparativos, a ansiedade (sim, até hoje fico ansiosa), a correria, as dúvidas&#8230; tudo!</p>
<p><span id="more-5623"></span></p>
<p>E pra início de conversa nessa segundona pós-pecuária, quero contar pra vocês como é difícil escolher qual lugar conhecer. TODAS, veja bem, TODAS as pessoas com quem falo têm essa dúvida. Não importa se conhecem cem, dez ou nenhum país, todo mundo acaba se deparando com essa questão na hora do embarque.</p>
<p>Foi difícil negociar as férias com o chefe (ou o sócio, o que dá na mesma!), juntar a grana, definir a data do embarque. E depois de tanto esforço, onde vou “gastar” esses míseros 10 dias?? Que sejam 30 dias. Seis meses. E se essa for minha última chance de viajar ou fazer um intercâmbio? E se, ano que vem Veneza afundar? E se um tsunami passar pela Indonésia e eu nunca mais puder ir pra lá?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5637" title="1" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/12.jpg" alt="" width="491" height="384" /></p>
<p>Existe um jeito fácil de escolher destinos? A resposta, por pior que seja, é: não, não existe. Mas facilita saber que oportunidades nunca nos faltarão. O câmbio aumentou? Vá pra um lugar mais barato ou junte mais grana. A Primavera Árabe te deixou inseguro? Visite Granada, na Espanha, que tem fortíssima influência de lá. Não conseguiu tirar férias? Já comece a negociar a do próximo ano. Mas jamais deixe de viajar. Conhecer coisas novas expande a mente e alimenta a alma!</p>
<p><img class="size-full wp-image-5628 alignnone" title="2" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/2.jpg" alt="" width="258" height="210" />             <img class="size-full wp-image-5629 alignnone" title="3" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/3.jpg" alt="" width="268" height="203" /></p>
<p>Tá, Mariana, mas e aí, pra onde eu vou? Bom, tem uma coisa que costumo dizer pra todos: 90% de chances de você gostar de qualquer lugar que visitar, mas você poderia AMAR e não apenas só gostar. Então pense “qual o intuito da minha viagem?”. Quer conhecer museus? Ir pra praia? Balada? Estudar? Fazer os quatro? Depois veja suas companhias. Vai sozinho ou com os amigos? Por fim, veja se precisa ou não de visto e se tem tempo hábil pra tirá-lo. Não adianta querer embarcar pros EUA semana que vem se você ainda não tem visto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5633" title="4" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/4.jpg" alt="" width="506" height="395" /></p>
<p>Eu, por exemplo, estou embarcando pro meu segundo mochilão na Europa em Agosto e levei mais ou menos seis meses pra definir quais cidades conhecer. E, indo com mais três amigas, fica ainda mais complicado aliar todas as vontades! Mas depois de muitas opções discutidas no grupo do Face, decidimos por Ibiza, Barcelona, Riviera Francesa, Roma e Split (na Croácia). Antes, embarco para a Inglaterra para transmitir as Olimpíadas. Obviamente, algumas cidades ficaram de fora. Todas tivemos que abrir mão de algum lugar que queríamos conhecer em prol da viagem como um todo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5634" title="5" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/5.jpg" alt="" width="494" height="376" /></p>
<p>Moral da história: quando for viajar, não entre em pânico! Se não conhecer aquele lugar dos sonhos dessa vez, na próxima você vai! O importante é estar satisfeito com o que vai conhecer e ir em boa companhia, seja de amigos ou de você mesmo!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5635" title="6" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/6.jpg" alt="" width="504" height="386" /></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oquerola.com%2Fblog%2Fadmin%2Fmariana-a-fora%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/oquerola/~4/yQEeOx2HVpA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Resenha de “Missão Impossível 4: Protocolo Fantasma”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/oquerola/~3/S8pOY9wI-50/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 19:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Ethan Hunt nasceu em 1962, mede 170 cm e nunca se machuca. Pode ser que até o Kremlin se exploda, ou que ao escalar o maior prédio do mundo, fique dependurado por apenas uma luva magnética, não adianta; ele vai se safar. Mesmo que seus patrocinadores não o desejem mais. Seus amigos dominam as mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5619" title="topom" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topom.jpg" alt="" width="580" height="100" /></p>
<p><strong>Ethan Hunt nasceu em 1962, mede 170 cm e nunca se machuca.</strong> Pode ser que até o Kremlin se exploda, ou que ao escalar o maior prédio do mundo, fique dependurado por apenas uma luva magnética, não adianta; ele vai se safar. Mesmo que seus patrocinadores não o desejem mais.</p>
<p><strong>Seus amigos dominam as mais variadas tecnologias disponíveis. O mundo é pequeno aos seus pés. E o sorriso?</strong> Ah, basta então abrir aquele sorrisão para a Jane Carter, sua parceira interpretada pela sensual, gostosa e cheias de outros atributos a atriz Paula Patton que tudo se resolve da melhor maneira possível.</p>
<p><span id="more-5618"></span></p>
<p><span id=":1v0"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1378477176922c8b&amp;attid=0.2&amp;disp=thd&amp;zw" alt="MI4-Ghost-Protocol1.jpg" width="226" height="126" /></span><strong>Lendo os dois primeiros parágrafos podemos esperam um baita clichezão deste filme. E ele o é! </strong>Mas só que o bom humor injetado nas falas, a atuação adequada do personagem, ou será que alguém acha que o Tom Cruise é o Ethan Hunt ou vice-e-versa? E também as soluções criativas que o personagem apresenta para se safar dos mais mirabolantes perigos, é espetacular.</p>
<p><strong>Se a proposta – e essa é claríssima- é de divertir o público, mostrando lugares da moda</strong> (Dubai, por exemplo; não existe um novo-rico que não queira ir lá) e outros menos conhecidos, com os estereótipos de praxe, o diretor conseguiu! Particularmente prefiro a Índia, Mumbai, Maharashtra&#8230;</p>
<p><span id=":1pn"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1378477176922c8b&amp;attid=0.3&amp;disp=thd&amp;zw" alt="MI4-Ghost-Protocol2.jpg" width="226" height="151" /></span><strong>Podemos descrever o filme pelo roteiro ou somente pelas cenas, tanto faz.</strong> Cada sequência é tão bem filmada que nem precisa saber o que ocorreu antes. Aliás, o que o Ethan faz além de tentar salvar o mundo?</p>
<p><strong>Destaque para o arrojo arquitetônico de Dubai, e a velocidade dos ventos lá em cima</strong>. A Praça Vermelha é daquele jeito mesmo e os russos, infelizmente; são na maioria grosseiros. A Índia é bem mais colorida do que vemos e existe riqueza lá, muita. Principalmente intelectual. O estacionamento e a mala é um castelo de cartas por camadas, filmado com tanto carinho que merece ser visto duas vezes.</p>
<p><strong>As pausas sempre engraçadas, retiram parcialmente a tensão e até nos momentos de decisão milimétrica </strong>aparece uma piadinha bem colocada. Para mim é o forte do filme. Essa distensão.</p>
<p><span id=":1q1"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1378477176922c8b&amp;attid=0.4&amp;disp=thd&amp;zw" alt="MI4-Ghost-Protocol3.jpg" width="226" height="151" /></span><strong>O final não nos trás surpresas, claro.</strong> Mas quem precisa de algo bombástico no fim, se durante todo o filme a taquicardia tomou conta da platéia boquiaberta, impedindo-a até de comer o saco inteiro de pipocas?</p>
<p><strong>O que há de bom</strong>: Tom Cruise, gracinhas e tecnologia (além, lógico, da Paula Patton)</p>
<p><strong>O que há de ruim</strong>: se sem recursos a equipe renegada do IMF consegue fazer tanta coisa, imagina com?</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: a cena final do filme é em Vancouver, no píer de Granville Island, lindo e calmo, recomendo</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: Tom Cruise no Burj Khalifa, de cabeça para baixo, espetacular</p>
<p>Cotação: filme ótimo (@@@@)</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oquerola.com%2Fblog%2Fcobra%2Fresenha-de-%25e2%2580%259cmissao-impossivel-4-protocolo-fantasma%25e2%2580%259d%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/oquerola/~4/S8pOY9wI-50" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Resenha de “O Exótico Hotel Marigold”</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 19:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já esteve na Índia? Se positivo, foi no Rajastão? Mais especificamente, em Udaipur, a cidade dos lagos? E lá chegou de ônibus, ao entardecer? Posso responder afirmativamente todas as perguntas acima. A experiência; é indescritível e única. Se você acha que a expressão “choque cultural” é pouco, vá, veja e principalmente; sinta. São pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5613" title="topoh" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topoh.jpg" alt="" width="580" height="100" /></p>
<p>Você já esteve na Índia? Se positivo, foi no Rajastão? Mais especificamente, em Udaipur, a cidade dos lagos? E lá chegou de ônibus, ao entardecer? Posso responder afirmativamente todas as perguntas acima. A experiência; é indescritível e única. <strong>Se você acha que a expressão “choque cultural” é pouco, vá, veja e principalmente; sinta.</strong></p>
<p>São pessoas com mais de sessenta anos, vividas, com suas histórias particulares de realizações, perdas e portas fechadas. Somente um ponto-em-comum, são ingleses. A ida ao Hotel Marigold, que promete atendimento vip e tudo que a Índia oferece de exótico. Não há exageros. <strong>O trânsito é caótico, andar de tuk-tuk é daquele jeito mesmo e viajar de ônibus tem seus riscos a cada curva e buzinada.</strong></p>
<p><strong></strong> <span id="more-5612"></span>As ruas estão cheias de vacas, elefantes, dromedários. Senti falta dos macacos&#8230; As pessoas são coloridas e sorridentes. O assédio é infernal, assim como o calor. Ou você vai no fluxo, e se adapta, ou a reação é a pior possível. <strong>Ficar indiferente? Impossível!</strong></p>
<p><img class="size-medium wp-image-5614 alignleft" title="mari" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/mari-300x126.jpg" alt="" width="300" height="126" />O filme é profundo e abordado de maneira leve. Operar o quadril com médico indiano e hospital idem é mais barato. Encontrar o grande amor de sua vida, da qual foi separado traumaticamente na juventude, é árduo, penoso. Superar a morte do companheiro, que nunca a deixou fazer absolutamente nada e a proveu desde sempre, é difícil, ainda que no fim ele só deixou dívidas&#8230; Acompanhar o marido – o típico homem-bom, sem nunca elevar a voz e sempre gentil – numa cidade hostil, com comida atípica e em que cada momento a oprime e sufoca ainda mais<strong>, é loucura.</strong></p>
<p>Somam-se dois senhores (um homem e uma mulher) irremediavelmente sós. Carentes. Brutalmente isolados de carinho e atenção, provando que a sexualidade não tem idade. <strong>Essa verdade é tão imensa que a maioria das pessoas de 40 anos ou mais não acredita que seus pais mantenham relações sexuais, aliás; nem conseguem imaginar isso&#8230;</strong></p>
<p>E o gerente do hotel é um jovem bem articulado, filho de família rica, brâmane. Tem namorada que trabalha em call-center, anda de “scooter” e deseja injetar dinheiro e energia no Hotel que foi de seu pai e agora sobrou para ele, já que os demais irmãos são indianos bem sucedidos morando no estrangeiro. <strong>Sua mãe desaprova todas as suas ações, inclusive o relacionamento prá lá de moderno com a parceirinha.</strong></p>
<p>Sucedem-se encontros, desencontros, até morte. Obviamente que revelações são marcantes, mas nada que não mostre o que o ocidente despreza e joga de lado: o envelhecer. A velhice é mais uma parte da vida do ser humano, inexorável. E pode ser bela, rica e produtiva. <strong>Diante de um elenco maravilhoso e interpretações idem, o filme é um lição. Imperdível.</strong></p>
<p><strong>O que há de bom</strong>: o tema da idade visto de maneira clara e realista e com ótimos atores</p>
<p><strong>O que há de ruim</strong>: alguns dirão que a visão deste pedacinho da Índia está equivocada, que se excederam nas tintas, eu discordo veementemente, é daquele jeito mesmo!</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: demora muito para queimar um corpo, e o osso esterno é o mais difícil de arder nos corpos masculinos</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: a ultrapassagem do ônibus, resume o que é viver no oriente, um risco diário; uma emoção</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cotação: filme excelente (@@@@@)</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oquerola.com%2Fblog%2Fcobra%2Fresenha-de-%25e2%2580%259co-exotico-hotel-marigold%25e2%2580%259d%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/oquerola/~4/x_AVt2N_Gok" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Clássicos do COBRA: “A Um Passo da Eternidade”</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 18:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambientado no Havaí, as vésperas do ataque de Pearl Harbour, a vida é tão pequena quanto especial. Ali, naquela guarnição, dramas seculares se desenrolam, um tripé de homens de características espetaculares com suas indagações, dúvidas e destinos. Comecemos primeiro com o mais famoso de todos; Frank Sinatra vive o papel de Maggio, claramente de origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5609" title="topoet" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topoet.jpg" alt="" width="580" height="100" /></p>
<p><strong>Ambientado no Havaí, as vésperas do ataque de Pearl Harbour, a vida é tão pequena quanto especial</strong>. Ali, naquela guarnição, dramas seculares se desenrolam, um tripé de homens de características espetaculares com suas indagações, dúvidas e destinos.</p>
<p><strong>Comecemos primeiro com o mais famoso de todos; </strong>Frank Sinatra vive o papel de Maggio, claramente de origem italiana com o seu sangue fervente. Amigo de primeira ordem do atormentado Prewitt, tem a coragem de desafiar o enorme sargento “Fatso”, interpretado pelo poderoso Ernest Bornigne. Sofre de acordo com seus preceitos internos, sua liberdade inconteste e a alma livre. Sinatra está soberbo neste delicado papel, e nem precisou cantar&#8230;</p>
<p><span id="more-5608"></span><span id=":155"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1378987ebd18030c&amp;attid=0.5&amp;disp=thd&amp;zw" alt="From here to etenity 5.jpg" width="215" height="166" /></span><strong>Depois o sujeito que segundo Marylin Monroe, se puniu mais do que ela mesma:</strong> Montgomery Clift. Dono de um rosto “mamãe-cuida-de-mim” e aquela atitude rebelde que tanto atrai as mulheres, ele é o soldado talentoso, mas que recusa o que Deus lhe deu, por um infortúnio que absolutamente nunca foi culpa sua. As suas duas sequências magníficas são: o solo de trompete e a luta contra aquele idiota qualquer. Seu Robert E. Lee Prewitt é de dar dó, de tão bobo e infantil.</p>
<p><strong>Por último um daqueles raros homens em que a retidão, hombridade, firmeza de caráter e principalmente macheza, estão na cara</strong>: Burt Lancaster. Sua primeira abordagem com Debora Kerr, esposa do comandante da tropa -o não menos interessante Capt. Dana Holmes- é tão viril, tão direta que ela sucumbe apenas ao olhar-lho. Seu encontro noturno, a chuva, o cigarro e a “pegada” do sargento Milton Warden é algo de tremer as bases.</p>
<p><span id=":116"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1378987ebd18030c&amp;attid=0.4&amp;disp=thd&amp;zw" alt="From here to etenity 4.jpg" width="221" height="166" /></span><strong>Burt tem interesse pelo soldado Prewitt, que ao recusar lutar pela corporação, é punido exemplarmente</strong>. E parece que ele gosta muito de levar cacetada, visto que não reage. Entretanto ao encontrar com a belíssima Alma “Lorene” Burke, Prewitt começa a pensar em ter uma carreira, uma vida, um caminho. Entretanto novamente deixa-se levar pelas circunstâncias e não nota que é um soldado, um lutador, uma pessoa de valor. Tal e qual seu intérprete Clift, o personagem vai para o lugar errado, com a roupa errada e acontece o inevitável.</p>
<p><strong>Pressionado por Debora Kerr; Lancaster deseja assumi-la, mas do jeito que é: um sargento. </strong>Detesta a vida de oficial e o que ele tem para oferecer a ela é amor e honestidade, dois quesitos aos quais a coitada nunca experimentou na vida. A mesma então faz o que está acostumada, rechaça o macho depois de tê-lo aos seus braços. Detestável.</p>
<p><span id=":15o"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1378987ebd18030c&amp;attid=0.2&amp;disp=thd&amp;zw" alt="From here to etenity 2.jpg" width="215" height="166" /></span><strong>Então a guerra explode, o marido mostra apenas que é um verme inútil e desprezível</strong>. Burt é o mesmo de sempre: um líder, um soldado e segue lutando. Já ela, coincidentemente ao lado da outra que também ousou colorir de sonhos as esperanças do amado, vai certamente perder a juventude e a beleza em outro quartel. E o Prewitt? Só uma lápide, nada mais.</p>
<p><strong>O que há de bom</strong>: atores soberbos, colossais</p>
<p><strong>O que há de ruim</strong>: na década de 50 acreditava-se –ainda- em finais felizes</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: enquanto uma mulher que ser respeitada trabalhando e economizando, a outra quer modificar o homem que ama e não a si mesma&#8230; nenhuma delas demonstra querer criar uma nova história a dois em vez de soluções unilaterais</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: o beijo, a praia, o mar&#8230;</p>
<p>Cotação: filme excelente (@@@@@)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Clássicos do COBRA – Relíquia Macabra</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 19:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Bogart nasceu em 1899 e somente depois deste filme, apresentado em 1941, conheceu o estrelato. Recomendo a todos que apreciam diálogos intensos, fotografia ousada (dezenas de cenas mostradas de baixo para cima) e a arquitetura de personagens complexos, nem bons nem maus, todos apaixonados e ambiciosos. Filme em preto e branco, mas com as cenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784b07a929e79b&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337975325306&amp;sads=GAjSxYHU52ClZBVsUi5svPOOhNU" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784b07a929e79b&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337975325306&amp;sads=GAjSxYHU52ClZBVsUi5svPOOhNU" width="503" height="230" /><strong></strong></p>
<p>Bogart nasceu em 1899 e somente depois deste filme, apresentado em 1941, conheceu o estrelato. Recomendo a todos que apreciam diálogos intensos, fotografia ousada (dezenas de cenas mostradas de baixo para cima) e a arquitetura de personagens complexos<strong>, nem bons nem maus, todos apaixonados e ambiciosos.</strong></p>
<p>Filme em preto e branco, mas com as cenas escurecidas, cheias de sombras, deu origem ao que chamamos de cinema noir&#8230; O detetive Sam Spade recebe uma gata em seu escritório, ela pede que localize sua irmã e dá o nome de um suspeito. Seu sócio – que Sam é amante da esposa – se interessa mais pela moça do que pela missão<strong>. É assassinado rapidamente</strong>.</p>
<p><span id="more-5603"></span><span id=":1ra"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784b07a929e79b&amp;attid=0.2&amp;disp=thd&amp;zw" alt="maltese_falcon 2.jpeg" width="226" height="144" /></span>O suspeito é Spade, claro. Mas esse –cheio de caras e bocas- refuta os policiais que o procuram incriminar e prossegue investigando. A cada momento a mulher tem um nome: Wonderly, Leblanc, Brigid O&#8217;Shaughnessy&#8230; mas continua sedutora e atraente<strong>. Quase todos fumam. Definitivamente, não é a época do politicamente correto.</strong></p>
<p>Os chapéus são maravilhosos, os telefonemas decisivos e até a aparente fragilidade do senhor Joel Cairo esconde uma arma. Ainda bem que nosso herói é rápido para desarmar. Fique atento aos dizeres, ninguém é realmente o que fala. Mas todos desejam enriquecer com a chegada da famosa estatueta: o Falcão Maltês. <strong>Que hora nenhuma é mostrada, somente no finalzinho.</strong></p>
<p><span id=":1p9"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784b07a929e79b&amp;attid=0.3&amp;disp=thd&amp;zw" alt="maltese_falcon 3.jpeg" width="225" height="166" /></span>Permaneço encantado com as soluções do diretor John Huston e seu fotógrafo Arthur Edeson. O clima é permanentemente enfumaçado, o figurino da femme fatale Mary Astor, suas falas quase iguais ao livro homônimo de Dashiell Hammett<strong>, tudo conspira para que não saibamos quem é sincero ou não.<br />
</strong></p>
<p>Até o surgimento do mandante -na minha opinião está melhor até do que o Bogart- o ator Sydney Greenstreet como o refinado Kasper Gutman, que escolhe bem as palavras, fala pausado<strong>, mas não vacila em desejar a morte e a queima de um navio inteiro para conseguir o seu intento.</strong></p>
<p>E a secretária fiel, Gladis George que é tão bonita quanto Mary Astro? E as pequenas indiscrições dele? E a maneira rude, de macho alfa dominante do Humphrey? Uma câmera quase que malabarística assume o comando do filme, nas cenas finais, onde todos estão reunidos<strong>. Não esquecer do capanga irado de Kasper, que leva cacetada e humilhações mortais do Spade.</strong></p>
<p><span id=":2go"><img class="hv alignleft" src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784b07a929e79b&amp;attid=0.4&amp;disp=thd&amp;zw" alt="maltese_falcon 4.jpeg" width="224" height="166" /></span>Os diálogos se acentuam, a verdade é vislumbrada e finalmente sabemos de tudo. Só falta uma coisa: <strong>irá o detetive delatar aquela que o contratou e carimbou seu coração ou não?</strong></p>
<p><strong>O que há de bom</strong>: uma aula de inglês e cenografia</p>
<p><strong>O que há de ruim</strong>: até que o filme é curto e a estátua, feiinha</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: Fat Boy and Little Boy são os apelidos respectivos do Gutmen e do Wilmer, e das bombas atômicas lançadas contra o Japão.</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: Bogart perdendo o equilíbrio depois de beber um drinque “batizado”, nem assim ele perde a classe!</p>
<p>Cotação: filme excelente (@@@@@)</p>
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		<title>Clássicos do COBRA – Resenha de “A mulher de preto”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 19:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Com este tipo de título já se sabe o que podemos esperar como filme: terror. E o ator principal? Daniel Radcliffe, o famoso Harry Potter. E se este rapaz deseja que o personagem saia dele, é melhor escolher papéis menos soturnos e que nada tenham a ver com o bruxinho mais popular de todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5599" title="topowom" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topowom.jpg" alt="" width="580" height="100" /></p>
<p><strong>Com este tipo de título já se sabe o que podemos esperar como filme: terror</strong>. E o ator principal? Daniel Radcliffe, o famoso Harry Potter. E se este rapaz deseja que o personagem saia dele, é melhor escolher papéis menos soturnos e que nada tenham a ver com o bruxinho mais popular de todos os tempos. Se não vai fazer o papel de rapaz bem comportado na capital que vai para o interior descobrir que a maldade humana existe. Até depois da morte.</p>
<p><strong>O cenário não pode ser mais apropriado. Século XX, o comecinho dele, veja o único carro da cidade.</strong> Uma casa no meio de absolutamente nada. Em que a maré a isola a metade do dia, onde a névoa reina o tempo o todo. E para complicar, histórias de crianças mortas. Muitas delas.</p>
<p><span id="more-5598"></span><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784346aa6c434a&amp;attid=0.4&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337974777398&amp;sads=R1n1CsuD707j1pOZPb3k3HS0qE8" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784346aa6c434a&amp;attid=0.4&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337974777398&amp;sads=R1n1CsuD707j1pOZPb3k3HS0qE8" width="278" height="185" /><strong>Cada cena de susto é bem feita. Não trás novidades emocionais ou de filmagem</strong>. Mas o clima cinzento é bom. A presença do ator Ciarán Hinds, com sua cara enorme e expressiva, ajuda. O vozeirão também. Ele é o pai de uma das pequenas almas que se foram desta para sei lá onde&#8230; A esposa –como é de praxe- ficou maluca.</p>
<p><strong>As surpresas vêm em conta-gotas bem dosado. A fotografia é o melhor do filme</strong>. Poderia até ser em preto e branco que pouco mudaria, de tantos tons e semitons de cinza que contém. O jovem advogado está lá para levantar a papelada que ficou do espólio da morta.</p>
<p><strong>Contudo o que a morta deseja é o filho que lhe foi roubado</strong>. Qualquer um percebe, menos a supersticiosa população local e o ricaço. E o que ele irá fazer para preencher o vazio do leito da pobre alma penada? Será que assim que seu filho chegar (ele, para complicar, é viúvo) ela vai carregar com ele também?</p>
<p><img class="alignleft" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784346aa6c434a&amp;attid=0.3&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337974831543&amp;sads=H9D8oErY8iQ6e8qeyXO8ROrjNgk" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13784346aa6c434a&amp;attid=0.3&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337974831543&amp;sads=H9D8oErY8iQ6e8qeyXO8ROrjNgk" width="274" height="144" /><strong>O ator se esforça, mas não convence, seu rosto não muda muito.</strong> Tudo bem que ele não se assusta fácil. A cena do vidro é de tirar pica-pau do toco e a primeira aparição dela também é bruta&#8230; Mas o Harry Potter poderia dar mais vazão às emoções, não?</p>
<p><strong>Vai chegando de mansinho, o final do filme – ainda bem- é curto, dura menos de hora e meia</strong>. Então; preparem-se para a escuridão, para a lama, a chuva, os brinquedinhos e para ela. Fiquei muito satisfeito com o anticlímax, com os trilhos e os fantasmas em geral. São melhores personagens que o zumbi Daniel.</p>
<p><strong>O que há de bom:</strong> a locação</p>
<p><strong>O que há de ruim:</strong> atuação sem graça de Harry</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: os brinquedos são extremamente raros e bem cuidados, um show</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: qualquer tomada em grande angular da casa, já impacta muito bem</p>
<p>Cotação: filme regular (@@)</p>
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		<item>
		<title>Clássico do COBRA – Resenha de “O Corvo 2012″</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/oquerola/~3/uUxqgsQJ_eU/</link>
		<comments>http://www.oquerola.com/blog/cobra/classico-do-cobra-resenha-de-o-corvo-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2012 19:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Se existe um poema traduzido para a língua portuguesa por dois autores do porte de Machado de Assis e Fernando Pessoa, certamente o autor é brilhante. Edgar Allan Poe foi mais do que isso, seus contos são de um ineditismo ímpar, com tensão e sangue, é o pai de gênero de contos de detetive macabros. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5590" title="topoocor" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topoocor.jpg" alt="" width="580" height="100" /></p>
<p><strong>Se existe um poema traduzido para a língua portuguesa por dois autores do porte de Machado de Assis e Fernando Pessoa, certamente o autor é brilhante.</strong> Edgar Allan Poe foi mais do que isso, seus contos são de um ineditismo ímpar, com tensão e sangue, é o pai de gênero de contos de detetive macabros. Os poemas são belos e muito bem construídos. E o filme em questão é um chamado ao mundo deste sujeito.</p>
<p><strong>Poe bêbado, Poe apaixonado, Poe jornalista transgressor, Poe genial</strong>. Cada um desses multifacetados personagens é mostrado. De leve. Sem maiores aprofundamentos. Erro e vantagem do enredo. Você se diverte: se não conhece, vai querer saber e ler. Ou no mínino, “dar um Google” nele.</p>
<p><span id="more-5589"></span><strong>Baltimore, meados de outubro de 1849, 40 bem vividos anos</strong>. Poe é chamado pelo detetive Fields para ver a cena de assassinato de uma mulher e filha. A cena do crime e o meio de escape são conteúdo de um conto de Poe. Este reage com raiva. Não ajuda em nada.</p>
<p><img class="alignleft" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842b22f51a7e6&amp;attid=0.4&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337972895907&amp;sads=hdPu8aZVgdKzSYIfBQBJGhrDVWk" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842b22f51a7e6&amp;attid=0.4&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337972895907&amp;sads=hdPu8aZVgdKzSYIfBQBJGhrDVWk" width="240" height="240" /><strong>Corta para cenas do jornal. Há um misto de reverências, admiração e ódio por Poe, naquele recinto.</strong> Poe apenas rechaça seus amigos e fãs. Trata a todos com dureza e desprezo. John Cusak constrói um belo personagem, mas infelizmente não há como não nos lembrarmos de Sherlock Holmes, inclusive o dos filmes.</p>
<p><strong>Entretanto a sua audácia na corte com a amada Emily Hamilton</strong> (Alice Eve) é de encantar os eternos românticos de plantão. Definitivamente, Poe é forte no quesito conquista. Obviamente o seu rico pai não vê com bons olhos este romance.</p>
<p><strong>Seguem-se assassinatos, um deles, o do pêndulo, é bem carnicento</strong>. E o autor desafia o intelecto de Poe e por tabela o do investigador Fields, que é vivido pelo bom ator Luke Evans. A trama oscila entre suspense e humor, em boas doses. Mas não homeopáticas.</p>
<p><strong>Os suspeitos podem ser muitos. Apenas um detalhe, é um homem de mãos enormes</strong>. Prestem atenção&#8230; Baltimore, a cidade, é a melhor personagem. Revirada de baixo para cima, desde seus subterrâneos, passando pelo teatro, o cais e até arredores, está linda. Pena que tudo foi gravado na Sérvia (em Belgrado, Budapeste e Novi Sad). Mas vale a intenção, pois sai da mesmice de Nova Iorque, São Francisco e outras comuns aos olhos do cinéfilo.</p>
<p><img class="alignleft" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842b22f51a7e6&amp;attid=0.2&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337972987865&amp;sads=qataxyVXjBynCPMxXBP1f9zX_ls" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842b22f51a7e6&amp;attid=0.2&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337972987865&amp;sads=qataxyVXjBynCPMxXBP1f9zX_ls" width="231" height="154" /><strong>O círculo vai apertando e é possível ao observador arguto saber quem é o assassino.</strong> Poe não é tão covarde como parece e nem tão heróico como supomos. Isso dá uma coerência muito boa no seu encontro com o monstro. Bons diálogos. Boa morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que há de bom</strong>: envolvente e trás o nome de um autor excelente para o grande público</p>
<p><strong>O que há de ruim</strong>: não desce as entranhas da alma, como o autor original</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: Emily não pode tocar Debussy ao piano em 1849, já que este autor nasceu em 1862&#8230; mas a peça é linda!</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: gosto dele com o seu guaxinim, meu animal do cerrado predileto; mas aprecio ainda mais Poe declamando e seu olhar matador</p>
<p>Cotação: filme bom (@@@)</p>
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		<title>Clássicos do Cobra – Resenha de “Apocalipse Now”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 18:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.B.R.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[São duas versões: uma de 1979 e outra, chamada “Redux”, que significa revisitado. Recomendo que vejam ambas, necessariamente nesta ordem. Filmado nas Filipinas, por um elenco estelar, encabeçado por Martin Sheen, Robert Duval e Marlon Brando, com uma “pontinha” de Harrison Ford e a mais jovem aparição de Laurence Fishburn (aos 14 anos) no cinema. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5581" title="topoapo" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/topoapo.jpg" alt="" width="580" height="100" /></p>
<p>São duas versões: uma de 1979 e outra, chamada “Redux”, que significa revisitado. Recomendo que vejam ambas, necessariamente nesta ordem. Filmado nas Filipinas, por um elenco estelar, encabeçado por Martin Sheen, Robert Duval e Marlon Brando, com uma “pontinha” de Harrison Ford e a mais jovem aparição de Laurence Fishburn (aos 14 anos) no cinema. <strong>O roteiro é simples, o capitão Willard (Martin) deve subir o Rio Nung –que desconheço – e eliminar o Coronel Kurtz, que aparentemente ficou louco.<span id="more-5578"></span></strong></p>
<p><strong></strong> <img class="alignleft" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842372d729dcf&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337970314722&amp;sads=b3XsSKa-t8TwIAqy7RGhhCNRpRI&amp;sadssc=1" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842372d729dcf&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337970314722&amp;sads=b3XsSKa-t8TwIAqy7RGhhCNRpRI&amp;sadssc=1" width="343" height="147" /></p>
<p>Mas enquanto o cenário adentra nas entranhas da floresta do Vietnam até o Camboja, os personagens mergulham em si mesmos numa trip sem volta. De reflexão, questionamentos e experiências e vivências pra lá de surreais. <strong>Não é um filme sobre a Guerra Americana (assim que ela é chamada lá) e sim é a Guerra do Vietnam.</strong></p>
<p>Barulho de helicóptero, os famosos Huei, misturado com ventilador. Aquele suor preguento e constante de Saigon, agora chamada de Ho Chi Min, e o som do “The Doors” ao fundo. Somente esta cena, já vale o filme. <strong>Diz a lenda que Martin Sheen machucou de verdade, pois estava mesmo alcoolizado.</strong></p>
<p>Você surfa? Coronel Bill Kilgore ataca uma vila somente para isso e nem consulta as marés&#8230; Sua frase totalmente incorreta politicamente: “- Eu adoro o cheiro de napalm pela manhã.” O vento causado pela convecção do bombardeio inverte o sentido das ondas. Não há sentido algum no que ele faz.  Impressionante o laranja estourado da fotografia com os helicópteros em silhueta e com a música de Wagner (poderia ser outro?). <strong>Vale ressaltar que agente laranja é um desfolhante e napalm é um veículo incendiário composto por ácidos naftémico e palmítico, daí o nome, juntado com gasolina gelificada.</strong></p>
<p><img class="alignleft" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842372d729dcf&amp;attid=0.3&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337970380896&amp;sads=FTPsSI97c0JpLL1V6yUlWN2Exsw" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=137842372d729dcf&amp;attid=0.3&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337970380896&amp;sads=FTPsSI97c0JpLL1V6yUlWN2Exsw" width="310" height="204" /></p>
<p>O barco sobe o rio, composto por um condutor bem militar, dois garotos (o negro e o surfista), um chefe de cozinha e o capitão. A cada crise, um surto. A presença do tigre é só uma metáfora. Assim como o inocente barco cheio de comida e a mocinha sentada em cima do barril, escondendo o seu filhotinho de cão. <strong>O odor acre da morte contamina à todos e se espalha, a loucura; é epidêmica.</strong></p>
<p>Há tempo para cada personagem se desenvolver e deixar-nos. Enquanto isso se choca cada vez mais o espectador ao ver que o capitão admira o coronel, pelo menos na teoria. Vamos ver na prática. O diálogo com os franceses é tenso, e verdadeiro<strong>. Estudiosos da guerra, sabem disso. Um muito sobre nada em lugar nenhum.</strong></p>
<p>Finalmente o encontro com o mítico coronel, interpretado pelo não menos espetacular Marlon Brando. Está nas sombras, careca e barrigudo. Mas não tem jeito, é magnético, esse ator. O desenrolar beira o sublime, o poético. Sair d’água daquele modo é antológico. Filme vai terminar, você já sabe. <strong>Os homens fazem as guerras e as mulheres e as crianças é que sofrem.</strong></p>
<p><strong>O que há de bom</strong>: elenco antológico, roteiro denso e profundo, lições complexas</p>
<p><strong>O que há de ruim</strong>: necessário rever repetidas vezes</p>
<p><strong>O que prestar atenção</strong>: as cenas das playmates revelam que antes de tudo, elas são tão ou mais solitárias do que os soldados</p>
<p><strong>A cena do filme</strong>: helicópteros, sejam voando, em formação, parados, transmitindo e servindo de abrigo e motel.</p>
<p>Cotação: filme excelente (@@@@@)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>COBRA</p>
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		<title>As tirinhas ‘Vida Besta’ serão reunidas em livro</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 14:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[AquiROLA]]></category>

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		<description><![CDATA[O cartunista Galvão Bertazzi realiza no próximo sábado, 26, um bate-papo sobre o livro e a arte dos quadrinhos autorais Quadrinista, ilustrador, artista plástico e músico. Galvão Bertazzi é um artista multifacetado. Em Goiânia para a abertura da exposição Blackbook, realizada no próximo dia 23, na Galeria Potrich, na qual expõe seus trabalhos em parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5563" title="tirinhavida" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/tirinhavida.jpg" alt="" width="580" height="184" /></h3>
<h3 style="text-align: center;">O cartunista Galvão Bertazzi realiza no próximo sábado, 26, um bate-papo sobre o livro e a arte dos quadrinhos autorais</h3>
<p>Quadrinista, ilustrador, artista plástico e músico. Galvão Bertazzi é um artista multifacetado. Em Goiânia para a abertura da exposição Blackbook, realizada no próximo dia 23, na Galeria Potrich, na qual expõe seus trabalhos em parceria com os artistas do coletivo Bicicleta Sem Freio e Mateus Dutra, Galvão aproveita sua volta à cidade para lançar, no sábado, 26, às 17, no Café Cultura do Centro Municipal  de Cultura Goiânia Ouro o livro <em>Vida Besta</em> por Galvão.</p>
<p>O livro traz uma coletânea das melhores tiras da série <em>Vida Besta</em> produzida pelo cartunista.  Um apanhado do trabalho publicado em jornais do Brasil no período de 2007 até 2012, além de algumas hq&#8217;s inéditas, feitas especialmente para a publicação.</p>
<p><span id="more-5561"></span></p>
<p>As tiras  <em>Vida Besta</em> são publicadas atualmente nos jornais O Popular, de Goiânia e Diário Catarinense, de Florianópolis. Galvão também teve seu trabalho publicado em vários outros jornais como a Folha de São Paulo e revistas internacionais como a renomada italiana Internazionale. Sua graphic novel, <em>As crônicas bizarras do Absurdyum</em>, foi publicada na Itália em 2010.</p>
<p><strong>Vida Besta</strong></p>
<p><img class="alignleft" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1377497d9af4dbd8&amp;attid=0.6&amp;disp=inline&amp;realattid=f_h2iyccrp5&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337698070112&amp;sads=OULb6_uXwXaciXVuYSAI5693Fv4" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=1377497d9af4dbd8&amp;attid=0.6&amp;disp=inline&amp;realattid=f_h2iyccrp5&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337698070112&amp;sads=OULb6_uXwXaciXVuYSAI5693Fv4" width="241" height="161" />Nascido em Campinas, São Paulo, Galvão chegou a Goiânia ainda criança, cidade onde viveu até os 24 anos de idade. Morando atualmente em Florianópolis, o artista mantém suas relações com a cidade goiana, seja por meio da família, artistas, amigos ou fãs de seus quadrinhos autorais publicados diariamente no jornal O Popular.</p>
<p>Pensando nisso, Galvão realiza na cidade um encontro especial para apresentar seu primeiro livro aos amigos e parceiros e realizar um bate-papo sobre a arte dos quadrinhos e a realidade profissional dos jovens quadrinistas brasileiros.</p>
<p>Galvão também mantém o site <a href="http://vidabesta.com" target="_blank">vidabesta.com</a> , no ar desde 1999 que reúne várias de suas tiras, produzidas ao longo dos anos. &#8220;O desenho mudou, os argumentos, os personagens, as fontes, os balões foram se moldando. Me parece que a essência continua a mesma, talvez um pouco mais lapidada. Não sei se isso é bom ou não, mas é um fato. As críticas, os resmungos, os palavrões e as mazelas estavam presentes desde o começo e ainda estão aqui, em cada diálogo, em cada personagem desmembrado dentro desses universozinho particular que é cada tirinha&#8221;. resume.</p>
<p>Vida Besta por Galvão é o primeiro lançamento independente da Juarez &amp; Donizete Editora. O livro pode ser adquirido pela lojinha virtual da Juarez &amp; Donizete, pelo site: <a href="http://www.facebook.com/juarezedonizete" target="_blank">www.facebook.com/juarezedonizete</a>.</p>
<p>Livro: Vida Besta por Galvão</p>
<p>Juarez &amp; Donizete Editora</p>
<p>Formato: 20cm X 14cm &#8211; 64 páginas coloridas</p>
<p>Preço: R$ 25</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Serviço:</strong><strong></strong></p>
<p>Lançamento do livro Vida Besta por Galvão</p>
<p>Dia: 26 de maio (sábado)</p>
<p>Horário: 17h</p>
<p>Local: Café Cultura do Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13774932e6757f50&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;realattid=f_h1xkr23o0&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337696348280&amp;sads=MQ182ALf_msPmuV1dY_Y18q6dOI&amp;sadssc=1" alt="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&amp;ik=b3fba8329c&amp;view=att&amp;th=13774932e6757f50&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;realattid=f_h1xkr23o0&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P_EsaHfPwE1t2Efg44Lktce&amp;sadet=1337696348280&amp;sads=MQ182ALf_msPmuV1dY_Y18q6dOI&amp;sadssc=1" width="575" height="383" /></p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-large wp-image-5576" title="vidab" src="http://www.oquerola.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/vidab1-1024x365.jpg" alt="" width="645" height="230" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div id=":1ue" data-tooltip="Mostrar conteúdo cortado">
<div class="style1" align="right">
<h5><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif" alt="" /><span style="color: #000000;">Texto da Assesssoria de Comunicação do Autor</span></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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