<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>Instituto Millenium</title>
	
	<link>http://www.imil.org.br</link>
	<description>Instituto Millenium - Democracia no Brasil, Economia de Mercado, Estado de Direito e Liberdade no Brasil.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 18:53:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1-alpha</generator>
		<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/org/hetj" /><feedburner:info uri="org/hetj" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>org/hetj</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
		<title>Hermenêutica ideológica</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/is4H6gOh5Ts/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Convidado - Denis Rosenfield</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17964</guid>
		<description><![CDATA[<p>Já está em vigor, aprovado pelo presidente da República, um novo parecer, elaborado pela Consultoria-Geral da União, alterando parecer da Advocacia-Geral da União vigente desde 1997. Este equipara empresas brasileiras de capital nacional a empresas brasileiras de capital estrangeiro, em plena conformidade com a Constituição. Ora, de repente, surge um novo parecer que diferencia os dois tipos de empresas,&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Já está em vigor, aprovado pelo presidente da República, um novo parecer, elaborado pela Consultoria-Geral da União, alterando parecer da Advocacia-Geral da União vigente desde 1997. Este equipara empresas brasileiras de capital nacional a empresas brasileiras de capital estrangeiro, em plena conformidade com a Constituição. Ora, de repente, surge um novo parecer que diferencia os dois tipos de empresas, criando uma situação de insegurança jurídica, que altera o planejamento mesmo das empresas atingidas e os investimentos produtivos no País.</p>
<p>Cabe ressaltar que se tratava de uma questão juridicamente pacificada, segundo todo um ordenamento constitucional e legal. Uma alteração de tal monta, se necessária, deveria ser feita por projeto de lei ou, se fosse o caso, por emenda constitucional. No momento em que se adota a forma de um novo parecer, que não é fruto de uma necessidade jurídica, mas política, surge inevitavelmente a questão de sua procedência e justificação.</p>
<p>Se a necessidade fosse jurídica, ela teria nascido da exigência, por exemplo, de regulamentar uma nova lei, o que não é manifestamente o caso. Trata-se, então, de uma necessidade propriamente política, como é dito claramente na justificativa do mesmo parecer, publicado no Diário Oficial da União em 23/8. A forma de operação jurídica é a de ressignificação da expressão &#8220;empresa nacional&#8221;, como se coubesse a um parecer simplesmente atribuir nova significação para que houvesse uma modificação da situação legal.</p>
<p>Note-se que esse tipo de procedimento hermenêutico é o mesmo utilizado em outros atos do governo, quando, por exemplo, um quilombo perde sua significação, vigente quando da Constituição de 1988, sendo ressemantizado para significar uma identidade &#8220;cultural&#8221;, &#8220;étnica&#8221;, aplicável a um terreiro de umbanda ou candomblé. Ocorre uma espécie de captura política da Constituição e da legislação vigente.</p>
<p>A nova hermenêutica é justificada a partir de um novo contexto socioeconômico, que é, na verdade, o do Incra e dos ditos movimentos sociais, que atuam como verdadeiras organizações políticas. Quem for buscar no parecer uma defesa da soberania nacional ficará frustrado, pois, por exemplo, nada é dito a propósito da compra de terras por empresas estrangeiras que agem a mando de governos estrangeiros, que se apropriariam, indiretamente, de uma parte do território nacional.</p>
<p>O problema surge de outra maneira. As questões estratégicas são de outra ordem. Vejamos os pontos listados.</p>
<p>Primeiramente, a investida contra as empresas brasileiras de capital estrangeiro se deveria a que, com elas, ocorreria uma &#8220;expansão da fronteira agrícola com o avanço do cultivo em áreas de proteção ambiental e em unidades de conservação&#8221;. Ora, trata-se de um problema em que há toda uma legislação vigente que se aplica à conservação do meio ambiente, e que diz respeito tanto a empresas de capital nacional quanto estrangeiro, além de se aplicar aos problemas de sobreposição de áreas indígenas e quilombolas a áreas de preservação ambiental.</p>
<p>Segundo, essa investida teria acarretado uma &#8220;valorização excessiva do preço da terra e incidência da especulação imobiliária gerando o aumento do custo do processo (de) desapropriação voltada para a reforma agrária, bem como a redução do estoque de terras disponíveis para esse fim&#8221;. Aqui reside uma das razões principais dessa ressignificação política. Ela teria sido elaborada a partir de uma injunção do Incra e, logo, dos ditos movimentos sociais, que procuram erigir-se em &#8220;defensores do nacionalismo&#8221;, o que certamente não convém a movimentos que recebem recursos de fora e agem em consonância com ONGs e governos internacionais, o que é para lá de evidente nas questões ambientais, indígenas e quilombolas.</p>
<p>O próprio Conselho Nacional de Justiça questionou recentemente o Incra a propósito de um amplo estoque de terras já existente que não estaria sendo aplicado adequadamente na reforma agrária. Não há, portanto, um problema de estoque de terras, mas sim de o que fazer com ele, vista a falência do projeto atual de reforma agrária. Observe-se que os assentamentos do MST já se alçam à estratosférica cifra de 84 milhões de hectares, com produtividade pífia, vivendo os seus membros de ajuda governamental via Bolsa-Família e cesta básica. O que a empresa do agronegócio, de capital nacional ou estrangeiro, tem que ver com isso?</p>
<p>Terceiro, duas justificativas oferecidas, a do &#8220;crescimento da venda ilegal de terras públicas&#8221; e a do &#8220;aumento da grilagem de terras&#8221;, dizem respeito à inoperância de cartórios e registros de imóveis confiáveis nas regiões atingidas, o que exigiria, como está sendo feito, particular atenção do poder público, quanto mais não seja, pelo respeito à lei.</p>
<p>Quarto, outra razão apresentada é a do &#8220;incremento dos números referentes à biopirataria da Região Amazônica&#8221;. O que teriam que ver com isso empresas nacionais de capital estrangeiro, como as de florestas plantadas, papel e celulose, soja, cana-de-açúcar e etanol? Absolutamente nada, o que mostra o caráter inócuo de mais uma das justificativas apresentadas. O problema é bem outro, o da regulamentação das ONGs internacionais que atuam na Amazônia, com o apoio dos ditos movimentos sociais. A biopirataria é um problema sério que deveria ser objeto de ação específica de controle das ONGs. Na Amazônia atuam 100 mil. A cifra é bem essa!</p>
<p>Por último, o parecer refere-se à &#8220;aquisição de terras em faixa de fronteira pondo em risco a segurança nacional&#8221;. Esse item é francamente redundante, pois já existe uma rigorosa legislação a esse respeito, que funciona adequadamente. O grande problema das faixas de fronteira reside na criação de um embrião de &#8220;nações indígenas&#8221; em toda a faixa norte do País, numa linha quase completamente contínua de nossos limites territoriais com as nações vizinhas. Eis outra questão que não está sendo enfrentada.</p>
<p>Fonte: Jornal “O Estado de S. Paulo” – 30/08/10</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/&amp;title=Hermen%C3%AAutica+ideol%C3%B3gica" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Hermen%C3%AAutica+ideol%C3%B3gica+-+http://b2l.me/anzgwp&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/&amp;title=Hermen%C3%AAutica+ideol%C3%B3gica" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/&amp;t=Hermen%C3%AAutica+ideol%C3%B3gica" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Hermen%C3%AAutica+ideol%C3%B3gica&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A J%C3%A1%20est%C3%A1%20em%20vigor%2C%20aprovado%20pelo%20presidente%20da%20Rep%C3%BAblica%2C%20um%20novo%20parecer%2C%20elaborado%20pela%20Consultoria-Geral%20da%20Uni%C3%A3o%2C%20alterando%20parecer%20da%20Advocacia-Geral%20da%20Uni%C3%A3o%20vigente%20desde%201997.%20Este%20equipara%20empresas%20brasileiras%20de%20capital%20nacional%20a%20empresas%20brasileiras%20de%20capital%20estrangeiro%2C%20em%20plena%20c" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Hermen%C3%AAutica+ideol%C3%B3gica&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A J%C3%A1%20est%C3%A1%20em%20vigor%2C%20aprovado%20pelo%20presidente%20da%20Rep%C3%BAblica%2C%20um%20novo%20parecer%2C%20elaborado%20pela%20Consultoria-Geral%20da%20Uni%C3%A3o%2C%20alterando%20parecer%20da%20Advocacia-Geral%20da%20Uni%C3%A3o%20vigente%20desde%201997.%20Este%20equipara%20empresas%20brasileiras%20de%20capital%20nacional%20a%20empresas%20brasileiras%20de%20capital%20estrangeiro%2C%20em%20plena%20c" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KKiVSdIQVgHagx94Yw6yHG-v2Ng/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KKiVSdIQVgHagx94Yw6yHG-v2Ng/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KKiVSdIQVgHagx94Yw6yHG-v2Ng/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KKiVSdIQVgHagx94Yw6yHG-v2Ng/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=is4H6gOh5Ts:ur8Zh7fEsRA:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=is4H6gOh5Ts:ur8Zh7fEsRA:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=is4H6gOh5Ts:ur8Zh7fEsRA:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=is4H6gOh5Ts:ur8Zh7fEsRA:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/is4H6gOh5Ts" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/artigos/hermeneutica-ideologica/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Luiz Felipe D’Ávila no 5º Colóquio Millenium</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/rZ-edh-NTKw/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Millenium]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[economia de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de Direito]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17936</guid>
		<description><![CDATA[<p>5º colóquio &#8220;Impostos, consumo e cidadania&#8221; &#8211; 24 de agosto de 2010 &#8211; INSTITUTO MILLENIUM. TEMAS: A relação entre impostos e cidadania / O impacto dos impostos no consumo e na vida dos brasileiros. &#8211; EXPOSITORES: Guilherme Fiuza; Jorge Maranhão; Luiz Felipe D&#8217;Ávila; Alberto Carlos Almeida; Fernanndo Bertuol; Raul Veloso. &#8211; MEDIADOR: Paulo Uebel.</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul</div><p>&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>5º colóquio &#8220;Impostos, consumo e cidadania&#8221; &#8211; 24 de agosto de 2010 &#8211; INSTITUTO MILLENIUM. TEMAS: A relação entre impostos e cidadania / O impacto dos impostos no consumo e na vida dos brasileiros. &#8211; EXPOSITORES: Guilherme Fiuza; Jorge Maranhão; Luiz Felipe D&#8217;Ávila; Alberto Carlos Almeida; Fernanndo Bertuol; Raul Veloso. &#8211; MEDIADOR: Paulo Uebel.</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;title=Luiz+Felipe+D%27%C3%81vila+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Luiz+Felipe+D%27%C3%81vila+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium+-+http://b2l.me/anyaya&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;title=Luiz+Felipe+D%27%C3%81vila+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;t=Luiz+Felipe+D%27%C3%81vila+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Luiz+Felipe+D%27%C3%81vila+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0A5%C2%BA%20col%C3%B3quio%20%22Impostos%2C%20consumo%20e%20cidadania%22%20-%2024%20de%20agosto%20de%202010%20-%20INSTITUTO%20MILLENIUM.%20TEMAS%3A%20A%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20impostos%20e%20cidadania%20%2F%20O%20impacto%20dos%20impostos%20no%20consumo%20e%20na%20vida%20dos%20brasileiros.%20-%20EXPOSITORES%3A%20Guilherme%20Fiuza%3B%20Jorge%20Maranh%C3%A3o%3B%20Luiz%20Felipe%20D%27%C3%81vila%3B%20Alberto%20Carlos%20Almeida%3B%20" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Luiz+Felipe+D%27%C3%81vila+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0A5%C2%BA%20col%C3%B3quio%20%22Impostos%2C%20consumo%20e%20cidadania%22%20-%2024%20de%20agosto%20de%202010%20-%20INSTITUTO%20MILLENIUM.%20TEMAS%3A%20A%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20impostos%20e%20cidadania%20%2F%20O%20impacto%20dos%20impostos%20no%20consumo%20e%20na%20vida%20dos%20brasileiros.%20-%20EXPOSITORES%3A%20Guilherme%20Fiuza%3B%20Jorge%20Maranh%C3%A3o%3B%20Luiz%20Felipe%20D%27%C3%81vila%3B%20Alberto%20Carlos%20Almeida%3B%20" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0SqiCYigeF1jsAZg67YUu3CRVDw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0SqiCYigeF1jsAZg67YUu3CRVDw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0SqiCYigeF1jsAZg67YUu3CRVDw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0SqiCYigeF1jsAZg67YUu3CRVDw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=rZ-edh-NTKw:NzXxk8OVc_k:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=rZ-edh-NTKw:NzXxk8OVc_k:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=rZ-edh-NTKw:NzXxk8OVc_k:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=rZ-edh-NTKw:NzXxk8OVc_k:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/rZ-edh-NTKw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/milleniumtv/luiz-felipe-davila-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Alienação tributária – Paulo Uebel – Jornal “O Globo” – 02/09/2010</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/6n6fRiecYBA/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Millenium</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[alienação]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[gasto público]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Millenium]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[paulo uebel]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro público]]></category>
		<category><![CDATA[União]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17942</guid>
		<description><![CDATA[
<p><a href="http://www.imil.org.br/wp-content/uploads/2010/09/paulo.jpg"></a></p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&#38;title=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010+-+http://b2l.me/anx68n&#38;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&#38;title=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&#38;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&#38;src=bm&#38;u=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&#38;t=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&#38;view=cm&#38;fs=1&#38;tf=1&#38;su=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010&#38;body=Link: http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A " rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010&#38;body=Link: http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A " rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.imil.org.br/wp-content/uploads/2010/09/paulo.jpg"><img class="size-full wp-image-17949 alignleft" title="Paulo Uebel - no O Globo -  Carga Tributaria" src="http://www.imil.org.br/wp-content/uploads/2010/09/paulo.jpg" alt="Democracia - Liberdade" width="298" height="2385" /></a></p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&amp;title=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010+-+http://b2l.me/anx68n&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&amp;title=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/&amp;t=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A " rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Aliena%C3%A7%C3%A3o+tribut%C3%A1ria+-+Paulo+Uebel+-+Jornal+%22O+Globo%22+-+02%2F09%2F2010&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A " rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0zsz4z08Jfc7xlp9PhGICE8UPU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0zsz4z08Jfc7xlp9PhGICE8UPU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0zsz4z08Jfc7xlp9PhGICE8UPU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0zsz4z08Jfc7xlp9PhGICE8UPU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=6n6fRiecYBA:5Gjd_Cilhpo:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=6n6fRiecYBA:5Gjd_Cilhpo:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=6n6fRiecYBA:5Gjd_Cilhpo:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=6n6fRiecYBA:5Gjd_Cilhpo:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/6n6fRiecYBA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/divulgacao/clipping/alienacao-tributaria-paulo-uebel-jornal-o-globo-02092010/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Liberalismo x Assistencialismo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/yVGzT8ppM8E/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Millenium]]></category>
		<category><![CDATA[assistencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Alberto Montaner]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[riqueza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=16938</guid>
		<description><![CDATA[
<p>Entrevista de Carlos Alberto Montaner para a Universidad Francisco Marroquín (Guatemala).</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&#38;title=Liberalismo+x+Assistencialismo" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Liberalismo+x+Assistencialismo+-+http://b2l.me/anujb9&#38;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&#38;title=Liberalismo+x+Assistencialismo" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&#38;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&#38;src=bm&#38;u=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&#38;t=Liberalismo+x+Assistencialismo" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&#38;view=cm&#38;fs=1&#38;tf=1&#38;su=Liberalismo+x+Assistencialismo&#38;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0AEntrevista%20de%20Carlos%20Alberto%20Montaner%20para%20a%20Universidad%20Francisco%20Marroqu%C3%ADn%20%28Guatemala%29." rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Liberalismo+x+Assistencialismo&#38;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0AEntrevista%20de%20Carlos%20Alberto%20Montaner%20para%20a%20Universidad%20Francisco%20Marroqu%C3%ADn%20%28Guatemala%29." rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Entrevista de Carlos Alberto Montaner para a Universidad Francisco Marroquín (Guatemala).</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&amp;title=Liberalismo+x+Assistencialismo" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Liberalismo+x+Assistencialismo+-+http://b2l.me/anujb9&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&amp;title=Liberalismo+x+Assistencialismo" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/&amp;t=Liberalismo+x+Assistencialismo" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Liberalismo+x+Assistencialismo&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0AEntrevista%20de%20Carlos%20Alberto%20Montaner%20para%20a%20Universidad%20Francisco%20Marroqu%C3%ADn%20%28Guatemala%29." rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Liberalismo+x+Assistencialismo&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0AEntrevista%20de%20Carlos%20Alberto%20Montaner%20para%20a%20Universidad%20Francisco%20Marroqu%C3%ADn%20%28Guatemala%29." rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JAxn9U7Nrcg02vVqb1YMQOjNyyg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JAxn9U7Nrcg02vVqb1YMQOjNyyg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JAxn9U7Nrcg02vVqb1YMQOjNyyg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JAxn9U7Nrcg02vVqb1YMQOjNyyg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=yVGzT8ppM8E:O_dJKJDveco:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=yVGzT8ppM8E:O_dJKJDveco:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=yVGzT8ppM8E:O_dJKJDveco:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=yVGzT8ppM8E:O_dJKJDveco:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/yVGzT8ppM8E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/milleniumtv/liberalismo-x-assistencialismo/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A liberdade segundo Mises</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/OZtIek7D59c/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdades Individuais]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[DEMOCRATAS]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Ludwig von Mises]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17889</guid>
		<description><![CDATA[<p>“O governo é o garantidor da liberdade e é compatível com a liberdade somente se seu alcance for adequadamente restrito à preservação do que é chamado de liberdade econômica.” (Mises)</p>
<p>Em sua obra-prima Ação Humana, o economista austríaco Ludwig von Mises define seu conceito de liberdade, assim como as funções adequadas para o governo numa sociedade livre. Mises foi&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>“O governo é o garantidor da liberdade e é compatível com a liberdade somente se seu alcance for adequadamente restrito à preservação do que é chamado de liberdade econômica.” (Mises)</p>
<p>Em sua obra-prima Ação Humana, o economista austríaco Ludwig von Mises define seu conceito de liberdade, assim como as funções adequadas para o governo numa sociedade livre. Mises foi um dos grandes defensores do livre mercado, argumentando sempre com base nos resultados deste modelo. A civilização conseguiu sair da barbárie e atingir razoável grau de prosperidade graças ao sistema capitalista, com base na propriedade privada e divisão de trabalho. Preservar estes pilares foi o grande objetivo de Mises.</p>
<p>Para ele, o conceito de liberdade faz sentido somente quando falamos de relações inter-humanas. A liberdade “natural” de um Robinson Crusoé isolado na ilha não fazia muito sentido para Mises, pois tal “liberdade” duraria apenas até ele encontrar um concorrente mais forte em seu caminho. Na fria biologia, o mais forte está com a razão. Neste sentido, Mises pensava que o homem primitivo não nasceu livre. Sua liberdade teve que ser conquistada.</p>
<p>O homem é livre, segundo Mises, quando ele pode escolher os fins e os meios que serão usados para atingir tais fins. Entretanto, para preservar esta própria liberdade, os indivíduos devem estar protegidos contra a tirania dos mais fortes ou espertos. Uma instituição é necessária para evitar os comportamentos antissociais de alguns elementos. A paz só seria alcançada pelo estabelecimento de um sistema no qual o poder de usar a violência fosse monopolizado por um aparato social de coerção, regulado por determinadas regras. Este aparato é normalmente chamado de governo.</p>
<p>Desde que o governo fique restrito ao uso da violência ou ameaça de violência para a supressão e prevenção de ações antissociais, então prevalece razoavelmente o que podemos chamar de liberdade. O poder de escolha dos indivíduos continua valendo. E mesmo sem um governo impondo as leis, o indivíduo não poderia ter ao mesmo tempo as vantagens derivadas da cooperação social e os prazeres de exercer livremente seus instintos animais de agressão. Não é possível ter e comer o bolo ao mesmo tempo. Usufruir da paz e dos incríveis benefícios da sociedade livre pressupõe abrir mão de certos prazeres. O benefício compensa, e muito!</p>
<p>Mas, se o governo faz mais do que proteger as pessoas contra a violência ou a fraude por parte de indivíduos antissociais, ele reduz a esfera da liberdade individual. Desta forma, Mises define a liberdade como o estado em que cada indivíduo é livre para escolher, sem a restrição da violência do governo além da margem em que a lei da praxeologia restringiria de qualquer maneira. Os indivíduos são livres quando podem praticar suas trocas voluntárias, contando com o aparato do governo somente para impedir a agressão alheia.</p>
<p>Mises acreditava que o alistamento obrigatório e a arrecadação de impostos não eram incompatíveis com esta visão de liberdade. Em um mundo repleto de agressores em potencial, o pacifismo integral e incondicional seria sinônimo da rendição aos opressores mais nefastos. Aqueles que desejam continuar livres devem estar dispostos a lutar pela liberdade contra os agressores. Mas, como as tentativas isoladas de reação por parte de cada indivíduo estariam fadadas ao fracasso, a única forma viável de organizar a resistência, para Mises, seria por meio do governo. A função essencial do governo é a defesa do sistema social livre contra criminosos internos e também inimigos externos. Mises achava que os opositores desta função do governo eram ingênuos e, sem saber, estavam ajudando aqueles que desejam a escravidão de todos.</p>
<p>Para manter o aparato governamental, com cortes, polícia, prisões e forças armadas, Mises considerava inevitável e legítimo o uso dos impostos. Segundo ele, isso não seria incompatível com uma sociedade livre. Mas, caso o governo fosse além desta função, expandindo seu poder ad libitum, então a economia de mercado seria abolida e substituída pelo totalitarismo socialista. Para prevenir este risco, torna-se necessário limitar o poder do governo. É para esta finalidade que temos as constituições, as leis, os direitos dos cidadãos. E esse é o significado de todas as lutas que os homens têm realizado pela liberdade. Vigiar o vigia é fundamental para preservar a liberdade.</p>
<p>Porém, nenhum desses mecanismos é realmente eficiente sem o arcabouço da opinião pública por trás. Mises depositava enorme importância no poder das idéias. E sabia que os inimigos da liberdade também, tanto que sempre buscaram reverter o sentido das palavras como tática para confundir. Reconhecendo o valor que o Ocidente dá ao conceito de liberdade, os advogados do totalitarismo deturparam seu sentido. A liberdade de imprensa, por exemplo, passa a ser a liberdade do governo decidir o que deve ou não ser publicado, o que é o oposto da verdadeira liberdade. Já a liberdade individual seria a oportunidade de fazer as coisas “certas”, sendo que estas coisas seriam definidas, naturalmente, por aqueles autoritários que se arrogam o direito de dizer o que é certo para os outros.</p>
<p>Em suma, a onipotência do governo seria a liberdade para estas pessoas. E para Mises, seria inútil rebater a estas táticas com o argumento de direito “natural” de propriedade, se as outras pessoas considerarem como “natural” o direito a uma renda igualitária, por exemplo. Tais disputas, segundo Mises, não podem ser resolvidas de forma simples. Ele sempre preferiu o argumento utilitarista, mostrando quais resultados certas ações humanas implicam, sem fazer julgamento de valor. O que ele fez, com maestria, foi demonstrar que o socialismo levaria ao término do progresso da civilização, ou, melhor dizendo, dela mesma!</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/&amp;title=A+liberdade+segundo+Mises" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=A+liberdade+segundo+Mises+-+http://b2l.me/ant9xs&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/&amp;title=A+liberdade+segundo+Mises" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/&amp;t=A+liberdade+segundo+Mises" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=A+liberdade+segundo+Mises&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %E2%80%9CO%20governo%20%C3%A9%20o%20garantidor%20da%20liberdade%20e%20%C3%A9%20compat%C3%ADvel%20com%20a%20liberdade%20somente%20se%20seu%20alcance%20for%20adequadamente%20restrito%20%C3%A0%20preserva%C3%A7%C3%A3o%20do%20que%20%C3%A9%20chamado%20de%20liberdade%20econ%C3%B4mica.%E2%80%9D%20%28Mises%29%0D%0A%0D%0AEm%20sua%20obra-prima%20A%C3%A7%C3%A3o%20Humana%2C%20o%20economista%20austr%C3%ADaco%20Ludwig%20von%20Mises%20define%20seu%20conceito%20de%20libe" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=A+liberdade+segundo+Mises&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %E2%80%9CO%20governo%20%C3%A9%20o%20garantidor%20da%20liberdade%20e%20%C3%A9%20compat%C3%ADvel%20com%20a%20liberdade%20somente%20se%20seu%20alcance%20for%20adequadamente%20restrito%20%C3%A0%20preserva%C3%A7%C3%A3o%20do%20que%20%C3%A9%20chamado%20de%20liberdade%20econ%C3%B4mica.%E2%80%9D%20%28Mises%29%0D%0A%0D%0AEm%20sua%20obra-prima%20A%C3%A7%C3%A3o%20Humana%2C%20o%20economista%20austr%C3%ADaco%20Ludwig%20von%20Mises%20define%20seu%20conceito%20de%20libe" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EZvIhH6REXgeeSrEioiR-NGg8gs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EZvIhH6REXgeeSrEioiR-NGg8gs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EZvIhH6REXgeeSrEioiR-NGg8gs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EZvIhH6REXgeeSrEioiR-NGg8gs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=OZtIek7D59c:WpvQEGPpH7M:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=OZtIek7D59c:WpvQEGPpH7M:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=OZtIek7D59c:WpvQEGPpH7M:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=OZtIek7D59c:WpvQEGPpH7M:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/OZtIek7D59c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/artigos/a-liberdade-segundo-mises/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O naufrágio da oposição</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/KB75jvi7H1k/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Convidado - Murillo de Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia Representativa]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Individual]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[JOSÉ SERRA]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Oposição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17917</guid>
		<description><![CDATA[<p>A ascensão de Dilma Rousseff nas pesquisas trouxe estupefação aos arraiais da oposição. Muito adequadamente, José Sarney perguntou se tucanos e democratas não teriam imaginado que tal fato aconteceria. Respondo que não.</p>
<p>Nos últimos dois anos conversei com muitos políticos de oposição. A todos eu dizia que a derrota de José Serra ou Aécio Neves era mais do que&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A ascensão de Dilma Rousseff nas pesquisas trouxe estupefação aos arraiais da oposição. Muito adequadamente, José Sarney perguntou se tucanos e democratas não teriam imaginado que tal fato aconteceria. Respondo que não.</p>
<p>Nos últimos dois anos conversei com muitos políticos de oposição. A todos eu dizia que a derrota de José Serra ou Aécio Neves era mais do que evidente, por conta do ambiente psicossocial e, ainda, pela conjuntura econômica no país.</p>
<p>Dizia também que a oposição não se preparava para o final da era Lula. E que a atuação do eixo PSDB-DEM, nos último oito anos, vinha sendo inconsistente, oportunista e superficial.</p>
<p>Alguns respondiam que era puro delírio e que a popularidade de Serra seria mais do que suficiente para impedir que Dilma se transformasse em uma candidata competitiva. Fiando-se apenas no recall de Serra, esperaram o momento do confronto.</p>
<p>Outros consideravam que Serra teria melhor currículo do que Dilma e que, portanto, seria mais bem julgado pelo eleitorado.</p>
<p>Para agravar a ideia de delírio, afirmavam que o mau humor da candidata e a sua fama de ríspida pesariam na campanha. Pois bem, nada disso aconteceu.</p>
<p>Pelo simples fato de que a oposição lutou contra o presidente mais popular da história do Brasil em um ambiente de extremo sucesso para o governo.</p>
<p>Agora, com o iminente revés no primeiro turno, resta saber o que vai ser da oposição. Primeiro: vale destacar que o Brasil não pode prescindir de uma oposição atuante e responsável. Segundo: devemos entender que sua atual postura, se não foi irresponsável, foi altamente ineficiente.</p>
<p>O cenário que se apresenta não é bom para a cidadania. Ter uma oposição fraca, desarticulada e sem propostas pode dar ao governo a sensação de onipotência.</p>
<p>O Brasil precisa de uma oposição consistente que, ao fazer oposição, propicie um debate de alto nível, para o bem do país.</p>
<p>O PSDB, salvo em São Paulo, não soube construir uma ideologia de poder. Dependeu do Plano Real para se alavancar e, quando deixou de ter essa bandeira, não conseguiu se explicar de forma convincente. Pior, enterrou o legado de FHC como se este fosse uma herança indesejável.</p>
<p>Para vencer dependeu de um fracasso que não veio. Se for esperar o governo errar novamente, poderá ficar fora do poder por mais 20 anos. O que podemos esperar de hora em diante? Talvez mais um período ruim para a oposição.</p>
<p>Sem discurso e sem atores políticos relevantes, vai depender da figura de Aécio Neves para articular alguma forma de resistência. Mas, para ter algum sucesso, não basta apontar os desvios e esperar erros eventuais do governo.</p>
<p>É preciso uma nova forma de fazer política e entender o Brasil de hoje, o que implica, sobretudo, saber se comunicar.</p>
<p>Para as forças governistas, a ausência de uma oposição política e partidária organizada é um fator de tranquilidade.</p>
<p>Assim, os maiores desafios virão apenas da gestão da imensa base aliada e da oposição praticada por setores da grande mídia. Para o país, uma oposição fraca não é bom.</p>
<p>Principalmente quando a culpa é dela mesma, de sua frágil capacidade de se articular.</p>
<p>Fonte: Jornal “Brasil econômico” – 31/08/10</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/&amp;title=O+naufr%C3%A1gio+da+oposi%C3%A7%C3%A3o" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=O+naufr%C3%A1gio+da+oposi%C3%A7%C3%A3o+-+http://b2l.me/ant9fj&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/&amp;title=O+naufr%C3%A1gio+da+oposi%C3%A7%C3%A3o" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/&amp;t=O+naufr%C3%A1gio+da+oposi%C3%A7%C3%A3o" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=O+naufr%C3%A1gio+da+oposi%C3%A7%C3%A3o&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A A%20ascens%C3%A3o%20de%20Dilma%20Rousseff%20nas%20pesquisas%20trouxe%20estupefa%C3%A7%C3%A3o%20aos%20arraiais%20da%20oposi%C3%A7%C3%A3o.%20Muito%20adequadamente%2C%20Jos%C3%A9%20Sarney%20perguntou%20se%20tucanos%20e%20democratas%20n%C3%A3o%20teriam%20imaginado%20que%20tal%20fato%20aconteceria.%20Respondo%20que%20n%C3%A3o.%0D%0A%0D%0ANos%20%C3%BAltimos%20dois%20anos%20conversei%20com%20muitos%20pol%C3%ADticos%20de%20oposi%C3%A7%C3%A3o." rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=O+naufr%C3%A1gio+da+oposi%C3%A7%C3%A3o&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A A%20ascens%C3%A3o%20de%20Dilma%20Rousseff%20nas%20pesquisas%20trouxe%20estupefa%C3%A7%C3%A3o%20aos%20arraiais%20da%20oposi%C3%A7%C3%A3o.%20Muito%20adequadamente%2C%20Jos%C3%A9%20Sarney%20perguntou%20se%20tucanos%20e%20democratas%20n%C3%A3o%20teriam%20imaginado%20que%20tal%20fato%20aconteceria.%20Respondo%20que%20n%C3%A3o.%0D%0A%0D%0ANos%20%C3%BAltimos%20dois%20anos%20conversei%20com%20muitos%20pol%C3%ADticos%20de%20oposi%C3%A7%C3%A3o." rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wbRlsevvBV3lf64NCfbI8kS1pTM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wbRlsevvBV3lf64NCfbI8kS1pTM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wbRlsevvBV3lf64NCfbI8kS1pTM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wbRlsevvBV3lf64NCfbI8kS1pTM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=KB75jvi7H1k:rNm16ynn3EA:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=KB75jvi7H1k:rNm16ynn3EA:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=KB75jvi7H1k:rNm16ynn3EA:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=KB75jvi7H1k:rNm16ynn3EA:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/KB75jvi7H1k" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/artigos/o-naufragio-da-oposicao/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Jorge maranhão no 5º Colóquio Millenium</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/pPziWUAgloA/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 00:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Millenium]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[economia de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de Direito]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17934</guid>
		<description><![CDATA[<p>5º colóquio &#8220;Impostos, consumo e cidadania&#8221; &#8211; 24 de agosto de 2010 &#8211; INSTITUTO MILLENIUM. TEMAS: A relação entre impostos e cidadania / O impacto dos impostos no consumo e na vida dos brasileiros. &#8211; EXPOSITORES: Guilherme Fiuza; Jorge Maranhão; Luiz Felipe D&#8217;Ávila; Alberto Carlos Almeida; Fernanndo Bertuol; Raul Veloso. &#8211; MEDIADOR: Paulo Uebel.</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul</div><p>&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>5º colóquio &#8220;Impostos, consumo e cidadania&#8221; &#8211; 24 de agosto de 2010 &#8211; INSTITUTO MILLENIUM. TEMAS: A relação entre impostos e cidadania / O impacto dos impostos no consumo e na vida dos brasileiros. &#8211; EXPOSITORES: Guilherme Fiuza; Jorge Maranhão; Luiz Felipe D&#8217;Ávila; Alberto Carlos Almeida; Fernanndo Bertuol; Raul Veloso. &#8211; MEDIADOR: Paulo Uebel.</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;title=Jorge+maranh%C3%A3o+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Jorge+maranh%C3%A3o+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium+-+http://b2l.me/antaA2&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;title=Jorge+maranh%C3%A3o+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/&amp;t=Jorge+maranh%C3%A3o+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Jorge+maranh%C3%A3o+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0A5%C2%BA%20col%C3%B3quio%20%22Impostos%2C%20consumo%20e%20cidadania%22%20-%2024%20de%20agosto%20de%202010%20-%20INSTITUTO%20MILLENIUM.%20TEMAS%3A%20A%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20impostos%20e%20cidadania%20%2F%20O%20impacto%20dos%20impostos%20no%20consumo%20e%20na%20vida%20dos%20brasileiros.%20-%20EXPOSITORES%3A%20Guilherme%20Fiuza%3B%20Jorge%20Maranh%C3%A3o%3B%20Luiz%20Felipe%20D%27%C3%81vila%3B%20Alberto%20Carlos%20Almeida%3B%20" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Jorge+maranh%C3%A3o+no+5%C2%BA+Col%C3%B3quio+Millenium&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %0D%0A%0D%0A5%C2%BA%20col%C3%B3quio%20%22Impostos%2C%20consumo%20e%20cidadania%22%20-%2024%20de%20agosto%20de%202010%20-%20INSTITUTO%20MILLENIUM.%20TEMAS%3A%20A%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20impostos%20e%20cidadania%20%2F%20O%20impacto%20dos%20impostos%20no%20consumo%20e%20na%20vida%20dos%20brasileiros.%20-%20EXPOSITORES%3A%20Guilherme%20Fiuza%3B%20Jorge%20Maranh%C3%A3o%3B%20Luiz%20Felipe%20D%27%C3%81vila%3B%20Alberto%20Carlos%20Almeida%3B%20" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMf5Qv6S66xfu7Jumrj8r81ahAg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMf5Qv6S66xfu7Jumrj8r81ahAg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMf5Qv6S66xfu7Jumrj8r81ahAg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMf5Qv6S66xfu7Jumrj8r81ahAg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=pPziWUAgloA:ZSTqxNShTho:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=pPziWUAgloA:ZSTqxNShTho:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=pPziWUAgloA:ZSTqxNShTho:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=pPziWUAgloA:ZSTqxNShTho:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/pPziWUAgloA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/milleniumtv/jorge-maranhao-no-5%c2%ba-coloquio-millenium/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>João, Maria, José, empreendedorismo e intervencionismo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/Nil1siXCDoY/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ubiratan Iorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Millenium]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17920</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong> </strong>Intervencionismo e empreendedorismo são estados contraditórios. Não admitem meios termos, da mesma forma que não há meio termo entre <em>chover </em>e <em>não chover</em>: ou está chovendo ou então não está; ou há empreendedorismo ou intervencionismo. Infelizmente, poucos percebem isso e a imensa maioria das pessoas, incluindo muitos empresários, crê que intervencionismo e empreendedorismo podem conviver na geração do&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong> </strong>Intervencionismo e empreendedorismo são estados contraditórios. Não admitem meios termos, da mesma forma que não há meio termo entre <em>chover </em>e <em>não chover</em>: ou está chovendo ou então não está; ou há empreendedorismo ou intervencionismo. Infelizmente, poucos percebem isso e a imensa maioria das pessoas, incluindo muitos empresários, crê que intervencionismo e empreendedorismo podem conviver na geração do progresso.</p>
<p>O empreendedorismo brota do espírito criativo dos indivíduos, que os leva a assumir riscos para criar mais riqueza. Para que possa florescer, depende de quatro atributos: governo limitado, respeito aos direitos de propriedade, leis boas e estáveis e economia de mercado. Quanto mais uma sociedade afastar-se desses pressupostos, mais sufocada ficará a atividade de empreender e mais prejudicada a economia, pois não se conhece exemplo de desenvolvimento econômico sem a presença de empreendedores.  Neste artigo, enfatizamos os efeitos do intervencionismo.</p>
<p>O conceito de <em>empreendedorismo </em>está relacionado ao de <em>ação humana</em>, definida como qualquer comportamento deliberado com vistas a atingir determinados <em>fins</em> que, segundo acredita o agente, irão aumentar a sua satisfação. Cada agente atribui a um determinado fim uma apreciação subjetiva, de caráter psicológico, que se denomina de <em>valor</em>. Os <em>meios</em> são aquele conjunto de atos que o agente considera mais adequados para alcançar os seus fins, enquanto a <em>utilidade </em>consiste na apreciação, também subjetiva, que o ator atribui aos meios, tendo em vista o <em>valor </em>dos fins<em> </em>que, segundo ele, os meios<em> </em>escolhidos permitirão atingir. Assim, <em>valor </em>e <em>utilidade </em>são como duas faces de uma moeda, pois o valor subjetivo que o agente atribui aos fins desejados é projetado, pelo conceito de utilidade, aos <em>meios</em> que pensa serem adequados para tal.</p>
<p>Podemos definir <em>empreendedorismo</em> ou <em>função empresarial</em> como o atributo individual de perceber as possibilidades de lucros ou ganhos eventualmente existentes. Ora, como isso se constitui em uma categoria de ação, esta pode ser encarada como um fenômeno empresaria<em>l</em>, que põe em destaque as capacidades perceptiva, criativa e de coordenação de cada agente. O <em>empreendedor </em>é aquele indivíduo que percebe que uma determinada idéia poderá lhe proporcionar ganhos e se empenha para desenvolvê-la na prática. O fato de esse indivíduo ser ou não um empresário (no sentido de ser diretor ou dono de uma empresa), no momento em que nasce sua boa idéia, não é, portanto, relevante para que possamos defini-lo como<em> empreendedor</em>.</p>
<p>Um dos aspectos mais importantes do conceito de <em>empreendedorismo</em> ou <em>função empresarial</em> é que o empreendedor não é meramente a mola propulsora de uma economia de mercado, mas um produto exclusivo da economia de mercado. Em outras palavras, só pode existir empreendedorismo onde houver economia de mercado, uma vez que o processo de descoberta que caracteriza os mercados livres e que exige um permanente estado de sagacidade para descobrir as necessidades específicas dos consumidores não pode ser substituído pelo planejamento, por computadores, por reuniões da “sociedade civil”, por “movimentos sindicais”, por &#8220;câmaras setoriais&#8221; ou por &#8220;soluções&#8221; políticas.</p>
<p>Há diferenças entre <em>empresário</em> e <em>empreendedor</em>: diversas categorias de pessoas podem ser consideradas como “empresários”: sindicalistas, diretores de &#8220;empresas&#8221; estatais, herdeiros de empresas que não trabalham, ou envolvidos em &#8220;atividades empresariais políticas&#8221; (como os lobistas), enquanto o que caracteriza o empreendedor é a percepção da oportunidade de ganho, mesmo que ele não possua um simples centavo ou não detenha qualquer poder.</p>
<p style="text-align: center;">Uma parábola simples</p>
<p>O conjunto das informações disponível na sociedade está sempre disperso, espalhado entre os milhões de agentes que a compõem. Consideremos dois agentes, João e Maria. Cada um deles possui um conjunto próprio e peculiar de informações que o outro não possui. Ora, um observador externo, por exemplo, um terceiro agente, pode afirmar com razão que existe um conhecimento que ele, como observador, não tem, e que se encontra disperso entre João e Maria, significando com isso que João detém uma parte dele e Maria a outra parte. Há casos em que, para alcançar determinado fim, o agente necessite apenas de seu conjunto pessoal de informações, sem necessidade de ter que relacionar-se com outros agentes. Mas estes casos são minoria no mundo real, em que a maior parte das ações envolve uma complexidade muito maior. Por exemplo, suponha que João pretende alcançar um fim F<sub>J</sub>, para o qual precisa utilizar um meio M<sub>J </sub>que não está à sua disposição e que, além disso, ele não saiba como obtê-lo. Admitamos também que Maria pretenda alcançar um fim F<sub>M</sub>, diferente de F<sub>J </sub>e que tenha à sua disposição uma quantidade razoável do meio M<sub>J </sub>tão útil para João, mas que para ela não seja importante. Porém, Maria não sabe que esse meio é importante para João e este não sabe que Maria o possui e, ainda, que não pretende utilizá-lo. O que acontece neste exemplo sucede também na maioria das situações reais: o fato dos fins F<sub>J </sub>e F<sub>M </sub>serem contraditórios, ou seja, cada agente busca fins diferentes, com intensidades também diferentes e com um conjunto relativo de informações, no que diz respeito a eles e aos meios utilizáveis. Há, claramente, um desajuste e uma ausência de coordenação, motivados pela dispersão do conhecimento e que só desaparecerão por meio do exercício da função empresarial, ou empreendedorismo.</p>
<p>Suponhamos agora que um terceiro agente – José – percebe a situação de falta de coordenação que foi descrita e se disponha a exercer o empreendedorismo, quando descobre a possibilidade de obter um lucro se procurar Maria, para quem o meio M<sub>J </sub>não tem utilidade e propor-lhe que o venda por, suponhamos, R$80.000,00 reais. Sem dúvida, um excelente negócio para Maria, que atribuía ao meio um valor zero ou próximo de zero. Após comprar M<sub>J </sub>de Maria, José procura João, que está interessado nele para que possa alcançar o seu fim F<sub>J </sub>e lhe propõe vendê-lo por, suponhamos, R$100.000,00. Observe que José não precisa necessariamente possuir recursos para comprar o meio, bastará que tome um empréstimo cujos juros compensem o negócio.  Assim, José conseguiu obter do nada – <em>ex nihilo </em>– um lucro empresarial puro de R$ 20.000,00 do meio M<sub>J</sub>. Em consequência, a ação empresarial de José produziu três efeitos: primeiro, criou nova informação, novo conhecimento; segundo, transmitiu esse novo conhecimento no mercado; e terceiro, ensinou os outros dois agentes a agirem em um processo de dependência recíproca.</p>
<p>A criação empresarial de conhecimento representa uma transmissão instantânea dessa informação nos mercados. José não apenas transmitiu a Maria a informação de que o recurso M<sub>J</sub>, que ela possuía, mas ao qual não atribuía valor, era importante para alguém e que não havia, racionalmente, razão para desperdiçá-lo, mas também transmitiu a João a informação de que poderia prosseguir com a ação para alcançar o seu objetivo F<sub>J</sub> e que poderia ter sido abandonada pela falta do meio adequado. O exemplo ilustra também a importância do sistema de preços como um transmissor de informações muito eficiente, que se espalha sucessivamente por todo o processo de mercado, eliminando a falta de coordenação. José, que apenas percebeu que o recurso M<sub>J </sub>possuía valor para João, embora não tivesse valor para Maria, nada mais fez do que transmitir ao mercado essa sua percepção, agindo como um empreendedor e auferindo um lucro.</p>
<p>Observemos também que o conjunto relevante de informações tem natureza essencialmente subjetiva, porque depende daqueles agentes empreendedores que sejam capazes intuitivamente de descobri-lo. Mesmo aquele tipo de informações ou de conhecimento que é geralmente encarado como “objetivo”, como os próprios preços, por exemplo, é na realidade gerado por informações subjetivas, como a que levou José a procurar Maria, propor-lhe a compra do meio e, depois, a procurar João e dizer-lhe que estava disposto a vendê-lo.</p>
<p>Mas não foram apenas João, Maria e José que ficaram satisfeitos com a ação empreendedora do último. Suponhamos que o <em>fim</em> de João era abrir uma oficina de mecânica de automóveis em uma determinada rua de um bairro, que o <em>meio</em> de que necessitava era um terreno e que Maria tenha herdado de uma tia um terreno baldio nessa mesma rua, que só lhe estava causando custos com as taxas e impostos escorchantes que o município lhe cobrava. Maria e João não se conhecem, mas eis que surge José que, conhecendo os desejos de ambos, percebe uma boa oportunidade de ganho se comprar o terreno de Maria por R$ 80.000,00 (valor que ele possui em uma conta poupança) e revendê-lo para João por um valor maior. Maria vende o terreno para José por aquele valor e José consegue revendê-lo para João por R$ 100.000,00. Admitamos, por fim, que João, de posse do terreno, abra a sua oficina e, com isso, dê emprego para cinco pessoas que se encontravam desempregadas.</p>
<p>Observemos quantos indivíduos ganharam com a idéia que José conseguiu levar adiante. Primeiro, o próprio José, que lucrou R$ 20.000,00; depois, Maria, que, além de ver-se livre das despesas com o terreno, embolsou, em termos brutos, R$ 80.000,00; em terceiro lugar, João, que pode finalmente realizar o seu desejo de ser proprietário de uma oficina mecânica e que poderá obter lucros com o seu funcionamento; e, por fim, os cinco empregados do novo negócio e, obviamente, as suas famílias, que – admitamos &#8211; totalizavam, somando as esposas e os três filhos de cada um, vinte pessoas. Portanto, o <em>empreendedorismo </em>de José beneficiou, ao fim e ao cabo, ele mesmo, João, Maria, os cinco mecânicos e mais vinte pessoas, ou seja, vinte e oito pessoas.</p>
<p>Notemos que José, para colocar em prática a sua idéia, nem precisava dispor dos R$ 80.000,00 necessários para comprar o terreno de Maria, bastando que tomasse um empréstimo nesse valor e que o total de juros que teria que pagar pela operação fosse inferior ao ganho obtido com a revenda do terreno para João. Vemos, então, que o <em>empreendedor </em>não precisa ser alguém necessariamente rico, mas alguém que tenha criatividade, inventividade &#8211; ideias, enfim.</p>
<p>Ora, se isto acontece em um pequeno negócio como o desse exemplo simples, podemos imaginar a amplitude dos benefícios proporcionados pelos grandes negócios, que envolvem a geração de empregos de centenas e de milhares de pessoas. No entanto, a cultura antiempresarial insiste invariavelmente em associar os grandes negócios a fraudes, negociatas e “maracutaias”, em que apenas os “empresários” obtêm lucros e sempre a partir da “exploração” alheia&#8230;<em> </em></p>
<p>Assim, José, o <em>empreendedor </em>inicial (aquele que teve a ideia), conseguiu obter um lucro empresarial bruto de R$ 20.000,00. Mas Maria, de imediato, já ganhou R$ 80.000,00 e poderá, ao longo do tempo, ganhar mais do que o lucro de José, caso aplique bem o seu dinheiro. Da mesma forma, o negócio de João, que lhe custou R$ 100.000,00 pela compra do terreno, fora os custos com máquinas, empregados e a construção de um galpão, entre outros, depois de algum tempo, compensará os seus custos fixos e variáveis de abrir e manter a oficina. A ação empresarial de José produziu vários efeitos: criou nova informação; transmitiu essa informação ao mercado; coordenou os planos de João com os de Maria; deu emprego para cinco mecânicos; beneficiou suas famílias; e aumentou a competição no setor de mecânica de automóveis, porque criou mais uma empresa e, portanto, beneficiou também os proprietários de carros.</p>
<p style="text-align: center;">O intervencionismo bloqueia os empreendimentos e é imoral</p>
<p>Em uma sociedade socialista, em que uma autoridade central leva às últimas consequências o controle sobre a vida dos cidadãos, João, Maria e José terminariam frustrados por serem impedidos de aumentar a satisfação por meio de suas ações. Mesmo que José percebesse que João precisava do meio de que só Maria dispunha, ele não poderia procurar Maria, comprar-lhe o referido meio e depois revendê-lo para João, a não ser que o fizesse no chamado <em>mercado paralelo</em>. O socialismo é um desastre completo.</p>
<p>E o intervencionismo – definido como uma forma mais branda de socialismo, ou como <em>social-democracia </em>– também leva a resultados trágicos no longo prazo. Admitamos, agora, apenas a título de ilustração, que os fundos do terreno que João pretende comprar façam fronteira com um brejo, que nesse brejo vivam pererecas e que o Estado, alegando razões “ambientais”, bloqueie a construção do galpão para a oficina. Com exceção dos anfíbios anuros da família dos hilídeos (ou seja, para simplificarmos, das pererecas), todos perderão com essa ação intervencionista: João, Maria, José, os cinco funcionários, os vinte membros de suas famílias, o setor de mecânica, os fornecedores desse setor, todas as famílias envolvidas e os proprietários de carros, especialmente os residentes nas redondezas. E pensar que, caso a oficina fosse autorizada a funcionar, nem seria necessário que as pererecas morressem, porque poderiam ser transferidas para outro local&#8230;</p>
<p>Quanto mais forte é o poder coercitivo do Estado, maiores serão os obstáculos ao exercício da função empresarial e maiores as dificuldades para se descobrir as informações práticas de cunho empresarial imprescindíveis para a existência de coordenação social. O intervencionismo impõe diversos obstáculos à criatividade dos indivíduos e, como esta é um fator importantíssimo para o desenvolvimento da economia e da sociedade, provoca atraso econômico, político, cultural e tecnológico. Ao bloquear a criatividade humana, emperra o avanço em todos os setores da vida social.</p>
<p>Outro efeito perverso do intervencionismo é que ele tende a produzir mais corrupção do que os sistemas em que as liberdades individuais prevalecem e esse vício se manifesta tanto por parte dos que ocupam o poder quanto pelo lado dos demais agentes, por uma razão muito simples: sistemas centralizados tendem a concentrar o poder e a criar uma série de dificuldades para as ações empresariais, o que, em razão das fraquezas humanas, estimula a venda de facilidades. Quando os potenciais empreendedores percebem que será mais fácil alcançar os seus fins se dedicarem o seu tempo a tentar influir nas decisões governamentais, acabam colocando em segundo plano a essência de sua função social, que é a de descobrir oportunidades de lucros por meio dos mercados e assim coordenar as atividades econômicas. Isto corrompe o processo social espontâneo, substituindo-o por um nefando processo de <em>luta pelo poder</em>. Os agentes que não conseguem êxito em sua tentativa de influenciar as decisões políticas, por sua vez, são tentados a  despender uma parcela maior de sua atividade empresarial e de sua criatividade para tentar evitar os efeitos prejudiciais a eles impostos pelos comandos, em troca da concessão de vantagens, privilégios, propinas e outras formas de corrupção para os que têm o controle das normas. O intervencionismo, portanto, promove desvios da função empresarial. Do ponto de vista daqueles que ditam as regras de coerção, há estímulos também a que exerçam de maneira viciosa sua própria atividade empresarial e sua engenhosidade, porque seu objetivo maior passa a ser o de manter-se no poder para assegurar privilégios. O intervencionismo fomenta, portanto, o surgimento e fortalecimento de grupos de interesses – privados e públicos – que sirvam de suporte à manutenção do poder e de todas as benesses que ele proporciona. Não é por outra razão que os sistemas intervencionistas costumam usar e abusar da propaganda oficial, em que os donos do poder tentam passar mensagens fantasiosas de seus feitos, para iludir a população e manter os atuais governantes com as cartas na mão. O intervencionismo padece, por sua própria essência, de <em>megalomania </em>crônica e contém o germe da propensão à mentira.</p>
<p>Estimula, além disso, reações de desobediência aos comandos e ordens, que se manifestam em ações à margem da legalidade – ou da pretensa legalidade – imposta pelos comandos. Isto significa que ativa a <em>economia informal </em>e a corrupção, especialmente nos setores da economia em que a as regulamentações são mais fortes.</p>
<p>Além disso, é um sistema que se constitui em verdadeira aberração moral, por perverter os conceitos de lei e de justiça, instituir hábitos e concepções viciosos e agredir os mais elementares direitos inerentes à pessoa humana, a começar pelas liberdades individuais. O conceito de “luta de classes” é desagregador, ao<em> </em>lançar patrões contra empregados, pobres contra ricos, brancos contra negros, mulheres contra homens, heterosexuais contra homossexuais. Para que possa encontrar eco entre as massa<em>s </em>e mergulhá-las em uma falsa realidade, é preciso desagregar, fomentar o ódio, lançar irmãos contra irmãos, já que, sem esse vício moral, ele, simplesmente, não pode vicejar.</p>
<p>Mas sua imoralidade vai além. Ao tentar impor a igualdade de resultados, o intervencionismo desestimula a ética do trabalho: se o indivíduo A, trabalhador, dedicado, inteligente, bem preparado e com espírito de iniciativa, sabe de antemão que vai ganhar o mesmo que o indivíduo B, preguiçoso, desleixado, néscio, sem estudo e que prefere viver à custa dos outros, é evidente que A não se sentirá estimulado a colocar em prática as suas habilidades, limitando-se a fazer o essencial para sobreviver.</p>
<p>O intervencionismo, em suma, é um desastre.</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/&amp;title=Jo%C3%A3o%2C+Maria%2C+Jos%C3%A9%2C+empreendedorismo+e+intervencionismo" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Jo%C3%A3o%2C+Maria%2C+Jos%C3%A9%2C+empreendedorismo+e+intervencionismo+-+http://b2l.me/anpd3h&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/&amp;title=Jo%C3%A3o%2C+Maria%2C+Jos%C3%A9%2C+empreendedorismo+e+intervencionismo" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/&amp;t=Jo%C3%A3o%2C+Maria%2C+Jos%C3%A9%2C+empreendedorismo+e+intervencionismo" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Jo%C3%A3o%2C+Maria%2C+Jos%C3%A9%2C+empreendedorismo+e+intervencionismo&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %20Intervencionismo%20e%20empreendedorismo%20s%C3%A3o%20estados%20contradit%C3%B3rios.%20N%C3%A3o%20admitem%20meios%20termos%2C%20da%20mesma%20forma%20que%20n%C3%A3o%20h%C3%A1%20meio%20termo%20entre%20chover%20e%20n%C3%A3o%20chover%3A%20ou%20est%C3%A1%20chovendo%20ou%20ent%C3%A3o%20n%C3%A3o%20est%C3%A1%3B%20ou%20h%C3%A1%20empreendedorismo%20ou%20intervencionismo.%20Infelizmente%2C%20poucos%20percebem%20isso%20e%20a%20imensa%20maioria%20" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Jo%C3%A3o%2C+Maria%2C+Jos%C3%A9%2C+empreendedorismo+e+intervencionismo&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A %20Intervencionismo%20e%20empreendedorismo%20s%C3%A3o%20estados%20contradit%C3%B3rios.%20N%C3%A3o%20admitem%20meios%20termos%2C%20da%20mesma%20forma%20que%20n%C3%A3o%20h%C3%A1%20meio%20termo%20entre%20chover%20e%20n%C3%A3o%20chover%3A%20ou%20est%C3%A1%20chovendo%20ou%20ent%C3%A3o%20n%C3%A3o%20est%C3%A1%3B%20ou%20h%C3%A1%20empreendedorismo%20ou%20intervencionismo.%20Infelizmente%2C%20poucos%20percebem%20isso%20e%20a%20imensa%20maioria%20" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AG8qghNkH9hN9yJn-cSjmGkWpDE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AG8qghNkH9hN9yJn-cSjmGkWpDE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AG8qghNkH9hN9yJn-cSjmGkWpDE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AG8qghNkH9hN9yJn-cSjmGkWpDE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=Nil1siXCDoY:7bflYxNNh0I:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=Nil1siXCDoY:7bflYxNNh0I:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=Nil1siXCDoY:7bflYxNNh0I:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=Nil1siXCDoY:7bflYxNNh0I:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/Nil1siXCDoY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/artigos/joao-maria-jose-empreendedorismo-e-intervencionismo/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O Estado e a internacionalização de empresas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/_LuwTK4xXXU/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Bernhard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[ESTUDO]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[relações exteriores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17913</guid>
		<description><![CDATA[<p>Diplomata de carreira. A opinião expressa no artigo é exclusivamente do autor e não reflete a posição do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>Cerne do pensamento liberal, a crítica à ação do Estado como promotor do desenvolvimento econômico e favorecedor de grupos da população encontra, nos dias de hoje, caso especial de aplicação no âmbito das potências emergentes no cenário&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Diplomata de carreira. A opinião expressa no artigo é exclusivamente do autor e não reflete a posição do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>Cerne do pensamento liberal, a crítica à ação do Estado como promotor do desenvolvimento econômico e favorecedor de grupos da população encontra, nos dias de hoje, caso especial de aplicação no âmbito das potências emergentes no cenário internacional. Governos de países como China, Índia e Brasil vêm instituindo políticas de estímulo à internacionalização de empresas, fenômeno que ganhou força natural no mundo em desenvolvimento no fim do século 20.</p>
<p>A tendência no Brasil é de expansão do volume de recursos públicos despejados em empresas dispostas a se internacionalizar, como se depreende do documento Termo de referência: internacionalização de empresas brasileiras, elaborado sob a coordenação da Câmara de Comércio Exterior e publicado em dezembro de 2009. É prudente, assim, analisar o assunto — e aplicar-lhe a crítica liberal.</p>
<p>Por meio do BNDES, o Estado desembolsou R$ 8 bilhões em financiamentos para internacionalização de empresas de junho de 2005 ao início de 2010. É um montante superior ao orçamento dos ministérios da Cultura, do Desenvolvimento, do Esporte e das Relações Exteriores, para o mesmo período; ultrapassa o valor das verbas destinadas ao programa Minha Casa, Minha Vida para este ano; deve pouco aos R$ 9 bilhões a serem investidos na construção de portos até 2013. Não se trata de valor desprezível e, caso não se demonstrem as implicações negativas dessa política, nada evitará que trilhe sua trajetória de aprofundamento.</p>
<p>JBS-Friboi, Camargo Corrêa, Odrebrecht, Votorantim, Gerdau: exemplos de empresas que contam com o apoio do BNDES em sua internacionalização. Alegadamente servindo ao desenvolvimento econômico e à consolidação da imagem do Brasil como potência emergente, aquele apoio tem como principal consequência o fortalecimento de grandes corporações, para prejuízo do povo. Como afirma Roderick Long, em artigo publicado no site do instituto Ordem Livre, “em um mercado livre, as empresas seriam menores e menos hierárquicas, mais locais e menos numerosas; os preços seriam mais baixos e os salários mais altos; e o poder das corporações estaria em ruínas. Não é à toa que as grandes empresas, apesar de elogiarem com frequência os ideais do livre mercado, tendem a se opor sistematicamente a eles na prática”. Para se transformarem em grandes empresas, “dependem da intervenção estatal no mercado (&#8230;) como subsídios e socorros financeiros.”</p>
<p>Felizmente, não vivemos mais sob um regime de restrição a transações externas. Nada impede que empresas realizem operações no exterior. Se a internacionalização das empresas brasileiras, por ausência de financiamento, não desfruta do vigor que se considera proporcional à pujança da economia nacional, a medida cabível não é utilizar a coerção do Estado para arrancar dinheiro do povo e emprestá-lo, a taxas subsidiadas, às corporações. Se o custo de captação de recursos no mercado inviabiliza movimentos de internacionalização, é de se pensar que o empurrãozinho do Estado produz investimentos externos artificiais, para a miséria pública e os benefícios privados.</p>
<p>Ainda que os financiamentos do BNDES se convertessem em impulso ao desenvolvimento, deveríamos apoiar a política de fortalecimento da Marca Brasil? Que sociedade ajudamos a constituir, ao sinalizarmos que a solução dos problemas comuns deve ser obtida não por transações voluntárias entre indivíduos, mas por uma instituição caracterizada pelo uso da força? Como o cronista americano Albert Jay Nock ressaltava, o verdadeiro liberal não observa só o fim imediato, mas os meios empregados para alcançá-lo.</p>
<p>O incentivo público à internacionalização de empresas representa meio equivocado e perigoso de se concretizar o objetivo de consolidação da imagem do país como potência emergente. Já são R$ 8 bilhões transferidos para grandes empresas, em operações artificiais de inserção externa. A tendência é de aprofundamento dessa “cooperação” compulsória para fortalecer a Marca Brasil. Nada mais apropriado do que recordar a principal lição no estudo da política, segundo Nock: “O poder que é dado ao Estado para fazer coisas para você implica um poder equivalente para fazer coisas contra você”.</p>
<p>Fonte: Jornal “Correio Braziliense” – 31/08/10</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/&amp;title=O+Estado+e+a+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=O+Estado+e+a+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas+-+http://b2l.me/anpbjs&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/&amp;title=O+Estado+e+a+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/&amp;t=O+Estado+e+a+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=O+Estado+e+a+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A Diplomata%20de%20carreira.%20A%20opini%C3%A3o%20expressa%20no%20artigo%20%C3%A9%20exclusivamente%20do%20autor%20e%20n%C3%A3o%20reflete%20a%20posi%C3%A7%C3%A3o%20do%20Minist%C3%A9rio%20das%20Rela%C3%A7%C3%B5es%20Exteriores.%0D%0A%0D%0ACerne%20do%20pensamento%20liberal%2C%20a%20cr%C3%ADtica%20%C3%A0%20a%C3%A7%C3%A3o%20do%20Estado%20como%20promotor%20do%20desenvolvimento%20econ%C3%B4mico%20e%20favorecedor%20de%20grupos%20da%20popula%C3%A7%C3%A3o%20encon" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=O+Estado+e+a+internacionaliza%C3%A7%C3%A3o+de+empresas&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A Diplomata%20de%20carreira.%20A%20opini%C3%A3o%20expressa%20no%20artigo%20%C3%A9%20exclusivamente%20do%20autor%20e%20n%C3%A3o%20reflete%20a%20posi%C3%A7%C3%A3o%20do%20Minist%C3%A9rio%20das%20Rela%C3%A7%C3%B5es%20Exteriores.%0D%0A%0D%0ACerne%20do%20pensamento%20liberal%2C%20a%20cr%C3%ADtica%20%C3%A0%20a%C3%A7%C3%A3o%20do%20Estado%20como%20promotor%20do%20desenvolvimento%20econ%C3%B4mico%20e%20favorecedor%20de%20grupos%20da%20popula%C3%A7%C3%A3o%20encon" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6d9SczxcqneeEZo1bnRgrfb_sC0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6d9SczxcqneeEZo1bnRgrfb_sC0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6d9SczxcqneeEZo1bnRgrfb_sC0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6d9SczxcqneeEZo1bnRgrfb_sC0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=_LuwTK4xXXU:W7Af7MBjBU8:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=_LuwTK4xXXU:W7Af7MBjBU8:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=_LuwTK4xXXU:W7Af7MBjBU8:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=_LuwTK4xXXU:W7Af7MBjBU8:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/_LuwTK4xXXU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/artigos/o-estado-e-a-internacionalizacao-de-empresas/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Desordem pandêmica</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/org/hetj/~3/Y8srwayKPB8/</link>
		<comments>http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Cesar Flores</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdades Individuais]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imil.org.br/?p=17909</guid>
		<description><![CDATA[<p>A confusão entre licenciosidade e liberdade, inerente ao caráter coletivo brasileiro, estende-se da má educação nos costumes à pusilanimidade com o irregular, à prática pandêmica do ilícito. Mais ainda porque o poder público claudica na contenção do delito, quando não o pratica&#8230;</p>
<p>Esta é a realidade: nossos vários estratos sociais tendem ao desrespeito à lei nos níveis à sua&#160;&#187;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A confusão entre licenciosidade e liberdade, inerente ao caráter coletivo brasileiro, estende-se da má educação nos costumes à pusilanimidade com o irregular, à prática pandêmica do ilícito. Mais ainda porque o poder público claudica na contenção do delito, quando não o pratica&#8230;</p>
<p>Esta é a realidade: nossos vários estratos sociais tendem ao desrespeito à lei nos níveis à sua conveniência ou visão da vida e de acordo com sua sensação de impunidade. Exemplo simbólico: em arrastão no Rio, um motorista de classe média declarou que &#8220;os bandidos se aproveitam que temos de reduzir a velocidade porque aqui há radar&#8221;&#8230; Ou seja, para ele, arrastão é crime e seus autores são bandidos, já o excesso de velocidade só seria delito e ele, infrator porque há o radar. O elenco da orgia vem crescendo &#8220;democraticamente&#8221;, sem discriminação de classe, idade, raça, sexo e religião, das elites ao povo destituído, da adolescência inimputável à provecta idade, do delito vulgar (estacionar na calçada, não usar a faixa de pedestre&#8230;) à violência e criminalidade urbana, à desordem rural, à sonegação de impostos e, emblematicamente nefasta, à venalidade na vida pública.</p>
<p>No cotidiano da mídia, que vem banalizando o irregular: assassinatos, assaltos, invasões, saques, arrastões, vandalismo (até no Congresso Nacional, alvo de vandalismo cujo líder transita com desembaraço no poder público), roubos, bloqueios, sequestros, tomada de reféns, agressão ambiental, drogas, pirataria, aberração sexual, ataques à polícia (ao invés de medo da polícia&#8230;), improbidade no mundo político e no serviço público, e por aí vai. A violência exacerbada manifesta-se em grupos criminosos do tipo PCC e CV (cujas &#8220;guerras&#8221; territoriais se assemelham às dos gângsteres de Chicago nos 1930) e alguns delitos são praticados com aspectos (como foi a agressão ao Congresso) similares aos das SA nazistas, que se valiam da tolerância do regime de Weimar.</p>
<p>A leniência com o desrespeito à lei é bem refletida neste fato: há quem aceite, no poder público e na sociedade, ser tolerável &#8211; ou até correto &#8211; que centenas de &#8220;sem-terra&#8221;, com seus inocentes instrumentos letais de trabalho (foices, machados e facões), ameacem empregados de fazenda invadida e a vandalizem, mas veja como violência a defesa contra a ameaça. No clima atual de complacência e até concordância com o delito, Lampião provavelmente seria visto como paladino da justiça social rural&#8230;! Em evento de reintegração de posse, um líder do MST declarou: &#8220;Estão criminalizando os movimentos sociais.&#8221; Errado: criminalizam-se seus métodos delituosos, e não os movimentos sociais, que, de fato, não têm inspiração criminosa (na acepção rigorosa do termo), mas desafiam a ordem do Estado de Direito. Todos rejeitamos hoje a frase &#8220;a questão social é caso de polícia&#8221;, atribuída a Washington Luís, mas essa rejeição não significa admitir o delito, em vez do Estado de Direito, como a solução de problemas sociais.</p>
<p>A miséria, a exclusão e o correlato vácuo mental alienante, agravados por expectativas induzidas pela propaganda paranoica não acompanhada pela capacidade de satisfazê-las, são por vezes apontados como a razão da violência e da criminalidade. Elas realmente as estimulam, há que reduzi-las e criar expectativas positivas, mas a ilegalidade deve ser tratada pelo que ela é. Ademais, miséria e exclusão não são causas deterministas, tanto assim que a maioria do povo pobre não vive fora da lei, é comumente vítima dos fora da lei. Tampouco explicam boa parte da permissividade vigente: muitos delitos, do desrespeito às regras do trânsito à criminalidade cibernética e à corrupção pública, são cometidos por pessoas que nem de longe nelas se enquadram.</p>
<p>Já é perigosa rotina a indiferença pelo anormal no comportamento societário, no qual se insere o descomprometimento com valores como casamento e família, profissão, emprego, carreira, trabalho e estudo. Já é usual ver como &#8220;caretice&#8221; respeitar a lei na rotina do cotidiano (respeitar o sinal vermelho&#8230;) e ser aceito como permitido o que não é ostensivamente reprimido (limite de velocidade só vale onde há radar ou é compulsado por quebra-molas&#8230;). O irregular é diluído no cadinho da leniência, condenado ao esquecimento e logo sucedido por espetáculo novo. Nos noticiários sensacionalistas de rádio e TV é comum o predomínio dos delitos e alguns lhes são quase inteiramente dedicados, com nuanças deprimentes, como é a indisfarçável frustração do apresentador quando os fatos não resultam graves: o dramático dá audiência, o trivial não tem apelo.</p>
<p>É comum nesses noticiários a sensacionalização dos erros da polícia. Erros do nosso sistema policial, de fato, ocorrem com frequência, do âmbito tático (preparo profissional e equipamento) ao moral, quando não até criminoso, mas é ilógico seu vilipêndio sistemático. As balas perdidas são a priori atribuídas aos policiais (os bandidos atirariam com mais precisão, ou talvez porque eles não pagam indenizações, já o Estado está sujeito a pagá-las&#8230;). Simbólico desse ânimo coletivo: sepultamento de bandido é atendido por grande número de simpatizantes levados ao cemitério por transporte organizado &#8211; quem o paga&#8230;? -, já o de policial morto no confronto, apenas pela família e representação da corporação.</p>
<p>A democracia pressupõe a liberdade dentro da lei. Ou ocorre a contenção da metástase generalizada da desordem, violência e criminalidade ou, mais dia menos dia, a saturação da conformidade será atingida nos menos propensos à permissividade (que existem em grau variável em função de suas concepções sobre o certo e o errado, comumente ajustadas às conveniências de sua vida&#8230;) e com ela o aumento da sedução da aceitabilidade do componente autoritário do poder, como alternativa à esbórnia. Mais dia, menos dia, a licenciosidade acaba prejudicando a liberdade.</p>
<p>Fonte: Jornal “O Estado de S. Paulo” – 31/08/10</p>


<div class="shr-bookmarks shr-bookmarks-expand shr-bookmarks-center">
<ul class="socials">
		<li class="shr-stumbleupon">
			<a href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/&amp;title=Desordem+pand%C3%AAmica" rel="nofollow" class="external" title="Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon">Encontrou algo bom? Compartilhe no StumbleUpon</a>
		</li>
		<li class="shr-twitter">
			<a href="http://twitter.com/home?status=Desordem+pand%C3%AAmica+-+http://b2l.me/anpanp&amp;source=shareaholic" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!">Tweet This!</a>
		</li>
		<li class="shr-digg">
			<a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/&amp;title=Desordem+pand%C3%AAmica" rel="nofollow" class="external" title="Digg this!">Digg this!</a>
		</li>
		<li class="shr-googlebuzz">
			<a href="http://www.google.com/buzz/post?url=http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/&amp;imageurl=" rel="nofollow" class="external" title="Post on Google Buzz">Post on Google Buzz</a>
		</li>
		<li class="shr-facebook">
			<a href="http://www.facebook.com/share.php?v=4&amp;src=bm&amp;u=http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/&amp;t=Desordem+pand%C3%AAmica" rel="nofollow" class="external" title="Compartilhar noFacebook">Compartilhar noFacebook</a>
		</li>
		<li class="shr-gmail">
			<a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;view=cm&amp;fs=1&amp;tf=1&amp;su=Desordem+pand%C3%AAmica&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A A%20confus%C3%A3o%20entre%20licenciosidade%20e%20liberdade%2C%20inerente%20ao%20car%C3%A1ter%20coletivo%20brasileiro%2C%20estende-se%20da%20m%C3%A1%20educa%C3%A7%C3%A3o%20nos%20costumes%20%C3%A0%20pusilanimidade%20com%20o%20irregular%2C%20%C3%A0%20pr%C3%A1tica%20pand%C3%AAmica%20do%20il%C3%ADcito.%20Mais%20ainda%20porque%20o%20poder%20p%C3%BAblico%20claudica%20na%20conten%C3%A7%C3%A3o%20do%20delito%2C%20quando%20n%C3%A3o%20o%20pratica...%0D%0A%0D%0AE" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Gmail">Email this via Gmail</a>
		</li>
		<li class="shr-yahoomail">
			<a href="http://compose.mail.yahoo.com/?Subject=Desordem+pand%C3%AAmica&amp;body=Link: http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/ (sent via shareaholic)%0D%0A%0D%0A----%0D%0A A%20confus%C3%A3o%20entre%20licenciosidade%20e%20liberdade%2C%20inerente%20ao%20car%C3%A1ter%20coletivo%20brasileiro%2C%20estende-se%20da%20m%C3%A1%20educa%C3%A7%C3%A3o%20nos%20costumes%20%C3%A0%20pusilanimidade%20com%20o%20irregular%2C%20%C3%A0%20pr%C3%A1tica%20pand%C3%AAmica%20do%20il%C3%ADcito.%20Mais%20ainda%20porque%20o%20poder%20p%C3%BAblico%20claudica%20na%20conten%C3%A7%C3%A3o%20do%20delito%2C%20quando%20n%C3%A3o%20o%20pratica...%0D%0A%0D%0AE" rel="nofollow" class="external" title="Email this via Yahoo! Mail">Email this via Yahoo! Mail</a>
		</li>
		<li class="shr-meneame">
			<a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/" rel="nofollow" class="external" title="Enviar paraMeneame">Enviar paraMeneame</a>
		</li>
</ul>
<div style="clear:both;"></div>
</div>



<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CYu19OtFGgIQKrzPpXgIgTg45c0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CYu19OtFGgIQKrzPpXgIgTg45c0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CYu19OtFGgIQKrzPpXgIgTg45c0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CYu19OtFGgIQKrzPpXgIgTg45c0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=Y8srwayKPB8:zauR4kS7-TU:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=Y8srwayKPB8:zauR4kS7-TU:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?i=Y8srwayKPB8:zauR4kS7-TU:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?a=Y8srwayKPB8:zauR4kS7-TU:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/org/hetj?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/org/hetj/~4/Y8srwayKPB8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.imil.org.br/artigos/desordem-pandemica/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss>
