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Com a cabeça no travesseiro Leo, intrigado com o objetivo de sua recente missão em lemúria, pensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será a Ordem dos Guardiões? ... Será essa a função daquela pessoa nisso tudo? ... Parece simples, mas ... É estranho ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;LEMÚRIA - CINCO DIAS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo e Lyra, depois de caminhar por locares específicos de Lemúria, chegam a casa de Teon em Casparian. Dona Liana, a mãe de Teon, os recebe e nos porta-retratos podia se ter uma imagem mais concreta da pessoa procurada por Atena.&lt;br /&gt;
Dona Liana, carinhosamente pega um porta-retrato onde a foto de uma jovem sorridente o destaca dos demais. Era Sarah a irmã mais velha de Teon, desaparecida há vários anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Essa é Sarah. Conta a Senhora. - A irmã mais velha de meu Teon. Ele sequer chegou a conhecê-la. Ela era linda. Fiquei muito triste com sua perda. Mas me foi concedido Teon e pude amenizar minha tristeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo pega no retrato e sente uma estranha sensação, mas não a considera. Ele caminha em direção aos demais retratos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Podemos ... Pondera Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, fique a vontade. Permite a Dona Liana - Pode pegá-los se quiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo pega um retrato e sente a mesma estranha energia outrora sentida. Sua surpresa é percebida por Lyra que ao pegá-lo na mão tem a mesma sensação. &lt;br /&gt;
Era possível perceber a mesma energia vinda de todas as fotografias, uma cosmo-energia misturada a um triste sentimento de saudade.&lt;br /&gt;
Em um retrato mais escondido havia a fotografia de uma menina. Nesta a energia emanada era muito familiar. Lyra ao ver o espanto de Leo toca a foto e de pronto reconhece a criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Esta é Sarah? Indaga Leo confuso. - Não, Responde a Senhora. - A menina chamava-se Sofia. Cuidava dela no templo do Gran Conselho. Certa vez tive que trazê-la comigo. Fiz essa foto na ocasião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreso, Leo compara os nomes da menina da foto com um nome que lhe vem a mente. O nome parecia muito familiar ao Cavaleiro. Ele ouve atentamente a narrativa da senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Foi apenas uma vez. Ela se tornou uma bela adolescente e foi levada para o continente. Deixa eu me lembrar ... Atenas. Isso! Ela tinha algo especial. Uma paz que só se  tinha próximo  a ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra lembra-se da figura de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atena! Afirma Lyra. Essa menina é a deusa Atena nesta era.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora por alguns segundos fica pensativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atena ... Comenta a Senhora. Está certo. Ela sempre foi digna de uma deusa. Gostaria de revê-la um dia. Ela deve estar linda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo, surpreso com tantas novidades, abaixa a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E está. Resmunga Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra ouve, olha para Leo e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quem sabe um dia, Dona Liana. Comenta Lyra. - Mas ... Não sabes o que houve com tua filha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora suspira demonstrando saudades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não. Responde a Senhora. - Sei que ela sumiu numa noite de tempestade. O mar estava bem revoltado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra sente já ter mexido demais com os sentimentos daquela senhora. Ela olha para Leo que numa troca de olhares entende a mensagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Humm. Comenta Lyra. - Obrigada por tudo, Senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Precisamos ir. Completa Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transbordando simpatia, a senhora sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas, vocês já vão? Indaga Dona Liana. - Tão rápido! Tomem um chá comigo. Já sou velha, e meu filho está em Atenas também. Façam companhia a esta velha e solitária senhora num chá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo e Lyra, já com fome, se olham e sorriem da situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aceitamos. Diz Leo. - Faremos companhia sim, Dona Liana. Completa Lyra. - Mas não queremos dar trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora mostra os sofás aos convidados, e segue a caminho da cozinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Será um prazer. Pondera a Senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles se sentam e começam a falar sobre a menina da foto, e de tudo que falara a Senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aquela menina era Atena. Comenta Lyra. - O cosmo na foto disse tudo. Lembra-se Leo? A tua namoradinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visivelmente envergonhado pelo comentário manifesta-se Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não foi bem assim Lyra. Apenas a achava interessante por não ser daqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra ri e balança a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocês, homens! Para com isso Leo, eu via como olhavam um para o outro. Diz Lyra - Eu vi quando se beijaram antes dela desaparecer. Quase morri. Sussurra Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo, fica admirado com o que houve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é? Curioso pergunta Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra envergonhada bate no ombro de Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Você ouviu. Diz Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo dá um sorriso amarelo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você estava com ciúmes desde aquela época. Comenta Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra, envergonhada vira a cabeça para o lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, mas você nunca me olhou como olhava para ela. Você se esqueceu dela assim que ela se foi. Até parece que sua memória foi apagada. Sempre senti ciúmes daquele olhar. Mas ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra respira fundo antes de continuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Foi só um namorico de crianças. Éramos muito jovens, não havia amor entre nós. Quando soube que foi para Atenas com Atena, com ela ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carregada da lembrança, dá uma pausa em sua fala, Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Senti que tinha te perdido para sempre. Nunca mais o vi. Mas ... então veio meu verdadeiro amor. Mas ele se foi. Maldito Poseidon!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra já tinha em seu rosto um sentimento de ódio. Leo, surpreso com a mudança dos sentimentos de Lyra, e meio desapontado consigo mesmo, muda de semblante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei que tivemos doces momentos juntos. Continua Lyra. - Quando se foi fiquei perdida. Mas aí encontrei Mannon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O olhar de Lyra brilha quando surge a mente essa nova lembrança. Leo nunca vira tal olhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E ele me olhou daquela maneira. Continua Lyra. - Senti o calor daquele olhar. E eu também o olhei assim. Mas ele morreu aqui mesmo em Lemúria. O mar o levou. Queria ter podido lutar naquele momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma lágrima escorre em Lyra, ela a enxuga e levanta a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ... Vamos a você, Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra olha para Leo e sorri. Leo nada entende e olha de volta tentando entender o que a expressão de Lyra queria dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que foi Lyra? Indaga Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O belo sorriso de Lyra deixa Leo ainda mais confuso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Agora você deve estar confuso. Comenta Lyra. - Mas está escrito nos teus olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo não entendia o que dizia Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Do que você fala? Indaga Leo, ainda mais curioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você ama Atena, quero dizer Sofia. Responde Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo se assusta com o comentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não! Afirma Leo. - Claro que não. Não poderia. Sou teu Cavaleiro e minha missão é protegê-la. Apenas isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra resmunga em tom de brincadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Humm. Brinca Lyra. - Já vi o afinco com que você a protege e sempre achei estranho. Agora tenho certeza. Você sempre a amou e nunca se deu conta disso. Ou não se lembrava que ela era a Sofia de sua infância. Sem saber vocês cultivaram esse amor pelo tempo. Sofia como deusa Atena, e você como seu fiel escudeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo, apesar de perceber a verdade nas palavras de Lyra torce o nariz para o que ela diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O amor bate a tua porta, Leo. Não a feche. A minha porta a própria vida se encarregou de fechar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O silêncio paire no ar por alguns segundos e chega a mãe de Teon com chá e biscoitos. O dois, famintos, olham um para o outro, e por um momento prendem o riso, mas a situação engraçada que a fome criara os obriga a rir.&lt;br /&gt;
O chá delicioso e os biscoitos crocantes de Dona Liana contiveram os pensamentos dos que aquela casa visitavam, e após um doce agradecimento partem Leo e Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aquele cosmo da foto me é familiar. Afirma Leo. - Já senti o cosmo de Sarah em nosso caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Também senti. Concorda Lyra. - Devemos refazer nossos caminhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cavaleiro e a Amazona percorrem o caminho de volta, e ao passar por um pequeno córrego Lyra para e colhe um pouco de água para refrescar o rosto.&lt;br /&gt;
Lyra se espanta ao sentir o mesmo cosmo do retrato na água corrente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Essa água! Afirma Lyra. - Toque nela, Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aquele cosmo. Constata Leo. - Vamos segui-la até sua fonte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ambos seguem a corrida d'agua e mais alto na montanha via-se uma gruta, e dela emanava grande concentração daquele cosmo.&lt;br /&gt;
Os passos de Leo e Lyra gruta adentro eram acompanhados por alguém a espreita.&lt;br /&gt;
Uma presença se materializa por detrás de Leo, que segue mais à frente, mas antes que possa se defender a rápida e feroz intervenção de Lyra frusta o ataque surpresa.&lt;br /&gt;
A amazona segura os dois punhos da figura desconhecida, que vê cair no chão a ferramenta pontiaguda que segurava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não viemos te machucar. Afirma Lyra. - Viemos apenas fazer-te um convite. Convida-la a estar com Atena. Acalme-se Sarah! Completa Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A moça sensivelmente surpresa relaxa os punhos cerrados e abandona seu semblante ofensivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como sabem meu nome? Indaga. - Quem são vocês? Sarah estava muito confusa. - Vou te soltar. Diz Lyra, abrindo devagar as mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah cansada do esforço respira fundo e olha para Leo e Lyra com desconfiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Somos Leo de Aries e Lyra de Ophiucus, guerreiros de Atena. Viemos te fazer uma proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah, não sabia o que fazer diante tal situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Como vocês me acharam aqui? Indaga Sarah nervosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fomos a tua casa e sentimos teu cosmo em teus retratos. Responde Lyra. - Encontramos o rastro de teu cosmo na água que corre desta gruta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mente de Sarah passeiam imagens e momentos familiares. Ela abaixa a cabeça e triste manifesta-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Minha mãe ... Quanta saudade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo, tenta manter um diálogo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas porque não vai ao seu encontro? indaga. - É tão perto daqui. Conclui o Cavaleiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não posso. Responde Sarah. - Porque estou suja. Atendi ao chamado da ganância. Quis poder e só fiz matar pessoas inocentes ... E meus compatriotas. Vejo a evolução de meu irmão, e torço por seu sucesso. Que ele escolha o caminho certo. Coisa que não fiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah se prosta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sinto a angústia das preces de minha mãe, mas ... Não sou digna delas. Não me permito retornar, tenho vergonha de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra tentava compreender tudo o que dizia Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que você fez? Indaga a amazona. - Já fui uma General Marina. Responde Sarah. - Fui Sarah de  Sirene. Hoje não sou nem sombra de mim mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O semblante de Lyra muda completamente, e repentinamente surge a armadura de Ophiucus que a veste.&lt;br /&gt;
Sentindo a ira no cosmo de Lyra, e a força do punidor em sua aura, Sarah  prostada se redimi diante a amazona enfurecida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Faça. Afirma Sarah. Há tempos espero pelo meu castigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo apavorado vê Lyra movimentar os braços, com o cosmo dirigido sobre Sarah. Após a explosão da luz gerada por Lyra lá se encontrava Sarah sem nenhum arranhão. Leo respira aliviado, mas Sarah nada entende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que houve? Indada Sarah. - Por que se deteve?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra respira fundo, e de Sarah se afasta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sou eu que devo julga-la, mas Atena. Responde Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra passa por Leo, e ele dirige-se a Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela está certa. Afirma Leo. - Mesmo perdendo entes queridos não é nosso direito julgar nossos irmãos. Tua culpa é sinal de redenção. Venha conosco! Venha até Atena. Dê a si mesma uma segunda chance.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah se levanta, vai até Lyra no canto da gruta e a olha nos olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigado por teu senso de justiça. Diz Sarah. - Mesmo quando não merecia recebi tua misericórdia. Peço perdão pela perda que te causei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra olha para Sarah com um semblante mais tranqüilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Apenas o farei se antes fizer algo por alguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah, mais alividada de sua culpa, sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu sei ... Respira aliviada Sarah. - Atenderei a misericórdia de Régia de Peixes ...  e a tua, Lyra de Ophiucus. Tua justiça me deixa mais limpa. Atenderei ao amor incondicional de minha mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo, Lyra e Sarah se teletransportam à porta do quintal de Dona Liana, e Sarah continua seu caminho a redenção.&lt;br /&gt;
No Salão do Gran Conselho, o Gran Mestre sente a presença do cosmo de Sarah. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim surge por completo esse cosmo misterioso ... Pensa. - mas ... sua carga leve ... algo interveio ... Atena? ... Sim, são os planos de Atena ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passam-se alguns minutos e a porta da casa surgem Sarah e sua mãe num forte abraço. Dona Liana acena a seus novos amigos com um largo sorriso. A tristeza abandona a aura daquela senhora, e a casa emana uma nova energia.&lt;br /&gt;
Os três Lemurianos partem pelo poder de teletransporte a Atenas ao encontro de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO TEMPLO DA DEUSA EM ATENAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo avisa Atena de sua chegada, e a deusa abre as postas do salão com a força de seu cosmo. Nesse instante antes mesmo dos soldados entrarem em guarda surge Leo de Áries e Lyra de Ophiucus, trajando suas armaduras e acompanhados de Sarah.&lt;br /&gt;
Leo sinaliza com a cabeça aos guardas da porta, entra no salão da deusa e fecha a porta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atena! Reverencia Leo. - Trouxemos a pessoa que deseja encontrar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Essa é ... Diz Lyra quando interrompida por Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sarah, irmã de Teon de Serpentário. Completa Atena. - Seja bem vinda. Cumprimenta a deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah se ajoelha diante Atena a ela se dirigindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desculpe Atena! Não sou digna de sua tão doce recepção. A trai, e também a meu povo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena dela se aproxima e toca seu rosto. O cosmo carregado de dor e arrependimento é sentido pela deusa, bem como a origem de toda aquela angústia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se repreenda, Sarah. Pondera Atena. - Não foram poucos teus crimes do passado, mas... se Régia e Lyra a perdoaram és digna deste benefício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena toca seu queixo e levanta seu rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como deusa tenho a paz e a misericórdia como virtudes. Mas a mim também cabe o braço da justiça a quem merece. Não se culpes mais, tens o perdão que buscas. Teus atos do passado agora são apenas parte dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com um movimento de mão Atena dispensa Leo e Lyra. Sarah olha para Atena, e levanta-se com lágrimas nos olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu a redimo de teus pecados ... E a ti tenho algo especial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah sorrindo com lágrimas, sente o poder da misericórdia de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Será uma honra, Atena. Diz Sarah. - Em que posso servi-la?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena fica feliz com a redenção de Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seja a guardiã de teu irmão, Teon, o Cavaleiro de Ouro de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah fica surpresa com a palavra "Guardiã".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? Indaga Sarah. - Meu irmão Teon?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Responde Atena. - Serás seu anjo da guarda, curando suas feridas e restabelecendo seu cosmo sempre que estiver em perigo. Serás a Aura de Serpentário, a mais secreta Guardiã de toda a Ordem de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah abre um largo sorriso, e seu cosmo emana a alegria e júbilo dignas de um guerreiro de Atena. A deusa sabia que acabara de fazer a escolha certa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Receberás treinamento dado especialmente por Lyra de Ophiucus. Continua Atena. - O que me diz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os olhos de Sarah brilham, e após tudo o que ouvira, o cosmo que em Lemúria era melancólico torna-se vibrante e quente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Meu irmão ... Meu irmão que nem vi crescer. Sua guardiã ... Seu anjo da guarda ... Sim eu aceito, Atena. Compensarei minhas falhas dedicando minha vida nessa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri e caminha em direção a seu trono. Movimenta sua mão fazendo abrir com seu cosmo um compartimento do braço do assento. Uma pequena caixa de madeira sai flutuando. A caixa se abre sobre o olhar atento de Sarah. Uma forte cosmoenergia de paz emanana de um pingente em cristal preso a um discreto colar. O conjunto e evado pelo ar as mãos de Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Essa é sua Crystallus. Diz Atena. - A Veste Sagrada dos Guardiões. Em puro cristal, ao simples comando de teu cosmo, essa pequena pedra torna-se um traje completo a teu corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento Sarah eleva seu cosmo e o cristal em sua mão brilha, desdobrando-se em numerosas partes, formando uma estátua de cristal. A Crystallus brilha e veste o corpo de Sarah.&lt;br /&gt;
 Sarah sente uma enorme sensação de poder. Os cristais dos outros guardiões brilham. Na Sibéria, numa ilha do Atlântico, e no templo de Atena outros guardiões saúdam seu mais novo companheiro de luta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM OUTRO LUGAR NO TEMPLO DE ATENA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que há com teu colar, Sana? Indaga Aaron. - Nada tio. Responde a menina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ele brilhou por um instante. Insiste Aaron. - E tive a impressão queuma onda de cosmo passou por nós. Deve ter sido impressão tua, não senti nada. Desconversa Sana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sana sabia que Atena ordenara mais um Guardião. Ela carinhosamente abraça seu tio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amo você, tio. Declara Sana. - Não deixarei que nada aconteça contigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron, ri e a abraça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Que isso menina. Diz Aaron. - Sou eu que tenho que te proteger. A princesinha do Ted. A razão de eu ainda querer estar vivo. O motivo de ter rejeitado certo convite, certo dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron olha para Sana, e ganha dela um doce sorriso. Ele sabia estar no lugar certo e na companhia certa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SALA DE ATENA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah percebe um grande fluxo de energia fluindo por teu peito, composta de muitos cosmos vindo de diversos lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Essa energia ... Diz Sarah. - Isso é a ressonância dos cristais. Esclarece Atena. - São os guardiões recebendo-a como parte da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah após a energia recebida acende seu cosmo, e a Crystalus volta a ser uma pequena pedra de cristal.&lt;br /&gt;
Ela sorri e seu cristal brilha, como se agradecesse as mensagens recebidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Agora você pode sair Sarah. Conclui Atena. - Conheça o Templo, teu novo lar. Lyra te encontrará e te mostrará teus aposentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah estava empolgada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigado, Atena. Diz Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah reverencia a deusa e sai. Caminhando desperta a atenção de todos, principalmente a de Regia e Teon, que conversavam próximo a entrada da área destina aos Guardiões.&lt;br /&gt;
Regia e Sarah se reconhecem, e a nova Aura se envergonha abaixando a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sarah! Chama Régia. - Olá Re ...Regia de Peixes. Responde Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia olha para o peito de Sarah e vê o cristal. Apesar de não saber o significado da pedra, sabia que Sarah que adquirira a confiança de Atena.&lt;br /&gt;
Teon sente no peito que seu coração bate mais acelerado, mas de forma diferente daquela quando conhecera Regia. Eram emoções fraternais que ele não compreendia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Que bom que sobreviveu àquela tragédia. Diz Regia. - Seja bem vinda entre nós. - Obrigado. Responde Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon ainda confuso puxa conversa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você ... Diz Teon. - Me é familiar, mas não sei porque. Sou Teon de Serpentário, muito prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah, entorpecida de tantas emoções não havia percebido ser Teon aquele jovem. Não o via a anos. Seus olhos brilham e subitamente ela o abraça.&lt;br /&gt;
Teon recebe o abraço e retribui, mas não sabe o porquê daquela emoção que arrebata teu peito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Meu irmão ... Sussurra bem baixo Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia que não entedia nada, após ouvir o que dissera Sarah compara os rostos e se surpreende com a trama do destino. Sarah era freqüentemente comentada por Teon, sempre saudoso de uma irmã que sequer chegou a conhecer.&lt;br /&gt;
Sarah solta Teon e fica sem graça da ação impetuosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desculpe-me. Diz Sarah que sai correndo. - Foi um enorme prazer conhecê-lo, Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah sai tão repentinamente como chegou, acompanhada de Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Esse é dia mais feliz da minha vida! Grita a Guardiã já distante e sorridente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon olha para Régia, receoso de sua reação, pois gostara muito daquele caloroso abraço. Régia parecia tranqüila e abraça Teon com igual carinho. Teon nada entende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está brava comigo? Indaga Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia balança a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não seu bobo. Responde Régia. - Sarah é tua irmã. Pensa Régia em voz alta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon ouve e fica surpreso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como?! Indaga Teon com o coração acelerado. - Ela é minha irmã Sarah? Responda-me por favor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, Teon. Responde Regia. - Nem mesmo eu poderia te dar um abraço com tanto calor ... com tanto carinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon fica por segundos sem reação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então ... eu vou atrás dela, certo? Indaga Teon confuso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vá!. Diz Regia num misto de tristeza e alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon começa a correr mas para, e ao ver Régia cabisbaixa com carinho declara seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu te amo, Regia. Nunca se esqueça disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia levanta a cabeça e sorri, enquanto Teon corre ao encontro de sua irmã. Teon avista Sarah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sarah! Chama Teon. - Minha irmã!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah olha para trás e fica sem saber o que dizer e fazer. Ela para e esconde o cristal na roupa, enquanto Teon se aproxima. Teon lhe dá um enorme abraço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A irmã que sempre sonhei conhecer. A irmã que jurei que procuraria. Está tão perto de mim, e é linda. Minha irmã Sarah! Minha família!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon deixa o abraço e olha nos olhos da irmã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mamãe sabe disso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah, ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, mas não teve tempo de contar nada a ninguém. E Régia ... foi fisgada por seus olhos azuis, né?, hehehe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon, olha Sarah curioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como sabe disso? Indaga Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarah toca o rosto do irmão e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É uma longa história, depois te conto. Meu irmãozinho. Hehehe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia, a distância, vê aquela relação familiar e se entristece ao lembrar da morte de teus pais e de teu irmão Oriti pelas forças de Poseidon. Oriti foi no grupo de homens que partiram ao fronte de batalha e não voltou.&lt;br /&gt;
Bem próximo dali uma pessoa também observa Teon e Sarah. Ele segura seu cristal, ainda brilhante por conta da ressonância ocorrida minutos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha irmã ... Pensa - Nunca a abandonarei. Por nossos pais sempre a manterei viva. Nem que para isso tenha que dar-te a minha vida. Sou Oriti, o Aurum de Peixes ... e você é minha protegida ... minha única família.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO PRESENTE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O turbilhão de lembranças imersas na mente de Leo cessa. Fatos reavivados, do dia que junto a Lyra concluíra sua última missão, o deixam intrigado. A lembrança da menina Sofia, então apagada retornara. Isso o deixou intrigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Pensa Leo. - Por que esqueci-me de Sofia? Com seu sumiço de Lemúria, também suas lembranças desapareceram de minha mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo lembra-se do aperto que sentira há cinco dias atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será essa a explicação para essa dúvida? ... Pensa. - Esse aperto no peito que sinto quando estou perto dela ... mesmo apaixonado por Lyra ... será minha paixão por Lyra um mero escape a meus verdadeiros sentimentos? ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo não se conforma com o que passa a sua mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não! Não posso amar Atena ... Seria uma blasfêmia! Ela é uma deusa ... Tenho que tirar isso de minha mente ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo lembra da menina Sofia que beijara quando criança, e da mulher que acolhera nos braços dias atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por agora tenho que dormir ... Boa noite Sofia ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia emanada por Leo na última linha de seus pensamentos viaja e chega a Atena em seus aposentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigada Leo. Pensa Atena. - Durma bem , meu fiel Cavaleiro ... Meu protetor ... descanse ... espero ansiosa pelo dia de amanhã ... em pensar que a força dessa amor rompeu barreiras ... até mesmo a criada pelo cosmo de Atena ... por amor a Terra e a todos os humanos, me afastando de um único homem ... Teu amor me enche de esperança, e me renova as energia ... Durma minha fortaleza ... Durma meu amor ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo mesmo dormindo recebe a mensagem do cosmo de Atena, reciprocamente velando teu sono. A cálida energia de Sofia tranqüiliza sua mente, e inconscientemente Leo dormindo sorri.&lt;br /&gt;
Sofia depois de horas consegue dormir, e em seus sonhos uma chuva de imagens dos momentos em que Leo esteve ao seu lado passam a povoar sua mente.&lt;br /&gt;
Imagens e fatos de sua infância, passando por sua presença durante a Guerra Santa, até a mensagem recebida por Leo há horas atrás, fazem Sofia tomar uma importante decisão.&lt;br /&gt;
Sofia acorda e uma importante missão a aguarda. Ela contara a Leo a verdade sobre os fatos e memórias que entrelaçam as vidas de Sofia, Leo e Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SARAH, SOFIA E LEO VIVEM A VIDA E A REDENÇÃO, E O PASSADO ORA APAGADO VOLTA A TONA, NO FLUXO DO TEMPO E NA FORÇA DO AMOR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-6509824260964831951?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/11/capitulo-19-redencao.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-9030545376628990238</guid><pubDate>Tue, 19 Oct 2010 00:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-18T17:15:18.586-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 18</category><title>Capítulo 18 - Sob as bênçãos do amor</title><description>Findou-se a Reunião Dourada e os Cavaleiros e Amazonas seguiram seus caminhos, a maioria para confraternizar tal encontro de amigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne de Aquário ainda próxima ao Salão de Atena, tocada com as sensações sentidas neste encontro, e um pouco intrigada com o que ouvira de Atena sobre os guardiões e as estrelas alfa começa a pensar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observei muitas estrelas alfa ... Seus brilhos ... Mas essa relação ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;SIBÉRIA - QUATRO DIAS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo em Graad estava instável, e uma grande massa de neve cobria a montanha onde ao seu pé ficava a Biblioteca da vila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No intuito de se prevenir do risco de vida por um possível desabamento, todos os que habitavam próximo a montanha abrigaram-se na casa de parentes e amigos em locais mais seguros. Ainda assim Ariadne insistia em permanecer na Biblioteca de Atena estudando, o que deixava Ada muito preocupada por sua segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo piora ao longo do dia e ao cair da tarde uma forte nevasca chega a vila. Ada decidida a retirar Ariadne da gruta a qualquer custo se dirige ao local, quando uma avalanche de neve desce a montanha cobrindo tudo ao pé da mesma, até mesmo a fonte foi coberta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte é descoberta da grossa camada de gelo, e uma grande quantidade de água se espalha pelo chão. Todos se apavoram com a grande quantidade de água que desceu a montanha, passando exatamente pelo local onde se encontrava Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apavorada com o possível destino de sua amiga Ada entra em uma espécie de transe e a manifestação do tempo começa a cessar. Ada entra em harmonia com a natureza, e torna-se com o tempo uma só unidade. A Unidade da Natureza acabara de se manifestar através de Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O volume de água que brotava da fonte se reduz, mas uma grossa camada de gelo ainda cobria a entrada do casebre da biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os moradores começam a cavar para abrir espaço no grande bloco de gelo e chegar até a Amazona de Atena. Um outro grupo subia a montanha para chegar a gruta pela entrada do alto da floresta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na gruta Ariadne estava desacordada pois fora atingida por uma pedra que descera com as águas. Apesar de seus esforços de conter a entrada de água por congelamento, a força da natureza foi mais intensa que a determinação de seu cosmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A neve é rapidamente retirada e Ada parte pela passagem como um furacão, encontrando Ariadne na beira do lago desacordada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada dela se aproxima, a traz para a parte mais alta e carinhosamente a abraça, afastando seus cabelos molhados expondo-lhe o rosto. Ela aquece o corpo da amiga com o calor do seu próprio cosmo inflamado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo que procurou passagem pelo alto da montanha chega a gruta, e com a exceção das mulheres todos saem. Cobertores e roupas secas são trazidos pelo grupo da biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma senhora cobre Ada e Ariadne com um cobertor, e Ada sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocês são mesmo amigas! Afirma a senhora. - Mas há algo diferente. Seu calor é especial. Como o de um anjo da guarda. Nossos amigos são os nossos anjos da guarda. Você é o anjo de sua amiga. E isso está escrito em teus olhos. Na forma com a qual olha para ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada lembra-se da sua missão e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Diz Ada. - Cuidar dela é minha missão maior. O que faço com enorme prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora toca o ombro de Ada e tambám sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Posso perceber isso menina. Sorri a Senhora. - Vamos deixá-las a sós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as mulheres saem e apenas Ada e Ariadne ali permanecem.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO PRESENTE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne após lembrar do terrível incidente na Sibéria começa a relacionar algumas coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será? ... Será Ada a minha Aura? ... Senti teu cosmo naquele momento ... mesmo inconsciente ... Senti minha vida retornar ao corpo, pelo cálido abraço de Ada ... Será Ada minha Guardiã? ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento suavemente alguém toca seu ombro, era Atena e seu caloroso cosmo. Ariadne apesar da surpresa da chegada de Atena, permanecia tranquila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não fiques preocupada, Ariadne. Diz Atena. - Vocês são ligadas pelo destino. Sobreviverem juntas não foi coincidência. Foi um desígnio do cosmos. Além de amigas vocês são guardiãs uma da outra. Ariadne ... Aria, você e Ada sempre manterão ao céu o intenso brilho da constelação de Aquário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena caminha junto a Ariadne até um local de onde podia-se ter a visão panorâmica do céu, e prossegue em sua fala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Os cosmos da três abençoadas de Aquário estão interligados. Mesmo Aria não estando entre nós, seu cosmo aqui se faz presente. O cosmo do portador de um Traje Sagrado nunca o abandonará. Mas a ele entra em harmonia. Veja a tua constelação protetora. Seu brilho vivo como o coração só existe ... pela Ressonância perfeita dos seus três cosmos. Aria está sob as bençãos de Aquário ... sob a minha benção. Vá em paz!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena inicia o caminho de volta a sua sala recebendo o agradecimento de sua Amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigada, Atena. - Obrigada por tranquilizar meu coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- És minha Amazona, Ariadne. Pondera Atena. - E a meus fieis guerreiros meu amor nunca faltará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outra região do Templo encontrava-se Regia pensativa sobre Teon e do amor que por ele estava se fortalecendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena até ela se dirige e é prontamente percebida. Régia inicia a reverência, mas é interrompida pela deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não, Regia. Diz Atena. - Não é necessário. Não para uma conversa entre mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei o que aflige teu coração. Continua Atena. - Sei que amas Teon. Posso sentir. Podes retirar sua máscara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ... Surpresa pondera Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia retira a máscara e seus olhos azuis marejados brilham como dois diamantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está escrito em teu olhar, Régia. Sorri Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena carinhosamente  pega as mãos de Regia que chorando sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viva seu amor! Ordena Atena. - Sei que o amor de Teon é verdadeiro. Os olhos não mentem nunca. Diante Teon estás liberada da lei da máscara. O amor de Atena não pode se opor ao amor entre um homem e uma mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ... não posso. Desiste de falar Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Continue, por favor Régia. Diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Já amou alguém Sofia? Indaga Regia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena respira fundo antes de responder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, Responde Atena. Mas não sou correspondida. Me reservo ao meu dever como deusa Atena. Mas é bom ter uma amiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia carinhosamente pega nas mãos de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sempre. Afirma Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento surge Leo de Áries. Com uma pesada aura de desespero percebia-se sua preocupação. Ele surge tão repentinamente que Regia é vista sem máscara. Regia a coloca imediatamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desculpe-me, Regia! Comenta Leo. - Atena, a procurei por todo lugar. Temia por sua segurança, mesmo com tantos Cavaleiros e Amazonas por perto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, sem graça, sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Estava segura com Régia. Responde Atena. - Agradeço tua preocupação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha para Regia e sorri. Seus olhos brilham tal como os de Regia há minutos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela se levanta com o auxílio da mão gentilmente estendida por Leo. Atena se desequilibra com o degrau da escada, sendo carinhosamente e de pronto amparada por Leo num cálido abraço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O coração da deusa acelera e naquele momento Sofia abraça Leo, com a plena confiança de estar segura nos braços de seu amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo percebe a situação e a posiciona de pé em total equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desculpe a ousadia, Atena. Desculpa-se Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se preocupe, Leo. Responde Atena. - Sei que poderei sempre contar contigo. Entrego-me sem duvidar ... a sua fidelidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena percebe a gafe, deixando Leo ainda mais sem graça. Régia levanta-se e antes de deixar Atena sob a proteção de Leo comenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desculpe-me Leo, pela máscara. Desculpe Atena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se preocupe, Régia. Responde Leo. - Teus olhos azuis ... serão um segredo nosso. Brinca Leo. - Pena eles serem um mistério a Teon. Só espero que não me mates. Pois sei que amar não seria possível. Seus olhos e coração já tem dono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia e Atena se olham e trocam sorrisos. Leo vê a troca de olhares e nada entende. Leo continua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas não se preocupe, Regia. Seus belos olhos azuis ... tem os dele como colírio. Não preciso ver teus olhos, pois teu cosmo transparece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha para Leo e a ele se dirige.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não te preocupes , Leo. Confio a ti este segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A deusa e a Amazona trocam olhares e sorriem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confio a ti meu rosto, Leo. Confirma Regia. - Sei que cuidarás dele como cuidas de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo, visivelmente sem graça, abaixa a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso me tranquiliza. Continua Regia. - Até mais, Leo de Áries. Régia aliviada ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia segue seu caminho, e Leo acompanha Atena até seus aposentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Obrigada, Leo ... Diz Atena. - Por seu cuidado comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sou seu Cavaleiro e esse é meu dever. Responde Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ainda assim Leo, agradeço seu carinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Diz Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sofia, a doce Atena sorri e sente um calor diferente nas palavras que acabara de ouvir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo caminhando a seus aposentos começa a pensar em tudo que acabara de acontecer, os sentimentos que povoaram sua mente e coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como pode? ... Ela é a deusa Atena ... Por que esse sentimento? ... Essa sensação ... Essa vontade de tomá-la nos braços ... Como posso? ... Esse desejo ... Nem mesmo por Lyra senti algo tão forte ... Será esse instinto de proteção um engano? ... Não pode ser ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, feliz pelo turbilhão de emoções que vivenciara nas últimas horas, pensa sobre o amor em tua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O amor de um homem ... Em detrimento ao amor de todos os humanos ... Teve que ser assim ... Mas poderia eu conviver com as duas formas? ... Não sei o que fazer ... Como queria agora uma amiga ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem perceber a melancolia de Atena é transmitida as Amazonas e outras  mulheres do Templo. Regia, Ariadne, Lyra e Sana percebem sua angústia e mesmo a distância  Lyra se comunica com a deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Posso ajudá-la, Atena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena se dá conta que o sentimento de amor ao próximo de suas guerreiras a ela chegam carinhosamente.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lyra ... Responde Atena. Preciso de um ombro amigo. Poderia vir até aqui?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em fração de segundos surge Lyra direto de seus aposentos para ao lado de Atena. Lyra olha nos olhos de Atena e atende a seu mais íntimo desejo. Ela se comunica e teletransporta Regia, Ariadne e Sana para estarem ao lado da deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto de Atena torna-se o local do encontro de Sofia e suas amigas. Depois de muita conversa Sofia decide mesmo sendo Atena render-se ao amor de um homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas horas depois as amigas de Atena retornam a suas camas, sem que sequer alguém se dê conta de suas ausências, nem mesmo o zeloso Aaron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz, Atena proclama sua liberdade à postura adotada há alguns anos atrás, quando ainda garota assumia a posição de Deusa da Sabedoria e Guerra Justa. Nessa ocasião Sofia abrira mão de seu amor por Leo para ser uma deusa. Sua ausência nos anos seguintes a transformou simplesmente na deusa Atena ao então Leo de Áries, Cavaleiro que a ela devotou obediência e fidelidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundos antes de cair no sono pensa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ressonância das Almas ...  A ressonância do amor ... Sob as bençãos do cosmos ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGIA E ARIADNE RECEBEM A AMIZADE DE ATENA, E TEM A CHANCE DE RETRIBUIR SEU CARINHO. O ENCONTRO DE SOFIA E SUAS AMIGAS TRAZEM A ATENA A LUZ DE UMA IMPORTANTE DECISÃO. É O AMOR QUE BATE A PORTA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-9030545376628990238?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/10/capitulo-18-sob-as-bencaos-do-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-8303679373241627991</guid><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 04:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-06T21:34:55.433-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 17</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 17 - Ressonância</title><description>Teon feliz por sua formatura, precoce como toda a sua vida, volta a sua vila com as vestes sagradas e o cajado a ele consagrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vila entra em grande festa pelo nascimento do mais novo Mestre Alquimista de Casparian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jovem Teon de Casparian não tinha conhecimento da importante missão que o aguardava ao lado de Atena, a quem outrora depositava suas esperanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio às comemorações de Casparian, em Temísia, na sala do Gran Mestre no Templo do Gran Conselho, o Gran Mestre preparava uma mensagem para a Deusa Atena. A Armadura do Décimo Terceiro Cavaleiro de Ouro estava terminada e seu portador devidamente diplomado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Telepaticamente Atena recebe a mensagem, e através de abertura de portal no espaço-tempo a Armadura de Serpentário em sua Caixa de Pandora surge a sua frente. Junto a caixa fora enviado um pergaminho, Atena pega o pergaminho e abre a caixa de Pandora com um movimento de braço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No pergaminho lia-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Senhora Atena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informo que conforme recebeste pelo espaço-tempo a Armadura de Serpentário está terminada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme ordenado foram mescladas partes de cristal em todas as partes da armadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) No peitoral grande parte deste foi feito de cristal branco, com porção de cristal amarelo na região do coração;&lt;br /&gt;
2) Nas pernas e braços, diversos traços de cristal verde foram adicionados, fortalecendo a estrutura do corpo;&lt;br /&gt;
3) Na região dos pontos vitais porções de cristal branco foram pontuados, a fim de manter o equilíbrio vital ao Cavaleiro;&lt;br /&gt;
4) No elmo uma pedra de cristal amarelo localiza-se ao centro, junto a diversas pedras de outras cores de forma ornamentada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A distribuição dos cristais na armadura foi feita de forma funcional mas elegante, mantendo a beleza e ornamentação da Armadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O escolhido à posição de Cavaleiro de Ouro de Serpentário está preparado para tal missão, e estaremos no Santuário em três dias para a concessão oficial da Armadura ao seu Cavaleiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Boa parte das Crystallus estão prontas e parte em fase final de construção. Esperamos que esteja a teu contento o projeto ao povo de Lemúria encomendado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iron de Turigia&lt;br /&gt;
Gran Mestre de Lemúria&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Atena sente o poderoso poder vital que emanava da armadura, e teve a certeza que a confiança depositada nos Mestres Alquimista de Lemúria novamente era correspondida a altura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena lembra-se de Teon e aguarda a chegada de Teon e Iron para consolidação de seu Décimo Terceiro Cavaleiro de Ouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena convoca Régia a sua sala. Regia sabendo da convocação, devidamente paramentada com sua Armadura apressa-se em apresentar-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Horas depois a amazona é anunciada pelos soldados que guardam a porta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia a reverencia e Atena inicia sua narrativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Régia ... Obrigado por ter vindo tão prontamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio a reverência responde Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É meu dever, Atena. Responde Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sinaliza em positivo a Regia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em três dias chegarão ao Templo Teon de Casparian o Gran Mestre Iron de Turigia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia ao saber da chegada de Teon tem seu peito inundado por grande expectativa. Atena percebe a euforia da amazona e sorri.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- Teon sagrou-se Mestre Alquimista de Casparian e sua chegada será de grande impacto na vida de todos nós. Chegaram através das forças telecinéticas, naturais aos nascidos em Lemúria. Chegarão em três dias. Régia ... Receba-os e conduza-os a esta sala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia olha para o lado e vê a caixa de Pandora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se preocupe Regia ... Saberás das notícias no momento certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri, visto a curiosidade natural de Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, Atena. Redimi-se Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aguarde contato telepático do Gran Mestre e faça as horas do Templo de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia controla sua curiosidade, e concentra-se na ordens recebidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Certamente. Afirma Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena percebe a preocupação e cuidado de sua amazona, e a tranqüiliza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fique atenta. Afirma Atena. - Saberá de boas notícias muito em breve, Regia. Apenas mantenha puro teu coração. Agora vá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TRÊS DIAS DEPOIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dias se passaram, e ansiosos com a chegada de Iron e Teon reunem-se no salão de Atena, a própria deusa e o Grande Mestre Ozir de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os lemurianos enfim chegam, informam a Régia por telepatia e por um portal aberto em pleno ar surgem o Gran Mestre Iron de Turígia e o Mestre Alquimista Teon de Casparian. Os visitantes saúdam sua anfitriã, sendo Teon com um grande sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia reverencia o Gran Mestre, e por detrás da máscara seus olhos brilham intensamente de alegria ao ver Teon, desta vez com vestes sacerdotais de Lemúria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sejam bem vindos. Saúda a amazona. - Atena e o Grande Mestre os aguardam. Sigam-me por favor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon olha para ela, sorri e pensa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado ... Doce Amazona dos olhos azuis ... Doces olhos de meu imaginário ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia os conduz ao Salão de Atena evitando olhar para onde se encontrava Teon, ele percebe e sorri. O Gran Mestre percebe a discreta troca de informações entre o jovem casal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os soldados a porta do Salão reverenciam aos lemurianos e anunciam a chegada dos convidados, abrindo as grandes e pesadas portas. Após fechadas Regia se junta a eles montando guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iron de Turígia e Teon de Casparian reverenciam Atena e cumprimentam o Grande Mestre. Teon surprezo, tem a mesma reação que Regia tivera ao ver uma caixa de Armadura no centro do local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sejam bem vindos, Mestres Alquimistas de Lemúria. Saúda Atena sorridente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após reverencia, retribuem os lemurianos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigado. Dizem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Grande Mestre dirige a Iron e Teon um sorriso, e com um gesto lhes indica dois assentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É uma alegria revê-los, sentem-se por favor. Diz Ozir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É um prazer igual. Diz Iron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon nervoso com todo aquele clima agradece com um movimento de cabeça, e junto a Iron senta-se. Atena e Ozir também se sentam e a deusa prossegue sua fala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Soube de tua graduação Teon. Fiquei muito feliz com tua conquista, sabia de seu potencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon nervoso por estar novamente diante de Atena, gagueja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O ... Obrigado, Atena. Responde Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri, compreendendo o comportamento de seu Cavaleiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vi em teus olhos a chama da vida, Teon. Afirma Atena. - Acompanhei tua evolução em Lemuria daqui. Por isso, foi decisão dos Gran Conselheiros teu treinamento. E fora escolhido à tarefa de suma importância ao futuro da terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon ao ouvir tais palavras as associa a caixa de Pandora do local, e fica ainda mais ansioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como Mestre Alquimista de Lemúria reúne conhecimentos e habilidades para realizar esta nova tarefa. Prossegue Atena. - Você, Teon de Casparian, liderará a Ordem de Serpentário. A minha Ordem de Guardiões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon sente o impaco de sua missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Terá os Aurum e Auras sob seu comando, protegendo os Cavaleiros e Amazonas de meu exército da morte em batalha. Deles manterão a vida e reestabelecerão o cosmo. E aos que perdermos os caberá dar a unção dos heróis. Mas para isso é necessário uma importante peça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os olhos de Teon brilham, poderia ser a realização de seu maior sonho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É necessário que vistas teu traje sagrado. Levante-se Teon. Receba a Armadura de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon se levanta meio sem saber o que fazer. A caixa de Pandora se abre, e uma Armadura brilhante como nenhuma outra reluz intensamente. A brilhante Armadura de Serpentário veste Teon, e do lado de fora Regia e os soldados sentem a poderosa cosmo-energia emanada junto a luz intensa que sai pelas frestas da porta. Teon começa a entender tudo aquilo que o cercava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Traje Sagrado? Indaga o surpreso Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena mantém a seriedade, apesar da imensa felicidade por aquele momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Responde Atena. - Eu te consagro o Cavaleiro de Ouro de Serpentário, o Décimo Terceiro Cavaleiro de Ouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon, vestido com sua Armadura lembra-se do seu encontro com Atena anos atrás e pensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consegui ... Sou portador de uma Veste Sagrada ... Atena ouviu as minhas preces ... Sou um de seus Cavaleiros agora ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Gran Mestre ao falar interrompe seus pensamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Teon! É o honrado Décimo Terceiro Cavaleiro de Ouro de Atena. Tua missão é treinar e liderar as Auras e os Aurum. Alguns já foram recrutados, mas outros virão. Permanecerás no Santuário e serás o Guardião da deusa Atena. Receberás Ordens diretas da deusa Atena e do Grande Mestre Ozir de Gêmeos. Juntamente a Leo de Áries e Lyra de Ophiucus representará nossa Lemúria nestas terras. A serviço da deusa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Grande Mestre e o Gran Mestre se comunicam e Ozir de Gemes assume a palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sábias palavras, Gran Mestre Iron de Turígia. Uma nova era de Guerreiros está por nascer. Sabemos que poderá liderar a Ordem de Serpentário. Contamos contigo, Teon de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O silêncio paira no ar e Teon de manifesta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigado Atena pela honraria. Obrigado Gran Mestre Iron pelo apoio e confiança. Obrigado Grande Mestre Ozir pela confiança depositada em meu trabalho futuro. Realizo um sonho, compartilhado certa vez a deusa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon reverencia longamente Atena, levanta-se e olha a todos do salão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Recebo esta missão com a promessa de minha total dedicação. Por Atena! Pelos Cavaleiros e Amazonas! Pela Terra!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena por força de seu cosmo pede a presença de Régia a sala. Régia entra e fica vislumbrada com a armadura que veste Teon, reverencia a todos e ao Cavaleiro guarda um grande sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Às suas ordens, Atena. Diz Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Conduza Teon de Serpentário ao local onde se concentram os trabalhos de reforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evitando olhar para Teon, responde Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon e Regia saem, permanecendo no Salão Atena, Ozir e Iron para o acerto dos detalhes dos próximos passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cavaleiro e a Amazona seguem em silêncio ao local onde trabalham Anryu, Aaron, Sallas e Ian. O brilho da armadura a todos chama a atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com todos os olhares dirigidos a companhia de Regia, a Amazona faz as apresentações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Este é Teon de Serpentário com seu traje de Ouro como o nosso. Estes são nossos companheiros: Anryu de Câncer, Aaron de Leão, Sallas de Capricórnio e Ian de Libra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron, observa quão jovem era Teon. O brilho da armadura encanta Anryu e Ian, que protege a vistam visto seu intenso brilho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seja bem vindo ao grupo, garoto. Saúda Aaron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uma belíssima Armadura, parabéns. Admira-se Anryu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mais um Dourado? Estranho. Pondera Ian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon, sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, creio que em breve saberão mais detalhes. Responde Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sallas olha ao redor e balança a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Este espaço ... Não sabemos do que se trata, mas se souber depois conte pra gente. Brinca Sallas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pode deixar. Ri Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas um novo local dentro daquele imenso lugar precisava ser conhecido por Teon. Lá seria o berço dos Guardiões de Atena. Regia o conduz a esse espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vamos Teon! Chama Régia. - Há mais coisas para ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— É melhor ir, ela é fogo. Brinca Anryu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Bom trabalho menino e menina. Ri Aaron&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Obrigada, para vocês também meninos. Responde Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Um árduo trabalho nas ruínas com a bela Régia de Peixes, hehehe. Brinca Sallas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia retribui a brincadeira e acena com a mão direita em despedida de costas para todos, seguindo ao seu destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Esse local abriga espaços para treinamentos e dormitórios. Comenta Régia. - De certo conhecerá melhor o local com a realização de tuas tarefas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon olha para os lados e percebe estarem apenas os dois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, mas ... Interrompe Teon. - Mudando de assunto e aproveitando que estamos as sós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon se aproxima um pouco mais de Régia, que estava próxima de uma grande coluna, pressionando seu corpo ao dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você pode tirar esta máscara e me mostrar teus olhos azuis?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia sente-se acuada e se assusta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não. Responde Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon percebe o nervosismo de Regia e insiste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nem um pouquinho? Inndaga Teon. - Queria ver teu olhos azuis pelo menos uma vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia reassume seu controle emocional, antes abalado pela pressão feita por Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não posso. Responde suavemente Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon percebe a sentimento de pesar na voz de Regia e se afasta um pouco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que não pode? Pode me dizer? Indaga Teon. - Porque se vires meu rosto terei apenas duas opções, mata-lo ou ... Começa a responder Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia abaixa a cabeça fazendo um sinal de "não".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Diga por favor, Regia. Desesperado, diz Teon. - Minha flor de olhos azuis. Minha amada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Régia lisonjeada por tal declaração de amor fica vermelha e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matá-lo ... Diz Regia. - ou amá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele momento, todo o controle que Regia tentava demonstrar se perde na emoção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gosto de Você Teon, desde o primeiro dia que te vi. Teu jeito de descobrir a cor de meus olhos ... e a forma que sempre me tratou, cativou meu coração. Mas não posso descumprir a lei da máscara imposta por Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon se afasta um pouco mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Compreendo, mas ainda posso imaginar o brilho de teus doces olhos azuis e de teu sorriso. Comedido, diz Teon. - Um dia verei teu rosto e poderei confirmar tudo o que imaginei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia estava mais aliviada, e bem mais leve de espírito após declarar seus sentimento àquele que amava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Melhor assim, Teon. Aliviada e sorridente confirma Régia. - És especial para mim, e sei que respeitará a minha condição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon toca o rosto de Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim Regia, por você o farei. Conclui Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Regia e Teon voltam, mas já não mais encontram os demais Cavaleiros de Ouro. Teon segue a seus aposentos e com a cabeça ao travesseiro fica pensando em Regia, e em tudo que o aguardaria dali para frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dias se passam e o Grande Mestre Ozir convoca uma reunião entre todos os Cavaleiros e Amazonas de Ouro. Em sete dias a Casta Dourada estaria reunida para receber Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os preparativos seguiram e um grande reboliço tomava conta do templo, ora pelo misterioso Cavaleiro de Ouro, e hora pela convocação nunca antes feita a todos os Dourados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sete dias se passam é chegado o dia da Reunião Dourada. As portas do Salão de Atena abertas recebiam os Cavaleiros e Amazonas que chegavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Grande Mestre Ozir estava ao lado do Gran Mestre Iron, especialmente convidado a tal cerimônia. Ozir portando sua Sagrada Armadura de Gêmeos sob sua veste sacerdotal, recebia um a um dos seus companheiros de luta. O primeiro a chegar foi Leo de Áries, seguido de Anryu de Câncer, Régia de Peixes, Ariadne de Aquário, Aaron de Leão, Teneo de Touro, Sallas de Capricórnio, Ian de Libra, Mahani de Virgem, Joei de Escorpião, e por fim Donni de Sagitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do assento de Atena os onze Cavaleiros e Amazonas estavam de pé enfileirados. O cosmo de Atena junto ao de seus doze Cavaleiros e Amazonas, e do Gran Mestre Iron de Turigia faziam brilhar as Vestes Sagradas de forma ainda mais intensa. Uma enorme energia de cosmos incendiava o local, nunca antes manifestada na Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ambiente tenso, e ao mesmo tempo alegre, Atena levanta-se de seu assento e com um gesto indica a Ozir de Gêmeos que se junte a seus companheiros. Ozir passa por todos, que o saúdam com sorrisos e movimentos de cabeça em sinal de reconhecimento, posicionando-se ao fim da fila completando doze Guerreiros Dourados enfileirados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha para Iron de Turígia e ele anuncia a entrada de Teon de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento as treze Armaduras de Ouro começam a vibrar intensamente, como o pulsar de um coração. Teon passa por seus companheiros de Armadura e a todos cumprimenta. Ao passar por Régia Teon sorri, e ao final da fila ao olhar para Leo ambos quebram o cerimonial e se dão um forte abraço. Teon caminha até Atena e a reverencia longamente, bem como ao Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena retribui e indica posição ao lado do Gran Mestre a Teon, iniciando sua narrativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gran Mestre Iron de Turigia ... Cavaleiros e Amazonas de Ouro ... Grande Mestre e Cavaleiro de Ouro Ozir de Gêmeos ... Estamos aqui reunidos para a apresentação do Décimo Terceiro Cavaleiro de Ouro, Teon de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras de Atena geraram grande apreensão a maioria dos Cavaleiros e Amazonas ali presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Imagino que devam estar surpresos com tal novidade. Continua Atena. - Teon de Serpentário é o líder da nova Ordem de Guerreiros sob meu comando ... a Ordem dos Guardiões que leva o nome de seu líder, a Ordem de Serpentário. Junto a Lyra de Ophiucus, Teon treinará e comandará sob ordens diretas minhas e do Grande Mestre Ozir de Gêmeos, os Guardiões Auras e Aurum, equivalentes em poder as Amazonas e Cavaleiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena com um movimento de braço apresenta Lyra de Ophiucus que surge por detrás do Gran Mestre, reverenciando Atena e o Gran Mestre, além de cumprimentar a todos os Dourados com um gestual de cabeça. Atena prossegue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como missão esses novos guerreiros protegeram de corpo e alma dos protegidos pelas oitenta e oito constelações do céu. Também protegidos por estas constelações reestabelecerão o cosmo e curaram as feridas do seu guerreiro protegido. No caso da perda do guerreiro por estes será dada a unção dos heróis, em batalha ou em momento posterior. Os Aurum e as Auras estão sendo recrutados pelo mundo afora, e serão um segredo a cada guerreiro protegido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sinaliza a Teon que dê um passo a frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Teon recebe a Insígnia e a Armadura Dourada para completar a casta mais poderosa na defesa pela Terra, dos humanos e dos guerreiros que por ela lutam. Prossegue Atena. - A vibração de suas Armaduras é a prova da sintonia entre os Trajes Sagrados. As peças vivas em harmonia. A Ressonância das Armaduras de Ouro. Tal fenômeno se repetirá sempre que os treze Trajes Sagrados de Ouro estiverem juntos em algum lugar, seja ele qual for. E nesse momento as almas dos Guerreiros que deles foram parceiros lá estarão presentes, como aqui está Aria de Aquário e Sig de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne se lembra de sua amiga e mestra e chora. Regia e Aaron a abraçam sorrindo. A aura de Aria surge para a nova amazona de Aquário e ela também sorri. A presença da alma da Amazona é percebida por todos e esta se incorpora a armadura de Aquário. Ariadne toca a sua armadura e pensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa Armadura, minha amiga ... Nosso Traje Sagrado ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir também chora ao se lembrar de teu amado irmão, sentindo sua presença ao teu lado. O Cavaleiro recebe de todos um olhar de apoio e amizade, junto a um sincero abraço de Donni de Sagitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri com a importante participação de Aria e Sig naquele encontro de cosmos e prossegue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tudo está sendo preparado. Em recentes missões coordenadas diretamente por mim novos guardiões estão sendo localizados e recrutados. Escolhidos diretamente pelas estrelas, pelas constelações guardiãs. Toda a estrutura necessária à formação dos guardiões em suas técnicas está sendo preparada. Os conhecimentos necessários estão sendo adquiridos e muito em breve o ciclo de concluirá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sinaliza a Teon que se junte aos demais dourados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A Ordem dos Cavaleiros e Amazonas ganha mais um integrante. E a Ordem dos Guardiões que está nascendo ganha mais onze parceiros. A Reunião Dourada fica aqui instituída e se repetira sempre que necessário for. Sempre que grandes notícias chegarem ... Sempre que grandes acontecimentos ocorrerem ... Sempre que a Terra estiver ameaçada ... Sempre que o mal pairar sobre nossa casa ... Ouçam o chamado de sua Armadura e atendam-no. Sintam a Ressonância de seus Trajes Sagrados e a ele se harmonizem. Pela Terra! A Reunião Dourada está encerrada. Retornem a suas rotinas e estejam sempre atentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os Cavaleiros e Amazonas reverenciam Atena e o Gran Mestre e começam a sair. Ozir sem saber como se portar, se como Grande Mestre ou como Cavaleiro de Ouro olha para Atena a procura de uma resposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Siga seus companheiros, Ozir. Diz Atena. És o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir ao receber a resposta fica feliz, pois o peso da posição de Grande Mestre por aquele momento seria deixado de lado. Ele segue atrás de seus companheiros e porta-se como um deles, descontraidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele se junta a Aaron e brinca com os mais jovens como Teon, Régia, Ian e Donni, tirando sarro deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEON DE SERPENTÁRIO É CONSAGRADO, E A RESSONÂNCIA SE FAZ PRESENTE NA REUNIÃO ENTRE OS DOURADOS. O MISTÉRIO É A TODOS REVELADO E A ORDEM DOS GUARDIÕES GANHA NOVOS PARCEIROS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-8303679373241627991?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/09/capitulo-17-ressonancia.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-2465568967004168931</guid><pubDate>Sun, 22 Aug 2010 03:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-21T20:18:05.980-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 16</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 16 - Uma nobre missão para Ada</title><description>A Constelação de Gêmeos tem seus guerreiros definidos. Atena parte a Sibéria para concluir a missão daquele dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;SIBÉRIA - TRÊS DIAS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa de que daria mais um passo em direção a formação da ordem de Serpentário, Atena acompanhada de Lyra retornam a Sibéria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena viaja com o auxílio do poder tealepático de Lyra surgindo na plataforma de gelo na bela noite daquelas terras gélidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passando pelos caminhos da vila todos a reconheciam e a saudavam. Ela segue ao casebre da Biblioteca da vila, onde se encontrava Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada a reverencia e se mostra surpresa em vê-la novamente no mesmo dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ada ... Cumprimenta Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seja bem vinda, Atena. Saúda Ada. - Lyra ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigada, Ada. Responde Atena. - Tenho a ti uma nova missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Sim. Diz Ada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada, Atena e Lyra são transportadas a plataforma de gelo, onde conversam a luz das estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- És protegida pela Constelação de Aquário. Prossegue Atena. - Está escrito em teu cosmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em meu cosmo? Indaga Ada. - Mas eu não tenho cosmo. Não sou uma amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Todos os humanos possuem cosmo, Ada. Pondera Atena. - Ele está latente e precisa ser despertado. O ser humano possui seis sentidos: visão, olfato, paladar, tato, audição e por fim a intuição, o sexto sentido. Mas um sétimo sentido poder ser atingido. Quando o poder máximo, o cosmo máximo é despertado. Você pode despertá-lo, Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha para Ada e aponta para o céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nasceste sob a proteção de uma Constelação, mas, além disso, tua força está na estrela mais brilhante de Aquário. É essa estrela comanda o brilho das demais. Você comanda o brilho de Aquário. Você pode se tornar a guardiã de brilho do signo de Aquário. A Aura de Aquário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada, num misto de euforia e duvida e começa a gaguejar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A ... Aura de Aquário? Guardiã de Ariadne, não é isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No momento atual sim, Ada. O Guardião é o responsável pelo brilho do Cavaleiro ou Amazona, como um anjo da guarda. Protegerás a Amazona de Aquário de suas feridas e fortalecerá seu cosmo sempre que necessário. Vestirás a Crystallus e por intermédio dela restituirá o cosmo sempre que a vida de Ariadne estiver em risco. Olhe para o céu, Ada. Isso sempre esteve lá, você apenas não podia compreender. Protegerás hoje, Ariadne de Aquário. A partir de agora, se aceitares esta oferta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz por ter enfim descoberto sua verdadeira missão para com Atena, sorri Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, eu aceito. Responde Ada. - Prometemos que cuidaríamos umas das outras. Esta é minha oportunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada olha para o céu e se e lembra da promessa que fizera junto a Ariadne e Aria, quando da chegada delas ao Templo de Atena na Grécia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPLO DE ATENA - TRÊS ANOS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de dias de viagem chegam ao Templo de Atena, Aria, Sig e Ozir e as meninas Ada e Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assustadas com tudo o que ocorrera e cansadas da longa viagem elas são recebidas por Atena e Leo no porto oculto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De pronto Ada reconhece Atena e corre a meia distância a sua direção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oi moça, Diz Ada. - Para onde você levou minha mãe? Ela está bem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, pequena Ada. Carinhosamente reponde Atena. - Ela foi para um lugar lindo. E me pediu que te entregasse isto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena abre a mão e um pequeno pingente preso a um cordão trazia a cruz do norte, símbolo das terras geladas de Graad.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena coloca no pescoço da menina que a abraça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gosto muito de você. Você me faz sentir tão bem! Você é quentinha! Diz Ada referindo-se ao cálido cosmo de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E você é um doce, Ada. Sorrindo diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne a distância observa, quando Atena a ela se dirige.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Olá, Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oi Atena. Responde Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você deve ser a menina de quem Aria me falou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menina surpresa olha para Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você falou de mim? O que você disse?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Calma. Conforta Ariadne, Atena. - Ela disse que és muito inteligente, e queria ser como ela. Queria ser algo importante. Sabia de uma coisa ... tudo que existe tem uma razão para existir. Você é importante, mas ainda vai descobrir o propósito de sua existência. Quando você crescer mais saberá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne sente o amável cosmo de Atena e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu sei. Responde a menina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena retribui o sorriso, e olhando para Aria, aprova sua atitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos, vocês devem estar cansadas. Convida Atena. - Leo, cuide do barco. Venham também Sig e Ozir, vocês precisam descansar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos com exceção de Leo seguiram ao Templo e se alojaram nos quartos do local, sendo as meninas sempre ao lado de Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algum tempo se passou e Ada e Ariadne se adaptaram bem ao seu novo lar, sempre prestativas e dedicadas aos seus novos estudos e afazeres, principalmente o grego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento um aviso de ataque ao templo foi dado, através de uma região mais exposta próxima ao porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig, Ozir e Leo partem para a defesa do local. Aria segue para a batalha mas é contida por Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fique Aria! Proteja Atena e as meninas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria compreende a preocupação de Leo e segue a Sala de Atena. Ela deixa com a deusa as meninas seguindo para montar guarda a porta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fique aqui, Aria! Diz Ariadne. - Vamos ficar juntas, e uma protege a outra. Diz Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria olha para Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fique, Aria. Pede Atena. - Elas têm razão, nós nos protegeremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada brinca ficando na posição de luta com os punhos cerrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Se eles entrarem aqui a gente bate neles! Diz a menina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas riem, mas logo todas voltam a seriedade do momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pequena Ada parecia um alento naquele clima de perigo. Mas a menina num momento de seriedade fala coisas muito além do esperado a pessoa de tão pouca idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Somos uma família agora. Temos que nos proteger. Eu prometo protegê-las sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada olha a todas, com um ar muito sério. Atena abraça a menina e endossa a promessa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu também prometo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu também, dizem Aria e Ariadne juntas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas se alentam num abraço único e por um instante os quatro cosmos reluzem juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um clarão sai da Sala de Atena e afasta de vez o perigo mar adentro. Sig, Ozir e Leo sentem os quatro cosmos partindo da Sala de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles olham-se e Sig e Leo partem a Sala da Deusa para ver se algo acontecera. Ao abrirem a porta presenciam a cena. Atena olha para eles e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– O cosmo do amor. Diz Leo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– A união que vence o inimigo. Conclui Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir, recebe a mensagem que instintivamente Sig o enviara e se tranqüiliza enquanto corre o perímetro em guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig fecha a porta permanecendo de guarda, impressionado por aquela grande demonstração de força, enquanto Leo segue até Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DE VOLTA ... VILA DE GRAAD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada olha para Atena e conclui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pode contar comigo, Atena. Somos uma família!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frase dita por Ada traz a tona em Atena algumas lembranças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu me lembro Ada. Diz Atena. - Por isso sabia que podia contar contigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada vê a armadura de Ophiucus que vestia Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sempre me frustrei por não ter um dom para serví-la como Amazona. Diz Ada. - Como fez Aria, Ariadne e o faz Lyra. Pensei que tinha sido esquecida. Que não tinha um propósito nessa vida. Mas agora sei minha função. Serei uma Aura e vestirei minha Crystallus de Aquário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra vê a cena e se emociona lembrando-se da sensação de realização quando vira ao centro da Sala de Atena a armadura que agora vestia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu entendo, Ada. Diz Lyra. - Senti o mesmo ao ver minha armadura pela primeira vez. Sentir seu brilho e poder junto a meu corpo ... É fascinante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você é lemuriana não é Lyra? Indaga Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Responde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deve ser muito sábia, muito mais do que eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lyra balança a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se subestime, Ada. Afirma Lyra - É o seu dom de ler a estrelas que trouxe Sig de volta para a nossa família. E será essencial a Ordem dos Guardiões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena toca o ombro de suas guerreiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Todo conhecimento é útil na hora e na dose certa. Pondera Atena. - Ler a estrelas irá criar os Aurum e as Auras. E será a sabedoria de Lyra, somada a de Teon que os governará. E foi o legado de Asclépio tornou tudo isso possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada e Lyra olham uma para a outra, e sob o quente cosm de Atena e concordam com ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em breve receberás notícias sobre o treinamento dos Guardiões. Informa Atena. - Fique atenta! Sua missão começará em breve com a chegada de Ariadne. Partiremos agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada faz a reverência a Atena pela segunda vez naquele dia. Enquanto Atena e Lyra somem no espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A guardiã de Aquário agora sabe que terá muito a aprender e uma grande missão a espera. Proteger sua amiga de infância fora o maior presente que podia ter recebido.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEMÚRIA - TEMPO ATUAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon, após atividade especial na academia de Lemúria sai as pressas em atenção a importante convocação do Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo corria, e fora necessário concluir sua atividade antes dos demais alunos para cumprir a todas as tarefas que tinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon chega ao templo que abriga Grande Salão do Gran Conselho, muito nervoso e curioso com o motivo de tal chamado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jovem lemuriano é anunciado e adentra o salão, ele vê todos os Mestres Alquimistas reunidos de pé ao lado de seu assento, e a cadeira da vila de Casparian sem seu ocupante ao lado. O Mestre Alquimista de Casparian encontrava-se de pé ao lado do Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma meio reverência Teon saúda a todos, aguardando as palavras do Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seja bem vindo, Teon. Diz o Gran Mestre. - Tua presença muito nos honra. Vimos um jovem prodígio galgar posição nas escolas de nossa ilha; Vimos um jovem perpsicaz que interpela a deusa Atena; Vimos um jovem esforçado no aprendizado dos plenos conhecimentos Alquimistas na Academia de Lemúria; E depois de atividade especial concluída com êxito há pouco tempo atrás na Acadêmia de Lemúria ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Gran Mestre pega sobre a mesa uma veste sacerdotal e um cajado aproximando-se de Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O Gran Conselho de Lemúria tem a honra de consagrá-lo ... Mestre Alquimista Teon de Casparian!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon fica surpreso com tal fato, visto que lhe fora informado faltar meio ano para a formatura, ainda com atividades a serem realizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Teu domínio das Artes Alquimistas dispensa as atividades que virão. Diz o Gran Mestre. - O último teste acaba de ser aplicado com êxito total, nesse lugar. A prova que podes suportar múltiplas responsabilidades com o máximo e preciso desempenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Gran Mestre faz o que Teon imaginava, mas duvidava que aconteceria. O O Gran Mestre se aproxima de Teon e o veste, conduzindo-o ao assento do representante da vila de Casparian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Sente-se Mestre Alquimista Teon de Casparian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teon sem poder crer no que acontecia senta-se e sente a energia que fluía daquele lugar, quando recebe as palmas de todos os demais 13 Mestres Alquimistas ali presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os Mestres Alquimistas se sentam e o Gran Mestre retoma a palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Levante-se Teon de Casparian. Uma missão muito importante lhe aguarda. Serás o representante de nossas terras junto à deusa Atena. A missão a ti designada pelas estrelas será realizada no Templo de Atena. Partiremos em dois dias para audiência com Atena. E com a presença ilustre do Décimo Terceiro Mestre Alquimista do Gran Conselho ... Encerro essa seção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEMÚRIA - VILA DE CASPARIAN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leo e Lyra receberam de Atena uma importante missão, encontrar uma certa lemuriana e levá-la ao Templo de Atena. Em Casparian eles levam adiant sua missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADA E TEON SEGUEM SEUS DESTINOS, MAS MUITO AINDA ESTÁ POR SER REVELADO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-2465568967004168931?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/08/capitulo-16-uma-nobre-missao-para-ada.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-661106461894907409</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 01:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-25T18:34:07.897-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 15</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 15 – Dois destinos escritos nas estrelas</title><description>A Constelação de Gêmeos tem novamente seu brilho completo. Muito se especula entre os soldados de Atena sobre a morte de Sig, irmão do Grande Mestre Ozir e o Cavaleiro de Outro de Gêmeos. Mas Atena tem nessa historia planos para a consolidação da sua Ordem de Serpentário.&lt;br /&gt;
Dias antes disso tudo, quando Gêmeos acabara de recompor seu brilho, Atena localiza Sig e parte ao teu encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ILHA DO ATLÂNTICO - TRÊS DIAS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Atena chega a ilha na costa do Atlântico e reencontra Sig. A deusa a ele tem uma proposta, mas apesar de saber que sairá vitoriosa, sente que será uma difícil conversa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sig. Fico feliz que tenhas despertado. Sorri Atena. — Sabia que não estavas morto. Esperava ansiosa por este momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora que cuidara de Sig todo esse tempo aparece e cumprimenta Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Olá. Então essa é a jovem que você disse que viria, meu rapaz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig olha para Atena, sem encara-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim. Responde Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora olha para Atena, longamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sinto uma energia tão quente vindo dela. Parece uma deusa. Admira a Senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri, sentindo o carinho das palavras que ouvira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Obrigado. Diz Atena. — Sou a deusa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito sagaz, fica por segundos pensativa a senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Foi você que levou Aaron de nós? Indaga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, e ele agora defenderá a todos do planeta. Responde Atena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A simpática e falastrona senhora sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas foi justa. Levou Aaron, mas deixou Sig. Comenta a senhora. — Mesmo dormindo protegeu a todos. Todas as tentativas de invasão foram frustradas. Não sei explicar. Sei que de seu corpo dormido saia uma energia que a todos os inimigos misteriosamente destruía.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mente da senhora passeava a lembrança de Aaron e de seu irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas você fez muito bem pra ele ... Levando ele daqui. Eu gostava dele. Cuidei de seu irmão quando se perdeu no mar pescando. Acabou vindo parar nessa praia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ar de tristeza se estampa em seu rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Mas não podia dizer pra Aaron que seu irmão estava vivo. Ted não deixava. Mas ele sumiu um pouco depois ... foi tragado pelo mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento, enquanto a Senhora continuava sua narrativa, Sig fica pensativo sobre seu último adversário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted? ... Que infeliz coincidência... Um irmão com a missão de derrotar o outro... Destinos ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora olha para Sig e percebe seu desligamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ted era muito diferente de Aaron. Continua a Senhora. — Não era generoso e amável como o irmão. Era teimoso e arrogante. Abandonou a própria filha. E olha que ela era um anjinho. As aparências enganam muito minha jovem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, atenta ao comportamento de todos, tinha Sig em especial atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Eu sei, Senhora. Diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora percebe a inquietação de Ateba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Veja você ... Continua a Senhora. — Tão jovem e com tanto poder e responsabilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena novamente sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Faço tudo por amor aos homens, mulheres e crianças da Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora foca seu olhar ao alvo rosto de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vejo isto em teus olhos, jovem Atena. Tens algum outro nome, minha jovem? Curiosa pergunta a Senhora&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por instantes Atena se lembra de sua infância com saudosismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Quando nasci me chamaram de Sofia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As lembranças recordadas, trazem consigo a tristeza pela escolha outrora feita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sofia ... Pensativa, Comenta a Senhora. —  Um nome lindo. Tão amável quanto você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senhora vê Atena em seus pensamentos e Sig com seu ar de resignação, e percebe o difícil momento que se seguiria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vou deixar vocês conversarem. Mas ... Meu jovem. Dirige-se a Senhora a Sig. — Ouça com carinho o que ela tem a dizer. Tenho certeza que é algo bom. Vou agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Senhora segue a casa resmungando coisas em tom bem baixo. Atena olha para Sig e este desvia o olhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O que te aflige, Sig. Indaga Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig esconde o rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Temo decepciona-la, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena já imaginara reação semelhante, e tenta tranquilizar Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Diga-me o que o faz pensar assim. Por favor. Pede Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig levanta a cabeça, e decidido dirige sua decisão a deusa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Desculpe-me Atena ... Não quero mais lutar contra outros guerreiros pela Terra afora. Quero esta vida simples. Gêmeos já tem seu Cavaleiro, muito mais forte e inteligente. O verdadeiro e o primeiro. O verdadeiro abençoado pelas estrelas de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig respira fundo por alguns segudos, e prossegue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Nunca gostei de lutas e disputas, apesar de dar o melhor de mim quando era preciso lutar. Quero aqui viver e proteger este povo sofrido. Senti cada luta de meu cosmo contra cada soldado marina que desembarcou nessa praia. Procurava pelo Dragão Marinho para que despertasse e pudesse derrotá-lo. Só despertei agora e sei que a Guerra Santa já acabou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig lembra-se do rosto de seu irmão, e seus olhos brilham de saudade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Meu irmão derrotou Ted de Dragão Marinho e isso muito me orgulha. Gostaria de ver a glória de Ozir, e hoje ele a tem. Não quero ofuscar teu brilho. Mesmo que para isso precise estar longe dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sente a carga emocional do desabafo de Sig.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
— Compreendo sua posição Sig, mas peço que ouça a minha proposta e pense nela com carinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig contém a angústia despertada por tal momento, e mantém  controle de suas emoções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena vê em Sig o valoroso guerreiro que já conhecia, e sorri em sua alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— És nascido sob a proteção da Constelação de Gêmeos. Lutaste bravamente contra o Dragão Marinho e seu desaparecimento afligiu a todos. Principalmente teu irmão. Isso o tornou mais forte. Sei que o ama, e o protegeria a todo o custo. E eis a minha proposta ... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig estava atento a tudo que dizia Atena, e sentia a esperança inundar seu coração, apesar de não saber o porquê.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Seja o Guardião de teu irmão. Aquele que protegerá o Cavaleiro de Gêmeos de todas as sua feridas do corpo e do cosmo. Seja o Aurum de Gêmeos, e Ozir sempre brilhará como a constelação que junto a ele você mantém viva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem nada entender, Sig mostra-se confuso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O guardião de meu irmão? Indaga Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, já esperando a reação de Sig, sorri e explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Como um anjo da guarda. Diz Atena. — Curando-lhe as feridas e restabelecendo seu cosmo. Receberás treinamento para essa tarefa. Seja parte da Ordem de Serpentário. A Ordem dos Guardiões dos meus Cavaleiros e Amazonas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig olha para dentro de si, e encontra a Ozir e a constelação de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O Guardião de minha constelação protetora? Pensativo, indaga Sig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig olha para o céu e vê um brilho ainda mais intenso em sua constelação, em especial a estrela mais brilhante delas. Sig entende a mensagem recebida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, Atena. Gêmeos me deu a permissão para fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena libera sua satisfação num grande sorriso, contido pela angústia que &lt;br /&gt;
trazia Sig em seu coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, Sig. Feliz, comenta Atena. — Está escrito nas estrelas nosso destino. A estrela mais brilhante é a fonte de sua força de vontade. Enquanto dormia ela sempre brilhava mais forte por segundos, e as vezes por minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha para o céu, e contempla o brilho das estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sabia que estavas vivo. O céu me dizia isso. Com o seu despertar ela brilhou ainda mais intensamente do que já havia brilhado. Por isso sabia de sua resposta, desde o início. Proteja Ozir, o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos. Siga o destino que Gêmeos traçou para ti.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig pensa na ilha e na sua vontade de proteger a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Terei que abandonar esta ilha. Isto me entristece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sente-se honrada, pela estampa de solidariedade dos membros de seu exército.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não é preciso Sig.Tranqüiliza-o Atena. — Poderás proteger a todos. Compreenderás tudo com o teu treinamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig, ainda confuso, confia nas palavras de Atena e suaviza os traços de tensão de seu rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Isso é ótimo! Comemora Sig. — Protegerei esse povo que me acolheu ... E cumprirei minha promessa de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig, lembra-se da promessa que fizera a teu pai e a teu irmão há anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA SANTA – SETE ANOS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena via com o passar do tempo, diversos territórios da Terra serem tomados por Poseidon. Um dos redutos de resistência mais importantes era uma região próximo ao local onde se localizava o templo da deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos principais aliados de Atena era Oscar, um homem determinado que guardava um segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar era pai de dois meninos, gêmeos nascidos junto a uma triste história de família. Durante o parto o segundo menino estava numa posição diferente da normal, fato que fizera o parto demorar quatro horas. A mãe resistira o suficiente para que seu filho nascesse, falecendo em seguida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos filhos Oscar deu nomes de Ozir e Sig, cuidando dos mesmos com atenção em dobro e uma preocupação em especial. Os meninos pareciam ter herdado seu dom, um segredo que o levara até Atena, e que por um incidente pessoal ele escondia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde pequenos Ozir e Sig percebiam as grandes explosões do céu como sonhos, e brincavam de adivinhar a ocorrência de estrelas cadentes e conjunções entre o sol e a lua. A precisão em suas adivinhações eram tidas como coincidências pelos moradores do local, visto a ocorrência esporádica desses fenômenos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar não explicara aos filhos os estranhos fatos e conhecimentos que a eles estavam relacionados, mas de alguma maneira eles pareciam tudo compreender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de Sig ter nascido por último, sempre teve por seu irmão Ozir um &lt;br /&gt;
excessivo cuidado. Em brigas Sig o defendia com tanto ardor que a todos &lt;br /&gt;
assustava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A troca de energia e companheirismo entre ambos era observada pelo pai, que sabia que em sua ausência ambos estariam em perfeita companhia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo passava e muitas eram as tentativas de Poseidon invadir aquelas terras banhadas pelo Mar Mediterrâneo, mas Oscar junto a Ruy, Maia e Jéssica sempre as frustravam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar das derrotas, o deus dos mares nunca desistira de obter o domínio daquela região estratégica a seus planos. A proximidade ao Templo de Atena era a razão para tão insistente investida. Em uma investida mais ousada um marina mais poderoso é enviado no intuito de concluir tal peleja que persistia há muito tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar sente uma grande movimentação das águas do Mediterrâneo, mas diferente das vezes anteriores havia uma energia mais poderosa emanando das águas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar, Ruy, Maia e Jéssica posicionam-se no alto do rochedo de frente da manifestação atípica do mar, na espera da aparição do inimigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir e Sig com seus treze anos de idade, mesmo sob ordens de não se aproximar do local da batalha sentem que deveriam fazê-lo. Oscar percebe suas presenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir ...  Pensa Oscar. — Sig ... O que fazem aqui?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar olha para trás e os vê escondidos atrás de uma grande pedra. Apesar de saber do perigo que os ameaça, tem em seus instintos outra sensação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estão seguros ... Pensa — Não permitirei que nada lhes aconteça ... Já é hora de saberem um pouco mais de seu dom ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ondas do mar batem na rocha com violência cada vez maior, e uma silhueta em posição de oração é vista dentro de uma das ondas que quebra mais alto no rochedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A água escorre e o responsável por aquele grande cosmo surge, como definia sua silhueta na água. O homem sai de sua posição e põe-se de pé. Portando uma reluzente Escama e com uma bela lança dourada na mão apresenta-se o marina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sou Chris de Crysaor! O General Marina do Oceano Índico. Vim tomar essa terra em nome do meu Senhor Poseidon ... O Imperador dos Mares. Rendam-se ou sofrerão com o poder de minha Lança Dourada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia e Ruy ao ouvir o Marina se revoltam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Essa é nossa terra! Diz Maia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Está nos domínios de Atena, quem deve se render é você! Afirma Ruy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Eu? Seus corpos desnudos ... Minha Escama me protegerá de qualquer ataque. Atena é uma tola. Expor seus "preciosos" humanos a morte certa, sem proteção nem armas ... Os fatiarei com a Lança Dourada do grande guerreiro Crysaor!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris gira sua lança e inúmeros golpes da lança partem para todas as direções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Aaai. Grita Ruy. — A lança mal tocou meu corpo. Mas estou todo ferido. Observa Ruy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jéssica analisa a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O ar movimentado pela lança foi o suficiente para quase nos fatiar por completo. Conclui Jéssica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cris sente a aguçada percepção de todos, e muda seu semblante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Bem explicado, meus caros. Diz Chris. — Esta foi apenas demonstração, a próxima será pra valer. Vamos acabar logo com isso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris novamente gira sua lança, atinge a todos com o ar movimentado e parte para uma ataque direto a Ruy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar acompanha todos os movimentos da lança dourada e prevendo um ataque direto se posiciona diante Ruy bloqueando a lança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O que? Diz Chris surpreso. — Defesa com a mão nua! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris vê seu ataque frustrado e sente sua honra manvhada. Ele traça sua estratégia de luta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Muito bom. Mas isso não muda nada. Acabarei com todos vocês. Mas você ... Chris dirige-se a Oscar. — Deixarei para o final. Travarei uma luta com um verdadeiro guerreiro.  Acabarei com estes fracotes primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruy furioso provoca o marina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Então venha! Ate hoje derrotamos tudo que Poseidon nos mandou, agora é a tua vez!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jéssica preocupada com o nível do oponente e o destempero de Ruy alerta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ruy ... Este é um marina diferente de todos que já enfrentamos. É mais poderoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris olha para Jéssica e nela vê muita cautela, premissa importante a um bom adversário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ouça sua amiga, nervosinho. Zomba Chris. Antes de acabar com todos, os direi quem foi Chrysaor. Na mitologia Chrysaor foi filho de meu Senhor Poseidon e Medusa. Por ter sido gerado no templo de sua deusa, ela transformou Medusa numa górgona. Quando o herói Perseu decapita Medusa nasce o gigante Chrysaor e o cavalo alado Pegasus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris mostra sua lança, e prossegue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ele nasce como guerreiro portando sua Lança Sagrada e uma missão: Destruir o mal até que não lhe reste qualquer arma ou proteção. Chrysaor em grego significa "o detentor da Lança Dourada".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O marina gira a lança e a aponta a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vocês que se opõe ao poder do Imperador Poseidon morrerão e reencarnarão num mundo mais puro. A Terra governada pelo Imperador dos Mares! Agora que sabem sobre quem executará a pena ... Acabemos logo com isto. Escreveremos mais um capítulo da vitoriosa supremacia de meu Imperador ... Sobre Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruy ri e se prepara para o confronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Então vamos, Chris de Chrysaor. — Vamos acabar com isto agora. Vamos Jéssica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jéssica, conhecedora daquela estratégia de combate, balança a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vamos! Responde a jovem guardiã daquelas terras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris novamente gira a lança dourada, enquanto Ruy com o poder de seu cosmo movimenta o ar abundante a beira mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruy concentra o ar e o movimenta em pequenos círculos em sentidos e posições distintas, formando uma verdadeira muralha de ar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris vê a barreira de ar, para o ataque e zomba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Acha que isto ai pode parar minha lança? Como vocês são tolos! Combinam perfeitamente com a deusa que seguem. Agora conhecerão o verdadeira força da Lança Dourada de Chrysaor. Lança Dourada!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lança é arremessada e ultrapassa o escudo de ar, atingindo o lado direito do peito de Ruy. Ele intensifica a força dos círculos de ar e prende a lança do marina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Maldito! Grita Chris. — Cai em tua armadilha! Aguarde mais um pouco, &lt;br /&gt;
Chrysaor. Ironicamente diz Ruy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma nova corrente de ar é atraída do mar e concentra-se em torno de Jéssica. Seu cosmo inflama enormemente e sua energia se aviva numa aura vermelha, as meninas de seus olhos ganham um tom róseo e Jéssica por um momento mais parece um demônio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela salta transformando a massa de ar em finas navalhas, e as lança por sobre a barreira criada por Ruy atacando Chris por todas a direções sem chances de fuga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como a Lança Dourada e o ar por ela movimentado, Chris seria completamente fatiado, mas a sua escama recebe o todo o impacto e alguns pedaços dela são arremessados ao longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruy enfraquecido pelos ferimentos frouxa a barreira, e Chris é arremessado á beira do penhasco junto a sua lança. Antes que a Lança Dourada caia nas pedras do quebra-mar Chris a resgata e com dificuldades levanta-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia novamente dá movimentação ao ar e cria redemoinhos com sentidos aleatórios impedindo a movimentação do marina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O marina apavorado com tamanha demonstração de poder dos Guerreiros de Atena, pensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impressionante! ... Se não fosse minha Escama ... estaria em pedaços ... E agora essa corrente de ar ... Não posso me mover ... É inadimissível ... Sou um General Marina ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia caminha e abre caminho entre Ruy e Jéssica ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Essa corrente de ar é diferente. Ela se intensifica ao meu comando. Conforme eu inflamo meu cosmo. Ela imobiliza todo o seu corpo. Não poderá mais movimentar sequer um músculo. Quando mais forçar, mais forte ela fica. Renda-se Chrysaor!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chrys aumenta sua energia e tenta movimentar seu braço, mas é inútil. Insistente ele movimenta seu braço direito, empunha a lança e a arremessa contra Maia, a custa da quebra de sua clavícula e total imobilidade do braço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não pode ser? Diz Maia surpresa. Por que, Ruy?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruy havia se atirado na frente de Maia e recebera o impacto da lança. Maia e Jéssica voltam sua atenção para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não poderia perder você, Maia. Diz Ruy. — Já estava ferido, e não admitiria que você se ferisse. Não servia mais para a batalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia chora, prevendo o pior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Não diga isso Ruy! Manifesta-se Jéssica. É um exemplo de determinação, não pode morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruy respira fundo, pega carinhosamente na mão de Maia e morre diante todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena ... Resmunga Ruy — Ela veio me levar ... Desculpe Atena, mas falhei como teu Guerreiro ... Diz a alma de Ruy diante o cosmo de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alma de Atena pega a mão de Ruy e o leva ao céus, deixando abaixo a todos e muita tristeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foste honrado ... Diz Atena. — Lutaste até o fim ... Como meu ilustre Guerreiro ....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia enfurecida pela morte de Ruy, a quem tinha um especial carinho, intensifica seu cosmo e torna a corrente de ar que circunda Chris em um turbilhão, e o arremessa em direção ao mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia chora, vira de costas e segue em direção a Oscar quando uma grande onda quebra no rochedo e uma poderosa energia surge direcionada a Maia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar pressentindo o ataque, na velocidade da luz, se interpõe entre Maia e a força vinda do mar e a bloqueia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A imagem de Chris é novamente revelada, bastante ferido, sem maior parte de sua escama, mas ainda com uma forte determinação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Pensou que seu fraco poder me afetaria? Indaga Chris. — Ainda tenho meu braço esquerdo, e estou cansado de brincadeiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris traz sua lança a mão e prepara a nova investida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Errei em subestimá-los, mas ainda sim sou superior a vocês. Lutarei de igual para igual a partir de agora. Vou acabar com você, Maia! Terás uma morte rápida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris, visivelmente descontente por ter recebido tantos ataques, arremessa a Lança Dourada contra o corpo de Maia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vá, Lança Dourada!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa fração de segundos a lança passa entre o braço e o tórax de Maia não causando ferimento grave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Como?! Grita Chris surpreso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar a passos largos se posiciona frente a frente com o marina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Serei teu adversário de agora em diante Chrysaor. Assume a luta Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia, indignada como a morte de Ruy, fica inconformada com a decisão de Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas Oscar. Retruca Maia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por sua posição de líder da equipe, Oscar responde com firmeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Leve Jéssica e os meninos daqui. Ordena Oscar. — Eu cuido dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por não terem percebido a presença dos meninos, Jéssica e Maia mostram-se confusas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Meninos? Indaga Jéssica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem olhar para trás, Oscar com um leve movimento aponta a um grupo de pedras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ali. Mostra Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir e Sig saem do esconderijo e protestam contra a ordem dada a Maia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não vamos embora. Dizem juntos os Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gêmeos, que sempre acompanharam os treinamentos de Maia, Ruy e Jéssica, caminham até Ozir com determinação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vamos ajudar nosso pai. Diz Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vocês lutaram muito bem, mas a gente substitui vocês a altura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir, muito confiante, como gente grande olha para trás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Podem ir, a gente assume daqui. Diz Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia e Jéssica, admiradas com tamanha auto-confiança para dois meninos, olham para Oscar. O pai, mesmo sem saber o porquê, sinaliza que os deixem ali. Elas obedecem, apesar de não entenderem a atitude de Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Crianças ... Brinca Chris. — Como não as percebi? Agora terei duas crianças em minha lista negra oficial. Não tem nem graça. Mas digam antes de morrer, como esconderam suas presenças de mim? Vocês sabem dizer como? Chris ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir pega na mão do Pai, e Sig fica bem próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Somos filhos dele. Responde Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O mais poderoso guerreiro daqui. Completa Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris acende seu cosmo e retorna às tuas mãos a Lança Dourada, lançando um olhar sarcástico a Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Venha Lança Dourada! Comecemos por você, Oscar. As crianças ficam como sobremesa. Diz Chris as gargalhadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar olha para os filhos com carinho, agradecendo a força recebida. Ele dá um passo a frente e decide sua estratégia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vamos Chrysaor! Grita Oscar. — Estou preparado para tua lança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig e Ozir se olham como se soubessem dos planos do pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas ... Começa Chris. — Antes me diga algo. Pretende usar teu truque anterior novamente? Ou não? Sei que fez algo para desviar a trajetória de minha lança. Nada escapa da rota mortal de minha Lança Dourada. Como fez aquilo?.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir olha para o pai e Oscar sinaliza em sinal positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ele moveu Maia no espaço. Responde o menino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig levanta os olhos em sinal de pouco caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Você não viu? Completa Sig. — Até nós vimos. E você se diz ... Brinca Sig. — Elite. Os meninos riem juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris se irrita com a brincadeira das crianças e encerra os questionamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vamos a luta então. Acabemos logo com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O céu brilha e a aura de Oscar se acende, com esferas de luz presentes em suas mãos. Chris está furioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vou matá-lo pessoalmente. Afirma Chris. — Quero ver teu rosto de dor. É a punição do Imperador Poseidon aos infiéis. E a minha lança é o instrumento. Morra, Oscar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris segue em direção a Orçar numa incrível velocidade, e projeta a lança no tórax de Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lança perfura profundamente o lado direito do peito de Oscar, para a surpresa de todos, que esperavam o desvio completo da lança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Está exatamente onde eu quero, Chris. Comenta Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar ri, com uma mão segura a lança e com a outra toca no peito de Chris sem a proteção da Escama. A energia acumulada nas mãos explode, e além da lança se partir o corpo de Chris é arremessado para o alto caindo do precipício em direção ao quebra-mar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris com um mínimo de energia que ainda lhe restara consegue se segurar numa protuberância da rocha e inicia sua escalada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os meninos vão ao encontro do pai, quando Chris já em posição agachada e levitando explode uma rajada de luz e revela uma nova técnica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Maha Roshini!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gêmeos cercam o pai, e mesmo sentindo o impacto o transportam para o espaço entre as estrelas por alguns segundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris abre os olhos e espera a luz se dissipar para ver os corpos, mas o que vê é algo bem diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir explode seu cosmo e uma grande onda de energia explode sobre Chris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo muito fraco, após poderosa explosão que recebera, Chris se levanta e tentar lançar sua técnica novamente, mas Sig protege Ozir e seu pai. Sig envia Chris para algum lugar no espaço-tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chris é enviado ao meio do Oceano Pacífico, local bem distante do ponto onde ocorria a batalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já sem ameaça aparente, Sig estava cansado pela técnica que instintivamente lançara. Ele desesperadamente olha ao redor temendo nova ameaça. Jéssica que não obedecera a Oscar surge e cuida dos meninos, enquanto Maia corre em busca de ajuda a Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dias passam e Oscar se recupera do ferimento, mas uma última missão o aguarda na terra. Cabia a ele ensinar a Sig e Ozir como utilizarem seu poder, e contar-lhes o segredo que tão misteriosamente guardava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dias depois, devido ao esforço de Oscar em aperfeiçoar as técnicas dos filhos seu ferimento novamente abre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No hospital, Oscar pede a presença dos filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ozir e Sig. Estou morrendo. Maia cuidará de vocês, e Atena em breve virá. Aceitem seu convite e lute por todos nessa terra. Desculpe não ter lhes ensinado como deveria. Estou orgulhoso de vocês, meus filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oscar suspira, pega na mão dos filhos e morre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Atena o levará! Diz Sig. Como levou Ruy. E a serviremos como fez nosso pai!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir concorda com um movimento de cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Cuidaremos da terra e destruiremos todo o mal. Comenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig, diante o corpo do pai, olha para o irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Protegerei a ti meu irmão. — Estarei sempre ao teu lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir abraça o irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Estaremos juntos para sempre. Completa Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gêmeos olha para o pai morto e fazem uma última promessa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Lutaremos ... Por Nós! Pela Terra! Por Atena. Como fez nosso pai.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ILHA DO ATLÂNTICO - TEMPO MAIS RECENTE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig retorna da viagem no tempo e em sua mente habitava a certeza de que tomara a atitude certa, por honra a seu irmão e da alma de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena e Lyra retornam a Sibéria, pois havia ainda uma missão para ser concluída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCE O AURUM DE GÊMEOS. ATENA DÁ MAIS UM PASSO PELA ORDEM DOS GUARDIÕES.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-661106461894907409?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/07/capitulo-15-dois-destinos-escritos-nas.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-6817034391750158044</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-04T17:40:52.167-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 14</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 14 - Os Guerreiros do Signo de Gêmeos</title><description>Enquanto Ozir tentava esquecer a dúvida que habitava sua mente, na Sibéria Ada teria algumas boas teorias sobre a estória de Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIBÉRIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O avanço de Ariadne em sua missão em busca do conhecimento das estrelas era notável. Ada, mais experiente, vê com a alegria o aprendizado da amiga, mas sofre por não poder compartilhar com ela todas as boas notícias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada se lembra da visita de Atena, e da missão que recebera pelo dom que sequer havia se dado conta possuir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;TRÊS DIAS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada estava organizando os pergaminhos da Biblioteca Oculta de Graad, quando uma passagem se abre no espaço. Surgem Atena e uma Amazona portando uma belíssima Armadura azul escuro, reluzente sob a luz refletida dos diamantes ao alto da gruta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada de pronto faz a reverência a deusa, que carinhosamente a acolhera em seu Templo em Atenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obrigado, Ada, diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecedora dos fatos do templo de Atena, Ada mostra-se feliz por reconhecer uma amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lyra ... Comenta Ada com alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com admiração em seu olhar completa Atena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lyra de Ophiucus..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudosa por ver uma armadura, algo tão sonhado para si, Ada se empolga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim ... Afirma Ada. Ophiucus, o "Serpentário" de Asclépio, o deus da cura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, observando o nível de conhecimento de tão jovem pessoa, logo percebe estar com a pessoa certa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso mesmo, Ada! Saúda Atena. - Sábia, apesar de tua juventude. Em breve virá a este lugar Ariadne de Aquário. Gostaria que a orientasse nos estudos sobre as estrelas. Quero que lhe ajude com os pergaminhos sobre o assunto. Esta missão é de suma importância. Espero poder contar contigo. Completa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada fica ainda mais empolgada por ter recebido missão da própria deusa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, com certeza Atena. Eu ... Começa, mas em respeito interrompe a fala Ada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pode continuar, Ada. Diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada estava curiosa sobre a constelação de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Notei algo diferente no céu noite passada. Continua Ada. - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como na audiência com Ozir, Atena se antecipa a Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Refere-se a Constelação de Gêmeos, eu suponho. Conclui Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, ela recuperou seu brilho perdido. Comenta Ada. - Será possível que o irmão do Senhor Ozir ... esteja vivo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena balança a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Creio que tenha despertado. Afirma Atena. - Sig não morrera naquele confronto. Meu cosmo não sentiu o apagar completo de tua chama de vida. E além disso, Anryu não viu sua alma no Yomotsu. Algo aconteceu ... Precisamos descobrir o que foi. Preciso de seu dom Ada. Ache Sig pelas estrelas. Pede Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Honrada pelo que acabara de ouvir de Atena, doces palavras a seus ouvidos, Ada pensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu dom? ... Eu também tenho um dom! ... Nunca imaginei que tivesse um ... Atena o encontrou e o reconheceu ... Agora serei útil de verdade a Deusa Atena ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena acompanha Ada em seus pensamentos eufóricos e sorri.&lt;br /&gt;
Ada volta a realidade e Lyra as conduz a plataforma de gelo para que Ada contemple o céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pela frequência do novo brilho ... Analisa Ada Tudo voltou ao que era antes. Sem nenhuma alteração. Talvez o lugar ainda seja o mesmo. Sig talvez dormira e agora desperta no mesmo lugar onde ocorreu a batalha. Na mesma ilha onde lutara. Conclui Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena fica contente com a nova possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim ... faz sentido. Comemora Atena. Já tenho por onde começar. Muito obrigada, Ada. Tudo se encaminha para boas notícias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ambas retornam a gruta e Atena encerra sua visita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aguarde notícias, Ada. Receba Ariadne de Aquário. Conclui Atena o momento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim, Atena. Responde Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada faz a Atena a reverência, e no mesmo portal no espaço onde chegaram Atena e Lyra, elas partem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena orienta Lyra a levá-las a uma região de muitas ilhas, incrustada no Oceano Atlântico Norte acima do Trópico de Câncer. A região com grande atividade vulcânica, localizava-se num braço de mar que formava com o continente uma ferradura. Neste local as correntes marítimas são por vezes implacáveis, com direções diversas, intensas e instáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa região ocorrera uma grande luta, onde Sig pelo bem de Atena e de uma ilha tem sua vida completamente mudada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TRÊS ANOS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena após sentir um forte cosmo emanado de uma região instável, em terras pouco conhecidas a norte do Trópico de Câncer reúne Anryu e Sig e seguem para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma pequena ilha próxima a um apêndice do continente habitava um humilde povoado. Nesta vila um homem solitário outrora salvara a todos de um cruel destino frente ao exército de Poseidon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron era considerado por todos "um homem estranho", brincava com os trovões. Morador de um casebre no alto da montanha, era mestre no ofício de fabricar vidros. Utilizava-se do trovão nas areias das praias para fabricá-los e do calor do vulcão para moldá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de ser taxado como "excêntrico" era muito respeitado, e junto a Sana, sua sobrinha, assistente e jovem aprendiz era muito querido por todos.&lt;br /&gt;
Aaron quando da visita de Atena a sua casa lhe faz uma curiosa exigência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atena! Sigo contigo, mas com apenas uma condição. Levarei Sana comigo. Sana sempre estará onde eu estiver. Ela é minha única família. Não deixarei minha menina para trás. Quando da morte de meu irmão no mar, e da morte de sua mãe ... Sana tornou-se minha filha. A filha que não pude ter. Prometi a meu jovem irmão que dela cuidaria. Nunca desampararei a minha família. Conclui Aaron. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, acolhedora com seu grande amor aos humanos e a família, sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se preocupe, Aaron. Tranquiliza-o, Atena. - São belas as suas palavras. Sempre haverá espaço para o amor, nas terras da deusa Atena. Cuidaremos dela. Somos todos uma só família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron olha para Sig e Anryu que sorriem após a última frase de Atena, e ele tem certeza de que será verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Obrigado, Atena. Diz Aaron com um sorriso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig após aquela doce demonstração de amor lembra-se de Ozir, sentindo um grande aperto em seu peito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir ... Pensa Sig - O que será essa dor profunda em meu peito? ... Será pela nossa briga antes da partida a essa missão?  ... Sinto como se tivesse perdido minha grande chance ... Mas chance de que? ... Que ausência é essa que arrebata meu coração?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No templo de Atena Ozir tem também uma estranha sensação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig, meu irmão! ... Como me arrependo de ter ralhado contigo ... É estranho ... Até parece o arrependimento da despedida ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir olha para o céu e vê a Constelação de Gêmeos e seu brilho exuberante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenho nada do que me preocupar ... Sig em breve retornará ... Poderei pedir desculpas e abraçá-lo bem forte ... Esse aperto em meu peito é apenas saudade! ... Atena o protegerá! ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ilha, do topo da montanha partem Atena, Sig, Anryu, Aaron e Sana em cinco esferas de luz, quando sobrevoando a costa em direção ao Atlântico podia-se ver o surgimento repentino de grandes ondas nascidas do meio do mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ondas seguiam em direção a praia, e um cosmo de presença impressionante compunha também a massa de águas. Aaron e Sana sentem algo familiar e se olham, mas não dão muita importância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig, temeroso do destino daquele povoado, olha para Atena por segundos e desfaz a esfera de energia que levava seu corpo, caindo no mar entre a praia e o alto oceano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron e Anryu tentam fazer o mesmo mas Atena os impede, enquanto Sig em queda olha para o alto e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atena! Retruca Anryu. - É um cosmo muito poderoso! Sig enlouqueceu! Preciso ajudá-lo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha para baixo, confiante na decisão de Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, Anryu! Rebate Atena - Lutamos de forma justa. É apenas um contra um. Sig sabe que esta luta é dele. E eu também sei disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig cria uma fina camada de cosmo sobre a água e nela pousa suavemente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sig está bem. Continua Atena. - Continuemos nosso caminho. Em breve Sig nos encontrará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sentindo a plena confiança de Atena em Sig, resigna-se Anryu, sempre fiel a sua senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, Atena. Conclui Anryu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena olha Aaron e Sana com carinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acalme seu coração, Aaron. Ao novo guerreiro se dirige Atena. - Confie em Sig. Sua morada não será destruída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron absorve a confiança das palavras da deusa e faz sinal positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu confio, Atena. Afirma Aaron. - É que ... Deixa pra lá. Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aaron olha para Sana e ganha dela um grande sorriso. A tranquilidade de Sana inunda seu coração e Aaron faz seus votos a Sig e seu confronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No oceano a onda continua crescente, e Sig levanta uma barreira de cosmo engolindo toda a água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Apareça! Grita Sig. - Mostre tua cara!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um redemoinho de água surge e uma grande gargalhada ecoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Impressionante!  Surge uma voz de dentro do redemoinho. - Para onde mandou toda a minha água... guerreiro de Atena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig indica com a cabeça, a frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Olhe para trás. Responde Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma tromba d'agua cai sobre o redemoinho e a aparência do inimigo se revela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bela manobra! Ironiza o inimigo. Cai do céu ... Salva a todos ... pelo menos por um momento ... E ainda desfaz minha entrada triunfal. Começou bem! É digno de que eu me apresente. Sou Ted de Dragão Marinho. O General Marina do Oceano Atlântico Norte. A elite do exército do Imperador dos Mares, meu Senhor Poseidon!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig se mantém sério e ironiza Ted.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bela condecoração. Ironiza Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não terás a menor chance, guerreiro de Atena. Reivindicarei essas terras a meu Senhor, e deverás chamá-lo assim também desse momento em diante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted ri ainda mais alto que da ultima vez, e Sig balança a cabeça em sinal de pouco caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acabou a apresentação? Indaga Sig. - Se já acabou o Show, vamos acabar logo com isso. Tenho que reencontrar meu irmão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted fica sério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Imão? Indaga Ted. - Também tive um. Creio que o verei em breve. Mas ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted balança a cabeça como e quisesse esquecer daquelas memórias e foca seu olhar a frente, a Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Tens pressa de morrer? Assim não é divertido. Mas tem razão numa coisa, tenho que afundar logo esta ilha. Um esquentadinho dos relâmpagos destruiu meus soldados, mas já previa isso. Um fato esperado, que alguém conhecido.  Sem falar que ainda tenho muitas ilhas para afundar. É chato esse monte de ilhas pequenas. Dá muito trabalho. Mas, vamos a você. Atenderei a teu pedido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig fica em posição de batalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Que seja, Retruca Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted de Dragão Marinho abre os braços e ao abrir a palma das mãos diversos redemoinhos de águas do mar se formam. Todos se encaminham a torna-se apenas um.&lt;br /&gt;
No mesmo instante o brilho das estrelas do céu se intensifica, e Sig dá um salto de braços abertos concentrando todo o brilho das estrelas em seu cosmo. O aumento de seu cosmo impressiona Ted.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted reúne todos os redemoinhos e com um movimento de braço a frente encaminha uma grande única onda espiral em direção a Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig une seus braços ainda dobrados na altura do peito, e comparada a uma grande explosão de galáxias ele desdobra seus braços unidos disparando uma poderosa carga de energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duas grandes ondas se chocam permanecendo um grande equilíbrio de forças a meia distância de ambos. Um grande vale se forma em linha, no local onde as forças se confrontam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As correntes marítimas, sempre instáveis naquela região, não suportam a pressão causada pelo embate de forças, e após quebrar o equilíbrio estabelecido gera duas grandes ondas nas direções de Sig e Ted.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desequilíbrio causado conduz os ataques, um pouco enfraquecidos, junto a onda a seus respectivos alvos pegando ambos em cheio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig é arremessado quilômetros continente adentro, encontrando nesse caminho árvores da vegetação que margeava a praia. Em estado semi-consciente Sig inconscientemente lança sua mente no vasto e calmo espaço entre as estrelas. Com o cosmo fortalecido, como reação a tal ato, seu corpo resiste aos impactos quando enfim cai desacordado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ted é lançado mar adentro, com as peças de sua Escama sendo espalhadas por diversas direções, visto a força da explosão lançada por Sig. Uma corrente marítima o alcança e seu corpo desacordado é lançado a leste, mar adentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig é encontrado por uma senhora que vivia naquela praia. Apesar de ser um estranho e estar desacordado, num transe por ele mesmo induzido, ele é cuidado pelo casal de idosos que ali residia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPLO DE ATENA - GRÉCIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, Ozir e Anryu olham para o céu e percebem a redução no brilho da Constelação de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir percebera pelo olhar de Atena que Sig não retornaria. Uma sensação de dor e desespero lhe arrebata e a pessoa centrada que era Ozir sai de controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O brilho ... se acabou. Meu irmão ... morreu?! Não pode ser! Temos que voltar lá! Temos que encontrar meu irmão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sente a dor de OzIr, como se fosse sua..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acalme-se Ozir. Tranqüila diz Atena. - Não adiantaria retornar. Sig não mais está entre nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir não se conforma com a realidade a ele colocada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não pode ser! Angustiado repete Ozir. - Ele se vai, e nem posso me despedir ... Não!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena desolada com a dor tamanha de Ozir tenta tranqüiliza-lo, sem fugir da realidade naquele momento posta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não é mais possível sentir seu cosmo. Diz Atena. - Como também sumiu o cosmo do inimigo, foi uma luta justa. E ao que parece teu irmão a venceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir olha a Anryu com a esperança estampada nos olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ... Tenta ponderar Ozir. - Anryu, procure sua alma no mundo dos mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anryu olha para Atena, na expectativa de uma resposta positiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Posso fazer? Consulta Anryu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vendo a esperança nos olhos de todos, apesar de já ter noção da resposta, sinaliza que sim Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Faça. Responde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anryu sobe ao Seikishiki e procura Sig entre as fileiras de almas a caminho do vale da morte no monte Yomotsu Hirasaka. Ele retorna, e por sua expressão Ozir fica ainda mais triste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está lá! Afirma Anryu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir fica cada vez mais conformado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas onde estará? Indaga Ozir, agora confuso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir cai no chão de joelhos e lembra da discussão que tivera tempos atrás e do aperto no coração, que chegara a pensar ser a dor da despedida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquela sensação ... Mergulha Ozir em seus pensamentos. - Sig se despedia de mim ... Meu irmão se foi ... e sequer pude ter seu perdão ... nem mesmo pude dizer Adeus ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir, conformado com sua perda, chora e tem em Atena uma mão amiga. A deusa toca teu ombro com tua cosmo-energia cheia de amor lhe dá a mão para que se levante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não se desespere, Ozir. Precisamos de tua força. As forças de Poseidon ainda ameaçam nossa Terra. Sig se foi como um guerreiro, como um guerreiro da Constelação de Gêmeos. Mas não se esqueça, Ozir, que Gêmeos ainda tem você, e conta com tua força. Honres tua constelação guardiã, como Sig a honrou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Guerreiro ao ouvir tais palavras tenta retornar a sua pstura habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Desculpe-me Atena. Ozir retoma seu centro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri, pois conhecia a força de seu fiel guerreiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-  Sig sabia como você que algo aconteceria. Pondera Atena. - Sig me pediu autorização para lutar, e para morrer se fosse preciso. Por sua honra, Ozir. Para que na sua ausência pudesses ser o mais forte de meus guerreiros. Para que fosses o meu Guerreiro do Signo de Gêmeos, como ele também o era. Somos uma só família, e estamos todos com você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anryu estica a mão a Ozir, em sinal de solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Estamos juntos. Diz Anryu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anryu dá um forte abraço em Ozir, e Aaron faz o mesmo. Sana abre um grande sorriso para Ozir, e naquele momento sua alma se enche de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Conte conosco ... Sempre! Diz Aaron abraçado com Sana. Como Guerreiros de Atena, nunca estaremos sós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena vê aquele momento de amizade e sente em seu cosmo que algo especial acontecera e coisas ainda maiores estavam por vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A deusa se firma na esperança de que ainda compreenderia todo aquele estranho ocorrido, na certeza de que o grande propósito disso ainda seria revelado.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO ATUAL - ILHA DO ATLÂNTICO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena e Lyra chegam a ilha, e não mais vêem as marcas da cruel batalha ali ocorrida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cosmo de Sig é novamente percebido, para a grande alegria de Atena. Antes mesmo de chegar ao casebre onde agora vivia Sig era possível avistá-lo cortando lenha para seus senhorios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig percebera desde sua chegada o cosmo de Atena, e preparava-se para recebê-la, ainda em dúvida de sua real intenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena percebe a cálida energia daquele ambiente, e pode prever o cuidado a Sig dispensado. Ela se lembra de Ozir e tem a certeza de que sua missão será bem sucedida naquele lugar e naquele momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sig a reverencia e uma difícil conversa se inicia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O GUERREIRO DE GÊMEOS RENASCE. MAIS UMA SEMENTE DA ORDEM DOS GUARDIÕES SERÁ PLANTADA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-6817034391750158044?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/07/capitulo-14-os-guerreiros-do-signo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-710696198034960910</guid><pubDate>Sun, 04 Jul 2010 04:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-04T13:18:29.284-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 13</category><title>Capítulo 13 - A chama do Signo de Gêmeos</title><description>A Ordem dos Guardiões estava nascendo, e era necessário iniciar o treinamento dos Aurum e das Auras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande desafio era recrutar os homens e mulheres que vestiriam as  Crystallus, dispostos a agir secretamente pelo bem do exército de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Contam os antigos que todo ser humano nasce sob a proteção de uma  estrela. Algumas de brilho intenso, outras nem tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas pessoas nascem sob a proteção de toda uma constelação, esses  são especialmente capazes de utilizar todo o seu potencial, despertar todo o seu Universo interior. Esses privilegiados são os potenciais Cavaleiros de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas há pessoas que possuem proteção igual, mas tem sua força vital regida especialmente por um estrela, a mais brilhante de sua constelação. A essas pessoas Atena reservou as vestes de cristal, e a honra de compor a sua nova ordem de guerreiros.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne sob ordens de Atena foi para a Sibéria – Vila de Graad, outrora duramente castigada pelas forças de Poseidon, para conhecer o que registraram os sábios antigos sobre a arte de ler as estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LESTE DA SIBÉRIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudosa de tudo que ocorrera ali num passado não muito distante, Ariadne reencontra Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Há quanto tempo, Ada. Saiu de Atenas sem dar notícias. Sem se despedir. Fiquei preocupada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sorridente, Ada recebe a velha amiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Seja bem vinda de volta. Comigo está tudo bem, Ariadne. Estou muito feliz por revê-la, amiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas se abraçam longamente, matando as saudades de muito tempo separadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Soube que estavam reconstruindo a vila, e vim ajudar na reconstrução. Voltei para casa, só isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne retribui a calorosa recepção com um largo sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Isso me deixa muito feliz. Sorri Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada, informada previamente da missão da amiga, a confirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vieste conhecer a biblioteca, estou certa? Indaga. — A mando de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpresa com o rígido planejamento de Atena a recém-chegada franje a testa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Recebemos de Atenas um comunicado. Informa Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim. Responde Ariadne. — Você se lembra de quando minha mãe nos ensinava? Sua mãe, desculpe ... Ariadne fica preocupada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As lembranças do retorno de Aria a vila devastada ainda povoavam a mente das duas amigas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não se preocupe, amiga. Diz Ada sorrindo. — Vi quando Atena a levou. Sei que está bem onde quer que esteja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne se lembra dos momentos felizes com saudade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, era divertido e sempre levávamos na brincadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada, com um semblante mais sério retorna a conversa à realidade e na missão que trazia Ariadne àquele lugar novamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas agora Atena precisa de nós, e do que aprendemos com minha mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz com o amadurecimento de Ada, Ariadne volta a sua atenção ao presente, com a empolgação da época da infância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— E a ajudaremos! Com certeza, amiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem anfitriã sorri e junto a Ariadne segue para a nova Vila de Graad.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas caminham até uma casa modesta construída no pé de uma montanha. No local haviam materiais diversos, mas nenhum deles aparentava tratar do assunto que ali a levara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais ao fundo, depois de um corredor num simples cômodo encontrava-se uma estranha parede de madeira. Ada move parte da parede e um corredor entre as pedras montanha adentro se mostra. Ada segue por ele e Ariadne sem nada entender faz o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A umidade do local só aumentava, e o barulho de águas caindo também. Após uns cem metros de caminhada numa trilha montanha acima, a luz avistada desde o começo do caminho torna-se mais intensa. Era uma belíssima gruta, onde se encontrava a verdadeira biblioteca de Graad.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No local via-se prateleiras de madeira e muitos pergaminhos expostos. Diversos baús com inscrições dos mais diversos assuntos também podia se ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No teto a explicação da intensa luz vista desde o começo da trilha, um universo de diamantes ornamentava o teto da gruta, lembrando nitidamente uma noite de céu limpo. O ambiente tinha uma agradável temperatura, visto a corrida de água que descia do alto da montanha, formava um pequeno lago, e mais  a frente seguia montanha  abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma estranha sensação de bem estar se sentia. Uma forte energia envolvia aquele lugar, como se as águas possuíssem uma cosmo-energia própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne olha mais atentamente a descida de água ao pé da montanha e se localiza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Estamos no alto da montanha, e mais abaixo é a fonte. Será por isso que a fonte resistiu ao ataque do Kraken? Esta energia ... Ariadne estava surpresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já conhecedora da perspicácia e velocidade de raciocínio da amiga, Ada balança a cabeça em sinal de positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim. Responde. — Mas não apenas por isso. Venha comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ambas passam pela corrida de água que descia ao lago e seguem por uma estreita passagem natural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma nova gruta lá se encontrava acima da anterior, nela podia se ver musgos nas pedras, peixes num pequeno lago, além de raízes que saiam pela rochas mais ao alto. Essa diversidade representava a vida naquele novo espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um corredor de água ainda maior descia a primeira gruta, mas algo diferente notara Ariadne. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas como? Indaga Ariadne curiosa. — Por onde ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada prevendo a reação de dúvida, responde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Por baixo. Reponde Ada, antes mesmo de Ariadne terminasse a pergunta. — A ligação é subterrânea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas seguem por uma trilha ainda mais íngreme, e a luz do sol então se faz presente. Saindo da gruta uma modesta floresta lá estava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma vegetação mais densa do que de costume àquela região, somado a presença animais e pelo ambiente mais quente, tratava-se de um verdadeiro oasis naquelas terras geladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podia-se ver o pequeno curso d'agua que serpenteava a leste da floresta e entrava por uma pequena fenda na rocha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Essa energia é a energia natural dessas montanhas, chamada de "Unidade da Natureza". Explica Ada. — Entrando em harmonia com essa Unidade é possível controlá-la, e quem o fizer terá em mãos um poder quase infinito. A integração da vida vegetal e animal, e da energia mineral manteve a fonte intacta ao poder do Kraken.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A explicação dada deixa Ariadne surpresa. Ela compara as informações e fica ainda mais confusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas ... A fonte não funcionava. A água não circulava. Afirma Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada calmamente explica a relação dos fatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— A água não circulava, mas lá existia. Sua conexão era pelas rachaduras da antiga construção. A Unidade da Natureza protegeu a fonte de Dimi de Kraken.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada e Ariadne começam a voltar para a gruta. O retorno é silencioso, permitindo a Ariadne refletir o quanto aprenderá naqueles poucos momentos com sua jovem sábia amiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas, há quanto tempo sabe disso? Indaga Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sempre soube, mas era sigilo. Responde. — Não entendi no começo, quando minha mãe me contou. Mas quando vi a gruta e subi a floresta pude compreender completamente. &lt;br /&gt;
Assim que voltei procurei a gruta e virei sua protetora, e agora todos sabem e a mantém longe de estranhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne naquele momento entende porque sempre mantiveram a montanha isolada no passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A caminhada segue e ao avistar a primeira gruta, Ada recorda mais uma vez do passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Já estivemos na gruta, lembra-se disso Ariadne?  Com minha mãe. Achamos que o céu tinha se mudado para cá. Foi um ano antes do massacre. Essa data ficará marcada em minha'lma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela se lembra do susto que tivera na ocasião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Lembro sim, amiga. Responde Ariadne. — Também me lembro dos pergaminhos sobre as estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coincidentemente ou não, ambas chegam a uma das grutas e Ada para.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Chegamos! Diz Ada na Biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne para, olha ao redor e fica pensativa ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pergaminhos ... Como ver a estrela mais brilhante .. Contar quantas vezes brilhava ... Comparar o brilho ... Me lembro como se fosse hoje ... Talvez não tenha levado tão na brincadeira assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada nota que Ariadne parecia estar em outro mundo e brinca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— No mundo da lua? Lembrando –se da infância?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim. Lembrando dos ensinamentos de tua mãe. Responde. — De como ler as estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada lembra-se de algo e resmunga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Lendo as estrelas descobri algo ... Mas não posso te contar. É algo que já sabia, mas não havia me dado conta. Um dia talvez você saiba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada se encaminha a saída da gruta e Ariadne curiosa pergunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O que você descobriu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não posso dizer, já disse. Responde Ada. — Desculpe. Mas apesar de ser verdade, é assim que se faz um curioso. O baú a sua direita tem o que procuras. Bom estudo, amiga. Foi um enorme prazer vê-la novamente. Não esqueça do jantar. É na hora de sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada segue pela montanha em direção ao lado de fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Obrigado amiga. Diz Ariadne. — O caminho eu já sei. Deixa comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada balança a cabeça e segue seu caminho. Ariadne tinha muito a estudar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na gruta Ariadne devora o conhecimento dos pergaminhos relembrado-se de muitas coisas que antes aprendera, ainda criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À noite, Ada e Ariadne vão a plataforma de gelo apreciar o céu, como uma aula prática a tudo que aprendera Ariadne naquele dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contemplando o céu nada em especial notara Ariadne, até que seus olhos alcançam a constelação de gêmeos. Ela a observa atentamente e fica pensativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que estranho... A constelação de Gêmeos brilha diferente... Do jeito que brilhava antes daquela tragédia... Será que ... Ele está vivo? ... Não pode ser!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada vendo Ariadne pensativa olha para o que tão fixamente ela olhava. Ela descobre ser a constelação de Gêmeos de brilho renovado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Gêmeos? Pergunta Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne estava tão concentrada que se assusta com a pergunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Humm? Reage Ariadne que não ouvira a frase de Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada entende o que Ariadne olhava tão estranhamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Gêmeos recuperou seu brilho. Diz Ada. — Há alguns dias. É estranho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso só há uma explicação. Pensa Ada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sig e Ozir. Diz Ada. Os Gêmeos e a tragédia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne olha admirada com o nível de informação de Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Então conheces a história? Pergunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada séria corre seu olhar as estrelas do céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sei de muitos acontecimentos do exército de Atena, mesmo não sendo parte dele. Conheço a história de Sig e Ozir. Tenho a sensação de que essa história ainda não acabou. Vi o que você viu no céu. Sig, de alguma forma ... mantém viva a chama de Gêmeos. Deve haver alguma explicação para isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne volta seu olhar a Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Com certeza. Concorda Ariadne. Mas, me diga Ada, não tem um dom especial? Algo que a consagre amazona de Atena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada, abaixa a cabeça e lança a Ariadne um olhar cabisbaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não tenho. Responde. — Já me frustrei por isso, mas hoje sei que posso ajudar assim mesmo. Estou feliz do jeito que sou. Posso ajudar Atena mantendo vivas muitas coisas, como a chama do conhecimento. A Biblioteca de Graad. A Biblioteca de Atena!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada se levanta e segue à vila, deixando Ariadne com as estrelas do céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Fique com as estrelas, Ariadne. Não encontrarás companhia melhor. Além de belas, elas te contam muitas coisas. Basta saber ler e entender&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caminho pensa Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não podemos saber de tudo ... Assim está escrito nas estrelas... E no destino ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ada lembra-se do importante encontro que tivera há dias atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena! ... Ela não se esqueceu de mim ... Meu sonho de menina se realizou ... Pena não poder contar a ninguém ... Nem mesmo a minha grande amiga ...    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho certeza que Ariadne ficaria muito feliz ... Mas sei que ficará feliz mesmo sem saber ... pois minha missão mantê-la sempre feliz ... Daqui para frente, serei sua Aura ... Seu Anjo da Guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPLO DE ATENA, ATENAS - GRÉCIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir, O Cavaleiro de Ouro de Gêmeos e Grande Mestre, Comandante do Exército de Atena, é anunciado pelos soldados para audiência com Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Entre Ozir. Pronuncia-se Atena. — O que o traz aqui? Pergunta Atena após a reverência de Ozir. — Algum problema? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir se levanta e demonstra estar muito nervoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não um problema, mas uma estranheza. Responde Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a tranquilidade digna de Atena, ela se antecipa a Ozir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Refere-se a constelação de Gêmeos, suponho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os olhos de Ozir brilham, na expectativa de ouvir algo positivo de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, Atena. Ela recuperou seu brilho perdido. Reacendeu sua chama. Será possível ... Sig estar vivo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena, abaixa a cabeça por um breve instante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Infelizmente não posso responder tua pergunta Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir ao ver a deusa desse modo desanima, mas Atena a levanta em seguida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas tenha certeza de algo, Ozir. Sig se foi bravamente. Lutando como um Cavaleiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir se lembra da infância, e da determinação e poder de Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Como o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos. Completa Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir, sempre recatado e firme em seu semblante visto a posição que ocupava, naquele momento esboçava uma grande tristeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Daria tudo para tê-lo ao meu lado. Saudoso, diz Ozir. — O brilho intensificado de gêmeos que se fez há dias atrás no céu, alegrou minha alma. E o fato de Anryu não ter achado seu espírito vagante pelo Yomotsu ... me encheu de esperanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena esboça um sorriso e caminha em direção a Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Acalme-se Ozir, Pondera Atena. — Sig estará sempre ao teu lado. Mais perto do que imaginas. Dentro de teu coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A deusa ao caminhar emana seu cosmo, e o calor chega lentamente a Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sei disso, Atena. Aceita Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena toca o ombro de Ozir que se ajoelha em reverência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sig a mim fez uma promessa, antes de sua morte. Diz Atena. — Que jamais o abandonaria. Sua lembrança e calor habitam esse lugar. Seu cosmo arde junto ao de todos que defendem a justiça. Em especial ao teu. Livre tua mente dessas preocupações. Sig está entre nós! Ele sempre estará!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir estava mais calmo, aquecido pelo cálido cosmo de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Eu sinto sua presença. Diz Ozir. — Obrigado por afastar essa sombra de meu coração, minha deusa Atena. Voltarei a meus afazeres. Sabes de notícias de Ariadne e sua missão? Pergunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Está tudo caminhando como planejado, segundo me foi informado de Graad. Responde Atena. Lyra e Leo devem estar de volta em breve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir retorna ao seu semblante serio normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certo. Diz Ozir. — Sorato e Anryu estão trabalhando nas áreas de treinamento, e Régia está a postos. Informa Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— E isso está muito bom. Conclui Atena. — Obrigado pelo bom trabalho, Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— De nada, reponde Ozir. — Apenas cumprimos nosso dever pelo bem da humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sente que afastara a grande angústia do coração de Ozir, mas sabe que ela lá permanecerá para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Sim. Concorda Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir reverencia Atena, com a mente de volta a suas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– A deixarei a sós. Conclui o momento Ozir. — E novamente Obrigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena sorri, certa da fidelidade de seu Cavaleiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– De nada. Diz Atena. — Zelemos uns pelos outros e todos ficaremos sempre bem e a salvo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozir completa sua reverência e sai. Atena pensa na verdade por trás da chama do signo de Gêmeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele está ao seu lado, Ozir... Sempre ... Pensa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O BRILHO DE GÊMEOS SE INTENSIFICA NO CÉU E É NOTADO POR TODOS. QUAIS SEGREDOS GUARDARÃO OS ACONTECIMENTOS DOS ÚLTIMOS DIAS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-710696198034960910?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/07/capitulo-13-chama-do-signo-de-gemeos.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-2086165240037254380</guid><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 02:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-31T19:39:19.708-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 12</category><title>Capítulo 12 - Trégua</title><description>Ariadne chega a Sibéria, e como se pudesse visualizar lembra-se da terrível batalha que presenciara ainda como Amazona de Cisne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA SANTA - UM ANO ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Ariadne feliz por reencontrar Aria após quase cinco anos, caminha em sua direção quando uma terrível cosmo-energia surge.&lt;br /&gt;
As amazonas se olham e se posicionam para um possível confronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Este cosmo ... A mesma energia que destroçou nossa vila. Conclui Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria presentindo um ataque, a velocidade da luz salta a frente de Ariadne e toma todo o golpe emitido pela névoa que junto ao cosmo surgira. Uma longa risada ecoa e ouve-se uma voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Parece que reencontrei minha órfã. E pelo que vejo se bandeou pro lado de Atena. Mas não se preocupe ... Darei um fim a essa história triste. Decidi por poupar sua vida a cinco anos atrás, mas estar com Atena ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A névoa se dissipa e surge um homem. Vestido com uma reluzente escama do reino dos mares, se apresenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Eu ... Dimmi de Kraken. O General Marina do Oceano Ártico! Terminarei o que deixei incompleto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria, se enche de fúria ao lembrar-se da destruição que ele causara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Foi você?! Dizimou toda a vila. Não o perdoarei!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com um calma e um sarcástico ar de superioridade zomba o marina ...  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Então é você ... A “Senhora das aguas”. Aquela de que todos diziam. Aquela que dizimou meu exército. Não sabe o quanto a procurei, mas como é engraçado o destino, ele tarda mas não falha. Vamos ver se é tão “Senhora” assim de alguma coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupada com o cansaço físico de Ariadne por seu enfrentamento aos soldados marinas de Dimmi, e decidida a se vingar por todos da vila Aria afasta Ariadne e assume a luta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Proteja-se Ariadne! Diz — Eu acertarei as contas com ele!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne, inconformada, e toma da mesma sede de vingança de Aria olha para a aquariana desolada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Mas ele matou minha família. Retruca. — Toda a minha vila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria com autoridade olha para Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não! Firme conclui Aria. — Não está em condições. Ela era minha casa também. Amava a todos apesar do pouco tempo, e acabarei com ele por todos nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante palavras decisivas resigna-se Ariadne, lançando um olhar marcado pela confiança em Aria depositado. Aria balança a cabeça em sinal de respeito a confiança recebida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Está bem. Diz Ariadne. Confio em você. Acabe com ele!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com um ar de deboxe interrompe Dimmi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Já acabaram-se as despedidas? Não se preocupe, garota de Cisne ... serás a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria de Aquário e Dimmi de Kraken ficam cara a cara, atentos a todos os movimentos um do outro, prontos para o confronto. Naquele ambiente tenso Dimmi quebra o gelo com provocações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Fiquei impressionado com vocês. Primeiro você de Aquário ... derruba um a um meus soldados a cinco anos atrás. Agora essa menina de Cisne faz o mesmo. Não que eu me importe com eles, pois não valem tanto assim pra mim. Mas isso é uma fronta a Poseidon, O senhor dos Mares!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimmi abre o braços e mostra a Aria os arredores do local, e continua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Um deus muito maior que Atena, residente nesse mundo há muito mais tempo que ela. Uma menina mimada, nadada mais que a filha rebelde de Zeus. Poseidon é o verdadeiro senhor da Terra, e garantirei essas terras a seus domínios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O marina, com uma tranqüilidade inabalável, olha no fundo dos olhos da amazona, em meio ao pó de diamante que caia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Te deixei viva. Prossegue Dimmi. — Foi um erro meu, mas corrigirei esse erro hoje. Acabarei com Aquário, e depois e a tua vez ... Belo Cisne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimmi corrige sua postura, muda de semlante e chama Aria para a luta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Vamos Aquário. Não temos tempo a perder. Prepare-se para conhecer a técnica que destroçou aquele vilarejo sujo, e que ira acabar com cada uma de vocês. Já que escolheu ser a primeira ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimmi faz cair flocos de neve e após o leve escurecimento do céu, ele concentra a energia da aurora em suas mãos. Com os braços abertos uma descarga elétrica percorre a distância entre as mãos, da energia acumulada em cada mão. Juntando os braços á frente uma grande carga de ar congelado, roubado do ambiente, é lançado em direção a Aria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Morra! Grita Dimmi. — Aurora Boreal!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria, surpresa com a intensidade do poder atirado, movimenta suas mãos no sentido de bloquear a técnica.&lt;br /&gt;
Um marca no chão de neve fica, feita pelos pés da amazona que fora arrastada duzentos metros para trás da posição em que recebera o golpe. A força devastadora da Aurora Boreal fora contida, mas Aria sabia agora pelo que passara a vila de Graad.&lt;br /&gt;
Mesmo cansada com o grande esforço Aria se posiciona para atacar, diante Dimmi admirado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ainda de pé, Amazona.Diz Dimmi. — Muito me admira ter suportado minha técnica. Mas saiba que lancei um golpe de força reduzida. Não quis destruir teu belo rosto. Planejava contemplá-lo ao retirar a máscara de teu cadáver, mas já que insiste que seja pra valer farei o que desejas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria  movimenta a cabeça em sinal de desdém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Reduzido? Indaga de forma sarcástica. — Logo vi. Pude conter sem muito esforço. Esperava mais de um General Marina de Poseidon, que decepção! Na próxima ... mande tudo o que tens. Não se importe com o belo rosto por detrás da máscara, pois ele é mais letal do que possa pensar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria levanta a cabeça, se posiciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sou uma Guerreira de Atena!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar das frases determinadas Aria estava preocupada com a força do ataque do marina, dito de poder reduzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho que me concentrar. Pensa Aria. — Este ataque quase acaba com a luta. Se não fosse a armadura de ouro ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa da necessidade de demonstrar equilíbrio na luta desafia Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Vamos acabar logo com isso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ar frio começa a se concentrar de volta de teu corpo, com o intensivo aumento de seu cosmo. Dimmi se assusta com o repentino aumento do cosmo da sua oponente. Extremamente agressivo, o cosmo de Aria atrai todo o ar frio do ambiente deixando o ar próximo a Dimmi mais quente, além da terrível chuva de neve que provocara. O marina se prepara para receber uma grande técnica.&lt;br /&gt;
Aria com grande frieza, visto a afastamento de todos os sentimentos naquele momento, dispara o ar frio em direção ao adversário revelando sua técnica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Pó de Diamante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimmi, apavorado, vê uma grande quantidade de ar frio partindo como um cometa em sua direção. Ele tenta bloquear, mas é arremessado a quilômetros de distância.&lt;br /&gt;
Diante o sucesso aparente Ariadne se empolga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Conseguiu! Você conseguiu! Diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria balança a cabeça e retruca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não se engane! Não subestime teu adversário. Esse pode ser seu último erro!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria caminha em direção ao local onde Dimmi foi arremessado e sente seu ombro dolorido. O impacto do primeiro golpe e da Aurora Boreal causara-lhe aquela seqüela.&lt;br /&gt;
Em meio à nuvem de neve encontra-se de pé, Dimmi, já sem seu elmo e com parte de sua armadura destruída. Ariadne fica apavorada com a resistência do marina.&lt;br /&gt;
O marina se ajeita de pé e dá uma gargalhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Usuahahahahaha. Dosou que dosou o teu ataque, acredito Não posso crer que seja tua força máxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, é Aria que ri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Engraçado, diz. — É a primeira vez que dizes algo coerente. Não conheces meu verdadeiro poder, mas terás tua oportunidade. Vejamos o poder em seu máximo explendor, no teu próximo ataque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimmi fica sério e deixa Aria confusa com suas palavras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não! Diz Dimmi. — O Kraken ... Conhece a lenda? Vou te contar. O justiceiro dos mares. O Kraken é uma criatura lendária que habita os mares glaciais. O Oceano Ártico. Uma vez alcançado pelo Kraken nada resiste. Mas o Kraken não mata inocentes, apenas barcos que levam a bordo ódio e ganância. Ele os castiga sem dó, e é impassível diante do mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O marina inclina-se em reverência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Ele o destrói completamente, e sentimentalismos diante do inimigo são sinais de fraqueza. Admiro sua frieza diante o adversário. Sei que estás machucada pelos golpes que te apliquei. Também estou machucado pelo seu Pó de Diamante. És a melhor de meus adversários até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Séria, Aria meche a cabeça em sinal de agradecimento. Dimmi Ajeita um pedaço de sua escama partido, e prossegue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— E quero uma luta inteira com esse adversário de valor. Quero que lutemos com todas as nossas forças. Quero o máximo de teu poder para que possamos medir nossas forças. O empate não é aceitável. O Kraken não empata quando devora o mal. A superarei em teu poder máximo, assim proponho um trégua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria sente a força do cosmo de Dimmi enfraquecida e percebe a veracidade de suas palavras e intenções. Dimmi toca o peito atingido pelo Pó de Diamante de Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Nos recuperaremos e nos veremos de novo. O que você me diz? Indaga Dimmi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por alguns segundos, o silêncio paira no ar. Aria admite que não poderia dar o melhor de si com o ombro machucado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Concordo. Responde Aria. — Vieste em meu mundo. Terminaremos essa luta no seu. Uma luta sem tréguas, até que sobre apenas um: O vencedor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimmi vira-se de costas e segue de volta ao mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certo! Nosso reencontro está marcado. Te esperarei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele some e Aria cai. Ariadne a ampara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Dói. Diz Aria. Meu ombro. Conter a Aurora Boreal quase me custou um braço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne lembra das palavras de Dimmi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— E tinha poder reduzido. Completa Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria, mesmo com muita dor, ri da inocência de sua companheira amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Não creio. Rebate Aria  — Disse aquilo para me intimidar. Mostrar superioridade a uma mulher. Mas já conheço sua técnica, e isso é o mais importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aria, como uma mestra a sua discípula, instrui Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Cuidado, Ariadne. Não subestime o adversário. Nunca!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como uma boa aprendiz, Ariadne tudo ouve e compreende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne leva Aria para que receba cuidados médicos e se recupere daquele difícil confronto.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO ATUAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ariadne pensa nos fatos subseqüentes àquele fatídico dia. O destino de Aria mudaria por completo após conhecer aquele homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O MAL VINDO DO MAR QUE OUTRORA TIRARA MUITAS VIDAS SE REVELA. UMA BATALHA FEROZ, UMA TRÉGUA E UM NOVO DESTINO. O QUE AGUARDARÁ ESSE CONFRONTO FINAL?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-2086165240037254380?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/05/capitulo-12-tregua.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-3590478077682633359</guid><pubDate>Sat, 22 May 2010 20:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-22T13:29:36.445-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 11</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 11 – A Senhora das Águas</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os dias se passaram e Lyra, Regia, e Ariadne tornan-se boas amigas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ariadne apesar da amizade e companheirismo de suas colegas amazonas sentia-se só.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Após a partida de sua amiga Ada a Sibéria ela andava solitária, sensação diminuída pela amizade de Régia e mais recentemente a de Lyra.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A amazona é chamada a presença de Atena. Esta missão a traria saudosas lembranças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— As suas ordens Atena. Apresenta-se Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena tinha ambiciosos planos para essa missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Seguirás amanhã a Sibéria. Diz Atena. — Encontrarás uma jovem chamada Ada. Tua amiga de infância, acredito? Indaga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A saudade forte e atenuada, com o coração batendo mais forte pela possibilidade de rever Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Sim. Responde a amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Tua missão é sigilosa. Continua Atena. — Leve este pergaminho. Aqui constam todos os detalhes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Curiosa, a amazona contém a vontade de abrir imediatamente o objeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Sim! Responde Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena conclui o momento e dispensa Ariadne.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ariadne começa a pensar no local de sua viajem e nos acontecimentos de sua época de criança, e um pouco mais recentemente no período que ocupava outra posição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA SANTA – UM ANO ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;i&gt;Na região da Sibéria, das águas geladas do mar ártico saiam grandes grupos de marinas. Ariadne de Cisne, recém consagrada Amazona de Bronze, os combatia, mas a velocidade com a qual saiam do mar ameaçava a segurança da vila existente a quilômetros dali.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Com muita agilidade Ariadne derrubava grupos inteiros com apenas um golpe, mas depois de muito tempo lutando solitária se esvaiam suas forças e tudo parecia perdido.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Quando a invasão parecia inevitável eis que surge a leste uma grande massa de ar frio, os marinas viram estátuas de gelo e em seguida pó. O mar virou uma pista de gelo, forçando o recuo das forças de Poseidon.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Chegara Aria de Aquário para ajudar. Ariadne olha para ela e sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— A Amazona de Aquário ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Séria como de costume, Aria demonstra preocupação com sua companheira amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Estás bem Ariadne?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Apesar do tempo, era nítido que a Aria mudara muito pouco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Sim. Responde a jovem amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Observava tua performance. Continua Aria. — Tens força de vontade e lutas com amor, mas é necessário que eleves teu nível de cosmo. Teu ar frio pode ser derrotado, &amp;nbsp;caso enfrentes alguém mais forte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A amazona de Bronze atenta e respeitosa pela posição de Aria, compreende suas palavras e sinaliza positivamente com a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Treinarei mais!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ariadne lembra-se de um tempo atrás, pensa em voz alta e resmunga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— &amp;nbsp;Senhora das Águas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria se surpreende com o que acabara de ouvir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Senhora das Águas ... Pensa. &amp;nbsp;Há tempos não ouvia esta frase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;À mente da amazona pairam lembranças, algumas doces e outras nem tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TRÊS ANOS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sentados em volta de uma antiga fonte, ao centro da vila de Graad - leste da Sibéria -, Aria, uma jovem moradora do local há por volta de dois anos, junto a algumas crianças brincava. Aria tinha o dom especial de transformar água em gelo, e naquele momento brincava com seu poder para a admiração de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Como você faz isso? Curiosa, pergunta a pequena Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Isso é muito legal! &amp;nbsp;Faz um pra mim também. Pediam as crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Mas seu dom não era bem visto por algumas pessoas mais antigas da vila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Venha aqui Ada! Diz uma senhora. — Saia de perto dessa bruxa. Não é bem vinda aqui! Volte para o lugar de onde veio! Aberração!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Outras mães surgem e levam seus filhos, mas uma menina um pouco maior que as outras, aparentemente uns cinco anos mais nova que Aria permanece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Por que você não vai também? Pergunta Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A menina abre um largo sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Porque não quero. Afirma a menina. &amp;nbsp;— Gosto de teu dom. Gostaria de ter um igual ao teu. Gostaria de ser especial em alguma coisa, como você é ... “A Senhora das Águas”. O que você acha do nome?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria se encanta com a inocência da menina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Legal. Responde Aria. — Não me acha uma “bruxa”? intrigada pergunta Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A menina olha com carinho para Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Não. Responde a menina. — Só acho que deverias sorrir mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria sorri depois de conselho de tão jovem pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Fica mais bonita. Continua a menina. — Olhe só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A menina aponta o espelho de água da fonte e Aria se vê sorrindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Gosto de você. Diz a menina. — Pena que nunca sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Acalentada pelas doces palavras, Aria agradecida mostra sua admiração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Obrigada. Diz Aria.— Também gosto de você. É simpática. Mas, qual o teu nome? Indaga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A menina inocentem brinca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Meu nome ... Começa a menina. É quase tão bonito quanto o teu. Me chamo Ariadne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A mãe da menina a chama e ela corre em sua direção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Aria, a “Senhora das Águas” ... É minha amiga. Diz a menina correndo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A mãe de Ariadne olha para Aria, e amistosamente acena e sorri. Aria fica ali pensativa em tudo que ouvira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os dias passam e as forças de Poseidon chegam a vila. Os homens e jovens deixam as mulheres e crianças abrigadas nas casas, e ao barulho do grande sino pegam suas ferramentas de trabalho para defender sua terra natal. Em meio a mobilização, ainda sem saber o acontecia Aria é interpelada por um senhor que partia para batalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Saia daqui. Procure um abrigo. Os monstros vindos do mar estão invadindo a vila. Proteja-se, querida!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atordoada Aria vê uma criança encolhida perto da fonte e apavorada com todo o barulho e movimento. Aria a reconhece, é Ada, a menina cuja mãe a chamou de bruxa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Venha comigo pequena! Diz Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A menina a reconhece e mostra total confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— A moça do gelo. Diz a menina abraçando-a a forte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria, admirada pela confiança demontrada pela menina, sorri, agindo imediatamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Vou te levar pra casa. Diz Aria. — Sobe no meu colo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ao se aproximar da casa ela vê a mãe da criança aos prantos, mas ao ver a filha nos braços de Aria um brilho de alívio surge em seus olhos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ela solta a menina, e quando a criança já está nos braços da mãe Aria dá as costas e segue embora. A mãe da menina a interrompe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Espere! Por favor! Obrigada por salvar minha menina. Desculpe o que disse para você. Salve a vila. Use seu poder. Sei que podes ajudar. Te peço ... Senhora das Águas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Agora mais intrigada do que nunca, Aria para e volta seu olhar a senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Onde ouviu isso? Indaga Aria surpresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A senhora, visivelmente humilde, responde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Ouvi a menina Ariadne dizer. Que não era uma “bruxa”, mas a “Senhora das Águas”. Que um dia seria como você e salvaria alguém. As crianças com sua inocência sabem ler a alma das pessoas. Se ela viu em tua alma a esperança, eu acredito nisso. Eu confio em você..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os marinas avançam mais e mais e não sucumbem às rústicas ferramentas dos moradores da vila que recuam.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O homem retornando vê que Aria continua no mesmo local que outroraa vira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Volte menina! Diz ele. Não deverias estar aqui. Eles são muitos. Não conseguiremos vencer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria, certa de que poderia fazer algo, movimenta teus braços e uma cortina de neve varre a entrada da vila em direção aos inimigos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os homens viram-se e ao dissipar da nuvem de gelo vêem que os “monstros do mar” viraram estátuas de gelo, e uma delas se esfarela diante seus olhos&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Surpresos com o ocorrido olham para Aria e partem ao campo de batalha destruindo as estátuas de gelo restantes. O homem que outrora dissera a Aria que se abrigasse, com um movimento de mão cede a jovem a liderança do grupo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Um corredor se abre e Aria passa sob o olhar confiante de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Vamos! Diz o homem. Essa é nossa terra! Temos a Senhora das Águas do nosso lado! Vamos lutar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria levanta a névoa de gelo trecho a trecho, e os homens e jovens destroem a estátuas de gelo..&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os marinas recuam para o mar. Todos retornam felizes com a agradável sensação de vitória.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria passa a ser aclamada como “Senhora das Águas” e torna-se amada por todos, contando com a confiança de todas as mães ao brincar com seus filhos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Por teu feito Atena chega a vila em busca de Aria. Aria parte com a deusa à Atenas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Na ausência de Aria, apesar da esperança e grande garra dos moradores da vila, esta sucumbe ao segundo ataque de Poseidon, dias depois de sua partida.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria sente que algo errado ocorrera a vila, e com a permissão de Atena e acompanhada volta a vila. A vila em destroços tinha apenas três sobreviventes: Ada, sua mãe e Ariadne.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria chega perto da fonte, mantida intacta pelos marinas, e apavorada pela devastação causada pelo inimigo ouve uma voz. Olha em volta e descobre vir de uma pilha de escombros próximo dali. A casa de Ada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Aria ... Aria ... Aqui! Diz a voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria vê uma mão ensanguentada movimentando-se em tua direção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Senhora das Águas ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Aria revolve os escombros e vê as três sobreviventes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Lutamos ... Diz a senhora. — Resistimos ... &amp;nbsp;e quase vencemos. Mas do mar veio um demônio. Usava uma armadura amarelada, que só em mexer os braços acabou com tudo. Não tivemos chance contra ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A senhora tosse com e o sangue que cai mostra seu estado de vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Consegui me esconder aqui, mas não resistirei ... Cuide de minha filha e de Ariadne. Sua família foi dizimada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Empenhada em salvar a todos, inclusive a senhora, Aria se levanta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Não. A senhora vai viver. Buscarei ajuda. Retruca Aria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sabendo de seu destino, interrompe Aria a senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Não. Não vá. Diz a senhora puxando Aria pelo braço. — É perigoso. Salve as crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A senhora tosse uma última vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— &amp;nbsp;Elas são protegidas dos céus, pelas constelações de Cisne e Aquário. Elas são especiais. Cuide delas! Senhora das Águas ... Eu te rogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A senhora tem uma taquicardia e suspira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Vejo uma jovem de branco. Diz. Um anjo? Ela pega minha mão ... e toca minha testa. Será um sonho? Indaga a senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tranquila e certa do que era tal visão sorri Aria, com uma imagem a mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena! A senhora está em boas mãos. Estás salva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;As meninas olham para Aria com um singelo brilho nos olhos. A confiança estava estampada nos sorrisos de Ada e Ariadne, que apesar da morte ao lado permaneciam calmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Atena! Diz Ada. — Mamãe se foi com Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O espírito de Atena olha para as meninas e sorri, enquanto ascende aos céus com a mãe de Ada.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ada dá a mão a Aria, que sorri e pega a mão de Ariadne seguindo ao que seria a nova casa das meninas. Sig e Anryu as esperavam.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sig brinca com Ada que a ele sorri. Uma pequena embarcação os aguarda e todos seguem na longa jornada a Atenas. Anryu brinca com maçãs e diverte as meninas. Sig pilota o barco, e Aria a proa pensa no destino e seus artifícios, por vezes cruéis.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO ATUAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ariadne volta a realidade e pensa no seu destino e no de Ada, já traçados pela mãe da amiga no momento de sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A MORTE LIGANDO PARA SEMPRE TRÊS DESTINOS. UMA NOVA CHANCE DE VIDA EM NOME DE ATENA.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-3590478077682633359?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/05/capitulo-11-senhora-das-aguas.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-1479581812204277364</guid><pubDate>Sat, 22 May 2010 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-22T11:54:41.417-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 10</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 10 – Aquele que foi tocado por Atena</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Era mais uma bela noite em Atenas, e Anryu, — o Cavaleiro de Dourado de Câncer —, olha ao céu e o brilhar das estrelas o faz lembrar de sua história. O brilho de um punhado de estrelas que lhe concedeu sua nova vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA SANTA – QUATRO ANOS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A Guerra Santa se desenrolava e era grande a perda de vidas humanas no confronto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os confrontos localizados nas diversas regiões da Terra dizimavam populações inteiras, incluindo mulheres e crianças. Os jovens e adultos estavam na linha de frente tentando impedir o avanço dos soldados das águas e proteger os mais frágeis, mas freqüentemente não conseguiam.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena sofria pois sentia cada perda humana como parte de sua vida se esvaindo, mas uma perda em específico abalou o cosmo da deusa como uma forte pontada em seu coração.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A morte ocorrera nas terras baixas do hemisfério sul, numa região próxima à grandes quedas d’agua em meio a densa floresta que a acercava.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No peito uma enorme sensação de perda, e no céu a constelação de Câncer perdia parte de seu brilho.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O assunto ocupara a mente de Atena, quando decidida em resolver tal situação saia a deusa de sua sala a passos firmes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No caminho seguido pela deusa estavam dois jovens guerreiros, que surpresos a interpelam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Boa tarde, deusa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Surpresa com suas presenças, responde a deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Boa tarde, Sig e Ozir. Não os havia percebido, desculpe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sig e Ozir estranham a &amp;nbsp;desatenção de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Não se preocupe conosco. Diz Sig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— É a ti que nos preocupa. Diz Ozir. — Ao local onde vais com tanta determinação, nós poderíamos acompanhá-la?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Sentimos uma distorção no céu.Completa Sig. — Alguma estrela se apagou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Acreditamos que isso é que a preocupa. Fala Ozir — Gostaríamos de acompanhá-la. Sua segurança não pode estar em risco. Completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena confortada pelas palavras de seus dois valorosos guerreiros volta-se a eles e diz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Vamos ao Yomotsu Hirasaka!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os gêmeos Sig e Ozir se surpreendem com o destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— O mundo dos mortos? Indaga Sig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— O local onde vagam as almas em direção ao Mekai. Responde Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Com a determinação estampada a face Atena olha o céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Resgatarei certa alma que perdi para Hades. Afirma Atena. — Precisamos manter a Terra em equilíbrio em tempos de guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena envolve Sig e Ozir em bolhas de energia e todos partem em direção ao céu. O objetivo era o Sekishiki, um portal existente entre as estrelas da constelação de câncer, e a entrada para o Yomotsu Hirasaka.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os três chegam ao Yomotsu, onde podia-se ver a fila de almas humanas indo em direção a colina do Yomotsu, e sua morte sem retorno. Em meio a elas uma reluzia em especial.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena segue em direção a alma que desequilibrara a Terra com sua partida, quando é intercedida por Stand de Besouro Mortal, a Estrela Terrena da Feiúra, umas das cento e oito estrelas malignas do exército de Hades.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sig e Ozir imediatamente se posicionam respectivamente entre Stand e Atena, e ao lado da deusa, quando uma densa voz a todos interrompe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— O que fazes em meus domínios, Atena? Viestes buscar teu elo perdido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Com vigor retruca Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Vim buscar uma alma que ainda vive. A ti, Hades, ela não serve de nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Hades acha graça das palavras que ouve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Te equivocas, Atena. Caído no vale do Yomotsu Hirasaka, nada permanece vivo.Toda luz que tivera outrora se apaga, e passa a ser a minha alma por toda a eternidade..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Calma, apesar da situação adversa, e com a alma de luz cada vez mais próxima da morte prossegue Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Preciso manter o equilíbrio na Terra. Não tive a intenção de perturbar teu sono. Mas terei o que quero custe o que custar! Já perdi muitas almas para teu reino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena olha para a fila de almas que prosseguem ao vale do Yomotsu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Dezenas de milhares em troca de apenas de apenas uma. considero um troca até injusta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O silêncio se faz ecoar no espaço, e após segundos de angústia responde Hades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Certo. É um pedido justo. Uma alma não a fará vencer a guerra. Muitas milhares de almas me presenteia Poseidon. Stand ... deixe-os passar! Pegue o que quer e saia! Não gosto de convidados indesejados!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena resgata a alma que almejava e em quatro esferas de luz saem do Yomotsu Hirasaka em direção a uma densa floresta na Terra, devastada pelos marinas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sig e Ozir ao leve movimento das mãos destroem os marinas que ocupavam o lugar, enquanto a alma retornava ao seu corpo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O jovem de aproximadamente quinze anos acorda assustado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Estou de volta. Mas o que aconteceu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O cosmo de Atena reluz e sua luz amável afasta o medo de seu coração e o tranquiliza, que antes de testa franzida e olhar desconfiado agora sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Quem é você? Pergunta o jovem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena toca o rosto do rapaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Sou Atena. O resgatei da morte, por tua vontade de viver.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Repentinamente o cosmo do jovem brilha de forma tão intensa que a toda a floresta ilumina, como um clarão de luz.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sig e Ozir olham um para o outro, e como numa transmissão de pensamento, juntos concluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Renasce uma estrela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Em plena harmonia com seus guerreiros completa Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— E Câncer recupera seu brilho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Apavorado com a manifestação de seu poder indaga o jovem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— O que é tudo isso? Sinto como se fluísse energia por entre meus dedos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;E ao movimenta-los perfeitas esferas azuis surgem flutuando no espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Anryu ... Sua experiência de quase morte despertou teu cosmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Assustado, Anryu pergunta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Como sabe meu nome?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Como em tantas outras vezes Atena sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Sou uma deusa ... Li em tua mente. Percebi o apagar de tua vida, e junto a ela o enfraquecer de tua constelação guardiã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena aponta para o céu a constelação de Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Tens o poder de lidar com a vida e a morte. Está escrito em teu signo de vida. Lute ao meu lado. Junte-se a Sig e Ozir. Assim poderemos salvar a Terra dos invasores das águas, os guerreiros Marinas de Poseidon, o Senhor dos Mares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Anryu olha a volta e vê muitos corpos, dentre eles o de um marina. Se aproxima, retira sua máscara, e este lhe implora misericórdia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Maldito! Diz Anryu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena toca seu ombro e Anryu com um movimento de mão separa corpo e alma do marina. Atena envolve a alma numa esfera de luz, que em seguida explode.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sig e Ozir ficam surpresos com o poder de Anryu, considerando este tê-lo despertado naquele instante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Quero enterrar a todos. Diz Anryu. — Eram minha família. Todos eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os gêmeos se olham.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Nós o ajudaremos. Solidários dizem Sig e Ozir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Algumas horas depois, já caído à noite, Anryu coloca a última pedra sobre um túmulo em especial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Vingarei tua morte, irmão. Não viveste quase nada. Mas sua existência marcou minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Olhando ao redor, aos túmulos que o local agora tinha ele profere sua indignação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;— Marcarei a todos que isso fizeram. Os brindarei com a morte, assim como fizeram conosco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena, Sig, Ozir e Anryu são envoltos pela luz e seguem ao templo da deusa em Atenas. Naquele dia a constelação de Câncer recuperou seu brilho, e um brilho especial se fez presente no céu, o signo de gêmeos reluziu duas vezes mais forte.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ÉPOCA ATUAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Anryu lembra-se de Atena, pessoa a quem deve seu renascer. Parado ao contemplar o céu pensa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena ... A ti nada ocorrerá. Ninguém mais atingirá minha família. Nunca mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANRYU RENASCEU PELAS MÃOS DE ATENA, SUA NOVA FAMÍLIA. O CAVALEIRO DE CÂNCER ENTRA EM CENA. O ELO REENCONTADO PELO EQUILÍBRIO DA TERRA.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-1479581812204277364?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/05/capitulo-10-aquele-que-foi-tocado-por.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-5562290289253841561</guid><pubDate>Wed, 05 May 2010 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-05T08:25:35.845-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 09</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 09 – Lyra de Ophiucus</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com o recente pós-guerra ares de paz e tranqüilidade pairavam na terra, mas em Atenas no templo da deusa Atena muito trabalho estava por se fazer.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra da província lemuriana de Temísia ali permanecera para organizar sua nova missão, bem como servir de ponte entre as duas terras.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Juntamente a Regia de Peixes Lyra fora incumbida pelo Gran Mestre da proteção de Atena.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tal fato causou descontentamento a Régia, sensação compartilhada por sua companheira amazona, Ariadne de Aquário. As amazonas sentiam que a presença de Lyra era obscura, havendo fatos ocultos e isso não as agradava.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra tinha uma missão ainda maior que simplesmente proteger Atena, ela antecederia Teon como Guardião da deusa. Esse preparava-se para ser o décimo terceiro Cavaleiro de Ouro e liderar os Aurum e Auras da Ordem de Serpentário, e insígnia de seu posto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra sentada na escadaria do templo lembrava de fatos de tua vida, e das reviravoltas que estes lhe proporcionaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO PASSADO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Lyra nascera em Lemúria na província de Temísia. Filha de um humilde artesão, muito antes de todos de sua classe podia controlar sua forte telecinese.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Sua prodigiosa habilidade extrassensorial despertou o interesse de Alberion, o Mestre Alquimista da província.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;O treinamento de Lyra era intenso e seu avanço notável, mas o potencial percebido por Alberion não era atingido mesmo com a máxima dedicação da jovem.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Consultados os Anciãos da província um complexo diagnóstico foi dado, uma grande provação de poder seria necessária para assim todo o poder de Lyra ser liberado.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A razão do bloqueio podia ser explicado por tristes acontecimentos ocorridos há alguns anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM ANOS ANTERIORES&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Lyra, ainda no ventre de sua mãe, inconscientemente possuía grande poder.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Quando num grande vendaval ocorrido na província uma lamparina foi derrubada pelo vento e um terrível incêndio com grande velocidade de ação do fogo ameaçou Marya, ainda grávida de Lyra. &lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A queda de partes da casa impedia sua saída pela porta. Marya com grande dificuldade de se mover, visto o avançado tempo de gravidez, via tudo parecer perdido quando então aparece do lado de fora da casa salva.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Lyra salvara sua mãe e a si mesma, mesmo sem saber o que houvera feito.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Já criança demonstrava seu poder telepático, e com o passar dos anos sobre si recaia todo o tipo de pedido por parte de todos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Quando Lyra completou cinco anos uma nova catástrofe atingiu Temísia, uma grande enchente que levava tudo que encontrava pelo caminho. Sua mãe foi levada, e Lyra por não ter podido fazer nada para impedir frustrou-se enormemente isolando-se de todos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Com a morte de teu pai aos teus doze anos passou a ser criada pelos Anciãos da vila. No túmulo de seus pais fez uma promessa: Seria a maior telepata que Lemúria já tivera, mas em sua mente ficou marcada a inconsciente impotência diante os acontecimentos daquele fatídico dia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Os anos se passaram e Lyra tornou-se uma importante guerreira de Lemúria.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Durante a Guerra Santa, quando as forças de Poseidon planejavam a invasão da ilha de Lemúria, os doze mestres alquimistas posicionados no litoral de suas províncias junto ao Gran Mestre ao topo do monte Sagres, ponto mais alto da ilha, preparavam sua ofensiva.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Uma grande onda de telepatia protegeria Lemúria da invasão além da praia e rochedos, enquanto o exército de Lemúria e seus doze comandantes expulsariam os marinas de volta para o mar.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       No lumiar do ataque de Poseidon, ao brilho intenso visto do monte Sagres, a barreira começou a ser montada.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Alberion doente se esforça, mas não resiste e desmaia. Diante da certa invasão do continente por Temísia e com a lembrança da enxurrada que outrora levara sua mãe, Lyra brilha como uma estrela e um ponto de luz cresce, partindo de Temísia e varrendo toda a Lemúria até um quilômetro mar adentro. Os marinas são destroçados pelo agressivo cosmo emanado junto a proteção telepática e Lyra cai.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Antes que Lyra toque o chão surge o Gran Mestre que a ampara nos braços. Lemúria estava salva e Lyra enfim vencera seus traumas despertando seu verdadeiro poder.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Reconhecida por todo o povo lemuriano Lyra é homenageada pelo Gran Conselho de Lemúria.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Ela prossegue seus estudos, ingressando na Academia Alquimista e aperfeiçoando-se nas técnicas de saúde e cura de enfermidades.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;       Seguindo a lendária associação da serpente à saúde, a amazona passa a estudar as serpentes e suas características. Seus conhecimentos na área a elevam a condição de Assistente do Mestre Alquimista de Temísia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO ATUAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra e Régia são convocadas ao salão de Atena.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Anunciadas pelos soldados, se apresentam fazendo a reverência a Atena, ao Grande Mestre, e ao Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra, surpresa com a presença do Gran Mestre, vê uma caixa de armadura no centro do salão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena dirigindo-se as amazonas ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Obrigado por terem vindo tão prontamente, Lyra e Régia. – Lyra, por teus conhecimentos em saúde e cura, e por teu grande poder telepático permanecerás em Atenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A lemuriana estava curiosa, pois tal informação já era em parte conhecida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Sim, Atena. Responde Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas não apenas isso reservara Atena a Lyra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Mas não o fará como simples soldado amazona. Continua Atena. – A ti consagro a Sagrada Armadura de Prata de Ophiucus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A caixa de Pandora se abre e a armadura veste o corpo de Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Utilize o traje sagrado para a proteção de todos. Diz Atena. – Atuarás junto a Régia de Peixes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra surpresa e sorridente desperta a admiração de todos os presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Esperamos uma boa relação entre ambas. Diz o Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Uma parceria em nome de Atena. Completa o Grande Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena volta seu olhar a Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Régia ... terás Lyra de Ophiucus como companheira, inclusive como minha escolta. Atendendo as instruções dos Grandes Mestres e minha própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Grande Mestre olha para Lyra, e tem a certeza de que paz ali fora selada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Esperamos que o descontentamento entre vocês seja superado em nome de Atena. Diz o Grande Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Amazona de Peixes, feliz por sua nova companhia ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Certamente. Diz. Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Regia e Lyra trocam olhares de cumplicidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Pode contar conosco Atena, sempre. Diz Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena sorri e conclui o momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Estão dispensadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra trajando sua veste sagrada tinha um cosmo ainda mais poderoso e o mesmo brilho no olhar. A fim de definitivamente selar a harmonia, Régia a Lyra estende a mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Seja bem vinda, Lyra ... à ordem dos Cavaleiros e Amazonas de Atena. Estou certa que nos daremos muito bem. Temos muito a aprender uma com a outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra estava agora mais feliz, porque a partir daquele momento realmente era parte de algo. Com um sorriso no rosto ele dá um forte abraço em Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Com certeza, Diz Lyra. – Pensei que não ouviria de ti essas palavras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra e Regia seguem conversando, elas encontram Ariadne que fica sabendo das novidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCE LYRA DE OPHIUCUS, MAIS UMA PODEROSA AMAZONA NO EXÉRCITO PRINCIPAL DE ATENA. QUAIS DESAFIOS ESPERARÃO LYRA DENTRO DOS PLANOS DE ATENA?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-5562290289253841561?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/05/capitulo-09-lyra-de-ophiucus.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-5414237748487235652</guid><pubDate>Wed, 05 May 2010 02:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-05T08:27:18.767-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 08</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 08 – Regia, A flor dos olhos azuis</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um dia depois da importante reunião com os Sacerdote Lemurianos, no templo de Atena, no Salão ocupado pelo Grande Mestre era aguardada Regia de Peixes. Convocada repentinamente e ainda ofegante pela pressa com a qual caminhava, trajando sua brilhante armadura de outro, a amazona se apresenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Regia de Peixes. Em atenção a Sua convocação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Percebendo o estado ansioso da amazona, a olha com cuidado o Grande Mestre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Acalme-se, tome um pouco de água - diz o Grande Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agradecida Regia dirige-se a uma pequena mesa, enchendo o cálice e bebendo uma boa quantidade de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Visualmente mais calma, a amazona termina de se apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – A sua disposição, Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Grande Mestre dirige-se a seu assento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Pegue uma cadeira, sente-se, e então começaremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Regia se acomoda, e então o Grande Mestre conta o motivo da convocação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Venho acompanhando teu desempenho em tuas tarefas para com Atena. Considerando a afeição de Atena a sua pessoa eu decidi nomeá-la, até segunda ordem, sua escolta pessoal permanente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Regia fica feliz com o que começara a ouvir e tenta esconder essa sensação, enquanto fala o Grande Mestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Em tempos de pós-Gerra Santa, e com o envolvimento pessoal de Atena na Ordem de Serpentário não podemos correr riscos. Esteja preparada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os olhos da amazona brilham como a ametista, quando levanta-se o Grande Mestre seguido de Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Está dispensada. Diz o Sacerdote. – Fique atenta às movimentações de Atena. Essa é sua missão prioritária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Radiante com a missão recebida, por alguns segundos cala-se Regia. A amazona volta a si rapidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Certamente. Conclui a amazona. – Nossa deusa nada sofrerá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto fechavam os grandes portões do salão uma imagem ocupava a mente do Grande Mestre, o brilho azulado outrora visto há alguns anos atrás, de mesma intensidade mas com outros sentimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Régia, quase sem conter a satisfação lembra da dura realidade vivida e da realização pessoal recente. Seu grande sonho de proteger a quem carinhosamente a acolheu quando sozinha aos treze anos, se realizara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; QUATRO ANOS ATRÁS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Uma grande batalha se desenrolava em terras distantes, imediatamente ao sul da Linha do Equador, banhada a leste pelo Oceano Atlântico e a oeste, após a espinha de montanhas, pelo Oceano Índico.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Nas terras cortadas pelo rio Amazonas ocorriam grandes inundações. As vidas tragadas pela água e por quem nela se escondiam marcaram a mente da jovem Regia, nome dado em homenagem a flor Vitória Regia.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Mas em meio a tanta morte uma chama de luz em breve surgiria, quando o então ser das águas mataria diante seus olhos azuis toda a família de Regia.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Da escuridão das águas nasceu a luz originada da dor, quando Régia, das flores que inocentemente brincava, retirou a essência da ira combinada a uma estranha energia semelhante à aura de um anjo.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Regia derruba o agressor envolto numa nuvem de pólen, podendo ainda ouvir de seus pais suas últimas palavras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Obrigado, minha filha. Sempre soubemos que eras especial. Não permita que isso continue. Estaremos sempre com você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Nesse momento um grande sentimento de solidão toma a jovem Regia, sua cosmo-energia se eleva mais uma vez e toda a floresta é recoberta de pétalas de variadas cores. Um a um caem os marinas surgidos do rio. Sem nada entender Regia fica com a sensação de ter salvado muitas vidas, e uma grande sensação de alívio transmite a floresta.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Esgotada por tal supremo esforço, Regia ao tentar dar um passo cai quando é amparada por alguém.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Pouco tempo depois Régia acorda e vê, como um anjo, garota tão jovem quanto ela envolta numa aura de luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Sou Atena. Diz a jovem garota. – A deusa da Sabedoria e Guerra Justa. Sentimos tua energia e viemos ao teu encontro. Sinto por tua família, mas ela estará bem. Salvaste muitas vidas hoje. Seu poder é notável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Regia apesar de calma pelo caloroso e amável cosmo de Atena, estava confusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Mas o que eu fiz? Indaga a jovem – O que foi aquilo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Atena olha as almas dos parentes da menina e pacientemente a tranqüiliza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Não se preocupe Régia. Não fizeste nada de mau.  Tua família te agradece e todos do local também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Como sabes meu nome. Indaga Regia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Regia estava ainda mais confusa, Atena percebendo isso sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Tua alma me disse. Responde Atena. – Venha conosco. Podemos ser tua família. E nunca mais se sentirá só. Seu dom pode ser útil a toda a humanidade. Lutamos pela paz no mundo. Você pode em muito ajudar nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Nesse momento as almas dos pais de Regia, dentre vários outros, se aproximam de Regia e Atena e em seguida sobem aos céu, sob o olhar calmo de Régia.&lt;br /&gt;
Regia acalentada pelo caminho de luz que via seguir sua família, e certa da bondade e sinceridadade de Atena, aceita sua oferta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– Vou segui-los e defenderei a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A energia daquele aceite sincero faz o cosmo de Regia reagir e o brilho azulado dos seus olhos torna-se ainda mais intenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;– A servirei, Deusa Atena. Declara Regia.Serei o escudo dos inocentes e de todos aqueles que me estenderam a mão. Serei teu escudo, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Com uma expressão de felicidade Atena olha para Osir, e uma grande esfera de luz sai em meio à mata em direção ao Atlântico.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Regia, um prodígio de treze anos dava seu primeiro passo em direção ao exército de Atena.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO ATUAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Regia com lágrimas nos olhos toca sua armadura de ouro, e lembra com carinho de Atena e de Osir, hoje o Grande Mestre, pela acolhida e reconhecimento. Lembra também do brilho que outrora havia visto no rosto de Teon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seja forte Teon! Pensa ela.  Pelo bem da humanidade. Sei que em breve estaremos lado a lado, e será um grande prazer estar contigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGIA É A ESCOLTA PERMANENTE DE ATENA. QUE PERIGOS AINDA ESPERAM ATENA?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-5414237748487235652?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/05/capitulo-08-regia-flor-dos-olhos-azuis.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-8115964298291455791</guid><pubDate>Mon, 19 Apr 2010 16:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-19T09:43:41.044-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 07</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 07 – Teon, o jovem Cavaleiro de Ouro</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teon era um jovem habitante de Lemúria, órfão de pai desde seus nove anos de idade sempre ajudou a mãe em todas as tarefas. Trabalhava em sua vila como ferreiro, oficio que aprendera com seu pai Leônidas desde criança. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leônidas foi um grande sábio alquimista, sendo indicado à posição de Mestre Alquimista da Província de Casparian, quando um fatídico acidente o vitimou deixando esposa e filho. A amizade cultivada durante a vida por toda a família causou a todos grande consternação, e graças a esse carinho Teon crescia em meio ao cuidado de todos os seus vizinhos fortalecido por laços de amor.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No dia do enterro de seu pai, com muitas honras pelo importante cidadão que era, de moral e conduta ilibada, Teon fez um a promessa a todos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na inocência dos seus nove anos, Teon com uma maturidade que a todos impressionou, de pé diante o tumulo de teu pai ao lado de tua mãe, e de todos que carinhosamente prestavam as suas últimas homenagens, dissera:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Meu pai foi um homem honrado e um grande defensor da nossa local. Aprendi com ele a ser sempre honesto e justo. Serei um homem tão honrado quanto foi meu pai, e a todos defenderei com toda a força de minha alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teon olha para sua mãe e contêm as lágrimas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – No Panteão dos Heróis, onde está sua alma agora ... com a benção de Atena ...&amp;nbsp; meu pai vai saber, como vocês saberão agora e eu prometo: Aqui&amp;nbsp; nasce Teon, o maior Mestre Alquimista que a Província de Casparian já viu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teon deu a mão a sua mãe e saiu rumo a casa, por caminho aberto dentre todos, respeitosos da palavra dada por tão jovem lemuriano naquele momento.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O jovem começara sua jornada de muito esforço entre estudo e trabalho aperfeiçoando-se cada vez mais como ferreiro, iniciando-se ainda aos dez anos nos princípios básicos da alquimia dos metais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sua evolução era acompanhada de perto pelos Alquimistas do Conselho de Anciãos da Província, admiradores e alguns deles professores de seu pai.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seu desempenho e capacidade corriam os quatro cantos de Lemúria e aos doze anos já era considerado como o futuro sucessor de Leon, o Mestre Alquimista da Vila e grande orgulho de todos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aos doze anos após prodigiosa conclusão da Escola Básica, Teon é cotado a uma vaga na Academia de Alquimia de Lemúria, o terceiro e mais alto nível de graduação da ilha, por muitos querido mas a poucos permitido. Sua notável evolução nas artes alquimistas despertara a atenção do Gran Conselho de Lemúria.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sua Educação Profissional seguiu-se de forma também precoce, visto a rara habilidade com a alquimia dos metais jamais vista em tão jovem lemuriano.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Colégio Técnico se preparara para receber um aluno de idade tão abaixo da média dos dezesseis anos, e potencial bem superior áqueles que nela ingressavam. Teon entra no segundo nível de educação de Lemúria sob a tutela do Conselho de Anciãos da Província de Casparian, cidadãos dentre os mais respeitados Alquimistas da ilha.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aos quinze anos após ousado encontro com a Deusa Atena, e já esperada formação como Técnico Alquimista, o Gran Conselho de Lemúria aprova o acesso do jovem ao mais importante nível de formação da ilha, atendendo a solicitação oficial do Conselho de Anciãos de Casparian.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O desempenho de Teon era acompanhado de perto pelo Gran Mestre e por Leon, indicado pelos Anciãos de Casparian como seu Tutor Acadêmico. A tarefa recebida de Atena aparentava cada vez mais próxima de ser concluída. O excelente desempenho do jovem lemuriano, atendido pessoalmente por Atena, deixava claro quem seria o portador da armadura do décimo terceiro Cavaleiro de Ouro do exército da deusa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dois anos se passam, e a impressionante e avançada capacidade de aprendizado de Teon o deixa a um ano da completa formação como Mestre Alquimista.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Gran Mestre, visto a condição adquirida por Teon na Academia, consulta o Gran Conselho de Lemúria acerca de aprovação do nome de Teon a posição de Cavaleiro de Serpentário ao findar do próximo ano. Tal votação se encerra com a decisão de onze votos e uma abstenção, de Leon por sua posição no processo. A aprovação a consulta feita era dada, sem a necessidade do voto do Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As vestes Sagradas dos Guardiões já estavam quase concluídas, e dois anos após a visita de Atena àquelas terras o projeto desenhado mostrava –se parcialmente realizado. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sempre com novos desafios a frente o Gran Mestre e os Mestres Alquimistas vem ao Templo de Atena para audiência com a deusa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Reunidos no salão do Grande Mestre, os Mestre Alquimistas aguardavam Atena, que gentilmente recebida pelo Grande Mestre recebe as reverências de todos os presentes. Externamente ao salão, Anryu de Câncer e Leo de Áries faziam a segurança dos presentes à seção.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desejoso de notícias vai direto ao ponto, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Obrigado pela presença de todos. Gostaria de saber dos avanços de nossos projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Gran Mestre assume a palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Certamente Atena. O Cavaleiro de Serpentário já foi escolhido, e creio que já saibas de quem se trata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena lembra-se de sua reflexão a dois anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – O jovem lemuriano, Teon. Completa Atena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leon de Casparian pede a palavra, e consentido pelo Gran Mestre assume a preleção dos lemurianos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Sou Leon de Caparian e acompanho de perto a evolução de Teon. Teon vem demonstrando um desempenho notável em seus estudos. Atualmente resta apenas um ano para completar a Academia e tornar-se um Mestre Alquimista. Sua extraordinária habilidade nas artes alquimistas o torna a pessoa perfeita à posição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena sorri, lembrando-se da determinação vista nos olhos daquele jovem, confirmada na sua evolução nas ciências alquimistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Confio na decisão dos senhores. Desde o primeiro momento Teon demonstrou esse potencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O semblante da deusa muda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – E quanto as Crystallus? Indaga Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Gran Mestre, maior responsável pelo projeto, responde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – As vestes das constelações do Círculo Zodiacal estão terminadas. A armadura de Serpentário brilha como o sol dentro de tua caixa de Pandora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesse momento um portal no espaço se abre e surge uma reluzente caixa dourada. A caixa se abre e a Armadura de Ouro de Serpentário é apresentada a Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Eis a décima terceira Armadura de Ouro de seu exército. Completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Surpresa com a real origem do poder telepático que presenciara manifesta-se Atena:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Quem transportou esse objeto? Lyra, apresente-se!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um tanto admirado, se desculpa o Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Sim, Atena. Sua perspicácia não me surpreende. Desculpe-nos, não era nossa intenção enganá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena saúda sua guerreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Entre Lyra. Seja bem vinda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra atravessa o portal e Leo percebendo entrada de alguém por telepatia abre bruscamente a porta a fim de garantir a segurança de todos, em especial a de Atena.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A lemuriana prevendo a reação de Leo, sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Não se preocupe Leo. Diz Lyra. — Sou eu. Desculpe não ter usado a porta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por segundos Leo parece parar no tempo admirando a bela Lyra, pessoa que não via a alguns anos, estando ainda mais bela que sempre.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra era uma bela mulher, trajando vestes sofisticados típicas de uma lemuariana de sua posição portava uma máscara em respeito a deusa. Seus longos cabelos e olhos de uma rara cor castanho figuravam a mente de Leo, que junto a seu porte físico perfeito em suaves linhas e formosas curvas entorpeceram seu olhar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De volta a realidade e receoso de ter sido inconveniente Leo olha a todos os presentes e abaixa a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Desculpe, Atena. Desculpe, Grande Mestre. Desculpe, Gran Mestre. Desculpe, Sumo Sacerdotes. Desculpe ..., Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As autoridades presentes reconhecem a boa intenção do Cavaleiro de Áries.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Compreendemos sua atitude, diz o Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Grande Mestre cumprimenta Leo com um movimento de cabeça&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Continue teu bom trabalho. Diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena com um sinal positivo também com a cabeça aprova e agradece a Leo pela preocupação. Leo sai e fecha a porta.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de tanta agitação Atena percebe a máscara em Lyra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Lyra. Chama Atena a sua atenção. — É dispensável a lei da máscara. Retire-a, deixe-me ver teu rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um pouco incomadada com o adereço Lyra a retira e fica bem mais a vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Obrigada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena sinaliza ao Gran Mestre para que continue. Ele passa a palavra a Alberion de Temísia que se levanta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Por consenso do Gran Conselho avaliamos que o recrutamento e treinamento dos Aurum e Auras deveria começar imediatamente. Enquanto isso os trajes de cristal serão concluídos. Submetemos agora tal prévia decisão a sua aprovação, senhora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena já há tempos pensava nisso, e somado a plena confiança que tinha em seus sacerdotes, via tal proposta como prova da total harmonia de todos para com a Ordem de Serpentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Também assim o considero correto. Reponde Atena. — Confio no julgamento do Gran Conselho. Creio ser Lyra uma das responsáveis por tal trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Surpreso com a velocidade de raciocínio da deusa prossegue Alberion.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Sim. Lyra é líder da Província de Temísia e uma astuta Mestra Alquimista. Suas funções incluem o assessoramento ao Conselho de Anciãos do local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lyra olha para Atena e com uma reverencia confirma as informações transmitidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Lyra se responsabilizará pelo treinamento dos guardiões. Continua Alberion. — Lyra é um poderosa telepata e é perfeitamente apta a essa missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena lembra-se da jovem que a acompanhara tempos atrás, naquele momento notadamente mais evoluída em sua cosmo-energia e atributos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Tenho certeza que sim. Afirma Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atena em seus pensamentos sabia que seu projeto dera grandes passos. Uma poderosa guerreira agora lutaria ao seu lado, com determinação outrora por ela vista em Teon e mais anteriormente em Régia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O CAVALEIRO DE SERPENTÁRIO EM BREVE NASCERIA, BEM COMO AS AURAS E AURUM. ATENA VIA A FORÇA DE TEUS NOVOS GUERREIROS BRILHAR CADA VEZ MAIS INTENSAMENTE. TAIS FATOS MUDARIAM SENSIVELMEMTE O FUTURO DOS CAVALEIROS DE ATENA SOBRE A TERRA, E A DEUSA ESPERAVA ANSIOSA POR ESSE MOMENTO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-8115964298291455791?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-07-teon-o-jovem-cavaleiro-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-8259867790799535927</guid><pubDate>Mon, 19 Apr 2010 15:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-19T08:08:09.763-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 06</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 06 – A ordem de Serpentário</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Gran Mestre, após a partida de Atena, ateve-se em guardar em lugar seguro a caixa com os pós de cristal e na leitura do pergaminho&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No pergaminho lia-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;A Ordem de Escapulário&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Os Guardiões de Atena&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O PODER DO CRISTAL&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Os cristais são a manifestação de poder do Deus da Cura e Medicina, Asclépio.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;As variadas cores dos cristais representam dois poderes e seu equilíbrio.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A cor dourada personifica o espírito, a alma do Guerreiro, a força de vontade e esperança que se desdobra no Cosmo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A cor azul representa a matéria, o plano físico, o corpo que a tudo suporta amparado na força do cosmo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;As variações de cores claras representam o diversificado balanço e harmonia entre espírito e matéria, corpo e alma.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A cor branca absoluta representa o equilíbrio perfeito, atingido mas jamais plenamente obtido. Tal poder apenas o Cavaleiro de Ouro de Serpentário pode controlar seu acesso, representado com o equivalente ao oitavo sentido — Arayashiki —, a porta da vontade divina — o nono sentido.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;AS AURAS E OS AURUM&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Esses guerreiros serão protegidos pelas oitenta e oito constelações da abóbada celeste. Atuarão como os anjos da guarda dos Cavaleiros e Amazonas dos três níveis de poder: Ouro, Prata e Bronze.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Não haverá nível dentre esse grupo de guerreiros, sendo seu poder definido pelo nível de cosmo do Cavaleiro ou Amazona protegido ou protegida.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A ordem representa uma versão de cada signo representado nas constelações, com o poder do cristal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A ordem é secreta, sendo apenas de conhecimento dos Mestres Alquimistas do Gran Conselho de Lemuria e do Grande Mestre.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;AS CRYSTALLUS&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;As Crystallus serão as vestes sagradas dos guerreiros dessa nova ordem.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Deverão ser confeccionadas com os cristais de cor azul e dourado, representado o corpo e alma. O branco deve ser o cristal do peitoral da veste, pois lá se localiza o coração, onde o equilíbrio entre espírito e matéria deverá ser atingido.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Assim como a Armadura a Crystallus possui vida própria, interagindo com o cosmo do Cavaleiro e Amazona, absorvendo a cosmo-energia emanada por esses durante as batalhas. O poder do Cavaleiro e Amazona será armazenado no cristal e retornado ao mesmo pelo poder dos Guardiões.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;O cosmo do Cavaleiro e Amazona poderá ser restabelecido em parte em caso de inconsciência total ou parcial do guerreiro. A Crystallus reagirá ao guerreiro repondo-lhe cosmo-energia suficiente até a sua própria gestão de seu espírito de luta.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Em caso de inconsciência irreversível ou não restabelecimento do guerreiro o Guardião veste sua Crystallus e segue ao local de batalha.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;O Guerreiro vulnerável é movido a local seguro e devidamente tratado com as técnicas de cura.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;TÉCNICAS&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;O Guardião busca o restabelecimento do guerreiro em tratamento.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Quando do fim do processo de cura o Guardião executa a “Barreira Sagrada”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Essa técnica remove da memória do Cavaleiro e/ou Amazona os fatos ocorridos, mantendo a ordem em segredo. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Em caso de morte o Guardião julga o equilíbrio entre o bem e o mal da alma do Guerreiro. Pelo “Fiel da Balança” a alma do guerreiro é julgada, com a ponderação entre o entre bem e mal, na busca do equilíbrio como no julgamento de valores feito pelo Cavaleiro ou Amazona Dourado de Libra.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Se o equilíbrio pender ao bem será executada a técnica de Unção da alma.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Pela “Unção de Atena” a alma do guerreiro é purificada, recebendo o selo divino de Atena para sua entrada nos Campos Elíseos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Em caso do mal prevalecer a alma é selada através do “Selo Sagrado”. A alma  selada por uma esfera de luz da cor de ébano, brilhante como as jóias do submundo, seguem para o Tártaro.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A cosmo-energia remanescente no guerreiro e em sua Armadura é absorvida pela Crystallus.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A Crystallus após absorver tal cosmo-energia leva o Guardião ao seu local e estado de origem, voltando a sua forma original de cristal. O posto de Guardião da referida constelação fica suspenso até a escolha de um novo Guerreiro à constelação, quando a Crystallus é reativada e o atual ou um novo Guardião é tocado pelo poder do cristal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O CAVALEIRO DE OURO DE SERPENTÁRIO&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;O Cavaleiro de Serpentário será o Décimo Terceiro Cavaleiro de Ouro.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Sua energia será vinda da antiga constelação de Serpentário, atualmente dividida em Serpens Caput, Ophiucus e Serpens Cauda.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Ele liderará as Auras e os Aurum em sua missão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;A décima terceira Armadura de Ouro será confeccionada nos moldes dos trajes sagrados dos Cavaleiros e Amazonas, com a adição dos Cristais que a tornará receptiva ao cosmo da Deusa Atena&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O Cavaleiro será o Guardião de Atena e do Grande Mestre pela deusa consagrado, caso necessário.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Quando o equilíbrio entre o bem e o mal atingir níveis críticos poderá o Cavaleiro de Ouro de Libra auxiliar o Cavaleiro de Serpentário nesse julgamento. Como juiz dos atos dos Cavaleiros e Amazonas, na falta do Décimo Terceiro Cavaleiro, poderá o Cavaleiro de Libra assumir seus julgamentos e executar a sentença, a seu nível e sob condições previamente ajustadas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Para maiores detalhes, o Grande Mestre do Templo de Atena e Niké poderá ser procurado, além de minha pessoa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Certa de vosso empenho.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;&lt;b&gt;Deusa Atena&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Gran Mestre enrola novamente o pergaminho com o poder das palavras, objetivos e assinatura da deusa, e cuidadosamente o guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; – Aceitamos mais esse desafio, Atena. Pode contar novamente conosco. Diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATENA REGISTRA A ORDEM DOS GUARDIÕES. O TRABALHO SE INICIA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-8259867790799535927?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-06-ordem-de-serpentario.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-4047579757104352679</guid><pubDate>Sun, 11 Apr 2010 23:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-11T16:31:27.887-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 05</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 05 – Uma nova missão para Lemúria</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Quatro dias se passam e Atena após sua pronta recuperação, no alvorecer de um novo dia, segue escoltada por soldados ao porto aos fundos do templo. Seu destino era Lemúria -.a ilha dos alquimistas construtores de armaduras -, oculta do mundo comum pela força do enorme cosmo da deusa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Na chegada ao porto Atena, portando seu báculo, caminhava a passos suaves e determinados em direção ao navio que levava seu selo. Em meio a transparente névoa que ao lugar cobria, próximo a cais encontrava-se Régia, a Amazona Dourada da constelação de Peixes. A beleza em seus leves traços em nada se comparava a seu ardoroso espírito de luta e letalidade quando no campo de batalha.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Levantando-se da reverência, com sua veste sagrada reluzente realçada pela capa em tecido branco flamulando à vontade da leve brisa do porto, apresenta-se Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Atena... Sou Régia de Peixes e serei sua escolta. Fui designada pelo Grande Mestre a essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena com um leve movimento de cabeça cumprimenta sua amazona, que segue navio adentro após a entrada da deusa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; No navio em seus aposentos Atena discretamente passa a Regia um pequeno objeto, uma das razões daquela tão planejada viajem.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Após longo tempo no mar sinais de terra são avistados, dobras de montanhas cobertas por um incomparável verde de florestas nativas. O cosmo de Atena abria aos olhos de Regia a lendária Lemúria, terra que a amazona jamais esqueceria.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Chegado o navio ao porto os sacerdotes lemurianos, devidamente paramentados, recebem Atena. Um tapete vermelho a aguardava e uma carruagem a levaria a uma confortável instalação, o templo da deusa naquelas terras.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Recomendado pelos sacerdotes a deusa fez um breve descanso, protegida por todo o exército da ilha e da imponente presença da amazona dourada.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Duas horas após, um farto desjejum preparado especialmente à deusa fora oferecido. Regia, concentrada em todos os movimentos nas imediações do templo é convocada por Atena. Adentrando-se o ao saguão do templo uma grande mesa com muitas frutas e iguarias, algumas delas nativas e exclusivas das terras de Lemúria, fazia boa vista. Atena convida a amazona a também usufruir o banquete. Regia pega uma fruta e permanece a postos no saguão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Minutos passados e acompanhada do Gran Mestre Atena adentra o salão de reuniões do Gran Conselho de Lemúria, sendo recebida a reverências por todos os doze mestres alquimistas que de pé os aguardavam.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Os mestres alquimistas neste momento possuíam em suas vestes os símbolos dos doze signos zodiacais, um a cada mestre indicando os responsáveis pela confecção de cada traje dourado do exército de Atena.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ao centro a grande mesa tinha um novo entalhe, as doze constelações do círculo equatorial. Com riqueza semelhante os assentos complementavam a beleza do local, com recostos que levavam imagem semelhante ricamente adornados em ouro, prata e bronze. Ao lado de seus assentos correspondentes estavam os Mestres Alquimistas aguardando acomodarem-se Atena e o Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Em assento ainda mais vistoso levando seu selo senta-se Atena, seguida do Gran Mestre, em assento pouco menos ornamentado trazendo a representação do círculo zodiacal. Os Mestres Alquimistas sentam-se também.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ao lado de Atena encontrava-se um outro assento destinado especialmente a sua escolta. Régia resiste a oferta visto sua missão de proteger a deusa, mas senta-se após sinal positivo de Atena agradecendo a gentileza dos lemurianos com um movimento de cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena sinaliza a Régia que do peitoral de sua armadura retira um pequeno cristal de 03 cores e a entrega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Obrigado a todos pela sua disponibilidade e recepção calorosa. Diz Atena. &amp;nbsp;– Estou sempre preocupada com a vida de meus guerreiros, não gosto de vê-los perde-la no campo de batalha. Por isso fiz uma longa jornada ao reino de Asclépio, o deus da cura. No Reino dos Cristais buscava o seu legado, o poder da cura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Exibindo o cristal herdado de Asclépio, a deusa o faz flutuar e o separa em uma peça para cada uma das três cores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Esses cristal representam a essência da vida. A parte dourada simboliza a alma, o espírito de luta, o cosmos. A cor azul representa o físico, a matéria, o corpo dos guerreiros. O branco é a conjunção do espírito e matéria, do corpo e alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Fazendo os cristais unirem-se novamente ele se torna branco com um brilho ainda mais intenso ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Quero criar uma nova ordem de guerreiros, a Ordem dos Guardiões, Prossegue Atena. – Os Aurum e as Auras serão em oitenta e oito guerreiros, seguindo a ordem dos Cavaleiros e Amazonas. Serão liderados pelo Cavaleiro Dourado de Serpentário, o Décimo Terceiro Cavaleiros de Ouro e líder dessa nova ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O lemurianos demonstram sua admiração por tão cuidadoso projeto elaborado por Atena, sempre atentos as palavras e olhar de sua deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Essa ordem secreta curara as feridas e restaurara os níveis de cosmo dos Cavaleiros e Amazonas durante e após as batalhas. &amp;nbsp;Diz Atena. – As vestes sagradas dessa nova ordem serão as “Crystallus”, feitas do mais puro cristal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena busca as três pequenas urnas postas sobre a mesa, solicitadas quando de sua chegada a Lemúria.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O cristal branco, ainda flutuando e brilhante, explode desfazendo-se em poeira brilhante nas três cores. Atena dirige o pó de cada cor à uma urna distinta, reunindo as três urnas e colocando-as em uma grande caixa também presente na mesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Esses cristais serão transmutados nas Crystallus dos Guardiões, e confio aos Mestres Alquimistas de Lemúria, – Senhores da ciência mais antiga da Terra &amp;nbsp;– essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Honrados com tão importante missão, os Mestres Alquimistas demonstraram otimismo em seu novo desafio. &amp;nbsp;Respondendo por todos os Mestres Lemurianos, manifesta-se o Gran Mestre:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Muito nos honra receber uma nova missão direta, Atena. Faremos o necessário para atender vosso desejo. Acompanhamos sua angústia durante a última guerra. A ordem dos guardiões será formada, conforme sua vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Todos os Mestres Lemurianos acenam confirmando as palavras do Gran Mestre.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Diante de tal comprometimento Atena expõe sobre a mesa um pergaminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Nessas linhas estão as instruções principais. A força do espírito e matéria dos guardiões. Conto novamente com vocês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Por alguns segundos paira um grande silêncio no ar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena levanta-se seguida por todos os demais. O Gran Mestre recebe das mãos da deusa a guarda da caixa com o pó de cristais e do pergaminho.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Finda a reunião Atena segue de volta a seu navio, aclamada por uma multidão de lemurianos educadamente organizados no caminho do porto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; No cais quando da despedida final aos Mestres Alquimistas subitamente surge da multidão um jovem rapaz. Régia de Peixes imediatamente saca uma rosa vermelha e parte a defender sua protegida, quando com um movimento de mão Atena a interrompe.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Régia detém sua investida e o jovem se aproxima em reverência a Atena,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Chamo-me Teon. Diz o jovem. – É meu grande sonho sagrar-se teu Cavaleiro. Seria para mim uma honra defendê-la. Daria a minha vida pela tua, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Impressionada com a força de espírito demonstrada por Teon ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Obrigada. Diz Atena. – Creio em tuas palavras e tenho certeza que teu sonho é possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Teon tinha os olhos brilhantes de êxtase pelas doces e firmes palavras de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – A esperança é a essência dos Cavaleiros e Amazonas. Define o espírito de luta de um guerreiro e é sua fonte de poder. Tens esse poder, e para quem o possui nada é impossível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ainda mais sorridente ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Obrigado. Diz Teon. – Nunca perderei a esperança e não abdicarei desse poder. Tenho certeza que vestirei um dia ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Entorpecido de emoção, com o coração acelerado, o jovem dá uma pausa e faz uma longa respiração ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Um traje sagrado. Completa Teon a frase. – E a defenderei com o mesmo ardor que sua protetora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Teon olha para Régia em busca de seus olhos, ocultos pela máscara da amazona. Como se pudesse vê-los através dessa barreira Teon fixa seus olhos e Regia desvia o rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Serei tão forte quanto Régia de Peixes, a flor dos olhos dos quais talvez nunca saberei a cor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ainda com o rosto de lado, resmunga Régia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Azuis, dos olhos azuis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Teon sorri, feliz pela atenção recebida pela bela amazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – A flor dos olhos azuis, completa Teon em reverência a Atena saindo correndo em meio à multidão, do mesmo jeito que surgira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena embarca seguida por Régia, que antes de subir ao convés olha para trás em busca de algo em meio à multidão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Aquele brilho! Pensa Régia. – &amp;nbsp;Eu o conheço. Já brilharam assim os meus ... há algum tempo atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A caminho de Atenas com as ondas do mar de paisagem a janela de seus aposentos, Atena pensa. Ela sente que aquele olhar cheio de esperança e brilho sincero, quentes como o cosmo, tornariam a ser vistos em breve. Régia à porta tinha isso como certo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; De volta ao continente, em seu Salão, Atena refletia sobre a criação da ordem dos guardiões quando chega o Grande Mestre atendendo a seu chamado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – As suas ordens, Atena. Diz o Grande Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Carinhosamente, a deusa o recebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Obrigada por chegar tão prontamente. &amp;nbsp;Inicia Atena. Quais são as condições estruturais das ruínas próximas ao porto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Com o pleno conhecimento dos planos de Atena ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – A área encontra-se em boas condições. Responde o Grande Mestre. – Atende perfeitamente ao que desejas. O isolamento ainda maior que o porto o torna especialmente estratégico. Apenas os Cavaleiros de Ouro sabem de sua existência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Perfeito. Conclui Atena. Siga conforme o planejado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESTAVAM ESCRITAS AS PRIMEIRAS LINHAS DA HISTÓRIA DA ORDEM DOS GUARDIÕES. TEON, O JOVEM LEMURIANO, QUAIS SURPREZAS GUARDARIAM SEU FUTURO?&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-4047579757104352679?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-05-uma-nova-missao-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-4552682259010417137</guid><pubDate>Sun, 11 Apr 2010 23:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-11T16:27:01.670-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 04</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 04 – O desejo de Atena</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Confortavelmente sentada Atena revela o verdadeiro objetivo de sua viajem ao reino dos cristais, ao atento olhar de Asclépio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Acompanhaste a última batalha ocorrida na Superfície da Terra. A luta foi árdua e muitos de meus valorosos guerreiros perderam suas vidas. Não desejo que sacrifícios como esses ocorram novamente. Gostaria de poder curar o corpo e a alma de meus guerreiros e evitar sua morte no campo de batalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Visivelmente emocionada Atena respira e se recompõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Venho em busca de seu legado. O poder de cura a meus guerreiros. Legado a ser passado a novos 88 soldados, para minimizar a dor do passamento da morte ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Asclépio percebendo o momento, confirmando informação já sabida previamente, faz brotar do chão dois pequenos cristais de cores azul e dourado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – O cristal dourado representa a alma. Explica Asclépio. – O azul representa o corpo, e os cristais claros representam o equilíbrio buscado entre ambos. O branco é o equilíbrio perfeito, atingindo mas nunca possuído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena associa o que acabara de ouvir como o sétimo sentido atingido em momentos de necessidade pela força de vontade na luta.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Como numa transmissão de pensamentos Asclépio e Atena olham um para o outro e Asclépio sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Esse equilíbrio compara-se ao sétimo sentido de seus cavaleiros. Não pensavas nisso Atena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ainda mais surpresa com a perspicácia de seu anfitrião, confirma Atena a informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – És transparente em sentimentos, Atena. P pondera o deus. Seu amor á humanidade é notável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Nesse momento a um leve movimento de braço surge nas mãos do deus um cajado. De cor dourada e ornamentado por uma serpente prateada entrelaçada no corpo do cajado, brilhava o objeto, principalmente os dentes da serpente esganiçados.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Asclépio segurando firme seu cajado bate com ele no chão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Esse cajado é meu legado de poder. O disseminador da cura o enfermos de bom coração. Ele possui o pode da Redenção aos que não mais habitam esse mundo, e da Maldição àqueles que vivem para espalhar o mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Desviando seu olhar para o chão entre os tronos surge a imagem do campo de batalha na terra, toda a destruição causada, as dezenas de lápides dos guerreiros mortos e os enfermos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena triste pela realidade de seu reino faz surgir seu báculo e a Asclépio olha profundamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O deus entende ser o momento e pronuncia com imponência as palavras que selariam de vez a relação dos dois mundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Eu Asclépio, senhor da cura, concedo a deusa Atena, senhora da Sabedoria e da Guerra Justa, e regente do Sekai, meu legado, minha herança de conhecimento do corpo, espírito e da vida. Em troca exijo a propagação da Redenção, aos puros de coração, e da Maldição, aos impuros de alma, com a formação de uma legião de homens curadores de homens, viventes por todas as gerações da Superfície da Terra. E que a quem for merecedor, que se leve &amp;nbsp;luz ou trevas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena Após audição silenciosa ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Aceito a oferta. Juro utilizar com sabedoria o legado rebebido para o bem de todos os seres de meu reino. Dando o tratamento merecido a quem for destinado a isso. Aos humanos, árduos defensores da Superfície da Terra, transmitirei o poder recebido, para que se faça a cura com a responsabilidade geração após geração. A nova ordem de Guerreiros sob meu comando, A ordem de Serpentário fará deste legado sua missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Os deuses, como em transmissão de pensamentos aproximam ao centro seus instrumentos de poder. O báculo de Atena, a representação da deusa Niké e fiel colaboração da deusa, outrora vital na batalha vencida contra Poseidon brilha manifestando o quente a amoroso cosmo da deusa. Também Asclépio empunha com vigor seu cajado, manifestando todo o brilho de seus poderoso cosmo. A luz emanada pelos dois cosmos anula o brilho dos cristais e encerra a visão da Terra, antes compartilhada pelos deuses.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Após cessar o intenso brilho uma forte luz dourada se faz persente, e as serpentes prateadas do cajado do deus transferem-se ao báculo e Atena. Elas tomam a cor dourada e percorrem o corpo do objeto da base ao seu topo, repentinamente o brilho se desfaz em uma grande explosão. Como num Big-Bang surge no ar uma peça de cristal, intercaladas as cores dourada e azul se manifestam convertendo-se na cor branca como o pó de diamante dos céus da Sibéria Oriental.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Afastando-se os objetos levanta-se Asclépio, oferecendo gentilmente a mão para que também o faça Atena. Instantaneamente o trono ocupado por Atena retorna ao chão, da mesma forma como surgiu. Surgem como num piscar de olhos os cinco guerreiros que a deusa receberam em sua chegada àqueles domínios, em reverência.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Feliz por sua conquista em vitoriosa jornada, e confortável com a presença dos guerreiros de Asclépio, Atena retribui a reverência recebida.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Asclépio repentinamente desaparece, e dentre os cristais ecoa a mensagem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Sigas em paz a seu lar, – Sekai –, que tanto amas e que abriga os que por sua paz deram a vida. Leva conforto a seus súditos. Assim, dou minha missão divina como cumprida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Os Asclepiades, em formação de pentágono se levantam, acendem seu cosmo e conduzem Atena de volta Terra.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Num jardim, em algum lugar de seu reino, Asclépio assiste a viajem de Atena. Certo da palavra de Atena, o portal se fecha. Atena já está em seus domínios.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Na Terra, Grécia, Atenas, no Templo de Niké e Atena, de pé no mais alto degrau da longa escadaria encontrava-se Leo de Áries, que de conhecimento do retorno de sua deusa ali se postava a recebê-la.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Uma grande luz surge no pé da escadaria, e como num piscar de olhos surge Atena a poucos metros do chão em suave descida. Leo, feliz por seu retorno, inicia sua descida em direção à Atena, quando repentinamente na velocidade da luz desce o Cavaleiro Dourado de Áries e toma a deusa nos braços. O grande esforço da viagem de volta a havia esgotado e não mais de pé podia sustentar-se Atena.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Já em seus aposentos, após minucioso exame dos médicos, a deusa por telepatia cumprimenta Áries que ansioso por notícias nas portas do grande salão aguardava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Obrigada por sua recepção e preocupação, Leo de Áries. Diz Atena. – Irei a Lemuria em quatro dias. Espero sempre poder contar com sua presença e proteção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Leo, escondendo a satisfação por telepatia afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Sempre que for preciso estarei presente. É minha palavra como Cavaleiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena coloca a cabeça no travesseiro com sua mente imersa em decisões a serem tomadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATENA RECEBE O LEGADO DE ASCLÉPIO. BROTA A SEMENTE DA ORDEM DOS GUARDIÕES.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-4552682259010417137?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-04-o-desejo-de-atena.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-5620864269182940993</guid><pubDate>Sun, 11 Apr 2010 23:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-11T16:23:42.957-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 03</category><title>Capítulo 03 – O reino dos cristais</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Asclépio é considerado o deus da medicina, ou da cura, mas não figura entre os deuses do panteão olímpico, morando num planeta na órbita de uma longínqua estrela de uma constelação do céu, seu poder seria de grande valia para Atena.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena ascende aos céus, seu destino estava bem próximo ao círculo zodiacal, bem próximo a Ras Alhague, a estrela alfa da constelação de Ophiucus. Um planeta na órbita da estrela Cheleb de menor brilho, próxima a Ras Alhague, é a morada do deus Asclépio, – Senhor da Cura e do Reino dos Cristais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Chegada a grande plataforma, sólida e feita do mais claro cristal, repentinamente surgem cinco guerreiros trajando brilhantes vestes de cristal dourado ornamentadas por pequenos cristais azulados. Observando-se os trajes imaginaria-se tratar de parte de alta casta do exército de Asclépio.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Eles se interpõem em seu caminho posicionados em forma de V invertido, em pares a esquerda e direita ajoelhados em posição de reverência,. O guerreiro mais avançado, notadamente o líder do grupo, posicionava-se de pé diante da deusa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Por um breve instante passou a mente de Atena: - Por que tal recepção ofensiva?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Segundos após tal pensamento o guerreiro postado à frente a reverencia e se manifesta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Seja Bem vinda, Atena, deusa da Sabedoria e Guerra Justa e senhora do Sekai. Somos os Asclépiades, fração do exército do Senhor Asclépio. Desculpe-nos pela recepção agressiva, mas ao dar-nos conta de Vossa Identidade ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Mais tranqüila com a relação a recepção suaviza o momento, Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Não se preocupem, Não me senti ameaçada. Venho em audiência ao deus Asclépio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O líder do grupo sinaliza e os demais guerreiro se levantam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Ele a aguarda, diz o Asclepiade. A conduziremos a presença de nosso senhor. Ele a espera no grande salão. Seremos sua escolta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Caminhando pela plataforma Atena admirava a grande beleza do lugar, em belíssimas formações cristalinas muito bem delineadas. Uma longa escadaria postava-se a frente, semelhante a presente em seu templo em Atenas. Cristais de cor púrpura bem sóbreo combinados aos de cor mais clara traçavam o caminho. Um brihante céu verde azulado esmaecia a paisagem de rochas cristalinas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Mais adiante um grande templo se desenhava, em forma de semicírculo de cor branca apesar dos cristais serem incolores, tal o número de camadas sobrepostas. Tal alvura lembrava as paredes eternas de gelo da região da Sibéria Oriental. Nesse local já repousaram duas das sagradas vestes de valorosos guerreiros de Atena: a Sagrada Armadura de Ouro da Constelação Zodiacal de Aquarius (Aquário) da primeira ordem da confraria de seu exército, e a Sagrada Armadura de Bronze do Constelação Boreal de Cygnus (Cisne) integrante da terceira ordem.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Recebendo aos que chegavam ao templo um corredor com piso a suave cor dourada era coberto com belos arcos azuis-claros, ornamentados por belas flores de pétalas tom escuro perfeitamente contrastadas. Ao final desse caminho podia-se avistar a entrada do grande salão do senhor daquelas terras, e um portal dourado separava Atena daquele que procurava.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Com um curto movimento de mão o líder dos Asclepiades abre o grande portal, gentilmente dando passagem a deusa enquanto o resto do grupo ao templo fazia reverência. &amp;nbsp;Asclépio a porta recebia a deusa Atena no centro de seus domínios.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena olha a frente e lá está presente o deus Asclépio, Esculápio para os Romanos, figura de porte alto e imponente com brilhantes vestes púrpura confeccionadas da mais pura seda de alto corte na forma dos mais luxuosos trajes do panteão olímpico do Tenkai. A deusa a este faz reverência, sendo imediatamente dispensada de tal formalidade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Movimentando-se em direção a Atena o deus exibe sua veste divina, seu traje Kamui cristalino. O reluzente cristal dourado, ofuscante a toda cor ao redor, o cobria de corpo inteiro, detalhado com adornos azul claro ainda mais reluzentes. Ajoelhando-se o deus toma a mão de Atena e a conduz de pé antes que se ajoelhe por completo, &amp;nbsp;gentilmente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Formalidades são dispensáveis, Atena, – Senhora do Sekai, da Sabedoria e Guerra Justa – , e importante deusa do Panteão Olímpico. Acompanhei seu triunfo diante Poseidon. Os últimos acontecimentos na Terra mostraram toda a sua fibra, e senso moral. Sinto-me honrado com Sua Presença. A aguardava ansiosamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena fica impressionada com o deus por sua figura e pela atenção a ela dispensada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Obrigada. Diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Os Asclepiades, presentes em reverência aos dois deuses, como num brilho de cristal desaparecem da mesma forma que a Atena abordaram na plataforma de cristal.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Com um gesto suave Asclépio pede a mão de Atena e ambos seguem para dentro do salão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Uma extensa área com grandes cristais verde-claros surgidos do chão como semente recém-germinada, e o esplendoroso brilho claro-azulado refletido do teto tornavam o pomposo salão &amp;nbsp;singelo e bucólico. Ao fundo um belíssimo trono montado de um lado por cristais dourados, e de outro do belíssimo tom azul fixados ao chão como estalactites &amp;nbsp;caídas do teto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Enquanto caminhavam Asclépio contava da surpresa quando do recebimento da solicitação de audiência por Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – E solitário esse mundo cercado de cristais. Não é sempre que recebo visitas, ainda mais audiências com figura de tal porte. Nesse distante planeta fico mais protegido dos males do universo, mas isolado dele. Tua companhia muito me agrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Com grande expectativa com o sucesso de sua jornada ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Sinto-me honrada por ter-me recebido deus Asclépio, diz Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Asclépio ri percebendo a tensão que tinha Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Dispense o formal Atena, me chame de Asclépio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atena se dera conta de seus nervosismo, e sem demonstrar acha graça daquela situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Certo, &amp;nbsp;Asclépio. Muito me entristece a morte como destino de meus bravos soldados. Esse momento venho programando a algum tempo, mas tarefas de última hora tiveram que ser cumpridas na Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Atento as palavras de Atena, Asclépio mostra-se animação pelo encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Acredito que esse encontro fora traçado pelo cosmos. Esse momento de certo renderá bons frutos a todos, tanto a Superfície da Terra e seus humanos, quanto o reino dos Cristais. Todos em muito lucrarão com os momentos que estão por vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Os deuses então chegam diante do trono de cristal azul-doirado. Asclépio com um leve movimento de mão faz surgir do chão trono outro tão exuberante quanto o seu. De cores branco e verde com um leve gestual o deus oferece o assento à Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Um trono digno de Sua Divindade. Espero que as cores te agradem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Seguindo a simplicidade das reações Atena sinaliza que sim e pondera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – Creio esses serem o momento e local ideais para se dar um grande passo ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Com um sinal com a cabeça, o Asclépio concorda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; – De certo que sim. Sente-se Atena e sinta-se em casa. Estou a seu dispor. Faça seu pedido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COMEÇA A AUDIÊNCIA DE ATENA E ASCLÉPIO, PARA O BEM DA TERRA E DO REINO DOS CRISTAIS. ATENA FAZ O SEU PEDIDO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-5620864269182940993?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-03-o-reino-dos-cristais.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-8652846651492551006</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 03:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-04T20:07:57.131-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 02</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 02 – Lemúria e as raízes do passado</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Incrustado no Oceano Pacífico, bem distante do continente há uma grande ilha oculta. Inexistente dos mapas e cartas náuticas, Lemúria, também chamado de Continente Mu, conta com a proteção divida de Atena, a deusa regente da Superfície da Terra.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Este local misterioso abriga um povo de natureza especial. Dotados de grande longevidade e sabedoria, o lemurianos são profundos conhecedores da vida e morte, e possuem a capacidade de usar as mais profundas capacidades do cérebro humano.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;De posse dos antigos conhecimentos místicos, esse povo pode manipular os metais e a química antiga, como a prática da secreta alquimia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Lemúria possuía um governo próprio, onde um sábio sacerdote, chamado de Gran Mestre, e seus doze Conselheiros Alquimistas governavam com justiça, amor e fidelidade a sua deusa. Os doze mestres alquimistas eram os governadores das doze províncias da ilha. O nascido que se sagrasse o mais habilidoso alquimista de sua geração recebia essa honraria, sendo ao bater de sua velhice aceito na ordem dos Anciões de sua província após a transferência de seu cajado ao jovem da geração seguinte.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ao Conselho de Anciãos, composto pelos lemurianos mais antigos e de notável sabedoria, cabiam grandes responsabilidades. A orientação nas decisões dos governadores das províncias, bem como a deliberação final das questões das mesmas eram as tarefas mais comuns. Mas uma responsabilidade ainda maior lhes era atribuída, quando da vacância na posição de Mestre Alquimista da vila, a importante missão da sucessão a eles era incumbida.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O Gran Mestre, consagrado pelo poder de Atena, era escolhido dentre os sábios do Conselho de Anciãos em doze candidatos auto-propostos, representantes de suas províncias.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;E assim seguia Lemúria, pacata e presente na batalha travada nas outras partes da Superfície da Terra.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Nessa terrível batalha encontrava-se Leo, um poderoso Lemuriano que ainda jovem, aos quinze anos, salvara seu bairro de um ataque surpresa dos marinas de Poseidon, bem como a própria Lemúria um ano atrás. Sua coragem impressionou Atena que o recrutou a seu exército, e seu amor a sua terra natal elevou Lemúria a um importante patamar, ser a força de retaguarda na sangrenta batalha que se desenrolava.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atentos a batalha o povo de Lemúria aguardava ansiosamente ordens do Templo de Atena, quando num momento delicado da batalha chega mensagem urgente diretamente do Salão de Atena e de próprio punho da deusa. Atena visitaria Lemúria em dois dias.&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Um dia e meio depois, em Lemúria, todos os preparativos à recepção da deusa estavam acertados. O ocultamento do porto secundário pela névoa, o discreto e seguro caminho ao Grande Salão do Gran Conselho, e a ornamentação simples e ao mesmo tempo respeitosa a importância da pessoa a se receber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Enquanto isso ... No Templo de Atena ... no pequeno porto da baia oculta entre as montanhas uma luxuosa embarcação esperava a deusa. Na entrada do cais estava Leo, um dos mais valorosos guerreiros de Atena, em reverência com a chegada da deusa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O navio com o selo de Atena, este coberto por lonas negras a fim de proteger a deusa em tempos de guerra, segue mar adentro com Atena a proa, apesar da recomendação de Leo para se resguardasse a seus aposentos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O rumo da guerra contra Poseidon deixava Atena muito apreensiva, e seus guerreiros sempre em alerta máximo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Após longa viagem Atena e Leo chegam ao porto escondido em Lemúria, sendo recebidos por um lemuriano trajando belas vestes azul escuro. Todos seguem imediatamente ao Salão do Gran Conselho devido à urgência da mensagem e ansiedade de todos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Chegando a entrada do Salão dois guardas também trajados de vestes azuis abrem as portas, e atrás dessas podia-se ver um vistoso tapete vermelho como caminho a um luxuoso assento na cabeceira principal da grande mesa. Leo, prontamente reconhecido por todos, após um sinal de cabeça do Gran Mestre conduz Atena a seu lugar de destaque.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os doze Mestres Alquimistas, após Atena e o Gran Mestre, sentam-se. Leo &amp;nbsp;o faz em seguida em assento especialmente posto ao lado da deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O Gran Mestre, como anfitrião faz as honras da casa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Muito nos honra tua presença, Deusa Atena. Aguardávamos ansiosos sua chegada. Estamos a seu inteiro dispor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena agradece a acolhida e traz a todos o motivo de sua visita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– A batalha pela paz na Terra, que muito angustia a todos, chega em um momento crucial. Somos em menor número e muitas foram as perdas humanas. O espírito de luta e o cosmo de nossos guerreiros está vulnerável. Por isso decidi conceder-lhes vestes sagradas a proteger seus corpos, as armaduras sagradas. Assim com elas passarão a ser os meus Cavaleiros e Amazonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Após essas palavras, cheias de sentimento, Atena abre uma pequena caixa discretamente levada àquele momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– As Sagradas Armaduras serão em número de oitenta e oito, conforme as constelações existentes no céu. Serão divididas em três grupos de poder. À confecção delas lhes ofereço quatro metais: O Gamanium, o Ouro, a Prata e o Bronze. - Diz Atena retirando uma porção de cada metal do baú. – A fim de torná-las fortes e traçar um caminho de energia entre o metal, o cosmo e as proteção das constelações ... &amp;nbsp;eis o pó de estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Nesse momento, a um singelo movimento de dedos de Atena surge no ar um rastro de finíssimas partículas douradas. As partículas se materializaram e se depositam no fundo de uma caixa ainda menor que a deusa retira do mesmo baú.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- As Armaduras nascerão como entes vivos, e com poder regenerativo. Cedo meu sangue divino para tornar isso possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena tira do baú uma pequena adaga e um frasco de vidro. Ela posiciona sua mão sobre o frasco destampado e a corta com a adaga, deixando gotejar seu sangue divino no recipiente. Após chegar a metade do volume do pequeno frasco, a deusa com um leve movimento de mão fecha a corte e tampa o frasco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Assustados com a cena, os lemurianos se tranquilizam após verem um doce sorriso dado por Atena.&lt;br /&gt;
Atena coloca o pequeno fraco com seu sangue próximo aos metais sobre a mesa, pegando um pedaço de bronze numa mão e de prata em outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- Visando proteger os guerreiros de menor poder, serão construídas as armaduras de bronze, com gamanuim, pó de estrelas e bronze. Em número de quarenta e oito peças. &amp;nbsp;Num nível superior, mas intermediário existirão as vinte e quatro armaduras de prata. - Atena coloca sobre a mesa os metais e apresenta um reluzente pedaço de ouro. – Para a mais alta casta de poder dos guerreiros, as doze armaduras de ouro, orientando-se pelas constelações presentes no círculo Zodiacal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os Mestres Alquimistas atentos a todas as palavras da deusa se surpreendem com mais um objeto retirado por ela da caixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Por fim quatro armaduras especiais, feitas de um metal ainda mais especial, o Oricalco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Calmamente, Atena guarda todos os objetos no baú e completa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- Confio a vocês, Mestres Alquimistas de Lemúria, a missão de elaborá-las e mudar o rumo dessa Guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A essa tarefa Atena não define prazo, mas ordena o imediato cumprimento a começar pelos trajes de ouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Considerando o adiantado da hora, de maior vulnerabilidade em mar aberto, Atena após reunião é conduzida a seus aposentos naquelas terras.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Vendo Leo sempre a seu lado, a deusa após devidamente alojada o chama-o para audiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Obrigado por sua dedicação Leo. Está dispensado até amanhã pelo meio-dia. Visite seus familiares, pois aqui estou segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Leo, confiante das palavras de Atena e cheio de saudades de seu povo sai até sua província, onde é tido como herói.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Dia seguinte, doze horas da manhã, seguem Atena e o Gran Mestre até o porto, não mais coberto pela névoa, mas protegido por grande quantidade de soldados lemurianos em locais visíveis e não visíveis. Como ocorrido na partida à Lemúria no Templo da deusa em Atenas, na entrada do cais encontrava-se Leo de prontidão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Diante da longa reverência de Leo, as duas importantes pessoas que chegavam ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Levante-se Leo. És um dos nossos e estás em tua terra. - Leo se surpreende com a quebra do cerimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Mas ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O Gran Mestre, quebrando o procolo dá um grande abraço em Leo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Voce goza da confiança de Atena e de todos aqui em Lemúria. Estamos certos que nos dará muito orgulho defendendo Atena e nossa Terra. Representas com honra nosso povo na linha de frente dessa guerra, e é isso que importa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Leo, feliz com o reconhecimento manifestado, sorri. – Obrigado. - Diz Leo com a visão de um belo sorriso desenhado no rosto de Atena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O barco parte de volta a Atenas com um reforço de soldados Lemurianos, dentre eles uma bela jovem chama atenção. Sua missão era transportar em segurança todos os lemurianos de volta a Lemúria. Seu poder de teletransporte era notável. Lyra era a mais poderosa telepata de sua vila.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Alheio a tudo isso, Atena pensava na guerra e nas medidas necessárias para vencê-la. Muitos desafios estavam por vir, pelo bem da terra e da humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Naquele momento Atena dava um passo essencial ao seu triunfo na guerra contra Poseidon que abalava a Terra, e em muitas outras em épocas vindouras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A força dos Cavaleiros e Amazonas vence a Guerra, mas não estanca a tristeza da deusa no pós-guerra. Atena tinha ousados planos para resolver essa nova situação. Asclépio aguardava ansiosamente o desenrolar desses planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCIAM AS SAGRADAS ARMADURAS DOS CAVALEIROS DE ATENA. A OUSADIA DE ATENA VENCE A GUERRA, MAS ALGO MAIOR AINDA ESTÁ POR VIR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-8652846651492551006?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-02-lemuria-e-as-raizes-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-6216229152828980707</guid><pubDate>Sun, 04 Apr 2010 23:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-04T20:06:34.273-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulo 01</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capítulos</category><title>Capítulo 01 – A era mitológica</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Conta a história que há muitos anos atrás, na era mitológica, Atena – a deusa da Sabedoria e Guerra Justa –, por amor a terra e seus habitantes herda de seu pai Zeus o governo e proteção da Superfície da Terra, – Sekai.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os outros deuses, gananciosos, desejavam adicionar Sekai a seus domínios, gerarando inúmeras batalhas posteriormente denominadas “Guerras Santas”. Uma dessas batalhas tornou-se especial, um marco dentro da Mitologia Grega, contra Poseidon, o senhor do Reino dos Mares – Kaikai –, figurou-se a primeira Guerra Santa da história mitológica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Nessa época Poseidon constrói seu templo na Superfície da Terra e com seu exército, denominados de Marinas, sob a liderança de seus mais poderosos guerreiros, os Generais Marinas, parte para a ofensiva contra Atena. Os Marinas eram protegidos por vestes sagradas constituídas de Oricalco – um metal raro –, chamadas de Escamas, e por isso dominavam a guerra contra o exército de humanos da deusa cada vez mais reduzido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Em situação difícil diante a superioridade do adversário Atena reflete sobre seus guerreiros, que de mãos nuas e sem proteção a seus corpos se levantaram em defesa de sua terra fazendo queimar sua energia interior e por ela dariam suas vidas. Preocupada com seus valorosos guerreiros e inspirada nas constelações do céu, a deusa incumbe os Mestres Alquimistas de Lemúria de uma importante missão: construir oitenta e oito trajes sagrados a vestir e fortalecer seus honrados guerreiros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;As armaduras passara a cobrir seus corpos, e a interação positiva com &amp;nbsp;as suas energias tornam-os vencedores, batalha após batalha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O rumo dos acontecimentos tem uma radical mudança, e Atena assume o controle da batalha. Após o recuo de Poseidon a seus domínios, são enviados ao Kaikai sete dos mais poderosos guerreiros da deusa, os Cavaleiros de Ouro. Vestidos com reluzentes trajes confeccionados de ouro, eles acabam facilmente com os soldados marinas, partindo ao confronto mais duro, contra os Generais Marinas do deus dos mares.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A luta é árdua, mas a vitoriosa é Atena. Poseidon é aprisionado numa ânfora, e o selo de Atena lacra o recipiente que guarda a alma do poderoso deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Finda a guerra muitas eram as baixas em seu exército, muitas perdas humanas, milhares de feridos, além de muitas crianças órfãs. Diante de tal quadro de triste de destruição Atena decide fazer Algo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Atena lembra-se de um ser em especial, cujo poder e legado seria às futuras gerações da Terra extremamente importante, o deus Asclépio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A deusa planeja a criação de uma nova ordem de soldados a seu comando, a Ordem dos Guardiões. Nas datas vindouras os Guardiões teriam essencial papel na defesa da Superfície da Terra, e a Atena e seus Mestres Alquimistas Lemurianos estariam reservadas importantes missões em prol da humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;BEM DISTANTE DA TERRA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Do alto de um imponente trono um ser de igual porte olha por um portal de luz as várias partes da Terra. Este era Asclépio do alto de tua morada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ATENA POSSUI UMA IMPORTANTE MISSÃO. QUAIS SERÃO OS PRÓXIMOS MOMENTOS DA DEUSA DA SABEDORA E GUERRA JUSTA?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-6216229152828980707?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/capitulo-01-era-mitologica.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-4766765081995659193</guid><pubDate>Sun, 04 Apr 2010 23:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-04T16:39:53.128-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Apresentação</category><title>A Ordem dos Guardiões de Atena</title><description>Finda a primeira Guerra Santa da história Mitológica, Atena apiedada do estado dos humanos e dos seus soldados toma uma decisão. A deusa decide criar a Ordem dos Guardiões, os protetores da vida de seus Cavaleiros e Amazonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estória tem como base o pós-guerra e o nascimento da Ordem dos Cavaleiros e Amazonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São intercaladas&amp;nbsp;passagens da guerra santa e do momento atual da estória, numa trama de fatos do passado e presente, onde os personagens são descritos e suas ações cuidadosamente narradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que curtam mais essa FANFIC de CDZ.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Phoenix no Ankaa - MF&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-4766765081995659193?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/ordem-dos-guardioes-de-atena.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-356101633366519130</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-22T11:56:15.006-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Créditos</category><title>Créditos</title><description>&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;Trabalham por essa Fanfic:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Autoria e Desenvolvimento&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
Phoenix no Ankaa - MF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Idéia base:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Persephone Sama&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Revisão:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Persephone Sama&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Esta é uma obra baseada na história original de Cavaleiros dos Zodiaco (Saint Seiya).&lt;br /&gt;
Todos os direitos da obra original a Masami Kurumada.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-356101633366519130?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/04/creditos.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6156089754979625165.post-6190046825027029729</guid><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 23:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-22T16:55:32.478-07:00</atom:updated><title>Em breve ...</title><description>Em breve postarei a mais nova estória de Cavaleiros de Zodíaco. Ela foi desenvolvida por Phoenix no Ankaa - MF com a idéia inicial de Persephone Sama. Em épocas remotas ...  O resto todos saberão em breve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Phoenix no Ankaa - MF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6156089754979625165-6190046825027029729?l=osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://osguardioesdeatena-rpna.blogspot.com/2010/03/em-breve.html</link><author>noreply@blogger.com (Phoenix no Ankaa - MF)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

