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	<title>os números da internet</title>
	
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	<description>Tudo sobre o números da web...</description>
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		<title>PMEs da AL não investem em segurança da informação, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 13h31 Embora a perda de informações seja a maior preocupação das pequenas e médias empresas (PMEs) da América Latina, a maioria delas não dispõe de uma política eficiente de segurança, de acordo com estudo encomendado a Applied Research pela fabricante de software antivírus Symantec. De acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/07/07/2010/pmes-da-al-nao-investem-em-seguranca-da-informacao-diz-estudo/ti/189998/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 13h31</p>
<p>Embora a perda de informações seja a maior preocupação das pequenas e médias empresas (PMEs) da América Latina, a maioria delas não dispõe de uma política eficiente de segurança, de acordo com estudo encomendado a Applied Research pela fabricante de software antivírus Symantec.</p>
<p>De acordo com a consultoria, 73% das 344 empresas ouvidas na região se declararam &#8220;extremamente preocupadas&#8221; ou &#8220;preocupadas&#8221; com a perda de dados e 26% admitem ter perdido informações confidenciais no ano passado. As perdas, segundo a pesquisa, representaram prejuízo financeiro para 100% das companhias.</p>
<p>O estudo mostra que as PMEs latino-americanas gastam apenas US$ 23,4 mil por ano em políticas de proteção, enquanto a média mundial é de US$ 51 mil. Segundo Marcelo Saburo, gerente de vendas para PMEs da Symantec Brasil, as empresas alegam ter restrições orçamentárias para investir em segurança, mas a economia resulta na queda da produtividade das equipes de tecnologia da informação.</p>
<p>O analista cita que dois terços do tempo das equipes de TI são gastos para o gerenciamento dos dados das empresas, o que é muito mais caro do que a compra de um software que faz isso sem tanta necessidade de gerenciamento.</p>
<p>O relatório aponta, ainda, para os ciberataques sofridos por 74% das empresas da região nos últimos 12 meses, em que 31% foram efetivos. Destas, 59% disseram que o maior problema é a perda de produtividade dos funcionários e 20%, a perda de receita. No Brasil, a queda de produtividade foi apontada por 68% das empresas como reflexo direto dos ciberataques e 11% declararam perda de receita. A pesquisa, contudo, não mede o quanto as empresas perdem com a falta de uma política de segurança da informação.</p>
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		<title>Antivírus gratuitos respondem por 42% do mercado, revela estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 15h19 Os software antivírus gratuitos respondem por 42% do mercado mundial de aplicativos de segurança, segundo estudo realizado entre janeiro e maio deste ano pela OPswat, fornecedora de soluções de gerenciamento de dados de segurança. &#8220;Parece que os usuários finais têm mais confiança na capacidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/07/07/2010/antivirus-gratuitos-respondem-por-42-do-mercado-revela-estudo/ti/190015/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 15h19</p>
<p>Os software antivírus gratuitos respondem por 42% do mercado mundial de aplicativos de segurança, segundo estudo realizado entre janeiro e maio deste ano pela OPswat, fornecedora de soluções de gerenciamento de dados de segurança. &#8220;Parece que os usuários finais têm mais confiança na capacidade de aplicativos antivírus gratuitos para mantê-los seguros do que na dos pacotes de software pagos&#8221;, aponta a pesquisa.</p>
<p>O software antivírus mais popular é o avast! Free Antivirus, que detém 11,45% de participação de mercado. Em seguida, vem o Avira AntiVir Personal Free Antivirus, com 9,19%, à frente do AVG Anti-Virus Free, com 8,6%, do Microsoft Security Essentials, com 7,48% e do avast! Antivirus, com 5,4%. Completam a lista o Kaspersky Internet Security (4,48%), Norton AntiVirus (4,24%), ESET NOD32 Antivirus (3,84%), avast! Antivirus Professional (3,5%) e o McAfee VirusScan (3,26%).</p>
<p>Quando analisado o ranking de fornecedores, a pesquisa aponta Avast Software como a líder da indústria mundial, com participação de mercado de 19,14%, seguida pela Avira, com 11,3%, e Symantec, com 10,06%. A Microsoft ocupa a quarta posição, representando 9,29% do total.</p>
<p>Depois delas aparecem, pela ordem, AVG Technologies (9%), McAfee (7,3%), Kaspersky Labs (5,96%), Eset Software (5,66%), Panda Software (3,44%) e Trend Micro (2,8%).</p>
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		<title>Google busca cura do Parkinson</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; com informações do Info &#8211; 06/07/2010 Com o objetivo de criar um banco de dados de dez mil indivíduos e usar o mecanismo de buscas Google para encontrar links entre eles, o co fundador do gigante das buscas, Sergey Brin, se empenha em encontrar uma cura para o Parkinson. A iniciativa, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=105756" target="_blank">Adnews</a> &#8211; com informações do Info &#8211; 06/07/2010</p>
<p>Com o objetivo de criar um banco de dados de dez mil indivíduos e usar o mecanismo de buscas Google para encontrar links entre eles, o co fundador do gigante das buscas, Sergey Brin, se empenha em encontrar uma cura para o Parkinson.</p>
<p>A iniciativa, que já conta com 4 mil participantes, é uma parceria da 23andMe, empresa privada de testes genéticos, o The Parkinsons Institute and Clinical Center (PI) e a Fundação Michael J. Fox (MJFF).</p>
<p>O projeto cria também um fórum online para conectar pessoas e famílias afetadas pelo Parkinson. A platafomra da web possibilitará ao 23andme a criação de uma nova maneira de estudar doenças complexas agravadas pela interação de genes e meio ambiente. Utilizando a internet para questionar e interagir com os voluntários, os custos de pesquisa são drasticamente reduzidos; a web também permite que pessoas que moram longe de centros de pesquisa participem do projeto.</p>
<p>A iniciativa é patrocinada principalmente por Sergey Brin, que doou pessoalmente US$10 milhões, e por sua empresa, o Google, que investiu cerca de US$6 milhões. Essas doações reduzem os custos para os 10 mil voluntários &#8211; quem se cadastrar no projeto deve pagar apenas US$25, quando um teste como este, normalmente, custaria US$399. Os participantes recebem um kit de testes, no qual colocam uma amostra de saliva e devolvem para análise. Eles também respondem questionários online sobre estilo de vida e comportamento.</p>
<p>A doença da mãe e sua herança genética são os principais motivos para o engajamento de Brin.  Aos 36 anos, com fortuna estimada em US$17,5 bilhões, o empresário possui uma mutação no gene LRRK2.</p>
<p>A taxa da doença na população é relativamente rara: entre 1% e 2% das pessoas têm chance de desenvolvê-la ao longo da vida, porém a chance aumenta com a idade: 28% de chance ao 59 anos, 51% aos 69, e 74% aos 79.</p>
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		<title>Propaganda política está liberada na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; Com informações de Comunique-se e Info &#8211; 06/07/2010 Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=105757" target="_blank">Adnews</a> &#8211; Com informações de Comunique-se e Info &#8211; 06/07/2010</p>
<p>Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não sem regras específicas para tal.</p>
<p>A web foi classificada pelo Supremo Tribunal Eleitoral como território livre, o que resultou em uma regulamentação mais branda na comparação aos outros meios. A ação, além de acirrar ainda mais as campanhas, tende a jogar a disputa mais para dentro do universo online. Apesar disso, o uso da web também é passível de condenações, como já ocorreu com sites e blogs, por campanha antecipada.</p>
<p>A inspiração para o uso da internet parte diretamente do modelo norte-americano. Por lá, Barack Obama fez história ao conseguir usar a rede não só como arma poderosa na disseminação do &#8220;Yes, we can&#8221; como também – e principalmente – na arrecadação de fundos para financiar sua campanha. E pode ser esse o caminho a ser seguido no Brasil, já que os candidatos poderão receber doações até mesmo por cartão de crédito.</p>
<p>O responsável pela campanha digital de Obama, inclusive, é quem comanda a equipe da petista Dilma Rousseff. Ben Self, fundador da Blue State Digital, entrou para a história em duas vertentes: além de ajudar a eleger o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ele conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões apenas com a ajuda da internet.</p>
<p>Mas os futuros eleitos poderão contar também com toda a gama de ferramentas que a web tem a oferecer. Estão permitidos sites, blogs e, como não poderia faltar, contas em redes sociais – estas com grande poder de aproximação dos candidatos a parte da população.</p>
<p>Antes da largada oficial, os três principais candidatos à Presidência já tinham participação expressiva nas redes sociais. No Twitter, atual sensação da web, José Serra (PSDB) é o campeão de popularidade, com 281 mil seguidores. Já Dilma Rousseff (PT), que estreou sua conta em abril, vem em segundo com 104 mil seguidores. Marina Silva (PV), em terceiro, conta com 84 mil.</p>
<p>As regras</p>
<p>Apesar de mais leves para o meio digital, o não cumprimento das regras pode resultar em multas que vão de R$ 5 mil a R$ 30 mil, além da suspensão por 24 horas ao conteúdo informativo de campanha contido no site. A Justiça Eleitoral fica aberta a candidatos, partidos, coligações e ao Ministério Público, se quiserem reclamar o descumprimento das normas, contidas na Lei das Eleições (9.504/97).</p>
<p>Pagar para anunciar em sites e enviar e-mails sem aprovação do receptor (spam) estão proibidos. E outro problema pode ser a criação de &#8220;fakes&#8221;, como são chamados os perfis falsos, que podem ser usados nas redes sociais para manipular a opinião pública.</p>
<p>Veja as permissões e proibições a que os candidatos estão impostos:</p>
<p>Sinal verde:</p>
<p>Blogs e redes sociais: A propaganda poderá ser feita em redes sociais como Twitter, Orkut e Facebook, tanto pelos candidatos como pelos simpatizantes.</p>
<p>Debates: na internet, não há restrições para a realização de debates entre candidatos. No rádio e na TV, os encontros exigem acordo entre os partidos.</p>
<p>E-mail: Mensagens podem ser enviadas a qualquer eleitor, desde que seu endereço tenha sido cadastrado pelos responsáveis pela campanha.</p>
<p>Sites: Os candidatos podem fazer propaganda na sua própria página, na home page do partido ou no site da coligação.</p>
<p>Sinal vermelho:</p>
<p>Spam: Quem doar ou vender listas com toneladas de e-mails para políticos ou partidos poderá receber multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
<p>Propaganda: Anúncios pagos estão proibidos na web. Além disso, sites de empresas ou de órgãos públicos não podem exibir propaganda gratuita.</p>
<p>Anonimato: Qualquer internauta pode dar suas opiniões na rede, desde que não omita seu nome. Se houver abuso, poderá ser pedido direito de resposta.</p>
<p>Fakes: Quem publicar um anúncio na rede fingindo ser um candidato, partido ou coligação também está sujeito a multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
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		<item>
		<title>Participação do Internet Explorer chega a 60,3% entre os navegadores</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por IDG News Service &#8211; Publicada em 05 de julho de 2010 às 11h47 O browser cresceu 0,6% desde maio de 2009. Atualmente, ele é seguido pelo Firefox com 23,8%, Google Chrome com 7,2%, e Safari com 4,9%. A participação do Internet Explorer no mercado de navegadores obteve um crescimento em junho deste ano, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/05/participacao-do-internet-explorer-chega-a-60-3-entre-os-navegadores/" target="_blank">IDG News Service</a> &#8211; Publicada em 05 de julho de 2010 às 11h47</p>
<p>O browser cresceu 0,6% desde maio de 2009. Atualmente, ele é seguido pelo Firefox com 23,8%, Google Chrome com 7,2%, e Safari com 4,9%.</p>
<p>A participação do Internet Explorer no mercado de navegadores obteve um crescimento em junho deste ano, segundo uma pesquisa da Net Applications, empresa de análise na web.</p>
<p>O navegador foi utilizado por 60,3% de todos os internautas do mundo, 0,6% superior ao mês de maio de 2010, quando foi constatado um aumento de 0,3%.</p>
<p>O vice presidente executivo da empresa de análise, Vince Vizzaccaro, declarou que as características de segurança do Internet Explorer 8 (IE8), e o aumento nas vendas de PCs com o sistema operacional Windows, são os principais responsáveis pelo crescimento.</p>
<p>&#8220;As vendas de PCs estão em um ritmo recorde ajudando a Microsoft a melhorar a sua posição no mercado, e a aumentar a utilização do IE8”, disse Vizzaccaro.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a participação do Firefox foi de 23,8%, uma queda 0,5%, enquanto o navegador norueguês Opera caiu 0,2%, contando agora com uma participação de 2,3% no mercado de navegadores.</p>
<p>O Google Chrome terminou o mês com 7,2% do setor, um aumento de 0,2%, enquanto o Safari, da Apple, subiu 0,1% contando com 4,9% de share.<br />
(Oliver Garnham)</p>
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		<item>
		<title>Domínio “sex.com” é colocado à venda</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[domínio]]></category>
		<category><![CDATA[sex.com]]></category>
		<category><![CDATA[URL]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 01 de julho de 2010 às 17h30 Empresa detentora do endereço consegue acordo para retomar leilão suspenso em março deste ano. Depois de muitos percalços jurídicos, o &#8220;sex.com&#8221; está no mercado novamente. Considerado o domínio mais valioso da internet, o endereço será leiloado pela Sedo, firma especializada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/01/dominio-sex-com-e-colocado-a-venda/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 01 de julho de 2010 às 17h30</p>
<p>Empresa detentora do endereço consegue acordo para retomar leilão suspenso em março deste ano.</p>
<p>Depois de muitos percalços jurídicos, o &#8220;sex.com&#8221; está no mercado novamente. Considerado o domínio mais valioso da internet, o endereço será leiloado pela Sedo, firma especializada na venda de sites com denominações valiosas.</p>
<p>Quem detém o domínio atualmente é a companhia Escom, que adquiriu-o em 2006 por 14 milhões de dólares. Com problemas financeiros, o CEO da empresa, Del Anthony, não tinha outra opção além de comercializar o endereço. Para ele, a Sedo conseguirá obter o maior preço possível devido à sua experiência no mercado.</p>
<p>Em comunicado, Kathy Nielsen, diretora de vendas da empresa responsável pelo leilão, sublinhou a importância que domínios curtos e explícitos representam:</p>
<p>“É uma oportunidade extremamente rara a venda de um endereço deste calibre. Domínios como esse são um veículo de marketing espetacular. Para os potenciais compradores, é algo único”.</p>
<p>Nomes que definem uma categoria se mostraram como os mais valiosos da web. O termo “sex” é um dos mais procurados nos mecanismos de busca e, segundo o último estudo da Symantec, de dezembro de 2009, está entre os cinco mais pesquisados entre os jovens.</p>
<p>Comercializado pela própria Sedo, o domínio “vodka.com” atingiu o preço de três milhões de dólares. O &#8220;poker.org&#8221;, vendido em fevereiro deste ano, custou um milhão de dólares. Em relação ao &#8220;sex.com&#8221;, não há estimativas, mesmo porque o valor inicial de venda não foi divulgado.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/osnumerosdainternet/~4/n2FW-P4wB-A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sudeste consome mais de 60% do conteúdo online</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/osnumerosdainternet/~3/-wBBT2hXLvc/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
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		<category><![CDATA[conteúdo online]]></category>

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		<description><![CDATA[Meio &#38; Mensagem &#8211; 05 de Julho de 2010 às 09:10 ComScore apura que ES, MG, RJ e SP concentram 66% de acesso ao conteúdo e 65% dos minutos gastos online no Brasil De todo o conteúdo online consumido no Brasil, 66% vêm da região Sudeste, que inclui os estados de São Paulo, Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Sudeste_consome_mais_de_60_porc__do_conteudo_online&amp;origem=mmbymail" target="_blank">Meio &amp; Mensagem</a> &#8211; 05 de Julho de 2010 às 09:10</p>
<p>ComScore apura que ES, MG, RJ e SP concentram 66% de acesso ao conteúdo e 65% dos minutos gastos online no Brasil</p>
<p>De todo o conteúdo online consumido no Brasil, 66% vêm da região Sudeste, que inclui os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. A região é responsável, ainda, por 67% do total de usuários da internet brasileira &#8211; são 73 milhões de internautas, de acordo com os dados da ComScore -, e pelo consumo de 65% dos minutos totais gastos online pelo brasileiro.</p>
<p>A ComScore é uma consultoria norte-americana especializada no meio digital e agora dispõe de capacidade de segmentar o uso da internet no Brasil com base nas cinco regiões geográficas do País &#8211; Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.</p>
<p>No mesmo levantamento, a consultoria concluiu que os usuários entre 6 a 14 anos (que representam 12% do total de internautas brasileiros) gastam 60% do tempo conectados em sites de entretenimento e comunicação como mensageiros instantâneos (Messenger) e redes sociais (Twitter, Facebook e Orkut, por exemplo).</p>
<p>Em maio, 40,7 milhões de usuários acessavam a internet de casa ou do trabalho. Os 73 milhões de usuários computados pela comScore incluem os usuários que acessam a internet em locais públicos como cafés, universidades e outros, como as LAN houses.<br />
Ainda na faixa dos 6 aos 14 anos, os sites de entretenimento são responsáveis por 25% do tempo de acesso, os mensageiros instantâneos ocupam 22% dos acessos e as redes sociais, 15% do tempo total.</p>
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		<title>Número de domínios de internet atinge 193 milhões no 1º trimestre</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[domínios]]></category>

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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; segunda-feira, 5 de julho de 2010, 16h11 O número de novos domínios de internet alcançou 1 milhão no primeiro trimestre. De acordo com levantamento feito pela VeriSign, fornecedora de infraestrutura digital e sistemas de identificação digital. O estudo revela que foram apurados 193 milhões de nomes digitais no mundo no período. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/05/07/2010/numero-de-dominios-de-internet-atinge-193-milhoes-no-1-trimestre/ti/189704/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; segunda-feira, 5 de julho de 2010, 16h11</p>
<p>O número de novos domínios de internet alcançou 1 milhão no primeiro trimestre. De acordo com levantamento feito pela VeriSign, fornecedora de infraestrutura digital e sistemas de identificação digital. O estudo revela que foram apurados 193 milhões de nomes digitais no mundo no período.</p>
<p>A companhia contabilizou crescimento de 6% nos domínios de primeiro nível (sigla que aparece depois do primeiro ponto após o nome do site) em relação ao mesmo período do ano passado. A base total de domínios .com e .net aumentou em 99,3 milhões, ou 7%, na comparação com o primeiro trimestre de 2003.</p>
<p>Na América Latina, o aumento do número de domínios .com e .net foi de 9,8% no primeiro trimestre na comparação com mesmo período do ano passado. Juntos, os países da região representam cerca de 2 milhões de domínios .com e .net.</p>
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		<item>
		<title>Web supera ATMs como canal de atendimento bancário, aponta BC</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Usuários]]></category>
		<category><![CDATA[caixas eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[canal de atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; segunda-feira, 5 de julho de 2010, 14h27 A internet ultrapassou os caixas eletrônicos de autoatendimento (ATMs) como canal de atendimento mais utilizado pelos correntistas, respondendo por 30,6% das transações bancárias no ano passado, segundo relatório do Banco Central sobre o Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 5. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/05/07/2010/web-supera-atms-como-canal-de-atendimento-bancario-aponta-bc/ti/189635/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; segunda-feira, 5 de julho de 2010, 14h27</p>
<p>A internet ultrapassou os caixas eletrônicos de autoatendimento (ATMs) como canal de atendimento mais utilizado pelos correntistas, respondendo por 30,6% das transações bancárias no ano passado, segundo relatório do Banco Central sobre o Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 5.</p>
<p>O estudo aponta ainda que a internet foi o canal usado para a realização de 27% do total de transações de pagamento de contas, de tributos e de transferência de crédito no ano passado, ficando atrás apenas dos correspondentes bancários, que representaram 36% do total de transações.</p>
<p>No ano passado foram realizadas 8,36 bilhões de transações pela internet, aumento de 15,6% em relação a 2008, quando totalizou 7,23 bilhões. Na mesma base de comparação, o valor transacionado nos bancos pela web avançou 17,6%, fechando em R$ 7,3 trilhões em 2009.</p>
<p>&#8220;Da quantidade total de transações, 26% implicaram movimentação financeira em contas de clientes e, entre essas, 54% estavam relacionadas a transferências de crédito&#8221;, diz o relatório do BC.</p>
<p>A pesquisa revelou ainda que o número de acesso a contas por telefone celular registrou crescimento de 250% em 2009, mas mesmo assim continua sendo um canal pouco expressivo entre os correntistas. A quantidade de transações realizadas por meio de celulares e PDAs foi de 100 milhões em 2009, ante as 29 milhões em 2008.</p>
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		<item>
		<title>Brasil é 4ª maior fonte de mensagens no Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[audiência web]]></category>

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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; Com informações da BBC &#8211; 05/07/2010 O Brasil deixou de ocupar o terceiro lugar entre os países que enviam o maior número de mensagens ao Twitter, segundo a consultoria francesa Semiocast. Ultrapassado pela Indonésia, o país ocupa, agora, a 4ª posição com 11% de todos os tweets de junho. No levantamento anterior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=105691" target="_blank">Adnews</a> &#8211; Com informações da BBC &#8211; 05/07/2010</p>
<p>O Brasil deixou de ocupar o terceiro lugar entre os países que enviam o maior número de mensagens ao Twitter, segundo a consultoria francesa Semiocast. Ultrapassado pela Indonésia, o país ocupa, agora, a 4ª posição com 11% de todos os tweets de junho.</p>
<p>No levantamento anterior, o Brasil respondia por 11,5% das mensagens e a Indonésia, por 10% do total. Os EUA, passaram de 30% em março para 25% no último mês, enquanto o Japão cresceu de 15% para 18% no mesmo período.</p>
<p>As mensagens de Twitter oriundas desses quatro países juntos são quase o dobro de todas as postagens feitas no resto do mundo, segundo o levantamento.</p>
<p>Segundo Paul Guyot, diretor da Semiocast, o total de mensagens no Twitter continua crescendo significativamente em todos os países, mas os dados do levantamento mostram, entre os quatro primeiros, um crescimento mais acelerado no Japão e na Indonésia e menos acelerado no Brasil e nos EUA.</p>
<p>Guyot aponta a popularidade do envio de mensagens pelo celular no país asiático como um dos possíveis fatores para o crescimento. Enquanto no Brasil 82% dos tweets foram enviados a partir do site do próprio Twitter, na Indonésia esse meio foi utilizado por apenas 11%, enquanto o uso do aplicativo ÜberTwitter, para celulares Blackberry, responde por 37% das mensagens.</p>
<p>“A popularidade do uso do celular para tweets pode explicar essa tendência que resultou na ultrapassagem do Brasil pela Indonésia no terceiro lugar do ranking”, explicou Guyot à BBC Brasil.</p>
<p>De acordo com a página do Twitter, na Indonésia os usuários de celulares de seis diferentes operadoras podem enviar tweets por meio de mensagens de SMS, enquanto no Brasil apenas uma operadora oferece o serviço.</p>
<p>Línguas<br />
Mesmo com a queda de posição do Brasil, o português continua a terceira língua mais popular no Twitter, com 11% das mensagens, proporção semelhante à das mensagens originadas no país. O indonésio é a quarta língua mais popular, com 7%.</p>
<p>Guyot, ressalta que os internautas brasileiros preferem usar a sua própria língua em suas mensagens, e não o inglês, como em muitos países.</p>
<p>O levantamento aponta, por exemplo, que só metade dos tweets dos franceses são escritos em francês. O inglês é a língua mais popular no site, com 40% do total das mensagens, seguido do japonês, com 18%;</p>
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