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	<description>Um maltrapilho alcançado pela graça de Deus</description>
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		<title>TELHADO DE VIDRO</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 02:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Esta é uma expressão de vulnerabilidade, fraqueza. Há um pensamento que diz: “Quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho”. Somos pessoas tendentes a julgar os outros. Sendo muito fracos e limitados falamos e atacamos a fraqueza e limitação alheias. Jesus sempre criticou duramente ‘o telhado de vidro’ dos escribas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Esta é uma expressão de vulnerabilidade, fraqueza. Há um pensamento que diz: “Quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho”. Somos pessoas tendentes a julgar os outros. Sendo muito fracos e limitados falamos e atacamos a fraqueza e limitação alheias. Jesus sempre criticou duramente ‘o telhado de vidro’ dos escribas e fariseus. Alertou-lhes acerca de sua religião legalista e voltada para julgar os outros. É impressionante o numero de membros de nossas igrejas e até pastores e diáconos que são implacáveis quando tratam do erro dos outros como se não errassem também. O homem natural (de Adão) se satisfaz com o fracasso dos outros, julgando-os implacavelmente. Só com a natureza de Cristo é que podemos amar verdadeiramente. </p>
<p>O Senhor Jesus nos ensina a amar as pessoas sem carimbarmos seus erros. Devemos ajuda-las a superarem as dificuldades da vida. Quando os religiosos judeus trouxeram aquela mulher pega em flagrante adultério, querendo que ela fosse julgada e condenada ao apedrejamento até à morte, Jesus os confrontou, dizendo: ‘Aquele que está sem pecado que seja o primeiro a atirar a pedra’. Diz o texto que a começar dos mais velhos foram saindo um a um. Todos tinham telhado de vidro. Todos eram vulneráveis. A religião julga e condena. O evangelho confronta, exorta, perdoa e encoraja sempre em Cristo Jesus. </p>
<p>A graça que nos alcançou é a mesma que aceita o perdido, o miserável, fracassado e rejeitado. Esta é a nossa história. A História da salvação é a história da revelação do Senhor Jesus Cristo que veio buscar e salvar o perdido (Lc.19.10). Ele morreu por nós e nos incluiu em Sua morte. Ele não veio para os sãos, mas para os doentes, feridos. Veio curar os doentes vitimados pelo pecado. Ele levou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores (Is 53). Ele é o Cristo que se importa conosco, que está conosco todos os dias até à consumação odos séculos (Mt 28.20). </p>
<p>Tenhamos a consciência do nosso telhado de vidro, das nossas fraquezas, nossa vulnerabilidade. O nosso Pai ama os perdidos, os preconceituados, os alijados pela sociedade e os cansados e oprimidos. Ele se importa com os que sofrem. Ele é sensível aos injustiçados. O nosso Senhor atraiu Zaqueu, Mateus, Pedro, Tiago, João, Saulo e os transformou em homens dependentes de Sua graça para servirem em amor. Perdoou a mulher rejeitada em casa de Simão enquanto este e seus amigos convidados a julgavam implacavelmente, e ao mesmo tempo, julgavam o Senhor Jesus. Eles tinham telhado de vidro. </p>
<p>Que o Pai nos livre de julgarmos as pessoas. Tenhamos consciência de que possuímos telhado de vidro. Somos fracos, vulneráveis, cheios de defeitos e limitações. Precisamos da graça de Jesus que basta e se aperfeiçoa em nossa fraqueza (2 Co 12.9,10). Que vejamos as pessoas com os olhos de Cristo, nosso Senhor. Que as amemos como o Senhor nos ensinou. Deixemos o julgamento para Aquele que tem autoridade para fazê-lo. Cuidado com o seu telhado de vidro. Sejamos cheios do temor do Senhor. Busquemos o seu discernimento, a sua sabedoria para vivermos relacionamentos saudáveis. Para revelarmos Cristo em nossas atitudes e atos e sempre para a glória de Deus, nosso Pai. </p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor. </p>
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		<title>MÃE</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mulher que ama e se entrega. Sofre muitas vezes calada. Mulher de fibra, disposta a dar a sua vida pelo filho. Trabalha fora e, muitas vezes, cuida também da casa. É de fora e do lar. Só a mulher sabe muito bem fazer estes dois papéis. Mulher que ama e se entrega para tornar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>M</i></b>ulher que <b><i>a</i></b>ma e se <b><i>e</i></b>ntrega. Sofre muitas vezes calada. Mulher de fibra, disposta a dar a sua vida pelo filho. Trabalha fora e, muitas vezes, cuida também da casa. É de fora e do lar. Só a mulher sabe muito bem fazer estes dois papéis. Mulher que ama e se entrega para tornar o lar melhor. Sábia, edifica a sua própria casa. Mulher de suor, sangue e lágrimas. Incompreendida, que ama os filhos rebeldes e que não faz acepção. Importa-se com o sofrimento do filho, sentindo duramente com ele. Sempre presente nos ganhos e perdas; nas alegrias e tristezas, nas tempestades e na bonança. Amiga a toda a prova.</p>
<p>Acompanha com muita atenção o crescimento dos filhos. Gera o filho com dor e a sente durante a sua educação. Como mulher cristã, forma o caráter de Cristo nos seus filhos. Ela é a harmonia do lar. Que mulher tão doce! Que mulher cheia de graça! Que mulher tão sensível num mundo tão insensível! Tão generosa num mundo tão egoísta! Que se entrega num mundo que retém. Serviçal num mundo que quer ser servido. Estas características são da verdadeira mãe, que sabe equilibrar o ministério de mãe e esposa. Que as mães da Bíblia e as mais recentes que deram o seu testemunho cristão sejam uma inspiração para as mães de hoje. Que haja um reconhecimento acerca do Deus gracioso! Que cada mãe, criada por Deus, viva para abençoar os filhos, a família e, acima de tudo, para a Glória Dele.</p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor </p>
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		<title>SEJA LUZ</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; “Falando novamente ao povo, Jesus disse: ‘Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida’” (João 8.12). Disse alguém que não se pode varrer a escuridão de um quarto, mas pode-se acender a luz e assim afugentá-la. A luz, além de iluminar, produz vida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>“Falando novamente ao povo, Jesus disse: ‘Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida’” (João 8.12). </p>
<p>Disse alguém que não se pode varrer a escuridão de um quarto, mas pode-se acender a luz e assim afugentá-la. A luz, além de iluminar, produz vida. Ela é responsável pela fotossíntese, isto é, quando a planta, sob a luz, absorve o gás carbônico do meio ambiente e produz o oxigênio. O Senhor Jesus, num dialogo com os religiosos judeus, esclarece a Sua natureza e missão: “Eu sou a luz do mundo”. Esta expressão mostra que Jesus é o Deus encarnado, a fonte inesgotável de luz. É muito interessante que no texto anterior os religiosos e os curiosos levam a mulher apanhada em flagrante adultério para que Jesus a julgasse. Eles e a mulher estavam em trevas. Precisavam da Luz da Vida. Jesus é a luz que ilumina a escuridão de uma vida no pecado, na imoralidade e também de uma vida mergulhada no legalismo ou religiosidade sem vida. Nada fica encoberto diante do Senhor, pois Ele sonda, examina as nossas entranhas. Revela quem somos e como podemos experimentar a mudança radical pela luz do Seu evangelho. Sendo luz, podemos exercer o nosso testemunho para que outras pessoas conheçam a luz. </p>
<p>Jesus é a luz em duro contraste com as trevas que caracterizam este mundo. Ele é a luz que traz vida e esta em abundância (Jo 10.10). A luz que ilumina e permite que a visão seja nítida. Ryle diz: “Jesus afirmou ser a única solução para um mundo perdido. Ele surgiu no mundo, assim como o Sol, para difundir luz, vida e paz em um mundo de trevas. Ele convida todo o que deseja ajuda e orientação espiritual a converter-se a Ele e torna-Lo seu líder. Assim como o Sol é o centro de todo o sistema solar – o centro de luz, vida e fertilidade –, o Senhor Jesus tornou-se o centro de luz, vida e paz para o mundo de pecadores”. O Senhor Jesus é a luz do amor num mundo de ódio; da justiça num mundo de injustiça; da verdade num mundo que vive na mentira; da integridade num mundo de corrupção; da pureza num mundo de imoralidade; do perdão num mundo de ressentimento e amargura. Ele nos chama para andarmos em Sua luz, isto é, para segui-lo e servi-lo em amor e devoção; adoração e serviço; louvor e contentamento. Tudo isso para que o homem creia em Sua obra na cruz e na ressurreição. Ele chama o homem para sair das trevas e andar na luz. Sair do centro de si mesmo para o centro da vontade de Deus que está na em Cristo Jesus, a luz do mundo. Experimente esta luz. Se você já a experimentou, então SEJA LUZ. </p>
<p><b>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pr. </b></p>
<p><b>Segunda Igreja Batista em Barra Mansa, RJ. </b></p>
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		<title>LIDER: CRIADOR DE CONFUSÃO OU CONCILIADOR ?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 01:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Na vivencia da Igreja temos percebido muitos lideres criadores de confusão em vez de conciliadores. É mais fácil usar de interesse pessoal do que trabalhar pela conciliação. Devemos nos expor para o bem do Corpo de Cristo. Tanto na denominação quanto na Igreja local temos essas duas classes de líderes. Jesus não ensinou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Na vivencia da Igreja temos percebido muitos lideres criadores de confusão em vez de conciliadores. É mais fácil usar de interesse pessoal do que trabalhar pela conciliação. Devemos nos expor para o bem do Corpo de Cristo. Tanto na denominação quanto na Igreja local temos essas duas classes de líderes. Jesus não ensinou a confusão, mas a conciliação com base no amor fraterno, que vê o macro (visão mais ampla) e não o micro (visão apequenada). Que percebe o interesse maior em detrimento do interesse menor. Muitos líderes lutam por cargos e não por cargas. Eles não querem as cargas, mas sim os cargos que, muitas vezes, produzem desunião. São elementos maldosos, enganosos, egoístas e sem escrúpulos. É lamentável que no Reino de Deus tenha elementos desta espécie, que vivem na contramão da vontade de Deus criando um ambiente de desarmonia.</p>
<p>Os lideres criadores de confusão são megalomaníacos. Promovem a divisão da Igreja para atender seus próprios caprichos em função do seu personalismo. Eles não economizam atitudes e atos desonestos para conseguirem o seu intento. A sua filosofia é maquiavélica. Eles não estão preocupados com os meios utilizados desde que cheguem lá. Paulo os identificou em Filipos, pois eram inimigos da cruz de Cristo cujo deus era o ventre. Os elementos que produzem divisão vivem com a corda na barriga e não no pescoço. Lutam pela liderança para o seu conforto pessoal. Eles são vaidosos, ditadores e gananciosos. Eles se utilizam de politica baixa. São desonestos e aplicam golpes baixos. Não possuem ética. Não têm amor pelo próximo. O apóstolo João na sua Terceira Epístola, escrevendo a Gaio, líder da Igreja, se refere a um elemento que estava espalhando a discórdia. O seu nome era Diótrefes. Olha o que velho apóstolo diz: “<b>Escrevi à Igreja, mas Diótrefes, que gosta de ser líder entre eles, não nos recebe. Por isso, se eu vos visitar, trarei à memória as coisas que ele faz, proferindo palavras insensatas e maldosas contra nós. Como se isso não fosse o bastante, ele não recebe os irmãos, como também proíbe de fazê-lo os que querem recebe-los e ainda os exclui da Igreja. Amado, não imites o mal, mas sim o bem. Quem faz o bem é de Deus, mas quem faz o mal não viu a Deus”</b> (vv.9-11). Este elemento está dentro do perfil do líder criador de caso, promotor da desunião ou discórdia. </p>
<p>Os lideres conciliadores são dóceis, amáveis e dialogam com maturidade. São excelentes interlocutores. Não permitem vaidades. São simples em sua expressão, sábios nas palavras e pródigos em fazer o bem. Eles procuram imitar Jesus. São íntegros, não admitem falar mal do próximo. Preservam a integridade das pessoas. São de confiança. Têm interesse em levar as cargas dos outros. Promovem a unidade, pelo Espírito, no vinculo da paz. São lideres que buscam uma comunicação eficiente visando a unidade do Corpo de Cristo. Não aceitam holofotes. Eles têm prazer em servir à semelhança do Mestre. Não querem ser famosos, mas, sim, notórios. Desejam deixar um legado de amor, afetuosidade, diálogo, cuidado, trabalho duro, integridade e humildade. Eles não têm nenhum interesse em prejudicar quem quer que seja. São amigos na festa e no velório; na dor e no prazer. São pessoas solidárias. Buscam o interesse do outro. São especialistas em fazer pontes e não muros. Trabalham para unir as pessoas e não separá-las. Eles têm o amor de Jesus; espírito intrépido e ousado de João Batista; a determinação evangelística de Paulo; a liderança forte de Tiago e a sinceridade de Pedro. Esses são lideres dos quais a Igreja precisa. Lideres que reconhecem seus erros, suas limitações e se humilham perante o Senhor que os perdoa e os usa em Cristo Jesus. Que o Pai nos livre de líderes criadores de confusão, complicados e nos dê lideres comprometidos com a mensagem da cruz, em promover o amor fraternal e a união, bem como glorificar a Deus na sua liderança testemunhando o amor de Jesus ao mundo. </p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor. </p>
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		<title>PASTORES RICOS E PASTORES POBRES</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 22:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Temos constatado seja pela mídia ou pelas informações de irmãos de confiança e pastores sérios, o enriquecimento de elementos que estão na liderança pastoral, profética ou da Palavra. Parece-me contraproducente este tipo de coisa. A história do ministério profético revela o chamado da parte de Deus e a seriedade dos homens chamados, que serviam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Temos constatado seja pela mídia ou pelas informações de irmãos de confiança e pastores sérios, o enriquecimento de elementos que estão na liderança pastoral, profética ou da Palavra. Parece-me contraproducente este tipo de coisa. A história do ministério profético revela o chamado da parte de Deus e a seriedade dos homens chamados, que serviam ao Senhor na Sua total dependência. Eram pastores e profetas extremamente ricos porque a riqueza deles era Cristo. Tozer foi muito sábio ao dizer que “<i>não é absolutamente mais feliz aquele que tem Deus mais alguma coisa do que aquele que só tem o Senhor</i>”. Os ministros ricos são os que recebem o seu sustento digno, sem explorar o povo, cuidam muito bem da família e não acumulam bens. O seu bem maior é o Senhor. Os levitas não possuíam terras, mas o Senhor. Confiavam na suficiência do Senhor em quaisquer circunstâncias. Paulo deixou, ao morrer, os seus pergaminhos (2 Tm 4.13). Os pastores ricos deixam a herança espiritual/ética para os seus filhos. O seu legado espiritual é visível pelas ovelhas, sua esposa e seus filhos. Os homens de Deus são abnegados, desprendidos, liberais em contribuir, amorosos, solidários e que buscam a profundidade da vida de Cristo pela Palavra. Eles estão mortos para si mesmos e vivos para Deus, o Pai que os supre sempre. O apóstolo Paulo era um homem rico porque a sua confiança não estava em bens, mas no Senhor. Outro obreiro valoroso foi Hudson Taylor, médico-missionário na China, quando disse: “<i>A obra de Deus, feita à maneira de Deus tem o sustento de Deus”</i>. Eles não estavam focados no acumulo de propriedades, mas no resgate de vidas preciosas. Não viam cifrões, mas pessoas valiosas. Não estavam preocupados com a fama, mas com a herança de um testemunho fiel. </p>
<p>Os pastores pobres, por sua vez, são medíocres. Vivem explorando o povo com altíssimos salários, mordomia, carros sofisticados, casas luxuosas e contas bancárias extravagantes. Vivem viajando. Não cuidam do povo. Não cheiram as ovelhas de Cristo. É triste ver elementos no ministério que fazem do povo fonte de lucro para o seu bel prazer e da sua família. Elementos egoístas, avarentos e comprometidos com o ter como um fim em si mesmo em detrimento do ser em Cristo Jesus. Os pastores pobres o são de amor, solidariedade, cuidado, afeto e confiança no Senhor. Eles acumulam bens para a sua “aposentadoria”. Conheço companheiros de ministério que têm várias propriedades. Deviam ser empresários, donos de imobiliárias e fazendeiros. Eles buscam a glória pessoal e não a glória de Deus. São ditadores implacáveis. Na verdade, mandam na Igreja. Não dialogam com o povo. A Igreja que lideram não é de Jesus, mas deles. Como diz Paulo, “são inimigos da cruz de Cristo e o fim deles é a perdição; o deus deles é o estômago; e a glória que eles têm baseia-se no que é vergonhoso; <i>eles se preocupam só com as coisas terrenas</i>” (Fil 3.18,19). São pessoas comprometidas com a teologia da prosperidade e com a imagem pessoal. São megalomaníacos. Usam de vaidade. Eles têm um palavreado típico de gente que não está nem aí para as necessidades dos outros. São profissionais de púlpito. Talentosos na comunicação. São elementos sem coração, sem fé e sem discernimento espiritual. Vivem de aparência. Não pregam a Palavra, mas suas palavras, suas convicções ou seus achismos. E a família vive em crise profunda porque basta dar conforto. Judas nos dá a medida certa desses elementos pobres: “<i>Ai deles! Pois seguiram pelo caminho de Caim, e por causa de lucro se lançaram ao erro de Balaão e foram destruídos na rebelião se Coré. Eles são rochas ocultas e participam de vossas refeições comunitárias, banqueteando-se convosco, sem escrúpulos. São pastores que apascentam a si mesmos. São como nuvens sem água, levadas pelos ventos. São como árvores sem folhas nem fruto, duplamente mortas, cujas raízes foram arrancadas. São como as ondas bravias do mar, espumando suas próprias indecências, estrelas fora de curso, para as quais a escuridão das trevas tem sido reservada para sempre</i>” (Judas 11-13). Esta é a pura realidade dos pastores pobres. Só serão tornados ricos pela manifestação do Senhor em suas vidas a partir de um profundo arrependimento e mudança radical de vida. Que o Pai seja glorificado nos homens comuns que foram chamados&#160; para um trabalho extraordinário. </p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pr. </p>
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		<title>MAIS MESAS</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 12:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; A informalidade nos expõe. A formalidade nos esconde. A nossa tendência é a formalidade porque, na verdade, temos medo de abrir o nosso coração na comunhão do Corpo de Cristo – a Igreja. Por esta razão, precisamos ter mais mesas que se traduzam em mais comunhão, informalidade. À mesa somos iguais. Em torno dela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>A informalidade nos expõe. A formalidade nos esconde. A nossa tendência é a formalidade porque, na verdade, temos medo de abrir o nosso coração na comunhão do Corpo de Cristo – a Igreja. Por esta razão, precisamos ter mais mesas que se traduzam em mais comunhão, informalidade. À mesa somos iguais. Em torno dela compartilhamos a fé na suficiência de Cristo, a nossa esperança, o coração, nossas mazelas e nossas expectativas. Aprendemos a ver o outro com mais naturalidade sem cobrarmos desempenho e sem o julgarmos. O Senhor Jesus gostava muito de estar à mesa com os Seus discípulos, religiosos e os párias da sociedade espartana. Ao seu redor, a comunicação é mais real, menos hipócrita. Nela rasgamos o coração muitas vezes ferido com as decepções da vida e podemos experimentar a cura pelo amor fraterno.</p>
<p>A nossa experiência com Cristo passa pela confissão, do arrependimento e do perdão. Nesta circunstância, entendemos mais o outro, percebemos com mais clareza como servi-lo em amor. À mesa, lugar comum, há confrontação com os ensinos de Cristo e a disposição do coração em buscar a cura. Esta sociedade chamada cristã – referindo-me ao contexto da Igreja de Jesus – está doente e precisa da terapia da fraternidade. Carece da festa do Cordeiro onde as pessoas estão presentes não por seus méritos, mas pelos méritos de Jesus, nosso Salvador e Senhor. </p>
<p>Estar à mesa pode desencadear a metamorfose das entranhas, a renovação da mente e a prontidão do espírito em fazer toda a vontade de Deus. A experiência nos leva ao descanso, pois ao seu redor temos a capacidade de relaxar, refletir e ouvir os conselhos do Pai através dos irmãos comungantes. A mesa da comunhão é a da graça que basta, do reconhecimento de nossa incapacidade de perceber tantas coisas boas e edificantes e do quebrantamento operado pelo Espírito Santo aplicando o Senhor Jesus às nossas vidas. </p>
<p>Em casa, na igreja e na vizinhança precisamos de mais mesas. Foi em torno dela que a mulher pecadora se achegou a Jesus, quebrantada e confessando os seus pecados, para ser perdoada, onde o perfume do amor, perdão e da aceitação do Senhor se fez sentir muito forte. Jesus foi para a casa de Zaqueu e sentou com aquele publicano que, arrependido e profundamente impressionado com o Salvador, confessou seus pecados. Por isso Jesus deixou muito claro a Sua missão em Lucas 19.10: “O Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Mesa é oportunidade de ouvir, falar, refletir, ajudar, encorajar e criar para agir sempre em favor do próximo e para a glória do Criador. </p>
<p>É nela que devemos ter comida e bebida para todos; comunhão e expressão; afetuosidade e aceitação; sinceridade e integridade; graça e receptividade e o olhar profundo e perscrutador do Senhor. Somos convidados a participar da Mesa do Senhor – a mesa do amor, da graça, misericórdia, justiça, entrega, do sacrifício, da consagração e da ação que faz muito bem ao outro. Que tenhamos mais mesas – da comunhão, articulação, dedicação e santificação. Onde podemos chorar, rir e exercer a empatia e a simpatia sempre em Cristo Jesus. Que a nossa vida tenha sempre a experiência de sentarmos ao seu redor com as pessoas simples e sofisticadas para exercermos o nosso testemunho cristão exaltando o Cordeiro, Aquele que é a razão da nossa esperança e da nossa fé.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pr.</p>
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		<title>PRIORIDADE</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 21:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Não existem prioridades, mas Prioridade. Esta é uma verdade porque foi o Senhor Jesus mesmo quem disse: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas” (Mt 6.33). Jesus quis nos ensinar que a nossa Prioridade é o Senhor. Se falarmos ‘prioridades’, O colocaremos na mesma nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Não existem prioridades, mas Prioridade. Esta é uma verdade porque foi o Senhor Jesus mesmo quem disse: “<b>Buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas</b>” (Mt 6.33). Jesus quis nos ensinar que a nossa Prioridade é o Senhor. Se falarmos ‘prioridades’, O colocaremos na mesma nível das nossas opções. Então, prioridades não existem. O Senhor não admite a divisão da Sua glória. Não permite que Ele fique no mesmo patamar das nossas preferências. Ele quer ser amado de todo o nosso coração, toda a nossa alma, com todas as nossas forças e com todo o nosso entendimento (Mt 22.37,38). Ele é preexistente. É bom afirmar sempre: Ele é a nossa Prioridade. </p>
<p>A definição de prioridade nos leva a entendimento o lugar do Senhor em nós. Ele não é o primeiro, mas o único. Vejamos o conceito de prioridade: “<b>Primado, principalidade, antecedência, antecipação, primazia, pródomo, anterioridade, precedência, preexistência, precessão, precursor”</b> (Azevedo, Francisco F. S. Dicionário Analógico da Língua Portuguesa). O Senhor é muito claro em Isaias 43.10: “<b>Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e o meu servo, a quem escolhi, para que o saibais, creiais em mim e entendais que eu sou o mesmo. Antes de mim nenhum Deus se formou, e nenhum haverá depois de mim</b>”. O substantivo prioridade deve ser usado somente para o Senhor. Como a nossa prioridade, Ele é a base de todas as nossas escolhas, decisões e dedicação. Na verdade, Ele é vital. Quando Ele determina: “<b>Sede santos porque eu sou Santo</b>” (Lv 19.2), Ele está dando uma ordem chamada Prioridade. Quando o mesmo Senhor se revela a Moisés dizendo: “<b>Eu sou o que sou</b>” (Ex 3.14), Ele está declarando a Sua primazia na vida Moisés e do povo de Israel. </p>
<p>O apóstolo Paulo nos ensina que devemos oferecer ao Senhor um ‘culto racional, lógico, coerente’ (Rm 12.1). Isto vale dizer que deve haver sempre uma coerência entre o nosso crer, sentir, falar, ouvir e agir dentro da perspectiva da Prioridade ou da Sua preexistência. Se Deus não é a minha precedência tudo o mais será. Quando dizimamos, ofertamos e investimos na obra de missões com todas as suas implicações, a nossa motivação é a prioridade. Deus é a nossa prioridade única, absoluta, incomparável e insubstituível sempre em Cristo pela manifestação do Espírito Santo. Sendo o Precursor, Ele recebe dos vinte e quatro anciãos prostrados, diante do Seu trono a adoração: “<b>Nosso Senhor e nosso Deus, tu és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque tu criaste todas as coisas e, por tua vontade, elas existiram e foram criadas</b>” (Ap 4.11).</p>
<p>Quando cremos que Deus é Prioridade temos prazer na intimidade com Ele; sentimos alegria em ser Seus imitadores como filhos amados (Ef 5.1,2); temos profunda tristeza ao errarmos; nos arrependemos como nos ensina a Palavra; desejamos ardentemente ser santos como Ele o é; somos quebrantados por Sua Lei; temos prazer nesta lei e meditamos nela dia e noite (Sl 1.1-3); testemunhamos o evangelho de Cristo Jesus; vivemos de modo sincero, íntegro e profundamente cônscios das nossas limitações; vivemos uma vida de contentamento, repartindo com os que mais necessitam; gozo em investirmos no Reino de Deus, na sua expansão; amamos a Sua Igreja e aguardamos com confiança a volta do Seu Filho amado.</p>
<p>Sendo o Senhor a nossa Prioridade, devemos ter sempre zelo por Ele. O Dr. John I. Packer faz uma citação de J. C. Ryle sobre zelo. </p>
<p>“Zelo em religião é o desejo ardente de agradar a Deus, realizar a Sua vontade e propagar a Sua glória no mundo de todos os modos possíveis. É um desejo que nenhum homem sente naturalmente – o qual é colocado pelo Espírito no coração de cada crente quando se converte, mas que alguns sentem com muito maior intensidade que outros, por isso só eles merecem ser chamados de ‘zelosos’. </p>
<p>Um homem zeloso em religião é acima de tudo <i>um homem de uma só coisa.</i> Não é bastante dizer que ele é fervoroso, sincero, inflexível, enérgico, cordial, fervente em espirito, ele apenas vê uma coisa, preocupa-se com uma só coisa, vive por uma só coisa, é absorvido por ela, e esta coisa é agradar a Deus. Quer viva ou morra, quer tenha saúde ou doença, quer seja rico ou pobre, agrade aos homens ou os ofenda, seja sábio ou ignorante, seja culpado ou elogiado, seja honrado ou envergonhado, nada disso interessa a este homem zeloso. Ele se inflama por um só coisa e essa é agradar a Deus, e fazer crescer a Sua glória. E se for consumido nessa chama, não importa, está contente. Sente que, como lâmpada, foi feita para queimar; e se for consumido ao se queimar, nada faz além da obra que lhe foi destinada por Deus” (Practical Religion, 1959, pg. 130). </p>
<p>É assim o homem que tem o Senhor como Prioridade. Não há outras prioridades, mas o Senhor como a prioridade, primazia. Ao falar através de Moisés ao Seu povo, o Senhor revela a Sua principalidade: “<b>E te alimentou no deserto com o maná, que teus pais não conheciam, a fim de te humilhar e te provar, para mais tarde te fazer bem. Portanto, não digas no teu coração: A minha força e a fortaleza da minha mão adquiriram para mim estas riquezas. Pelo contrário, tu te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque Ele é quem te dá força para adquirires riquezas, a fim confirmar sua aliança, que jurou a teus pais, como acontece hoje</b>” (Dt 8.16-18). Que vejamos o Senhor como o nosso Primado. Como o único que serve de modelo, referencia para todos os que creem. Que o Senhor seja sempre a nossa primazia para a Glória dEle mesmo. </p>
<p><b>Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob </b></p>
<p><b>Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa, RJ. </b></p>
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		<title>MISSÕES É A MISSÃO DA IGREJA</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 18:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[“De sua Igreja poderão sair os enviados, aqueles pés formosos sobre os montes e vales, que hão de correr o mundo anunciando as boas novas. De sua Igreja há de sair o sustento espiritual, com orações específicas; o necessário para o obreiro se manter de um modo digno e ter condições de exercer sua vocação”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<b><i>De sua Igreja poderão sair os enviados, aqueles pés formosos sobre os montes e vales, que hão de correr o mundo anunciando as boas novas. De sua Igreja há de sair o sustento espiritual, com orações específicas; o necessário para o obreiro se manter de um modo digno e ter condições de exercer sua vocação”. </i>(Pastor Waldemiro Tymchak</b>). </p>
<p>A afirmação do pastor Waldemiro revela duas responsabilidades da Igreja local: Orar pelos missionários e contribuir financeiramente para o seu sustento digno. Dou graças a Deus pela visão de muitas igrejas batistas no Brasil, pois estão engajadas responsavelmente em fazer Cristo conhecido em todas as nações. É bom demais ver pastores e igrejas entusiasmados com a obra missionária, participando ativamente da expansão do Reino de Deus. Temos consciência de que Jesus definiu muito bem a Sua missão (e que é a nossa missão) quando disse: “O Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc 19.10). A missão da Igreja é levar a mensagem do evangelho da graça, o evangelho de Jesus que liberta todo aquele que crê. Missões é a tarefa deixada pelo Senhor para ser cumprida cabalmente. </p>
<p>Missões é orar pelos missionários, por vocações, sustento, visão do mundo e pelo compromisso da Igreja de Cristo em testemunhar dÊle a partir do seu contexto. Fazer com que a luz de Cristo seja vista de muito longe. Isto é um fato porque ela brilha bem forte perto. Jesus disse que nós somos a luz do mundo (Mt 5.13-16). Então, realizar a obra missionária é exercer a nossa influência cristã genuína. Também, é enviar os que querem anunciar Cristo ao mundo, mantendo-os integralmente. Precisamos valorizar o missionário dando-lhe o melhor. Difundir o amor de Cristo e o amor a Cristo. Missões é levar o <i>evangelho que informa e transforma o deformado</i> sempre em Cristo Jesus, Aquele que deu a Sua vida por nós quando derramou o Seu sangue na cruz. </p>
<p>A tarefa missionária é da Igreja local que, através das nossas eficientes Juntas missionárias, viabiliza o envio de recursos para os campos próximos e distantes. Jesus nos ensina que devemos olhar com paixão os campos que estão prontos para a colheita. Não podemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje, pois a obra missionária além de ser essencial, é urgente. <i>Não podemos transformar a Grande Comissão na grande omissão. </i></p>
<p>Johannes Blauw, um missiólogo holandês, disse: “Enquanto houver neste mundo homens em trevas, sem Deus e sem misericórdia, há de durar a tarefa missionária da Igreja cristã. Mas ela só pode completa-la quando permanece poderosamente cônscia de ter, ela mesma, participado da mesma treva e alienação e que desde estão é chamada a proclamar aos outros os feitos maravilhosos do Deus de luz, comunhão e misericórdia. Não existe outra “teologia de missão”, e outro oraculo a não ser este”. Missões é a missão da Igreja do Senhor Jesus! </p>
<p><b><i>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pr. </i></b></p>
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		<title>O ALTO VALOR DO NASCIMENTO DO ALTO</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 11:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Glenio Fonseca Paranaguá 26/02/2012 A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer do alto, não pode ver o reino de Deus. João 3:3. Na Bíblia, o nascer de novo, em muitas de suas versões, significa de fato, o nascer do alto. A palavra grega anothen traduzida por: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Glenio Fonseca Paranaguá      <br />26/02/2012</strong></p>
<p><b><font size="3">A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer do alto, não pode ver o reino de Deus. João 3:3.</font></b></p>
<p><font size="3">Na Bíblia, o nascer de novo, em muitas de suas versões, significa de fato, o nascer do alto. A palavra grega <i>anothen</i> traduzida por: de novo, na verdade deve ser vertida por: &quot;do alto&quot; ou &quot;de cima&quot;, uma vez que, este novo nascimento, se refere a uma geração de cima, do alto, do céu, isto é: de Deus.</font></p>
<p><font size="3">Neste mundo terreno, segundo Jesus, há dois tipos de nascimento. Um é da carne e o outro do espírito. Os dois, entretanto, são miraculosos. O nascimento da carne é aquele que nos faz membros da raça humana. É um nascimento terreno, que tem as características cá de baixo, pois vem chamuscado pela morte. O do espírito, por outro lado, é um novo nascimento, e vem do alto, promovido pelo próprio Deus.</font></p>
<p><font size="3">O nascimento da carne é um milagre físico que nós já nos acostumamos com ele. Todos nós achamos que isso é algo normal. Na verdade é um fato bem natural, contudo, continua sendo um grande mistério da vida, quando se percebe o óvulo que foi fecundado por um espermatozóide se tornando num feto que cresce, nasce e aparece como uma pessoa ou uma alma vivente em desenvolvimento.</font></p>
<p><font size="3">Por mais natural que seja a geração de um ser humano, vejo sempre algo sobrenatural na vida, na organização biológica, na emocionalidade e na inteligência deste sujeito. Para mim, a geração de um bebê, ainda que seja alguma coisa comum, na verdade, é uma realidade descomunal. É misteriosa e miraculosa.</font></p>
<p><font size="3">O milagre da vida carnal, contudo, vem sempre governado por um eu egoísta, possessivo, dominador, caótico, contaminado pela rebelião do pecado e da morte. Já nascemos rebelados, revoltados e revolucionários, fazendo parte de uma raça dura, incrédula e mentirosa, que tem como sentença uma guilhotina invisível apontada para o pescoço e a lápide oculta pendurada no peito.</font></p>
<p><font size="3">A vida no perímetro da carne, ainda que seja muito boa, para muitos, é, na realidade, finita e uma grande incógnita. Afinal, o que viemos fazer aqui nesta terra? Além do que, o prazo de validade é curto demais e o futuro é nebuloso ao extremo. Qual o significado de nossa existência neste planeta? O que nos espera depois da morte? Como será nossa identidade além da sepultura? Será que a vida acaba na tumba, ou haverá outra vida depois da morte?</font></p>
<p><font size="3">Este efetivo humano é passageiro e estas perguntas angustiantes que nos asfixiam, têm sido responsáveis pela elaboração de filosofias exóticas e religiões exibidas em busca de uma alternativa para esse aparente beco sem saída.</font></p>
<p><font size="3">A morte deixa a gente refém da dúvida e com uma pergunta depois de sua visita. O que existe no avesso desta vida? Por mais lúcidos que possamos ser, o fato é que, não há muita luz no final do túnel. A &quot;existência&quot; pós morte é um enigma. </font></p>
<p><font size="3">Quem esteve do outro lado desta vida terrena e depois voltou para nos dar as suas impressões sobre o mundo pós morte? Há muitas especulações neste terreno, mas tudo indica que, só Jesus Cristo pode garantir algo significativo para aquietar a nossa alma inquiridora, pois apenas ele saiu desse poço com um corpo físico.</font></p>
<p><font size="3">Por falar em inquérito, que tal indagar sobre o nascimento do alto? O que de fato quer dizer novo nascimento? Por que Jesus insistiu com o religioso VIP, que ele precisava nascer do alto? Este assunto tem alguma importância para nós, mortais?</font></p>
<p><font size="3">Parece que a insistência de Jesus sobre o tema é essencial para a vida com significado aqui e agora, bem como, inevitável para o porvir. Ele nos assegura que há dois nascimentos e que precisamos de ambos. Jesus foi categórico: <b>O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. João 3:6, </b><b>e acrescentou que é imperioso nascer de novo ou nascer do alto .</b></font></p>
<p><font size="3">Todos nós nascemos neste mundo pertencentes à raça de Adão e, por isso mesmo, membros de uma espécie caída e caiada. Somos reles pecadores e indignos do reino de Deus, mas fingimos ser fidalgos. Investimos muito na aparência, porém, &quot;quem vê cara, não vê coração&quot;. Precisamos de um diagnóstico preciso.</font></p>
<p><font size="3">A raça de Adão é topetuda por natureza. Há uma crista de arrogância até mesmo nos atos de humildade. A aparência é tudo na passarela. Por mais despojado que seja o sujeito da ação, ele sempre requer uma coroa de visibilidade pública. Ninguém gosta de viver à sombra no ostracismo. O brilho nos ofusca mesmo em dias nubladas e sob torrenciais tempestades. Somos viciados em notoriedade.</font></p>
<p><font size="3">A estirpe de Adão é gulosa por elogios e vive em busca de aplausos, afagos e um bom reconhecimento. Mas, é aqui que mora um grande problema. Quando essa turma é elogiada fica envaidecida e se acha a tal. Todavia, se não percebe a luz dos holofotes na testa, a &quot;coisa&quot; enfurece, tornando-se deprimida com a síndrome da &quot;coitadinha&quot;. Não há nada mais bizarro do que o descontentamento adâmico nas entrelinhas. Adão sempre se torna irritante no pódio e fica irritado no porão.</font></p>
<p><font size="3">O orgulho inchará o velho Adão quando for ovacionado e o deprimirá ao ser criticado. O problema do nascimento da carne é o carnegão da carnalidade que vai sempre exigir uma boa correspondência às suas expectativas narcisistas. Por isso, a alternativa do alto tem como objetivo demolir as prerrogativas da autoestima vaidosa.</font></p>
<p><font size="3">O nascimento do alto começa com o esvaziamento de Cristo. Se o pecado vem promovendo a exaltação do ser humano como se fosse Deus, a salvação do pecado propõe a vinda de Deus ao mundo como homem. Um Deus absoluto e infinito contido numa criatura totalmente presa ao pó da terra, é no mínimo um absurdo.</font></p>
<p><font size="3">Mas a encarnação do Verbo Divino não é o fim da picada. O Criador, na pele da criatura, usando fraldas, com certeza, é uma loucura colossal para nossa mente finita, porém, um Deus crucificado é uma total insanidade. Foi neste contexto de doidices que Paulo afirmou: <b>Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus. 1 Coríntios 1:18.</b></font></p>
<p><font size="3">Aqui temos a loucura confrontada com o poder de Deus. De um lado, a cruz é sandice na mente dos que querem entender a grandeza da graça, e, do outro lado, ela vem revelar o poder do amor incondicional de <i>Abba</i> aos indignos pecadores.</font></p>
<p><font size="3">Gosto de ler Brennan Manning e me alegro quando leio: &quot;Deus ama o que não possui amor, o que não ama, o que não é amado. Ele não detecta o que é agradável, interessante, atraente e responde a isso em Seu favor. Na verdade, Ele não responde a nada. O Pai de Jesus é uma fonte. Ele age; Ele não reage. Ele inicia o amor. Ele é amor sem motivo&quot;. Logo, esse amor sem causa é a causa do nascimento do alto.</font></p>
<p><font size="3">A cruz onde Cristo foi crucificado é a expressão máxima desse amor furioso. É amor passional do Pai, sim, ao nos atrair ao seu Filho amado, a fim de sermos incluídos no Seu sacrifício, e, deste modo, desconstruídos da arrogância, bem como do aparente &quot;amor bondoso&quot; que se expressa pela tirania da &quot;troca de favores&quot;. </font></p>
<p><font size="3">O nascimento do alto tem a ver com a mudança radical de nossa paternidade, que determina a razão do verdadeiro amor. Esse amor incondicional é a herança de uma nova filiação gerada no céu pela vida que nasce da morte. </font></p>
<p><font size="3">O nascimento da carne nos capacita a amarmos condicionalmente. O amor terreno é um jogo de interesses, um negócio, ou, como diz Wayne Jacobsen, uma &quot;troca de favores&quot;. Neste caso, nós amamos os que são amáveis. Há sempre um pré-requisito favorável apoiando uma possível permuta vantajosa no jogo. Se você estiver adequado às minhas conveniências, então podemos fazer esse negócio &quot;afetivo&quot;.</font></p>
<p><font size="3">Contudo, o nascimento do alto nos coloca numa outra família, onde o amor é de cima e está acima de qualquer favorecimento pessoal. É amor sem troco, nem &quot;truco&quot;. Os filhos de <i>Abba</i> amam somente com o amor do alto derramado nos seus corações. <b>Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Romanos 5:5.</b></font></p>
<p><font size="3">O alto valor do nascimento do alto é o amor incondicional que é derramado incondicionalmente no coração dos filhos de Deus. Esse amor sem fronteiras e sem qualquer predicado do sujeito amado, é um milagre de cima e um mistério encimando tudo o que nos rodeia. Assim, nós saímos da casa do penhor onde vivíamos devendo favores e entramos na Casa do Amor para usufruir do banquete da aceitação eterna.</font></p>
<p><font size="3">Esta saída do território do medo para vivermos a liberdade, na liberdade dos filhos de <i>Abba</i> , não tem preço a pagar. O Cordeiro já liquidou esta fatura e nós fomos convidados a participar desta festa da alforria como membros da família de cima.</font></p>
<p><font size="3">Quando ouvi num DVD um mascate da fé pondo preço no produto doado pela graça plena e cobrando uma conta liquidada pela misericórdia divina, fiquei indignado e rebarbei do outro lado da tela: isto é picaretagem da grossa. Por favor, não fiquem intimidados com esses cobradores legalistas e moralistas que invadem o campo da liberdade cristã, porque o nosso alvará de soltura não tem prazo de validade.</font></p>
<p><font size="3">Nossa identidade de filhos de <i>Abba</i> foi construída na certeza de um amor sem limites lá de cima e sem qualquer motivação cá de baixo. Veja neste amor inalterável o formato de sua certidão de nascimento no cartório do alto. <b>Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. 1 João 3:1.</b></font></p>
<p><font size="3">Creia que o Pai o (a) ama e que o seu nome na Casa de seu Pai é: Amado(a). Celebre sua identidade de cima com os companheiros de jornada desse alto valor do seu nascimento do alto. Viva! Amados de <i>Abba</i> ! Viva! Viva! Viva!</font></p>
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		<title>TUDO DEVO A CRISTO</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 00:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Tudo devo a Cristo, meu Salvador; Tudo devo a Cristo, meu melhor amigo; Tudo devo a Cristo, a Ele sempre bendigo; Tudo devo a Cristo, Ele está sempre comigo. &#160; Tudo devo a Cristo, a minha segurança; Tudo devo a Cristo, a minha confiança; Tudo devo a cristo, a minha abastança; Tudo devo a [...]]]></description>
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<p>Tudo devo a Cristo, meu Salvador;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, meu melhor amigo;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, a Ele sempre bendigo;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, Ele está sempre comigo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, a minha segurança;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, a minha confiança;</p>
<p>Tudo devo a cristo, a minha abastança;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, a minha esperança.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, o meu prazer;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, o meu fazer;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, o meu dever;</p>
<p>Tudo devo a Cristo, o meu interceder. </p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><em>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.</em></strong></p>
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