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	<description>Um maltrapilho alcançado pela graça de Deus</description>
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		<title>Crítico ou crístico?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 00:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Somos fortemente inclinados a sermos críticos. E o somos, muitas vezes, de forma ferina. Quantas vezes ferimos pessoas com os nossos comentários motivados por razões suspeitas! Temos uma tendência muito forte de desvalorizar o nosso próximo. Vez por outra somos surpreendidos criticando fortemente àqueles que não nos agradam. Falamos mal de pessoas as quais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Somos fortemente inclinados a sermos <b><i>críticos</i></b><i>. </i>E o somos, muitas vezes, de forma ferina. Quantas vezes ferimos pessoas com os nossos comentários motivados por razões suspeitas! Temos uma tendência muito forte de desvalorizar o nosso próximo. Vez por outra somos surpreendidos criticando fortemente àqueles que não nos agradam. Falamos mal de pessoas as quais Deus ama profundamente. Motivados, muitas vezes, por avaliações equivocadas, desqualificamos as pessoas tão preciosas. O crítico negativo não mede esforços para achincalhar aqueles que o desagradam.</p>
<p>A crítica negativa geralmente faz muito mal às pessoas. A sua função é a desagregação. Separar as pessoas. Trazer desunião no Corpo de Cristo. Criar uma rejeição em quem está ouvindo. Rejeitamos pessoas com base em opiniões viciadas. Somos aliciados por pessoas que tentam adocicar a palavra amarga. Geralmente o crítico é amargurado. Ele verbera a sua amargura com o seu papo crítico insuportável. A chamada maledicência é uma forma de crítica negativa. O sujeito negativo vocifera a sua negatividade em relação às pessoas na Igreja e em outros contextos. Ele critica o pastor, os diáconos, os líderes de um modo geral. Mas, muitas vezes, os críticos negativos são líderes da igreja. Não criticam na empresa onde trabalham por medo de serem mandados embora, mas o fazem na igreja.    </p>
<p>A crítica negativa começou no Éden como consequência do pecado quando Adão não reconheceu que havia errado também, mas colocou a culpa em Eva. “Então disse o homem: A mulher que tu me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gn 3.12). Na crítica negativa sempre nos colocamos acima das pessoas atingidas. Esta atitude é típica da velha natureza, a natureza adâmica. Não reconhecemos que somos cheios de falhas, limitações e vícios. Quando criticamos nosso irmão estamos atingindo o Senhor. Este é o ensino de Tiago. “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da Lei e julga a Lei; ora, se julgas a Lei, não és observador da Lei, mas juiz. Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?” (Tg 4.11,12).   </p>
<p>Certamente o que Deus requer de nós é a natureza <b>“crística”</b>. Ser crístico significa ser <i>semelhante a Cristo</i>. Ter o mesmo sentimento que Ele teve. Tratar as pessoas como Ele tratou. Ele, sendo Deus, se humilhou e se fez Servo. Ele tinha uma concepção das pessoas com base no Seu amor. Ele deu a vida pelas pessoas. Sempre as tratou com dignidade. Ensinou que não devemos julgar as pessoas porque seremos julgados também (Mt 7.1-5). Se criticarmos negativamente as pessoas seremos também criticados. É a chamada lei da semeadura e da colheita.     <br />Ser crístico é ser gracioso. É ter palavras que abençoam. Que curam. Palavras que levantam as pessoas. Palavras encorajadoras. Palavras sábias. Aliás, Tiago coloca muito bem esta questão. “A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (3.17). O “crístico” está sempre falando a verdade com amor. A sua visão das pessoas é a partir do ensino bíblico. A lente através da qual ele vê as pessoas é Jesus Cristo, a Palavra feita carne. O “crístico” está crucificado com Cristo e Cristo vive nele.“Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. (Gl 2.20 &#8211; NVI).     <br />Ser crístico significa falar palavras temperadas com sal que edificam as pessoas, contribui para melhorar a sua vida. Ele não guarda amargura no coração. Suas palavras são doces, agradáveis. Você tem prazer em conviver com o crente que um dia morreu com Cristo para servi-lO e ao próximo. Ele não entra na roda dos críticos. Dos que querem prejudicar para se beneficiarem. A palavra do crístico é bom remédio para o coração. Somos chamados para vivermos a vida de Cristo com todas as nossas limitações.     </p>
<p>Quando os crentes resolvem no seu coração não criticar negativamente, a família e a igreja são abençoadas. Tornam-se referenciais de Cristo para o mundo. O que o Senhor requer de nós? “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malicia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”. (Ef 4.31,32; 5.1,2).    <br />Abandonemos a crítica negativa e vivamos uma vida de profundo amor que trata as pessoas com dignidade, sabedoria, paciência e receptividade. Deus nos quer crísticos, isto é, semelhantes a Seu Filho amado em quem Ele tem prazer. Sejamos comedidos em nossas palavras acerca das pessoas. Não sejamos precipitados. Quando der uma coceira na língua para criticar negativamente alguém, busque a orientação do Senhor. Diga não a toda e qualquer crítica negativa. Procure realçar as virtudes das pessoas e ajuda-las a vencer suas mazelas, as áreas que ainda as prejudicam. Glorifique ao Senhor sendo crístico. </p>
<p><strong>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor </strong></p>
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		<title>ORDEM SOCIAL</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Continuo comentando a nossa Declaração de Fé. O nosso assunto agora é ordem social. O Brasil faz parte do G20 – as vinte maiores economias do mundo. Ele está em 19º lugar em distribuição de renda. Fazemos parte de um país injusto. Como cristãos batistas não podemos, em hipótese nenhuma, nos conformar com este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Continuo comentando a nossa Declaração de Fé. O nosso assunto agora é ordem social. O Brasil faz parte do G20 – as vinte maiores economias do mundo. Ele está em 19º lugar em distribuição de renda. Fazemos parte de um país injusto. Como cristãos batistas não podemos, em hipótese nenhuma, nos conformar com este quadro caótico, desalentador. Melhoramos um pouco, mas precisamos melhorar e muito mais. A visão social que resulta na distribuição de renda, na ajuda emergencial, no emprego, na saúde, na educação, no acesso a informações, na segurança, no saneamento básico e nas outras necessidades precisa ser atendida como prioridade pelos governos e nós podemos reivindicar a partir do conteúdo bíblico tão claro. Jesus sempre viu o homem como ser integral. Este mesmo homem precisa ser integrado no conjunto de benefícios da nação. Os valores do Reino de Deus devem sempre ser vividos e proclamados. Não podemos mudar este país sem uma consciência bíblica profunda e abrangente. Os profetas de Deus sempre condenaram a injustiça social e a imoralidade do povo de Israel. Vivemos num mundo injusto e imoral. </p>
<p>A ordem social começa com um coração regenerado, nascido de novo. Uma pessoa transformada deseja intensamente transformar o seu ambiente ou contexto imediato. A metamorfose ocorre a partir de uma vida consagrada ao Senhor (Rm 12.1,2). Esta vida é conformada com a vontade de Deus, mas inconformada com a injustiça do homem, da sociedade. João Batista, o precursor de Jesus, pregou contra a corrupção, o egoísmo e toda a sorte de injustiça. Jesus disse para os discípulos e diz para nós hoje: Dai-lhe vós de comer. Todo o Seu riquíssimo ministério possuía três pilares: pregação, ensino e cura. Estes três substantivos estão ligados à formação integral do homem. Os discípulos aprenderem com Ele a pregar, ensinar e curar, mas sempre no Seu poder. </p>
<p>A nossa Declaração de Fé diz: “Como sal da terra e a luz do mundo, o cristão tem o dever de participar em todo esforço que tende ao bem comum da sociedade em que vive (Mt 5.13-16; Fp 2.15)”. O bem maior é anunciar o evangelho de Cristo para que haja mudança radical. Quando o homem busca o Reino de Deus em primeiro lugar, as outras coisas serão acrescentadas (Mt 6.33). Como cristãos batistas, somos chamados pelo Senhor para cuidarmos em amor dos órfãos, das viúvas, dos anciãos, enfermos e outros necessitados, bem como todos aqueles que forem vitimas de preconceito, injustiças e opressões (Mq 6.8; Zc 7.10). Deus se agrada ao ver o Seu povo comprometido com o bem dos que sofrem toda a forma de injustiça. “Devemos atendê-los sempre com o espírito de amor, jamais apelando para quaisquer meios de violência ou discordantes das normas estabelecidas pela Palavra de Deus (Is 1.16-20; At 4.32-35)”. A Igreja nascente ou chamada primitiva tinha um forte compromisso com os desvalidos. Jesus, no juízo final, há de cobrar de todos os que O professam atitudes e atos coerentes (Mt 25.31-46). </p>
<p>A Igreja agrada a Deus quando é um hospital para pecadores. Quando recolhe os marginalizados pela sociedade apática e egoísta. As nossas Cristolândias têm sido um exemplo de comunidade terapêutica. O amor de Cristo cura. A graça de Deus em Cristo imprime em nós o desejo intenso de servir o próximo com alegria e singeleza de coração. A Igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da cura. Ela trabalha com a restauração e com o encorajamento. Jesus está derramado na Sua igreja pelo precioso Espírito Santo. Somos chamados a amar as pessoas com o amor de Cristo. A integração social passa pela aceitação do outro. São socialmente integrados os que são aceitos no coração. A fé que recebemos do Senhor é fecunda e produz obras graciosas ou da graça. A socialização do indivíduo começa com a sua aceitação pelo grupo que o recebe com amor. Cristo nos ensina a recebermos e tratarmos com graça todos os alijados pela sociedade. Ele tem uma ordem social. Esta ordem passa pela cruz e pela ressurreição. Somos identificados com Ele na Sua morte e na Sua ressurreição para nos identificarmos com as necessidades do outro e as atendermos no espírito de Cristo. Graças a Deus temos uma ordem social a partir do Seu Reino. Vivamos esta ordem social cristã para que o mundo seja transformado. </p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.</p>
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		<title>LIBERDADE RELIGIOSA</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; No âmbito da verdadeira democracia há liberdade religiosa, de expressão a partir de uma consciência livre. Nos países com governos totalitários, não. Especialmente no mundo muçulmano, não há liberdade religiosa e pode haver até morte para os que insistem em viver a sua fé em Cristo e proclama-la como o Senhor mesmo determinou na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>No âmbito da verdadeira democracia há liberdade religiosa, de expressão a partir de uma consciência livre. Nos países com governos totalitários, não. Especialmente no mundo muçulmano, não há liberdade religiosa e pode haver até morte para os que insistem em viver a sua fé em Cristo e proclama-la como o Senhor mesmo determinou na Sua Grande Comissão (Mt 28.18-20; Mc 16.15). É interessante que os muçulmanos entram nos países, testemunham a crença deles e querem ter liberdade. Sabemos que são dois pesos e duas medidas. Na verdade, falta Cristo no coração dessa gente tão intolerante e violenta. Paulo nos ensina que foi para a liberdade (principalmente a liberdade em Cristo) que Cristo nos libertou (Gl 5.1). Aqui o apóstolo fala de uma liberdade para fazer toda a vontade de Deus em Cristo Jesus com a chancela do Espírito. Liberdade interior, do coração que só Cristo pode dar. Liberdade para obedecer ao nosso Pai. Na verdade, é a circuncisão (cortar em círculo) do coração amarrado pelo egocentrismo, pela velha natureza que escraviza e infelicita o homem. É a liberdade conquistada na cruz em contraposição à escravidão imposta pelo inimigo das nossas almas a partir do Éden, caracterizada por arrogância, tradicionalismo, preconceito e legalismo religiosos. </p>
<p>A liberdade em Cristo não é convivente com o erro e nem condena à morte quem quer que seja por pensar diferente de nós. Fomos libertados por Cristo para sabermos os nossos limites e respeitarmos as opiniões alheias. A verdade é Cristo, mas não podemos impô-la a quem quer que seja. Jesus mesmo disse: “<i>Se alguém quiser</i> vir após mim&#8230;” (Mt 16.24). Há opção, escolha à luz da revelação do evangelho de Cristo, que é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê (Rm 1.16). A liberdade religiosa é um dos princípios do cristianismo autentico. Ela não é comprada, negociada, mas conquistada debaixo da soberania de Deus. O nosso Pai soberano revelou o evangelho de Cristo, Seu Filho, para que todo homem conheça e decida. Paulo lembra a Timóteo que Deus quer que todos os homens sejam salvos e venham ao conhecimento da verdade (1 Tm 2.4). Que Deus maravilhoso temos, que dá ao homem a chance de escolher entre palmilhar o caminho estreito que conduz à vida eterna ou o caminho largo, o caminho da perdição ou morte eterna! O nosso Deus é o Deus das oportunidades, que nos ama profundamente em Cristo Jesus (Rm 5.8).</p>
<p>A nossa Declaração Doutrinária declara: “Deus e somente Deus é o Senhor da consciência (Gn 1.27; 2.7). A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais do homem, inerente à sua natureza moral e espiritual (Js 24.14,15; 1 Pe 2.15,16). Por força dessa natureza, a liberdade religiosa não deve sofrer ingerência de qualquer poder humano (Dn 3.15-18; At 4.9-20). Cada pessoa tem o direito de cultuar a Deus, segundo os ditames de sua consciência, livre de coações de qualquer espécie (At 19.35-41). A Igreja e o Estado devem estar separados por serem diferentes em sua natureza, objetivos e funções (Mt 22.21; Rm 13.1-7). É dever do Estado garantir pleno gozo e exercício da liberdade religiosa, sem favorecimento a qualquer grupo ou credo (At 19.34-41). O Estado deve ser leigo e a Igreja livre. Reconhecendo que o governo do Estado é de ordenação divina para o bem-estar dos cidadãos e a ordem justa da sociedade, é dever dos crentes orar pelas autoridades, bem como respeitar as leis, obedecer a elas e honrar os poderes constituídos, exceto naquilo que se oponha à vontade e à lei de Deus (Dn 6.7-10; 1 Pe 2.13-17).”. </p>
<p>É sabido de todos que nós, batistas, comungamos com os princípios da Reforma: <i>“A não secularização da Igreja e a não clericalização do Estado”.</i> Igreja e Estado devem ser independentes. Somos conhecidos, em nossa origem, como o povo da liberdade de consciência porque é assim que a Bíblia preceitua. Infelizmente, a Igreja tem se envolvido em questões que não lhe compete e o Estado se envolve e quer fazer leis que ferem a Igreja seja como organização e como organismo. Um caso recente é a homofobia. Movimentos sociais com apoio do governo querem considerar crime o fato da igreja pregar contra o homossexualismo. Ora, é um preceito bíblico e da Constituição ter liberdade de opinar desde que não use de violência para com a pessoa. Amamos o homossexual, mas somos visceralmente contra o homossexualismo. Odiamos o pecado, mas amamos o pecador. Se os homossexuais têm o direito de agir como agem nas suas práticas imorais que, cremos, são contrárias ao caráter e a Palavra de Deus, nós, por outro lado, temos o direito de expressar que somos contra tais praticas. Se eles têm o direito de rejeitar o que a Bíblia ensina acerca dessa conduta, nós temos o direito de pregar contra ela. Há outros assuntos que o Estado quer controlar, mas a Igreja de cristo há de se levantar contra todo o erro. Sempre foi assim na História do Cristianismo. Homens e mulheres perderam suas vidas por causa da sua coerência bíblica, dentro da vontade do Pai Soberano. Exerçamos a nossa liberdade religiosa sempre dentro dos princípios do evangelho de Cristo para a glória de Deus, nosso Pai e Soberano Senhor, que há de julgar todos os homens segundo o Seu evangelho. </p>
<p><b><i>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor. </i></b></p>
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		<title>LAMPEJOS SOBRE A TENTAÇÃO (III)</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 21:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[John Owen (1616 – 1683) Qualquer que seja a sua tentação, ela pode ser conquistada pela fé na cruz de Cristo. Ore, pois, contra a tentação, até que ela se afaste, ou que Deus lhe tenha renovado as forças para que a resista e a vença. Olhe confiantemente para Aquele que prometeu libertação. Pense na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>John Owen (1616 – 1683) </p>
<p>Qualquer que seja a sua tentação, ela pode ser conquistada pela fé na cruz de Cristo. </p>
<p>Ore, pois, contra a tentação, até que ela se afaste, ou que Deus lhe tenha renovado as forças para que a resista e a vença.</p>
<p>Olhe confiantemente para Aquele que prometeu libertação. Pense na fidelidade de Deus, Deus prometeu que ‘não permitirá que sejais tentados além das vossas forças’ (1 Co 10.13).</p>
<p>Se negligenciar o vigiar e o orar, as consequências podem ser duas: cairá, certamente, no pecado, mais cedo ou mais tarde; Deus se desagradará de você e poderá discipliná-lo.</p>
<p>Não se deixe envolver por coisa alguma que o leva à tentação.</p>
<p><i>Os verdadeiros cristãos, que estão definitivamente livres do poder condenatório do pecado, ainda devem se ocupar durante toda a vida com a mortificação do remanescente poder do pecado. </i></p>
<p>A força, o poder, e o gozo em nossa vida espiritual dependem de mortificarmos os atos da natureza pecaminosa. </p>
<p>O pecado está sempre ativo, sempre instigando, sempre incitando e tentando (Autor desconhecido). </p>
<p>O pecado remanescente está constantemente ativo, enquanto vivermos, lutando para produzir atos pecaminosos.</p>
<p>Se o pecado não for objeto de escrutínio, se não for continuamente mortificado, produzirá pecados que dominarão a vida, pecados escandalosos que prejudicarão sua vida espiritual.</p>
<p>O pecado, como a sepultura, nunca se satisfaz.</p>
<p>Deus nos deu o Seu Espírito Santo e uma nova natureza, para que disponhamos de meios com os quais possamos nos opor ao pecado e aos maus desejos.</p>
<p>O pecado põe sua força contra cada ato de santidade. </p>
<p>O sangue de Jesus é para purificar-nos, e não para nos confortar numa vida de pecado!</p>
<p>Mortificar o pecado é obra do Espírito Santo. Deus prometeu-nos na Sua Palavra dar-nos o Espírito Santo para fazer essa obra.</p>
<p><b><u>Edição</u></b>: <b>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</b></p>
<p><b>Pastor batista </b></p>
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		<title>CONSTRUTORES DE PONTES</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 21:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Para que servem as pontes? Elas são essenciais para a ligação entre os dois lados de um rio. Entre duas cidades, que permitem a passagem de pessoas. Onde não há pontes, a comunicação fica muito prejudicada. A ponte precisa ter muito boa base. Ser bem estruturada. O seu material precisa ser de boa qualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Para que servem as pontes? Elas são essenciais para a ligação entre os dois lados de um rio. Entre duas cidades, que permitem a passagem de pessoas. Onde não há pontes, a comunicação fica muito prejudicada. A ponte precisa ter muito boa base. Ser bem estruturada. O seu material precisa ser de boa qualidade e o cálculo estrutural precisa ser muito bem feito para que ela dure. Ponte é sinônimo de comunicação, comunhão, solidariedade, praticidade, facilidade, segurança e serviço. A ponte sobre um rio pode salvar uma vida. </p>
<p>Deus nos chamou, em Cristo Jesus, para sermos pontes a partir da nossa identificação com Ele na Sua morte e na Sua ressurreição. Por Sua graça, Ele nos vocacionou para estabelecermos comunhão, diálogo, harmonia e solidariedade. Sabemos que neste mundo há mais construtores de muros do que de pontes. Neste tempo, as pessoas têm se isolado. Cada um na sua casa. Na sua fortaleza bem murada, com fios elétricos e cachorros ferozes. As pessoas constroem muros porque se trancam em si mesmas. Elas têm medo de se expor. Estão voltadas apenas para os seus interesses mais diversos. </p>
<p>Jesus, na Sua obra na cruz, estabeleceu a comunhão. Comunhão no Seu sangue. A cruz é a ponte da reconciliação entre Deus e nós e nós e o nosso próximo. A ponte que custou a Sua própria vida. Como Ele, devemos ser construtores de pontes fortes, inabaláveis, cuja base é Ele mesmo, a Rocha eterna e inamovível. Fomos chamados de dentro para fora do mundo para sermos facilitadores da comunicação amorosa. Não podemos ficar trancados em nós mesmos, voltados para o nosso próprio umbigo, vivendo uma vida egoística. </p>
<p>A Igreja de Jesus necessita formar uma Escola de Construtores de pontes que ligam vidas de diferentes matizes. Comunicação amorosa, intensa e perseverante. As águas barrentas de um rio caudaloso, perigoso e mortal não levarão a ponte porque a sua base é Cristo, o Senhor. Construamos pontes de amor, justiça, verdade, serviço, louvor, alegria e comunhão. Que sejam traços da Comunidade dos salvos pelo sacrifício de Jesus na cruz. Ao construirmos pontes estamos contribuindo para a ligação amorosa entre pessoas. Estamos comunicando perdão. Nesta comunicação há relacionamentos saudáveis. As pessoas não se sentem solitárias, mas solidárias. Não buscam seus interesses, mas repartem. Compartilham o coração e o pão. </p>
<p>Que o Pai nos livre de sermos construtores de muros que separam as pessoas, mas edificadores de pontes que as unem, as entrelaçam e as ajudem na caminhada da graça. Que por onde quer que formos sejamos edificadores de pontes, de relacionamentos sinceros, constantes e abundantes neste mundo tão perverso, egoísta e narcisista. Saiamos por aí a disseminar o amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta (1 Co 13.4-8). O amor que jamais acaba, pois este é a matéria prima essencial das pontes que fazem toda a diferença. </p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor. </p>
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		<title>LAMPEJOS SOBRE A TENTAÇÃO (II)</title>
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		<comments>http://oswaldojacob.com/blog/lampejos-sobre-a-tentao-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 01:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo o pecado deriva da tentação. Não pode haver pecado sem que exista a tentação (Tg 1.14,15; Gl 6.1). Os desejos pecaminosos são como um riacho correndo o seu curso para o mar, e a tentação como um vento poderoso que sopra nesse riacho. O pecado e a tentação são apresentados juntos por satanás, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o pecado deriva da tentação. Não pode haver pecado sem que exista a tentação (Tg 1.14,15; Gl 6.1).</p>
<p>Os desejos pecaminosos são como um riacho correndo o seu curso para o mar, e a tentação como um vento poderoso que sopra nesse riacho.</p>
<p>O pecado e a tentação são apresentados juntos por satanás, e é extremamente difícil para qualquer pessoa separá-los.</p>
<p>Eu sou pobre e fraco; satanás é sutil, poderoso, ardiloso e está sempre de olho numa oportunidade adequada para me tentar.</p>
<p>Precisamos orar para que a boa e sabia providencia de Deus ordene os nossos caminhos e os nossos negócios de modo que nenhuma tentação imperiosa nos ataque.</p>
<p>A prosperidade e a tentação andam juntas.</p>
<p>O cristão pode regozijar-se na prosperidade (C 7.14), mas nunca deve se esquecer que a prosperidade traz perigos reais que precisam ser objeto de vigilância e oração.</p>
<p>A tentação geralmente está por perto quando alguém está cheio de autoconfiança.</p>
<p>Se quiser se guardar da tentação, gaste tempo estudando sua própria natureza. </p>
<p>Quanto melhor conhecer o mal e as fraquezas do seu coração, melhor preparado está estará para evitar as tentações às quais você mais está inclinado. </p>
<p>John Owen – Teólogo dos Puritanos nos séculos </p>
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		<title>LAMPEJOS SOBRE A TENTAÇÃO (I)</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 14:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; É só Deus que pode guardar o cristão para que ele não caia em pecado. Até sermos tentados pensamos que podemos lidar com a tentação mediante as nossas próprias forças. Pedro pensou que ele nunca negaria o seu Senhor (Mt 26.33-35, 69-75) Um pescador usa como isca um verme saboroso para apanhar o peixe. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>É só Deus que pode guardar o cristão para que ele não caia em pecado. Até sermos tentados pensamos que podemos lidar com a tentação mediante as nossas próprias forças. Pedro pensou que ele nunca negaria o seu Senhor (Mt 26.33-35, 69-75)</p>
<p>Um pescador usa como isca um verme saboroso para apanhar o peixe. Da mesma maneira o diabo frequentemente usa como isca alguma coisa atraente do mundo para persuadir a pessoa pecar.</p>
<p>Tiago ensina: “Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (1.14).</p>
<p>Qualquer que seja o pecado, jamais devemos esquecer que o alvo da tentação é prejudicar a saúde espiritual do cristão. </p>
<p>Todo o labor da fé para guardar nossas almas da tentação se resume nestes dois deveres – ‘<b><i>vigiar e orar’</i></b><i>.</i></p>
<p>O Senhor Jesus Cristo nos deu um padrão para a nossa oração diária. Neste modelo uma das petições é: “e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (Mt 6.13).</p>
<p>Uma boa parte da fraqueza de cada pessoa é uma confiança infundada na sua própria força. A confiança de Pedro em si mesmo (Mt 26.33) era, certamente, sua fraqueza. Muitas pessoas são assim.</p>
<p>A tentação pode dominar a imaginação e os pensamentos de tal maneira que a pessoa não pode pensar em outra coisa.</p>
<p>A tentação pode usar os desejos e as emoções de um homem para turvar sua mente, impedindo-o de pensar claramente. </p>
<p>A tentação inflamará os desejos maus do coração de um homem, de maneira tal que eles controlarão a sua mente.</p>
<p>O alvo de satanás ao tentar os homens é sempre o mesmo. Em cada tentação o alvo principal é sempre o mesmo. É sempre desonrar a Deus e arruinar nossas almas. </p>
<p>Um filho de Deus sabe que a graça de Deus é suficiente para guarda-lo de afastar-se de Deus. Ele sabe que nunca perecerá (João 10.28). </p>
<p><strong>__________________________________________________________________</strong></p>
<p><strong>JOHN OWEN&#160; &#8211; 1616 – 1683 </strong></p>
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		<title>SER COMO CRISTO PRATICANDO A BÍBLIA (FINAL)</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 16:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Como já havia me referido anteriormente, este é o tema da CBB para este ano. Ele está fundamentado em Gálatas 4.19: “Meus filhos, sofro as dores de parto por todos vocês novamente – e este processo continuará até que o Messias seja moldado em vocês”. Paulo usa uma metáfora para mostrar suas dificuldades quanto ao retorno dos gálatas, especialmente pelo fato deles sofrerem a influência dos judaizantes – aqueles que ensinavam e pregavam que Cristo não era suficiente para a salvação. Para eles, o evangelho era Cristo <i>mais</i> praticas cerimoniais judaicas – circuncisão, sábado, etc. </p>
<p>Os judaizantes estavam na contramão do genuíno evangelho. Há muitos judaizantes (legalistas) em nossas igrejas vivendo e pregando contra o evangelho de Cristo, que é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê (Rm 1.16). Paulo repreendeu severamente os judaizantes, os falsos crentes e mestres que não praticavam o ensino das Escrituras. Havia um fosso muito grande entre Paulo e eles. Entre o verdadeiro cristianismo e o falso cristianismo. Entre cristianismo puro e simples e o cristianismo contaminado e sofisticado. Entre o cristianismo que vive pela fé e o cristianismo legalista, voltado para o tradicionalismo religioso, sem vida. Entre a suficiência de Cristo Jesus e a suficiência da tradição religiosa. Entre o mérito de Cristo e o mérito meramente humano. Entre uma vida semelhante a Cristo e uma vida de aparência cristã. Entre um cristianismo de conteúdo espiritual denso e o cristianismo largo, raso e carnal. Era neste contexto que Paulo sofria terrivelmente e aí ele usa a metáfora da mulher que sente dores ao ter o filho. </p>
<p>John Stott nos ajuda muito na compreensão deste magnifico texto: “A atitude de Paulo para com os gálatas era totalmente diferente da atitude dos falsos mestres. No verso 19 ele os chama de ‘meus filhos’ e se compara à mãe deles. Mas isso não seria amarra-los? Não. A metáfora não exemplifica a dependência deles, mas o trabalho de Paulo em favor deles. Ele não se satisfaz em que Cristo habite neles; ele anseia ver Cristo <i>formado </i>neles, vê-los transformados à imagem de Cristo, ‘até que Cristo ocupe totalmente o ser’. Na verdade, em ardente desejo e oração ele agoniza por eles até o fim, comparando o seu sofrimento às dores de parto. Ele estivera em trabalho de parto por eles anteriormente, quando da conversão dos gálatas, quando eles nasceram de novo; agora o afastamento deles provocava outro parto. Mais uma vez, ele estava em trabalho de parto. Na primeira vez, houvera um aborto; desta vez ele anseia que Cristo seja verdadeiramente formado neles”. </p>
<p>Com todo o seu palavreado, Paulo está expressando um profundo e sacrificial amor pelos gálatas, seu anseio por eles e seu profundo desejo de vê-los identificados plenamente com Cristo Jesus. Na verdade, o apóstolo deseja intensamente, orando e trabalhando para isso, que os gálatas mergulhem no texto sagrado e sejam fiéis aos ensinos do Senhor. Paulo testemunha aos cristãos da Galácia: “Quando o Messias foi executado na estaca como criminoso, eu também morri; para que o meu ego orgulhoso não mais viva. O Messias, porém, vive em mim, e a vida que agora vivo em meu corpo, vivo-a pela mesma fidelidade decorrente da confiança demonstrada pelo Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (2.20 &#8211; Bíblia Judaica Completa). Aqui está um exemplo de ser como Cristo. Ele é o nosso modelo perfeito em toda a vontade do Pai. Sejamos como Ele, andemos como Ele andou neste mundo mau e tenebroso (1 João 2.6).</p>
<p><b>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor</b>.</p>
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		<title>SER COMO CRISTO PRATICANDO A BÍBLIA (III)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 20:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Portanto, assim como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, também andai nele, arraigados e edificados nele e confirmados na fé, como fostes ensinados, sempre cheios de ações de graças” (Col 2.6,7). Este texto é por demais precioso. Recebemos a Cristo Jesus, o Senhor, pela pregação da Palavra inspirada. Este é o ensino de João : “Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i></i></p>
<p><i>“Portanto, assim como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, também andai nele, arraigados e edificados nele e confirmados na fé, como fostes ensinados, sempre cheios de ações de graças” </i>(Col 2.6,7).</p>
<p>Este texto é por demais precioso. Recebemos a Cristo Jesus, o Senhor, pela pregação da Palavra inspirada. Este é o ensino de João : “Mas a todos os que o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes a prerrogativa de se tornarem filhos de Deus” (1.12). A fé cristã vem pelo ouvir da Palavra de Cristo (Rm 10.17). Após recebermos a Cristo a nossa natureza se inclina para andarmos nEle. O verbo andar está no modo imperativo. Portanto, é uma ordem. A Palavra é imperativa. Não é possível andarmos com Jesus sem a pratica da Sua Palavra. Andarmos em Cristo significa seguirmos os Seus passos. Fazermos o que Ele mandou. Cumprirmos a missão que Ele deixou para nós (Mt 28.18-20). </p>
<p>A orientação paulina para andarmos em Cristo está fundamentada em duas figuras da botânica e da arquitetura, respectivamente. Uma fala de alimento a partir da raiz. A outra, da edificação, da morada a partir do alicerce. Nossas vidas devem estar enraizadas e alicerçadas profundamente em Cristo. Somos, portanto, alimentados e temos guarida nEle. A pratica da Bíblia nos torna cristãos bem alimentados e bem edificados, seguros em Cristo Jesus. A verdadeira habitação e a autêntica segurança alimentar estão no Salvador. </p>
<p>Pessoas alimentadas e protegidas a partir de Cristo, pela Palavra, têm prazer na gratidão. Somos gratos pelo dom do Pai em Cristo. Plenos de gratidão a partir da obra de Cristo na cruz e na ressurreição pelo conhecimento das Escrituras. Jesus cumpriu toda a Revelação. Ele tabernaculou entre nós (João 1.14) e é a Videira verdadeira (João 15.1,2). Tabernáculo fala de morada, proteção. Videira, fala de alimento, provisão. Jesus é a nossa Rocha bem firme e o Pão da vida que nos alimenta. </p>
<p>Pela prática da Bíblia somos arraigados (enraizados, alimentados) e edificados (alicerçados, abrigados) nEle. Estas experiências são de confirmação na fé. O ensino das Escrituras nos torna sábios para fazermos toda a vontade de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor. Todo o prazer do Pai está no Filho. O Senhor está nos dizendo por Sua Palavra: “Este é o meu Filho amado, de quem me agrado” (Mt 3.17). </p>
<p>Andarmos em Cristo enraizados e edificados leva-nos à confirmação da fé e às ações de graças. Devemos ser sempre gratos a Deus pela obra de Cristo em nos salvar e santificar pela ação do Espírito Santo. Por estarmos alimentados e protegidos em Cristo Jesus. Apreciei muito o que Ronald Sider falou acerca de Jesus, o nosso Modelo de obediência, de quem devemos ser parecidos:</p>
<p>Jesus, seja o centro,</p>
<p>Seja a nossa fonte,</p>
<p>Seja a nossa luz, Jesus.</p>
<p>Jesus, seja o centro,</p>
<p>Seja a nossa esperança,</p>
<p>Seja a nossa canção, Jesus.</p>
<p>Seja o fogo em nossos corações,</p>
<p>Seja o vento em nossas embarcações,</p>
<p>Seja a nossa razão de viver,</p>
<p>Jesus, Jesus.</p>
<p>Jesus, seja a nossa visão,</p>
<p>Seja o nosso caminho,</p>
<p>Seja o nosso guia, </p>
<p>Jesus.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.</strong></p>
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		<title>EVANGELIZAÇÃO E MISSÕES</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 14:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; “Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-lhes a obedecer a todas as coisas que vos ordenei; e eu estou convosco todos os dias, até o final dos tempos” (Mt 28.18-20). Esta é a chamada Grande Comissão deixada por Jesus para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><b>“Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-lhes a obedecer a todas as coisas que vos ordenei; e eu estou convosco todos os dias, até o final dos tempos” (Mt 28.18-20). </b></p>
<p>Esta é a chamada Grande Comissão deixada por Jesus para a Sua Igreja. Evangelização e Missões estão incluídas dentro dela. Elas se complementam. Na verdade, são dois métodos cuja mensagem é uma só – Jesus Cristo e este crucificado, morto e ressurreto (1 Co 2.2). Ele veio buscar e salvar o homem perdido e restaurar todas as coisas para a Glória do Pai. Sabemos que a evangelização é o método de apresentar Cristo seja pessoal ou coletivo. Cada cristão e cada igreja comprometidos, têm o privilégio de testemunhar de Cristo. Entendemos que evangelização é uma prática de anunciar o evangelho nos lugares mais próximos. Missões é a pratica de pregar o evangelho de Cristo mais distante sendo dentro e fora do país. </p>
<p>Piper diz que “missões é dizer às nações que louvem a Deus, dando-lhes evidências de que é bom e agradável mostrar-lhes que Deus abriu o caminho para os pecadores pelo sangue e pela justiça de Jesus Cristo. Missionários não dizem simplesmente o Salmo 147.1: “Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor. Não dizemos apenas “Louvai ao Deus verdadeiro mediante Seu Filho Jesus! Damos as razões para isso. Explicamos quem ele é e como ele tem operado na História e falado conosco na Bíblia e em Seu Filho. Damos as razões pelas quais louvar a Deus é a única resposta segura e que satisfaz a Deus. Deixamos claro: Não louvar é perecer”. </p>
<p>Temos um compromisso inadiável de anunciar Jesus Cristo, toda a Sua mensagem. Como Pedro e João devemos sempre falar: “Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” (At 4.20). Paulo solenemente declarou: “Mas, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois tal obrigação me é imposta. E ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (1 Co 9.16). Como Paulo, precisamos ser corajosos. Ele testemunha fortemente: “Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu e também do grego” (Rm 1.16). Vivemos num tempo de crentes acomodados, rasos na sua fé, envergonhados, carnais, críticos, medrosos ou tímidos, avarentos, infiéis. Como vamos cumprir a Grande Comissão deixada por Jesus? Precisamos de coerência na vida para sermos testemunhas exuberantes do evangelho de Cristo. Termos a mesma coragem dos apóstolos, da igreja primitiva e dos demais cristãos que amavam o Senhor e não amavam as suas próprias vidas como os heróis da fé em Hebreus 11. </p>
<p>Apreciei muito o que Piper disse acerca da nossa tarefa de anunciar a Cristo: “Missões é conclamar o mundo a fazer aquilo para o qual fomos criados – ter gradíssimo prazer em louvar a Deus para sempre. Se as missões não alcançarem um povo com o evangelho da glória de Deus na face de Cristo, Deus será desonrado e as pessoas serão miseráveis – eternamente. Assim, somos impelidos por dois motivos (que acabam sendo um só): A Glória de Deus e o bem do homem. É a única coisa porque o louvor a Deus é a consumação do prazer em Deus”. O Senhor nos chama a todos para ser pessoas que ou prosseguem em missão ou enviam missionários (Piper). </p>
<p>A nossa Declaração de Fé da CBB, diz: “A missão primordial do povo de Deus é a evangelização do mundo, visando a reconciliação do homem com Deus (Mt 28.19,20; 2 Co 5.18-20; Rm 10.13-15). É dever de todo o discípulo de Jesus Cristo e de todas as igrejas proclamar, pelo exemplo e pelas palavras, a realidade do evangelho, procurando fazer novos discípulos em todas as nações, cabendo às igrejas batizá-los e ensiná-los a observar todas as coisas que Jesus ordenou (Lc 24.46-49; At 1.8). A responsabilidade da evangelização estende-se até os confins da terra e por isso as igrejas devem promover a obra de missões, rogando ao Senhor que envie obreiros para a sua seara (Mt 9.38)”. </p>
<p>Não transformemos a Grande Comissão na Grande Omissão. Não tratemos a urgência de Deus como algo sem valor. Mais uma vez, recebemos uma tarefa vital e urgente. Não podemos postergar. Tenhamos a disposição do profeta Isaias quando foi chamado pelo Senhor: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8). Que tenhamos no centro do nosso coração o Cristo da missão. A consequência será, com alegria, proclamar o Senhor ao mundo a começar dos nossos familiares não crentes. Como dizia Oswald Smith: “A luz que brilha bem longe é porque brilha muito forte perto”. Como nos ensinou William Carey, missionário inglês na Índia, “empreendei grandes coisas para Deus; esperai grandes coisas de Deus”. O trabalho que ele realizou na Índia fala até hoje. Que tenhamos o mesmo sentimento de Cristo: “Vendo as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam atribuladas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor” (Mt 9.36). Ele não só foi a elas, mas deu a Sua vida por elas e por nós. Sejamos como Ele para a Glória do Pai!</p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor. </p>
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