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	<title>Lugarzinho</title>
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	<description>Desfrutar, curtir e saborear a vida!</description>
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		<title>SÃO BENTO DO SAPUCAÍ – SABOR, CULTURA E AUTENTICIDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 20:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aventura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos em que muitos destinos turísticos parecem cenários cuidadosamente montados para fotografias perfeitas, São Bento do Sapucaí segue um caminho diferente. Encravada na Serra da Mantiqueira, a cidade preserva algo cada vez mais raro: autenticidade. Ali os produtores continuam produzindo, os moradores continuam vivendo suas rotinas, os violeiros continuam tocando suas modas e as [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7340fe86857234c538abf4791b52c25b wp-block-paragraph">Em tempos em que muitos destinos turísticos parecem cenários cuidadosamente montados para fotografias perfeitas, São Bento do Sapucaí segue um caminho diferente. Encravada na Serra da Mantiqueira, a cidade preserva algo cada vez mais raro: autenticidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-2ecd73b22be9ce8f8b89a66e1bfa99d5 wp-block-paragraph">Ali os produtores continuam produzindo, os moradores continuam vivendo suas rotinas, os violeiros continuam tocando suas modas e as montanhas continuam ditando o ritmo dos dias. E o turismo acontece justamente porque tudo isso existe — e não o contrário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-97d5243f4b358b2ecdbb37abc1f186c3 wp-block-paragraph">É essa visão que a secretária de Turismo, Cultura e Desenvolvimento Econômico, <strong>CÍNTIA TOMIE SUGUINO</strong>, defende ao falar sobre a cidade na <strong><mark><a href="https://youtu.be/a0RuCfeaFnE">entrevista que você pode assistir AQUI</a></mark></strong> ou no final dessa matéria. Em São Bento, valorizar os produtores locais, preservar tradições e incentivar novos empreendedores não são ações separadas, mas partes de um mesmo projeto de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="550" height="412" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-06.jpg" alt="" class="wp-image-6215" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-06.jpg 550w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-06-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6ba4f2a90231d429229726024b2f7768 wp-block-paragraph"><strong>Sabores que nascem da montanha</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8a90f49a0f64de14a3e001101fab79f2 wp-block-paragraph">A vocação rural da cidade aparece em cada estrada de terra pelas quais é ótimo se perder. Ao longo desses caminhos, pequenas propriedades recebem visitantes interessados em conhecer de perto a produção de azeites, vinhos artesanais, cogumelos especiais, cervejas, mel, queijos e uma variedade crescente de produtos ligados à culinãria local.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-85d9500517b9e062858cbae2d5879e97 wp-block-paragraph">Um dos exemplos é o azeite extravirgem, cuja qualidade já chama atenção de especialistas e chefs de cozinha. Mas a cidade também integra o movimento crescente dos vinhos de inverno da Mantiqueira. Vinhedos instalados em áreas de altitude vêm demonstrando que a região possui condições ideais para produzir rótulos cada vez mais premiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-aa97ef417ecbc32609004c623ae51e3a wp-block-paragraph">Entre os produtores que merecem atenção estão fazendas de oliveiras, vinhedos de altitude, produtores de cogumelos artesanais, apicultores, pequenas cervejarias e agroindústrias familiares que transformam ingredientes locais em experiências gastronômicas genuínas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="275" height="183" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-02.jpg" alt="" class="wp-image-6216" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9ab7db446320e0d8ca95d009f9bc05ab wp-block-paragraph"><strong>Cultura que não virou peça de museu</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-629c12101348d0ec08a4ee54deb7de2e wp-block-paragraph">Se a gastronomia conecta o visitante ao território, a cultura ajuda a compreender sua alma. Em São Bento do Sapucaí, as tradições sobrevivem no cotidiano, e não apenas em livros ou apresentações ocasionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a9e7355125733f093ba989625598dc99 wp-block-paragraph">O Museu da Viola celebra um instrumento que ajudou a contar a história do interior brasileiro. O Museu do Carro de Boi preserva um dos símbolos mais marcantes da vida rural brasileira. O Museu do Zé Pereira guarda a história de uma das manifestações populares mais tradicionais da cidade – com bonecões mais antigos até que os de Olinda – e que atravessa gerações e continua mobilizando a comunidade local.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c2c3ca553c2c9668020b26edb21ccb00 wp-block-paragraph">Mas talvez a melhor forma de conhecer essa herança cultural seja fora dos museus. Em rodas de conversa, festas populares, encontros de violeiros e apresentações espontâneas, o visitante percebe que a cultura local continua viva e em constante transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="450" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-03.jpg" alt="" class="wp-image-6217" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-03.jpg 800w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-03-300x169.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-03-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b616b436fab551dcf8549ceba403f9d7 wp-block-paragraph"><strong>Arte feita devagar e com muito talento</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8c180219c7cfead192ca312d37f6ffdc wp-block-paragraph">Outro aspecto que diferencia São Bento é a presença de artistas e artesãos que encontraram na Mantiqueira um ambiente propício para criar. Ateliês espalhados pela zona rural e pelo centro da cidade abrem suas portas para visitantes interessados em processos criativos, arte têxtil, cerâmica, mosaicos, pintura e design.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-51dafeed7c56409ad5e69c86d18725ae wp-block-paragraph">Mais do que espaços de exposição, muitos desses ateliês funcionam como locais de encontro, onde o artista conversa diretamente com quem chega. A experiência de compra deixa de ser uma simples transação e se transforma em uma troca de histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="712" height="602" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-04.png" alt="" class="wp-image-6218" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-04.png 712w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-04-300x254.png 300w" sizes="(max-width: 712px) 100vw, 712px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-73b0c058b7caf9f20d2efb0f6329c90c wp-block-paragraph"><strong>Natureza grandiosa, experiências humanas</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f80867254d96896f75811e248d4e2df6 wp-block-paragraph">Mas é impossível falar de São Bento do Sapucaí sem mencionar a natureza. O principal cartão-postal da cidade é a Pedra do Baú, um dos conjuntos rochosos mais impressionantes do Brasil – e cujas lembranças e traumas <strong>já contei AQUI mesmo</strong>, no Lugarzinho. Com suas paredes verticais emergindo da paisagem da Mantiqueira, ela atrai praticantes de escalada, montanhismo, trekking e amantes da fotografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-658406b867a3afaa95331e213c75fe03 wp-block-paragraph">Além da Pedra do Baú, a cidade abriga dezenas de trilhas, cachoeiras e percursos para ciclistas e aventureiros. Há opções para quem busca adrenalina, mas também para quem deseja apenas caminhar em silêncio entre araucárias e riachos cristalinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3948181304e4a03db6c8ce6801fca814 wp-block-paragraph">O interessante é que, mesmo diante de paisagens grandiosas, a experiência raramente se resume à contemplação da natureza. Em São Bento, quase toda trilha termina em uma conversa, uma propriedade rural, um café caseiro ou uma história contada por alguém que nasceu ali.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-07-1024x768.png" alt="" class="wp-image-6219" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-07-1024x768.png 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-07-300x225.png 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-07-768x576.png 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/06/SBS-07.png 1448w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e7f687c2d21cc1bfde36d545dad0ca12 wp-block-paragraph"><strong>O turismo como ferramenta de desenvolvimento</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-95e6b643f64d76e7232e0dfc23b2e29a wp-block-paragraph">Talvez seja justamente essa combinação que explique o momento vivido pela cidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c59482537d334a4f4d52efc3dfca5418 wp-block-paragraph">Ao invés de apostar apenas em grandes atrações, São Bento do Sapucaí vem fortalecendo uma rede formada por produtores rurais, artistas, cozinheiros, empreendedores, guias e moradores. O visitante consome produtos locais, conhece histórias e ajuda a manter vivas atividades que fazem parte da identidade do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0ce8a3f83e36fcfa2888517c361e206b wp-block-paragraph">O resultado é um modelo de turismo que gera renda sem descaracterizar o território. Um turismo que valoriza a cultura em vez de substituí-la. Que protege a paisagem porque depende dela. E que entende que desenvolvimento econômico não precisa significar perda de identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-71a3bfb31d21bfc62161cc221dc18bbc wp-block-paragraph">Em uma época de destinos cada vez mais parecidos entre si, São Bento do Sapucaí parece lembrar algo essencial: viajar continua sendo, acima de tudo, uma oportunidade de conhecer pessoas, histórias e modos de vida diferentes dos nossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-326ed9751e0d4d1fb4573acdd80e1ae3 wp-block-paragraph">E talvez seja justamente por isso que tanta gente chega para passar um fim de semana e volta para a vida inteira.</p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-44f168472882ccde7ef675e63668ba68 wp-block-paragraph"><strong>Assista a entrevista completa:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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</div></figure>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9c8bb998c0dbf35e3d0caaffbf47251d wp-block-paragraph"><strong>Segue abaixo uma lista de lugares que você não pode deixar de conhecer. Cada um deles mostra a alma da cidade, onde cultura, gastronomia, arte e produção rural se encontram de forma genuína:</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-951c262877780ae09379f2ad42aaf5b1 wp-block-paragraph"><strong>Museu do Zé Pereira</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-eaeec5e4ec058d2c22f473aa313ecef5 wp-block-paragraph">Guardião de uma das tradições mais queridas da cidade, o museu celebra os famosos bonecões do bloco Zé Pereira, manifestação cultural centenária de São Bento do Sapucaí. O espaço ajuda a preservar a memória, os personagens e o espírito festivo que atravessa gerações.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-10e4fdaa74f12dcebe409c058fd205f2 wp-block-paragraph"><strong>Museu do Carro de Boi</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-08fb2bcac6786c6a5984e5ea579f2a2d wp-block-paragraph">Um mergulho na história rural de São Bento do Sapucaí. O museu preserva carros de boi, ferramentas e objetos que ajudam a contar como era a vida no campo antes da mecanização, valorizando o trabalho e os costumes que moldaram a identidade da região.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-5922c3c619c0c60cf760a0b5e098d44c wp-block-paragraph"><strong>Museu da Viola</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0cb677d1228ec3d5076cb4cefd62b04c wp-block-paragraph">Dedicado ao instrumento que se tornou símbolo da cultura caipira, o museu reúne violas, documentos, fotografias e histórias de violeiros. É uma parada obrigatória para quem deseja compreender a profunda ligação entre a música sertaneja de raiz e a Mantiqueira.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-965b66d2bce0f934bb0c1532069f9c71 wp-block-paragraph"><strong>OLIQ Azeites</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-451ac454dc0fc8ccfec7763a3a99b597 wp-block-paragraph">Em meio às montanhas da Serra da Mantiqueira, a OLIQ transformou a produção de azeites extravirgens em uma experiência turística completa. Além de conhecer os olivais e o processo de fabricação, os visitantes podem participar de degustações e desfrutar de um restaurante que valoriza ingredientes da região e os próprios azeites produzidos na fazenda.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b4d5a2f27c843ee59ff4c94d10e46a49 wp-block-paragraph"><strong>Vinícola Villa Santa Maria</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8e48416b489257cfae5cbe8796dfe45b wp-block-paragraph">Uma das pioneiras do enoturismo na Mantiqueira paulista, a vinícola impressiona pelos vinhedos, pela arquitetura e pelos vinhos produzidos em altitude. As visitas incluem degustações e permitem conhecer de perto o processo de produção dos rótulos da casa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e92e4cc7edab1a9d4f61dc3d2e9fbf40 wp-block-paragraph"><strong>Vinícola Raízes do Baú</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6ef46028f29f87413b8af271bf01f68b wp-block-paragraph">Instalada no sopé da Pedra do Baú, combina produção de vinhos, produtos artesanais e belas paisagens. As degustações acontecem em meio aos vinhedos e oferecem uma experiência intimista, conduzida pelos próprios proprietários.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7110af3d923820a666debc57e8bc0d0f wp-block-paragraph"><strong>Vinícola Entre Vilas</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c9951e6bc9aa3bae52944a9c1fef204d wp-block-paragraph">Mais do que uma vinícola, é uma propriedade dedicada à diversidade agrícola da Mantiqueira. Além dos vinhos, cultiva frutas vermelhas, castanhas e outras culturas, refletindo o espírito inovador da agricultura de montanha.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-807ea95fb0863c92dbc20926b629b005 wp-block-paragraph"><strong>Charcutaria Espírito de Porco</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e6b6ff1883e2e27230221d540550bff7 wp-block-paragraph">Especializada em embutidos artesanais, produz presuntos, salames e outros itens inspirados na tradição europeia, mas com identidade brasileira. Uma ótima parada para quem aprecia gastronomia artesanal e produtos feitos com tempo, técnica e cuidado.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-700ead3b2cf94fced87b73e1b070f7d7 wp-block-paragraph"><strong>Fazenda Soares</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-2a90817580f1b90761d6d07aa27bdaf7 wp-block-paragraph">Produtora de queijos artesanais e outros produtos rurais, a fazenda oferece ao visitante contato direto com a vida no campo e com os sabores típicos da Mantiqueira. É uma oportunidade de conhecer o trabalho de pequenos produtores que ajudam a construir a reputação gastronômica da região.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-90a1366efefb43b0696af035c09e5137 wp-block-paragraph"><strong>Quinta dos Cogumelos</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e93e13603b5fd0f13fa7d07fda20b672 wp-block-paragraph">Referência no cultivo de cogumelos especiais, a propriedade apresenta aos visitantes o fascinante universo da fungicultura. Além de conhecer a produção, é possível experimentar produtos frescos e descobrir como os cogumelos vêm ganhando espaço na alta gastronomia da Mantiqueira.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7af8bfdf728d8e058a634ba62bf7b3c6 wp-block-paragraph"><strong>Restaurante Trincheira</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-947c2098013ed2f1ffc3937b7e45e623 wp-block-paragraph">Com vista privilegiada para as montanhas, o Trincheira aposta em uma gastronomia que valoriza ingredientes locais e o clima acolhedor da serra. É um lugar para saborear a culinária regional sem pressa, apreciando a paisagem da Mantiqueira.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b1dd80024e32bea8bd2a691d680d4ffe wp-block-paragraph"><strong>Restaurante Pedra do Baú</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-95bd224194a834c2ad19a7a1319c6e10 wp-block-paragraph">Localizado aos pés do principal cartão-postal da cidade, oferece uma das vistas mais bonitas da região. O buffet e os pratos destacam sabores da Mantiqueira, tornando a refeição um complemento perfeito para quem visita a Pedra do Baú.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3b7d3ffa866d2f4e372b1973327f1e58 wp-block-paragraph"><strong>Ateliê Nakawe</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-36eca90639beb196918aaa48b4d9ff5d wp-block-paragraph">Referência em arte têxtil contemporânea, o ateliê desenvolve peças exclusivas que unem design, tradição artesanal e técnicas de tecelagem. A visita permite conhecer de perto o processo criativo e a produção manual que tornou o espaço reconhecido na região.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ca0d99d3511bce50c3e357d427cbee3e wp-block-paragraph"><strong>Nico Ferreira Mosaicos</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-701a20e6086fd8f00a990c8d8dc5a0d1 wp-block-paragraph">O artista Nico Ferreira transforma fragmentos de cerâmica, vidro e pedra em obras cheias de cor e identidade. Seu ateliê é um convite para conhecer um trabalho que mistura arte, arquitetura e inspiração na natureza exuberante da Mantiqueira.</p>
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		<title>ARTE PARA QUÊ? Ep. 07 &#8211; LUCAS CORAZZA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina Del Monte Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Doces e Cafés]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Para Quê?]]></category>
		<category><![CDATA[Confeitaria]]></category>
		<category><![CDATA[Que Seja Doce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há chefs que cozinham para alimentar. Outros, para impressionar. E há aqueles que parecem usar os ingredientes como tinta, memória e linguagem. Lucas Corazza pertence a essa terceira categoria. Entre chocolates, meles, baunilhas e camadas perfeitas de bolo, ele construiu uma trajetória em que a confeitaria deixa de ser apenas técnica e passa a ocupar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9a91b1fa931f860a9e6c56dfc7f9da8d wp-block-paragraph">Há chefs que cozinham para alimentar. Outros, para impressionar. E há aqueles que parecem usar os ingredientes como tinta, memória e linguagem. Lucas Corazza pertence a essa terceira categoria. Entre chocolates, meles, baunilhas e camadas perfeitas de bolo, ele construiu uma trajetória em que a confeitaria deixa de ser apenas técnica e passa a ocupar um espaço muito mais amplo: o da arte, da cultura e da emoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-eb954950e38809c85f0213585d9211b5 wp-block-paragraph">No sétimo episódio da série <em>Arte Para Quê?</em>, do Lugarzinho, <strong><mark><a href="https://youtu.be/vPGFefvIc-U">cuja entrevista você confere AQUI</a></mark></strong> ou no final dessa matéria &#8211; Lucas surge como nos acostumamos a vê-lo: inquieto, divertido, provocador e profundamente apaixonado pelas histórias que a comida pode contar. Conhecido do grande público como jurado do programa Que Seja Doce, do canal GNT, ele vai muito além da televisão ao refletir sobre o que um doce comunica sem precisar dizer uma única palavra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-1-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-6203" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-1-1-1024x576.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-1-1-300x169.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-1-1-768x432.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-1-1-1536x864.jpg 1536w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-1-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-62b6444a54fe154008929a2efce57e75 wp-block-paragraph">Nossa conversa passeia por memórias afetivas, referências visuais, ingredientes brasileiros e até – ou principalmente – movimentos artísticos. Lucas aproxima a confeitaria da Pop Art — não apenas pela explosão de cores e formas, mas pela maneira como a comida ocupa o imaginário popular. Afinal, poucas coisas são tão universais quanto um brigadeiro, um bolo ou o cheiro de chocolate atravessando uma cozinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e8d9d337a3ceed939a837106b844aa97 wp-block-paragraph">Para ele, doces carregam símbolos culturais tão fortes quanto músicas, pinturas ou filmes. Receitas atravessam gerações, sobrevivem ao tempo e funcionam como arquivos afetivos. Um sabor pode despertar lembranças esquecidas, transportar alguém para a infância ou reconstruir a presença de pessoas queridas. Não por acaso, Corazza defende que confeitaria também é narrativa — uma forma de expressão capaz de comunicar identidade, território e emoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="502" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-2-1024x502.jpg" alt="" class="wp-image-6206" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-2-1024x502.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-2-300x147.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-2-768x376.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-2.jpg 1075w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c457bfd519377931d4d2a36b8135e6f1 wp-block-paragraph">E talvez seja justamente essa busca constante que explique sua defesa apaixonada dos ingredientes naturais e regionais. Durante nossa conversa, ele fala com entusiasmo sobre o cacau brasileiro, a complexidade aromática da baunilha e as inúmeras possibilidades do mel. Mais do que ingredientes sofisticados, eles representam biodiversidade, cultura local e respeito ao produtor. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1ac28e26c18ed9cb65455aedb1f735a8 wp-block-paragraph">Fala também de frutos pouco conhecidos e sabores estranhos, que magicamente ganham novas funções, acompanhamentos e sabores, “desde que as conheçamos mais profundamente”. Em um mundo dominado por fórmulas artificiais e sabores padronizados, o chef defende uma confeitaria que preserve origem, história e personalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="386" height="584" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-3.png" alt="" class="wp-image-6205" style="aspect-ratio:0.6609572554285859;width:641px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-3.png 386w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Lucas-3-198x300.png 198w" sizes="(max-width: 386px) 100vw, 386px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-37edaf1f4e726decedc3ed8ba749c93f wp-block-paragraph">E a entrevista também encontra espaço para muitos toques pessoais. Ao comentar a relação emocional das pessoas com os doces, Lucas faz uma observação simples que dá nome a um dos capítulos de seu livro: “doce não é remédio, mas vovó diria que cura”. &nbsp;Há algo profundamente acolhedor em tomar aquela xícara de leite quente com açúcar queimado. E talvez esteja aí uma das grandes forças da confeitaria: sua capacidade de criar pequenos instantes de felicidade e conforto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-86aeacabec9f1cd0e08dedc1f18b096a wp-block-paragraph">Entre risadas, referências artísticas e reflexões inesperadas, o episódio revela um Lucas Corazza que enxerga a cozinha como espaço de criação, afeto e memória. Um confeiteiro que fala de açúcar como quem fala de cultura. E que prova, camada após camada, que alguns doces podem ser tão expressivos quanto uma peça selecionada pelo curador de uma galeria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTE PARA QUÊ? Ep. 07 - LUCAS CORAZZA" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/vPGFefvIc-U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-adf9f9c302f8b0905405b8bd1a330fcf wp-block-paragraph"><strong>EM BREVE: Rua Marquês de Itu, 798 &#8211; Higienópolis &#8211; São Paulo/SP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>ARTE PARA QUÊ? Ep.06 &#8211; FELIPE SIMMONS MENDES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Simmons]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Simmons Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Kiss Cover Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Kiss For Kids]]></category>
		<category><![CDATA[Rock For Kids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algo de poderoso quando uma criança descobre o som de uma guitarra distorcida pela primeira vez. Não apenas o impacto do volume ou o brilho das luzes, mas a sensação de que existe um universo inteiro pulsando atrás daquele palco. Para muitas delas, esse encontro acontece pelas mãos de Felipe Simmons Mendes, criador do [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-09ea4a8d344defe6f34329d673a73cd3 wp-block-paragraph">Há algo de poderoso quando uma criança descobre o som de uma guitarra distorcida pela primeira vez. Não apenas o impacto do volume ou o brilho das luzes, mas a sensação de que existe um universo inteiro pulsando atrás daquele palco.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-37965eec99d4dffd7ee6c07b004baec5 wp-block-paragraph">Para muitas delas, esse encontro acontece pelas mãos de Felipe Simmons Mendes, criador do projeto Rock For Kids — uma iniciativa que transforma clássicos do rock em experiências lúdicas, afetivas e cheias de energia para o público infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="867" height="545" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-1.jpg" alt="" class="wp-image-6190" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-1.jpg 867w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-1-300x189.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-1-768x483.jpg 768w" sizes="(max-width: 867px) 100vw, 867px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c1f3c24b1bc6771ef1a37b1a4d407ec4 wp-block-paragraph">Conhecido há anos por “encarnar” o baixista Gene Simmons, do Kiss, Felipe &#8211; que nos concedeu a deliciosa <strong><mark><a href="https://youtu.be/sZF07Mq2vu0">entrevista que você confere AQUI</a></mark></strong> ou no final dessa matéria &#8211; construiu uma trajetória marcada pela paixão pela música, pela literatura e pelo imaginário fantástico.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8e0a936ab3f095324bcfa6bfb0193a4d wp-block-paragraph">Além de músico, ele também é escritor de livros de suspense – como os eletrizantes Linha 4 Amarela e Linha 3 Vermelha &#8211; e contos premiados, como o belo “Spread Your Wings” – sem falar no apavorante &nbsp;“O Lado Sombrio do Sítio” uma tenebrosa antologia envolvendo os personagens do Sítio do Picapau Amarelo, com narrativas que sempre transitam entre fantasia, emoção e mistério.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="512" height="400" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-3.jpeg" alt="" class="wp-image-6191" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-3.jpeg 512w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-3-300x234.jpeg 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-384d89c79fd7060a37b5156841cb6190 wp-block-paragraph">Na série “Arte Pra Quê?”, do Lugarzinho, Felipe fala sobre a criação do Rock For Kids e sobre como a música pode funcionar como porta de entrada para a sensibilidade, a criatividade e a descoberta do mundo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-013a15fb7c521b359239a4be14000427 wp-block-paragraph">Em um tempo acelerado, cercado por telas e estímulos instantâneos, o projeto aposta justamente na experiência coletiva: crianças cantando juntas, vendo instrumentos de perto, percebendo ritmos, melodias e histórias contadas através das canções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-2-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-6192" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-2-1024x768.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-2-300x225.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-2-768x576.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Felipe-Simmons-2.jpg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f439516cc0335e31f3a477ce2396efe0 wp-block-paragraph">Durante a conversa, Felipe também reflete sobre a importância de apresentar arte às crianças desde cedo — não como obrigação ou conteúdo didático, mas como experiência viva. Para ele, música, literatura e imaginação ajudam a formar repertório emocional, senso crítico e até vínculos humanos mais profundos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-396cf88c23ec0f9ed9fc1fbb03720783 wp-block-paragraph">E talvez seja justamente por isso que projetos como esse provoquem algo raro: a sensação de descoberta, como se cada show pudesse ser o começo de uma paixão artística que acompanhará alguém pela vida inteira. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-76cd524f5b612b040b99db5d1714d04d wp-block-paragraph">Longa vida ao rock and roll!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTE PARA QUÊ? - Ep.06 - FELIPE SIMMONS MENDES" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/sZF07Mq2vu0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>ARTE PARA QUÊ? EP.05 &#8211; BINHO RIBEIRO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Arte de Rua]]></category>
		<category><![CDATA[Binho Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Grafite]]></category>
		<category><![CDATA[Street Art]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito antes de o grafite ocupar galerias, museus e grandes festivais internacionais, ele já pulsava nos muros da cidade como uma forma de expressão, identidade e resistência. Em São Paulo, um dos nomes fundamentais dessa história é Binho Ribeiro, artista que ajudou a construir os primeiros caminhos da arte urbana brasileira e transformou a paisagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-dec6aaa566f972690b2b0a93dab35d8a wp-block-paragraph">Muito antes de o grafite ocupar galerias, museus e grandes festivais internacionais, ele já pulsava nos muros da cidade como uma forma de expressão, identidade e resistência. Em São Paulo, um dos nomes fundamentais dessa história é Binho Ribeiro, artista que ajudou a construir os primeiros caminhos da arte urbana brasileira e transformou a paisagem da cidade com cores, personagens e mensagens que atravessam gerações.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3c5f062dde81fd0d3ecfd305443da284 wp-block-paragraph">Na série <em>Arte Pra Quê?</em>, <mark><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vs9d55xfSR8"><strong>em entrevista que você confere AQUI</strong> </a></mark>ou no final dessa matéria, o Lugarzinho conversa com o artista sobre os primórdios do grafite paulistano, a paixão pelos desenhos desde a infância e o encontro com a cultura de rua — um universo que mistura arte, skate, hip hop, música e ocupação dos espaços urbanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="728" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-05-1024x728.jpg" alt="" class="wp-image-6179" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-05-1024x728.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-05-300x213.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-05-768x546.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-05.jpg 1477w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-16127447c02ef28d230edac351abf36c wp-block-paragraph">Para Binho, o grafite nunca foi apenas estética. Nasceu como linguagem de provocação – uma forma de existir na cidade, de ocupar territórios e de criar identidade em meio ao concreto, ao abandono e às desigualdades urbanas. Em uma época em que a arte urbana ainda era marginalizada e frequentemente confundida com vandalismo, pintar os muros também significava desafiar limites e abrir caminhos para novas formas de expressão cultural.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-39f5be816d75651610ed8ceca7256f38 wp-block-paragraph">Ao longo da entrevista, ele relembra como São Paulo se tornou um dos grandes polos mundiais do grafite. Uma cidade onde a arte urbana ganhou força justamente pela intensidade da vida nas ruas, pela diversidade cultural e pela necessidade constante de expressão. E é aí que o grafite transforma a vida local porque cria diálogo, provoca reflexão e aproxima as pessoas da arte de forma espontânea e democrática.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="736" height="585" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-06.png" alt="" class="wp-image-6180" style="width:814px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-06.png 736w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-06-300x238.png 300w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ff8ebf6416f0754d2ffba2ace79cd71e wp-block-paragraph">Essa relação entre arte e cidade também aparece no trabalho de curadoria realizado por ele no Museu Aberto de Arte Urbana, projeto que levou obras de muitos novos artistas para os muros da capital paulista e ajudou a consolidar o reconhecimento institucional da arte urbana. O mesmo acontece com a Bienal Internacional do Graffiti Fine Art, iniciativa que conecta artistas brasileiros e internacionais e amplia o debate sobre seu papel na arte contemporânea.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-capa-2-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-6181" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-capa-2-1024x576.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-capa-2-300x169.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-capa-2-768x432.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-capa-2-1536x864.jpg 1536w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Binho-capa-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a8fe120f1e49f08019dc1f2fb56b14cb wp-block-paragraph">Durante nossa conversa, Binho também fala sobre o momento atual da arte urbana no Brasil e no mundo. Se antes o grafite buscava reconhecimento, hoje ele ocupa galerias, exposições, marcas, festivais e espaços culturais diversos — sem perder sua essência ligada à rua, à contestação e à liberdade criativa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-215d129128600080a16e6583af5b3fc9 wp-block-paragraph">Mais do que uma manifestação artística, o grafite segue sendo uma ferramenta de transformação social e cultural. E a trajetória de Binho Ribeiro ajuda a contar não apenas a história da arte urbana em São Paulo, mas também a história de uma cidade que aprendeu a enxergar seus muros como telas e suas ruas como espaços vivos de criação.</p>



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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTE PARA QUÊ? - Ep.05 - ENTREVISTA COM BINHO RIBEIRO" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/vs9d55xfSR8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>SÃO PEDRO: TURISMO RURAL COM SABOR E AVENTURA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências]]></category>
		<category><![CDATA[Águas de São Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[Brotas]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Pontes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que São Pedro/SP é conhecida como um destino que combina natureza, tranquilidade e experiências autênticas. A poucos quilômetros de grandes centros, a cidade convida a explorar paisagens, sabores e histórias que carregam a identidade da região. Quem nos conta os detalhes de tudo isso é o Secretário de Turismo Fábio Pontes, [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-4877fd21df15ec1d8e3e3a8282df55ae wp-block-paragraph">Não é de hoje que São Pedro/SP é conhecida como um destino que combina natureza, tranquilidade e experiências autênticas. A poucos quilômetros de grandes centros, a cidade convida a explorar paisagens, sabores e histórias que carregam a identidade da região.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1e4443d1c4e5a23faeee6d58c9e15044 wp-block-paragraph">Quem nos conta os detalhes de tudo isso é o Secretário de Turismo Fábio Pontes, em <strong><mark><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JdzR0k7OKHs">entrevista especialíssima para o Lugarzinho, que você confere AQUI</a></mark></strong> ou logo abaixo, nessa matéria.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-3-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-6171" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-3-1024x768.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-3-300x225.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-3-768x576.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-80c4f1e519ec4005c964f501e312d96b wp-block-paragraph">A região ganha ainda mais força com o recém-lançado Distrito Turístico Águas e Aventuras, uma iniciativa do Estado que une São Pedro às vizinhas Brotas e Águas de São Pedro. A proposta amplia o olhar sobre o turismo local, conectando diferentes vocações em um mesmo território: das águas terapêuticas ao ecoturismo, dos esportes de aventura à contemplação. O resultado é uma experiência mais completa, que valoriza o que cada cidade tem de singular, ao mesmo tempo em que fortalece a região como um polo integrado.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6f699529c793e7ed26d680847f1b6fe1 wp-block-paragraph">Em São Pedro, a relação com a terra também é um convite, seja para o motocross ou para as delícias da chamada comida de roça, com receitas que atravessam gerações e ingredientes que vêm direto do campo.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-6172" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-1-1024x768.jpg 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-1-300x225.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-1-768x576.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/05/Sao-Pedro-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-05e89b9963dcf841fb3466203227a9b7 wp-block-paragraph">O Turismo Rural amplia essa conexão. Sítios, fazendas e pequenas propriedades abrem suas portas para quem busca vivências mais próximas da natureza, seja em atividades do dia a dia no campo, seja na pausa necessária para respirar outros ares.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-384e12a6be1e0164f04ac12fd9d5f0bd wp-block-paragraph">Na entrevista que acompanha este conteúdo, logo aqui abaixo, o secretário Fabio Pontes detalha como essas iniciativas se articulam e aponta os próximos passos para o desenvolvimento do setor. A conversa revela uma cidade que investe em planejamento, parcerias e valorização de suas próprias raízes para construir um turismo sustentável e cada vez mais diverso.</p>



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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SÃO PEDRO: TURISMO RURAL COM SABOR E AVENTURA" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/JdzR0k7OKHs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-96c9197b1cee6a9dd75cfd69f57fee73 wp-block-paragraph"><strong>Segue abaixo alguns dos atrativos da Distrito Turístico Águas e Aventuras para você aproveitar:</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-4af21ece5bcbfd14a1ae8297273f77c1 wp-block-paragraph"><strong>Aventura e Natureza (Brotas e São Pedro)</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3c3fb95fdf02bf0bbe5bc90425088e75 wp-block-paragraph"><strong>Rafting e Boia-cross<br></strong>O Rio Jacaré-Pepira, em Brotas, é um dos grandes símbolos do turismo de aventura no estado. Com águas limpas, corredeiras de diferentes níveis e paisagens preservadas, ele atrai desde iniciantes até praticantes mais experientes. O rafting é conduzido por equipes especializadas e mistura adrenalina com contato intenso com a natureza. Já o boia-cross oferece uma experiência mais descontraída e divertida, permitindo descer trechos do rio em boias individuais enquanto se aprecia a mata ao redor.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-653bf53d5e6ac1f1f5accbaec9e5c58b wp-block-paragraph"><strong>Cachoeiras e Trilhas<br></strong>A região reúne dezenas de cachoeiras cercadas por mata nativa, muitas delas acessíveis por trilhas leves e contemplativas. O Parque dos Saltos é um dos cartões-postais mais conhecidos, com passarelas, quedas d’água e mirantes sobre o Rio Jacaré-Pepira. Além dele, propriedades rurais e parques ecológicos oferecem trilhas por serras, vales e áreas de preservação, ideais para caminhadas, banho de cachoeira e observação da fauna e da flora.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7a44de13ab65a54eefd034803ad69817 wp-block-paragraph"><strong>Atividades de Aventura<br></strong>O Distrito Turístico também se destaca pela variedade de esportes ao ar livre. Tirolesas atravessam vales e rios em percursos panorâmicos; o rapel aproveita paredões naturais e cachoeiras; o arvorismo leva visitantes a circuitos suspensos entre árvores; enquanto o caiaque e o canionismo exploram rios, cânions e formações rochosas da região. São experiências que unem emoção, paisagem e integração com o ambiente natural.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9587910f08b542e476959774b6072302 wp-block-paragraph"><strong>Ecoturismo<br></strong>Além das atividades radicais, o território oferece experiências voltadas ao contato mais tranquilo com a natureza. Passeios de quadriciclo percorrem estradas rurais, áreas de mata e trechos da serra, revelando cenários pouco explorados. Há ainda opções de observação de aves, caminhadas ecológicas e roteiros voltados à contemplação das paisagens da Cuesta Paulista, marcada por formações geológicas, vegetação nativa e amplos horizontes.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c9449cfa9fbb3e41d8a49adf480754c3 wp-block-paragraph"><strong>Mirantes<br></strong>A Serra do Itaqueri, em São Pedro, concentra alguns dos visuais mais impressionantes da região. Os mirantes naturais permitem observar vales, áreas rurais, formações montanhosas e o pôr do sol sobre a Cuesta Paulista. Em dias de céu aberto, a sensação é de amplitude e silêncio, transformando o local em um dos principais pontos de contemplação do Distrito Turístico.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f3b7346774608e3984e094f156ebe601 wp-block-paragraph"><strong>Águas e Bem-Estar (Águas de São Pedro e São Pedro)</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7f8ef0c4075d7c8414fe8026589e3f28 wp-block-paragraph"><strong>Turismo Termal<br></strong>Águas de São Pedro é reconhecida nacionalmente por suas águas minerais com propriedades terapêuticas. A cidade desenvolveu sua identidade em torno do turismo de saúde e bem-estar, com balneários, fontes e tratamentos que utilizam águas sulfurosas e minerais. O clima tranquilo, as áreas arborizadas e a atmosfera acolhedora reforçam a proposta de descanso e renovação.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8a187f032ca61f65641190aba1ef4705 wp-block-paragraph"><strong>Relaxamento e Saúde<br></strong>SPAs, massagens, banhos terapêuticos e circuitos de relaxamento fazem parte da experiência oferecida na região. Entre os pontos mais conhecidos está a Fonte Almeida Salles, famosa por suas águas sulfurosas. O turismo de bem-estar se combina ao ritmo calmo das cidades, criando um ambiente propício para desacelerar, cuidar da saúde e aproveitar momentos de tranquilidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7a94113c97ecac0132836564bf2b3eaf wp-block-paragraph"><strong>Turismo Rural e Experiência</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f819ae58312afbfcf64c07a10b7e80d4 wp-block-paragraph"><strong>Rota da Serra do Itaqueri<br></strong>A rota integra propriedades rurais, fazendas, atrativos naturais e experiências ligadas ao campo. Ao longo do percurso, visitantes encontram produtores locais, pequenas pousadas, cafés rurais, trilhas e atividades de aventura em meio à paisagem serrana. O trajeto valoriza o turismo de experiência, aproximando o visitante do cotidiano rural e das tradições da região.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ef1eadc007705d69e73351d3a52288fa wp-block-paragraph"><strong>Cultura e Gastronomia<br></strong>A culinária regional é um dos grandes atrativos do Distrito Turístico, com forte presença da comida de roça, produtos artesanais, doces caseiros, cafés especiais e receitas ligadas à tradição do interior paulista. Em Brotas, o Museu do Café ajuda a contar a história da cultura cafeeira e sua influência no desenvolvimento econômico e cultural da região. A experiência gastronômica se mistura à memória afetiva, ao turismo rural e à valorização das identidades locais.</p>
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		<title>ARTE PARA QUÊ? Ep. 04 – MARCOS BREDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Para Quê?]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Breda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pergunta que move a série continua ecoando.. No quarto episódio de Arte Para Quê?, o Lugarzinho conversa com o ator Marcos Breda, dono de uma trajetória extensa e diversa que atravessa televisão, cinema e teatro — sempre com a mesma inquietação criativa que o levou a descobrir o palco. Marcos tinha outros planos de [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b7bcfaa2e92ccc83860512e9bde4117d wp-block-paragraph">A pergunta que move a série continua ecoando.. No quarto episódio de <em>Arte Para Quê?</em>, o Lugarzinho conversa com o ator <strong>Marcos Breda</strong>, dono de uma trajetória extensa e diversa que atravessa televisão, cinema e teatro — sempre com a mesma inquietação criativa que o levou a descobrir o palco.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-469677741032c9151e1680687a22c9da wp-block-paragraph">Marcos tinha outros planos de vida. Mas foi diante de “Trate-me Leão”, do icônicop grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, que algo se acendeu. A experiência de assistir à peça marcou o início de uma relação profunda com a arte, não apenas como espectador, mas como alguém que queria fazer parte daquele universo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6822d2a888a43092bee9c752c02ea360 wp-block-paragraph">Desde então, construiu uma carreira sólida, com dezenas de trabalhos que ajudaram a moldar sua presença cênica. Na televisão, participou de novelas que alcançaram grande público, consolidando sua versatilidade em personagens de diferentes perfis. No cinema, integrou produções que dialogam com momentos importantes do audiovisual brasileiro. E no teatro — onde tudo começou — mantém uma relação contínua, explorando textos, formas e encontros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-01.jpg" alt="" class="wp-image-6162" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-01.jpg 1000w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-01-300x225.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-01-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ec611b08e6d99cb489975a5883fb339e wp-block-paragraph">Durante a conversa, ele destaca como a arte funciona como espaço de troca. Para além do entretenimento, ela cria pontes: entre pessoas, entre tempos, entre visões de mundo. É também um instrumento de preservação — da memória, da cultura, das histórias que ajudam a compreender quem somos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-07ca2d4c3fb5ca5ffeaeef616aa5566c wp-block-paragraph">Um dos pontos mais sensíveis da entrevista surge quando fala sobre Caio Fernando Abreu. A relação com a obra e a figura do escritor teve impacto não só artístico, mas também pessoal. Breda relembra a intensidade dos textos de Caio, a forma como abordava emoções e fragilidades, e como isso reverberou em sua própria forma de ver e fazer arte.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="466" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-02.jpg" alt="" class="wp-image-6163" style="width:815px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-02.jpg 700w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-02-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-425af09740459c403d51297c39ab606d wp-block-paragraph">A conversa também passa pelo momento atual do cinema brasileiro, com a importante relação entre o filme Feliz Ano Velho – que completa 40 anos e foi marco fundamental em sua carreira – e a recente repercussão de Ainda estou Aqui e O Agente Secreto.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8adb1cda02faef6f2524134c03cc9691 wp-block-paragraph">Ao revisitar sua trajetória, Marcos Breda fala dos papéis marcantes, das escolhas ao longo do caminho e das transformações que acompanhou no meio artístico. Há um entendimento claro de que cada etapa contribuiu para construir não apenas um repertório profissional, mas também uma visão mais ampla sobre o papel do artista.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="224" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-03.jpg" alt="" class="wp-image-6164" style="width:342px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-03.jpg 225w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-03-150x150.jpg 150w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Marcos-Breda-03-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0bbeb6f0ce02347f08e61e0123bbaee3 wp-block-paragraph">E entre as memórias surge também um afeto especial pelo Lugarzinho, relembrando com leveza as <strong><mark><a href="https://lugarzinho.com/marcos-breda/">dicas gastronômicas que compartilhou com o site anos atrás</a></mark></strong> — um detalhe que revela outra camada da relação entre arte e vida cotidiana, onde cultura e experiência se misturam de forma natural.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e8ba69c1478d9bcf5fe2ecbd16337a48 wp-block-paragraph">Por fim, a resposta para “arte para quê?” não vem como definição fechada. Ela aparece nas entrelinhas: na primeira peça que transforma um espectador, nas palavras de um escritor que atravessam o tempo, nos encontros que a arte possibilita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTE PARA QUÊ? – Ep.04 – ENTREVISTA COM MARCOS BREDA" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/ViLFBpNfdX4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>ARTE PARA QUÊ? Ep.03 – GERSON CONRAD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gerson Conrad]]></category>
		<category><![CDATA[Secos e Molhados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seguimos com a provocação da série Arte Para Quê?, do Lugarzinho — um convite a perceber a arte não como algo distante, mas como presença viva, que atravessa o tempo e continua ressoando no agora. Neste episódio, a pergunta encontra uma trajetória marcante: a de Gerson Conrad, cantor, compositor e um dos criadores do grupo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ab8dafbae512e55534a7007ca2f56baf wp-block-paragraph">Seguimos com a provocação da série <em>Arte Para Quê?</em>, do Lugarzinho — um convite a perceber a arte não como algo distante, mas como presença viva, que atravessa o tempo e continua ressoando no agora.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-837470c98dda55493ec2c05fa69f94a0 wp-block-paragraph">Neste episódio, a pergunta encontra uma trajetória marcante: a de Gerson Conrad, cantor, compositor e um dos criadores do grupo Secos &amp; Molhados. Na <strong><mark><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wzPMdBuMvdI">entrevista que você pode assistir AQUI</a></mark> </strong>ou logo abaixo, no final desta matéria, o artista revisita caminhos, ideias e inquietações que ajudam a entender não só uma obra, mas um momento inteiro da cultura brasileira.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="561" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-03.webp" alt="" class="wp-image-6154" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-03.webp 800w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-03-300x210.webp 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-03-768x539.webp 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-03-500x350.webp 500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-5cf11435ddf17310107b65f04c5dd31f wp-block-paragraph">Ao lado de parceiros para lá de históricos, ele participou da construção de uma linguagem que rompeu padrões misturando música, poesia, teatralidade e imagem de forma intensa e inesperada. O impacto foi imediato, mas o que permanece é mais profundo: uma maneira de pensar a arte como expressão livre, capaz de desafiar limites e abrir novas possibilidades de criação.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7420d7b6bed5be67a1dffb10f5be8519 wp-block-paragraph">Sua trajetória individual também segue esse impulso. Entre composições, projetos e reflexões, há uma continuidade de pesquisa, uma busca que não se acomoda em fórmulas prontas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-02-1024x576.png" alt="" class="wp-image-6155" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-02-1024x576.png 1024w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-02-300x169.png 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-02-768x432.png 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Gerson-02.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-042d64f7044412c23a7755e28f9a2f15 wp-block-paragraph">Ao olhar para esse percurso, a provocação ganha novas camadas: a arte serve para marcar uma época ou para atravessá-la? Ela pertence ao seu tempo ou segue forte pelo tempo?</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9f62c974aff31e67e7665af4d96a92c0 wp-block-paragraph">Talvez a resposta esteja justamente nessa permanência inquieta. A arte que não se esgota, mas como algo que segue acontecendo — sempre que alguém se dispõe a entrar em contato com ela.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3998dde16381bb69db2a80e1493348db wp-block-paragraph">Seja como for, a música de Gerson Conrad – assim como dos Secos e Molhados – é difícil de explicar, mas é daquele tipo de arte com a qual a gente se encanta logo de cara e, com o passar do tempo, gosta um pouco mais a cada vez que ouve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTE PARA QUÊ – Ep.03 – ENTREVISTA COM GERSON CONRAD" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/wzPMdBuMvdI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pedro Hoffmann e os Pratos da Boa Lembrança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Boa Lembrança]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Hoffmann]]></category>
		<category><![CDATA[Peppo Cucina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a melhor lembrança que você tem de um almoço ou jantar? E a mais antiga? E se houvesse a possibilidade dessa lembrança não ser só na memória, mas algo físico, especial, para guardar e recordar aqueles momentos sempre que você quiser? Ainda bem que alguém pensou nisso. Em um tempo em que tudo parece [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1019f7a703422cc0d4cfdd4c097e20a8 wp-block-paragraph">Qual a melhor lembrança que você tem de um almoço ou jantar? E a mais antiga? E se houvesse a possibilidade dessa lembrança não ser só na memória, mas algo físico, especial, para guardar e recordar aqueles momentos sempre que você quiser? Ainda bem que alguém pensou nisso.</p>



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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-286882883cf2d462150345cd933be372 wp-block-paragraph">Em um tempo em que tudo parece passageiro, a Associação da Boa Lembrança constrói, há mais de três décadas, um caminho oposto: o da permanência. Fundada em 1994, a entidade reúne restaurantes de diferentes regiões do país com um propósito tão simples quanto poderoso — transformar experiências gastronômicas em lembranças afetivas e tangíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-58ad4be48c4f8e0e4c46eb04842e0894 wp-block-paragraph">Quem nos conta mais sobre essa ação é o chef Pedro Hoffmann, proprietário do Peppo Cucina, em Porto Alegre, e presidente da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, em uma saborosa <strong><mark><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LjMAfDQMFzQ">entrevista que você confere AQUI</a></mark></strong> ou no final dessa matéria. Ela ainda conta com a participação&#8230;..</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="369" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-01.jpg" alt="" class="wp-image-6141" style="width:771px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-01.jpg 600w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-01-300x185.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b5dc80131ba83d82a76a397a26cc22cc wp-block-paragraph">A ideia da “Boa Lembrança” nasceu inspirada em uma tradição italiana — mais especificamente da <em>Unione Ristoranti del Buon Ricordo</em> — e ganhou contornos brasileiros ao valorizar ingredientes, sotaques e narrativas locais. Aqui, cada restaurante participante cria um prato exclusivo, que representa sua identidade, sua história e sua relação com o território.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-fd65542877e5268fb3e5856eb221edad wp-block-paragraph">Mas o que torna essa experiência verdadeiramente única vai além do paladar. Ao pedir um “Prato da Boa Lembrança”, o cliente não leva apenas uma refeição memorável: ele leva para casa um prato de cerâmica pintado à mão, criado especialmente para aquela receita. Cada peça é numerada, datada e ilustrada com elementos que dialogam com o prato servido — uma verdadeira obra de arte que mistura gastronomia e expressão visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="512" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-02-edited.webp" alt="" class="wp-image-6149" style="aspect-ratio:1.3340290555570813;width:843px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-02-edited.webp 683w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-02-edited-300x225.webp 300w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-cc337bd6f7e6074f7658cbcfcef82cc3 wp-block-paragraph"><strong>Curadoria, critérios e pertencimento</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1f255bedd32ea0c722f9600317641d2b wp-block-paragraph">Fazer parte da Associação não é apenas uma chancela de qualidade, mas também um compromisso. Os restaurantes são selecionados a partir de critérios rigorosos, que envolvem consistência gastronômica, autenticidade, valorização de ingredientes regionais e, sobretudo, uma cozinha autoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-74115cc0753e90fc89f99f4c9d09a24c wp-block-paragraph">Não se trata de premiar luxo ou sofisticação vazia, mas de reconhecer lugares que contam histórias através da comida.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3b2e73f92f599ff9d016f9d9c1a093c6 wp-block-paragraph">Além disso, os estabelecimentos precisam manter um padrão contínuo de excelência e renovar periodicamente seus pratos, garantindo que a experiência permaneça viva e relevante ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-04.jpg" alt="" class="wp-image-6143" style="width:357px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-04.jpg 225w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-04-150x150.jpg 150w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-04-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-51971e8fbbcd8bc92ca4bad87eefde25 wp-block-paragraph"><strong>A arte dos pratos</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d740c08300d983c927175be095565d32 wp-block-paragraph">Os pratos de cerâmica, produzidos artesanalmente, são um capítulo à parte. Coloridos, expressivos e muitas vezes lúdicos, eles carregam traços da cultura brasileira — seja nas cores vibrantes, nos elementos regionais ou nas referências afetivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-90f1ed227e6f4c1e1c14ae2c8df13215 wp-block-paragraph">Há quem colecione essas peças como quem constrói um mapa emocional de viagens e descobertas. Cada prato pendurado na parede conta uma história: um almoço inesquecível, uma cidade visitada, um encontro especial. E talvez seja exatamente isso que torna o projeto tão potente: ele transforma o efêmero ato de comer em algo duradouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="620" height="465" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-05.jpg" alt="" class="wp-image-6144" style="width:788px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-05.jpg 620w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/BL-05-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9955c6f90bdb96ba7685c0bedb121e5a wp-block-paragraph"><strong>Uma memória que se saboreia</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-90a5b7a344da47650355ed52838821f4 wp-block-paragraph">Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a Associação da Boa Lembrança também cumpre um papel importante de valorização da diversidade gastronômica. Do litoral ao interior, do clássico ao contemporâneo, seus restaurantes associados ajudam a desenhar um panorama vivo da nossa culinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-21ce947006b26d6797710a91be4afdc2 wp-block-paragraph">Mais do que uma iniciativa gastronômica, trata-se de um movimento cultural. Porque, no fim das contas, a Boa Lembrança não está apenas no prato de cerâmica — está naquilo que ele representa: o encontro entre sabor, memória e identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PEDRO HOFFMANN: gastronomia, memória e a arte da Boa Lembrança" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/LjMAfDQMFzQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d23222dc9eb6fee9cbb09f575d677d1d wp-block-paragraph">CONFIRA A LISTA COMPLETA DE RESTAURANTES E PRATOS PARTICIPANTES, COM DIREITO A ROTEIRO E GUIA, NO SITE: <a href="https://boalembranca.com.br/"><mark>https://boalembranca.com.br/</mark></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>BARES QUE FECHAM, HISTÓRIAS QUE FICAM – HELTON ALTMAN</title>
		<link>https://lugarzinho.com/bares-que-fecham-historias-que-ficam-helton-altman/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bares]]></category>
		<category><![CDATA[Deixou Saudade]]></category>
		<category><![CDATA[Clube do Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Filial]]></category>
		<category><![CDATA[Helton Altman]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Altman]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que alguns bares fecham, mas permanecem vivos? Eles não existem mais no espaço físico, mas permanecem na memória, no afeto e nas histórias que continuam sendo contadas em mesas, encontros e reencontros. Poucos entendem isso tão profundamente quanto os irmãos Altman — Arnaldo, Ronaldo, Ronen e Helton. Juntos, eles criaram mais do que bares: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d8eb9ab8e88877ad79fea7e3070ffa8f wp-block-paragraph">Por que alguns bares fecham, mas permanecem vivos? Eles não existem mais no espaço físico, mas permanecem na memória, no afeto e nas histórias que continuam sendo contadas em mesas, encontros e reencontros.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-59891e99e5fa46fe10f640db0a709b43 wp-block-paragraph">Poucos entendem isso tão profundamente quanto os irmãos Altman — Arnaldo, Ronaldo, Ronen e Helton. Juntos, eles criaram mais do que bares: construíram territórios de convivência, espaços de pertencimento e capítulos fundamentais da vida cultural e boêmia da cidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-970b87248ebf170c9602fbc1af4183fe wp-block-paragraph">Clube do Choro, Vou Vivendo, Filial, Genésio, Genial e Mundial não foram apenas endereços. Foram experiências. E, para muitos, verdadeiras extensões de casa. Foram lugares que nunca se apoiaram apenas em cardápios ou localização. O diferencial estava em algo mais difícil de definir — e impossível de replicar: a atmosfera.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7659debbea5e3cb6d8a53529499b89a6 wp-block-paragraph">Para lembrarmos um pouco de tudo isso (e aumentar a saudade), conversamos com Helton Altman em uma <mark><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=02R3DjrsY7M">entrevista que você vê AQUI</a></strong> </mark>ou no final dessa matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="588" height="720" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Caruso.png" alt="" class="wp-image-6123" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Caruso.png 588w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Caruso-245x300.png 245w" sizes="(max-width: 588px) 100vw, 588px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-12c2a2204524966fc63f2b5ce283003f wp-block-paragraph"><strong>Clube do Choro</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-96d2609cf824add87cb7c53bdb62e299 wp-block-paragraph">O Clube do Choro nasce com um propósito claro: manter vivo o espírito de um clube que até então não era bar &nbsp;e celebrar a música brasileira em sua essência.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f843abcd0da2c361d6d09a38112d8288 wp-block-paragraph">Ali, o choro era protagonista. O ambiente era simples, mas carregado de intenção. Não havia distanciamento entre palco e plateia. A música circulava como a conversa — livre, espontânea, viva.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-240a95801c41aebe30246f42da7841be wp-block-paragraph">Foi ali que começou a se formar a base do que viria depois: um entendimento de que cultura e convivência podem ocupar o mesmo espaço de forma orgânica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-371dbdb9cdb6099bd071c38831a1662a wp-block-paragraph"><strong>Vou Vivendo</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-52244e4b2a4a69065109e6a0bdf1c34e wp-block-paragraph">Se há um lugar que sintetiza tudo o que os irmãos Altman construíram, esse lugar é o Vou Vivendo, que se tornou o símbolo de uma época.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-78835f27e7a87fd7997181762e04228f wp-block-paragraph">O nome, puxado da música de Pixinguinha, já dizia muito — uma espécie de filosofia de vida que traduzia em poucas palavras o que se encontrava ali: gente vivendo, encontrando, celebrando, atravessando fases da vida entre uma mesa e outra.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-76ee0150d470c06a4c0afcc43a4af12a wp-block-paragraph">O Vou Vivendo não era apenas frequentado, era habitado. Ali, encontros viravam tradição. Mesas tinham donos informais. Histórias de amor começavam, terminavam e às vezes recomeçavam. Amizades eram construídas ao longo de anos, sempre no mesmo canto, com o mesmo pedido.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8da3fe32d33bae59b319e8ce9b76b298 wp-block-paragraph">E havia a música, sempre presente, sempre de altíssimo nível. Ela criava acontecimentos únicos, fazendo de cada noite uma nova história.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6149e4b78fc9297307bdadb5b3a58fd0 wp-block-paragraph">E talvez por isso tenha deixado uma saudade tão difícil de explicar — e tão fácil de sentir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="745" height="563" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-VV.jpg" alt="" class="wp-image-6124" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-VV.jpg 745w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-VV-300x227.jpg 300w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d19483c3db6fe748e2d0fac6f705a87d wp-block-paragraph"><strong>Filial: a expansão do espírito</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9ddc5d55da8083f9d0e0d4678834281a wp-block-paragraph">O Filial, que há alguns anos ganhou matéria própria AQUI no Lugarzinho, surgiu como uma novidade nesse mesmo universo, com personalidade própria.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-fc1a2581d2511efc6b3331580645ec1a wp-block-paragraph">Ele trouxe o chopp de volta à Vila Madalena, e com ele um cardápio caprichado e diferente, que podíamos considerar uma espécie de “alta gastronomia de boteco”, mas mantendo o elemento essencial de seus antecessores: o vínculo com as pessoas.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-05856b16388d4b6417915e64a452d8f4 wp-block-paragraph">Era o tipo de lugar que equilibrava movimento e acolhimento. Cheio, vibrante, mas nunca impessoal.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d187d3d62feb248656a83cd8b2f06bbc wp-block-paragraph">O Filial consolidou a capacidade dos irmãos Altman de criar espaços que dialogavam com diferentes momentos da cidade — sem perder a essência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="827" height="435" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Filial.jpg" alt="" class="wp-image-6125" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Filial.jpg 827w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Filial-300x158.jpg 300w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Filial-768x404.jpg 768w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Filial-825x435.jpg 825w" sizes="(max-width: 827px) 100vw, 827px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-61ce8229dbb8213ccfd8e9662be943b5 wp-block-paragraph"><strong>Genésio e: irmãos de conceito</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-63b7a6186336e65296083d1f4b1f3310 wp-block-paragraph">O Filial logo ganhou um irmão quase gêmeo: o Genésio, que morava na casa em frente. Esse irmão era mesmo bem parecido, mas trazia mais uma novidade: as massas, que, que diria, viraram petisco de bar.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c58a9855e0ec74814e32d42d75d50554 wp-block-paragraph">Dois bares que traziam ambientes despretensiosos, mas cheios de personalidade. Lugares onde o humor, a informalidade e o encontro eram parte da proposta. E que constantemente se completavam, já que tinham cardápios completamente diferentes, mas com delícias que os garçons não se recusavam a buscar na cozinha do vizinho.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c632c05547ceb5fccef6193b4291e910 wp-block-paragraph">Eram bares que não tentavam impressionar — e, justamente por isso, conquistavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="646" height="720" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Chopp.png" alt="" class="wp-image-6128" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Chopp.png 646w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Chopp-269x300.png 269w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-59be0209f2d044a1b73ecace356991a9 wp-block-paragraph"><strong>Genial e Mundial</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-187bb1a49298892dfbf8d9a29e7f7537 wp-block-paragraph">Com as mesas do Filial e do Genésio sempre lotadas, o jeito foi abrir mais espaços e acrescentar neles as poucas coisas que faltavam, como carnes e pastéis.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-769a79794801b0d2918823c8f19c57af wp-block-paragraph">O Genial e o Mundial representaram uma fase mais madura, quase como uma síntese do aprendizado acumulado ao longo dos anos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-710a8c79082f5b3890959a993d9c32fa wp-block-paragraph">Mais amplos em proposta, mas ainda fieis à ideia central de convivência, eles mostrrama como os irmãos Altman conseguiam evoluir sem romper com sua essência.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-2756de7a6bd16766ad7702eb678ae700 wp-block-paragraph">Eram espaços que refletiam uma São Paulo já mais complexa — mas que ainda buscava, em meio ao caos, lugares de conexão verdadeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="644" height="673" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Genial.png" alt="" class="wp-image-6127" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Genial.png 644w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Helton-Genial-287x300.png 287w" sizes="(max-width: 644px) 100vw, 644px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-312257062966d56f14ef6ef80e19db60 wp-block-paragraph"><strong>Muito além dos bares</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a320b2278c13b3d737e625baa5674779 wp-block-paragraph">Falar desses bares é, inevitavelmente, falar de uma época — mas também de um modo de viver a cidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e6525ef59d98a1a4db42b105f8c4f257 wp-block-paragraph">Os irmãos Altman criaram lugares onde a experiência não era consumida rapidamente. Ela era construída com o tempo, com a repetição, com a presença.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f8a58ab3385c5419e9bb3e2ebdaf48f6 wp-block-paragraph">Hoje, em uma realidade marcada pela pressa e pela constante renovação de espaços, a memória desses bares ganha ainda mais valor.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1a378a2224f8f91419d0798608562463 wp-block-paragraph">Eles nos lembram que um bar pode ser mais do que um ponto de encontro. Pode ser um ponto de permanência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a35cbc0e36761c28b653d878053ef896 wp-block-paragraph">Esta matéria acompanha a entrevista de Helton Altman, um dos protagonistas dessa trajetória, que você vê logo aqui abaixo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-35e16ed9ae8ad43bfa1cac44e5365802 wp-block-paragraph">Mas, na verdade, ela é apenas uma porta de entrada.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-5be9ae399c94c704d010ca4e80b17232 wp-block-paragraph">Porque cada pessoa que passou por esses bares carrega uma versão dessa história. Um episódio. Um detalhe. Uma lembrança que não cabe inteira em nenhuma reportagem.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-95ba8a4309aa5b6819fcc944c034822b wp-block-paragraph">Talvez seja justamente isso que faça desses lugares algo tão especial: eles nunca foram apenas dos donos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8d345bcb321ac0b86e4bdb84dccf5c78 wp-block-paragraph">Foram de todos que viveram ali. E talvez ainda haja muito a ser dito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="HELTON ALTMAN conta os bastidores de bares que foram símbolos da noite de SP" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/02R3DjrsY7M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>ARTE PARA QUÊ? Ep.2 &#8211; JULIO CALLADO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Schiavon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:48:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Relacional]]></category>
		<category><![CDATA[Julio Callado]]></category>
		<category><![CDATA[Opavivará!]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E continuamos com nossa provocação da série Arte Para Quê?, do Lugarzinho — um convite a olhar para a arte não como algo distante, mas como uma força que atravessa o cotidiano, molda experiências e transforma a maneira como ocupamos o mundo. Nessa nova edição, a pergunta encontra eco no trabalho de Julio Callado, artista [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e57bacff08640f6c2e81eba8a7808eb0 wp-block-paragraph">E continuamos com nossa provocação da série <em><strong>Arte Para Quê?</strong></em>, do Lugarzinho — um convite a olhar para a arte não como algo distante, mas como uma força que atravessa o cotidiano, molda experiências e transforma a maneira como ocupamos o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-bdd469221acb944bf433e39930dc472c wp-block-paragraph">Nessa nova edição, a pergunta encontra eco no trabalho de Julio Callado, artista que atua tanto de forma individual quanto como parte do coletivo Opavivará! e que nos concede a deliciosa <strong>entrevista que você confere AQUI</strong> ou logo abaixo, no final dessa matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3e1f45560b58d5c47cee67ca070e6644 wp-block-paragraph">Mais do que produzir objetos, o Opavivará! constrói situações: intervenções que ocupam ruas, praças, praias e instituições para provocar encontros e tensionar o uso dos espaços. Suas obras não se completam no olhar — exigem presença e participação. São dispositivos de convivência em um tempo marcado pela hiperindividualização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="701" height="457" src="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Julio-1.png" alt="" class="wp-image-6114" style="width:810px;height:auto" srcset="https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Julio-1.png 701w, https://lugarzinho.com/wp-content/uploads/2026/04/Julio-1-300x196.png 300w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8db6f690cc06ff66d4e6e887acf9057c wp-block-paragraph">Essa lógica também atravessa a produção recente de Julio. Em sua mostra no RATO, ele apresenta objetos erótico-escultóricos que tratam o corpo como território sensível e relacional. Feitos de materiais industriais como plásticos e borrachas, eles funcionam como extensões do organismo — peças que abraçam, atravessam ou repousam sobre a pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c26700bcb2078cd830b841b35f291168 wp-block-paragraph">Em toda a produção de Julio Callado, há uma recusa clara em separar arte e vida. A obra não está apenas no objeto, nem apenas na ideia — ela acontece no encontro. No momento em que alguém interage, estranha, se envolve ou se transforma diante dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-48c52af3ccec4ae555ea96f8f315885e wp-block-paragraph">É justamente aí que as perguntas ganham força: para que serve a arte? Quando ela realmente acontece? E, talvez a mais provocadora, ela é difícil — ou sempre esteve ao alcance de todos?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-01a034d8f9297afc02202c356f11deec wp-block-paragraph">A resposta parece menos uma definição e mais uma experiência ou um mode de vê-la. A arte não se explica completamente: ela se ativa. No contato, no uso, na troca. No instante em que deixa de ser algo para ser visto e passa a ser algo para ser vivido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTE PARA QUÊ? Ep.2 - JULIO CALLADO" width="660" height="371" src="https://www.youtube.com/embed/N389IaLT7_g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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