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		<title>Mulher e mundo doméstico – Mary del Priore</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 21:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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Mulher e mundo doméstico
Tv Futura 9-3-2010
No segundo dia especialmente dedicado à Mulher, o Sala de Notícias em Debate faz foco nas mudanças que ocorreram na vida cotidiana no lar face as demandas do mundo moderno. Será analisada a relação custo benefício da emancipação feminina: entrada no mercado de trabalho, jornadas duplas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sala de Notícias em Debate<br />
Mulher e mundo doméstico<br />
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<p>No segundo dia especialmente dedicado à Mulher, o Sala de Notícias em Debate faz foco nas mudanças que ocorreram na vida cotidiana no lar face as demandas do mundo moderno. Será analisada a relação custo benefício da emancipação feminina: entrada no mercado de trabalho, jornadas duplas e às vezes triplas, divórcio, responsabilidade sobre a família e todas as cobranças que a sociedade faz.</p>
<p>Convidadas: Lya Luft (escritora), <strong>Mary Del Priore (historiadora)</strong>, Ana Arruda Callado (jornalista e intelectual feminista) e Cristina Lima (consultora em Recursos Humanos).</p>
<p><span id="more-3587"></span>No ano em que a pílula anticoncepcional comemora 50 anos, o Sala de Notícias em Debate traz, em cinco programas, um balanço das conquistas femininas desde os meados do século XX e discute, na voz das protagonistas desse processo de ontem e de hoje, os desafios atuais.</p>
<p>As mulheres já representam mais da metade da população brasileira, têm expectativa de vida superior à dos homens, mais escolaridade e maior presença no mercado de trabalho. Mas ainda recebem salários menores e não desfrutam dos mesmos direitos garantidos em lei e também seguem sendo vítimas da violência masculina.</p>
<p>Para muitas, ainda há muito a ser conquistado. Na Semana da Mulher, vamos acompanhar essa trajetória histórica de conquistas, derrotas e desafios. Siga o Twitter do Canal Futura e participe do Sala de Notícias em Debate Especial Semana da Mulher. Você pode enviar seus comentários, opiniões e perguntas aos convidados durante o programa. Não perca, todos os dias, a partir de 8 de março, Dia Internacional da Mulher.</p>
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		<title>O amor inimigo e o amor domesticado</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 14:11:39 +0000</pubDate>
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Mary Del Priore
Casa do Saber Rio de Janeiro
Considerado perigoso, o sentimento amoroso era perseguido pela Igreja, que exigia, dentro do casamento, relações baseadas na “amizade amorosa”. O resultado? Uma dupla moral feita de comportamentos específicos para dentro do casamento e fora dele. Fora, as paixões que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>O século XVIII: o amor inimigo e o amor domesticado</h4>
<p>Mary Del Priore<a href="http://casadosaber.com.br/curso.php?cid=1898"><br />
Casa do Saber Rio de Janeiro</a></p>
<p>Considerado perigoso, o sentimento amoroso era perseguido pela Igreja, que exigia, dentro do casamento, relações baseadas na “amizade amorosa”. O resultado? Uma dupla moral feita de comportamentos específicos para dentro do casamento e fora dele. Fora, as paixões que resultavam em concubinatos ardentes; dentro, esposas dedicadas exclusivamente à procriação.</p>
<p>Início: 03 MAR<br />
Duração: 4 encontros<br />
Dias/horários: Quartas-Feiras, às 20h (03/03, 10/03, 17/03, 24/03)<br />
Valor: R$ 160,00 na inscrição + 1 parcela de R$ 200,00<br />
Tel.: (21) 2227-2237 \ 222-SABER<br />
Horário de funcionamento: segunda a sexta: 11h às 20h<br />
E-mail: inforio@casadosaber.com.br</p>
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		<title>A cara vida moderna</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 14:11:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Walcyr Carrasco
Veja São Paulo
Meu primeiro celular parecia um tijolo. Difícil de carregar. Pior ainda, de funcionar. A linha vivia com sinal de ocupado. Mesmo assim era um luxo! Lembro quando liguei pela primeira vez para minha amiga Vera:
— Estou em Brasília, no meu celular — contei.
— Também quero um! — ela gritou, entusiasmada.
De novidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Walcyr Carrasco<br />
<a href="http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2155/a-cara-vida-moderna">Veja São Paulo</a></p>
<p>Meu primeiro celular parecia um tijolo. Difícil de carregar. Pior ainda, de funcionar. A linha vivia com sinal de ocupado. Mesmo assim era um luxo! Lembro quando liguei pela primeira vez para minha amiga Vera:</p>
<p>— Estou em Brasília, no meu celular — contei.</p>
<p>— Também quero um! — ela gritou, entusiasmada.</p>
<p>De novidade, tornou-se essencial. Agora esses aparelhos são mínimos, fotografam, tocam músicas e acessam a internet. Viver sem um é estar desconectado. No fim do mês vem a conta. Sempre me assusto! As operadoras oferecem pacotes. E de pacote em pacote às vezes eu me sinto embrulhado! Compro por puro entusiasmo uma série de serviços que não uso depois! Um amigo meu tem três celulares. Durante um jantar, falava em todos ao mesmo tempo, enquanto eu tentava conversar. Imagino a conta!</p>
<p><span id="more-3577"></span>A cada dia inventam algo que imediatamente se torna indispensável. Impossível encontrar um adolescente que não sinta necessidade de um laptop. Se não tem, voa para uma lan house. A internet ficou tão importante quanto as calças que estou vestindo. O laptop de um jovem ator quebrou às vésperas de ele sair em turnê pelo país com um espetáculo. Está desesperado.</p>
<p>— Vou perder meu contato com o mundo!</p>
<p>É verdade! E-mails, redes de relacionamento e blogs são vitais para boa parte das pessoas. Tudo isso custa: o orçamento cresce em eletricidade, conexões de banda larga e equipamentos — os avanços são rápidos, é preciso renovar sempre. Falando em avanços: um amigo formou uma excelente coleção de clássicos de cinema em vídeo. Jogou fora e iniciou outra ao surgir o DVD. Agora veio o Blu-ray. O coitado quase explodiu de tão estressado! Mas é impossível permanecer com o equipamento antigo. Em pouco tempo some das lojas. Toca comprar tudo novo!</p>
<p>A TV por assinatura tornou-se um sonho de consumo. E os televisores em si? Todo dia fico sabendo de uma tela maior, mais fina e com melhor imagem. Sem falar nos eletrodomésticos, mais e mais sofisticados. Quando comprei o meu primeiro freezer, há muito tempo, um amigo riu:</p>
<p>— Para que uma coisa dessas?</p>
<p>Hoje ninguém dispensa um freezer. Qualquer item da vida pode se sofisticar: faz-se café expresso em casa, sorvete, iogurte e até pão. Ninguém tem tudo, é fato. Mas todo mundo tenta ter algum novo e fantástico produto!</p>
<p>Passada a garantia, é difícil consertar qualquer aparelho. O preço raramente compensa. E logo quebra de novo, mesmo porque muitos técnicos de antigamente perderam o pé nos digitais!</p>
<p>Viver ficou muito mais caro. Antes eu parava o carro na rua, agora é Zona Azul ou estacionamento particular; os cinemas aumentaram o valor dos ingressos porque investem em tecnologia; cabeleireiros sofisticaram os produtos; banho em cachorro é melhor no pet shop; é essencial um cartão de crédito, mas vem a anuidade. Além de um bom plano de saúde, é ideal também um de aposentadoria. Tenho certeza: daqui a pouco descobrirei algo absolutamente essencial de cuja existência até agora não tinha o menor conhecimento!</p>
<p>Mas os salários não subiram na mesma proporção. No passado era mais fácil cortar gastos. Agora, não. Muitas despesas não podem mais sair do orçamento. Contatos profissionais, bancários e muitos serviços públicos acontecem através de celulares e da internet. Já conheci gente com falta de dinheiro para comer, mas sem poder abdicar do celular!</p>
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		<title>Energia demais atrapalha</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Energia demais atrapalha]]></category>

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		<description><![CDATA[por Dora Lorch
Era uma mulher interessante, de presença marcante, alta, encorpada, cheia de opiniões para dar, apesar de muito agressiva com a filha, digo com os filhos e agregados. Como tudo começou não faço idéia, mas sei que ela batia tanto na filha adolescente, que a menina vinha cheia de cicatrizes de cortes, e manchas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="http://www.portalnovosrumos.com.br/hotsite/doralorch/art01.html">Dora Lorch</a></p>
<p>Era uma mulher interessante, de presença marcante, alta, encorpada, cheia de opiniões para dar, apesar de muito agressiva com a filha, digo com os filhos e agregados. Como tudo começou não faço idéia, mas sei que ela batia tanto na filha adolescente, que a menina vinha cheia de cicatrizes de cortes, e manchas de pancadas. E a Marília era uma amor, além de muito miúda. Os psicólogos e demais autoridades estavam preocupados porque Patrícia sabia que tinha agredido a filha, mas não parecia estar arrependida, pelo contrário avisava aos interessados que ia continuar batendo, que Marília tinha o poder de tirá-la do sério. Na verdade a menina estava grávida e Patrícia não conseguia agüentar este golpe, afinal Marília só tinha 13 anos!</p>
<p>A irritação de Patrícia era sensível. Junto com ela veio o filho mais velho, magrinho, encolhido como a irmã, apesar de seus 26 anos. Ele também quase não falava. Soubemos que era casado pela segunda vez, tinha uma filhinha de quatro anos, e morava na casa dele junto com a mãe e a irmã. Era claro que Mamãe comandava a casa dela e dele.</p>
<p><span id="more-3581"></span>Perguntando sobre sua vida, Patrícia contou que fora bailarina de um famoso, viajava muito, tinha muito dinheiro e o filhinho cresceu com tudo o que tinha direito, mas vendo a mãe muito pouco. O primeiro marido, pai deste mocinho, era solidário com ela, tanto que anos depois ambos montaram uma empresa de sucesso e se tornaram empresários de relativo sucesso. Aparentemente as coisas iam bem até que Patrícia descobriu que estava sendo traída, e pior que isso, o marido “roubou” tudo que eles tinham construído. Desesperada, sem recursos, com a auto estima reduzidíssima, ela deprimiu. Na depressão as pessoas perdem a vontade de se arrumar, sentem-se fragilizadas, ou seja, não acreditam que tenham força para fazer o que elas fariam normalmente, comem de menos ou demais, ficam sem vontades. Na depressão as pessoas não agüentam se mexer, tudo parece deman dar um esforço sobre-humano, por isso ficam “jogadas” na cama ou no sofá. Quem vê pensa que é preguiça, mas na verdade é algo muito mais sério, que não raro demanda tratamento psicológico e muito freqüentemente médico também.</p>
<p>O filho contou que a mãe criava muito caso com a esposa dele, que gritava muito, que era muito agressiva, e ele ficava no meio sem saber o que fazer. Contou que Patrícia brigava com a nora por tudo e qualquer coisa. (Braveza excessiva pode ser depressão, pois as pessoas ficam sem energia e por isso mesmo sem condições de agüentar que as coisas não são como elas querem.) Ele reconhecia o quanto a mãe o ajudou e ficou ao seu lado, mas estava sufocado. Contou que depois da separação conseguiu trabalhar com o pai, ter uma loja própria e comprar o apartamento da mãe, a casa da irmã e a sua casa atual; que lutou muito para conseguir isso tudo, mas agora estava paralisado sem ter onde trabalhar. Portanto a depressão da mãe de alguma maneira interferia em sua vida, e neste caso não ajudava nem ele nem a mãe, nem sua família.</p>
<p>O que nós psicólogas&lt;http://blog.uol.com.br/#_ftn1&gt;[1] poderíamos fazer?</p>
<p>Claro que o nó era o relacionamento familiar, mas como conseguir que esta mulher tão cheia de energia conseguisse se acalmar&#8230;</p>
<p>Decidimos que a energia da Patrícia precisava ser redirecionada, de modo a permitir que os dois filhos seguissem o caminho deles. Claro que Marília precisaria de acompanhamento psicológico para entender porque se colocou nesta situação (grávida, adolescente e sem um companheiro). Depois de algumas sessões psicoterapêutica conseguimos mostrar para a mãe que ela estava revoltada com a situação, mas mais do que isso estava irritada com ela mesma, com muita energia parada, e esta energia a envenenava. Perguntamos porque ela deixou de ser empresária e orientamos para que ela retornasse a seus negócios.</p>
<p>Dois meses depois Patrícia e Marília estavam mais tranqüilas, o relacionamento delas melhorou, e coincidentemente Patrícia começou um novo negócio.</p>
<p>O filho acreditem, depois de alguns meses de psicoterapia resolveu viver de música, e parecia bem mais feliz.</p>
<p>O trabalho só começou, mas que diferença na vida destas pessoas!</p>
<p>Por isso acredito que cuidar das mulheres, que não raro são o esteio emocional da família, pode mudar o futuro de uma geração. Sabe aquela história que tudo é culpa da mãe? Pois é, nós temos mais força do que costumamos acreditar, e se nos fortalecermos conseguiremos ajudar nossos filhos, nossas amigas, conhecidos, conhecidas&#8230; Fortalecidas conseguiremos mudar o mundo. Para melhor!</p>
<p>[1] Como a esmagadora maioria dos profissionais de psicologia são mulheres, vou usar o feminino contrariando as regras de gramática atuais, mas indo de encontro à lógica do século XXI.</p>
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		<title>Saudações para todas as mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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		<title>Livros para todo tipo de mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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Postado por Douglas Duarte em 8 de março 2010
Mary Del Priore
Uma historiadora com H maiúsculo, que trata de temas obscuros do país desde a chegada dos portugueses. Mas, também, uma mulher interessada no que significa ser mulher. Entre suas obras de corte mais “clássico”, mary del Priore encaixa outras, de interesse inegavelmente feminino, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><a href="http://olivreiro.com.br/blog/2010-03-08-livros-para-todo-tipo-de-mulher">O Livreiro</a><br />
Postado por <strong><a title="Visitar o site de Douglas Duarte" rel="external" href="http://www.olivreiro.com.br/usuario/55-douglas-duarte">Douglas Duarte</a></strong> em 8 de março 2010<a title="Ver todos os posts em Notícias" rel="category tag" href="http://olivreiro.com.br/blog/category/noticias"></a></small></p>
<h4>Mary Del Priore</h4>
<p>Uma historiadora com <strong>H</strong> maiúsculo, que trata de temas obscuros do país desde a chegada dos portugueses. Mas, também, uma mulher interessada no que significa ser mulher. Entre suas obras de corte mais “clássico”, mary del Priore encaixa outras, de interesse inegavelmente feminino, como História das mulheres no Brasil, História do amor no Brasil e Matar para não morrer, que narra o sangrento triângulo amoroso entre Dona Saninha, Dilermando e o escritor Euclides da Cunha.</p>
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