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	<title>Papo Calcinha » Relacionamento</title>
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	<description>Ainda encontro a fórmula do amor!</description>
	<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 19:45:59 +0000</pubDate>
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		<title>Viver no momento: um pouco de vã filosofia</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 19:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Papo Calcinha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bom conselho]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ensinamento budista diz que devemos viver no momento - isso significa não ficar remoendo acontecimentos passados e nem ficar se preocupando ou sonhando demais com o futuro. Temos que aproveitar o que temos hoje e agora.
Mas a verdade é que poucos de nós consegue esta façanha. Normalmente acordamos já pensando no trabalho, vamos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ensinamento budista diz que devemos viver no momento - isso significa não ficar remoendo acontecimentos passados e nem ficar se preocupando ou sonhando demais com o futuro. Temos que aproveitar o que temos hoje e agora.</p>
<p>Mas a verdade é que poucos de nós consegue esta façanha. Normalmente acordamos já pensando no trabalho, vamos para o trabalho já pensando nas atividades do final do dia e no final do dia já estamos pensando no dia seguinte. Este tipo de comportamento nos dá uma ilusão de controle. Se podemos pensar em como as coisas vão acontecer, talvez consigamos fazer com que ela aconteçam da forma que queremos.</p>
<p>E, claro, repetimos este tipo de comportamento em nossos relacionamentos. Conheçemos alguém já pensando se vai dar certo ou não, vamos ao primeiro encontro já pensando se haverão outros e por aí vai. E é por isso que estamos sempre a procura de sinais de que, aquilo que pensamos para o futuro, está certo.</p>
<p>Mas se o futuro é uma consequência direta do presente, por que passamos tanto tempo nos preocupando com o que vai acontecer ao invés de cuidar direito daquilo que está acontecendo? Por que se preocupar se ele vai ligar amanhã ao invés de aproveitar o momento do encontro?</p>
<p>Precisamos da ilusão do controle. Precisamos acreditar que somos de alguma forma capazes de controlar o futuro, as reações do outro ou o desfecho de uma história. Precisamos acreditar que existem sinais que vão nos dizer se algo vai dar certo ou não. Mas a verdade é que não existem.</p>
<p>Pânico total no mundo feminino! Como assim não existem sinais? Talvez eu esteja escrevendo aqui um ponto de vista muito filosófico sobre relacionamentos. Mas a verdade é que não importa o que façamos, não há jeito de controlar o que vai acontecer amanhã. Não estou falando em destino. Destino, acreditam alguns, é algo que está escrito. E o que estou querendo dizer é diferente disso.</p>
<p>Ainda segundo os ensinamentos budistas, a única coisa que você pode mudar, é você mesmo. Então, a forma como o outro vai reagir, como ele vai sentir ou como ele vai levar o relacionamento está totalmente fora do seu controle. Tudo o que está a sua volta, está fora do seu controle. A única coisa que você pode fazer é observar, reagir e aprender.</p>
<p>Mas deixa eu colocar os dois pés no chão, por que filosofia budista dá muita conversa, muito mais que este breve texto sobre relacionamento. Voltando a história do &#8220;viver no momento&#8221;: nossa vida não é nada mais que uma sucessão de pequenos momentos. Toda vez que perdemos um momento por que estamos pensando em outra coisa, perdemos um pedacinho da nossa própria vida. Ora, que sentido faz se preocupar se aquele cara é certo para você? Ou se o relacionamento vai durar? A sua preocupação não vai ajudar em nenhuma dessas duas questões. Então, concentre-se em aproveitar os momentos do relacionamento ao invés de ficar especulando sobre um futuro - que pode acontecer ou não!</p>
<p>Mas sejamos honestos, a ansiedade e a dificuldade de se manter no presente é um dos males do homem moderno. Portanto, apesar de simples, viver no momento, não é nada fácil. Mas não é impossível. Começe aos poucos, faça um esforço. Apague da sua mente os pensamentos que podem te levar para longe daquele momento. Olhe nos olhos do outro e pense que esta é a única coisa que importa agora. Ouça o que o outro tem a falar, sem ficar pensando no que você vai responder. Simplemente ouça. Se for beijar, abraçar, tocar, concentre-se naquele ato.</p>
<p>Pode ser que seu relacionamento dure 1 dia, um ano ou a vida toda. Mas garanto que os momentos que você vai lembrar, serão aqueles em que você se esforçou para estar presente por inteiro. E cada um destes momentos, vão valer por uma vida toda.</p>
<p><em><strong>Por Iara</strong></em></p>
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		<title>Tome a pílula vermelha (ou sobre o medo de arriscar)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 18:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Papo Calcinha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bom conselho]]></category>

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No primeiro filme da trilogia Matrix uma das cenas mais marcantes está no início do filme, quando Morpheus oferece a Neo uma escolha: ele pode tomar uma pílula azul que o fará voltar para sua confortável vida e manterá tudo igual. Ou ele pode tomar uma pílula vermelha e decobrir um novo mundo. Neo escolheu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
No primeiro filme da trilogia Matrix uma das cenas mais marcantes está no início do filme, quando Morpheus oferece a Neo uma escolha: ele pode tomar uma pílula azul que o fará voltar para sua confortável vida e manterá tudo igual. Ou ele pode tomar uma pílula vermelha e decobrir um novo mundo. Neo escolheu a pílula vermelha. Sofreu muito, mas também encontrou amor verdadeiro, fez algo incrível de sua vida, tornou-se herói e salvou a humanidade.</p>
<p>Talvez você não seja tão geek quanto eu e não dê a mínima para a trilogia de Matrix. Mas pense bem e você vai se lembrar de algum filme que gosta, onde o personagem teve que escolher e aceitar riscos para conseguir ser seguir com sua vida e ser feliz. A grande maioria dos filmes tem situações assim. Isso por que escolhas e riscos fazem parte da nossa vida todo dia, nas pequenas coisas e nas coisas grandes, aquelas que realmente importam.</p>
<p>Todo dia, quando saímos de casa fazemos uma escolha e assumimos riscos. TSabemos que ao sair para rua podemos sofrer um acidente, pegar chuva, tropeçar numa pedra&#8230; Mas saímos mesmo assim. Sabemos que precisamos viver nossa vida e não podemos ficar em casa por medo de tropeçar a caminho do trabalho. Mas escolhas como essas são corriqueiras. E na maioria das vezes nem percebemos que as fazemos.</p>
<p>Mas e quando o risco é maior que um arranhão no joelho ou uma gripe? Nos filmes os finais felizes são quase mandatórios, mas sabemos que não é assim na vida real. E quando o risco é tomar um fora? Ou se magoar? Ou se apaixonar perdidamente? Ou ficar sozinha? Quando os riscos são esses, você toma a pílula azul ou a vermelha?</p>
<p>Medo de arriscar é um sentimento muito comum. Afinal de contas, a grande maioria de nós foi educado para gostar do estável, daquilo que nos dá segurança. Evitamos novidades e resistimos bravamente a mudanças. O que a maioria de nós esquece, é que a novidade e a mudança trazem uma importante possibilidade: crescer.</p>
<p>Lembre-se de quando você era criança. Toda vez que você tentava algo novo, aprendia uma lição e crescia mais um pouco. As vezes você ficava triste, as vezes feliz, mas em todas as vezes amadurecia um pouco mais. E quem disse que esse processo acaba na vida adulta? Ele fica mais devagar, afinal já conhecemos a maioria das lições básicas, mas com certeza ainda temos muito a aprender. E quem não está constantemente aprendendo algo novo, está envelhecendo mais rápido.</p>
<p>Toda vez que você sentir medo de arriscar, pergunte-se duas coisas:<br />
1. Por que estou com medo?<br />
2. Qual a pior coisa que pode acontecer se eu tentar?</p>
<p>É importante entender por que o medo de arriscar se manifestou. Autoconhecimento é muito importante aqui. Medo de ligar pra um cara? Medo de iniciar um relacionamento? Medo de terminar um relacionamento? Por que? Você tem seus motivos, é claro. Mas tente entender se eles são válidos. Se você tem dúvidas, pense um pouco mais a respeiro. O medo é uma ferramenta evolutiva e tem como papel evitar que nos metamos em situações perigosas, que realmente possam nos machucar (física ou psicologicamente). Mas se esse medo é só uma resistência a algo novo na sua vida, atenção! Encare ele de frente e diga: &#8220;vou tentar!&#8221;</p>
<p>A segunda pergunta diz respeito às consequências. Ora, qual a pior coisa que pode acontecer se você ligar para ele? Tomar um fora? Qualquer mulher de respeito dá a volta por cima disso com uma boa manicure e uma escova maravilhosa. Muitas vezes as consequências de fazer algo novo é simplesmente: aprender algo novo! E crescer! E quem sabe, conquistar um pouco mais de felicidade.</p>
<p>E nas vezes em que você arriscar e o resultado não for legal, corra para o colo das amigas, chore, tome sorvete, troque a cor do cabelo. Mas no dia seguinte, sacuda a poeira e tente algo novo de novo. Você pode espernear, reclamar, mas a verdade é que a única coisa constante em nossas vidas é a mudança. Seus amigos vão mudar, sua família vai mudar, sua cidade vai mudar. E você vai ficar aí com medo de arriscar algo novo? Tome a pílula vermelha, menina! Garanto que no final, você vai olhar para trás e dizer: que bom que eu tentei!</p>
<p><em><strong>por Charlotte</strong></em></p>
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		<title>Ela foi!</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 21:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vida nova]]></category>

		<category><![CDATA[Bom conselho]]></category>

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		<category><![CDATA[Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[****
o Papo Calcinha é uma reunião de amigas. lindas, inteligentes e sexies. rs&#8230;
por isso o  post de hoje é  de autoria de uma amiga querida, convidada (por enquanto) absoluta e jornalista competente. e carioca, claro!  
espero que gostem tanto quanto eu.
Lais Orrico
****
(por Camila Barcellos)

Para a casa dele. De mala e cuia, cafeteira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">****</p>
<p class="MsoNormal">o Papo Calcinha é uma reunião de amigas. lindas, inteligentes e sexies. rs&#8230;<br />
por isso o  post de hoje é  de autoria de uma amiga querida, convidada (por enquanto) absoluta e jornalista competente. e carioca, claro! <img src='http://papocalcinha.com.br/relacionamento/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p class="MsoNormal">espero que gostem tanto quanto eu.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Lais Orrico</strong></p>
<p class="MsoNormal">****</p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span><em>(por Camila Barcellos)</em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><br />
Para a casa <em>dele</em>. De mala e cuia, cafeteira italiana, seus livros preferidos, alguns porta-retratos sem os quais seus dias não seriam os mesmos&#8230; Trouxe inclusive um quadro de 60&#215;80cm. Afinal&#8230; Tinham 01 mês de namoro!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Na primeira semana, ela havia comprado tinta para mudar a cor da parede do escritório, ?laranja é ótimo para ambientes de trabalho?; trocado o mural <em>dele</em> pelo quadro, pois a luminosidade era mais adequada; feito uma lista de tudo o que faltava na dispensa e que ela gostava e me recebido com: ?que ótimo te ter aqui em casa?.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Gargalhei. Não dela, mas de mim. Eu jamais conseguiria com tão pouco tempo de relacionamento - mesmo no auge da paixão e de toda sua deliciosa ?irracionalidade? - dizer ?minha casa?, me sentir tão ?em casa?, por mais maravilhoso e receptivo que <em>ele</em> fosse, por mais bilhetinhos que deixasse espalhados dizendo: ?seja bem-vinda a nossa casa!?. Por mais que antes tivéssemos sido amigos por alguns anos. Obviamente, não seria uma chata, negando ou recusando tamanha demonstração de amor e bem querer&#8230; Mas, confesso! Enquanto eu pudesse, evitaria frases com o pronome possessivo da primeira pessoa do plural. Por algum tempo me sentiria uma intrusa. Complexo de inferioridade? De superioridade? Horror à idéia de ter meu espaço invadido? Pânico em cogitar invadir o do outro? Achei que um bom café e umas sessões de terapia talvez me fizessem bem!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Na verdade, só precisei do café. A resposta às minhas perguntas estava clara: Ela não tem medo de errar! Leia-se: ela sabe o que quer. Sabe que tudo é possível. Acertos e tropeços. Mas, antes de considerar o erro, prioriza sua capacidade em fazer dar certo. Foca no que quer e seus ouvidos simplesmente não entendem ?conselhos? de quem já passou por isso. Afinal, esse ?isso? é dela. É único! Ninguém nunca o viveu.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Sem pensar em ser ridícula ou fantástica, perfeita ou humana, apenas ser em toda sua essência comprometida com o seu amar&#8230; Aceitar o que o outro lhe estende com as duas mãos e de peito aberto&#8230; É tarefa para quem não tem medo de flores, cores, nem amores&#8230; </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O que me faz amar um homem?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 16:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bom conselho]]></category>

		<category><![CDATA[Nosso louco amor]]></category>

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		<category><![CDATA[Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[(texto de Ailin Aleixo retirado - literalmente - de uma revista e digitado aqui em uma homenagem à dicotomia feminina e a nossa busca de explicação para tudo)

Só ser desejada de nada adianta: quando acaba o suadouro, o que resta? 
Eu realmente acreditava que o que me fazia amar um homem era a inteligência. Elucubrações e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(texto de </em><a target="_blank" href="ailin.colunista@edglobo.com.br"><em>Ailin Aleixo</em></a><em> retirado - literalmente - de uma revista e digitado aqui em uma homenagem à dicotomia feminina e a nossa busca de explicação para tudo)</em><br />
<!-- espaco --><br />
<strong>Só ser desejada de nada adianta: quando acaba o suadouro, o que resta? </strong></p>
<p>Eu realmente acreditava que o que me fazia amar um homem era a inteligência. Elucubrações e digressões me impressionavam. Conhecimentos literários, artísticos, práticos seduziam a eterna adolescente em mim. Mas descobri que não era isso que me fazia amar: de nada adianta um cérebro invejável, citações brilhantes, se ele não rir das próprias besteiras, se não souber aproveitar as delícias do ócio de um sábado quente. Então percebi: bom humor era essencial.<br />
<!-- espaco --><br />
É delicioso estar com alguém que vive sem arrastar correntes e faz dos pequenos horrores cotidianos inevitáveis piadas. Só que nem tudo é uma piada e, em certas horas, quero alguém que me conforte a alma. Nesses momentos, nada pior do que ser levada na brincadeira - existe uma imensa diferença entre a alegria de viver e a recusa a sair da infância. Então fui invadida pela certeza de que o que me fazia amar alguém era, antes de tudo, a sensibilidade.<br />
<!-- espaco --><br />
Telefonemas de bom-dia, olhares que vêem, pequenos gestos incontidos - tudo o que eu podia querer. Ou quase. Só sobrevive ao meu lado alguém que grite comigo quando eu passar dos limites do bom senso, demonstre desagrado quando eu exigir demais e oferecer de menos. Preciso ser cuidada, mas preciso da certeza de estar com um homem de verdade e não com um moleque preso no complexo de Peter Pan. Quero ser domada, tomada.<br />
<!-- espaco --><br />
Nem inteligência, bom humor ou sensibilidade me faziam amar alguém. Talvez fosse virilidade.<br />
<!-- espaco --><br />
Mal abrir a porta da sala e ser consumida por beijos. Ter a roupa arrancada no caminho da cozinha. Ser desejada com urgência é um dos maiores elogios que uma mulher pode receber, mas só ser desejada de nada adianta: quando acaba o suadouro, o que resta? Se o que interessa é a movimentação, tudo bem. Mas se existe a possibilidade de ser esmagada pelo vazio de sentido após o orgasmo, de nada vale. Pelo menos se não vier acompanhado de cuidado, carinho. Pensei, então, que ele seria a pedra fundamental pra despertar meu amor. Mas carinho é um sentimento abrangente demais: nos invade desde a visão de um cachorro abandonado até a palavra confortadora de um desconhecido.<br />
<!-- espaco --><br />
Um dia, cansei de tentar adivinhar. E, nesse dia, após tantas enumerações paralisadoras e neuróticas, descobri. Hoje sei exatamente o que me faz amar um homem: o amor existir.<br />
<!-- espaco --><br />
Quando é necessário justificá-lo, procurá-lo, racionalizá-lo, é sinal de que ele não está ali.<br />
<!-- espaco --><br />
Simples assim.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O moço da loja.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 03:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vida nova]]></category>

		<category><![CDATA[coisas de mulherzinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje acordei só, e minha casa desmoronava. Foram 2 semanas fora e, ao voltar, descobri água aparecendo misteriosamente no chão da cozinha e ao lado da privada, a torradeira não funcionava, o estabilizador queimou, a torneira do chuveiro decidiu não fechar mais ? sabe quando você gira a torneira ao máximo e, ao invés de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje acordei só, e minha casa desmoronava. Foram 2 semanas fora e, ao voltar, descobri água aparecendo misteriosamente no chão da cozinha e ao lado da privada, a torradeira não funcionava, o estabilizador queimou, a torneira do chuveiro decidiu não fechar mais ? sabe quando você gira a torneira ao máximo e, ao invés de travar, ela gira de novo?</p>
<p>Xinguei o mundo, respirei fundo, xinguei a mim mesma e acreditei fortemente que era tudo culpa minha: minha tristeza com suas vibrações ruins destruindo tudo a minha volta, só para me lembrar novamente: estou só, me sinto só, e vou precisar consertar tudo só.</p>
<p>Houve um tempo em que minha casa funcionava magicamente, ininterruptamente. Se uma lâmpada queimava, era só dizer ?a lâmpada queimou?, e ao voltar pra casa mais tarde ela acendia novamente. Vai ver meus pais emanavam energia melhor que a minha e por isso aquela casa sempre funcionava. Depois fui agraciada temporariamente pela dádiva da casa perfeita dos arquitetos. Talvez eles saibam construi-la, mas escondem esse segredo somente pra si enquanto exploram nossa ignorância de meros mortais. Quem sabe desfrutei da sorte por tanto tempo, que agora estou fadada à uma vida de vazamentos, entupimentos e infiltrações.</p>
<p>Elza - sempre ela - chegou pra me socorrer e me lembrar que não estou tão só assim. Essa moça que limpa minha casa, organiza minhas bijuterias, arruma minhas roupas por cor e por altura nos cabides, parece saber de tudo. Rapidamente me fez fechar o registro d?água, de cuja existência eu já havia esquecido, e identificou a causa de um dos principais problemas: o encanamento estava repleto da minha ex-cabeleira dos últimos anos. Era tanto cabelo que dava pra fazer uma peruca, e aquele emaranhado ensebado ocasionou meu primeiro sorriso do dia: ?é a prova de que eu me renovo?.</p>
<p>Muito cabelo depois, ainda haviam sinais de entupimento. Madame Elza me pediu um arame maior. Deve haver mais cabelo ao longo da tubulação ? ela disse. Eu, que mal sabia que havia um arame menor na minha casa, lembrei da lojinha ao lado do meu prédio. Um cubículo cheio de objetos não identificados pendurados. Lá fui eu.</p>
<p>Expliquei tudo pro moço escondido atrás daqueles objetos estranhos, e descobri o homem dono de todas as respostas:<br />
?Pra torradeira funcionar, basta trocar o fuzível do estabilizador. Se quiser, traz aqui que eu troco pra você. Já no caso da torneira, você vai precisar de uma chave de grife para abrir e trocar o eixo rotatório que deve estar gasto. Melhor você trazer ele aqui antes para eu ver o diâmetro e te dar outro que encaixe. Compra também soda caústica, e se o arame não der jeito, joga um pouco que ela acaba com tudo no caminho.?</p>
<p>Chave de grife? Eixo rotatório? Onde essas pessoas aprendem isso tudo? E até hoje eu tinha medo de soda cáustica, e jamais compraria pra minha casa. Tantas respostas depois que me deixaram mais feliz, vejo o rosto do moço quando ele veio receber o dinheiro:<br />
?Sabe que, em tanto tempo que você mora aí do lado e eu te vejo ir e vir, é a primeira vez que te vejo sorrindo??</p>
<p>Jura? Meu deus, será que sou tão mal-humorada assim? Me desculpe. Tá bom, sorrio mais, tá bom assim?<br />
Com tanto sorriso, levei de brinde a chave de grife emprestada para tentar tirar o tal do eixo rotatório, após muitas instruções. Mas isso é coisa pra homem. Eu não tenho força. Nem Elza.</p>
<p>Eu sinto falta de alguém pra amar, pra cuidar, pra andar ao meu lado, dividir a vida, ir ao cinema, beijar e transar. E pra fazer por mim tudo aquilo que eu mesma odeio (ou não sei) fazer: resolver problemas mundanos de casa inclusive. Ter alguém que me completa tomou outro significado, mais real, mais palpável, mais terrestre. Acho que é disso que eu preciso.</p>
<p>Amanhã, o moço vem com sua chave de grife arrancar meu eixo rotatório, trocar por um novo e  me permitir tomar um banho em paz. Periga eu pedi-lo em casamento. É bom ter cuidado.</p>
<p><strike>Por Claire.</strike></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dos apelidos carinhosos e universos particulares.</title>
		<link>http://papocalcinha.com.br/relacionamento/2008/02/10/dos-apelidos-carinhosos-e-universos-particulares/</link>
		<comments>http://papocalcinha.com.br/relacionamento/2008/02/10/dos-apelidos-carinhosos-e-universos-particulares/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 16:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nosso louco amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Carmen sempre foi Carmen e Eduardo era Eduardo, as vezes Duda, talvez Dudu. Se encontraram, e Carmen virou ?Carmencita de  mi corazón?, Carmencita, Sita, e não demorou muito para metamorfosearem-se em Sitos ? praticamente uma espécie a parte que, como qualquer outra, prolifera-se. E o mundo tornou-se habitat natural para duas novas, pequenas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carmen sempre foi Carmen e Eduardo era Eduardo, as vezes Duda, talvez Dudu. Se encontraram, e Carmen virou ?Carmencita de  mi corazón?, Carmencita, Sita, e não demorou muito para metamorfosearem-se em <strong>Sitos </strong>? praticamente uma espécie a parte que, como qualquer outra, prolifera-se. E o mundo tornou-se habitat natural para duas novas, pequenas e fofas <strong>Sitas</strong>.</p>
<p>Bruno vagava Bruno por aí até encontrar Fernanda, que era Fê e também Nanda. Não se sabe bem como ou porquê, mas foram criando um jeito próprio de ser dois e de ser um, até virarem <strong>Sr. Búco e Sra. Búca</strong> ? o único <strong>casal Búco</strong> de que se tem notícia, inimitável e incomparável.</p>
<p>Alexandre e Alessandra se conheciam desde sempre, mas só quando começaram a namorar viraram <strong>Pititicos</strong>, depois <strong>Piticos </strong>e finalmente <strong>Pit </strong>? o amor aumenta e a preguiça também. E pela harmonia desses dois, acho que ainda viram somente <strong>P</strong>, e depois&#8230; Bem, talvez voltem a <strong>Pititicos </strong>e começem tudo de novo, só pelo gosto de apaixonarem-se mais uma vez.</p>
<p>Diana e Wagner, vez ou outra, incorporam <strong>Betsy e Johnny </strong>- apaixonados amantes de alcova que adoram brincar de <strong>pirulito-que-bate-bate</strong>, outra criação a dois. No entanto, há que tomar-se cuidado com apelidos de alcova. Se no amor e entre quatro paredes, nada é brega e o ridículo não existe, quando tornados públicos apelidos como <strong>Beicinho de flamboesa</strong>, <strong>Biquinho de côco</strong> ou <strong>Moranguito-vermelhitito</strong> podem virar motivo de chacota nas rodas de amigos. Ainda assim, vale a pena. É preciso saber rir de si mesmo.</p>
<p>O casal Léo e Dani sabe bem disso e, apesar de serem Dani e Léo na maior parte do tempo, volta e meia são também <strong>Patetas </strong>um do outro ? rindo cada um de si mesmo, mas ainda mais um do outro. Talvez seja esse o segredo, e acredito que Letícia e Bernardo apostaram na mesma fórmula ao descobrirem-se os <strong>Bizungos </strong>? apelido um tanto estranho para um casal cheio de graça e um tanto mais apaixonado. Outra prova de que amor e bom humor combinam são os já 33 anos em que Dora é a <strong>Madame </strong>- ora entre risos, ora com uma pontada de irritação - de seu eterno amor Wan. E amor que é amor de verdade sempre irrita, se não hoje, certamente depois de mais de três décadas.</p>
<p>São muitos os amores que adoram criar moda, mas não deixemos de lado os que optam pelo simples, e nem por isso amam menos. No caso de Andreas e Aline, casal franco-brasileiro nascido em terras britânicas, as circunstâncias ajudaram e tornaram-se simplesmente <strong>Namorada e Petit Ami</strong>, só porque acham um charme o sotaque um do outro. Já Érica, Sabrina, Denise, Viviane e tantas outras são <strong>Paixão, Amor, Mô, Môzinho, Bem ou Bemzinho</strong>, provando que nem sempre é preciso ser excêntrico ou original - o olhar, o tom de voz, o charme e a sinceridade do chamar de seus Marcos, Pedro, Renato e André  são mais que suficientes para torná-los únicos, especiais e perfeitamente simplórios.</p>
<p>Simples e minimalistas, Isabela vira <strong>Lindinha</strong>, Juliana é <strong>Juzinha</strong>, Mariana adora ser <strong>Marizinha </strong>e Eduarda há muito é  <strong>Dudinha</strong>. E parece que, se para as mulheres um bom diminutivo é sempre mais, entre os homens o negócio é mesmo o bom e velho superlativo. Walter chama <strong>minha-lindinha-bonitinha-e-gostosinha</strong> só pra ouvir de volta o <strong>meu-lindão-bonitão-e-gostosão</strong>. Rafael, do alto de seus 1.95m de altura, sempre se soube grande, mas sente-se um gigante com super poderes a cada vez que ouve sua esposa chamá-lo <strong>?Meu Grandão?</strong> ? nem tão original mas não menos perfeito. Marcelo vira um orgulhoso <strong>Celão</strong>, Rodrigo transforma-se em um viril <strong>Digão</strong>, Alberto adora ser <strong>?meu Betão?</strong> e até Ricardo vira <strong>Ricardão</strong>.</p>
<p>Originais ou não, excêntricos ou nem tanto, fato incontestável é que os apelidos e brincadeiras fazem parte do universo particular, paralelo e alheio ao redor que cada casal cria pra si. <strong>Que o mundo seja cada vez mais preenchido por esses pequenos universos, e que sejam todos exagerados, cafonas, bregas, piegas, melosos, carentes de vergonha, transbordados de amor e sem a mínima intenção de fazer sentido. Sejamos todos felizes.</strong></p>
<p><strike>Por Claire.</strike></p>
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		<title>Dias mais românticos virão.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 21:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[coisas de mulherzinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Eles formaram par na quadrilha da 4ª série. Duas décadas depois, sem os quadriculados, se reencontraram na festa de ex-alunos. Ele a reconheceu, ela teve que pensar mais um pouco. Foto pra lá, risadas pra cá, decidiram encontrar-se novamente, resgatar a amizade infantil e relembrar bons momentos. Um chopp, um boliche, os dois solteiros. Outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eles formaram par na quadrilha da 4ª série. Duas décadas depois, sem os quadriculados, se reencontraram na festa de ex-alunos. Ele a reconheceu, ela teve que pensar mais um pouco. Foto pra lá, risadas pra cá, decidiram encontrar-se novamente, resgatar a amizade infantil e relembrar bons momentos. Um chopp, um boliche, os dois solteiros. Outro chopp, longos papos no MSN, coração batendo forte ao ouvir o telefone tocar.</p>
<p>Ele disse que nunca havia se apaixonado assim, platonicamente. Ela achou a declaração linda. Marcaram de se ver novamente. Se beijaram, para logo em seguida ela ouvir: ?Quer namorar comigo??.</p>
<p>Repensei minha vida, e nunca foi pedida em namoro. Simplesmente namorei. Saí em missão-enquete e confirmei: não sou a única. Encontrei várias outras mulheres que nunca ouviram o ?quer namorar comigo??. Triste constatação.</p>
<p>Dias mais românticos virão, dias mais românticos virão, dias mais românticos virão. Vamos repetir como um mantra.<br />
E o casal da historinha fofa planeja uma nova quadrilha para celebrarem seu reencontro.</p>
<p><strike>Por Claire.</strike></p>
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		<title>O problema são as amigas!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 22:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bom conselho]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda mulher deveria ter vários amigos do sexo oposto. Bons amigos, vez ou outra, abrem portas para o entendimento do universo nada complexo masculino.
Dia desses, conversava com um amigo ? estilo ?bom-partido-genro-que-mamãe-sempre-sonhou? - quando uma mulher o liga. Ele olha, pensa, decide não atender. Ela já havia ligado naquela semana, já haviam se falado. Saíram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda mulher deveria ter vários amigos do sexo oposto. Bons amigos, vez ou outra, abrem portas para o entendimento do universo nada complexo masculino.</p>
<p>Dia desses, conversava com um amigo ? estilo ?bom-partido-genro-que-mamãe-sempre-sonhou? - quando uma mulher o liga. Ele olha, pensa, decide não atender. Ela já havia ligado naquela semana, já haviam se falado. Saíram no final de semana anterior, ele não estava muito interessado e ela, ao que tudo indicava, havia se interessado.</p>
<p>Esse amigo tem uma frase bastante interessante: ?Trato toda mulher que está comigo como se fosse a mulher da minha vida?. É praticamente uma filosofia de vida, afinal se ela o atraiu de alguma forma certamente merece ser bem tratada. Os bons tratos, neste caso, incluíram oferecer uma escova de dentes pela manhã além de servir café da manhã na varanda com direito a linda vista de sua casa, entre outros detalhes. O rapaz é um verdadeiro cavalheiro.</p>
<p>Eu, num ímpeto de defender a classe feminina, dizia: ?<em>mas você deu todos os sinais de que estava interessado! Depois de escova de dente e café da manhã servido na varanda, ela deve ter concluído que você estava apaixonado! E agora a pobre-coitada está sem entender nada&#8230;</em>?</p>
<p>Ele, sem se abalar, descreve sua interpretação dos fatos. Admite que a tratou muito bem, mas afinal porque a trataria mal? A escova de dentes ele ofereceu por educação ? costuma ter algumas escovas no armário para visitas, e a mulher viu o estoque de escovas (claro indício de que não é um tratamento especial). A varanda é seu lugar preferido na casa, alugou o apartamento por causa dela, então porque não usá-la? E o café da manhã não passou de um pão com requeijão e um cafézinho. Coisa rotineira pra ele. Em momento algum, falou em se verem novamente. Pelo contrário, deu sinais de que nos próximos finais de semana já tinha programação, e não chegou a convidá-la. Ele a levou em casa, despediu-se com um beijinho, e pronto.</p>
<p>No dia seguinte, ele pensava se queria ou não encontrá-la novamente. Enquanto isso, achou melhor não ligar. Já ela, segundo o raciocínio dele (e eu tenho que concordar!), foi contar as amigas sobre sua noite: ?<em>Deve ter destacado o café da manhã e a escova de dentes, e omitido todos os sinais contrários a minha suposta paixão</em>?. As amigas, acostumadas a serem mal tratadas pela macharada desse Brasil, concluem rapidamente que ele deve ter ficado amarradão. De tanto falarem, ela que já desconfiava, resolve ter certeza. E aí, coloca tudo por  água abaixo, quando resolve procurá-lo e procurá-lo de novo. Ele, que estava em dúvida, desanima de vez.</p>
<p>Depois dessa conversa, e sem analisar o emocional do rapaz, cheguei a algumas conclusões:</p>
<ol>
<li>Com tanto homem mal-educado nesse mundo (ou ao menos nesse Brasil), quando somos super bem-tratadas achamos que fisgamos o cara de vez. E ele pode estar simplesmente sendo bem-educado, aliás como todos os outros deveriam ser;</li>
<li>Mulheres têm forte tendência a omitir os detalhes que depõem contra o resultado desejado, além de adorar ouvir a opinião das amigas que não estavam lá para saber de alguma coisa;</li>
<li>Ao invés de perdemos nosso tempo revendo cada detalhe da noite para decidir se o cara está super a fim ou não, deveríamos simplesmente esperar. Não sou estrategista, e passo longe de ser machista, mas cada vez mais tenho certeza: homem interessado liga, aparece. O negócio é reaprender a ser caça, como já disse a Pepê por aqui.</li>
<li>Homens cavalheiros como esse meu amigo são um verdadeiro perigo!!!</li>
</ol>
<p><strike>Por Claire.</strike></p>
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		<title>O amor tem feito coisas…</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 23:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trilha Sonora]]></category>

		<category><![CDATA[Nosso louco amor]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;&#8230; Que até mesmo Deus duvida
Já curou desenganados
Já fechou tanta feridaaaa&#8230;&#8221;
Já dizia Ivan Lins. E nossas avós e bisavós e tataravós.
Quero convidá-las, amigas calcinhas leitoras, a contar suas pequenas loucuras por amor ou mesmo por uma paixão. Quem nunca se viu em uma situação esdrúxula e perguntou-se: ?como eu vim parar aqui??, para logo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>&#8220;&#8230; Que até mesmo Deus duvida<br />
Já curou desenganados<br />
Já fechou tanta feridaaaa&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p>Já dizia Ivan Lins. E nossas avós e bisavós e tataravós.<br />
Quero convidá-las, amigas calcinhas leitoras, a contar suas pequenas loucuras por amor ou mesmo por uma paixão. Quem nunca se viu em uma situação esdrúxula e perguntou-se: ?como eu vim parar aqui??, para logo em seguida suspirar: ?ah, o amor&#8230;?</p>
<p>Pra esquentar a brincadeira, vou listar aqui algumas situações que já observei ou mesmo vivi:</p>
<ol>
<li> Mulher apreciadora de futebol e torcedora do fluminense, sentada com a torcida do Flamengo em pleno Maracanã! (vale dizer que coube uma regra pertinente: em caso de jogo do flamengo contra o fluminense, assiste-se em separado!!)</li>
<li>Subir na garupa totalmente elameada do amado que acaba de voltar de uma trilha de moto, após horas de espera em pé e no frio, só porque ele acha super sexy ela naquela garupa agarradinha a um super campeão que, no caso, é ele mesmo.</li>
<li>Imagine uma mulher super vaidosa, totalmente perua ? ritual de cremes de beleza, roupas de grife, salto 10 estilo agulha, maquiagem e escova japonesa. Transporte-a para um boteco de quinta categoria, imagine-a sentada em um engradado de cerveja bebendo uma skol na latinha e apreciando uma bolinha de queijo de garfo e faca, do alto de sua pose. Aaaaaaaah, mas é aniversário do melhor amigo dele, e até que é legal aqui&#8230; O banheiro é até mais limpinho do que eu imaginava <img src='http://papocalcinha.com.br/relacionamento/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </li>
<li>Passar horas sentada sozinha na areia da praia, em dia nublado. Não dá para ler um livro porque, volta e meia, chuvisca. Quando a chuva aperta, o negócio é correr para a barraquinha de teto de palha, se enrolar na canga, e torcer para as ondas não crescerem muito nesse momento. Namorada de surfista sofre, e essa categoria certamente tem várias histórias pra contar!</li>
<li>Roqueira de carteirinha, de Queen a Sepultura, assistindo ao show do irmãozinho pagodeiro do amado na birosca que alguém chamou de casa de show. Aaaaaah, mas estamos felizes porque ele finalmente está se dedicando a algo, e precisamos dar uma força! (essa merece um prêmio!!)</li>
</ol>
<p>Ah, l?amour&#8230; Tão lindo e tão enlouquecedor de mentes <img src='http://papocalcinha.com.br/relacionamento/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> Estou esperando novas histórias!!</p>
<p><strike>Por Claire.</strike></p>
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		<item>
		<title>Casa, separa, casa, separa.</title>
		<link>http://papocalcinha.com.br/relacionamento/2007/11/19/casa-separa-casa-separa/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 11:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnÃ´nimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bom conselho]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje fiquei sabendo de mais um casamento que foi para as cucuias. É a sétima separação que fico sabendo nesse ano. Esse foi um casamento com linda festa e alguns anos de união, que acabaram na tristeza da separação e na sensação do sonho ter virado pesadelo. Comecei a pensar no que é casamento para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje fiquei sabendo de mais um casamento que foi para as cucuias. É a sétima separação que fico sabendo nesse ano. Esse foi um casamento com linda festa e alguns anos de união, que acabaram na tristeza da separação e na sensação do sonho ter virado pesadelo. Comecei a pensar no que é casamento para mim e, estando casada, é um pouco mais tranqüilo dissertar sobre. Coincidentemente, recebi por e-mail <a href="http://veja.abril.com.br/290904/ponto_de_vista.html" target="_blank">um artigo do Stephen Kanitz</a> , administrador e articulista que sempre escreve sobre casamento. Não deixo de sentir uma tristeza profundíssima ao ouvir - Estou me separando - e sempre tenho vontade de puxar a pessoa, dar um chacoalhão e dizer: - Ainda não! Tenta de novo! - Mas é que nem todo mundo quando se casa estabelece um pacto de verdade. Um pacto contratual não só no papel, não só na igreja, mas de ideais sobre o futuro. Esse pacto é no fundo como se você dissesse: Olha só, você é uma pessoa que eu admiro demais, nossos valores são os mesmos, você parece me amar também muito e eu me cansei dessa vida de meu deus. Por isso, eu prometo que estarei com você, em todos os momentos, te apoiando e te amando e espero o mesmo de você. E pode confiar em mim, não vou deixar que a nossa relação fique frágil ou se desestabilize. E espero o mesmo de você. Eu sei que vou encontrar pela vida inúmeros caras interessantes e bacanas mas, mesmo assim, meu compromisso é com você, e para que ele continue se mantendo forte, não poderei vacilar, caso contrário nossa confiança não será mais a mesma. E espero também isso de você. E ponto. Esse é o contrato. E é preciso que se estabeleça esse nível de compromisso desde o início, entre ambos, se seu sonho é ter vida longa no relacionamento com alguém e vida longa, lê-se, para sempre. O que acontece é que, se alguma parte do contrato falha ou não se cumpre, é muito mais difícil recomeçar. Daí então um novo pacto deve se firmar. Mas, como alguém provavelmente já saiu machucado, a primeira reação é abandonar o barco e querer começar de novo, sozinho ou com outra pessoa. E, lá no fundo do machucado, existe a sensação que já não há porque sustentar um contrato de casamento que tinha lá atrás como objetivo resumido o amor incondicional. As condições apareceram e, a partir delas, as insatisfações. É por isso que os casamentos acabam. Por isso eu diria que, antes de acabar com um casamento, vale rever o dia em que resolveu firmar esse &#8220;contrato&#8221; com a pessoa amada, ainda que não no papel mas espiritual, já que foi alguém que você escolheu na vida, ao contrário dos nossos filhos e nossos pais que amamos incondicionalmente porque aprendemos assim desde o começo. Esse foi alguém que você resolveu colocar na sua vida e quis amar desde o início. E, para que dure, assim como o amor de pais e filhos, você deve amar esse alguém sobre todas as coisas e incondicionalmente, sempre, e vice-versa, como reza o pacto.</p>
<p><a href="http://www.ievy.com.br/sites/congregacoes/pq_statereza/O%20SEGREDO%20DO%20CASAMENTO.doc ">Mais sobre casamento e separações</a></p>
<p><strike>Por Pepê </strike></p>
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