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	<title>Papo de Empreendedor</title>
	
	<link>http://www.papodeempreendedor.com.br</link>
	<description>Papo de Empreendedor</description>
	<pubDate>Fri, 25 May 2012 20:45:01 +0000</pubDate>
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		<title>“Ninguém me disse que empreender incluía reuniões chatas”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 20:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Leal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Empresa jovem]]></category>

		<category><![CDATA[startups]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esses dias eu estava conversando com um amigo que é um jovem empreendedor, o Ricardo Sudário. No meio do nosso papo, o Ricardo soltou a seguinte frase: “Ninguém me disse que empreender incluía uma série de reuniões chatas e outras coisas que são completamente improdutivas.” O Ricardo e um amigo dele, o Marcos Soledade, recém-formados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5685" title="reuniao-chata" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/reuniao-chata.jpg" alt="reuniao-chata" width="450" height="397" /></p>
<p>Esses dias eu estava conversando com um amigo que é um jovem empreendedor, o Ricardo Sudário. No meio do nosso papo, o Ricardo soltou a seguinte frase: “Ninguém me disse que empreender incluía uma série de reuniões chatas e outras coisas que são completamente improdutivas.” O Ricardo e um amigo dele, o Marcos Soledade, recém-formados em Sistemas de Informação pela USP, criaram recentemente a Quantica, uma startup de tecnologia que oferece soluções de educação a distância para universidades e cursinhos, além de treinamentos corporativos. A empresa é uma das seis escolhidas pela Incubadora Social e Tecnológica da EACH/USP.<br />
O Ricardo me contou um pouco sobre cinco dos principais perrengues do início da empresa deles, comuns no começo de qualquer empresa e inesperados para os jovens empreendedores.<span id="more-5684"></span></p>
<p><strong>Você trabalha muito mais</strong><br />
Não pense que abrir uma empresa significa ter algum tempo livre – muito pelo contrário. “Meus dias estão mais corridos, mas muito mais gratificantes. Todo mundo aqui acaba tendo 1001 funções. Pouca gente pensa que você é desde o cara que coordena tudo até o office-boy que vai ao contador levar documentos, se for preciso. Ontem eu comecei o dia arrumando cabos de rede que estavam soltos e terminei apresentando os projetos para o próximo semestre para a equipe toda, que agora tem cinco pessoas.”</p>
<p><strong>Você não tem ideia da real complexidade de manter uma empresa, sobretudo nas áreas contábil e jurídica</strong><br />
Ficar atento aos detalhes do enquadramento de sua empresa evita o pagamento de impostos e taxas desnecessários para o seu negócio. Contratar boas empresas de assessoria jurídica e contábil é fundamental. “As leis e as regras da Receita Federal são incrivelmente confusas para alguém que não é formado em Direito ou Contabilidade. Se você não acompanhar de perto, acaba pagando muito mais impostos que deveria. Nem sempre o contador entende direito o que você faz e enquadra a empresa numa classificação mais genérica, que paga mais impostos.” As discussões para chegar ao ponto ideal incluem reuniões “chatíssimas de horas e horas, com muita leitura de documentos chatos, até todas as partes se entenderem. Para quem está acostumado ao clima de startup, isso é uma tortura”.</p>
<p><strong>Você pode enfrentar a resistência da família e dos amigos</strong><br />
Nem todo mundo entende por que você decide deixar um emprego fixo numa grande empresa para abrir a sua própria. E isso costuma ocorrer principalmente com quem está perto de você, com sua família e seus amigos. “Felizmente minha família me apoiou desde o começo, mas isso aconteceu com o meu sócio. A família dele pressionava bastante, no começo, para que ele ‘arrumasse um emprego de verdade’. Demora um tempo até as pessoas entenderem que o seu negócio é o seu emprego. Todo mundo quer que você vá trabalhar numa grande empresa, mas pouca gente o incentiva a criar essa grande empresa.</p>
<p><strong>Você não imagina que sua empresa pode crescer muito rápido</strong><br />
Com a situação do país mais favorável a startups, o crescimento de muitas empresas tem sido acelerado. “Crescer rápido pode ser bom num primeiro momento, mas se você não estiver bem preparado, acaba afundando.” Para isso, um bom planejamento é essencial. E não basta pensar apenas no plano de negócios. É preciso pensar no plano financeiro, na estratégia de vendas, na contratação de funcionários etc. “Tivemos que refazer nosso planejamento financeiro e alterar algumas partes do plano de negócios, pois percebemos um nicho novo no mercado. O maior problema é ter medo de crescer. Isso mata a empresa.”</p>
<p><strong>Você precisa provar que tem experiência, mesmo sendo muito jovem</strong><br />
Ricardo tem 21 anos e Marcos, 22. Quando chegam a um possível cliente, muitas vezes não são levados a sério no primeiro momento. “Tem muita gente que vê o empreendedor jovem como um universitário ainda, que não é sério o suficiente para estar à frente de um negócio bem estruturado. Alguns clientes às vezes fazem mais ressalvas quando veem que você é muito novo.” Aí é preciso colocar a lábia em ação e gastar muita saliva para mostrar experiência e capacidade.</p>
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		<title>Quanto mais cedo, melhor?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 23:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[criança]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[geração]]></category>

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		<description><![CDATA[Vender cacarecos para amigos, lavar o carro do tio, cuidar do gato do vizinho… Para Mathew Torren, co-fundador do blog Youngentrepreneur, além de gerar alguns trocados para crianças, atividades como essas podem ajudar na formação de adultos mais empreendedores. Em sua última coluna publicada no site, ele mostra como iniciar um negócio na infância pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5673" title="crianca_empreendedora_final" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/crianca_empreendedora_final.jpg" alt="crianca_empreendedora_final" width="450" height="315" />Vender cacarecos para amigos, lavar o carro do tio, cuidar do gato do vizinho… Para Mathew Torren, co-fundador do blog Youngentrepreneur, além de gerar alguns trocados para crianças, atividades como essas podem ajudar na formação de adultos mais empreendedores. Em sua última <a href="http://www.youngentrepreneur.com/blog/five-ways-kidpreneurs-make-better-entrepreneurs/" target="_blank">coluna publicada no site</a>, ele mostra como iniciar um negócio na infância pode trazer vantagens futuras na abertura de uma empresa. <span id="more-5669"></span>Confira abaixo e veja se você concorda com ele.</p>
<p><strong>Aprendizado precoce</strong></p>
<p>Independentemente do tamanho ou complexidade do <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=neg%C3%B3cio&amp;sa=" target="_blank">negócio</a>, sempre existirão problemas na vida do empreendedor. O aprendizado de que nem tudo é um mar de rosas pode minimizar o choque entre o sonho idealizado e a realidade da empresa.</p>
<p><strong>Experiência acumulada</strong></p>
<p>Clientes insatisfeitos, fornecedores atrasados e planejamento de estratégias. Quem começa a pensar nesses fatores ainda na infância – mesmo que de uma forma lúdica e intuitiva – costuma sair na frente no mundo dos negócios.</p>
<p><strong>Aumento de confiança </strong></p>
<p>Aquele primeiro brigadeiro vendido para o vizinho mostra que outras pessoas estão dispostas a apostar em suas ideias. Crianças que conhecem esse sentimento estão propensas a se tornarem adultos com senso de <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80287-17189,00-QUATRO+DICAS+PARA+IDENTIFICAR+OPORTUNIDADES+DE+NEGOCIO.html" target="_blank">oportunidade </a>mais afiado.</p>
<p><strong>Convivência com o fracasso</strong></p>
<p>Negócios iniciados por crianças são uma grande brincadeira. Mesmo que não sejam uma experiência lucrativa, podem ensinar que as coisas nem sempre saem conforme o desejado. Empreender na infância é uma boa forma de lidar com o fracasso sem grandes traumas ou prejuízos.</p>
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		<title>Sete coisas que não devem ser feitas no marketing por e-mail</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/sete-coisas-que-nao-devem-ser-feitas-no-marketing-por-e-mail/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 16:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[divulgação]]></category>

		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>

		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[
No site da revista Inc., o blogueiro Charlie Graham enumera sete erros que não devem ser cometidos por empresas que trabalham com marketing via e-mail. Graham fundou e dirige o Shop It to Me, serviço grátis de assistência para compra de roupas, calçados e acessórios que faz a ponte entre 200 varejistas e 4 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5663" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_emailmkt-300x252.jpg" alt="Shutterstock" width="300" height="252" /></p>
<p>No site da revista Inc., o blogueiro Charlie Graham enumera sete erros que não devem ser cometidos por empresas que trabalham com <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8298-17149,00-MARKETING.html" target="_blank">marketing</a></strong> via e-mail. Graham fundou e dirige o Shop It to Me, serviço grátis de assistência para compra de roupas, calçados e acessórios que faz a ponte entre 200 varejistas e 4 milhões de consumidores. Ele argumenta que, com mais de 1,5 bilhão de e-mails enviados desde que foi criada, há cinco anos, a Shop It to Me já pode afirmar que aprendeu lições valiosas com erros do passado. As sete principais são:<br />
<span id="more-5662"></span></p>
<p><strong>1. Não mande e-mails que supostamente servem para todos os destinatários. </strong>Embora a maioria dos consumidores das lojas de departamentos sejam mulheres, um freguês do sexo masculino não será encaminhado automaticamente pelo vendedor para a seção de cosméticos. Mas, em geral, os e-mails de promoções fazem coisas assim. Por isso, quando um consumidor se cadastra no serviço, é indispensável saber logo de cara quem é, que idade tem e que tipo de produto interessa a ele.</p>
<p><strong>2. Não subestime os ganhos dos testes A/B. </strong>Toda vez que for criar ou mudar um e-mail, envie-o em várias versões de desenho, cores e número de opções. Simplesmente medindo a quantidade de cliques nos links, já se descobrem as preferências do consumidor. Graham conta que, com esse método, a Shop It to Me percebeu que seus clientes preferiam textos apresentados de forma simples a layouts elaborados que os designers acreditavam ser mais atraentes.</p>
<p><strong>3. Não ignore os motivos dos desistentes. </strong>Quando alguém pede para sair da lista de destinatários, pergunte por que não quer mais receber os e-mails. Na grande maioria das vezes, a resposta é franca e informativa. A Shop It to Me descobriu, por exemplo, que muitas mulheres pediam a interrupção do envio durante o período de gravidez. Por isso criou uma opção de retomar o recebimento depois do parto e também passou a dar mais atenção a promoções de roupas para grávidas e produtos para bebês.</p>
<p><strong>4.  Não peça demais do usuário. </strong>Quanto mais opções o e-mail oferecer, menos espontânea e imediata será a resposta – ou seja, a decisão de compra enfrentará mais obstáculos. Melhor apresentar as opções em e-mails separados.</p>
<p><strong>5. Em vez de focar nos produtos, foque nos benefícios. </strong>Ao anunciar novas marcas, serviços e recursos, não chame a atenção apenas para a novidade, mas para o que o consumidor vai ganhar se aceitar a oferta.</p>
<p><strong>6. Não transforme seus serviços numa praga. </strong>Pode parecer óbvio dizer que e-mails demais aborrecem o destinatário, mas os resultados iniciais podem dar uma impressão errada. Uma estratégia bem-sucedida ganha novos adeptos com facilidade, mas começa a cansar com a mesma rapidez. Para tentar descobrir onde se encontra esse delicado ponto-limite, o melhor é fazer um teste apenas com uma pequena parte do conjunto de assinantes.</p>
<p><strong>7. Não se esqueça do celular.</strong> Segunda as pesquisas mais recentes, mais de três quartos dos usuários de smartphones usam o aparelho para acessar e-mails regularmente. Ao desenhar as mensagens de sua empresa, lembre que os donos de smartphones não vão usar o mouse, mas o dedo, para clicar nos links. Portanto, não complique a vida de todos os envolvidos com ícones pequenos e amontoados.</p>
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		<item>
		<title>4 erros de TI que uma pequena empresa deve evitar</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/9l5-464IbbE/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/4-erros-de-ti-que-uma-pequena-empresa-deve-evitar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 18:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=5658</guid>
		<description><![CDATA[
Na hora de tomar decisões sobre tecnologia da informação em uma pequena empresa, na maioria das vezes é melhor deixar o trabalho para um especialista – caso você já não seja um. Mas, para John Brandon, colunista do site da revista americana Inc., todo o empresário precisa fugir de alguns erros básicos. Confira:

1. Não pagar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5659" title="shutterstock_9723547" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_9723547.jpg" alt="shutterstock_9723547" width="450" height="260" /></p>
<p>Na hora de tomar decisões sobre <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tag/tecnologia/" target="_blank">tecnologia </a>da informação em uma pequena empresa, na maioria das vezes é melhor deixar o trabalho para um especialista – caso você já não seja um. Mas, para John Brandon, colunista do site da revista americana Inc., todo o empresário precisa fugir de alguns erros básicos. Confira:</p>
<p><span id="more-5658"></span></p>
<p><strong>1. Não pagar por um bom antivírus</strong><br />
Quando você lidera uma pequena empresa, existe aquela obsessão por cortar custos. Na parte de TI, o corte muitas vezes cai na compra do antivírus para seus computadores, principalmente os notebooks, afirma Brandon. Caso você não possa gastar com isso neste momento, procure alternativas mais em conta, como as ferramentas via cloud computing, que geralmente custam menos. Só não deixe seu equipamento sem proteção.</p>
<p><strong>2. Não ficar atento às tendências</strong><br />
Um bom caminho para afundar a TI de sua empresa é ficar alheio às novidades desse setor. Se você não sabe nada sobre computação em nuvem, notebooks mais leves, os aplicativos mais recentes ou como ficar conectado com sua equipe, talvez seja a hora de se preocupar. Mantenha-se informado para saber quais lançamentos ou novas soluções podem ajudar no crescimento de sua empresa.</p>
<p><strong>3. Não ler as políticas de privacidade</strong><br />
Nós sabemos que não é exatamente agradável ler todas as políticas de privacidade de aplicativos, sites e outros produtos. Brandon lembra que, quando o Google lançou o Google Drive, sistema de armazenamento nas nuvens, não demorou muito para que jornalistas descobrissem que, apesar de você ser dono de todo conteúdo que salva ali, o Google poderia usar esse mesmo conteúdo de diversas formas. Para serviços mais complexos, como os de computação em nuvem, sempre peça para um advogado ler os termos de privacidade e do contrato de serviço.</p>
<p><strong>4. Deixar seu celular ser roubado</strong><br />
Parece até brincadeira, mas, com empresários cada vez mais conectados com seus dispositivos móveis, essas máquinas podem ser portas para dados estratégicos e importantes de suas empresas. Faça de tudo para bloquear e rastrear as informações armazenadas em seu celular, evitando que acabem em mãos erradas.</p>
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		<item>
		<title>As falhas são inevitáveis. Mas como aprender com elas?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/XI-0UEJIzZg/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/as-falhas-sao-inevitaveis-mas-como-aprender-com-elas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlia Pitthan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[erros]]></category>

		<category><![CDATA[startup]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=5652</guid>
		<description><![CDATA[
Por mais que se queira fugir do tema, uma coisa é certa: em algum momento, a gente falha. No mundo do empreendedorismo não é diferente. Até acertar o modelo de negócio e começar a lucrar com uma boa ideia, há muitos tropeços pelo caminho.
“A questão não é se o empresário vai falhar ou não, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5653" title="Divulgação" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_cass-296x300.jpg" alt="Divulgação" width="296" height="300" /><br />
Por mais que se queira fugir do tema, uma coisa é certa: em algum momento, a gente falha. No mundo do <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8146-17149,00-EMPREENDEDORISMO.html" target="_blank">empreendedorismo</a></strong> não é diferente. Até acertar o modelo de negócio e começar a lucrar com uma boa ideia, há muitos tropeços pelo caminho.</p>
<p>“A questão não é se o empresário vai falhar ou não, mas quando”, diz Cassandra Phillips. A empreendedora de São Francisco (Estados Unidos) é uma das criadoras do FailCon, um evento que tenta desmistificar os erros e ocorre neste sábado (19/5) pela primeira vez no Brasil.<br />
<span id="more-5652"></span></p>
<p>Para Cass, como é conhecida, se a empresa está tentando um modelo novo de negócio, vão ocorrer falhas. A diferença está na maneira que você reage a elas. “Você não pode ser um fundador e ter medo de falhar ou negar os erros. Você deve viver a falha, respirar fundo e saboreá-la – isso vai ensinar tudo que você precisa saber, se você se permitir aprender”, disse.</p>
<p>Como muitos jovens empreendedores, Cass quebrou a cara depois de montar uma <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML19467-17149,00-STARTUPS.html" target="_blank">startup</a></strong> com um investimento de US$ 75 mil do próprio bolso – ela ficou oito meses no negócio. “Nós não testamos o mercado com antecedência suficiente. Deveríamos ter procurado usuários reais muito mais cedo”, conta.</p>
<p>“A principal coisa que aprendemos foi a importância do conceito de produto minimamente viável (MVP). Coloque algo, nem que seja uma versão feia ou quebrada, nas mãos de um usuário pelo menos algumas semanas antes de lançar”, diz.</p>
<p>Com o evento, que começou em 2009 em San Francisco, Cass e seus amigos queriam preencher a lacuna e criar um espaço para discutir as falhas que são comuns para quem está no início. “Nós começamos a planejar a conferência quando percebemos que a maioria dos eventos que existiam não eram relevantes para startups que estavam em estágio bem inicial. Os palestrantes falavam sobre o seu sucesso, mas nós não tínhamos como replicar isso. É o relato de erros cometidos que nos fazem evitar de repetir os mesmos erros.”</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~4/XI-0UEJIzZg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quanto você pagaria por uma boa ideia?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/C6WUV2hevd4/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/quanto-voce-pagaria-por-uma-boa-ideia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 22:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Pires</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=5637</guid>
		<description><![CDATA[
Quanto vale uma boa ideia? Para o empreendedor indiano Naveen Jain (foto), exatamente US$ 50 mil. Pelo menos é esse o valor recebido pelos seus funcionários quando bolam projetos inovadores para alguma de suas três empresas, como conta o colunista do Huffington Post Nate C. Hiddman, em seu último post para o portal.
Dono de três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-5645  aligncenter" title="naveen_jain6" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/naveen_jain6-214x300.jpg" alt="naveen_jain6" width="214" height="300" /></p>
<p>Quanto vale uma <strong>boa ideia</strong>? Para o empreendedor indiano Naveen Jain (foto), exatamente US$ 50 mil. Pelo menos é esse o valor recebido pelos seus funcionários quando bolam projetos inovadores para alguma de suas três empresas, como conta o colunista do Huffington Post Nate C. Hiddman, em seu último post para o portal.</p>
<p><span>Dono de três negócios em Washington, nos Estados Unidos, Jain está convencido de que a recompensa financeira estimula a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML12899-17149,00-CRIATIVIDADE.html" target="_blank">criatividade</a></strong> dos empregados. Ele começou a pensar assim quando ganhou um lugar do conselho da Fundação X Prize, uma organização sem fins lucrativos que realiza competições com prêmios multimilionários para inovações tecnológicas. Desde então, o empreendedor se sentiu pressionado a estimular novas ideias dentro de suas empresas.<br />
<span id="more-5637"></span></span></p>
<p><span>No ano passado, um dos empreendimentos de Jain, a Intelius, realizou seu primeiro concurso anual “iPrize”. O evento instiga toda a equipe da companhia a pensar em ideias de economia ou de novos <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8798-17149,00-PRODUTO.html" target="_blank">produtos</a></strong> para o negócio, que serão avaliadas por um júri formado por executivos da empresa. Os vencedores da primeira edição do evento haviam projetado um software para a equipe de vendas da Intelius e um aplicativo de celular para consumidores. Eles receberam um cheque de US$ 50 mil. </span></p>
<p><span>O segundo e o terceiro lugar também foram premiados. O primeiro, com um cheque de US$ 20 mil, e o segundo, de US$ 10 mil. Além disso, os outros finalistas da competição ganharam um prêmio de consolação de US$ 2 mil. Para o concurso deste ano, o número de inscritos dobrou. A companhia estima que quase 170 funcionários tenham cadastrado suas ideias para participar do iPrize. </span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Olhando para a frente</span></p>
<p><span>Em sua coluna, Hiddman destaca que ainda não se sabe se a competição realizada pelo indiano trará projetos realmente inovadores para empresa. Simplesmente porque o evento premia planos que ainda não saíram do papel. Uma coisa é certa, no entanto: ele estimula uma atitude empreendedora dentro da companhia e isso é sempre bom. </span></p>
<p><span>Segundo um estudo feito recentemente pela consultoria norte-americana McKinsey, citado pelo autor, os prêmios mais reconhecidos hoje em dia, como o Nobel ou o Pulitzer, são para ideias já concretizadas. A pesquisa mostra que, até a década de 1990, 97% das competições realizadas no mundo recompensavam conquistas, e não projetos. Mas isso está mudando. Desde 1991, 78% dos novos concursos criados são para soluções de problemas futuros. </span></p>
<p>E você? Acha melhor premiar ideias ou conquistas?</p>
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		<title>Como vender melhor (mesmo que você odeie fazer isso)</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/vendas/como-vender-melhor-mesmo-que-voce-odeie-fazer-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Lira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[geoffrey james]]></category>

		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não é todo mundo que gosta de vender. Alguns empreendedores dizem até que odeiam fazer isso. O problema é que essa é uma atividade muito importante para o empreendedor. Em coluna publicada no site da Inc., o consultor Geoffrey James afirma: “Se você odeia vender, nunca será bom nisso – o que significa receita perdida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5630" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papodeempreendedor.jpg" alt="Shutterstock" width="400" height="400" /></p>
<p>Não é todo mundo que gosta de vender. Alguns empreendedores dizem até que odeiam fazer isso. O problema é que essa é uma atividade muito importante para o empreendedor. Em coluna publicada no site da <a href="http://www.inc.com/">Inc.</a>, o consultor Geoffrey James afirma: “Se você odeia vender, nunca será bom nisso – o que significa receita perdida ou, nos piores casos, falência”.</p>
<p>Segundo James, para deixar de odiar o ato de vender, é essencial que haja uma mudança de atitude. É preciso ter vontade de superar essa aversão e passar a lidar bem com a situação. Para ajudar os menos interessados em vender, o consultor dá algumas dicas.<span id="more-5629"></span></p>
<p>De acordo com James, muitas pessoas não se interessam pelas vendas por acreditarem em alguns clichês que deturpam o principal objetivo de uma venda – deixar seu cliente satisfeito. Uma dessas crenças, por exemplo, é que, para vender produtos, é necessário manipular as pessoas para que comprem algo, mesmo que elas não o queiram. Também é comum pensar que o processo é inconveniente, pois os vendedores devem ser insistentes, telefonando e lotando a caixa de e-mails dos seus clientes.</p>
<p>O primeiro passo é deixar tais mitos de lado e pensar em vender produtos sob outra perspectiva: na verdade, o principal objetivo de um vendedor é ajudar um cliente a comprar algo de que ele precisa. Se as pessoas realmente quiserem seu produto, você não precisará manipular nem ser inconveniente com ninguém. Outra dica é pensar na venda como algo que o fará conhecer pessoas novas e aprender novos argumentos. Ter curiosidade faz com que a motivação que estava faltando apareça naturalmente.</p>
<p>Por fim, James afirma que a habilidade para vender seu produto é adquirida com uma boa dose de persistência: quanto mais você se empenhar nas suas vendas, melhor será o seu desempenho.  Depois de algum tempo, a tarefa de vender será como andar de bicicleta – fácil e natural. E divertida também.</p>
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		<item>
		<title>Ninguém nos convence mais do que nós mesmos</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/ninguem-nos-convence-mais-do-que-nos-mesmos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[empresas]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
Todo mundo sabe: o ser humano resiste a mudar de ideia. Mesmo pessoas reconhecidamente inteligentes e sensatas às vezes se mantêm cegas às evidências só para não admitir que estão erradas.
Quem trabalha com gestão empresarial, principalmente em cargos de chefia, tem de lidar o tempo todo com esse tipo de postura defensiva (o que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5625" title="discurso-pq" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/discurso-pq.jpg" alt="discurso-pq" width="450" height="337" /></p>
<p>Todo mundo sabe: o ser humano resiste a mudar de ideia. Mesmo pessoas reconhecidamente inteligentes e sensatas às vezes se mantêm cegas às evidências só para não admitir que estão erradas.</p>
<p>Quem trabalha com gestão empresarial, principalmente em cargos de chefia, tem de lidar o tempo todo com esse tipo de postura defensiva (o que é diferente de estar convicto de uma opinião divergente).</p>
<p><span id="more-5623"></span>Para tentar lançar luz sobre a questão, a colunista Jessica Stillman, do site da revista Inc., descreve um experimento conduzido por psicólogos com dois grupos. De um lado, ouvintes passivos foram submetidos a um discurso de persuasão. De outro, voluntários foram solicitados a defender posições que não eram as suas. Quando se comparou o índice de conversão, verificou-se que foi muito maior no segundo grupo.</p>
<p>O esforço de procurar argumentos logicamente fundamentados revelou-se um exercício eficaz de autoconvencimento, talvez porque, ao escolherem esses argumentos, as pessoas selecionem aqueles que mais as impressionam. Outra pesquisa já havia mostrado que fumantes largam o cigarro com mais facilidade quando levados a discorrer sobre os malefícios do tabagismo do que quando simplesmente ouvem a respeito.</p>
<p>Trazendo de volta a questão para o ambiente corporativo, Stillman sugere a adoção de exercícios como esses entre os funcionários. Diante de um impasse, pode-se pedir que esqueçam momentaneamente suas convicções e tentem encontrar argumentos do “outro lado”, nem que seja apenas para destravar a conversa.</p>
<p>Crédito da imagem: Cory Doctorow/Creative Commons</p>
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		<item>
		<title>Como motivar - de verdade - os seus funcionários</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/como-motivar-de-verdade-os-seus-funcionarios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[funcionários]]></category>

		<category><![CDATA[liderança]]></category>

		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muitos gestores ainda acreditam que, se pagarem bem seus colaboradores, isso será suficiente para que eles se sintam motivados. Nessa visão antiga de gestão, prevalece a lógica da compensação: se você pagar bem, as pessoas farão o que você quiser, do jeito que você quiser. Esse tipo de raciocínio não explica, porém, o que acontece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5620" title="empregados-felizes" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/empregados-felizes.jpg" alt="empregados-felizes" width="450" height="381" /></p>
<p>Muitos gestores ainda acreditam que, se pagarem bem seus colaboradores, isso será suficiente para que eles se sintam motivados. Nessa visão antiga de gestão, prevalece a lógica da compensação: se você pagar bem, as pessoas farão o que você quiser, do jeito que você quiser. Esse tipo de raciocínio não explica, porém, o que acontece em organizações sem fins lucrativos: são muitos os exemplos de gente que trabalha em condições péssimas, sem ganhar praticamente nada, mas têm uma enorme motivação para fazer as suas tarefas. Por que isso acontece?<br />
Segundo Clayton M. Christensen, um dos autores do livro <em>How Will You Measure Your Life?</em> (<em>Como Você Mede a sua Vida?</em>), que está sendo lançado hoje pela editora Harper Business, a resposta é simples. A motivação não vem de fatores externos, e sim de fatores internos. Em um trecho do livro publicado no site da revista <em>Fast Company</em>, ele explica a sua teoria.<span id="more-5617"></span><br />
“Incentivos não são a mesma coisa que motivação”, diz o autor. “Motivação é o que leva as pessoas a fazer um trabalho porque elas querem fazer, e não porque estão sendo pagas.” Usando como base os estudos de outro expert no tema - o escritor Frederick Herzberg -, Christensen diz que, para começar, é preciso distinguir satisfação com o trabalho de insatisfação com o trabalho. “Elas não são opostas, e não podem ser medidas da mesma maneira”, comenta o autor.<br />
Segundo Christensen, esses são alguns dos fatores que provocam insatisfação: falta de condições de trabalho, remuneração inadequada, práticas de chefia duvidosas, falta de estabilidade. Agora, imagine que seja possível resolver todos esses problemas de um dia para o outro. Você pode até achar que o seu funcionário vai passar a adorar o trabalho, mas não é isso que vai acontecer. No máximo, ele vai deixar de odiá-lo. “O oposto de insatisfação no trabalho não é satisfação no trabalho, e sim ausência de insatisfação”, diz o autor. “Não é a mesma coisa.”<br />
De acordo com esse raciocínio, para motivar os funcionários será necessário fazer muito mais do que eliminar os fatores de insatisfação. Será preciso investir em ações que proporcionem uma real motivação. E quais seriam eles? Christensen cita quatro: tarefas estimulantes que façam com que o funcionário se sinta desafiado; reconhecimento pelos avanços diários e pelas conquistas alcançadas; autonomia para realizar as próprias tarefas, e responsabilidade pelos resultados alcançados; e, por fim, possibilidades reais de crescimento pessoal. Um líder que consegue dar isso aos seus colaboradores é alguém capaz de criar motivação real.</p>
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		<title>Por que grandes corporações invejam sua startup</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/por-que-grandes-corporacoes-invejam-sua-startup/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 21:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[agilidade]]></category>

		<category><![CDATA[competitividade]]></category>

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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[negócios]]></category>

		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>

		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>

		<category><![CDATA[startup]]></category>

		<category><![CDATA[vantagem competitiva]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando estão rabiscando o plano de negócios, alguns empreendedores olham com temor para concorrentes de grande porte. Será possível sobreviver à competição com eles? Outros admiram essas gigantes pelo que já conquistaram no mercado.
Mas poucos param para pensar que essas robustas corporações podem estar olhando com inveja para startups e pequenos negócios, afirmam os consultores Karl [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5615" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_planta.jpg" alt="Shutterstock" width="446" height="517" /></p>
<p>Quando estão rabiscando o plano de negócios, alguns empreendedores olham com temor para concorrentes de <strong>grande porte</strong>. Será possível sobreviver à competição com eles? Outros admiram essas gigantes pelo que já conquistaram no mercado.</p>
<p>Mas poucos param para pensar que essas robustas corporações podem estar olhando com inveja para<strong> startups</strong> e pequenos negócios, afirmam os consultores Karl Stark e Bill Stewart.</p>
<p>Em um artigo publicado no site da revista <a href="http://www.inc.com/" target="_blank">Inc.</a>, eles apontam quatro <strong>vantagens competitivas</strong> de companhias menores – e que podem ser usadas para turbinar seu crescimento.</p>
<p><span id="more-5603"></span></p>
<p><strong>1.<span> </span>Ser mais ágil</strong></p>
<p>Na intrincada cultura corporativa, até a estratégia mais simples em geral precisa de dezenas de aprovações antes de sair do papel. Nada disso acontece no ambiente empreendedor de quem está começando ou ainda tem pequeno porte.</p>
<p>É por isso que muitas inovações e divisores de águas no mercado surgem nesses pequenos negócios. A flexibilidade de quem está nesse estágio faz com que esses empresários sejam mais interativos e experimentem bastante no desenvolvimento de seus produtos.</p>
<p>As grandes companhias tentam simular esse clima desenvolvendo incubadoras para pequenas iniciativas, mas elas são separadas da estrutura da empresa.</p>
<p>Uma cultura ágil permite a pequenos negócios reagir rapidamente a mudanças de mercado e se beneficiar das oportunidades que elas trazem.</p>
<p><strong>2.<span> </span>Produzir pela metade do preço</strong></p>
<p>Quase toda pequena empresa tem uma dificuldade encravada em seu DNA: a falta de recursos financeiros – ou de uma poupança extra para dar tranquilidade ao caixa. Por isso mesmo, têm de ser muito engenhosas.</p>
<p>Enquanto isso, as grandes companhias estão cheias de dinheiro, e centenas de milhares de reais são desembolsados sem grande esforço, por isso nem sempre elas estão atentas a modos de reduzir eficientemente seus custos.</p>
<p>A atenção e o esmero para reduzir custos nos pequenos detalhes permite a startups manter uma estrutura financeiramente enxuta e favorece a rentabilidade de seu negócio.</p>
<p><strong>3. Assumir riscos</strong></p>
<p>Correr riscos faz parte da cultura empreendedora. Investir em um produto incerto ou em um mercado em definição faz com que pequenas empresas sobrevivam e possam competir com as de maior porte, que geralmente desistem de aproveitar uma nova oportunidade por avaliar que essa ação pode impactar o negócio principal ou que o novo mercado é modesto demais para merecer o investimento.</p>
<p>Já os empreendedores menores percebem que essas oportunidades pouco ameaçam seu negócio e que explorar um nicho de mercado pode ser bem lucrativo, por isso se arriscam mais nesse terreno.</p>
<p>A habilidade de explorar mercados ignorados por grandes firmas protege as pequenas empresas de competição excessiva. Assim, elas podem refinar seu produto ou serviço e saem na frente para proteger sua posição no mercado.</p>
<p><strong>4. Ouvir o cliente e inovar</strong></p>
<p>Nos Estados Unidos, pequenas empresas geram 13 vezes mais patentes de invenção do que as grandes corporações. Como estão mais próximas dos consumidores, também podem entender melhor suas necessidades se prestarem atenção ao que eles estão dizendo.</p>
<p>Essa é a chave para inovar: a proximidade faz com que pequenas companhias estejam mais aptas que as grandes para responder a essas necessidades – nesse terreno, as gigantes costumam patinar. A inovação é guiada pela compreensão dessa demanda – e por sua satisfação, claro.</p>
<p>Estabelecer essa conexão com os clientes é o fator-chave para estar sempre na dianteira da inovação.</p>
<p>É claro que grandes companhias têm muitas vantagens sobre as menores na exploração de mercados. Mas, antes de invejá-las, o empreendedor iniciante deve saber que as gigantes, muitas vezes, desejam ser como as ágeis e inovadoras pequenas.</p>
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		<item>
		<title>Seu negócio pode ficar ainda melhor</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/seu-negocio-pode-ficar-ainda-melhor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 18:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Leal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[novos negócios]]></category>

		<category><![CDATA[Serviços de assinatura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sempre que algo vai bem, seja no mundo dos negócios ou em qualquer outra coisa, temos uma tendência natural a nos acomodarmos um pouco, pois entramos numa zona de conforto. Mas a acomodação de uma empresa pode ser para lá de perigosa. Enquanto você curte seu momento de tranquilidade, os concorrentes podem enxergar uma fatia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5600" title="cachorro-credito-brian-snelson-ed" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/cachorro-credito-brian-snelson-ed.jpg" alt="cachorro-credito-brian-snelson-ed" width="448" height="582" /></p>
<p>Sempre que algo vai bem, seja no mundo dos negócios ou em qualquer outra coisa, temos uma tendência natural a nos acomodarmos um pouco, pois entramos numa zona de conforto. Mas a acomodação de uma empresa pode ser para lá de perigosa. Enquanto você curte seu momento de tranquilidade, os concorrentes podem enxergar uma fatia de mercado que você está ignorando.</p>
<p>Um exemplo está nos serviços de assinatura. À primeira vista, eles podem não ter nada a ver com o seu negócio, mas, se você pensar bem, talvez possa ganhar um pouco de dinheiro com isso. Quem mora nas grandes cidades tem mais dificuldade de passar em vários lugares para comprar itens variados. Por que não entregar uma parte dessas coisas de tempos em tempos na casa do consumidor?<span id="more-5595"></span></p>
<p>Uma reportagem recente publicada no jornal The New York Times mostrou a história de Alex Zhardanovsky, um empreendedor digital que estava mudando seu negócio. Alex estava naquela fase de estudos de mercado quando percebeu no cotidiano uma necessidade que se transformou na base de sua empresa. Viu que todos os meses precisava ir a uma loja para comprar comida para seu cachorro – coisas que muita gente faz com frequência, em qualquer lugar do mundo. Por que não criar um serviço de assinatura de comida para animais de estimação? Você assina o serviço, determina o tipo e a quantidade e a comida chega direto na sua casa. Convenhamos que é bem prático. O negócio de Alex, o site PetFlow vem ganhando mais adeptos e já comemora 27 mil inscritos. No ano passado, o site faturou US$ 60 milhões, sendo que 60% vieram dos assinantes.</p>
<p>O exemplo de Alex pode nos ensinar várias coisas. Na minha visão, a mais importante delas, que vai além da história em si, é que você não pode se acomodar. Sua empresa poderia oferecer serviços de assinatura, por exemplo? Talvez seja o caso de pensar nisso. Sabe aquelas coisas que compramos sempre? Por que não assinar para receber direto em casa, de tempos em tempos, como fazemos com jornais e revistas? No Brasil já surgiram vários serviços de assinatura. Há desde vinhos e cervejas até roupas íntimas, passando por sapatos e produtos de beleza. É possível levar seu negócio físico para a internet? Pense o que você pode fazer para ampliar seu leque de consumidores, sem sair do nicho que você já domina. Isso pode trazer ainda mais receita para sua empresa.</p>
<p>Crédito da imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/exfordy/124307712/sizes/o/in/photostream/" target="_blank"><span class="given-name">Brian</span><span> </span><span class="family-name">Snelson</span></a></p>
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		<item>
		<title>Erro 404: página não encontrada</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/erro-404-pagina-nao-encontrada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[erro]]></category>

		<category><![CDATA[site]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=5590</guid>
		<description><![CDATA[
Pode ter a certeza de que esta não é a última vez que você lerá a mensagem do título acima. Seja por problemas de servidor, atualização ou algum bug de programação, vira e mexe nos deparamos com o tal do Erro 404 quando tentamos acessar algum site ou serviço online. Do ponto de vista do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5591" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_404.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="475" /></p>
<p>Pode ter a certeza de que esta não é a última vez que você lerá a mensagem do título acima. Seja por problemas de servidor, atualização ou algum bug de programação, vira e mexe nos deparamos com o tal do Erro 404 quando tentamos acessar algum site ou serviço online. Do ponto de vista do usuário, não existe nada mais frustrante. Mas, se não dá para evitar o erro em todos os momentos, por que não pensar em uma solução mais criativa para lidar com ele? Um <a href="http://www.entrepreneur.com/article/223528" target="_blank">post recente</a> publicado no site da Entrepreneur mostra algumas opções.<br />
<span id="more-5590"></span></p>
<p><strong>1. Assuma a falha de forma descontraída</strong><br />
Em vez da frieza da página em branco com a mensagem, crie soluções mais divertidas, como uma ilustração que explique o que aconteceu. Se puder adicionar alguma interatividade, melhor ainda.</p>
<p><strong>2. Redirecione</strong><br />
O Google possui um widget que redireciona usuários de “Erros 404” para resultados de busca com conteúdo relacionado ao que ele procurava inicialmente. A instalação é simples e gratuita (confira esse <a href="http://www.entrepreneur.com/article/223528" target="_blank">tutorial rápido</a>, em inglês).</p>
<p><strong>3. Ofereça uma alternativa</strong><br />
Se você acha que a solução do Google pode beneficiar a concorrência, sempre existe a possibilidade de desenvolver uma página que traga links para conteúdos-chave do seu próprio site, como páginas mais lidas e informações de contato.</p>
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		<item>
		<title>A volta dos cartões escritos à mão</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/atendimento/a-volta-dos-cartoes-escritos-a-mao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>

		<category><![CDATA[atendimento ao cliente]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[fidelização]]></category>

		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muito falamos sobre as plataformas eletrônicas usadas para fazer e manter contato com o cliente. E é claro que o próprio freguês está bastante acostumado a usar computadores, smartphones e tablets para fazer anotações e se comunicar. Mas o que aconteceu com a escrita à mão?
MP Mueller, fundador da agência de publicidade americana Door Number [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5587" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_escritoamao.jpg" alt="papo_escritoamao" width="450" height="299" /></p>
<p>Muito falamos sobre as <strong>plataformas eletrônicas</strong> usadas para fazer e manter contato com o cliente. E é claro que o próprio freguês está bastante acostumado a usar <strong>computadores</strong>, <strong>smartphones</strong> e <strong>tablets</strong> para fazer anotações e se comunicar. Mas o que aconteceu com a escrita à mão?</p>
<p>MP Mueller, fundador da agência de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7976-17149,00-PUBLICIDADE.html" target="_blank">publicidade</a></strong> americana Door Number 3, contou em sua coluna no site do New York Times que recentemente topou com um cartão postal escrito à mão. A correspondência fora enviada a um cliente pela butique DuO. O freguês ficou tão impressionado com a delicadeza que tirou fotos do cartão e a enviou aos amigos.<br />
<span id="more-5584"></span></p>
<p>De acordo com Mueller, enquanto a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8350-17149,00-TECNOLOGIA.html" target="_blank">tecnologia</a></strong> avança adiante, as pessoas sentem falta desses pequenos toques, como refeições feitas em casa e bilhetes personalizados. E os pequenos negócios podem aproveitar essa oportunidade mostrando que são mais pessoais do que os grandes concorrentes.</p>
<p>O próprio publicitário já passou por uma situação assim. Depois de convidar para um almoço um especialista em mercado imobiliário, ele recebeu um envelope bege, feito de papel de qualidade, decorado com as iniciais do executivo. Com uma caligrafia elegante, o especialista agradeceu pelo almoço e retomou alguns pontos conversados na ocasião. Mesmo um experiente profissional de marketing como Mueller ficou impressionado com o contato. Resultado: a Door Number 3 ganhou também seu próprio estoque de papéis de carta.</p>
<p>A <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8716-17149,00-ESTRATEGIA.html" target="_blank">estratégia</a></strong> funciona? Mueller conversou com uma representante da loja DuO sobre a eficácia do cartão postal. Amy Ewing contou que pergunta aos clientes se querem se inscrever no seu programa VIP. Esses fregueses são convidados para eventos especiais da loja ou encorajados a trazer o cartão para obter descontos. Como as pessoas raramente recebem bilhetes pelo correio, sentem que foram lembradas. E, assim, a pequena loja se diferencia das grandes.</p>
<p>Talvez essa seja uma maneira interessante de usar o cadastro que você tem dos seus clientes. O que você acha da iniciativa?</p>
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		<title>Como usar o cadastro do cliente para vender mais</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/como-usar-o-cadastro-do-cliente-para-vender-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 20:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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Uma pesquisa do Sebrae São Paulo feita com 2.552 empresas e divulgada em abril mostrou que 30% delas não possuem cadastro de seus clientes. O ato de preencher um formulário para estreitar o contato com a loja que acabou de te vender algo muitas vezes parece uma perda de tempo. Principalmente se você não entende [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5582" title="shutterstock_79462024" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_79462024.jpg" alt="shutterstock_79462024" width="450" height="300" /></p>
<p>Uma pesquisa do Sebrae São Paulo feita com 2.552 empresas e divulgada em abril mostrou que 30% delas não possuem <strong>cadastro </strong>de seus clientes. O ato de preencher um formulário para estreitar o contato com a loja que acabou de te vender algo muitas vezes parece uma perda de tempo. Principalmente se você não entende o objetivo desse sistema. O que nos leva a dois grandes questionamentos: por que então ter um sistema de cadastro de clientes e como o fazer dar certo?</p>
<p>“O cadastro de clientes ainda é uma tendência forte mundialmente”, afirma Rafael D´Andrea, professor de marketing do Insper. “Mas a empresa precisa ser capaz de gerenciar e utilizar os dados que recolhe de cada consumidor.” Com essas informações, a empresa pode fidelizar o cliente e mantê-lo ativo.</p>
<p>Com ajuda do professor D’Andrea, criei um passo a passo de como fazer esse cadastro e usá-lo de forma eficiente:</p>
<p><span id="more-5581"></span></p>
<p>1. Para ter um <strong>banco de dados</strong>, seus vendedores precisarão abordar os clientes. Para não perder a oportunidade, ofereça um benefício que valha o tempo de que o consumidor dispõe para preencher um cadastro. Por exemplo, um desconto na compra que ele está acabando de fazer. E não se esqueça de informar exatamente por que você está requisitando cada um daqueles dados.</p>
<p>2. Essas informações devem ser atualizadas em um sistema automatizado e que possa monitorar o <strong>padrão de compras</strong> de cada consumidor. Assim, você poderá fazer ofertas e descontos específicos para cada um deles, aumentando o grau de fidelização. “O mais importante desses programas é reconhecer o valor do consumidor. O cadastro deve dar relevância e personalização à comunicação”, afirma D’Andrea.</p>
<p>3. Manter esse banco de dados é algo custoso, portanto não guarde o <strong>cadastro de clientes</strong> que não são mais ativos em seu negócio. Atualize sempre as fichas daqueles que voltam sempre ao estabelecimento.</p>
<p>4. Crie um <strong>cartão de fidelidade</strong> que traga benefícios para os clientes ativos. Todo consumidor gosta de ser lembrado. Portanto, ações especiais em datas comemorativas, como aniversários, ajudam a cativar seus clientes.</p>
<p>5. <strong>Malas diretas </strong>e e-mails só devem ser utilizados se mostrarem que estão tendo algum tipo de efeito. Caso contrário, descarte-os.</p>
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		<item>
		<title>Aprenda a atrair bons colaboradores para a empresa</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/como-atrair-bons-colaboradores-para-a-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 17:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nádila Vanessa de Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>

		<category><![CDATA[equipe]]></category>

		<category><![CDATA[recrutamento]]></category>

		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a minha vivência na área de recrutamento e seleção, tive a oportunidade de perceber a importância de realizar entrevistas esclarecedoras, baseadas em um diálogo claro sobre a cultura da empresa e o que ela espera do candidato. É fundamental demonstrar suas expectativas como empregador e ouvir as expectativas do outro lado, de quem irá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-5577" title="colaboradores" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/colaboradores.jpg" alt="colaboradores" width="450" height="257" />Durante a minha vivência na área de recrutamento e seleção, tive a oportunidade de perceber a importância de realizar entrevistas esclarecedoras, baseadas em um diálogo claro sobre a cultura da empresa e o que ela espera do candidato. É fundamental demonstrar suas expectativas como empregador e ouvir as expectativas do outro lado, de quem irá fazer parte da construção da história e desenvolvimento do negócio. Isso é o que atrai o interesse do profissional pela oportunidade.</p>
<p class="MsoNormal">Em um especial, na revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EIT0-17150,00.html" target="_blank">na edição de abril</a></strong>, a jornalista Bruna Fontes apresentou 10 estratégias para contratar, conviver - e até demitir - pessoas de diferentes tipos. <span id="more-5576"></span>Entre as dicas apresentadas, fica um alerta: quem minimiza aspectos positivos da empresa, tem dificuldade em atrair bons profissionais. Por outro lado, quem infla demais a imagem do <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=neg%C3%B3cio&amp;sa=" target="_blank">negócio</a></strong> não conseguirá reter colaboradores talentosos.</p>
<p class="MsoNormal">E você? Quais são os pontos que você acha importante pontuar e captar em uma entrevista para contratação de um profissional?</p>
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		<item>
		<title>Como se tornar um líder acima da média</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/como-se-tornar-um-lider-acima-da-media/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 15:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Bourroul</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[dicas]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[geoffrey james]]></category>

		<category><![CDATA[liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma coluna publicada recentemente no site da Inc., o consultor Geoffrey James publicou uma lista com uma série de dicas para ser um chefe acima da média. Os ensinamentos foram reunidos após uma série de entrevistas que ele fez com CEOs de grandes corporações e podem ser aplicados em qualquer tipo de negócio. Confira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-5570" title="chefe" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/chefe.jpg" alt="chefe" width="450" height="450" />Em uma coluna publicada recentemente <strong><a href="http://www.inc.com/geoffrey-james/keep-the-boss-happy-8-rules.html" target="_blank">no site da Inc</a></strong>., o consultor Geoffrey James publicou uma lista com uma série de dicas para ser um chefe acima da média. Os ensinamentos foram reunidos após uma série de entrevistas que ele fez com CEOs de grandes corporações e podem ser aplicados em qualquer tipo de negócio. Confira abaixo os mais importantes.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>1.Negócios são ecossistemas,</strong></p>
<p class="MsoNormal">Líderes acima da média encaram os <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=neg%C3%B3cios&amp;sa=" target="_blank">negócios</a></strong> como uma simbiose entre talentos e oportunidades. Eles sabem montar equipes que se adaptam a novos mercados e formam parceria com outras empresas, clientes e até mesmo concorrentes.<span id="more-5571"></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>2.Uma empresa é uma comunidade</strong></p>
<p class="MsoNormal">É importante enxergar a empresa como um conjunto de sonhos e expectativas individuais conectadas por um objetivo maior. Inspire seus funcionários de modo que eles se dediquem ao seu sucesso pessoal e o da corporação como um todo.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>3.Gestão é serviço, não controle</strong></p>
<p class="MsoNormal">Estabeleça um objetivo geral e ofereça a autonomia necessária para os colaboradores atingirem metas de forma eficiente. Isso permite que decisões do dia a dia sejam tomadas rapidamente, liberando tempo para pensar na empresa de forma mais estratégica.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>4.Abandone o paternalismo</strong></p>
<p class="MsoNormal">Trate todos os <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=colaboradores&amp;sa=" target="_blank">colaboradores</a></strong> como se eles fossem a pessoa mais importante da empresa. Mas não deixe de estabelecer um padrão de excelência e cobrar que as equipes assumam suas respectivas responsabilidades.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5.Motivação vem de visão</strong></p>
<p class="MsoNormal">Grandes líderes sabem orientar as pessoas por meio da visão de um futuro promissor. Essa postura é reforçada pelo oferecimento de um ambiente agradável de trabalho e recompensas como participação nos lucros.</p>
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		<item>
		<title>9 passos para criar a identidade visual da sua empresa</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/9-passos-para-criar-a-identidade-visual-da-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 17:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<category><![CDATA[marca]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabem que um bom design é fundamental para criar a identidade da marca. O que deixa o empreendedor em dúvida é outra questão: como um crio um design que traduza o conceito da minha empresar? Mark McNeilly, professor da Kenan-Flagler Business School e colunista da Fast Company, tem a resposta. Ele listou oito princípios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5563" title="visual" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/visual.jpg" alt="visual" width="450" height="318" />Todos sabem que um bom design é fundamental para criar a identidade da marca. O que deixa o empreendedor em dúvida é outra questão: como um crio um design que traduza o conceito da minha empresar? Mark McNeilly, professor da Kenan-Flagler Business School e colunista da <em>Fast Company</em>, tem a resposta. Ele listou oito princípios fundamentais para criar a identidade visual para a sua marca.<span id="more-5555"></span></p>
<p>1. O primeiro passo é perceber que <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=marca&amp;sa=" target="_blank">marca</a></strong> e design são inseparáveis. Quando você cria uma marca, a intenção é que ela provoque uma reação forte no público, que  passe a reconhecê-la de imediato. Se você conseguir que duas ou mais pessoas tenham a mesma reação, é sinal de que a sua marca tem força. Em muitos casos, essa reação do público está diretamente relacionada ao design. Então, pare de separar as coisas: para todos os efeitos, design e marca são exatamente a mesma coisa.</p>
<p>2. Já que design e marca são a mesma coisa, passe a integrar completamente os dois conceitos. A essência da sua marca tem que estar no design, sempre. Tudo que a Apple representa para o mundo está representando no design de seus produtos. Se você tirar o logo de um BMW, ainda vai saber que é um BMW.</p>
<p>3. Lembre-se: para criar uma identidade visual forte, você precisa estabelecer uma relação emocional com as pessoas. Essa é, em grande parte, a função dos <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=designers&amp;sa=" target="_blank">designers</a></strong>. Eles têm que incorporar os valores e objetivos da companhia, e daí transformá-los de maneira a criar uma conexão com o consumidor.</p>
<p>4. O design tem que fazer parte da estratégia da empresa desde o começo. Não é o caso de montar o negócio e só depois pensar no design. Você tem que levar em conta a identidade visual no momento em que escreve o plano de negócio. A marca da Samsung só ficou poderosa depois que o design virou uma prioridade.</p>
<p>5. Chame os designers a participar das reuniões e acompanhar os processos de decisão da empresa. Bons designers sabem fazer as perguntas certas para criar soluções inovadoras. Quem sabe eles não estimulam a inovação nos outros funcionários?</p>
<p>6. Simplicidade é a chave. Nada de incentivar os designers a terem ideias cada vez mais mirabolantes. Quanto mais simples e mais conectadas com a essência da empresa, melhor.</p>
<p>7. Use o design para reinventar continuamente a marca. Mesmo que tenha achado soluções interessantes para compor a identidade visual, saiba que seu trabalho não terminou. Hoje, as marcas precisam se reinventar o tempo todo. O melhor exemplo talvez seja o <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DGU0-17140,00-BUSCA.html?cx=012582155851081905792%3Aaelzwpg0mwm&amp;cof=FORID%3A11&amp;q=Google&amp;sa=" target="_blank">Google</a></strong>, que muda o seu logo constantemente, para adequá-lo a ocasiões especiais.</p>
<p>8. Sua marca pode fazer diferença no mundo, encorajando as pessoas a se envolverem com questõs sociais e ambientais. E o design pode ser parte disso. Se o seu time conseguir criar um visual que torne o tema da sutentabilidade acessível e divertido, você terá meio caminho andado.</p>
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		<item>
		<title>O mundo mágico da gestão ensinada pela Disney</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[
McKinsey? Harvard? MIT Sloan? Nada disso. A consultora empresarial da vez, em um momento em que as empresas americanas não podem bobear, é a Disney. Ou melhor, o Disney Institute, departamento destinado a vender a sabedoria adquirida ao longo de décadas de especialização na indústria de entretenimento. Os interessados, entretanto, costumam vir de outras áreas: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5558" title="1352591-1" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/1352591-1.jpg" alt="1352591-1" width="450" height="300" /></p>
<p>McKinsey? Harvard? MIT Sloan? Nada disso. A consultora empresarial da vez, em um momento em que as empresas americanas não podem bobear, é a Disney. Ou melhor, o <strong>Disney Institute</strong>, departamento destinado a vender a sabedoria adquirida ao longo de décadas de especialização na indústria de entretenimento. Os interessados, entretanto, costumam vir de outras áreas: Chevrolet, Häagen-Dazs, United Airlines, hospitais, salões de cabeleireiros e até um país inteiro, a África do Sul.</p>
<p>Uma reportagem do The New York Times mostrou alguns resultados impressionantes: a unidade infantil de um hospital da Flórida passou dos 10% mais mal-avaliados do ranking nacional de satisfação de pacientes para os 10% com melhor avaliação em apenas um ano (entre 2009 e 2010). Parte do sucesso do Super Bowl, em fevereiro deste ano, pode ser atribuída ao Disney Institute. Ele foi chamado a ajudar depois do vexame da falta de assentos nos estádios em 2011, que provocou indignação geral e um processo contra os organizadores. A Disney criou e pôs em prática um programa de treinamento para os 20 mil funcionários e participou da coordenação das atividades de orientação ao público.</p>
<p><span id="more-5557"></span></p>
<p>Nem sempre divulgar a ajuda da Disney pega bem – o instituto tem até uma política de discrição por causa disso. Quando soube que o time de basquete New Jersey Nets havia chamado a Disney para acompanhar o projeto de um estádio, o jornal “New York Post” cravou a manchete: “Conheça o novo técnico dos Nets: Mickey Mouse”. Além da imagem infantil, a Disney tem uma tradição de ultraconservadorismo – até bem pouco tempo atrás, os funcionários não podiam usar barba nem bigode e as funcionárias eram obrigadas a cobrir as pernas com meias longas. O tipo de atendimento meloso também é alvo de gozações, mas não se pode negar que o público adora. Não é menor o sucesso do método Disney de tomar medidas de eficiência quase milimétrica. Por exemplo: as latas de lixo dos parques são colocadas a distâncias de 27 passos, porque observações levaram a concluir que esse é o percurso máximo feito pelos frequentadores antes de ceder à tentação de descartar o lixo em qualquer lugar.</p>
<p>No caso do hospital infantil da Flórida, alguns dos itens do aconselhamento foram tipicamente Disney: agora os pacientes são recepcionados por um ator vestido com roupas de safári e tocando um ukulele. Outras ideias sugeridas são mais prosaicas, mas guardam a marca da experiência dos parques de diversão. Os professores de Maryland, por exemplo, foram instruídos a agachar para falar olho no olho com as crianças, e funcionários da Chevrolet passaram a indicar direções com dois dedos, e não um, porque é mais delicado.</p>
<p>Foi assim que a receita do Instituto Disney dobrou nos últimos três anos. De início, os clientes tinham de viajar até a Disney World, na Flórida, e à Disneylândia, na Califórnia, para participar dos cursos. Recentemente foi criada uma rede de representantes para fazer contatos e depois coordenar o envio dos executivos do instituto às próprias empresas. Eles já partem com cursos preparados de acordo com as necessidades do contratante e até agora, ao que parece, ninguém se queixou dos serviços.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~4/gC7CNDGXtK4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Teste: Você é workaholic?</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/teste-voce-e-workaholic/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 21:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pesquisadores da Universidade de Bergen, na Noruega, desenvolveram um novo teste para identificar pessoas viciadas em trabalho. O questionário é simples e ajudam a determinar seu nível de dependência em relação ao trabalho. Basta responder às perguntas abaixo de acordo com as opções: nunca, raramente, às vezes, frequentemente e sempre.
- Você pensa em como ganhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5549" title="Workaholic" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_88795894-converted.jpg" alt="Workaholic" width="450" height="395" /></p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Bergen, na Noruega, desenvolveram um novo teste para identificar pessoas <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI267615-17141,00-ESTRESSE+POR+ESTAR+DESCONECTADO+VOCE+PODE+ESTAR+VICIADO+EM+INTERNET.html">viciadas</a></strong> em trabalho. O questionário é simples e ajudam a determinar seu nível de dependência em relação ao trabalho. Basta responder às perguntas abaixo de acordo com as opções: nunca, raramente, às vezes, frequentemente e sempre.</p>
<p><span id="more-5550"></span>- Você pensa em como ganhar mais tempo para <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82992-17191,00-SEIS+NEGOCIOS+PARA+VOCE+MONTAR+EM+CASA.html">trabalhar</a></strong>?</p>
<p>- Você passa muito mais tempo trabalhando do que pretendia inicialmente?</p>
<p>- Você trabalha com o objetivo de diminuir sentimentos como culpa e ansiedade?</p>
<p>- Outras pessoas já te disseram para diminuir o ritmo?</p>
<p>- Você fica estressado se é proibido de trabalhar?</p>
<p>- Você prioriza o trabalho a hobbies e atividades de<strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82412-17208,00-AS+MAIORES+E+MELHORES+FRANQUIAS+DE+LAZER.html"> lazer</a></strong>?</p>
<p>- Você trabalha tanto que isso afeta a sua saúde?</p>
<p>Se a sua resposta foi “frequentemente” ou “sempre”, em quarto ou mais critérios, a probabilidade de que você seja um workaholic é grande.</p>
<p>Para chegar ao questionário, o grupo da pesquisa contou com a colaboração de 12.135 funcionários de empresas norueguesas. Segundo Cecilie Schou Andreassen, a pesquisadora que liderou o estudo, as novas tecnologias e as fronteiras tênues entre trabalho e vida privada na era da globalização estão sendo acompanhadas de um crescente vício no trabalho.</p>
<p>Mas e quando se ama o que se faz? Será que há um limites para a relação entre vida pessoal e profissional?</p>
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		<title>Empreendedores introvertidos podem ser bons inovadores?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 17:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[extrovertido]]></category>

		<category><![CDATA[introvertido]]></category>

		<category><![CDATA[pequenas empresas grandes negócios]]></category>

		<category><![CDATA[perfil]]></category>

		<category><![CDATA[perfis de gestão]]></category>

		<category><![CDATA[personalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Inovar é um ponto essencial para o sucesso de uma empresa, seja para criar um produto surpreendente, resolver problemas com mais eficiência ou atender a necessidades do público antes da concorrência.
Mas há um fator que pode travar o empreendedor na hora de expressar e implantar ideias diferenciadas: ser introvertido.
Quem tem esse perfil geralmente se sente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5546" title="timidez" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/timidez.jpg" alt="timidez" width="450" height="300" />Inovar é um ponto essencial para o<strong> sucesso</strong> de uma empresa, seja para criar um produto surpreendente, resolver problemas com mais eficiência ou atender a necessidades do público antes da concorrência.</p>
<p>Mas há um fator que pode travar o empreendedor na hora de expressar e implantar ideias diferenciadas: ser <strong>introvertido</strong>.</p>
<p>Quem tem esse perfil geralmente se sente intimidado em interações sociais e energizado quando realiza atividades sozinho. Seu ponto forte é a reflexão, uma poderosa aliada para idealizar novidades no mesmo nível dos extrovertidos.</p>
<p>A diferença está na comunicação: como os introvertidos não se sentem à vontade para conversar com outros sobre suas ideias, a <strong>inovação</strong> nem sempre sai do papel, aponta <a href="http://www.francescagino.com/" target="_blank">Francesca Gino</a>, professora de administração de negócios da Harvard Business School, em artigo publicado no <a href="http://blogs.hbr.org/" target="_blank">blog</a> da Harvard Business Review.</p>
<p><span id="more-5538"></span></p>
<p>Por outro lado, empreendedores que tendem à introspecção são mais abertos à criatividade alheia, afirma Gino. Em uma pesquisa feita com os colegas Adam Grant, da Wharton School (Universidade da Pensilvânia), e Dave Hofmann, da Universidade da Carolina do Norte, ela traçou o perfil de gerentes e empregados de uma franquia norte-americana que soma 130 pizzarias.</p>
<p>Nas lojas em que os funcionários eram mais proativos para sugerir melhorias, gerentes introvertidos faziam as unidades darem mais lucro do que os que eram extrovertidos. Já nas pizzarias em que os empregados falavam menos e não faziam muitas sugestões, gerentes extrovertidos geravam mais lucro do que os caladões.</p>
<p>No estudo, eles detectaram que chefes introvertidos tendem a ouvir as ideias dos funcionários com mais atenção e são bons em fazê-los se sentirem valorizados e motivados. Os extrovertidos costumam se sentir ameaçados por sugestões inovadoras e, por isso, são menos receptivos a elas.</p>
<p>“Os resultados mostram que quem é introvertido tem problemas por não falar abertamente sobre seus projetos, enquanto os extrovertidos relutam em dar ouvidos à equipe”, resume Gino.</p>
<p>Ela dá três dicas para os mais quietos aproveitarem ao máximo seu potencial de ouvir, refletir e gerar boas ideias e superar problemas de comunicação:</p>
<p><strong>1 – Saiba onde ser criativo</strong></p>
<p>Identifique em que ambiente você se sente à vontade em seus momentos criativos: em um local reservado, em silêncio, ou no meio de várias pessoas, em uma sessão de “brainstorming”? Entender qual é o melhor clima para favorecer o fluxo de ideias ajuda as pessoas a explorar melhor seu potencial de criação.</p>
<p><strong>2 – Prepare-se para falar</strong></p>
<p>Numa reunião de “brainstorming”, os introvertidos costumam ser os melhores ouvintes do grupo, por isso avaliam bem a qualidade das ideias que afloram. Mas precisam de um empurrãozinho para colocar suas propostas na mesa. “Essa pessoa certamente teve boas ideas quando estava sozinha, e precisa usar isso a seu favor”, aponta Gino. Sua dica é se preparar com antecedência para esse tipo de reunião, e, assim, estar pronto para falar no momento certo.</p>
<p><strong>3 – Varie o estilo</strong></p>
<p>Em um grupo mais quieto, uma pessoa introvertida deve se esforçar para ser um pouco mais extrovertida. Para isso, pode fazer perguntas, oferecer suas ideias e moldar o processo criativo para fazer os outros se sentirem confortáveis para falar. Adaptar-se a um estilo mais falante também ajuda os mais tímidos a apresentar melhor suas ideias quando estão no meio de um grupo.</p>
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		<item>
		<title>Passou dos 50? Ainda é tempo de empreender</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/passou-dos-50-ainda-e-tempo-de-empreender/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 19:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Bourroul</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Marc Freedman, um estudioso das questões econômicas e sociais pertinentes aos que chegam à meia-idade, defende que é possível ser um empreendedor depois dos 50. E ele mostra, com dados de uma pesquisa realizada em 2011, que pelo menos nos Estados Unidos esse fenômeno é realidade: cerca de 60% dos donos dos 15 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5534" title="shutterstock_78244579" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_78244579.jpg" alt="shutterstock_78244579" width="442" height="295" /></p>
<p>Marc Freedman, um estudioso das questões econômicas e sociais pertinentes aos que chegam à meia-idade, defende que é possível ser um <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tag/empreendedorismo/" target="_blank">empreendedor </a>depois dos 50. E ele mostra, com dados de uma pesquisa realizada em 2011, que pelo menos nos Estados Unidos esse fenômeno é realidade: cerca de 60% dos donos dos 15 milhões de pequenos negócios no país nasceram antes de 1965.</p>
<p>Passar de certa idade pode trazer frustrações no mundo corporativo, especialmente para aqueles que sentem as oportunidades de trabalho minguar e sabem que seus cabelos grisalhos não ajudam a abrir portas. Talvez por isso que, segundo outra pesquisa realizada no ano passado, um em cada quatro americanos com entre 44 e 70 anos tenha se mostrado interessado em começar um negócio próprio.</p>
<p><span id="more-5533"></span></p>
<p>Em um artigo publicado recentemente no site da Harvard Business Review, Freedman aponta ainda outros dois fatores que podem impulsionar o empreendedorismo entre pessoas mais maduras. Um deles é o fato de que, para parte delas, a criatividade e inovação atingem seu pico nessa fase da vida. Outro diz respeito à necessidade de devolver algo para a sociedade, que fica mais latente com o passar dos anos. Entre os americanos que querem começar negócios próprios citados no parágrafo anterior, aproximadamente metade deseja investir em algo que seja interessante para determinada comunidade ou ajude a resolver problemas sociais.</p>
<p>No mesmo artigo, o pesquisador cita o exemplo de Randal Charlton. Durante sua meia-idade, ele fundou três empresas, mas apenas uma foi bem sucedida. Sua difícil situação financeira o levou a procurar empregos que ele nunca tinha imaginado buscar, como o de vigia noturno. Certo dia, ele se encontrou com Irv Reid, fundador de uma incubadora de empreendedorismo, que acabou contratando-o por sua experiência e sua veia empreendedora. Atualmente, Charlton tem sua própria empresa, que trabalha ajudando pessoas com mais de 50 a mudar suas carreiras, apostar no empreendedorismo ou realizar trabalhos voluntários.</p>
<p>Freedman alerta que empreender na segunda metade da vida não é fácil e não deixa de envolver riscos, como prova a história de Charlton. Mas apesar das dificuldades que podem surgir no caminho, de uma coisa o pesquisador está certo: há, sim, vida depois dos 50.</p>
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		<item>
		<title>O segredo para ser mais produtivo</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/o-segredo-para-ser-mais-produtivo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 22:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>administrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não adianta tentar prorrogar: os dias continuam com 24 horas, mesmo que a pilha de trabalho cresça mais e mais na sua mesa. O jeito é administrar bem o tempo e tentar ganhar em produtividade para dar conta das tarefas sem perder os prazos.
Não há fórmula mágica, mas os administradores mais bem-sucedidos compartilham algumas características [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5531" title="empresario-na-praia" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/empresario-na-praia.jpg" alt="empresario-na-praia" width="450" height="300" /></p>
<p>Não adianta tentar prorrogar: os dias continuam com 24 horas, mesmo que a pilha de trabalho cresça mais e mais na sua mesa. O jeito é administrar bem o tempo e tentar ganhar em <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tag/produtividade/" target="_blank">produtividade </a>para dar conta das tarefas sem perder os prazos.</p>
<p>Não há fórmula mágica, mas os administradores mais bem-sucedidos compartilham algumas características que podem servir de inspiração. A colunista da Inc. Margaret Heffernan lista pelo menos quatro pontos fundamentais que unem as pessoas mais produtivas.</p>
<p>De forma geral, o que essas características demonstram é que as pessoas mais produtivas são aquelas que conseguem ter uma visão abrangente sobre os problemas: projetos fora do trabalho, tempo para respirar, visão sob múltiplas perspectivas e contatos ajudam a se sair melhor. “Eles são produtivos porque têm uma fonte rica de recursos para buscar soluções: ciência, música, arte, literatura, teatro, design de móveis, artesanato – você escolhe o nome. Isso significa que o segredo da produtividade não é um novo software ou aplicativo. É a forma de construir toda a vida”, diz a colunista.</p>
<p>Veja abaixo as quatro principais características:</p>
<p><span id="more-5530"></span></p>
<p><strong>1. Eles têm uma vida fora do trabalho</strong><br />
Longe de serem obsessivos com trabalho ou aquele tipo que começa a jornada quando o sol se levanta e só encerra quando é tarde da noite, os verdadeiros inovadores criativos têm uma vida rica fora do trabalho. Margaret cita que uma das melhores CEOs que ela conhece é a treinadora, nas horas vagas, de um time local de softball. “Não à toa, os estudos acadêmicos seguem mostrando que atividades fora do universo do trabalho estão altamente relacionados com alta performance”, diz Margaret.</p>
<p><strong>2. Eles fazem pausas</strong><br />
É fácil pensar que você vai conseguir fazer mais coisas se não parar de trabalhar. Mas o que está claro para a neurociência é que você pode facilmente esgotar sua capacidade de raciocínio e limitar sua mente se não fizer pausas. “Em outras palavras, ficamos com a mente presa”, diz. Dar uma parada – só para respirar fora da sua mesa por um minuto – pode refrescar sua cabeça, permitindo que você veja soluções que mais uma hora na escrivaninha não teria revelado. É uma das razões pelas quais nós temos nossas melhores ideias dirigindo de volta para casa, depois do trabalho.</p>
<p><strong>3. Trabalharam em diferentes empresas</strong><br />
Isso significa que as pessoas mais produtivas regularmente desafiam ortodoxias porque conhecem diferentes modelos de trabalho e abordagens para a solução de problemas. Elas podem até não levar muito crédito, mas sabem o valor de tentar outras abordagens para as tarefas.</p>
<p><strong>4. Têm ótimos colaboradores externos</strong><br />
Algumas vezes esses colaboradores são formais, outras vezes, não.  Mas seus conselheiros não são apenas colegas próximos ou clientes. Há uma ampla rede de contatos que permite incorporar uma forma mais ampla de pensamento, contatos e informação e trazem luz e ar fresco aos negócios.</p>
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		<item>
		<title>6 lições da série Game of Thrones para fazer grandes vendas</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/vendas/6-licoes-da-serie-game-of-thrones-para-fazer-grandes-vendas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 22:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[negociação]]></category>

		<category><![CDATA[vendas]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para fazer uma grande venda, uma empresa precisa ter uma boa estratégia e o poder da influência. Ao tentar conquistar essa transação, o universo dos negócios acaba parecendo um jogo, como o que os reis disputam no seriado Game of Thrones.
Ele é inspirado na série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo, do autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5528" title="game-2" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/game-2.jpg" alt="game-2" width="442" height="362" /></p>
<p>Para fazer uma grande <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tag/vendas/" target="_blank">venda</a>, uma empresa precisa ter uma boa estratégia e o poder da influência. Ao tentar conquistar essa transação, o universo dos negócios acaba parecendo um jogo, como o que os reis disputam no seriado <em>Game of Thrones</em>.</p>
<p>Ele é inspirado na série de livros <em>As Crônicas de Gelo e Fogo</em>, do autor George R. R. Martin, e traz uma história cheia de intrigas, batalhas, alianças e traições em uma guerra para decidir quem será o verdadeiro rei de uma nação de fantasia medieval.</p>
<p>Para o consultor <a href="http://www.inc.com/tom-searcy/6-sales-lessons-from-game-of-thrones.html" target="_blank">Tom Searcy</a>, a série traz grandes paralelos ao universo de vultosas vendas para grandes clientes e traz também boas lições. A principal delas é que quanto maior for a transação ou a empresa para quem você quer vender, maior terá que ser sua habilidade para relacionamentos. Confira essas dicas para você mirar alto e faturar alto:</p>
<p><span id="more-5527"></span></p>
<p><strong><br />
1. Conheça os jogadores.</strong> Para fazer uma grande venda, você deve conhecer todos os jogadores que podem estar envolvidos nessa transação. Descubra todas as pessoas que serão afetadas se a empresa ou pessoa em questão se tornar sua cliente ou poderão influenciar essa decisão.</p>
<p><strong>2. Informe-se. </strong>O empresário que tiver o maior número de informações sobre a transação será aquele com a maior chance de fazer uma grande venda. Saiba como toda a empresa será afetada com venda e todos os detalhes necessários para resguardar seu negócio.</p>
<p><strong>3. Faça alianças.</strong> Para conseguir as informações que precisa, você terá de fazer alianças. Se esses contatos estiverem dentro do seu possível cliente, tanto melhor.</p>
<p><strong>4. Evite brigas.</strong> Atritos com membros da empresa que irá fazer a compra, qualquer que sejam os seus motivos, podem criar mais inimigos do que ajudar na transação. Faça o máximo possível para acomodar as necessidades de todos e mantenha o profissionalismo.</p>
<p><strong>5. Conheça seus rivais. </strong>Na hora de fazer uma grande venda, você encontrará diversos obstáculos: rivais dentro da companhia que você está tentando prospectar, competidores do próprio mercado e até pessoas que irão querer reduzir quanto você vai receber. Não faça um mapa de guerra apenas com seus aliados, mas que leve em conta também seus inimigos.</p>
<p><strong>6. A vitória quase nunca é certa.</strong> Depois de seguir todos esses passos, a sua venda pode parecer infalível. Mas, segundo Searcy, 99% dessas transações acabam não sendo concretizadas nos últimos minutos. Muitos dos seus rivais utilizarão todos os recursos no momento final.</p>
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		<item>
		<title>Como atrair audiência para o site de sua empresa</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/internet/como-atrair-audiencia-para-o-site-de-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[audiência]]></category>

		<category><![CDATA[clientes]]></category>

		<category><![CDATA[site]]></category>

		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você seguiu todos os conselhos, fez um site para a sua empresa de fácil navegação, escrito com clareza e utilizando ferramentas de SEO, mas ainda assim não obteve a audiência esperada?
Ainda que não existam truques infalíveis, Mary Rosenbaum, do site Fox Business, dá algumas dicas de marketing on-line que você pode executar sozinho para aumentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5525" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_site.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="226" /></p>
<p>Você seguiu todos os conselhos, fez um <strong>site</strong> para a sua empresa de fácil navegação, escrito com clareza e utilizando ferramentas de SEO, mas ainda assim não obteve a audiência esperada?</p>
<p>Ainda que não existam truques infalíveis, Mary Rosenbaum, do <a href="http://smallbusiness.foxbusiness.com/marketing-sales/2012/04/17/how-to-drive-traffic-to-your-website/#ixzz1sOQFqQN3" target="_blank">site Fox Business</a>, dá algumas dicas de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8298-17149,00-MARKETING.html" target="_blank">marketing</a></strong> on-line que você pode executar sozinho para aumentar o número de acessos no site de seu empreendimento. Confira:<br />
<span id="more-5523"></span></p>
<p><strong>Alimente o site com conteúdo original constantemente</strong><br />
Quando o site incorpora regularmente novos conteúdos, ele se torna mais atraente para os sistemas de busca e, claro, para os visitantes. Há muitas opções: você pode criar um blog, atualizar o site com notícias, fazer uma newsletter, postar vídeos e fotos.</p>
<p>Além de mostrar a sua especialidade, a criação de novos conteúdos por meio de blogs oferece outra excelente forma de introduzir e reforçar as palavras-chave do seu negócio, aumentando a visibilidade em buscadores. Vídeos e fotografias, em especial, são ímãs para os mecanismos de busca, garantindo melhor posicionamento nas páginas de resultados.</p>
<p><strong>Crie e gerencie links em outras fontes de acesso</strong><br />
Links disponíveis em outros sites que levam à sua página são uma forma de publicidade gratuita. Existem alguns meios de aumentar o número de links distribuídos pela a web. Veja algumas sugestões dadas por Mary:</p>
<p>Estimule seus clientes a comentar sobre sua empresa nos sites especializados em avaliações de estabelecimentos. Eles fazem um trabalho duplo. Além de angariar novos acessos, as críticas positivas poderão criar um ótimo boca a boca on-line.</p>
<p>Promova seu novo post, vídeo ou newsletter em uma mídia social como Twitter, Facebook e LinkedIn. O Pinterest pode ser usado com ênfase no visual: é uma ótima oportunidade de postar vídeos e fotos.</p>
<p>Identifique blogs relacionados com o nicho de sua marca nos quais você pode publicar artigos como convidado. Ofereça a outros blogueiros a oportunidade de escrever no blog da sua empresa. Com isso, você consegue outro modo de exposição a novos seguidores. Mas tome cuidado: certifique-se de que esses convidados agreguem valor ao conteúdo e à sua marca.</p>
<p>Poste comentários em outros blogs e grupos do LinkedIn. Faça também críticas a livros e produtos que são relacionados com a sua marca em sites de vendas e livrarias. Na maioria das vezes, sua assinatura incluirá seu endereço virtual. Isso aumentará sua visibilidade em pesquisas e sua assinatura poderá conduzir novos internautas a seu site.</p>
<p><strong>Desenvolva uma estratégia que seja consistente com a sua marca</strong><br />
Qualquer que seja a estratégia que você decida usar para aumentar a visibilidade de seu site, certifique-se de que ela se encaixa no que promete entregar. Visitantes se tornam embaixadores da sua marca quando sentem coerência e confiabilidade entre o conteúdo e o seu produto ou serviço. Só então eles se passarão de visitantes a clientes.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~4/kNTVSxR0wVI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A utilidade das divergências</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/K-xfbpZcbWk/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/a-utilidade-das-divergencias/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 15:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[equipes]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[hierarquia]]></category>

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		<description><![CDATA[
A expressão “equipe coesa e unida” pode soar como música a administradores de todas as áreas, mas qualquer empresa ou chefe experiente sabe que isso é tão difícil de encontrar quanto um trevo de quatro folhas não cultivado. Wray Herbert, especialista em ciência do jornal virtual The Huffington Post, reconhece que gosta de observar como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5519" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_equipe-copy1.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="442" /></p>
<p>A expressão “equipe coesa e unida” pode soar como música a <strong>administradores</strong> de todas as áreas, mas qualquer empresa ou chefe experiente sabe que isso é tão difícil de encontrar quanto um trevo de quatro folhas não cultivado. Wray Herbert, especialista em ciência do jornal virtual <a href="http://www.huffingtonpost.com/" target="_blank">The Huffington Post</a>, reconhece que gosta de observar como as equipes de governo americanas, sejam quais forem, chegam à Casa Branca unidas em torno de um projeto e em pouco tempo se fragmentam em facções: &#8220;puristas ideológicos contra pragmáticos, veteranos experientes contra jovens radicais&#8221;. O cenário de harmonia começa a ganhar contornos de crise, a produtividade e o fluxo de trabalho parecem ameaçados.</p>
<p>Herbert avisa que não é bem assim, se estiverem certas as conclusões de uma pesquisa conduzida pelas psicólogas experimentais Margaret Ormiston, da London Business School, e Elaine Wong, da Universidade de Wisconsin (EUA), campus de Milwaukee. Os resultados foram publicados na versão on-line da revista <a href="http://www.psychologicalscience.org/index.php/publications" target="_blank">Psychological Science</a>, aberta apenas para assinantes.<br />
<span id="more-5516"></span></p>
<p>O trabalho examinou observações e dados recolhidos entre 50 das 500 maiores empresas do ranking da revista <a href="http://money.cnn.com/magazines/fortune/fortune500/2011/index.html" target="_blank">Fortune</a>. A conclusão foi que, à medida que as equipes se dividem em grupos, seus integrantes tornam-se mais competitivos e atentos para o comportamento dos demais. Isso gera vantagens e desvantagens. Entre as vantagens está uma disposição geral em discutir e esmiuçar as propostas dos oponentes, o que, segundo Ormiston e Wong, torna as decisões mais éticas (o que foi verificado por meio do histórico de doações e medidas de respeito à comunidade em que atuam as empresas estudadas).</p>
<p>Uma ressalva importante: as consequências boas da desunião só foram observadas em empresas em que o poder decisório também é descentralizado. &#8220;Quando as decisões são concentradas no topo, a fragmentação não provoca deliberações mais éticas, apenas leva a mais fragmentação&#8221;, informa Herbert. &#8220;Isso é uma lição para qualquer organização, seja no campo dos negócios, seja na administração pública&#8221;, acrescenta.</p>
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