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	<title>Papo de Empreendedor</title>
	
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	<description>Papo de Empreendedor</description>
	<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:40:01 +0000</pubDate>
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		<title>As maiores preocupações dos gestores em relação aos recursos humanos das empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Fonseca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O desenvolvimento de lideranças é a maior preocupação dos gestores no Brasil e no mundo quando o assunto é recursos humanos. Esse é o resultado de uma pesquisa feita em 41 países com 2.400 executivos citada pelo professor da Fundação Dom Cabral (FDC) Anderson Sant´Anna durante uma palestra na Editora Globo na tarde desta quinta-feira. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento de lideranças é a maior preocupação dos gestores no Brasil e no mundo quando o assunto é recursos humanos. Esse é o resultado de uma pesquisa feita em 41 países com 2.400 executivos citada pelo professor da <a href="www.fdc.org.br" target="_blank">Fundação Dom Cabral (FDC)</a> Anderson Sant´Anna durante uma palestra na Editora Globo na tarde desta quinta-feira. Segundo ele, o tema é prioritário para 41% dos entrevistados no mundo. No Brasil, o índice é ainda maior: 61%. Em seguida aparecem atração e retenção de talentos, como lidar com as transformações no mundo dos negócios e gestão de competências para impulsionar os resultados das empresas.<span id="more-2730"></span></p>
<p>A origem da preocupação surge em consequência da diversidade de funcionários e da internacionalização das empresas, cada vez mais comum até entre os pequenos negócios. “A forma de abrir novos mercados é diferente no Brasil e na China. Se uma empresa monta um escritório lá, provavelmente terá que contratar alguém localmente e precisará desenvolver essa liderança para captar novos negócios”, explica Sant´Anna. Também é um grande desafio desenvolver lideranças que saibam gerir pessoas tão diferentes em uma mesma equipe. “Hoje, vemos em algumas empresas quatro gerações trabalhando simultaneamente: geração guerra, pós-guerra, X e Y”, comenta o professor da FDC. Para ele, não há como atuar de forma diferenciada com cada uma dessas pessoas. “Não dá para ter gestões individualizadas”, afirma Sant´Anna. A solução, segundo o professor, pode estar no tão falado feedback. “Ao dar feedback, o gestor também precisa estar preparado para receber feedback e nem todos estão”, diz. O  conselho do professor para lidar com essa diversidade de pessoas é investir em um tempo para conversar com os funcionários. “Entre 70% e 80% do tempo de um gestor é dedicado às pessoas, em conversas, mediação de conflitos e de egos. E aí vem outro problema: como lidar com o estresse sendo que grande parte do dia é dedicada a resolver problemas?” Fica a questão para reflexão. Quanto tempo do seu dia é direcionado a resolver questões com a equipe? Você consegue lidar bem com isso?</p>
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		<title>Stan Lee, o grande empreendedor dos quadrinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[


A edição de novembro da revista Inc. traz uma ótima matéria com Stan Lee, o criador de personagens dos quadrinhos como Hulk, Homem-Aranha, X-men e Quarteto Fantástico. Considerado até hoje a alma da editora Marvel Comics, atualmente Lee possui apenas um cargo representativo e participa de eventos públicos da empresa.
 
A história de Lee é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w :WordDocument> </w><w :View>Normal</w> <w :Zoom>0</w> <w :HyphenationZone>21</w> <w :DoNotOptimizeForBrowser /> </xml>< ![endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-2725" title="stanleeinc" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/stanleeinc.jpg" alt="stanleeinc" width="470" height="221" /></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">A edição de novembro da revista Inc. traz <a href="http://www.inc.com/magazine/20091101/how-i-did-it-stan-lee-of-marvel-comics.html">uma ótima matéria com Stan Lee</a>, o criador de personagens dos quadrinhos como Hulk, Homem-Aranha, X-men e Quarteto Fantástico. Considerado até hoje a alma da editora Marvel Comics, atualmente Lee possui apenas um cargo representativo e participa de eventos públicos da empresa.<span id="more-2724"></span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">A história de Lee é inspiradora para qualquer empreendedor diletante – mesmo aqueles que não são apaixonados por pessoas com superpoderes e cuecas por cima das calças. Aos 17 anos, ele tornou-se editor da Timely Publications – antigo nome da Marvel -<span> </span>com a ajuda do fundador da editora, Martin Goodman, marido de uma prima.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Criou em pouco tempo alguns dos personagens mais conhecidos dos quadrinhos e incentivou de todas as formas o crescimento da editora. “Martin era bom no que fazia e ganhou muito dinheiro, mas ele não era ambicioso. Eu não entendia aquilo. Eu estava sempre frustrado”, afirma na matéria.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Tornou-se presidente da editora dos anos 1960, mas nunca se considerou um homem de negócios. “Eu lembro quando a bancada de sócios me pediram para pensar em um plano de três anos para a empresa. Eu disse, ‘Pessoal, eu não consigo prever onde estaremos daqui a três anos. Eu nem sei o que vou comer no café da amanhã.’”</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Lee continuou na Marvel enquanto ela era comprada por outras empresas e viu a editora quase chegar à falência em 1989. Desvinculou-se para abrir a Stan Lee Media em 1998, que acabou fechando em 2006. Não desistiu e abriu mais uma empresa, a POW! Entertainment, que há dois anos fechou um vantajoso acordo com a Disney – Lee dobrou sua felicidade ao ver que a Marvel estava indo bem e mais feliz com sua aquisição pela própria Disney.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Hoje ele ainda prefere deixar a parte administrativa para seus sócios, concentrando-se na criação de seus personagens – uma especialidade do mestre Lee. “Imaginar histórias é fácil. Imaginar personagens é fácil. Fazer isso de uma forma que as pessoas nunca tenham visto antes é que é difícil. E também o mais divertido”, afirma.</p>
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		<title>Uma boa ideia levou a um prêmio e por fim a investidores</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 02:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Rossetto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Sou fã de concursos de planos de negócios, pois acho que eles são uma ótima oportunidade para candidatos a empreendedor apresentarem suas ideias e, quem sabe, encontrar patrocinadores para elas. O Idea to Product (Da Ideia ao Produto) é um desses concursos, com fase brasileira e fase internacional. O grande vencedor deste ano foi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou fã de concursos de planos de negócios, pois acho que eles são uma ótima oportunidade para candidatos a empreendedor apresentarem suas ideias e, quem sabe, encontrar patrocinadores para elas. O Idea to Product (Da Ideia ao Produto) é um desses concursos, com fase brasileira e fase internacional. O grande vencedor deste ano foi um time brasileiro, batizado de Nanoita, que deixou para trás 27 concorrentes na fase nacional e chegou à final no Texas, onde tirou o primeiro lugar, batendo outros 15 projetos apresentados pela Ásia, Europa, América do Norte e Latina. Qual a ideia?<br />
<span id="more-2711"></span><br />
Thiago Sequinel, um dos integrantes do Nanoita explica: “Criamos uma película finíssima que contém dióxido de titânio e é bactericida. A película pode ser aplicada sobre superfícies, como a cerâmica ou os azulejos, em áreas hospitalares e cozinhas industriais. Assim, qualquer bactéria que entre em contato com essa película será completamente exterminada, instantaneamente, reduzindo as taxas de infecções hospitalares, provocadas por bactérias, e também as infecções alimentares. Dá para usar até mesmo em casas, pois muita gente tem processos alérgicos desencadeados por bactérias.”</p>
<p>Não é uma ideia inovadora e promissora? Segundo Sequinel, a película pode ser aplicada em qualquer superfície, como metais, plásticos, vidros etc. Agora, o próximo passo é industrializar o produto. Há algumas empresas interessadas e as negociações estão em andamento. Segundo dados da Anfacer (Associação Nacional de Fabricantes de Cerâmica para Revestimento), a película apresenta um potencial de US$ 20 bilhões no Brasil e US$ 26,5 bilhões nos Estados Unidos.<br />
“Receber este prêmio foi imensamente gratificante. Quando decidimos participar da competição, há quatro meses, dedicávamos cerca de 4 horas/dia aos estudos. Jamais pensei que pudéssemos conquistar esta posição e unir as áreas de tecnologia e inovação para tornar o projeto em realidade”, diz  Sequinel.</p>
<p>No Idea to Product, as equipes devem apresentar um produto ou uma tecnologia inovadora. Elas são julgadas por especialistas em tecnologia e investidores de venture capital. Este ano, a competição contou com a participação de diversas escolas do Brasil, envolvendo alunos de cursos técnicos, graduação e pós-graduação de diferentes escolas. O primeiro colocado, o Nanoita (ligado à Universidade Estadual de Ponta Grossa e à Unesp-Universidade Estadual Paulista), ganhou passagens para participar da final global no Texas e a consultoria do FGVcenn (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas). No Texas, o Nanoita levou o prêmio máximo: US$ 10 mil e, obviamente, uma exposição internacional que certamente vai se traduzir em um negócio de sucesso.</p>
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		<title>Onde eu quiser que meu futuro chegue!</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Fonseca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Daqui 10 dias, começará  a Semana Global do Empreendedorismo. Estamos a mil por hora na Endeavor e não é para menos também. Vamos envolver 4 milhões de pessoas em atividades que possam capacitar, inspirar e mobilizar pessoas. 
Grandes oportunidades aparecem por causa da Semana, tanto para quem participa quanto para quem faz atividades. Quer entender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daqui 10 dias, começará  a Semana Global do Empreendedorismo. Estamos a mil por hora na Endeavor e não é para menos também. Vamos envolver 4 milhões de pessoas em atividades que possam capacitar, inspirar e mobilizar pessoas. <span id="more-2708"></span></p>
<p>Grandes oportunidades aparecem por causa da Semana, tanto para quem participa quanto para quem faz atividades. Quer entender melhor o que é a Semana? <a href="http://semanaglobal.ning.com/page/o-que-e-a-semana-global" target="_blank">Clique aqui</a>.  A Koni Store, uma temakeria famosa no Rio de Janeiro, conseguiu fazer uma parceria com o Multishow por causa de uma atividade na Semana, um <a href="http://www.semanaglobal.org.br/AgendaDaSemana.aspx?nome=Koni+Store&amp;diaInicio=&amp;diaFim=&amp;horaInicio=&amp;horaFim=&amp;tipo=&amp;tema=&amp;uf=&amp;municipio=&amp;enviar.x=0&amp;enviar.y=0" target="_blank">concurso de DJs</a>!!!</p>
<p>A <a href="http://www.semanaglobal.org.br/AgendaDaSemana.aspx?nome=Alian%C3%A7a+Empreendedora&amp;diaInicio=&amp;diaFim=&amp;horaInicio=&amp;horaFim=&amp;tipo=&amp;tema=&amp;uf=&amp;municipio=&amp;enviar.x=0&amp;enviar.y=0 " target="_blank">Aliança Empreendedora</a>, de Curitiba, organização que trabalha o empreendedorismo em comunidades de baixa renda, fez um trabalho excelente na Semana de 2008 e conseguiu contratar um colaborador para ficar focado apenas na Semana Global com patrocínio do Bovespa! Sem contar que eles desenvolveram projetos em conjunto com outros parceiros envolvidos no movimento, como o Grupo Santander.</p>
<p>O <a href="http://www.semanaglobal.org.br/AgendaDaSemana.aspx?nome=Amazon+Sat&amp;diaInicio=&amp;diaFim=&amp;horaInicio=&amp;horaFim=&amp;tipo=&amp;tema=&amp;uf=&amp;municipio=&amp;enviar.x=0&amp;enviar.y=0" target="_blank">Amazon Sat</a>, em Manaus, um canal de TV muito empreendedor, realizou uma série de programas e irá fazer uma edição especial, a série “Empreendedorismo de A a Z”, que será veiculada na Semana. Além disso, mobilizaram toda a região Norte e rendeu até um reconhecimento como um dos principais voluntários da Endeavor para Philippe Daou Jr., presidente da empresa, por todo seu empenho e engajamento.</p>
<p>Enfim, participar da Semana mostra ao mundo quem você é, o que faz e o impacto das suas ações para melhorar comunidades, a vida de pessoas, além de poder aprender, se desenvolver, ser mais empreendedor (com qualidade) e ter acesso ao caminho das pedras para um futuro melhor.</p>
<p>O parceiro Intervir vai disponibilizar <a href="http://www.semanaglobal.org.br/AgendaDaSemana.aspx?nome=Intervir&amp;diaInicio=&amp;diaFim=&amp;horaInicio=&amp;horaFim=&amp;tipo=&amp;tema=&amp;uf=&amp;municipio=&amp;enviar.x=0&amp;enviar.y=0" target="_blank">cursos de matemática financeira e Office gratuitos</a> na Semana Global, que geralmente são cursos pagos.</p>
<p>O Shopping Nova América está com uma ação chamada <a href="http://www.semanaglobal.org.br/AgendaDaSemana.aspx?nome=Zeltzer&amp;diaInicio=&amp;diaFim=&amp;horaInicio=&amp;horaFim=&amp;tipo=&amp;tema=&amp;uf=&amp;municipio=&amp;enviar.x=0&amp;enviar.y=0" target="_blank">Barulho Empreendedor</a> no RJ, com a Junior Achievement e a Zeltzer.</p>
<p>Enfim, até a própria <a href="http://www.semanaglobal.org.br/AgendaDaSemana.aspx?nome=PEGN&amp;diaInicio=&amp;diaFim=&amp;horaInicio=&amp;horaFim=&amp;tipo=&amp;tema=&amp;uf=&amp;municipio=&amp;enviar.x=0&amp;enviar.y=0" target="_blank">comunidade da PEGN</a>, em parceria com a Peabirus, está com uma super ação para você ser mais empreendedor. Aguarde dia 16/11!</p>
<p>Para participar realizando atividades, basta <a href="http://www.semanaglobal.org.br/comoParticipar.aspx" target="_blank">ser um parceiro e se cadastrar aqui</a>.</p>
<p>Para saber toda a programação de 16 a 22 de novembro em todo o Brasil, <a href="http://www.semanaglobal.org.br/agendaDaSemana.aspx" target="_blank">é só conferir a agenda da Semana aqui</a>.</p>
<p>E, claro! Em nossa comunidade <a href="www.semanaglobal.ning.com" target="_blank">www.semanaglobal.ning.com</a>, estamos desenvolvendo muitas dicas, parcerias e projetos em conjunto. Tá bombando, tá fervendo, vem agitar com a gente!</p>
<p><strong>Este post foi escrito por Lud Figueiredo, da área de Cultura Empreendedora, do <a href="http://www.endeavor.org.br/" target="_blank">Instituto Empreender Endeavor</a></strong></p>
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		<title>Cuidado nos empréstimos</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carin Homonnay Petti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Outro dia a gerente do meu banco me ligou oferecendo um empréstimo. Aleguei que não precisava do dinheiro até porque, como ela bem sabia, eu tinha dinheiro investido, pronto para o resgate em caso de necessidade. “Mas se você preferir não mexer nas aplicações, saiba que o dinheiro está disponível”, alegou a moça. Quase caí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia a gerente do meu banco me ligou oferecendo um empréstimo. Aleguei que não precisava do dinheiro até porque, como ela bem sabia, eu tinha dinheiro investido, pronto para o resgate em caso de necessidade. “Mas se você preferir não mexer nas aplicações, saiba que o dinheiro está disponível”, alegou a moça. Quase caí para trás. <span id="more-2705"></span>Por que alguém em sã consciência iria arcar com juros mensais em torno de 4% em troca de um rendimento de menos de 1%? Mas ela não se dobrou: “Muitos donos de empresa recorrem às linhas de crédito pessoal para financiar o negócio”. Mais uma vez, não é preciso ser gênio da matemática financeira para ver que a conta não fecha. Em setembro, os juros mensais médios para o crédito para capital de giro estavam em 3,49% (50,93% ao ano) – em comparação com 7,34% no cheque especial (133,96% % ao ano) ou – pior ainda – 10,68% (237,93% ao ano) no cartão de crédito, conforme os dados mais recentes da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Ainda assim, 51% dos empresários paulistas já recorreram ao cartão ou cheque especial para pagar as contas do negócio, segundo sondagem do Sebrae – SP. Grande parte deles recorre à (péssima) estratégia para fugir da burocracia bancária. Mas, pensando bem, não vale a pena ter um pouco mais de trabalho com a intenção de economizarnos juros?</p>
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		<title>Sua empresa é realmente sustentável?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>stauhata</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Com o passar dos anos  - e reforçada pela crise iniciada no fim de 2008 -, sustentabilidade se tornou uma espécie de bandeira do bem contra o mal. Mas a discussão é muito mais profunda. Boa parte das empresas se aventura pelo tema sem entender direito esse conceito sistêmico. Para a maioria, o parâmetro ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos  - e reforçada pela crise iniciada no fim de 2008 -, sustentabilidade se tornou uma espécie de bandeira do bem contra o mal. Mas a discussão é muito mais profunda. Boa parte das empresas se aventura pelo tema sem entender direito esse conceito sistêmico. Para a maioria, o parâmetro ainda é o medo. De catástrofes ambientais, do colapso da economia, de esgotar o petróleo e até de faltar água. Hoje, as companhias ainda se empenham mais em compensar do que em mudar. O caso clássico: a corporação tem ações poluidoras, mas compensa plantando árvores. Funciona como uma espécie de <em>conscience wash</em>.</p>
<p><span id="more-2703"></span>Por isso, muitos não conseguem incorporar de verdade sustentabilidade aos negócios. É preciso olhar os valores mais profundos da organização para conseguir isso. Na hora de fazer uma autoanálise, no entanto, o comum é imperar uma certa miopia. Acontece também com as pessoas. Quem consegue ser objetivo ao apontar de dentro para fora os defeitos, os vícios, as deficiências?</p>
<p>O professor do MIT, Peter Senge, em uma palestra em São Paulo, ao comentar a crise, explicou que as pessoas falam de ganância, mas sempre se referem ao outro: “Raramente dizemos que nós criamos o sistema, que fazemos parte dele e que queríamos ter ganho dinheiro com aqueles investimentos”, afirmou na ocasião.</p>
<p>Esse <em>conscience wash </em>não é mal intencionado, diferente do <em>green wash</em>, a difundida prática da maquiagem verde, quando o mero marketing substitui uma legítima política de responsabilidade ambiental. Pelo contrário, as aspirações costumam ser legítimas. O problema é o conceito em si que precisa evoluir. A ideia de sustentabilidade surgiu da necessidade de preservar. Isso traz implícita uma errônea sugestão de não mudar. Até a definição do termo na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sustentabilidade" target="_blank">Wikipedia</a> induz a essa conclusão: “sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”. É preciso ir além e enxergar a verdadeira essência dessa concepção: Parar de desmatar ou recuperar florestas? Fazer doações ou gerar emprego e bem-estar à comunidade? Em resumo, salvar o planeta ou torná-lo melhor?</p>
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		<title>Google Wave a plataforma que vai revolucionar nossa comunicação</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/google-wave-a-plataforma-que-vai-revolucionar-nossa-comunicacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel de Lima</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
A ferramenta mais interessante apresentada no Google Searchology 2009, evento feito pela empresa em maio passado, foi o Wave, uma nova plataforma de comunicação instantânea que promete revolucionar o jeito de se comunicar na web.

O que essa plataforma tem de novo? O Google Wave é como se fosse uma mistura de e-mail e um programa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2695" title="google_wave" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/google_wave.jpg" alt="google_wave" width="500" height="326" /></p>
<p>A ferramenta mais interessante apresentada no Google Searchology 2009, evento feito pela empresa em maio passado, foi o Wave, uma nova plataforma de comunicação instantânea que promete revolucionar o jeito de se comunicar na web.</p>
<p><span id="more-2693"></span><br />
O que essa plataforma tem de novo? O Google Wave é como se fosse uma mistura de e-mail e um programa de mensagem instantânea. Vamos lá: imagine que você quer fazer uma viagem com alguns amigos para o Havaí. Então você abre a plataforma, que tem o formato parecido com a caixa de entrada de seu e-mail, e no corpo do e-mail você adiciona seus amigos e começa uma conversa, visualizando em tempo real o que seus amigos estão digitando. Aí, dúvidas começam a surgir sobre o local, então você adiciona fotos, vídeos e mapas, tudo isso em tempo real. Ainda assim ficam algumas dúvidas e você lembra que em sua última viagem para a Califórnia conheceu Keana, uma havaiana que, por sorte, está on-line. Mas o problema é que alguns dos seus colegas não falam inglês. Isso não é problema para o Wave. Tudo o que você e seus amigos digitarem em português aparecerá em inglês para ela e o que ela digitar vocês vão enxergar em português.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/DoVTu0Do8u0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DoVTu0Do8u0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Mas o que o Google Wave pode mudar em nossos negócios e vidas? Para nós, jornalistas, muito. Por exemplo, eu poderia fazer esse texto com a editora da revista. Ela iria fazer as modificações necessárias, iríamos escolher as fotos ou vídeos para acompanhar o post e, além disso, ao terminar poderíamos enviar direto do Google Waves para o Facebook, Twitter e para o Blog em uma única ação.<br />
E para os negócios? Você poderá fazer reuniões de onde estiver, fará apresentações para pessoas em diferentes lugares, poderá trocar arquivos e criar documentos junto com seus parceiros comerciais. Imagine quem tem uma pousada em Paraty, fazendo reservas para hóspedes do mundo inteiro, mostrando fotos e mapas da cidade.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/MS9AbePnE08&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MS9AbePnE08&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Por enquanto, a Google enviou o acesso do Beta para poucas pessoas, mas prometem a plataforma pronta até o fim do ano. Assista o vídeo de apresentação em  <a href="http://wave.google.com" target="_blank">http://wave.google.com</a></p>
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		<title>Por que apostar no desenvolvimento de pessoas?</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/por-que-apostar-no-desenvolvimento-de-pessoas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 21:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Fonseca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Há algum tempo, assisti a um workshop no qual o palestrante trouxe uma reflexão interessante e bem humorada sobre o desenvolvimento de pessoas: ele disse que quanto mais os líderes desenvolvem as pessoas, menos trabalham. Era uma brincadeira, mas me fez refletir, pois tem um fundo de verdade.

Acredito que quanto mais as lideranças investem no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo, assisti a um workshop no qual o palestrante trouxe uma reflexão interessante e bem humorada sobre o desenvolvimento de pessoas: ele disse que quanto mais os líderes desenvolvem as pessoas, menos trabalham. Era uma brincadeira, mas me fez refletir, pois tem um fundo de verdade.<br />
<span id="more-2691"></span><br />
Acredito que quanto mais as lideranças investem no desenvolvimento de suas equipes, mais resultados terão em seus negócios e mais tempo terão para as suas funções. Além do que motivarão as pessoas e criarão um ambiente agradável para se trabalhar.</p>
<p>Outro ponto que precisamos considerar é que o desenvolvimento vai muito além do treinamento, envolve também o feedback, o coaching, a delegação consciente,  enfim, preparar as pessoas para novos desafios. Pare para pensar: quanto tempo você tem investido no desenvolvimento de sua equipe?  Você considera desenvolvimento um investimento ou perda de tempo? Pensa que tem “outras coisas importantes” para fazer e isso pode ser feito depois? Caso você tenha respondido sim a pelo menos uma destas perguntas, reveja seus pontos de vista e você poderá ter boas conclusões.</p>
<p>Poucas vezes percebemos, mas desenvolver pessoas também nos desenvolve como líderes: cada vez que conversamos com uma pessoa sobre seus pontos fortes e a desenvolver, quando estamos delegando uma tarefa, quando fazemos um coaching, precisamos nos preparar e isso nos desenvolve técnica e emocionalmente.</p>
<p>Um mito de desenvolvimento é que sempre precisa ser um treinamento em sala de aula e que na maioria das vezes, envolve gastos financeiros. Não é verdade. É claro que treinar pessoas é muito importante, mas existe uma série de eventos gratuitos e palestras que podem ser aproveitados. A leitura de livros, o compartilhamento da informação lida entre as pessoas, análises da aplicabilidade dos conteúdos no dia a dia, reuniões para discutir melhores práticas, feedback entre pares, etc , são formas de desenvolvimento. Basta começar.</p>
<p>Com certeza, o exercício dessas práticas pode trazer resultados bem positivos para os negócios de suas empresas. São rotinas simples que certamente resultarão em grandes benefícios para todos. Pense nisso!</p>
<p><strong>Este post foi escrito por Suze Elaine Petiniunas, formada em Administração de Empresas, Gerente de Diretrizes de Cultura Organizacional do Banco Itaú e integrante da equipe de apoio ao Projeto Extreme Makeover Tecnológio e Financeiro 4, para o <a href="http://colunas.pegn.globo.com/extrememakeover/2009/10/02/por-que-apostar-no-desenvolvimento-de-pessoas/" target="_blank">blog do Extreme Makeover</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Falhar também é importante</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 21:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Fonseca</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Executivos e empreendedores costumam dizer que falhar não é uma opção. Afinal, sem erros os negócios se tornam mais produtivos e lucrativos. Será mesmo? Beth Zimmerman, fundadora e presidente da Cerebellas LLC, uma consultoria estratégica que ajuda negócios a encontrar, desenvolver e explorar novas oportunidades, discorda dessa afirmação. Em artigo escrito para o site WomanEntrepreneur, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2687" title="failure" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/failure.jpg" alt="failure" width="300" height="225" /></p>
<p>Executivos e empreendedores costumam dizer que falhar não é uma opção. Afinal, sem erros os negócios se tornam mais produtivos e lucrativos. Será mesmo? Beth Zimmerman, fundadora e presidente da <a href="http://www.cerebellas.com/" target="_blank">Cerebellas LLC</a>, uma consultoria estratégica que ajuda negócios a encontrar, desenvolver e explorar novas oportunidades, discorda dessa afirmação. Em artigo escrito para o site <a href="http://www.womenentrepreneur.com/2009/10/why-failure-is-important.html" target="_blank">WomanEntrepreneur</a>, Beth afirma que está na hora de reconhecer que falhar também pode ser produtivo e necessário. Ela cita, inclusive, uma frase do economista da Carnegie Mellon University Allan Meltzer: “capitalismo sem falha é como religião sem pecado”.</p>
<p><span id="more-2686"></span></p>
<p>Para evitar uma grande falha – como a falência – é preciso cometer pequenas falhas ao longo do caminho. “Pense nos erros como uma oportunidade de corrigir o curso das coisas e repensar a estratégia do negócio”, recomenda Beth. Para exemplificar, a consultora dá alguns passos que vão lhe ajudar a parar de se preocupar tanto com as falhas e aprender com elas.</p>
<p><strong>1) Aceite que falhar é inevitável:</strong> Todo negócio vai enfrentar obstáculos, ir por caminhos errados e desastres absolutos. Pare de pensar que isso nunca vai acontecer na sua empresa.</p>
<p><strong>2) Mantenha seus olhos na recompensa: </strong>Você tem mais chance de superar um lapso se a sua visão de longo prazo e suas metas estão claras. Isso significa dedicar um tempo todo mês para rever o progresso dos negócios e sua estratégia. Tenha uma visão de longo prazo e não coloque apenas os problemas imediatos em perspectiva. Isso fará com que você e sua equipe tenham as ferramentas certas para deixar a empresa longe da bagunça.</p>
<p><strong>3) Aprenda algo: </strong>Falhar pode ser chamado de “o momento de aprender”. Detalhe o problema com isenção e faça as mudanças necessárias para minimizar a chance de que ele ocorra novamente.</p>
<p><strong>4) Deixe o erro acontecer:</strong> Nem tudo pode ser consertado ou tem um custo para ser consertado que valha a pena, seja em recursos financeiros, humanos ou de tempo. Ter isso em mente é fundamental. Às vezes é melhor deixar a falha ocorrer.</p>
<p><strong>5) Dê aos funcionários permissão para errar:</strong> Isso não é uma passe livre para diminuir o ritmo ou fazer trapalhadas. É apenas o reconhecimento de que falhas vão acontecer e se elas forem administradas apropriadamente podem ser um poderoso e esclarecedor evento. Determine a sua tolerância ao risco e comunique à equipe o que é e o que não é aceitável. Algumas companhias determinam que uma porcentagem de seus esforços e orçamento não renderão lucro, mas elas entendem que isso é necessário para que a inovação ocorra. Funcionários que têm medo de errar também têm medo de expor novas ideias e tentar coisas novas.</p>
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		<title>Abrir uma franquia: liberdade ou fantasia?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 21:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Há muitas pessoas que depois de qualquer decepção no mundo corporativo imaginam  que abrir seu próprio negócio é a melhor opção para se livrar de todas as amarras e frustrações do mercado de trabalho. Comprar uma franquia, então, parece ainda mais simples. É como tentar se animar em um dia meio cinza com um enorme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-2675" title="shutterstock_36129196" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_36129196.jpg" alt="shutterstock_36129196" width="450" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal">Há muitas pessoas que depois de qualquer decepção no mundo corporativo imaginam  que abrir seu próprio negócio é a melhor opção para se livrar de todas as amarras e frustrações do mercado de trabalho. Comprar uma franquia, então, parece ainda mais simples. É como tentar se animar em um dia meio cinza com um enorme pote de sorvete, só que você acaba sentindo o peso das calorias no dia seguinte.<span id="more-2674"></span></p>
<p class="MsoNormal">É mais ou menos o que diz Mitchell York, empresário, no livro <em>Franchise: Freedom or Fantasy</em> (Franchise: Liberdade ou Fantasia) -, mas obviamente não com essas palavras.</p>
<p class="MsoNormal">Em entrevista para o site da revista<a href="http://www.entrepreneur.com/franchises/successstories/article203640.html"> Entrepreneur</a>, York afirma que pessoas que abrem franquias depois de um emprego corporativo que as cansou ou frustrou, ou por um aumento que não foi conseguido ou uma promoção não alcançada, podem estar indo em direção a um problema e não a uma solução. “Suponha que você pudesse achar um emprego incrível que paga o que você merece, que te dá satisfação e você poderia mudar para esse trabalho de forma rápida e eficiente. Você ainda iria querer abrir um negócio? E metade das vezes a pessoa responde, ‘Não, eu só arranjaria outro emprego’.”, afirma.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo York, para quem pensa em abrir uma franquia, a situação é ainda pior, porque diversas pessoas acham que por ser apenas uma filial de uma marca maior, todo o processo será facilitado e uma postura empreendedora, de pessoa de negócios, não será necessária.</p>
<p class="MsoNormal">Portanto, se você está se sentindo meio frustrado com seu atual emprego, reflita bastante antes de ficar hipnotizado pelo sonho de independência ao abrir uma franquia – ou o próprio negócio. Talvez seja melhor afastar a colher do pote de sorvete e pensar um pouquinho mais.</p>
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		<item>
		<title>Encontre o equilíbrio</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/encontre-o-equilibrio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>logusico</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Stress no trabalho e dificuldades em equilibrar vida pessoal e profissional são temas recorrentes na rotina de um empreendedor. Assim como os motivos podem ser variados, também existem diversas formas de aliviar a tensão constante. Confira algumas dicas do site da revista americana Inc para encontrar uma forma equilibrada de lidar com família, trabalho, lazer e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2672" title="1121962_meditation" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/1121962_meditation.jpg" alt="1121962_meditation" width="300" height="200" /></p>
<p>Stress no trabalho e dificuldades em equilibrar vida pessoal e profissional são temas recorrentes na rotina de um empreendedor. Assim como os motivos podem ser variados, também existem diversas formas de aliviar a tensão constante. Confira algumas dicas do site da revista americana <a href="http://www.inc.com" target="_blank">Inc</a> para encontrar uma forma equilibrada de lidar com família, trabalho, lazer e planos pessoais:</p>
<p><span id="more-2669"></span></p>
<p>Passo 1:<br />
<strong>Aprender a dizer não</strong></p>
<p>Tirar a sexta-feira de folga toda semana pode parecer inviável para um verdadeiro empreendedor. Mas se você fizer isso e não notar nenhuma mudança na produtividade ou nos projetos da empresa, existe algum motivo real para continuar trabalhando nesse dia? Dizer não, nesse caso, significa mais tempo livre para dedicar-se a interesses pessoais.</p>
<p>Passo 2:<br />
<strong>Focar nas tarefas essenciais</strong></p>
<p>Dizer apenas não também é insuficiente. Elaine St. James, autora do livro  Simplify Your Life, defende a idéia de que é muito mais fácil simplificar quando se tem consciência de quais são suas prioridades. Identificar os pontos mais relevantes do negócio e dedicar-se mais a eles pode ajudá-lo a ter uma noção de quanto tempo é gasto em tarefas que poderiam ser feitas por outros funcionários.</p>
<p>Passo 3:<br />
<strong>Delegar funções</strong></p>
<p>Depois de encontrar o foco, chega-se à parte mais difícil. Deixar os detalhes de sua empresa de lado e desistir de ter o controle de tudo são praticamente desafios que os empreendedores têm de enfrentar, mas se você quer ter mais tempo livre, delegar funções é imprescindível. É preciso que alguém realize determinadas funções por você,  muitas vezes de um jeito que você mesmo não faria.</p>
<p>Passo 4:<br />
<strong>Definir seus objetivos</strong></p>
<p>Encontrar motivações como passar mais tempo com os filhos ou realizar um trabalho voluntário pelo qual se é apaixonado exige menos horas de trabalho e pode gerar resultados menores na empresa. Em compensação, a satisfação também pode vir em dobro. Muitas pessoas trabalham bastante não porque tenham tantos afazeres, mas por buscar refúgio e status. Por isso, veja quais são seu reais objetivos.</p>
<p>Passo 5:<br />
<strong>Cumprir compromissos pessoais</strong></p>
<p>Assim como obrigações profissionais, compromissos pessoais ficam mais fáceis de serem lembrados se passados para o papel. A maioria das pessoas não inclui na agenda o jantar com a família, que pode acabar ficando para depois de todo o trabalho. O problema é que, para um empreendedor, o trabalho nunca chega ao fim. Liste suas atividades diárias e depois confira se você está usando seu tempo da melhor forma, o que inclui fazer uso de criatividade, talento, conhecimento e experiência.</p>
<p>Passo 6<br />
<strong>Planejar o futuro</strong></p>
<p>Ter uma visão do negócio, planejá-lo e executá-lo de acordo com metas traçadas ajuda a equilibrar sua própria vida. Você pode exceder as horas de trabalho semanais durante um tempo e parar de trabalhar com determinada idade se tiver feito um planejamento adequado e se esforçado para tanto. Além disso, planeje sua liberdade. Veja o que você quer fazer no seu tempo livre e torne público seu compromisso: anuncie aos seus funcionários-chave as mudanças que pretende implementar em sua vida e o novo esquema de horário. É importante que o trabalho seja feito em conjunto para que o plano dê certo.</p>
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		<item>
		<title>Customização levada a sério</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/customizacao-levada-a-serio-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Katia Simões</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Circular pelas ruas do distrito histórico de Fort Worth, no Texas, significa mergulhar num cenário de filme de cowboy. E eles estão por todos os lados. Alguns prontos para exibição, outros à espera de apenas uma cerveja bem gelada, já que o calor castiga. Mas, muitos chegam de longe com um único objetivo: encomendar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2662" title="06425" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/06425.jpg" alt="06425" width="410" height="307" /></p>
<p>Circular pelas ruas do distrito histórico de Fort Worth, no Texas, significa mergulhar num cenário de filme de cowboy. E eles estão por todos os lados. Alguns prontos para exibição, outros à espera de apenas uma cerveja bem gelada, já que o calor castiga. Mas, muitos chegam de longe com um único objetivo: encomendar um novo par de botas sob medida na lendária M.L.Leddy’s, a grife dos astros de rodeio, das celebridades de Hollywood e até dos presidentes.</p>
<p>Na fachada, um letreiro em neon vermelho dá o recado: Leddy hand made boots. E mesmo quem chega de longe sem entender absolutamente nada do mundo dos rodeios, como eu, se surpreende ao cruzar a porta de entrada, tamanha a quantidade de botas à disposição da clientela. Curiosa, circulei em cada um dos ambientes da loja, que recebe os clientes com bancos forrados de couro de boi e adornados com chifres – exótico, para dizer o mínimo. Em pouco tempo, um aplicado vendedor me contou que tudo é feito a mão, a fim de que as botas calcem perfeitamente e se adaptem ao estilo de vida do consumidor, suas atividades, hobbies e lugares que frequenta.</p>
<p>Depois de uma minuciosa entrevista, é possível escolher desde modelos clássicos feitos de couro de vaca, até os mais inusitados, como os de couro de elefante, camelo, crocodilo e pele de pavão. Quem exige exclusividade, pode tirar as medidas, escolher o tipo de couro, a variedade dos recortes e a gama de detalhes. Depois, basta desembolsar até US$ 10 mil por um único par de botas e aguardar até um ano para receber a encomenda exatamente como imaginou. Caro? Há quem não ache. Fundada em 1922 e hoje sob o comando da terceira geração da família, a fábrica artesanal tem cadastrados 250 mil clientes, entre eles, Robert Redford e os presidentes Ronald Reagan e George W. Bush.</p>
<p>Ao sair da Leddy, ainda com o som da clássica música country soando nos ouvidos, tive mais certeza do que nunca de que trabalhar com nicho é, e será por muito tempo, um grande negócio. Afinal, quanto mais a tecnologia avança, mais sonhamos ter algo único, feito só para nós.</p>
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		<item>
		<title>Empresas apostam nos aplicativos para celular</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/empresas-apostam-nos-aplicativos-para-celular/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel de Lima</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Oficialmente, em um ano de comercialização de iPhones no Brasil as operadoras já venderam 175 900 telefones, sem contar os aparelhos que entraram via ilícita no país.
No terceiro semestre de 2009 houve um aumento de 500% em relação ao ano anterior nas vendas mundiais,  alcançando 5,4 milhões de telefones vendidos, de acordo com dados da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2654" title="app" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/app-300x214.jpg" alt="app" width="300" height="214" /></p>
<p>Oficialmente, em um ano de comercialização de iPhones no Brasil as operadoras já venderam 175 900 telefones, sem contar os aparelhos que entraram via ilícita no país.<br />
No terceiro semestre de 2009 houve um aumento de 500% em relação ao ano anterior nas vendas mundiais,  alcançando 5,4 milhões de telefones vendidos, de acordo com dados da consultoria norte-americana Gartner.</p>
<p>Parte do sucesso do iPhone deve-se aos aplicativos, que são separados em categorias como jogos, negócios, educação, entretenimento, finanças e fitness. E todos os dias, desenvolvedores do mundo inteiro despejam seus aplicativos na App Store. Segundo a Apple, já foram feitos 2 bilhões de downloads desses aplicativos.</p>
<p>Algumas empresas brasileiras já enxergaram esse mercado e estão produzindo aplicativos, seja para divulgar a marca ou para fazer vendas direto do aparelho. Para o lançamento do novo Honda City, por exemplo, a empresa criou um jogo de corrida em que você escolhe qual pista brincar:  São Paulo, Rio de Janeiro ou Curitiba.</p>
<p>O Bradesco está indo além, o banco pretende lançar o primeiro aplicativo brasileiro de realidade aumentada, o Presença. Ao ligar a câmera do telefone o usuário enxergará uma rosa dos ventos indicando o endereço e a distância das agências mais próximas.</p>
<p>Com o início da <a href="http://store.apple.com" target="_blank">loja on-line da Apple no Brasil</a> ficou ainda mais fácil para os donos dos aparelhos baixarem os aplicativos. Vale a pena acessar a loja e baixar alguns aplicativos para inspiração, pois as opções são infinitas vão desde entrega de pizza, como o aplicativo da rede americana Domino´s,  até a criação e encomenda de roupas da grife Ralph Lauren.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~4/2nWdUNckgyo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tem uma boa ideia na área de tecnologia limpa? Eis a sua chance</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/G-VkDDuoRtU/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/tem-uma-boa-ideia-na-area-de-tecnologia-limpa-eis-a-sua-chance/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 20:57:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Rossetto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Competições de planos negócios são uma forma interessante de viabilizar uma ideia quando não se tem dinheiro. Ali costumam estar reunidos investidores, interessados em apostar nas pessoas e projetos que pareçam mais promissores. Se você tem uma ideia na área de tecnologia limpa, corra para o site da Clean Tech Open e faça sua inscrição. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Competições de planos negócios são uma forma interessante de viabilizar uma ideia quando não se tem dinheiro. Ali costumam estar reunidos investidores, interessados em apostar nas pessoas e projetos que pareçam mais promissores. Se você tem uma ideia na área de tecnologia limpa, corra para o site da Clean Tech Open e faça sua inscrição. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Podem participar projetos de todo o mundo que envolvam conceitos inovadores de tecnologias, produtos ou sistemas capazes de solucionar problemas energéticos ou ambientais. Para participar, basta preencher um formulário pela internet. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Se aprovada, a ideia passará para a próxima fase e deverá ser apresentada, em 5 minutos, para uma platéia de 3 mil pessoas em São Francisco, Estados Unidos. Estarão presentes juízes e também investidores, comunidade científica e jornalistas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">O vencedor levará U$ 100 mil para viabilizar seu projeto. As inscrições encerram-se em 15 de outubro. Para saber mais e inscrever-se, <a href="http://www.cleantechopen.com/app.cgi/content/competition/ideas/" target="_blank">clique aqui</a>. Boa sorte!</span></p>
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		<title>O mercado promissor do 3D</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 19:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
O site da Entrepreneur publicou este ano uma nota com 10 setores, que apesar de todo o pessimismo da recente crise econômica, estão crescendo de forma impressionante. Entre os citados o setor de serviços, lojas de descontos, redes de fast food e netbooks são alguns deles. O mais interessante nessa lista é o mercado 3D. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-2640" title="solution" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/solution.jpg" alt="solution" width="430" height="219" /></p>
<p class="MsoNormal">O site da Entrepreneur publicou este ano uma nota com 10 setores, que apesar de todo o pessimismo da recente crise econômica, estão crescendo de forma impressionante. Entre os citados o setor de serviços, lojas de descontos, redes de fast food e netbooks são alguns deles. O mais interessante nessa lista é o mercado 3D. Isso mesmo! Os filmes, salas e equipamentos para produzir material 3D estão movimentando a economia – com números que saltam ao rosto do espectador.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo matéria da Folha de São Paulo publicada em setembro deste ano, há em torno de 3 mil cinemas americanos com equipamento para projeção 3D. No Brasil, o número ainda é módico, apenas 75 salas até a data de publicação da reportagem. No país, o cinema 3D foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional – que passou de R$108 milhões para R$143 milhões de julho de 2008 para julho de 2009.</p>
<p class="MsoNormal">Se os lucros são altos, o gasto para se ter uma sala de cinema 3D também é. A instalação de uma sala normal custa em média R$200 mil, enquanto a 3D, R$500 mil.</p>
<p class="MsoNormal">E engana-se quem pensa que a técnica ficará restrita apenas às salas de projeção. Atualmente já se pensa em usar o 3D em jogos de vídeo-game e transmissões televisivas. O produtor Jerry Bruckheimer, em entrevista para a revista Galileu de setembro, acredita no incrível potencial do 3D. “Sim, o futuro do negócio do cinema passa pelo 3D”, afirma.</p>
<p class="MsoNormal">E se levarmos em consideração as empresas que trabalham na manufatura e na criação dos equipamentos para uma projeção desse tipo – a câmera, o filme e o projetor são todos diferentes dos aparelhos usados em uma sessão 2D – podemos colocar mais algumas grandes cifras nessa conta. Não precisa nem dos óculos de lentes coloridas para enxergar que os números só tendem a crescer.</p>
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		<title>Hunch, o site que decide para você</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 22:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Cristina Chaer Dib Netto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Anda tendo problemas para tomar decisões? A nova rede social Hunch promete lhe dizer o que fazer. Inaugurada no final de março deste ano por Caterina Fake, uma das fundadoras do site de fotos online Flirck, a rede ajuda pessoas a agir nos momentos de indecisão.
Para utilizar o serviço, basta preencher um cadastro no site. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2634" title="huunch" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/huunch.gif" alt="huunch" width="350" height="300" /></p>
<p>Anda tendo problemas para tomar decisões? A nova rede social Hunch promete lhe dizer o que fazer. Inaugurada no final de março deste ano por Caterina Fake, uma das fundadoras do site de fotos online Flirck, a rede ajuda pessoas a agir nos momentos de indecisão.</p>
<p>Para utilizar o serviço, basta preencher um cadastro no <a href="http://www.hunch.com">site</a>. Em seguida, é preciso digitar uma palavra no campo de busca e escolher a questão. A variedade de temas abordados é grande e vai desde dúvidas banais como “para onde devo ir nas férias?” até “o que fazer para a minha empresa crescer?”. Quanto mais você utiliza, mais o sistema reconhece suas preferências e mais refinadas são as respostas.</p>
<p>Resolvi entrar no jogo e descobrir se, na prática, a ajuda é válida. Escrevi no ícone de pesquisa a palavra business e logo me deparei com a pergunta: que tipo de negócio devo abrir? Após passar pelo questionário, veio o resultado. Por sinal, bem previsível. Imaginei que o site-guru me aconselharia a abrir algo inovador, mas, ao contrário disso, fui recomendada a montar um restaurante no interior do país.</p>
<p>Apesar das ressalvas, acho a ideia genial. As redes sociais vieram para ficar e as pessoas adoram ferramentas interativas. Os aplicativos são um dos responsáveis pelo sucesso do Facebook. No caso do Hunch, o que mais me chamou atenção foi o potencial publicitário. A partir das respostas, pode-se observar tendências, comportamentos, descobrir preferências de milhares de indivíduos e, assim, vender muito mais.</p>
<p>E você, leitor, participa de alguma rede social? Já conhecia o Hunch? Dê a sua opinião!</p>
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		<item>
		<title>É tudo uma questão de cultura</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/e-tudo-uma-questao-de-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 20:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Katia Simões</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Nem tudo nas viagens de negócios é trabalho. Foi na parte turística da agenda, que visitei na semana passada os 15 quarteirões de Fort Worth, no Texas, considerada a cidade dos cowboys. A sensação que se tem é de um mergulho no tempo e na história, tendo como pano de fundo um cenário clássico dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2620" title="katia_blog2" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/katia_blog2-300x205.jpg" alt="katia_blog2" width="300" height="205" /></p>
<p>Nem tudo nas viagens de negócios é trabalho. Foi na parte turística da agenda, que visitei na semana passada os 15 quarteirões de Fort Worth, no Texas, considerada a cidade dos cowboys. A sensação que se tem é de um mergulho no tempo e na história, tendo como pano de fundo um cenário clássico dos filmes de faroeste. Ruas estreitas, construções de madeira, cowboys devidamente paramentados e uma parada de gado long corn, vacas e bois de chifres muito compridos, dão o tom do local. Os hábitos, aliás, são típicos das cidades do interior. Fomos convidados a jantar às 18h30, num dos restaurantes mais badalados do Fort, o H3 - Hunter Brothers&#8217;Ranch. Qual não foi a minha surpresa quando, ao olhar para o teto, me deparei com um quarto de traseiro de boi empalhado, acompanhado de roedores do deserto e de um javali, que insistia em exibir seus exuberantes dentes na minha direção. Confesso que a minha vontade era sair correndo, o que obviamente não fiz. Pensei com meus botões que as surpresas poderiam parar por ali. Mas não pararam. A carne assando sob os olhos dos clientes era um dos diferenciais da casa ao lado de verdadeiros baldes de chopp. Nada das tradicionais tulipas, típicas dos butiquins brasileiros. A cerveja é servida em taças gigantescas, com no mínimo meio litro da loira gelada. Por fim, o prato: carne grelhada acompanhada de batata assada e, pasme, uma espiga de milho assada servida com a rama. Lá, come-se o milho como cenoura, segurando a espiga pela palha. Tudo muito diferente! Mas, apesar do horário, a casa estava cheia, uma prova de que o sucesso é muitas vezes uma questão cultural.</p>
<p><span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman; color: #000000;"><br />
</span></span></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~4/BlhdMcC4fh0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Crianças (e pais) digitais</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/criancas-e-pais-digitais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 19:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Tambelini</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uma empresa de São Francisco (EUA) uniu dois mercados em expansão – o infantil e o digital – para criar o site Story Something. A nova página da internet permite que pais e mães gerem histórias personalizadas, em que seus filhos são os protagonistas. A empresa reuniu uma equipe de autores profissionais para escrever as aventuras, focadas em crianças de três a oito anos. Por enquanto, os pais podem escolher entre cerca de 50 roteiros. Depois é só informar o nome e idade do pimpolho e acessar a historinha na web ou recebê-la por e-mail. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2610" title="menino" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/menino-300x225.jpg" alt="menino" width="300" height="225" /></p>
<p>O pouco tempo disponível para os filhos faz muitos pais tentarem compensar a ausência com mimos para a criançada. A reportagem <em><a title="De olho nas crianças" href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,ERT81139-17164,00.html">De olho nas crianças</a></em>, publicada na edição de março de 2009 de <em><a title="PEGN" href="http://www.empresas.globo.com">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></em>, revela que os pequenos já influenciam cerca de 70% das compras de alimentos e bebidas.</p>
<p>De olho nesse nicho, empresas de todo o mundo lançam produtos e serviços inusitados para o público mirim. Enquanto meninas de São Paulo já fazem <a title="Festa a bordo" href="http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/festa-a-bordo/">festa dentro de limousines</a>, uma empresa de São Francisco (EUA) uniu dois mercados em expansão – o infantil e o digital – para criar o site <a title="Story Something" href="http://www.storysomething.com">Story Something</a>.</p>
<p>A nova página da internet (ainda em versão beta) permitirá que pais e mães gerem histórias personalizadas, em que seus filhos são os protagonistas. A empresa reuniu uma equipe de autores profissionais para escrever as aventuras, focadas em crianças de três a oito anos. Inicialmente, os pais poderão escolher entre cerca de 50 roteiros. Depois, só informar o nome e idade do pimpolho e acessar a historinha na web ou recebê-la por e-mail. Para as famílias hi-tech, mais uma inovação do Story Something: os livros personalizados podem ser lidos pelo iPhone ou pelo Kindle, o leitor de e-books da <a title="Amazon" href="http://www.amazon.com">Amazon</a>.</p>
<p>Que outras oportunidades a nova geração, formada por crianças totalmente familiarizadas com o mundo digital, pode trazer? Que tal unir o serviço do Story Something com o de sites que permitem a edição e publicação de livros, como o <a title="Clube de Autores" href="http://clubedeautores.com.br/">Clube de Autores</a>, mostrado aqui no <a title="Clube de Autores" href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/transforme-seu-livro-independente-em-um-grande-negocio/ ">Papo de Empreendedor</a>? Ou permitir que avós-coruja narrem e gravem as histórias criadas especialmente para seus netos? </p>
<p>Parece que a era dos novos negócios já começou, você não acha?</p>
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		<item>
		<title>O brasileiro é conservador na hora de empreender?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/Z4E0wRXZtXk/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/o-brasileiro-e-conservador-na-hora-de-empreender/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>stauhata</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
O brasileiro (ainda) tem um conceito sofrido sobre empreendedorismo. E essa concepção está arraigada na cultura e em nosso histórico de sociedade. Digo isso, baseado no subtexto do intrigante artigo sobre os Mitos do Empreendedorismo, escrito pelo colunista Marcos Hashimoto para a edição de setembro da PEGN. O professor do Insper aproveita uma matéria da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2604" title="risco" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/risco-300x200.jpg" alt="risco" width="300" height="200" /></p>
<p>O brasileiro (ainda) tem um conceito sofrido sobre empreendedorismo. E essa concepção está arraigada na cultura e em nosso histórico de sociedade. Digo isso, baseado no subtexto do intrigante artigo sobre os Mitos do Empreendedorismo, escrito pelo colunista Marcos Hashimoto para a edição de setembro da PEGN. O professor do Insper aproveita uma matéria da The Economist sobre as crenças norte-americanas para comparar as diferenças entre o que pensam as pessoas nos EUA e no Brasil em relação ao tema. Além das visões na maioria das vezes opostas, chama atenção nas entrelinhas a raiz cultural desse desacordo.</p>
<p>Em resumo, os estrangeiros acreditam em um estereótipo bem ao gosto do cinema, um jovem, heróico, inovador, que constroi um império na garagem e atrai o capital de risco apenas por seu arrojo e ideias revolucionárias. Por aqui, de acordo com Hashimoto, o empreendedor é visto como uma figura já experiente, que tem de se associar a pessoas com capacidade para tornar a ideia realidade e, com frequencia, luta contra a falta de recursos. Mitos à parte, se pararmos para refletir sobre essas disparidades, percebemos que nossa educação nas últimas décadas reforçou a falta de iniciativa empresarial.</p>
<p>Em primeiro lugar, toda uma geração — talvez duas — de classe média cresceu sob a crença de que ser funcionário público era o ápice da vida profissional. Ou que para ter futuro garantido fora dos auspícios estatais só mesmo médicos, engenheiros e advogados. Do mesmo modo, estudar e tocar um negócio próprio se mostravam incompatíveis lá pelos anos 1970 e 1980. Ainda mais estudar para ter uma empresa, o que bate de frente contra o cânone da estabilidade. Esse modo de pensar se consolidou apoiado em décadas de planos econômicos, crises, hiperinflação, burocracia e ditadura.</p>
<p>Mesmo quando analisamos as histórias mais conhecidas de empresários de sucesso brasileiros, vemos que o empreendedorismo não foi bem uma escolha, mas uma condição de vida. Toda essa carga de luta e sacrifício vivida mesmo pelos empreendedores natos reforçou a ideia do negócio próprio como uma espécie de plano B. Ou seja, o escape de uma carreira num beco sem saída, uma opção ao desemprego ou ainda a única oportunidade de ficar rico — isso após ficar sem perspectiva de crescimento dentro da &#8220;firma&#8221;. Pensar em satisfação pessoal ou profissional ainda passa longe da cabeça da média dos trabalhadores.</p>
<p>Essa visão sobre empreendedorismo, felizmente, começa a mudar a partir da geração dos atuais trintões e, sobretudo, com a geração Y, espelhada nos exemplos e oportunidades da era digital. Por isso, se enxergar uma oportunidade e se atirar à ela lhe parece ainda uma opção radical de vida, talvez seja hora de repensar os conceitos. Ainda dá tempo de se adaptar aos novos tempos.</p>
<p>E você, o que pensa sobre o assunto?</p>
<p>Não deixe de se cadastrar na nossa rede social. <a href="http://rede.empresas.globo.com/" target="_blank">Clique aqui</a></p>
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		<item>
		<title>Os custos de ter um funcionário sedentário</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/os-custos-de-ter-um-funcionario-sedentario/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 20:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>logusico</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Despesas referentes a problemas de saúde de um funcionário sedentário podem chegar a cerca de 330 dólares por ano, segundo o jornal The Physician and Sportsmedicine, destinado a médicos que tratam do equilíbrio entre saúde e exercícios físicos. Esse valor não inclui custos indiretos, como a compensação por ausência no trabalho, perda de produtividade ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2590" title="sedentarismo2" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/sedentarismo2-215x300.jpg" alt="sedentarismo2" width="215" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">Despesas referentes a problemas de saúde de um funcionário sedentário podem chegar a cerca de 330 dólares por ano, segundo o jornal The Physician and Sportsmedicine, destinado a médicos que tratam do equilíbrio entre saúde e exercícios físicos. Esse valor não inclui custos indiretos, como a compensação por ausência no trabalho, perda de produtividade ou doenças crônicas causadas pelo sedentarismo, como diabetes e alguns tipos de câncer.</p>
<p>A Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, disponibiliza em seu site uma ferramenta que permite estimar essa perda através de um rápido teste, disponível apenas para empresas norte-americanas. De acordo com a instituição, um aumento de apenas 5% nas atividades físicas pode reduzir significativamente os custos com cuidados de saúde e  perda de produtividade. Kristin Wehner, colunista de saúde da revista Entrepreneur, reuniu cinco dicas de como oferecer qualidade de vida aos seus funcionários.</p>
<p>Confira:<br />
<strong>1) Dê o exemplo: </strong>Na hora de apoiar os cuidados com a saúde dos funcionários, as organizações mais bem sucedidas contam com o exemplo de superiores e dos que estão há mais tempo trabalhando na empresa.</p>
<p><strong>2)  Faça avaliações:</strong> Pesquisar sobre os interesses dos funcionários e fazer avaliações dos riscos de saúde pode ajudar a descobrir quais as necessidades da força de trabalho de sua empresa. Você pode começar com medições de peso e pressão sanguínea, por exemplo.</p>
<p><strong>3)  Forneça treinamentos: </strong>Dê todo apoio para que os funcionários deixem a rotina sedentária. Investir no desenvolvimento de programas e treinamentos para eles ajuda bastante.</p>
<p><strong>4)  Crie um ambiente de trabalho saudável: </strong>Não adianta fixar um papel na parede divulgando que sua empresa apóia a qualidade de vida. Faça crescer uma cultura organizacional que valorize ações como horário de trabalho flexível, licença maternidade e paternidade, e regras para fumantes.</p>
<p><strong>5)  Estimule as atividades físicas:</strong> Você não precisa construir uma super academia dentro da empresa, mas pode criar um programa próprio de exercícios. Incentivar o uso das escadas no lugar de elevadores e criar um grupo de ciclistas são algumas sugestões que podem render bons frutos.</p>
<p>E a sua empresa? O que faz para estimular a prática de atividades físicas?</p>
<p>Converse com outros empreendedores sobre Recursos Humanos na nossa <strong>Rede Social</strong>. Clique <a href="http://rede.empresas.globo.com/">aqui</a>, cadastre-se  e acesse o grupo sobre o assunto.</p>
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		<item>
		<title>Saiba quais são os oito mitos do marketing</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PapoDeEmpreendedor/~3/roeUc7UZ94E/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/conheca-os-oito-mitos-do-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 20:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wilson Gotardello Filho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O especialista em marketing Mark Stevens, autor de 24 livros sobre o assunto e CEO da consultoria MSCO, listou os oito  mitos que envolvem as ações das empresas. Veja o que ele levantou:
Mito 1: Fazer qualquer estratégia de marketing é melhor do que não fazer nada
Segundo Stevens, essa é uma visão simplista. Se não forem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O especialista em marketing Mark Stevens, autor de 24 livros sobre o assunto e CEO da consultoria MSCO, listou os oito  mitos que envolvem as ações das empresas. Veja o que ele levantou:</p>
<p><strong>Mito 1: Fazer qualquer estratégia de marketing é melhor do que não fazer nada<br />
</strong>Segundo Stevens, essa é uma visão simplista. Se não forem pensadas e desenvolvidas com um objetivo, ações de marketing podem representar um grande desperdício de dinheiro.</p>
<p><strong>Mito 2: Propaganda e marketing são a mesma coisa</strong><br />
&#8220;Balela&#8221;, diz o especialista. Propaganda é comprar espaços em veículos de comunicação para divulgar uma mensagem. Isso pode ser importante para o marketing ou irrelevante, dependa da empresa e dos objetivos.</p>
<p><strong>Mito 3: Uma boa ação de marketing apresenta a empresa e/ou  produto como bonito, criativo e sexy </strong><br />
“Quem disse isso?”, pergunta Stevens. Segundo ele, os profissionais de marketing que dizem e fazem isso não se preocupam com ROI (retorno de investimento). “Eles só querem posar gênios criativos”, diz. Algumas das melhores ações de marketing usam infomerciais de produção barata e depoimentos de pessoas reais.</p>
<p><strong>Mito 4: Boas estratégias de marketing são feitas por executivos muito bem pagos que se dizem especialistas em anúncios<br />
</strong>Essa é a grande razão do fracasso das maiorias das campanhas, segundo Stevens. O processo de criação deve ser reverso, definido no ponto de venda, e só então levado aos executivos. “Somente os vendedores conseguem identificar o que é realmente necessário para vender”, diz Stevens.<br />
<strong><br />
Mito 5: Vendedores não participam das ações de marketing</strong><br />
O especialista reconhece que existe uma grande diferença entre vender e divulgar. Mas se uma ação de marketing não levar em conta o que pensam os vendedores, o resultado será bem abaixo do esperado.</p>
<p><strong>Mito 6: É possível ter uma ótima equipe de venda apenas com treinamento<br />
</strong>É muito difícil transformar uma pessoa ruim de vendas em um bom vendedor. Descubra quem são os bons vendedores e ofereça boa remuneração para mantê-los na equipe, afirma Stevens.</p>
<p><strong>Mito 7: As melhores agências são aquelas com muitos prêmios<br />
</strong>Se você quer aumentar as vendas, escolha as agências que acreditam que boa estratégia de marketing é a que custa pouco e tem alto ROI (retorno de investimento), segundo Stevens. Normalmente, as agências que acreditam nisso não ganham muitos prêmios, diz.</p>
<p><strong>Mito 8: A boa ação de marketing é baseada em dois números: o </strong><strong>percentual pré-definido da receita da empresa que será investido e o retorno pré-determinado das ações de marketing direto </strong><br />
Cada caso é um caso. Segundo Stevens, regras são para os colégios e resultados para os especialistas. “Não acredite se uma agência afirmar que uma ação de marketing conseguirá no máximo 1% de ROI”, diz. “Se isso acontecer, tente alcançar10%.”</p>
<p><strong>Vídeo na mala<br />
</strong>Ainda sobre o mesmo assunto, o jogador de golfe Michael Allen inaugurou mais uma plataforma de divulgação. Ele autorizou a exibição de imagens em uma tela de LCD acoplada em sua bolsa, que também é utilizada para carregar seus tacos. Agora, além da camiseta e do boné, o atleta também comercializa os anúncios exibidos na sacola. Veja como ficou:<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-2577" title="golf" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/golf.jpeg" alt="golf" width="255" height="395" /></p>
<p>O assunto &#8220;marketing&#8221;  está rendendo uma discussão interessante na nossa rede social. Clique <a href="http://redepegn.ning.com/forum/topics/acao-em-publicidade-e" target="_blank">aqui</a> e participe</p>
<p>Divulgação em plataformas diferentes também interessa aos empreendedores. Veja qual eles consideram a melhor na nossa <a href="http://redepegn.ning.com/forum/topics/qual-foi-a-melhor-divulgacao">rede</a></p>
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		<title>Aumente a experiência sensorial na rede</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 19:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisa Corrêa</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Voltei ontem de uma coletiva realizada pela consultoria especializada em varejo GS &#38; MD Gouvêa de Souza com uma pulga atrás da orelha. Durante a apresentação do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, descobri que 66% dos internautas não compram pela internet porque gostam de tocar e sentir o produto antes de fechar negócio. Tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Voltei ontem de uma coletiva realizada pela consultoria especializada em varejo GS &amp; MD Gouvêa de Souza com uma pulga atrás da orelha. Durante a apresentação do estudo <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/clientela-virtual/" target="_blank">“Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”</a>, descobri que 66% dos internautas não compram pela internet porque gostam de tocar e sentir o produto antes de fechar negócio. Tudo bem, isso não é novidade. Mas não dá para deixar de pensar no que esse número quer dizer: apesar de todo o crescimento e desenvolvimento do e-commerce, as empresas ainda estão longe de oferecer uma experiência sensorial convincente na rede. E, por causa disso, milhares de consumidores deixam de passar seus cartões de créditos nas lojas virtuais.</p>
<p>Claro que existem exceções, como o site da <a href="http://www.patisserie.de/de/index.html#/2/l+matrix/" target="_blank">Patisserie Nachtischkultur</a>, uma confeitaria alemã que conseguiu despertar meus sentidos durante minhas andanças pela internet. Sobre um fundo branco, mais de 200 pequenos doces enfileirados se apresentam ao visitante, lembrando uma daquelas vitrines de confeitaria que enchem os olhos e convidam quem está na calçada a entrar. Basta escolher uma das sobremesas, clicar e esperar que se destaque do grupo e fique sozinha na tela, em tamanho real. Entre lá e experimente.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-2571" title="docinhoflor-23" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/docinhoflor-23.gif" alt="docinhoflor-23" width="300" height="220" /></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">E você,  o que está fazendo para que o site da sua empresa conquiste os clientes?</div>
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		<title>Clientela virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 21:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Tambelini</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2561" title="consumidor virtual1" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/consumidor1-300x225.jpg" alt="consumidor virtual1" width="300" height="225" /></p>
<p>O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.</p>
<p>Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo <a title="GS&amp;MD" href="http://www.gsmd.com.br">GS &amp; MD – Gouvêa de Souza</a>:</p>
<p>- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas</p>
<p>- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação</p>
<p>- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico</p>
<p>- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D</p>
<p>E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?</p>
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		<item>
		<title>Só é rico quem arrisca, investe e empreende</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/so-e-rico-quem-arrisca-investe-e-empreende/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 18:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Rossetto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Robert Kiyosak, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre e outros catorze títulos, está no Brasil pela primeira vez, dia 17 de setembro. Kiyosak vendeu mais de 20 milhões de exemplares de Pai Rico, Pai Pobre em todo o mundo. Ali ele conta como são diferentes seus dois pais: o verdadeiro, professor, e o &#8220;adotivo&#8221;, pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Kiyosaki" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-2551" title="pai-rico1" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/pai-rico1.jpg" alt="pai-rico1" width="250" height="212" />Robert Kiyosak</a>, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre e outros catorze títulos, está no Brasil pela primeira vez, <a href="www.expomoney.com.br" target="_blank">dia 17 de setembro</a>. Kiyosak vendeu mais de 20 milhões de exemplares de Pai Rico, Pai Pobre em todo o mundo. Ali ele conta como são diferentes seus dois pais: o verdadeiro, professor, e o &#8220;adotivo&#8221;, pai de um amigo, um empresário que lhe ensinou a ganhar dinheiro, a investir, arriscar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Ao observar os dois pais, Kiyosak constatou que, como funcionário, você dificilmente será rico. E que para ser rico, terá que ser dono do próprio nariz. Ele diz isso baseado na simples constatação de que, sendo funcionário, a pessoa recebe seu salário, tem os impostos descontados e é obrigado a viver com o que sobra. Como empresa, recebe-se, gasta-se e só paga-se impostos, calculados sobre o lucro, ou seja, sobre o que sobrou. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Portanto, se você tem ambições em relação a dinheiro, melhor arregaçar as mangas e batalhar pelo negócio próprio. E a aprender a investir e a correr riscos, tema principal discorrido por Kiyosak.</span></p>
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		<item>
		<title>A sabedoria do desapego</title>
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		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/a-sabedoria-do-desapego/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Cristina Chaer Dib Netto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vários autores, como Jack Welch  ou Ricardo Semler, já comentaram sobre a importância de ter coragem de revolucionar, de virar a própria mesa, de despir-se das verdades até então assumidas para poder sair de uma crise ou de um problema. Na essência, esses textos tratam de conseguir enxergar o cenário, jogar o velho armamento fora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários autores, como Jack Welch  ou Ricardo Semler, já comentaram sobre a importância de ter coragem de revolucionar, de virar a própria mesa, de despir-se das verdades até então assumidas para poder sair de uma crise ou de um problema. Na essência, esses textos tratam de conseguir enxergar o cenário, jogar o velho armamento fora, desafiar-se a esquecer as antigas práticas e começar do zero. </p>
<p>Desapego é libertar-se de uma rota antiga, porque as condições mudaram, porque novo caminho foi criado, melhor ou mais rápido. Porque novas tecnologias mudaram o modo de locomoção. Quando todas as condições mudaram, continuar seguindo um velho mapa só pode levar ao fracasso.</p>
<p>Imaginem uma empresa que, por ter um parque instalado de máquinas de escrever, tivesse se mantido firme na decisão de não aderir aos computadores, simplesmente porque o investimento já havia sido feito e a empresa cresceu e prosperou com esse modo de processamento?  Essa pergunta nos dias de hoje obviamente é ridícula, mas quantas empresas não perderam a trajetória da história por decisões tomadas sem o desapego necessário?</p>
<p>Parece óbvio quando observamos condições alheias ao nosso envolvimento, entretanto, desapegar-se dos acertos anteriores e começar tudo novamente é muito mais difícil do que parece. Quanto maior o acerto vivido, maior a dificuldade de mudar.</p>
<p>Quantas vezes não vimos ou mesmo vivemos disputas ferozes que nos conduziram a falsas vitórias, porque jogamos o jogo errado. Esquecemos o objetivo - atender as necessidades do cliente ou dos funcionários ou dos acionistas – e iniciamos, mesmo que inconscientemente, uma batalha pelo apego às ideias que realmente um dia foram valiosas?<br />
 <br />
O que nos distancia da verdade, não são as mentiras, mas as nossas convicções.<br />
 <br />
Quantas vezes acreditamos ser mais fácil fazer ajustes e adaptações aos processos atuais, reclamar da falta de entendimento do outro, dar respostas simples e rápidas aos grandes problemas ao invés de identificar realmente o quadro todo e perseguir objetivos reais, significativos e vitais? Quantas vezes fomos cruéis em criticar o novo ou o diferente e corremos na defesa de paradigmas conhecidos ao invés de parar para verificar a viabilidade de um novo ângulo de visão?</p>
<p>Cuidado! O sucesso passado costuma ser o maior inimigo do sucesso futuro.</p>
<p>Há um texto sobre a Sabedoria do Desapego, onde Krishna comenta que tanto é bom agir como é bom abster-se, porque aquele que nada deseja e nada recusa, inatingido pelos opostos, não é afetado nem por esperança nem por medo e assim chega à meta. Sábio é aquele que pela força da verdade renuncia a si mesmo, fica a serviço de todos e realiza todas as ações sem ser escravizado por nenhuma delas.</p>
<p>Somente somos capazes de grandes feitos quando, iluminados pela determinação, superamos nosso ego e conseguimos distinguir o momento de sacrificar conceitos do momento em que vale manter o modelo anterior porque ainda é mesmo melhor. </p>
<p>Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que melhor corresponde às mudanças. (Charles Darwin)</p>
<p><em>Sandra Boteguim  é Diretora Gerente Sênior da área de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú,  área que também é responsável pelos especialistas e consultores dedicados ao Projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4.<br />
</em></p>
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